Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04735


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Full Text
Anno XXVII
Seg-nnd fe ira i
de /V'ovembro de 1851.
N. 248.
DIARIO DE W PERMMBMQ.
mpo a obobupo/Io.
FtQUUNTO ADIlKTaDO.
Per trimestre...........
Por semsitrs............
Por snoo
PlOO DINTUO DOTdMEITII.
P' q MOTIOIAS DO IMPERIO.
Para.
7 deOutub
M.rinbao 13 d dito
,-c.ra... 17 de dito.
Parablba. S4dedlto.
Minia
S.Paulo
R. deJ.
Baha..
5 de
3 de
15 de
8 de
i DIAS DA SW1NA.
4/000 1 Seg.Gom dosdefun
8/000 toa ; 8. Malaquias.
15/000 4 Tere. S. Carloa.
, 'I ;'i Quart. S. Zacharlas.
4/500 (> Quint. S. Severo b.
I Seit. S. Florencio,
betbr. I 8 Sab. S. Sererlano e
dito. J aeui companhelros.
Outub I 9 Doin. i) Patrocinio de
dito I Noiaa Senhora.
AUDISTWCIAS.
Jmo de Orphm
e5. s 10 hora?.
I. varada eirel.
e6. ao melo-dla.
Paxenda.
e6.ii 10 horas.
2- eora do eivel.
e sbados ao niclo-d.
RelaeSo.
Tercas e isbudos.
rraianElBEi.
Crcscente i 30, a l hora e7 minutes da tarde,
Chela a 8, aa 9 horas e 2 minutos da t.
Ulngoante l6, ai 7 horas e 2 minutos da m.
Nova 22, ai II horas e 47 minutos da tarde.
taUMiB DS HOJI
Primeira lO horas e 30 minutos da tarde.
Segundis 0horas e 54 minutos da manhaa.
IIBTIBIS "O OOBBIIOS,
Goianna c Parahlba, s legundss e seitas-
felras.
RIo-Crande-do-Norte, todas aa qulotas-feirai
aomeio da.
Garanbuna e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e28.
Victoria, s qulntai-felrai.
Olinda, todos os dias.
NOTICIAS IITRANOEiriA.
Portugal.
Hrfpanba.
Franca...
Blgica...
Italia------
Alemanba.
Pruisia ...
Dinamarca
Rusta...
Turqua..
3 de Setbr
8 de dito
8 de di lo
5 de dito
2de Agosto
1 de Srbr
3 de dito,
ide dito
Sf de Agosto
30 de dito
I ll.l IL1.III.I
Austria,. 31 de Agosto
Snlua. ... 3 de Setbr.
Suecia. 28 le Agosto
Inglaterra 8 de Setbr.
K.-Unidos 25 de Agosto
Mxico... 2 de dito,
California 15 de lulho
Chlll. 26 de Abril,
dueos-A. I Montevideo 6de dito.
CAMBIOS DE 23 OS CCTTJBBO.
Sobre Londres, a 29d. p. IfOOO rs. Firme.
Paria, 331 por fr.
Lisboa, iem transaccSes.
ITitl.
Ouro.Oncas bespanholas----- a 9M600
Uoedas de 6/400 velhas. 16/000 a 16/200
de 61400 novas. 16/000 a 1820O
> de4/0CO....... 0/000 a 9/100
Prata. Patacca brasileiros.. 1/920 a 1/920
Peaos columoarios... 1/920 a l/lioo
Dejos meilcanos..... 1/750 a 1/720
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA D DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Lisboa, 16 de setembro. de 1851.
Anda reina amesma Incerteza de que eu
fallava na mlnha carta de 13, relativamente
atlltude que lomava definitivamente o duque
da Terceira emquanto colllgaco elelloral do
partido carlista. O Estndar! llmilou-ie a
desmentir a noticia dada pela /Ootminico, da
envlatura do duque Vienna d'Auslria ; e ein
quanto ao futuro procedimento deste persona-
gem no vital aiiumpto daa eleicoes, guarda
uui misterioso silencio.
A Araeneracao de hoje dii cm uin artigo es-
cripto em termos vagoa e pouco siguilicatlvos,
que corre a noticia de que o marechat Ter-
ceira escrevra, ou la eterever, uina carta d-
mittludo-se de presidente do centro cabraNsta.
Ha quem aupponha que este annunclo aera lo
veraiadelro como o da mtiso diplomtica pu-
blicado pela niesina fulha ultima hora. Al-
guem (talvez nimiamente suspicaz, e mau-
lllo) pretende fazer acreditar que o conde
de Porto-Corvo-da-llandeira, e outros cabra-
lillas pecunioso!, teein animado o duque a
perseverar na sua opposico ao ministerio Sal-
danha, com a promessa de o indeinulsarem de
quaesquer prrjuifos que d'alli Ihc provcnhain.
CTedtl Jurfan Apella...
Entretanto o marcch.it Intifcto ( quero diicr
o Regenerador ) val captando cada ve* mal o
favor do partido letembrlsta, J empregando
de novo os sequizos mals assaohados da junta
do Porto, laes como o Manlas-ctc, j,i recom-
mendando aoseu jornal, a Regeruraco, urna
lnguagein conciliadora, e qdasl amigare!.....
Nem elle tcm outro remedio seno ameigar
os progreulstas, porque sem o concurso des-
tes amillares perder, segunda todas as pro-
babilidades, a grande campanha eleiloral.
He verdade que una inaloiia aeteinbrista
na cmara derribarla o ministerioSaldanha-
Itodrigo: porcia agora o objecto de todos os
rsforcos dol chefes da lituacaoc de seus
defensores, he prolongar a existencia do ac-
tual gabinete at a prxima abertura das cor-,
tes. f Depoli o que for soar...)
Ol cheques sobre o thesouro (emillidoi na
importancia de 800 conloa de res) com quo
se paga aos empregados pblicos metade ou
urna quarta parle de leus ordenados (metade
quanto aos mezei ltimamente vencidos ; uui.i
quarla parle, emquanto aos meics atrasados )
valeram ao principio 97, depols desceran! a 90,
e hoje valem 98, cm consequencia da publica-
co de urna portarla que indica o modo por-
que lerio pagos os juros ( 5 por cento) que
se estabeleceu houvesaem de vencer.
Corno o governo contina a ler summa pre-
ciso do apoio da forfa armada, mandou pa-
gar ao niesmo lempo coma rara. J duas
quinzenas de prel a todos os corpos do exer-
cit<
Sceptro, antlgo jornal clandestino onde a abdi-
caco da ralnha foi eligida como condico io-
dispensavel para em Portugal haver tranquil-
lidadc e governo representativo etc. Sampaio
tem forcejado por cohonestar esta sua poilco,
dando rasdes um tanto especiosas para mos-
trar que uo coniradix os seus principios assig-
nando o manifest, que he a expreisio do
partido, e propagando no jornal as proprias
opinics individuara. Por isao agora assigna
os arligos de fundo da rocofucao, e Mendes
Leal que tem travado com elle uina rija e van-
tajosa polmica, assigna tambem os da Le.
Esta polmica tem fcito mal Aevoluco, por-
que este perjodo coofessa*se como um orgo
que nem sempre exprima a oplnio do parti-
do que at agora se devia representar. O ma-
nifest tambem causou dissidencia entre os
progresslslas, escrevendo o Paix alguns arli-
gos censurando-o, arligos que osjornaei do
Porto (ranicrevcram. Ate parece que algumas
candidaturas chegaram a descombiuar-sc, por
causa do theor do manifest.
Concluiram-se os recemeamentos para os
eleilore dos deputados, e tambem flndouj
o praio para as reelamaedes- Nao lia exein-
plo de apparecercm lo poucos reclamantes.
Na verdade se deve diier que as coiiimissucs
de recemeameoto da capital, apesar de serrn
todas de partido (progresslslas) poriaiii-ie
com a maior iraparoialidade. Nenhuma con-
jectura se pode aluda faier sobre qual sera o
caracterstico da nova cmara. Como o gover-
no slita naturalmente vlrao muitos deputados
jconhecidos como moderados, gente Indica-
da pelo tninislro do reino, Rodrigo da toiice-
ca, em compensaco de alguus exaltados que
o centro progressista do Porlo, dirigido pelo
Jos de Passos, ha de propor
Estas comblnacdes (que talvex nao parem
em bem) tendem toda a tirar a influencia ao
centro cabralisla, que nao obslaole a aclivi-
dade com que icus membroi irabalham. Jui-
co que pouco, mui pouco, ha de conseguir.
Ja houve um Indicio importante da verificacao
desla propbccia. A cmara municipal de Villa
Nova da Gaia, povoacao consideravel prxima
cldade do Porto, tinha sido dissolvlda por
cabralista. Mandou-se proceder a eleljao de
nova cmara. O partido da anliga fe os
maiorrs esforcos e at sacrificios para que ella
foise rceleita. Chegaram al os jornaes car-
tistaa de Lisboa a d la por ganha, e no lim
de tudo isto o governo foi quem ganliou aelei-
{So, c por uina maiuria de qualrocentos c tan-
tos votos I
Sem embargo da pouca inllucncia que a
ctual lei eleiloral delxouao governo c de majs
autoridades, vc-ie j por este facto que Ih'a
nao corlou de todo. Foi por isso que o centro
progressista se encostou de boa vonlade s
columnas ininsteriaes, apesar de que os jcteiu
brislas cstam j bem escarmentados do presi-
dente do couselho.
Comecou a publlcar-sc dcide o da ni, un:
jornal polilico, cabralista, Intitulado O Comer-
mdor. He rcdlgldo pelo conego Liccrila, an
temem, e ha fundamento para isso, que os rea-
listas deem o auxilio que poderem aos cabra-
listaa. F.stcs fueram uina grande rrunio pu-
blica no Porlo, no palacio da torre da Marca, a
que concorreram perto de 800 pessoas. No-
mcaram uina coinmisso central assim com-
posla iconde de Terena, presidente -- conde
de Ferrelra, vice conde de Samodac* vis-
conde de Alpcndurada Cons. Rernardo Jos
Vieirada Molla. Secretarlos, Cons. i. R. de
Olivelra Lopes Rrancovlce, Dr, Jos Marlios
Canelo Leilo Dr. Antonio Maria Rarbo|a
Pereira. J publicarain o seu manifest, que
he urna coisa multo llsongeira e liberal, como
todos os maoifesios eleiloraes: mas nao di-
lem se quer uina palavra a rcipcito do conde
de Tliomar ou do scu ministerio, lie real-
mente triste ter um chefe, cujo nome ou actos
se nao podem citar sem leinor de produtir
mnimo. Esta omisso tcm desagradado
andado a faierao seu pratrlarchsdo. para escapar a deinonslracdea demasiado ar- reni infelisinente tenho motivos para crer que
Vamoiater uina exposlco agrcola, promo- denles, c as inulhcres retiraram-se loucas por nada ie tcm fcito senao coin conhecimento c
vidaporAyres de S Nogucira( Irmao do vis- elle. por ordero de Lord Palmerston, que quer tai-
conde deS da Kandeira ), onde se apresentarao No entantoos nossos demagogos contlnuam vex pesar d'ease modoxpbrea qucst.ln do Pra-
as novas machinas e Instrumentos agrarios que a perturbar o paii; nao obstante as determina- la, e Torear o gabinete do Rio a aceitar sua
para esle l'un niandouvir para aqui.da Allema- efles dos chefes que queriain reservar os eifor- raediacJo, para terminar suas dissemoei com
--' f os da facciio para o auno de 1852, n'um dol Koias. Selslo he assim com efleito, parece-mc
drpanainciilos vislnhos de Lyio, no departa- \ que Lord Palinenton tanca mao do peor de to-
mento do Ardche, houvrram serios disturbios! dolos meios, pols que fas mais do que nunca
que ii 11 un podido propagar-se, se a forca pu- I detestar o nome loglez no Brasil,
hlici nao os tivesse proinptaiucule repri-l Inglaterra. A eiposico universal loca ao
mido. aeu termo: he no dia 15 do mes que vem que
O governo, alim de por termo_a esses distur-' os expositores devero retirar seus producto
ah o nosso compatriota Glraldo Jos da Cu
nha, do Rio de Janeiro. Tem agora viugado
estecosluine, que lem a vantagein de estabr-
lecer competencia, e coucorrer para o aperfe-
cuamenlo de que tanto carecemos.
N.io lendoapparecido nacidade do Porto mas
casos de febre a marella nos primeiroi dias do
correle mex, a coinmisso de saude daquclla
cidade declarou que la darcarla de saude lim-
paaos navios que dalli sahlsscinjo que. como
beinse p>dc Imagiiar, causou a mais viva sa-
tit-taco.
Occorrcu ltimamente um casode que inuito
se vuleram os inimigos da situacao para tornar
Fura dolieado
ibralstas mais pronunciados, a ponto I odioso o Marechal Halilanha
ida nao temsaido lu oulia allocuco da guarda municipal de Lisboa, por desalfcct
bi is einpregou o nico meio elficaz para esse
i lim, Isto lie, declarou o departamento do Ar-
dche em estado de sitio. O vermellios grita-
rain, porm sabemos o que valem as suas re-
ctainacocs, e lodosos homens sensatos elogia-
ran! o goveruo pela enrgica medida de que
lancou
O governador civil do Sr. conde de Sobral rcdaclr da fn.-jo,-jornal subsidiado pelo
acaba de adoptar urna importante providencia conde dc xi,oraar. jic muito moderado, e
policial, em que muito interessa a moral e a q0 lMoso auxilio poder prestar causa
decencia publica. Logo ao caliir da noute nal, propugna. Dixeiu que servir apenas
prakas, e pelas ras mais Irequcnladas, come- omovcr a e|eicao de seu redactor e de
cam a vaguear e a provocar os passe.anlei. > oulroJ ,,, pUco affeclos a Silva
incretiixei da nfima rel e al cribas de1(.b ,_ A Eiptn(a jornal polilico. de cuja
10el2 annos, com escndalo geral da popu-, dJ enc,rregra o visconde Almeida
laca-o. Esta praga, filha da devass.dao e causa ; Q \ coniequencia de esle estar doente
de' gtavlssliiios inconvenientes, cessou entre
nds em comequencia de ordena acertadas c
severas.
Temoi tldo oestes ltimos 8 dias calores io-
tensiisimos. Na noile de l3pelas Oda larde,
c hornero i 7, 8, e 10 1/2 borai tambem da
tarde, tentiram-ie aqu alguoi abaloi, que
supposto nao merecam propriamente o nome
de ir,-mores de trra nao deixam de causar
bastante iusIo.
, dem, 30 de setembro.
Lembrar-te-ha de que na minha ultima Ihe
dlsse que provavclmente serlam baldadas to-
das ai tentativa! que o governo, al suppllcan-
do o auxilio do pa(o, faxia para afastar o du
conseq
ha mais de mu mes, nao sahir eno p
anno que vem. Em lugar dellc publicar-se-ha
prximamente a Reforma, dc que sero redac-
lore os bem conhecidos ex-dcpulados da op-
posico na ulllma cmara. Carlos Bento da Sil-
va e Antonio da Cunha Soulo-Maior. Ha quem
diga que ser subsidiado pelo governo.
OconJe del.ivradio foi inulto bem recebido
por lord Palmerston, sendo convidado, logo
depols da sua chegada, a Ir paliar com elle
alguns das na sua quinta.
Ella finalmente decidido que o conselhclro
Ferro nao voiai para o ministerio.; deciso
de que elle ic queixa muito, porque o duque
deSaldanha Ihehavia prometlido que Ihe seria
que da Terceira da preiidencia do centro Isilo- entregue outra ves a' pasta da faicnda log
ral canilla, ou como vulgarmente Ihe chamam _ue c||e ,e ju,i|casse. Ferrao est cscreven-
caliralnia. Eu lempre julguei que visto Jos ,j0 umtMemoria uarraliva e apologtica,
Cabral ler conseguido apanbar o duque na qUe Ta| publicar.
tede que lem procurado laucar a quanloa Ihe | Vo-se desvauecendo os temores da febre
possam lervir para levar deputados seus i an,arella que tanto nos inquietaran!. Diiem
cmara, eicuiado era tentar o fxe-lo abjurar j a|uns facullativos que a Tentadora com efleito
a circular que lirmava, como presidente do a irouxe ao Porto, e que houve alli alguna ca-
la! cenlro, porque Joa Bernardo, e os seus f0, faue,. ma, e felinueole a doenc le
parceiroi eleitoraei teem mcioi bailimei para nao pr0pagou. Chegou a haver quarenlena
liidcnmiiirem das perdas que Ihe pocene cau- ara 0, navlo _ue ,e ,chavam em circumslan-
sar a recuas de alguma nomeaco ou commis- cla, |denica, ou aDalogai, e foram mandados
sao que o governo Ihe desie com o lim de o ,an|r do Dollro a Tentadora e o Uuarle IV.
alastar da presidencia do centro. Foi o que guando che|ara,n ao Tejo foi logo a mestrao-
acooteceu. Se a raioha Ihe fea algum pedido cado ar8Cnal para o mctier a pique. Toda-
ou admoeilatao, quando o mandou chamar a Tia a pedido dos capitaei e de ouiras pessoas
Mafr, oorao j Ihe notlciel, foi Infructfera- |n,ere,sadas Concedcu-sc-lhei que saliissem a
menie. Se o mlnisierlo Ihe Insiniiou, que Ihe fater qoarenlena DO porto de Mahon, sendo
darlaaembaixadadadeVIenna d'Auslria, leve condui,ldos por dous vlpores"de guerra,
igual reiuludo, 0 duque continua na pre.l- Con.ioa a monilruosa promofo militar,
dencla, e nos Irabalhol do centro carlista. qu ,e nao passa um da em que ic nao inc-
Apenas houve urna mudauca depol! de.lai lrior( reloruia de guin gCneral no poslo Im-
malograda dellgenclaa. Ai reumdei delxa- roed|at0. em que nao appareca na-ordem do
rain de faier-ie em caa deile. Agora fem-ie exerciumaii meia duila de novos leneolea-
cm um palacete velho que o visconde de Algs coronf )s e coroncs, c algumai duxiai de ca-
Souia Axevedo ) empreslou na calcada de S. UJc| c luba|,erno, 0 pelor he que a offl-
Joio Ncponuceno. O standorU, orgao do cen- claalldade anda se nao acha cootenle Fervem
tro, desmeniiu formal e_pollinamente a noli- |au<1, e reclamaC0es de toda ai parles. Sem
cla dada pela jenerofao, jornal do governo, J,a(tcr,c5o 5e pde allirinarque houve em Por
de que o duque se dcspedi.se da presidencia, (u majj p,'^,, condecoraces c oulrai
ou tranzlgisse aobre a acc.tacao da cmbalxada. | m|rcr, em coo,equencia da incruenta cam-
A eie desmlntido uao houve replica I na da rcgenerat.io, (campanha que du-
A lembranja de enviar o duque da Terceira rou de 10 a 25 de abril) do que as houve na
para Vienna foi do minutro do reIno, Rodrigo A emcoo.equencia da sauguioolenta luc
da Fonceca Magalhaei ; a de fallar a ralnha iubmli,ao da Hungra!! !
para que o acou.elhasse a delxar a presidencia i do lnarqu deB Vallada prestados
eleiloral foi do duque de Saldanha. Ambos < dc rUco e"* nfio pouca dpea, ao
ellei se eiqueceram cerlamente de que nao R*aior e n^encraeio, sao talvez os uni-
tr.tavam con. eduque da rerce.ra, mal slm a ae aoda uio?,, o mnimogalardo I
com o comelbeiro Joic Bernards da Silva La- Wei J ,e qutr a gran-cruz que ie Ihe havU fello
i enterar I Apelar deale desamor com que he
O governo, avista da ineflcacia dcstas ten- i ^^ n0'brc lnagnalc, coin 0 desinieresse
lativas, traiou de fazer o que eu jusUmenle r ,, da ,ua |e?ada jrrarchia c dc seus
Ihe llnha augurado- ranslgir com a com,,,,, ^ i senUienl05, conilua as suas ami-
sao eleiloral progreisl.ta, e com o auxilio del- I rc,atac com 0 marechal c na sua dedl-
la, ou antes a sombra della, guerrear as elel- .* <.au8a_,no,iarcbico-reformlsta I
coei promovidas pe cenlro cansa. Joaqum i ... -...
Antonio de Aeular foi o arente de..a transar- /d" 13o'oulro de 1851.
5S0, que todava desagradou a Saldanha; po- I A ralnha, que se achougrvida de liezmezei
rm a displicencia do marechal nao estorvou leve no dia 4, pelas trez horai da madrugada,
a concluso do negocio, que fdra habiluieu- um uiovito mas sem o menor perigo, e tanto
te tratado, e cuja Importancia a bem da ailua-! que est reitabelecida c j sae.
Vjo era reconhecida por lodos os defensores N'esic mesmodia, a que alguns graciosos,
da actual ordem de cousas, {pela coincidencia, altribuiram o mau auccesao
Ero resultado o centro eleiloral carlista pu- chegou aqui a noticia de se baver casado o
blicou a 16 do crreme um manifest aoi elel- Sr. D. llguet de Rragaoca, emFrancfort.com
torea, aasignado pelos Srs. marquez de Loul, a princesa Adelaide aophla Amelia de Rosen-
conde das Antas, conde de Villa-Real, Joaquim berg, filha do principe hereditario Constantino
Antonio de Aguiat, Julio Gomes da Silva San- Jos de Loewenslelne Werlheiin. Assistiram
ohei, JooGualberto dePiuaCabral, Anloniodc aeite acto alm de mullos prlnclpe e perso-
JjlWelra Marren, Antonio Vaz da Fonceca e nageni alleiniiai, oneguinteiporluguezes, que
Mello, Manoel Jos Julio Guerra, Antonio Ro- linhao sido de Londres com I). Miguel; 1).
dtigues Sampaio, Jos Julio Rodrigues. Joi dc Lencastre (representante doi mar-
Este manifest foi deplano concertado quezes de branles) Jos Correa de S (da
cito com mulla nioderaco a respeito de Ideiaa casa dos viscondes daAsseca) e sua esposa-
democrticas, e ate no lim dellc ba uina quasi Antonio d'Albuquerquc de Amaral Cardlo
abjura(io desses principios, quando depols de Luiz Candido Tavare Osorio Joo Pacheco
c referir a reforma da carta conililucooal, Pereira-viicunde de Quelai.
accrcsccnta : Assim ic firmar a ordem em A princesa lem 20 anuos, nao he rica, mas
".ics 111.balaveis, e seconsolidar a carta e tem um bom protector, que diiem ser o lio
o inronoconstitucional da rainha. > Ora isto principe de Schtvariiemberglininistro do Impe-
J.J"0 e ,s*'80"10 Por quem tinha pedido rador d'Auslria.
aabdicaco, deu cauaa a que a imprensa cir- Goolinuam as reunioel allocucn elcito-
ia, sob a eplgrapbe de-republicanos -10- raes. As mais multiplicadas nal provincias,
narcblcoi e republicanos cartistaacsrrev Ssc lem sido dos realistas, as quaea lodas le hao
vioientai dlalribea contra o parlldo que llnha conformado com a resolueao da de Lisboa,-
es represntame!, e nomeadainente contra Isto he, que nao devem votar, nem sccellar nc-
signatarlo Antonio Rodrigues Sampaio, re- nbuma elelcao de depuUdo
que ai___
do cenlro carlista de Lisboa, porque ha div
gcncla entre o marques de Fronielra e Sllvi
Cabral. a rcipeito de le fazer mencao da ad<
iiiinilraco do conde de Thomar, como quer
o marques e a que se oppe Jos Bernardo
O partido aetembrisla ou progresiisla, anda
nao feznenhum alardo da sua gente, nenhuma
reunlo publica como tem feilo das mais ve-
zei. Parece que quer n'isto acceder aos dcsc-
jos do governo, que nao leudo partido pro-
Framente seu, nao gostaria que os funeciona
ros pblicos, milatarrs e lodos quantos estik
sua inerc fossein a tal rrunio. iem havi-
do porem suas conTerencias pailiculres, para
conbinaiem sobre os eleilores, no que ha um
desaccordo guaodissimo entre os moderados
c exaltados j iinpossivcl de conciliar. Esta
discordancia, a superabundancia dc candida*
tos, tanto aqui ein Lisboa como no Porto, e
principalmente em Coimbra e Praga, devem
favorecer muito as coodidaturas cabralistas,
que sao mais assentadas e bem combinadas,
como succede sempre aos partidos vencidos,
que tem por ganho tudo quanto Ihes advler.
