Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04737


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Full Text
+-
w'! mi
Anno XXVII
Quarta (eir 5
DIARIO G
de Noveinbro de 1851.
N. 250.
PEIVWMBIIO.
fifii
FBEOO BA OBCBIFQlO.
PiSlHEHTO ADUNT1D0.
Por trimestre............
por semestre .............
Por noo............
PlOO DEMIO toniHHIll.
Poi qmrtel.........
otii* no IMPERIO.
pi..... 7 deOutub Minas... I3de
Maranhao 13 de dito
Ce'--' "dedllo.
Parhlba. 31 edito.
S.Paulo. 3 de
R. de/.. 25de
Babia... 3l de
4/000
8/000
15/W0
4/500
belbr.
dilo.
Outub.
dito
DI DA SEMANA
3 Seg. Gom.dosdefnu-
los ; S. Malaqutas.
4 Tere. S. Carloi.
A O".ni. S. Zicharlas
6 Quiot S. Severo b.
T Seit. S. Florencio.
8 Sab. S. Sererlano e
seus companhelros.
1 iimi. O Patrocinio de
9 Nossa Senhor a.
AUDIENCIAS.
Juitode Orphoi
i- .'i. .k 10 horas.
I. rara do civel.
3. li. .ni meio-dia.
Patenda.
3. eO. ai 10 horaa,
2- vara do civel.
4. e sbados ao nielo-d,
Relaeio.
Tercas e sab .dos.
EPHEMEK1DEI.
Crescente i 30, a I hora e7 minutes da Urde.
Chela a 8, as 9 hora e 2 minutos da t.
Mingoante 16, as 7 horaa e 2 minutos da m.
Nova 22, as 11 horas e 47 minutos da tarde.
rnlCAMAH DI HUJI
Primeira 2 hora e 6 minutos da tarde.
Segunda 2 hora e 30 minutos da tnanba.
PARTIDA DOS COBBEIOS,
Goianna e Parahiba, s segunda e sextaa-
feiras.
Rio-Grande-do-Norte, toda as quintas-feira
ao meio dia.
Garanhuns e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, quintas-felras.
Olinda, todos os dias.
NOTICIAS ISTBANGIIH.il.
Portugal.
Hespaoba.
Franca ...
Blgica...
Italia-------
Alemanha.
Prussia ...
I 'ni un l r.i
Russia...
Turqua..
4 de Ontbi
8 de dito
8 de dito
5 de dito
3 de Outbr
5 de dito
3 de dito.
3de dilo
l de dilo
2< de Selbr
Vii-tria .. 3de Outbr
Suissa___ 3 de dito.
Suecia... I de dito
Inglaterra 9 de Outbr.
K.-Unidos 24 de Setbr.
Mjico... 15 de dilo.
California JOdeAgosto
Chili. 26 de Abril.
Kuenos-A. : e Setb.
Montevideo (ide dito.
CAMBIOS DE DE NOVEMBnO.
Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 rs. Firme.
i Paiis, 331 por fr.
- Lisboa, sera transaccoes. *
METAE1.
Ouro.Oteashespanhola.... a 28/600
Hoedas de (1*400 velhas. 16/000 a 19/200
de 6*400 novas. 16/000 a 161200
de 4/WO....... 9/000 a 9/100
Prata.PaUcdes brasileiro.. 1/920 a 1/920
Pesos columnarlos... 1A20 a 1/DO'i
Ditos mexicanos..... 1/750 a 1/720
DECRETO N. 824 DE 20 SETEMBRO DE 1851.
Declara om que impedimeolos devem os
juizes do direito passsr a vara aos muoi-
cipaes, ecomo o devem fazer.
Tondo ouvido i secgio do justiga do con-
selliode estado, e considerando abusiva a
pratcl seguida poralguosjuizes de direito
de cooservar o oxerdicio do emprego e ao
mesmo tem 00 mindir presidir is sessOes
do jury reos juizes muoicipaes tizando da
attribuiedo que me confero o ait, IOS, 13
da cous'iituicBo, liei por bem decretar o se-
guinte:
Art. nico. .S'cmprc que osliver impedi-
do, salvo oos casos do susponsBo em causa
determinada, devora ojuiz de direito ps-
sar t vara aos juizes municipios designados
par* o subitiluirem pela ordem di desig-
nag3o.
Eqzebio de Queiroz Coutinho Mattoso C-
mara, do ni fu conselho, ministro o secie-
lario de estado dos negocios da justiga,
assim" o tenha entendido e Taca executar.
Palacio do Lio de Jane ro, em 20 de se-
tembro de 1751, trigosimo da independen-
cia edo imperio. Goma rubrica do S. M
o Imperador.Ensebio deQneirnz Coutinho
Mattoio Cmara.
MINISTERIO DA GUERRA.
Senlior. Mandn V, M. Imperial, por
portara expedida pela secretaria do estado
dos negocios da guerra, em dita de 8 de
agosto do presente anno, que o conselho
supremo militar consulte, lendo em vista
o plano e a orgiiiisaco do exorcito appro-
vado polo decreto de 19 do abril dcsto anno,
se o lempo, pelo qual os olliciaes devem
permanecer em um posto psra poderem sor
promovidos ao superior, so devo coutar
da data das graduacOas para aquelles que
se tenliim tido, ou se da data da effeclm-
dade.
Va contormldade das disposiges do de-
creto de 20 do junho de799, do alvani
de 3 de Janeiro de 1807, os olliciaes grada
dos gozam simplesmoote das honrss dos
postos emques3o graduados, e do direito
aos commandos sobre os olliciaes de mono-
res graduales ou postos; precadem-se
pelas datas dos respectivos decretos, e s
tem esercicio do posto immediatamente
inferior ao da gt sduae.no, no qual ellos sao
efectivos.
A lei n. 585 de 6 de setembro de 1850
determina expressamente que nengum
olTicisI podea ser promovido sem ter com-
pletado os annos do servico em cada
posto designados nella. Parece, portanto,
ao conselho que, avista das circunstancias
supramenciooadss, dever-se-ha coduzir o
principio, e por cm cxecucSo, quo o lempo
polo qual os olliciaes devem permanecer
fin um posto para podorem ser promovidos
ao superior seja contado da data do decreto
que I he conferir acITeclividadedelle, e nao
das graduacOes para aquelles quo actual-
mente as Lu, assim cuino para os que as
obliveiem d'ora em dianle.
Rio de Janeiro, 22 de agosto de 1851.
Lima e Silvs.Moreira. Callado.Vascon-
cellos.Brito Soares do Andrea.Alvim.
M. F. Lima.Pardal.Como parece.Pa-
co, 20 de setembro de 1851.--Com a auhri-
ca de 8. H. o Imperador.Manuel Felizario
de Sonsa e Helio.
INTERIOR.
CORRESPONDEiNCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Vnruhyba, 27 de outubrode 18l.
Temos tido dous das e meio bem esteris de
uovldades, e inaus para minba ebronica, de
sorte que quasl Ihe nao escrevo para nao cabir
na falta que, com inulto sal, me notou o amigo
Araos, de noticiar aos Pernambucanos a rocha-
dura do sino do Carino, o magoamento dos cal-
lo de aIguin cierto, etreliqua; mas para que
nao pareca motivado por minha indolencia, o
que nicamente he tiln, da falta de novidades,
vou semprc escrever-lhe, para asseverar-lbe
que pouco mals tem occorrido depnitda minha
ultima.
O resultado das elelcfles contina a justiiiear
o que Ihe disse as duas ultimas ; e multo me
tem divertido o desapontaiuento de alguns pre-
tendidos candidatos, e de outros que se julga-
vam comjux in re, que vao vendo aproximar-
e-lhet a forquilha aos queixos. Uns agastain-
se, outros protesum viogar-se, aquelles mal-
diiem a sorte, aquell'oulros diicm trahira.11-
me; finalmente todos se queixam e nenbum
tem raan.
Bouve oro que tanto e lio subtilmenlc se
introduzio, que tem filado alguns votos desta-
cados; e de grao em grio val enchendo o papo
como o gallo, ou o sacco como o frade; e o
mala he contra a geral especlativa e inteocao
dos bomens sensatos. A colbeita tem sido pe-
quena, nao por culpa delle, pelo que julgo que
apenas conseguir um dos mais balxos lugares
desupplentt.
Quando obtiver o resultado de todos os col-
legioa, mandar-lh'o-hei, para ciara- la as co-
lumnas do eu Diario, se qulier.
A poltica marcha cada vez mais complicada:
e pelo que tenho podido observar, salvando
sempre minha ignurancia das cousas modernas,
julgo a administraran actual chela de einbara-
(01, e se vlnga-los te-la-hel por habllissiina e
mullo feliz. Ditem-me, e eslou convencido
que a pessoaquesc acba delta encarregado tem
a precisas habilitares e cp.cld.de; pareui,
cu antes a quUera seu aquelles entraves, por-
que enlao uielnormcnte poderla empregar-sc;
no melhoramento material da provincia.
Depois que Inventaran) a palavra poltica
, e se dlgnaram eleva-la alia catbegorla de
sciencla, tenho visto que as couus vao de mal
a peior. A poltica Invade tudo, tudo pertur-
ba, de ludo decide, em tudo Influe: as cousas
mals Indlfferente leem a certos olhos myeros-
copicos um Um poltico, que ou he o deiidera-
lum de uns, ou o frigidut iorror de outros. To-
dos querem ser potincas, anda que para s-lo
lenhaintanto geitocoinosapoparacoiitradansa;
c as maloresasnelras,as mais solemne espieba-
delas sao sempre desculpadas com a poltica. I
Ua-se e toma-se cb pela politica,dau;i-iepela
Poltica, anda-se por ella, por ella mente-se,'
otriga-se, enreda-sc, descompoe-se, Injuria-
,e- clumnl-e, e at mata-se.,.. E o que he a
poltica bem estudada? Perdoem-uie os poll-
iicoi he asagacidade de uus aplicada contra a
'siultlce de outros ; he um modus bne vivtndi,
lie um orne nuem esperones.... Ora que sein-
prc esteja eu, pobre tollo, mellendo-me a ra-
bequiau?!
Do que levo dito concluo apenas, que o meu
Jiestunto nao lera podido comprehender a su-
bllmidade dessa luiporuniissima aciencia, c
mals nada.
lomando ao nosso assumpto, o embaracos'
que eu vejo tem de chamar a attencao do noa-
so administrador a essas questdes desla irn-
cendencla poltica-conciliativa, e destrahi-lo
. talves dos melhoraineotos inaterlaes, que, co-
mo um matrlalio que sou, tanto anhelo, em
pura perda de nossos interesses reaes.
Precisamos de pontes, vas de cotnmunlca-
cao, aHimacao da agricultura, e proteccaodo
commerclo.
A primeira destas necessidades he multo Im-
portante em um pait cortado de rios e ribilros,
que Impecem a communlcarao entre diversos
e importantes pontos delle; mas esta necessl-
. d.nli- be inulto mal satisfeila; e quando se pro-
[cura remedia-la, em um ou outro ponto, appa-
rece a pragados arrematantes das obras publi-
cas, que procurando obter a factura da obra
projeelada nicamente com o fim de lesar a fa-
zenda. Sirva de excinplo, entre outrss, a pon-
te de Mandacar, arrematada ha poucos annos,
o concluida com tal solidez, que acha.se parti-
da urna das linhas, c o assoalho est com hon-
ras de teclado de pianno, no qual os passagei-
ros incln lindas cavatinas em honra do arre-
matante, que as acoinpanha ao som do cobre,
que ferrou a bem da patria.
Nossas vias de comtnuiilcacSo sao pessimas, c
fazem augmentar bastante ao cuto de produc-
cao de nossos gneros. Temos hoje um trllbo
cora honras de estrada (devido economa
que tem sido nosso llagello no artigo obras pu-
blicas) que vera da cldade d'Ara para esta.
Fol concluida ha pouco lempo com vintc e pou-
cas leguas de esieusao pela quantia de 18:000/
de rs. Pelo preco ver que tal ella he ou pode
ser ; porm antes isso que nada.
Temos tambera um projeclo, cora 400/ rs.
do cofre para fura em rcalidade, uina estrada
de Pedras de Fogo para esta cidade. Grcio que
nunca lera lira, se S. E>c. esqueccr-se della;
entretanto que era conveniente que o tivesse,
jaque leve principio a deapeza.
ouaiiin a nossa agricultura, toda de una
estupida rotiua, que aprendemos de nossos
pas, nao me d esperancas, porque vejo uos
agricultores una luconcebvclnegacos inno-
vaedes. Tudo lie feto a peso de bracos c foica
bruta, sera a menor interveucao do raciocinio.
S. Eic. mandou comprar a cssa provincia
uns arados da America Inglesa ; porm nao ve-
jo que lhea lenliam dado o apreco devido, en-
tretanto que clles facilitara estraordinariamen-
tea lavragem, e planto das caimas.
A manipularn do assucar est sujeilo ao ca-
pricho s pouco mais ou nsitos de uns intitula-
dos mestres, que entendem tanto do negocio
como eu de hebraico. Admiro o sangue fri
com que um senhor de engeniio entrega sua
riqueza fruto do ingrato traballio de um auno,
de vigilias e atildados lncalculavels, as mos
de um estnpdu curioso, que Ihe sacrifica quasi
amelade; soiuentc por econoinisar urna pe-
quea despeza em procurar, e pagar a pessoa
entendida scientilicaiucnte. Dlr-me-ho, nao
he possivel encontra-la, concedo ; mas porque
ras.lu nossos agricultores, era vez de manda-
ren! seus lllhos esludar direito, uo os mandara
estudar as scicncias proprlas ao seu modo de
vid.i, ao craprego que (he destinara ?
Greio que Ibes nao seria mais cusluso, ainda
que bouvessem de mauda-los a um paiz estran-
geiro. Sei bem, que o nosso governo tambera
tem jen lauto ou quanto de culpa, porque, era
lugar de querer tornar o imperio jurispruden-
te e medico, cora duas academias de urna e ou-
ira dessas scienclas, bem poda criar dous cur-
sos de agricultura ; porm nos devenios, cm
nosso proveito, ir remediando aquillo, de que
o governo se descuida
A respeito do cominerco temos fallado, c j
em outras Ihe uei dado bem a entender seu es-
tado. ltimamente as lels das alfandegas deu
um bem sensivcl golpe na iiuportaco directa
para esta c outras provincias, em recouliecido
prejuizo nosso. Nao tenho a cabcva com as
precisas demenedes para comprehender a uti-
lidade finanecira daquella medida ; mas tenho
a raso uecessaria a couhecer que ella nos foi,
a mis i'ar.iliv lanos, bem prejudicial. Nao sci
seestou em heresia ; esc cstou protesto que
[nao be voluntaria.
I Tenho estado boje importante coin as minhas
reOexes, e felizmente desta ves o Argos podc-
r.i tachar-me dcpedaiUe, mas nao do /iilil; te-
' nba paciencia com esta macada, porque quit
dar urna figo uos senbores eleitores, que me
nao deram seus sull'ragios, mostrando-^bes pa-
ra quanto presto, e quanto perderam.
I Tjltimauenie, passando s nossas noticias,
chegou preso um individuo, que sendo casado
raplou duas ninas menores de un pobre hu-
mera e segua com ellas cm peregrinaco. Ad-
miro ahabilidade d'aquellc velbaco em com-
binar duas voutades femininas, c harmonisa-
las cm negocio, que nao costumam adiuiltir
parceria. Estou convencido de que, se elle
quizera applicar-se a objectos de maior inieres-
se publico, poderla com assombro do respeita-
vel apresentar um espectculo em aiulgavelso-
ciedade o leo c o cordeiro, a onca e a cabra, a
raposa c a gallinha, trabalbo que eu tenho por
mais fcil do que hannonisar e assossiar iute-
resses to oppostos e desconversaveis.
Continua em crescimento manomania de
madama Carlota, e se nao he tiogimenlopara
luis occullos, principia o co a desfechar sobre
ella os golpes de sa juilica.
O s mos Leal passou antc-hontem para a
pliso do quarlel, oudc julgo-o era luainr se-
gurauca pela solldo do edificio. Tem sido vi-
sitado por alguus de seus auligos amigos. No
lempo de miulia mocidade, quando os costu-
mes, perdoem os raodernns, erara mais puros,
e os principios de honra inais severos, um ami-
go, logo que o outro era aecusado pela opinio
publica de certos crimes tidos por menos hon-
rosos, retirava-se de sua communicaco, pres-
tando-lbc com todos os favores posslvcis, ate
que elle conseguiajustificar-se ou era conven-
cido. No primeira caso o amigo tomava gran-
de parte no rcsiabelecimento da reputaco de
seu amigo, e mosirava-se orgulhoso em s-lo;
eno segundo um abysino insupcravel abra-sc
entre o dous amigos. Mal boje ?I Com pesar o
digo, que a lujuria constitucionalraeute fallan-
do uo passa da pessoa do delincuente, a des-
honra nao alcanca a pessoa do criminoso; e
por isso fcil he commetter crimes, porque o
iodividuo nao conta com a execrado publica,
terrlbllissimapena e multo elBcat.
Sla lurraiieisin-s meui, e uislo nao vou cora
o progresso.
Neste momento appareceume o n. 57 do meu
amigo Argot, e logo oa primeira columna cn-
contrei um sonho ou aborto de imaginaco.
Figura-se quelle cavalheiro andante, que o
seu duende, aquelle que scraprc Ihe oceupa a
iinagiuaco, a Ordem, eslava quasi de profundis,
e que elle, generoso que he, lisera sustenta-la
s bordas do abysino do nada em que ia cahir,
e o mais he, que deu um chefe ao partido or-
deiro. Despert noblllsslmo cavalheiro, e_ veja
que est na porta de urna laverna, e nao em
frente de um castello, lome julzo, edclxe-se de
asnelras, perdoe o termo.
DEM DO 31.
(Ello sci que agullia ferrugenls se intro-
duzio entro mim, eo meuex-amigo Argos
Parahibsno, para quem soinpre alimentoi
as memores iiileiices, que me tem posto
ii'um calcado velho, como se costuma dizer.
Ora diz que eu oecupo minhas pobres eps-
tolas com Tachaduras de sinos, e ps cau.-
ljidus, eochendo-s do riiiiyua mistiforto.
oulr'ora eieva-me alem do que poda pen-
sar um pobre miliciano velho, reformado,
isto he da-me a cathogoria de aecreiario do j
governo; cargo que nunca exerci, e noai'
me lembro que algum prenle meu o exer-'
cesse, e nem a elle tonho pretencOes. Em j
que tenho eu merecido tSo bruscos trata- deocla do carcereiro de Bansneiras ( essa
ment d'aquelle amigo? Em que me pa- raes nos lugares pequeos commummentc
reco com o seeretsrio do governo? Eu, o.n ha mentirosa, e....) na qual mencionas
minha mocidade, nSo fui feio, e o tal se- bitos, e urna castracSo desdo 1849 al mam
nhor, que dizoin secretario, he bem carre-'do correte, n'aqucllo termo, nSo contan-
gtdo. Eu tinba os Cabellos pretos, ello he do recrulamentos que eausam horror. Dan-
, ruivocomo um Aragonet. Finalmente em do-se-Iho duzentos por canto de abate po-
na da Ihe sou semelhante. Sr. Argos, por deremos ter a verdade ; e fique disso intei-
alma de seus antepassados nobres, me nSo rado no caso do apparecer por ah o Ar-
compare mais com secrolarios ; e se querj gus o quo duvi lo.
saber quem sou, dou-lhe os signaes, conho- Vem tambern urna correspondencia fela
ca-me. Sou alto, pernudn; tenho ps es- nesta cidade, e datada em Natuba, qun
palmados, como perna mnima de ciri ; fa-|muilo honra i politic actual, pois elogia
co mil corcovas no corpo, por ser molle das o capitao Severiano Elisio de Souza Oouvea,
articulacoes; louho cna de tyranode Mar-j actual subdelegado de Natuba : sem duvidi
reos; cabellos de lanadi de peca ; arrega- muito boa devotorsilo a escolha que mc-
uho muito a buces quando fallo, e fao ca- rece os louvores da opposican, nno rocalim-
relas mil a quem meouvo ; lenho avanta- em individuo do codo della. A currospon-
jada dozo do impostura, e prego sofrrivei. deneia principiou merencoria e fabulosa, o
orrapeles aauetn mo queira ouvir. Di- acabuu jocosa como um ntreme!, mordaz
como um pasquim. O pobro docomman-
danto do polica levou sua dzo por filiar a
geral, hodo minorar-se snm duvida os ma-1 se dos bons cidadSos, e pedir-Ibes seu apoio
les al agora resultantes da falta de juizosesua vigilancia para salvar Valparaso da
formad is. Sirva princi .almente de exemplolum escndalo ruinoso.
comarca de S. Francisco, onde por aquel-
lo motivo a juslici esleve por muito lempo
em deploravcl estado. Crac* a estas ultimas
medulas he do esperarse que todos os ter-
mos daquella enmarca tenhsm brevemente
o sen juiz municipal,o que jase ve em S.
Ruma).
A impreosa de Valparaioso coutinnava a
manifestar suas sympathias pelo triumpho
da causa da liberdade e da civilisacSo no
Rio da Prata. O Mercurio do 11 do passado
diz;
As felizes noticias relativas i peripecia
que comeca no Rio da Prata, foram confir-
rrapelcs aquem mo queira
zem, quo sou tollo, o podante ; mas nSo
crea, (ilheque he bistoiia ; lenho sim ideas
iiiuii 11 grandes, e pensamentos gigantetos,
co no um D. Quixote .'
