Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04729


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Full Text
1
[Anno
1 Tudoafoi
PE 1810. T^ca Feira
rao e e
(.0111
^Turfoanorad-pen-'eHe n, mesrnos ; da nossa prudencia, modera-
"Wa : continuemos como principiamos, e seremos aponiados
adiuiraraj e.H.e as Nacoes mais cultas. *
Proclamarlo da Assernblea Geral do Brasil.
Subcrcve-se para rstn folha a 3foo3 por quartel p^o? adiantadoi
nesta Typografia ruadas Cotes !> ., o na (Vaca da Independen-
cia n. 07, e38, ondese recehem orrospondi-ncias legaiftadas c an
nuncios, ius.rmdo-e estes gmbs, sendo dos proprios awignante, a
Vindo ass-nados.
PATIDAS DOS COnREIOS TERRESTRES.
Cidadeda Parab'b e Villas de sua pretcncSo.....
Dita do Rio (randa 1 O ':- I -Villa.-; 1 iifin...........
Cid de de Goianna ..................
(.,.. o d Olindi.....................
\ I -., .I-'--. Anto.....................(
Dila de Garanlions t PovorSo .!> Bonita.........
Ditas do Cabo, fserinhaein, !.:.. Foriaozo, e Porto Calvo.
Cidade das Alagos. e de Maeekf............
Villa ile Paian de Plores....................
Todos a; Correiot fiaran ao meio da.
25 de ArtosToJ Numero 18.
Seg. e Sextas feiiss.
Todoi os diasj
Quintas feii .-.
lo, e 24 de cada mes
11. e 11 dito d.to
dem I4en\
dem 1', dito dito
FU ASES DA LOA NO MEZ DE AGOSTO
Quart. crpc. a '
- as
La Clieia a 10 as
Quart. :iitij- a ao- as
La Nova a .0- as
2 b. e na. da man.
? b. e j.> .1:. da man.
r) b. c 5j ni. da man.
4 11. e 13m da man.
Alare chia para o ilia a5 de Abasto.
2 hora! c 55 minutos dj roanh.
o horas a iS minutos tarde.

CAMI'I' '8. Agosto 32
pndres...... ag 112 d.por Ifoooced.
,-iiboa ......80 a 85 p .r .., premio ,lor metal oterecido
rranra ...... ; :o res [ 1 li anco.
Mi de Janeiro ao par,
Ol'UO-- v eda.de 6#4oo res, velhas lfi.o
", .. ovas 1 >..,,..., ,
,,' unas de 1 fimo res, no
PHATA Patace* Urasilciios ,
,, Petosoh mi na nos----------ijfi'io
D^tus Mexicanos --------. |fija
' M "'' ...........ijfiio
Descont de billietes da llfandega n9por looaomesj
Idanidelel as i i|{ ai ira por boas Urinas oilerecido,
ttlocda de cobre 4 por ico d<' disc.
DAS DA SEMANA.
5 Secunda >< S. P-.rtliolomco Ap.
a5 Tarca 8. Luis Itei. V. ReiaeSo e Audiencia do Juii de Direito
da 1. vara
56 Quart S. ZeferinoP M. .Audiencia do Jui de Direito da 3. varaj
"' ',- Jos* Calaians. \ idiencia do tui* da Direito Ha >. vira.
28 Sexta S. A-.-iinio U. Dout. da Igr. -- Audiencia do Juis de Direito da
I. vaia.
20. Sahbado Deg.daco d S. Joo BaptisU.--RelacSo e Audiencia do Juiz
de Direito da
3o DoaingoS. Rosa de Lima.
RO FR.JANEiKO.
CA-MAA DOS SR$. SENADORES.
Ses*o de 2J de jullio de 184o.
Presidencia do Sr. Conde de Valenca,
I O Sor. FeYreira d* Mello uSo desea esme-
| r:Ihar o passado, maia tana o direito de emit-
tir sua opinilo 1 il 'ual a roncebera o iulga
que di'vo proferi4-a. Eolende que a eora-
rutssao nao prehenchen os d- veres de que lo-
ra mcuiabida pela casa. |)or tu'os os papis que Ihe for&o remellidos ,
Approva-sea acta o leem-se os officios par- pois nao deu liuyia si> pilavia sobre OS docu-
tiripndo a norneacao do minisierio actual. | mentos que existen) sobre a mesa O nobre
() Snr. Hollanda Cavatcauli pede a pala- senador declara que nSo fara urna amlyse das
vrae declara que o gabinete, de que elle faz demoras fin expedir a carta imperial, porque
parto, procurar governar segundo a consii- uoqut;i- falar do passado. ISo se oppe ao
tuicao, adopt.indo nas 1-is tio somonte as re- parecer da commissio por azer opposico aos
iormas recopbocidas necessariaa pela expe- individuos, mas aos principios, poisquer
riencia nocscolliendo para osempregos pu- que emtudose respeite a constituipio e as eis
bliros, se nao pessoas aptas para bem desem* Declara que muito mator seria esaa opposico
penbal-os, embora pertrnclo a este ou a- materia emdiscuss&o,se fora tpresentada em
quelle partido O job re senador declara que circunstancias anteriores, procurando pre-
a administraco actual he solidaria. sentemente lancar hum veo sobre o passado.
Entra em discusso o parecer da eommisso O Snr. Costa Ferreira nao sabe como o
de constiluicao julgando que o Sur. Miguel senado ouzar approvar buma ele icio nulla
Calmun du Pin e Almeida devo tomar assea- por 9Ui naturesa, e time que. se-elle con li-
to no senado
O Snr. Fe reir de Mello observa que tendo
' ogoverno no da q de juliio mandado vir as
actas que (allavo no da o do mesnio me/.
nuar a proceder assim a naci nao o quet-
ra reformar, lornando-o temporario.
O Snj*. Vasconrellos Hereditario,
Sur. Costa I'erreira Pode ser que se-
xnaneJou passar a carta imperial aquel foi ;a esta a opinio do nobre sanador, mas a naci
inviada nodiaij. O nobre senador depois 'no entende assim O nobre senador, de-
de oiiUas cor.sideracots conciue vottando pelo p0s de outras consideraces manda hum
adiamanto proposto. ^ requerimento meaa puraque osdocumen-
OSnr AUes Crneo defende o parecer da tos existentes na casa voltem de novo i coui-
commissao insslindu em que a eleigo f- misso.
lie apoiado o requerimento.