A provide que eslis traiisaccdes eslo desla
vez complicadas como nunca, beque estamos
em meiado de oulubro, as eleicoes sao na dia
2 de novembro,e anda se uo aabe quaes ho
dc ser os cleitores propostos.'
O marechal passuu uina revista aos balalhcs
nacionars, fazeudo-lhes um grande elogio na
ordem do da seguinte. Estes batalhrjes csto
cada vez mals pequeos, e sao de espirito ad-
verso ao governo. Houve i o temo de os dissol-
ver, mals o duque quer deixar essa taris s
cortes.
O ex-minlslro da faicnda Ferrao, esl dam-
nado contra o marechal por nao Ihe ler cum-
prido a promessa dc o restituir pasta que lar-
gura para se justificar. Em revindicta est
escrevendo uina memoria cm que o ministerio
ser severamente hostilisado, uo s pelo nao
ler reerbido de'novo, mas por baver declarado
no jornal ministerial, que discordavado piano
linancelro, sob cuja promessa dc acccllaco elle
entrara para ministerio, Como panno d'a-
moslra.'j sahio luz urna apologa do mesino
Ferro, escripia e ininiu bem, pelo seu advo-
gado, o Dr. Barata Salgueiro, cm quasi tevu o
governo bem bom qmuho dc censuras e rc-
preheuses.
Entretanto contiua na pasla da fazenda o
da ni irinlia, F-intcs de Mello, que ao menos
lem pagado compontualidade os mezes corren
les, aos empregados pblicos, coisa que^ha
muitos annos lhes nao succedia. O meses
atrasados he que uo tem tiJo segu nento, o
que tem provocado as interrogares da impren-
sa adversa, masa que o ministro pelo seu jor-
nal, nao tcm por ora dado resposta
Foi reconsiderado o decreto que mandava
vender em leilo, os vasos de guerra que se
julgaiam inuteis ou dc muilo dispendioso con-
erto. Ha din saiu do dique a au Vasco da
Gama, que nao obstante os grandes concertos
que se Ihe Jiierara no Rio dc Janeiro, loi nc-
ccssaiio-iiicxer-lhe na qullha, e logo entrn a
au D Jo<>|Scxto, urna ds a,pontadas para|ven-
der ou desmanchar, mas que vai ser arrasada
para ficar cm fragata
actual ordem de cousas, um lenle por nome
Bandeira. (yomoeste cunlinuissc a hostilizar
o governo, oceunando-se activamente em tra-
balhoi cleitorac, no sentido Gibrallsta, loi
intimado para ir immedialiiueute para a Fl-
gueira. Antes dc partir procurou, accouipa-
nhado de sua mullier, e de leus tres lilhos dc
menor Idadc, o conimandanle cm chele do
exercito. Kncontrou-o defronlc da por ta do
seu palacio, J montado a cavallo para sabir.
Approximou-se-llic, e (cm loiu pouco rcipcl-
t>so, dizem os jornaes da situaco) dissc-lhc:
marecnal, jaque V. Ex. me manda degradado,
aqui Ihc entrego a a minha familia, pira qttf
se cncarregue dc a suslenlar. O marechal,
vivamente luiliguado o mandou inmediatamen-
te prezo para o Casiello. Ora.dizcm os peri-
dicos adversos ao duque, que este csqucccndo
ncsla occasio os deveres da cortezla, propria
doqualquer cavalheiro, e os aenllineiitos de
liuinauidadc, nao fizera o menor caso da espo-
sa daquelle olficial, nem das innocentes crian-
clnhas, c que esiivcra a pique dc esmagar uina
dellas debaixo do cavallo, que esporaya desa-
cordadffinentc. Apparcccu logo 110 Eitm'tartc
a este respeilo um artigo, ( aliribuido ao Re-
bello, ex-depulado) obra prima dc cloqucucia
pathelica. Na L veio tambem nutro, menos
caloroso, mas uo menos bem excripto. Em
ambos ellcs se conten as mais fortes euvectivas
contra o uiarccbal Regenerador, cas mais pun-
gentes exprobraces que se possam fazer ao
militar, ao ministro e so hornera dc bem c de
boa educaco. No segundo dos arligos men-
cionados, referia-se, cm contra posicao a secna
que se pintava com to negras cores, um laclo
acontecido com o Sr. D. liguel de llraganca,
cuja recordacio a vivara mais o odio ao pro-
cedimento de Saldanha. principe, quauda
rci.em 1830, acolhera do modo mais delicado
e cav lleiroso, a mi do mcsiiio lenle Ban-
deira, que culo se aciiava preso, por liberal,
na Torre dc S. Jullo, altendera a representa-
o da afilela Srs., c ihe delerira fivoravel-
iienic, sema mais pequea hcsitaco. Asfollias
do governo, e is dc seus altiados ( Scicnibris-
tasjaquein os dois arligos fixersm viva lin-
presso, procuraram aticnuar a clTcito delles,
aecusaudude inexacta a rclaco do laclo assim
denunciado puDlica osortgo, c pondo va-
gamente em lluvia 1, o acoiilecimento narrado
pela Lei, to honroso para o carcter do prin-
cipe exilado.
F. S. 14 de oulubro. Publicou-se hoc a to es
perada allocuco do centro eleiloral curtirla aos
eleilores. Reparamos que nao traza assigna
lura do duque da Terceira, posto que nclla se
declare que foi approvada por toda a commis-
so central. Parece que lizeratn a vonCadc ao
duque daTciceira, porque ein todo o corpo
da Allocuco nao ha uuulinhade referencia ao
conde dc Thomar; entretanto tomase noiave|
o duque nao ler assiguado. Este documenta
he, como todos os outros dc scuiclhautc nalu-
banalissimo, c uo coulem cousa que me-
nee aqui meuciouar-sc.
e desde o da 11, llcara fechada para o publico.
N'este momento, o jury oceupa se-ein distri-
buir as recompemas e ai medalhas que deve-
ro ser dadas a esda industria. Parace que os
debates sao mui vivos no leio das commissdes,
onde cada palz tem representantes que esfor-
cam-se, cada um por scu lado, a fascr quanto
Acaba dc jtilgar-sc ainda mu rrcenlementef maior possivel a parte que cabe a seus conci-
lla nova tiainiiquc tlnhs relacOes coma com- didos.
Pars. 20 de nombro di 1851.
J Uve occasio dc fallar a Vine, sobre os
Tambem he uina novidade esta dc j servir'votos exprimidos por nossos cousellios geracs,
o dique. Desde 1821 que eslava intil. Tinham- cm livor da reviso da constituivo ; mas hoje
se gasto muitos cornos para o descntulhar, c vnu dar-lhc uina coma exacta do resultado
pr-lhe as portas, que ornar havia por vezes das dclibcracSes destas corporacoes. Dewque
mellido dentro ; mandou-se buscar um enge- sao, 80 pronunciaram-sc pela reviso, duas
nheiro hydraniicoa Holianda, que est aqui ha abstiveram-se de dar votos polillcos, tres s-
tret annos, mas fe obra cxcellentc. Tem en- mculc repelliram, por um ou dous votos dc
Irado j quatro navios, lodos sem o mnimo es- maiuria, a proposta de reviso que lhes lora
toivo. O tal engenheiro chaut-sc Guilherine apprcscntada. Os inembros dcstes cousclhoi
Carnelllo Varder Pieterrzen, filho de outro en- sao cleltos pelo povo, o queda grande autori-
genheiro bem conhecido uo B raiil. dade a seus volos, e allirmo-lbc que foram nes-
Publicaram-se nesta capital dols nmeros dc la occasio, os orgaos mui liis dos senlimeu-
11111 jornal clandestino, denominado Crrelo da los populares, porque a imii-uuu, .m, aos olbos
Tarde, ein que principalmente se ataca o duque das uissas, te::i pelo menos um Oestes dous de-
da Teicelra, com virulencia propria dcstis pu- feilos, obrigar a Franca a conservar-se republi-
bllcacdci lublerraneas. O governo mandou cana contra sua voutade, ou empedi-la de ree-
'proceder contra este abuso da iiberdade de leger Luiz Honaparte que tcm a sua cooltauca
imprensa, mas na portarla trocou o nome do e que a merece; todava nao obstante cala
jornal, o que deu s a dixercmaso jornaes ad- grande inauifestaco do voto nacional, duvido
versos que o ministro do reino nao desconhe-
cia o auctor de simlihante escriplo. E com ef-
feito, cite papel atlrbue-se a Joo Candido
l'aptisla, amigo chefe da polica, a quem o mar-
quez de Fronteira desconteotou, e por isso se
rebeln contra os Gabraes, publicando alguus
lollietos de pouco merecimento. Ora este ho
me ni est oulra vez restituido capaiazia da
polica, e he amigo c anligo confidente de Ro-
drigo da I- mueca ; por Isso se conjectura com
fundamento iiuc o ministro nao loi alheio
esta publlcacao, contra aqual ostemivainentc
nandou proceder.'
fiscamiaro laiu-se em drfesa do duque da
Terceira, coin urna brilhantc apologia escripia
peloRebello da Silva, que foi transcripta na
l,ti, que aluda ha pouco cobria o ineimo Et
andarte de ridiculo! Que milagres que Taz a
poltica ..
O governo lemagoraoutro jornal; saiu ante
hontem o primeiro numero. He intitulado 1
Refirma; sao redactores, os ex-deputados Gar-
las Rento da Silva e Antonio da Cunha Soulto-
naior, c Jos Carlos de Freilas Jacome, antlgo
redactor do Popular, jorual subsidiado do con
de Thomar, e conhecido pelo alcuuba dc Pan
dora. Carlos Reato tambem j esleve a loldo
do conde. Esle primeiro numero he insigui
ficante, e de pouca llgnlncsco laubcia pet
lado Iliterario.
0 duque de Saldanha est com desejo de
chamar o Fitandarte ao jury pelai aecusacoes
que Ihe tem feilo; at j o Insinuou no scu jor
nal a llegentracao'. Parcce-ine porm que ni
he resolueao tomada. O-Eelandarte poim ni
cessa de o provocar positivamente para os tri
buaaes. Tem sua gracas estas vallantes. Aiuda
o outro da a redaco daquelle jornal se colisa
va para deilar foguetes ao marechal, hoje im
faroa-o a ponto de se dcsafiarcm para os tribu
Mes!
01 operarios de Lisbos tambem institulram
o seu cenlro eleiloral. Quem os infl ue para is-
to, he Lopes de Mondones, folheliuisla da Re-
volucao de Setembro, e que lhes eicreveu mu
pomposo manifeilo, coin o qual tornaram a
iuaugurar o seu amigo jornal socialista o Uceo
dot Optrarim. He eicusado dizer .que Isto nao
passa de um Innocente entreteniraeuio poltico,
porque a elasse opararia, a uuineroas, nao
toma parte, nem nleresse ncnbuin nos nego-
cios pblicos.
O Sr. Patriarcha, leve nm accidente que po-
da ser funesto. Vindo de alontelavak para Ma-
fra,ao iancarcm-liie por festejo, na estrada,
uina graudol 1 de logeles, as muars do coche
tornaram o freio nos denles, c levaram a car-
ruagem iem governo at a despedacarcm, mas
sem felizmente causar daino sua eminencia
j r n----, P i ---- .--- ....,- k.w.yau Uc uci#u,uo. snii i e 11 i.uicii ic oa Uiir aaiii 1111 a sua eminencia,
u"cior principal da Rmolapae de Selembro e do N5o obstante csu deiisao, os progreisiiUi | que Js regressou ds visita pastoral, que tcm
multo qnc a reviso rena cssa exorbitante
maioria das tres quarlas partes, a nica que
pode fascr que lenha efleito. Os montanhezes
que formaiu por si sos peno da terca pane da
assembla esto definitivamente rcsolvidos a
repelli-la, porque qucreuia desordeme a guer-
ra civil, e eslo certas de ler i ltuico, tal qual hoje he. Se Dos nao vier cm
nosso soccorro, o aono dc 1852 ser para nos
fecundo cm desastres. O presidente Luis Bona-
parte torna-se cada vc mais popular, gracas
ao seu hbil proceder e ao inlelligrnlc disvelio
que mostraemsatisfazer asprecises das uias-
ai. Nenes ltimos das, ollereceu-ic-lhc um.i
occasio de reconhecer quaei eram a leu res-
peito as disposices do verdadeiro povo de Pa-
rs. Tralava-ic dc lanfar a primeira pedra de
mu nuil, iis 1 monumento consagrado ao ilepo-
litoe venda dos gneros que consom a ca-
pital diariamente, Luiz Bouaparte presidio em
pessoa a esta ceritnonia, elle eslava alli cm pre-
senta de lodos essc pcquenoi negociantes, dc
lodos esses obreros que se necupam na venda
c transporte dos objectos de consumo alimeu-
tar ;cstavam ali tambem as mulhcrcs do mer-
cado, os horlelos, populaco laboriosa c hon-
rada, porm que nao sabia liugir leutiineulos
que nao experinieniassc.
0 principe foi acolhnlo ni mn vivo enihu-
sissmo por toda essa boageme. Elle dirigiu-
llies um pequeo discurso que pareceu dar-
Ihes grande prazer c doqual citar-lhe-he -
inenle um trecho ; eis ahi o que Ibes disse no
acto de terininar : a Collocando a primeira pe-
dra de um edificio, cujo lim he lo cmincnic-
uieule popular, cnlrcgo-me, ciieio dc coulian-
ca, esperauca dc que com o apuio dos bous
cnlados e com a proteceo do eco, ser-nos-ha
pcruilltido laucar sobre o solo da Franja al-
guus fundamentos sobre os quaes se elevara
um edificio social bailante solido para oll'erc-
ccr um abrigo coaira a violencia e a mobilida-
de das palxdes humanas. >
O auditorio applaudiu vivamente estas pala-
vras, e logo que lenniuou a ccrun uiia oflicial,
as mulhere do mercado, coin leui vestidos de
gala, cercaraiu o presideule e Ihe uUereccram
rainlllielei. O prlueipe obracou-asc ao niesmo
lempo convldou-as para ircm no dia seguime
fazerem-lhe uina visita ao palacio do Ely,cu.
Ellas deram-ie pressa ein samfaicr os desejoi
do piioclpc, I iran no dia seguinte cm grande
numero ao Eiyieu onde se Ibes servio uina
suinptuoia inerenda, naqual reinou muita ale-
gra ; ovinbode cliampaguc exaltou o eulhu-
mo dai convivas e quando o preside,ue ap-
pareceu no meio dellas, nao se contentaran!
com beber sua laude, precipiamn-sc ao re-
dor delle querendo lodas abraca-Io ao mcsiuo
lempo. Luiz Bouapsnc riu-se obrigado a fugir
piraco dc Lyo, cuj-i desfecho j Ihe contei A
questo loi aprrscntada peranle o tribunal de
Anini d'Agco. Osaccusados Irazidos presen
ca desse tnbuual, nao eraui menos culjiadoi
que os de l.y;io. Ellcs liuliam querido orgaui-
sar aosudoesle da Franca, uina insiirrcico se-
iiirlhautc a essa que Gcut c seus cmplices
preparavam no sulc sudoeste. Hiviiiu provas
evidentes de suas criminosas intences ; porm
infelizmente, em lugar d'um conselho dc guer-
ra, foi um jury que prouuucioii a sculcnca. Es-
se jury cotuposio de simples cdados he infe-
lizmente muito susceptivel de lemor, c todos os
aecusados desta calhegoria foram absolvidos,
excepeo d'uin s, que foi condeuinado
pena irrisoria de um anuo dc priso. Nao ces-
smiii de haver couspiraces, c tal lie com efleito
a triste coudico dos paizes cm estado revolu-
cionario.
J lalle a Vine, da conspiraco franco-alle-
ma que foi descoberta ha pouco lempo pela
nossa polica : labe-sc agora perfritamenle
qual era o carcter dessa coujuraco e quaes os
plauos dos conspiradores, (ucriam smples-
incnle por a sociedadcdc pernal pira o ar, e
fazer pasear o governo para s mus das classes
queem raso dc sua absoluta iguorancia, sao
destinadas a ser eternamente govemadas. He
absolutamente como se ah entregassem o go-
veruo do Brasil na mo dos cscravos.
A coiispiraco era sinceramente conimuuisla,
c a iulerveiico dos emigrados allciucs que
lo lodos coiuiimnislas, rcvcla-ie a cada liulia
nos docuiuciitoi qnc se apaiiliaram.
Eis ah alguns trechos dc scu abominavcl
programuia :
" O limda liga he preparar a revoluco e en-
tregar o poder as oaos do quarto estado (os
cainime/es c obreiros.)
" A uiisso especial da polica da liga he :
" Vigilancia sobre os traidores, e su i pu-
nicao.
" Vigilancia sobre os inembros expulsos da
liga.
" Fonnacao dc urna lista dos inimigos do
povo que de vem ser entregues sua Juslifa.
" Vigilancia sobre os inimigos do povo alim
dc empedlr sua fuga, quando rcbenlar a re-
voluco>
" liidagaco dos depsitos dc armas c male-
riaes pcrtcuccutes ao estado e aos particulares,
aus bneos e ca:xas publicas c das proviscs de
diuliciro que csto as unios dos particulares
Emnedr o transporte desses depsitos uo 1110-
iiiculo cm que rebenlara revoluco. "
Agora eis aqui como esses velbacos coutaui
proceder durante a revoluco :
" A forca ha dc ficar uas mos do quarto es-
tado ; a elasse media ser deaaimada.-Formar-
sc-liauuia comuiissj central de todas as coin-
nnsscs insurreccin es da revoluco que sero
eleitis pelo quarto estado armado. Todos os
fuicciouarios sero substituidos pelas couimis-
ses dos municipios ; lSia de cada coiumis-
so se collocar um coiumissario do goveruo
que dispor d'um destacamento do exeicito re-
volucionario Os cumiuissarios cuidarn pri-
meiro que ludo em orgauisar tribunacs revolu-
Houve no dia 2 do crreme em Oublin, um
eraudc meeling protestante, cora o lim de con-
trabalanear o elfeito do ultimo mceting catho-
lico. I 1 ,,.,/eiain-se e i iiaui adoptadas nesta
reunido as rrsotuedes mais violentas. Ol pro-
testantes csaltados qurriam provocar a lodo o
euslo, perseguices contra os prelados da igre-
ja romana; porm parree que lord John Rus-
sel nao est dc Modo alguin decidido a dar-lhcs
esta satlsfacco c que applicar o novo bil u
menos que for possivel. Os jornaes inglezcs
comcyaiii a ocupar-se da queito dc urna
nova reforma eleiloral, que deve 1er lubmatll-
la, para o anno prximo aegufnte. cmara
Jos communs, segundo s promessa lormal dc
lord John Russel. Os radicaos que forcaraiu
a mo do ministro para arrancar-lhe essa pro-
messa, vo leuiar agitar o paiz em favor da re-
forma, c j se annuiiciam inecllngs que devem
ter lugar as cidades mais populosas. Dii-sc
lamben! que o primeiro ministra aprovelta o
lempo que Ihe dcixa vago a sua estada no cam-
po, preparando as bases do bil que deve aprc-
eniar ao parlamento.
kllemanha. Os grandes monarchas da con-
federscab germnica passam o lempo fasendo
viagenij eseus primeiros ministros aegucm o
rxcmplo. O rri da Prussia nao foi (como se ti-
nha pensado) visitar o imperador d'Auslria du-
raolc a citada d'csle ultimo cm Ischl. Dcpois
dc haver deixado o grau duque de Badn, trsns-
portuit-se a Pilnitz para junto do rei de Bavlc-
ra, c so recolheu-se a sua capital no da 9 do
correte. Foi Mr. de ManteulTel primeiro mi-
nistro deS. M. prussiana que asslstlo s con-
ferencias dc Ischl, onde se cncontrou com o
principe de Schwartzcinberg. Parece'que os
dous ministros, entendcrain se perleilamentc
e que principalmente a questo da entrada da
Austria na coufederaco com todos os stus es-
tado, foi decidida em conformidade com os
votos da diplomacia austriaca.
O imperador da Russia tinge preocupar-sc
exclusivamente dos mellioramentos malcraos
que quer lutroduzlr em seus estados. Acaba
de inaugurar em pessoa o caminho de ferro
que deve ligar San Pclrrsburgo a Moscou: a
distancia que he de mais dc 200 legoas foi per-
corrida em 18 horas.
Ilcspanha. Os accontecimentoique llvcram
lugar cm Cuba, de que nao faco mcuco, pois
que le passam ahi na America, causaran! viva
sen sacan em Madrid. Suppe-se que os peri-
gos a que est eiposta a mais rica colonia hes-
panhola devero cedo ou larde faier que soja
outra vez chamado ao poder o general Narvaei,
o qual he esperado cm Madrid a cada ilutante.