, J quiz arranjar urnas cartas ajudas as
custas de una dissolvida para s-rlo nego-
cio licito de mamau ; mas o diabo mulhou-
me a escorva, eu fiquoi 11 > sini erut sem
poder compilar mais esses bagos por amor
de mous peccados.
Muito bom ; estou agora conliosido, o niio
preciza dizer, quo euanlo to infsrinhado
nos nossos negocios polticos, judietarios,
administrativos, e legislativos, que nilo
pnssa doixar da sor o meu sosias secretario ;
i que retiro segredos administrativos, quo
jdigoquea cmara do Inga olliciou assim
( qu mi 1 l.ii 1 la le ) o delegado do Itrcjo
i requisitou isto, o presidente respon len-llie
aquillo; o juiz d'Alagoa Nova fez aquillo,
e o pre-ul me mandou aquillo ( sem duvi-
lnguigi'in dos--palanganas, classicos o
outros cantados pelo Liugambim na asscm
blca de 1819, que Dos hja. A propo-
sito, tenho oaservalo quo os renhores do
n Argos querom para si o os seus, previ-
legio exclusivo para tudo, at para serem
asnos, aquelles <| ie dilo para isso. He
muito exclusivismo.
Coutiiiua o pernisticio com griode
senlimeuto nosso ; porm, pelo quo vai ap-
part'ccudo das eleices, esperam is a desfor-
ra para o anno : entretmto iremos appro-
veitindo o que occorrer.
A incgnita buje do bello sexo lie a dona
dosbrilhantes, que me citivarain To-
dos si julgam com igual dircits a esta c in-
quieta, e quasi liles aclio raso ; mas se el-
las soubessin quem be o captivo certamen
te n 'iiliuiii 1 quuriria ser a soberana, emlio
Foram tam'uom votadas 3.000,000 psraasjmadas pela ultima embarcaco chegada de
despezas da polici 1. Era urna necessidade a! Montevideo. A esta hora talvez ja estejada-
I i i- un. 1:1 occorrer. da a batalha que devefzer desapparecer do
Pelo quo respeila instjuccle publica,! Estado Oriental o exercito do dictador Ro-
alm da quantia de 9(:000.000 quo foi vota-f sas commandado pelo general Oribe,
da para este ramo do servir;', e a ampia au-| Pode-so contar com este resultado qua-
torisico ijue tem o governo para reorgani-:si infallivel, attendendo ao numero, poder
-1-.a, .irii 1-. i'-iii il'ii ilin .ni- c.iin permis- c ntluroza dos elementps quetrabalham 1
da para o Argos ) o presidente olliciou om'ra a troco de ter uns bMIos olhos. Fique
reservado a laes auctondades em tl senti-| tudo em segredo ; porque assim nenbum
do, e recommendou-lhos aquillo .( muito 1 orgulho ser mortificado, iiiuguein desi-
gosta o Argos d'aquillo Poisfafa-lhe bom I pontado.
proveito) &, nSo precisa, digo, falcilicar Foi cond
emnado pelo doulor juiz do di-
reito a dous annos e qualro mezes de prisito
o multa correspondente metidedo t"mpo
o ex-carcariro desta cidade, Antonio Caldi-
llo, que fugira com os pr.'sosecoo ou
tros; apezar da habilidade do seusadvoga-
doo, doutor AragSo e Felizardo, que, por
honra de sua classo, muito se esfor^aram
por obter sua ahsolvicilo. Cerlamiiti, se
o julgamonlo fra polo jury, cll< csti-
ria absiivido, tanto confio na compaixo
d'aquelle tribunal; nnxime sifosseopri
meiro doutor o advogado, pois pola sua
Torca suasoria, e recunlieci la oloquncia
tem ohtilo brilbantes victorias n'aquo
tribunal. Tem tal geito do dizer, nao su
Se mo explico scienlilicimenlo, que oxtt-
sia, captiva e arrebali o au litoiio ; derro-
ta, aniquila o faz lesippaiecor o ouzado
quo se Ihe anlepOe com as agudas sellas do
ri iiculo hbil c migistralmcnto 111 mojadas
Ainda mo record, e toJo tremo quando o
faco, de urna oraeflo que e le fez no jury,
na qua^ conv o trecho cuito ma eloquenlo
altern o auditorio. O globo, disse elle,
tremou em seus eixos, o mar deixou seu
leito, o sol cclypsou-se, a luz dcsapparc-
ceu..... o que foi, senbores?.... O que
acontec?u? .... Brigariam os deuses?!
Nilo, foi Uoncdicto Gir com mcst'C
Luc .1 tu alfsiate Nao lio possivel jngir-sc
mais prompto, eto a capricho com aire-
los tilu oppostos. No principio da pintura
allcrou os nimos, no lira fez romaor o au-
ditorio om estrepitosas risadas,
Pordoc so cstou abusindo de saa binlade
com Cates minuciosis detaihos, c record-
se i| 10 em outru iiie disse quo o mimosearla
com un ii.i I ni tes trechos ctmmons que po-
dessom ser approvcilaios pela rcspeitavel
classo dos oradores.
Saudo, gordura, e dinlioiro.
MINAS GKKAES.
Ouro Preto, 9 de outubro Je 1851.
a A--1.111.. 1 1 mu vi sci AL.
O anno do 1851 nilo desmerece o p. p.;
a asseiibla mostrou-so nesto possuida da-
quelle mesmo espirito do quo o anuo passa-
do dora sohejas provas. Remou, como 11a-
puelleanno, perfoila harmona, entre a as-
seinbla e a prosi Icncia da provine a : tanto
o Exm. Sr. Siqueira, como o Sr. Sa llego vi-
ra m salisfeilos tudas pissaras medidas admi-
nistrativas que julgarSo indispensaveise ha-
viamem seu relatorioofferccidoi considera
cfio dos representantes da provincia ; s*im
uus e outros mostraram-sc dignos desuaele-
vada e uobre mi.--.-io igualmente da actuali-
dade.
Seria longo enumerar, ou dar noste ar-
tigo, a synopse dos trabalhos da assmbla
provincial, que a 6 do corrcnlo terminou sua
missSo, nao convindo, porm, quo nossos
leitores ignorem os seus prmeipaes feilos,
ou deixam de conhecer qusl fura o espirito
quo a dominou, dirimos que os represen-
tantes da provincia que funecionaram 111 8
iogislalura provincial mostraram-se dignos
imitadores daquolles que no parlamento ge-
ral chamarainellicazmonteas vislasdosBra
zilcros para o pusilivo dos m. Ihoramoutos
maleriaes, volando para estas empresas
grandes sommas.
Assim, a assmbla provincial acaba de
decretar um grande numero do ostradas e
pontea, e attendcu desta sorte a localida-
des anteriormente esquecidas, ou menos
consultadas. Cento c trezc contos foram vo-
tados para obras publicas. O governo echa-
se autoi isadii a continuar a esirada do Para-
hybuna, a concorla-la e conserva-la. A es-
Irada do Mantilla ao llar de llospanha mere,
ceu serioscuidadjs i assmbla.
Conforme com as vistas Ilustradas da pre-
sidencia, a assmbla autorisou ao governo
a systematilissr a escripturaco e coutabi-
lidadeda meza de rendas ea augmontar-lhe
o pessoal, se assim o entender necessario.
Era urna das mais palpitintes neeossidades
do servico publico: com esto augmento've-
remos melhor desemponhsdos os importan-
tes trabalhos daquella raparlici).
Acha-se igualmente o governo autorisido
a oslabelecer circuios oseaos ou diversas
pagadorias im provincia. Quantos iutires-
ses u loraui simultancainenle consultados
por esta me li la: Foi autonsada a arrema-
ta?ao da divida acliva da provincia, com ra-
soavelrebate.
Pelo que respeila a negocios de justica,
sabemos ter sido votada a qusnlia do 1:400/
para ser destri buida pelo governo por sote
Id lomadas me n cnqsla, quo nada"toulia juizes muoicipaes dos lugares mais preci-
occorrido contra a trauquiliidade publica, sados deste auxilio. Bem que esta quantia
ou seguranza individual. 1 seja mdica, todava, juuta ella a quo fOr
O Argos citado trsz urna correspen- distribuida para o mesmo fim pelo governo
coosasquo sndam no dominio do publico
para saber quem ou sou.
Cortamente ou licaria formando um alto
cndilo de minha capacitado advinha,por
um julgar nico iufarinliado n'osses impe-
nelraveis sigro-los adminislralivos, se n.lo
livesse cunsciencia robusta do quo tudo
quinto Iho reliro he por tolos s iludo n'es-
la cidade, e por mim as vezos em ultimo lu-
gar, ou visto no governista Parabibano,
nico autora quem consulto. K quanlas
vozes me no tenho visto obngado a des 11 -
zor em urna missiva, o que em outra Iho
assevcroi ? Bem sibe o Argos que os min-
lirosos sSo muitos, cada um na sua especie
E o que dir o Argos de miaba babiiida-
de, so ouvir a seguidlo historia ? Dir que
sou escrivSo, ou quando muito Juiz : Diga
0 quo quizer, soinpre conlo, por que cabe
olla em meu proposito do cinonista.
Ilouve, e ainda h, la para as parles das
Imbiribas, um pobro tollo quo possuia um
uiigeulio, que muito convinha a corto meco
1 un 1 por sua bondad, como pelo prego.
Por artes diablicas ficou o bomem dou-
do, o porsuadio-se, que era enviado do S.
Pelro, o quo em brovo dovia voltar ao cao ;
mas com quanto tivcjsa de. fazor aquella
viagem, nflo quera vender o engenho, por-
Jue, dezia ello, n era tam tollo, quel
casse.
Doitaram-se livros abaixo, o combinou-
se um liabil, o astucioso pla), digno do um
Ambi-uzio (.amella.
Primeiramente arrancou-se a folhade um
livro de notas, onde cstava urna doacilo le-
ta pelo onviado de S. Podro a urna filha na-
tural; depois persuadio-seao enviado que
devia vira esta adule passar urna procura-
cuoaogovernadorf nao do castello de Slar-
tim Berimbello ) para cuidar de sous ne-
gocios n'esto vale da lagrimas em quanto
elle andasso pelo reino da gloria, dando
contas ao pal' iarcha de sua misso.
O pobre louco adlierio, veio a cssa de um
improvisado govornador, assignou a procu-
rado na qual eslava lanQado outro nome,
que ua o do tal da ilha incgnita ; c com
ella fez-se a vinda mui legtimamente.
Esquecia-me dizer-lhe quo o goveroador,
o novo Sancho Panga na invistidura de go-
veruador, que nSo na simplicidade, deu
ao pobre maluco urna papelada, que deno-
1111 nnii titulo de enviado do patiiaicha, a
qual elevou tanto o grao da loucura do po-
bre maluco, que entran lo cm urna igreja
correu uns iniividuos que la estavam po-
dra, pur suspeitos de llagranto hypocrisia,
mostrando, para acreditar sui autoridade,
os taes ttulos, resultando da graca nosei
quintas cabecas partidas. Eis urna histo-
ria quo nSo lem annos de idade, mas que
pela sua origioalidade mereceu menguo em
minha dirimios ; e mais alguma irei con-
tando dignas de igual applauso, quando o
terapo me permiltire osfumosde pessoa da
governanc me subirem aos miollos. E
porque nSo Mo de subir ? Nilo vejo raso,
omquanto o Argos argumentar com o ri-
gor syllogislico, com quo se argumentou
na revista de mostra dos olliciaes da secre-
taria ; argumento este convincento quo do-
pois da cooclusao Ha de ser elleacres-
cenl 1 e provaremos.
Iiir-mo-ba, como ultimo favor, o Argos,
provarSo o que? Se n3o tm digam, que
serSo serv los a contento.
N3o mo posso esquecer de umi das ra-
ses d'aquelle argumentador O ollicial
mior da secretaria precisa comer, beber;
dormir, e...... faser mais urnas poucas de
cousas ; bem como, screscenlarei eu, dsr-
Ibes as provas) erijo nao he elle o corres-
pondente. E nao be de pulpa o argumen-
to .' Certamenle, e do fabrica araijonez,
quo dizem do palenlo.
Barn, bista da ca vaco. Antes que entre
na parte noticiosa quero cumprir meu pro-
mettimento aos senhores carleiros pela
prompta entrega de minhas missivas, satis-
fazendo assim minha palavra, j que elles
team desempenbado suas barbas honradas
Nada tom occorrido que merega meog3o,
e osTuggsesiam mais conservados, gra-
sas. ... o quo ia fazondo? O meu duende
Argos n3o quer que elogie o presdan-
te..... Mas, i'iiilim pouco me importa, S.
Exc. mo uo ha de mandar a parte alguma
comochichisbeo, e nem tenho preten-
1.6 is de arranjar um cantinho no futuro ra-
|a torio ; portanto gracas s medidas por el-
Sfio para concedor aos profossoros pblicos
que tiverem vinte annos da bons servigos,
liconga sem tompo com o ordenado por in-
teiro.
Pondo lim a esta breve expoiigSos dos tra-
balhos da benemrita assmbla, nao deixa-
remos do lomhrar qu 1 ella se mostrou atien-
ta a nossa industria nascente, cnucedondo
iic.impauhia iirupnearia da fabrica do te-
cidos da Caima do Reino, no termo da Con-
cigo, um emorestimo de iliiOJO.OOO, cm
cinco prestarles, no espago de cinco annos.
Esto emprestimo s comecar a ser pago
depois da ultima preslago.
Muilos louvores meieca o digno depulado
oSr, Dr. liento AlycsComlim, que foi o pro-
motor destes mehoramentes para aquella
I termo, igual menguo merece a aulonsatjSo
dala pela asscmbla ao guverno para a
j cumpra da urna pona de lena para ser col-
locada soluo o ribeirSu do Carino, uologar
1 denominado Mnnsi'iina ci lado do Mari-
1' anua.
Acceitem os Srs. representantes da pro-
vincia nossos agradecitnentos pelo bem que
'le- mi .en. 1,11 1 sua missSo, na c rleza de
quo nuiii lo isto dissemos temos conscien
<-'ia do quoexprimiinos liclmiulo os votos de
todos os bods Minoiros.
l\IO DFa JANEIUO.
Recebamos liontem [i\ do outubro) folbas
le Valparaioso al 12 do passado.
O congresso chileno cncerrou suas ses-
sOes depois de ter sido feila pelo senado a
apiirag3o g.-ral djs sulTra^ios q jo oblivo-
1 1 11 o- i- ni ii.l ito-, primeira magistratura
da repblica. OSr. Monltroinio 132 votos,
con|/a ->9 que alcingra o seu competidor o
general Cruz, e fui proclamado presi lente
da repblica. Devin tomar pnssedo governo
no dia IS do passulo.
O da 20 do mesmo mez era o designado
para a inauguraeo do parle do camintio de
forro do Cn liaco. Estavam concluidas trin-
taeduas nulhas desde o porlo do Caldera
ale Alzarrobo
Em Valparaso descobrio-sa urna conspi-
racSo contra u governo. i) Mercurio o dia
6 do passado diz a respeito o seguinte :
" Devemos activiili le do iolenJente o
5r. Mello, c a acc tala pesquiza quo fez de
um plano revolucionario, combinado e tra-
balhado com o criminoso designio da par-
turbar a tranquilidad publica, do vinga-
rom-se pelas inlignise barbaras vias do
fado, do dar-nos mandatarios manchados
com o sangue de irmos, de constituir-nos
sol o systema da forga bruta e de condu-
zir-nos as vergonhoS'S scenas que todos la-
mentamos nas rceublicis ameiicanis.
Qjal he o proposilq?
Solio mular o governo, esso quo nos
rege no durara seno doze dias.
Se he para imoodir quo o novo presi-
dente tome poss-, e dar em torra com a obra
da soberana, lie negar a autorilade do
congresso, he conculcar o systcna republi-
cino, hesubmelter o paiz lei da espada.
< Se he a refirma coustilucio'ial, no
livor da boa causa e iocapacidadc abso-
luta do que tem dado tSo ampias provis o
general di Rosas.
Tudo annuncia o principio de eras no-
vas o venturosas para essas regiflns tilo liga-
das cm destinos a repblica do Chile. Pa-
rece que a providencia, satisfeila da corree
c'10, abanduna o agoule do que so tinba ser-
vido at Imje. Mil coincidencias doscobrem
a sua man 0111 ludo o que se faz como que
casualmente.
Os melborcs chefes de Rosas levaotam-
se contra elle. m
O Brasil, -la 1 1 sul-americano, que tu
honra ao continente pelo brilho de suas
instituigoes, subslitue a Franga no drama
do Prata e faz caus commum com as l-
ber Judos e com o progresso argentino, que
conspiran) para dominar a Minaran.
A propria Franga, n5o querendo tratar
com un poder sem poderes, uo tem sdi-
ana,I 1 um s passo nessa questao, e aguar-
da a chegada da liberdade para com olla
tratar.
Um dos cheles mais importantes que
Rosas tioha no interior acaba de fallecer.
I). Felippelbarra, govornador das provincias
de Santiago del Estero, era urna dessas ca-
thegonas di altura de Lpez, de Santa F
e de Qoeiroga. Rosas sempre o collocou en-
tr as goluinnas disso a quo elle cliaave cou-
foderagj.
E para quu nenhum desgosto falle ao dic-
tador de Buenos-Ayres, j tem o general
Llores no meio dos povos da America, mais
bem acolhido do que elle ; e lera mui bre-
vemente o general Santa Cruz, quo se apre-
sentam para desmentir com sua moderaeo
as calumnias daquella que os qualificuu de
traidures a America, nicamente para dar-
so ares da defensor da sua cousa.
As estradas de ferro, as liberdade da-
das ao commercio, -ai os protestos esplen-
didos com quo o Chile conlemna nobre-
menle o sysleina de devastagao edeembru-
lecimeulo que reina ha lanos annos uos
famosos paizes d'alm Andes.
Por este artigo vemos quo o general Flo-
ros eslava ja nas costas do Pacifico, oque o
general Sinta Cruz era esperado.
De l.ima havia datas em Valparaizo at 30
de agosto. A repblica peruana eslava em
paz, e o governo tinba publicado urna am-
nista geral.
No senado discutia-se urna proposta rota-
tiva reforma da constiluig3o. Quora pro-
posta que todos os cidad3os sejam obnga-
dos a inscrever-se no registro cvico da ca-
pital ; que a i la Je de 25 annos exigida para
o exercicio dos direilos da cidadao seja re-
ilu.'i 1.1 do 21 ; quo a obrigacSo de saber
ler o escrevor n5u comprehenda aos indge-
nas o mesligos; quo as regras dadas para o
caso de desappareciment do presidente da
j repblica e daquelles quo devem succeder-
Ibe, se reservem para o coubecimento das
cmaras
l>isculia-se iguilmonte na mesma cmara
um projeclo de lei que isenta do direilos de
importago o trigo, a familia e o gelo.
Em Bolivia nenhum acontecimento de
impoilaiicia tinlia occorrido. As dalas de
he o fuzil, no so as balas que a lio de
fzer, nem os cadveres quo a li5o de sane-! la Paz alcangam a 25 do agosto.
conar. os trabalhos da convengo aprsenlavam
o Se lie a reforma da le da imprensa c pouco inlcresso. O depuialo Salioas pro-
a organisago das municipalidades, nc- |z que se cassasseni ao presi lento Bolzu'
iiiiu n bomem sensato as ha de queror es- os poderes discricionarios de que se achava
criptas com sangue, promulgadas pelo investido, masa tnaioria nem quiz adrait-
tambores que locaratn a degola nas russ, e lira pro. osla s hunras da discusso.
executadas polos verdugos dos habitantes
pacficos-
Sa lio estabelecer a igualdade o a fra-
ternididc, nosSoas arnns o os cariuchos
os moiiis mais edilficanles e homogneos do
jrmanar a do igualar.
Se he apoderar-sado governo, qual he
o Chileno honrado que quer subir ao poder
porcimadas armas, enrollo 110 horror de
urna malln;,!, conquistando ignominiosa-
mente sua propria patria ?
Se ho adquirir empregos para substi-
tuirle decente, cavalhalroso,honrado o bo-
mem quo para viver do estado assassina o
oslado:'
0:1 '. nao loria justificaglo possivel um
:i:lMil ni 1 c uno essa qu-icon tanto acerlo
sorpiend'U o intendente nas noites de 3, 4
e 5, capturando seus cmplices o os ele-
mentos do malanga que estavam reunidos.
II irris de plvora, barras de chumbo, car-
tuchos embalados, balas acabadas de fun-
dir, ludo em logaressuspoitosos o em casas
tambera suspeitas, que provam ?
Que lia um plano do desorgaii'sagao,
que ha um plano fratricida, e que ha entre
s humeas da o^posig3o gcate que a des-
honra, genta desalmada, quo quer langar
urna mancha sobrosla patria querida.
lie cbegsdo o caso do defensa. Todos os
quo querem a ordem, que querem governo,
que querem conservar o fructo do san tra-
balbo, devem reunir-se em tomo da auto-
ridade para apoia-la, para dsr-lhe prestigio,
para torna-la res.ieit.nls. Se ha quem atien-
te contra a ordom, sejam os cidadSos quem
a if'cii lau.