O Snr. Vergueiro muito deseja que o Snr.
Caloion tome assento na casa porque tem
para si quenella di vera ter entrada as in.is
ca de Pernambuco a *jode ^gostode *-.<>
nesta cidade do Recife, reritou o E l>is|!o ResignatarioD.Thomat do Noronha,
J. M i.
Surrexil filius ejus pro eo ,,.. et directa est
salus in manu ejus.
Seo !i''!.i foi exaltado ao comatvlo depois delle:
e toi posta na sua mao a salvacto do |) >vo,
Machab. t* 1. C ^.
Entoar cnticos de alegra, desafogar em
demostia oes .le cordeal prazer levantaren*-
fini a voz em aplausos festivos, esobra tmlo
cantar bymnos e render a Dos sinceras
gracas pelas venturas da Patria ; lie un pro-
cediment proprio do liomem de beni digno
doCliriio e por isso mesmo natural ao
honrado |K>vo Brazileiro. Nada com elfeito
ha niais bello, esublime, do que unir em
ac estreitosentimentos religiosos com efu-
zes oiviacs e patriticas. Rxultacio pelo
bem da nossa trra : zelo pela (loria de Deis,
de quera recebem >s esse bem ; n urna palavra,
religlio, e patriotismo sao as basen ii mes da
Sociedade os polos da virtude, as lontes da
elevaco, e da grandeza dos Imperios
Embora o bomem apatliico o egosta in-
sensivel veja de aangue fri sobrevirem for-
tunas ;i Vacio a que pertence: sua alma de
gelo he incapaz de sensa^oes nobres, eele-
io segua < Tbrono em Lodo o seo esplen-
dor a tranqtiillidade dos povos em bazes fir-
mtsajmas sustentadas; |e as Provincias todas
do I nperio unidas. e assentadas pacificamen-
te em torno, e sombra do majestoso Solio
do Pedro* Directa est salus &c Nesle
successoventuroso que Brasileiro pois pode-
r contar no peito asemocoes em garganta
as vozes ? Quem liaver;i, que ni 1 exclame ,
que no diga exttico gracas ao Ce!o e pa-
r bens a nos todos : ao Co d'onile lio ;ran-
defortuna nosveio: a nos onde ella tio sua
vemeute se emprega ?
{Ilustres Peniamlmcanos, gostoso eu me
siulo penetrado d > mesmos sentimentos que
vos anima a vos sem duvida: mas a minlia
ambicio se limitara a ser vosso mudo e sim-
ples companheiro : a nao ser, que um desli-
no mais arduo e quica espinhoso me cabio
em sor-te: eu teoho de ser boje o interprete
<1 is vossos In iosjs sentimentos ; e pira o fjzer,
comoconvem examioarei o que seja oebefe
de uma Vlouarquia e os tilulos que elle tem,
au respeito e obediencia dos seos subditos.
Se alguma vez dezeiei possuir a pomposa elo-
quencia dos anlgos oradores be sem duvida
nesle di 1 ti:> fausto, o no assumpto magestoso,
iiue aqui nos ajunla : com o espirito porem
abatido na minha avancada idade ; privado
vadas. Pele contrario o bomem honrado, o do resto das miobas forcas por eleilo demo-
ra em regia, nao se justilirando com ra-
zes bem fundsdas o allegado com a sua in-
validado
O Snr, Alencar observa que existindo na
maza algumas renresentaies taitas entra a distincUs nolabelidades do paiz mas quor
eleico do senado nao tome dttiberacao. al-jqUe ellas entrem na conformidade das leis O
nobre senador jnljja conveniente que o sena-
do tome suas deliberaces com toda a madu-
lestia prolongada ; no acanbado espaco em
tm que me foi permitliJo para arranjar as
milihas ideias, apenas podere mistrar-vos-,
que lomo a minba parte na geral alegra.
P..ssa eu follar a lingoagemda ventada eda
guma a respeito sem se lerem es;as represen-
taces
l'roeede-se 'eilnra requerida.
O Snr. Alves Branco nota que sefallou em
demora na entrega dos omcios para se proce
reza possivel e por isso entende que o reque-
rimento deve ser appiovado.
O Snr. Costa lerreira reliraria o sen re-
der eleicao. sen'lo queesse laclo pode ser quermento, se o nobre relator da commissio
explicado inaependente de influencia do go- mostrasseque a somma dos voto* feita pelo
verno porque odiao os secretarius das ca- nob,>e senador do Cear era errada.
maras municipaes que lossem partidistas da | Q Su:. Alencar como pode ser que nSo
o(.osico nio enlregarem esst-s ofBciossenio passe o requerimento continuar a expender
quando bem lbe panvesse JNo lu oque o que j dlSSer acerca da falsidttde da lista
se tem esciiplo aesse respeilo, porque i.o i,|,iie> edeilara que o Snr Calmon no he
vnmaior parte das arguices fcitas seno senador pela sua provincia, mas emvirtude
impudencias que podio ser victoriosamente ,|e bu ni acto do poder moderador edamaio-
rebatidas.. Deseja va saber a razio por quejra do senado.
nao se processaro os violentadores os su- | Q Snr. I eneira de Mello insiste em que
bordinarios'de que tanto se falla, quando o a0 |0io respondidos os argumentos apre-
odigo ciiminal applicn penuas para eJsesde< sentados pelo nobre senador do Cear, ede-
li.t^s. ^ao se far cargo de responder a clara votar pelo regiment,
quantos se arba escripto em bum tolbeto con-I o Snr. Alencar l a apuracio das actas
tra a valida de das eleuoes porque receta ir j onde infere que a lista trplice he falsa.
peilo sensivel, onde dominaren principios
generosos este ao lzongeiro aspecto i leli-
cfdade publica no poder eonter as esponta-
neas elliises da sua alegra e eontantamen-
to lagrimas ternas doces palptaces, vo-
tos ao'-.eo, loo vocea ao Eterno; taes sao as religi>!
necessarias e bellas consequencias do seo al- j Exm e Rm. Sr., digne-se V. Ex escutar-
voroco Ora se isto acontece as-fortunasor- me com a paciencia que be propria da sua
diaras de um Estado que admiradlo be bondade.