Vortugat. lem oceupado multo 01 espirito!
cm Lisboa uina aecusaco feita n'um jornal
coutra o ministro da fazenda Ferro. Um tal
Pimenta publicamente asseverou que esse mi-
nistro se havia deixado corromper ha alguns
anuos, quando j oceupava urna altaposicn
administrativa, t) Sr. Ferro deu immcdiata-
meute a sua demisso para lavar-sc perantc o
triiiuuaei d'uma aecusaco lo iufauaute : cssa
deierminaco foi inulto bem aceita, pois que a
justlcaoabsolveuecondeinnou o calumniador
clouarios as cidades principacs, em empedir Pcnsa-sc que depois desla seuleoca o Sr. Fer-
a emigracn c a exporiaco do ouro e da pra- rao sera cliamado dc novo ao ministerio,
la ; cm prender lodos os inimigos do povo, em Blgica. O gabinete de Bruxollas nao tendo
punir lodosos traidores ( no niesmo lugar em podido conseguir que o senado aceltassc um
que comuicltercm o crime) pela juslifa do po- projecto de lei que tem por fin luipor uina u-
vo. etc. xa sobre as luccessocs, acaba dc obter do rei
Quanto ao systema econmico e linaucciro Leopoldo um decreto que pronuncia a dissolu-
dos cuuiuiuuisias, eis ahi o resumo do niesmo fao desta assembla. Anda que uo se trate,
documento-. no ruudo, senao d'uma le fiscal, esle succciso
Conliscaco dc todos os bens dos inimigos da causa mulla agitsco ua Uelafca, que, gracas .1
revoluco.Emprcslimos forcados lobre os ri- sabcdoiia do povo e do rei, nao tem a preocu-
eos de modo a arruma-Ios completamente-- par-ic, como uos, de grandes questdcs politi:
crcaeo d'um novo papel inoda, c auprcsso cas. As eleicoes para senadores teroo lugar no
detidasas dividas do estado-conliscaco, a da 28 do correle mez.
bem do estado, dc ludas as hypolhecas c indos Idem,7 deoutuliro de 18AI.
dc coinmunicaeoeinliui para coroar a obra, Uina grande obra acaba de ler execulada.
o estado arvora'r-ie-ha em commcreianle ; elle Londres acaba dc ser unida Pars por meio
administrar ocommercio cslrangeiro. Eipo- de um lelegrapho elctrico sub marinho, que
liaco e malan9a, < ahi em duas palavras, lo- atravessa o mar da Mancha. Em um segundo
do o programla communisla. ai duas capitaes podero 1er posta! em com-
Ha um grande numero de Fraocczci ncita munlcaco, bem que baja entre ella! uina dli-
conjuraco, mas tambem ha mullo! estrangei- lancia de duzentas legoas Faltam ainda algu-
ros, lobre ludo allemes, dc modo que a poli
la que nao pJe agarrar todos os commu
islas d'alein do Rheno, acaba de lancar mo
d'uma medida que Ihe permitlir livrar a Fran-
ca desses hospedes malfa^.ejos.
mas minuciosidades deexecuco para s reali
saco desta maravilhosa empieza, porm o
mais dilcil est fcito : o lelegrapho sub mari-
nho csicollocado e funeciona cutre Dourres o
Calais : Eis-aqui o modo pelo qual foi cxecula-
Ella ordenou a todos os estrangeiros que da eslaobra.
residem no nosso palz que ic apreseulassein em Um inglez Mr. Brelt sollicitara cobtlvera dos
suas secretarias para justificaren! ahi seus dous governos o previlrgio deslc lelegrapho ;
lucios dc vida e obter, se houvcr lugar con- o anuo pasiado elle teulou um primeiro eu -
cesso de residirem no paiz. Esta simples me- saiodoqualj fallei a Vine.; mas sua expen-
dida ter de certo o seguro efleito dc livra-nos encia nao leve bom reiullado : o cabo conduc-
dos conspiradores cosmopolitas que servem de tor uo era bastante forte ; a direceo tomada
vanguarda a todas as insurreices, Quanto
perturbadores da ordem publica, basta-nos
os que fornece a nossa triste Franca. O pa-
quete do Braiil chegado uo dia 11 a Southamp-
loui trouxe-nos ao inesmo lempo a noticia do
para a collocaco do cabo tinha sido'mal csco-
Ihida, cncunlrarara-se rochcdoi 01 quaei que-
brarain os lios conductores, e a operajio ficoii
por comecar de novo.
Ocinprehcndedor nao te deanfmoue achou
bom xito da poltica do governo desse paii] novos capitirs para tornar a principiar suas
Prala, e a nova abominavel vlolaco do di
relio das gentes que aeibain de coiurtler os
crusadores Inglezcs aprisionando e laucando fu-
go ein ni ii alto ao navio brasilciro Amalia,
empregado no commercio de cobotageiu. Es-
peravamos aqui os bous resultados ja obtidos
ua Bauda orieutal, e que sao a n ssos nlhos,
os slgnaes certos da prxima queda de Rosas
c Oribe, e ainda que Rosas tenha na impren-
sa de Paiiz e de Londres defensores aos quaes
paga generosamente;sua causa he to in e es-
t cm lo ni iis lences, que apena! seus jor-
naes tcm tentado protestar em seu favor. Quan-
to aos tratados Lo Prcdour, considern-os du-
ra em dame como nao exislindo ; o governo
nao Insistir em obter a ratifica-,.11 d'ellcs, e
dc certo a assembla nao os saneelonaria ; Im va levar ao sen dritino, e de o collocsr em seu
porein principalmente a queito da Amalia
que tem oceupado a atteneo da imprenta e di
publico de Pariz c de Londrei. Esta periiiten
cla de Lord Palmerilon em fazer representar
aos cruiadore de S. M. BriWnuica u papel d
corlarlo!, lie Inexplicavei, c anda que o mi
iairo loglez tenha dado numerosas Provas de
aeu deiprezo au du cito das gentes, nao se po
dc coinprclicnder sua obstinaco cm lo abo-
minavel procedimento a respeito do Urazil.
Nao sallemos como por dc accordo esses actos
de violencia c brutalidadc gratuita!, com os
elogios que Lord Palmerston e a ralnha em
pessoa dirigiram ao gabinete do Rio, no dis-
curso do cncerramento do Parlamento. Nao
he intcirainente impossivel que os cursadore
lnglczei lenho obrado dc conformidade com
anliga! instruccei que por deicuido nao lem
ido retirada!, c que Mr. Iludmn lenha que-
rido acabar no Rio como comecou. Aquellei
que procuraiA livrar Lord Palmerston da re.
poniabilidadc n'esse acto de pirat 11 la, fizcni
observar coin efleito que o ministro acaba de
substituir Ur. Iludson por Hr. Southern ; pu -
tentativas. Fez construir nai olficiuas de Mrs.
Hlykc e Comp. em Wapplng um novo cabo
inonslro com o peso dc 200 tonelladas e de 24
inilhai de coinpriuiento. O envoltorio exte-
rior deste cabo he feito de um fio de ferro gal-
vanisado dc 3|l6 de pollegada iugleza de di-
metro c dnbrado duas vezes sobre si inesmo ; o
interior do cabo contrato apparelho elctrico
c imposto de un molho de quatro los de cobre
enhenas de jHa-pre/. < prfel!inente (sola-
dos, alravez dosquaei deve panar a correte
de olectiicnl.de. o cabo todo Inleiro tem um
dimetro dc tres e meia pollegadas Inglezas.
A 24 de setembro ludo eslava promplo as
uflicnas de Mr. Iilyke c nao se tratara mais
senao dc carregar o cabo para o navio que o de-
lugar. O governo inglez tinha fornecido para
cita operaco, o barco de vapor Blaier do qual
se haviam lirado as caldeiras e cortado os mas-
iros alim de dar lugar ao carregamenlo que
devia receber. Foi preciso empregar no trans-
porte dia e meio c o cabo poito a bordo exce-
da dc cinco ps a cobertado navio. Gomo o
Ulater eslava privado de seus meios de marcha,
dous barcos de vapore! loram cocarregados de
o reborcar de Londres a Douvre e dalli ao lon-
go do canal at Calais. ,
A collocaco do cabo no fundo do mar apre-
lentou iinmensas dUBculdades, por ser contra-
riada por ventos terriveis c pelas correntes que
uessi poca do anno teem urna veloc.dadc do
tres milhas por hora. Por isto o fliazer experi-
mcnlou em sus marcha inuiloi lories deivios
de tal sorle que, poslo ocanil nao tenha seno
unte uiilhis de largura, c o cabo tivesse 24 im-
illas de extenco, achou-sc, no momento em
que o navio chegou a casta de Frauca, que fal-
lava pcrlo dc sem quarta. de milha dc cabo.
Deu-sc mime Intmenle ordem de faier cons-
truir o que fallava, porm no entretanto ac-


coramodaram-lhe na eitrcmldade filhos provi-
sorios que foram condutidoi at Calais. Del
modo ai duas costas locain-se e para esperl-
meniar eila coiiiinanicaco, o engenbelro lo-
gle leve a Ideia original de fater partir de Don-
vrea urna faitea elctrica a qual poz fogo a
una peta de arlllbarla na muralha de Ca-
ala.
O ri#us pontoa donde parte, a aonde termi-
na o telegrapho. sao, na costa de Inglaterra
.S'ouil-rWaia" na costa da Franca Sangatr. Pa-
ra garantir o apparclho,cavaram-se dous po-
tos as proilmidades das costas c o cabo ebe-
gaein trra coberto. Para todo o resto da ex-
tensa, elle repona simpleimeme no fundo do
mar. Como v Vine, a empreza fol desta vet
cidadSo, o direlto dis gentes, o direito pu
blicoque elle calca aos ptl, nos actos rela-
tivos ao Brasil, sSo quando menos 18o res
peitaveis quanlo sao os actos do parlameu
to que poem um liastao de marfin nss mos
dos olllciaes de justici. NSo dou-me o
tribalho de mformar-me da indifferenc
do povo inglez ero face da legitima indigna-
filo que provoca no mundo a conducta de
seu ministro. Eis-aqui porlanlo a nzSo,
por que a honradez dos commerciantes Je
Manchesler instigada por seu interesse. co-
meta a n/oteslir contra o acto de pirlari
do qual o uavio brasileiro Amalia foi vic-
bem succedlda, etado leva a crer que o mar lima ; encontr as gazelas inglezas a Par-
t seguidle que a as>ociac" commercial
daquella cidade dirigi a Lord l'altnerslim
M y lord, urna numerosa depulacSo dos
membrosmais influentes desla associazSo,
leudo grandes inleresses empenhados no
comnierciodo Brasil, aprsentou-se na sala
de nossi commisso, e Ihe expz quo as no-
ticias receladas do Brasil pelo ultimo pa-
quete, as quaes apparecoram pouco depois
us tullas publicas, -,in de natureza tal
bade reapeitar esta grande obra dos boinens
A cidade de Calais oftereceu um grande jantar
ao l'clii emprehendedor do telegrapho e aos
babela engenheiros que realisaram seu pensa-
inento.
Este tacto he, aos meus olhos, rTmals Impor-
tante aconteclinento da qulnicna, porque com-
pleta um verdadelro e iiumenso progresso
Quanlo poltica, ella tem sido I..... estril, e
tcm-se limitado a violenta! polmicas entre as
gazelas, as quaes se guerream por causa das
candidaturas presidencia. Estas particular!- que devein causar receios os mais serios a
todo o negociante inglez empregado no
i'.nn ini'fi'in daquello pai/., lanto mais quan-
lo estas noticias s3o plcnamenle confirma-
das por seu correspondente particular. A
associai'So sabe que senlimenlus violentos
de exasperarlo cunta o governo britannico
reinam na nuin i;i da legislatura brasileira,
assim como na nuca do povo, qua aecusau
nosso, cruzeiros de actos Injusto! para com
seus nacime, taes como o api isiouainento
0 a deslrui(flo de navios brasileros que fa-
zom um commercio logitimo, o confisco Me
seus carregamentossem exime legal sulli-
cienle; que a cmara daquelle paz adop-
tuu por 79 votos cunta 15 urna lei a qual
auto isa o governo a por o couimercio de
cabotagem dubaixodo pavilliao de uiua na-
Zlo mais po lOrosa, procedimento quo po-
ilena, lia lugar para lemer-se, receber una
exleusSo manir, com grande prejuizo do
cummercio brilaiwiico, so a graa-liretanha
persislisso por mois lempo sem motivo le-
gitimo as agresses que Ihe sao atri-
buidas.
Em consequencia do que a associazHo en-
carregou-mede submdler-vos esle esbotjo
dos pongos qu) corre o commeicio inglez
nesla oceurrench, o espera que V. S. llave-
ra por bem ordenar um examo severo sobre
os Tactos allegados, ese por ventura forom
verdadeiros, tomar as medidas uecessailas
alim de piovuuir a renovacSo de actos in-
justos para u povo brasileiro. Do mais co-
mo reina uina grande toqtliatatjlo entre os
negociamos que commorceiam com o bra-
sil, a associacao supplica de V. S. que Ihe
laca cMiiiin; tola noticia que possa cil-
dadea tem bem pouco interesse para Vine, por
issn delxo-as de parte.
J Ihe ralles da resillaran do governo turco
que se tlnha decidido a dar llbcrdadea Kos-
suih, apelar das rival c amcacadoras reclama-
ces da corte de Vienua. Fui no primeiro de
setembro que a Porta eiecutou sua decisao.
Kossulb e rssonta Hngaros que hsviam pe-
dido como elle asilo na Turqua, linbaui sido
levados Dar Kulaycb, cidade do interior, m
qual o sultn provia generosamente a todas as
suas uecessldades. No primeiro de setembro
elles foram transportad! para Gemaleb, cidade
do llttoral na qual uina fragata turca veio to-
ma-Ios e os conduilo aos Daidanellos.
Ah ae achava urna fragata de vapor ameri-
caua, posta ilisposicao dos meamos pelo con
gresso de Wasbiogiou, a qual os recebeu a seu
bordo. Os commissarios turcos que eslavam
cocarregados de cllciluar a entrega dos Hn-
garos, acoinpanharam Kossulb ale a bordo do
navio americano, c ahi, antes dea deisaretu,
lenvbraram-lhe a promessa que elle tinha fcilo
de nao por jamis p no llttoral da Europa, e
de transportar-se directamente para os Esta-
dos-Unidos da America. Porm Kossuth nao
tinha por cerlo a iolcnco de cumpnreita pro-
messa, pois deu ordem ao capitao auicricauo
de o levar para um porto da Franca, para Mar-
selha, noqualchegou a 2de setembro.
Elle pedio lugo ao prefeito permisso de sol-
lar em Ierra e como chegasse isso ao conheci-
inenlo los demagogos, fomiarani-se reuuies
em derredor delle e de seus coiupanheiros c a
iranquillidade daquella grande cidade foi per-
turbada pelos grilos de rra A'ossul/i! mi,mi os
Hngaros I
Era jreconhecer inir.to mal a bospitalidade
da Franca trater-lhe deslc modo a perlurba-
1 io, porm Kossulb que he o mais estraudusu
e o mais vaidoso dos demagogos, nao se cou-
leulava so com talo. Alim de continuar esta
ovato da popula(a, elle tinha a ideia de atra-
vessar loda a franca e de transportar-se para
Londres por l'aris e pelo Havre. Dirigi urna
pelico neste sentido ao prefeito de .Uarsclha
o qual transmiltio-a iininediaiamenle ao nal"
uistro do interior ; porm este respoudeu com
una recusa perempturia e todos os homens
honestos applaudirain sua decisao.
J temos em Franfa um graude numero de
revolucionarios nossos, e nao precisamos de
dar aos revolucionarios cstrangeiros una bos-
pitalidade da qual abusou indignamente. Kos-
sulb foi porlautu obrigado a embarcar-se uu-
Ira VC! no Mtsscsiipi ( lie este o iioine da fra-
gata americana) e poz-sc c......aicba para a
Inglaterra, oudequer, segundo dizcm, por seus j
fllhos em um collegio antes de transportar-se
para a America.
Finalmente os Inglezes que acham muito po-i
Utico exaltar os proscriptos anarcliisias alim I cipe foi bem acollildo, o a populacho reu-
de fazer medo a Europa, proiiieitem-tbe uina. ma-se em uiultidilo em sua passugeii).
magnifica recepto. A municipalidade de Sou- Pelo conlruno lias duas grandes cidades
thampion onde elle aeve desembarcar Ibcprc-1 jaM||ao uu \eueza a recepcio feila ao
para feslas c urna mensagem pomposa e ate Jor |oj uauii,nles |ul e\lrema-
devera ser pub icameiile toiiiprunenlado pelo I '"f ,. ,> T .,... 0.
Lord maire e pelas autoridades de Londres. "BU Irid. Os Hllanos eviUVam cliar-se
Devo fater conhecer a Vine, a solu(o de'na passagem do coilejo imperial. As casas
urna questo que fes lauta bulha em Fcrnam-1 ostavam empavezadas e illuuiinadas por or-
buco eque couiprometleu por um momento as: ueui, porem i,ni,.i.ciu se Via lias JQiiel-
boas relaces do brasil com a Franfa. Vino, lia' |as Qgm uas ras. No llleulro de Jlililo, ao
de eslar lembrado da violenta desavenfa que qual u |mpera-Jur d.ivia ir, todos os IWfg-
sobieveio cnire o governo desia l"ov.ncia e: o |lanle. lUllillluS ma laraa) as chaves de
ssssu^srs^s. ^a&^tf.nsL^r^iMa. m^gt.. .....qu. 0 dii^i:
lamuuilo niinactassc irocaram cnireosdous "esse dis^r iUs, o a fepit6entac;d0
(So? Pols jrSlirjuvc ministro do Cordiro Im-
iiacutailo. que com Elle ao pello, careceiie de
anual?
Aa churas aloda nos nto qulierara abando-
nar de uina vea, de8 para30cahirain ent
grande copla, o que lem posto mais de um as-
trlogo, ou eaperiinental de S. Luiia em gran-
de pasmacelra. Todos admlram este pheno
meno singular, esu irregalarldade da ealacfto
mas tainbein todos ou quasl tudosgostam del-
le, como de um poderoso calmante contra
calor'lntenso, que nos suQ'oca.
Nos diis Olfnda outra defesa de theses, sendo o candida
lo promovido ao grao de doulor por urna plena
approraco.
o ili 3l dernm ns estudanlcs do lyceu urna
representaco dramitlca notheatrodc S-I/.i-
Iiel, e depois della um meio-ball no salo do
nfimo edificio, o qual s com angustia poude
admitlir todos os convidados ; mas sem embar-
go disto, diienvnos, que ambos os diveitlmen-
i-is preeneberam os seus fin*.
No mesmo dia cima uhegou da Europa o
Teoiot, ingles, (razeodo do vclho mumloas no-
ticias que os leiiores encontrarlo cm outra
parte deste aCinro.
Km a noite de hontein para lioje fallecen re-
pentinamente um ofUcial scllelro, morador na
ra do Pocinho, e que trabalhava em urna das
offleinas da ra Nova. He terrivel nesla cidade
a passagem do sol para o sul, pois que sempre
he acoinpanhada de mortea sbitas, apople-
xias, alaijues cerebraes etc., o que com rasao
assusta a populaco, quem deviam as pessnas
coinpeienies prescrever um rgimen hygienico
.iproprlado a desviar os males, a que todos es-
tao suiciios, c para os quaes alguns concur-
ii'in paraexcessos lilhosda ignoraucia. Ein at-
tcnco, pois, a huinanidade, ns convidamos
os disciplos de Esculapio ou de Hipocraias ? J
tumarem sobre si a honrosa trela de instruir
o povo pelos jornaes acerca do mHhor meio de
conservara vida, a menos que queiram con-
vencer-nos do egosmo ou impotencia de sua
arte, pelo mcuos como meto preventivo.
Chegou-nos s maos mus a seguintc circu-
lar, em que tres membros do corpo do com-
mercio solllcltam a honra de o representar na
asscmblca legislativa provincial.
CIRCULAR.
Illm. Sr.Sendo de reconbecida necessi-
dade, para o bem da provincia e prosprrida-
do commercio nacional, que a corporafao, a
que temos a honra de perteneer, tenha, assim
como tudas as inaii, r.-preseotantes seus na
uossa Mcmbl* de deputados provlnciaea, cm
numero ao menos suffclenle para all formar
a conimisso de commercio com membros pra-
ticos nesla protissao ; e sendo Igualmente rc-
conbecido, que da prosperidade do commer-
cio participan! principalmente as elasses agr'
cola e industrial; os abaizo asslgnados, com-
penetrados desta necessidade,e a instancia
de seus collegas,cedendo ao impulso patri-
tico de seu coracao, nao hesitaran! cm sobre-
carrrgar os seus assiduos trabalhos na geren-
cia de seus negocios, com os temporarios de
representantes da provincia, olTerccendo-sc
2
WlUon pronunclou algumas palavrai a favor
da reforma parlamentar.
Se para o futuro, dlsse elle, algumas fami-
lias aristcratas procurasiem conservar urna
influencia Inconstitucional nos collcgloa elei-
tnraas, caberla ao povo dlzer: retrocede!,
meus seuhores, a cmara dos coinmuna de In-
glaterra pertence ao povo Ingles e com a ajuda
e pela graca de Dos ella ha de representar o
povo da Inglaterra. (A.pplausos.)
8lr Josuan Walinoley proounolou um discur-
so no mesmo sentido.
M. J. C. Dyer propor uina resolucilo conce-
bidas nesies termos:
a Tem.i o primeiro ministro da cora an-
uunciado a Intencao deapretentar na prxima
scsso urna medida de reforma parlamentar, o
povo nao deve perder lempo em eipressar al-
tamente sua vontade. Gonscgulntemente, j>
meeting proclama que toda medida que nao
reorganlsar os distrlcioseleltoraes, que nao es-
tendero dlreilodc volar a todoaquelle queoc-
cupar urna ierra, que n8o proteger o eleltor
pelo eicruptioeo, que olo diminuir a duraco
do parlamento e uao abolir o censo baseado
napropriedade; nao satisfar ajusta expecta-
tiva do povo, nao cousigulr prevenir a cor-
rupeo. a intiinidafo, a oppressao que assig-
nalain hoje aselelces, nem a assegurar a com-
pleta e llvre representado do povo na cmara
dOS i Mil III 11 111
Esta raocio fol apolada por J. G. Foa, inem-
bro do parlamento o qual nSo quer urna re-
forma ficticia, um simulacro de reforma, po-
rm urna reforma real, que ponha a repre-
J informamos aos leiiores em outra occa-
niiio que o imperador da -Aiisina declarara abo
lilla, lian sabemos com que dirtlto, a consti-
tuido daquelle psti; agora porm Ibes diie-
mo9 que o mesmo soberano mandara organl-
sar outro projecto de oonitKulcio, cojos tra-
balhos preparatorios, segundo aonuacla urna
folha allema, acham-se J concluidos. A unl-
dade do imperio forma base deste projecto.
A Hungra nao ser mais que uina grande pio-
vinclv do imperio.
Dlz-se que a nova leglslaeao rcspeltar os
costumes e usos das differentea provincias, e
bem assfm suas particularidades : mas o prin-
cipio da unldade ser applicado sem excepeo
a todos os negocios que entram na eaphera do
governo do Imperador, e a todas as questes
que dtzein respeilo seguranca e felcldade
da vida civil.
OsinteressesdasproufnciasserSosubmeltidos
ao exame das assemblas provlnclaes respecif-
vas, as quaes deverodar suaopioic sobre as
queslde* relativas aos imposlos. etc.