A autoridade n 1 devo isolar-ss. Quan-
do se trata dos interesses de lodos, quando
todos estilo comprometlidos, cun are pro-
curar o conselho e o auxilio de lodos. He
preciso abandonaros usos da aldeia; h
preciso ver a luz alm da candja do com-
padre. A ordem ho propriedade nacional, u
lodus tem o direito e o dever do guarda-la e
defendo-la.
< Se houvesso urna conspiragSo ou des-
orden!, nao he um circulo que ha de sof-
frer ; soirrorao todos os cdsdSos, a rep-
blica inleira.
A tentativa mallogrou-se; os aecusa-
dos estilo ontregues aos juizes ; estes vos
dirio opportunamento o quo ha da vorda-
de. Entretanto cumpreao probo funeciona-
rioquese acba fronte da polica rodear-1
Da nova llollanda havia noticias em Chi-
le al 12 do jullio. As foloas de Sidney con-
firman! todis as iiiiorinacV's recebidas em
Inglaterra sobre as riquezas las minas do
ouro recontemeotodescubertas no districto
deBslbuist, e acrescentam que em Bunga-
ria, na ensania iin Shiiaren, satinha feilo
outra descuberla, que, segundo obsorva-
ges geolgicas, promeltia ser mais rica do
que as minas de Batliurst, e mesmo as da
California.
A asscmbla legislativa do Espirito Sanio
parece quo dcixou este anno o presido ule
da provincia sem lei do orgamento, e, por-
lanto, obngalo a alguma medida extraor-
dinaria para regular a publica administra-
gflo a >ou cargo.
Na lorceira disoussao do projeclo da le
appareceu um exime do emolidas, que de-
ram lugar a ludas as vare lades de urna vo-
tag3o urnas torio rojeitadas, outras adop-
tadas, e slgumas ficaram emptalas. En-
cerrada a ultims discussJodo projecto.tra-
tou-se na prxima sessau do diouir da aor-
tc das emendas empatadas, oos dous lados
divergentes puderSo entro si entender-ss
psra approvaicm tres dessas emendas. POe-
se porm a votos a adopgao do projeclo com
todas as omendas approvadas, e eis que es-
le por dous empales successiVuS !
Havia alada um recurso para rerneJiar o
mal resultante da auomalia de duas frages
iguaes uebellando-sc u'uma assmbla pro-
vincial ; esse recurso era fazer passsr um
projecto de resolugao que mandasse vigorar
no exerciciototuro a le de orgamento vigeu-
te. Tontou-se, ma de balde : os conten-
dores moslrarao-so iguaes em maisdois re-
conlros sucossivos.
do
0 presi lente da provincia hara proroga-
1 a sessSo al o dia 7 do correte, por cau-
sa do alrazo dessa lei esscncislissima mas
dai historia que cima referimos.e so IC no
Crrelo da Victoria do dia 8, be de cror
quo a assmbla so relirasse sem ler cumpn-
do o primeiro dos seus deveres.
Jornal do Commercio.
m
I


PERNAMBUCO
JUKY D RBCiFE.
VSESSAU'ORDINARIA KM 4 DE NOVEMBRO
DE 1851:
l'resiilencia do Sr Dr. Rtitt Ulna.
Promotor, o Sr. Dr. Abiho Jo Tavarea d(
Silva.
A's onze huras di mandria, feile a chi-
mada acham-.se presentes IV Srs. jurados.
O Sr. Presidente dispousou de compare-
cimento i 6 Srs juizes de (acto por have-
rem a.resenLado excusa legal e multou aoa
outrosSrs. que deixaram do comparecer.
83o lirados da urna dos sorteados os so-
guintes Srs. para completaren) o numero
exigido por le.
Jo.-e Pachaco de Queiroga.
Francisco de Paula Carneiro Lefio.
Thom Fernn les de Castro Madeira.
Jos Cunea Ivs Torres.
Malinas MonizTavares.
Jos Francisco do Reg Barros.
Flix Francisco deSouza MagalhSes.
Ladgero Teixera l.u. os.
Caetano Gomes de S.
Antonio Joaquim de Almeida.
Francisco Antonio Aires Mascarenbas
Tbomaz de Carvalbo Soares Brandfio.
CyprUno Fenlon G. Alcanforado.
Muo I Furreira da Silva iunior.
Custodio Manoel Concalves.
Francisco Jos da Silva.
Bernardo Jos Mtrtins Pereira.
Manoel Elias de Moura.
Amonio Coelho de Mello.
Francisco Manoel tleranger.
Jos Jeronyoio da Silva Llamen o.
Dr. Jo3o Jone Piulo.
Dr Pedro Camello Pessoa.
Iiabel aoo apresntar, pira hir ganhando
iov-s symp thias, mesmo rn're a quedes,
que nflo o conti-cendo s se deixavam levar
pelas Taitas informales dos sena prfidos
desafeicoados.
Oh tudo deve ser brilhant, tudo deve
ser encantador no espectculo de hoje!
oa artistas que compOem a excellenie
companhia dranatica do theatro de San-
ta Iza bel dirigida pelo Sr. Geimano, es-
tes S'Us'SI Ja bemconhecidos do publico, e
por elle sempre applaulilos e victoradoa,
ap lausos eslrondozos e enthu'iaslicosque
mas encomtrara-se muitos que entramen)
conversa sem preceder a ceremonia ordina-
ria da iniruducfdo. Decididamente os usos
britannicoa modllicam-se De mais, esta ir
regolari Jade procede de um excellente s n-
timent: os ingl'zes dSo acora hospilalida-
de ao mundo Inteiro elimbram no bom a-
COlbiraaoto; caprlcham lambem em que da
sua grande/a nacional levam os estrangel-
ros a melhor i lea possivel; e Interrogan) lo
dos com visivol sollicitu.le a cerca da im-
preasito que Taza aisla da Esposic.lu. F.
de faito, grandissima esta impressSo; ja a
trsduzem clara e llelmente asatafaco pie- antis anda antes dechegar ao p.lacio de
ua, o,ue temos, seniora que os vermoi em cluialal. Assim como viajando se couhe-
scena, estes artisiaa que sfiu compartes com cem as Immediacdes de urna ci lade populo-
o Sr. Germano na (ilona inmensa, com que a pelo numero cresceute de passageiros,
opublicotom recompensado o verdadeiro de egual modo pelo movimento queso ac-
merecimenlo, e com o Sr. Germano lem si- celera, se multiplica no caminho da expo
2

THESOUltARlA DA FAZENDA PROVINCIAL.
Demonstrado do saldo existente na caixa ate
ejercicio de ISJ a 1831 em 31 de outubro
<( 1851.
aldo
Saldo em 30 de setem-
l>ro p.p.
Receita no correte ni.
Deapeza no corrente mas
. Saldo
Em cobre.......
Notas.......
68:314*853
17:l2-2jo9
--------------85:43/7522
34:l76>u5:i
5l;2til/470
132/470
oi.-uvjuoo
""& i-.261/470
O Ibeaoureiro,
Thomts Jo da Silva (junado Jnior.
O escrivao da receita,
inlonio Cardlo d Queiroi Fonwea.
Uemonstraco do laido exilenle na caixn de
depsitos em 31 de outubro de 1851.
Saldo eiu 30 deietem-
brop. p. 212875,000
Receita uo corrente ni. g
--------------212:875/000
Deipcza no corrente ni. H
do a muralha onde se h.1o quebra lo as pon-
tas das envenenad is setas, e embotado os
(los das espadas da int'iga mesquiuha de
copeo 's acaudados, de almas pequenims
anciozos deque este espectculo, do qual
iazem parte, seja eui todo perfeitn, se dos-
pulfio entre si preferencia do melhor de-
sempenho. Como he feliz o hornea), que
chef.-de urna corporaclo he amado, he ido-
latrado de todos aquelles a qunm dirige(
Edondenasse cs sico, se pe cebe que nos aproximamos a
um grande centro, a um grande foco. He
urna agilacfio incrivel e que impossibiltta
o espectador de a descrever. A mulliplici-
dado dos mnibus sobretudo em certo
mudo fabulosa; coutim-se ceios deilesn'
um quarto de hora. A melhor maneira de
vi ueste paiz ao mesmo lempo amis
democrtica; o mais conveniente sentar
na almof ida superior de um mnibus; dalli
se goza toda a eutrada, e se descob'0 muio
iiia > o iiii- vivem os arti.-ras do ihealro de antes de l chegar o pasmoso palacio de vi-
S. Izabcl? nascedo bo n genio do Sr Car- dro de que tereis lido tantas vezes a desciip
mano, das delicadas maneiras, com que elle fio, que me dispenso de re,ieiil-a. As han
Eui lettras a vencer em
1852 a 1853
Em Irttrasa vencer em
1853 a 1854
Saldo 212.875/000
106:848*000
105:027/000
-------------212:875,000
O thesoureiro,
ll.omaz Jote da Silva Guimo Jnior.
O escrivao da receita,
Antonio Carduzo de Queiroz t'onscca.
Ilemonilrni-ao do saldo existente na caira do
txtreifio de 1851 a 1852 em 31 de ontubro
de 1851.
Saldo em 30dcscieni-
brop. p. iS:ii8W'K
Receita nocorrrente m. 84:248/108
--------------102:331/726
espea no dito met 76.4iO/5i
Saldo em letras em 30
desrteinbro p.p.
Receita nu corrente ni.
Despeas no dito mei
Saldo
125:602/000
25:021/675
Em cobre
Piolas
Letrai a veucer cui de.
zembro
Em Janeiro
Km marro
Em abril
Em limbo
Emjulho
32:150/500
-------------!>3|45l/500
Res ll:i:373/i75
51/675
25:870/000
26.481/750
4.668/750
26:48i/750
4.M/750
26.671,000
4:4?9f5O0
--------------119:373/175
O thesoureiro,
2'lioma; Joic da Sitoa Uuimdo Jnior.
0 esc i'So da receita,
Antonio Cardozo deQueiroz r'onseca.
Comaiunicados.
I -o ni ii-t i como oSr, G -rmaiio, que enm-
preheodendo a importancia de sua misso.
se esforca para agradar ao publico, dndo-
nos expectaculosquasi sempru novos, esem-
pre bnlhanies e variados ; um artista, que
nSo obsta ile ter luctado com urna forte e
terrivel opposi(3o, se leo mostra lo supe-
rior a essa foca que so ha contra elle em-
preado, que tem destruido todas as ma-
chinas ine.i ii n-s, que se tcm levantado para
embarazar a sua carreira deglona ; que tem
por su calummal que le n abaf'do o grito da intri-
ga, e triunfado dos onjenlos manej >s da in-
veja ; um artista que- lem um pmsamenlo
o de fiel e religiozamenle dar int iro cum-
primeuto a- e ni iii-'i.'.s do contracto celebra-
do com elle pelo gnuir que tem coi seu abono a justiga e a sabalu-
ria que coracterizSo o actual presidoute
d'esla prorincia, a illustraJa iutelligencia
da nobre diretSo do theatro de -saula Izabel,
ealm de tudo isto o firme apoio das ps
soas mais gradas, be lambem o artista que
lem gauhoassyinpathia.se amizade, o amor
do publico em geral : eslepnblico nunca in-
justo, e aempre imparcial descobrindo no
distiocto artista Ger,nano verdadeiro mere-
limento, lem condecido igualmente desuel-
lo, quo no o digno ohjecto de sua a imira-
e", urna s vontade. a de sempro e senpre
saliafazeraos seus ardentcs anneios dan lo-
Ibe cada da oec.-i.in para novas dlstraces.
O publico pois u'esla cidade vai hoje ter
una nova piova do que acabamos dedize',
vai ter mais urna oecasifiu de admirar a su-
blimidade o peil'eicSo cun que Irabalha o
Sr. Germano, e de generosamente recom-
pensar os trabalhos, os desvellos, e o zeio
iiicanfavi-l do oxuiii iai lista no rigoiosode-
sempeuho das arduas ubngatOes que para
com elle cootrahio. S m, esta anuunciado
para hoje um brilhaole e variado expccia-
culoem beneficio do Sr. Germano Francisco
deOliveira,od>am por elleescolhido he=
O tributo das cem virgens um dos in-Mho-
res, oais fortes, o mais appaiatosodo ar-
chivo Iheatro lisbonense, e pela primeirs
vez levado a scena em Pernambudo. Para
que a sua rxecucSo seja perfeila, para que
o puiilicu guze de u oa d'essai docesobeila
illugoes, queencantam, que fascinam, quo
arrebatan! o espirito a embr--agaui o Ciirato
a nada ae poupou o Sr. Germano. Grandes
deapezas demanda a pruuilicir.io d'esse
drama, e elle aa fez: de vura^ao do acea,
veriuario das peraooager.s ont lodo o ri-or
do carcter que requer a pc.,a, requemes
ensaios e muito rexulares, ludo, tu lo foi
empregado para ainda urna vez oiil'un.Iir-so
a mslidicencia, e provar-se o empenno que
o totelligente eoprezario do tbcalro de S.
irala a todos os seus ii mitos d'arto moslran-
do-se menos como um cliefe, que como um
simples collega, nasce do seu incoutestavel
eslnierosse e la falla total dessa funesta
paix8o-o orgulho.
Ja que fallamos em desinleresse, corre-
nos a indispentavel obrigaQiio dizer que
elle hium proverbio no Sr. G;rmano. Sim,
se elle fra um ospeculador, njm o theatro
de Siata Izabil soiia o que hoje Ii, nem o
Sr Germano teri adquirido a gloria quo o
.! mi i.niii-i; se biM mu nielo especulalor
teri i por certo monopoliza lo com a impre-
za, inualo nos lena silisfeilo, e inuiio,
muilo possuiria, mas oSr, Germano o que
receba ds publico, dispende em objectos
que tendeo) a s-ilisfazer os almejos do mos-
no publico. E com efeito, o que possue ho-
je o Sr, Germino? nada alo u do seu talen-
to, do seu mrito e da gloria que se Ine se-
gu; thcsuuro que nunca so eihau quoza que nunca s perde, que o hade ac-
compuiihar efe a sepultura, o ainda ale n,
e que ha lo fazer o seu nome inmortal nos
anuaes da historia dos artistas br*S'leiros.
Pordoe-noso publico as digressoes, quo
Qzemos, nOs as juiga nos necessariaa para
o Ii 'ii a que nos propoinos, que na) he oulio
mais do que pagar um tributo a i|uem de
jus'ica o merece, estimular os amantas da
scena a comparecerem hoje ao Santa Izabel,
ea .viem generosos com o artista sublimo,
e desenUTessa lo Muflo confiamos no pu-
blico Pcroambucauo, c dos nossos patricios
so esperamos aeces de herosmo.
______________IV. Y. K.
Recommenlamus a justita dos senhores
cleiloros as seguintes pnssoas, recommen-
daveis pelo seu mcrilo rocoiihecido nesta
capital, para que ellas cheituem a morecer
mais fcilmente os seus sufragios, afim d .-
represontarem devidamenlc a osla provin-
cia, na nroxuna vinduura legislatura,
Os senhores:
Dr Manuel Jos da Silva \iva, juiz muni-
cipal ila segunda vara do Rccife.
Dr. Manuel de Souza Garca ex-promolor
publico interino do R'cife.
Dr.Jos Fiancisco dol'aiva, advogado
Mr. Miiinel Clemenlino Cameiro da Cunlia,
juiz municipal da prlmeira vara do Re-
cite.
Dr. Manocl Ignacio do Reg Mont-iro, ad-
v.pgado.
Dr. Vicente Pereira do llego, advogado e len-
te do lyrco.
Dr. Leonardo Antunes Meira lienriques, vi-
gano geral.
Coronel Francisco Jacintho Pereira, com-
mandanle superior da guarda nacional.
Dr. Cypriano Fenelou Guedes Alcaufoiado,
procurador fiscal.
Henriqua Marques l.ins, propriclario.
Francisca de Caivalno Paes de Andrade ,
idem.
Domingos M'laquias de Aguiar Pires Fer-
l'-ira, proprietano___________________
VARIAD A DE.
i:xposigoA'i;MVEus\i. de londres.
Um collahnrador do Journal des llcbats
M. J. Lemoine, escrevede Londres a cart
cui Rousseau que dizia -Preliro ser o liorna n
dos puradoxos a ser homem de preoecupa-
tO^s: Pec,o liconfi oara seguir opinio C m-
traria.lla passoisa;:aixoiiad s nelos parado
xos que vem a Londres para no irtier a Ex
posiQSo: eu tivcapreoccujaQilo de ir InKO I
assim que cbeguei, e lenho outra preoecup-
t3o, mu mi n a muita gente, a de f cir ex
tasiado de admii'cSo u o unte aquello mar
viihoso Hsp'Ctaculo. Esto seolnnenlu um.
versal, o ouco expnmil-o por toda a paite e
em tolas as linguas; mo llavera espirito cri-
tico ou sceptic i que nilose dobre a vista des
la oh'a gran liosa. Lidcuendenlo il-sdlll-
culdaes quo oncontrou a execugao da em-
preza, liouvo no acolhimento do publico to-
los oa pai7-,crt'J S"!!,.!'"'!1? de hesilao" '
Espera va se o elTdito da abertura, o pO le
ner- dade de Londres una espjcic de de-coroto-
unenlo. Aa lias as hispo lanas bavii mais
ilguma conc irrencia q-ie de ordinario- a.Ct
as pira alugar mostravam t' i-tmeme seus
asen pos, e os innumeraveis preparativos
ara recebar o universo preciam inu'cis,
1 fado quo se b.ivi i falto tanta bulla de
inte-n i a resuelto dos milhd s de homens
jue deviam pousar em Lo idres, a contar do
jnmei'Odia da Eiposiflo, que lambo n pa-
rece que mais os espantaram do |iie altra-
iirain; Pelo reanle di Europa imaginar-
se-hia a noticia detamanho alvoroto e rebo-
lifi, que n.lo so p i loria an lar pelas ras,
que seria f ireosu dormir ao retento, e bem
sabis qual a opiniSo geral a respailo do
sol e d i loar deste paiz. Cincordouse que
ludo islo eram mylhos. Pouco a pouco desa
iotnbraram-s < os unimos, e assim que cons-
lou que tu lo corra o mais regular e paci-
ficamente possivel, os curiosos pozeram-se
aciminho, e actualmente do cenlro dos
continentes, dos conlins dos mares, innumo-
rayis caravanas vem assenlar arraiaes nos
te vasto mercado do universo. comoo no-
vimento do ocano, urna ooda impela a ou
ira: o impulso foi lento, precisamente por-
que proedia de longr; mas agora esta dado
o nSo parara. Dove ler si in rnui consideras
vel esta pa ilici mva-Ao des povos, poi-
que tem quasi mudado o aspecto de Lone
dres. Nesle o-p n; i ucommensuravel qu-
n.iii tem birreiras, e anda menos forlifica-
i, -s,i|ne sajioinpc'i: de cidades livres euca-
befad s urnas nas outras, habitualmente
apeuas se reparava em estr-ingciros. Mas
desta vez ac la Instante vem bater nosouvi-
dos accentos da voz humana conhecidos e
deiconhi'oidos: des le os climas, verdadelros
oo si motados, at os servos da Russla, todas
as castas estfio representadas o passoiam
com seus trages naciooaes, sem fallar am
barbas o bigo les, que ainJa afio cuatumes,
Irage de carcter.
Parece que al os iuglezes se afasia m de
leus hbitos o de veras creio que se fizem
mais familiares Sempre os achava civis el
bospitaleiros quem Ibes era appresenlado;|
deiras de toJas as nacaos nuctuam trao-
quillumente nesto templo da concordia.
Para a prmera vista se' bom prefe ir a
entrada principal, a que d serventa logo
para o transept. A esquerda v-so o escrip-
torio do Tel grapnu eleirico, estahelecido
para a communicafau reciproca de todas
as extremida les desta aun,i un;-lo, que ver-
dadeirameiite se pode denominar cidade,
contaudu as vezes setenta a oitenta mil
jalmas de populatfio, Nfio se dSo bilhe-
Us; cada pessoa entra entregando logo
0 dinheiro: e afim de evitar perda de
lempo, nao se da troco de dinheiro em
ouro ou de oulro qualquer, nocessario
que o visitante leve proaiptos na m3o os
competent-s scncllings.
.N.lo ha coisa tfio assombrosa como a en-
trada pelo transept. Achamo-nos em fron-
te de huma arvuie corpulenta, que foi
mullida de baixo de campana como huma
planta rara emjardm botinieo. Piogro-
dindo, giramos debaixu dosla abobada
iuimensa por entro a veidura e as flores,
ao sussurrar das aguas, o gozando os el-
fetos do ar e da luz ; na exlremidide op-
pos a lambem se voem duas grandes rvo-
res encravadas ueste recinto. O transopl
tem 108 ps de altura, 408 de CiiRpri-
mento e 72 de largura. Ch'gando ao meio
junto fonte macissa de c istal, potemos
abranger de hum relauce do olhos ti la a
exieusao do odilcio, que cobre 772.771
ps quadrados e se estriba em 3.300 co-
lunas de ferro. A abobada de video lem
do superficie 906 non ps, representando
hum pezo de ou lorela las : o panno es-
tendido por tni.i ella a protege do Sol.
A decoradlo de todo o e lificio, confiada
a ri n-ii dos mais dislinctos architecios, M.
Owon Jones, est dspostas com muilo en-
genho e produz admiravel oll'oito.
