Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04740


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Full Text
Anuo XXVII
Sabbado 8
(fe Nnvpmbrn de 1851.
N. 253.
M
DIARIO DE m PERMIBIM.
K>
4/000
MECO A SOBOBirglO.
PlOtMHTO AOUHTADO.
Por trimestre...........
Por lemestre *......
Por um .....,...
Paso denipo DuraiilErrai.
Por quartel .-
OTIOIAl DO IMPnio
Pira..... 7 deOuUiblMInia,.. 5 de jelbr.
Miraobio 13de dllo S.Paafb. .i de dlio.
Cear... 17de dllo. de J.. 25de Oulub.
Parabibi. 31 edllo. Babia... 3i de dito
tff/l
4/5
DI-D* IIi.
S Seg. Gom.dosdeToii.
tjt S. Malaquiai.
4 Tere. S. Carlas.
5 O'uri. S. Zicharlaa
6 Quii S. Severo b.
' 8l S. Florencio.
8 Sab. S. Scrcrlano e
eui enmpanheiros.
Doni. O Patrocinio de
0 Nona Senhora.
audiencia-.
Juitodi OrphSl
2.e5. l 10 hora.
I. cara do cii -(.
3. cO, ao meio-dia.
Fasrnia.
3. c (i. s 10 horaa.
2* rara do ciwl.
4. e jabado ao meio-d
flr/ofo.
Tercaae sabdoi.
Rinaiiin,
Creicente 30, a I liora c7 minute ida tarde,
Cbela a 8, aa 0 horas e 1 mlnutoa da t.
ttlngoante IB, ai 7 horas e 2 minutos da m.
Nova 22, aa 11 borai e 47 minutos da tarde.
FRIAMAB Di HOJE
Prltneira t t borai e 30 minutos da tarde.
Segunda st horai e M minutoi da manhaa.
MBTIDll DO COBBBIO.
Golanna e Parablba, i teguodaa e scitai-
fclraa.
Rio-Craode-do-Norle, toda aa iruintai-felrai
aotneio dia.
Garanbuose Bonito, i 8 e23.
Boa-Vlata, e Florea, i3 e 28.
Victoria, a quintai-felrai.
Ollnda, lodoi o dias.
NOTICIAS ISTBAKCIIBAI.
Portugal. 11 y nuil.i .ustria .. 3de Oulbr
Heipanba. 8 de dito Sultaa. .. 3 de ditb.
Franca ... 8 de dito Suecia... I de dito
Blgica... a de dito .Inglaterra 9 de Oulbr,
Italia.. .. 3de Outbr|E.-Unidoi 2*deSelbr.
Ali'iii.nl a. A de dito Meaico... 15 de dito,
kruuia ... 3 de dito. California sodeAgoito
Dinamarca J de dito Chlll 26 de Abril.
Rutila... I de dito "uenoa-A. J .le Setb.
Turqua. 21 de Selbr Montevideo (ide dito.
CAMBIOS DE 7 DE NOVEMBBO.
Sobre l-ondret. a 29 d. p. 1/000 ra. Firme.
Paria, 331 por fr.
Liiboa, lera ttaniacfdei.
Tin.
Ouro.Oncaa beipanholaa.... a 28/liUH
Hoeda de 6/400 velbaa 16/000 a 16/200
de 6'100 novaa. 16/000 a 16/200
de 4/0T0....... a#W i 9/100
Prata. i'at.icdn braiileiroa.. 1/920 a 1/920
Peaoa columnarloi... 1/920 a 1/900
Di tai mexicano!..... 1/750 a 1/7'io
EXTERIOR.
ACONTECIME.NTO DA 11.11 A Di: CU DA.
Carta do representante de liespanha cm
Landres ao Times.
O ministro de llespsnha leu o artigo do
limes de sabbado, relativo aos acontec-
nientos da i 1 lia de Cuba. Conveucido de
que os erros que conten proc a loni da falla
de noticias exsetas e authoolicis, e da ex-
agerarlo dos peridicos amencinos, tomo
a liberdade de enviar ao editor i > Times
umi raiaco icli do que aconteceu na
Cuba durante a ultima invasSo.
Os Tactos seguintes silo extraliidos dss
participarnos oluciaas, e o mini-i r > de lies-
pinln, fazetido-se responsivel pels sua ex-
aclidJo, espera sinceramente que possam
Jar ao ediclor do Times urna idea precisa
dos factosa que se retaren).
0 Sr. de Islurz cunta lamben) com a jus-
lilicdcilo d'esse respeitsvel p illuslrsr a opini9o publica de Inglaterra so-
bre questes tamanhas e tilo importantes
Sida malhor- pode servir para este litn do
que a presente narracSo dos Tactos. USr.
Isturii julga dever sen eommanicil-a ao e-
ditor de ud peridico que, como o Times,
tam meios tSo poderosos para formar, e pa
ra reclilicur a opiniBo de urna das mnores
pagos do mundo.
Antes de passar adianto, he nocessario
recordar certos Tactos. A tentativa de Ro-
und Island, e a expedirlo de Cadenas li-
nham estabrlecldo clara e lixamenle as res-
pectivas pnsiciics dos governos hespanhol e
anglo-americano. Em quanto o primeiro
anouociava do modo mais publico e solem-
ne a sua delerminacao de applicar com o
miior rigor a le do Jimio das gentes aos
iarasores da Cuba, o segundo, pela d'clara-
(Iodo general Taylor os declarara lora d i
lei, priando-os de toda a protoccSo. Oi
dous governos os advorliram de que, como
pi atas, encentraran) a morte como cont-
quencia do seu ciime. Este aviso, quo em
outro qualqucr paiz seria completamente
inulil, .desgrac, admente ti a o l .i altendi lo
na Amrica.
A expedirn de Crdenas nSo fui a cabo.
0angue hespanhol curreu n'aquelU njus-
tlicavel aggressSo: por limos criminosos
recorreram Tuga. O governador hespa-
nhol, quo linha em seu poder os prisione-
ros feitos em Canley, lavou a geuarosidado
t o poni de imprudencia ; uus foram ab-
solvios, oulros Indultados, o n3o houve
victima alguma. Era impossivel leva a
miior ponto os eTTeitus da clemencia.
Vas l)in dopressa se sentirn) us resul-
(idosd'aqurlle generoso prucedimente. A
sedifSode Porto 1'rmeipe, a sublevarlo de
V.uto i; J" uiitriis partidistas estimulados
pels especliva de urna nova expedico dos
Estados Unidos, e por fimo desembirque
de Lope, e Aos seus as c >stas do nortes
convencern) o capilSo general dos Tunes
tos eTTt'itos da sua anleiior lenidade, da
necessidade de applicar com todo o rigor as
prest-ripeos da lei.
Decid lo desde entilo a usar de energis,
recebeu no dia 12 pelai 3horasda manh5<
urna parte do capitn da Pgala h'tperanca,
dirigida so governalorMarieT annunciando-
lhe a approximacOo de um vapor. O capi-
ISo general, calculando a direcco do navio
susprito, no vacillou um instante. As 7
da minha, o vapor Pizarro, as ordens do
gene'al Ra stillos,tahtu da llavana com seto
companbiaa ( setecentos sol lados ) rebo-
cando urna goleta, que levava os cavallos
dos olllciaes do estado maior, e alguns sol-
dados do regiment do rei, lodos en ii.naii-
dadospelO gen.Til fu.
O Pizarro anedruu n'aquc'.le mesmo*dia
mi Bahia Honda, a qualro leguas de Playl-
las ondeos piratas tinham desembarcado
pela manilla. Lpez tinha dividilo as suas
Torcas ; uns quatrocentos homons tinham
tomado posse da aldci Las Posas, cem oc-
cupam Morillo, pequea colina, onde hi al-
gumas casas quidominsm a costa, prova-
velmente coni ofitn de auxiliar o desem-
barque de novas expedidos, ou de segurar
a retirada em caso de derrota.
0 geperal Enea, impaciente por entrar em
acQto, e engaado sem duvida pe is multi-
plicadas e contradlclorias noticias proprias
da preisa e do momento, tambum di vi lm as
suas pequeas Torcas. Duasoompanhiasa-
tacaran: a colina de Morillo, duas licaram
apartadas do logar da aceito, e elle i'iu pes-
boa com tres compinlnas somonte, atacou o
corno priocipal dus invasores, qoe se com-
punha, pelo meaos, de trezontos e cincoen-
l-i lioinons, protegidos p las casas da povea-
i;o, por algumas obran de fortilicacSu le-
vantadas A pressa, e pelas difllculdades do
terreno. O general Enna portanto, tinha
que pelejar om um i ni migo, nSo so supe-
rior em Torca, mas que linha ale n d'isso
a vantagem de estar defendido por Tortes
parapcitos.
As tropas hespanholas aticaram bayo-
neta recebando o Togo do inmuno e encon-
traran! orna desesperada resistencia. A
parda por ambos us lados foi minio consi-
derare!, e de uva, e nutra parte se pelejou
corpo a corpo as ruis da povoacSo. As
Torcas da rainha tiveiam cento e viole feri-
dos,e um numero considerav !, que anda
sendo aabe qual, de morios, entre elles o
"egundo commandante do rotimento de
LeSo. o general Enna, dcpois que Ine ma-
taran) o cavailo, o em vista da posic9o oceu-
Pida pelo inimigo, julgou conveniente espe-
rira arlilheria, e lelirar a sua pequea Tor-
ta. Os piralaa sairam do povo para o ata-
car, maso general carregou sobre elles com
0 sen pubhado de hmeos e obrigou-u a vol-
tarem para o abrigo das suas posif.-s I)e-
1 os fez alto a cuita distancia com a sua pc-
1 u 'na Torca, a qual anda teve da dividir pe-
la necessidadn da transportar e escoltar os
ftidos para Bahia Honda.
Assim pernianeceu sem ser incomodado
*l amannaa de 15, quando foi rcTorcado
porouttro companhias de inTantsria e 150
cavallos que Ihe enviouo capiUo general
as ordena do coronel ebefe de estado maior,
e u'niuello niesino dia se Ihe uinu tambem
"ulri coilumna de cinco companhias o duas
pecas do montanha s otdens do brigadeiro
" Mirtim Rosales.
9 ioiraaores que tinha permanecido tran-
quillos desda o encontr do dia 13, aliando-
"arain s puvoacSo de Posas, e pelaa ultimas
noticias da Habana datadas de 17 s 8 boraa
a oanha, se sabe que Lopoz s levava co-
ni*,igo 200 lioinens dos 500 com quo desem-
barcou. O resto ou linha morrido nocoro- unto que ai ire columnas que tinham citado vintOU-se muito miis forte, por quanto co-
bate em Poaas, ou linha sido dispersado e eiu Poiai, operaeguiam em toda as direc;dei. or(rl animo vista Ja fraqueza o das hesi-
fusilado pelas tropase gente docampo.que Certodoenito. o napitao general deu orden iacoes de seus adversarios
espontneamente ,e lovantou par. os per- j-^P -;*' -,^ $%$*& Os acontecimentos de .84
0guir. a embocadura do rio Braco, uo entinto que rnentaneamente suspendor a I
IUn-i-is> i niaan .. ..1,1(11 M f 1T 0 a>nnln > (nal I. (1 ..i..' 1848 vieran) mo-
luta; liheraes
N'esse numero se incluom os cincoentas aa~t7oVa7docoroeEiijid^ e catholicos abracavam-se com eiTusS), e
aventureiros que Toram apresentidos pela oare del Rio para faaer frente a qualqucr outra proclamavam unsonos do alto da tribuna
tripulacSo do vapor >< Habareno a Eis os nova eipedlco que foue enviada del Filados- naciunal que nao hnvia mais partidos na
promenores da sua execu?lo. Foram apre- Unido. Blgica; e o ministerio deixava-se cahir no
sados em qualro linchas as costas da Cu- P'oxlmo vapor ha de provavclinente ira- |aco qUe \\w armavam ; elle tomava por um
bao as suas aguas. Formaran) parlo da 2 J?*?'_ ".."E!?. ,?l?,.fa.'vl tratado de paz o que nao
saros asphyxiidos em tomo da montanha
( Veiie)
de sua reunan, o governo nomeara dous
ministros plenipotenciarios, um secretario
e dous olllciaes de legacio que representeo)
CONFEDERACAO DAS REPBLICAS HIS-|convenienlementea nacSo mexicana.
PAMU-AMERICANAS. I Arl- O congresso decretar as bases
As desorden* oceorridas a 21 do agostofsobre que devem descancar as inslrucos
em Vera Cruz tem tido resultados mais gra |que o governo dar a seus ministros'pleni-
expadicSo de Lpez, e tolos iam armados, VS^^JS^'SS^^LSSsi^S^ simples tregua, qual deva cessarn. pri-
mando a su. frente um chefe, e 5 olliei.es: WA^S^^S^. cSSto P" reno"r """J'd
Chegarama II .banana madrugada do dia maii pequeo............., a mais leve lympa- com muito mais vigor.
16, e tendo sido declarados culpados por tblaj pelo contrario, por onde paasarain. oa He ao espectculo desta nova lula que
sua propria coulIssSo, Toram fuiilldOa s II habiiaule ahandonaram auas caas e dciiaram acabamos de assiitir, tolos conhecem seu
e meia junto ao castelle do Atares. Miis de *cu trabalhoa parase reunlre-n com ai tropaa resultado. Bruxollas, Liege, Cona, Antuer-
20,000 espoctadures presenciaran) esta tris- da 'ql>c combater a invaiio. pa, e Mona, pronunciaram-se em favor do
lesrena a dnram vivas rainhi e lln nhw to trOM^fOTmatlS M nilldMd P"'"<"e'<"obiervaOe.eotterecer.odi- *re Moe JJ 03s,s grand9s cid,jC!.. Ea,
nna. as l-opas lormavam um quadrado lordorimsi urna relacao ea.cu doi fados, c L,forr, ln,i,, .. loe.lidadei da cunda
cujoscoslados eram oceupados pela caval- confia slnceraiueule que em sua iuinarclalida- a loa as _'?.. ue segunua
laria o guarda civil. O coronel Tu nirlidj de c .eulmenio Sejusiica on.beri apreciar ordem pronunciaram-se con ra elle. O par-
s, os Cincos ofll :iaes juntos, e os outros in- devldaincnie. tendo a boodade de nierlr eitas MO calholico, balido em llruges, Courle-
dividuosdolO emlO. Tolos eram mme- llnhai no ku apreclavel peridico, i5o geral- ray, lournay, Louvain, Nansur de Alort,
diatamente retirados do logar da execuc.To mente lido.
para ossaus desgracados companheiros Ihea
occupirem o lugar, Sous restos moitaes
Toram collocados imnie liatamenle em 10
carros Tunebres, conduzi.los por homens
vestidos depreto.e enterrados com decencia.
As tropas doslilaram depois da execuclo,
nein um s cadver fie ni nu sitio da oxecu-
Aiiignado. A"atiir A. Islurit.
(Uo Herald.)
(Uo f.'" ni / o (.-
KLEICOeS DA BLGICA.
Lii-se na ndependence belge o segulnle :
Dos 54 memhros de que se compunha o
ergueu-se com nuvo ardor e denoiou os
candidatos minisloriaes com urna miioria
esmagadora.
Os meamos collcgios eleiloraosquo en-
viaran), anda ha pouco, repros-ntantes li-
heraes s cmaras, vqllam-se hoje ront a o
gabioelo, entregam-sc, a lodos de pus e
vos do que ao principio sesuapozque lives-l potencanos.
sem. Como quer quo a legislatura daquelloE Art. 5. O governo se csforQir por con-
estado tivesse decretado um imposto exlra-clulr comas nac<5?s da Europa, o America
en sen o urna ordinario, o povo, quando cliegnu o tninpo' qu hSo j cunduido rom a repblica me-
marcado, negou-se a paga-lo, e reunio-se'x'Cana tratados de paz, aoiizade, navegic.lo
em massa dimle da casa da cmara pedin- 8 cjmmercio, Irata loa especjies que garan-
do quo revogasse a lei. Esta cwpuricfto res- tam a esta repblica o leiritorio que pos-
fondeu que suas facilidades nio choav:im' suedosde o tratado de Guadalupe, a
a tinto, e que o congress.) ora smenle! Taes so as bises do plano de conTedera-
quem o poda Tazer ; porcm Us i longe de; ?) proposto pola repblica mexicana e que
calmar os descontentes n.io Tez sen3o erri-' desojamos sinceramente seja levado a efTei-
ta-loscida vez mais. lislavauj as colisas nes-| tu, porque smente com urna anillo estrella
te estado, qumloa auloridade recorreu l" decidida entro si podero as repblicas
To'C' armada, e como apezirdas intima-| hispano americanas Tazer frente n invaafio
eoes quo se fa?om em semelhantes circuuis I Com quo constantemente as auie-i a a cobi-
tancias, a mulliiino n5o scqu'zesse disper- C''isaciivel dcsto povo. Ha algum lempo
sar, resulluu um confliolo Isinen'avrl no quo iudicmes a nocesaidade prremploria
qual licaram tres possuas moras c cinco Te- dest uniSo, o visto que o governo do He-
ridas. Sem embargo diso niio lardou a ['ico tem ja lomado 13o plausivel iniciali-
reslib'lecer-se a tranquillidide, para o que
muito coulriliiiio a promassiqup a cma-
ra i'-/ aliiiil ,,'c dirigir una pnlicilo ao cuti-
gresso para o revgac'oda referid i lei.
tfc perio lieos do Mxico trazem-nos tam-
mos ao partido clerical, o se fazem roire-l bem algu nas particularidades interessante
i va, comprazemn-nos em crer que o proji'C-
to no morrera n> nascclouro apezar das
prediccoes sinislras dusquesSu interessa-
dos od desconcerta-lo.
(H'raldo )
C'lo, esoutio foi que so permitliu ao povo senado dissolvido pelo decreto do 4 do se- sentar por homens, cujo nomo s significa : aerea da cca^iio de colunias militares no
enlrar no logar ond isa havia oxoculado Iflo tembro, 39 Toram reeleitos ; e entre os 15 reacio. Esta situado he grave, ella nao islhmo de Tehecanteprc. O governo inexi-
doloroso acto de juatici. novos oleitos, 5 nicamente poden ser con indica somonte um momento de pausa, so- j cano Icui comprchendido a necessi lade de
Esta he a exacti e verda leira Dirraolo do siderados como adversarios pronunciados "3o um momonto retrogrado : i proteger seu territorio contra a rapacidade
quo occorteu com os prisioneiros. Mi- da lei sobre os direitos de luccesso. He evidente para usque o ministerio do corto povo, o todas as medidas que para
dos os promenores horriveis, que To- "a Pn tola a razSo do esperar-so quo n%o p le subsistir com os dous votos quo este lini a lonlar merecerlo a approvaco
ram publicados pelos periodicus In- difllculdades sobrevni las no principio tem adquirido ; as eleiccs que acabam del nao somonte do puvu m-xicaiio, sanflo tam-
glezos, sao inven,Oes calumniosas dos jor- dosle mez soaplanaram felizmente.
Oap-
naes anglii-americanos. Poder-se-ha dis- pello felo aos oleitores lera lido dest i mo-
cutirse a applicacSo da lei ha ou nlocon- do o resultado que desejavam equeespera-
venienta ; mas he iulubilavel que n'osta v0J os vordadeiros amigos do paiz.
caso nSose podem aecusar as aulhori lides A gazeta catholica, a Einaiicipation, faz as
da Cuba de haverem commetlido acto algum 'efloxea seguimos sobre a nova composi-
de cruel la le. -'o do senado :
As minoridades hespanholas da Cuba Eis-aqui qual ser a composicSodoso-
cumpriram um trislo devor;mas satisfize- n,do relativamente emenda do Sr. Tor-
ram-o com a dignidade e decoro proprio de 8eur quo tenda a rodutir a tres annos a du-
liomens de honra. Para julgar o su com- raao da lu sobre as successflos.
portamento he preciso pilo perder de vista r-'itre os amigos membros reeleitos vin-
um instante a uatureza especial da ag- te e u,n sa contrarios a emenda, n entre os
gressao, e quo os seus nlocodenles fazem novos, seis foram eloitos com a misso mui
que o direito inter-naciooal e dis gentes notonamento expressa de repellir a emen-
ter lugar s.1o para ello um rev/, do qual se lie ni do todos os estados hispaiio-america-
nSo levantara mais ; porm qualquer que'nos e das nact)asda Europa. Elle havia ja
consideren! como lirausos invazores.
da. Total -27.