No da 22 de setembro uina sentenca por
contumacia fol proferida em Vienn contra
Kossuth e seus companbelroa. Esta sentenca
que os condemna morte foi llda com todas as
formalidades do costume e ezecutada em elo-
gie pelo slgoz. Os seguintes saos, os noines do
condemnados que foram inscriptos as taboas
negras
Paulo Almasio, o conde Julio Adroslo. Joo
Hologh de Galanlha, o conde Casimiro Baith
gany, Eugenio fieottay, Luis Esch ( Esernato-
ni), Estevam Gorovve, lliccardo Guyon, Paulo
aras apreliensjs excitadas pelas uolicias por mm mel como candidatos a deputa{ao
V
cima. Assiguado.-i. A. Turner, presi-
dente, i
Os negociantes de Liverpool seguiram,
dizeui, o exemplo do.Mancllester, e escre-|Ver acellar reinuncracoalguma do cofre pro-
voram tambem a lord l'almerston. A res-J vinclal, se por ventura sahiriuos cleltos, vis-
posla do ministro h3o lie anida conbeciua toque o nosso intento he tao smenlc pres-
Allemunha. O casamento de II. Miguel do lar-nos um servico que a patria de nos rc-
Braganc.a com a pritice/.a Adelaide do La- e'. Pa seus mclhoramcmos mal
veiistein-ltozeiiilurg, loi c-lebradoa2t do r
sentaco do povo em harmona com os senil- llajnlck, Fran Harmann, Miguel llorwath, Ua-
lenios populares. Na actual cmara do, rilel Franji, bario Nicolao Josika, Jorge Kme-
co ni tu ii ns. com elTeltn, syinpalblsa-se cornos Ihy, Carlos Kornlls, Lulz Kossuth, Joo Luis,
despolas do continente. Aqui pelo contrario Ladislao Masaras, baro Joi Majlbeuyi, Mau-
sympalhuamos com os patriotas cuminentaes. rielo Me re I. Lzaro Messaros, Jos Uiossgyi,
l. talla-sc com respeilo de S. H. Calhollca Mauricio Percicl, Nicolao Pecby.Jou Bakoeiy,
o re das Duas Sicllias e do imperador de todas Jalio Carosi, Antonio Goinogyl, barao Luis
as Bussias; aqu pelo contrario, pensis sem Splcuy, bario Eugenio Maximiliano Stcln, Bar,
duvlda como eu que nao serla cousa dcsa- Szemere, Samuel Soonlag, Miguel Franclies,
gradavel ver uina forca de dous bracos cm um conde Ladislao Felekl, Antonio l-elcr de Dog-
dos quaes eslivesse o czar e no outro o rei ca- genfelp, Sabbas Bukovich.
thollco das Duas-Sicilias, enforcados e sus- A dieta de Brandeburgo encerrou suss
pensos. (Bisadas.) Porm he dilBcil esperar sessrjes no dia 24 desetembrd, o nles de
urna bna medida de um ministro tal como lord geparar-se dirigi urna mensagem ao rei
John Russell, o qual nao sabe ja.ua.s lomar a conceDjdi nos s,gUjlllBs termos :
Iniciativa, c nao l mesmo sua biblia sem con-' .._...,___. i- __, ._______
sultar a um hispo (risadas], e loma conseibo de V"J Mages ade dignou-se Convocar OS
urna faccao cm lugar de escutar a voz do povo. represenlaiiies da provincia, conforme
(iiisos.j. consiitulijao actual. Ella lem provado des-
A resolucao de Mr, Dyer foi adoptada. te modo pelo Tacto 0 comprimenlo da pro-
Na sesso do meeting, rediglo-se u.n man- messa feila a 6 de feveriro de 1850 ( da mi
feslo c fui approvado. Nao reproduziremos quoo r.n prestou jura.uenlo), do que a cona-
loda esta peca, por ser inulto eilensa, mas da- tnU|Ca0de3l de Janeiro de 1850 bem Como
"m^upera^ ^imu.vss e propr.a, do
elle deve exprim-la por unanimidade, medi- oalz ha0 de offrer um' corregi reciproca,
lada oc proposito, resolutamente, depois de 8 Que um situsQilo correspondente as ne-
iii i.1 iii.< delibera;So. Depois de mutuas conti- cessidados verdadeiras do paiz lia de ser
dencias c de muiuas concesscs as elasses me- deste modo resta baleado. Permita V. M.
das e laboriosas adoptaui a base de um sysie- que seus liis estados do Brandeburgo e do
ma representativo ; ellas aceilam os principios mas graviado da Baila Lusacia, expriman)
da associacao da reforma nacional; estes prin- eu rdspeitojolreconliecimento.aiunlandoa
cipios siio os seguiulcs -
provincial
As nossas casas commerclaes, c os nossos
limitados capitaes proporcionando-nos meios
de decente subsistencia, entendemos nao dc-
in .i. : e por isso desde j protestamos
opios sao os seguintes i M.s seguranca de que elles se lem esforcado,
ierra (lenemente j. ^b*\\\o as iiitencOes do re
II. Voto por escrutinio. I Es' mensagem diz urna cuta de Ber-
ni. l'.u i .Hlenlo com mu duracao de tres lim depois do urna discussio bastante ani-
iiiiins. /naja foi adoptada por graudo miioria. El-
o IV. Uina prnporv.io mais igualmente os la lia, como se v6, muito sigoillcativa, e liz
membros e a populafo. bem em desconllar da nota de urna gazeti
V. Aabohcao do censo baseado naproprie- eiU c|(JilJt,i qua| dava comooppostos
"'sta reforma complea.nenle execuud. fa- menssgem un grande numero de Estados e
ra da cmara dos cominuiis a representaco principalmente os representantes dos can-
real e a espressao da vontade do povo. O povo pos. Diz-SJ apenas que a oxtrema direita
a quer: nada de mais, nda de menos. Nao quizera protestar expressameute contra o
cidades sicuudanas, as quaes os demago- daos
gos mazzinieiises n3o teein podido orgsni-
ar su^s sociedades secietas, o joven priu
Nada de illuzaoquer sobre .juslica de nos- :niSSber^ toda a esquerdj constitucional a
... i i... ~_ a- h,lll lllll III a i li' l ,l,i" u. ili hnil.iLl'ii' miii_
h como sabemos que V. S. goza no colle-l sas pclicijcs, quer sobre nossa deleruiina9o de baudonou a dieta depois de protestar, coli-
gi de... de urna bem merecida Influencia/ leva-las a bom resulladu. 0 ministerio com- rorme urna cana daqouila cidade a dieta lio
lomamos a liberdade de nos recommendarmos prebndela isio, nossos representantes o seu- reunir mas o numero legal;todavia esle fac-
a V. S., para que avista da necessidade expen- ,irj0 Assim concidadaos, adoptai medidas le- to, sendo contestado pela! gazelas da direi-
dida, e a bem da provincia se digne einpeuliar gaes, enrgicas, expeditas, alim de proclamar- ta.carece de ConiirinacfiO
os seus esforcos, prestigio e valimenlo, para des a opluio de todas as elasses dos vassallos de Para aorarJar tu Irahalhna ilru utadna
que possamo, ..can., os voto, da m.io.ia do, s. M. aire loao, e cadl u, dc8lcs Rraulle. |J ff^^^%
Os do
Omes-
loi
governo. Pouco a pouco as dilllculdades fo-
ram aplainadas: concordou-sc ao principio
que Slr. Sculis nao tornaiia a voltar para Per-
nambuco, porm o ministro dos negocios cs-
trangeiros da Franca queria faze-lo aceitar pelo
gabiuetc do Bio, como cnsul na Habia- Gra-
cas aos eslorcos da legaco brasileira em Pars
Mr. Karoche desisti desla preienco ; mas que
rendo todavia reconhecer o mrito de Mr. Sen
lis, deu-lbe entrada no corpo consular, no-
inelaudo-o cnsul da primeira classe em Syd
ney, na Australia. Deste modo lerniioou essa
nueslao a conteni dos dous governos.
Niio cosiuiuo relerir-lhc os criuies que
coiiimettcn cm nosso paiz, porque a misera
humauidade he feila de lal sorle que cada po-
vo lem sua parle nessas drese nessas vergo-
nliasque aftligem os houiens de bem. Mas lo
davla els-aqui um fado terrivel de que hoje
lodos aqui fallam, e que por seu carcter atros<
mente excntrico merece oceupar por um mo-
tlenlo a altencao de seus leiiores.
Um mancebo do Dijon chamado Jobard,
lillio de pais honrados e que al otiliio ti-
nha lid) urna conducta irrepiehensiyol,
iii-i v->i um dia esia cidaii, sem prevenir
iiiiiguein o dirigio-se para LySo. Ahi ello
comprou um punhal o foi ao desos so lliea-
tro un,' acliou da seutar-se ao lado de una
seuhora que si* acbava grvida, Itepentiua-
moote, oo meio da representarlo, elli lirou
a arma da algibeira, e cravou-a duas vezes
no seio de sua visiulia a qual ixpion daodo
um grande grito. Julguo Vmc. do m un
que expi-rimenlaram '.lodos os assistentvs o
do desespero do marido que eslava sentado
do outro lado da victima. O assassino foi
immedialameiile preso, sem mesmo ter ten-
tado fogir. No meio dos gi itos de inligna-
i;3o quo partiam de lodas as partes, elle
conservava o roslo impsssivel, como se aca-
basse de pralicar urna i.ctu insignificante.
Interrogando-o, soube-sc emfim o pensa-
nento desle lioaiem. Elle n m conlieria
nem esta mulher, nem seu marido, matou -a
como matara a outra qualquer por esta in-
crivel ra/fm: Jobard eslava desgostoso da
vid, porm, ao mesmo tompo tinha senti-
mentos religiosos e cria que nao adiara
pordo dame de Dos se por acaso se sui-
vidasse. linlia imaginado porlanlo nal
iuexplicavel nin-ii n ,'m de seu espirito fazer
c..mprir pela mSo do algoz o sacrificio que
upo ousava consumar por si mesmo. Elle
dizia que depois do crime commeltido, te-
ria tempo para reconcilar-se com Deus e
bem iimner. Ao prim-i iu tinha pensado
em matar um padro no momento em que
esto descesse do altar, porque o padre se
acbaria desle modueni oslado degrada; po-
rm renunciar a esta nli'i e decidira-soa
ferir urna mulher, a primeira que encon-
trasse.
revogada. L'sla atiilude do povo e dos no-
bres de MilSo deve ser alliibuida muito
uieiiosaum sentimeoto de repulsao contra
o Imperador do quo ao terror que inspiram
os demagogos da Lombardia. 0 principe te-
ve a prudencia de n3o dar demotislra^ao de
queso apercebia do acolliimento fro que
lile raziara o nlo assigualou sua passagem
em Milao seuo por actos de c.emencia. El-
le deu liberdade a mu tos presea polticos.
0 principe de MetlorQlCD, o veneravel de-
cano dos diplmalas curupeus, o creador da
poljuca que toni manlido durante trinla o
cinco anuos a ordem e a paz nos estados da
Austria acaba etiifin de ducidir-se, por so-
lic|iar,Oes do Imperador, a iroulra vez ha-
bitar Vienua. Elle foi r.cebido com respel-
toso desvelo pilos liomcus de esiado,!iiesmo
^.or aquelles que o loui subsliluilo equeo
leem sempre por seu mesire. principo de
Mctleriiicti nao acollara nenliuma posifdo
ollicial, porm he elle que desde ja dirige a
poltica da cOilo de Vienoa, eo principe de
Schwartzembeig nala lar, seno por seus
OOOHlbOl
As uliimas nolicias do Vienna aununciam
que o emprestimo cometa emlim a ter Iu
gur, oque os baiiquiiros tinham j subs-
cripto urna sotnina de 53 millies.
Oelgici. As eleices de senadores aca-
Ii.im dd l-T lugar, e a maiuria nao foi sonsi-
velmeiile modificada, u miuislerio scia
obrigado a retirar sou prnj-icio de le, ou a
emeuda-lo alim de torna-lo aceitavel.
1 lelil. Urna nova tetilaliva de assassina -
lo poltico le*e lugar en liorna: deposila-
ijiii na orla de um armazem onde se reu-
tuam amigos do papa, un cabaz clieio de
plvora ao quil eslava atada urna mecha in-
llammada. Felizmente um ageule do poli
__g
elcilores desse collegio. I piincipioa de reforma parlamentar. He por ..
a provincia e a nossa corporacao terao aclos c' no 0I palavras que devenios consa- humigsberg acaDam de ser abeitos.
que agradecer a V. S. os estoicos que euipre- grai os mezesque noi resiam, alim de fazer Hhouo anida ntto se acham reunidos
gar para a nossa cleirao, c nos parlicularmcn- tnuinphar nossos direilos polticos, am de al- rao sucede as o Jiras provincias
te desde j o l'azeinos com o mais sincero re- ||viar as cargas de uosios concidadaos.
ci.nlii'i lliu-lliu de graiidao, pela honra deoc-, Nsvoi propomos:
eupariuos nina cadena em Lo rcspeilavel re-j ,_ Organlsacao. tjue loda cidade, bairro
ci"to, I aldeia orgaoise sua cominissao de reforma par-
Approveitamos igualmente a occasino para lamcular. fura da organisaco local qne ludo
parlicularineutc poruios o nosso dbil pretil- reformista se faca iuscrever como inciubro da
associacao da reforma nacional.
" 2. Meeiiugs pblicos. As fortes sympa-
hias do povo devein ser excitadas por frequcu-
tcs mccling pblicos.
3. Peticdes. Gonvem apresentar pelicoes
no disposlcao de V. S. a quem Dos guarde
a Becilc de Pcrnambuco, 27 de outubru de
1851.
knlonio Marques ie Amorlm.
Antonio Valmiim da Silva Barroca.
Thoinaz ac Aquino l'onseca Jnior, n
l.ouvamos o afn, com que todos se atirain
licaelcitoral, procurando a deslincta honra,de
representar a provincia ; e al nos entraa-
mos iu II.i coin os nossos bons desejos, se por
vmtura j livessemos chegado a dcscoberla Jo
expedicute iii.ii. adoptado para a consecucao da
victoria. Entretanto lazemos sinceros votos
para que os eleilores pernamliucanos se nao
trausvieui em sua cscolha, c com mo segura
s.nli.ini. de to grande numero de candidatos,
tirar urna assembla digna desla heroica ierra,
que nulrc cm seu scio tantos albos eminentes
por seu saber e virtudes.
I ii 11 .lim durante a semana 22 cinbarcacoes,
6 snliiram 14. A alfandrga renden de S7 a 3l,
32:538,357, oreando o rcudimento total do mez
lindo em 3ti:347,07u. O cousulado rendeu du-
rante o mesmo i6:051,07o, e a mesa das rendas
geraes internas 3l:v20,u2j rs.
DIARIO DE PERNAIBUCO.
BCCIFJE, > DE NOVE-iillno DE 1861.
Pelo vapor Inglez Tevinle, chegado ante hon-
tein de Southainplon, via Lisboa, Madclra Te-
nerife eSanVloeul, lecebeinos as cana, de-
nossos correspondentes de Lisboa e Paria que
dei tamos estampadas em outro lugar deste Dia-
rio e bem assim varias gazelas ingle/as, fran-
cesa!, hespanholas e. portuguezas que alcau-
cain, as primeiras aulle outubro prximo pas-
tado, as segundas e lerceiras a 8, c as quarias a
4 do mesmo mez. Ao que nos cominiinicam
nossos dous correspondentes accrescenlaremol
ni iu oseguinte
Inglaterra e suas poceitcs,
em vio u eliiiiiina e ple CoUiOguir extin- A rainha Victoria anda viajando pela Kscos-
gui-la em tempo. Aluda nao podeiam preu
der Os criminosos.
Ilottelim da Bolsa, lis 5 por cento francez
subi a iu 11. ne i-,711 -. i.'-.i' r.uii n 90 francos,
60 c. ficam a 92, 30 c. Us3 por cenlo subirm
56-05, descerum 55-35, llOaram a 56--05.
.si ; entretanto lord John Bussel e seus amigos
ocrupain-sc activamente em rcdlgir as dispu-
aices do novo bil de reforma que o ministe-
rio ha de apresentar na prxima sesso do par-
lamento.
Este bil, dii o Mornliij-C/ironie/f. nao dar
aos reformistas moderados ludo o que elles de
CousuliJados iuglezes subirn! 96 1(2, sejain, mas alargar o sullraglo alm mesmo
desceiam 95 5|8
UECIFE, l. E MJVEMBRODE 1851
AS 6 ll ni ss OA TARDE.
HETaOSPEOTO SEMABJAL,
d.i esperanca popular. Um dos ministros coi
bateu vigorosamente esta liberalidade, ao seu
ver, eXeeaaiva, mai er se que ser obrigado a
ceder dlantc da firmeza do primeiro ministro
e seus collegas, lleconhecer se-ha urna certa
proporco de cnsino, abslracco feila da oceu-
paco de casas, como coiiferiudo o direito de
volar. Os membros do clero, osadvogados, os
negociantes, os lltleralos, as elasses mala ele-
vadas dos operarios, sem ser prnprletarios po-
dero, dadas certas condiedes, ter eleitores.
Quanto ao systema actual, elle soU'rer
O censo de 10 I. nal vil
F.sterll correu a semana, que vamos revistar,
mas nem por isso estamos descontentes, sendo grandes inodificacdes
prefervcl o laconismo a uarraco prolixa de las ser reduzido; outras concesses popula-
Foi osle O plano abomlnavel que ello exe- '*,ie aconieclmentos. res serio feius. O corpo eleitoral ser aug-
cutou asssssinando urna pubre rapariga re- .- Io 1*.?* for*,u 'tejados no convenio de menudo de um quarto pelo menos. A gnnde
nnlcmi-nl ranada > un miiiiln mri iIm sisas !" s- do Carmo os irmaos inarlyes Crlspim e dilculdade para os ministros esta as coininls-
lenlemtnlo casada c no quinto mez de sua ;,|,p|nuo, cujas im.gens foram larde con- aes. He raro que uina gaieU de provincia sal-
prenhoz. O processo deete lugubro factoidusldas em magcslosa proclssio pelas ras da ba o segredo de uina medida ministerial, mas
conliuoa, poi um he provavcl quo o assassi- ddade. I nao obstante isso, apresenlamos esle dados co
.. Urna correspondeucia geial ti tilia dito
que a Prussia e a Austria se devidiriam
na quesUoliesiana. Esla noticia be ofilcial-
ineule desiiioulida. Vm sabe que se trata
do relatorio.dos ex-commissionarios : estes
nitores estflo em harmona.
Espalharam-Sd boatos sobre a U iludo
lili' .ii que a liaviera o o Wurtembjrg lo-
ii'ii i .i .ii em Francfort. As penuas siun-uili
fines nos uniros paizes Alle'ii:"ies plepa-
nao s de cada cidade seno aluda de cada ulli-1 i-uni-n em negar o fado que parece oltus-
cia, aldeia, habilaco. [ca-los
seella lr'T^obr^^.ZmVate^cI"^ ^ conm d,r muil' n>portancia ao
cuui ..'iraado."i a. publliSe!I*, aSoc- Ifl"' *"Nldt do adheso de ldembur-
rao da reforma nacional importa le-las ui-igo 80 traalo prusso-liauoveriano. lie U-
in.i i| icsl.ln de palavras suscitadas por urna
no ii.lo subir ao cadafalso e que os jurados
o^otisiderjrSo como um miseravel louco
que devo ser encerrado por toda a vida.
Iijla/crra. Lord Palinerslon acaba de
visitar seus eleitores de Tiverton. o um ban-
quete quo estes Ihe olToreceram, fez um
pomposo elogio da seguranca de que goza
a Inglaterra e que lem sua base uu rospeito
.que leemos cidadaos a lei. Nada he mais
vcid.deiro ; o respeilo da lei he a mais so-
lida garanta da liberdade e da seguranca
ilas usces ; porm como Lord Palmerston
ii.iu ctimprenen le que esto Tespeilo da le
deva ser pralicado as reUcOos de povo a
fioro, assim como uas relar0ea de cidaduo a
Temos ouvido alguem censurara frequen-' mo um esboco do blll da reforma parlamentar
cia dessas marchas solsinnes em que, para ex-! em 1852
citar a devoco dos liis, se expoe, avista de O povo ingles oceupa-se tambem com a re-
todos, esse modelos de virtudes, que a Santa forma e els-aqui o que dis a Prau de um gran-
Igreja CQinnieiuora, sem outro motivo mais do de meeting que tivera lugar ltimamente em
que as indecencias, que Infelizmente algumas Manchesler.
vejes nellassc praticam ; porm, quem nao v, | A 25 desle mes (setembro) leve lugar em
que he descorrer mal o concluir dos abusos pa- Manchesler um grande meeting, illm de tra-
i.i a ext nco das cousas ? tirar aquelles, e del- tar-sc da reforma parlamentar. Foram [irincl-
xar subsistir estas, eis a grande regra, a que plmenle os operarios que asslstlram a essa
devenios attender. reunio. O presidente era Mr. Jorge Wllson
No dia 27. i alo r mam-nos, ter sido cncoulra- ex-presidente da liga contra a le dos cercacs.
do em uina estrada, as proximidades do bair- Assistlo a case meeting urna deputacao da asso-
roda boa-Vista, cerlo sacerdote, que condusla claco nacional da reforma parlamentar efi-
ca vallo, o Sagrado Viatico, levando em urna nanceira de Londres, composta de slr Josuab
mi uina grossa bengala com feices do maia Walinoley, VV. S. Fox, Tampson a Willians,
formidavcl ccele. Que desreipcitosa prceau- membros do parlamento. O presidente Jorge
porta nos iuslruainos e nos sustentemos, uns
aos outros para esta grande obra.
" 5. Corpos eleiloraes Que os corpos elei-
toraes nao desalendam a si mesmo. Nada de
cousideraco pessoal, nem de all'cif o pessoal:
ludo islo deve desaparecer.
.. Nada de ineio termo.Quem nao be pelo
povo he contra o povo,US corpos eleiloraes
devero substituir por mclbores representan-
tes aquelles que forem iucapazes ou indignos de
conduzirem o povo nesla graude lula: Conci-
dadaos, toda conducta ueste luovimeuto val aer
observada. Todo aclo deixar sua impressau,
cada uieellng publico exercer sua influencia
cada pelico lera seu peso. Obremos como ho-
mens que nao quercm sineule sustentar una
tli se abstracta, seno que piopem uina legis-
laco actual cm pratica, chamada para sxercer
influencia sobre o destino poltico das geraces
luluras. Appellamos principalmente para
aquelles que, uo dia da lula, procuraraui e re-
ceberam o apoiodas massas. Nosso Iriumpho
ser sua graude e permanente victoria. Ue su
roeute cnlo que elles lero um governo boiu
c com punco cuito, que gozarn dos beuefi-
closde uina industria sem obstculos, e da li-
berdade religiosa c polilica ua accepeo mais
vasta e a mais significativa. A educacao po-
ltica de mu meio secuto nos tem preparado os
caniiubos como naco, estamos prompios para
marcha.
> A calma confiante porm vigiiaute do po-
vo inglez, duraute os ltimos anuos de leiuor
do re e dos loras leal provado que o povo be
conservador e partidario de ludo o que be bom
cm nossas iaslituicoes polticas e soeiaes. Os
poucos meses que se aproxiiuaiu. reuniro co-
mo em uina habilaco lodo oensiuo polilico e
toda a sympalliia politlca dos anuos. povo
be j seusivel ao prestigio do iriumpho. Elle
marcha para a crise cheio de couUaoca. Ll-
vre de excitaco, porcui com firme resolucao,
elle se crguc mais para lomar posse da
liberdade do que para disputa-la, ba muito
lempo retida, ataslada de sus mo.
ii Josuab Walmoley, presidente da Associa-
;3o.
No Cabo da boa Esperanca continua anda a
guerra com os Indgenas, sendo mut desfavora-
veis aos Inglezes as noticias ltimamente rece-
bidas dsquellaparte.
Entretanto que as tropas brtannicas perse-
guiam o inimigo as fronlelras, os Cafres c os
loltentotes pcaetraram no Interior da colonia
eabl coineltcram mullos actos de pilbageiu e
inalanca.
Na Australia tialiam-sc dcscoberlo abundan-
tes minas de ouro e para ellas eslavam concor-
rendo grande numero de aveolureiros.
Na India preparava-sc uina expedico para
marchar contra os rabes quecercain Adeu.
GhoulabSinghconseguio aliual acabar coin
a subievaco na Cachemira.
Em Londres oa consolidados ucarain, de 06
i I a 96 7/t; os fundos brasilciros a 86 112 os
cinco pur cenlo porguezes a 32 1/4 ; os dous e
meio por cenlo hollandezes a 69 1|8 ; os quatro
e mel por cento russos, de 101 i)4ai0i l|'e
os tres por cento dinamarquezes a 78 1/2.
Altemanlia.
A dieta germnica declarou nulla e de ne-
nliiiiii valor a lei dos direilos fuodameutaes vo-
lada pelo parlamento nacional allemao ; e pro-
mulgada por ordem dovigariodo Imperio no
anno de 1840, exceptuando porm aquellaa
das disposicoes da mesma le que pela legisia-
cJ dos dillereuu's estados tinham sido adop-
gazola brmense. As negociares estaj a
ponto de serem terminadas.