1 naginai agora clocienla mil homens,
inulhcrcs e cranos, circulando nesta im-
ueiila estufa, sem a menor desordem, o
menor tumnlto. Nos das em que o pre-
go da enii.i la lio um so ii.'iluu-, sobe a
scssenla mil o numero dos visitantes, lia
dois das em que os precos silo mais altos,
sexta I aira pagim-se dois e meio vii 1
lings e aos sbanos cinco ditos. O sbado
he o da da taimara, e como o palacio
s fecha s sete horas, desde as qu ilro
al s seis, v-se all Albionom lo lo o
esplendor da sua belleza. Os das de hum
-ene Mu n; i dexain i';:u al.....ii i : de ser
Ciinosos : cliegam os haintantos das pro-
vincias com seus tragos cimponezes, tra-
zando mulheres, fillios, e mumeOes de bo-
ci ; trens dos caminnus da ferro o> con-
duzem a Londres por hum prego mais bai-
xo quo u ordinario ; no desemli rcadouro
los camiuhos de ferro mettem-se cm gran-
des carros que os transportam a Exposi-
;flo; encontram-se lambem nas ras lori-
gas caravanas a pe; alguns rio-les cirios
vem distribuidos por fregiezia com seus
iBiloresa frente o, co oueis manlam all
seus soldados, e os almirantes os marnhei-
ros. Ainda na puncos das, o principe Alber-
to fez e-la meic ao sau regimonto dos guar-
Jas oscocezes; e homem vcio a equipagem
lo hiate real emnumirode Mi humons.
I.or I Du idonnaid maudou do mesmo modo-
a tribulacSo. da sua au. E notavel v r cen
t'ii ires d i rapizes das eseholas pias. que se
Jiicnitrain mullas vezes nas ras com sen
vestuario -/.ir. meias amarellas, camiuiian-
do aqu d baixo de formalura. Misa liurlelt
Coiirlls, que consagra p>rle da sua immun-
sa riqueza a estes instituios de benelic -neta,
co iduzu pessoalinenla as creangas da urna
es chula que ella fundara.
As las pira as Ires lloras tolos comem;
loma-seo'unc/ison: ha enormes me/, is onde
si encouiram lemo.osis paslelanas e hor-
rorusos cremes com pertengOes de gMados:
ospregoasSo inarcadus pelos commias ros
e aliadusem publico. NSo ha neinviuhos,
mo cervejas, neo licures; mas natural*
mente ha chaiampim disseminadas polo
edificio multas fn.es Uc .igua liltraia,
guaruooidas de pequeas tagas estilo
disjusig.lo dos passeantes.
O sabba lo da m iiiii at o meio da
reserva Jo aos duenles e invlidos, que vao
em pequeos crno; 8 oSo d -ixa de conco -
o grande numero. Vi a Expsito aiuda
sjb out o aspecto, queapez rde montono
en naosci quedo picloresc: vi-a o, um
domingo Sabreusque dilliculdades ven-
c, pura la entrar oesse da; mas enlrei, gra-
caa a um< proteCffio que nao devo Irotur.
Tu lo eslava em d '-caneo, al me parece
que nem os relugius se mee liam; pen.io
que nicamente llavia o me ai movimento.
as clamas cubeitas com pannus braucos
ou longos si mliiavam phanlasiuas, e tudas
as coisas preciosas cstavain do mesmo mo-
du U|ia las. Oque de passageui me Ueu mais
na vista foi um honrado p'iticeman, que
lia pacificamente o ollUiu divino no seu li-
vro da c.irages, e que no devia uacan lili-
sar-se da nuasa falla de respailo pelaa s ,ln -
Lcagao do domingo.
( Heviita l.niuerial Lisbonense.)
140,329
151,014
291,3(3
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 3 ,
dem do dia *.......
14.265
14,265
MESA DO CONSULADO
NO MEZ DE OUIUoB.0
RENDIMENTO DA
DESTA CIDADE
DE 1851.
Consulado de 7 por cento 10:064,710
Dito de 2 por cento ,
Dito de l por cento ,
Dito de 1|2 por cento
Ancoragem para forado
imperio
Dita para dentro de dito
Direitosde i5 por cento
Ditos de 5 por cento
Expediente das capatazias
Multas
Selos
Emolumentos de ccitiddci
----------- 10:064,710
2:787,300
i'mi -'I i
253.'0O0
634,040
' 6,769
558,180
4l,o40
Conforme. O secretario, Antonio Ferreir ro da Boa-Vista n, T* ; pelo mdico r I~
da Annunoiaffio. 800 rs., cada um folheto. F *d9
O lllm. Sr. inapeotor da thesouraria di
fazenda provincial em cumprlmento da or-
dem doExm. Sr. presidente da provincia de
99 do correte, manda fazer publico, que
Avisos martimos.
-Para Lisboa segu com brevidadeo bri
dito, 100feixes arens ds dito, 80pegaa de.presentesclausulas,soguk-so-ha oque dis- do Collegio n, 6. Ilvrarla de Jlo da r
cabo.Soaixas linhas, 34 ditas e M fardos )p0e o regulam-nlo da lei provincial n. 98a. Dourado, ra eatrelUdo Rozario n, s ,?
diversos tecidos, 1 sacco amostras; aos fatnlhram. rt exlarin. a aln ffaanlr rn Ha
consignatarios.
7 vuliimus ferragens, 58 tonelltdas carvllo
depadra ; a Starr & Companhia.
Ilarca austraca Norma, vinda da Trieste,
consignada a N. 0. Diebar cz Companhia,
manifestou o seguinte:
3900 barricis farinha de trigo, 9 caixai
especies medicinaos, I dita quadrosdoura-
dos 320 colhrees da po a30 broxas para
caa lor; ao consignatarios.
Brigue inglez lorian, vi ido de Terra No-
va, colisin nlo a J. Crablree & Companhia,
manifestou o seguinte :
2300 barricas bacalho; aos consigna-
tarios.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dis S......
dem do dia 4........
Rcititulco inia como do livro res-
pectivo a II. 2
nnsdias 11, 12 e 13 do uovembro prolimo gue portuguoz Conccici odt Haria~pr"t or"
viqdouro, ir a praoa para ler arrematado ga e passageiros trata-se com Thomaz d"A
parante o tribunal administrativo da mes- quino Fonsecae fllho, : na ruado Visaran
coa thesouraria, a quem por menos Ozer a 19 onmeiroanlaroucom ocapitlo. nn ,.'
obra de um lange ile caes no aterro doa Alo-
gados na exlengSo de 370 palmos avaliada
em 1:318,755 ra.
A arremaragflo sera feta na forma dos
arls. 94 e 27 da lei n. 986 de 17 de maio do
corrente anuo.
As passoas que se propozerem a esta ar-
reniatagdo, comparegam na sala aas sesses
do mesmo tribunal, nos diaa cima men-
cionados p lo meio dia, competentemente
habilitadas.
E para constar so mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazeuda pro-
vincial de Pernambucu, SO de outubro de
I85I.--0 secretar o,
Antonio Ferreira da AnuunciagSo.
Clausulas especiaos da arremtatelo.
1.' A conslrucgo do caes do aterro dos
Afogados sera feta de conformidalecom o
orgaoieutoe planta approvalo Pelo Exut.
-Sr. presidente da provincia, na importancia
de 1:338,755 n.
9.a As obras principiarSo no praso de um
mez contndose, da data em que fOr entre-
gue o termo de arrematacSo, e concluir-
se-niln no do 4 metes.
3.a O pagamento elTectuar-ae-ha na for-
ma determinada oo arl. 39 da lei provin-
cial 11. 286.
4. Para tudo o mais que nSo est deter-
mina lo nas prosentes clausulas seguir-se-
ini iuleiramenteo que dispOe a predita le.
Couforme --O secretario,
Antuuio Ferreira da AununciagSo.
O IIIni. Sr. Inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, em cumpriineoto da reaolu-
4:882,025
14*83,550
oi.ioo ^g0 d0 tribunal administrativo, manda fazer
Diversas provincias.
Dizinio do algodo do
Rio Grande do norte
Dito dito da Parahiba
Dito do assucar da dita
Dito dito das Alaeoas
Dito do algodo da dita
aaoVaM Pu"lico, que no dia 6 de uovembro proil-
H:oso,o50 ,n0 vindouro, vai novainente a praca, para ae-
rein arrematadas peraute o.....uno tribunal,
a quem inaii der, aeis inorada) dr casas, que
_ I.OiJ couberaiu i fatenda provincial em pagamento
/44,89 do sello de neranca no inveularlo de Joaquim
b',d70 Lu! ,i,. iieito Carioca, e que na coofonnidade
412,782 da lei furam adju-ilcadaa a mesina fazenda, sen-
2,500 do 4 na povoacao doa Afogados ns. 24, 26, 28 e
.-_ 1:161,526 30, avalladas em 430,000 ra., e duaa na ra doa
-------------- Pocos ns. 15 e 17, avahadas era 170,00" ra.
16:051,076 Os coucorrentea couiparrcain no dia cim
nii n indicado pelo nielo dia na salado ineaino tri-
Depositos saludos 532,837 jbunal.
Ditos disientes 1:178,837 E par constar se mandou afluar o presente
__ c publicar pelo Diario.
Mesa do consulado de Pcrnainbuco, 31 de Secretaria da thesouraria da lazendaprovin
mu ol i -i de 1851. O escrivo, Jacomi Gerardo ci d de Pernainbuco,29 de ouiubro de 1851.
pito, no prl
fado commercio.
Ce ir, iMaranhSo e Para
O novo brigue escuna Bratileira Oraciota
deatina-se a aquelles portos, quem no mes-
mo quizer carrogar, ou ir de paasagew di-
rija-se ao consignatario Jos Baptiat da
Fonseca Jnior : ra do Vigario n. 93 segun-
do andar, ouao capillo na praca
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional S.Jost Ame-
ricano, sane por estes 3 oa 4 das
so pode receberalguma carga mia-
da, passageiros e escravos a frete :
a tratar na rtu da Cruz n. 4o, pri-
meiro andir, com o consignatario
."ilanoel Alves Guerra Jnior, ou
com o capitSo, ni praija do Gom-
mercio.
- O bergantn) portuguoz S. Mannol 1 o
de que he capillo Jos Fernandas Carneiro'
segu viagem para a cidade do Porto con
muita brevidade por ter prompto a maior
parle de seu carregamento : quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passsgem, para
o que tem os mais excellentes commodos,
dirjase ao mesmo capltflo, ou a seu con-
signatario Manoel Jos Ramos eSilva.
- Para o Rio Grande do 8ul,segu impre-
teri vel mente no dia 9 do correle, a escuna
Santa-Cruz, capilSo Manoel Pereira de S,
recebe carga a frete : rollar con JoSo
Francisco da Cruz, na ra da Cruz 0. 7, ou
com o mesmo capiSo oa praca.
Para Aracaty'
.Salic impeterivelmonto at o dia 18 do
corrente o ) i, le Flor de Cururipe: quen
nelle quiior carregar, ou ir de passagem di-
rija-sea ruada Cadea do Reclfe 49 sen-
gundo andar.__________________________
Mara Lwnachi de Mello.
RECEUEUORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
IttES DE PEK.NAMBUCO.
O secretarlo,
Antonio ferreira d'Annunciaeio.
O lllm. Sr. Inspector da tnesour.rn da
Rendimento do da 4...... 408,380 f"end'' Pr"T,lc;'. nd f'r publico.
. .;... ri,iii fin .lia r iln nnrpjinM m.1 un- ilmnlA
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 4..... 389,024
mesmmmemm*m-wmmmmmra
Movimento do porto.
Navios entradoi no dia 4.
Rinde Janeiro 10 dj.s, barca portugueza
Flurda Maia, de 220 lonelladas, capilSo
Jos de Azevedo Canarin, equipagem 13,
i-in lastro; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva. Passiaciros, llinriques te Carquoi-
ra Lima e Miguel deCerqueira Lima.
Rio C'ando do Sil 16 das, patacho brasi-
lc.ro Dois de Agosto, de 160 lonelladas,
cupiia.1 i.n 1-10va 1 Pea'o d.' 1; 11 vlino, e-
qmpagem II, carga carne secca ; a Ra-
thar eOliveira. Passageiros, Jos Malsa-
na o Francisco Maestral.
Trieste-80 dias barca austraca Norma,
de :isu lonelladas, caplSo Hirco A. Star*
cich, equipagem 14, carga farinha de tri-
go ; a N. O. Bieber & Compannia.
Alcobafa 8 lias, sumaca brasileira Con-
ceieo da Jonica, do 38 lonelladas, mes-
tre Manoel Jos da Boa Morto, equipagem
8, carga familia de mandioca ; a Amo
rim & Ii unios. Passageiro, Jos Tertnia-
110 Correias
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio do Janeiro.escuna dinamarqueza Sa-
ni, capitSo II. Rrandt, carga a mesma que
trotixe.
dem brigue norueguense Caroline, cap-
Lio P. I, Marselins, carga a mesma que
Irouxe.
Baha -brigue inglez Lily, capitflo James
Torod-\ Cirga a mesma quo Irouso
Para o pollos interine nos paquete de va-
por bnsileiro Peruambucana, comman
darii Utten. Leva a seu bordo: para a Pa-
rahiba, Antonio S ii/.a Carvallio o 2 OS-
cravos. Francisco Alves Siuza Carralho,
Francisco Ferreira de Nov,cs, Pedro An
tumo I', o nar.Iiini, Jacintho Jos deMe-
dairos Correia, Manuel Uirqu-s Camacho
el escravo, o preso poltico Antonio Joa-
quim Xavier Borg s, I sarnento e 1 sol la-
do : para o Miranno, Fernn lo Mara-
niieii.se da Cuiinn e 1 oscravo, Fernando
Alves de i-arv.iiiio
Parahiba hiile btasileiro Espadarte, mes-
tre Mmoel d Figueiredn Lopes, carga fa-
zendas o mais gneros.
que no dia 5 do correla mez por diento
pagSo-se os ordenados o mais despesas pro-
vinciaes do mez de outubro prximo pas-
sado.
Secretaria da thesouraria da tasenda pro-
vincial do Pernambuco 4 de novembro de
1851.
O Secretario,
Antonio Ferreira d'AnouuciafJIo.
Leiloea.
O corretor Miguel Carneiro, far leiliu
no da quinla-feria 6 do corrente as 10 no-
ras da maufla, no seu armazem na ruido
Tradiche n. 40, de diversos trastes novse
uzados, piano, louca, vldros, caodieiros,
la 11 tennis, e outros muitos objectos qoes-
rito entregues por qualquer lance que apa-
recer.
C. J. Astley & Companhia farSo leilo
por Intervenido do corretor oliveira, de
grande sorlimeolode fszenJas, as maispro-
pi 1 as do mercado, inclusive pureo de afgo-
dOes americanos, que se venderlo a dinhei-
ro por conla e risco de quem perlencer:
quarta-foira, 5 do corrente, s 10 horas da
tnanha, no seu armazem. na ruado Trapi-
che.
Avisos diversos.
Declara yes.
' '
KUlTAEH.
COMMERCIO.
ALFAXDEGA.
Rendimento do da 4. ... 14:299,418
Descarregam hoje 5 de novembro.
Brigue inglez Uenrri ot Hargarct mer-
cadorias.
Brigue inglez Emma bacalho.
Brigue dinamarqueZ Leoise dem.
Brigue americano Geerge Oles -- familia e
remos.
Hiate brasileiro t'tor de Cururipe gene-
ros do paz.
Barca austraca Norma -- farinha.
B.igue fiance/. Eugenis vinbo.
I 1 ll|lil l-111 Clin
Escuna ingleza lleory ot Margare!, vinda
de Liverpool consignada a Kenworthy st
Companhia, manileslou o seguinte :
6 canas cobre de forro; a Rothe t B-
doulac.
6 caixas, 176 barricas e 66 voluntes ferra-
gens, 120 feixes ps de ferro. 200 fogareiros
de dito, 2C laxas de dito, 10 correlas de
O lllm. Sr. olliclal maior, servindode
inspector a thesouraria da fazend< pro-
vincial, em cuiiipr menlo da ordem rio Exm.
S'. presidente da pro'incia de 13 lo cor-
rente, manda fazar punlico, que nos das 4,
5 o 6 de novembro prximo vindouro, ir s
praca para ser arrematado perante o tribu-
nal administrativo da tnesnia thesouraria, a
quem por menos llzer, a obra de 650 bracas
crrenles dn 1 maedramento na estrada da
Seseada, avaliada em 5:005,000 rs.
A nn eni.it -cao sera feta na forma dos ar-
tigos 24 e 27 la lei n. ".so de 17 de maio do
corrente anno.
As pessoas que se propozerem a estaar-
1 eina 1 'cao, c.....|i retaoi ni sala dassessoes
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio da, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de l'ei 111 mimen. 14 de outub oda
1851. O secretario, Antonio Ferreira da
Alloillieai.an.
Clausulas esprciaei da arrematacSo.
i O impedramenlo do primero lauco da
estrada da Escad*, f .r-se-ha de conformida-
de com o ore,*memo approvado pela direc-
tora em conselno, e apresanlado ao Exm.
presidente, pelo prego de 5.005,000 ra.
8 Os trabalhos principiarSo no praso de
1 mez, e serSo acabados no de 8 mazes, am-
bos contados da entrega do termo da arre-
matacSo.
3.' A pedra ser previamente examinada
pelo engenheiro encarngado da obra
4.a O arrematante nSo podara por a segun-
da carnada de podras, antea queoengenhei-
10 inniia examinado a primeira e adiado
oenlormo, do que lavrara o termo compe-
tente.
5.a 0 pagamento far-ae-ha em tres pres-
latoes, sendo qualro decimas partes depuls
de recebida a primeira cantada; outras qua-
tro depoa da entrega promisoria, e o reato
depuls ua entrega definitiv
Pela secretaria da cmara municipal
desta cidade d'Clara-se as irmandades do
Terco, Santa Rila, Espirito Santo, e Sacra-
mento da Ro-Vista, que novamente davem
mandara ..... m secretaria seus piocura-
dores, (os mesmos) para assignarem um no-
vo termo que se fez restringindo o numero
das catacumbas, que Ibes forSo concedidas,
e nstabelecendo a maneira porque davem
ellas ser collocadas, segundo o ultimo pla-
no approvado pelo goveroo da provincia.
Existem aprehendidos pela subdelega-
da da freguesa da Boa-Vista,os seguintas
escrovos : Antonio, crioulo, que diz ser ea-
caavo de Patricio Jos Ribeiro' Sr. do enge-
nho Diamante. Elias, uriuulo, que diz ter
sido escaavo de Jss de Albuquerqn? Mara-
nhSo. Amaro, preto, escravo que diz ser
de D. Mana Tollas de Men-zes ; quem liver
dire/to aos di>os escravos, oomparefilo com
os s eus ttulos para Ihe serem entregues.
H'ordcm lo Dr. jai/, dn Com nd co da
seguuda vara, Jos Itaymundo da Costa Ma-
nezes, fsco scionte aos credores do fallido
Joaquim Jos de Seixas, para que compare-
ci em caza do mesmo juiz na ra da Ma-
dre D.'ns n. 1, do bairro do Recife, no dia 6
de nove obro prximo fucturo, pelas II ho-
ras da iiiaub i, afim de se continuar na ve-
nlicacSo dos crditos, foi-.iiar-.se o contrac-
to de mu io, e se proceper a nomeacSo de
administradores da cisa do mesmo fallido ;
flean lo os credores advertidos que nSo se-
o a linearlos por procurador se este nSo
apreseular procuracSo bstanle com pode-
res especias para o acto, e que a procuracAo
0S0 pode ser dada 9 pessoa que eeja deve-
dorao fallido, nem um mesmo procurador
representar por dots diversos credores.
Recife, 30 de outubro de 1851.
O c.-ci r. j interino.
Manoel Joaquim Baptisla.
~f IIBATKO B S- IZtBBL.
BENEFICIO DO ARTI-iTA,
Gi'turnio i-raiici-ci) de Ulivcira.
Quirta feira. 5 de novembro de 1851.
l)m< escoihida ouverlura servi' de pre-
ludio represantacSo do excellente drama,
de grande espectculo em 5 actos,
O Tributo das Cem Virgens.
Personajens.
Fernando IV, rei de castella Coimbra.
I), isnit .u Benavides, jusilla mor Res.
I) Tamil ar de Aranzi Pinto.
D, Aflbnso de Carvajal, com o nome deNu-
nez G irmano.
Zu liga soldado Bezerra.
11. Alorza, capilio das guardas Cabral
D. ChnslovSo -- Raymundo.
I). Manuel J. J. pereira.
Atoares, nguazil mor-Alves
llaml El-Zegn, embaixador monro Sl-
veslre.
Pablo, aldeSo Jos Alves.
Malinas, dem Honleiro.
Joaoita, pagem do rei ~ Rozende.
D. Iguez, mulher de Aranza -- D. Jalla.
Marcella, irmSa de Zudiga I). Mauoolla.
Fidalgos, soldados, muuros, mulneres, etc.
A scena he no reino da Caslella, na corle
de Fernando IV.
No lim do drama a senhora D. Carmella
Lucci cantara urna linda modinaa bra-
sileira.
Terminar o espectculo com a graciosa
tonaJilha hespaniiola, intitulada
O Poeta e o Aluzco.
Cantada edancada, em terceto pela Sra.
D. Mauoolla e os senhores Mouteiro e Ray-
muudo.
beneficiado lirigo desde j os seus sin-
ceros votos de agradecimeuto a todas as pes-
soas quo se dignaran) prolege-lo.
