Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04744


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Full Text
Anno XXV11
Quinta-feira 13
de >ovpmi!)|( de 1851.
N. 257.
DIARIO DE m PEMAIBMO.

mEoo a sDBcivipglo.
PaBAMENIO AOIIMTIDO.
Por trimestre..........
Por semestre ?'......
Por limo *........
PlOO DINTO DUttmiSTl.
Poi quartel.............
NOTICIAS DO 1HMBIO.
DIA. DA IMM1.
AUDIENCIA-,
lultodt Orvhaos
Para .... 33 cleOumb
Maranbo ib' de dito
Cear... 31 de dito.
Parahibi. 3 de Kobr.
Minas.-. Sdeoetbr.
S.Paulo. 3 de dito.
B. de I., jv Oulub.
Baha... 3l de dito
V">0 i 10 Seg. S. Andr Avcl-;
8/000| lino sacerdote ; 2.e5.s i0 horas.
jjyU.^o i| Tere. S. Marlinl.o. 1. varado eivel.
|2 Ooart. S Mariinbo 3. eb\ ao ineio-dia.
N Quint S. Eugenio b. Fazenda,
14 -i-a S. Clemeutlno.3. eO.i> 10 horas.
15 Sab. S. Gertrudes v ; 2' vara do eivel.
a Leopoldo. i. e sbados ao iuelo*d.
Ip Doni. S. oncalo de Relaeo.
Lagos ; s. Valerio [Tercas ai libados.
f/XM)
z*BaaaiBBa.
Crcscenle i 30, a I hora e7minulosda (arde.
Cbela a 8, as 9 boras e 2 minutos da t."
Hingoante 16, as 7 horas e 2 minutos da ni.
Nova 22, as 11 horas c 47 minutos da tarde.
FBEAMAB DS BOJB
Primeira s 8 horas e 30 minutos da manbaa.
Segunda s 8 horas e M minutos da tarde.
PARTIDAS DOS COBBEIOO.
Goianna e Parahiba, s segundas e sellas-
felras.
Rlo-Grinde-do-Norle, todas as quintas-felrai
ao ineio dia.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, c Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintas-lelras.
Olinda, lodos os das.
NOTICIAS IITBANOZIBAf.
Portugal.
Ilespanba.
Franca ...
Blgica...
Italia.. ..
Al. NI.lili .1.
I'iussia ...
Diuamarca
I'.u-n...
Turqua.
i de Onlbi
8 de dito
8 de dito
5 de dito
3 de Oulbr
5 de dito
3 de dllo.
3 de dito
I de dito
2 de Setbr
Austria.. 3de Outbr
Sulisa. .. 3 de dito.
Suecla... I de dito
Inglaterra 9 de Outbr,
K.-l'iuilu.s JtdeSetbr.
Mxico... l.'i de dito,
California 30 de Agosto
Chlll 26 de Abril.
uenos-A. 2 .le Celb.
Montevideo 6de dito.
CAMBIOS Dr 11 DI BTOTBVBBO.
Sobre Londres, a 28 3,i c 29 d. p. 11000 Firme.
. Pars, 331 por ir.
Lisboa, teiu tiaosaccSes.
WTASS.
Ouro.Oncas hespanhnlai___ a 28*0
Moedas de 6/400 velhas. 16/000 a HU200
de 61400 novas. 16fO00 a 16/200
de'/OCO...... 9/000 a 9/100
Prala.Patacesbrasllelros.. 1/9*0 a 1/ino
Pesos columnarlos.. 1/920 a 1/920
Ditos mexicanos..... 1/7)0 a I/750
PARTE OFFIC1 AL.
GOVEKN DA PKUVINGI.t.
EXPEDIENTE DO DIA 7 DE N0VEMBRO DE
1831.
Ollicio.-- Ao commando das armas re-
meneado por copia o aviso da reparlicllo da
guerra de 17 de outubro ultimo, no qul se
declara que se expodirflo ordena no s-nti lo
de virem para o corso, i que part-ncem o
lenente Joa doa Saotoa Nunes Lima e o B-
teres Manoal Sabino de Helio.
Dito. Ao mesaio para mandar por sm
liberdade o reeruta Jos Bernardo. Com-
municou-se ao desembarga dor chele de po-
lica para fazer constar a autoridade que o
recrutou.
Dito. A thesounria de hienda inteiran
do-a de baver concedido um mez deliceti-
ca com ordenado ao juiz de direito da co
marca do cabo, Francisco Elias do Reg
Dantas, que a requemo para tratar de sua
saude. veste sentido fueram-se as outras
communir-aces.
Dito. Ao desembirgador chote de poli-
ca autorlsando-o a mandar comprar os ob-
jectos mencionados na relicSo, que devol-
ve, para o servico da cadeia desta cidade,
remetiendo a canta da desoezi a fazer-ae
com a dita compra para ser paga pela the-
souraria da fazenda provincial.
Dito. A pagadoria militar dizendo que
lia compra da farinha, que tem do ser re-
meltida para o presidio de Fernando deve
preferir-so a de melhor qualidade embora
um poucomsis cara ; e que a sihida do pata-
cho Pirapama para o niosmo presidio op-
portuuaaiente Ihe ser communiesda.
Dito.-- A mesma declarando que a vista
de sua informaeflo pode mardar pagar ao ex
cabo de esquadra da companhia do artfices,
francisco Alvos Itibeiro, a quantia de
35,810 rs. pertencenle ao exercicio corrento
eao anterior, e prevenindo-a de que por
despacho desta data remelteu a thesoura-
riadefazendao respectivo ajuste de cuntas,
a lini de que mande processsr na forma das
orJens em vigor a divida de exercicios (in-
dos na ioiportsncia de 63,090 rs.
Dito. A mesma devolvendo noavmen-
te o requerimeoto e pspeis relativos a dlvi-
da deque pede pagamento J0S0 Kerreira do
Nascimenlo que levo bsixa do servico do
exercilo, a fin de que Ilie mande satisfazer
a quantia de 26,910 rs., em que, segn lo a
sua informacao, importa a inuncin .da di-
vida.
Dito. Ao dirrelor do arsenal de guerra
declarando que foratn entregues no Cear,
segundo cornmunicou o Exm. prosideule
d'aquella provincia, os objectos enviados
para all em cumprimento aos avisos da re-
partido da guerra de 6 e 19 de agosto deste
anno.
Dito. A thesouraria da fazenda provin-
cial de volveolo a declaracilu frmala por
Joo Cocino da Silva, de Minear a quantia
consignada para a conlinuicflo da obra d<
matnz de Santo Amaro labnatSo; e decla-
rando que, visto haver sido s t.11.1 .-it;i a exi-
gencia, que fez apresid mcia, de se apresen-
lar o uic/nclito da obra, pode mandar en-
tregar 10 reverendo vigario da mesma fre-
guezia Manoel Esporidiflo Muniz, a quan-
tia du2:000,000 rs. cm duas prestac/vs igua-
es, na lo 111 a do seu parecer.
Dito. Ao Director das obras publicas
cummunicando, i fim de que faca constar a
I). Mara Comes do Amparo, que a vista di
informaeflo da Ihesouraria da fa>en la pro-
vincial, a indennizaco por ella requerida
devera ser de 400,009 rs., e n que havia con-
cordado antes da avaliacflo.e que quando el-
la nSo queira aceitar lera de proceder-se a
respailo de, aomelhante indemnisacflo nos
termos do capitulo 5" la le provincial n.
13 de 2 da maio de 184*.
Dito. Ao inesnio exigin lo, que informe
em vista do que expOe o inspector da tlie-
souraris de fazenda no ollicio que remelle,
se j eslSo esgola las todas as soromas reca-
bidas para a obra do palacio da presidencia,
e se as despezas, a que vai ser aoplica la a
quantia de 3 000,000 rs., que S. me. reque-
sita para conlinuacSo da dita obra, s3 1 de
nalureza tal que so 11S0 possao suspender
sem grave prejuio, at virem ordeas satis-
factorias do governo imperial.
Portara.Auagente nac jmpatibia das bar-
cas de v.por para mandar dar passsgem pa-
ra a corte por conla do governo, a bordo do
vapor Imperalrii, ao sida 10 Manoel Fran-
cisco dos Santos que vai reunir-se ao segun-
do batalhSo d'artilharia ap. Cummuni-
couse ao commando das armas.
DEM DO DIA 8
Ollicio.-Ao commando das armas, envian-
do por copias, para lerem execucSo na par-
to que Ihe tocar, tres provisoes do conselho
supremo militar, datadas de 10, 11 e 16 do
Janeiro desie anno, versando a primeira so-
bre a publicarlo das senleucas dos conso-
los de guerra, a segunda sobre os descon-
tos, que deverSo soffreros nfllciae* do ex-
ercito para iodemnisac&ada fazenda publi-
ca, quando ellos entrarem nos hospilaes ou
em cooselho de gu< rra, e a terceira, sobre
levar-se em conla aos militares sentencia-
dos o lempo em que, csliverem doentes.
Itetnelteu copias das duas ultimas provisOes
pagadoria.
Dito.Ao mesmo, para mandar postar
em frente da igreja de Nossa Senhora do
Terco oo.dia 9 do correule as duas horas da
tarde, urna guarda de honra composta de
um batalhSo de primeira linha com msica,
alim de acompanhar a imagem do Senhor
Bom Jess dos Passos, que tem desahir em
procUsSo para o. convento do (armo
Dito.A pagadoria militar. R^cebi o ci-
licio de 5 do corrente, em que Vmc. mo
participa haver chegado do mato a prensa
encommendada para o presidio de Fernan-
do, e declara ao mesmo tempo, que se o pa-
tacho l'iuipmnn nao sabir nestes 15 dias,
pdern flcar promptas as duas rodas raqui-
sitadas pelo commandante do mesmo presi-
dio, b quaes j se acharo talludas; o em
resposta tenhoa dizer-the, que deve man-
dar apromptar inicuamente as rete-Mas ro-
das de aorle que o sobredi! patacho nSo si-
aira anda nestes doze dias, o que deveri
servir de governo V. S. sobro a cITectiva
compra de gneros para aquello presidio,
rica expedido a ordem que VJmc. reqnisita
no final do citado ollicio paran inspector do
orseuai de mminha mandar recolher a um
dos araiazens daquella repartidlo o avii-
menlos a cima mencionados.Ofliciou-so
"este sentido ao referido inspector,
Dita.A mesma, transmittindo por copia ida Villa de f.aruar, que segundo consta da
o aviso da repartifSo da guerra de II de ou-|representa(So que remette por copia, dn
tubro ultimo, pelo qual se manda abonar I respectivo presidente, se acha ausente sem
ao mejor deongenheiros Jos Joaquim R 1-1 lice.ica e conserva em seu poder os livro-
driguos Lopes,nonici lo para dirigir as obras Ida mesma c miara.
militares nesta provincia os vencimentus de I Duo.-Ao delegado do termo do Brejo, de-
commissSo activa. Communicou-se ao jvolvendo as cotilas das despezss feitas com
comnandodas armas e a thesouraria de fa-lo fornecimento de sustento aos presos po-
zenda. brea da cadeia daquelle termo, afi Dito--Ao juiz de direito da comarca doras remetta por intermedio do desembarga-
RioFor noso, para que d evo I va o requer- dorchefe de polica.
ment era que o bacnarel Antonio Borges i Dito.Ao delegado do tormo do Pao do-
Leal pedia ser reconduzido no lugar de juiz I Alho, transmittindo por copias um oflicio da i ram ao9 golpes .ios seut iiuinlgos declarados
IBuaicipal do orplilus do termo da Agua cmara municipal daquella villa e a discrip-1 Estas veiafdes iniaeraveii, como arma gover-
Preta, o qual nSo acom anhou como devia cSo e orcamento do novo maladouro da nativa. Impotente coino iniiimd^coekiioraj,
a informarlo que Smc. deu respeito. mesma villa, a'im de que, en ten den lo-se
princlpaes autores sao 01 iiiluisiros da guerrie dcara n-vo> couheceoJo; deploravain que nao minados a peidoar / Estarlo os outrosre-
do reino; ellea he que sabem quanto a tralcao flzesaels parte desses peraeguidores, que revul- signados a aceitar o perdSo?
he amargosa, e oj terrores que facaos amb- viam a raco dos presos com a pontelra das Em verdade, dir-se-hia que se trata de ter-
closos.quesovlvnudointere.se. A 111a. des- bengalas, epoi. diito he evidente que se es- |-m j litigios polticos VUl-
les dous hoinena carregados de inercs pela co- laes entre no, he por eogano. | "'" '" .. ? -J, ''. ..
roa. aue bumilharam, eprlo partido cooserva- Marechal Saldanha, nao podestes soffrer por ** occasioas ae boa presa paia 08 corre
dor que per.eguem como apostatas, he locan- ; decoro ao menos, que a victima vollssst a casa, 'torea e advogados de tribuna, conselliei-
cavel em ferlr sem piedade as peasoas que nao Mlniatro Htestea-vot alcaide; prendestes sem TOS eternos que vivem de SUis intervenQes
- culpa ; desittendes-tes sem raso; e olhaodoj Mas lutasforfa das de um syslemade governo
linliam a siinulacao systematica, nica base
desta poltica tortuosa.
Nos ltimos dias registmos as demissAes lu-
minadas contra os carlistas incapatcs de se
perjurarem como os ministros, que em vez de
guardaren! o cdigo fundamental, o entrega-
Dito.- A thesouraria da fazenda provin
cial, autorisando-a a mandar adiantar ao
ufficisl e piacas que compe o destacamen-
to de polica da comarca de Gsranhuns tres
me/es de sollo a contar do I. do corrente.
-Interou-se ao comman lente do corpo po-
licial.
Dito.Ao director das obras publicas, n-
leiratido-o de haver mandado entregar ao
thesoureiro pagador daquella repartidlo a
quaotia de 3:000/ que Smc. requisitou para
continuado da obra do palacio da presi-
dencia, e declarando que dovem continuar
smenle as obras que nSo possam esperar,
sem que todava se fsca ou ajuste cousa al-
gn a espeilo de pintura ou do.clarac.flo
do edificio, at que venham novas ordena
do governo imperiil.--Olficiou-sea thesou-
raria de fazenda para mandar entregar os
mencionados 3:000/
l)ito.--Ao agente da companhia de barcas
de vapor, remetiendo por copia o oflicio do
director do arsenal do guerra a cerca dos
quatru caixOes contundo varios objectos,
com deslino a provincia do Maratihflo os
quaes deixaram de s -guir no vapor Penwn-
'jucaua afitn de que dictare se he ou ni
possivel fsze-los seguir no primeiro vapor
que passar para o norte.
Di lo.--Au director do lyciu. Observando
por varios requeriraeutos apresentados es-
te governo, que tem silo algumss aulas
desse lyceu frequentalas porouvintes, que
sem terem pago o imposto da matricula pre-
tendem agora fazer exame das materias que
ou vi 1 a ui, ordono Vmc. queso com previo
pagamento daquelle imposto admita a exa-
me laes ouvinles oque oulrosim cesso ab-
solutamente d'ora em diante a pratici de
tal .1 1 ni 1 s-..id de ouvinles, cumprm 10 -se in-
1011.1:11 ntao disposto no art. lo do regula-
menlo do 1 de maio deste anuo, que com- Kerreira, ambos do segundo baulhflo de ar-
biuado cora oart. 18 impeduia al desde tildara a pe.
cora a referida cmara e procedendo a to-
dos os exames precisos com audiencia de
pessoas entend las, informe sobre as loca-
lidsde e natureza da obra que se pretende
fazer, desorte que se posas vir a saber se el
la oll'erece as necessarias coadicos de um
maladouro, e se est ou nSo rasoavelraeole
oreada.
Dito.A cmara municipal do Recife, re
metiendo era satisfago a requisito di
mesma cmara nove plantas approvadas,
nicas quo existem na secretaria do gover-
no, sendo seis da estrada dos Apipucos.duas
da de Bebenbe, e urna da de ponte de
Ucha.
Dito.A cmara municipal de Garanhuns
dizenno quo visto terem-se mudado daquel
la comarca dous dos juizes de paz do da-
trelo de S. lenlo, e acharem-se os oulros
dous nella cora licun(a, ma 1 lora do referi-
do districlo, deve a mesma cmara juramen-
tar o iramediat 1 em votos, na forma do art.
6 das iustruc(s de 13 dedezembro de
1832 e do aviso de 3 de agosto de 1835.
Commando das armas.
Quartel genrat na cidade do Recift, 4 do no-
vembro de 1851.
iiiuii.M do DU r>. 24.
O mireclial de campo graduado comman-
dante das armas, em vista da coramuuica-
(3o que Ihe foi folla polo Eim. Br. general
comman lente das ermas da corte, em ofli-
cio datado de 21 de setembro ultimo, decla-
ra s o mu; o que por decreto de 2 de agos-
to do correte simo, houve S. M. o Impe-
rador por bern uassar para o dcimo bala-
Hilo de inantiria do exercito ao Sr. capi-
tflo Jos Antonio llarboza, e para o nono da
mosnia arma ao Sr. lenle Candido Leal
aos eximo.-, dos individuos n.1.1 matricula-
dos, se nuo fosse a co-isidcrac/io de am la so
11.loaeh.1r em Xecucflo o re id 1 icgula-
tio Coiueco deste anuo.Reiuelleu-se copia
do ollicio a cima ao inspector da tliusoura-
ria da I izen la proviucisl,
PortaraAo agente da co npanlna das
barcas de vapor, para mandar dar passagom
111 a.1 liaiu 1 por conla do .iuituii no pri-
meiro vapor que passar para o sul a Joo
Honorio da Silva Oliveira, que leve baixa do
servico doexeicilo.
Dita Exonerando o Incliaiol Rodrigo
Castor de Albuquerque Maianliflo do cargo
de promotor publico d-icoraaica doGaia-
uhuns c uome.iudo pa.a osubsiiluir o ba-
charel Jos Mana de Albuqtierque Mello.
l-'izeram-.-e as cotnmumcaces do eslylo.
DEM Ii.i DIA 10.
OflicioAo Exui. presidenta da Parahiba,
Sobro a materia do ollicio que V. Etc. me
11 igio era dala do 24 do mez passido se me
olTirece dizei-lne, que Daveti-loeu recebiuo
idoulico aviso a Cerca da proposla mlcr e -
da ao governo irapeii'l para a tuvegai;ao
vapur entre Varios porlos desla piovincia,
lessa, e da das Alagoas, aguardo o parecer
que e.xigi da iiss iciaci 1 conraercial e up-
poi luna nenio co .11111 mica 1 ei a V. Exc. em
satisfago ao -cu pedido.
Dito.Ao Extn presidente do Maranhao,
dizendo ficar sciente de se achar S. Exc.
convencido .clorosultado do conselho de
investigacSo, que mandou proceder, que
o criminoso Antonio Luis da Rocha, conoe-
cido por Antonio Marixaba fora morlo na
accao de resisloncia, que oppoz a escolla
encarregada do o capturar.
Duo.Ao comman lo das armas, declaran-
do que par> satisfazer a requisic,io daquel-
le commando relativamente a Compra de 20
cvanos para a corapanuis flxa de cavallaria
visto eslara respectiva cavalhada incapaz
de servico, precisa das conveuieules 1 nlo
macos do mesmo commando sobre a ma-
teria do oflicio, que remelle por copia, da
pagadoria milita'', leu Jo igualmente era at
loiicao o que consta do mappa mensal du
numero e estado da referida cavalhada.
Dito .-A thesouraria de f .zonda, inleiran-
do-a de haver o Extn. bispo diocesano con-
cedido ao parodio da freguezia de Guian
na, Domingos Alvares Virara, tres mezas de
'icenca para tratar de sua saude.
Dito.A mesma, para prestaras informa-
fOes exigidas no av.so, que remelle por co-
pia, do ministerio do imperio de 20 de ou-
lubro ultimo, a cerca da despeza foita por
contado crcbiodesunido para a collouii
mililar mandada fundar as maltas entre
osla provincia e a das Alagoas.
Dito.Ao inspector do arsenal de mri-
nlia, dizendo que para poder resolver a cer-
do que S me. pede era seu offlcio de 8
do correle, faz-se preciso que informe se
o marinheiro Viconte Pareja fui infeccio-
nado antes de ser engajado para o servico
do patacho Virapama
Dito.Ao cumuiando superior da guarda
nacional do municipio do Recife, inteiran-
do-o de haver em vista de sua informacSo,
dispensado do servico activo da nidama
guarda nacional a Carlos Manoel Mogueira
Campos Jnior, caixeiro ds casa commercial
de Jou Pinto de Lemos & I-uno.
Dito.Ao commandante superior da guar-
da nacional do municipio de Santo Anio,
pprovando, por achar-se S. me. doeute,
que o conselho de revista di mesma guar-
da nacional funecionesob a presidencia de
outro ofilcial, expedindo S, me. as c inve-
nientes ordens a respeito, o recomraendan-
do a maior brevidade possivel nos trabalhos
do referido conselho.
Dito.A thesouraria da fazenda provin-
cial, declrando que s d-ivo cumprir sor-
dera da presidencia a cerca da resaousatni-
dade dos empregados da exlincls thesoura-
ria, dopois quo se concluir a Ii 4 m lac.n das
contas, queso ealflo examinan 10.
Dilu.Ao pronolor publico da comarca
do Bonito, para que procoda nos termos da
lei contra o socrelano da cmara municipal
Declara outro sim o nvsmo intrechsl, pa-
ra quo Lenha o dovulo cir-ito, que o gover-
no im:ii!'ial era aviso da repartiCfln di guer-
ra, expel-lona dita do 30 du referido so-
lemb 1, houve por be n OOOCed >l seis mo-
zes de licenoa pasa tratar de sua siule ao
Sr. all-res da couipanhii fixa de cavallaria
desta provincia Luiz de Albuquerque Mara-
nho, segundo constou lo ollioio que a pre-
sidencia Ihe dirigi em 3 du c irrenlo.