A dieta de Oldemburgo depois de ter si Jo
aliada para 4 de agosto, fora por lim dissol-
vida, sendo outra convocada para 27 de no-
vembro. Corra que o conflicto entro a c-
mara e o ministerio tivera origen no orna-
mento da guerra, no qual a cmara quena
inlroduzr algumas economas.
A liulcptnitnce betge publica a seguinte
caria que Ihe fora escripia de llamburgo
com dala do 33 do setembro.
.. llamburgo aprsenla neste momento
.i.ii.i .mi,n.ie.i.i inieii-aiii'lile especial e que
conirasia com o movnnento melhodico e
regular de suas sransaceOas mercaolis. Des-
de hontem deputa los em numero de 200 (a
Blgica ten tambem enviado seus delega-
dos; das associacos lutberanas de todos os
estados allomes, couhocidas debaixo do
uome de associac.es de Gustavo-Adolfo, ae
acham aqui reunidus em cougresso, e deli-
beran) sobre os melhores meios que deve-
rSo ser adoptados para consolidar cada vez
mais a hierarclna da religiao protestante,
o bem assim sobre as medidas uteis e ellica-
zes que deverao s r prescnpla, aos pastores
para espalhar seus dogmas entro os povos
pelo augmento do numero de missOas no
interior da Europa, na America, as Indias,
o na (.nina.
Assim teos em nossos muros com o
bispo prelado, o Sr. Dr. Zimmermann, a sua
Itcule, lodos os grandes doutores do pro-
tesiaulismo. Com quanlo o molivo assig-
uado a iviini.in do congrosso protestante
parees oslenc va ment devor liinit .r-sa s
modidas cima mencionadas, o a regulari-
sar, por meio de um capital commum, a
ii.stiiliiiigju dos soci'orros que Jevoin ser
Concedidos aos pastures e s escolas dus
municipios em misara, saber-se todavia
que estas .1. iilieraeiVs espociaes sao parti-
cularmente provocadas entre os doulos
tueologos, para por urna barreira as iova-
s.'i -s lucessaules da roligiao caiholioa na
maor parle dos estados do imperio germ-
nico.
He ncontestivel que depois da revolu-
10 e continua a fazer iBo notsvels progros-
sos ua AHemanha quo ioquietam sobera-
namente os chefes da hierarcaia lulherani.
As predicas calorosas o multiplicadas dos
iiis.inii.il ios oatholicoa romanos nos paizes
do norte, onde des lo o seculo dcimo, sus
voz nflo tinha podido Tazer se ouvir, tem
esta auno impressionado vrvamemea mui-
lidSo que coucorre a cs^uta-los nis igrejas
e em pleno sr aos campos. O- diHurentos
goveruos longo de prohib-las, parecom fa-
vorecer estas numerosas reuuies religio-
sas, com'grande pezar dos pastores e dos
luslilui io. es I u ihei a nos.
As couversOes a rcligi3o romana opera-
das de algum tem,ni para c as diflerenles
elasses da sociedade em Allomanha, sao no-
laveis por seu numero e pela qualidade das
circumaoripco parochial, deliberem (m
commnm sobre oa meios proprios para m.
ter no norte da Allomanha a hierarebi. l'
tharana. 4lfr
a A corte da Roma tem feito muil,, ..,.
Inuteii tentativas pira estabelecer em Ham
burgo a metropolo do norte, urna s le eols
copal. Estas Untativas tem eonUoUme
te encontrado, nao s da parte de no,",
senado, e da nosso claro lutberano, senn
tambem da parte dos principe* reinunt,
um* Ido viva opposi?So que a residencia'
em nosss cidade fol, ha dez nnos, interdie
la ao Sr. Liwiert, designado para viroccu"
para sle episcopal afettruraa na poca da
grande reforma religioa* de Lulhero.
Hoje, a corte de Boma, apoiada'pelas
dua* grandes potencial que decidera dos
destinos da Allemanhs, reoova com mior
persistencia suaa medidas, o ludo pirem
iadiear a crea9n prxima em Hamburgoa,,
um bispado calholico romano ao meio das
populares mais aiTeicoida ios doi?ma
lulhennos. ""gmas
Hollando.
No dia 1* de selembro p. pissado, o rei
de Hollandi abri em pessoa a sessBo pirla.
mentar dos oslados daquella psiz em Ihi,
pronunciando por esta occasiSo o seguini
discurso :
a Seuhores,
Ahriu la nova sfssSo dos Estado, K0.
raes be-me bim agradsvel poder communi*
car-ros noticias favoraveis relaliramenle
situs?Jo de nossa patria.
ii nas.'im"iitode um principe veio aug-
tneniar a felicidade de miaba can.
Nossas relaces com todas as potencias
dio lestemunho de urna boa inlelligencia
Temos concluido com differentes estt-
dos convelieses tendentes a proteger os in-
teresses do commercio e a melhorar o asse-
gurar as .communicajoes Inlernacionies
Para o mesmo fim, abnram-se negoclicOes'
as ousos espero quo terllo o mesmo resulla-
du favoravel.
i O exercito e a nmrinha continuama dar
provea de umzelo louvavel e proporcionan!
nos motivos de satisfacSo.
O estado de tranquilidade em que se
acham presentemente todas as possessdes
do alm mar, nao deixi nada a desejar.
a As poi turbacOes que recentemente tive-
ram lugar na illia de Bornes foram reprimi-
dos pela Ib i ei de nossas armas.
< As noticias da siluaf3o anitaria ms co-
lonias sSo mais animadoras.
As consequeocias de falta de collici-
tss h m ni desappirecondo cada vez mais, a
as nolicias mais receutes sobre a colheila
deste anno s3o muito favoraveis, principal-
meute no que diz respeilo aos gneros ilt-
menlicios.
A lei eleitoral, a provincial e a munici-
pal, corresponden em seu effeilo, como se
tem provado, at hoje ao fim do legislardor.
a Por causa do invern pouco rigoroso
que livemos, sem derrelimeoto de gelos e
sem mares extraordinaiiaa, nossos diques
ticaram isentos de toda ruina.
s grandes trabailios para malhoraa
ment de nossos ros segundo o svslera-
que vos foi communicido, foram empreen
didos o continua com setividade.
A colheila do anno pissado, bem quo
mediocre, foi mais a bu n Jaula do que se pre-
suma primeira vista.
A colheila do esto actual pareco ser sa-
tisfactoria oa maior parte dos paizes.
Todsaseapplicam geralmeute com ar-
dor a desenvolver a agricultura e a faze-la
prosperar, no s melhorsndo os meios .lo
cultura scoSo tambem razando dovos uni-
nos.
A industria fabril acha-so igualmente
em um estado de desenvolvimentocont nuo.
O cresclmenlo incasssnte da nivegscSo
e di construido dos navios be a prova de
que a mudanfi operada em nossa legislarlo
commercial, o anno pissado, nSo frustou
jis esperanzas que bavia foiio conceber. A
grande aclividade de muitos ramos da in-
dustria demonstra que o commercio adia-
se em geral, em urna posiefio prospera.
O augmento tambem continuo das com-
muuicates tinto por torra como por mar,
nSo exei ce lmente urna influencia salntir
as relaces do interior, senSo tambem nis
ivUc '.s dos outros paizes. Empenho-me
foriemente em ajular o desenvolvimonto
dcstus coii.municacOes ; urna convenjaocon-
cluida com a Prussuia, a qual vos ha de aer
commutncidi, be o resultado destes esfor-
cos.
a Temos tomado com a Blgica medidas
reciprocas alim de preparar e, tambem o es-
pero, alim de estabelecer novos meios de
communica(So entre os dous paizes.
As esperanzas favoraveis que erara con-
cabidas da situa(3o das finanzas do reino
nSo tem sido frustradas, esta situifSo pelo
contrario, cresceu muito em o anno passa-
do, neste auno ella prooiette igualmeote re-
sultados vanlajosos. Pediremos no princi-
pio do vossa ses.no, vosso concurso pin
modidas relativas ajiortisafSo.
Oprojsclos de lei 13o importante, spre-
senlados ja em vossa ultima sessSo, e para
cojo exame filtou o tempo necessario, se-
ra.i do novosubmettidas s vossis delibera-
Sos.
i Espero que o mesmo espirito de accor-
do commum, que tem permettido fazer exe-
cutir at ao presente tantos Irabalnos im-
portinlcs, prcsiJira noramcnlo ao exime
dessesprojeclos da lei eje outros que vos
senil) apresenlados no decurso desta sessSo.
.i Desejo ardentemenle que nossos Irabi-
Ihos communs sejam utas, sob os auspicios
de Deus, folenla le de notsi cbara patria.
a Declaro abarla a nova sessJo dos alta-
dos geraes. _______
ii..........rwmmamkwmmmsemBmmkm
Correspondencia.
Sr. Redactor. Aproxima-se a elei{3o
para a represento Provincial, cujo recin-
to lio de nosao maior oleresse.ver oceupado
pelas princpacscaoaci Jados da provincia, e
por aquellos qaie mais esperanzas nos pro-
mettem : dominado pois desses senlimenlos
patriotlcso.tomo a liberdade de lembrar aos
meus illustres oollegss (eloitores), para que
continuam a elager para daputado, ao nos-
so muito digno patricio, e verdadeiro ami-
gu correligionario, o Illm, Sr. Dr. Augusto
Fredenco d Oliveira, de cujo favor Sr. Re-
dactor milito lera que Ihe agradecer.
Um eleitor ututo.
Srs. Redactores. -- Apologista da firlq.de,
e da jusdea ; n3o podemos deixar de lem-
brar aos IIIais seuhores eleilores como dig-
no de oceupar um lugar na assembla pro-
vincial de IVrna nbueo a o no.si) distinti
pitncio, o Illm Sr. Coronel Antonio Fran-
cisco Pereira, cidadSo assas recommend-
vel por suas eminentes qualidades, a um
dos nossos mais ricos agricultores. Dig-
ne m-se seuiiores Redactores de dar publl-
cidade a estas liabas no seu Diario, pelo
que Ibes sera agradecido o
De V. Ss. att. venerador.
J. M. R.ti.
COMMERCIO.
ladas. __ pessoas atlraaiJas ao ftrisco clbolicu. N3o
dieu. |protestantes cada um nos limites de sua
ALKANDEGA.
Ilendimento do dia 31 4.9U.U7
Dscarrtaam hoje 3 di novtmbro.
Patacho brasileiro -Yalente fumo e sabao.
Hule brasileiro Flor de Cururip* gana-
ros do paiZ.


H
Importunad.
iirieiie escuna brasileiro S. JoUo Veoce-
,lr vindo lo llioGr.nde do Sul. consigna-
jo ]oo Francisco da Cruz, manifsslou o
4CG08B arrobas carne, 3idiU sebo ein ra-
na a aciixoei rap ; ao Cungntario.
Rriaue brasileiro Principa D. Aonso ,
vindo do Rio Crande do Sul, conaignado a
Manoel Goncaltes da Silva, manifwtou o
"fajl arroba carne. 185 arrob. e 18 li-
bra sobo em rama a 55 couros ; ao con-
signatario.
40 rolo fumo
vera
Elias Ignacio de Oli-
"iVsaccaa cola; Leopoldo Jos da Costa
A7oUlda o 8 aurrfle nevada ; Antonio
Goocalves Ferreira.
2 caixotes estampa; a Carlos n. Fre-
'vapor ioglet Teviot, vindo do portos da
Europa, consignado a agencia ; manifeatou
0!6 e'nbruihos e 1 caixa amostra, 1 dita
especies medicinaos, 1 dita peridicos, 3
embrulb.w dito e Idito ignora-ae; a Adam-
od IJuwie & Companhia. !,.,,
Patacho brasileiro Valente, vindo do Rio
de Janeiro, consignado a Novae & Compa-
nhia, manifeslou o eguinte:
9200 alqueires farinlia ; a Feliciano Jos
Gomes.
90 aaccas caf, 20 rolos fumo e 200 ca-
xa sabio ; a Machado & Piulieiro.
50ccis caf e 100 rolos uino a Ma-
noel Alves Guerra Jnior.
100 rolos fumo e 30 jacizos toucinbo; aos
consignatario. .....
200 caixa sabilo; Oliveira Irmaos &
Companbia.
300 ditas dito; a JoSo Francisco da Cruz.
200ditas dito ; a Viuva Amoriut & Filho.
21 barricas putaasa ; a Manoel Concalves
da Silva,
1 dita tingoas; a Jos Francisco ias.
Brigue brasileiro Argos vindo do Rio
Grande dO Sul, oonsignado a A mor rn & Ir-
maos, manifestou o suguiulo :
9243 arrobas carne 456 ditas sebo em
pSes e 500 lingos aalgada; aos consig-
uatarios.
CONSULADO CEItAL.
Rendimento do dia! a SO.. 14:827,924
Idemdodia 31........ 118,811
14:916,73!
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itendimento do da 1 a 30 1:167,526
Idemdodia 31....... i
HECtliKUORIA DE RENDAS INTEItNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Itendimenlo do dia 31...... 311,550
CONSULADO PROVINCIAL,
endimentododia 31..... 335,518
PIUCA DO RECIFE, 31 DE OUTUBRO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios- Ua leltras offerecldas a 29 d.
por 1/ra., mu nao bonverain
tomadores.
Algodao- Entraran! 832 aaccaa, que fo
rain vtndldaa a 5/ra. por ar-
roba, e algmnaa de qualldade
superior a 51200 rs.
Aaaucar Anda nao lia prefo para ex-
portado,pela pequea quanll-
dade que leu entrado.
acalho Retalhou-se de 8/ a 9/ rs por
barrica; e flcaram ein depo-
sito cerca de 7,000 barricas,
nao contando dona carrega-
inentos entradoa bo|e coin
4,600 barrloaa, que anda nao
forana vendiilaa.
> Aa vendaa regularam de 2/ a
3/200 ra. por arroba. O mer-
cado ful auprldo co'n trea car-
regameotos, o que elevou o
depoalto 45,000 arrobaa,
lar. de trigo- Oa precos continuarain de 124
a 19/ ra. por barrica, porin
mala Arme* em conaequencla
de ler spido parle da existen-
te, ficando em ser de 2,000 a
2.800 barricas.
l'icaran no porto 63 einbarcacdea: aendo
i americana, I belga, 39 braalleiraa, A france-
zas, 1 hamburguesa, 2heapanbolaa, 10 inglezas
c 5 portuguesas.
Toros do tatajuba
Varasdo parreira .
Ditas de aguilhadaa
Ditas dequirbj
Rodasdesicuplrparerros Par
Eixos de dita pora ditos
Mol empipas.....
quartolas ....
* barirs......
Milho........
Pedra de amolar .
Ditade filtrar-
Ponas de boi
Piassaba.......
Sola ........
arca par I ha.....
Tapioca. .'.'.
Unhasdo boi.....
Couros de cobra
Azeilede cairapato.
LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 1851.
Precos correntn loa genero* lm-
portado* Por bMeacao'.
Por Precoa.
Algodao de Pernambuco. lib. 130
Olio do Cear
Dito do Maranhao
3.
. Quinta 1,600
. Dazia 1,200
1,800
2,000
.Par 40,000
< 16,000
. Orna 34,000
. Canad 190
. llum 6,800
. Alqueire 1,280
c lyjoo
7,000
.Cento 3,200
. Mllio 180
. Moio 2,080
. Arroba 20,000
. a. 1,600
.Cento 200
32,000
. Canad 720
125
120
120
110
1,450
2.300
2,150
2,000
2,100
"7
127
120
Carne seuca -
Dito dito de machina
Olio da Hahia
Dito do Para
Dito dito de machina
Borraxa *
Cacao arrb.
Caf do Rio primeira aorte
Dito dito segunda aorle
Dito dito tercelra sorte >
Dito dito eacolha boa a
Dito dito dita inferior
Dito da Baha
Dito do Para
Couroa aec. em cab. 28 a 32 I. lib.
Dltoa ditos dito 24 a 27
Ditos ditoa dito 18 a 23
Ditoa ditos espichados
Ditoa ditoa ditos de Minas ,,
Dito salg. Bah. e Para 28 a 32
Dito dito dito dito 26a 20
Dito dito Pero, e Cear 28 a 32
Dito dito dito dito 26 a 20
Dito dito Maranhao 28 a 32
Dito dito dito 26 a 20
Cravo Girte
Dito do Maranhao
Gomma copal
lpicacuanba
Oleo decopabiba
Ouruc
Salsa parrilba auperior
Dita dita mediana
Dita dita inferior
Captivos de
Aaaucar de Pern.,branco
Dito do Rio de Janeiro
Dito da llabia
Dito de Santos F.
Dito daa Alagoas
Diio do Para, bruto
Dito maacavado
Chifrca do Braall, grandes
Ditoa ditoa, pequeos
Vaquetas de Pern. e Cear urna
Hitas do Rio
Dltaa do Maranhao
Despachados.
Ail lib.
Arro carollno Q.
Dito deSantoa ,,
Dito do liaran, e Pal .i, c.i .1. ,,
Dito dito do melhor
Dito dito do auperior ,,
DUo dito do mludo ,,
Dito do Rio de Janeiro
Farinha de pao do Hraail arrob.
Goinma alcat.* 1," sorte lib.
Dita dita aegunda aorte ,,
Tapioca arrob. 1,400
Prcfuj correntes dos gneros
dem 28, brigue portugus Tarujo Prlmeiro, dem & Bueno Ayres Evangelist.
capillo M. O. Paneco, do_ Rio de Janeiro em per amluico Andes -- Linda.
i, 500
2,40o
2,250
2,050
-f"
2,250
-t.
102
107
I-i
2 M rrob. 92 102 92 102 300 -180 200 1,500 2,400
b"1 lib. arrob. 24,000 28,11(1118 200 9l5 14,600 15.500 9,600 10.500 7,000 8,000
dircitos. arrob. 1,450 1,800 1,450 1,5"0 1,450 1,600
i mil. 1,100 1,250 1,100 1,300 7,000 8.000 10,000 15,000
600 1,200
6,600 6,800
Pian ha.
4.400 5.000
para o /iran.
6,:00
6,800
3,800
5,000
700
-f.
f.
1,800
exportadas de Lisboa
5,800
6,600
3.400
4,600
600
63 das, coni aasucar, caf e mala generoa; a
vluva Tarujo k Filhoa.
dem 29, brigue portuguez Triuinpbo, capi-
lao D. Noguelra, do Para ein 48 dias, coin ar-
ras a J. l, B. deCarvalbo.
Barca portugueza Tentador, capitao J. J. Pi-
mental, do Rio de Janeiro em 63 dias. coin as-
sucar ; a Chambica St Goncalvea. I
dem 30, brigue portugus Penaamento, ca-
pillo J. !' C. Jnior, de Pernambuco ein 36
dlaa, com aaaucar a I. A. L. Robim.
Outubro l, brigue portugus lucomparavel,
capilar I.G. P. Jnior, do Rio de Janeiro em
&9diaa, coin asaucar e caf; a vluva de Manoel
Ribeiro da Silva & Filhoa.
dem 9, barca portugueaa Ollvelra, capitao
I. M. Ribeiro, do Para ein 50 dlaa, coin varios
gneros ; a S. 1, de Abreu.
dem 10, vapor Inglez Tay, capitao C. M.
Ghapinan, do Rio de Janeiro, Rabia e Pernam-
buco, ein qualldade de paquete, em lastro i a
A. Vanxeller.
Navios i carga em II de outn6ro.
Para o Rio de Janeiro a barca portugueza
Flor do Panqu, capitao Vicente Anaatacio Ro-
drigues. .
Para o Rio de Janeiro a galera InglezaGip-
aey. capitao G. Melchel, couaignatario Miranda
ti Filboa.
Para o Rio de Janeiro o brigue sueco Ludvlg,
capitao I. L. Tanngren.
Para o Rio de Janeiro a barca sueca Adelaide,
capitao Sundsman.
Para o Rio de Janeiro a barca aueca Snea,
capito Ratterson
Para o Maranhao o brigue brasileiro Urbana,
capito A. J. doa Santoa.
Para o Pana o brigue portugus Triumpho,
capitn Domingos Nogurira
Id ^
Por.
Precoa.
arrob. 3,200 3,300
Caplivoa de direito.
Amendoaem uiiolo, doce
do Algarve
Dita da Ueira
Dita em milo, amarga >,
Di ta ein caaca couca alq. 1,150
Dita dita mollar
Dita dita durazia ,,
Cera nacional branca Ub. 300
Dita (lu un ir. II i 272
Flgoa do Algare, comadre arrob. 500
Ditoa dito branco 400
r'rczuntos ,,
Despachados.
.iq.
Pauta
Dos precos correales do assucar, algodao, e
man i/eneros dopatt, que se despachao na
mesa do Consulado de Pernambuco, na se-
mana ile 3 a H de Novembro de 1851.
Azucreme, branco Ia qual. Arroba 2,000
a a 3r
mase.... a
bar. u sao. branco <
mase....
refinado....... a
Algodao ea pluma de 1' qual.
Dito.......2*
Dito.......3*
i;|u'aruciuc caxa(a 20 graos Pipa
Dita.........Canad
Di la di; caima ......
Dita........Canad
Dita resillada.......Pipa
Dila.........Canad
Genebra......; Canad
Dita......... Botija
Licor..........Canad
Dito.........Garrafa
Arroz pilado 2 arrobas uin Alqueire 4,400
Araras.........Urna 12,000
Papaeaios........m
Bolachas......,
Biscoitos......
Cafe lioin.....,
Dito restolho.....
Dito com casca .
Carne scoca .....
1,600
1,330
2,300
1,400
3.200
5,200
4,800
4,400
38,000
210
58,000
320
48,000
265
450
200
450
200
Arroba

<
. Cento
.

a
. Arroba
. Libra
. Um

. Libra
Coucos com casca .
Charutos bon ....
Ditos ordinarios. .
Dilo relagia o primor .
Cira de Carnauba .
Couroa de Boi salgados .
Dito espixados '.
Dito de onca ....
Doces de calda ....
Dito de goiaba ,
Dito secco......
Estopa nacional ....
Farinba de mandioca .
FeijSo.......
Fumo bom......
Dito restolho.....
Gomma......,
Gengibre......
Lenha de auhas....
Dito de toros....... c
franehasdeamar.de 2 oust. Um
Ditaadelouro......
Mistado de amarello de 35 a
40 p. dec.o2a3del. o
""odito usuacs.....
Mstadinhododito......
oalbo do dito......
forro de dito........
Costado de looro-.....
ostadinho de dito.....
*>lhodedito.......
Jorro dedito ...."...
Dilos de cedro .*.....
3,200
3,360
5.000
4,000
3,400
4,800
2,880
4,000
1,600
700
4,000
5,500
110
145
12,000
400
240
. a 5O0
Arroba 1,280
Alqueire 1,280
2,000
. Arroba 4,500
. a l.SOfi
. Alqueire 2,880
. Ar oba 2,600
. Cont
1,600
0,500
20,000
8,500
86,000
14,000
0,000
7,500
4,200
6,400
6,200
alq.
arrob.
700
4.600
3,200
540
540
320
360
500
1.600
1.400
2,000
5,760
f.
1,200
~f.
f.
310
S78
600
600
2,500
850
4,800
3,60i)
600
700
2,800
8,400 _
m." 1,250 1,300
1,100 1,200
1,400 1,500
ii 1,250 1,300
y- 8,200
t.iino
4,200
H 1.600 2,200
pipa 48.000 54 000
40.000 48.000
24,000 28,000
alq. 400 500
440 53u
400 470
240 250
230
360 380
220 230
3l0 320
Alpista
bacalho nacional secco
DUo freaco
Feijiu branco daallhas
Dito do Porto e Figucira
1 ito rajado
Dito fradlnho
Grao de blco
Passas da trra .