O mais altos principio! da jusiifa e o dever Entre os antigos membros dezoito vo-
que lodoi os govcrnoi leem de proteger e de- taram pela emolida Forgenr; e soto dentro
Tender a locicdade couliadi a seu cuidado, e>i- os novos se reunir ra a estes. Total 26.
giain um castigo prompio ccxcinplar, para im- a Um membro, o Sr. Tiiuin, deve licar,
pedir que outroi se comprometan) em empre- entre os membros novamento eloitos, fra
"^e,nonamerc,nodeclaroupubUcau,enle J" ^[T'."-,U9 "reee,,elD; "3 6 l""-
por va do geueial laylor a Mr. Filllnore que |ua lul el'lt'' Cjmra sua Vontado, sem que
esle bouieus eiiavam fra da le. governo '?""* onlrahido uenhum empenho, senao
hespanhol, por ma parle, proclamou ha mais a|oda porque tom declarado que suas opi-
de um anno a firme reoluco de applicar lodo nios o aproximarlo muito das dos adver
o rigor da le, depois de 1er cnsaiado um ayate- sanos do imposto.
ma de clemencia que fez com que, tanto cm In- Pessoas que conhecem o Sr. do Thuin
gaterra como na America, oaccusasscm de de- aflirmam que-nSo acoilai o mandado de-
'NaoTnaoSdovid. aobreodirei.odal.es- elo'a "" ~ <">
panha, uiai considerara-se c luvocava-se a ma ti- a M i
cecut:o como preaervaliro para a aociedade lolavia se o Sr. do Thuin votar a Tavor do
ameacadi pela barbara poltica doi aventure!- systsma do gabinete, seu voto no ho sufli-
rui americanos. Os enrgicos e nolaveii arti- ciento para assegurar a iinuiunda do Sr.
gol publicados pela Imprcnsa inglcia, e ai po- Forgour a ma loria do vate 0 seto votos ado-
derosasiaics allegadas por aU'um dos homcni ptai iam a emenda, viute e seto a rejoita-
de estado mala distlnctos de Inglaterra, lerlaui ritin A isualdide dos votos oquialo a
entinado a llrspanha, se ella o naosoubcisc ja, recusa,
que era conveniente e neceisario por cnipra- '
tica o direito coiiimuui das naedes coulra as
borda doi moderno! pirata! e Oibuilciros.
A Hespanba salisfet ao seu dever. 6c usasic
oulra vez do lysteiua de dofura e Indulgencia,
condemnado j pela experieucia como iinpru-
dcule c absurdo, aeria aecusada, e com raso,
de abandonar a causa dajusticauniversal.de
abdicar o seu poder, de deixar sein defcia a
cama da mctidade auieacada ua Cuba, e final-
mente de atraicoar pela impotencia e debilida-
de os sagrados deveres imposto! pela Providen-
cia a todo! o goverooi Que paiz obrarii de
outro modo cm ciicumitauclas aemelhanles?
O muudo (fcil he de comprebenderj comino-
ve-se inuubiiavelineiile villa do aanguc der-
ramado no eail.il ilso pur cuines polticos duran-
te una guerra civil; c nao obstaute, quantas
eiecucdei muito mais numerosas que ai da Ha-
bana ha pouco ae tem fcilo na Europa, sem que
um nico peridico levautasse a voz para aecu-
sar de cruda cssc paizes onde ai re. -ras exe-
cuccs tem tido lugar!
Porem quando as victima!, deisando de lado
a piedade que devein inspirar, sao aventurei-
ros deiconhecidoi, eitrangciros mercenarios,
sim Veos, tem lei e sem andeira, como per-
fetaiuente diisc o 7iincs, que tao evidentemen-
te sao culpados depirataila, e que atacam uio
aeni pudor as poiieiide! de um goveruo que
eit em pal com o sen, a com o fin de reparli-
rein o dopojo! da eipedl;o: nene caso pude
a le parecer clara, pode aer o cuinprlmeuto
del la considerado como um acto de crueiuade?
Ignoravain esle homens a Iri? Nio aabiam j
a sorte que osaguardava ? Nao operaram com
ler le. to conheciuieuto de caua e proposito de-
liberado? Conslitue a crimiualidadc o aerem
qulnlientoi Invaiorc em vez de viole ou nu-
la pirata!? Pelo contrario, Uto sena raia para
aer inaii indispemavel operar com todo o rigor,
porque quanto maior he o numero dol crinii
liosos, tanto maior he o perigo, tanto maii atroz
e mal premeditado he o crluir, e mala impru-
dente e mais perniciosa a iuipunidade doi pi-
ratas.
A .i... ura c a generosidadeferiam sido neitc
caso prora de debilldade e de impotencia, o que
levantarla novos aveutureiroi, eatiinulando-os
a pilbageui e destruicao da liba de Cuba.
be consultarmos os procedentea historeos,
onde poderemoi encoulrar um governo mats
clemente e mais generoso que o da lleipanua ?
Ui proprio! annaei da Inglaterra, acaao nao
nos otlcrecein urna iiiiinensidade de eaemploi
de castigos mais Trequenlese mais duros? Que
fea a Inglaterra recntenteme com os pirata!
dol mares da China.' O numero dos aventurei-
ros futiladoi na Habana, jioJe ser comparado
ao dos pirata! to juitamenic exterminados pe-
laa furcaa navaea da Inglaterra ? E aein embar-
go, o piratas cbioaa nao tinhain viudo atacar
a Inglaterra oai suai proprlai poiienea, nao
linliain viudo de proposito verter o languedoa
leus soldados c doa aena subdiloa, nem deipo-
j i-l... das mas fortuna!.
A Hespanba, guiada por enes principio!, pro-
poz-te seguir una uiarclia Igual. F.m pai com
o governo doi bitadoi-Uuldos, e reipeitando,
como ella o faz, todol os direltos dos subditos
americano!, tratarae caitigari como piratas,
aoi aventrenos que podercm invadir o seu ter-
ritorio, lem indagar d'onde veiu, nem a que
paiz pcrtencein.
Se por coiiiequeocia das diviies das forjas
do general Enua, a expedi^ao de Lpez nao fot
Dar-se-ha acaso que senadores que vo-
taratn contra a eme i la, votarSo a Tavor
della e i tiovcuiliro.' Cromos o conlrariu
Conhecunos sonadores que por amor da
paz, por pura condescendencia volaram pela
immunda, porin que estilo resolvidos a
votar contra ella, depois quo o ministerio
quiz viul inlar-lhes a voulado, imimiduii-
do-os com urna dissolucao.
Julgamos de maisquo he prudente lo-
mar em cans leracau os acontecimentos o a
con lucia ulterior oogabineto.
Temos citado a gazola ministerial c a
gazela da opposic.3o clerical. Eis-^aqui ago-
ra como um dos orgSos da oppusicSo de-
mocrtica, a Hallan, de Bruxellas, expe a
siluac.io :
Temos-nos abstido de lomar parto nas
eleiei. ., que ae.ili un do ter lugar, ejusllli-
camos nossa ahstencJo. S3o deviamot to-
mar paite a Tavor do ministerio contri a
manira do senado, e muito menos uinda
leTender esta maiorii contra o ministerio.
Vio ha portanto para nos nem tnumpho,
nem derrota no resultado que temos de pro-
clamar, porm resulta daht urna grande lic-
c3o quo ne bom dar a conhecer aos vorda-
deiros liberaes, aos amigos do progrosso.
(.mando a, opintilo liberal sahio victorio-
sa do scrutinio de 1847, e quando ella con-
liou aus ministros actuaos a missao de diri-
girem os negocios do paiz em urna va am-
plaineute democrtica, o liberalismo tnum-
phava em lodo opaii; os cuugressos libe-
raos Ihe litiham dado urna orgitussco tal
que elle poda dominar para diaute seus
adversarios e frustrar sous projectos. Os
clencacs c.iavain dispersos o abalidus com
a derrota. Que cumpria (azor cnl.lu .' quo
d :vi a la/ m- mu ministerio seriamonte libe-
ral? Cumpria aproveilar desta urgatiisi-
CJo, cumpria cunsolida-la, cumpria Armar
a opiniao liberal sobre bases taes que po-
lsso afrontar para o futuro sem perigoos
guipes da seus adversarios; cumpria, em
urna pi.avra, servir-se da victoria alim do
c mis. lid ir para sompre o llbaralismu noste
paiz.
Em lugar disto o que fez o ministerio P
Apenasencarregado dos negucios, altcnou
de si de urna parle o concurso do pina frac-
C8o importante da opiniao liberal, expellin-
do brutalmente de todas as posic,es, lodos
oa libcraes indopeudentes os quies no
quizeram curvar a cabeca debaixo das Tor-
cas eni linas da f.u\au doutrnarii; de ou-
tra parte procurou Tazer esquecer aos ca-
tholicos sua elevac3o, Tazn lo-llies conces-
ses que cedo ou larde deviam voltar se
contra si. Deslo mojo o programla uo
congtesso Iho oidenava a retirada da lei an-
ti-liberal sobre o ensino primario, que aJ-
unUe a iatervencao do clero no ensino i
titulo da auloridade, ea le Subsiste anda.
Propondo a le sobra a instruceflo me-
dia, o ministerio inlroduzio nella, esperan-
do abrandar o cloro, esse Tamoio artigo8,
seja a resoluc,;7o quo" tome, ha um Tacto
constante, ho que ello ho responsavel pa-
rante o verdadeiro liberal'sno, polo trium-
pho quo os catholicos acaban) de obter.
He constante que temos 0 dirollo do Iho
pedir coula, em presonca do um lal revez
do que tem Tdito dssta b'lla organisaco
que Ihe compara o congresso liberal :' E
como no pode responder a nossa inte pel-
I 'coa, temos ii .iireit d i ropnlir-lho aiiidi
o que temos ja tido tantas vezes occasulo
de dizer-lhe, que lem (Ido omiti ti > cum-
primenlo de sou dever, quo ten conpro-
uietiid i os inleresses que iho foram confia-
dos, e que tem retardado pira inuilo lempo
anda o tnumpho daopinio que devia re-
presentar.
Attcnlcm bem os verdadeiros liberaes.
a elcic,3i> de 27 ha urna grave liccfio; os
iniiiigos estilo as portis do lluini; In lem-
po de pedir ao iniuislorio coula do nossas
legies. AmanhSa seria Ulvez muilo lar-
de.
O mesmo peridico acrescenta :
a Sentimos uo ter agora os dados dos
quaes resulla o numero dos quo n3j vo-
taran.
Citarnos Bruxellas, onde sobro perto do
dez mil oleitores, qualro mil nicamente
tomaiam parte na eleiean.
Em Lige, 3,209 unicamoolc.
E'U Verviers, 1.623
E u Charleroy, 615.
< Estes nutnoros dain a i le do sucesso
qua tom obttdo o principio do ronuncta
proclamado pelo partido democrtico.
l'rcssc.)
destruida dentro de 21 lloras, a la ruina era' Tonta de tantea difllculdades sem cnegar a
de todos o inodoi linuiiuentc segundo as ultl- nenhum resultado ; e aln) de lodo isto,
ANTILIUS FRANCEZrVS.
Erupc.lo ile um vulcui ii i Marti 11 a.
Bccohemos urna caria particular de San-
Polrn da Martinica, com dala de 14 de azos-
lo passado, a qual refero algumas particu-
laridades sobro a crupeflo do un novo vol-
oJo, a qual teve lugar na noilo do 5 ou 6
do ni sino mez.
No ui.ini"iilo cm que o paquelo Gqrd par-
fia de San-Pedro, a erupcilo priucipiava. o
so a} tivessemos recibido noticias poslo-
riores polo paquete do 14 de agosto, toria-
in is podido crer que San-Pedro estara des-
tru lo completamente, porque os passagei-
ros do piquete vinni os luibilhOes de cin-
ta o de Tumo levaular-se sobre a cidade,
sem poder dar cnla do que se passava.
Durante a noitc de 5 ou 6 de agosto, os
li ilul it-'s de San-Podro acardaran sobre-
sanados pela enn' ,n; Vi (I i, liahitanlos dos
arredores os quaes vinliim refugiar-so na
cidade. Elles fugnm ao estrondo horro-
roso quo se Taza ouvir na montanha Pelee,
a duas ou tres leguas ua ci lade, o que se
perceba porTeitamonto do interior inosnio
de San-Podro. Na cid ule no se sabia bem
qual a causa deslo ostrn lo o da chiva de
cinza que sobre ella ctlna, e geralmenio
peusava-so cm um nuvo tremor de torra.
No dia seguinte pela minlnla San-Pedro o
seus srrcbaldes apressalaram o aspecto do
urna cidade do norte, quanlo duranlo a
noite cala sobre ella urna Torta gcada bran-
ca, ou nevo. Ilavii inultos medimeiros do
iim.i ci ii alvace.ita que coaria a Ierra, os
t-jlhados e as Toldas das arvores. Esta cho-
va de clnzas continuou duranto toda a ma-
nilla. Nos dias Siguiles os h .hilaiil-s
foram visitar os lugares, o o Diario de Sao-
Pedro puhlicou algumas particularidades
sobro a erupcSo.
A ni inUiili i Palia aprsenla actualmen-
te 15 pequeas crteras o 4 grandes. Sup-
Ee-sique as pequeas crteras quo sSo
asante unidas unas sout'is, acabaran!
por confundii-si e nSo Tailo em breve
mais que umi s bocea. At aoia 14 o
dado um passo imporlante auullan Jo a con-
cesin sobre o isilimo Toheciiiteiicc apezar
das maqiiinaces dos espec-.dadores do No-
va Urleans o dcsla cidade ; o projeeto que o
congresso adoplou, o qual abaixo transcro-
vei)iusf vem conlirmar a louvavcl delerini-
nacflo em que esla o presidente. A vista do
fzer respailar as* dignidades de sou paiz
A lei a que acabamos de Iludir he como se
segu
Art. I. O governo eslibelleco quatro
colonias militares no islhmo de Tehecan-
tepec de couformidulo com u estado n. 1, e
com o presopposto n. 2.
Art 2. Cada uina deslas colonias com-
prehcruler qual o sillos, o ssrlo eslabole-
culis o providas do cunformidade com os
rcgulamentosdo 29dejuuho do 1818 o 15
do novetnbro de I89, polen lo o governo
faz'r-lh.'j todas as modilicc's que. as cir-
cumslancias exigirem ; lOicui des o j sor-
virilo de base as s iguioles rosolurjes :
I. SerJo preferidos os terrenos devolu-
tos aos que foroui pertoncenlcsa particula-
res, salvse a segorinca do lilhoio obrigir
a obrar de um mudo diirorentc, no qual ca-
so as ditas prupriedades se alquorir) con-
formo us leis.
II. lempo (ixido para que a colonia
scji constituida em povoaco ser do qua-
tro annos.
III O mesmo prazo dovor ser detor-
mina lo para o alistamenlo e para a ins-
cripffi i.
a IV. Umi vez determinado o modo de
adquirir terrenos concoli los, os quaes
conslituem urna proarioda.le particular, s-<
eligir o conientimento do governo da
i na i para o traspasso do ditos lerronos a
OUtros indivi luos.
V, Os subidos d>) naijes oslrangciras
uo pdenlo sor admellidos a este traspas-
INTERIOR.
Parahyba, 3 do novembro de 18511
Em da pouco proprio Ihe cscrevo, pois
ho tilo merencorio esse som que saho dos*
campanarios convidando os lie's a comine-
morar os deT'jntos, quo contrista o mais
alegro coraco, o enuvia o animo mais jo-
vial, porm como nao tenlio muitos defuu-
loa a nuil in ,: r. visto que, alm de
mous pbis, s tive tiadicilo de um av mi-
lernn, e de mus nenhuns prenles, sem
duvida por falla do um chronista, que no
de gaus nobrra feitos, por isso conclu de-
pressa mcus responsos, e vuu espancar a tris-
te/a que, pe anta pe. mo va acommeltendo,
escrevendo-lhe, uneo intretenimenlo que
miiilia vida cxlrasocial me consenle, nico
desabalo que a susceptibilldado dos homens
mo peroulte, unict occupaclo que oslo
inundo desalorado merece.
Erna niiiiln irania, lilil da iabu:,em do
idade, ou da vacancia oc aTaieres, como
quizerem os m-iis cavrioms, tem-ine rendi-
do cruois golpes, sem mo valer o incgnito
e nem niinlia prudencia, pois a maldade es-
ta Uo sublimada, he tilo lublll a irlo do
doestar, quC os golpes da malo licencia pe-
netran) a trmciicira do incgnito, sem per-
der sia insolen i e nSo lespeilam a pru-
dencia do Individuo con) quem sao alira-
dos : isso pouco me impoiti, elles nada
me cncomniida.il j e so Ion oa nlllgido
os lomorsus de sv eu causa, aiuda quoin-
nncente, de outrein snIT er os efTeiios do
miiihas obras; pagar dividas quo no con-
iraliu, uniciiiieMo porque a pednuaria de
alguns q ie so quorem dizer enlende lorc;
de e-llos, apreciadores d'arte, couhico-
dores d linguago n, avaliadores da capa-
cidades, sem saberrn o quo he estillo, sem
coiiliBccrcm d'arte, sem torem linguageiu,
querem a forlio emprestar a Pe Iro ou Pau-
lo o i) io u ne .ni.'uto de direito me perton-
cc. A pouco li com cnmpaix3o um aili^o
te un, que n.io he qualqucr pedante, eul
qua lie a (.tribuido ao autor de minhas cartas
um outro artigo em que elle tem tinta par-
te como Judas no credo ; o assim excaledru
vilo decidindo de tudo, ludo igno ando.
0aem autoriuelo do go/erno supremo, el I*" minlia pirto vou doixaudo no riliculo
se advertir aquellos a qu-m so haj i cotice- cm que se tiram essrs apreciadores ; ou-
dido dita autorisir-ao, que ior este feilop-r- tro l.nto fa?a quem icvar fama som prov i-
dernosua qualidale de cslrangeiros o soro to, irlos uns e oulros quo entre linios,
naturaljsidos. !apuntados por directores desta peni, quo
Art. 3. Kica o governo autorisa lo a fa- 'I" cscrevo, anda u3o vi nomear-ino, c
zer as dospezas necessarias para tonificar nunca o f.ro, porque na prosa nunca mo
convenientemente a barra do Coaizacoales de a espectacilo cuno agora,
eos demais pontos do isthmoqun julgar NiJal-ni ocorri lo contra tranquill-
til, o bem issim para estalielecer un pro- da le publici e S'gurauca individual; o o
sidio que conlribua para aquolles t'a- mez de ouluhro liu-iou so sen uovidadc,
balhos "'" l'ulo sido deltas muito abundante.
A organisaco das colonias expressa las Algumia Chutas, queapparecerain em seus
na le quo precedo requer iiecessariamonte ullimos das, excitanm u/na morrinha ca-
baslaute tunpo, poicui no entuno ogover- tarrhil quo tom encominodado bislanfes
pessois. A vanla, qui alie m muitos in-
no mexicano n3odeixara iudefesa aquella
porla da repblica : cu o ell'-ilo a esla hora
.levoni Miar j all postados 3,000 homens
di guarda nacin I para defender o islhmo
contra os intrusos desso paiz Uo bero acon-
solhados pela imprensa demagogici.
Porm as que prcccdcm n.io s3o as nicas
medidas que se prop; lomar o governo
do .Mxico conlia seus iininigos exteriores,
elle ha pensado om formar uuia confdera-
c3o com as ropublicas li.spino-anicrinauas
alim do i.l-rc.'er urna resistencia mais elli
caz a repblica visiuha,a qual,quer directa,
|u.e i i li. re i,i ni e ii 1 -, -si a mu i longo do traa-
la couioirina. Esta coufedcrac3o lieamcs-
ini a que ,.lia.lia do um mudo Uo vago o
lelegrapho ue Nova Urleans, ha alguns das ;
acerca dola podemos dar buje pormenores
mais eslensos e de muito mtoresse. Vemos
com eireilu pelos peridicos mexicanos que
o senado adoptara um plano do general
Torc, o qual consti do cinco irtigos pnu-
cipaes, que vamos franscover dos peri-
dicos des'.a cidade por uo nosh ivor che-
gado as nios o original. Elles dizem
assim.
Art. I. O governo do Mxico convidara
as demais repblicas hispano-ainencanas a
lomoar plenipotenciarios que concomio a
reunir em o lu
um congresso, o qual se reunir em o lugar
fumo continuava a sabir dcslascratsris. A jenajoca quo a uiaioria dos ditos governos
9 lomeu-se urna nova empelo Ouvia-su idosiginr.
al na cidada o estrondo do voleo, quo I Art. 2. Os objoctos do congresso serio ;
ora samoloaolc a urna descirga da arlilha- i t., plantar uui syslema poltico que cou-
ria longinqua, ou a urna viulonta tem tado: tolavia a oruacao no tinha como- mando-se aos principios do direito uilerna-
cado outra Tez. I cionii; i.', adoptar uina le da navegieao
NSo houve nenhuma desgrasa que deplo- e commercio ; 3.", eslabelecer nina linha
nr. Organsim-so caravanas de curiosos P" mauleros beneficios la paz o reunir
para ir visitar as entera, purcm os caini- seus eslonjos em casos do guer.a ; 4.',os-
nhojoatam tSo mos que n3o se polo anda labelecer um arbtlrameulo para dicidir as
chegar at ultima crtera que ha a maior dilliculdados e quesUo que possam sobro-
>3o he senao com muito Irabalho que se vir entro as republicis hispano-america-
chega s pequeas buceas que voiinlnii nas, para evitar cu) toda a costa as hostili-
uma especio do lam ciuzenli e do tima idadus; 5.', a conclusSo de tratados espo-
temporalura bastante elevada para duixar caos para perseguir uus mares respectivos
escapar um fumo esjossa que sobo em o-jo ntico dos escravose a piralana ; 6. ,... --, nanieii'iiur roma
lumni. O enzorre eolia em grande qu.u-. liiar as pocas ooi que se dove rouu.r o "'^pl'iluosos^e pjrdeuJfwjMMUl
ilivi luos neiti capital, val declinando. Tem
sido dillicil persuidir a populacdo o salutar
preserrativo da iunoculacao, pola prevau-
(do om qu i esla do que o innocula lo pJe
ser nova nenie atacado da pesio. Esta pro-
renefio he fundada em alguns casos lilucs
da incuria ou ignorancia de alguns vacci-
na.lores, que n.io verhciill a quilida lu da
biXiga uasc la da ninocul n;ao, que nao
sendo muit'S vez'S veidadeira, deixi o in-
dividuo sujeilo a um novo alaque, lano
mais perigoso, quanto o indiviluo menos
previni lo se ach em evitar o contacto de
om,'estados de icsitn i qialidadc. N3o sei
quando Sara inloirameiito vencida essa re-
piignaocia. Esquecia-me cunsignar outra
cousa dodiscieiito di vaccina, e be o fu-
nesto resultado d< alguns submottidos a
iiinoculacno pul ni iv,.luos qu i serv iin-,o
sol as cautelas da sciencia de pus extrahi-
d i d i varila ordinaria c de pesie, e som
escollli ne qu >li lade e esl i lo saiiit in o do
individuo donde si xtralin.