Antonio Crrela Sciira.
Qaai'tel general ni riilailedi Hecift,7de iiyei-
bro de l8jl.
IMllillM DU OA n. 35.
O marechal de campo graduado comman-
dante ifas armas, f-z publico paracn leci-
inento di nariuco o aviso que soi cripio, expedido pelo minate io da guer-
ra a 17 de outuhro ultimo, quo por copia
Ihe fui ro'nettido pela presidencia em dala
dehonten.
n Rio do Janeiro. Ministerio dos negocios
da guerra, o n 17 de outuhro do 1851.
Iilui. o l.xin Sr.Em solucDo ai s-u olli-
cio, datado de 20de setembro finio,acom-
pauhaiido por copia, o do commandante das
ar 11 s dessa provincia peiindo esclareci-
miento sobre o d'Sliuo que develero so-
eram o coiinneutario eloquente do famoso pro
gramuii de 24 de abril, bandeira da regenera-
cao antes, e boje supplicio eleruo da perlidia
dos seus hroes.
Neiu uina promessa verdadciral Nein uin
s cousa cuuiprida A tolerancia assegurada
converleu-se no cutelln demissorio. O impe-
rio das lels na saturnal dos abusos. O respeito
aos direllos adquiridos e s garaulias da liber-
dade Irocou-se pela absorpvo arbitraria dos
poderes conslilucionaea; pelo silencio de todus
os principios ; e pelo escandaloso e frreo acou*
te de 11 na tyraunia insolrivel, porque uenbuiu
aclo a illu.tra, e se apoia nicamente na iuve-
ja, na soltura, na stultlcla e na violencia!
O duque de Saldanha ainda honteiu prali-
cou um aclo, d'esies que impriinein indelevel
nodoa 00 carcter. O Sr. Iiaodeira, ollieial da
guarda municipal, incorreu as iras do dlcla-
lor. tste nViamirri uccidio dealigar o Sr. Han
para o castello, em que jai eocarcerado o Sr. inventado porelles para seu usoe proveilo.
1:1 mi. ir.1 applaudis de cerlo o feilo heroico de NJo se ve pelo contrario que ludo aqu ex-
plsar aos ps as tradices de lidalgo, a cortexla
de cavalheiro, a dlgnidade de mioistro I
_A vos*a tolerancia ejuslica sao publicas hoje:
nao preciaaes de peona ; a espada he suraeien-
cede a medida commum? Personagens, que
sflo de familia soberana ; grandeza de ob-
j-'o'n, queheum dos principaes thronos da
te no unssn governar, Levacs este remo, que Europa ; enormidsde das ofensas que se
tralaes como vossa conquista, a ferro lio. l'ui cmiiplicaiuno passado e no presente com
dia, se nao tivesseis inedo, inandaveis varar alfactos de.non-l rados a luz dn da, o Co-
impreusa.e fusilar os Iribuoaea e as cortes, co-P mooutros suspei lulos, advi tillados, enve-
rno iuvocaes o general Rosas do Mxico pira a nehados ou cridS por analoga
seu ext-iuplo faaer da 1 u ., do aysteina reprc
seutalivo a rcalidade do absolutismo.
U acto de pt-rversidade fi-ia, o marlyrio br-
baro de uina familia ioteira no meio da publl-
cidade de uina praca, s era possivel sahir do
curaco de uoinein, que nunca desse pilavra
quecumprisse, nein Jurasse que nao faltasse.
Sr. duque, pela ultima vez, (e eulregue licareis
ao despreso da vossa accao, e ao remorso da
vossa crueldades Sr. duque, quaudo inragldo
e solitario, ao ajoelhar na l'ronteira de llespa-
nha, pedieis providencia a patria c a familia
que julgareis perdidas de todo, se Dos vos
Iratisse como tralaes os queixosos do voiso po-
der, nao estarieis seno no desterro, na mise-
ria e na angustia ; mas Portugal, tambera, uo
teria aprendido o que Ihe euaina o vosso gover
detra e alguna olUoiaes uns da guarda, o qoc uo Uigello c acoule de um povo que mere-
eB'ectuou jesuiticamenie, apesar de solemnes ca ser Uitoso.
prumessas, como he o seu costume. Parccia
que depois de desligados os odelos, deveria
socegar o duque dcSaldaolia lias perseguicei.
Naosucccdeu, porm, asslm. O Sr Baudei-
ra eslava desliuado para malar castigo ; por-
que leve o ai rojo de auxiliar (segundo oalatu
os regeneradores) urna coinmisso carlista de
eleices paroeniaes. Omiuistro da guerra, ca-
se argos da disciplina que andou pelos quarteis
do reino alicuudo sargeulos e soldados, orde-
nou 1 iniiH'.ii nuil,-nio a deportaco do Sr. Bau-
deira para louge de Lisboa, sem llie proporcio-
nar os meios de faier a vlagein nem de subais-
lir coma sua familia. Condemnou-o friameu-
leamorier de lome ou a pedir esmola, aluda
que dcpols nao levante palacios, como com as-
(0 'alindarle.)
Varis 13 de setembro uVttjl.
Lm docimculo hisloncj, curioso, impor-
tante, decisivo acaba de nos s.-r cominuni
ca 10 : he o aeto di nascim rato e ao mesmo
lempo o aclo da raoiti da l'us.lo, escrito por
um Icgitimisla o Sr. marqoez de Joulfroi,
ex-secrelario 110 cong'csso de perena, e de-
pois redactor em chefe da Europe monarcM-
que
l'ublicamos ess^ acto titulo de docu-
nioui 1, c se sua authonlecidade e valor tos-
sera pastos en duvi la, seria parlicularraeti-
ioinbrc- esi admirando o paiz da parte daquel- l( autoridade de Mr.AIrlSQO de L.-
^^ts-^itta: ssa fe ijrr vrab,r,-,u-
ra.n sempre grande sold. f'01"" 'I'19 appellar amos alim de eerilca-
Al aqu havia o despreso dos principios de los ; porque ello sabe melhor que ninguom
juitlca, que devem dirigir os actos de quatquor
goveroo. Havia a perseguido eleiloral cootra
um militar, porque na qualidade de cidado
llamis eu quizera, antes do todo, que rae
explicassera de que molo, da reuniSo dos
do-trucos das duas monarchias perdidas pu-
de, n resultar o estabelecimeolo de urna
raooarchia, e de que especie Conta-se por
ventura empregar, para esta os mesmos sys-
touias, osm-'smos bomcus, os mesmos Olc-
tueulus, euilirn, que causarara a ruina das
duas precedentes? E como faze-los mar-
char de accordo?
Nflo creio nossos alchimistas polticos que
lera a pi elanc.i 1 de compor, segundo suas
formulas,em producto social de algum va-
lor, e de alguraa duraeflo. Ha quareula an-
uos tenho seguidu com altenc,3u. mas espe-
ritnencias.
Doctrinas e Irsdicois, horneus e bens, es-
pirito e maleria, paixOaa, preconceitos, iu-
leiessos, ingredientes de todas as soro-, tu-
du lera ellea combinado, analysado, neutra
lisado, o lomado a combinar, esempre a re-
torta lera-se quebrado em suas ni us. Fura
vergoulioso, confiar mas de hojo em dianle
era urna sciencia t9o vS. o que elles empre-
lieodera construir, desraorona-se o que pre-
l-inlem abater, levanla-se c m mais vigor.
Aquellas coulavara anda, sfira de remojar
e fortificar o vo|ho Ihrono. cora a gloria da
frica, cora a torca do direito, cora a Ii le-
udado dos gendarmes, quaudo ja o dedu
divino linha marcad i na estrada de Pars a
Chebnrg), as paradas do enterro dessa rea-
1 '.i I mpi-ii Iriitoiiionto reconstituida sobre
os principios de 1789.
Estes apoiavam-se cm dezoilo annos de
posse, no memo de uraa legalulade por el-
tiflo qual o valor c criterio que se devem dar
nfl.is'iui rale as negociacjs de que falla Mr.
'. de .1 1 11,1 senflo anda aqu-llas de que el- les re^peilada. as gran es 111 nonas dos cor-
eiu Torres Vedraa c 110 Alto do V1-.0, e a virtude
du marechal consiste em Irutur a seus irmaos
le armas, de cerlo lodos bao de uivejar o su-
ooidiuado.e nlilguein o sopenor.
.Mas o iiiordoiuo-inr, o (Helador, nao parou
as |irlnieiras vaxaces. O ir, Bandeira, po-
bre porque lie lloarado, e snsu-utau 10 una ca-
sa e ubrigsijea pesada*, rcceUeudo a orden de
ir deportado para aula trra, cm que nao era
condecido, uem poda suiisiir, resulveu-sc a
1,111.111111 a sua familia ao iiilulttru da guerra,
eaperaudo comniove-lo polas lagiimas de sua
esposa c de ua innocentes creaucas que leva*
va pela mao. l'oucas almas (devenios crer por
honra da hunianiaade .' ) serum capaaea de
reaiatir a scena too doiorosa ; ucoliuuiu, a nao
ser a de um ambicioso eudurecido puderia res.
pouder ao pramo dos iufelues com segunda e
nais arbara pcrieguican i\ete dia o mare-
chal Saldauha pruvou que a mili ide podia es-
e,ni 1,-1 -1 u'uui surriso, e a l'erocidade occul-
tar-sc em um rosto, aonle o agrado sirva de
mase ira c de citada ao mesmo lempo.
O duque mordomo, dopois de bastante lem-
po, appareceu liualmeule, ulvez uo cabriole
dado segundo se diz pelo Sr. Castro e silva le
toviscoude por S. txc. n'esse cabriole era
queaudou pelas ras da cidale, com geral es-
caoda-la, iuaullaudo a momoriada Imperador,
em um da de lucia uaciunil. Apcuas aeapeou,
o Sr. uaudeira, Invocaudu a sua pubresa, c as
gundo cadete do declino batalhflo de infan- lagrimas de urna seunora desvalida e dos iiiuo-
taria Innocencio Saraphico de Assis Carra- ceuies fiiniauos, oDservau respeltuaueau
Iho, que achaudu-se frequentando o quin- que eslava prompia a ubdeeer, porm que pe-
to anuo lectivo do CUI'SO jurdico de UI111- uta se atleudesse sua falta de meios e se uo
da, fora por decreto da repartirlo do ira- sacnlicassc com elle uuia familiadesgracada,
perio, prvido no lugar do substituto das 'lae *"1* ue ludu "' amparo,
cadeiras de rhetorica, geographia e tisto- P"nto da cousieruada seunora, osusio das
ria dnrmllstaln das arleJ1 riMilarn a V 1.',. "fas e a commofao doiorosa do esposo e
na, uo toileglo das arles, declaro a V. Exc., d .,ai dev,a, abraudaniualquer carcter por
de ordem de S. M. o Imperado', que sem Ii- ausleru c rgido que ruase. Um hornera justo
consagrava o seu vuto potinca moderada, pe- |a .vo ,|.scrjca,, dd na0 Hilar.
laqualoduqucdcSildanlia fez nove mozss a Ii,, ...j, 0,tc Jocu nenio, u qual revela na
STVT'; T^^o^^'J^r^^'^y^ ,,....*, marquez
tioar lirme as Ideas que susleatoO em 18I1 dj Jouirroi lera pertenCldo toda sua vi la :
lio Mnenlo Histrico sobre a lusa i dus
dous ramos.
Uina cjibinaefli polilica assaz cxlrava-
gintil m ui'cujado a curi asida le publica
oestes ltimos tem pos. Trata-se da concl-
liaclo que leve lugar euUo os principies
p 11U la, ios Ja moiiarcliia cleclivi n os da
realeza d > direito divm 1, eoire os quaes
u n 1 .i '.1 1. .; 1 1 mu viva de doulrinas, de
alujos, de intores tem prolongado por espaco de des lito an-
uos, pareciam ter olevado uiut b.rreira 111-
superavel.
Esla paz, lo los o sabem, 1 u concluida J
pos do Estado, era quatro tllnos cneios de
vigor o de ciragom, defensores nalos de
una fitnilia julgada popular, eralira era uraa
nassa enorme diuueress'S privados jue
lependiam da conservucjlo de tu lo islo.
Admiravam-S'iem suas sabias comblnaQues,
julgavatn-se iraraoilaea, tralavara de so-
11110, do quimera, de absurdo todu o temor
ou t na ameaca de um futuro republicano,
irez liaras depuis urna c-rruageni condosia
clan lestiiibm'lite psra o mar ess< monsr-
CHiade sua predeleca 1; a repblica siava
senhora de u lo, e elles proprios acclama-
vara-iii cora ura eiitiiusiasino unnime, at
dosassote vezes no m-s no da.
Qae os partidos vencidos das duas pocas,
eiicomr-ndo-se depois da derrota, pensem
e u cuncliai-se e unir se contra o vencedor
cen^a do ministerio da guerra nio he per-
mellido aos militares do ex ircuo aceila-
rem empregos do outras repartieres, e que
por isso ficando de nenhum elfeiloa con-
cedida ao dito cadete pelo comman lante das
armas, o Sr. coronel Jos Vicente de Amo-
nra Ru/erra, e non se Ibe fazeudo applica-
eflo do que se d-tormina sobre semelnante
ubjeclo em circular desla data, por quinto
leve iicouc.'i, so bem que dada incompeten-
temente, V. Exc. lua seulir-lhe pelos divi-
do meios que devera solm:la-la a cti se-
cretaria de estado, por intermedio dessa
presidencia, parase resolver como conve-
niente for.
Deoa guarde V. Excifanoel Felisardo dt
Soasa e mello.Sr. presidente da provincia ce
Pernambiico.-Cuiupra se.Palacio do gover-
no de Pernarabuco, 3 de uoveinbro de 1851.-
Vietor de oliveira.
0 mos-no marechal declara, que o Sr. al-
fares do batalhSo o. 10 de infantaria, Ma-
noel Carneiro Machado Freir, obleve da
presideucia tres mozos do licenca, segundo
a le, o o- leus em vigor, para tratar .o sua
saude, de conformidadecom o parecer da
junta medica cirurgica.
______ Antonio Hrrela Srara.
'Ao ion 1 coutuudido n i mesilla pena o 100,4-
ecute e o culpado ; um duque de Saldauha pe-
lo contrario ; ceva-se na dor e redobra os pa-
decuuentos dos iufeluea, para os puuir de se
engauarem com elle, esperando adiar um sol-
dado geoeroso ou um uiiuisiro constitucional.
Para S. Exc. os olllciaes Uo bravo e leal exerci-
ha algutis raezes, no campo neutro d-< uraa 'he natural; poje ser mesmo tocante veres-
l'olha uana a assembla nicional, da quall tes deslrocos gran les e poqu illas consnla-
11J0 loi preciso altorar niuito acor ja bas-jram-se euiresi; mas de lodas estas habili-
laiiiu iuceiti Jhieesti indulg ni) palne-jdades dilTerenles nflo podereis tirar um pro-
la, os cuetes das duas escolas convierain era gi'atnrna monarchico que polessc resistir
dopor e co ifuu lir as cores que os c>racle- seis raezes acijflo corrosiva do principio
risavain. Kc-ii l.n deste mixto alvacenlo revoluciunario. Autos de dar vos os trafia-
ura tan lo Uo vago e obscuro que o publico llios de forra.r do olenentos 1,1o disseme-
uao lora pulido ainda decifrar nclle nada Ibantes, um canto de realismo, que nflo sera
que sej 1 ura pouco claro. O que se tem po- senflo uraa faceflo desuni la, examinai que
dido sabor he quo venc los, ten lo a soa tcrnvel ir.iinigo lenlesdiaiite de vos.
frenle M llorryor aperlarain a mo aven- A revolufflu radical, ontrariada, poroili
ceJores dirig du por Mr. Cuizut, o quo duas victuriusa, embarazada, porem sera pre era
pleiadasdo esenpiores, ha uunco 111 Mingos ; marcha, ocuupa hoj 1 tola a sceni, o nflo
se ii.iiiam ic un 10 cora praser no designio cliegou anida ao seu llin. Ih ella qna tem
de puxarem juntas o cirro de uraa revolu- em seu scio, sem o saber, o segredo do lu-
yan m inaiclnc 1, dcbaixo da dire(flo de seus turo. Esta ruvolufflj fruclo natural das doc-
doulores reconcilia los dos quaes iam trons- trinas phiiosophicas, presa pelo despolismo
mitin -nos os orculos. imperial era um recinto de viclgrias, aco-
laste anime o era minio proprio pira lheu o pelo oulorga lo por Luiz XVIII com
despeilara alteucu nesse lerapo de duvida uraa ponte lae ida diante de si para chegar
e de inquiayflo ; puicui eselarociraentos iu- a repblica, o ramo mais velhu tentou de-
despeusaveis, por muilo lempo esperados, balde prohibir-lho a eutrada ella foi for-
deivara 111 punco a pouc demiuuir seu ere- (ala en poder cahiu por Ierra. Foi eotflo
uno, e ella o, roce pertcicer j ao dominio que o ramo mais moco, ubrindo largamente
da Caricatura. ludas as barreirss e aclamando a soberana
Foi appaietitoraento pura calmar a inpa- popular, abaixou-sc subtitulante para apa-
ciencia sustentar eslocredilo que se tove nhar, debaixo dos pes da raullidflo desor-
o cuidado de representar a nova combinacao den ida, os pedarjos do septro e os ourifes
EXTERIOR.
LISBOA, 3 DE OUTUBRO.
Qae suene lindan aduleria palitutii noslra ?
^ Estamos presenciando factos, que nunca se-
riara accreitados; se nao fosse esla a poca
tu, a cuja espada deve a glo'ia c a elevafao feurao o resoltado do urna reconcialiafilu do mvejadus da realeza. Esta nova realeza,
familia foita era paiz oslrangeiru enire os bera qundesprovidadesancSu fatal do direi-
dous lanos da casa real exilada. tu consagrado pelos seculos, fora de aotc-
.uui-.i 10 1,1 appi'ovac i que obtnilii una mflo proscripta, e devia ser'esmagada por
a insiuuacflo da qual eu propno lirooccasiflo sua vez logo que a revolueflo, tornando a
de uriso ao seu ajuduuie de' Jo recunliecor a nennuina importancia, af- si de sua sorpreza, continuaste seu tnovi-
Sr, Aaudeira, dada aili mesmo Hielo polo papel que si altnbuia audazmen- ment.
sao esclavo braucos. Flagellaos, mariyrisa-
os; ejulga-se clemente, porque Ihcs rouba
s a subusiencia ou o crdito, e Ibes poupa
ainda a vida I
A resposta do marechal Saldanha a supplica
foi una ordem *
ordeus coutra o
por elle na ra, pona desea casa, iuiiiicdiau,! le a personagens cullucadas em posices E lio quando ludo tem succedido soguu-
fuiminaute, brutal' O Bdalgo foi to plebeu| lo devaduS; sera que ellos o suubessem ; do esla encadeimento natural e lgico, que
que nao leve delicadesa para peidoar este gol-1 persuadido, emIIni de que em setiieliiaute so prope ajuutar esses destrozos de deslro-
pe a urna senhora, esle osulto deliberado a, uialena loda a assercJu falsa he porigosa eos, para oppo-los no carro revolucionario
urna dama, arraucando-lhc dos bracos seu ma- ou cr0lu,nus, foi0eei ora miuha colleccilo que as tem Untas vezes j quebrado e dis-
prracore'no'.nals 7^3, P""" ^ ^^,nftos e vou dar a jul- perso I Apostlos de Ineorias. vS.s, douln-
irconovoilaOlcoado gar se essa pretend la recouei 1 u; 10, all'- nanos brincos ou azues, escriptores impo-
' ,,.- .. lS .... ,. I uiada ja uiuilas vezes, quaudo nflo era aiuda tontea que examinis aitontamonle cada dia
.h?,r6oe.aqe wr:^r*rvS; *>> ?. m. ? > '." *>*;*
que vsiia, commeiiedo esta baixe.a! ^o uraa roal.dado e virada como a libre de umi c.si arrut-
ioube reipeitar-se a si, era desgra;a. Vio Lm aguato de 1818 actuva-me eu em Lon- nada, sonha lores Honestos, esltraavois pa-
uraasenbura, c iralou-a como luuoceucia de dres, qu.lllo ura de meus prenles, o conde palvos das duas, tres ou quatro opioies
duascnaucasl Na sua feresa, se pudesse, cha- de C.,.., vcio de Pars a osla cidade, alim de monarchicas, queris formar urna fusilo
nava u ni pelolo, e o saugue do pal espirrava follar sobre ura pi ojele de que es. ava raui- para tornara conquistar o poder ." Que laco
lobrea cabeca da mulber e dos filhosl... lo preocupodo : ora o de urna recoucil.acflo, ligar tantos factus heterogneos? um
O uiiuisiro feze Uelegunn; ...111. r.i
militar foi
,1[, UIIC IH J.inauu., '-. -.<- ,e, n.e, ,, j ---------- ------------------ ---------- ------------------------------------------- .
cora(ao pelo asaassmio de sua esposa mandou uraa soluclo prxima neste sonlito. O Cou- de vossas dispulas e nutr iu com ellas ha
uspeuder o fogopara ae nao dtzer que lucen- uu podio-iuc vivamente que mu inl-rossisse deza-e,o anu >s. Milu vedes acaso a tnns-
doi desengao!. Se ura dia ae tneraoras'seo' diava uraa cidade em vioganca pessoal. O inar- uu socesso desse plano, empeuhaildu uelle formacflu social que se teot operado em lor-
- ponto
) ospirito
II e 11 le v ni 11 .w ,1. iimu, i, j ,,, .,,,.,,,----------------------------------,- --- --- ........ w ...----- ,,,-j a
Proinciieraua cleicoes livres; attestarara acaorara deprecaudo piedade, levaotar a mao das incoloros calidas Jas duas fraecos do publico, afogar oolla de passagera uuas ge-
aua honra e ai suaa cans, cm cotnoo caminho contra a inuoceucia que de vos esperava pro- partido conserva lor. i.ie .-. quo se tem sacrifica 10 uella sob vos- .