qne exulte eos pelo grande, maravillas), el Ulm. e Exm. Sr. eu me reconheco o menos
desejado successo que agora vimos agradecer proprio Orador para o adequado desempeubo
aleo? Ai.! nunca estas gracas fora5 mais' das patriticas iutncoe de V. Ex. 1 mas V.
opportunas e mais llovidas do que agora |-x. asaim o bouve por l..m ; era da nimba 0-
que terminando einfira os embaracos, que bngacio'obedecer. A indulgente bondide
naturalmente scompanha5 a meooridade dos de \ Ex relevara a minba i.aa de (oreas,
I erantes, t sobe realmente ao Tbrono o e de taUm'o, levando mcoin a minba 60a
Principe que a Divina Mi/oraoidi 1 no.li- volitada. Sido me com tul) ufano de lis-
nha concedido este caro penhor da nossa fu- vantar a minba voz nesta gran le occasiio ,
tuic felicidsde ; este mimoso bjeclo do iiosso'em que lio claramente sao expresos o> puros
amor, e rendida sujecio ; este Augusto sentimentos da mai jciuoi ua fideliJade e
Principe, que rene na sua sagrada Pessoa fino amor, que inflainraa a alma de V El p
tudo quanto ha de maior, ademis Ilustre e de lodosos Peoambucanos, aquem leliz-
sobre a ierra o Mudo Alto e Poderoso Sr D menie presl le Dos rae ajude este Dos ,
Pedro a. Imperador Constitucional, e per- aquem reverente a Joro,
petuo Defensor do Brazil; o legitimo herdei- Emquanto a vos, Srs nao me detcnbo
ro digno ajuccessor e fiiho do ImmorUl fuo-lemsohicitar a vossi benigna aiienco .- cora
dador do Braziliense Imperio. Surrexitfilius ella costo, porquo fallo a Cbristfos}, e hou-
olendera j.essoas.
U Snr Alinear entrar com todo o sangue-
JNo be approvado o requerimento
He approvado o parecer da commisso ,
fri na materia al porque no pode fallar votando contra qualro ou cinco Siirs. sena-
com eneigia quando se ira ca de dar ou lecu- dores.
sardireitos a hum individuo. O nobre sena1 Entra em discussio a resoluco approvan-
dor principiar mostrando que a lisia tripli- orciiuiimenlo e alguns ealudaute do curso
ce he falsa, qne o Snr. Caimon se se ise^e jundiro de S. i'aulo.
aaputato como devera ser nao podia ser j Palo sobie a materia osSnrs Vallasques,
inciuido na lisia trplice. Observa que o Sr. Ferreira de \ielio e Alencar.
Calmon no era represente de partido nenbum | A discussio iea addiada pela hora.
na provincia do Cear, que lora a penas ie-j O Snr. picsdeule da a ordem do dia e le-
prtsenlado pelo governo. O nobre senador Tai;ta a sessao.
apiescnta varios latios, aualisa as actas j ^i~'""jv~ 1 i i"~t"T '< .
devaiis rollegios, e conciue declarando que I 1'j li j\ iV Al > U Vj W .
eius iSc,
Findou R'"m Srs 6ndou o inconvenieule
da minoridada do nosso Augusto ('befe.
Quando nos mais estavamos adundados em
um pelago de conjecturas ; quando nosacba-
vamosembrenbados em um labyriotbo de li-
rados Braxileiroa. Cometo
Pergonta-se, ha quarenla scalos, qual
heamelb. r forrra de doverno : e as tongas
meditacoes dos sabios, e miis que tudo os
constantes e.\empl3 da experiencia tem deci-
dido pelo governo aaonarebico reprezent itivo ,
certezas j quandousgelavao saugueo pavo- em que odele lem iodos os raeios de fazer o
roso receta dos males que sobre nos pode- j bem mas carece de poder, para aer o mal:
riadesabars be entio que em nossos ouvidos isto be, assenta-se er o melbor o go-
veio sor esse brado animador, e barmunioso verno mixlo com um monarchi perpe-
Foi declarado maior pela Naci o nosso
Joven e mui amado Mouarcba : entrn o
Sr. D.'Pe 1ro 2" no pleno exercico dos seos j approvaco a algum governo, especialmente
uo, e hereditario sur frente: clau-
mla sem a qual eu no daria jamis a minba
alista tripliacbe falsa queroScr. Calmon
seja excluido, que entre com nutros dous can-
didatos sendo que na segunda hvputhese,
nao tra posivel ad\iuhai ^ucu o peder mode-
lador uouiariu.
ORAC\0\
Que na pompesd solemuidade, pela laustissi-
ma niaioridade de S M. Imperial, o Sr.
D. Pedro ^'celtbiou o GovertM da Proviu-
Magestaticos poderes. Srs. be um Dos
infinitamente sabio e providente que;n re-
cula iodos os acontec metilos do mundo
sua voo1 idi Uta 1 tus i boje como quaudo de-
.1.1.11 a existencia dascoisos, l./.. quando
quer sabir das trevas a luz do cauos a or-
dem do abisino a perteico. INo bello futu-
ro que autoliio vejo salva a patria j a reit-
era teriiioi-io vaato, e uumerosa populaban.
A nicsraa natureza assim o inspisa a rebgio
o consagra e quaulo ha pelo universo apr-
senla dadle imagens, e typos evidentes. oz
eos govetoa o miflido ; "'" sjI rege os pla-
netas ;i cada la ni.a lem ebele v e uma
naco oulia e> i .1 nq lio ioa's > do que uma
grande- familia do genero humano.