Temos nesla capital um deligonte encar-
roado da vaccina, quo em verdade muitos
s-'i vicos lem prosisdo ni s por si, como
por alguns de seus agent s lo centro, oudo
nein sempra Ine ho pussivel encoulra-los
.- :i a precisa aplid.lo.
O mez de iiovotnbro nilo comerjou muilo
hem nesia cipital, e no primeiro pirece
que S. Ilarlholumeu prepon lerou, e lovou
do veicnli os do tu>is co npanheiros. Foi
u ii da infausto para dous individuos. Lu
sofodo seucosium', foi provocu a outro
o depois de muito abusar da paciencia om
que esHosoffiia, com aqual mais creda
sou arrojo, teve de versicuJir-lhi a caaaca
uo corpo, som maior novidada, brando as-
sun com uina barata licao. As pessoas en-
tro quotn se deu osto ficto s3o de alguma
coiisi leracao, polo quo lain.iitindj a im-
prudeucia do uuia, a la m us dircf, estiman-
do quo ella aproveile bo n a ligio.
o.ii n eulendeu quo devia experimentar
a capacidalo de sua cabeca quanlo aos li-
o noite que licou om oslado de furor, com
inciiiimudo dos viziuiius e quaulos tveram
a desdila de sofl" alo. Este lacto da peque-
a c .iisi lorae.io cm pesSia coiiinium he
su um .incale laslilll ivel cm n i ti 111050 lilho
de pessoa de honra, cuja velhice amargar*

FS
ira


en teut desmando, e creio que sem es; e-
ran<;a de emenda, lie este um orgulho que
todos os joven, devi.m ter anteosolhoi para
se n3o ai redarem dos dictaaWS da honea-
tidade ; e dos conselhoa paternos, e por la-
so nSo vtcilei em consigna-lo em ininb.
cbroniea.
As eleicOes anda nfio desmentirn) minli a
assercfio en outraa cartas sobre seu resulta-
do provavel, e brovemcnle, logo que o ob-
teoha, |n'o rcmoitorei.
Nao posso ser mais extenso, porque vou
tratar do encommendar ou recomoiendir
os poucos definios que lenho no oulro
nundo.
PERKAMBUCO
JURY DO RECIPE.
5.* SESSAO'ORDINARIA KM 6 DE NOVEMBRO
liE 185t.
Presidencia do Sr. Dr. Rtht Silva.
Promotor, a Sr. Dr. Abilio Jos Tarares da
Silva.
kdvoyaio, o Sr. Dr. Hanoel de Souza
Carda.
A's onze horas da mandila, fcili a cha-
mada icbm-sn presentes 35 Sr*. jurados.
N3o haventlo numero legal, s3o lirados
da urna supplementar os nomes dos seguin-
tes senhores, para completar-so o numero
prefino na lei:
Francisco Antonio Coussciro e Silva.
Antonio Joaquim de ulivein Baduem.
Manoel Daptistade Souza.
Manoel Alvos Cierra Jnior.
Manoel dos Santos de Azevcilo.
Francisco da Costa Arruta e Mello.
Simplicio Xavier ila Fonseca.
Antonio Pudro do Figueiredo.
Vicente Pereira do Reg.
Luis de Azevedo Souza.
Jos Bernardo Salguero.
Simplicio Antonio Mavignier.
Bernardo Antonio de Miranda.
Jos Verissimo dos Anjos.
Pojco depois, lendo comparecido tres dos
Srs. juizes de facto sorteados,
O Sr. Presidente abre a sessilo.
S3o apresonlados pelo Sr. Dr. Costa Mi"
uezes juiz municipal em exercicio, os'se-
guintes processos que teem de ser julgados
na presente sessfio.
Presos.Josi- Manoel Borges.
^Affonso Valenca do Santa F.
llana Joaquina da Conceicao.
O prcto Jofio, escravo de Manoel Antonio
de Azevedo.
Antonio Francisco Loureeiro.
Antonio Concalves Lima.
Allaucados.Antonio de Souza Tcixeira.
Pulcheria Ismeria do Araujo.
Jacinlho Jos Cabral.
Uueixa, autor Joiquim I.ohato Fcrreira,
reo Manoel de Almeida Lopes.
Manoel Francisco da Silva Barrcto e os
escravos, Lourenco, Mancado, c Gre-
gorio, preso.
Antonio Pereira do Monte.
Procede-se ao sorleamento do conselho
quo tem de julgar so reo Alfonso Valenca
de Santa F, aecusado pelo crime do tenta-
tiva de moite.
Sahem sorteados os Srs.. Francisco de
Miranda Leal Seve, Jufio Polivarpo dus San-
tos Campos, Bernardino Jos Monlciro, Jos
Jeronymo de Souza Limociro, Francisco
Jos Itapozo, Dr. Mmoal Domingues Cole-
cera. Bernardo Jos Marlms Pereira, Jos
Concalves Torres, Dr. Francisco Saralico de
Assis Carvalbo, Clinstovfio Cuilherme Bre-
kenfeld.
Prestado o juramento do ostylo,
O Sr. ['residate faz ao reo o scguinle
INIERROGATORIO.
J3 : Como se chama i
Reo : Alfonso Valenca d Santa Fe.
Juiz : Donde he natural ?
Rio : Sou li lio de Macei.
Jki's : Que idade tem ?
Reo : 19 anuos.
Juiz : Lembta-so aonde cstava na tarde
do da 3 de marco do correte anuo?
Reo : Na eslrada da Victoria.
Juiz : O que faziu f
Reo : Era empregado na eslrada.
Jkij : Eslava nessa occasiHo cum urna
espingarda de cic,i i'
Reo : Vinha da cacada, sim, senhor.
luis:Para que hu tinha essa espin-
garda ?
Reo : Tinha-a porque er empregado
ni eslrada, e quando so acabava o servico,
so havia de andar pela casa de um c de ou-
lro esculanJo o que se dizia, andava ca-
fando.
Juiz : Coohece a Joilo Malaquias Mon-
teiro t
Reo :Conheeo, sim, senhor.
luis : Era elle seu compauhoiro no ra-
ualho?
Reo : Era, porm trabalhava dahi meia
legos.
luis : Na tarje do dia referido travou-
se de rasfles com esse liomeo
Itin : NSo, senhor.
luis: Disparla* espingarda que tinha
contri csse homem ?
Reo i A espingarda cu disparci, porque
vindo eu da caen, achei csse homem noter-
reiro da casa, descom ondo nimia mi ;
vou eu enlSo disse-lne, que elle era um ho-
mem velho e que nilo cslava-lhe bem estar
dando aquellc escndalo visinhanca : elle
enlao avanijou-se para mim para me tomar
a espingarda, mas como elle he liocnom que
quaodo bebe um bocadinho desconhece ale
a Dos, eu que t eslava com a espingarda
no descanco, disparei para o ar ; elle enlfio
seguio altas de niim 'gntanlandomalo-te
sempro cabrae com urna faca na mfio, foi
eolio que romo, presus.
Ju; : Porque motivo eslava Monlciro
altercando com sna iii.'h .'
U> : Ello costumava ir na casa do mi-
nh.mfii.
luis : Vosse tlnha com elle iuimisade ?
Rio Tinha amisade.
luis Quando foi preso ?
Reo i Em 3 de marco s horas da
tarde.
Juis : Por quem foi preso ?
Reo : Pelo inspector.
luiz : Sabe escrever ?
Reo : mt Nfio, senhor.
So lidasas pegas do processo e lindas s
allegados pro e contra,
O Sr. Presidente faz o rclaturio di causa e
dala, foi admilllda a matricula a escuna nacio-
nal Sania Cruz, de i l lunelada, propriedade
de Jofio Francisco di Crui, cidadAo brasilriru.
domiciliado neita praca,
R, i'J. Por despacho do tribunal da mima
data foi adinittld.1 a matricula a Eallota)nacio-
nal Saullislma Trfodada, de i3 innololai,
propriedade de Antonio Alves da Cuoha, clda-
dlo braiileiro, domiciliado oesla ctdade.
N. 30. Por despacho do tribunal da mesma
dala foi admilllda a matricula a sumaca nacio-
nal Carlota, s\t &4 e !j4 toneladas, propriedade
de Jos Goncalvea Simas, cldado braiilclro,
domiciliado uesta pra(a.
N, 3l, Por despacho do tribunal da incua
dala foladiniltido a matricula o hiate oaclonal
Amelia, de 63 toneladas, propriedade de Joa-
quim Jos da Silvelra, cldado braslleiro, do-
miciliado tiesta praca,
N. 3i. Por despacbo do tribunal de 30 de ou-
tabro foi admitiido a matricula o brigue na-
cional Sania Darbora Vencedora, de 232 tonela-
das, propriedade de Francisco Jos Rodrigues
Sacavein, cldado braslleiro, domiciliado em
Macelo.
Secretaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco, 4 de novembrodc i85l.
Kst conforme.
Mu miao Fr anritco lliitr,
Oih.'i ,1 malor Interino.
I
Publcago a pedido.
Maranhao.
Tendo sabido no dia 1. do corrento
mez dote porto para o do llavana a polaca
hospanhola--Merce'lira -- capitilo Don Joo
Papiol, de propriedade de Don Francisco Dj
menech, levan lo de pralxo da barra a Fran-
cisco Jos Peroira, contra a vootade do ci-
pitilo u dono do navio, porque no Ihcs
merecen lo c Miac; i o dito pratico foram
pedir oulro ao Sr. cipitBo do porto, que
nSo quiz dar di/cnJo quo aquello era a
quem poitencia deitaro navio foro, aconlu-
ceu por similiiante ImposifflO e telina o nau-
fragio da mesma polac, o penla total de
lodo o cirregamenlo que lovava, llevando
dar-so grabas a Dos por nilo t?r havido per-
da de vidas. O pratico ou por bastante ve-
lho, ou talvez porgue j estoja esquocido do
sou ollicio, uu porque realmonle pouco sai*
ha dello ( porque n sua prolis-o era .lo mes-
tro de canoa ) no licixou o navio fora dos
haixos de Itaculunian, como costumam fa-
er lo les os palios, e enganou ao capito
di/'-n lo quando largou o navio que ja esla-
va livre de todo o perigo dos baixos, motivo
porque bouve o naufragio.
Ten Jo o capi'), pi otoo marinheiros che-
gado a trra no dia -2 pelas 10 horas da ma-
n'.i.ni, foi logo o capillo aptesontar-se ao
Exm. Sr. presid nte da provincia, o cm se-
guida o dono do navio, a quem sua Ex res-
pon leu que so fosso apresentar ao seu cn-
sul e quo tratasse de dar as providencias pa-
ra o li ni de ver se anda poda salvar alguna
COUSa, do que logo se tralou, frelando-se
para esso lim o vapor Curense.
Como o cjpitau o o dono do navio nito
podessem hirapivsentir-se na rapitania do
porto, por causa da rapidez quo emgiam os
soccorros, maniiou o Sr.-capililo do pono,
pelo ijudaote da capilania, dizer ao consig-
natario do navio que nessa occasiiose acha-
va na pon- do pao do Trapiche do -Sr. Cui-
Ihon, que se o cario tifio l'oss; logo e lu{0
aprezentar-so na Oapilania do porlo passa-
ria poralguma violoncit! ao queserospon-
douqueja so lendo apresenlado ao Exm.
Sr. presidente, Ihe tinha Ucultado o tratar
de dar os soccorros que fossem precizos pa-
ra salvar o sen mvio. Fui este o pritneiro
socorro que prestou a cmitania do porto
por orden) do Sr. capitfin do porto !!.'
Nao contente com islo o merilissimo Sr.
Capilfio do porlo, e constando-lhe que o Ca-
pillo JuaManoel Barbota hia de pratico no
vapor Callete, manda dizer ao dono do
vapor que desse ordem ao dito llarboza pa-
ra se lur aprezentar a S. S. do contrario que
o mandava d zembsrcar, o que ludo foi
commuuicailo ao consignatario do navio.
Ora como o capitao llarboza nao hia de pra-
tico, e sim a pedido e por obsequio a um
seu prente, e ao dono do navio, foi preci-
so participar isto mesmo ao Sr. oipitao do
porto para nao cnhaiacar a saida do vapor,
com o que no Ocou aatisfeilo tlitendo que
hia mandar n ajuJatile da capitana para
salvar o Navio! Fui este o segundo SDecorro
quo prestou a rapitania do porto por ordem
do ir. capillo do porlo !! Agora lica S. BlC.
e o publico sabe.ido quaes os soccorros
qui-preslou a cap'.lania do i'orto, bem co-
mo os Iropecos que poz para nfio seren mas
rpidos A' vista dislo quem perder algum
e.mbaicicao deve hir logo sem per,la de
lempo aprorentar-se na capilania do Porto,
aonde nfio se costnmadar o menor auxilio,
antes dificultar as propriat prov lencias dos
particulares1 Dos permita quo islo sirva
do licco ao Sr. capilfio do Porto, e que o
Exm. Sr. presidente da provincia faca com
que esto bom hoin im coohec i melhor os
seus deveres, e trate com mais poledez as
partes que vSo sua roearlif-So.
Maralo > du out.ibro de 18I.
*
{Do PmbHeador Hartunte.)
i-'xportRcio.
Pari brigue escuna nacional Graciosa con-
idUio o seguate : 6 oilxas com espimgar-
1 das, 3 ditas com facOes, to ditas com vid' os,
19 barricas com garrafas de sorvcji, 4 s icos
con tlfazena, S ditis com cominhos, i bar-
rica com esva-doce, 1 caixa eom miudezas,
89 birriquiohit rom 326 arroba 10 ib. de as
sucar branco, 29 ditas com 45 arrobas do
caf muido, 7 barricas con- calimbos, 20
eaixas com relias, t barril com oleo de re-
cio, 2 possus de forro para fugfio.
M mullan, brigue escuna nacional Gracio-
sa, conduzio saber: 4 quartolas com vi-
nho, 150 arrobas de gssso em pedras, 2 eai-
xas com garrafas licores, 150 barricas com
familia do trigo, 5 eaixas com folhas de co
bre, 1 barril com pregos dilo,t5 latas com
agoa-Raz, 6 eaixas com parnahibas, 5 barri-
cas com paiuco, 20 ancoretas com aeilo-
no-, 15 barricas com garrafas desorveja, I
caixa com armas, io barriquinhas com bo-
laiinhas, 25 eaixas con bacilhau, 3 ditas
com fosfuros, l barril coa, cravo-do forro,
6 fardos com fazendas, 3 eaixas com ditas, 1
caixa oom litas, I dita com chipeus, 1 fardo
com papel J l embrulho com pelica, I di-
to com t selim, 1 dito com espanodores.
Ciar, brigue escuna nacional Graciosa,
conduzio o seguinte: ~ 10 pipas e 4 barrs
vinho, 3 meias pipase 20 barra vinagre, 2
barris azeile doce, 2 barris rom botijas do
genobra, 6 ditas garrafa desorveja, 30 gar-
rafas genebra,6 ditas nleo de lili laea, 4 ili-
los vasios, iharriscom manteiga, 4 barricas
bicalhau, 45 barriquinas bolaxinhas, 4 gi-
gos garrafas vazias, 20 gigos batatas, 32
barricas feriaba de Irigo, 6 ancoretas dea-
zeilnnas, 3 barris carnes, 4 eaixas massas, 2
a
ha inicuamente o que dispOe a prodita lei.
Conforma.-O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
JoSo Francisco Toixoira, joiz de paz do se-
gundo districto di freguezia de S. Fre
Pedro Conexivos, ole, ole.
Fago liberaos habitantes doste dlstricto,
que em cuinprmento do oMcio do Exm. Sr.
presidente da provincia, que acompinhou
por copia o aviso da repiriicJodo imperio
de 23 de agosto ultimo,tem de se por em in-
tuir oxocuco du I.de Janeiro prximo futu-
ro en diante o rogulamonto que baixou com
o decreto n. 798 do 18 da Janeiro do concillo
aun, relativo ao registro dos nascinentos e
bitos, aotborisado pelo 3.doart.l7 da lei
n. 58G de 6 de setmbro de 1850. E para que
chegue aoconhecimento dos mesmos habi-
tantes as dispnsicoes cuntidas nu citado re-
gulamento, publicado no Diario dePernam-
buco, de 30 do moz lindo, mindei lavnr o
presente que ser afilado nos lugares miis
pblicos deste distrlcto o publicado pela
imprensa.
Segundo districto di freguezia de S. Frei
Pedro Goncalves, 4 de novembro do 1851.
-Eu Manuel Joaquim da Silva Ribeiro, es-
crivfio o escrevi.
Jofio Francisco Teixeira.
PUBLICAQAO LUTERANA.
Focuiit (fe Joaquim da Cotia
Kibeiro.
Sabio a lu, eaclu-so venda na lirraria
da esquina do Collegio. Os Srs. assignan-
tes pdem mandar receber os seus exem-
piares em casa dos Edictores, na ra do
ttuzarjo, n. 36, quirto andar.
Declara9oes.
O Sr. desembargador chefe de polica da pro.
vlocia manda fazer publico para conbecl.
ment dos luleressados o olDclo do chefe de
polica da proviocla da Parahjba que le le-
gue!
Iltm. Sr. Tendo ildo preso no dlitrlclo do
Llrramento, termo desta capital, o prcto Joo,
bocetos dilo,4 eaixas piMtl, 2 eaixas armas ,,ue declarou ser eicravode Mara Jos, mora-
3 ditas drogas,2 sacas dito,12 feixes do albos | dora na cidade de lioianna narua do Aranzel,
20 eaixas fasendase miudezas,2 fardos dito,' trajeado um cavallo,que llcou depositado por
3 pacotes ditas, 9 eaixas vidros, 1 caixfio ordem do subdelegado reipecliro; peco aV.
busca
pre-
louca, 2 amarrados paz de ferro, 1 baila de s- u.as orden, atim de que sej. avisada a
i 1 caixa ntioiios Pe0" senhora, para vir ou mandar em b
, i caii.i quu ju> do preii10 escravo C0ln o documentos
papel, 1 fardo de papelUo
I mala com faseudas,2 eaixas com chirutos, C|S0,
2caixasfolha detinidres, 1 barrica ferro de Ucs guarde a V. S. Secretaria da polica da
engomar, 2 caixa Velas de cera, 20 capachos. Parahyba, 22 de outubro de l8t Illin. Sr.
1 caixa ardiles 1 dita pililos 2 eaixas desembargador Jo Tetles deMenetcs, chefe
chapeus, 2 tachos de cobre,3 laixas de forro, de polica da provincia de Pernambuco.C/mi-
1 eiubrulho furragens, 2 fogareiros. 2 paros dio Manuel di Cauro.
de rodas, 1 laboleta, 2 chapas de ferro para | Secretaria da polica de Pernambuco, G de
fugo.160 eaixas com charutos, 6 garrafes, novembro de 180I.
.gO.rd.nU I espirito 2 caixa" ro|uelet, 2 j *%!&SSL
loixes de tabocas, 1 (orno para larinha, 1 0 Argenal ,|e (;nerra prl.ls, cumpr,r
sl,'- ., 'pao azul para fariiamonto, dito encarnado,
san-Malhous.a sumaca nacional Despigue, 0|,noa je Torro, brim branco lizo, brim da
de 49 toneladas, conduzio o seguinte : 1 nussia, lalSo em lencol de 14 a 15 libras, o- *lr,l,r com ,nejl
caixa d.versas fazen las,4 burrical bacalhau |eo je ||nhica, maulas de 13a, pares da luva ,usc de Sa AruJ "
Ihirril vtnbo, 4 barricas, farinha da trigo, de camurrja.dits de coturnos, ditos de sapa-
2o0 alqueires do sal, I.OO lijlos de alvena- ios, esleir, 2 pfanos ; e contratar a prom-
ria grossa, 2 colxOes, 1 selm eseus perlen- inc,cs0 de bonntt redondos com palla, do
ees. 1 pacute com diversas (asentas, 1 peca penachos, de dragonas, e do cascos de bar-
deestopa (avulso), I barril com manteiga, nim, quem laes objoetos tiver e quizer for-
OOOsabolas, 1 barrica diversas mercadonas, necar| p promplificar polo dirijir-sa a sala
100 arrobas de carne secca, 2 1-2 dita do co- j, directora do m-smoersunal munidos do
ra em vellas, 11; duza do coco de pau. amostras o competentes propostas.no dia 10
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE- docerronte mez ao meio dia.
t:I!)8,9(i3
5:30,428
KAES DE PERNAMBUCO.
Uendimonlotlo dia 7...... 766,01!
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcntodudia 7..... 32.850
RENDIMENTO NO MEZ DE OUTUBRO
DE 1851.