Comccard s8 horas,
Ptiblicaco literaria.
A sombra do martyr da liberdade Joaquim
Nunes Hachado, acaba do sabir do prelo, o
8.a Para o que nSo esta determinado nas(acba-se a venda nos lugares seguintes: largo
Aluga-*e um primero andar, com bas-
tantes commodos, na ra da Aurora : quem
o pretender, dilija-so a ra do Queimado ,
luja n 10.
George Pensbert, retira-se par fra
da provincia. *
Pn'cisa-so de urna ciada, esoravaou
forra, que salba engommar e lavar, para
ama de casa de familia : na ra do Hospicio,
venda do leSo de ouro.
-- Oflerece-aa urna ama para cozinhare
engommar: quem a pretender, dirlja-se a
ra da Alegra n. 30.
l'recisa-sonlngar um moleque, para o
semen de urna casa eslrangeira ; na ra da
Cruz n. 9.
Precisa-se doum caixeiro, que enten-
da de venda : na ra Nova n 65.
Precisa-se tratar com urna mulher, que
se queira incumbir de dar de mamar a urna
criante, que tem 7 mezes de idade : aira-
lar no pateo do Terco n. 33.
A pessoa que precisar da urna sala pa-
ra escnptoiio : dirija-so a ra do Amorun
n. 10.
Aluga-se o theatro da ra da Praia, por
eommodo p eco : a tratar com Guilhorme
Selle, no aterro da Boa Vista n. 10.
Precisa-se de urna preta captiva, que
salba coznihar, comprar e engommar, para
urna casa eslrangeira : quem a liver, diri-
ja-se a ra Nova n. 69, primeiro andar.
-'- Precsa-se de um caixriro, para casa de
hilnar: defronte do theatro velho n 10
Os devotos do Glorioso Sr. Bom Jesus dos
Martyrios dos pobres ereta na Igreja deN-
Sra. do Rukario do bairro de S Anto-
nio; faz sciente aos devotos do mesmo
Sr. que pretendemos faser a festa a 16 de
novembro do con-nte anuo ; por isso roga-
mos a cu idjuviii-.io de todos os devotos.
Miguel Jos de Souza, Procurador.
preci/a-sc de um forneiro para urna
pa dara nos Apipucos : a tratar na ra Direi-
ta n. 69.
Passaportea.
Tiram-se passaportes para dentro e fora
do imperio, despacham-se escravos, correm-
se ruinas, a tiras-ae ttulos do residencia :
para esse flm, procure-se na ra da Cadeia
de Olivelra Lima, e em Santo Antonio, na
ra do Queimado n 85, loja de miudezas do
Sr. Joaq -i 111 Monleiro da Cruz
Adamson How c & Companhia faro
leilSo, por intervensSo do corretor Ollveira,
de um sortimento de fazendas iaglezaa, to-
das proprias do mercado; quinla-feira, as
10 horas da mantisa, no aeu armazem na
ra do Trapiche,
Gaz.
O fabricante do gaz nSo tencionava mais
continuar este fabrico visto as dilliculda les
que lem enconlradu, e o niuilo diminuto
lucro que nsoo indemnisava do seu traba-
Ihu ; poicn a pedidos de muitos dos seus
freguezea est resolvidu a continuara fabri-
car o gaz, elevando o pre(o a 4,000 ra. a ca-
ada, e desde ja cha-se a venda na mesma
fabrica, assim como vldros, pavios, e tubos
de 4 e 7 buracos para os candieiros de gaz.
Mudou-se da ra da Cadeia de Santo
Antonio, armaze n o. 7, para o Recife, ra
da Senzalla Velha n. 48, com frente para o
beco d 1 porto das canoas, o eslabelecimeo-
to de bous vinhos de Lisboa e Figueira, sem
mistura alguma a 300 e 340 rs. por garrafa,
1,500 e 1,800 rs. por caada, vinagre tam-
bera de Lisboa asm mialura a 190 por gar-
rafa. Vende se lambem na mesma casa an-
coras para o malo, quer cbeiaa quer vaalas.
AlUj-a-se o primero andar da casa n.
51 da ra da Cadeia do Recife com bstan-
los commodos eSvarandaa de frente, pelo
alugucl de 300,000 rs annuaea, assim mais
parte do Barradlo n. 7 da ra do Biumia
tratar na ra da cadeia do Recife n. 49 pri-
mero andar.
Aluga-se um escravo para todo o ser-
vico : na ra da Praia, lypogrepbia impar-
-- Nas 5 Ponlaa n. 58, precisa-se alugar
um preto para vender fazendas com tabowi-
ro pela praca.


I
z*-~~ .. "..,. *..__., I -- No abixo signdos fzmo' denle
Madama liidoux modista iraoceza, i peM0>5 no> rf0 devedorese muto
nn ra Nova n. 6q, primeiro,principalmentesqueilequedevere os mus
u *" de um anuo,que desta dta em diante inili-
andar. luimos para cnbr-dor do nosasdividaa.aoSr.
Tem honra de annonciar ao respenavei Mlooe| j0,qulm di Nascimenlo; e por taso
BUblcoqueeoharA empre n caeadeti boo gefjqueogaenhoresfreguez'S.e rege-
jo son i-nenio mullo rioode chapeos dei se- I18quea08 deverem paguem logo a fim de e-
da e selim, turbante, gnoaldas, capen,. alirumas despezas occorrdos com a
Dore, pluma* de lod. ooree, e oulros iu>lic. B
ausesquerenfetes dec.bec. para bita e Victorino & Guimattas.
tneatro, et.mbem se acn.r chapeos e no-1 nffarece-se um r,p<1 portuguez para
rea promplos para lulo.tudo pelo prego m.is MMro d qualquirarrum8C.Ho; quem per-
COflJOJOdO.
cizar annuncie por esta fulha para ser pro-
- J Falque dono da fabrica ^peos curldo
- Rodolfo JuSo Raala de Almeda, mu-
freguezesque tem chapeos de P,r u: dou.se para rua do Collegio, n 15 tercei-
brir e concertar o favor de os ir buscar ate ro,nu,y ,
guma de comedorias oll'ereccn-
do-se para sto toda a seguranca
precisa para os ditos escravos.
do sol da rua do Collegio n. 4, roga a se
rreaueze que tem chspeos de sol pan
brireconcertar o tavor de os ir busca
u (Irado correte me de nnvemnro, Boda Arrenua-so
esta data srro venliJo pelo importe do dilia_8a ao phme.ro beco da camboa do
concerlo.igu.lmente. pesso.s que tenh.m c casa da quina, defroote da rua das
d,tos coapeos de ol no passeio publico n. FlorM' *
i, de o ir buioar na casa cima, e para nao A|aga.se um mo|eque,deboa conduc-
i ignorar mandou-se f.zer o presente t ser de c,sa eslrangeira na rua .
Llemeotos de liomeopathia.
Sahlo a luz a priaitara parte desta
obra com posta pelo professor honio-
patha Gosset Bimont ; divid la cm
tres partea, Esta primeira compie-
hende, odiscurs* preliminar, aintro-
ducgflo, o exime do doente. a esco-
Iha do remedio, o emprego dos reme-
_ dios, o rgimen e os conselbos clini- w
eos, com a explcito dos nonies gre- V
> gos e anatmicos emuregadosem me- ""
vidarlodusos irmaos d mesma irmaoua- preCiss-se de um rapaz, que cntenda dicina, ea indicagSodosmedicamen-
de, para reuniSo da mesa ge-ai, dominjru a e,rmalvm de carno secca: na rua do Ca-' iosapropriados para cada cas da en-
do carrete, as 9 horas do ola, para ''- bug,loj defronloda matriz. fermUade. Esta obra he ulil, tanto
Ur da corwirucgao das calacumoas, queso Precisa-se de urna ama, para o servigo para os mdicos que se dedicarem a
tem de Tazar no cemiteno publico; cuja nlern d8 uma casa mgloza de pouca tanu- experimentara nova medecina.como
reunido deveria ter lugar no di primeiro, ,|a n rua d, Cndoi, Ve|na 37
como fol annuuciado, porm o pouco inte- No plteo d0 T p % ctu do Fran.
resse que locamos irmaosem negocio que c8(0 p|ut0 Oori0i allugao-se e vendem-se
onde pode ser procurado.
Arrenda-se um sitio : quem pretender
aviso. dofrai iche o. 19.
- S. Mauvernay, corretor ger.l, mudou 01rereco.8e Um estrangeiro moco, de
SSuecriptorioparaaru. da alfandega Ve- M annos, para caxeiro de urna loja ou ar-
Iha a. II, primeiro andar. mazem de fazendas, de algum Sr. inglea,
- Pranciiao Mitnla Fereira ua tos, ou eatring6lr quem precizar annuncie,
embarca p' o Rio de-J.neiro os seguintea 8er procurado puis esta pesso lem
escrvos:-Cregoriocreoulo,Luiz crnoulo, boa con lucia, e da l.dor.
Jos pardo claro, Alexandre pardo escuro, A|uga.ae 0S0Kundo andar da casa da
Dommgts prda escura. rutestruil do Rozrio n. 30, com muilos
- Pela segundi vez, olta mesa actual commodo8 a lral,r ua ru, do Queimado,
dairmandado JeN. S.doLivramento con- .
irmanda- '_
Francisco Joaquim Fernandos de M'lgaco.l No di II de novembro, eha dearra- Oabaiio assignido, faz publico, que
eaoSr SebastiSo Pereira Marque Bastos, malar em Praga public, do Sr. Dr. Juiz do nn
doconselho de Barcellos, declarando-a a
lodoss enhores que he para negocio
que diz rrspeito as suas familias em Portu-
gal, que sentem desde ha muilo falta de no-
ticias suas.
Gasa de commissao de escravos.
Na rua Direita, sobrado de 3 an-
dares, defronte do becco de S. Pe-
dro n. 3, recebem-se escravos de
ambos os sexos, para se venderem
de commissao, nao se levando por
este trabalho mais do que i por
cento, e sem se levar c>usa al-
..inguem fac negocio alcum com um val
civel da prime'ira'vara dsta cidade, enge- aeu, d nho S. Elia, com lodus os seos utencilios e dido no di 81 p. p., mez de outubro, depoi
obras, moenda com agoa, matas, pastse de o haver reaaatado: por lauto tornar-s-
logradouros, a excepc3o de escravos eani- ha,nulla a qualquer tranzarlo que possa
iiiiu's com seu competente limites, ava- ipparecer sobra o dito valle,
ado por 20:000,000 de rs., por execufOo Jos Das di Silva Cardiil.
de Antonio Jos de Magal >8os Bastos, por Precisa-se de urna ama: na ru do
seu bastante procundor, contra osreligio- Hospicio, casa n. 17.
sos do covenlo de Nossa Sentjora do Carmo l'recisa-ge de urna mulher forra. pra
desta cidade.
No l'asseio Publico ti. 5.
Na mesma fabrica conceitam-se e cbre-
se qualquer armacSo servida tanto de panno
como de seda, e ludo isso com o maior
ara
demaud pioperidade da casa e bem ge- b de Hamburgb, prximamente desom- por ser ella
ral de lodos, fez com que nao compareces- __.. s f.---------- .*
para todas as pessoasde boa voolade
que se ^uizerem convencer por expe-
riencias da verjade desl doulrin,
muito clara o a inlelli-
b.rcadaa. <0 gcncia de todos. Uecebem-S" aig-
soin o numero que era de esperr em um Tendo a irmandade de S. Jos d'Ago- naturas para a obra inleir a 5/000 no *
negocio que todo* devenSo prentar-se, vis- nja erecli n0 conYeuto de N. S. do Crmo'^i consultorio nomopatuicoda rua das 0
loo proccdimenlo de outras conrrarias, a deaU c(Jade a8eu cargo vonerauda Ima- m Cruzes n. 28. Docois da pubiicagao
mesa com o pequeo numero quesedeuo fl j0 gr< uom jesu< dosP>ssosdo dilo-^ das segundee tercira parles, o
trblho de comparecer, podiSo resolver l- conTento e' achandu e em mao estado, a |^ prego sera elevado a 8/000 para aquel-l
guma cous, lonvia, seus irmSos acharara mglt rogedor, jd referida irmandade com |j les que nflo liverem assignado. No <>
m-is pruJenco espagar o-sa reuniSo para o a coidjUvt(;ao dos deis a mandaram anear- ; ^ mesnio consultorio cncairega.se de *
diaacim, aOiodadiaperiar do lethargo em n,rifer mnic, res^lendcr, e oulros orn- '^ man ur fornecer qualquer encom-
que pireceiu estar os Irmlos, par negocio loSl)e qU6 e||, rou,i0 precisava : agora que [a> meuda de meiiicamenlos homcopa- *
desta lutuiet, a nflo aar de ... se jcna prumpta do mais excencial, prelen- m micos. No prelo : Palliogeiiesia dos #
- O bsixo asignado, nao nemais pro- dem faje.|, Denzer com pumi)a segunda 2 medicamentos horocopalhicos brasi-
curador da exmela coo.panliia de Pern i- omJ|g, du mez d0iNov8albro em queiius a-,^ |elros. *
*t l.l*!*
de AlmeiJa Lopes, com Casa
:tiag3o para comprar o vender es-
tros quaesquer gneros de "P'B0<"* ua igreja pelas ras seguintes : rua Augus- cravos. Unto para esta provincia, como pa-
Iheioreoicunsigu.dos. cornil ssao loos cftS Ponas, roa |,ir.,,ta. rua do Livra- ra fura dalla, mudou a sua residencia Ua
us das uuis da 8 hora da m > m^nl()( fua do Queimad0i rua do Collegio, ra dil Cancia do U. cife. n. 51, para a rua
- das Flores, da Cacimba, n. II, aunde morou o Omdo
eassimeon- Exm. vigario. Brrelo, ondo coniinoa, oe-
irmaos para so receudu-se loda a seguranga precisa para os
-0^^,*WnfclaO,pBCIM rBU1|jrem em nossoconsistoioas 2 horas mesmos e bom trat.cuento.
?i.kr tCear cuTer o tambm da larde do d,a pr.z.do para o .co cima |ffMaMMMIJ|M A
ninuiler, co.ever, e cozer, ou iin m decarido e lainbom rog-se os moradores y v,.,,..,|t..:.. Ii.wiip,,. *
par.servir de ma em casa da f.mll",e lejlaas W COUbUltMUU llOllieu- ^
proinelteserzelos no desemponhodesuas h m .tliinn U
obriggOea;aquemconvier(altenoAirial lllnPa- ,) em c.ado lenlo Joflo Jos de Moura, AleUQOeS. JilHI ilnCftlfilio II 25 ni'i-d
- P,ec.(.-sedeuu.homembr.s.leiroou n ,rrflmalnnlfi do ,,!. (Ias aforicoe5 ^KUtl UO KMtiyW U. Opi l M
buco e Par.!.yb.,e mor. n ru. do, Apo lo n. de g< do Te onde J ##f)
20, oude podeser procur.do obre o^gucioa 9e acha;a dapil"|,a,Jl> a logo em seguid. la- | V i.aoaiId
de recebimento de"".B*"'*"0"- ze-l. conduzirem solemne procissao pr a deconsiguagSi
trosqu.eaquer gneros de '"" 8Ua igrej. pelas roasseguintes : r......-
|heioremcunigudos commissao; luoos |3iU. Mi
os das uuis da 8 ores da maiiMa as 5 da m'';l0nCru.ldoSAJeiVdo r. d.
larde, fr. di.lu no porto vel.io d. C.punga nto ru. do Queimado, rua
"""" *U ^^raK**. .albo, do nno e,c:olt;r-,e,e,
____ .;.i..r.. ^. k, .i1. vidamos os nossos amados Irma
- preci-.eueumnomem .....<....- O rrmalanle do imposto das a
portuguez que enteod de trab.llwr com deste municipio do Becife, vende as
erroga, pr se eocarregar de urna lora zia8 80gui(llea Afog.dos, Varsia, P(
desta praga 18 legoas : a f.ll.r na praga aa Loureco jabUaiao, e Muribeca : qu
Aferigues.
rrmalanle do imposto das aforigOos
frogue-ii,
'osso, S
Independencia u. Vi.
- omiogos AfTonso Nery Ferreir, em-
barca pra u Rio de Janeiro o seu escravo
metro andar.
O Dr. P.A.Lobo Moscoso,
tender duija-so o'mesmo. i d consultas gratis aos
Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.._" i,, ,!., ,
juiz dos felos da fazenda, se arremataras
po-
lmSr- Dr---5 bres, todos os dias da 8 as
os bens
KJ
cabra, de nooie Gal uno. por execugao da fazen la provincial,
- Jofio Laubet, embarca para o Rio le la- pennuradoif a joao Baptist^ Peroira Lobo, os
ueiro os eu escravos Florind, Filippa e s aJl> os gBgulll[es u 0 a)tio no lugar
Kaymundo creoulos. do Pogo da Panella, avaliado em 8 000.000 ;
OITarece-se urna mulher do meia ida- duas casas terreas contiguas ao mesmo si
M
i a iioras
l'ratica
de
da uianbaa.
qyaliiuer operacao fa
cu urga, ou decebe escravos doentes
Lr om j c
litio no lug-r de Apipu-,*? para tratar de suas enlerm
de pr nudeca, comiiIi, e taz lodo e i0l uma ata|ja]a em j 500,000, o outra em
servigo de urna casa, preferiudo homem tol- ( .^qq ^^
teiro: oaruadCuia, loja de sobrado n. 3*. eoS vallado em 6:000,000 : o os bens an-
-l) rui oo Collegio t o Iheairo de san- nuncjado3 em 0 ,i,an0 de Pernambuco. do
la Izabel, perdeu-ae uma pulceira de ouro 24 do crrente
comalgumaspedrasdevenlunna: quem a, .. A|Ug.se Uma casa terrea com solSo,
tiver ac.ado. e quizer restitui-la, dinja-se a 0 8ljo du Curdeir0i a ,argo,n do rio Caoi-
loj n. 3, o p do arco deS. Amonio. Ib.ribe, com commodos para grande farol-
- Anda alugam-ie o9duS 'r'me'r0*"n; lia, cozinha fr, cocheira, estribara para !,0"ja"e plani.ce* desito*para tr'abalhar
daros dos sobrado da rua da Mil 6 ou 8 cavalloa e quarto para cria lo ; uma em um 110 |ugar q Remedio : quem eslive
31 : a traur na pracinha d Independencu, dju aia|J p,quen;II0 inflsmo 8j,i, umbem |e
com commodos para familia, cozinha fra'
estribara para icavallos: par ver no mes-
mo sitio, e para tratar com Gabriel Anto-
nio, no pateo du Carmo n. 17.
ama de uma caza de pouca familia : na rua
da Guia n. 42, primeiro indar.
Tendo abaixo assignado por mais d
uma vez, por meio de repelidos annuiicios
no Jornal Imprensa deolarado que h
muito lluvia pago a letra da quanlia de
Delecimenio._________de MagalhUe. letra acal em aele de Janei-
P o servicio de casaerui, paga-se Antonio da Cunha o aceita pelohaixossin-
i J \ .r-,,. n ifi nado, sendo qno o seu valor fra recebido
bem .- na rua da AssumpsSo n ib. p,rt8 p9l0 yi (,uilherrne Augu9l0 RoJr,.
Carlos Cliudio Tresse labricante gues .Setle.por orordemdo saralor, e parle
<|P Aro3o e rea luios na rua das vel P'OP'' sacador, como ludo consta de
eorgaose reaiajOl na rua uoo caflaj e recibo8 existentes em poder do a-
Flores n. i '> baixo assignado, torna de novo a protestar
avisa ao respeitavel publico quo concerla muir o segundo pagamento, que se preton-
oigaoerealeios,pe marchas moderna des- de esterquir, rogando a quom quer que
te paiz, concern pinnos, Saraphin, cachas tonlia recebido, que a restitua ao mesmo Sr.
de muzica, acurdOoi, e qualquer instru- Brz Antonio da Cunha, de quem o abaixo
menlosque aparega lamhem faz obras no- ssiguado nunca polohave-l depois de pa-
vas.e venle um org3o proirio prcapella ga, eistosob frivolos pretestos, sendo um
oualtar-mr com boas vozes or pregocom- desies o ter- se esquici lo das chave d
modo.na mes na casa faz-se caixas dejlas, gaveta no mato, como consta de uma sua
eailna so pianos em casas particulares. MlU I /! e contra quom pretende propor
Afericao. COcnpeteote cg3o nao sciv-l como crime,
v, ". tiento o dolo por que ha proc-idido.atteii-
U arrematante uo imposto ss ta a ostogaoqio procura por empratica !
afarigOes, deste municipio do Reeifa, l'z
certo quem interessar, que deu principio
a aferigao do anno de 1852, o s Ine restan-
do penas 2 mezes, na Ihe sera possivel
aviar a lodos em 13o curio espago de tompo,
se guardarem-so para o fui ; o por isso,
Calende 30 de outubro de 1851.
Luiz Pereira Vianna.