&
a
P K R N # M 8 V C O
3
Seeom tiido nos fosse lado avaliar nm Equevemascr em ultima analyse o go-
'hrono umSreptro, e tima Coroa pelo que; verno monarrbico sen*o aquelle emquets
estes objectos ofl'erecem primeira vista no; vontades dos subditos se regolsS, conforman ,
da seria mais indirTerente a<*s olbos do bomem e subordinan do Imperante conform as
reflexivo e mesma providencia do Allissi leis da sua patria de m.oeira que todo cons-
mo. Urna poma de materia mais ou menos : pirem e se eoadunem par. o wjiii') fim ,
lisongeira espertnca deroelhor futuro. An-
jo Tutelar do Imperio de Sincla Cru* ; vedi,
de.ce do Cao onde resides, voc co'.loc*r-te
junto aoTrono do nosso Jo.vi Principe :
couduce-o pela mo ; viga aliento sobra todo
o ',u- pode pteremr a su* gloria : aparta dos
luzente que beni pouco ou uenbum valor que be a (licidade publiiM ? Sendo pais ivr- seo* envido* a traidor. liiouje, os errados ,
intrnseco tem eso vale na opioio dos no
mens. Se ettendermos porem ;io sentido den-
les emblemas do Imperio s ideias e en-
cargos que seus primeiros inventores Ibes
ligaran se altende.rmos que o (bruno .re-
prsenla a autorida e de julgar do rrereci-
mento dos subditos ; o sreplro o poder de
mandar premiar ou desapprova : e a Co-
roa o galardo que devem meieeer as su-
blimes quuldades e emminentes virtudes do
Principe ; fcilmente nos convenceremos de
que o dia em que um monarcba se serta so-
bre o Throno, empunba o Srepiro, eringe
a coroa nao pode.deixar de estar marrado nos
decretos da Divina Providencia, e de que o
Alis-in o que tmpunbu na sua dexlra os
Sceplros de tedas as Naioe* be, quem es-
colbe, e exalta os Pi incipevque bao de exercer
na trra os ampios poderes mageslalicos.--
Nioguem mais do que eu resjieita a Constitui-
cac do Imperio ; confirmo em alta vez o as-
senso que preste i a loilos os seos ai figos e
iromessa que religiosamente fiz de obedecer-
be : masa Ct'nsiituicodo Imperio be ebri-
st e nao pode estar em eonlradiccao com as
verdades reveladas do Evangelbo Tam-
ben Sal fui elevado reale/a pelo povo ; e
Dos o mandou ungir pelo Profeta Samuel :
antes de Jeroboao ser aicLmado rei pelas des
tribus j Dos o liuba designado para cbele
do povo de Israel. Siin ore ; os podares
annexos monarci i por mais maderada ,
que ella seja, sao sempre to importantes e
to sublimes que se em Dos somente se po-
de adiar a verdadera e ultima feote de Ues
poderes,, tamliem t da sua ventarle suprema,
que tem as suas mos as voutades das suas
crealuras de*e depender a escolba d'aquel-
les que bao de exercer esses poderes sobre a
Tena.
Como peder explicar-se cabalmente sem
recorrer a urna cau/.a superiur ao bomem a o-
bediencia, que prestamos aos Imperantes ?
Donde piovem que milboes de bomens espa-
lhados por vastas e remotas Provincias uns
rices, oulros pobres ; uns sabits oulros ig-
norantes ; uns valentes oulros frutos ; uns
velbos oulros mocos, lo fcilmente se de-
fraude m do amor da independencia e abso-
luta liberdade e mudas ve/es mesmo dos seos
inlercsses pessoaes quasi sempre to vana-
dos, como as itiades condites estados, e
climas; paia se sujeitaiem ao rommandode
um komem quelalvez nunca vira? que o
defendi, que o respeilem e amem ? Como
pode ser que substancias para assim dizer ,
to heterogneas B6 amalgamen! uni, e
rondtnstm; para haverem de formar urna so
substitu ia moral urna s vontade ? Dis-
cutan os eruditos este fenmeno moral quaze
lo an ligo, e to eslenso romo o mundo;
Ira ha Ibt tu cancem-se por descubrir a ori
gen. Iota decil obediencia, ijiie milboes de
lientos presta a nm s bon:em nao raras
ve/es ao travez de sac (icios cujo feliz esul -
tatio-nen. sempre be ob\io: recortada quintas
bypotl.ezes Ibes aproo ver; imaginem ajustes,
cu pactes scciaes : supponha o que quise-
rtm : a final virio a parar em que toda a au-
torid.de que se exerce sobie a I erra ou se-
ja jior um, ou por mais bomens tem por
urdadeira, e pitu tira ongem nu tanto
motives adventicios nasiidos das circuirslan-
cias, como stniin culos tinelos, i m presaos por
Dos no corato humano* Este Aulbor Su-
piemo..que no (oi.n ao de cada um denos
gVavou tusca a tua felitidade lambem
il.i imprimi busca a suciedade par aje-
res Jtliz. Equebe'vher emsociedade. e
nao touloiiiiarnos, e idenlificaiinos as nos-
tas vontadts com as dos nossos Compatriotas;
to iyi- olimciiiij mouarrb'O b o ihi
proprio para coadunar e dirigir as vonUde*
de mu i os para a geral felicidadr; e sendo
ceno, que Ueoe be o autor primario de tolla
a sociedade por seo que creou o bjimom de
maneira que neeesute de la, e a procure ;
evidentenienle se sepue, quedelle (irovn na
sua urigein todo o peder, e autboridade Ilu-
mina seja ella qualquer quetbr; e que m
sua vontade suprema se dee ir piocurar a
primaria, egenuina origen) do* ampios pode-
res da humana mageMa.ie.
O Mooarctra pcis be Jesignado por Dos ,
para ser como o centro d^ unid >le moral ,
para onde devein convergir as voni.des e ac-
tes dos iulxlitos: beolco. donde devem
partiros reflexos da prosperldl'de social j be
como um astro, q' a junta em seo disco os reos
dn luz espalbado pela atmosfera ; para de-
pois simultneamente os reflectir : ou fal-
lando sem fi;ura o vlonsrcli.i be o principal
depositario da felicidade punlica o pni de u-
ma vasta e numerosa familia o represen-
tante da Di ind >de sobre a Ierra.
sercrivel, que esta Divindade por es-
sencia intelligenle, e poderosa nao preveja ,
nem determine quem hade reprcseutal-a en-
tre os bomens ? que nao escolha quem baja
de exercer esses sublimes poderes de que o
Altissimo be f como acabamos de ver o pri-
mario autbor e de cujo bom ou abuzivo
exercicio depepde a felkidade publica ? j\o
serie- urna absurdo ronlradccio reoonbecer-
mos em Dos urna incestante provideocia -
cerca de todas as suas crealuras 5 e por outra
ou prfido* eoottibos dos *ei inbaigjs : pre-
serr*-odostrepeeof, erijo, que acompa-
nh5 seetpreoaeo lia alto, como perigo*
minislario : h protgelo n;i sin mareba com *
apruivfl sombra dws las a/as. Alcenjca-lbe ,
luid: ao Soberano Irbino das iVaooos e dos
Imperios que ibe eonceile sdielorit com
que libralo'nte dotou a Silomo ; e que llie
d .1 forca de poder sunnortar o enorme peto ,
que acaba de tomar sobre neus delicados boi.-
liros. Assim o seo reinado com o concurso
dos Ilustrados'ConsHheiros, que escolbeo ,
COmecar e proseguir;! glorioso, e a i\ o'o
Brazileira ser eocumulada das felicidades .
que devem resultar-liie da sua independen-
cia e liberd de.