da urna seria aberto a lodos; e depois lavra- leefio, be urna barbaridadc aeiu uouie. uraa A primeira visla esse plano pareceu-mc Sos aus.-icos, em VoSSis uuiversi lades, |eoi
rara a ordenanca deiUdejuuho; rasgarara a fraquexa miseravel, ura aclo 10 digno de iclva- fuudar-se Ora ideas vagas o iraperleilaraente vossus discursos u em vossos escrtlus? Vos-
earla artigo por artigo pira se lavorecererae gcos! esiudadas. Pensando uielnor uelle uercebi sos discpulos vos lom excedido, cedei o
aos seus alnados progresistas; mudaram com Sr. duque de Saldanha, o povo que nao he que lll0 raHUv lodo fuudaaienlo nacional luatar a vossos mestres E.lea sabom me-
persrguicao o pessoal admiu str.l so, nao res- duque uem ofuclal rar do Paco, foi mais ca- I ,uu """" 'uuu lunuaaioinu nacional, uai ,...,, wli4 ,...u< vlUnismos ha n
liellado ulen'io. nem servico, ; e apear dla.o, valbelro. m.i. humano, para cierno oi.probrlo l'mnoiro que ludo que pl'ul.g.osa irreve- "'d J0 *?* *" 'l0 T". ,. ^l "llia"
o remorso, a consciencia da averso que lm- de quera prailca lemeloautea aelos!.... Ura renca na pruposicflo.' Coto que direito m- tro o juraffleolo do jo.,0 da polla e a piii-
|ni mi be lao forte, que os nao delia locegar. sargento eunnou desfallecida esposa o cami- tioduzr-se uo fuc unle porora es-os ill us- gem das lmenes ou isio. .sai lotidoB
Seeucostam a cabe;a ao iravesselro surgem- nho de sua casa, econdozu-a alo oude vi as- tres rossonliaiullios, essas doscordias caroa- sido seuflo relurraadores luui los. luud'e-
llic Ue repente as visos de imaginarias rcvol- seolastes a dr, a miseria c o praulo Urna JJS e UeSeoioaias? OdaroCer-aO de moto reul s em rel.giflo Ion los prog 110 a tolorau-
las, e ubrigaiii-001 a dar u espectculo do seu muiher pobre de beiis, porm rica disqualida- proprio para negociar u na rocuaclliacalo ? ca; pa.uilis du guvernt, leudes etplo-
pavor implo a umi capital que Uagita quau- des u'olmi, que eoa vos nao i|ulx dar, oil'ere- Sillir lllla |,ai.s. 0111 juc lerinos? A quera rado O liberalismo, paiavra de voSS 1 iuveo-
l'.ala-sodo rjflo ; hojo Fraaca nada em p 0111 atlieis-
iusomalaprofu...io! pal, e amparou-as ale as ir depor nosor..sos ue r EstsIJ UUS detor-. mo phllOSOphlCO 0 pollliCO. Ella Uo arras-
Os autores dot pilaos de veiaedes, 01 ICUS iua mal. Quintos asssisllram a esla scena cruel ooroui unn r r r unas
m



UiU pala irresistiv.il correnta dis deias
que vos mesoios preparadas quando nao
pensaveis senSo em scrvir-vos della pira
urna ncgaqSo complots tSo racional, qtiin- correspondente fidedigno, a narracSo muito
tu iDgeouamento confcssada de Una auto-
ridad*, do todo gorerno.
O progreso, para revolucSo, lio a elimi-
nacSo auccessiva de tudo o que exlate em
sua passagem ; e cada Tacto revolucionario
nlto he sonSo a manifestacSo palpavel do
urna metarphysica anterior e superior a to-
dos os vossos syetemas. Nosle circuid in-
fernal da idealogia, on lo cada principio
que destroe tem prehenchido sua tarefa e
desaparece diente do principio de un i no-
va deslruicBo, o que se tomar, o que se
xar na passagem ? Por ossa rasSo, vemo-
los impellindo-se uns sos oulros, scopticos,
economistas, encyclopedistas, conslituin-
tcs, constitucionaes, parlamentares, lbe-
me*, radicaos, republicanos, depois socia-
listas, cnmaiunistss, depois, finalmente, so
toda lgica nSo ho falsa, o anarchisla Prou-
dhon quo se prepara para destrui-los todos
despeito de suas coleras.
Anda nSo fallei da inlluenoia des poetas,
cuja funccSo lie cobrir a Franca revolucio-
naria oom urna especie do verniz dos lem-
po* fabulosos, o mar de ouropel cada erro
que passa, aflm de que o povo, deslumhra-
do, o applauda ; sua gloria he popularisar
as aldeias o na lavernas, os axiumas anar-
chichos dos quaes a revoluc.3o so serve para
instruir a multidSo na arte do insurgir-se.
NesteturbilhSo immenso quo ludo arres-
ta, que importa que os legitimislas o os
orlesnistas rolom saparailamento ou uni-
dos?
Esta negacSo conforma ao meu modo do
ver, me pareca terminar tudo ; todava nSo
ttrdou que eu recebesse de Pars, de un
=2
lie ridiculo crer que a rcvolucio t.intim- P contratantes,
pliantc consinti em aceitar condigOos le
feus vencidos, quando Ule for preciso mus
de irinla
circunstanciada de urna sorte de conjuraco
formada forado alto oonaelho lagitimisla
por alguna hnralos mcuibros realist is dos
doua partidos.
O castcllo do villeroi, junto do Moaux, era
um dos focos da reuniSo da liga projoctada:
Emquantn cortos porijdios conlinuavama
publicar a reclamac&o obrigaJa, fallava-se
nos salOcs, nos corredores, na praca do
commercio mesmo, do pacto dos principes
ainda em mysleri >. Os partidarios dasduaa
opinifles saudavam-so quando se encontra-
vam c conversavam ja sobre a necassidado
deconciliarem-sepor meioiosacrilicios rec-
procos, lie urna parle abandonavam a ban-
deira tricolor, da outra o reconhecimento
dosdireitos de llenrique V. Uos queriam
3uo a restsuracSo do poder real pozesse
m .1 revolucSo; os outros consentiam nls-
lo, porem eom a condicSo de que o oxerci-
ciodeste poder seria confladoas ma3s revo-
lucionario!. Quauto forma de governo
quesedovia adoptar, todos concordavam
em favor do principio representativo, cons-
titucional ou parlamentar, com seus paria-
tos, suas tribunas o seus trezenlos mil func-
edes com ordenados; porque o essencial
era assegurar empregos a todos.
Em consequancia destas justas concassO-
es, ia portanlo haver urna reconciliacao go-
ral, se a accSo directora so eucerrava em
um circulo bastante restricto ; so tudo par-
ta anda de urna commissSo de segunda or-
den), ho porque fallara a sanc,3o dos prin-
os quaos ignoravam
c.uos, Em lim o madisdor chegou a Londres o
i fui recebido
lo^C'prmcipes
ovos, senno a um impulso muilo ireron-,^ p
to d'aquelle que, reunidos,JM^Uraiiem t 29 selem\, confcroilcia
tra vez apanhida por alguma mil o forte
Em lodo o caso, vossos esforcos boje seriam
prematuros; quando o principio cornmum
a todos os turnos for salvo, srr lempo
entilo de oceupar-vos dos resentnicnlus
entre os principes o as familias rcaes.
Portanlo, ao meu ver, ba, no projoclo
que vos oceupa, futilidado de motivos, iin-
possibilidade
O li'ilor saber agora deque modo che-
guoi a ser instruido oosses procedimentos e
idas particularidades dessa conferencia se-
creta. Narro a substancia della couformo o
relatorio redegido pelo enviado, e doqual
tenho a vista urna copia muilo authenlica,
quu inais larde nie veiuas mSos
D.apois deter examinado uo mes to ton-
de nwm inconven.en- ,,, em e, ,, a SB cnava ,.
nana mucha, eslenlidade nos resulla- g^ f iprecUdo\ miiijade do urna unllo
S- entre os dous partidos realistas para obra-
Estas considerrmeles lizeram pouca im-|rem juntos contra as opiniOes republicanas
pressSoom meu primo. Persuadido deque ja S0CIH|;sUSi 0 duqne u'Aumalo preseguio
a polica positiva exiga esta uniSo, nSo dcste modo: Mas essa correnlo ha impus-
julgava que a questSo devia ser ere irada sve| qUdnj0 mesmo conseguissemos ven-
de 13o alto ponto de visla. A uni3o, me !ccr nossasanlhipatias pessoaus, quesSovi-
disscillo, esla mais prxima do que voss VS) (carianios sompre separados quanto a.
imagina; as primeiras diliculdides estilo iaCjao o quanto ao fim. Nossas cousas sflo M as bondades com que me havia enchido,
removidas; o s iccesso lie garantido pela jjncompaliveis ; ellas diTerom quanto aosjulguci de meu dever participar-lne a pas-
opinio de liomcns eminentes, os quaes :principios quauto ao carater, e quanto aoslsagemda carta precitada a qual chava do
possuem a conlianca dos principes do Or- Hueresses de seus partidarios. direito e naturalmente seu lugar em umi
leans; um destes homens esl aqu, prorop j|r. ciiambord o9utirado passado se- corresponJcncia poltica.
Varis, 8 (U novembrode 18*8
Senlio-,
Tenho a honra de dirigir-lhc roeus a-
gradeoimontos pola communicac,.1o que te-
ve a bondade da fazer-me em sua carta de
22 de outubro passado,'a qal me foi entre-
gue por Mr. S ..
a Eis-aqui, senlior a historia do negocio
de que Ihe devo dar conta, tanto mais quan-
to a meu pezar alguma cousa tem pareci-
do commove-lo no que so ha passado a este
respeito.
< Acbando-me cm Froshodorf, para onde
linha ido aflm de offerec ;r ao rei as minlias
bomenagens, S. M. mandsndoqueentrasse
em seu gabinete, permeltio-me qno Ihe li-
zossealgumas perguntas, esta fot a primei-
ra i Senbor, s r.i por ventura venia le, co-
mo se divulga em Franca, que a familia de
Orleans tem dado alguns passos junto de
Vossa (agestada ou por cartas, ou por en-
viado, ou por qualquer outro moio .' Ivn
urna palavra, houve alguna reconcilaoslo
entre o ro o os Bourbons do ramo mais no-
vo, osubmissSo de qualquer nalureza que
seja da parte dasla ultima.
A pergunta en* proremptoria, o rei te-
ve a bondade de responder-me l Dapois do
exilio da casa de Orleans nSo tenho ouvi-
do fallar dola, nem de nenhum de seus
membros Demas isto pouco me sorprehen-
de ; elles silo hoja o que teem sido sempro,
e o que Ii.i.i do ser sempre. S. M. ajuntou
esta uhrase algumas palavras quo he intil
referir, o vi que eslava to longe quinto so
pode supporde fazer de sua parlo propos-
tas aos de O leans, ou do dar um passo para
ira elles; pareceu-me mesmo que o rei fa-
zia disto urna questSo de digniuade, o quo
me foi confirmado alguns instantos depois
por S. M. a ranilla viuva, '|uo me fallou oes-
tes termos :
As cousas, senhor, passaram-se desle
modo lia 8 ou 10 de setembro, e a 20 eu che-
gava a Londres, onde Mr. S...disss-mequc
o Sr so oceupava de urna negocisc&o ehtro
os dous ramos, o que sorprehendeu-me
bastante, segundo a conversacilo de Frosh-
dorf.
Logo que ebeguei a Paris, loria esq noci-
do talvez esta neguciacSo, se Mr. S.....em
urna extensa carta a osle respeito, nito me
Uvesse marcado ontre virgulas dobradas o
resultado da entrevista que oSr. leve em
Claremonl, e as respostas do Sr. duque de
Aumalo, que fallava cm nomo dos seus, as
quaos conforme as quo foramobtidos por
ir.im da senhora duqueza do Orleans.mo pa-
reccram da mais alti importancia.
Tendo de escrever naquelle momento
ao Sr. duque de Levis, o nico revestido
com o Sr. duque do Cars, o Sr. con le de
Saint-Prieste, e o Sr. marquez do l'astorct,
da conlianca do rei, n"io s para tratar os ne-
gocios correnlos como para agradecer S
calado sem mudar de accordo: conheca
bem o resultado dos passos dados com as
mesmas vistas depois da morte do Luz F-
lippe, por Mr. de Salvandy e recusei crer
que homens graves se prestariam desta vez
a urna flccjlo tSo perigoia Foi preciso para
determinar-mea tomar outra vez a penna
que urna nova tentativa, ioexplicavel Uves-
se entregue tres desses veteranos ao creiSo
do Charivari.
Que um mancebo sem experiencia, des-
lembrado pelo papel qne Ihe dSo para exe-
cutar^o do qual nilo tem podido esamiir ~
to a conferenciar com vosse. e elle o ins-
truir do que se deve osporar do urna ten-
tativa tic conciliacilo. Vossc nilo i de re-
cusar que o esclaregam sobre esle ponto, fi-
i-ando-lnn salvo o direito de obrar dopois co-
mo o julgarconveoiente. Para salislazjr a
meu primo, levado tambem por minha pro-
pria curiosidae, aceitei a entrevista concer-
tada com Mr. Muret de Uord, o qual eu ia ver
pela primeira vez.
Fra um homem do meia idade, manufac-
turero provincial eiicisso. Na ultima c-
mara dos deputados da monarchia burgue-
sa, elle linha sdo um dos membros mais
zafaotados dessa fsccSo dos importantes,
nesta dos dedicados ao syslema, os quaes
tratavam-se entre si de habis, mas a quem
seus adversarios cliamavam, com irreveren-
cia, corruptos. No momento em que o
banqueic Uarrot occasionou o desfecho do
fevereiro, Mr. Murel d i liord eslava em po-
sic&o, segundo di/i', de si ajodlsar por
sua vez algum pequeo ministerio. Sua
residencia momentnea em Londres, suis
n3o um direilo o qual suppOe outros que a
tranca nflo quer mais ; a monarchia legiti-
ma lo do sua nalureza aristocrtica, o a
Franca he : .i o sempre dcmocratisadi. O
direilo ao llirono, isolado n.lo I,o se.in u n
fcadaverdu uiais no meio daquelles qua a
ilcinocracia tem sepultaJo, Por nossa par-
lo, serv lores natos, da rovolucSs uflu invo-
c linos direil'is, ubedecomos a vontade na-
cional ; esperamos tudo do povo, que nos
coroou em urna usurreico, nos disthronou
iOmoutrao nos ha do cuamar, so dulermi-
niir-so a isto, quando o como Ihe aprouver,
jachando-nos sempro pronptos a responder
i sua voz.
Os partidarios de uossas doas causas
n3o.dill'erem monos entre si. N3o temos
que oxigir dos nossos uom f nem dedica-
cao poltica a urna auto idade que naj ex
eroemos mais. N3o cumpro fallar doreco-
nheciinenlo; po.quoservindo-nos.elles ser-
viam a seus inle.-osses em cousideraco dos
quaes nos tinliam elovado so Ihrouo e nclle
.ios coiiservavain. Muitos fzeram fortuna
visitas a Cleremonf, a attoncao benvola Com nosco: um inaior numero esperava la-
qua Ihe prestavava a familia exilada, suaC.|. ou augUient-la, quando cahmos.
capacidade, seno em poltica, ao nv-nos Sous i-zires, seus desejos, suas esperancas,
nos negocios do estado eram factos mu co- jao os umcus |as,)S qu, os |lgaai a uos lies.
nhecidos do todos. la ierra de exilio. Paraavaliir as Torcas
Desda o principio da conferencia pude Je nossa parte, loi-nos bastante recapitular
observar qua ella era o offeito do algum lasamliieis illu idas,
ongano ; Mr. Muret de Uord pareceu-me | pe|o contraiio, vossos logitimistts pro-
encara-la debtlxo do um ponto do vista feuam um respeito religioso a cert-stia-
verdadeiro. Iiepois de ter-me certificado diccOes, a cortos diieilos, dos quaes o pri
que nenliuma combina(ao de esforcos, na maro ho o do re legitimo,
situarlo tetual, poda produzir o restahe- Tudo o quo lie revolucionario he marca
lecimento das monarchias decalii las, que doaus ollios delles, com urna uodoa indele-
n jo ciii-, iiiin esperar o bem seno do ex- vel. Para onten lermo-nos com elles, fora
cesso do mal que a revolnc3o proparava piesiso quo cons;dcrassemos p-imeiro que
Franca, que o3o se doa ia esperar scn3o no tudo a historia da Franca do 60 annos para
desesporo della, ele so contevo em urna Ca como urna phase de illegalidade univer-
prudonte circumspecc3o, durante duas ho- sal. So nAo conviermos que os factos pra-
raamnriacs as quaes livo a corajosa pa- ticados nSo podom ser eaqueoidos, exigi-
ciencia de mar.ler a cunversacSo alm de rao ao monos quo fagamos reviver os anti-
obter alguns esciarecimontos. Causei-lhc, gos principios. E elles s3o, ao meu ver,
sem duvida, um grande enfado, o para ser consequentes, porquo os diro.tos ao tlirouo
justo confessei que a esse respeito nos se- nSo (So nem mais antigos nem mais sagra-
paravamos quites; mas liquei bom conven- dos que muitos outros ulroilos que a revo-
cido, pelas suas respo-bs e declarares, luc3o tom abolido.
volun ii- on involuntarias, qua nenhum N3o lalarei dessa porciio de logitimis-
ponsamento do reconciliacao nem do fusJo tas que declaran) admillir 1789 com suas
linha podido nascer enlrc os exilados do consequencias indispensaves, e que pro-
Claremonl; que exista enlre os lilhos do imettem adoptar o estado actual dasocioda-
lyualdoilt e o herdeiro do Lu XIV urna de com lleuriquo Va sua frente: estes tra-
opposi?3o invencivel denleresses, acom- balham paramas
Tal era o oslado das cousss quando os
peridicos de Paris o das provincias entra-
ram a repotir, da accordo com o publico
engaado, que tudo eslava composlo enlre
as duas casas, que havia entro ellas conci-
liacAo, reconciliacao, e quo do hoja em di-
ante s restava tralaium de ajustes, ele.,
etc. ; tantas vezes quo, n3o obstante o tes-
temunho do Sr., o qual alleguei som publi-
car seu nomo, sustentaren! contra mim esla
falsidado perigosa.a ponto de dizerem que
eu era o nico quo contestava a verdado de
um fado adquerido.
Foi entSo que julguei dever invocar
sua autordade, porm issohebastantoaes-
lo respeito, pois que com antecipa<3o sua
carta ao rei cobre tudo, e n3o resta-mo se-
no ugradocer Iho a bondade quo leve em
dar-niee-sas informagiaes.
Receba, senhor, a seguranza da alta
cousidorscoem quo tenho a honra, etc.
ii Bario de bordigni.
Do minha parle, recebia de Pars avisos
anlogos ; a fus3o dos dous ramos ia ser
consumada: os peridicos dos dous parti-
dos insistiam sobre esta mentira perigosa,
segundo a expressJo de Mr. de Pordignc a
senhora duqueza da Parma, fugn lo da re-
voluto mazzinionso vinha procurar um
com bastante exactidSo, a comprehenslo,
as difliculdades o a moralidade, chegasse a
fazer com que Ihe negassem a entrada em
Froshdorf nflo he muito para admirar ; po-
rem qua velhos, quo exerrem a poltica por
muitos annos, tanto mais obrigados a serem
prudentes, quanto sua reputado osla mais
firmada, vao procurar em Claremonl urna
recepeflo do mesmo genero, eisaqui o que
dove affligir aos partidarios de urna causa
dirigida por elles, ainda mesmo qoando se
n.lo tratasse do comprometter a si mesmos !
i'orem, ha mala all, no exilio, um prin-
cipe que elles r*presentam como vorganlia
salva no soio de sua mSi, do punhal da re-
voluc3o, acolhido em seu nascmento pela
religiao como o II.lio do milagro, pela po-
ltica como o palladioo futuro do uina or-
dom social abalada por toda aparte. Seu
destino he desconhecido. Elle pode, como
ultima victima oxpiatoria, acabar sous das
no exilio. PJe, como mediador despreza-
do, porem conservado em reserva, vir a ser
umdia um instrumento do salvaco. Servi-
dores olliciosos e zelosos, nao esquocais que
a dignldade do infeliz he ludo o que Iho
resta ; que esta dignidado seria exmela se,
por uina probabiliJado incerla do tornara
haver sna corda, este principe capitulasso
para que elle podesse olferecer o perdao de
tantas olfonsas, fora prociso que Deuso ti-
vesso antes posto outra vez na magestadee
na inlependoncia soberana, ondo o mrito
da virtude cresce com a liberdade.
Urna ultima reflexao. Esta tentativa de
amalgama, ostranha aos principes, como so
tom visto, e que ainda nao parece sendo re-
dicula, podena vir a ser til, se osles ho-
rnera reunidos na intencSo louvavel de con-
tribuir para a restaurado da ordem publi-
ca, estivessem de inlelligencia para quei-
mar em cornmum seus espolios polticos
Invlidos desyslemas qua tem pirecidosem
glora, mostreen suas feridas e rejeitem
urna lctica o formas as quaos sua vida
tem corrido sem fructo. Espritos profun-
dos quo nunca advinhiram ; magnilicos ta-
lentos quo nada tem podido fundar, quanto
actividade evaporada no vacuo .' Quanlos
esforcos generosos, brilhantes, algumas re-
zos sublimes estam sepultados no po das
carloiras aillos mesmo que a posleridade
I"iiim chogado I *
A sociedade est em porigo, a revolucSo
camiohou, e caminha ainda, sem saber onde
ir. Caolinita! pois vos lambom, que co-
nlicceis o lim, o limpaes primeiramente a
estrada desta mullida a de sophismas com
que a tiuhois entulhado.