Quem quizer possuir, um
bom e bonito p igein, |i inln, es-
cravo de ao anuos : pode dirigir-
previne para que mandem quanlo antes a- ,
lim deeviUrem as respectivas mullas : na se a das Larange.ras n. 4 ,
mesma casa, rua da Assumpg3o, ou muro segundo andar, que tt oca-se por
Ja Peoha o. 4. 85o,O0O rs.
ioo.ooo rs. de gralilicacao. Prcj.s0.S9 ,Jt) um ,m.Midor. nt rut
A quem trouxer o escravo pardo de nomc |argl po n0zario, padaria n. 48-
Malinas, ufllcial de pedreiro natural de Ico ^________......
o qual l'oi cmpralo Josda Fonseca Silvs, """'
eni6dea>tosto de 1847,e fogiu om nuiubro LiOITlDraS.
do mesmo anno, leudo os signaes seKuintes ,
baixo, seco do corpo, cabellos c.espos, ca- .. UompranM9 escravos e Vendem-se de
ra di>crn la, pouca barba, e tem o dedo C0,Hinii,s,Oi |)a,a dentro o fra da provm-
pollegar da m3o direila cortado pela juina ; cja a rua da Cacimba, sobra lo u.ll, on-
conta que se acha desde que fugio por im- de mnr0(| 0 Sr Vlgarj d |,,.clfe.
mediagesdocialoapalroc.n.dopor pessoa .. compra-se um sitio feito ou trrspro-
prias pr levnta-lo, o qual porm snja a
que otencinna com.uar : e desde ja se pro-
testa conlra qualqunr que o coile, podemlo mrgem du CapibaiPe, tenha biixa p
ae dirigirn para qualquer llm na rua au- ca(,imi ooulras v.iut gusta u. 91 venda. gao n. 12, segundo andar.
-Ad-vorle-so oSr. Bernardo de Albu- .. ,;jmra.sc lim, t, moc,,de bonita
querque Fernando Cma, que o seu corros- f|g,ir0i Mm vjCIOSi saben lo bem engommar
pondente nesla praga nao lem pago i suos- 0 Clizjnar. na v
5 ades.ou fazer qualquer ope- ^
M ratao, por preco commodo. $g
Feitor
Anda se precisa de uma pessoa que en-
n. 33.
Precisa-se de uma ama : na
rua de Agoas Verdes n. 86, segun-
do andar.
Quem precisar de uma ama de leile :
dirija-ea rua do Amorim, delronte do cb-
ruteiro.
Anda precisa-se
deumeaixeiro, sendo br'leiro, ou por-
tuguez, de idade de 12 a 16anno, que te-
nha pr. tica de venda: n trves do Seri-
gido u. 1.
I)a-se de 100.000 rs. at 1:000.000 de
rs a juros, do 2 por cento ao mez, sobre
peobore de ouro. ou prla : quom preten-
der, dirija-ao a ru l'g dollozano, loja
demiudeza n. 36, que la se dir quem da
J.ourenco Seram e sua familia, reli-
ram-separa a Bhia.
- Joaquim Ju Dias Pereira, faz publico
quooSr. Antonio Lu z Vesser, nBo he mus
miu caixei'o, deaoo o da 31 de ou utiro de
1851; e por laso ingerencia nenhum tem
em su cas, depni* desta dita.
Domingos Jus Bapiisl, subdito por-
tugus, relira-su para o Maranhao.
Aluga-se uma canoa quecarreg 900 e
tactos tijutos o uma diU e orreira ira
tar na rua de S. Francisco, esa apalagad.
Alugi-se o primeiro andar, da casa n.
10, da irvessa ds Cruze. a tratar na pra-
ga da Independencia, luja de chapeos de
Joaquim de Oliveir Mia.
Precis-ae lugar uma esersva, pan o
servigo de uma casa de pouca familia: na
rua larga do Rozarlo n. 32.
-- Antonio Joaqun, Vidal, oiudou-ae da
rua da Si-nzalla \ elha, para rua do Brum.
Precisa-se de um homem, par iraba-
Ibarem um sitio peno desta praga : a tra-
tar na rua da Concordia, sobrado defronte
das casa do Feroandea.
Gove*&leite, embircam pria o Rio
de Janeiro os seus escravos, Francisco e Ma-
nuei, relo creoulos, e Marquessimino e
I rain isco pardos.
Pieciza-se de um portuguez que seja
perito em plantagOes de sitio, e saiba ti-
rar formiga, quem estiver ne-tas circuns-
tancias e quizer trabalhar no silio na traves-
sa do Reaiedio n. 21 entenda-se com leu
proprlelario, o Porteiro da Alfandega desl
cidade, na mesma repaaigfto que a vista da
prova queder de saber o que cima se desa-
j, e da sua boa conduela &. &. ti alar-so-be
do juste.
-- Oferece-ta om rapaz portuguez par
caixeiro de venda, o qual disso tem multa
Pralica, da fiador sua conducta ; quem do
a pretimo se quizer utilizar dinja-se i
ru do Ritigel loja de carplna.
Precisa-se lugar uma preta sema.
Pira trtr de uma cringa,e cuidar m la-
vagem eengommido de sua roups : quem
tiver entenda-se com o porteiro da Alfan-
dega desu cidade, na mesma reparlicSo.
Aireod.-se p.r. sepass.ra feta, um
sillo na Marizda Vrzi, a margem doCapi-
Mnbe.com caz de vivend, estribari., e
cza para pretos, estando tudo bem asa-
do ; quam o pretender dirij-e Antonio
Uiz I exeira Gulmarie, ua ru das Trin-
cttein., janlo ao o.rlor io do Sr. Holt.
I'iecis.-so de om prelo, ou raoleque
p.r trabalhar n casa da aferigOes, paga-
se bem : quemo tiver diriji-so a mesma
casa, a fallar com o arreotaUnle.
Gasa de modas francezas Bnessard
Millochau ruadoatterro da Boa-
Yista n. i.
Pelo nvio Comte Roger recebeu-se um
lindo sortimenlo de modas da Paria, em
chapeos de seda, e de palha enfeilados para
senlioris ; dito de montara ; dios de palna
entenado para meoinos : manteletes, ecapo-
tinhoj de seda decores e preta ; t.mbem de
cambriiis; liodos locadores o capailas ; ca-
beges de bico de bionde e de linho : rornei-
rs; cimisiiiiias bordadas, mangas borda-
das ; 11 iros ; luvas espartilhos, graviohas
de v. ludo prelo com as live I.k ; um rico es-
colhimeulo das litas uuvas; lencinhos de
seda de retroz ; transas de seda e de 19a pa-
ra vestidos bicos de todas as qualidades e
mais fazeudis, queso vendorSoem conta.
Fiz-seetTectivamen e todos entalles de se-
nhoras em cnipcos,locadas, turbantes e ves-
tidos com goslo igual ao que vem direita-
menie de Parios por prego muito mais em
sonta.
--Joaquim Piuheiro j.come mudou sus
residencio para a llha do retiro na passa-
gemdu Magdalena.
M.ria Anglica da Rocha,
examinada na artedeUbstrecticia,
cha-se residindo em o ultimo so-
brado da rua das Agoas-Verdes,
prximo a igreja do Terco onde
poder ser procurada a qualqner
hora do dia ou noite.
O abaixo assignado, adverte
aquelles seuhores que Ihe eslao de-
vendo con as antigs, que nestes
8 dias, Ihe mandem pagar seus d-
bitos, filmo este praso os chamar
pe.s suas iniciaes, e depois peLs
aeus nomes por inteiro ; o abaixo
assignado, lauca mao deste meio,
por nao ter nuis conta, as vezes
que tem mandado o seu cobrador
cm casa de alguns destea senho
res, que lias n9o lem pago por
mesmo nao quererem, e nao por
Ihe fallarera me i os.
Antonio Domingos Pinto.
No pateo do Carme n 10, precisa-se
de um ama, par pouca familia, forra, ou
captiva, que suba cozinhar e engommar,
paga-ae mullo bem para servir a uma
pateo,
-- Preciss-se de uma criada, smente pa-
r o 8e'Vico de compra eengomm.do, de
um cas de muito pouca familia : nt pon-
te Velha n. 14.
-- Na ru do Vigario, cas n. 7, deseja-se
fallir aoa Srs Francisco Jos C-rquer Al-
ves de Da' bosa e Francisco Jos Pereira, es-
te de Sama Mari da silva, e aquello de Si -
gadBes, do cooselho de Valeoga do Minho ;
ao Sr. Jeronymo Luiz Fernanues, irmBo de
neslas circunstancias, dando pessoa que
abone a sua boa con luda, entenda-so cun
o porleiro da alfandega desla cidade; na
mes na i o.'Ci'lig Jo das 8 as 4 lloras da larde
*#vsr *!##
* Paulo Galgnoiix, dentista I
franccz.oTei-cec sen prest-
nio ao publico para todos os *
<0 niistercs le sua pi-osso: 9
9 pude ser procurado a qual-
S quer hora em sua casa, na
l rua larga d Hozarlo, u. JO,
"' segundo andar.
-- l'recisa-sedeumfeitor poriuguezptra
um sitio pouco distanlo desta praga, que
Irahalhe de enchada, e saiba tratar de urvo-
rodos, de verduras e de flurcs: quem esii-
ver nestas circumsUnciis spparega no prin-
cipio da estrada dos Afflictos, primeira casa
do lado direito, a qjalquer hora do dia, que
se Ihe dir quem precisa
Um sacerdote que lem pralica do
4 ensino d primeiras letras, gramma- ?
4 tica latina e franenza, geometra, mu- (9
4 zica vocal o de alguns instrumenlos, m
0 inclusivamenle de piano accoila a >>
i capollania de Igum engentio protl-
^ mo esta praga aubjeilauJo-se a .a- f
4 zer sua residencia onde tiver de ,
exore.er o ensino das referidas m.le- 4
! rias: pessoa que com o mesmo qui- <
* zer contratar, dinja-se a ru Nov n. a>
4 8, onde sera informado.
aj>ej$tj)GBe)!<*"
-- Em respost ao Sr. inlmiKO do uzurano
i]ui-o i-redor do Sr. Innocencio Anluues de
Faria, nnnea recusou receber o seu paga-
mento^ so o que alo quero recobrum c-
valo mu pela div la de 35,840,quanlo oca-
vallo n8o valia 16,000, non 13o pouco rece-
ber fumo podre al60rs. a libra, quanlo a
premio he falso que houvesse uzura ; por
quanlo a cont se taza um por cento ao mez,
apezar de se ter tratado a dous por cento ; e
assim como o Sr Innocencio acertou com a
caz do annuciante, para tomar-lhe o d-
nlioi'O assiai lambem devia hir lva-lc, em
que fos-e preciso que o annuncauto man-
dassu ao Affogado, ondo mora, e isto a dous
ennos
INUlUAUli
l)US AUCUUDUS
PARA
7IOLA
Torn-se este melio 10, lano 11 ais reco-
mendav I, quinto elle he ulil, pois que foi
publicado em proveito diquellas pessoas
que desojao saber as regrss de acompanh-
mento sem quetenham o trabalho de apren
lor a msica: vende-se na ruadoLivra-
monto toj de calcado, n. 27, I 5 mil reis
J0J0 Loubet, lendo de fazer um viagem
a Europa, ahm de tratar de sua saude, deca
r
scnpgaodoUiario.
Madama Rosa llaidy modista bia-
sileira rua Nova n. 3.
Tem a satisfaegao de scintilicar ao limi-
to respeilavel publico, edeslinclamenle aos
sous freguezes, que seu eslabelecimonto de
novo si acha prvido de um espl olido e
vanavel sortimenlo de ricas fazendas fran-
cezas, as quaes se vendem por prego mdi-
co, consistindo com ricos chapos de seda e
groz de naples franzidos e lisos, do Hura e
penachos.brancos e de cores,para seulwra e
menina, ditas de seda e palliuha fina, com
abaa largas do lindos entalles para menina
i-eMane 1 chapus de palha lina, redondos
para meninos de um a seis anuos c lapeli-
nhas de pallia lina enfeilados cm Paris, com
lila escossesa, briliiaiites capotinhns, prelo
de seda e de groz de naples, furia-cores,
para senhora e meninas, ditos chamalole
prelo para senhora, ricos cabegfles de bico
de Hubo lino ; d-i seda a imitagao de hlon-
le, e bordado de prala para bailes ou thea-
tro, guarnecidas com delicados entallo e
lo goslo o mais moderno, ricas romeiras
guarnecidas de bico de linho e lindissimas
lilas, bonitas caaiisiuhas |de cambraia e
lll do linho bordado para senhora, man-
Kuitas o peitilhos de lll linha e cam-
braia brdala do ultimo goslo pr seuno-
ra, ricas locas de senhora de fil linho,
ricas capellas de llores para noivas e madri-
nlias de casamento, ricas guarniges de llo-
res brancas para vestidos de casamento, n-
casluvas de pelica entalladas de branco pe-
los mesmos, ricos cortes de se la e groz do
naples lavrado branco para vestido de noi-
vas.um grande sortimertto de bicode bionde
di largura de um do lo al um palmo, dilos
de seda largos e estreitos, ditos de linho de
largura do 2 a 4 dedos.esparlilhosde primeira
oualidada para senhora e meninas do idade
de 7 a 12 aunos, ricos taques do papel, pen-
tes tartaruga, lilas largas de lo las as cores,
crep de todas as cores, luvas preta pira se-
nhora e mennas.dilas de pelica para homem
e senhora,lin .os reos para noivas.ricos cha-
los do monlaria de palha entalladas e.m Pa-
rs parasennora, veos do cores do gaze po-
los mesmos, rico assorlimenlo de gros de
naples furta-coros para vestido que se ven-
des vontade do comprador gros de noples
rr de rosa,franjas o Iranga do seda prelas e
de cures,ti ansa do seda branca,bom chama-
lote preto para vestido ou capolinho : na
mesma loja fazem-se vestido de cisimento,
de baptisado, tocas de menino o de senhora |
capolinlios de todas as qualidados.com por-
feigao e uregn commodo recebe n-so todos
os mezes ligurinos modernos.que impresla
seus frogueses.
- Us abaixo assignados avi-
sam, que em consecuencia de nu-
merosos pedidos tem-se resol vido
demorar somente o lempo preci-
so, ao qual iechar-se-ha o cstb e-
lecimento sem annunciar mais, he
pois a ultima occasio de possui-
rem, o mais fiel e perl'eilo retrato.
Carlos D. Fredeicks &c C
venda del..liite da Cadeia,
n. 26, nao se ollia u prego.
Compra-se urna preta moga c do boa
figura, que saiba osinliar, engommar. o
sem achaques, e do boa conduela : na pra-
da ladepeil lencia, loja de miudezas,n. 3.
Compresa umereoulo di 18 a 20 an-
nos de idade, do bonita figura, c.nn os olli
cios seguiolci: carpiut iru uc machado.car-
pina, pedreiro ou cliaruleiro : quem pr> t-n-
ier vendar dirij 1 -se a rua da Cruz do Iteci-
ta 11 28, segundo sudar, em casa de Lima
Jnior Cv Compauliia.
O cautelisla Salustiano de
kquino I'erren a f'z aciente ao
respeilavel publico, que no dia ao
do corrente mez, deve chegar do
sol o vapor inglezTevit, conduc-
tor das listas da 18. lotera do the-
atro de S. Pedro de Alcntara, e
da 28. lotera do Monte Pi, e pa-
ga logo que receber as lisias, sem
lesconlo algum, todo e qualquer
premio que s.liir nos bilheles ,
meios, quartos, oitavos e vigsi-
mos, vendidos na pra?a da lode-
pendenciin. i3 e i5, loja de cal-
cado do Arantes, e oa rua da Ca-
deia do Itecife n. ^6, loja de miu-
dezas : a elles que se esli aca-
bando.
Bllietes aa,ooo
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,8oo
Vigsimos i,3oo
__ En casa de J Keller &
Gompanhia. na rua da Cruz n. 55,
vendem-se marroquios superiores,
vindos de VrAaqa pelo ultimo
navio.
lm casa de J. Keller &
('omp iiiliia, na rua da Cruz o. 55,
ha para vender um piano forte ,
chegado ltimamente da Eoropa
e com cxcellentes vozes : trata-se
na casa dos mesmos.
Vendem-se 2 molecotes, de 16 20 0-
nos de idade ; 3 escravos d* sarvigo de cam-
po; 1 cabriim da 15 auno de idade, con
principio de COt'ura, coziuh e eogomma, e
uma escrava de meia idade : na rua Direi-
ta n. 3. .
-- Na ruu do Hospicio, om cas do Tilo-
ma/, de Aquino Pontees, vende se um rao-
leque criuulo, de 9 anuos de idade.
-- Vente so s iperior seno em pSo ese-
mente de coenlro : no becco Largo, rnia-
zem 11. 100.
Na rua das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, reodem-ee 2 lindos motacotos de 18 a
20 anuos, e um dalles he cuznliciro uma
preta lo 22 anuos, de bonita finura, ana
gomuia, cozinha e lava, e 2 pretas de moi-
i la le. pO' prego comino lo.
Vende-" sal do Ass, de superior qua-
lidade, e palha de carnauba, por j-ego com-
modo, a bordo da barca Flor do Da, fun-
deada ao p di traniche do algoda : tr-
tnr com o mratre a bordo, ou ua rua d Ca-
deia do Itec-fo n. 43.
.- Vende-so um cadeirinha de rebugo,
un par do collos do pedra marmoro ,
branca e lina, um nuarda luug, um guar-
da vestido, diversos irasle* e caleiras, un
ain la novos e oulros usados, por Drogo cora-
modo na praga da Una Vista 11. 6.
Vendas.
Vcndo-se um caluiolet descuberlo,
com bous arrcios e muilo pouco uso 1 na
rua Ja Cadeia do R-cilo n. 4!) primeiro an-
dar, ou na rua o s. Francisco n. 10.
Vende-se mu to em conta a
ciza de pedra e Cil junto a ponte
do Caxang com 4 2 palmos de (Ven-
te e 90 de fund, e bem repartida
com cozinha fora, e quartos para
pretos, quintal com arvoredos, e
principio de ces para o rio : a
fallar com o corretor Miguel Car-
ueiro.
iSSrMarmelada pcitoral .5
lina estreita do Uozario n- 43.
Avisa-se a rapaziada. gue eslo bello rega-
lo tornase recomineiidavul a saude, muito
oiincipalmcnlc aquellas pessoas que sao
le ei. em sua con>truc3o, o preciuho da
lata he 1,000 rs. paralinalisar o resto.
A revista.
Peridico luterano e recreativo.
Saino o s 11 e acna-se a vcu la na praga
la independencia I .ja de encadernago n.
1-2 e na liviana doSr. lloarado onde tambem
iccebe-su assignalura por una serie de 10
ns. a 1,000.
>
- Alugi-se o Iheairo de S Francisco, com
todos os utensilios necessarios: a trafilar
com Antonio de Moraes Cumes Ferreira, u
rua do Apollo, n. 20.
iTeeis -..i de um feitor portuguez :
quem estiver nestas circum-tancias, dirja-
se ana Afog tos, na rua do Catuca, venda de
joao hespaoliol, que se dir quem precisa.
Aluaa-se orna preta, boa cozinheira,
compradeia e mais arranjos de casa : no
Ierro da Boa Vista, casi n. 33 ; ni mesma
casa precisi-se de um negro para o servigo
de padaria.
O baixo assignado, visa a tolas1 as
pessoas que livemm valle de importe de
bol'Cha por elle firmado, ou seus caiteiros,
de appiesenla-los al o da 10 de novembro
do correte 11110, flm de serem pagos, de-
clarando que neasa data em diante, nBo pa-
gara mais qualquer v lie que tenbi com
d.l. anterior, tendente a bulaxa.
Joaquim Corren de Kezendo Reg.
Alug.-se 1 loja do sobrado n. 51, da
rua Nova, com bstanles commodos pira
->
>
qualquer eslabeleciuieulo, a quem comprar
.. que tem constituido por seu balenla' um rmagSo nov lod envi ir.g.da, que
procurador ne a cidade, o Sr Firmiano exisle na mesma taja : a f.llr com o >r.
J..s Rodrigues Fer eir em ludo quanlo Coimbra, junto t igreja d Conceigao.
fr tendente o seu etibelecimento e mi Precisa-se de um* ama pana uu prala,
neocios que lee dize n respailo, e com pira tnlard,- um menino : na rua das La-i com J. J. Ta*o Jnior, oa rua do Amono
quem e poderlo entender. [ rangeiras n. aj. 'n.35.
Deposito de tecidos da lubri-
ca de Todos os Santos, -6
na Baha. J;
Vende-se em casa de Domingos Al- -s
* ves Matheus, na rua da Cruz do He- <
* citan. 52, primeiro andar, algodao J
"* transdodaquella fabrica, muilopro- s
prio para saceos o roup de cscra- -j
vos, assim como lio proprio par re- ^
Jes de pescar e pavios par. vcllas, ^
r por prego moito commolo. 4f.
i, 11 \%A a % s % ft 4 % a ft tt % 1 ^,fto
Que taz J. J. Tasso Junior do cirreija-
meulo da Palaca Franoaza Eugeiii Jouny ,
constando de vnho tiuloam pipas da acredi-
tada marca II V A, equartolase barris de
viuho branca, ludo sera vondido cm lotes, a
vont'de dos comprado es Hoje quarla-foi-
ra 5 .10 novembro as 10 lloras da maulla 1
no caes d altan loga.
V* Wf f ?f f f V 9 v I 9 V V V 9
# l'.ae 1 da Independencia n. 17. ?
9 Vende-so iililo de ouro e prata de #
superior qualnlade tanto para d vizas ?
? como par bonetes e chapeos d^ pa- ?