Sarro de vinho tinto ,,
Dito dito branco
Vinho muacatel de Sctubal caix.
A bordo.
Agoardentede 30 g. em casc.plpa 116,000
Afeite alus. 2,700
Laranja doce caixa
Limo
Sal grosao
Dilo redondo
Dito tino para consumo
Dito trlgueiro
(.01(0,1 n, I de tre8tamanhos
de groaaura para rolhas
Dita na. 2 de 3 tamanbos
Dita n. 3 dita dita
Dila n, 4 para pescarla
Hila dita para dita fabricada
Vlnbo superior
Dito ordinario
Vinagre
Trigo do Reino rijo
Dito dilo mullo
Dito das llhas
Cevadado Reino
Dila daa llhas
Milho do llciuo
Dito das llhas
Centelo do Reino
ESTADO DO MERCADO.
Algodao. Realiaaram-sc algumaa vendas.
Asnear --Sustenta oa procos, limitando-sc
as vendaa ao conaumo.
Caerio. -- Poucas vendas para conaumo.
Vafe. -- Realiaaram-ae diveraaa vendaa, tanto
para consumo, como para reexportar, conser-
vando O |>re(0.
Gomma copal. Continua a aer procurada a
boa qualidaile (amarella) de que ba falta.
Couroa. Houveram algumaa vendaa para
consumo, e para !le Ipicacuanaa. Nao ha.
Safra parrilha. Poucas vendas ae rcaliaaram.
fifi, un,' kii> cinara ni-se algumaa veudas.
Navios cuidos do Brasil.
Agoato 14,/alera portugueza Unio, capito
A. B. de Mallos, do Para em 41 dlaa. com aaau-
car, algodao e couroa ; a I. A. L Robim.
Ilarca portuguesa Llgclra, capitao A. J. Ro-
drlguea, de Pernambuco em 3l diaa, com aaau-
car e algodao; a J. E. Xavier, barca portugue-
za Flor do Mar, capilao 8. F. daa Nevea. do Pa-
ra em 36 diaa, com arroz, cacao e couros; al.
A. Nidal.
dem 19, brigue portugus Novo Vencedor,
capilao A. P. B- Pealaoa, de Pernambuco em
44 dlaa, com asaucar e algodao ; a I, A. L. Ro-
bim.
Iitem29, barca portuguesa Flgoelrenae, ca-
pitao I. P. doa Santoa, da Uabla em 46 diaa, com
asaucar, algodao ecouroa; a n. M. O. Rorgea
iietciubro 5, vapor inglez Teviot, do Rio dr
Janeiro em qualldade de paquete, com fazeu-
daa a A. Vaozeller.
dem 8, brigue braailelro Urbano, capitao
A. I. doa Santoa, do Maranhao em 53 diaa, com
arroz e algodao; a Duarte irinoa & O.
Patacho portugus Reatauraco, capillo G.
M. Morelra, do IIio de Janeiro em 106 diaa,
coin caf e aaaucar; a vluva Tarujo o Filhoa.
Selembro 22, barca portugueaa Flor do Pan-
qu, capilao V. A. Rodrigues, do Rio de Janel-
nelro ein 53dlas, com caf e asaucar; iO. A.
de Abreu.
5 8001 dem 27, galera portugueza Nova supl!, ca-
o'.-nnl pilo J. J. C. de Brlto, doTllo de Janeiro em 69
0''"|dlas, com tnadeira e asaucar; ao meamo ca-
8,0001 pltio.
Alo vi menio do pono.
Novios entrados no dia 31.
Baha 9 dias, patacho brasileiro Clemen-
lina, de 137 lonrlladas, cepitSo Antonio
da Cruz BapUsta, equipagem 10 carga
vario gneros a Juo Francisco da Cruz.
Liverpool 39 das, barca ingleza William
llussell, de 298 lonelladas, capitao lames
Shelford, equipagem 17, carga fazeudas;
a lUi.-scll Mellurs & Companbia.
Barcelona e Malga 61 dias e do ultimo
porto 40, polaca bespauhola Flora de
136 lonelladas, capilSo G. Manslany ,
equipagem 12, carga vinho e mais gene-
ro ; a loo Pinto de Lemos & Filho Pas-
sageiros, Luiz Lamas e 1 liltio, D. Aun i
lilil O i lilil!.
Nova Hollanda 83 dias, barca ingleza Royel,
Siiepherdess, de 406 lonelladas, capitao
John Bell, equipagem 21, carga 13a e uiais
gnu-rus; ao capitao. Conduz 57 passa-
geiros. Veio refrescar e segu para
Londres.
Lisboa 26 dias, barca portugueza Ligeira,
de 360 toneladas, capiUo Antonio Joa-
quim Rodrigues, equipagem 20, carga vi-
iiiins e mais gneros, a Francisco S. Ka-
bello & Filho. Passageiros, Jus Teixei-
ra Basto,*, com 6 pessoas de fimilia, Ga-
millo Pinto d I.uiii is, Joflo Bernardo da
Hoza, com sua senhora, M..... I Antonio
Sopunto e Antonio BSo.
Southamptoue portos intermedios 21 I|2
dias, vapor inglez Teviolt, commandante
It. Ilevslt. Traz a Seu bordo, para osla
provincia, o cnsul inglez Cuwper, com
1 menor e 1 criado, Henry Taylor e sua
familia, O. G. Adamsun, Fredenck Youle
o ,-u i familia, Jos Francisco da Silva e
Manoel Gonralvos deOliveira.
Rio Grando do Sul -- 18 dias. r-riguo.brsi-
leiro Argos de 187 lonelladas capitflo
Antonio da Silva Soares, equipagem 14,
carga caroe secca ; a Amonm & Irmaos.
Terra Nova 40 dias, brigue inglez Brama,
de 208 lonelladas, cip [,iu John Towill,
equipagem 12, carga bacalho; ajames
Crablreeai Companhia.
Terra Nova 37 das, brigue inglez Titania,
de 212 tonclladas, capitao W. W., equi-
pagem 13, carga bacalho ; a ordem.
Rio da Janeiro 20 dias, patacho brasileiro
V.Ionio, de mu iiuii'lla .as, capitao Fran-
cisco Nicolao de Araujo, equiparen) 10,
carga farinha de mandioca e mais gene-
ros ; a Novaos Companhia. Passageira,
Josepha Maria da Conceitao.
Rio Graiido do Sol 30 dias, brigue brasi-
leiro Principe D. Affoiuo, de 212 tone-
ladas, capitao Francisco da Silva Avella
da, equipagem II, cirga carne secca ; a
Manoel Gonrjalves da Silva.
Navios sabidos nomesmo dia.
Liverpool com escala por Macai patacho
inglez May, capitao VV. Millard, carga as-
sucar e lasiro.
Ri i de Janeiro e portos intermedios vapor
inglez Tewiol. commandanto II. Ilivott.
Passageiros, John Llufrio Jos Manool
Duarte Lima e I criado, Carlos Ricco, D
Margandi Lemos e 1 lillio, Antonio Fran-
cisco do C irvaliui, II. Kallcnann, Dani si
Accyole de Azevedo, Jos Martin Vieira,
J mi ni ni Ferreira Carneiro, Antonio A. de
Barros, JoSo|Jos deOliveira Junqueira .
Siniio Estelita de Paula e Silva te Ju.'m
Belizaro Soares de Souza.
Navios entrados no dial.'
Rio do Janeiro 33 dies, brigue brasileiro
incansavel Maciel, de 210 lonelladis, ca-
pitao Luiz Pena, rquipagom 13, em last'o.
Veio receber pratico o seguio para o Ass.
Ballia 13 dias, galera portugueza Braca-
reose, de 272 tonelladas, capitao Rodri-
gues Joaquim Corrcia, equipagem 13, em
lastro ; a Novaes & Companhia.
Terra Nova- ;-'.!;,-.:., paUChO dinan.irqucz
Lovise, de 131 lonelladas, capilSj N. Po-
tei-ion, equipagem 8 carga bacalho ; a
Me. Calmonl& Companhia.
Coleraine--49 dias, brigue inglez Lily, de
162 tonelladas capitao lames Torode ,
equipagem 10, em lastro ; a Le Bretn
Schramann & Companhia.
Buenos Ayres 26 dias, brigue sardo Pau-
llltl, de 126 tonelladas capitao J. F.
Gaggino, equipagem 11, carga carne sec-
ca ; a Manoel Alves Guerra Junior.
Navios sabidos no mamo dia.
Parabiba hiate brasiloiro N. S. das Neves,
mostr Jo3o Francisco Marlins, carg fa-
zendas e mais gneros. Psssageiro, Jo3o
Jos Gomes.
Babia brigue inglez Titania, capitao W.
W., carga a mesma que trouxo-
Navios entrados no da 2 de nnnemhro
Boston -- 50 diaa, brigue americano aGeor-
ge (illsn, de 173 tonelladas, capitao II.
Perkins, equipagem 8, carga, farinha e
fazondas; a Henry Fnrsler & Companhia.
Rio Grande Queem Duwager William.
Rio de Janeiro Ohio Supoly Catbarina
~ Yankee Blade Conslaotine.
S. Francisco Emily -- Janet Peasl.
Valparaso Llewatlyn Robt Wbilewy
- Mary Wood.
Navios promptoa om Liverpool, par
Guayaquil--Alien Brooks.
Montevideo John Woodall.
Panam Jane II ir,i.
Pernambuco Flint.
Rio Crande -- Queen Dowagor William.
Rio de Janeiro Kyron ureo.
S. Franoisco Pearl.
Navio carga em Londres, para
Babia Ide.
II rmu la James Valcon.
Bueno Ayres Tai lar.
Punta Arenas Esjeranza.
Rio de Janeiro Chevalier.
S. Francisco Viclor Prince Charlie.
Valnaraiao & Lima Wanion Lelianca
William & Mary Princas Victoria.
Navios a carga no Clyde, para
Rio de JaneiroDove -Georgiana.
A carga no Havre, para
Babil Gustavo II Viciorine.
Buenos Ayres -Paran Marguerite.
Montevideo Normand --Casimir.
Pernambuco Cesar Pernambuco.
Rio de Janeiro Empereur du Bresil
Levaillant Merle.
S. Francisco Suney Malouin Courner
llorn lo.
Valparaso-- Esperance Borneo Sirene.
A' carga em Burdeos, para
Arica, Islayoi LimaArequipa Cygne.
Buenos Ayres Omega.
Montevideo & Buenos Ayres Bosme Ai-
meo Amerique.
dem Bonne Jenny Laure Estellc
Paul Bernard.
Ros lio Juanita Syrene I.ydie.
S. Francisco Iris- SuccesMariquita.
Minerve Rnbert Surcouf Lormont.
Valparaso Lima Globo Ceros,
.dem & Panam Paq. de Panam.
dem & S. Francisco -- Pacifique Commer-
co de Bordeaux.
A'carga em Marseillos, para
Rueno9 Ayres Dellin Arturo.
Montevi leo Siccardi.
Rio de Janeiro Emoli Indu.
Oeclaraoes.
--0 arsenal de guerra compra carvSo de
quem tal genero quzer fornecercompareca
no da 4 de Novembro prximo viudouro,
trazen lo sua proposta com a amostra.
Arsenal de Guerra, 31 do oulubio de 1851.
O K-e i,ilurano,
F. Serfico do As-isCarvalho.
Por ordem oo lllm Sr. Director Interi-
no, faz-so publico, que osexam^s lo Lyceu
dosta o i alo devem principiar no dia 5 de
novembro vindouro, comecando pelos de
lingoa nacional.
Secretaria do Lyceu 31 du outubro de
1851.
O amanuense,
Hermenegildo Marcellino de Miranda.
Pula secretaria da camira municipal
desta o. I ni .1 -eir as irmaodades do
Terco, Santa Rita, Espirito Santo, e Sacra-
mento da lloi-Vista, que nova mente devem
mandar a mesma secretaria seus procara-
dores, (os mosmos) para as9igoarem um no-
vo temo que se fez rostringiudo o numero
das catacumbas, quelites foi3o concedidas,
e estabelecendo a manoira porque devem
ellas ser collocadas, segn lo o ultimo pla-
no approvadu pelo governo da provincia.
iraODESIZlBEL
BEVEFICIO DO ARTISTA ,
Germano Francisco de Oliveira.
Quarla (eir, 5 de novembro de 1851.
Urna osculhida ouvertura servir de pre-
ludio ropa-santa ,-u do excedente drama,
de grande espectculo em 5 actos,
O Tributo das Cem Virgens.
Per se na gens.
Fernando IV, rei de caslella Coimbra.
I). Boltrilo Benavides, juslica mor -- Reis.
I) Anu ar ile Aranza Pinto.
D. Alfonso de Carvajal, com o nomo doNu-
nez G irmano.
Zu liga soldado Bezerra.
I). Alorza, capitao das guardas Cabial.
D. Christov3o Raymuudo.
I). Manoel J. J. Pereira.
Aluares. aguazil mor Alves ,
II,i i o t Ll-Zegri, embaixador mouro Sil-
vestre.
Peblo, aldeao Jos Alves,
Malinas, idem Monleiru.
Joanita, pagem do rei Rozeu le.
I). Ignez, niuliicr de Aranza I). Julia.
Marcolla, irmaa de Zudiga I). Mauoella.
Fidalgos, soldados, mouros, mullieres, etc.
A scena he no reino da Caslella, na carie
de Fernando IV.
Nolim do drama a senhora D. Carmel la
Lucci canlar uina linJa modinha bra-
sileira.
Torminar o espectculo com a graciosa
tonalilba hespanliola, intitulada
O Poeta e o Muzico.
Cantada o datada, coi Uredo pela Sr.
11. Mainel la e ossenhores Montciro o Ray-
muudo.
O beneliciado dirige desde j os seus sin-
cer vol de agradec ment a todas as pes-
soas quo se dignaran) prolega-lo.
Come^ar s8 horas.
Theatro de Apollo.
eerca-fclra i de'.novembro de 185i.
14". RECITA DA ASSIGNATURA.
Depois de urna bela ouvertura, subir a sce-
na com todo o aparato o maguilico drama
Avisos maritimos.
bom e bonito pagem, pardo, es-
--------------------- cravo de ao anoos": pode diricir-
-- Para o Rio Grande do Sul, segneimpre. .-._ .
terivelmenteno dia do corrente" a escuna a ra das Larangeiras n. 14 ,
Santa-Cruz, capitn Manoel Pereira de S, segundo andar, que troca-se por
recebe carga a frete : a fallar com JoBo oe
Francisco da Cruz, na ra da Cruz n. 7, ou 0JU'000 rs-
com o musmo caniiSo oa praca. .." Po'-o-? de um amasssdor: na ra
' Para Aracaty larga pn Rozariu, padana n. 48-
Sabe impeterivelmenie at o dia 18 do ~ Offerece-se um rapaz brazileiro, para
corrente o hi.te Flor de Uururipe; quem c'*"ro de loja fr.nceza, ou para outra
nelle quizer carregar, ou ir d- passagem di- q"alquer. tend0 ja pranca, e dando fiador
rija-ae". ruada C.deia do Recif. 49 sen- desua conduela : n.ru. Velha.n. 56._

gundo andar.
Leiles.
Tendo a irmandada de 8. Joa d'Ago-
nia, erecta no convento de N. S. do Carmo
deata cidade,a seu cargo veneranda ima-
gem do Sr. Bom Jess dos Paasos 4o dilo
convento e achando-se em mao estado, a
-- Richard Royle far leilfio, por nter-
vencSo do corretor Oliveira, de umcomple- meza rogadora da referida irmandade com
to sortimenlo-de fazenda inglez, toda a coadjuvatao do fieia a mandaram encar-
propria do mercaMo : terca-feira, do cor- nar.fazer tnica, replendor, e outro orn-
ronte, s 10 hora da mandan, no seu arma- to de que ella multo precisiva : agora que
zem, na ra da Cadeia dorecife. aeacha prompta do mais excencial, preten-
dem faze-la benzer com pompa na aegunda
Dominga do mez de .Novembro em quenosa-
chamo, em a igreja de N. S. do Terco, onda
'
para se
reunirm em nosso comisiono aa 9 hora
da tarde do da aprazado para o acto cima
declarado e lumbom ruga-so aoa moradores
das ditas ra que tenhSo sua testadas
Hopas.
Avisos diversos.
- Bordin Luigi, retira-so para o Rio de 9e t,cU,''t dopos'ilada. e logo em aeguida fa-
Janeiro ze-la conduzrem solemne procissSo pira a
- Lu'igi Bordin. pretende seguir viagem ?uV?reJVe'"'ru,',s^ui"l":il?,1AUig"r
para o Itio de Janeiro. '". c,nco PooIu.tu Dtre.ta, ra doUvra-
- Relir.,-se para a Baha Maria Lanise ment, ra do Quoimado, ra do Col ogio,
Philippne Tappo, e subdita hanoveriana. r" '' C,,MP' rua Nor' ru' d,S .rior^>
-Da rua do Gollegio at o theatro de San- Cambo do Carino ereJoliier-.o.e aasim con-
lal/uhel. perdeu-seuma pulceira de ouro vidamus ao ti
i-un algumas podras deventurina ; qm-m a
tiver ao ui lo, e quizar reslitui-la, dinja-se a
loja n. 3, ao p do arco de S. Antonio.
Selins inglezes.
s,'u chogado na rua Nuva n. 47, o melho-
res que ha no marcado : e por pre;o com-
modo.
- A ni la nl'jg.im-so os dos [irimeiros an-
dares dos sbralos da rua da Praa u. 29, e Compram-se escravos e vendem-ede
31 : a tralar na pracinha da Independencia, commissao, para dentro o fra da provin-
o.33. oa: na rua da Cacimba, sobrado n.n, on-
-- Voou no dia 29 de outubro, paraos demorou oSr. vigario do Recife.
quintaos das caza d rua Baila, ou su Compra-se um sitio feito ou terrispro-
immadacdes, um papag.io com um pedaco Prias t""* levanla-lo, o qual porm scja
de correte de ajo opo: quemo achou o margem do Capibaiibe, tetina baixa pata
quizer restituir, v ua rua do Mundo Novo, capim, e outra vautagens: na rua do Ara-
a, so. gao n. 12, segundo indar.
- Os senhores asslgnantcs do Apostlo "" Compra-se urna preta moca.de bonita
do Norte, mora lores nesta cidade, que, ou "8"". sem vicios, sabondo bem engommar
pordedcacao ao systema republicano, ou e cuznhar: ua vonda derronte da Cadeia,
em razio da amizade, que vutamao redac- n. 26, n3o ae^ollia o pretjo.
tur, se dignaram aceitar o referirlo periodi-
Compras.
co, queiram tor a bondado de satisfizer, no
espaco de oito dias, o primeiro quarlel a
quem appresenlar recibo impresso, e assig-
-ado, aiim de ultimar-sea publicag3o dos 3
niimeros, que restaui, e poder dosempeuhar
o mesmo redactor a obrigacao a que se su-
V cutas.
Attencao, na rui do Collegio
n. 3.
Von le-seosseguintes artigos do Ierro luu-
jeitou som quebra da sua dignidade, sals- dido, o outros metae; segura papis com
fazeodo este dever a lodos os qua prompta- gura de dilTerente modollo ; cinzoiros o
ment pagaram. As pessias, quequizerem dopozilo para charutos porUrelogjo. r-
assignar o Apostlo do N irte, pargaraoadi-
antado a vista do competenlo recibo
ii.iimixi assignado," avisa a tolas as
pessuas que livermn valles do importe de
bolacha por ella firmado, ou seus calxuiros,
l'nnjos para fazur fogo, crucifixos, dubado-
i i-ion r a-, para sergueiros depozilos para
penas o limpadoresdas mesmas, apagado-
res de vellas, guarda-juiascom almofadas
de voludo, palmatorias e pui 11,chai uto,lam-
i appresenta-los al o da 10 Je novembro paiiua de porcellana transtarenle, caade-
Noticias miritimas.
Navio carga em Liverpool, para
Arica t lalay Branscombe.
Baha Angelina Fayanay.
Buenos Ayres Ino- Katherine Gwldy.
Guatimala Monaroh Pililo.
Harbor Grace, Newfll o Brasil -Greyhound.
Lima Calbao Templeman Courier.
MaranhBo Elizabelb.
Montevideo Atyth John oodall.
dem & Calhao Bernard.
Zamoi,
Pelro,
CnristovSo,
. Guillermina,
Mariquita
D. Ramiro,
Liverpool 42 oas, patacho inglez allenry! Rustan,
Margeret, de 108 tonelladas, capilSo M. '
Elhs, equipagem 8, carga, fazendas; a
G. Kenworlhy & Companhia.
Santa Catnarina 30 dias, patacho brasi-
loiro Margarida,* de 116 lonelladas, ca-
pitao Jus da Cunlia Junior, equipagem
10, carga, farinha de mandioca ; a Luiz
Jos de S Araujo.
ObtervafSo,
No dia 31 do passado, reoolheu-se da com-
missao o brigu i-escuna de guerra brasileiro
Olinda, commandaute o primeiro tente
Loureiro.
em 3 acto
Hariadan Ihrba-roxa.
Actol.' Atric3o.
Acto 2. O combate.
Acto 3* O interrogatorio.
Personagens, Actores.
Ilarba-roxa, Usenhores Cota.
I). Alvaro, Mello.
I). Carlos, Telles
Guimartat,
Figueiredo.
Miranda.
Jorge.
Caetauo.
Assenhoras D. Joanna
Soledade.
Soldados espanhoes, soldados Turcos,
camponeze^, camponeza etc. ele.
Terminar o espectculo com a jocoza
farca,
O JfJIZ DE PA^ DA ROCA.
As engracadas partes de Manoel JoSo, e de
Anninha, seiio feitas pelo Sr Santa Rosa, e
D. Soledade, que tantos applauzus merece-
rn no theatro de Sania Izabel.
Fnblicacao literaria.
A sombra do tnartyr da liberdade Joaquim
Nunes Machado, acaba do satiir do prlo, e
acba-sea vndanos lugaresseguintes : largo
do Cul
Dourad
ro d
200 rs., cida um olueto.
do coi rento anuo, afini do sercm pagos, de-
clarando que dessa dala em diant-, n3o pa-
gara mais qualqucr vilo que tenha com
dala anterior, tendenlo a bulaxa.
Joaquim Correia de I! -zonde llego.
100,000 rs. de gratilicacao.
Roga-se as autoridades policiaes, que cap-
turom o escravo Manoel, pertoncente a Se-
ii -.' i.i Marques do Niscimcnlo, lucido des-
de o dia 8 do mez de sotembro. Fui
ella escravo do Sr. Gabriel AITonso lliguei-
ra, quem foi comprado ltimamente : lem
28 anuos do ida le pouco maisou menos, cor
fula, com falla do dous denlas na frente, e
de Cibollus doladoesq-uerdo da cabeca, que
se lo na bum visivel por parecer urna co-
ra, tem olhos pequouos, beicos grossos.
sem barba, baixo, corpo regolar, he oflicial
de funiluiro. Trajava jaquila de riscado
azul, calca branca, camisa de madapoln, e
levou una truuxa, contendo calcas o jaque
tas : quem o appreliender e levar rua ila
Aurora n. 62, receber a gratilicaQo pro-
mettida. Suspeita-sc que fosse seduzdo, e
por isso desde ja protesia-se contra quem o
conservar em seu poder.
Desapareceu um escravo de nome Joa-
quim, de idade de 33 anuos, do nacSo, alio,
secco, com urna pequea ferida om cima de
uir pe, traz um anelinlio c n um dedo da
.n3o : quem o pegar, leve-o no engenho Ma-
riuna, ao p de Goiauna, que ser generosa-
mente recompensado.