Direitos de 3 por cenlo
Direitos de porceuto
Capalatia de 320 rs. por sacca tlcal-
godo
Dccima urbana
Meia siza
Noval c velhos direitos
Cinco mil rs. pur escravos despacha-
dos
Sello de herancas c legados
Emolumentos de passaporlea de po-
lica
Matriculas do seminario
Imposto de 3 por cenlo
Iinposlodel2J,800
Imposto de20 por cento do consumo
de agoardenle
Multas
Jujos
Arsenal do guerra de Pernambuco 7 de no-
vembro d) 1851.
O escripturano.
F. Seralico d'Assis Carvalbo.
TIIEATIO DE SIZ1BEL.
e i, 11 >\ \ \.., i. \. 11
389,910
8:o8v,7*3
i ;ies,uis
18'. RECITA DA AS S I 8 N A T U R A.
i.iau'c e variado espectculo.
Sabbado 8 Depois que a orcheslra livor execulaJo a
JJ2.085 brilbinle ouvortura A cassada de llenri-
3Uj 000 c,uo *' a companhia nacional represen tai a o
los!030 Bicellenloe muito appl ludido drama em 3
' actos.
1,200! A GAUGALIUDa.
mm I NoVi u"istril|uicSo do Drama.
', i'soo frsonaoens,
|Andre Lograngc. Cermano.
11,000 Leopoldo. Bezerra.
18,0.10 D Dr. Leclerk.Reis.
,360 Estevfio.Cabral.
------------- He mrlo.Coimbra.
13:248,277Mm. LagrangcD. Amilii Monteiro.
Mesado consulado provincial, 3l il- munm n (\ j,.|,. u ftlanoclla.
* Avisos martimos.
Gear, MaranhSoe Para
O novo brigue escuna Braiileira Graciosa,
destim-se aquellos portos, quem no mes-
moquizor carregar, ou ir de passagem, di-
rija-so .0 consignatario Jos Baptista d.
Fonseca Jnior: ra do Vigario n. 23 segun-
do andar, ou ao capilfio na pnce
Para Lisboa segu com brevidade o bri-
gue portuguez Conceicd odt Varia, pin car-
ga e passageros trata-se com Thomaz d'A-
quino Fonseca e filho, : na ra do Vigario n.
19 primeiro andar ou com o capillo, no pra-
ca do comnercio.
Para o Porto.
Sahe com a maior brevidade
possivel, por ter parte de seu car-
regamento, a linda e veteira gale-
ra portugueza Bracharense tem
aceiados commodos para passage-
ros : truem na mesma quier car-
regar, ou ir de passagem, enten-
da-se pomo capitao Rodrigo Joa-
quim Correia, na praca do Com-
mercio, ou com Novaes & Compa-
nbia narua do Trapiche n. 34
Vende-se o patacho nacional Ciernen-
tina,forrado e pregado de cobro, pron-
pto a seguir viagem para ver, acha-se
fundiado no ancoradouro do Forte do Ma-
tos, e para o ajuste na ra da Cruz n. 7, ara-
lar com Jofio Fanciscoda Cruz.
Para a Baha sabe com umita brevida-
de por ter parte da carga prompta, a Suma
ca nacional nCarlotai mestre Jos Concalves
Sim,as para restante da carga,e passageros
mesmo mostr ou com Luiz
use de sa Araujo na ra da Cruz n. 33.
Para Aracaty'
Sahe impelerivelmente at o dia 18 do
correntc o hiate Flor de Cururipe: quem
nelle quizer carregar, ou ir de passagem di-
rija-so n ruada Cadeia do Recife 49 sen-
gundo andar.
Para o Rio de Janeiro.
Vai sahircom a maior brevida-
de possivel, o veleiro patacho bra-
slleiro Valente : quem 11 > mesmo
quizer carregar, embarcar escravos
a frete, 011 ir de passagem diri-
jase ao capitao do mesmo Fran-
cisco Nicolao de Araujo, na praca
do Commercio ou a Novaes &
Companbia na ra do Trapiche
o. 34.
O brigue nacional Vencedor,
sahe boje para o liio de Janeiro ,
os senhores carregidores de es-
cravos tenham a bondade de os
por a bordo de inanhaa.
Para o Aracatv.
Pcn.M alagar un, 8ii0
em Bebenbo, nSo se olha preco
a tratar na ra da Cadeia deR
Antonio o. 9 casa da ViuvaCo.1
nha Guimarfiei.
O.balso dignado respondo ohii.
vcJo eita pelo Sr. Ppilet-Cabrifio no m
rio de bontem, dii.ndo-lhe que nfio se r,i
tou verdade quiodo aa iseverou n,,.
drama O Tributo das cem Virgeoa -. ti,
pela prlmeira vez levado o scena em pe?
nambuco; por quinto fallando o abiix0 ,,
signado do Iheatro publieo, devla o Sr p?
plIet-Cabrilo conhecer que se dizia nfio i.
anda sido levadu a scena o drama em nuts
Ido nos theatros deas, ordem, e inda quin
du sssim nfio quoira.entender o sapieniiUL
mo observador, sabe-so que os expeciacu-
los dadusem um theatrinho particular, nnl
so he frequentado por certis e determin,
diapessoisdaarelcaodaquellosque n0
encarregido da prontiflcaeao desaes expc.
lacillos, nfio se podem diier pblicos
quindo um drama he em la., thoatrinlos
representado, nfiopiss. de um dtvertirneoto
de familia, e muito particular, a vista pois
do que acaba o abaixo assignado de diier
est claro que nilo faltn a verdade quando
disse, que O Tributo das cem Vlrgens -
nSo linha sido inda levado acea om Per-
nambuco.
O Dixossigndo nnne ostenton co-
nhecimenlos theatraes, mas tambem luisa
quo entender de theatros nfio be ter noticia
dos dramas quo se representan! noAheitri-
nhos dos sitios da passagem, ou de oulro
qualqtier dos rrebeldes da capital da pro-
vincia, como pretende o Sr. Pipilel-Cabrilo
quo talvez ( nfio se Arma) emenda mais d
systema dos pezos e medidas, do que di uta
theitral...
O abaixo ssigoado agndecea Irona de
que uzou o Sr. Ppilet-Cabrifio, quando o
irlou do clotjnente, e igualmente agradece-
Iho o termo fallar a verdade -- o abaixo j-
signado muito respoita ao publico, e nfio he
capaz de faltar a verdade, nerh mesmo em
particular e por zumbara, este emprestimo,
que ao abaixo assignado fazo guarda por-
ifio do brajo vermelho, elle o reverte para
o seu author. W. Y. K.
Antonio Ricardo do Reg, embarca
para o Rio de Janeiro, os escravos segua-
les a saber : Margtrida parda, Florinda pir-
da, Itayinundo pardo,Domingos, Cipriano,
Antonio, Luis, e Luzia, todos crioulos en-
tregar a sua ordem.
Antonio Joaquim Salgado, embarca
para o Rio de Janeiro, a sua escrava cabra
de nome Alexandra.
Precisa-se de urna ama que saiba en-
gommar.e ooznhar, para casi de pouc d-
milia : no tlanguinbo junto pad.ria, ao
virar para a baixa Verde.
Alugi-se para se pastar a festa una
elegante casa terrea, com bons commodos
pr familia, Com dous sidos, um delles
cum bonita vista para o mar. e para o Reci-
fe, e muito fresco, a qual nfio desagradar, a
quema pretender,em 0.inda na lafleira da
Hiiiiinha, e porlo dos banhos doces e salga-
dos : a tratar no mesmo lugar, no varaduu-
ro, rna do Balde, n. 24.
Hanoel de Souza Pereira da Coit. J-
nior, nlira-se pora o Rio Je Janeiro.
-- Antonio Francisco Cuimarfies Pinhei-
ro, eslabelecido com casa de commissOes,
na ra do Hospicio n. 'i.>, no Rio de Janeiro,
recebe, consigna^3o mercaderas naoionaes
o estrangetras, das provincias ou de fora do
imperio, e aceita quaesquer iucuiubenciis
de compras recebimenlos &, mediante as
taxas, o fazendo as yautagetis mais rasoa-
veis do estylo.
Precisa-se alugar urna ama, que soja
cozinbeira e engommadeira, pira urna casa
ingleza i no aterro da Boa-Vata o. 35.
O bacharel padre Lino Regnaldo Al-
huWc.'ptb.r1bV. ZrtlLniZ &^SiSSSS^
de 1851.O cjcrivo da primeira secado.
Juno' Ignacio do Rtgo.
Movimento do porlo.
Navio entrado no dia 7.
Parahyba 24 horas, hiate nacional Coucei-
9,10 Flor dai Virtudes, de 2G toneladas, uies-
Irc Elias do Rosario, equlpagein 5, carga to.-
ros de mangue ; a l'aulo Joa Itaplisla. Paa-
nageiroa brasileiros, Antonio Francisco Gou-
(alves c Antonio (/.arlos dos Santos.
Navio! sakidos no mesmo dia.
Parahyba -- hiate nacional Tres Irmaos, mes-
tre Jos Huarte de Souza, carga farinha c ba-
calho. Passageros brasileiros, Joao Alves
llarboza e Antonio da Cosa //arbo/a.
[Magdalena.I) Rita.
Lourenco. J. J. Crrela,
.Nolim do drama Sr". Marietta Linda,
achando-se ja um pouco restabelocida, e
c ui'i. cf 1 la do novo neste thcatro, execu-
lar. 1 bella cavatina da Opera
M isnaili 11.
i.in seguida subir a scena a iuleressante
commedia cm 1 acto.
OS UOLS.
ou
Inglez miquinista.
Terminado que sej, a Sr'. Lauda execu-
tai as diliceis varia(0es la Sima.
Dando lim ao expetaculo a linda conime-
COMMERCIO.
ALFA.NDI-CA.
Rendimento do da". 15:40,2I0
Dccarregam hoje 8 ite nnvzmbro.
Barca portugueza Ligcint mercaderas.
Barca austraca Norma farinha de trigo.
Brigue americano RttlvlH mercaduras.
Barca ingleza W. Russell idem.
Patacho inglez Uenrri& Man/nre-carvilo.
ImportacaA.
Vapor brasileiro Imperatriz vindo dos
port"S do Norte, consignedu a agencia, ma-
111 t 1 o seguinte:
2 eaixas fazendas, 1 dita dnlieiro ; J.
Keller tSc Companhia.
1 caixa diiiteiro ; a Carvalbo A Irmfio.
1 dita dito; a Antonio Martins de Car-
velho
1 caixfio ignora-se; a Ignacio Francisco
dos Santos.
Polaca fraticoza Eugone Jcnny, vinda do
Cette, consignada a N. O. Ilieher &. Compa-
nhia, manifeslou o seguinte :
320 pipas e 30 meias ditas vinho, 25 eai-
xas agoa de flor de Laranja, 8 ditas chapeos;
aos consignatarios.
I'.njue escuna brasileiro Arselina, vindo
doMaranbfio pelo Ccara, consignado a Jos
1.ai't -l 1 da Fonseca, manifeslou oseguint
1 [!<,- de cabo, Uso paneiros sal a J. M.
entrega aoconselhoos quesilos o a vista da i Pereira.
resposta por este dada, 266saccas arroz, 131 ditas farinha, 800
Sr. Presidente absclve o reo. pinairos dita; o consignatario.
------- 40 saccas arroz ; a Piuvaes & Companhia.
Tiiliii'i :l do commercio: 65 ditas dito, 662 meios de sola; a Jofio
Ucordem do Iribunaldo enmiurrcioda pro- "* Silva RegaJas.
vincla de Pernaubuco, publica-ac a relafo 4 saccas arroz, 4 paneiros gomma ; aOli-
Hio de Janeiro brigue americano Georgc i
Otis, eapilo II. Fekinis, carga parle da quera em 1 aclo ornado do msica
ouxe. Jieiio.
dem e porlos intermedios paquete de vapor I .. o
brasileiro luiperatrii, coinniandante o pri- I Comejara as 8 horas.
inciro lente Joaquim Salom llamos de Os billletes achfio-se a venda lio lugar do
Atcvedo. Passageros que condua desta pro- COStume.
viocia, Paulo Joaquim Telles Jnior, Jobo
NVilson, l'ii 1 Antonio Araujo Vasconccllos,
Leandro lllbeiroliiqieira Sobral e 1 escravo,
Siniao Telles Siqueira Sobral, Francisco Ma-
noel Su/ 1 naatos e I escravo, Scbastjao Car-
doi,Marcolpo (forro), Jos da Cimba Jnior,
l.'yprlano de Almeida sebrao e 1 escravo, Dr.
Julio Ladislao Japiassii, Ceraldo (forro), Jos
Lima Nobrc, Fr. Caelano de Troloa, Lino
Iteginaldo Alvin, Francisco t'aelano Almei-
da Gilv.ao e I eicravo, a criada Llbauia lia-
ra das Merces, J, Tompson, Luiz Comes Pe-
reira, Lui Lamas, sua senhora e dous lilbos,
II escravos a entregar e 1 recruta.
Viaima : quem quizer carregar ou ir de pas-
a H.-CIII, dirija-se a ra do Vigario n. 5, ou
cum o mestre do mesmo ne trapiche do al-
godfio.
Letles.
barca para Baha despedir-se de todos os
seus collegas, de alguos lentes do cuiso ju-
rdico e de outns pessoas com quem tem
entretido aqui relaces deamizade, o faz
por osle Jornal, pedinJo a lodos deaculpi
desta sua falta Involuntaria, e oterecendo-
Ihes o seu limitado presttmu naquella pro-
vincia: o mesmo declara, que nfio deve
Brinco & Rodrigues, escrivSo Cunta.
*^ajB
Avisos diversos.
guns gneros e lastro.
EDITA KS.
vi ira 1 milis V Companhia.
35 saccas milhu o 8 ditas fuijfio ; a Jos
Miguel Pereira.
100 saccas farinha ; a Luiz Jos de Sa A
raujo.
473 ditas dita ; a J. J. Tasso Jnior.
CONSULADO i.I.I-.ai..
900,571
210,028
abaixo transcripta das coibarcafes biasileirai
. que obtivrram caria de irgistro c uiatiicula
desde6 de outubro proiimo passado, ateo ul-
timo do dito mez.
. 25. Por despacbo do tribunal de l(i de ou-
tubro foi adinitiida a matriculas sumaca na-
cional Fiordo Anaellm, (le 98 tonelada), pro-
priedade de Pe.iiardo Jos de Sousa, cldidao 1 ,. ."'""?"" >
br!ilrlro, domiciliado ne.t. praca. | Rend.mento do da 1 a 6. .
N.26. Por despacho do tribunal da mesma dem do da 7
data foi adinitllda a matricula a escuna uacio-
nal Adelaide, de UO toneladai. propriedade de
Jofio Correia da Silva, cldado braslleiro, do-
miciliada) na eldade da Parahyba do norte.
(f. 17. Por despacho do tribunal da ineima
dala fot admitiido a matricula o biate nacional
Parahybano, de 37 toneladas, propriedade de
Joao Francisco de lima, cldado brasileiro,
domiciliado na Parahvba do norte.
{i. 28. Por despacho do tribunal da ineima
1:111,099
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 16. .
dem do dia 7.......
O illin. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial em cumprimcnlo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia do
29 do correte, manda fazer publico, quo
nostlias 11,12 e 13deuovembro prximo
vio iinirn, ir a 1 raca para ser arrematado
perantou tribunal administrativo da mes-
ma thesouraria, a quem por menos lizer a
obra do um lance de caes no aterro dos Afo-
gadosna cxtengfio de 370 palmos avaliada
em 1:338,733 rs.
A anciiini'efo ser. feiti na forma dos
arts. 24 e 27 da le n. 296 de 17 de maio do
corrento anuo.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remaIat,lo, comparceam ni sila mis scssOes
do mesmo tribunal, nos das cima men-
ctonados p lo meio dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou alllxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Sacrelana da thesouraria da fazeuda pro-
vincial de Pernambuco, 30 de outubro de
1851.-O secretario,
Antonio Ferreira di AnuunciacSo.
Clausulas ospeciaes da rretnatac.fio.
1.a A construcclo do caes do aterro dos
Afogados sera leila de conformiJade com o
orcamentoe planta approvado pelo Exm,
Sr. presidente da provincia, na importancia
de 1:338,755 r.
2/ As obras principiarfio no priso de um
mez contndose da data em que (r entre-
gue o termo de arrematado, e concluir-
se-lifio no do 4 mezes.
3." O pagamento eflectuar-te-ha ni for-
mi determinada no art. 39 da lei provin-
cial n. 286.
4. Para tudo o mais que nfio eat detor-
Tlicatvo de Apollo.
SABBADO, S DE NOVEMBRO DE 1851.
Estra do actor-galan Luiz Carlos
Amoldo.
14'. RECITADA ASS1CN ATU R A.
Dopois do urna bella ouveriura subir
com todo o aparato o magotlico drama em
3 actos, do eximio poeta portuguez o Sr.
San Jlalheus Sumaca brasileira Despique, '|, Uini. nri .1 VMriiSTDn
mestre Domlngoi Jos de Freitas, cargaal- ,*-' UAKIA Jt, A LIjNLiAOI ttU.
Personagens e actores.
Aphonso Annes, meresdor o Sr. L. C.
Anodo.
Antonio Conlio Sr. Costa.
D Antonio de Portugal oSr. Jorge.
I). Rodrigues de Souza oSr. Conrado.
D. Francisco de Mello o Sr. Mello.
D. Concalo de Athayde o Sr. Telles.
Jeronymo, o lavrador >
Fernando, o mercador o Sr. Figueiredo.
O Monge da Serra o Sr. Miranda.
D. Diogo de Monezes > >
Nuno da Cunha o Sr. Figuerodo.
D. Mara de Portugal a Sra. D. Leopol-
dina.
Laura, a italiana a Sra. D. Joanna.
Violante a Sra. I). Soledide.
Um capilfio do eren de arcabuseiros, con-
vidados, serventes, escudeiros, pageos
damas e arcabuseiros.
Terminar, o espectculo com muito jo-
co/ 1 larga,
U JUIZ DE PA2 DA ROCA.
A parte de Manoel JoSo e de Anninha, se-
rio feitas pela Sra D. Soledade e Santa Ro-
sa, que tantos applausos merecern) 00 the-
atrode Santa Izabel.
O director empresario, que s almeja a-
gradar ao Ilustrado publico desta cidade,
de quem ha merecido vivsimas provas de
simpalhia, declara que acabm de chegir
para a sua companhia os excellenlos acto-
res, Luiz Carlos Amoelo, Bernardino de
senta Loureiro e Cyrillo Martins da Costa,
todos j mu conhecidos na'Bahia e Rio de
Janeiro, pelo seu grande merecimeoto ar-
tstico, e outros que aindaeapera. Esforcos,
sacrificios, fadlgas, nada so poupart para
que o Iheatro de Apollo aprsente urna com-
panhia dramtica digna em tudo dos habi-
tantes da bella veneza brasileira.
16,833
8,509
25,342
... minado as presentes clausulas seguir-se-
No dii Silo corrente, pelas 2 horas da! peasoa alguma em Pernambuco, aexcepc.lo
tarde, parante0 Sr. Dr. juiz do commercio; de alguna favores.
da segunda vara, e por interine lio do .gen- oiTerece-se um moco casado para cai-
te de leilOas Miguel Carneiro, lora lugaro'xeirode cobranca, ou de outr qulquerr-
leilfio do daposito de assucar na ra estrella rumaefio, excepto venJa, d. Pudor a sua
do Rozario n, 28, pertencenle a Jos Pestaa conducta : quem do seu prestlmo se quizer
da Silva, a requenmento de Jos Kodriguo* utilisar, dlrtja-se a rua do Queimado, so-
Sordos, sucio liquidante da Urna social de bradon. 52, primeiro andar, ou annunciea
sua,inorada pira ser procurado.
Billar & oiiveira, embarcim pira o
Rio de Janeiro, um moleque por nome Luiz,
mutilo, seu escravo.
Precisa-se de um feitoridosoque seja *" (,s.-. quo .nnunciou por este Diario
casado com pequea familia, para um sitia eslr prompto para demarcar trras, que-
pequeno na Ponto de Uchoa pegado a olario rendo ir daqui 12 leguas fazer um. demar-
de S. Pedro, procurem no atierro da Boa- cufio em um eogenbo parlo de Goiaona, in-
vista sobrado de dous andares pintado do nuncio sua morada par. ser procurado, ou
azul do lado direilo ao entrar pela ponte. dirija-se a rua larga do Rozario, venda n.
Lendo nm annuucio publicado no Ola- ** rio dePernambuco de 7 do corrente, no quil Precis-se de um menino par. c.xeiio
se diz que vende-seo sobrado da rua das de urna padaria, na rua da doria n. 55, que
Trinxeras n. 44 com bons comodos.e gr.n. saiba lereescrerer, e da-se boa ordenado,
de quintil; a tratar no largo da Trompe,' O abaixo assignado, roga pesso. que
sobrado n. 1, pira se evitar siladas e mach- Por engao Ihe h lirado Igualas cartas do
nacoes que esiao urdindo contra a boa f de correio, que por favor Ibas ruslilua vi.lo que
qualquer comprador, declara-se ao respei- ellas a ninguem pode utilizar, e ao abaixo
tavel publico, que este individuo que quer assignado, Ihe cauza baslinte transtorno, o
vender este predio lio o bem conhecido ta- extravio das mesuius .sendo queir. entre-
noel RibBlro di Cunha Oliveira, que est de 8-' o Pde fizer, ni rus da Praia n. 32,
lligilima po.se dos bens do cazal do fallec- ou rui do Crespo, toja de 4 pullas n. 12.
do Joiquim Comes da Silva Azevedo, cujos Jos da Silva Campos,
herdeiros existem; e que a caza que elle1 Preci.-se de um ciixeiro quo enlend.
pretende vender, perleucem ao cazal da- d9 venda, de idade de 15. 16 aiinus: em
quelle.falecido. Declara-se mais que, nfio Fo/a Ja Forlas na rua do Pillar, primeira ta-
obstanie o dito campefio, Manoel Ribeiro, hern n. 147.
ser hoje casado com urna das herdeiras du1 "* Miguel Archanjo de Figueiredo, em-
(allecido Joaquim Comes, existem outros barca pira o Rio de Janeiro, a sua escr.v.
herdeiros ; entre os quacs figura taabem o crioula de nome Joanna,
abaixo assignado,que protesta contra qual-l Fernindes Jos da Rocha Pinto, em-
quer venda qao por ventura se faga desles brci para o Rio de Janeiro, a su. oscr.v.
bens, o mesmo ja fui publicado no Diario de mulala Andreza.