Teobo sasfeito Senborcs do modo que
me be possivel ao que vos prometl nem
vii- com jiisti.a podieis esperar de mim outra
coi/.a. A cadera do Evangelbo nao be lo-
gar proprio para exagerecoes e anda me-
nos para /oiijas. li profanara o logar
tremendo em que estamos eu me pro va-
ria indigno do meo estado e prostituira o
meo ministerio se ; face dos altares e na
Cadeira da verdade procurasse deleitar vos-
sos ouvidos com urna oraco acadmica de elo-
com decaracao de se liquidar na ex-cu^-T;, 0
que tever o Embargado despendido no.trete
atento e caratwo de escreri era quesiSo eo
cu f despeen fi cndfebado o Embargante.
Pa ^pnellefSo Civel desta Cidads \ polUntv Xoi Gor.sal ves Servina Appellado
JoSo taptista de Soase Lima Escroto Pos-
ihumo, foi ul'gada pela conirraacao da 5en-
tenca Applied ..
Na Ap|W*Uaco Civel do Juiui de Diretto ,
d 1. V*n desta Cid.ide Appellante fxn-
tonio Pedro/o Gomes d Silv. rVppellado
Bras Lopes; foijulgdo pela confirmaco de
Sentrnca recorrida ; Escrvio Ferreira.
a Appellaoo Civel do Juro da Direito
de Goiane, Appellantes lillas CocMio Cintra^
e sua mulber e Appelltdoj os He verendos
Joz Aulonio de Fojos e Luis Joz de Fi-
gue'redo Escrivjo Chaves 1 'i jalgada pela
reforma da senlem'.i a;ipellada. #
Pe Appellaco Cirel tiesta Ciihde r\p_
pellante Lourenco Antonio de Albuquerque a
VIello, Appellado liazilio Goncalves Ferreira,
Escrivo Postbumo nao se lomou coubeci-
mento do recurso por ser apresentado lora do
tem; 1 1.
Va Apnellacio Civel desta Gidide, ApJ
pellante Antonio Joaquim de >ello Pacheco ,
Appellado Policarp Joz de Albuquerqua ,
Escrivo .Cbaves loi Sen lenca reformada.
Na Ciuza Civel de Revistada Pateada Na-
cional Rscorrnte Recorrido Joaquim Jo;
de Oliveira, Escrivo Postliuioo ; foi jujgado
insubsistente o Sequestro leito por a Fazenda,
got em vez de fallir aovosso coraco com i contra o Recorrido,
um discurso religioso, fundado as eternas I Na Appellaco Crime desta Cilade Ap-
verdades da religio. Nao Snrs. nao nos pellante Ado Oliveira de Carvalbo Appel-
be nossivel por ora mais. do me nutrirs lado Antonio -Maria Fidie Eserivj Ra-
possivel por ora mais
I usas esperances que nos encanlo
futuras ditas por que suspiramos ; e que o
Brasil Subir em fim eminente catbegoria ,
em que lbe pertence ser collocado entre as
paite suprl-o indiflerenle-aobraaescplhedea nacoes. D urna parte as fortes lices que
cttees das Naces ? Longe de nos, Srs., to iemoa tido t
cteles das Aacues i Jjonge denos, srs. tao |emos tido e que nao derem ser perdidas .
funestas e tlesarras.iilas doulimas Dos e a experiencia doi passados erros 5 di outra a I
[ a raso o mostra e a revebtco o confirma) i amavel ndole do nosso Joven Monarcba ; o
be, que escome os monarebas e os assenta assi das bello : foi reformada a Sntenca Appellada.
CORREIO.
O Brigue Porlugue/. Einprebendedor re-
cebe a mala para Lisboa no dia 3o do crren-
te mez.
Carla segura existente noCorreio Geral
Para o Snr. Caelano Maria Bessone.
nos tbronos, como nosensina o Espirito San-
to reges in solio collot^ul;e porijue nao
PREFETRA.
educaco ; a sua natural perspicacia, e el- Parle do dia a 1 do correle.
levado talento, os avanedos progressos na Illm. eExm.S.ar. Parlecipo ; V Esc. ,
concluiemosja, que foi Dos tambera que Slia nstruccio; o maravilbow desenvolv- que forio honiem presos pelo Sub-prefetu da
deuao Brasil e precio*o presente do nosso 1- ^,,10 do seu corpo e das suas facilidades Freguesia do Recife o Alemo Henrique o
dolatrado Principe; para eollocal-O noglo- ..(ellecluaes ; embaa as suas agradaveis ma- o preto Jos Joao Subdito Ingles por bri-
lloso Himno de seu Augusto Pw? Que fot neil.a9 f e effabiiidade para todos, nos do ga; forao sollos: e por uns Guardas Nacio-
Deos. quem promovi o ret011 :ieciment da asra,sbeiu fundadas esperances de que o naes oulro preto d uome Simo escravo de
sua suspirada maioridade, e o fes entrar no rjra.| se ver5 (je pressa oroado de honra e Luis Francisco Correia pelo mesmo motivo :
de gloria debaixo do paternal e brilbante leve igual destino.
governo do Saar I). Pedros", O Sub-prel'eilo da Freguesia do Poco par-
Mas para se obterem etes grandes fins tictpa que bontem apparecera enl'orcado em
pararemos nos inactivos na superficie de um urna das larangeiras do sitio, era que resida,
ecoitleciinento que taraanba influencia leve no lugar da casa lorte o parlo listevo Jos de
tersobrea nossa lutura sorle ? A gloria de- Lima e que, pela vestoria e ex unes,
vida a Dos de quem procede lodo o bem ;
o amor e fidelidade, que em conscieucia de-
vemos ao nosso presente Monarcba ; nossos
mesmos interesses pessoaes e pblicos a
exercicio dos enuninenles poderes, que a
Conslituico do Imperio lbe designa ?