A geo. Na mesma loja si vende loda a (Jj
Sualidade de uniformes militares lu- tj)
o por prego muscoinmodo do queem 0
^ outr part-*. 9
AJiMAfcAaVMl kkki IMAM
f;)* Araruta, u 1,600 rs.
Na rua estreita do Rozario, contaitoria n.
43, venlem-so latas com biscoitos do ara-
rula, polo diminuto preg > de 1.600 rs. a la-
ta, len 10 o peso de 4 libras; a ollas rapaiza-
il 1, que he pechincha.
Abordo do pilacho brasileiro Marga-
rida. Tundeado ilofronle do irapiehe do al-
godSo, esl a venda a superior familia de
mandioca de S. Calharina chegada em 2
do crreme : lrila-se abordo com o c pi-
tan, ou com Luiz Jos de Sa Araujo, na rua
da (.i-ii/ii 33.
Vende-se o sobrado d rua das Trin-
cheirts n. 44, com bonscommodos e grande
quintal : a tratar no largo da Trompe, so-
brado n. 1 ; na mesma casa precis-se lu-
gar escravos, para vender fruas ua rua.
Ht rua da Cruz n. 33, rmazem deS
Araujo. ven le-se cen de carnauba peonas
de 1.11111.1 e couros de cabra, por prego com-
modo, para tachar cenias.
Vende-se taboado de cedro : a tratar
Aos 20.0H0.0H0, 10 OOH,000'f:OOll,000 ,
2.000.0110 e I 0110,000 ita rs.
Na loj.-i .la Vi.iva Vivir & Filno, ni rua
da Cadeia do Recita o. 24 receberam pelo
vapor Pernambucana, ntralo em 2 do cor-
rente, do ll/o de Janeiro, a lista da 54. lo-
tera a li-n li.-io da Sania C-sa da Miseri-
cordia, o pelo mesmo vapor chegaram e a-
Ciam-st< a ven la os mu afortunados bilhe-
les e cauteMas da 18. lotera a beneficio do
Ihcatro d S Pedro do Alcntara, das quacs
vem a lista no primeiro vapor, e trocam-se
por bilheles ja premiados das loteras do
Rio de JaOriro e desta provincia.
*
<*

* Solsapirrilha de Bristol. (9
# As nu io- (i-m experiencias taitas 9
enm o uso da salsanarrilha cm todas
as entarmidades, originadas p-la 1 n-
O pii'cza do sanguo o o b un cuto ob- W>
H) li lo nesla corle 10 o lllm. Sr. Ur. Si-
9 gaud, presidente da ac emia impe- 9
# nal de medicina, pelo ilustrado Sr. 9
# Dr. Antonio Jos i'oixotoom sua cllni- A
0 ca,o cm su 1 ai mada casa do siu.le na 9
* 1. mi..la, pelo I1I1111 Sr. Ur S'lurnino tt
ff uo Oliveira, medico do ex.rcito o por
? vanos oulros medico, permiten) ho- #
9 proclamar allamenlc as virtudes
0 elliea/os da (A
9 S,\LS \PARItILHA DE BillsTOI tt
% Nota Cada garrafa coniemduas li- 9
9 bras de liquilo,e Salsauarrilna do 9
9 rislol ho garantida,puramonlcvege- 9
S lal i.e.11 morcurlo, iodo, potassiu 11. 9
9 Vende e a 5/uoo o vidro na botica n
j) do Sr.JosMaraCongalvoa Ramos:ru 9
9 dos (juarteis pegada uo ijnartel do Po- (*J)
9 lien. A
*!
% Vende-se an Srs. fabiicaniea dos fos-
phoros de accender fogo, uma grande por-
eio de grozas de palitos, promptos para re-
formar de novo com a maga, por prego oom-
11.nlo : na rua larga do Rozario n. 22, loja
le mo.I.-/as -
Vendem-se na loja de Jos Joa-
quim Moreira ik (Joinpanhia, na
rua Nov* 11. o
ltn| uis-i mos cortes de vostidos de soda lisa
"o furu-cores, o mimoierno e de mu-
ll .1- goslo quo presanlemento li 1; o prego
a vista do comprador se du.
Presuntos de lamgo, cebo do Por-
to em velas, pomida em canas.
Vendem-se om porgao o a rotaltu,por me-
nosdoque em outra qualquer parte: oa
rua da Cadaia do Recita n. 21, a-nwcoi.
Vende-se farnhi SSS muito
nova e de superior qualidaJe : a
tr.ilai c mi Manoel da Silva San-
tos, no armizem do Annes, no
ces da alfmdega.
-- Vonde-se un negro da ilide 35 anno,
pouco m uso j menos, refinador de issucar:
00 largo di Livraoenlo 11. 20.
Molduras douradas
de todas os larguras: vendom-se no arma-
zn de Kallk jiaiin IriiiJos, ruada Cruz n. 10,
Cadeiras.
Vendem-se cadeiris par. meninas; no r-
mazem de Kalkmana lrmSos, na rua da
Cruz n. 10.
lea
'.


Attenco, na la do Collegio
n. 3.
Vimi lo-seosseRuiTitcs artigo de Ierro fun-
dido, e outros metaos; segn papis con
flgur de diBVrentes moilellos ; ciozeiros e
depozitos para charutos porta relogios, sr-
ranjos para tazer fogo, crucifijos, dubido-
ras proprias para sergueiros depsitos para
penas e limpadores das mesmas. apagado-
res de vcllas, guarda-jias com ilmofadaa
de veludo, palmatorias e porU,ch:irulo,lam-
parinss de porcellana Iranstarentes, cande-
I,iliiii para vellas, tinteiros, e serra papis,
guarda pennas, guarda relogioa, jarros pa-
a plantar flores, espelhos, ludo o melhor
possivel, novtmento chegedo e promte-se
vender muito om conta, o mullos mais oh-
jectos,
Direito romano administrativo ; e obras de
I'. J. l'roii.llum, e hortensius de S.
Albn.
Kstoi na venda,ra das llores u. 21 os se
guinles livros em francez, novos e boa en-
cidernigSo franceza : ortolan explicarlo
histrica das instituas do Justiniano, Panz
1844 2 gr. vol. 8*. : por 12,000 rs., o mesmo
aulhor: historia da legislagao romana, des-
de a sua origem at a moderna legislago,
Piris 1846 1 vol. 8o. pr. 6.000 rs., Laerrie-
ie, antigo professor de direilo administra-
tivo na ficuldide de llennes, curso do di-
reilo publico e administrativo, Paris 1841
1846 I gr. vol. 8.0 pr 8,080. P. J. Pronohon,
da croacHo da ordem na huroanidade, ou
principios de organisagae poltica, Pars
1843 1 vol. 8. pequeo pr 5,000. O mesmo
aulhor, a excellente memoria sobre a pro-
priedado. Paris 1841 1 vol. cm 8 dito pr :
5,000 rs. Saint Albin, lgica Judiciaria, ou
tratado de argumentare lcgaes:8i>guidada
lgica da conscieuciaParis 1841 1 vol.
8." d. pr 4,000 rs.
Vendo-se Heportorio do Ihealro francez
em 4 grandes volumen, historia eclesiastique
por le Doctaur Arclubald Madama 6 vol. :
historia do lirazil por Constancio, 2 vol. Ar-
te potica de lluratio arte de Trancez por
I huuou.l,.lii(Y:i'ii,.n(i histuriCO.Geografico e
Milhologico pul Francisco de Paula Jacoo,
cartas de Cicero, Terentii Coma-'du', poesas
de DJniz da CruzProsodia do B. P.l'm Aihlas
geogrfico novo ; lilosophia de Pairard etc.
ludo qussi novo, por prego commodo as
ciaco ponas u. 25.
Clicgucm freguezes,
Vendcm-se na ra do Livramento loja
amarella da estrella, n. 5 de urna s porta,
couros de lustro do melhor quem lem viudo
a ole mercado, pelo diminuto prego de 3/,
res a pul-, bezerro francez, marroquinsuu
toJas as cores, supalos do Aracaiy do ho-
inein o de menino, por pregos commodos,
assim como sola, o couros miudos da me-
lhor qualidado : ludo por prrfos commo-
dos, assim como sapatos de inarruquim para
seuhora, e sapates do boinetn, de lustro e
bezerro.
Vende-se um cazal de gansos muito
novos. por barato prego: na ra de Hortas,
u. 110.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA S. 42.
Neste estabeleeimento conti-
ua u liaver um completo sorti-
incnto de moendas o meias moen-
das para engenho, macliinas de
Mercurio.
, Vendc-se mercurio de primei-
ra sortc, a preco commodo : era
casa de A. C Abren, na ra da
Cadeia-Velha, n. 48.
1:111 casa de J. Keller Sl Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acba-se a ven-
da o xcelleulo e superior rinho tic BU-
rtlltts, em barris de 5.", be muito recom-
meudavel as casas estrangeiras, como ex-
excellenle vnlio para pasto.
Velas de esperinacere.
Vendem-se velas de esperma-
cetc de primeirn qualidade e por
preco commodo: em cosa de A.
C. de Abren, na ra da Cadeia-
Velha, n. 48.
DKVEIIES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vcnde-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernago, a 500 rs.p
cada um : na livraria n. 6 o 8, da priga n,
Independencia.
Cheguem freguezes a fazendas
baratas.
Pessas de cambraia com lislras de cores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortes de dita
comsalpicos a 2,800 rs., ditas de casia pin-
tada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
escura por 240 rs o corado, ditas pretas a
100 rs. o covailo, dem para babados ecorti-
nados a 2,400 rs. a p'ssa, cortes de chita
om 12 covados a 1,800 e 1,920 rs
do Crespo n. 6.
4
Familia de mandioca. | Aieite de carrapato da fabrica de
No arms/om do Antonio Aunes Jicomo j raujo & FilllOS, 110 PeilCilo.
Pires no ciesd'AII'andeg vende-se farinhi Esta azeite pela perfeigo cm que he.
de mandioca om sacas, sendo de ptima fabricado no s serve om lugar do azeite
qualidade, e per preco o mais commodo do doce e de coco, para qualquer qualidade de
iniciado. candieiros por mais delicados que sejo,
C9 Q1&.&999&&9G9 9 como he muito prefirivel a qualquar oulro
AlCODAO' PARA SACCOS. tjf por dar urna luz nuil brilhante, ser mais
% vende-se muilo bom algodo para ss- duralivo, e aeu custo ser mais barato ; nBo
? coa de assucir, por proco- commodo: ( tem o cheiro desagradavel queexala o axei-
9 em casa 4e Ricardo Hoyle, na ra da te do carrapato commum, nem em nada
0 Cadeian. 37. (fs delleseissemellu. Vende-se em barriz de
W^!!?! \ 16 caadas 8,400 rs. a caada, no armasem
I'. r-ii,.ii .i il,, U,.,.'.(,. ,doJ. 1. Tasso Jnior, ra do Amorim n, 35.
Bdrateiro o necnc. I qoo^qqoooOOOO
Quem duvidar, ouseuueira sorlir de r- Xv v5f"|T"v,'wwy,""",'*T
lendas para festa, enxa aalgibeira de sedu- g JNa loja peroambucana, O
zas, e veuho a ra da Cadeia do Itecife n.
vapor, e Uixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Deposito da rubrica de Todos os
Suatos na Haliia.
Vende-se, cm casa de.N. O. Uicber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muilo propno para soceos de
assucar e roupa do escravos, por pregocom-
moiio.
Deposito (ie cal ti 'potassa.
No .arrnszx'iii da ra da Cadeia
do Hecife 11. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, cm pedra, as-
sim como potassa cliegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
-- VetiiJem-se cera em velas ,
labricdu.s cm Lisboa c no liiode
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a iG eai libra, etam-
bem de um s tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se 110 escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
D. ly, segundo
Vigario
ra do
andar.
Para as escolas.
Vende-so no pateo do Collegio, loja do
livro azul a synopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada peloKxm. presi-
Vcllas de espermaccle. tal
0 Vendem-se caixas de esper- fl
9 mcete: em easa de liicardo
2 Hoyle, ruada Cadeia Vellia,
ffi n 3?.
mwnmwammw sjssr ^skuwwp
Vendem-se relogios de 011-
roe piula, patente ingles: na ra
da Senzalla Nova n. 43
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambSo de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
I ruin ns. t, 8 e 10.
Vendem-se amarras do ferro : na ru
pa Scnzalla nova n. 42.
.Monida- superiores.
Na iiuil:r;"u de C. Starr Ai Companliia,
em S.-Amaro, acham-soa venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
oonstrucgSo muito superior
Tal xa:- para engolillo.
Na fuudicSo de ierro da ra do Ilrum,
acaba-sc de receber um completo sortimen-
to do taixas de 3 a H palmos de bocea, as
quads acham-se a venda por prego com-
modo, e com promplido embarcam-sc, ou
carregam-sc em carrossem dospozas ao
comprador.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mu-
dlos.
Viiiho de Champagne,
o superior qualidade : vende-sc no arma-
em Kalkmanii Irmos Itua da Cruz, C, 0
asa de commissJo u'e dscravus.
Vndem-sc escravos c recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se o le rece umitas garantias
a scus donos .* na ra da Cacimbd
n. 11, primeiro andar.
Ven icni-se velas de espermacete, cm
caixas, de superior qualidade : cm casa de
J. Keller <\ Couipanbia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Inda continua a vender-se batato.
Curtes do casemtra preta por 5,000 rs., di-
tos de brim cscuros de lislras a 2,000 rs e
1,600 rs ditos do castor 1,120 rs riscados
de algolHo a ISO, c 200 rs., nsoadinhoa
francezes a 120 rs. o covadn, e multas mais
fazenJaspor biralissimo prego na rita do
Crespo r. 6.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendem barris com cal
em pedia, rliogada ltimamente de LUlioa,
na barca Margarda, por menos prego do
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Uecifen. 50.
50, que encontrarflo variedado do fazendas
por prego I aratiasimo, como bem chitas
bas para 140, 160, e 180 rs. o covado, e
ditas de ramagem para cobertas a 200 rs. :
cortes de cass padres novos com 7 viras
por2,210 rs.; lencos de cambraia decoros
para mSo a 240 rs.; challes de seda novosm
8,000 rs. ; corte de colelo a viludado a 1,1100
rs.; ditos de fuslSos 500 rs. brins linos de
quadrinhos a 280 rs., o covado; cortes de
casimira para 4,000, 5,000, e 5,500 rs.; pan-
on mesclado para palitz a 6,000 rs:, o corte
de 3 covados; ptimo para o verSo por ser
auito leve, bramanlo de duas larguras, jol
para frescos, lenges por 1,200 rs., avara ;
madapolOes bons para 2,560, 3,200, 3.520, e
3,840 rs., a pega; e para uulros muitos
progos; assim como outras uiuitas lazen-
das, que a troco do Jinliciro se vendem por
progos baratos; e esla loja tem seu arma-
zn) de fazendas em alacido, e se vende
qualquer porg3o por prego de primeira
I mo.
9
O
da
doC
respo
ra
n. 11.
Vendem-se ptimos bros brancos.
Vende-sc um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
ilous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei 9 no aterro da Boe
Vista.
Vendc-se por 3:500,000 res, o sobrado
do dous andares, esulSo com trapeira, com
bonita vista, e loja repartida para morada
de familia, com boa cacimba no xago da
mesma loja, cm cliffns proprios, no bairro
do Kecife, ra do Atollo n. 29,: na ra da
Senzalla'Nova, venda n. 7, lira quem vende.
Na ra do Vigario n. 19, primeirD an-
dar, vendc-se cal virgem do Lisboa, cliega-
da ltimamente, a 4,500 rs a barrica, e mer-
curio doce em latas do 1 c 2 libras.
Na loja peznambticana da 9
ruado Crespo n. 11, -.
. vende-se sedas cscocezas de lindos 9
4 padrOcs a 600 rs., o covado. ^
O com lislras de cores, a 200 rs. o
O covado.
No aterro da Boa Vista loja n.
18, defronle o tribunal do
Commercio,
vendem-se pannos linos cor de caf, verde
escuro, azul epreto, a 2,000, 3,000, 4,000 e
5,000 rs.; cortes de superior brim de linho,
a 1,000 rs. ; cortes decasinira, a 2,000 e a
3,000 rs., euma porgo de riscados france-
zes, que se venderlo por qualquer prego ,
por e.starom com algum mofo.
No aterro da Boa Vista, loja n.
18 defronte do tribunal do
Commercio,
vende-se superior casimira preta, a 4,000
rs.; veludo de algodUo crderoza, verde,
azul, carmesim o prolo, a 600 rs. o covado;
cortos de escolenlos cambraias e cassas, a
2,000 rs., e quem comprar grande porgo
se Ihe vender por muito menos.
Vendem-se burros novos, entre elles
alguns j pdem t-ahalliar: na ra do Quei-
mado n. 14.
- Na ra do Vigario venda n. 33, ven-
dem-se redes de cores, de muito superior
qualidado, e por prego bem rasoavel.
-- A defesa dos Portuguezes.foita no Ma-
ranliao pelo l)r. Jos Antonio do Carvalho e
Oliveira, e ahi publicada- nos jornaes.bem
como no Correio da Tarde, acaba do ser.po-
loseu aulor,mandada imprimir emfolhetes
de 96 paginas, urna porgSo dos quaes foi
remetida para esta cidade,e se vende a 1,000
rs. cada oxcmplar em casa de Jos Baptista
de Fonseca Jnior, da ra do Vigario n. 23,
2."andar.
Vende-se superior farinha
itua do Collegio n. 4.
Novo sortimcnlo de chapeos de sol, para
bomem e seuhora. a saber :--chapeos de
sol de seda, armagSo de balein, de 4,500 rs.
para cima; ditos ditos para sen hora, do 4,000
rs. para cima ; ditos de panno fino, de ar-
magSo de baleia e de ferro, de 1,600 a 3,200
rs.; ditos ditos de armago de junco, de
1,200 a 1,800 rs., todos limpos grande sor-
timeutu de sedas e pannos, empegas para
cobrir os mesmos, baleias para vestidos e
espartilhos dosenboras. Concertam-sa to-
das as qualidades de chapeos deso, ludo
com perfoigSo e por monos prego do que em
outra qualquer parte.
Oh que barateaa '
Na ros Nova, n. 8, loja de Jos j,
Moreir. & comP.hi.,V.nderse 'q.U,!n
pellica muilo fraseaos e novas, branca, Vi"
cor, para bomem e senhora pelo dm, '
prego de 900 rs. o par; ditas de,o d TfT
o com um tuqueainho de mofo por im
o pir; espartilhos para senhora, o aun 1. '
apparecido de melhor nesle genero .
8/000; um resto de s.p.to, de m.r 0' ^
preto, ps pequeos, a 1000 r. i.nn^u
de rededo melhor gosto possivel. ,*"
rs ditos de seda, a 720 : golinhas de a>Z'
brata, a 1000 rs ; luvas de toreal.i loo?."
plumas brancas que muito servem para toi
cas e chapeoszinhos de menino, 500 rs
outras muitas fazendas de gosto e qualiri
de que ni mesma loja so venderdo cor h!"
ratlssimos pregos. "'"
?:
%apaoi de lapele.
Vendem-se os bem conhecidos cor-
tes de tapete pira sapatos a 500 rs. o
par 1 na ra do Queimido, loja do so-
brado amarello n. 29.
Pezos para sustentar papel.
Vendem-se bonitos pesos para sustentar
papel, pelo barato prego de 1,980 e 1,000
ris : 01 ra do Queimado n. 16, loja de
miudezas.
Lindos pr.ilos de uvas artificiaos.
Vendem-se galantes pratos com uvas ar-
tillases, pelo barato prego de 9,000 ris :
na ra do Queimado n. 16, loja de miudezas.
-- Vendn-se um preto canoeiro de bonit
figura, mogo, sem molestia e vicio algum,
e proprio para cano, cadeirinh ou rmi-
zem de assucar por ser milito forgoso : na
ra do Ilangel n. 36, primeiro andar, das 6
as 8 horas da mantilla, e do meiu da em di-
mito.
Arados de ferro.
CRAX4. ECONMICA EM MaSSA
Do insigne fabricante americano, Jamos
M.sson. A sua composigSo he feil. de pro-
posito para lustrar comagoa o wnserv.rto
lustro, tanto de invern como de verao 1
grando vinUgem que ha nests craxa hl.
conservago do clgado, 0 lustrarem-se01
sapatos oubotins anda mesmo molhados
e una pequea lata aturar mais do que tres
boiOes, ecusr meos do queum Vendo
se em b.rric, ou oorgSo de duzi.s, no ar-
ma zem de Vicente Ferreira da Costa, na rna
da aladre de Dos. "ru"
O Vende-se om sitio belra do rio 0
0
0
0 com excelleote caz, tendo de frente
j 70 palmos o 90 de fundo com grau-
A. E. de Mornay acabam do receber da O d8sal,ilJ,a.nle, 2 gabinetes, o 2 al- rt
mais acreditada fabrica na Inglaterra, ara-I O f"s' Ml,J'S*1 lrai' "ais 3qur- *
dos de ferro de vanos modelos proprios para' Q lse cosioh, com mais de mil pal- J
cultura ca cann. Alguns so mais le- X ?"* decompnmento, e 800 de fren- y
W te, com grande baixa de capim, ter- W
0 reno de 001 producgSo, excelleote n
Q banho, e perto da priga porserantnj
da Caza Forte : a rallar i>nm N*aUa v
ves, un mpsmo lempo que a forma do sua
coostruego, mu forte. Estes arados silo
proprios para revolver o terreno, ludo antes
da plantagflo, assim fertilizando a Ierra el Q ^a Caza Forte: fallir com Nicolao
tornando a planlagilo maii fcil, e a primei-! q "i* "' A_urora 20. segn.
ra Ipaim quasi disoecessaria. Sua granle Sao,I",,rf
utildade juotimente com seu commodo pre
go tornam-se estes arados muito recom-
em
Padaria.