Pernambuco de II de junho do 1849.
Jofio Evangelista Bello.
A meza regodora convida a lodosos ir-
maos do patriarca S. Jos de riba-mar no
dia 9 do correte mez as to horas do dia
marcado pulo o llliii.Si.jui/. de ca, ella, co-
mo requer o 111es.no eacrivfio da Irmandade
para urna meza geral.
Nova tinturara franceza na rua
Yelha n. 74.
Ah tingem-se obras de qualquer piono,
elimpfio-secezacasquelicam como uova.
tudo por preco commodo.
Precisa-se de urna preta para alugir,
que suba cozinbar bem, e que lave, na rua
das Trtncheiras sobrado novo, por cima do
escrivfio. (A porta nfio tem numero.)
Na rua do Livramento n. 10, sobrado,
se dirt quem d. dindairo a premio ; e quem
vende duas voltaa, 1 bandeira, 4 pares de
brincos, 3 tranaelins, t relogio patente, I
.lito para senhora. 1 adereco, polcoiras,
anelOes, modaluas, Alflaetes, colberes de
prsta, para sopa e en., livellas pin coz, e
outraa obra, de ouro o prala, tambem se
troefio por ouro velho.
A Pessua quoaununciuu querer .lugar
um primeiro andar para escritorio : dirja-
se 1 rua do Livnmento n. 14.
... Aluga-se urna preta, boa cozinbeira,
compiadetra e mais airanjns do casa : nu
aterro da Ba Vista, casa n. 33 ; n. mesma
cisi precisa-se de um jiegro para o servifo
de padaria.
Perci.a-.e illugar um. negr. que saib.
o servico de urna casa de pouca familia na
praca da independencia n. 32.
Napolen Gabriel Bex embarca para o
Rio Je Janeiro os seus escravus, Andr, mu-
lato, o Severina, do idade 7 anuos, Juanna
crioula, e Vilorina idade 14 anuos, tambem
cosinbu.
r ** *?;
liona (Jarros para passeio! '
Na ra. das Flores, defronte da co-
9 cheira do Sr.Jos Mara, abnu-su um.
an oulra com este letreiro na frente do ffj)
9 edifiicio carros de luguel-- ah 0
aj) acharfio os bous freguezes, rico, car-0
9 "0,icabriolis & 61.por accuuimoda- 9
9 du preco.aiim de lodos podarem se rer 9
9 Cieiar uoi. bellos pasieios de ooaaos 9
9 arrebaldes, em a fosta que a porta 0
9 nos bate.
*> *#
No da II do corrento mez, se ba de ar-
rematar (inda audiencia do Sr. Dr. juiz do
oivel da primeira vara, 26 escravos, mobi-
lia, madeiras, e outros objeclos peiieucon-
tes i Julifio Beranger, por oxecuefio de Ao- -
ionio Cumes Villar, cuiilra elle, cojo escrip-
10 acha-se em mfio do porteiro onde se po-
der, ver com franqueza, e miiorea explica-
cues tojo, os bens que tem de sorem arre-
matados, e he a ultima praca.
S. alauverniy, corretor geral, mudou
seuescrlptoriopara.ru. d. alf.ndeg. Ve-
Iba n. II, primeiro andar. ,
I
sJ-m


- Abilio Jo Tivareg di Silva, promotor. -- O abiixo assignado, nlo he mala prp-
publico do termo doRecife, mudou aua re- curador da extincta companli
ildeooia pira a rui da UniSo, cas junto buco e P.r.hyba.e mor.i na ra do Apollo n. !,, di 0 ,_
Ivpographia. 2. a pode ser procurado aobre negocio "l,.'" iS5
Trapassa-so pelo epgo de 3 annos e de recebimeoto de
Illia de S. Miguel.
Na freguezi dos Feinae, do N Senho-
r do Sfiili.ir dos Afilelo
3
rento do Carmo ,que achara com quem tra-
- Thomaz Maria, embarca para o Rio da
Janeiro, seu escrvo oabra de Dome Sebas-
UJo, comprado a Jo da Fonaec. Silva.
Deaapparecou no da a do correte, um
preto de o* me. Manuel, a acode por Napo-
Jos Antonio de Souza Machado.
-- Preciza-aede um portuguoz que rja
perito em plantajes de sitio, e saiba ti-
rar formlgas, quem estiver no-las circuns-
tancias e quizer trabalhar no aitio na Ir i vo-
sa do Remedio n. 21 oolenda-se com teu
proprielano, o Porteiro da Alfandega desta
efio rebollo, baiio, e groaso, com o aig-,ci naes'seguintes : cor fula, barba s debiixo prova que der desaber o que cima ae desi-
do quel xo, pequenoa pannos pelo rosto, pos ja, e da aua boa conducta &. &. faiar-ao-he
grandes, tem as coalas toda com marcas de. do ajuste.
chicote, levu calca de casemiraazul j* uza-l Preclaa-ae de urna ama, para o aorvlco
da camisa azul de riacado transado baatan-, interno de urna caaa ingleza de pouca Canu-
te velha que ebega a ter o hombro todo des-'lia : na ra da Ciea Velna n. 37.
coberto : quem o pegar leve-o oa ra do Preclaa-ae lugar urna prota escrava,
Cotovello n, 29, quo er recompensado. | para tratar de urna crianca.e cuidar na la-
Aluga-e o segundo andar da casa da; vagem e engommado de aua roupa : quem a
ra do Qui'imado n. 9, a tratar na loja. I tiver entenda-ae com o porteiro da Alfan-
Erageralmente sentida a falta de urna!daga deata cidade, na mesrpa reparligao.
hospedara n'um dosarrebaldes delta clda- 0#O9099O9$t#0#999C*)#ft
de; felizmente urna pessoa emprelmnde lo-; paulo Gnlsnoiix, dentista
ra fez deaapparecertal falta eatabelecendo m
lo snhra nesnrin. IUI> n0 lu"r uohennordos Alllictoa,
ecoVrdeeeo V* ilhi deS- Mi*uel exlsto lre 'i1""
e annrtXnn. de muito b' Vinl"' e de muil rendimen-
"e' to, livre, e desenbarag ida de qualquer -vi-
da, como tudo se podo aqu provar, oa quaes
tres alqueires de vioha, se vende muito em
conta, e por baratsimo prego, smenteat
o dia ao do corrente, visto que a nao ae ven-
der aqui, at este dia, se mandar ordaro
para aquella illia, pelo vapor inglez Teviot,
que tem daqui pasas no dia 20 para ali,
para I* sercm vendidas : a tratar na ra do
Alecrim, por detraz da na Augusta, caaa n.
8, as 6 horas da mantilla, e das 3, as 8 da
? f mf vffftff m f *? ?
um hotel na pittoresca povoagSo do Montoi-
ro, n'uma eicelleate casa mobilhada com
liopeza aonde a rapaziada achar todos os
commodos precitos, como bem quartoa para
dormida, arranjo para cavallos criados para
otservirem etc. etc.. Becommenda-se por
tanto as pessoas amantes dos bellos banhos
do Capibanbe, que frequentem este uas-
centa rstabelecimeulo, alim de que 13o til
caaa prgeiga, e nos poseamos gosar das bel-
leza do campo, som sormos encommodos
aosnosso amigos.
-- O theaoureiro da irmandade do Divino
Esp i uto-Santo, roga a todas oa irmSos que
tiverem capas da Irmandade eui seu poder,
e por motivo nSo poderem acompanhar a
procic.Ho da trasladado do Sr Bom Jess
dos Pasaos, da irmandade de S. Jos d'Agor
nia, facam o obaequio de mandar entregar
as ditas capas ao nosso irmflo Andador, ali ni
tle evitar a faltas para aquellos que quize-
renl acompanhar a dita procicSo.
-- Perciza-se de urna ama branca do meia
cozinhar
idad, que saiba cozor.engommar, o
com toda a perfeiclo e aceio aendo fiel e de
boa conducta, e desempedida de familia, pa-
ra tomar conta da direcSo de urna caza de
homem soltoirona praga da independencia
loja n. 3.
Perdr-u-se oa noite de 4 do corrento na
platea do theatrode Santa Izabel urna car-
leira pequea de algiboira,chapeada de ac,
dentro da qual tinha qualro mil rois e al-
gnmas moedas nglnascomo tambem o car-
do do donu : quem a achar querendo ros-
titui-Ia,dirija-se a ra da Cadea Velna n. 4,
quesera recompensado como dinheiro que
continha a dita carteira.
- No pateo do Carmo, sobrado n. 7, pri-
meiro andar prociza-se do urna ama de leite
forra ou cativa.
- Allugao-ae duaa casas om Santa Anna
de dea tro, bem proprias para se passara Tes-
ta, e pelo prego o msis commodo possi-
vel : na ra da Cruz n. 36 I", andar.
Aluga-se o thealro da rua da Praia, por
commodo p ego : a tratar com Guilhcrme
Salte, ooaterro da Boa Vista n. 10.
-- pic.il/a-.-c de um forneiro para uma
pidara nos Apfpucos : a tratar na ra Direi-
U.n.69.
A mesa regedora da irman-
dade do Divino Espirito Santo ,
sondo convidada pela irmandade
de S. Jos d'Agonia, para acom-
panhar a imagem do Sr. Bom Je-
ss dos Fassos, que aquella irman-
dade tem de trasladar em solem-
ne procissao da igreja de N. S. do
Terco pura a sua igreja do Carmo:
roga a todos os aeus presados ir-
rnaos, hajam de comparecer no lu-
gar do costume, no domingo, 9 do
corrente, pelas a I a horas da tar-
de e encorporados acompanhar
dita procissao, devendo virem de
facto preto para maior solemni-
dadedo acto.
Precisa-sii de um ciixeiro que leaha
pralica de venda : na ra do Livramento
0. 38.
Aluga-se urna casa na Capunga com
banho perto, e muitoa commodos por bara-
lo prego, por anno ou somente pela festa :
os pretndeme dirijam-se a ra do Hurtas
n. 114.
-No dia 8 se lia de arrematar em praga
publica doSr. Dr. juiz municipal da segun-
da vara, dous lerdos de um sitio de trras
pro; lias no lugar do Pogo da Panella,aa>ar-
gem do rio Capibarlbe, o qual tem um pe-
queo sobradinho, e urna pequea casa ter-
rea, conlendo cocheira, estribarla, e quarto
para preloa, e um galinbeiro tambem de po-
dra e cal, cacimba oom tanque, e difieren-
tes ps de lidos, avaliado os duus tergoa
com o nimio da le em 9-f SS.39S rs. por exe-
cuulo do Jote Francisco Belom,contra Fran-
cisco de Paula Lopes Rea, e he a ultima
raga j para adjudicagSB.
-- Na tarde de 13 du corrente ir a praga
por venda, perantaoSr. Dr. juizdeorphaus
destu termo, a a raquerimonto dos teala-
menteiro da finada Izabel Maria da Costa
llamos, a caaa de dous andares a aolSo da
ra Nova n. 46, pertonconle ao casal da mes-
illa tinada, e avahada em 12000,0oo de ria,
ser a ultima praca. O escripto acba-se om
mo do porteiro do juizo, Amaro Antonio
lie Paria.
Aluga-se um primairo andar, com bs-
tanles commodos, na ra da Aurora : quem
0 pretender, dinja-so a ra do Queioiado ,
loja 11 10.
--AntonioXavierNoronha Torrez3o, em-
barca para o Rio de Janeiro os seua eicra-
vo crio'ulos de nomo Jos, Sebasliao, e
<'0ngalo,pardo.
Aluga-se um escravo para todo o ser-
V)C0 : na ra da Praia, typograpbia impar-
cial.
O abaiso assignado, avisa a todas as
pessoas que liverem valles de importe de
bolacha por elle firmado, ou seua calxeiros,
Ja appresenla-los at o da lOdenovembru
do correte anno, alim de seren pagos, de-
clarando que desaa data em diante, n3o pa-
S'ra mais qualquer v>lle que leoha com
a*ta aoterior, tendente a bulaxa.
foaquim Crrela de Rez'endo llego.
"- Preclaa-se de urna criada, smente pa
' o sorvigo da compras e engommado, de
"ma casa de muito pouca familia : na pon-
' Velha n. 14.
. ~ > Falque dono* da fabrica de chapeos
desoda ra do Collegio, 11. 4, roga a seua
r<;guezcsquo tem chapeos de sol para cu-
sir concertar o favor de os ir buscar al
1 lira do corrente mez de novembro, lida
eata data se ro vendidos pelo importe do
oncerlo.iguelmentess pessoas que tenhan.
:' ,' Capeos de sol no passeio publico n.
1 de os ir burear na casa cima, e para nSo
ignorar mandou-se fazer o presente
francez.olTcrcce sen prest-
mo ao publico para todos os *
mlstercs de ma pi'oflsso : 9
9 puilr ser procurado a qual- tB
9 quer hora cm..... rn~. na 9
9 roa larga do Rozarlo, 11. 30, 9
9 segundo andar. <*
al9i((lA9it#
Nos abaixo assignados fazemos sclento
a pes-oas que no s3o devedores e muito
principalmente aquellesquo deverem a mais
deiim anno,que desta data em dlante insti-
tuimos para cobrador do nossasdividas,aoSr.
Manoel Joaquim do Nascimento ; e por isso
bom seraquo os senhores freguezr s,e fiegue-
zas que nos deverem paguem logo a fim doe-
vitar algumas despezas occorridos com
iustica.
Victorino & Cuimataeg.
No pateo do Terco n. 9i caza de Fran-
cisco Pinto Ozorio, allug.to-se e vendem-so
bixas de Hamburgo, prximamente desem-
barcadas.
Na primeira audiencia do Hlm.Sr. Dr.
juiz dos faltos da fazenda, se arremataras
porexecucSo da fazenda provincial, os bens
penhoradns a Jmlo Baptista Peroira Lobo, os
3uo.es sSo os seguintes : U n sitio no lugar
o l'ogo da Panella, avaliado em 8 000,000 ;
duas casas terreas contiguas ao mesnio si
to, urna avahada em 1:500,000, eouIra em
1:800,000; o um aitio no lugar de Apipu-
cos, avaliado om 6:000,000 : o os bens an-
nunciadosem o Diario de l'ernambuco, do
24 do corrente.
Midatna Rosa llardy modista hra-
sileira ra Nova n. 34.
Tem a satisfaegao de scientilicar ao mui-
to respeitavel publico, edeslinctamento aos
scus freguezes, que seu estabolecimento d
novo se acha prvido de um esplendido e
variavel sortimento de ricas fazendas fran-
cazas, as quaes se vendem por i reg mdi-
co, consistindo com ricos chapeos de seda e
groz do naples franzidos e lisos, do flores |e
penachos.brancos e de cores.para senhora e
menina, ditas do seda o palliulia lina, com
abas largas do lindos enfeites para menina
o o nanga ; chapus do palha fina, redondos
para meninos de um a aeis anuos ciapeli-
nhas do palha fina enfeitados cm Pnris, com
fita escossesa, brithantes capotinhns, preto
do seda e de groz de naples, furia-cores,
para senhora e meninas, ditos chamalote
preto para sonliora, ricos caliogfles de b'cn
de linli 1 lino ; de seda a imilagao do blon-
do, e bordado de prala para bailes ou thea-
tro, guarnecidas com delicados enl'oitose
do gosto o mais modorno, ricas romeiras
guarnecidas de bicodelinhoe lindissimas
filas, bonitas camisiuhas do cimlu.ua e
Ot do linho bordado para senhora, man-
guitas o peitilhos'de fil linha e cun-
braia bordada do ultimogosto para seuho-
ra, ricas tocas de senhora de fil linho,
ricas capellas de flores para noivas o madri-
r 1 has de casamento, ricas guarnigOes de llo-
res brancas para vestidos de casamento, n-
casluvas de pelica enfeitadas de branco pe-
los mesmos, ricos cortes dsela e groz de
naples lavrado branco para vestido de noi-
U medico e. cirurgio \l-
meida, formado e premiado
pela academia do Porto em
todos os annos da sua Ire-
quencia incluindo os de
Canos de ferro, torneiras de forro e del principar circomstancias. Prmeiro sua
bronze. t lidade, temperamento, conatituieflo, dbil ou
Bombas para cacimba a de repuebo, mo-(valetudinaria,so vigorosa ou sadia, habitoa,
vida a mo, por animaos ou vento. ioccupa{3o, accreaoendo, se fdrde sexo fe-
Guindastes, guinchse macacos. Iminino, adeclaraefo do estado de seas re-
Prensas hydraucas e de parafuso. Igras, numero de nlhosque tiver tido, aelhe>
Ferragens para navios, carros e obra pu-i dra de mamar; incommodoa mal nots-
blicas. jveisnosseus parloa; ae grvida, de quao-
Columnas, varandas, grdese portos, jtoa mezes. qual o padeciment 011 mal qui
Prensa de copiar carta e sellar. mais a affligia por semelhante motivo. s
Camas, carros de mo e arados de ferros, Rundo o lugar do aua habitacSo, se hmido.
etc etc.
Alm da superioridade das suas obra, j
feralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantom a mais exacta conformi-
dade com os molde e dozenhos remettidos
pelos sonlinres que se dignaren) de fazero
I lies ene.> inmollas, iproveitandoa occasiae
para agradecerem aos seus numerosos ami-
go e freguezes a preferencia com que teem
soiii 1 m 11 olios honrado, e asseguram-lbea
que nao pouparfio esforgos e diligencia
para continuaren? a merecer sua conlianca
1 iiiiiiiiTin ii" Vnrora.
C. Starr & Companhia, respetosamente
seceo,arcado ou ventoso, sujeito a fehres ou
utra iul": mi laiio. Terceiro se na familia
tem apparecido casos de molestias por des-
posign hereditaria nu adquerida. Quarto
so doente de syphilis pela primeira, segun-
da ou mais vezes, em que lempo o foi pela
primeira vez, o lempo 011 intervallo que me-
dlou no folfrimento de urna s nutras,
quaes os principaes symptomas que euLIu
experimentara, remedios &. de quo usu,
effeitos do irnUgao ou incommodo do uso
de mercurio, ou outro qualquer remedio,
de que se lembre Ihe fOra subminislrado, e
em que dusn. Quinto se o mal de que pre-
S>

dar, da casa em que mora o
Sr. coronel Mamede. Pres-
ta-se a operar e receitar
gratis para os pobres, assim
como ir visita-Ios em seus
domicilios.
***** A4AA*A4**M*fti ***
ferelo.
O arrematante do imposto das
aferiees, desle municipio do Iloeife, faz
certo a quem inleressar, que deu principio
a alongad do anno do 1852, e s Ihe restan-
do apenas 2 mezes, nSo Ihe sera possivel
aviar a lodos em tan curto rspago du tnmpo,
ae guardarem-sa para o fim ; e por isso,
previne para que mandem quanto autesa-
111 de ovil a 1 om as respectivas multas : na
mesma casa, ra da AssumpgSo, ou mu>o
da Penha n. 4.
Consultorio horneo- !}
pathico. w
iiliua do Colegio n. 25pri-
metro andar.
O Dr. P. A.Lobo Moscoso, *
S d consultas gratis aos po- -
$a bres, todos os dias das 8 as fe)
Vj oa ai A Vat'lit uai|ilia> I VIPOI vwon > < -1 ^^i.----\** > ** '' un uuu ui 1
2 annunciam ao publico, que o seu estele- 2 cimentopara manufactura do toda aeape- dpanhadoou seguido de algum outro acci-
B .:.j....ki.... ImJ. Juia n oaii nvin. V II l t d 1 e II l-rill l I* Jo. 1| U T dd dl'lgtlll di-
-ersi, quer precodenla da mesma syphilis.
-- Sexto em fi-n, quaes os syinploma quer
nnetfortivo padocimonlode nial venreo ou
outro qualquer desipparecemm, modelica-
ram-se ou cxistem sem alterago apreciavel,
e que aua menos importa que a declara-
gao do lempo da molestia, sua especie ou
qualidadi! e curso al o memento da consul-
ta, complicagOea sobre vindas e meios de
deque so tem foilo uso.
operacSea e partos; pode
2h spr nrnrm ailn a fnrla a hora ci de machinismo tendo desde o seu prin-
aerproeuiado a toda a hora cipl0 eml829 ido constantemente augmen-
> do da, no largo do dorpo lando, tem hoje chegado a um estado de
Santn. i3 nrimeiro an- perfeigao tal, que nao no inferior aos me-
' *$ [ lliores queexistem em lodo o imperio, lan-
M 'tpelo que diz respeito a capacidade do
aj edificio, como pela excellencia dos niate-
49 riaos e pericia dos aeus empregados ; o que
os habilita a offerecer-ge com conlianga pa
. 4
J ia horas da manbaa.
j l'ratica qualquer operaco
de ciiurgiii, ou de partos.