A lula social est bem caractorisada ; ndo
he preciso emprogar sen3oum pcqueuo nu-
mero de armas ; alguna principios fazcm
tudo, vos bem o sabis, vos que bradaes :
y 11 nomos a nligio, a familia, a proprioda-
de Na verdado, nao vos ho prociso acuo
lito I
A religiSo Queris vera frestabelocer-
se aniquilai tudas os vossas obras as
quaes o scepticismo deslilla em cada pagi-
na, em urna questao Iliteraria ou pliiloso-
pbica como na discussSo deum orcamento
municipal ; mas, a proposito de f, por ven-
tura leudes a certeza da te-la vos mesmos ?
A familia! Quem tem poisredigdo, defen-
dido at liojo esta legislacSo que a^aima a
autordade paternal, que impelios lilhos a
tomarom o mais cedo possivcl seu vo como
o filho dosanimies? iinnlnn, pois exci-
tado nos gymnasios philosophicos, a libara
dade escarnecedora destr mocidada lison-
joada por vossos profossoios i' Quem tem
permellido toda esla licencio esta corrup-
i,m i prematura at as classes inferiores as
quaes um rapazeta de Paria velo a ser um
S.
Prestado o juramento do estylo,
O Sr. Vrtiidente faz ao reo o seguinte
INTERROGATORIO.
Como se chama ?
Chamo-rae JoSo, oscravo
uiz
ii'.i
V. 8.
lu:
Reo
D'onde he natural ?
Sou lllio de Paje de Flores.
Suiz : De quem he racravo ?
Reo : Do Sr. Azevedo no Alter/o da
Boa-Vista.
Jui; : Na note do 20 de julhodeste an-
no, ferio a aeu senhor com um chuco ,v
Reo : Eu, nSo, senhor.
Suiz : Sabe so seu senhor foi ferido
nessa mesma noite f"
Reo : NSn sei, uo senhnr.
Ju : Lembra-se aondo estava nessa
noite, pelas 10 horas pouco mais ou me-
nos?
Rio : Eu n.lo estava em casa.
Jki'3 : Estere presente quando seu se-
nhor castigou a parda Francisca i'
Reo t NSo, senhor.
Jj : Teve inten(So de fe'ir a seu se-
nhor ?
Rio :
luis :
Rio :
noc BiptisladeSouza e Caetano Gomes de. nome Benedicto Antonio dos Rai* m j
ciaracSo do motivo. Mln d-
IDEM DO DA 3 DE NOVEMBRO
Foram paesos: i ordem do juiz mu'nioi
pal da segunda vara deato termo, rfSi
Frsncisoo da Silva Brrelo, por o h,?
de pronunciado ; ordem do subdelegado a
fregueza de San Fre Pedro GoealvA
iodo da Costa Cuimardes, e Antonia Mari.'
da ConceicSo, por briga ; ordem do suri
delegado pa fregueza de Santo Antoni
o preto Zacaras, escravo de Bernardo ',
da Silva, para correcoSo, o o portugue?
Bernardo do vera, por desobedioncia.
ordem do subdelegado da fregoezit d
San Jos, Domingos dos Santos, sam de
ciaracSo do motivo ; o do subdelegado
da fregueza da Boa-Vista, Joaquim Manuel
por ebrio, Francisca Mara das Chagas
para correc&o, e o preto Amaro, escravo d
D. Maria Tellps do Vasconcellos, por andar
fgido.
O delogado supplente do termo de Santo
AntSo, em oiUcio de 28 do outubro ultimo
communicou a esta reparticSo que no di
30 do mesmo maz, no lugar Cacimbas
Mra gravemente ferido com dous tiros 0^
Baplista, eqae os autoras desse attentido
foram Manoel Antonio e seu (ilho, Diogo de
tal, que se puzeram logo em fuga, asseve-
rando o referido delegado qua tem dato
todas as providencias aflm dos fazar pren-
der.
llil.'M DO DA .
Foram presos : i ordem do chafo de po-
lica, Felicia Mara do Rozarlo, para ave-
riguacOes policiaca; ordVm do subdele-
gado da fregueza de San Fre Pedro Con-
Calves, Lourenca ('.alisto de Souza, e Jos
Concalvrs da PalxSo, por desordem ; or-
dem do subdelegado da fregueza de Santo
Antonio, o preto Antonio, escravo, por
ebrio, o Olimpio Meira Sepulveda, para ave-
rigiiaces policiaes; ordem do subdelega-
do da fregueza de San Jos, o crioulo Luiz
llypolito, por desordem ; ordem do sub-
delegado da fregueza da Boa-Vista, 0 ptr_
do David, escravo do dezembargador Agos-
tiul'.i Harmolindo LeSo, requiscSo da
seu senhor, e o preto Venancio, escravo de
Antonio Garlos Pendra de Burgos, por an-
dar fgido; e do subdelegado da fregue-
za dos Abogados, o preto Antonio, escra-
vo, requisicilo de seu senhor.
Pelo delegado do termo de Garanhuus
me foi communicado, em alucio de 28 do
mez prximo passado, que na ciila d'a-
quclla villa so achavam recolhidos dous
Africanos bocaes; um com idade de dez-
esete annos, a o outro com idade da
vinte annos, pouco mais ou menos, os
quaes tinliam sido apprehendiJos na po-
voacSo de San Bento pelo respectivo subde-
legado E como all existe urna forca que
foi d'aqui ltimamente conduzindo presos
para responderem ao jury, ordenei ao mes-
mo delgalo que lizesso remellar a esla
reparticSo os ditos Africanos quando a
referida forca bou ven do regressar.
Eu, n.lo senhor.
Sala a porque foi pr^so ?
Fui pres-j porque sahi de casa
procurando senhor.
Jiif : Quam o prendeu ?
'(-"i : Foi um inspector.
Juiz : Disse-lhe porque o prenda ?
Rio : Elle cuidava que eu era fgido.
Ja : O inspector, nSo o levou perante
6 subdelegado da Boa-Vista i'
Rio : Sim, senhor.
Juia : O subdelegado fez-I ho algumas
perguntas ?
Rio : Fez, sim, senhor.
luis:& urnas dessis perguntas vosse
nSo responden, que fui ira a seu senhor por
quo elle o maltratava ?
Rio : Respond, sim, sonhor.
Jin'--.: -- NSo disse mais qua linha ferido
a seu senhor na occasiSo em quo ello casti-
gava a parda Francisca f
Rio : Sim, senhor.
Jin'- : -- Respondeu mais quo linha von-
tade de matar a sou senlior ?
Rio : llesponli, sim, senhor,
Jai* : ~ Porque rasSo ferio a seu senbor ?
Rio : Sonhor, eu nSo sou negro beba-
do, nem ladrSo,somprooial dormido, mal
comido o mal vuslido, fiz isso.
Jais : Na occasiSo om qua fjrlo a seu
senhor, levo vontade do mata-lo ?
Rio : Ti ve, sim, senhor.
Ju/3 : Alguem o aconselhou para isso,
oufui nicamente lillio de sua vontade ?
Reo : Ninguem me aconselhou.'
luis : Knl.1i) ferio porquo qulz .'
Itc'o : Sim, senhor.
Ju/z :... QuauJo ferio a sou senhor, este o
tinha castigado ?
Reo : NSo, senhor.
Jnis: -- Sabe sssigoar seu nome ?
Ri : -- ISo, senhor,
A po li Jo do Sr. jurado Assis Carvalhohe
feila ao reo a seguinlo pergunla.
Jai: ~ Porquo rasSo tendo vossa inten-
cn de matar a seu senhor, uo o fez quan-
do o ferio, estando s com elle?
Rio : Porquo nSo tiva occasiSo.
S.'io lidas aa pecas Jo pfoce-suu soguom
se as allogac,Oes pro o contra o ro.flnias as
quaes,
O Sr. Vreildenle faz o relatorio da causa e
entrega aocouselhoos seguintes
QUSITOS.
1. Oreo JoSo, escravo de Manoel Antonio
de Azevedo, prnlicou o fado deque ho ac-
cusado do tentar matarseusenhor, fazeodo-
Iheas offdiisas physicas constantes docor-
po de delicio i
2. O reo manifestou por actos exteriores
a inten;3o de malar ?
3. A morte deixou da ter cffeito por cir
cumsiancias ndepoudenles da voolida do
reo r1
^. O reo smenle forio a seu senhor 7
5. Essos fen montos foram graves ?
fi. Existo no procosso outra prova alcm
il.limiillaao do ico .''
7. O rocommelteu o crime com a cir-
cunstancia aggravaute de haver offendido
COMMERCIO.
panhada de repugnancias pe-soaes insupe-
A nssomcnlc, com cfTeito, ho que
vaves, OpposicSo e repugnancias, cujos Franca escolhera para ura tal papol; a nos
.DOtivos sem nenh-j-i dlfflculdade, eram smenlo, que desdo o lempa da regcucia.tc-
reconhecidos o confessados. ojOS sempie sido o poni de mira o de reu-
Assiin, esl" projecto vulgarisado por al- niSo das ideas liberaos o do progresso. Nos-
gumas folhas publicas, mo ora serijo urna sa familia protegeu Voltaire, MontOiqaeu
nova ncgociagi) imaginaria proposta sem os encycopledistas ; ella pz-so a frenle des
autonsacSo, e mesmo sm couheciment das commiss's revolucionarias.... A revolucSo
principa s partes Interessadas. Com tu lo, nos conheca. Se Iho fosse necessario um re,
esta ideia de com- li ico, de fuslo lanzada ella sabe que nSo sa podciia mclnor confiar
ao publico deva germinar em alguns es;.- do que nossas in3os, os quaes a tem por
ritos e dar lugar a novas 'cntaliv s Q in- assim dizer embalado ao bcrco e criado. Ah!
ze dias dej os de minha entrevista com Mr. por ventura uo recebou olla de nos, cm
Mur. I do Borde, escreversm-me de Pars : 1793, a girantia a mais temivel que um
que os realislas estavam chcios de prazer principo de singue Iho possa dar.'
e de esperanzas; que os dous ramos da Depois de 1814, todos os partidarios da
casa realestavam finalmente reconciliados. Irovoluc3o, vullan jo as coalas s Tullierias,
que iam tratar de ajustes sibre todos os 'nSo vinham saudar no PalaisRoyal a es-
pontos ; que a commissSo legitimista roli- |peranca do uina liberJaJe no futuro i' Nos
gia nossa momento instruyos para um ': mesmos, meninos ;v o vistos), n3o fomos
enviado confidencial, ex condiscpulo do I educados nos collegios abortos a todos os
Sr. duque de Aumalc, o qual devia ir a !cidad3os,e confiados aos professores da phi-
lypo offereci lo Europa ?
A propriadado! Quanlos discursos, quan-'em qualidado de senhor ?
refugio momentneo na Inglaterra ; disse- las leis.quantos tratados ii.oteiides felo pa- 8. Oreo commetteu o crime com a cir-
ia, que olla n3o era ra justificaras oxpropriar;cies revoluciona- cumstancia aggnvanle de ter abusado da
ras o mais cvidenlcmeinte injusto? Por ven- confianza n lie posta ?
veJtura dcveis invocar boje o carater sa-i 9. Orea commetteu o crimo com a cr-
grado da propriedade i' Que veio a ser enmstancia aggravante de ter precedido
elle cm vossas mSos? Vossa legislacSo' ajuste entre elle e outro ?
centralisadora lem produaido o governo so-' 10. Existem circumstanciasattenuantes a
cialiita, ondo a propriedado nSo llenada, favor u0 rco f
ondeo estado he tudo; ondeo possuidor do 1 o jury responde aos I, 2, 3e 4 quesito
Ierra n3o he senSo o rendoiro, quando ndo $m, por 7 votos; ao 5 nSo, por unanimi-
ho alom disto o agento epnemero do usura- u-,u', ,os 6., 7 e 8." sim, por 7 votos ;
rio quo lem urna hypoteca. !ao9. 3o, por unauimidade ; e ao 10 ndo,
Ha por ventura em Franca urna porcSo do por 9 votos,
trra na qual o senlior possa ter a corloza do o Sr, Presidente a vista da docisdo do ju-
que seus ossosserdo transmetidoi aos lilhos rv condemna o reo a gales perpetuas, grao
de seus lilhos. : mximo do art. 193 do coligo oriminal ;
Passar do um tal estado para o communis- .ppella ox-ofllcio nm virtude da le.
mo nao he scn3o urna qnostao de lempo. OSr. hdvogado appella igualmente da
Vos laudes abatido estas barroiras, se- sentenca.
res bstanlos fortes para tornir a levan-
ta-las? 5
VeJe que caminbo deveis tomar, antes de
poder dizer : vamos reslabelocer. Evilai,
principalmente, em vossas novas theorirs,
recorrer mais de urna voz ao eccletismo quo
que vos tem perdido. He a mais estpida
o a maisvergonnosa das philosophias. Con-
vom ao genero huuano urna directo frauca
a decidida. Quando guiavols" nn do Es-
Claremontsfim de regular todas as particu-
laridades desta reconciliacao real t3o im-
portante para o restabclccimonto da mo-
narchia.
Estas revelac/acs eram tSo pouco confor-
mes as noerjes que cu mesmo acabava de
losoplna moderna ?
Depois de ler assumido urna rosposta ISo
bem motivada, he-mo permitlido abreviar
minha narracSo. 0 infiliz conciliador reti-
rou-se, bem persuadido, supponho, da inu-
tilidaJc do sua tentativa e de qualquer ou
receber, que nSo pude deixar de dizer com- Ira no mesmo sentido; porm o poni de
go : A quem he que onganam com isso ? e vista dcbaixo do qual a c isa de Orleans en-
oscrevi para Paris, oxpondo minhas duvidas carava a questSo, empressionou-o de til
epedindo informacOes mais precisase cir- i modo quo ju'.gou conveniente onviar a F10-
cunslanciadas. Do outro lado fiz chogar aos hslorf a narr.cdo Jesta iiilervista.
depositarios declarados da conlianca do Nesso momento desembarcava em Lon-
llenrique V um relatojio sobre ludo o que dres procedenlo da Allemanha um homem
eu linna sabido aflm de osclarecel-os sobre da meu conliecimonio, o barSo de Bordign,
o passo delicado com o qual so diria que se agente decidido da causa real. Esle Uuha
achavam oceupado, passo no qual adigni- deixado a tranca no mez do agosto, afn de
,i>.io dade do principe devia ser cscrupulosamen
te poupada. /fasponderam-me immediala-
monle que os conselheiros do rei nSo ti-
nliam neuiiiiiin conhecimento dos projectos
dequeeu fallava, nem de negociador que
deviam enviar, nem de nstruccsJes que
doviam re igir ; que elles criam quo
em Frohsdorf nSo se estava melhor infor-
mado, a esse respeito e que em todo caso,
rslavam cerlos de qua nenhuma iniciativa
do transa,o linha silo lomada daquelle
jado.
isenach;
desta roconciliacao mysteriosa da qnal lau-
tas pessoas fallavam cm Pariz sem que nin-
guem podesse dizer nada de exacto. Na sua
cnegada a Inglaterra, obarSosoube por via
do Mr. >"', ii plmala incii amigo, muito
instruido, do que se iratava em Claremonl,
e chegou mosmo, pouco depois a pr-se om
relajSo com o negociador. A carta que se-
gu esclarecer o estado em qua se acha-
vam as cousas nessa poca.
< A Mr..... I
ram-mc em conlidenc
senSo a pomba da familia que vinha trazer
a oliven-a da reconciliacao. E desta vez,
esla noticia fora da la por homens que ou
sabia quoestavam em commun'cicdo dia-
ria com os conselh :ros de llenrique V. NSo
era pjssivel comprehend.ir-se Islo. Des-
cubriam-so ahi alguns caracteres de urna
intriga ; porm d'onde partiam ellos i' Ondo
deviam ellas chegar ? D'ahi a algum lompo
rocebi a visita de uman'.igo amigo, Mori-
cet, addido casa real de Froshdorf : eu sa-
bia que elle estava cnenrogado de uina
missao particular junto a senhora duqueza
de Parma ; porm soube della, quj devia
aproveitar s ia residencia om Lora Iros ali m
do entender-so com o negociador de Clare-
monl, cuja rcvoluc3o inesperada tinha ex-
citado em Froshforl u na curiosidale bas-
tante natural, som toiavia dar-so-lhe gran-
do importancia.
Estas lurorinaces foram colhidaa de uina
inanclra completa, e havia lugar para conside-
rar-se cate negocio como esquccido, quando
oito tiiivia depois,em agosto de 1849,Mr. 5..., o
diplmala de que tenho fallado, cacreveume
duendo, que o negociador de Claremonl tinha
lido a pertinacia de tornar outra vez sua la-
reta com o concurso do cx-par de t'raoca Mr.
Vigicr, em (erobtido melhor successo do que
cm o anoo precedente, e que tcncionava Ir dar
cunta de suaa tentativas cm Froshdof, para
onde acabava de cacrever aliin de aununciar
sua chegada.
Era lempo, provavclmentc de fazer ccsiar
um semelhaulc engao; o agradecido e per-
severante conciliador receben, cm noveinbru
de 1819 a caita seguinte, o qual tcnniuou estn
uegociaco arriscada:
Froshdorf, 30 de outubro de 1849,
Senhor, o.rei encarrega-me de responder-
Ihe que, sabendo perfeilauaeate a manera pe-
la qual deve proceder a respeito do csaencial
do negocio deque o Sr. falla... nao pode con-
cernir cm sua viagem!
o Aprovcito cita occasio, etc.
Morirei
Que concluir desta narracao .'
I. Que depois dos sngrenlos dias de jnnho
de i84s, alguns realistas imaginaran) que reu-
nindo os partidarios das duss monarchias dc-
cabidas poderiain fazer frente i repblica, e
queeiles cnapreheoderan por consegulnte pro-
curar a i.'imi'ih ic.in dos dous ramos da familia
real exilada ;
2." Qne rsta tentativa fo continuada durante
o espaco de 18 meses, sem que fosse jamis
posaivel obter dos piincipes de nenhum lado,
nem urna adheiao. nem uina declaracao, que o
Sr. con.le de Chambord recusou at receber e
ouvir o negociador;
3. Que us conselheiros ntimos de Hcnrlque
V de una parle, c de outra parle os confiden-
tes de Clarcinent foram Informados Una posaos
que foram dados, c das recusas que forana rece-
idas ; que os motivos reaes desla falta de sac-
cesso, sendo desde entilo conhecldos, nao se de-
veria jamis despertar este negocio, cuja nar-
racio, i.'u. pouco digna da historia, seria se-
pultada em laiiuha carteira,
Aprouve porlauto ra/.s > para que todos se
sobresaltassam ao saborea) repentinamente
em 1851 quo Mr. de Pastoret, Mr. Guizol,
Mr. Berryor, Mr. Ducliatel, Mr. do Salnt-
ilieal, Mr. de Braglie, Mr. de Valmy, Mr. Mo-
le, ele deixavam anuunciar na folha a ai-
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 12 ... 12:405,882
Disearregam kojt 13 de novtmbro.
Barca ingleza -- Columbus mercadorlss.
Barca ingleza W.Rusiell dem.
Barca portuguoza Ligeira dem.
Brigue ingloz Watler Baine bacalho.
Brigue sueco Svr farinha de trigo.
Brigue francez Bugenie vinho.
fliate brasileiro Ugeiro~ farinha de trigo.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dial a 11. 2:337,506
dem do dia 12........ 477,458
3:814,964
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1 a II 78,243
dem do dia 12....... ,
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 12...... 779,260
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 12.....503,431
Movimento do porto.
RepartiQo da Polica.
O Sr. desembargador chefo de polica da
provincia manda fazer publico oolcio do
theor seguinte:
lllm. Sr.-O delegado do termo di Un ba aMlr|iC1 NorQJ,, cpjtJo Mar-
desta provincia parlicipou-me ter sido mor- Dl
to em resistencia o criminoso Antonio Sos-
res de t igueiro lo, por aulouoiazia ciieiro-
ffiuioj entrados no dia 12.
Liverpool 45 dias, galera ingleza Colum-
bus, de 319 lonchadas, capilSo Richard
Gubia, equipagem 21, carga fazendas ; a
Me. Calmont & Companhia. Passageiros,
William Ciold, Frith Nudham, David By-
res os quaos nSo apresantaram passa-
portes, sendo immediatamenle apresen-
lados a mliria.
MaranhSo com escala pelo Coara 17 dias.
li iguo escuna brasileiro Laura, do 163 l|2
lonelladas, capilSo JoSo Leocadio Riboi-
ro, equipagem 15, carga arroz e mais g-
neros; a Jos Baplisla da Fonseca Jnior.
Passageiros, Paulo Justiniano Tavares .
Joaquim Jos Vieira o 3 escravos, Jos
Maria Gomes Ribeiro, Jos Rodrigues de
Olivcira, Candido Nunes de Mello, Eusta-
quio Rodrigues Sainicu. Jos Cerlaco da
Rocha, Antonio Pereira do Moraes, Anto-
nio Francisco de Barros e 3 escravos a
entregar.
AViuii sahido no mamo dia.
co k. Starcich, carga parte da que trouxe.
EDITAL.
i por haver roubado um ngenho no lugar SJ o lllm. Sr. inspeclor da thesourara da
^.Ue'mToslSn^c^^^^^^ ew|Mod...U.. ?~in0 ? doMjf f.zend. provincial em.cumprimentod,. or-
mergio-so nao ha uiuiio lempo Tolloyrand
esua escola, lio ser pertinaz em segui-los,
querer obrigar-sc debaixo da mentira do
una rocuuciafSo do principes, a qual nao
existe.