Vendc-se urna padaria, no largo das Cin-
,1 ,. r___ r ._______ v iornm-se estes araos muilo roe
[de mandioca, muito fina, em aac- S,endlTei aos sennores d0 ennen|10 _
cas, desembarcada do patacho 'casa de Rothe a Bedoulac, no Recife, na ru
iConeeicSo, vindo do Rio de Janei-I^J^-^ rede
ro, entrado em a(> do crtenle mez
col'ontas: a tratar com J. J. Tasso Jnior, de otltubro, por preco commodo:
mi rom r.tnnmm I nri<.< ito A monta, raivoi-
Ba dopaseio publico n. 5,
na antiga fabrica de chaos de sol vendo se
chapeos do sol tanto de panno camo do se-
da para homem c senhoras, moninos o me-
dente da provincia como compendio de Isi-{alnas de escolajcolire-se qualquer armag.lo
io historia do Itrasil as escolas prima- .Jcchapcusde sol.tantodoseda como do pa-
ninho concerta-so estes objectos com muila
pronlido e brevidade.
O9OOQQ3X3J 5 Vende-so iim grande sitio no la- j
gardo Miiiiguinlio, que lica defronle Q
q dos sitios dos Srs. Carneiros.com q
n grande casa de vivenda, de quatro q
n agoas, grande scnzalla, cocheira, q
n estribarla, baixa de capim que sus- q
lenta' 3 a 4 cavallos, grande cacim- j
'.''.' ba, com bomba o tanque cobcrlo z,
jj para banho bastantes arvoredos de g
fructo : na ra do Collegion. 16, so- Jj*
gundo andar. **
C
Novos gostos !
Na ra do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dias,
vendem-se dnissimas cassas francazas de ri-
quissimes goslose noves nadrOes pelo ba-
rato prego de 700 rs. a vara, corte de Cam-
braia liza fazenda muflo (na 2,240 rs., o cor-
te ( metade de seu valor j ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
pintado do cor.de gostos modernos 2,200 rs,
o cuite, superiores chitas francezas cores
muito fixasede novos padrOec a 240 e 260
rs., o covado, ditas estreitas coics do vinbo
e de cofle e de ganga a 200 rs., o covado.
Fill de linho branco e de cor propria pars
mosqueteiro 640rs,a vara,brins trangadosea
curo e cor de ganga com listas miudinhas v
1.000 rs. o corte, assim como outras mui-
la; fazendas por baratos 1 rogos.
Vende-se um cxcellente sitio em Be-
beribe, perleneento so Padre Francisco Jos
de i.na ; a fallar no mesmo sitio, ou na
ra da Aurora n, 62, segundo andar.
No aterro da Boa-fista, loja n.
18, defronle do tribunal do
tura
rias da provincia.
Prego cm brocluira 2,560
Eucadernada 3,200
Kup Paulo Cordel ro
veude-se na loja de Cunha o; Amorim, na
ra da Cldsla do llccife,n. 30, este superior
rap, om botes o meiosditos, rccentetneiite
llegado, por piuco commomdo.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vendo-so este compet lio, ipprovado pira
as aulas de pnmeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, livraria n. 6 o 8.
Agencia de hdwin Maw.
.Vi ra de Apollo n. armaicm de Me. Cal-
iniini v Companhia, acha-se constantemente
bons sorlimentoa de um de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
ciraa lodaade ferro para aninaea, agoa, ele,
ditas para armar cm madeira de todos os ta-
maitos c modetlos o mais moderno, machina
horisoulal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passaeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escoveus para navios, ferro ingles
Untoem barras como em arcos folhas, c ludo
por barato prejo.
Farinha de mandioca.
A mais nova o mais barata farinha de
mindiocaquu ha no merca lo, vende-se na
ru da Cruz do I'.ecife, armazom n.13, de
J0S0 Carlos Augusto da Silva.
fiombas de Ierro.
Vendcm-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10, a
fundicao de Ierro.
Moinhos de vento
commercio
Vendem-se ricos cortes de cassa
a a,000 rs., e chitas de padroes es-
curos e cores xa1) a taoe 160 rs.
ou com Joaquim Lopes de Almeida, caixei-
ro doSr. Jo3o Matheus.
Lenco
Longos de cambraia abertos, proprio para
senhuras e meninos a 3G0 rs ditos com bi-
co a roda e palmas as ponas a 400 e 440
rs., ditos du cambraia de linho para homem
a 400 rs. : 11,1 ra do Crespo n. 6.
Vende-sc una armago de urna (aver-
na, prc.pria para quem quizer principiar,
ou muda-la, pois est situada cm bom lo-
cal, Taz conta por nao ter nada dentro e ser
a casa muito cm conta : trata-se no pateo
do 1. .1 !i.11 n. 13.
Pechinxa.
Vende-so na ra do Crespo na loja da es-
quina quu volla para a cadea, coites de
cambraia cor de rosa e de outras cores do
ultimo gosto a 3,000, 3,500. 4,000, e 4,500 ;
ditos de ClSSl-Chita a 2,1100 ; dios da exeo-
sigoa2,2(0; corles d chita com 12 cova-
dos a 1,800 ; cortes de fustflo a 560 ; cor-
tes decaiga de brim escuro a 800,960,1,120;
dilos do brim amarello do puro linho a
1,440,1600; lengos de cambraia muilo finas
proprias para mo a 320 ; e outras muita
faxendas que se torillo recomincndaveis pe-
la boa qualidado.
-- Vendc-se um preto bastanto robusto,
sadioe sem vicios: a tratar na ra Direila
11. 32, segundo andar.
a Corles de vmitin tlauHimtmoaa. #
9 Corles de vestido do cassa seda com
4- lislras e quadros do seda,lindas cores 4
/ e modernos goslos : dilos do dilo do <
# cambraia com barra de ricos borda- #
% dos o os competentes figurinos : ditos
(f de dito de cambraia aburta com flores (
ife adamascadas e de bonitas cores : di-(9
ti tos de dito de garga.fingindo blonde,
i) derno que ha no mercado : um com- 4
9 pelo sortimento de cortes de vostidos 9
ti res, e outras muitas (azen Jas de gos- -i)
9 lo,que se vendem por pregos de agr- a
v dar ao comprador : na ra do Quci- <
'< mado. loja do sobrado amarello, nos 4
9 quatro cantos n. 29. %
+?*.****?****,**?**
fende-se no MaranhAo, a fabrica
de bugias stiarinas e sabiio.
O administradores da liquida-
cao de Theodoro Cliavanes, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
nhense, na ra do l'iopontao, des-
ta cidade ( purto dos remedios) ,
a saber : -- casa em que est mon
tada a fabrica, com 20 bracas de
frente c i5 de fundo; 1 prensas
hidrulicas, orisontaes de forca de
Goo,ooo libros, cada urna ; 1 dita
vertical de forca de 400,000 libras;
3 grandes caldeiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabiio ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo; todos os perten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e sbao ; y eseravos en-
tendedores do servico geral da fa-
brica ; 1 terreno annexo a fabrica,
com 7 bracas de frente e i5 de
fundo ; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
38 de fundo : as pessoas quepre-
tenderem comprar, pdem nesta
praca dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
Vendem-se 2 mulstinhos de 14 1 an-
uos, proprios pira pagetn, por seren muito
bonitos; e 4 moleques de 15 a 18 annos, e
urna pmta moga de linda figura, com muito
bom leitc para criar, p com urna cria de 4
niezes muito linda, e bem nutrida; e urna
preta do meia idade, que sabe bem en-
gommar c cozinhar, e fazer toda a quali-
dado do doces : na rui larga do Rosario n.
22, segundo andar.
Ricos manteletes, e capotinhosdo seda
nos armazens de Antonio Aunes e
Dias Ferreira, no coes da Alfande-
ga : a tratar nos mesmos, c-u com
Novaes& Companhia, na ruado
Trapiche n. 3.4.
I Cambraiasde seda modernas. 9
9
N loja do sobrado amsrellonosqua-
@ tro santos da ra do Queimado n. 29
ha para vender um graudesorlimonto
9 de corles do cambraias de seda pa- 9
9 droes muito modernos o pelo bara-
* tissimu prego de 7,000 cada corte. 9
Aos amantes do bom e barato.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a cadeia, vcnde-se casemira preta,
a 5,000, 5,500, 7,500 c 8,000 ris o corlo ;
ditas de cor, a 5,000 e 6,500; panno lino
preto, a 3,000, 3,500, 4,000 o 4,500; dito
verde, a 2,700, 3,000 e 5,000 ris ; dito azul,
a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 ris ; dito cor
de rap, a 2,600 o covado : o outras muitas
fazendas por prego commodo.
-- Vende-se remos de aia para
catraias, botes &.
Barricas com snperior cimento de
Hamburgo;
Metas ditas ; e tambem vendcm-
se tinas ;
Hotijas com oleo de linhaca de
(II ii.ila: alraz dotheatro Velho,
armazem de taboas de pinito.
Cartas finas pira voltarete.
Vendem-se cartas finas para voltarele :
na loja de miudezas da ra do collegio, n. 1.
~ Vcnde-se superior serveja paten'.c in-
gleza, em garrafas e meias ditas, farinha do
reino a 80 rs. a libra, vellas de esparmacele
720rs.,manteiga ingleza 720,e 400 rs.. dila
franceza, 560, sevada a 1 O00rs.,tapioca a 80
rs., toucinhu 200 rs. sebo do Porto 360 rs.
cborissas muitu novas a 400 rs queijus no-
vos a 1,440, e 100 rs. arroz demaraubSo
100 rs., sab3o branco 280 rs., call de ci-
rogo 140 rs. chocolate a 80 rs. o pu, vi-
nhu 1240 rs., e 280 rs. a garrafa, graxa cm j
lata, u.uito nova, a 100 ti, a ala, o oulius
muitos gneros quenflo se mencionar por I
falta de lempo, ludo por prego commodo,as-
si-n como cha llisson a 2,400 rs. 1 libra 2,240
rs,,vellas decarnauba,dc 6,e Sem libra 300
110 Paleo do Carmo venda por bailo do so-
brado de
. ----------, ou na praga da Boa visU 0
' na cizique o mesmo ahi est edi- O
G
do fundo com oi-
tenta bragas de comprido e duas de largura,
por prego commodo : na Iravessa das Cru-
zes, n. 2, ao p da polica.
Vende-se um sitio com 58 palmos do
frente o 956 ditos de l'un lo, com algumas
arvores novas, silo na Soledad*, junio ao
fogueleiro: a tratar na ra Velha da Boa
Vista n. 105, ou no mesmo sitio.
-- Vendcm-se 50 saceos de estopa, novos,
com 2 varis cadi um, a 320 rs.: na ra lar-
ga do Itozario n. 48, primeiro andar.
Vende-se urna parda escura, do 20 a 24
annos, pouco mais ou menos, engomma,
cose ecozinha o diario de urna cas, no
lem vicios, nem achaques : a tratar na ra
da Concordia, quem vem da ponte a esquer-
da, segunda casa terrea se dir quem vende.
~ Na ra do Apollo, venda n 9, venda-
se cera amarolla, pelo diminuto prego de
640 rs., a libra.
~ Vende-se um terreno 1 retallio, com
134 palmos, junto a casa uova, no corredor
do Bispo.
Vende-se um violSo servido, em bom
esladu, por 9,000 rs. : na ra larga do Ro-
zarlo 11. 35.
#S 5? 9 Casemiras modernas.
9 Vendem-se as mais modernas cise-
miras que ha 110 morcados 5,500 rs.
* cada corle : na loja dosobrido ama-
V relio, nos quatro. cantos da ra do
"* Queimado n. 29.f
Q (cando.
Charutos de Ilavana
e superior qualidade : vendem-se no ar-
mazom do Kalkminn Irmos, na ru da
Cruz n. 10.
PECIIINCH4.
Sapitosde inarruquim do viriis cores
para senhor, pelo diminuto prego de 6O0'
ris o pr : na rui da l'onha, toja n. 23.
Escravos fgidos.
100,000 rs. de gnlificigSo.
Itoga-seas autoridades policiaes, quecip-
turem o escrivo Manoel, pertoncente So-
baslio Marques do Nascimento, fgido des-
de o dia 8 do mez de setembro. Foi
elleoscravo do Sr. Gabriel Aflonso lliguei-
ra, quem foi comprado ltimamente. tem
Farinha.
28 annos de idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falta de dous dont-s na frente, o
de cabellos do lido osquerdo di cibega, que
se tomi bem visivel por pirecer urna co-
rda, tem olhos pequeos, bsigos grossos.
sem barba, baixo, corpo regulir, he ollloial
de funileiro. Traja va jaqueti de riscado
azul, raiga branca, camisa de madapolSo, e
levou urna troux, conlendo caigas jaque-
les : quem o apprehender e levar ra di
T Aurora o. 62, recebar a gratilicago pro-
meitida. Suspeita-sc que fosse seduxido, e
por isaodesde j protesta-so contra quemo
conservar em seu poder.
Desapareceu um escravo de nomo Jo-
quim, de idide de 35 annos, de nago, alto,
secco, com um pequea fonda em cima de
um p, traz um anelzinho em um dedo da
mSo : quem o pegar, leve-o no engcnlio Ma-
1 riuna, ao pdeGoianni, que ser generosa-
Vonde-se superior e muito nova firinlu; njente recompensado.
deS. Calharina : a bordo do patacho Va-i n, (>
lente, ou na ra do Trapiche, arnuzem nu-| ua-se 00,000.
moro :i. A quem trouxcr na prigi da Indepedeacu
T. 11. 17, a preti Maria Joaquina, de idade de
rancinna de caracoes. | 30a 40 annos, de nago congo, baixa, gor-
Veodem-se trancinbas de caracoes do da, cor rctinti, boxigosa, seio grande, tem
13a o de seda, proprias para enfeites de ves- j um signal de carne sobre o beigo superior,
tidos : na ra do Collegio n. 1, loja de miu- e he bastite ardilosi; j foi escrivi de
dezas. : engenho. e ltimamente ora quitaodeira de
Luvas de pelica para homem. miudezas, desconQa-se que ande para as
Vendem-se luvas de pelica de core*, para P,rl,e. do 5a1' for Mtr costumyd indar
homem, pelo mdico prego de 1,000 rs., E0.'.'*,vendendo, comum. crtoula de nomo
cada p.r : na ra do Collegio n. 1 loja d foltcldade, dequom foi atoran, e con ti
miudszas : ter sido vista, na povoigo de S. AmiroJi-
t*<.:>!_t.> j _s.... i bulo : esta preta fugio no di ti de abril
UMUDbi de costura. !del850.
Vendem-se caixinhis, proprias pin eos-! -. Desippareceu n tardado dia l3do cor-
tura, por prego mais commodo do que em rente um escravo por nome Joaquim tem os
outra qualquer parte: na ra do Collegio signaosseguiotes: boa estatura, represen!
n. 1, loja da miudezas. ter 35nnos de idade, falla deiembargad,
Luvas para meninas. ps grandes, tem lodosos deoles da frente,
Vendem-se luvas de pelica para meninas,; nariz chato, quando inda estilas junUs dos
por prego mais commodo do que em outra I Joelhos, levou camisa de algodosinbo brn-
qualquerpirlo : na ra do Collegio n. 1. lo-: co> Cil* do dltu zul. est8 cri, rol ,
ja de miudezas. imato: quem o pegar leve-o a typograpbn
Prezunto de Lamego. ?^Ij3or- R ^ ""
N ra da Cruz, vend n. 57 vendem-se Desppreeeu no di domingo, 12 do
prezuntos de Lamego, chegados ultlmamen-; correte, um preto que representa ter 45
um andar na quina do becco da
bomba n. 13.
Oi)0O<300OOOOOO0 te em barris, e a retalho, aliauga-se a boa 50 mnos de idide, do mgo cagange, biixo,
O Novos cortes de hita O !<" *>. de encomenda, as- Cheio do corpo, sem defeito algum no corpo,
ITE?Mc' c",BO'"ru" <1 IfiS-UW"preso : *M! z:do ^^'^
O K'a loja do sobrado amsrello, nos
O quatro cantos, da ra do Queimado 5
Q n. 29, conlinua-se a vender cortes do O
O cnita e de riscado de novos padroes C
fj com 12 covados inteiros pelo bara- O
Q lissimo prego de 2.00o rs. cada corte.
rVbraceni a moderna.
Na anliga fabrica de chapos de sol, se
encontrara um novo e moderno sortimento
de chapeos tanto para nteninos como para
homens, e juntamente adimgamos a boa
qualidade o gosto por serem os primeiros
vindo a esto mercado; emquantoo prego
he o mais commodo possivel.
Na loja de Jos Joaquim Moreira
&. Companhia na ra Nova
n. 8.
Vendem-se lindis mantinhas de nobreza
par sanhora do melhor gosto possivel tan-
to em padroes como em qualidados pelo di-
minuto prego de 4,000.
Finas estampas.
Na ra do Queimado n. 16, loja de miude-
zas, vendem-se linissimas eslampas de San-
tos, a 240 ris.
Bonitos paliteiros de porcelana.
Vendem-se bonitos paliteiros de porcela-
na, pelo baratissimo prego de 1,400 ris : na
ra do Queimado n. 16, loja de miudesas.
Ricos vazosdo porcelana.
Na ra do Queimado n. 16, loja da miu-
dezSs, tem par vender por menos prego do
que em outra qualquer parto : ricos vasos de
porcelana.
Vendcm-se [duis carrogas com dous
bois : n ru do Sebo, venda n. 39. 1
siui como, todos os mais gneros de regalo, levou vestido, calca de casemir asul ciara
para o pagamonto d festa,: tudo muito de quadros ejvelh, coleta deselim preto
bomobarto. 1 ve|n0> jaquela de brim pardo.camisa de ma-
lilla de S. Miguel. 1 dapolo, chapeo de sedi preto ; presume-se
- Ni freguezii dos Fennies de N. Senho- <|uenda pelos arrebaldes desta cidade, pois
ra da Luz, no lugar do Senhor dos Afflictos,
ns ilhi deS. Miguel; existe tres alqueires
de muito boi vinhi, ede muito rendimen-
to, livre, e desenbaragada de qualquer duvi-
da, como tudo so podo aqu provar, os quaes
tres alqueires de vinha, so vende muilo em
conta, e por baritissimo prego, smenlo it
o dia 20 do crrante, visto que 1 na o se ven-
der aqui, al este dii, se inundara ordem
para aquella ilha, pelo vapor inglez. Teviot,
que tem daqui pissas no dia 20 para ali,
para la seren vendidas : tratar na ra do
Alecrim, por detraz da ra Augusta, casi n.
8, as 6 horas da manha, e das 3, as 8 da
larde.
Cortes de vestidos de cassa a 2.000.
9 Ni loj do sobrado amarello, na ra 4
do Queimado n. 29, vendem-se cortos m
9 de vestidos de cassa de cores lisas a 4
? 2,000 rs. *
mmmm99$WdBm'9&9
Vende-se um moleque de booita figu-
ra, proario para pagem : a tratar as Cinco
Ponas n. 66.
A ticnco Srs !
Na ra do Collegio loja Nova.
Existe um sortimento completo de fason-
das pan a vunuer ,dinheiro a vista mais ba-
r lo que cm outra qualquer parle.
Tinta ein oleo
branca e verdo: vndese no armazem do
llkmaiiii Irmos, ra da Crnz n. 10
apezar de ser do serUo no so julga que le-
ona voltado : roga-se portento as autorida-
des policiaes e capules decampo, a captur
do mesmo, levando-o a roa do Vigario n. 11,
lerceiro indar, que se recompensar.
Desappareceu em fins do mez de julho,
urna ascrava de nago congo, de nomo The-
rez, de idade de 30 a 40 annos, do altura
regolnr, cor preta, de ps e mos pequeas,
olhos regular, bastante ladina, e deseaba-
rgida no filiar; levou cimisi de midapo-
Ifio,esii de chita j disboladi, levindo
mus roupi em um baliio sem timp, presu-
me-so ter Indo pira is bandas de 5into An-
illo, lugar loode ella esteva bastante tempo:
quem a pegar ou della dar noticia, e que
por elle venha 10 seu dono, receber 20,000
rs. de gritificigSo, pagindo-ae as despesas
que com ella se fizer : na ra do Trapiche da
Alfandega Velha n. 36, segundo andar.
Auzentou -se na noule de 27 do correte
o mulato Ciernen tino de idide 20 mnos pou-
co miis ou menos, magro.allora regulir, e
fall muito mans, costuoi andar calgido
e bem vestido; levou urna trox de roup, e
consll quo levara um cavillo quo logara
nessa occisio, o quil lem os signses se-
guintes : cistinbo, barrigudo, dinas pre-
til, e gordo. He provivel que qaein pis-
sir por forro : he bolieiro.e escravo de Luiz
Antonio Siquein : quem o pegar leve-o 4
ra da Cadeia-Velha n. 20 que se recompen-
sar.
7^'


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