2 Becebfl escravos doenles
W8 para tratar de suas enfermi ^
^* dades,ou f-zer qualquer ope- J
racao, por preco commodo. yi
hWatr!w^!rwWaisf?i mifu
A'ITENCA.
No dia 4 do corrente desappa-
receu da praca da Boa-Vistan.
10, omulatinho de nomc Kaymtin-
do, de idade 12 a i3 annos, levou
calca e
ra a pontual execugao de toda a especie de
machinas de vapor, do qualquer tamaito
ou descripgBo que sejam, lixas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmente caldei-
raa para vapor do todas as dimenses, engo-
nhos para cannas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaes, con todas as varie-
dades de moderna invengao. Tachas do lo-
dos os tamauhos, alambiques do ferro de
todas as capacidades, instrumentos do agri-
cultura, rodas d'ag'ia e moinhos de vent
de todas as qualidades. Alvarengas e em-
barcages do ferro dequalquor porte ou for-
ma que se desojen. Puntes do ferro doto-
dos as dimonsOes, gradaras, varandas, por-
tos, columnas, sinos hydraulicos, boiasde
forro, e n'uma palavra todas as obras do
forro e bronze, de quo o paiz possa precisar
Cragas a onergia do governu, existe ja urna
excellente estrada feita em linha recta da
ponte, da lina Vi-la para o estabelucioicnto
em Santo Amaro, o que oflerece a maior
commodulado s pessoas quo o quizerem
visitar.
4) CoaSULTOKIO CRNTIUl IIOMCeOPTHltO fc.
?J DK PHHS.VMBUCS. fel
4H Vertijiao icio Dr. Sabino Olegario I.ml- 4)
O) /ero l'inho. > Ra do Trapiche Novo n. 15. %
) e remedios de graga aos pobres.desdo (B
pela manha, ate as duas horas da lar- @
9 de. As correspondencias o imforma- aj^,
Nflvfei pdenlo ser dirigida verbal-
5jj| mente, ou por escripto, deveudo o *
doente indicar pnmeiro : o mime, a fe
fe! idade, estado, prolissao, e constitu- l
4t gao ; ugundo: as moleslias, quo tem fe
Ji ti lo, os remedios tomados; tercei- $
fe; ro : a poca do apparecimenlo Ja mo- ?
lestia actual, c descrlpgSo minuciosa, 4
fe dos signaos ousyiiiptuinas que soITcr i>
Vendem-o lengo de fil de linho de i
inntas a l,000 rs., ditoa ditos de 4 pona a
3,000 rs., dito ditos de 4 ponas 1 4,000 rs.
alraz da matriz da ra Nova, leja n. a.
-- Vende-sa auna para limpar oa dente
a 1,000 rs. um frasco, vinagre aromtico
oara lir^r sardaa, e amaciara pello, a tirar
eaapaaa 1,000 rs. um frasco: na roa Nova,
n. i. '
- Vende-se um escravo crioolo, mogo,
cara tora de torra, acha-sa na cadeia, e eha-
ma-66 Rodrigo 1 quem o quizer comprar fal-
le co.11 o brigadeiro Almeida. na ra do
Apollo n. 15. *
Vende-ie um aelim inglz em muio uso:
na ra da Aurora 11.40 sobrado de um andar,
nos baixos, como panno de linho do muito
boa qualidado.
--Km casa de Shapheitem at Tobler ra
da C'UZ o. 38 v, 11 de-so. superior aerveja pre-
ta franceza a reialha de tOgigosa 4Spor
duzia.
-- Vende-se urna canoa de carreir, da 32
palmo do compiido, e 21 de largo; a tra-
tar na loja de louga na ra da Cadeia do Re-
cife n 29.
-- Vende-o um bonilo cavallo ruaso com
todos os andaros,minio grande o proprio pa-
ra cirro; na ra do Livramento n.l4,: quem
quizer ver est na cnchaira doSerra, junto
a ra do Santo Aimro.
-- Vende-se dous prHos sondo um bom
cozinheiro.o canoeiro, bonita figu ra, e ou-
tra de servifo do campo muito robusto, o
sem virios : na botica da ra do rangel qui-
na da ribeira se dir quem vende.
Luvas de pelica a 1,100 rs..
Vendem-sa luvas de peliea ponto inglez,
c un un pequeo toque demol, tanto de
homem, como de senhora a 1,200 rs. o par ;
na ra estreiladoRozario, travesa do Quei-
niado, loja de miudezas n. 2, A junto ao de-
posito de pao.
ATTENtAO.
Venlom-so na ra do Crespo, loja n. 16,
quem velta para a ra das Cruzes, muito
excedentes cassas ingleza, sendo de gus-
tos inleirameiitu moderaos, muito proprias
para roupes de senhora, e pelo diminuto
prego do 240 rs. o covado.
AinJa ao vendem alguna terrenos par-
te alagados, e parte beneficiados, sitos na
ra da Concordia, travessa do Monteiro, dito
do Caldereirocom 150 palmas de fundo com
a fronte que os co npradores qu^erem : o
l'rclomleiites podem intenderem-se com o
Sr. Pedro Antonio Toixeira CuimarSes, com
n .111/0 n de matenaes, sito no llm da ra
da concordia, dofrontn do rresmo terrono
om quo se eslam udecando 2 casas, e quo
-- Comprlo-se apolicesda companhia de esta autorizado para mostrar eajuslar,
Bebirbe: na ra da Cadeia de S.Antonio, Vende-se duas lindas vaccas
"--'oo- batalbSo de infantera, precisa turinaschegadas agora na barca Li-
comprar sapates, quem quizer vonde-los geira a fallar 110 esct'iptorio de l''.
ou encarregar-aa do f.ze-ios, dirija-se 6 H.bello & filho
respecliva secretaria na Solidade, 110 da 10 """ .
as 9 horas da manha, l vandosuas propos-1 Vendem-se 2 escravos mocos
{^!/0d*er^8ye.U9MnaoCumPrnMP- proprios para t.do servi?o na ra
de Santa Thercsa n. 42.
Compras.
-- Compra m-se escravos e vendem-se de
commissJo, para dentro e fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado u.lt, on-
de morou o Sr. vigaro do Hecife.
Compra-te um sitio feito ou trras pro-
prias para levanta-lo, o qual porm soja a
margem do Capibaribe, tenha baixa paia
capim, eouirasvantagens: na ra do Ara-
gao n. 12, segundoandar.
-- Compra-so uina preta moga e de boa
figura, iiuo suba cosinliar, engoramar, e
sem achaques, o do boa conduela : na pra-
ga da Independencia, loja de miudezas n. 3.
Coi)pra-se urna morada do casa ter-
va que s-'ji ins ras seguirtles; dorias.
Gamboa do Cumo, pateo do mrsmo, ra
Direitt, Agoa Verdea, ra do Kogo, sendo
livre e desembaragada: quem tiver an-
nuucio.
Vendas.
camisa de algodaosiulio director so compra* d^ haver realisado a sa
com listras azues, tem os cabellos tisfugaode urna das mais urgentes neeetsi-
1 dados da paiz, qual seja a do um eslab loci-
estirados, em sima do nariz um pe-
juenotalho, em um dos lados.jttn-
11 a cintura urnas marcas que pa-
rece queimadiira : roga-se a quem
o pegar de levar casa cima que
generosamente ser recompen-
sad ).
Alexandro Coelho Messeder retira-se
para a Italiia.
O Reverendo Padre Prior do c invento
do Carmo desta cidado faz scicite ao respei-
tavel publico que vai o engenho S. Elias a
CO.KCIO ESPIRITO-SANTO.
Director, francisco de Salles d' Ibuqucrque :
Conta o cullegio Espirito-Santo, sito
na ra do Momlego, oo bairro da Bua-
Vista 11. 44, um anno du existencia, o seu 1 |,ariai 0 delicioso Caxang : quom prclen-
?'jder dirija-SO a roa Nova 11. 63.
Todo di primeira qualidade.
Cheguem que he pccliiucha a 240
rs. o covado.
Vendo-SO brini azul de quadrinho com
4 p ilmos do largura, para palitos o jaquetas cirrogaspara Ro,o urna para cavallo, 2 gt-
pelo barato prego de 240 rs : na ra do bos pequeos, um candieiro de maquinimo
Ven lo-su saccas com alqifiro do boa
farinhn, dilis com milito, ditascom arroz
branco por barato prego, na ra da Cadeia
de S. Antonio n. 15.
Voiide-sa 6 radoiras do Jacaranda do
bom gosto, 4 banc.is pequeas de amarello.
t maza gran lene luuio com 4 gaveta, 4
iluminad > n. 8, loja del: nulo da botica.
Para se pasear a festa.
Aluga-se urna casa com bastantis com-
mo los par gratulo familia, cochoira e estri-
se
avieoT
vas.um grande sortimento de bicode blonde pra(a |)or cx,.cci1c( (la Anto,iio Jos de Ha-
da largura de um dedo ale um palmo, ditos ga|hSeg Uasl(,a conlra 0 mosmo-convonto,
deseda largse estrenos, ditos de linho de ni, por dlvi(1,s CUIllr4nlJ,s pP|a ,clUa|
largurado2a4dedos,espartilhosdeprimeira aaroirm^au, porem sim pela administra-
qualidade para senhora e meninas do idado c1o. pis,ada d0 .provincial o Padre Fr.
de 7 a 2aonosi ricos lequcs de papel, pen- Joao de Santa Izabel Pavao, om cujo engo-
tes tartaruga, fita largas de todas as cors, nno exi,(e uma leca feju n,3rnorias-
crepe de todas as coros, luvas prela para se- lo8i polo ux-provincial, cuia epoleca pela
nbori e menmas.dilas de pelica para homem quai vaiodito engeuho a praga.e maisou-
esenhora.linuos reos para noiyas.ncos cha- tras diviias.loco que tomei conta do con-
reos de montana de palha enfeitadas em Pa- venl0, quaii]je do Prior fiz pteiileaF
ris para senhora, veos de cores de aze pe- como ver o mosmo publico no Diario de 28
los mesmos, rico assortimento de gres de de Agnst0 de 1850 n goj-pin conhecimon-
naples furta-cure para vestido que se ven- to dB unse desengao deoutros.
dea vontade do comptador gros do noules Fr.Serafim do CoragSo de Maria.l'rior.
cor de rosa.franjas o tranga do seda prela o podH.8e ao Sr_ Anlunio ^nnM d0 j|e||o
de cores.transa de seda branca.bom chama- 0 faVllr de ,pparecer na rua |arga do Rozarj0
lote preto para vestido ou capotinho : na najara n 48
mesma loja fazem-se vestido de casamento, .. A|Ug;.s'e uma ca9, terrea com soi3o
de baptisado, loca de menino a de senhora no si[io d Cordeiro a marg0m do rio Capi-
cipotinbps de todas a qualidades.com per- Daribe C0ln Rn(nrnu'dus para grande rami.
fegaoe prego commoBo racebeai-se todo ,ia cozinha fura cocheiri)> estribara para
osmezesligurmosmoJerQOS.queimpreataa nuS cavallos e quarto para cralo; uma
us llegese. dita mai pequea no inesmo silio, tambem
-Adeverte-e aoSr. Bernardo de Albu- com commodos para familia, cozinha fra'
querque Fernando Gama, que o seu corres- estribara para 4 cvalos: par. ver no mes-
s^npcCdo^rio^' 9mP,8 m SUo' f" Talar con. Gabriel i
Joaquim Antonio da Silveira, embarca
paro o Hio de Janeiro o mulato Marcelino,
pertencente ao Exm. Sr. Honorio Mrmelo
Carnoiro l.cau.
- Na rua do Aurora n. 52, preciaa-ae
com urgencia* lallar ao Rvm. padra Jofio
liiiiitii Alvos Ferreira capelln do ongenho
Arariba de baixo', na fregnezia>do Cabo.
Na rua do Vigario, cata n. 7, deseja-se
fallar aos Srs. Francisco Jos Cerqueira Al-
ve de barbosa e Francisco Jos Pereira, es-
te de Sania Maria da silva, o aquello de si- respetosamente annunciam aos Sonhores
gadOes, do cuoselho de Valonea doMinho; proprielanos de engenho, fazendeiros, mi-
ao Sr.Jeronymo l.uiz Fernanues, irm.lo do neiro, negociantes, fabricantes e ao res-
Francisco Joaquim Fernandes de Melgago, peitavel publico, que o seu eslahelecimento
eaoSr SebastiSo Pereira Marques Bastos, de ferro movido por machina de vaporcon-
do conselho de Barcenos, declaran do-se. a tinuaem effectivo exercicio, ese acha com-
todosesses senhores que be para negocio pletamente montado com apparelhos da pri-
que diz respeito as suas familias em Portu- meira qualidade para a perfelta confecgo
gal, quesentem desde ha muito falta de no- das maiores pegas de machinismo.
licias suas. Habilitados para emprehender quaesquer
-- Manoel de Almeida Lopes, com casa obras da sua arte, Bowman de Me. Callum
deconsignagSo para comprar e vender es- desejam mais particularmente chamar a
cravos, tanlo para esta provincia, como pa- attengSo publica para a saeguintes, por
ra fura dalia, muduu a sua residencia da erem dellas grande sortimento jprompta,
rua da Cadeia do Itucifu, o. 51, para a rua as quaes construidas na sua fabrica pdem
da Cacimba, n. 11, aonde morou o finado competir com as fabricadas em paiz es-
Exm. vigario. Brrelo,onde continua, offe- trangeiro, tanto em prego como em qua-
urauga precisa para os lidade da materias primas e mo d'obra
mo, no pateo du Carmo n. 17.
^FUfifQ

BOWMAN & MC. CALLUM, engenhei:
ros machinistas e fundidores de ferro mui
ment bem dirigido o regularisado, ondea
mocidade receba conveniente educagilo.
Ilem desanimado concebera o diroclor do
collogio Espirito-Santo, um tal proj c-
lo, porque lodos os rospoitos o considera
superior s suas forgas ; mas confiado por
oulra parlo nu poder de sua vonlade, nos
deaojos do sou coragSo, e nos conselbos de
amigos prudentes, n.1o duvidara de o por
em pralica ; e
que iienhum recelo tem de offe ecer a re-
o luiineu.lae iu das pessoas que s3o capazos
do apreciar trabamos desta urdem. Ja pur l'uada Cadeia do Recife loia n. 6
diversos aoiiiiucios lia o director feito nu- .. ....
urna p iigao de calinos, na rua da Cadeia de
S. Antonio o, 15 armazem.
Ven le-so um proto idoso proprio para
um silio, na rua da Cadeia de S. Antonio n.
15, erinazenj.
Ven lo-so uma escrava crioula de 22 an-
uos, quem a pretender dnija-se a rua Nova
loja de ferragens, a tratar com Jo3o Fernan-
des Prenle Vianna.
Vende-se na rua do Queimado loja n.
Ven lem-SH sopoilinos lijos a 200 rs. a li-
bra, bolaxinha ingleza a 200 rs.a libra; man-
talga ingleza a C40 rs alilira, franceza a 560 19, corles de c.semira de algodflo, a 1,200
rs. alibra;cha brazileiro lino a 1,600 rs.cha r/ cortes de fusio a 800 rs. dilosdo ves-
yson superior a 2,210 rs.a libra; loucinho tidos de cambraia da coros, o 2,300 rs. o
desenlosa 160 e a 200 rs.a libra, ararula corle, com 7 varas, e outras muitas fazen-
nova a 160 r.;ev liaba franceza a 160 rs. a das, que o prego convida a comprar.
Iib-a.feijao mullo novo o alvo 320 rs. a ___ Vendem-se escravos mocos
cuia; gomma de mataran a 320 rs. a libra ; enue""-sc escratos m09os
pralica; e hoje suas esperangas 'ejeum reslodequarlinhasgran lesqueno ha de bonilas lguras, molecoes, ne-
acham at certo ponto icalisadas, porque no | iguaes em parto alguma, a 500 rs. cada uma; gros mocos, mulatos bonitos, ne-
pequeno espago de um onno ha o seu eolio- e outros mais Obi etos pelo mais barato pos- D a
gio colindo excellentes resultados, senlo iel i nos yunlru Canto da Boa-Vista ta- gras niOCdS,mleCOes e OtrOS mui-
berua da esquina de S. Colgalo, dcbaixo do tos escravos or nrec.O tasudVel :
sobrado n. 1 _i
na rua das Larangetras n. i4> se_
Nesse novo estabeleoimenlo, cha'-sn 6UU(0 a,ll'ar.
blico, quanto inteicssa saber
pu
cerca d
que o quizerem verificar faz-lo
pecgSo pessoal, visitaud
a qualquer hora do da.
por lis- pe ir com as vinlas'de Franga, alm desta
?e.C?.a1.!:!S.!"!.a!:-Vl.i!ti:"-,") ?.ef U'?le.C'.inl"l! 't .i mas oulr.s do nova invengao que pe-
Hoje sohretudo o ,, nlaneira do trab,|,la|. 4e trna .u.'supe-
dinctor se dirige aos pas de lamillas mora- ror ftim9in e djgna de ser visla. H
dores fora da cidade, para quen: mullo es-|., ,.,,,,
pecialmente foi o seu cslabeiccime.ito pru-P lnJ? de "Icado travessa do Corpo Santo,
jectado. He verdade incontestavel, que um I confronte ao lado do pago n. 2a, ha um
dus ombaragos com que lula a educagao da ] KrandB sortimento de calgados :
mocidade nesta provincia, lie a falta de urna .ha''at"s d l'Uli nenio para senhora, me-
casa de ensino, para onde sejam devida- .nmaso moninos, ditos do mar/oqu.m dato-
ment enviados os lilhos das pessoas que. ''"s s coica, dito do couro preto, o ditos
habilam fra da cidade. A oa direegao dos fe pane boi.ns do couro de losiro para-
estudos primario, Lerda da nioralid.ue ho.nem, obra bem fela o a moda, ditos de
jc.dusnolar paterno, a tal- b;'Z5rru fancez dios e meios ditos sapa-
que silo ndispens.vis na '?;s d pulimento,.Ulna do bezerro fr.ncez,
prime.r. lOfaDCi? o descuIdo acore, da sa- ^'J* b'"r f 'j/T' .""'Tr *"
do dos meninos, sao obstculos que desa-ip0"18' ." de rr.eiagopia, sapa tos de en-
lentamosp isd'e familia iaea d'ese apar-I1;;1 .' uma
sulla so, como de duas, ditos de bezerro, di-
tos do marroquim de andar por casa, ditos
pas oe lamina itb taca oese a;
ta i oin de seu lillios, em uma Idado om quo
primeiras impressOes se perpetuam, e
dcixam conseqoencias que acompanham a
existencia al a mais adianlada idade. He
sobretodo na remocho desses ernbaragos quo
do tapete, o ditos de couro de cabra ; si pa-
ln do Aracaty de pulimento, ditos de bo-
de, tanto ilo liomem, como de meuino ; na
na ensado o di.ecior do collegio Espin- mBSn,a ,c!m" so ve,",um t,ullus o preparo
to-S.nto. Cm molhodo fcil adaptado Peencentes as mesmas obras a saber : cuu-
ro de lustro mullo superior, bezerro Traucez,
dito da Ierra, marroquim superior de lo las
recendu-seloda a seg
inesmo e bom tralainenlo.
^i999999m*4>S99999*99
B Um sacerdote que tem pralica do 4
<4 ensino de primeira letras, gramma- tt
,4 tica latina e franceza, geometra, mu- #
zica vocal ede alguna instrumentos, 9
inclusivamente do piano acceila a y
_ capellana de algum engenho proxi- fj)
4 mo a esta praga subjeitandu-.se a fa- fe,
^ zer sua residencia aonde liver de
,4 exoreer O eusino da referida mate- .a* nlios.
saber
Machinas do vapor da melhorcoDStrucgSo.
Moenda de caima para engenho de to-
do ostamanhoa, movidas vapor por agoa
OU animaos.
Rodas d'agoa,moinhos de vento eaerraa.
Manejos independente para cavallos.
Roda dentadas.
Aguilhe, bronze echumiceiras.
Civilhos e parafuso de todo os lauu-
,4 ras: a pessoa que com o inesmo qui- 9
H zer contratar, dirija-se a rua Nova n. #J
^ 8, onde ser informado. 4
Taixa,parees,crivose boceas defornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensa pira a dita.
Chapa de fogao e frnos de familia.
intelligencia dos men.no, o respailo mais
inviolavel aos principio da religiSo, da
moral, uma regulandade do conducta nao
prejudicada pela falta do refocillamento 110-
cessario as debis forgas da infancia, illinij-
tado disvcllo quanto a sade e tratamonlo
dos meninos, uma locajidado quo prehen
cha todas as condigeshygiemca, provi-
dencias acertadas e prudentes respeito do
alimento, dormida e mals'funcces pliysio-
logicas 111 .--a idade tilo impressionavel, eis
os pontos sobre que o directo tem appiica
do lodo o seu estudo e cuidado ; ejulgar
pelos resultados que na colliido, elle se ani-
ma ali 1i1c.1i' aos pas do familias, que Ine
quierem confiar a educagto de seus flhos,
quo o collegio Espirito-Santo, he pro-
prio para romuver as duvidas que por ven-
tura conservem aquellos respeilos. O di-
rector espera por tanlo, que seus esforgos
nao sei depreciados, e que o seu collegio
sera honrado com a coailiinga daquellas
pessoas que sabem quanto vale uma educa-
gSo acurada, e que no progresao e desenvol-
vimenlo dageragfio naacente, veem o vor-
dadeiro gorme de nosso ongrandecimeuto,
o de nossa futura prosperidade.