A. de Joufiroi.
( Preste.)
PERNAMBUCO
JURY 11EC1PE.
S/SESSAO'ORDINARIA EM10 DE NOVEM-
BRO DE 1851.
Presidencia do Sr. Dr. Riis e Silva.
Promotor, o Sr. Dr. Abilio Jos Tavares da
Silva.
Kdvogado, o Sr. Dr. Antonio Rangel de
Torres Bandeira.
A's onza horas da manhSa, feita a cha-
mada a, ha ni-se, presentes 39 Srs. jurados.
O Sr. Presidente abre a sessSo.
ProcoJe-sa ao sorteio do conselho que
tem de julgar ao reo JoSo, preto, escravo de
Manoel Antonio de Azevedo, aecusado por
haver tentado matar a seu sonhor.
Sahem sorteados os Srs. Jos Jerony-
mo do Souza Limoeiro, Simplicio Xavier da
Fonseca, llormouegildo Jos da Alcntara,
Manoel doa Santos Azevedo, Dr. Francisco
semble nacionale, que a conciliacao estava Serfico de Assis Carvalho, Francisco Jos
lela o que esta fusSo eslava consumada. iRapozo, Antonio Joaquim de Souza Ribeiro,
Eu tinha siuo prevenido com antecijiacao! Jos Verissimo dos Anjos, Flrmlno Jos Uo
por Mr. Adriano deLavalette, e me tinha [oiivelra, Custodio Manoel Gongalves Ma-
nhSa; os lTiciaes de iustica com mandado gados na extencSo de 370 palmo
meu prender a Antonio Soares de Figuoiro- eu1[,:iis<7.,"Bn .
do, por aotonomnzia cheiroso, acompanha- 'II'^Yu.tn
dos de urna escolta da 30 pracas da guarda arts. 24 e 27 da le n.
morrou aquello criminoso em
sahindo tambem ferido um irmSo do mes-
j, que por acaso passava na occasiflo.Cae- ciondos p lo
,o de Figuairedo Rocha. He preciso di-,bab.litaiJas
r.V.S.que esto infeliz homem eslava EP'"^'
ser feita na forma dos
pracas da guarda "-"' a86 d9 17 Ue D"0 d
nacional, resistindo este a pouto dos oUl- crrante n00- nrnno-/orpm a
ci.es sa'hiremde su. firmeza ordinaria,' ^f^^^Z'^ul^
.'idomesmo tribunal, nos dias cima men-
meio dia, competentemente
(li,. .. ..
Uno i
zer a V. S. que e-iu ,.... '"""" "T sent e publicar pelo Diario
pronnc.ado pela morte ^ "^ Secretar,, da thesourara da azeuda pro-
MV'JodatuD.h"/'snln'Ctchee.dr,e-'vincialdoPernambuco, SO de outubro de
dosto tormo; e apenas tinha cnogaao, se ..{%,>,, '
undom-lnfor^^^^^ Xn J'Ferrair. d. Anuunci.cSo.
em Mhrnd|l,jfdlt ul,ooy Clausulas espoeiacs da rrem.t.cSo.
rZwtomSnun!**. e con,trucc.5o do caes do aterro dos
mnnorouese achv gTavida.acompanh.do Afogados ser feila de conforro.dade com o
da^,u.t?ocigan,et?e" individuo, mais, orcamentoe planta approvaJo polo Exm.
son o um desloa chamado Antonio Macha- Sr. presidente da provincia, na imporlancia
So nuolU toda a diligencia para o prender, do 1:338,755 rs. _
'mais to possivel, e dlzem ser do Brejo 2.' As obras princ.p.arSo no praso de um
ri ArA rta Parahvba do norlo, um chimado mez contndose da data em quo ror entre-
OO ftio, a i" .__^t^^ j,_._ ^ o ,. ,.*.,n Aa '.rr.mih.'.K A OfinClllir*
star so mandou aflixar o pre-
e jamis foi possivel, e dizom ser do Brejo
da Aros da Parahyba do norlo. um chimado -.....
Jos Francisco. Sou tambem a dizer a V. S. gue o termo de arrematacSo, e concluir
me acompanhei esta diligencia para dar al- sa-hSo no do 4 mexes.
urnas previdencias, mas licando alguma 3." O pagamento offectuar-se-ha nalor
cousa atraz, quando cheguei ao lugar do ma determinida no art. 39 da le provm
couflicto, j este tinha tido lugar. cialn.286. A.i~r.
PARfE DO DU 31 DE OUTUBRO. 4. Para tudo o mais que nSo esla eier
Foram presos a minha ordem o creoulo minado as presentes clausulas segu rs
/anuario Francisco Carneiro para averigui- ht.inteiramenleo que dispOe a preuna ie
coespoliciaes; eado subdelegado da fre-l Conforme --0 secretario, ,__.....
gunzia de Sanio Antonio outro creoulo de I Aotouio Ferretra da Annunciacao
MUTILADO



Declarac,5es.
.. Estando por S. Ex. R*. designado o di
23da corrente para a solemnsima procjs-
,8o d Corpus Christi, puo deve sabir da Ma-
triz do Santo Antonio, pelas quatro horas
a lerdee pslas ruis do Cabuga,Cruzas Ca-
deia, Collegio, Pracinha, e Livramonto, em
direcSo ao pateo da S. Pedro, deste ao largo
do Carmo, deato as ras das Flores, Nora, o
Matriz de S. Amonio; espera o mesmo Exm.
e Rm. Sr., que oa moradores das menciona-
das ras ornem as Jenellas, e man lem a 11 ra-
par as testadas das casas dosua rosienc,
recordando-se que nHo devem consent no-
dfl Pa'd're Francisco Jos T.vares da Cima.
-. o lllm. Sr. inspector da Ihesourarla
da fazenda deata provincia, manda conside-
rar as peasoaa que se julgarom com direito
to sforamento dos terrenos de marinh.,qus
exlstem como devolutos no !lm da ra Im-
perial e prximos pontedos Afog.dos.para
que no praso de 60 das contados desta data
anretentem os seus documentos e ttulos
om virtud dos quaea se poasam julgar pos-
seiros dos mesmos terrenos, reconhecendo
na forma da lei a fazenda publica por se-
nhora directa delles; sob pena de seren a-
torailos s diversas pesso.s que os tem re-
querido.
Secretaria da tbesourarla da r.zemla do
pernambuen, II de norembro de 1851.O
omcial-malor,
Ignacio dos Santos da Fonseca.
AVISO
Do or.lem do lllm. Sr. directora geral da
InstrucSo publica faco saber a quem convler
havendo o mesmo lllm. Sr. representado
ao Exm. Sr. presidente da provincia a inexo-
quibilidade do art. l7combinado com o arl.
18 do regulamentode 12 de maio deste au-
no relativamente as ferias, e exames daian-
laa publicas le instrueco elementar, houve
S. Ex. por bem alterar somente nessa parte
o dito regulamento, mandando que as re-
feridas escolas sejSo dadas as ferias no dia 7
de dezembro p., as quaes terminarSo no
dia 8 do fevereiro. Directora geril 12 de
.Novembro del85l. O amanuense archi-
vista,Caudido Eustaquio Cesar de Mello
regamento, a linda e veleira gale-
ra portugueza Bracharense tem
aceiados commodos para passagei-
ros : quem namesma quizer car-
regar, ou ir de passagern, enten-
da-se com o capitao Rodrigo Joa-
quim Correia, na pra9a do Com-
mercio, ou com Novaes & Compa-
nbia na ra do Trapiche n. 34
Para a Babia, o hiato Ligeiro, porj
ter alguna carga: quem quizer carregar ,
ou ir de passagern, ditija-se a ra do Viga-
rio o. 5.
Leiles.
Ocorretor Miguel Carneiro, tara lolSo
no dia quinta-feira 13 do corrente as 10 ho-
ras da manhfia no scu armazem na ra do
Trapiche n. 40 de diversos adornos pira sala
e jardim sendo de pedras agatha.e alabastro,
por qualquer preco que ao oflereca, assim
como urna rica meza do Jacaranda com po-
dra sobre a qual esta desenliada a ceia lar-
ga com a maior perfeicSo possivel : e ao
muid dia em ponto, ir a leilSo urna porco
de caixasde 12 garrafas, com superiores vi-
udos, madeira secco e musciHel daSetubal.
Eugene G.llyot tendo em Pariz feito
avultado emprego em ricos objectos do
mais apurado gosto, e da moda para ador-
nos de salas de visitas, gabinetos e touca-
Roga-so ao Sr. Germano, luja de levar
a scena o drama Arthur, ou a Dezacois
annos desempenhando a parte do joven
marinhoiro Arthur, a encantadora D. Ma-
ooela Lucci.
-- Di-se dinheiro a juros om poquenas
quantias, sobre penhores do ouro, ou pra-
ta: quom precisar, dirija-se a ra da San-
ta Cruz n. (0, defroote da ribeira.
Joaquim Francisco da Cruz, relira-se
para a cidade do Par, quem so julgar aeu
credor annuncie.
No dia U do corrente, depois da au-
diencia do Sr. r. juix de direito do civel da
primeira vara, tem de ser arrematada, por
ser a ultima praca, urna caaa terrea n.86,
aa ra Imperial, por oxecuc.Ho do padre Al-
bino de Car va I lio Leca, contra Francisco II i-
beiro Pavo e sua mulher.
Casa de commissao de escravos.
Na ra Ilireita, sobrado de 3 andares, de-
fronte do beejo de 8. Pedro n. 3, recebem-
se escravos de ambos os sexos, para se ven-
3
JoRo Raptisia Cardoso, subdito bra-| -- Aluga-seuma casa terrea com slito,
sileiro, deidade 17 annos, relira-se para a no sitio do Cordeiro, a margem do rio Caei-
Bahia. Ibiribe, com commodos para grande fami-
Pede-seao lllm. Sr.Germano Francis- lia, cozinba fura, cocheira, estribara para
co deOlivelra, emprezariodo thcatro deS.6 ou Scavallos e quarto para criado; urna
Izabel, que se digne unir i sos sublime j dita mais pequea no mesmo sitio, tambem
companhia, a sonhora D. Emilia Malhilde com commodos para familia, cozinba tora'
Vllenos, pois rr.uitodezej.mos ver om sce- estribara para 4 cavallos: para ver no mes-
na esta actriz que tantos applausos recebeu
do publico desta cidade, sempre prompto a
apreciar o mrito.
Os Germanistas.
Precisa-so de um rapaz de 12*14 an-
nos, que seja es.r .ngeiro, para caixeiro de
venda : na travessa do Dique, deposito de
espirltos.
OSr. Manoel Joaquim Das de Castro,
tenha a bondade de se dirigir ao escriptorio
de Novaes & Companhia : na ra do trapi-
che n. 34, a negocio que Ihe diz respeito.
O Sr. F. A. C. hojo devo ir pagar na ra
da Praia n. 24 a quantia do 142,500 rs. pro-
veniente de cincoenta arrobas de carne que
dores.epara uso particular de sonhoras e|r,l> no_di l8 do corrente, pelas 10 horas da
liomens, os quaes ol
que urna linda, quand. -
cSoem ponto pequeo, que continua a fran- director, Jo0o Pinto di Lomos.
se levar cous. ..gomado comedor!... .; Z'SSTu. i c2o correle mez
tffttEg&mmmm pre'' **" -udiooc"doSr- "-d* *
-- JoSo Pereira
Luiz Gonzaga dos o amartela n
Rio de Janeiro, o seu escr.vo Filippe, cri- dT.orio JoVo'LuTr Sera Grnde, peono-
oulo de menor idaoe. r.dos a Elias Coolho Cintra, porexecucHo
Lompanhta do IJebiriDC. da Viuva e Filhos do Agostinho llenriques
SJo couvidados ossenhores accionistas,'da Silva,
para a reun5o semestral, em assembla ge- i __ l'iccis J-se alugar uma escra-
J. Tili. .,. *U .i. "" do civel, ten: de ser arrematado em praca
Mul "ho, ror ordom de porwodt,fbnIHOWlie simoventes.cons-
M Santos, expo t, paro e) doe5cri l0 em m,0 do porteiro do au-
part.cular de sonhoras e "i, no oa i uo crreme, peas io ..oras u. _. :~ i .:_a c cotn.
i objectos formam como'manhSa, no escriptorio da mesma compa- va, que seja Doacosinlieira C com
jando admiravel exposi-nhi- Recife, 15 de novembro de 1831.- O pradeira, : quem a Uver Uinja-se
quear diariamente ao pubilco entendedor e
apreciador de taes galantinas em sua casa,
Companhia do Bebiribe.
Ossenhores accionistas dacompanhii
a ra da Assumpc,ao ou muro da
Je Penha o. iG.
n.
-- Aluga-se um hom silio no lugar do
Cordeiro a margem do Capibaribo com
boa casa, estribara para 3 cavallos, casas
para prutos c feilor, pomare jardim assim
como baixas, com cipim e muita ortali(a :
trata-se ua ra do Queirnado n. 30 segundo
andar.
Precisa-sede um pequeo de 12 a 16
TIIEATKOI1E S- IZABEL.
20.' RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabhado 15 (fe nouimbro dt 1851.
Depois que a orchestra tiver executado
umadaa melboresouverturas, subir* a sce-
na o Inleressanle drama em 3 actos, inti-
tulado
O PEREGRINO BRANCO
OU
Os Meninos da Aldeia.
I'ersanagens.
0 conde de Caitelll Reis.
Aberoneza deCastelli, sobrinha do conde,
esenborade baracoaculello oas terrass:-
nhoriaes de Olival D. Julia.
Paulo e Justino, mancebos abandonados
O Amelia Monteiro el). Manoella Lucci.
Holand, mordomo da baroneza Bizerra.
Gervazlo, umdos priocipaes habitantes de
Olival Coimbra.
Marcellina, rendeira de Olival D. Rita.
Jacquinet, sobrinho de Gervazio -Monteiro.
Luiza, fllha de Marcellina e promeltida es-
posa de Jacquinet D. Izabel.
Um soldado Cabral.
.soldados da baroneza e habitantes de am-
bos os sexos.
A scena passa-se ns Aldeia de Olival na
l'rovenca, no anoode 1845.
No flm do drama as senhoras Lsnda o Car-
mella, cantaram odueto da opera
Anna Holcna.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em 1 acto,
O DILETANTE.
Na qual o Sr. Germano deaempenha a par
tedePaulista.
Coraecar as 8 horas.
Os billietes acho-se a venda no lugar do
roslume.
na ra da Cruz n. I, segundo andar, des- Bebiiibe, picm mandar receber o ~." di-
lle as ll horas da manhSa al as 3 da tarde; videndo, na razSo de 2,500 ra. por apolice.
e tencionando fazer uma vlagem, convem-( .. Na ruaestroita do Rozario, n. 18, se-
llie fazer um leiUo do restanto da dita col- gundo andar, cozinlia-aepara fra, todas as
locco, 0 qual ter* lugar, por intervencSo qualidades de comeres, por prec,o mais com-
docorretorOliveira, sexta-feira, 14 do cor- modo do que em outra qualquer parto:
reme, das 10 horas da manhSa em diante na quom quizer, dirija-se ao dito sobrado,
mencionada casa. I -- mesa regadora da irmandade do Glo-
Georgo Kenworthy& Companhia, U- riosoS. Jos de Agonia, erecta nocinvonto annos e que tenha pralica do venda : no pa-
ri lolSo, por intervencSodo corretor Oli- doN. Senhora do Carmo desta cidade, ten io leo do Carmo venda nova n. 2.
veira, de um aortimento de fazendas ingle- tomado a seu cargo o culto da veneranda -- Precisa-se alugar urna ama para servico
zas, as mais propiias deslo mercado : hoje, jmagem do Senhor Bom Jess dos Pasaos, de uma cusa do muilo pouca familia : oa ra
quinta-feira, 13 do corrente, as 10 horas da pertencen'.e ao dito convento, onie a fez dos Quarteis loja n. 24.
mantiSa, no seu armazem, na ra da Cruz, recolher em solemno procisso, na tarde do a-se dinheiro;a juros : na ruado Ran-
-"!"-. Jil&mm domingo, 9 do corrente, e annuindo aos gol n. 30 primeiro andar
A VISOS liiverSOS* P'* desejos dos devotos da mesma Santa I- l>-se de 100,000 rs. ato um cont sobre
J raagem, resolveu expo-Ia a adoracSo dos pi'hores do ouro ou prata premio do dous
... r! ... ,.,.,. ,,m aMB ncs a sexta feira seguinte, que se h3o Por cento ao mez quem pretender dirija-
.!<> 2;r.?r0Tdo*s nobre. erecl. nT i.U acontar 14, di. om qu! ha de ser colloca- se ama larg, do Hozarlo tola do miuJez.s
, "S'2SEL ln uP ,?' 1 ,i?' f i da no respectivo altar; sendo a.nda osle ac- o. 26 que la se dir quem da, e quom tem
deN.henhorado, Boi rio, do' ^ de b. l0 co|ebrap(lo com i.d'.inha solemne o ser- um negro mestre reRn.dor de assucar, e co-
v.7. ,r, ..Ti,,,.,,,,,!. Convida, nnrtan. zinheiro para alugar ou vende-lo.
-- Precisa-so alugar uma casa com sitio,
n nestas ultimas noites ou sem elle, na cipunga, ou anda mais
miron8 naoVSE&EEEIKu mSV, s 7 horas i. noUo. Convida, portan- inbe^ro par. .lugar ou vende-lo.
docoVKp^ru^se^
mollas, e por' isse transferem para o dia 23 PJ r^j,,"^^; ^" d.rigirem a- P"to. com tanto que tenha binho no rio
UroXB a administrar nualouer en- 1u6"e Divjn0 s nllor suas fervorosas ora- Capibar.be, e seja perto delle : nosl. typo-
. l'J 0U A,? i!m ?tLqS28Sa 1 oes, e participarem dos dons o gr.cas, com BPhil so dir quem prccisi.
tiSS&JBTJSfflSJSESlMZ que'elle costn,, gala, doar HSMMWda- --l'recisa-sede uo. caixeiro para vender
braiileirosolloiro, o qual emende perieua j daotii po na ra com um preto em uma Iregue-
menledomett.ododef.zer assuc.r, e sabo ue^c,Si uo mod.s francozas do mada- zia pequeo : na p.d.ria do paleo da Santa
ungir qualquer obra necossar.a ao mesmo
j S"
quizer utilizar dirija-so a ra Nova loj
estabelecimon
cr onra i ecussana n ui'-amu -.. ------, ------r---- r r*-,
to: quem do seu prest, i o se me Millochau Buessrad.as senhoras .charHo Cruz";6:
r airia n -i m* Nova loia P"* passar as fastas, sorl.meiilo de ludo o oun
quocomponhaalo.lolledebomgoslo.lanto .....
a 15 do corrento mez, se ha de ar-
rematar (inda a audiencia do Sr. Dr. juiz
Avisos martimos.
Para o Rio do Janeira,segu com bre-
vldado por ter parte da carga onganjada, o
veleiro patacho Clementina, para o reato da
carga ou escravos a frete : dirija-se a JoSo
11 aneisco da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
Para o Para em direitura.
A escuna nacional Emilia, da qual he
c.pito e prallco AntonioSilveira Maciel J-
nior, aeguc para o Para em direitura, com a
possivel e eos tu mada brevidade : quem na
mesma quizor carregar, ou tomar passagern,
onteuda-se com o capitao, ou com Jo.1o
Garlos Augusto da Silva, na ra da Cruz do
Recife, armazom n. 13,
Para a Babia sane com muita brevida-
de por ter parte da carga prompta, a Suma-
ca nacional Carlota mestre Jos Concalves
Nim.as para restante da carga,c passageros
a tratar com o mesmo mestre ou com Luiz
Jos de S* Araujo na ra da Cruz n. 33.
Para o Rio de Janeiro.
Vai sahircora a maior brevida-
de possivel, o veleiro patacho bra-
silciri) Valenle : quem m mesmo
quizer carregar, embarcar escravos
a frete, ou ir de passagern diri-
ja-se ao capitao do mesmo Fran-
cisco Nicolao de Araujo, na praca
do Comtnercio, ou a Novaes &
Companhia na ra do Trapiche
n. 34.
Para o Rio de Janeiro, sa-
lar com a maior brevidade pos-
sivel, por ter parle da carga en-
gajada, a bem conhecida escuna
nacional Mara Firmina capitao
JoSo Bernardo da Roza : quem
pretender embarcar carga na mes-
mi, ir de passagern, ou embarcar
escravos, pode entender-se com o
mesmo capitao, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Arrujo ,
na ra da Cruz n. 33.
Cear, Maranhao e Para.
Segu com brevidade, o brigue
escuna brasileiro Arcelina : quem
no mesmo quizer carregar, dirija-
te a Jos ltupti.il 1 da Fonseca Ju-
"or, na ra do Vigrio n. a3, se-
cundo andar, ou com o capillo na
frac*.
Para o Cear o hiate N. Ollnda : a tra-
'r com Manoel Das, na Senzalla Velha n.
'34.
Para o Porto.
Sabe com a maior brevidade
possivel, por ter parte de un car-
no mesmo sobrado, que se pagar bem. ;- --- -- -t-jh. : -., 1 orar
No cartorio da provedoria di c.dado do Re- sorlimento de cl.apeus de todas as cores o praca.
nrQ .,i,n ., i...., .i., anirn* liinln* n< qual.dades,u maulelutos o capolinl.os ue se- .
seguiulesT 0S.de de cores, e preta.juntamenle com alguns 'Acl?_sJU_?t,?_' la!I?a.r.i?_0_i!?:,_e. ^i^^?-^0..!':
Aluga-se um silio na estrada dos Al-
Escriptur.dedoacaodo uma morada de'*> cambria bordada que lodos se venderoo ^jM^JUMI^tm MMM
casa a Santo Amaro das Salinas.