O abaixo assignado, faz publico, que
ninguem faca negocio al^um com um vallo
seu, d i quantii de 100,000 rs., poro ter per-
dido no dia 31 p. p., mez de outubro, depois
de o daver resgatado : por tanto tornar-se-
la milla a qualquer tranzarlo que possa
apparecer sobre o dito valle.
Jos Das da Silva Cardial.
Aluga-se a loja do sobrado n. 51, da
rua Nova, com bastantes commodos para
qualquer astabelecimoiilo, a quem comprar
urna ano i(.ln nova toda envidragada, que
existe na mesma loja a fallar com o Sr.
Coimbra, junto a igreja da Concedo.
Precisa-se de um feitor portuguez :
quem estiver nestas circunstancias, dirja-
se aos Afoga los. Da rus do Gatuca, venda de
Jlo hespanliol, queso dir quem precisa.
Goveia Ot Leite, embarcam para o Rio
de Janeiro, o seu escravo pardo de uome
Francisco.
Precisa-so de urna ama : na rua do
Hospicio, casa n. 17.
I'recisa-se de urna mulher forra, para
ama de urna caza de pouca familia : na rua
da Guia n. 42, primeiro andar.
Pode-sc no Sr. Guimaraos, diguo em-
prizario do theatro de Apollo, o obsequio de
levar a scuna, a comedia o Juiz de Paz da
Roca
Precisa-se de urna am parda ou preta,
para tratar d? um menino: na rua dasLa-
rangeiras n. 23.
Tendo abaixo assignado por mais de
urna vez, por meio do repetidos annuucios
no Jornal Imprensa declarado que ha
mnio havia pago a letra da quanlia de
188,810 rs. que Ihe constara esistir em po-
der ilo procurador de senhor NI .noel Pereira
de M ',; i lia.-., |,-Li .i sacada em selo de Janei-
ro do 1842a cinco metos precisos por Braz
Antonio da Cunha o acoit peloabaixoassiti-
nado, seado que o seu valor fra recebido
parte pelo Sr. Guilderme Augusto lludrl-
gue sol'-,por nr ordem do sirador, e parte
pelo proprio sacador, romo tudo consta do
carias e recibos existentes em poder do a-
baiso aasignado, torna de novo a protestar
contra o segundo paganismo, quo se preten-
de esterquir, rogando a quem quer quo a
leuda recebado, que a restitua ao mesmo Sr.
Braz Antonio da Cunha, da quem o abaixo
assignado nunca p le liave-la depois de pa-
ga, e ilo sob frivolo protestos, sendo um
des'es o ler-se esqueci lo das chaves da
gaveta no malo, como consta do urna sua
carta .'! e contra quem pretende propor a
competente acc3o nao scivel comenme,
atiento ao dolo por que ba procedido, atien-
ta a osloieilu que procura pur em [iratica !
Calende 30 de outubro de 1851.
Luiz l'oroiia Viaona.
Jos Rufino Climaco da Silva, daixou;
labos para Vellas, tinteiros, e aerra papis,
guarda pennas, unirla relogios, jarro pa-
r-a plantar llores, espellios, ludo o melhor
possivel, novamente chogado e irom--lc-o
vender multo om couta, o inultos mal ob-
jectos.
ii.ron j romano admiusiralivo ; e obras do
1'. J. Proudhon, o hoileusius de S.
Albn.
Est3oa na venda,rua das flores n. 21 os se-
guintes livros en francez, novo e boa cu-
cadernacao franceza : mlul.ui cxplica(3o
histrica das institutssdo Jusliniano, l'a \
1814 2 gr. Vol. 8*. : por 12,000 rs., o mesmo
aiiiliui : historia da I0..-1-I u,- 1 romn 1, des-
de a sua origom al a uiod-rna lo^islaeio,
Pars 1846 I vol. 8o pr. 6.000 rs., Liferrie-
ro, anlign professor de .lireilo adminialra-
tivo na iiouii.i lo Jo Rennes, curso do di-
elto publico o administrativo, Pars 1841
I86 I gr. vol 8. pr 8,080. P. J. I> 011 lli 111,
da oroao'io da ordem na humanidade, 011
principios de organisacSe poltica, Pars
1813 I vol. 8 iiequ -un pr 5,000. O (Bosnio
11,1 ,01, a o v.-Iliui.- memoria subre a pro-
uriedade. Pars 1841 1 vul. em 8 dito pr :
5,000 rs. Saint Albn, iogicajudiciaria, oa
tratado de ar^umentacOe legaes: seguida da
-lgica da consceucia Pars 1811 1 vol.
8." d. pr 4,000 rs.
Venda-so Raporlorio do theatro francez
em 4 grandes volme-, historia eclesiaatiqua
pur le n 1.1 ur .Vio ola! I M u'i.imo 6 vol. :
Historia do Brazil pur Constancio, 2 vol. Ar-.
le potica de Horatio urte de francez por
Lhouond, Diccionario histonco.Geografico o
Muhologico por Francisco d) Paula Jacou,
cartas du Cicoro, Tereulii Coma; lis, poesas
de Diuiz du CruzProsodia de B. I'.l'in Athlas
geogrfico novo ; filosophia do Pairard etc.
audo quasi novo, pur preco commodo as
ciaco pontas u. 25.
Vende-se um sitio a beira do rio com
excelleole caza, tendo de frente mus e 90 de fundo com grande sala adiante,
gabinetes, c 2 alcores, sala igual a traz,
.nais :i quaitos o cusinhi, cun mais de mil
palmos de cumprimento, e 800 defrente,
com grande baixa de capim, terreno de boa
produccSo.excellento bando, e p rto da pra-
Ca por ser antes da Caza-Forle ; a fallar com
Nicolao Gadault, ruada Aurora n. 20 segun-
do andar, ou na praca da Boa vista na caza
que o mesmo ah esta edificando.
_ ,wutiVMa-BU U.W..V uuub.iuics queiios
de sercaixeiro do Sr. Manoel Joaquim ( f|mengoa, ltimamente dusombaicados
^7r.;4;Wrg.e-.r.gin-.r: Ur'go f^^ll'^o"^^ Tr lamento P6n' ^WcXrTXV" '6'>: qUU'
ni.._ n .- o.,.,;, a. i a, r.i agrauece au meo uu 01. y toiu u.! d0 p,i90 jo Laimo, venia que outra uam
n^la^tlokm'io^ 8 e ater- """ d.olle nMbw,> *unnU a"n' ,nOZ,!,1a cambo, do mesmo nome. P
ran, ru* Siraii* ao itumiu u. o. o ouji-i ft ,||- nuc nxiitiii fl/li SU Ctsa ,t .,
a Boa-Vi.lan. 74; pelo mdico prende eWd,"A^"''V,^ I -Ua"co Tiolto de moguo bordado : na
Lotera do Hio de Janeiro.
Aos 20.000,000 ders.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4a vendem-se bi-
Ihetes inteiros, ineios quartos ,
oitavos e vigsimos da 18. lotera
do theatro de S. Pedro de Al-
cantara.
Veude-se ou troca-se por um cavado,
bom, que sirva para passar a festa, urna es-
clava de bonila figura e propria para todo o
s-i vico de urna caza na rua Direita o. 104,
luja de om .\os.
Cbeguem IVegitezes,
Vendem-s n rus do Lfvra mrito loja
amarella da estrella, n. 5 de urna s porta,
couros de lustro do melhor quem tem vindo
a e-te mercado, pelo diminuto prnco de 3/,
ris a pello, bezerro francez, marroquinsds
todas as cores, sapalos do Aracaty de (t-
meme de menino, por procos commudos,
assim como sola, o couros miudo da me-
lhor qualldade : tudu por precos commo-
dos, assim como sapatos de marroquim para
..Minora, e sapalOes de bornea, de lustro o
bezerro.
Veude-se um eazal de gansos muitu
novos. por barato preco: na rua de Horta,
o. 110.
Vende-se una prela posnte, e de bo-
nita figura : na rua Augusta n. 22, em casa
do Lobo.
Vende-se ou aluga-saj. para passar a
feata, duas grandes caza, sitas no lugar do
Barro; com grandes quintaos,que tem do
fundo para mais de 690 palmos, com copa-
das e arvore de fruto, com banheiro da
agua doce : a tractar no largo do Terco o. 22.
Veodem-ae muito superiores
ltimamente dusemt
prego do960 ris: oa quina

Qaem quizer possuir um ruadaUniaou. i.
-V. >
Jm



GElNCIA
da fundido Low-Moor.
RUA DA SF.NZAI.LA NOVA N. 42.
Ncste eslabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sort-
nicnlo de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lamanhos, pa-
ra dito.
Deposito da fabrica Santos na Ilalila.
Vcnde-se.cm casa doN. O. Itieber&C.
na ra da Cruz n. i, algodo transado da
quella fabrica, muito propno para saceos de
laucare roupa do escravos, por precocom-
modo.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
4
N rT^V^'^lSrnllZ' nrm i Familia de mandioca.
Na funnicflo de Ierro a ra do nrum,l
acaba-se doreceberum completo sorllmcn-/ No arnwem de \nlonie Atines Jaconaq
to detallas de 3a 8 palmos de bocea, ag^'f'sno caes d Alfanc-ega vendo-se farinha
acham-se a venda por proco com- de mandioca em socas, sendo de ptima
qotes
modo, e com promptidSo cnibarcnm-se, od
carregam-se em carros sem despezas eo
comprador.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Batatas novas francezas.
qualidade, e per preco o rniis commodo do
rrecjado.
Na loja pernambucana,
da ra do Crespo
n. 11.
Vende-se merino preto lino, cova-
do a 400 e 500 rs.
i
doltecife n. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa cliegada ltima-
mente, a precos milito rasoaveis.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas ds 100 libras
aortidas, dei a i Geni libra, etum-
hem de um tamanlio, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : (rata-sc no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Para as escolas.
Vcndc-se 110 pateo do Collegio, loja do
livro azul a svnopsis do general Abrou e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo Cxm. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
(ura o historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prego em brocliura 2,560
Lncadernada 3,300
tap Paulo Cordciro
vundo-se na leja do Cunlia c Amorim, na
1 na da Cadeia do Uecir.'.n. 30, esto superior
rap, em botes c meios ditos, recentemente
llegado, por proco conimomdo.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
enca de Ldwin 31aw.
Vendem-so gigos com 16 a 18 libras de '*,fc'**rfat Age
balotas novas e de superior qualidade a
6t0 rs.: no caes da alfandega, defronle das
escadiohas, armazem deCoveia & Das
Vinho de Clianipagne,
esuperior qualidade : vende-so no arir.a-
i'in Kalkmaou lrm9os Hua da Cruz, n. 10
Anfig-o deposito de eal
virgem.
Na ra dos Torres, armazem n.
12, ha muito superior cal nova em
pedras chegada, ltimamente de
Lisboa
Cal virgem cm pedra
Chegada recentomente de Lisboa, em anco-
ras muito bem accondicionadas, e por preco
commodo; no armazem do Silva Oarroca,
ua ra do Trapiche n. 19.
Casa tie commis.so de escravns.
Vendem-se c; cravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se ollerece muilas garantas
a seus u'onos t na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
-- Ventlem-sc velas de ospermaecte, om
caixas.de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia : na ra da Cnil nu-
mero 55.
Inda continua a vender-sc barato.
Cortes do casemira preta por 5,000 rs., di-
tos de brim escuros delistras a ,000 rs e
1,6110 rs ditos do castor 1,130 rs risoados
do algodo a 180, c 300 rs., nscadinhos
francezes a 130 rs. o covado, o militas mais
fazendas por baralissimo proco na ra do
Crespo n. 6.
Deposito de cal virgem.
Castor branco.
Na ra do Queimadn, |oja n. 17 de Paria
& Lopes, so chegados o vondem-se chapeos
de castor branco, de formas muito bonitas
o por preco imis barato do queem qualquer
parte.
De novos dezenhos, a ne 15/ rs.
Na ra do Queimado, loja 11. 17, vendem-
se cortesde seda de quadros a escoceza, pa-
drees muito delicados, a 13,000 rs., ditos de
ditas de ramagem, a 15,000 rs.
RARATISSIMO !
Ra do Queimado, loj* n. 17,
vendem-se po?as do riscadinlios finos, de
cores tixas, com 3H covados, a 5,000 rs. ;
cambraias francezas, de cores modernas, a
560 ra. a vara; cambraias lisas, finas, trans-
parentes, com 8 1|3varas, a 3,500 rs. a pe-
da ; cambraias de lita abertas, a 280 rs. o
covado ; chitas francezas, largas e tinas,
310 rs. o covado; casimiras de ciVescscu-l Z.
ras, a 3,810 rs. cala corto; ditas do dita del1*
padroes modernos, a 5,000 rs., e mitras fa-|
zendas, por barato preco.
Lotera do llio de Janeiro.
Aos 2o;ooo,ono de rs ,
120, a 1,100 reis a duzia ; ditos de cores a
JO res; novel los de linha de corea, a 1,900
reis a libra ; e branco muito barato, assim
como espelhos do diversos tamaitos, por
precos baralissimos; caivetes de aparar
penas, a 240 e 330 reis ; e de 2 folhaa mui-
to finos, cabo de vlado, a 800 reis; caixas
do (vseles, a 70 reis; ditas de colxetea
preUa, a 80 reis; trancelins de cores, a 0
reis; edo burracha, a 80 reis; botos de
calcas a 200 reis a groza ; lig linas do luir
rrcha, com diversos nomes de senhoras, a
|000 reis; honelsde cabello, muito lindos
para meninas, a 2,000 reis; novellosdV li-
nha de marca a 20 rois ; caitas de poz para
dente', a 100, e 140 reis ; pecas do fila de
linho, a 40 rais ; macos de aljofrcs de va-
rias cores a 500 reis ; botOes de madrepo-
rola,a 500 reis ; deagat, 200 reis ;e de li-
ona, a 120 reis a groza; pecas de fita retroz,a
560 reis, o de 18a a 180 reis ; esrovas finas
para cabello, a 560 reis ; aderecos pretos
devidro muito linos, a 500 res; e par de
brincos de dito, a 100 reis ; e de nrame, a
40 reis ; lliesouras linas a 240 reis ; botes
de seda de varias cores, para emfeites de-
palits de meninas, a 120 reis a duzia ; da
tos do osso para a bertura do carnizas, :
240 reis a duzia ; o dourados finos a 600
reis ; setim amarello com pequeo toque
do mofo, a 610 reis o covado ; gales, e es-
piguilhas, rondan, oalllnetes de ferro para
armadores, tu lo muito barato,pois j* pouco
resta para acabar.
O Na loja peroambucana, O
da ra do Crespo
n.n.
Vendem-se ptimos brins brancos,
O com lislras de cores, a 200 rs. o
G covado. A
Vende-ssum escravo moQo proprio pa-
ra todoservico de campo na ra da Prau Ty-

i>
na casa feliz,
los qualro cantos da ra do 1 Herniado t\.\ pographia Irparcial.
30, vonilem-se os muito afortunados bilhc-: l'-ir'l ll i'rl
tes, meing, quartos, oitavcs e vigsimos da;
54. I. I -n.i da Santa Casa i'c Misericordia,
cuja lista chega ato o da 5, a clles quees-
tam no resto.
Oh que pechincha.
Vonlom-so pecas de madapolo fino com
um pequeo (o*que de cupim, pelo mdico
preco de 3,800 o 3,200 rs. a pessa : na ru-
Na ra da Cadeia do Recfc, lo-
ja de Cunta ck Amorm n. 50, re-
cebeti-se pelo ultimo navio de
Franca, Cont Itoger, seroulas de
meia com p brancas, pelas, c
;i
Vcllasde espcrmaccle.
Vendcm-se caixas de esper-
mcete : em casa de ilcardo
ioyle, ra da Cadeia Vclha,
11 37. t
Vendc-se cora imarcllii, do suorior
qualidade c por preco commodo : na ra do
l.ivramento n. 27.
1
-"i
--:'
Na
\ovos goslos
de
Ka ra de Apollo n. 6, arma/em de Me. Cal-
iiiout& companhia, acha-se consunteineale
bona sorlimeatos de Uixa de ferro coado e
balido, (auto rasa como tundas, moendas lu-
cirs todas de ierro para animaes, agoa, etc ,
ditas para aunar em madeira de todos os lar
malinos c uiodellos o inais moderno, machina
horisoulal para vapor, com torca de -1 caval-
I"-. clicos, passadeiras de ferro cstanhadu
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovena para navios, ferro ingles
lauto em barras como cm arcos lotlias, e ludo
por barato preco.
farinha de mandioca.
A mais nova o muis barata familia de
mandioca que ha 110 mercado, vendc-se Da
ra da Cruz do Iterife, armazem 11. 13, de
J0S0 Carlos Augusto da Silva.
Principios geiaes de economa pu-
blica e industrial.
Veii'Ie-sc este compendio, approvado para
as aulas de primoiras letras, a 480 rs. : na
pr.aea da Independencia, livraria n. 6 c8.
iiombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Rrum ns. C, 8 e 10,
fundicSo de Ierro.
Km eata de J. Keller &. C0111-
panhia, na ruada Cruz n. 55,acha-sn a ven-
da oexcelle lo e superior finito tic lill-
ccllan, em barris de 5., he muito recom-
meodavel as casas estrangeiras, como ex-
oxcellentc vinho para pasto.
Mercurio.
Vende-sc mercurio de primei-
ra sorte, a preco commodo : cm
casa de A. C. Abren, na rita da
Cadeia-Velha, n. 48.
Velas de esperinacete.
Vendem-se velas de esperma-
ecte de primeira qualidade c por
pre;o commodo: em casa de A.
C. de Abreu,na ra da Cadeia-
Velha, n. 48.
DL\ ERES DOS IIOMENS,
a 5oo rs.
Vendc-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadcrnac,2o, a 500 rs.p
cada um: na livraria n. 6 e8, da prac,a D,
Independencia.
Cheguem freguezes a fazendas
baratas.
I'essas de cambr-ia com lislras decores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortes de dita
com salpios a 2,800 rs., dilas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
escura por240 rs o cova Jo, ditas prelas a
100 rs.o covado, dem para habatos ecorti-
nados a 2,100 rs. a pessa, cortesde chita
nm 12 covados a 1,800 e 1t920 rs. : na ra
do Crespo n. G.
Vendo-se a mor parle de um grande
predio de tres andares, o sotaocom trapei-
ras, com duas frentes guarnecidas de vaian-
das de ferro nove, e edificadj moderna
com toda a solidez e perfoicao, cito na mo-
llior ra do bairro de S. Antonio desta ei.la-
do, c cujos rendimentos produsem avultado
juro ; os preleiideulcs dirijam-se ao Corre-
lor Oliveira.
Arados de ferro.
Ycndem-se arados de diversos
modelos, assim como americano-)
com cambSo de sicupira e bracos
da ferro ; na fundicao da ra do
Rrum ns. 6, 8 e 10.
Vendem-se amarras de ferro : na ru
pa Seozalla nova n. 43.
Moinhos de vento
com bombas do Wucho para rogar borlas Q90C OGOOOOOOO
d baixas de capim : vendem-se na fundicSoj lua do pa scio publico n. 5,
do Dowman o Me. Callum, na ra do [irutn na anliga fabrica de chaoos de sol vendo-se
ns. 6. 8 e 10. I chapeos de sol tanto de panno camo do se-
___Vendem-SC relocos de OU- da para hornera c senhoras, meninos e mo-
. P _.._ ninas de escolajcobro-se qualquer armaco
roeprata, patente inglez ; na ra, de(.hipeulie 80i,tantodo seda como de p-
da Scnzalla Nova n. l2. ninho concerta-suestesobjectoscom muita
Moendns superiores. prontidSo e brendade.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, -- Vende-se um exccllenle sitio em Do-
era S.-Amaro, acham-se a venda moendas bcribe, perteneentnao Padre Francisco Jos
do caima, todas de Ierro, doummodeloe daj Lira; a rall 090StruC{80 muito suporior ra da Aurora n, 63, segundo uolar.
Cunha o; Amorim, vendem barris com cal 11
empedra, chegada ultimarnento do L.sIjos, |]
na barca Slargarida, por menos preco do
que em outra qualquer parle : na ra da Ca-
deia do Recifen. 50.
- Vende-se muito supet.orcal ocova(,o!
de Lisboa, v.nd, pela barca Mar- ^^ b8ra|J88i(naSa
parido, entrad, ueste porto em 28, ^unMn^^ftn eom cores,de30, a
do mez prximo passa.lo, he a i 30,000 rs., chitas bonitas com cores seguras,
mais nova c moderna que ha no?n'"de 38 covados por *,SOO rs... pecas de
do Crespo n. 5, loja quo volla para o col- encarnadas, lie o iiielhor que tem
''?10, 1 n .. I vindo neste genero, e vende-sc
No aterro da Boa-Vista, loja por baratissimo preco.
18, detronte do tribunal (lo 1 .. pa ra do Vigario n. 19, prinicira an-
COnimercio (,ar' vende-se cal virgem de Lisboa, chega-
Vj 1 da ltimamente, a 4.500 rs. a barrica, e mer-
endem-se ricos cortes de cassa | Curi,.doceem l.ias de 1 o 2 libras
a 2,000 rs., c chitas de pidriJes es- Q?**9*(??****??.,?>
euros e cores fixas a 110 e 1O0 rs.
que
mercado, por preco commodo : na
ra do \ iario n. y armazem da
Carneiro & Ramos.
-^..-..u.. v :;. p;iiQfl j0 bonit08 padrOPS a 180 0 200 rs. co-
riscados de quadros com 38 covados por 5^
rs., ditas de chitas rochas llores encarnadas
de cores fixas por 6 400 rs cortes de casemi-
ra s de bonitos goslos a 3,000 rs., ditos de
(ditsmuilo finas a 5,500 rs., castores para a400rs. : ni ra do Crespn. 6.
ALCODAO' PARA SACCOS. V
vende-se muito boin algodo parasa-
eos do assucar, por proco commodo: *
om casa de Ricardo llovi, 111 ra da *
Cadeia n. 37. ^
Lencos.
Lencos de cambraii abortos, proprio para
senhoras c meninos a 360 rs ditos com lu-
co a roda o palmas as ponas a 403 n 440
rs., ditos de cambraia de linho para homom
( .vado, chales de tarlalana de muito bous gus-
tos a 1,200 rs., ditos pretos de lila mullo
8 'grandes c eneorpadosa 3,200 rs.,ditos do lila
de goslos muilo bonitos, fzenda nova a
ra do Crespo 11. i-. loja
Jos Francisco Di.as,
vendem-se finissimas cassas francezas do ri-
quissinus gestos e novos nadrOes pelo ba-
rttn 1 recM de 700 rs a vara, corle de Cam-
braia liza fazenda muito lina 2,310 rs., o cor-
te ( metade de scu valor) ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corle de cambraia
piulado de cor,do gosios modernos 2,200 rs,
o coi le, superiores chitas francezas cores
muito lixasede novos pidrOec a 210 o 260
rs., o covado, dilas estrellas co'cs de vinho
e de call e de ganga a 200 rs., o covado.
Filio de linho branco e de cor propria pars
mosquelciro 610rs,a vara,brins trancados e
curo e cor de ganga com listas uiiudinhas B
1,000 rs. o corte, assim como outras mui-
las fazendas por baratos oreos.