A pessoa que quizer cunsullar ou tra-
dtr-ge do molestias agudas uu chrunicas, pode
isrigir-sei rua larga do Rosario u. 30, aon-
de est rezJindo o CirugiSo Bernardo Pe-
reira do Carmo, que est prompto e exercer
sua faculdadeom qualquer hora. Para com
a pessoas pobre se prestara gratos, a pes-
soa que o queira consultar por escriplo e
qualquer usua que perteuga, deven em ter-
mos claros e precisos declarar as seguales
as cores, couros de cabra lauto aparelhados,
como por aparelhar, ditos protos, camursa,
sola, graelia ingleza, lio de seda, broxas,
laxas de ferro, ditas do lauto, cera preta, fi-
tas de todas as cores, perlencent* as obras,
linhas, ilhozcs, franjas, facas, livellas para
sapatos de senhora, forross, sendo panuo
coqueiro, Hamburgo, bretanha ludo por
commodo prego tanto a retalho, como om
porgad, a vontade dos compradores, na mes-
ma loja se faz todas as ohraa de encommen-
da com acceio o promptidSo, ludo a aatisfi-
gan dos senhores quo encommendarem.
Vende-so um nioleque de idade de] 22
annos: na rua Diroila, na loja do sobrado
11. 33 ao p da botica.
Simonte lino da Gnchoeira.
Vende-so o verdadeiro smente da Ca-
oln uia as libras, muito superior om quali-
dade, assim como os verda leiros charutos
deS, Flix; vln.10 por eiicommeuda da Ca-
choeira, lugar de S. Flix, vende-se ludu o
pelo mas barato prego doquuem oulra qua-
quer parte : na rua do Collegio n. 25, ta
horno do Manoel Antonio dos Santos Ionios.
-- Vendem-se superiores charutos de Ha-
vana, 0111 caixas de 100 : na loja n. 2, da
1 na Nov.
Vendem so queijo do sorlSo muito 110-
vos em conta, conforme o lamaniio.diios do
reino do l/ra. a 1,300, touciniiu do Lisboa a
250 rs- a Ib. dilo do ani03 a 160 rs.a llb., sa-
bo, 120e 140 rs a libra e oulros mais ge-
nero por prego com no lo : na rua Uireila
venda 11. 2, junto da de Azul.
r;-a de todo u
Alvaiade fino.
Zarcao esecinle,
Verde l'rancez,
smmmwm-ammm-mmmmmmmmm
(..iriim.s l'ailhetrk Companhia.K
Conlnua-se a vender no deposito 9
U geral da rua da Cruz n. 52, o excel- *
lintee bem conceituado rap areia
(S preta da fabrica de Gautois Pailhct & it'.
t| Companhia da Bahia, em grande o C
peq oclas porgues pelo prego os t a be- 3
3 locido. Jf
Aiten^fto ao barateiro
Na rua N iva n. 8 loja de Jos Joa-
quim Aloreira & Companhia,
Vendem-so fortes e flecxives chicotos
para carro, pelo baratissimo prego de 1,500
ris, caixas do muito boa madeir, feita
com minio trabalh > e gosto, destinada uni -
camento para preparas do barbas, pelo de-
minuto prego de 4,000 ris, chicles de bor-
racna para cavallo, fortissimos e de qdalida-
do tal, quo .'a vista os compradores podu-
iau av.ili.-ir, inesmo por seremos prmeiro
que nestn genero aqui tem vindo : o prego
dir-se-ha em segredo a quem uretender.
Em casa de J. Keller &
Companhia, na ruada Cruz n. 55,
vendem-se marroquins superiores,
vindos de Franca pelo ultimo
navio.
Em casa de J. Keller &
Companhia, na rua da Cruz n. 55,
ha para vender um piano forte ,
chegado ltimamente da lnropa
e com excellentes vozes : trata-sc
na casa dos mesmos.
He baratissimo.
Vende-" na rua Nova n. s, loja de J. Joa-
quim Morcir e tompinhia, linda romei-
r dn fil de linho, muito bem guarnecidas
do bico o lita, pelo baratissimo prego da
4,000 rs. ; manguinhas do cambrafa, lim>
bem guarnecidas do bico e fita, por 1,500 rs.
o par; camizinhas muito bom bordada, a
2.000 rs., e algunas fazendas mais, por di-
minutos prego.
Charutos de Havana
De superior qualidado: vendem-se no ar-
mazem de kiiknia.nu Irmaos, na ru da
Cruz n. 10.
Ja


m


AGENCIA
da luniliro Low-Moor.
RA DA BEZAI.LA NOVA N. 42.
Mate eslabeleeimenlo conti-
na a liavcr mu completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa- J
ra dito.
(Jheguem freguezes,
Vendem-se na ra do Livramcnto loja
marella da estrella, n. 5 de urna s polla,
couros de lustro do molbor quem tetn vindo
a e.-te mercad.>, pelo diminuto preso de 3/,
res a pelle, bezerro trance-/., m.rroquinsde
todas as cores, cpalos do Aracaty de bo-
rneen o de menino, por presos commodos,
assiro como sola, e couros miudos da me-
lhor quali.lmlc tudo por precos commo-
dos, assim como sapatos de marroquim para
sonhora, e sapates do hornero, de lustro e
bezerro.
Deposito da fabrica de Todos os
santos na Ualita.
Vende-se, em casa de N. O. Uieber & C.,
na ra da Cruz n. 4, olgodo transado da-
quellarabiica, muitoproprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preso com-
moao.
Deposito de cal e potassa.
No armazetn da ra da Cadeia
do Hecile n. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa clicgada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
-. Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Jancii i, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em librare tam-
bera de um tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
"Velas de espermacete.
Vendem-se vela de esperma-
cete de primeira qoalidade e por
preco coinmodo .- em* cosa de A.
C. de Abrcu,na ra da Cadeia-
Vclha, n. 48.
Para as escolas.
Vende-se no pateo do C.ollegio, loja do
livro azul a synupsis do general Abrcu e Li-
ma, ltimamente ailoplaJa pelo EttD. presi-
dente da provincia como compendio de Ici-
tura o historia do Urasil tas escolas prima-
rias da provincia.
Prejo em brocliurj 2,560
Encadenada 3,200
* ttap Paulo Coideiro
veude-se na loja de Cunha Amorim, n
ra da Cadeia Jo llccire,n. 30, osle superior
rap, em bules c meiosdilus, leceiilemente
hegado, por preco commomdo.
Antigo deposilo de cal
virgem.
Na ra do Trapiche,
7>
ia
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vendo-se esto compendio, approvado para
as aulas de primeira. letras, a 480 rs. : ua
prora da Independencia, livraria n. 6 e8.
Agencia de Ldwin Maw.
Ha ra de Apollo 11. arniazctii de Me. Cal-
iiioutsc Companhia, acha-sc eonsiaiueiiieiilc
bous aorlinicnlos de uixa de ierro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moradas lu-
cirs todas de Ierro para aniuiaes, agua, ate ,
dilas para armar em uiadeira de todos os ta-
naDlios c modellos o mais moderno, machina pintado de cor.de guslus mode. nos 2,200 rs,
.aval- (i coito, superiores cintas fraiicczas cores
Vellas de espermacete
Vendem-se caixas de esper-
macete : em easa de tcardo m
Hoyle, ra da Cadeia Velha,
mmm- -.- mmmMmm
Cheguem freguezes a fazendas
baratas.
Pessas de cambraia com listras decores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortes de dita
com salpicos a 2,800 rs., ditas de cas-a pin-
tada com 5 varas a 1,litio rs., cassas do cor
escura por 240 rs o covado, dilas pretas a
100 rs. o covado, dem para baados e corti-
nados a 2,400 rs. a pessa, cortesde chita
om 12 covados a 1,800 e 1,920 rs. : na ra
do Crespo n. 6.
Farinha.
Vende-se snperior e muito nova familia
de S. Cathanna : a bordo do patacho Va-
lente, ou na ra do Trapiche, armazem nu-
mero 9.
Mocadas superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
oanstrucco muilo superior
Viiilio de Champagne,
e superior qualidade : vende-so no arma-
em Kalkmanu lrmos Kua da Cruz, n. 10
Lasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se oferece muitas garantas
a seus donos : na ra da Cacimba
11, primeiro andar.
q Vende-sdum grande sitio no lu- Q
Q gardo Manguinho, que lica defronle <>
O dos sitios dos Srs. C'.nieiros.com q
q grande casa de vivenda, de quatro q
q agqas, grande scnzalla, cocheira, ^rj
~ estribara, baixadecapim qucsus-Q
= lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- g
5 ba, com bomba e tanque coberlo X
" para banho bastantes arvoredos do j
4 ,
> Barateiro do Recife. r Micas franjas para cortinados a
Quem duviJar, ouaequeira *jortirde fa-
lendaa para fasta, eox a algibeirade sedu-
3,goo
rs.
Para liquidar.
Vende-so para liquidar, na ra do Cabug
Vende-se Da ra do Cabun n.12, franjas
zas, e ventilo a ra da Cadeia do Retflb.il. mul0 ,,_ p,r, corlin,doSi peiobar.s-
'" varas:
11. 12, confronte a ra das l.aranjeiras, li-
bras de linhss por preco muito birato.a
oTqoe' Vncontr.rI.ov.Hed.do de fazendas "^'^'d sTooTTn^ra ZlT.Va's' er :-linhs L. 16, 20,22. a 800 rs. a i-
por preco I aralissimo, como bom chilas rao preso.de 3,900 rs. a peca de 15 varas, br. M. 2,,96,a8, e.850 rs. a libra, ns. 30,
boas par* 140,160, e 180 rs. o covado, e v"* '"P"ar. 36j 950 n ,brti n M laoo rJ t i]m
ditas de ramagem par cobrrtas a 200 ra.: r.StOJO vaziOS. bra, n. SO a 1,300 r. a libra, n. 60 a 1,400
corles de cassa padiOes novos com 7 varas' Vndese eslojoa va z ios pira homem por rs. a libra, n. 100 a 3,200 rs. a libra, linbas
por 2,240 rs.; lencos de cambraia decoros preco maiscominudn do que em outra qual- de todaaas cores a 1,200 rs a libra.

fructo : na ra do Collegion. 16, se
O tundo andar.
009009* 99990999099
Inda continua a vender-se btalo.
Corles do casomira prela por 5,000 rs., di-
tos de briro cscuros de listras a 2,000 rs e
1,600 rs ditos de castor 1,1 JO rs rispados
de algn.iu a 180, e 200 rs., nsc.idinhos
francezes a 120 rs. o covado, e mullas niais
fazrnlaspor baratissimo preco na ra do
Crespo c. 6.
Deposito Cunha & Amorim, vendem barr, com cal
em pedra, chegada ullimamcnle de Lisboa,
11a barca Margarita, por mano, preco do
que em outra qualqucr paite: na ra da Ca-
deia do llecifeti. 5U.
Novosgostos! '.
Na ra do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Di.is,
Tndem-.. linissimas cussas franr^zas de ri-
qoi.simOS goslos e novel uadiOes pelo ba-
r.tu prrso de 700 rs a vara, corte de Cam-
braid liza f.zmnla muito fina _>,240 rs., o cor-
le I nielado de seu valo-) ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
horisoulal para vapor, com torca de 4 ca
los, coucos, passadeiras de ferro estanliado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como eiu arcos follias, e tudo
por barato preco.
t'arinha de mandioca.
A mais nova c n ais birata farinha de
mandioca que ha no merca lo, vende-se na
ru. da Cruz do Hecife, armazem 0.13, de
Jo3o Carlos Augusto da Silva.
tj i'iac-i da liidenendencia n. 17. V
($ Ycnde-sc galao de ouro e prala de "*"
0 superior qualidade tanto para divizas $
@ como para bailetes e chapeos d>) pa- $
($ gens Na mes:na loja s<; ve ude toda a <
(U qualidade de uniformes militares iu- "r-
do por preco uiaiscommodo do queem f*
% outra palle. A
AAMMAAA AAAbAMAIiA^
llorabas de Ierro.
Vcndem-se bombas de repuxo,
pndulas e picola para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ierro..
Mutullos de vento
oum bombas de repuebo para regar borlas
d baixas decapim : vendem-se na fundiso
de Bowman 61 Me. Callum, ua ra do liruin
US. 6.8 e 10.
Mercurio.
Vende-se mercurio de primei-
ra sorte, a preco coinmodo : em
casa de A. C, Abrcu, na ra da
Cadeia-Velha, n. 48.
~ Era casa de .1. Ivcller &. C.0111-
panhia, na ruada Cruz. 11. 55, echa-so a ven-
da o encllenlo e superior finito tic Uu-
1 -rilas, em barril de 5.', be muito recom-
mendavel as casas eslrangeiras, como cx-
excellenie vinho para pasto.
0EVEUE) D6 IIOilEiNS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernas^o, a 500 rs.p
cjda um: na livraria 11. 6 es, da prasa 11,
Independencia.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente ingiez : na ra
da Scnzalla Nova n. l\i.
Vendem-se velas de espermacete, em
caix.s, de superior qualidade : em casa de
J. Keller r. Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com carabao de sicupira e braco*
da ferro : na ftindico da ra do
Jim 111 ns. ti, 8 e 10.
Tnlxnx pura engcnlio.
Na fundis-lo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de recebor um completo sortimen-
lo de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preso coin-
modo, e com promptidSn embarcam-se, ou
carregam-so em carros sem despezas .0
comprador.
Ven lom-se amarras do ferro: na ruja
da Neiizalla nova n, \l. IdoCarmo u. 13.
muilo finase do novos padrote a 210 0 260
rs., o covado, dilas estrenas coics de vinho
e de calle e de ganga a 00 rs., o covado.
Fill de liuho branca e de cor propria pars
mosquetciro640rs,avara,linns trincados61
curo e cor de ganga com listas iniudinhas
1,000 rs o corte, assim como oulras mui-
tas lazendas uor barato, vrecos.
Vende-se um escolente sitio em Be-
beribe, pcrtencenln ao Padre francisco Jos
de bira ; a fallar no mesmo sitio, ou na
ra da Aurora n. 62, segundo andar.
No aterro ta Boa-Fista, loja n.
18, defronle do tribunal do
commercio
Veudcin-se ricos corles de cassa
a 2.000 rs., c chitan tic pudres cs-
curos e cotes fixas a i?.o e 160 rs.
o covado!!!
Lamilla de mandioca.
No arnmem de \nlnnio Annes Jacomc
Pires no caes d'AlfanJega vende-se farinha
de mandioca cm sacas, sendo do ptima
qualidide, c por preso o mais coinmodo do
ii.erc8do.
088* #?'*<*'*'>? *:9Qt.
9 ALCUDAO' PARA SACCOS. t
* vende-se n.u.io bom algodo parasa- *-
^ eos de assucar, por preijo coinmodo:
9 em casa de Ricardo Itoyle, na ra da
t) Cadeia n. 37. *
-- Vendc-sc por 3:500,000 res, o sobrado
do dnus andares, e slito com trapeira, co 11
bonita vista, e loja repartida para morada
de familia, com boa cacimba no xagao da
mesma loja, em chSos proprios, no bairro
do Recife, ra do Al olio n. 29,: na ra da
Senzalla Nova, venda n. 7,lira quem vende.
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muilo leve, para um ou
dous cavallos: na coclteira do Mi-
aterro da boa
para mSo a 240 rs.; challes de seda novosm
8,000 rs.,- corte de colete a viludado a 1,000
rs.; ditos de fustBo a 500 rs.; brins finos de
quadrinho. a 280 rs., o covado; cortes de
casimira para 4,000, 5,000, e 5,500 rs.; pan-
on mesclado para palilz 6,000 rs:, o corte
de 3 covados; ptimo para o verlo por ser
auitoleve, bramante do duas larguras, joli
para frescus, lensos por 1,200 rs., avara ;
madapolOes bons para 3,560, 3,200, 3.520, e
3,840 rs., a pesa; e para uulros muilo.
presos; assim como outras muitas fazen-
das, que a troco de Jinhciro se vendem por
pre?os baratos; e esta loja tem seu arma-
zem de fazendas em atacido, e e vende
qualquer pors^o por preso de primeira
mo.
Arados de ferro.
Na fuudisSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Pechinxa.
Vende-89 na ra do Crespo na loja da es-
quina que volta para a ralea, coites de
cambraia cor de rosa e de oulras cores du
ultimo goslo a 3,000, 3,500, 4,000, o 4,500 ;
ditus de cassa-chia a 2,000 ; d los da ex. o-
sis-to a 2,210; cortes d-caita com 12 cova-
dos a 1,800 ; cortes Je fuslito a 560 ; cor-
tes de calca de briin escuro a 800,960,1,120;
ditos de I111111 amarello do puro liuho a
1,440,1600; lengos de.cambraia muilo finas
propnas para ni3o a 320 ; o outras multa
fazeu las que se lotuSo recommeiiilaveis pe-
.la boa qualidade.
-- Ricos manteletes, e capotinhnsdc seda
e de gros do aples de variadas, e lindas
cores, cum bonitas transas, franjas, e bico
de blonde ; na ra do Queimado loja n. 39.
.Azeile de carrapato da fabrica de
Aratij 1 & Pilbos, no Penedo.
Esta azeite pela perfei{ilo cm que he
fabricado no s serve em logar do azeile
doce o de coco, para qualquer qualiJade de
candieiros por mais delicados que sejSo,
como lie muito prelirivel a qualquur oulro
por dar nina luz mlii Iu i I lian t>, ser mais
duralivo, e seu custo iar mais barato ; no
tem o ebeiro desagradavel que exala o azei-
te de carrapato commum, nem cm nada
dellescussemelha. Vemle-se em barriz de
16 cnulas 2,400 rs. a cauada, no armasem
do J. J. Tasso Jnior, ra do Amorim n, 35.
No aterro da lio 1 Vista, loja n.
18 defronte do tribunal do
quer parte ; na ra do Collegio o. I, loja de
miudeza.
Vende-se um preto muito robusloe sa-
dio de nasdo costa : queo o protender d i ri-
ja-so a ru. do Cabug, loja de Joaquim Jos
da Coala Fajoze.
Vende-'.e um. negra de naci, cosi-
nha o diario de urna casa c engomma : na
ra do Uvr.menlo n 36, loja.
Vendem-se 2 molecotes, de 16 20 to-
nos de idade; 3 escravos de sarvlco de cam-
po; 1 cabrinha de 15 annos de idade, com
principio de costura, coiinha e engomma, o
um. escr.va de meia idade : na ra Uiroi-
va^ creoula, de idade de a4 anuos; J*;
na ra do Vigario n. ig, segundo
9 Casemii as modernas. 0
?* Vendem-se as mais modernas case- 9
< miras que ba no aereado a 5,500 rs. ;')
? cada corte : na loja do sobrado ama- $
0 relio, nos quatro caolos da ra do 9
6 Queimado n. 29. O
(a>Q9j^ 9^j^sg^20S9099
Vende-se uiua bonita es.ra-
andar
Baptisados.
Acabam de chegar loja de 4 pollas do
Duarte, na ra do Cabugi, um completo
sorlimenlo de ricas toucas para baptisados,
por preso commodo.
iapala dt tpele.
Vendem-se os bem condecidos cor-
tes de tapete para sapatos a 500 rs. o
par: na ra do Queimado, loja do so-
brado amarello n. 29.
Vende-se
Vendem-se velas de carnauba, em cai- uma rrava de boa conducta, e com algu-
xas, chegadas ullimamento na ra do l.ivra.- '"as habili lades, muito moca,bonita figura,
ment n. 26. e com uma cria de 14 mezes, o bastante sa-
O c mlii i sli S lnsdi.iiin 1I1. ^i'f nl r"a 1 Cadeia de S Antonio, sobra-
u cauteiista csaiustiano de do delre, andir0j( no primeir0i n ,6>
Aijtuiio rerreira lz sciente ao Vende-se umap.rda.moca.boniaecom
respeitavel publico, que no dia 30 nabilldid<,s,e um bonitopardmhode3aou-
',n nos por Ihe ler morridoo me, propriopara
uo corrente mez, aeve chegar do criar.eeducar.poraao/aquedentrodepou-
Stil o vapor ingiez Teviot, conduc- S telDPosegu>ido a falta que vai bavendo
1 1. 1 o 1 j 11 esla 80i"e valora 500,000 rs.: quem quizsr
tor das listas da 1 8. lotera do the- v. na ra larga do Hozario n. 35 loja
atro de S. Pedro de Alcntara, e Vende-se urna casa terrea na rui das
da a8. lotera do Monte Pio,e pa- of,onlt* de "":" "" <> Crespo
ga logo que rec.ber as lisias, sem
descont algum, todo e qualquer
premio que sibir nos billtetes ,
Para liquidar.
Vendo-se na ra do Cabug n. 12, con-
fronte a ra das Laranjeiras, miudczis mui-
to baratas; como soja pentes de baleia de
. *w ........... ...un. orja (iriiic. UO UBItlIU IIO
meios, quirtos, Oltavos e vigesi- alizar cabello, tinta ingleza, retroz de todas
mos, vendidos na praca da Inde- a9 onaono. do borracha,requifes
1 i c 1 j Par'1 enfeites de vestidos, .guias fran-
pendencian. I e 15, loja de cal- cezas, carrite.sde linhas de todas as cores,
cado do arantes, e na ra da Ca- e br'
deia do Hecife n. ^6, loja de mu- "arios
dezas : a elles que se esli ac- cos pretos, boie da calca, ditos de ma-
baado 1 dr-Perola, de agat o de linba, ligas de bur-
* racha, com nomeg de senliora, boneU de
cabello para menioo, linha de marca, aljo-
Ao. 20:000,000, 10:000,000, 4;000 onr.