Titulo de um sitio da igreja do Pilar om
Itamarac*.
Escriplura de venda de uma sorte de tur-
ras, chamadas Mosteirinho em S. Lourenc.o
da Malla.
Dita, o acto de posse de uma sorte de tr-
ras as cabeceiras do riacho Camaragibe. .
Uemarcacao do engenho Bom Jess, do
ongenho Curado do sitio das Candoias.
Escriplura de venda de dous sitios, e m.is
Ierras uo engenho Gamele.ra em Ipojuca,
do engenho Cabeca de Nogro, do eogonho
Santo Antonio, na froguesia de U'na.
I .nac.io de uma l?gua de Ierras no Rio for-
rauso, feila por JoSo Paes. Doac3o do pa-
trimonio da igreja do Razario da Luz.
Sumario, posse e dem.rcacSo das trras
doCumbeemS. Lourenco da Malta.
Na ra Direita n. 112.
Segunda-feira 10 do corrente, hindo
vender tapiocas, como costuma o affricano
de nome Antonio, desapareceu levando ca-
misa do algoJSos.nho, calca azul j* con. um
remend no lugar do joelho, e jaqueti bran-
ca : quom o pegar leve-o a ra Augusta casa
o. 17.
Pede-se a muilo digno omprezario do
Theatro de Sania Izabel, do levar em scjna,
o aparatoso drama, a Krcira Sanguinaria,
pedido este que espera ser attendidode
Um Germanista.
-- Quem quizer comprar boas vaccas de
leite paridas de novo : d.rij.-se a campia
de Santo Amaro viudo do cemiterio para o
mesmo lugar seguuda casa achara com
quem tratar.
Fernando Jos da Rocha Pinto, remel-
le para o Rio de Janeiro as suas oscravas de
nonio luliHi.ua, e Aneclela, crioulos, de me-
nor idade.
e AVISO. G
Adverte-se ao publico 9
q que no dia a5 do presente, q
q he o encerramento dos tra- q
O balhos do cstabclecimcnto 0
O Electrotypo. No aterro da O
Boa Vista n. 4.--Garlos D. g
0 Fredricks Se Companhu. 0
Hotel no Monteiro.
Domingo, 16 do corrente, abre-se este
estabeleoimenlo com as seguinles pro-
porches '
Sala mobiiiada e indepenente, para as
familias, que indo a passeio quizerem des-
cantar.
Quartos proparados para dormida.
Espacosa e bem arejada sala dejantar,
com cap.cidade de servir 40 pessoas.
Sitio para recreio e passeio.
Estribara o arr.njos para cavallo.
Comida mensal e avulso, prepara.n-se jan-
taros e prezuntos, aluga-se louca, vidros ,
bandejas, etc. te.
Tudo por prego muilo rasoavel, e acon-
tento dos prctcn.lei.tcs.
- Da-se sociodada em uma (averna, bem
sortida e afreguezaila, a quem entrar com
maisou menos fundos, com tanto quo saiba
bem dirigir o negocio de btlcSo : no aterro
da Boa Vala n. 72.
Precisa-se alugar ama escrava, que sai-
ba fazer todo o servico de uma cas., paga-se
10,000 rs. niensaes : na praca da Indepen-
dencia n. 38
Perdeu-se uma corrente de ouro, com
chave 01 ponte, para relogio, quem a aehar
e quizer restituir, receber* pelo achado o
seu valor : na ra do Queimado n. 37, se-
gundo andar.
Na Bda-Visla boceo dos Ferreiros n. 5,
vende-se um crioulo bolieiro, vindo do Rio
de Janeiro.
muilo barato.
A viuva 00 IrmSo do una lo Manoel
Luiz Veira, vem por meio do presen-
to, agradecer toaos os sonhores quo
sedignaram acompai.har o enterro, e
assislir ao ofllcio no stimo dia que
so celobrou pela alma do mesmo fi-
nado.
Na ra da Alegra 11. 42, precisa so a-
lugar um moleque para tratar de nm ca-
vallo.
OSr. Jos Eclisborto 1, mu da Cosa
tem uma carta na ra do Queimado n. 14,
primoro andar.
Na taberna da rua do Collegio n. 25,
aluga-se um hom oscravo para urna padaria,
ou outro qualquer servico.
Precisa-se deum caixeiro para enge-
nho, distantu desta praca novo legnas, pro-
ferindo se de It a 20 annos na rua da Cruz
do Recife n. 31.
Deseja-se fallar com oSr. Ilenrique Ju
casa com commodos para familia, cocheira,
estribara e quartos para prclos ; tem 1.1..1-
mo sitio, e para tratar com Gabriel Anto-
nio, no pateo do Carmo n. 17.
Perclza-se deuma ama branca do mei
idade, que siiba cozer,engommar, cozinba
com toda a perfei(4o e aceio sendo Re e de
boa conducta, e desmpedidi de familia, pi-
ra tomar conla da dlrecHo do uma caza de
homem solloiro na pra;a da independencia
loja n. 3.
Na rua do Aurora n. 52, precisa-se
com urgencia lall.r ao Rvm. padre JoSo
Rento Alves Ferreira capellSo do engenho
Arariba de baixo, na fregnezia do Cabo.
Manoel de Almeida Lopes, com cisa
de consignado para comprar e veodor es-
cravos, tanto para esta provincia, como pa
ra fura della, mudou a sua residencia da
rua da Cadeia do Recife, n. 51, para a rua
da Cacimba, n. 11, aonde morou o finado
Exm.vg.rio, Brrelo, onde continua, offe-
recendo-se toda a segurai.ca precisa para os
mesmos e bom tratamento.
-> Aluga-se para se pass.r a festa uma
elegante casa terrea, com bons commodos
para familia, com dous sotSos, um dellos
com bonita vista para o mar, o para o Reci-
fo, e muilo fresco, a qual nSo desagradar* a
quema pretender,em 0 inda na ladeira da
Hi-l 11 mliii, e perto dos banhos doces e salga-
dos : a tratar no niosnn; lugar, no varaduu-
ro, rua do Balde, n. 24.
Madama Rosa llardy modista bra-
sileira rua Nova n. 34.
Tem a salisfaccSo de scient.ficar ao mui-
lo respeilavel publico, odeslincl.menteaos
seus freguezes, quo seu eslabelecimento de
novo se acha prvido do um esplendido e
variavel sortimento do ricas fazendas fran-
cezas, as quaes se vendem por 1 re(o mdi-
co, oitiM-11 n.id com ricos chapos de seda e
groz do naples franzidos e lisos, de llores|e
pcnachos.brancos e de cores,para snhora e
menina, ditas de seda o pallinl.a lina, com
abas largas do lindos enfeitcs para menina
ecrianca ;cl.apus de palha lina, redondos
para meninos de um a seis annos ctiapeli-
nhas de pall.a lina enfeilados om Paria, com
lita escessesa, brilhantes capolinhos, preto
de seda e do groz de naples, furia-cores,
para senhora e momas, ditos chamalote
preto para senhora, ricos cabecees de blco
de linho lino ; de seda a imita(o de Mon-
de, e bordado de prata para bailes ou thea-
tro, guarnecidas com delicados enfeitoso
do gosto o mais moderno, ricas romoir.s
guarnecidas de bieo de linho o lindissimas
litas, bonitas camisinhas de cambraia e
fil do linho bordado para senhora, man-
guitas o peitilhos do lil linha o cam-
Braia bordada do ultimo gosto para scuho-
ra, ricas tocas de senhora de fil linho,
ricas capcllas do ores para no.vas e madri-
nhas de casamento, ricas guarn.(es de llo-
res hr ni- is para vestidos de casamento, h-
casluvas do pelica enfeiladas de branco po-
los mesmos, ricos corles de se la o groz de
naples lavrado branco para vestido de noi-
v.is.iiin grande sortimento de bicode blonde
da largura de um dedo ate um palmo, ditos
deseda largo* e cslroitos, ditos de Moho de
largura do 2a i dedos.osiiartilhosde primeira
qualidado para senhora e mollinas do idade
de 7 a 12 aunos, ricos lequcs do papel, pen-
tes tartaruga, litas largas de tolas as cores,
crep de todas as cores, luvas prcla para se-
nhora c meninas,ditas de pelica para homem
e senhora,lin :os reos para noivas.ricos cha-
peos do montara do palha enfeiladas om Pu-
tos arvoredos de excellontes fructas, uma!ris para senhora, veos de cores de gaze pe-
boa cacimba, de boa agua de beber, e uma jlos mesmos, rico assorl.ment do gros de
oulra que sorva para regar e lavar, com sua j naples fuita-curcs para vestido que se von-
compelente bomba : quem o pretender di-
rija-so a rua do Rozario da Boa-Vista, n. 20,
quo la achara com quom tratar.
P. ocisa-so de uma ama de loito: na
rua do Queimado n. 9 ; paga-sc, bem ser-
vindo.
Precisa-se alugar um preto para fazer'
alguna servicos do padaria : na rua laga do
ltn/ai io n. 48.
- Precisa-se alugar uma nogra para todo
o aervi(o do uma casa de pouca familia : na
rua larga do Rozario n. 32.
Perdeu-se 110 dia 9 do corrente, uns
corales de braco, cncastoidos cm ouro,
contendoenlre um o outro coral, nma cha-
pinha do mesmo metal, c presumo-so lia ver
sido perdido da rua da Conceico da Boa-
V1-1.1, ao atoro casa n. 33, primeiro aBdar,
ilc a volitado do comprador gros do uoples
cor de losa,franjas o tranca do seda prolas e
de corcs,tr.nsa do seda branca,bom chama-
lolc 1 roto para vestido ou capotinho : na
mesma loja fazem-sc vestido de osamento,
de baptizado, tocas de menino e de senhora
capolinhos de todas as qualidades,com per
fcicSo o proco commudo receben-se lodos
os mozes figurinos moJernos,quo impresla a
sjus frogueses.
WVVVVVVf^vv v y
*> U medico e cirurgio Al-
> meidi, fjrmado e piemiado
^| pela academia do Porto em
todos os annos da sua Ire-
. rua do los- IJJJ* a Pessoa 1 inlr08"r' ser* rilin-
picio n. 44.
Retratos.
O propietario da ollc na, eslabelecida na
rua Nova n. 61, tendo de retirar-se para os
(Mirlos do Sul, provine a quem se quizer
utilisar de sua art, quelra dignar-se pro-
cura-lo at ao fim do corrate mez
Precisa-so de 600,000 rs. a juros, d*-se
para garanta a firma de urna pessoa desta
prara bem conhecida e acreditada : a quem
convier, annuncie por esta foll.a.
Offerece-so um rapaz brasileiro, casa-
do, que s.be lOr, escrever e contar, com
exame de lingua nacional e principio de lin-
gua latina, habilitado para ensinar primei-
ras letras, fra desla cidado, ou mosmo
qualquer engenho : quom se quizer utilfsar
de sou preslimo, dirija-se a rua do Rangel
... 46, p.iujeiroandar.
Na rua da Cruz n. 38, pre-
cisa-se de um bom cozinheiro.
Precisa-so do um caixeiro para venda,
da qual tenha pr.tioi: na rua de llortas
n. 52.
Precisa-so de um preto captivo para
padaria, ainda mesmo sem pralica ; sepre-
fere dar o mesmo ou mais que sedaaum
homem forro : a tratar na rua do Cotuvello
n. 29.
Precisa-se alugar um pequeo sitio que
tenha uma casa decente para pouca familia,
alguns alvorodos de fructo e estriluria, e
que seja om algum dos lugares seguinles :
Soledade, Manguinbo, Capunga ou passa-
gern da Magdalona 1 quem o tiver annuncie
ou dirija-se a rua da Cruz n. 55.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado
da rua das Agoas-Verdes n. 48, bastante
fresco, e commodos para qutlqqer familia :
no armazem da rua Nova n. 67.
Jos Mondes da Silva CuimarSes, cida-
dSo portuguez, retira-ss para fra da pro-
vincia.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 an-
nos de iodade, destes chegalos ltimamen-
te do Porto, para caixeiro de loja de miude-
zas : na rua larga do Rozario, loja de miu-
dezas.
Precisa-se embarcar para o Rio de Ja-
neiro, em algum navio a sabir com brevida-
de, 300 siceas com algodio : a tratar na
rua da Cruz n. 2.
AttoncSo.
O abaixo assignado, faz scicnle que
deixou de ser caixeiro da casa de Francisco
Xavier de Olivera it Companhia desde o da
10 do crrante, o agradeco aos mesmos so-
nhores o bom lralaine.no e delicadeza, com
que o trataram.
Benigno Zeferino da Silva Pegado.
Aluga-sauma mulbertorra, para ser-
vir uma caaa de pouca familia, e tratar de
meninos pepenos etc.: na rua do Brom,
I casa de 4 andares 00 segundo.
Para se passar a Cesta.
Aluga-se uma casa com bstanlas com-
modos para grande familia, cocheira e estri-
bara, no delicioso Caxang : quem preten-
der dirija-so a rua Nova n. 63
O Sr. A. Lacaze tom a honra do levar
ao conhecimento do respeilavel publico, que
acaba de abrir um novo estabelecimenlo de
relojoeiro, no aterro davIioa-Vista n. 11, a-
ondn se acha prompto pafa fazer quaesquer
concertos, mosmo os mais dilliceis quo se
i'd 1 1 .i 11 apresentar, tanto cm rclogios de
algibeira, como de mesa e p.redc.
-- Precisa sede uma criad, somante pa-
ra o semen do cozinha e compras, paral
uma casa de muilo pouca familia : na ru.
do Rozario da Boa-Vista, sobrado n. 32,
Nova tinturara franceza na rua
Velha n. 74.
Ah tingem-se obras de qualquer panno,
e limpSo-secazacas quelicam como novas.
tudo por proco commodo
Aluga-se uma preta, boa cozinheira,
compradeira e mais arranjos de casa : no
aterro da Boa Vista, casa ... 33 ; na mesma
casa precisa-so de um negro para o servico
de padaria.
-<
->
>
->
>
gf Santo n. i3 primeiro an-
incltiindo os de
c partos: pode
quencia ,
operacoeo
ser procurado a toda a hora
do dia, no largo do Corpo
dar, da casa em que mora o
Sr. coronel Maincde. Pres-
ta-se a operar e receitar
gratis pira os pobres, assim
como ir visita-Ios
domicilios.
cm seus
'.'YS-'fcAAAAAAiMAAl! *
Compras.
I margem do Capibaribe, tenha
No paleo do Terco n. 22 caza de Fran- capim, eoutrasvantagens: na 1
cisco Pinto Ozorio, allugo-sco veudem-so
bixas de Hamburgo, prximamente desem-
barcadas.
f I l
f
Bons (jarros para passeio
0 Na rua das Flores, defronte da co-
cheira do Sr. Jos Mari., abriu-so uma
(X) outra com esle letroiro na frente do
edifiicio carros de aluguel ah
4 acl.arSo os bons freguezes, ricos cir-
* ros,cabriolis &. .por accommoda-
9 ^ cro.ar nos bellos passeios de nossos
9 arrebaldes, om a fosta que a porta
4 nos bate. ?
IlhadeS. Miguel.
Na freguezia dos Fennaes do N. Senho-
ra da Luz, no lugar do Senhor dos Afilelos,
na ilha deS. Miguel; existo tres alqueire,
de moito boa vinha, ede muilo rendimens
to livro, e desenbaracada de qualquer llovi-
da', como tudo se poda aqu provar, os quaes
tres alqueires de vinha, so vende muito em
conla, e por baratissimo pre(o, smente at
o di. 20 do corrento, visto que a 3o se ven-
der aqui, at este dia, se mandar* ordem
para aquella ilha, pelo vaponnglez Teviot,
que tem daqui p.ssas no dia 20 para ali,
para I* sorom vendidas : tratar na rua do
AJecrim, pordetraz da rua Augusta, casa n.
8, as 6 horas da manhSa, e das 3, as 8 da
arde.
-- Compra-so 13a de frexa barreguda, ou
de carneiro: quem tiver e quizer vender,
dirija-se a rua Nova n. 28, loja do selim.que
p.ga-so bem.
Gompram-so escravos o vendem-sode
coramissSo, para dentro o fra da provin-
cia : na rua da Cacimba, sobrado n. II, on-
de morou oSr. vig.rio do Recife.
Compra-se um silio feito ou Ierras pro-
prias p.ra levanta-lo, o qual porm seja a
'i baixa para
rua do Ara-
glo n. 12, segundo andar.
Compra si3 sileiras do pedra : na rua
do Passeio,loja n. 13.
-- Compra-se uma escrava moca, qno sai-
ba engomm.r e coz.nh.r, o fazer todo o
mais servico de uma casa a qual seja de boa
conducta : na rua do Apollo n. 19 primeiro
andar,
Gomprom-sc escravos de
ambos os sexos, pata fra di pro-
vincia, mocos c sadios ; na rua do
Vigario n. a3, segundo andar, da.i
as 12 horas da manbaa.
--Na Praia de Santa RiU, armazem n-
43, de Manoel Joso Dant.s, hipara vender
Jacaranda em cossoeiras e toros: a tratar
com Joffo Francisca da Cruz, na rua da Cruz
numero 7.
-- Vende-so cal prela e branca, de Jagua-
ribe, muito alva e por pre(0 commodo; as-
sim como vendein-se e corlam-se vidros
para caninos de todas as dimeocOes, at 5
palmos ; na rua do Arago n. 8.
Lotera do Rio de Janeiro.
A0110:000,000 de rs.
Na loja de mtudezas da praca da
Independencia n. 4, vendem-se bi-
Ihetes inteiros meios quartos ,
oitavos e vigsimos da >8. lotera
a beneficio do Monte Po, que se
espera a lista no primeiro vapor.
Vende-so a loja de calcado da rua Di-
reila n. 33 : a tratar na mesma, e di.-so-ha
o motivo porque se vende.
Vende-se milho a 2,000 rs a sacca, pa-
ra acabar : na roa da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 15.
--Vendo-so uma tavernt,com]poucos fun-
dos: a tratar na rua do Motocolomb o.J2l.
S. Flix.
Vendem-so os melhoros charutos de S.
Flix : oa rua do Queimado n. 9.
BOM NEGOCIO.
Vende-se a dinheiro, ou a praso, uma das
melhores tavernas da rua do Rangel : a tra-
tar na rua da Praia, armazem n 10.
Chcguem ao barato, chitas linas
a 6,00(1 rs. a peca, ea tors. o
covado.
Vendem-se chitas finas, do cores fizase
le bonitos p.drOes, a meia pataea o cova-
do, o a 6,000 a peca : na rua do Queimado
n. 8, loja defroote da botica.
A 2,000 rs., cortes de vestido de
cissa.
Vendem-se corles de cassas pintadas, de
lindos padros, a 2.000 rs.: na rua do Quei-
mado, Inja 11. s, drfronte da botica.
Vende-se uma preta perfeita engom-
made.ra, e cozinheira, com uma cria de um
auno, uma dita sem habilidades porm de
boa conducta, oque se afianca,3 prelos bons
trab.lhadores deoiichada, 2 moloques criou-
los de 16 actos, 1 molecolo bom cosinhei-
10,1 pardo bom tr.b.lhador de ench.da :
..a rua do Rozario n. 22 segundo andar.
Vende-seo sitio de Santa Anna, que
lica del'ronte d. taberna de Niculo Rodri-
gues da Cunha, o qual tom esa com bs-
tanlos commodos o cupir fora, e diversos
ps de alvorcdos com Inicios : quem o pro-
tn Icr comprar dirija-se a rua do J.ivrameu-
to, taberna n. 5, que adiar* com quem tra-
tar.
Vende-se.
Sal do Maranhao, em paneiros a commodo
preco, no armazem do Sr. Antonio Anuos:
no Caos da Alfandega, ou tratar com J. R. da
Fonseca jnior, na rua do Vigario u. 23, se-
gundo andar.
Farcllos de arroz.
Recentomcnto chegado em saccas, a preco
commodo, no armazem do Sr. Antonio Au-
nes, no Caes da Alfandega, ou a tratar com
J. B.da Fonseca Jnior: na ruado Vigario
n. 23, segundo andar.
Superior rap a 5oo rs. a libra.
Vende-so muito superior rapo em botes e
meios boles, a imila(3o do de meuron, om
caixasdu 50 libras, l'azendo-so alguma def-
ferenca a quem comprar de 100 libras para
cima : na rua dos Quarteis loja n. 24.
Mobilias de ferro.
Vendem-se ricas mobilias de ferro, como
seja.,. : sophas, mesas, cadeiras do braco o
sem ellcs,muito propri.s para casa do cam-
po, o bancas para corredores; a muitoti
oulros objectos, 0111 casa de Kallkmann o
in3os, na rua da Cruz n. 10.
Vende-se um silio a beira do rio com ex-
celente casa, tendo de frenle 70 palmos e 90
de fundo, com grande sala adiaute, 2 gabi-
netes, e 2 ale ivas, sala igual atraz, mais 3
Juaitos, o cosinha; com mais do mil palmos
e con. pr. ni enl.i e 800 de lente, com grande
baixa do capim, terrouo de boa producto,
~4g cxcellento banho ao pe de caa, o porto da
< pracj por ser antes da Casa-Forte; a fallar
com Nicolao Gadaull u. rua do Apollo n. 20,
segundo andar, ou na praca da Boa-Vista na
MZ< que o mesmo ahi esta edificando.
Chegaram do Rio de Janeiro oacham-
soa venda as tojas de livro>doSrs. Iloura-
do no palco do Collegio, e Antonio Oomin-
gucs na rua do Crespo, uns importantos fo-
Ihctos intitulados Vordades Elhicas Pol-
ticase Eccououiicas, pelo diminuto preco de
500 rs.