INo somos nos creaiuias subordinadas
Providencie, e vontade de Dos que nos
creou, para fazer nos felices e que tem na
sua mo poderosa lodos os nossos destinos :' ..
b nao hesitis Brasileiros : foi o Omni-
potente, quem vos deo por Imperador o Sv.
D. Pedio a*, cuja feliz maioridade festejamos
boje. Ecce dedil vobis Dominus regem dice
que se proceder seconheceo ser suicidio.
Nada mais consta das parles recebidas.
dem do da 21
Illm. Exm. Snr. Participo a V. Exa,
loje.
Samuel, quandoorei Sal ubio ao ibro- j j0Ciidade emfim que caracteriza o Brazi-
"0#"* leiro exigem que s nossas congratulaces que fora presos bontem pelo Sub-prefeito
.Nas no meio dos transportes da nossa justa Jun!tfn(>s fervorlas supplcas ; exigem que d'esta Fregueza o pardo Jos Coslodio Alves,
alegra, no meio dos nossos lestivos regozjos ^ub1Iais.sos imploremos a Divina Uizerieordia ; por sel de pessima conducta e ler Curiado
elaooppoi tunosa, plausos, que tristes, que ara que ^time a favoificer a nossa cara destis mil rs Coi remeltdo Salla para o ser -
melanclicas lembran. as vera agora assi-.ltar o ^..j., ^ e0 nusso igualmente amado Chefe vico da Marinba.
meoespu 110-------Ter acaso o Imperador Com (I1,,0 para que estas pre,.PS st.jo ouviaas Nada mais consta das parles recebidas.
uas
ao
tencer
pre-
.....-- .- ....lilil
; bum crioulo do nomo Joz ter de Imperio ? Ter elle que beber os mesmos a-' -j
>s: que
que fquem mudas essus exaltadas am-
margosos clices, que esgotoa seo Par ? bc5e8 or em fecuucla <)os bS0S males Putn.mais de pannos boa figura o qual
io se completere5 anda ues lustros que 0mne regnuoi in se ipsum divisum desuloi- st,r1es,'avo .(lo.b"r;. Ara,ICISC0 d" P:,uU.*
Sni do Eiiireulro Jundiu e une anda fii"ido
ma pelavra ; be necessano, tiueob-i ,. '"o111"
n ois anuos ; dis que tem trabalbado como
10 as obras da Alfandega ; qualquer Sur.
braz.le.ro. ro em u desees das de jubilo ^ Augusto ClIeCe pare asuspirada pros-' V** ularc0,n T dito crionlo poda
que eu desde a Cadera do Evangelio em .(eiuiade do hrazil inte.ro. i derWJ~*5, fl> S"-*"?**?* 'o
.jiie me aibava invoquei oCocri. seo favor, i).......,...1.... ..; .i.. ..i.i,. -i.-:l OPWIPP U Urdem rU Praieitura da Comarca
eu mesmo o prociamei cobe'rlo de urna gloria tin.__n u
que pareca iminaiiessivel e perpetua elle Bervemoa as Dvilias mximas do Kvan'gelbo ; I
era eolio o beroe do Seculo, e o dolo do povo |)or ql,e ,6 asMtn poderemos concorrer com o f
a si
e que com o mais luzido e zeloso auditorio I (jos e|CVdj
Penetrados pois destas verdades e chelos
podea faser-te que essa mullido de von- Lcom ludo que be o que em vetdadeecon-
teieo ? Conluibala aunl gentes clama
as snelas escripturas el inclnala sunl
legua : os povo se inquietaran ; e os inape-
1 loa perdern o seo lustre e decabirao. As-
sim detapparecerafi as nagoea mais poderosas
Asaim o viajante nos desertos da rrie nao
v attonilo, seno es mutiladas restos deJN'i-
nive de Babilonia, a de Palmita ouir'ora
llrenles monarchias.
Alas nao Sis. nao permita Dos que eu
ve.iba contristar os VOSSOS coracoes com a le-
loiuatao re nloriunios posto que gravissi-
n.us, quej peiar>6j quando eu s teobo
Jj>oi noi te augmentar vossa exullaco pela
lades tenda paia o mesmo cenl.-o tommum e
peiseveie em tal estado sem que baja u-
u;a for^a poner, auloridate, ou goveruo ,*
quetstonea sua divergencia ou dissoluvo?
solide, teDeosquer, que ;o bomem viva
em sociedade. lambem quer que liaja awo-
ridade, egotetno. Dbeos por consequen-
cia qutuj nos inspia esst uecessaro, eju-
slostiitinitti.o de oteuiintia e submisso M-
qoellts, Uiuu l%itiiie, ne toda a jun.-uittao, que
n'ttit mu..00 setxiue, din.ana piimaria-
u ei.leue i** ; iNtn rt J clestas nial a Dto ,
i.tt S. Paulo.
I para lbe ser entregue a visla delle e oseara
os e patriticos sentimenlos riue r .,'.'
as desbezas ao carcerciro alem da gratihea-
de dar a quem o apre'iendeo,
i pela Polica e sim por dois par-
b-prefeitura das duas Fregue-
zias ja mencionadas 3 > de Agosto de 1840.
Vligutl Joze Teixeira
EDITA ES.
A Cmara jMuniciil desta Tjdade do Recife,
e seo i'ermo &e.
regozijo e da nossa gratido digamos e:n
alia voz : Senbor DOS vos damos humildes
acedes de grecas por lautos benilicios recela-
dos : nos vos adoramos e louvamos ,
j j'l'e L'eum laudamus.
I>i v e i'fisa li e }>a r ucue 111.
TRIBUNAL DA Rl',LLACA.