2:000,000 e1:000,000d#r *
N. loja da Viuva Vieir. & Fho, ,..
da Cadeia do Recife n. 2* receber.m V!
vapor Pernambucana, entraJo em a d car
rente, do Rfo de ianeiro, a lisl. d si ?
tena a beneficio da Santa Csa da Mi,'.,T
cordu, e pelo mesmo vapor chegar.m .
cham-se.vendao.mui .fortunados bil,"
teaecaulelUs ,1 18. loteri. a benelicio '
thoatro deS. Pedro de Alcant.r., dC'Ve
vem a lista no primeiro v.por. e trocaml
por bilhetes ja premiados das lotera, h
Rio de Janeiro e desU provincia.
Rndese noMaranho, a fabrica
de bugias stiarinas e sabSo.
Os administradores da liquida-
cao de Tbeodoro Chavanes, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
nhense, na ra do Pioponto, del-
ta cidade ( porto dos remedios)
a saber : casa em que est mon-
tada a fabrica, com 20 bracas de
frente e i5 de fundo; a prensas
hidrulicas, orisonlaes de forja de
6oo,oao libras, cada uma ; 1 dita
vertical de for?a de 4oo,ooo libras-,
3 grandes calileiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabao ; \ ditas pa-
ra derreter sebo; todos osperten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e sabio ; 9 eseravos en-
p vw.. ,..,H vw .......^ wn (.-fuao n ("Hu, *s
raneas de 100 e 200 jardas.libra de linhas tendedores do servico geral da fa-
novelos.brancas o de cores, ospelbos de brica 1 torrnn a.,',. Col..;..,,
ostamanhos, caixas de colxees bran- terreno annexo a tahrica,
7 bracas de frente e i5 de
Commercio,
bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,8oo
Vigsimos i,3oo
Vcnde-se ansSrs. fabiicanles dos fos-
'phorosdeaccender fugo, uma grande por-
re-
com-
oja
2,000 rs o quem comprar grande porsSo
so Ihevenilea por muito menos.
fr3 Cortes de vislidu da ultima moda,
t' Curtes de vestido de cassa seda com
$ listras e quadros de so la,lindas cores ; emoderno.gostos: ditos do dilodo 4
j. cimbris com barra do ricos borda- 4
i dos e os competentes figurinos : ditos 9
J de dito de cambraia aborta com flores 4
$i adamascadas o do bonitas cores : di- 4
fe los de dito do garsa.fingindo blondo, 4
d- de. dilicadissimos gostos 00 mais 1110- 4
I derno que ha no mercado : um com- 4
de seda,broncas, de cures e furia co- >}
i res, e oulras mullas fazendas de gos- 4
fe lo.que se vendem por presos de agr- 4
fe dar so comprador: na ra dn Quei- m
fe mado. Irija do sobrado amarello, nos f
fe qualro cantos n. 29. *)
**?*****<.+**>?*.-* *
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, era sac-
ras desembatcada do patacho
C'onceicao, vindo do lio de Janei-
ro, entrado cm id do coi rente mez
de otilubro, por preco commodo:
nos arinazcns de Antonio Annes e
Das l'crreira, no cues da Alfnnde-
gi : a tratar nos mestnos, ou com
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 3'|.
Aos amantes do bom e barato*
Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a cadeia, vende-se casimira prela,
a 5,000, 5,5u0, 7,500 c 8.000 lis o corte ;
ditas do efir, a 5,000 e 0,500; panno fino
preto, a 3.000, 3,500, 4.000 c 4,500; dito
verde, a 2,700, 3,000 e 5,000 ris ; dito azul.
Vende-se,
na anliga e afamada loja de Victorino &
CuimaiSes na ra larga do Rozario 11. 22,
com
fundo ; i dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 brasas de frente e
28 de fundo : as pessoas que pre-
tenderen! comprar, pdem nesta
-- Vende-se uma casa de pedra e cal ni
ra Real, na quina da travessa da Capunga,
cotu 2salas, 2 quartos, cosinha lora e quin-
tal murado : a tratar na palana do Mangui-
nho n. 51.
Vende-se, por preco com-
modo, |)3ra fechar contas, uma cai-
H xa com raarroquins e chapeos du
'(amigamente ra dos quartcis, muito bom Chily, viudos no vapor Pernam-
sorumento de miudezas o quinquilherias |._ i: 1 ,i 1
divorsos, conformo abaixofazomos declara- '!UCana' ,ln"a de ronz' Panno rtc
SHo do algumas;agulhas do diversas quali-;Illho e outros artigos mais: no
d.desalunles dourados.c do rorro para r-je8Cr|ltorio de Novaes & Compi-
I _!.:. _____ 1 'II n .'
mac3o,didaes de moial c lalSo sortiios para 1
senliora c meninas, ditos para alfaiaKs.agu-': nllia, 111 ruado Trapichen. 3.j.
loen os do algumas qualidades, dillerenles
brincos deuuro francuz c nutras qualidades,
aljofrus,ditossurli los,aderesos pretos,brin-
cos o pulreiras, botOespara camisas, de ma-
depcrolaelous', ditos para ralea de osso.e va-
rias qualidades, ditos pura berlura de diir-i-
reircspadrOes,dilosparacusaca;sola,veludo, a>
massi, duraque, c vidro, cordas amarlas e &
brancas, bordOcs de lelros, o rame, botOes jS'
para balina de padre ediiospara farda, de/s*
nac. 111 e.-.i- policia,cruzes,veronicas,bentos,]|
rosarios, ludo proprio para missos
de linlio, o brancos, e ililos prelos ordina-
rios, vara a 40 60 e 80 rs.,filos do I i nhoealgo-
il.'o, brancos o do cores, ditos di seda li-
sos largos o estrcitos, ditos lavrados fi-
nos e ordinarios, o de sinlciro, ditos de
fares, escovss para cabello, bicos largos,
rendas, litas de seda lizas e lavradas, as a-
moslras esto patentes; aderesos e brincos:
pretos, franjas para cortinados, e militas prac,a diri"iretn-se a J Keller ck
maiscousas, pelo preso mais cummoJo, ei i'ornn9ri|,;.
nao se olha a lucros. ^ompannia.
Sobrado em Goiauia.
Vende-ie, muito em contj,
um bonito sobrado sito na ra
do iVleio, n. 58, avahado^ em
2.000.000, era o qutl tem parte
rsula Mara das Virgens e sua
irraaa Joaquina Alvesde Paiva na
importancia de io7,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kminn Irmios, ra da Cruz,
n. 10.
Escravos futidos.
nesappareceu no dia 5 do corrente do
engenho S. Joflodo Cabo.oescravo Valerio;
alto, ebeio du corpo, e espadau lo, c.r. cur-
ta e larga, niriz chato, ladino, um pouco
gago, com uns taliohos na cara por s?rda
costa; tambem tem uma marca de ferida
em sima do peitodop esquerdo junto aps
Vendem-se saccas com arroz de casca
de alqueire, pelo diminuta preso de 2,400
rs. a sacca: no aterro da Boa-Visla n. 2.
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Babia.
Vende -se om casa do Domingos Al-
" ,nlS' M^ftK.'.S 'J.T.' 'lf t delsSe';' m^oVmrec'ompensdo ^
i, bicos ,2; efe n 52, primc.ro andar, algodJo J 0 levar o dito er.genho, nU no Mondego en
l transadod.qucllafabrica, mu.lopro- Mg, do m. Sr. commend. "or Lu z Com"
prio para saceos e roupa de escra- j Ferreiri> ou |0 ho F ^*
E vos, assim como Improprio para re- J MigueHoaquim Caneiro da Cuaba.
gt> des de pescar e pavios para veil.s, ^
Dr.
t> por preso muilo commodo.
4
100,000 rs. de gr.tificasBo.
veludo, o laso, e retroz, de varias, cores, I AAftMMMAAAAA AAMO
ponnas de ac. e palo, canelas de pao os-i \ ...; ,,;.1.. 1 ____:._:j.j. j
unhoe metal, canoiiiho. rebique, e miUo. Ant.guidade c superior.dade da
caivetes, de pennas, e thesou as, para cos-1 salsa parnlha de Bristol sobre a
luras, c uiihas, areia azulada para botir na i sa|sa parrilha de Sands.
attencaO.
Itog.-se as autoridades polici.es, que cap-
lurnm o escravo Manuel, perteocente. So-
bsstiSo Marques do N.scimeolo, fgido des-
de o di. 8 do mez de setembro. Foi
ello escravo do Sr. Gabriel Aflbn.0 Itiguei-
ra, i quem foi comprado ltimamente : tem
28 annos de idade poueo mais ou menos, cor
fula, com falta de dous dnnt-s na frente, e
a|2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 rcis; dilu cur < escrita, contal emisangas do vidro de varias
cores, cordao do ouro francez, e ditos do
vestido e ditos pro.'rids para cordrtes de
fradc.caixas para rapc,cnumbo,mctal, bfa-
lo raz de pau de masssa, com relralos.car-
tcirasdemairoquindemolaesem mola.cha-
ruteiras de vidro, c mairoquin, ourude
lustro e marroquins, tualhas c guardanapos :'
para meza.franj.s daalgodfio para ort.na-j"^l"'".? e oroDrielarios d^ levou um"a lro'i uniendo caigas jaque-
dos.tualhas e outras obras.culheres para so- gj n/rrilha con cMa neln nome fi "s 1u8nl PP^hender e levar ru. da
paccnaedilasdolirarsopa.et.lhoresicca- |''mii co"f** W i Aurora n. 62, recebar a graUficisSo pro-
bo liiaii,:o ordinarios e de mciu, candieiros
proprios para senzalla de engenho,cislieaui
Sougei
no
guel
Vista.
No aterro da Boa Vista loja n.
18, defronle o tribunal do
Commercio,
vendem-se pannos linos cor de cafe, verde
escuro, azul e preto, a 2,000, 3.0U0, 4,000 e
5,000 rs.; corles de superior briin de liuho,
a 1,000 rs. ; cortes decasinira, a 2,000 o a
3,000 rs., euma porgSo de riscados france-
zes, que se veudrrSo por qualquer preso ,
por estarem com algum mofo.
Padaria.
Vende-se urna padaria, no largo das Cin-
co Ponas: a tratar com J. J. Tasso Jnior,
ou com Joaquim Lopes de Almeida, caixei-
ro do Sr. J0S0 Malhrus.
Lencos.
l.ensosde cambraia aberlos, propriopara
seuhoras e meninos a 360 rs, ditos com bi-
co a roda e palmas as poulis a 400 e 440
rs., ditos de cambraia de liuho para homem
a 400 rs. : na ra do Crespo n. 6.
.- Vende se uma armasilo deuma livar-
principiar,
de rape, a 2,600 o covado : o outras muitas
fazendas por preso coinmodo.
-- Vendc-sc remos de faia para
catraias, botes (k.
Barricas com superior cimento de
Ilamburgo ;
Meias ditas ; c tambem vendem-
se tinas ;
Holijas com oleo de linhaca de
Ul inda : atraz do llieatro Velho,
armazem de tahuas de pinho.
Vonde-se um negro da idade 35 annos,
pouco maisou menos, refinador de assucar:
no largo do l.ivramento n. 20.
fe Cortes do vestidos de cassa a 2.000. |
f Na luja do sobrado amarello, na ra 4
a> do Queimado n. 29, vendem-se corles ?
< de vestidos de cassa Jo cores lixas a ?
4 2,000 rs. 4
-- Vondom-se 50 saceos de estoja, novos,
com 2 varas cada um, a 321 rs. : na ra lar-
ga do Rozarlo n. 48, primeiro andar.
A bordo do patacho biasileiro Marga-
rida, fundeado defronte do trapicho do al-
gudo, osla a venda a superior faiinhade
mandioca do S. Calharina, chegada em 2
do correlo : trala-sc abordo comoc t."i i, ou com l.uiz Jos de Sa Araujo, na ra
da Cruzn. 33.
Presuntos de lamgo, cebo do Por-
to em velas, pomada em camas.
Vendem-se em porso e a rctalho.por me-
nos do que em nutra qualquer parle: na
ra da Cadeia do Recife n. 24, armazem.
Na ra da Cruz n. 33, armazem deS
.\rauo, ven le-se cera de carnauba pennis
de Kmir.a o couros de cabra, por preso com-
modo, para faenar contas.
Vende-se tsboado de cedro : a tratar
com J. J. Tasso Jnior, na ra do Amorim
n. 35
-- Vende-se farinha SSS muito
nova e de superior qualidade : a
na, prupria para quem quizer v,,,y,.,,
ou muda-la, pois est situada cm bom lo- tratar cora iuanoel da Oliva San-
cal, Taz conta por mo ler nada dentru eser. los no armazem do Annes, no
a muito em conti : Iral.-se no pateo, ^ ^ a|flD(Jega
para senboras, luvas para lavar cvalos, cai-
xiola de tinta de desenlio,escovas para den-
tes linas, c ditas para roupa o raleado e
dita para ourive*, espevitadeiras ordinarias
para alentisas, fsforos bous cm caixinha,
facas de varias qualidades, oceulos uro pre-
to C a lino el j, e dlluS ui inacao de asso, frau-
ja c transa de retroz para caputilhos, mau-
tclletes.fio piolo o amarelo para sapaleiro,
brotas c tachas, ilhOsesosedas, habido lr-
go,eosticilo, suspensorios de borracha, di-
los ordioarius e llvelas de cs, dourad.s e
pi aliadas, transas de 13a para Vestidos, fro-
cos de corus.gramaas, linhas de carriteis de
cores e brancas.e ditos de miada du pessa fi-
na, o ditos calicsa encarnada muilo liua pa-
ra na ra, ditus de marcar de cures, azul
'nr una i.i,.i mili-,'- de cures diffeientes em
lata, linh.i de miadinhas do lustro braucas
e da cores,dildS Je nonelo grussus c liaos n.
16 a 120,iigas de seda para senhora, Irancel-
lius finos e grossos de borradla, meia dcal-
gudilo tizo lino para se.ihora lancetas cabo
de r'nt' e.ni.fir 1 de cubrir do tres tamanhus,
papel de pezo.almasu e de cur, e obroias.pa-
pelp.ira ciifciius.c ditus para capa de Iiviu.e
eslampas de varias qualidades, pente ds
tartaruga de. 111 ur.d'a ditus de rinde para m.ir-
rafa,e coc,dilos de asso para marrafa, e di-
tos de allisar,pedi.s de escrevcr,aliar c do fu-
go,' olroz piolo c de cor, o di tu gi> s- u, pincel
para barba.Iraucelin prulu de retroz para al-
faiaie.lintciros de vidro o buliies,tiola
pretade de cscrever.
-- Vende-se superior sebo em pao ese-
mente de coeulru : no becco Largo, arma-
zem 11.100.
Novos cortes de chita. **
Ma loja do sobrado .m.rello, nos
A silsaparrilha dellnstol data desdo 1832,1 .
e lem constantemente m.nlido sua reputa- < cabello, do lado esquerdo da cabeca, quo
Silo, sem necessidaie de recorrer a pampo-! '! ton' be?! mvel Por P"ecer c-
snsannunciosdequeaspreparasoosdeme- rfll,,1Um 'h.08 Pe rilo nodem despeusar-se. O sucesso do l>r.; en,(,urb'.. baixo, corpo regular, he ofllcial
Rrislol tem provocado infinitas invejas, o d8 ,funl e,ro- T"i Jqurt. de nscado
1 azul, caifa branca, camisa de madapoln, e
L.51C3 aeiiuuie su mena rao em l &fz a asen- J.VL *----------I----------
cia de Salsaparrilhaide Bristol, e como nSo! por is80 da,de '* P esn-se contr. quem o
opudessem obter, fbricarao uma imitasflo conservar em seu poder.
de Uristol. Da-se 80,000.
Eis-aqui a carta que os Srs A. R. D, Sands A quem trouxer na prasa d. Indepedencia
escreverao ao r. Uristol, 10 dia 20de abril, n. 17, a preti Mara Joaquina, de id.de de
de 1842, e que se acka em nosso poder : 80 a 40 annos, de na(5o congo, baix, gor-
Sr. Dr. C. C.lJrisioI. da, cor retinta, bexigoss, seio grande, tem
bfalo, etc. um signal de carne subre o beiso superior,
Nossa apreciavcl s-n4or. e lie baslanle ardilusa ; ja fui escr.va de
Em todo o auno passado temos vendido! engenho. e ltimamente ora quitandeira da
quantidades coisideraveis do extracto de iniudezas, desconfia-se que ande para as
salsaparrilha de vm. e pelo que ouvimos di- partes do sul, por estar acustumad. andar
zer de suas virtudes quelles que a tem usa- poj l vndenlo, comuma crioul. dn nome
do, jnlgamos que a venda da dita medicina! Felicld.de, dequem fui escrava, e cun-U
so.ugmentar multissimo. Se vm. quizer ter sida vista, na povoaso de S. Amaro J-
f.zer um convenio comnosco cremus que bu.tBo : esta prela fugio no di 1 11 de abril
nos resultara mulla vantagem, tanto a nos de 1850.
como a vm. Temos muito prazer que Vm.! Desappareceu na tarde do di. 13 do cor-
nos responda sobre este assumpto, e se Vm. rente um escravo por nome Joaquim tem os
vier a esta ciinde daqui a um mez, ou cou- signaesseguintes: boa estatura, representa
sa semelbante, loriamos muilo prazer em o ler 35 annos de idade, falla dosembarasada,
ver em nossa botica, ra do Fulion n. 79. ps grandes, lem lodosos denle, da frente,
FicSo s ordens de Vm. seus seguros ser- nariz chato, quando anda estala as junta, dos
vidores. I joelhos, levou camisa de algodosioho brin-
(Assignados) A. R. D. Sands. cu, caifa do dito azul, este escravo foi do
COlNCLUSA'O m101 qo,!in Pe8r lov.e- typograpbia
1,A an.iquid.de da sals.p.rnlh. da Bris- %^^m """ ^ ^ ""
he claiameule provada, pois que ella
lo
data desde 1832, e que a de Sands s appa-
1 ere-i em 1842, poca na qual este droguis-
ta nao p Iu obter a agencia do Dr. Uristol.
2. A superioridade da salsapainlha de
Uristol he inconteslavel, poisque nao obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de uma
porso do oulras preparafOes, ella tem men-
tido a sua repulafo em qua.i lo la Ame-
rica.
As numerosas experiencia, feitas com o
uso da salsaparilha em tod. .. informida-
des originadas pela impureza do sangue, e o
O v "1 T"T u,i '^'",a bom xito obndo neata corte pelo lllm. Sr.
jr m loja do sobrado .m.rello, nos JJ Dr. Sigaud, presidente da academia impe-
w quatro cantos, da ra do Queimado g nal de medicina, pelo lllustra loSr. Dr. An-
V* n. coiitiuua-se a vendar cortes de O ionio Jos Peixotoem sua clnica, e em sua
c.iila odenscadode novos padrOes Q afamada cas de saude na Gamboa,pelo lllm.
Q com 12 covados inteiros pelo bara- :Sr. Dr. Saturnino de liveira, medico do
09900009909940999$ millem hoje de proclamar altamente as vir-
- Vende-se uma negra j idoza e um mo-' 'ud,1 """* d' S5'"P"1" dj Mitol.
lequede 7 annos de id.de^tudo emcont.ma 'Yt0\ell t. 'T "'i0 Vld0; "' botlca,de
ru. do Livramenlo n. 38. \%r- ""I1" "Ive Ramo., ru. do.
- Vende se um escravo ,noSo de bonita .2,u'rlV, ',c*"loao 0u'rl8' le Polica,
figura: na ra de Hurlas n. 1 it JCjspellios para parede a 3,000 rs..
-- Vende-se um preto e una preta, pro-' Vendem-se na ra eslreita do Rozario,
prios para tu Jo oservico : a tratar na ra do travessa do Queimado, loja de miudez.s n.
Livramenlo n, 32. 2, a junto ao deposito de pao.
-- Desappareceu no di. domingo, 12 do
corrente, um preto que representa ter 45 .
SO annos de idade, de naco casanga, baixo,
cheio do corpo, sem defeito algum no corpo,
levou vestido, caifa de casemir. azul ciar,
de quadros e j velha, colete desetim preto
velho, jaqueta de brim pardo,camisa de ma-
dapoln, chapeo de seda prelo ; pre.ume-se
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezardeser do serto nfiosejulga que te-
nha vultadu : roga-se portanlo as autorida-
des policiaes e capites de campo, a Mptura
do mesmo, levaodo-o a ra do Vigario n. 11,
terceiro andar, que se recompensar.
Auzenlou -so ua noule de 27 du corrente
o mulato Clcmcntmo de idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, 1
falla muito mansa, coslu.ua andar calridn
a bem venido; levou uma Irnxa do roupa, e
consta que levara um cavallo qoeslugra
iiessa nccasio, O qual tem os aign.es si-
guiles : caaUnho, barrigudo, clioas pro-
tas, e gordo. il prov.vel que queir. pas-
s.r por forro : he olieiro.o escravo de Luiz
A11101,ni Siqueira : quem o pegar leve-o a
ra da Cadeia-Velha n. ao que se recompon-.
ssr.
maja"


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