Aos amantes dos lindos passar.nhos.
>a rua da Aurora n. 32 v ndeui-.-o cana-
rios viudos do Lisboa pela barca Ligeira, o
vende-so por pre?o commodo uma armacSo
de venda sundo composta de balcSo feixado,
I c.ix3o iuvidracido, e oito parteleiras
guarnecidas, e vende-se um. caza terrea
com cmodos para familia, bom quinlal e
< 48 querenio 10,000 rs. niensaes.
J'J. Keller Gutileiro& Ar-
meiro.
previne ao respoitavel publico desta cidado
que abri o seu eslabelecimento na loja o.
II no atierro da Roa-Yila{ que ui .UoSr.
I. cumple J onde olio se acha prompto para
concertar ou fazer de novo qualquer artigo
concernaiilc a sua priifissSo, como lambem
se oceupur* cm amolar nav.lhas, thesouras
etc., c espera quo gosar* das inleiras con-
lunca do seus freguezes pela baratoza, a
presteza com que lenciona sorvi-los, lam-
bem recomend o sou a/audo sorl.inento do
trramelas para marcineiros, torneiros,
esculpiles, ferreiros, c canoeros, martelos
para ourives, ferros para funileiros, ditoa
para capim, muinhos para caf, buril, the-
souras para corlar 13a de c irneiros, corren-
tos para amarrar cachorros, tarros, limas,
etc. um gramlo sortimento de chicotes, a
bengalas, chicotes o bengalas do guta, par-
cha, do nova invoii(ii), espingardas, polva-
riniios ll.esouj.s para uuhas, cusiur.s, a
jardn, caivetes, esloios de 1 e 2 n.valnas
garaniidas, c.becadas e redeas para carros
de seda vegetal, bridas, esporas tudo pelos
precos mais baratos pussiveiaa
Vendas.
FOLINHAS PARA i85a
Sahiram a luz as bem conheci-
das folhinhas de porta, impressas
nesta typographia, as quaes se fi-
zeram muitos acressimos, sem com
tudo augmentar de preco : ven-
de-se a iGo rs. cada uma, epor
m Cortes de vestidos de casia a 2.000.
d Na loja do sobrado ama.ello, na rua
a> do Queimado n. 29, veudem-se cortes
f) de vestidos do cassa de cores lizas a
* 2,000 rs.
!
Sobrado em Goianua.
Vende-se, muito em conta,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58, avahado em
2:000/000, emo qual tem parte
rsula Mara das Virgens e sua
irma Joaquina Alves de Paiva na
aun uiuo, < i"" .....---------? j / o
menos sendo em por9ao, na livra- importancia de io7,47-i quem
ra da pra?a da independencia n. pretender dirija se a caza de h.al-
6e8. Breve scro publicadas as jkmann lrmos, ruada Lruz,;
de algibeira.
.11. 10.
A -.
i:\


--_
A ella riles que se acabem 1 Deposito (le cal e potassa.
Na rui rtoQtii'imiiiin, luja de ferrsgem de
4
Antonio Jos. Rmlripues de Souza Jnior n
87. vendem-se nilhelesda lotera do Rio de
Janeiro, do theatio de S. Pedro de Alcnta-
ra, cuja lisia deve chegar pelo primeho va-
por no da 19 ou 20 do correle, e se veodrm
pelos precos mais baratos que ha no merca-
do, sendo bilhetea inteiros 29.000 rs mel-
05, 11,000 rs. ; quarlos, 6,500 rs. ; oilavos,
a,8O0 rs. j e vigsimos, 1,300 ra.; elles
que se esta m acabando.
Vende-se um moleque de 10 annos, |
um dito de 18, bom ofllcial de alfaialo eco-'
zinheiro, 4 prclos limis' ganha tures e parii
todo o servido, um dito de meia Idade, han I
pan sitio; um dito bom meste de assucar'
ecarreiro ; um pardo de 20 aunos bom p.ri,- : .
pagem, ou qualquer scrvifo, oaiuilo hbil ;;#* iai- <
3 prelas com algumaa habilidades, urna diu VitlIlO de meia idade, que cozinha c engomla :! qu,|(u,de : vende-se no arma-
a ra da cacimba ni 1, aon Jo morou ol-!'" K,|km,u irmOos Rua da Cruz, n. 10
nadouigano do Recife. I*"" V, ~nn ,, p ,!.'
Simonte lino da Cucnoeira.
No arninzem da ra da Gadeia
do Kecile n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasnaveis.
VffffVfVV'ffV fVVIVfVVVf
it prafa da Independencia n. 17. f*
!* Vendo-so aillo de nuro e prata de (?
0) superior qualidade tanto para devizas $>
9 como para blleles e chapeos de pa- 9
j) ves. Na mrsmn loja s \onde toda a ~
? qualidade do uniformes militares lu-
V .I. por prefo maiscommodo do queem 0
nutra parto.
Para ts amantes da (esta.
O caf francez da ra Nova, receben um
variado sortimento de conserva, como se-
jam : chami iguom, artichanl, choux Heme,
siucisses irulf, carrot-ujis, leve- acomo-
de, perdn dont aux-cnaux, alluetes, becas-
se, becassinez, asperges, trufen purs, pal
Calilo Iruff ili'n i-m bierre, dito berro de
porc, dilo pluvier, dito de veau, dito de foi
dozestrabourg, saucisse doaubees em lili a,
mouslarda, ervilhas, pomtor d'asperges
oseilles, c,es, julianne, sardinhas, fructas
om conhsque, maoteiiia fresca, sem sal, vi-
litio de diversas qualidades, aze.U0 doce,
ve m mi I lie, Kieschet Irancez e suisso, ab-
ziolli em garrafas muito em conla, por ter
grande sortimento, vinagre o conhaque
muito bom em garrafas, e barris, concer-
vas inglezuv-ervej i fraocez, e cnarulos de
diversas qualidades, ludo vende-se o mais
em con ti possivel, o caf todos os dias, das
-' horas em diante.
3;-Al a miela da peitoral na ra es-
trella do hoza rio D. 43.
Adverte-se a rapaziada que este bello re-
galo do. peilo lorna-se recommendavel a
saude, muito principalmente aquellas pes-
soas, que padecem dos interleclivos; o pre-
eiiilin da lata he 1,000 rs.
Vei.de-.sc a taberna no becco do
Peixe Frito n. 5, bem afreguezada, com
poucos l'uudos,|iai a quem quizer principiar:
a tratar com o sangrador Jos Anetelo da
Silva, ou na mesma venda, cuj Anlouio do
Espirito Santo Lima.
Vende-se na ra do Hospicio n. 14 um
cavallo de estribara, um solun ainda novo,
urna pela voltaica de llamell, e vanos ob-
jeclos proprios'para a galvanoplastia, assim
como urna purcSo de reagenles puros para
auelyses chimicas.
<3T Arar na a l,Goo rs.
Vendem-se na confeilaria da ra estrella
do Rozario n. 41, bolachiuhas de araruta do
Rio de Janeiro, pelo diminuto proco de
1,600rs. a lata.
Vende-se o verdadeiro simonle da Ca-
choeira as libras, muito superior em quali-
dade, assim como os venia leiros charutos
deS, Flix; vindos por encommenda da C
chceira, lugar de S. Flix, vendo-se ludo o
pelo mas barato prego do que em outra qua-
quer parte : na ra do Collegio n. 25, la-
berno de Manoel Antonio dos Santos Fon tos.
Agencia de Edwin Maw .
Ka ra de Apollo u. 6, arinazein de 4c. Cal-
moiit& .mupanhl ., acha-se coniiantemeote
bona .i uni. um- de i... \. de ferro coado e
balido, linio rasa como fundas, inoendas in-
eiras rodas de ferro para aaiuiaes, agoa, ele,
dirs para armar em madeira de rodos os ra-
inanhos e modellos o mais moderno, machina
horisooral para vapor, com torca de 4 caval-
los. coucos, passadeiraa de ferro esranhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
Urnro em barras como em arcos folbas, e rudo
por barato preco.
farinha de mandioca.
A mais nova c mais barata familia de
mandioca que ha no mercado, veude-se na
ra da Cruz do Rocife, armazem n. 13, de
JoSo Carlos Augusto da Silva.
Bombas de Ierro.
Vende-se um cavallo multo bom
o muito gordo, leudo todos os an-
dares, proprio para menino, ou
__-enh .... montar, por ser peque-
o : quem pretender dirija-sea cocheira de
Jo3o da Cunlia Res, junto do lintel com-
mercio, na ra da Cadeta deS. Antonio.
Inda continua a vender-se barato.
Corles do casemira prela por 5,000 rs., di-
tos de brim escuros de lis'..as a 11,000 rs e
1,600 rs ditos de castor 1,120 rs tsenlos
de algodo a 180, e 200 rs., 'iscadinhoa
francezes a 120 rs. o covado, o mullas mais
fazeudas por baralissimo prego na ra do
Crespo n. 6.
Farinlia.
Vende-se superior e muito nova farinha
de S. Calhanna : a bordo do patacho Va-
lente, ou na ra do Trapiche, armazem nu-
mero 9.
Veadem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Novos gostos !!!
Na ra do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dias,
vendem-se flnissimas cassas franrazas de ri-
quissimes gostos e novas uadrOes pelo ba-
rato preco de 700 rs. a vara, corle de Cam-
braia liza lazenda muito lina 2.240 rs,, o cor-
le ( metade do seu valo') ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
pinlado de co'.de gostos modernos 2,200 rs,
o coito, superiores chitas francezas cores
muilo filas e de novos padroec a 240 e 260
rs., o covado, ditas estrellas co'es de vinho
e de caff ede ganga a 200 rs., o covado.
Fill de linho branc) e de cor propria pars
mosqueteiro 640rs,a vara,brins trancadosea
curo e cor de ganga com listas miudinhas
1.000 rs o corte, assim como outras mul-
tas fazeodas or baratos presos.
oooooooooooooooo
O Vende-saum grande sitio no lu- O
O gardo Manguind, que lica defronte Q
rj dos silfos dos Srs. Carueiros.com 0
O grande casa de vivenda, de quatro q
q agoas, grando senzalla, cocheira, m
,.-., estribara, baixadecapim que sus- n
^ lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- q
~r ba, com bomba e tanque coberto J
1 Nova labrica de cha- BN
JBJLpos na na Nnvan.Ja^.
Charutos de Hav
Vendem-se bombas de repuxo,I? para banbo bastantesarvoredosde ^
pndulas e picota para cacimba : *' frucl : na rua do Co"'- *> !
6, 8 e io.
m

m
m
)
u
na rua do Brum ns.
(undicSo de Ierro.
Moinbos de vento
eom bombas de repuebo para regar hurtas
d baixas de capim : vendem-se na fundicilo
de Bowman c Me. Calium, na rua do Brum
ns. 6.8 e 10.
Eui cusa ile .1. Kellcr & Com-
piiiilna, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da oxcellento e superior tili/io tle ilii-
cellas, em barris de 5.*, he muito recom-
mendavel as casas estrangeiras, como ex-
excedente vinho para pasto.
DEVEKE& DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernacSo, a 500 rs.p
Cada um: na livraria n. 6 e 8, da praOI u,
Independencia.
Vendem-se relogios de ou-
roe prata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. \:>.
Ven lem-se velas de espermacote, em
Aellas de espermacete
Vendem-se caixas de esper- J5
mcete : em easa de liicardo t
rtoyle, rua da Cadeia Velba,
n. 37. m
- Vende-se urna casa terrea, sita na rila
aPraia.n 40, defionle do deposito docar-, caixas, de superior qualidade : em casa de
vfio. por mdico preco : na botica do paleo' j. Kcller & Companhia : na rua da Cruz nu-
do Carmo, ac dir quem vende. mero 55.
Lolerij do K10 de Janeiro. Arados de Ierro.
Aos 20:000,000 rs., na rasa reliz. VencVm-sr* arnrlrw iIp divonna
Dos quai.ocai.ios da rua do Queima lo n. venaeui-se amaos de diveisos
20, vendem-se os multo afortunados bilbe- modelos, i.sslin cuino americanos
lM.qua.to., uit.vos vigsimos, d. dedm.. com carabao de sicupira e bracos
lo llieairo de S. I'cd'o de Al-t r ,. '
da Ierro ; na lundico da
Brum ns. 6, 8 e 10.
Talxas pun eugenlio.
Na l'un.lr..i) de ferro da rua do lirum,
acaba-se de roceber um completo softiinen-
to de lamas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaei acham-se a venda por preco com-
nio.lo, e com pruinptidi) enibarcam-se, ou
carregam-se em carros sem dospezas to
comprador
Deposito de cal virgen).
Cunlia 6; Amorlm, vendem b-rriscoin cal
em pedra, (llegada ultimamenlo de Lisboa,
na barca Mar^ari.la, por menos td'eco do
que em ..Mr., qualquer parle: na rua da Ca-
ricia ilo .,.-., le n. 50.
\zeile de carrapalo di fabrica de
AiMuj i& iilii.-. no Fenedo.
Kste azollfl pela perfei^in im que he
fabricado nao s serve em luyar do azeite
doce e de eco, para qualquer qualidade de
cmbenos por maii delicnos que sejao,
como lie muito preflrivel a qualjior oulro
po' dar urna luz miis brilhaU, ser mais
duralivo, e teu OultO ser mais b.iralo ; nao
i- ni o ebero desa^radavel que exala o azei-
te de car.palo commun, nem em nada
onava lol'i
cantara, cuja lista chega al o da 20, a ci-
tes que esjo no reato.
^_j>uiefior vinho de champagne.
YvuJe-se por prec,o comniodo uo arma-
zem da rua da Cruz n. 40.
Vendem-se escravos mocos
de bonitas figuras, molecoes, ne-
gros mocos, tnulatos bonitos, ne-
gras mocaSj molecoes e outros mul-
los escravos por preco rasoavel :
na rua das l.arangciras u. i \ se-
gundo andar.
AGElNCIA
da fundico Low-Moor.
HL'A DA SENZALLA Nt)V"A S. 42.
Ncsle cstuelecimetito coat*
ua a baver um completo sorti-
mento de inoendas o meias inoen-
das para engenbo, machinas de
vapor, e laixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Para as escolas.
Veude-se uo pateo do Collegio, luja do
livro azul a synopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo l.\ ... presi-
dente da provincia como compendio de lei-
turae hisluna do Hrasil as escolas prima-
rias da provincia.
Preco em brocluira 2,560
Encade, ruda 3,200
Vende-se uo armazem da rua da Cruz
n. 48, o seguinle a precos rasoaveis.
Latas .'un. bulaxinha de Alemanba.
Garrsfescom sevadinba.
Frascos de vidro boca lai>;a do todos os
tamaitos.
Sag muito fino.
Alvaiade lino. *
Zarcao esrciute,
Verde francez,
Deposito da falti-icu de Todos os
Santos na Uahia.
Vende-se, em casa deM. U. Bieber&C. .
ni rua da Cruz n. 4, algodfio transado da-
iiuella rabrlca, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preco com-
n7&3oT t
-- Vfcndem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no l\io de
Janeiro, em caixas de ioo libras
surtidas, de i a tG em libra, c tam-
bera de um tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, 11. I7, ha
limito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se esto compet lio, approvado para i
IS aula de prniieiras letras, a 4K0 rs. : na
pi.'iea ai. ImiI i..... luuei.i, ll. I,. I I i II (i H, I
O gundo andar. "
ooooooe oooo^oooooo
No aterro ta Boa-Vista, loja n.
18, de fronte do tribunal do
commercio
Vendem-se ricos cortes de cassa
a a,000 rs., c cintas de padroes es-
curos e cores fixas a uoe 160 rs.
o covado!!!
i',11 tulla de mandioca.
.\o nrnia/um de \nlonio Annes Jacomo
l'ires no caes .i'AII'andega vende-se farinha
de rnandiuca em sacas, sendo de ptima
qualidade, e por pceo o maiscommodo do
mercado.
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para urn ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Soogei no aterro da Boa
Vista.
l'adaria.
Vendc-se una pa larra, no largo das Cin-
co Ponas : a tratar com J. J. Tasso Jnior ,
ou com Joaquim l...pi-s do Almeida, caixei-
ro do Sr. J0S0 Mttneus.
Lencos
Loncos de cambraia abortos, proprio para
sennuras e meninos a 3B0 rs ditos com bl-
a 40.) e 440
Vendcm-se superiores chapeos francezes,
cbogados ltimamente, a 6,500, 7,000 el
7,500 rs.; chapos de castor branco rapa-.
dos, proprios para os passeios, a 6,500 ri. ;l
chapeos de massa, brancos, pardose pretos,
rapados, a 3.000 e 3,500 rs. ; booets de pan-
nos e de ouiras qualidades de muito bom j
goslo, para criancag, pn
bonels de cabellos, mu
uzar em caaa, por se
1,500 rs. ; chapos de massa linos e entre-
lios, e de oulras qualidades, por procos
rasoaveis etc.,
Cheguem que he pecbincha a 24o
rs. o covado.
Vende-se brim azul dequadriuhos com
4 palmos de largura, para palilos e jaqueles
pelo barato preco de 240 rs : na rua do
Queimado n. 8, loja defronte da botica,
Tudo (I i prioieira qnalidade.
Vendem-se superfinos liiros a 200 rs. a li-
bra, bolaxinha ingleza a 200 rs.a libra; man-
teiga ingleza a 640 rs. aljbra, franceza a 560
rs. a libra; cha brazileiro fino a 1,600 rs.cha
yson superior a 2,240 rs.a libra; loucinbo
de Santos a 160 e a 200 rs.a libra, araruta
nova a 160 rs.;seva.linha franceza a 160 rs.
libra, fejSo muilo novo e alvo a 320 rs.
cuia; gomma de mataraoa a 320 rs. a libra ;
e um resto dequarlinlias grandes que tifio ha
iguaes em parle algn, a 500 rs. cada urna;
e outros mais ohj dos pelo mais barato pos-
sivel : nos Quartro Cantos da Boa-Visla ta-
berna da esquina de S. Coucilo, debaixo do
sobrado n. 1.
I'uia do Crespo n. i'S.
Vende-se pecas de chita pira vest lo a
4,500, ea 120o envodo. corles de caiemlras
modernas a 5,000 chita larga para cubera a
160 rs., o covado, lencis de ISa e se la a 480
chales da mesma lazenda por preco commo-
do, lil de todas as crese modernos para
vestido a 480 rs. a vara, corles de castor os-
curos para calca a 640, meias para menino
muito finas a 320 o outras muitas ftzendas,
multo baratas.
ana
.--no ar-
rmSoa, na ruada
Aos Srs. marcineiros.
Carros dourados para pos de mesa, pan- ij, superior qualdade- fusos para camas franeeiaa: na rua Nova lo- m,zom de Kalkmann irman. "**
ja n. 16, de Jos Luiz l'ereira Grllz io
faVVffffVfVfVfffffVft~
* Deposito de tecidos da fabri
ia> ca de Todos os Santos,
a> na Bahia.
Vende-se em casa de Domingos Al-
[.scravos
Jgidos.
- Na tarde do di. 9 do crrante me Z
ipareceu da rua do Colleeio. urna ... e"
dades de muilo bom| '.?!?TZ?mm vm u? """""S""'- 3 por nomo Marra, de naci bVinB,,.i^ ,v'
rom muito frescos* 5'r'"fd!'"'"['".'toPW-3 ambos os pulcoidwbMiS! &.'.?
pnopara saceos e roupa He escra-


' ico a roda o palmas as ponas
la UO j rs <) i tos de cambraia de linho para homeui
atn 1.1 : na rua do Crespo n. .
Vendem-se? escravos mocos
proprios para todo servico na rua
de Santa The'esa n. 42.
.Mor iniii superiores.
Na fundicSo de C. Slarr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canoa, todas de Ierro, de um modelo e
n.Mi~i 'un, 10 muito superior
Aos amantes do bom c barato.
Na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a cadeia, vende-s" casimira prela,
a 5,000, 5,500, 7,500 u 8.0UO ris o corle ;
dilas de cor, a 5,000 e 6,500; p'nno lino
preto, a 3.000, 3.500. 4.000 e 4,500 ; dito
verde, a 2,700, 3,000 e 5,000 ril; dito azul,
a 2.600, 3.5U0, 4,000 e 5,000 ris ; dilo cor
de rap, a 2,600 o cova lo : e oulras umitas
fazeudas por preco cuminodo.
Vendem-se 50 saceos de oslla, novos,
com 2 varas cada um, a 32J rs. : na rua lar-
ga do Rotarlo n. 48, primeiro andar.
A bordo do patacho biasilciro Marga-
rida, tundeado dcfroule do trapiche do al-
godSo, est a venda a superior farinha de
mandioca de S. Caibarina, chegada em 2
lelleseassem.lha. Ven te-seem barriz de Mocorronle : trala-se abordo com o Cipi-
li: i -i. m- u 2,400 rs. a cunada, no annasem
de J. J. Tasso Jnior, ruadoAmorini n, 35.
v rudos de Ierro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
PecntnxSi
Vende-si na rua do Crespo na loja da es-
quina que volta para a catea, cotes de
cambraia cor de rosa e de oulras cores do
ultin.ogoslo a 3,000, 3,500, 4,000, e 4,500 ;
ditos de cassa-cbi a a 2,000 ; d los da ext>o-
sicSo a 2,210 ; corles J cnila com 12 cova
dos a 1,800 ; cortes Je tusiao a 560 ; cor-
trs de calc,a de biim escuro a 800,960,1,120;
ditos de brim amarello de puro linho a
1,440,1600; lencos de cambraia muilo linas
propias para nulo a 320; e outras multa
fazen las que se lornSo recommendaveis pe-
la boa qualidade.