-- Vende-se por preco commo-
dos, farinha de mendioca de Santa
Catharina em saccasgrandes, tumo
cm folha para charutos : no ar-
mazem de Francisco Dias Fcr-
reira no caes da Alandcga, ou
tratar com Novaes & Companhia
na ra elu Trapiche n. 34.
Rarateiro do Recfc.
Qucm duvidar, ousequeira soitir de l'a-
iendas para fesl, enxa a algibeia do seda-
zas, e venhQo a ra da Cadeia do Recife n.
30, quo encontraro variedado do fazendas
por proco aratissimo, como bem chitas
lias para 110,160, e 180 rs. o covado, e
dilas de ramagem para cobertas a 200 rs. :
coiles de cassa paiiOes novos com 7 varas
por 2,240 rs.; lentos do cambraia decores
!>- r.i mOu a 240 rs.; challes de seda novosm
8,000 rs. ; corto de colelo a viludado a 1,000
rs.; ditos de fusto a 500 rs.; brins finos do
quadrinhos a 280 rs., o covado; corles de
casimira para 4,000, 5,000, e 5,500 rs. ; pan-
no mescladn para palilz a 6,000 is:, o corte
de 3 covados; ptimo para o verao pnr-acr
auito leve, braoi inlQ d 1 duas larguras, joli
para frescos, leofoa por 1,200 rs., avara ;
madapoloes bons para 2,560, 3,200, 3.520, o
3,810 rs., a peca; e para oulros mullos
precos: assim romo nutras omitas fazen-
das
precos
zem de fazendas em
qualquer (,orc.lo por preco de primeira
mlo.
QOQ0090
0 Vende-seum grande sitio no lu- 1$
O gardo Manguinho, que lica defronle Q
Q dos sitios dos Srs. Carnciros.com q
q grande casa de vivenda, de quatro rj
a agoas, grande senzalla, cocheirs, q
n estribara, baixa de capim quesos- q
.-[-, lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- ('
X ha, com bomba e tanque coberto 2?
" para banho bastantes arvoredos do X
rs., algodo azul liso com 412 palmos de
largura a S0Q rs. o covado, pannos pretos fi-
nos da tnelhor qualidade, pruva de lunio,
pelos precos de 2,800, 3,500, 4,500, al 10,000
rs., dito azul do 1,800, 2,800, 3,600, 4,500 rs
o covado, dito verdcinuito lino a 4,600 rs. 0-
covadn, lencos de setim de cores para grva-
la a 1,380 rs., ditos de chita pretos para lulu,
muito grandes e finos a 160 rs., ditos de co-
Vendem-so chapeos de castor brancos
do gosso moderno; na ra do Crespo n. 10
loja..
HNMMMNNIlMM
Na loja peztianibtiana da
? ra do Crespo n. 11,
0 vende-se sedas escocezas de lindos
j, padrcs a 600 rs., o covado.
S. Flix.
Vendem-se os verdadeiros charutos de S.
Flix: na ra do Queimado, n. 9.
Vende-se por 3:500,000 ris, o sobrado
?
res de bonitos padiOesa 3 e 4,000 rs. adu-l de dous andares, osotflo com trapcira, com
zia, ditos de cassi com barra de corcsal bonita vista, o loja repartida para morada
2,400 rs. a duzia, plalilhas do lislras de li-j d familia, com boa cacimba no xago da
nho e algodo, muito proprias para camisasi mesma loja,em chitos proprios, no hairro
e calcas de cscravos a200rs. o covado, algo- do Recife, ra do Arollo n. 29,: na ra da
d3o a zul e branco, muito proprio para rou-j Senzalla Nova, venda n. 7, lira quem vende,
pas de escravos e oulras muilas i'azondas, Vendc-se na taverna da ra do Rozario
proprias para negocio e para gasto, por pre- ( esquina que volla para o hecco do l'cixe Fri-
COS muito barato : no armazem de fazendas, to n. 9, linguicas do sorlo a 210 rs. a libra,
do (iouveiu & Lcilo, na ra do Queimadn Vende-se um piano inglezes em 1>om
n. 27. i estado por 200,000 rs.: na ra do Cabug
Vende-sc um carro de qua-i n. 16.
- Vende se urna armadlo de urna taver-
Aos 20:000,000, 10:000,000,4:000,000 ,
2:000.000 e 1 000,000 de rs.
Na loja da Viuva Vieira & Filho, na ra
da Cadeia do Recife n. 24 receberam pelo
vapor l'ar.ensc a lista da S. loteria do hos-
pital dos Alienados, o juntan ente os mu a-
lortnnados bilhetes, meios e cautellas da
54. loteria a beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia, da qual vem a lista no primoiro
vapor, e troom-se por bilbetcs premiados
das loteras do Rio e desta provincia.
Vondem-8o2 11 -ulatinhos de 14a 15an-
nos, propiio para pagem. por seren muito
bonitos; e i mqlrques de 15a 18 anuos, e
urna pruta moca de linda figura, com muito
bom leile para criar, e com urna cria de 4
mezes muito linda, o bem nutrida; o urna
preta de meia idade, quo sabe bem en-
gonimare cozmhar, e fazer toda a quali-
dade de doces : na ra larga do Rosario n.
22, segundo andar.
Vendc-se um boi manco para carro,
muilo gordo, o muito bonito : para ver e
traclar no sitio do Cajueiro.
Azete de carrapato da fabrica de
Araujo&Filhos, no Penedo.
-- Este azeile pela porfeicHo rom quo he
norteado no so serr em lugar do azeile
doce e de coco, para qualquer qualidade de
candieiros por mais delicados que sejo,
como lie muilo prefirivel a qualquor oulro
por dar urna luz rniis brilhante, ser mais
tlurativo, e seu custo Ser mais baralo ; no
lem o cheiro desagradavel que oala o azei-
te de carrapato commuw, nem em nada
delleseassemelha. Vende-se em barriz de
16 caadas a 2,400 rs. a caada, no armasem
de i. i. Tasso Jnior, ra do Amorim n, 35.
A05 30.000,000
Na ra do Queimado loja n, 18 vende-se
bilhetes, meos. quartos, oitavos, vigessi-
mOs da 54*. loteria da S. C. da mzericordia
cuja lista chega no primeiro vaprate odia
5 do p. mez.
No aterro da Roa Vista loja n.
18, defronle do tribunal do
Commercio,
vendem-se pannos finos cor de caf, verde
escuro, azul e preto, a 2,000, 3,000, 4,000 e
5,000 rs. ; corles de superior brim de linho,
a 1,000 rs. ; corles de casi nira, a2,000oa
3,000 rs., e urna porco de riscados france-
zes, que se vondero por qualquer preco
por estarcm com algum mofo. '
No aterro da Roa Vista, loja n.
18 defronte do tribunal do
Commercio,
vende-sc superior casimira preta, a 4,000
rs.; veludo de algodo crderoza, verde,
azul, carmes m o prolo, a 600 rs. o covado ;
cortos deexcellentes cambraias e cassas, a
3,000 rs., e quem comprar grande porco
se Ihe vendor por muito menos.
-- Vendem-se burros novos, entre ellos
alguns ja pdem trabalbar: na ra do Quei-
mado n. 14.
Vende-se doce fino do goiaba, em cai-
xode4 libras, por proco barato : no pateo
do Panizo n 20.
Vendc-se um casal de cscravos, ou tro-
ca-se por urna casa : na ra Relia n. 16.
Ricos espelhos.
Vende-se em casa de Avrial Frer *,
p.nhlaf,oa ra da Cruz n. so l-thtoni-
vidro francezes, com rica" moldTJS"'d
molduras doura-
d ese llM.de.liio5pe.de altura'
precos muilo em conta.
Patlaria.
Por
Vende-ao urna padaria, no largo di. r
co Pontaa: a tratar com I. j. Tao Jiin "'
ou com Joaquina Lope de Almeid, c,i,
ro do Sr. J0S0 M.theus. c"Xei-
--Vende-ge um terreno eutre is d.
ponteada p.ssagcm da Magdalena, com ?!-
palmos de frente cam os mesmo. no "un I?
SOO de comprioienlo, cujo fundo | .?
abana mar da emboa, quo segu ,,C
o manguinho, e por isao pode-se u,,rPd "
Q^rdTbt.os,emperdM:D'"^
J Deposito de tecidos da fabr- *
ca de Todos os Santos
Rahia.
na

prio para saceos e roupa de csca"
voa, assim como fio proprio para re
desdepeacir e pivios pin vellaV
por preco muito commodo.
pro- *
Aos amantes do bom e barato
Na ra do Crespo, loj. da esqUina que v"o|.
It para a cadeia, vende-s cigemiri orli
.5,000, 5,500, 7,500 c 8.000 re, '.
dita de cor, a 5,000 e 6,500; piona n
preto, a 3.000, 3,500. 4,000 e 4,500 ES
verde, a 2,700. 3,000 o 5,000 ris ; dito .z I
a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 ris; dita cor
de rap, a 2.600 o covado : e outri. muius
fazendas por preco commodo.
Vende-se remos de faia para
catraias, botes &.
Barricas com snperior cimento de
Hamburgo;
Meias ditas ; e tambem vendem-
se tinas ;
Botijas com oleo de linhaca de
landa : atraz do theatro Velho,
armazem de taboas de pinho.
Familia de S. Catharina.
A bordo do patacho Dous Ir-
ritaos, vende-se farinha de man-
dioca de superior qualidade re-
centemente chegada, por mais ba-
rato preco do que em outra qual-
quer parte a tratar a bordo do mes-
mo ou com Antonio de Paula Fer-
nandos Eiras, no caes da Alfan-
dega._______________________________
Escravos fgidos.
Desappareceram do ongenho llha da Li-
herdade, no dia 38 de setambro p. p um
negro crioulo de nome Themoteo, bailo,
grosso, e tem urna sicalriz em urna pern
proveniente de urna pega com que eslivera
e urna negra de nome Felirda, lambem
crioula, de 25 annoa de idade ; quando falla
preca gagueij. : nao he multo preta; tem
t'm denle da frente quebrado, ehe decorpo
retorcido : quem os pegar Inve-os ao dito
ongenho, ou na ra do Trapiche, armazem
n. 15 que sera gratificado.
Da-se 80,000.
dom-s
tro rodas, muito leve, para um ou
dot's cavallos: na cocheira do Mi-
no aterro da Roe
na, propria para quem quizer principiar,
guel
Vista.
Sougei
011 muda-la, pois est situad, cm bom lo- Imperial, e lem mais de 200 palmos, aterra-
cal, Taz conta por no ter nada denlro e ser
a casa muilo em conta : trata-se no pateo
do Carmo n. 13.
A quem trouxer na praca da Indepedencia
- Na ruado Vigario venda n. 33, ven- n. 17, a preti Mara Joaquina, de idade de
m-se rels de cores, do muilo superior 30a 40 .unos, de naco congo, baixa, gor-
qualidade.e por preco bem rasoavel. ida, cor retinta, bexigosa, seio grande, tem
--A dofesa dos Portuguezes.foita no Ma-j um signal de eme sobre o beico superior,
raniiuo pelo Hr. Jos Antonio de Cirvalhoo'e he bastante ardilosa ; j foi escrava de
Olivoira, e ahi publicada nos jornaes,bem engenho. e ltimamente era quitandeira da
como no Crrelo da Tarde, acaha de ser.i e- miudezas, desconlia-se que ande par. as
lo seu autor,mandada imprimir em folhetes partes do sal, por estar acostumad. a andar
de 06 paginas, urna porco dos quaes foi
remetida para esta cid.de.o se vende a 1,000
rs. cada oxompl.r em casa de Jos B.ptist.
de Fonseca Jnior, da ra do Vigario n. 23,
2.andar.
-- Vendc-se um terreno com 60 palmos
de frente, e fundo al beira mar, sito ua ru.
A aoo rs., o par. 1 Vende-se no Maranho, a fabrica
N. ra do Queimado. segunda loja n. 18 de bugias Stiarinas e sbelo.
poj l vendondo, comuma crioul. da nomo
Felicid.de, dequem fui escrava, e consta
ter sida vista, n. povo.co deS. Amaro Ja-
lma to : esta preta fugio no dii II de abril
de 1850.
Des.pp.receu n. tarde do da 13do cor-
ronte um escravo por nome Joaquim tem os
signaos seguidles: boa estatura, representa
ter :i;> anims de idade, falla deaembar.c.da,
pos grandes, lem todos os dentes da frente,
nariz chito, quando anda estallas junta, dos
do : no paleo do Terco'n. 139.
3 molecutes,sendo,uni bom cosinheiro,
2 escravos do servico de campo.l mulato sa-
p.teiro.l escrav. nova boa engomm.deira e joelhos, levou camisa de algodosinho brsn-
cosinheira 2 negrotas mocas com algumas co, cale* do dito .zul, este escravo foi do
habilidades,:) escravas.se'ido urna boa cozi- mato: quera o pegar leve-o a typographia
Xnm^!.iU.?rta-S ~ ''^? P Os alminstradores da liquida-.111"" > naulalinha de idade lannos com impirci.li fallar com a viuva Roma que so-
quei.o toque tic moiu, a uu rs. o pai. 1 nrincinA anein.. .A.;..k. hm.iu^.1. r (>nmiuii.rfn
\ t,8oo rs. cao de llieodoro Ldiavanes, ven-
Na ra do Queimado, segunda luja n. 18 ,. dem a fabrica denominada Mara-
vendem-sc ricos lencos de sarja para1 gra-| nl,ensc na rua j0 Pioponlao, dea-
vats.azul, verde, amarco, cor de roza o ., \
encarnado, a 1,800 rs. ta cidade ( porto dos remedios ) ,
.fefiT^SSSffSlSRiSSff <*^Sf' a saber: casa em que est mon-
9 Cambiaiasdc seda modernas. #1 tada a fabrica, com 20 bracas de
A ,\a loja do sobrado am.rellonos qua- frente c i5 de fundo; aprensas
tro santos da rua do Queimado n. 29 hidrulicas, orisontaes de (orea de
ha para vender nm graudosorlimcnio *' ,-:_ V.Ums caAa urna .A\,n
m de corles do cambrai-s de seda pa- "o,Ouo lliras, cada nina 1 dita
drocs muilo modernos c pelo bara- vertical de lorca de 400,000 libras;
^i'I'r.ioil'i-- 3 grandes caldeiras montadas, pa-
Francisco Antonio Si.noe.s, cstabe- ra labrlC0 do sabao i "" Pa"
lecido com loja de miudezas,1 ra derreter sebo; todos osperlen-
na rua do C'nbug n. ia, con-
fronte a rua des Larangciras,'"""V1"" v """..
leudo de liquidar o mesmo esta- tendedores do servico gerai da fa-
helccimento por estes dias, de- br,ca 5 terrc"o annexo a fabrica,
liberou vender as fazendas por 51" 7 1"i,cas e fenle e i5 de
menos ainda do quanto lhecus- fundo > d,t0 ''onteiro
ees necessanos para o fabrico do
stearina e S'.bao ; 9 eseravos en-
tura m
ecos: assim como nutras minias tazen- j(,'.,',,. .
s, que a troco do Jinheiro so vendem pur, f,u "" re'"> '
eios baratos; e osla loja tem sau arma- s de pennas d a
ni de fazendas em atac.do, e vendo ^ taft"'.
V fruclo : na rua do Col
V gundo andar.
egion. 16, se

comosejam: papel de pezo, a 1800 reis a
resma ; penles de baleia para alizar, a
210 o 320 res ; e de uimm a 320 reis, car-
CO, a 80 reis ; buiOes de
200 reis a duzia ; linha de
peso, a 1,000 reis o maco ; rolroz muila fino
o de todas as co es, a 100 rois a oitava ; es-
lojos de navelha.- muilo linas, 720 reis ;
pinceis de dit 1 160 res; suspensorios do bur
racha muito bons. a280 res; dilos do es-
croto, a 280 reis ; luvas de pelic. muito no-
vas, para senhora, a 900 res o par, dilas de
ditas com rnfeites, a 1,760 reis ; ditas de
dilas pretas para homem, a 1,400 res; di-
las de algodo, a 210 reis ; superiores e lin-
das franjas de hellas para cortinados de
cama, pelo barato preco de 3:900 rois, .
peca do 15 varas ; molas finas para senhora,
a 320 res o par, dilas brancas para homem,
a 140 rois ; o de cores, a 200 reis ; requifes
de soda para enfeilesjde vestido a 160 res a
vara ; bicos linos do varias I irgur is, o qua-
si de palmo, pelo baralissimo preco de 640,
rois a vara; rendas do um dedo reforcado,
a 80 reis a v.r. ; o peca, 800 reis ; filis fi-
nas de seda, de varias larguras, cuja, amos-
tras cslo patentes alos compradores, e pe-
lo menos preco ; papis di agulhas france-
zas n I, 2, 3, 4,5 a 30 reis ; canas de ditas,
a 280 res ; carnteis da linha de 100 jardas,
a 320 reis a duzia ; e 200 jardas ns. 12, 16,
20, 24 a 800 reis; carriteis de dita de 900
jardas, da mais linas que ha, numeres 100,
, t u.ii i.iMiicnii a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
28 de fundo : as pessoas que pre-
tenderen! comprar, pdem nesla
praca dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
Fechinxa.
Vende-se na rua do Crespo n. loja da es-
quina quo volla para a calea, cortes de
cambraia cor de rosa o do oulras cores do
ullimogosto a 3,000, 3,500, 4,000, e 4,500 ;
ditos de cassa-cbia a 2,000 ; d los da exp-
sito a 2,210; cortos d'chilacom ^cova-
dos a 1,800 ; cortes Je fusto a 560 ; cor-
tes do calca de brim escuro a 800,960,1,120;
ditos do brim amarello do puro linho a
1,440,1600; lencos de cambraia muilo finas
proprias para mSo a 320 ; e outras muila
fazendas que se lorno recommen lavis pe-
la boa qualidade.
Vende-se uma muala moga e robusta,
principio de custnra,e cosiuha, na rua Direi-jr recompensado.
ta n. 3. Desappareceu no dia domingo, 12 do
%!(i) A Cortes de valido da ullima moda. ; Coi I do vestido de casa, seda com 9 elisio o corpo, sem deleito algum no corpo,
>; listras e quadros de seda,lindas cores $ levou vestido, calca de casemira azul cl.ra
< e moderno, goslos : ditos do dito de do quadros e j velha, coleto de setim prelo
te cambraia com barra de ricos borda- ^# velho, jaquela de brim pardo,camisa de ma-
t dos e os competentes figurinos: ditos (#1 dapolSo, chapeo de seda preto; presume-so
ft de dito de cambraia aborta com flores # que. nda pelos arrabal Jes dest. cidade, pois
v- adamascadas o do bonitas cores : di- '*pezar descr do serto no sejulga que te-
fe los de dito de garfa,fingindo blonde. ^!ntla vollado : roga-se porlanto as autornla-
fe dedilicadissimosgoslos eo maismo- ?
fe derno que ha no mercado : um com- 8
fe piolo sortimento de cortes de vestidos 9
fe de seda,brancas, de cures e furia co- ?
fe res, e outras muilas fazendas de gos- 4
fe lo.que se vendem por precos de agr- 9
fe dar .o comprador: n. rua do Quei- :4
m.do, loja do sobrado amarello, nos ;?
V qualro cantos n. 29. 4
+ **.***.,),**$#
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina,- em sac-
cas desembarcada do patacho
Conceicao, vindo do Rio de Janei-
ro, entrado em 26 do correnle mez
de outubro, por prec,o commodo;
nos rmazens de Antonio Anr.cs e
Oas Ferreira, no caes da Alfande-
ga : a Iratar nos mesmos, ou com
Novaes ck Companhia, na rua do
Trapiche n. 3/|.
fl>feS#fefefeHM>fe*fe'
fe iapatot da tpele.
fe Vendem-se os bem cunhecidos cor- O
fe los de tapete para sapata. 500 rs. o 9
fe par: na rua do Queimado, loja do so- fe
irado amaroilo n. 29.
Attencio
Na loja de 4 portas, no aterro da Do.-vis-
t. n. 60, Vendem-sa cortos de cassas para
vestidos, pintura chineza a 12,000 rs., chitas
linas do bonitos padrOes o decore, seguras
propria para lodo o servico, principalmonlo a 160, 200 e 280 rs manlapolo mimo fi-
para campo o principalmente para campo e nos a 4,000 rs., chales de lae sed. a 2,500,
3,000 rs ditos de la 2,000 rs., pannos para
calcas do padrOos escuros o muito fortes .
240 rs. o covado, ditos de oulros 200 c 160
por preco commodo : na rua do Queimado
o. 8, terceiro andar.
- Vende-se um proto bstanle robusto,,
sadio e sem vicios : a tratar na rua Uircita rs. o covado, brim branco trancado mislu-
n. 32, segundo and.r. jrado a 610 rs. a vara, algodosinho a 1,600
-- No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de- ,e 2,000 rs. a peca,eouli.s militas fazendas
fronte do tribunal do commercio, vendem- por preco cornmolo.
se chillas escuras, fazenda ptima para rou- ~ Vendem-se dez ouvorturas para piano
pa de escravos, a 100 rs. o covado ; o no uma opera cmplela, o profeta par. piano o
tem avaria alguma canto : na ru. de S. Jos n. 25.
des policiaes e capites de campo, a captura
do mesmo, levando-o a rua do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensar.
Fugio na noite do dia 7 do correle,
moz de outubro, a escrava parda, de nome
Eufrosins, de idade de 20 annos pouco mais
OU monos, estatura baixa, rosto redondo,
olhos pequeos, pellos grandes, oheia do
corpo, com um do. dedos d um. da. mlus
estirado, e um. cicatriz no rosto provenien-
te de queim.dur. ; levou toda melhor
roupa, que linha. Hade.uppor que tom.s-
se par. as bandas da Parahiba, donde dizia
ter parantes, e mesmo porque tondo fgido
em outra occasiSo, fra presa no llrejo d'A-
reia : quem poia. pprehender, e iutroga-
la ao abaixo assigo.do, na rua do Livra-
mento n. 35, ou na ru. das Cruzes, 0. 18,
seu pai Antonio Alvos d. fonseca, er gra-
tificado com SOooO ris.
Jos M.rcellino Alves d. Fonseca.
Desappareceu em fin. do mez de julho,
uma escrava de naco congo, de nome The-
reza, d,o idade do 30 a 40 annos, de altura
regular, cor preta, de ps e mos pequeas,
olhos regular, bastante la lina, e desomha-
racada no fallar; levou c.mis. de m.dapo-
lo, c s.i. de chita j disbotada, levando
mais roupa em um balaio som lampa, presu-
me-se ter Indo par. as bandas de Santo An-
t.lii, lugar sonde ella es'.evo bastante lempo :
quem a pegar ou dola der noticia, e quo
por elle vonha aoseu dono, recebar 20,000
rs. de gralilicaco, pagando-so as despesas
que com olla se fizer : na rua do Trapicho da
Alfandega Velha n. 36, segundo andar.
-"- Auzentou -se na noute do 27 do correnle
o mulato Clcmou tino de idade 20 annos pou-
co mais ou monos, magro,.Itur. regular, e
falla muito mansa, coslum. andar calcado
e bem vestido; levuu um. Iroxa de roupa, o
consta quo lev.r. um cav.llo quealugra
nessa occasiSo, o qual tem os signaes se-
guintes : cist.nho, barrigudo, dinas pre-
tas, o gordo. He prov.ve que queir. p.s-
sar por forro : ho bolieiro.e escravo de Luiz
Antonio Siqueir. : quem o pegar leve-o a
rua da Cadcia-Vclba n. 20 que se recompen-
sar.
*Fi!V vaTyi'-di; MT. [>ft pAmj


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