Scssodorlia 2-* de Ago*to de l^/jo
Os Embargos de Joo Jos Delinques, con-
tra l'rcrl i rico Che ves, na ApuelUyao Crvel turas dirionaes
desta Cidade Escrivo Rcbelio : foro re-
cebidos, e leformado o Atcurdo embargado
Faz faher que no da 3 do prximo fue-
turo mes deSetembto se ha de arrematar ,
por quem menos zer a obra que se lem de
lser com as grides que -devem ser colloca-
das as Assougues Muuicipaes 'em confor-
midade doArt 5.. do Til, 2. das Pos-
os pretenderte*1 devero
comparecer cid casa de suas sesses liaLilt-
tudos com fiadores idneos na lorma da Le.


.
-
-1
E para que cheque ed onhecimeutn 'de lo-
dos i manfla publicar o prezente. P*co di
Cmara Municipal da Cidade doRecifeero
Ses:"o extraordinaria de 21 de Agosto de
180.
Joaquim Bernardo de Fju:tpi!o Prezi-
dente. Fulgencio Infante de Albujuerquc
e Mello, Secretario.
O Coronel Joaquim Bernardo de Figueredo
Jiiiz do Paz da Fregucsia doSS. Saera-
rnento do Li;:r;ode Santo Antonio do Ke-
c i fe etc. >.
Faz saber a lodur. es moradores da raesraa
Freguesia as circunstancias di* vetar, que
em observancia da Lei do i. deO:tubro de
j8'/8, InstrueScs a respeito e mais. leis em
Vigor se ha de proceder na Igreja Matriz no
dia "j de Setembro prximo futuro pelas 9 ho-
ras da manh a Eleito da Cmara Munici-
pal, deJuizde Paz, e Supplntedesta mes
roa Freguesia que tem de principiaren! a
servir no seguinle auno deib-f at o de
184.5. Os que se acliarem legtimamente im-
pedidos, remllenlo as cdulas reconhecidas
em carta fechada ao I residente da meza, de-
clarando o motivo poique nao comparecen na
confoimidade da mesma Lei. E para
que nao fallera e compareci pana o
dito fim sob a pena conminada no artigo g.
della mandei afivar o presente Edital, e pu-
blica!-o pela imprensa. Baino de Santo Au-
topio do l'.ecife 93 de Agosto de i^4. eu '"
uocencio da Cunha Goianna l'scrivo o escrivi
__Joaquim Bernardo de Figueredo-
Adminislraco do Patrimonio dos Orfao?.
Perante a Administraco do Patrimonio dos
Orlaos se ho de arremaltar a quem mais der
as rendas das cazas nmeros 1 na ra do
Collegio 4 o ^rgo do Hospital do Parai-
zo 5, na ra das laiangeiras fi, na ra
do rangel, 10, ellna ra de 5. Goncalo
do Bariio da Boa-vista 11 na ra do cebo
' na ra airas do acougue i4 O*1 rua I"
fozario 1 ti 17 18 ao e 11 na rua da
Cadeia do Bairro do lecife ; sa, ati, 27, 18,
e 29 na rua da Madre de Dos as pessoas que
se propuserem a arremattal-os podero com-
parecer nos dias ati e vo do correle mez e a
do uluro as 4 horas da larde na casa das
Sesses da mesma Administraco eom seos
fiadores Salla das SessSes da Adminisllra-
$o do Patrimonio dos Orlaos em a a de Agos-
to 1F40.
J M- da Cruz.
Escriplurario.
Perante a Administraco do Patrimonio dos
Orfas se bao de arrematar a quem mais der
nos dias 19 e ati do correule e 2 do futuro
mez as rendas do a. andar da casa n. 1 e as
das casas ns. a 4 1 3 ? & > .' .'* '
i' e i4 pertencenles ao mesmo Patrimo-
nio ; as pessoas que se pr^puserem a arre-
malal-as podero comparecer nos indicados
dias as 4 horas da tarde na salla das Sessoens
da mesma Administraco cora seos fiadores.
Salla das Sc-ssoeus dd Admiuisirai.au do Pa-
trimonio dos Orlaos 14 do Agosto de 1S40.
J. M. da Cruz.
Festejos feitos a maioridade de S. M. I. c C.
o Sur. I). Pedro a. pelo Corpo Acad-
mico d'Olida,
No dia 9 do correi.te cspalhon-se a muito
derejada noticia de ter tomado conta das re-
deas do Governo Br^sileiro o.Muito Augusto
Snr I). Pedro a
Mal ebegou a dita noticia aos Estudiles
d'Olinda q' unindo-se Iratarode appresenlar
a noite uto Theatro, o qual findou as des ho-
ras emeia Depois deste lodos, untos no
pateo deS. B ento, organisaro d entre elles
urna msica rt e dirigiro-se pelas ras com
foguetes, d n.lo vivas maioridade de S.
M. Le C. Asamblea geral ele osquaes
erao respondidos por um extraordinario nu-
mero deoutras pessoas, que se Ibes vierao
reunir ; haveodo pauza nos patlieos das casas
dos Lentes, e de algumas Autoridades supe-
riores ende cantavo o llymno >acional ,
e desta forma ( assaro toda a noile entrando
pela madrugada. .
No dia ,0, leudo oMajor de G N. Joao
Paulo Ferrera offererido aos Eslodantes a
nunca do Balalbo do seo l oromaiido, reu-
DURIO D B lp. RNAMDUrO
5
7fcTn-*WMW*WM2E*^^-!B^^
BE?
tes presentes na occasio ; noite houve o
mesmo que nos dous ti,do porem, que em lodos os tres das a*
itlumiiiaili
lado das eleices'geral e provincial, no] pp al hoje sem inlerrupcfo adiando se po"
fraccionamenfo da populacSo em lados emi-j uso consumidjs is dnas peimeiras ores!a"5es
nentcn.cnt'tt hostia fe na propagarlo de dou- do emprstito* de 15:o3o(J ra ; wado-a
ras achatfo-s cempTetemeute lumiuaias, trinas irntooraes experniciot. Bem que por essa causa neceasario preceder lercai'ra 1
Nao Blufei4os por conviii-cao com esta pro-|ulvei oa lunmei
va de nior e resprito aeMoqaicha, liraro!
uiaa finta entre ellas para darem am co-
pod'agoa; o qual leve h.ur noflia 13 ;i
noite em urm casa na rua de Mathias Fer-
rera.