ALCOIUO' PARA SACCUS.
vende-se muito bom algodSu para sa- v
eos de assucar, por preco commodo :
em casa de Ricardo Itoylc, na rua da
Cadeia n. 37. #
Vende-se um excellente sitio em Re
beribe, perteneenle ao Pa Jre Francisco Jos
de Lira ; a fallar no mesmo sitio, ou na
rua da Aurora n, 62, seguudo anJar. .
Casa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se o florece muitas garantas
u scus uonos : na rua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Cheguem freguezes a fazendas
baratas.
l'essas de cambr-ia com lislras de cores
com 8 varas, por 3,200 rs., curies d dila
com salpicas a 2,800 rs., ditas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
escura por 240 rs o cova lo, ditas prelas a
100 rs. o covado, ide n pa'a haba los e corti-
nados a 2,100 rs. a posse, cortes de cuita
oii 12 ovados .i 1,800 e 1,920 rs. : na rua
do Crespo n. 6.
loo, ou com Luiz Jos do Sa Araujo, na rua
.la Cruzo. 33.
Presuntos de lamgo, cebo do Por-
to em velas, pomada em caixas.
Vendem-se em porco e a rclalliu,por me-
nos do que em outra qualquer parte: na
roa .Ja Cadeia do ceife :;. 24, armazem.
Vende-se farinha SSS muito
nova e de superior qualidade : a
tratar com Manoel da Silva San-
ios, no armazem do Aunes, no
caes da alfmdega.
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, em sac-
cas desembaicada do patacbo
Conceicao, vindo do Kio de Janei-
ro, entrado em ati do cor rente mez
de outubro, por preco commodo:
nos armazens de Antonio Aunes e
Utas Ferrara, no caes da Alfande-
ga : a Iralar nos mesmos, ou com
iNovaes& Companhia, na ruado
Trapiche n. 3/r.
Kapafoi de tapete.
Vendem-se os bem cunhecidos cor- O
tes de tapete para spalos a 500 rs. o 0)
par : na rua do Queimado, loja do so- J>
bra lo ama.ello u. 29.
Vende-se um oelimo e novo bilnsr,
com lo 'os os seus pertences completos, re-
centeinerit* chegado de Londres : na rua da
Cruz, o. 9, no armazem de Davis & Compa-
nhia.
Vendem-se relogios d'ouro do patente
inglez, da mais acreditada fabrica de Liver-
pool, por precos commodos : na esquina da
Liniruetan. 32, casa de Russell Mellors ei
Companhia.
- VendemJse travs de a a 40 palmos, e
de boas qualidades, por pego muito com-
modo a Ir-lar na rua do Q relatado n. 67.
Vendem-se fdhasde fiandrea sortidaa,
em caaa deiins-ell Mellors 6i Companhia : na
esquinada Litiguis n. 32.
-Sahiu o segundo e ultimo vol. das insti-
tuicOes dodireiio civil brasileiro formulada
segundo osystema do iasignejuns-consulto
Mello Freir, do qual se celligiu tudo que
nos he applicavel de conformidaJe com o
nosso governo, addicionando-se todas as
.lisio.sienes das leis brasiieiris publicadas a-
l 1850 pelo I)r. Lourenco Trigo de Loureiro,
esta obra he de urna necessidade incontes-
P^ti^ZX^;$:: &-;;-! P-nopretomulu,
por810/rs. no pateo do Co..egio,c,s. do n-L^'^Vov^ arrob^'^b^?%
- Vede-se a muito afreguezada loja do "" d0 Rang.el 5' '?' ..
ericadeirucSodarueestreita do Rozario n. i laUVBS de pelica.
5, com todas as Tarramentas precis-s :atra-[ Vendem-se iuvas de pelica para homcm,
lar na mesma rua, luja de miudezas o. 2 A j brancas e de cores, pelo commodo preco de
junto ao deposito de pilo. 1,000 rs. o par: na loja de miudezas da rua
99^*99**fgMA do Collegio o.i.
pleos dos braco* icatriadoa
vos, assim como lio proprio para re- 2 ffi,S,l!|JH,Jm?- ?"* .""*' : lev
S des de pescare pavios par.^vell.s, 2 ^^,nd"dS;,;^l'.0.dl':*,.r, '"'M oz.do,
J por preco muito "commodo. J Xues a fass. ao8nd8" '"lori"^
- Farinha muito nna, alva, secca e nova, b|lco loJ, d irai|tllQ "/ ,'''? *"<>
chegada ltimamente de S. Matheus a bordo Ferreir. que gr.lXTr* RodriWM
da sumaca l'ar.gu.ss.,runde.da defronte .. D^apareceu urna Preu erioula da a*.
da alf.ndeg-, a 2,800 rs. Iivres para o navio. me F.u.llna, com os sigoaes aeguioie. !!"
- Vende-se um. cama de armaco den- fula, b.ixa, ebei. do corpo, sem dente. T
g.co.envernisada, porpreSo commodo: no frente,da parle de cima, tem urna. m.r~
aterro da B Vista n. 38. de feridas nog c.lc.nh.res coja, m, 1ST
NOVO trem para CUsinha. caram brancas, quando anda esparralha os
Ch.leiras, frigldelras, panelias e escaro- Ps p,r' 'lldo. ""u vestido roxo de coi-
las de ferro forradas de porcelsiia.faca com J,,"^,,, de ,lod?0,olj azada e panno
garios muito Anas, colheres de metal prin- TV M,i P<,r. '"' comPr"ia ao gr
cipequeseconfundemcomasdepraU.car- 'c da Fonseca Silva, vendedor de esertl
relilhas e bocetas de faia para doce, grelhas vs V,?uem ,,pe?ar loT, rui do Pitar
para torrar pao, machinas para caf, mui- em,:^r, e PortM C,M n- las- I" aera
nhos, almorarizes e mais pertences de cu- Br,ll"cuo.
ainha :na rua Nova n 16, loja de ferragens "' DProceu no da 8 do crrante o
de Jos Luiz Pereira. escravodenacaoaogola.de nomo Louren-
o aterro da Boa Vista loia n 0' re"re1s,enU tr>onnos pouco mata ou
a \e j ', J menos, altura regular, grosso do corpo, 00r
io, delronte do tribunal do com- preta, olhos pequeoseafumacados, por be-
mcrcio. ; ber mu,il0>'" aa> oouco trapalhada, ie-
.. ou calca e camisa de riscado americano e
continua-se a vender riscados es- bonde panno j uiado: quem o pegar e-
curos, muito fortes, ptima fazen- ve-ooaruada cacimba o. ti. quesera bem
. j r i recompensado.
da para roupa de escravos, e pelo ues.pparecea no di* 5 do corrent do
diminuto preco de IOO rs. O cova- engenhoS. JoSo do Cabo,oescravo Valerio-
do e outrat'muitaH farenda ha- fll0'cbe") du forPO. espadaudo, oara cur-
ao e outras munas azenuas Da- u e |irgI> niriz chit0> |tdi00i U(n pouco
rattssimas. ; gago, com una talinbos na cara por sur da
___ ll ainda or vender uma'C0,U,' t>moem tem orna marca de ferlda
ua ainna por vender urna em gimi d0 peit0 do ^ c,querdo junl0 tQs
vacca toun na, das vindas de Lisboa dedos. Ser muito bem recompensado quem
na barca Liceira, que d grande'0'evr oditoengenhrr.nu noMondego em
,...' o, casadollm.Sr. commendador Luiz Gomes
porco deleite, e que se vende em Ferreira, ou ao engenbo Fragoso, ao Dr.
conta para liquidar: a fallar no es- M'gul Joaquim Carneiro da Cunta.
.i.;. J. 1? r> 1 11 100,000 rs. de graiificarjSo.
criptono de b S. I, a helio. Roga-seas autoridades polrc.es, C
O preco convida a comprar.
Na rua do Queimado loja n. 19, vendim-
se cortes de cassa de lindos padrOes, a 2,000

Corles de valido ta ullimamoda. 4
Cortes de vestido de caasa seda com 4
t lislras e quadros de soda,lindas cores 4
a> e modernos gostos: ditos do dito de 4
+ cambraia com barra de ricos borda- i
*. dos e os competentes figurinos: ditos *
#. de dito de cambraia abarla com llores 4
v adamascadas e do bonitas cores: di- .) ll i rua da Cadeia V clin, armazem
le tos de dito de garca.fingindo blonde. 4 /;
V .1 .lili.'adissimos goslos o o mais mo- :i*)
-- Vende-se um relogio do ouro, patente
inglez e novo, por pre^o commodo: no ar-
mazem de M. Carneiro, na rua do Trapiche
n. 40.
Vende-se sola envernisada e
vaquetas, para coberta de carros :
i> deruo que ha no mercado : um com-

t de seda,brancas, de cures e furta co-
* res, e oolras muilas fazendas de gos-
lo.que se vendem por precos de agr
Cartas finas para vollarete.
Vendem-se cartas Unas para vollarete, e
por preco mais commodo do que em ouira
qualquer parle : na rua do Collegio n. 1,
luja de miudezas.
dar ao comprador: na rua do Quei- Cheiruem frefftiezes antes nne se
,. mado, lo a do sobrado amarello, nos 5 ,jUeSuem 'guezes antes que se
acabe.
No armazem de Martins & IrmSo, na rua
da Cruz do Recife n. 62, chegaram ultima-
qualro cantos n. 29. 4
Veudem-se duas casas terrosa, sendo
urna na rua da (.lorian. 24, e oulra na rua I mente os seguintes gneros ae muilo boa
Velha 11. 105 ; e um sitio com terreno na So- 'qualidade : queijos londrinos, prezonlos
l.rt.4. 1....I.. -n f.. ..*-. -^ ... .____j. r ...I...... .. I I...... .________._. l-.l____. .
Iuiade junio ao fugusteiro,com casa detai-
pa ; tudo se vender por preco muito com-
modo, por seu dono se retirar para fra : a
iralar na rua Velha n. 105, do bairro da Boa-
Vista.
Vende-se a mais superior agua de co-
lonia em frascos, a 1,000, 2,000, 3,000, 4,000
o 6,000 rs. na loja 11. 2 da rua Nova.
A. Colombiez com loja na rua Nova n.
2.. t i./, da matriz, lem para vender barato a
dinheiro a vista, sapates de de lustro para
homem com forma ingleza, o sola batida ;
sapalos de lustro par. senhora, ditos de
iglezes e do l'orlo, conservas inglezas e
f.ancezas com dilTerenles frutas, latas de
.s.iiiinio, ditas de ervilhas e sarJinhas de
Nantes, ditas com bolachinhas inglezas ,
trirmela.la de Lisboa, mostarda, o muilo a-
c editado ct>a de S. Paulo, caixas com muilo
superiores macas linas para sopa, gigos com
champanh", vinho de Xerez, Madeira, Bu-
cellas epoito, garrafas cu n extrait de ab-
smthe e oulros muitos gneros, tudo por
mdico pirco.
Vende-se urna linda escrava erioula,
de 18 anuos, com habilidades : na rua da
marroquim, ditos da duraque, ditos de se- Praia n. 43, primeiro andar.
ponta de couro de lustro, para meninas | la rll, Nnv, .
botina de duraque pretos gaspiados de lus- V_JeJ?.VirJ',_No.vil?Jt_D-_2:
Iro, para senbora; suplios de duraque de
cores, para meninasa 500 rs ;e chinellas
inglezas que serve jj para as senhoi as que
v3o loma bauhos.
- As pecliichas abaixo declaradas estilo
se acabaudoFreguezes a ellas; chitas finas
de cubarla a 7,500 rs. a pega, caries de ca-
Vende-se no aterro da Rna_Yila semiras do ultimo goslo a 5.500 ra., cortea
"1Hro^ ioa-Vista, decambrai, de barra a 4,500 rs., ditos de
lislras de cores a 4,500 e 4.000 rs., ditos de
lojan. 78.
Muilo bom cou-o do lustro, a 2,800 e a 3/.
rs. a pella : fivellas para sapalos, a grozia a
700 rs. ; tapatoes de cuuro de lustro do Ara-
caiy, a 2,000 rs.,bolina de dilo pelo diminu-
to preco de 7,00Jrs. ; e oulras muitas fe-
leudas que a visla do comprador se lar a ne-
gocio ; cera amarella, a 640 rs. a libra.
Ven,10111-so 2 molecotes de idade de 16
annos, sendo um carreiro; 3 escravos de
servico decampo, um cazal de escravos de
ludo o servico, e urna escrava de meia ida-
de : oa rua ltireita n. 3.
Vende-se urna boa propriedado de casa
terrea, sita 11a rua velha do bairro da Boa-
Vista n. 22 : a tratar ua rua Araglo n. 40,
ou na rua do Vigario n. 4.
Vende-se urna preta boa cosinheira, la-
vad-ira, e boa para arranjos de casa por
350 000 rs. para liquldacao : na rua larga
du Rozariu o. 35, loja.
Vendem-se paneros com farinha fina
igual a de munbeca a 1,600 rs., com um al-
queire nuvo, saccas da dita com um alquei-
ievelnoa4,oo0 rs.: na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 15.
Vendem-se na villa de Iguarass, 25 a 30
buis de sulla para carro: quem os quizer
cumprar procure na mesma villa a Francis-
co das Clrsgas F'erreira Duro, nos dias de
domingo, ousegunda-feira de qualquer se-
mana por seiem estes os dias que o dito se-
ubor sernpre se acha oa mesma.
Veude-se urna porcSo de cjpim ver-
de muito bom na ilua deS. J080 : a tratar
com Joaquim Ribetro Poetes, na rua da Ca-
deia do Hucife o. 54.
-- Vende-s.i, aluga-se, ou troca-se por
urna casa, um sitio na estrada do Arraial, au
p do Sr. Cosa, co.u baixa para capim e
bastantes fruteiras : a tratar oa rua das
Cruzas n. 25.
e*!
Chapeos do chile.
"* Vendem-se chapeos do chile peque- *
9 nos a 4,000 rs. 1 na rua do Crespo %
ten. 23.
Ca virgem em pedra
Chegada recenlemente de Lisboa, em anco-
ras muilo bem acn liciouadas ; veude-se a
loflco limito rom nodo ; no aruiazein do
Silva Barroca, na rua do Trapicuo n. 19.
cassa cinta a 2,240 rs., casemira preta lina
a 2,200 rs. etc., e muitas outras fazendas
que com a presenca dos freguezes se mos-
trar : na loja das pechinchss da rua do
Collegio.
.- Vende-se na livraria da rua do Crespo
n. 11, diccionario francez de Napolen A-
iand, dito de Roquete, dito francez, in-
glez e 1. F., prontuario de theologia moral
Svolumes, compendio da theologia 6 volu-
ntes, historia do brasil 12 volumes. Na mes-
ma casa tem um sortimento de livrosclas-
sicus, e varias obras em francez, inglez,
e latim; tambem se vende a UniSo folha po-
ltica, e o Expectador Toeatral.
Veodem-se no caf francez da rua No-
va, lingoincas francezas muito em conla aa
libras, vinagre muito bom a 1,000 rs. a ci-
liada, abzinibe muilo bom a 1,500 rs. a gar-
rafa.
Vuidem-sc urnas partes de urna casa
terrea na rua de S. Jos n. 43: a tratar na
rua estreila do Rozario, sobrado da quina,
que entra para a rua do Fogo.
Luvas de pelica para menino.
Ven lem-se luvas de pelica para menino
pelo commodo preco de 1,000 rs. o par : na
ioja de miudezas da rua do Cullegio u. 1.
Estojos para homem.
Vendem-se estojos para homem pelo com-
modo preco de 3,000 rs.: na loja de miu-
dezas da rua do Collegio o. 1.
Luvas pretas de torcal.
Vendem-se luvas pretas de trocal sem de-
dos, pelo commodo preco de 800 rs.: oa lo-
ja de miudezas da rua do Collegio n. 1.
Attencao.
No atierro da Ba-Vista, loja de fazendas,
de 4 portas n 60 vendom-sa riscadinhos de
lindos pauroes muilollinose largos a 320 rs o
covado, ganga amareis, lindas fasen.las pa-
ra jaquetase palitos, a 210 rs. o cova lo,cur-
iamos de cassa paia vesl'do 2,000rs.e 2,500
madapuMo muilo lino 4.000 rs. a peca, ca-
misolas de algo 13o a 800 rs. corles do calca
de castor 800 o 1,000 rs.chapeos de sola 1,280
inanias de l de linno, bordadas, 320 lencos
com bico de cor muilo bonitos 400 rs., di-
tos sem bico 210 e 160, chitas linas escuraa
a 160 0 200 o cavado, o muita lazenda por
piejo commoio.
... que cap-
turetn o escravo Manoel, perteocente a Se-
bastiSo Marques do Nascimeato, fgido des-
de o da 8 do mez de selembro. Foi
elle escravo do Sr. Gabriel Alfonso Riguei-
ra, i quem foi comprado ltimamente : tem
28 annos de idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falta de dous dent-s oa frente e
de cabellos do lado esquerdo da cabeca, que
se torna bem visivel por paree ir urna co-
ra, tem olhoa pequeos, beicos grossos.
sem barba, baixo, corpo regular, he ofUciil
de funileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, caifa branca, camisa de madapoln e
levou urna trouxa, contendo calcas e jaque-
les : quem o apprehender e levar rua da
Aurora n. 62, receber a gratificarlo pro-
metida. Suspeita-se que fosse seduzido, e
por isso desde ja protesia-se contra quem o
conservar em seu poder.
Desappareceu na Urde do dia 13 do cor-
rente um escravo por nome Joaquim tem os
signa es seguintes: boa estatura, representa
ter 35 anuos de idade, falla desembarazada,
pos grandes, tem todos os denles da frente,
nariz chato, quando anda estalaas juntas dos
j .ellios, levou camisa de algodilosinbo bran-
co, caifa do dito azul, eale oscravo foi do
malo: quem o pegar leve-o a typograpbia
imparcial a Tallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
correte, um preto que representa ter 45 a
50 annos de idade, de naci cacange, baixo,
cheio do corpo, sem deferto algum no corpo,
levou vestido, caifa de casemira azul clara
de quadros e j velha, colete de setim preto
velho, jaqueta de brim pardo,camisa de ma-
dapolo, chapeo de seda preto ; presume-se
que anda pelus arroba Mes desta cidade, pois
apezar de ser do aerUo o3o se julga que te-
nha rollado : roga-se portanto as autorida-
des policiaes e capilSes de campo, a captura
do musmo, levaii.io-o a rua do Vigario n. II,
lerceiro andar, que se recompensar.
-- Auzeiitou -se na noute de 37 do correlo
o mulato Ciciiciitino do idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, e
falla muito mansa, cosluma andar cale.ado
e bem vestido; levou urna troza de roupa, e
consta que levara um cavallo quealugra
nessa occasiSo, o qual tem os sigoaes se-
guintes : cistanho, barrigudo, dinas pre-
tas, e gordo. Ha provavel que queira pas-
sar por forro : be bolieiro,e escravo de Luiz
Aotoolo Siqueira : quem o pegar leve-o a
rua da CaJeia-Velha o. 20 que se recompen-
sar.
100,000 rs. de gratifica;3o.
Ilesa parflo no dia 12 de agosto do correle
anno o cabra Romoaldo porem he de aupor
que troque o oome, representa ter 45 a 50
annos pouco mais ou menos coa alguns es-
beltos brancos, e o reato muilo pretos e es-
tirados, falla desean;da,he barbado, quan-
do fugio foi de barba feta, be grosso do
corpo, altura, regular levou veatido carniza
de algodJozinhoe caifa de brim branco su-
jas, echapu de palhr, levou urna troxioba
de roupa, e seduzto um mulato acaboucula-
do de nomo Francisco de Idade 18 annos que
foi em companhia delle e levou chapeu de
couro, be seco do corpo,alto, cor decanella
boca pequea, beicos roxos, cabellos esti,
rados e pretos, ps chatos e os dedos aber-
los,quaodo falla afela qnerer ser inglezado
he muilo pronostico, levou vestido carniza
de algodSo riscado americano e caifa de ca-
zemira azul com listra ao lado, porem be de
aupor que tenha mudado de trage.o Romoal-
do veio do RiotirandedoNorle para onda se
desconfa ler fugido.quem os pegar leve-os
a rua da Cacimba n. 11 oa a rua da Ca-
deia defronte de S, Francisco casa do Sr.
Beato Jos Fernandos Barros, que receber
a gratibcafSo a cima, e se protesta contra
quem os tirer ocultos.
30,000 rs., de gralilicacilo'
Desappareceu no dia 15 de julho do cor-
rente anno um muleque crioulo de nome
Paulmo de idade de 10 annos pouco mais
ou menos.cor a marola da por ter vicio de co-
mer torra,naris chato e feio levou camisa de
algodSosioho aoja e caifa de riscado, sem
chapeu, este escravo ponencaao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Una quemo pe-
gar lave-o a rua da Cacimba n. II ou a
rua do Livramento o. 2G segundo andar que
recebera a gralilica;3o a cima, e se protesta
contra quem o tiver oculto.
- No da 3 do correte mez, Desapare-
cen a prela Hara de nava > usa, de idade de
26 annos pouco mais ou meaos, foi vender
fructas, e ortalice com um laboleiro bastan-
te grande, e o fundo foi feito de cabeceira
du cama, que aiti Ja tem alguns avorea dos
inbutidos, be alta, tom pellos grandes, mais
cabidos; falla bem claro, lovou vestido de
riscadinho azul ja desmaiado, com urna
emenda por baixo, ras orelbas argoliohas
de ouro chalas, e lem urna costura na mu-
nbeca da mito esquerda : por tanto roga-se
a todas as autoridades policiaes, e capiU**
da campo, que, se a virem a prendan "
levem-a na rua da Cadeia do Recife a. -'.
que seriio bem recompensadoa.
MT.pr fVl


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