Nesta noite lodaa as ras estavSo bastan-
temente iiluotinada; porem a de Mathias
Ferrera subresania asoutrasj porque alum
kmii seu*ios nio aprovaS'c>>i u j a CommiH-.o VdmiuislMtiva por este aviza
meiosdo que lane'nu mSo pan ivaliaar o peo-
sanenlo da maioridade todava enlende 1
que declarada ella nada mais restara do q is
conformar-se com a forra das circunstancias .
i.'e pntentiaf o seo enlhustasmo pela Pessoa de
nnsso Augusto Monarca penbor da p.rospe-
ridode do Imperio, c de tomar a iniciativa
_nos festejos, a qual Ihescompeta petosaa-
de estarem com mu las lutesem fien ir as casas TcriGr t que sempre bio frito na su^tentaejj
particulares, havio cinco arco, todos eheios;doTi>rdno, e de principios cuio triunfo tem
de lampides : liavia asna computa illumina-
co em frente da casi, nomeiu da qual va
se collocado o Retalo do Augusta Monarcha
Iii!)3:eiro : no meio d rua defi-onle do
Busto, eslava a munca do Batalhlo de G. N
de St. Antonio, a qual iucessauteioente tota-
va o llymno Nacional.
As oito lioras e tantos minutos repetlidas gi-
rndolas de focjuelcs anuunciav&o achega.lt
dos Lentes e de varias aulliorid.ules, os r.uacs
bastantemente influidos, chegaro ;i varandi
e dero vivas a maioridade de S. M. i. e C. .
a Assemhlea Geral eaNaco Brastdeira os
qnaes erfo respondidos por um mui grande
numero do espectadores, que cobiiio toda .1
rua por longo espaco de lempo Uepois do
dito copo dagoa sabiio com fugeles e
Rmicas pelas ras honrados dos ditos Len-
tes dos quaes um levava um rico pavilbo
Nacional; e de.te modo peiconeio toda a ci-
dade \ depois dirigiro-se aoSemiuario a-
onde forao recebtdus com vivas e foguetes ;
d\ isando-se nos semblantes dos .Seiiiiiiaris-
tas um regosijo inexplicavel Sahiro le-
vando consigo os meamos Seminaristas, e
lornaro a pSssear por toda a ciJade, cantan-
dose o llymno Racional nos paleo das casils
dos Lentes ; que mmediatamente appresen-
tuvao-se as vaiandas e repeliio os vivas com
entlnuias 10 Brasileiro. Assim so pSSSOU a
noite do da 18 e maior parle da manho do
dia iy do con eme Agosto.
Festejos, feitos no Seminario Episcopal de
Onda pelo Rem. (.onego Beitor e Se-
minaristas em honra e louvor Maio-
ridade de S ftl. I. e C. o Snr. Pe-
calado nos aturaos a convicio dequantoim-
ooita su 1 conservacio d paa propriedade e
grandeza d Pais
V-m-io liuoi numeroso concurso dos mais
dislinctos Cidadesao re Dcum qn-o Prc-
Milcnte da Provincia nnndou celebrar na I-
greja Matru nodia t6do correte oquil
loi seguido de liiim expen 11! 1 otile :i n >ite
que o mesmo as<^liu con mais r!.- duzeutis
pessoas, nolando-se de mais sCidadetotla
elluminada e banda de muica| pelas ras
n>pre*cntac6?s llieatraes e fogos arlifictes
:! cerloque muito niose presenciara ni
Paralaba fstas lio brilhantes dseaqienha-
dascorn tanto cerlo e de
aos Srs. Socios a quv-se ligneo entregarlos-'
preteriveimenie iu praso dfl (odias na ibr-
ma do art. S da pnpvHla approratla ao
rhesooreiro Manoel Joao ib) Amorhn rua
i).1 Ca lea velha n, ai as anas respectivas quo-
Us de j" pir 100 dasnuantiaa que generosa
c voluntariamente sumereveram para que
nao cesse a obra d > meam r',eiiro
ada em bastante a liantamento,
PernaiCbuco de \, >- > d^ 1H jo.
A k'-tH *l .T-N.s-.
que so
h
1
i; admirar que t":i
*T~ Qnnti frira 2-j {docorrente na ruad
Roda p I > FuudeOireW da i. Var
do Civei por ai horas da Urd sfchadear-
rem ilar imnretei ivel nenie o Brigue denoiu-
nado Pemambnrano forrado de oon- todos
os seos p"it.-iv's nue constio do EScripto
que se acba em mod > Porteim,
\.-V A 1 ibris.ioM l.-o'.iiliie deN.S do
Rosario do bairro diftoi-VUts com a dor
miisilitei.....xpe *os (ri"is o misero estado
emanee*ta eposto osen ilecabido emplo,
o qiisl por todos os lados indica ruina, por
lium logara poucoto agitado fosse perfei- ,,.,. B ini;,r p%rte desuts paredes rotadas. e
lo o socego Publico com a nova desucessos desaprumadas as thesouras que v;un o
proprios para altralos o que sen duvida se itflluJ0quai todas pulidas e decnsdss para
deve energia e firmeza com que o presente denlro, mostrando a cada pisa) desabar. A
administrador tem portado ; ao estad 1 dedis- Lmandade com dor torna di/.er n> pode
ciplina da Eon-a Publica que criou o a d*r remedio a tanto* miles pFftr compwta
prompta resoluco que tomou na suachega-
d,i de conter nos devidos lemites ^s corporaco-
es e autboridades que faziio sombrad Pre-
sidencia
dio a."
Desde odia 10 do correle, em que ap-
pareceo to feliz noticia bou\e illuminara
no Seminarario e ainda continua ; no dia
18 pelas ti horas da tarde leve lngar um Te-
Deum solemne na Lrieia do mesmo^emina-
rio. decentemente ornada Para este acto, to
brilbante concorrero o Rm. Cabido, e Ca-
pelaesdaCalbedr.il. os Rms. Lentes do Se-
minario os Rms. Religiosos dos conventos
do Carmo e de S F'aoClSCO, a mor parte dos
Acadmicos e mais pessoas daquella eidade.
Principiou o acto por hum discurso assaz
dino de assumpto to impoit*ntf, e subli-
me, recitado pelo Rm. Vice-Reilor, e, fin-
do este, entoou o Te-Deum o Rm. Arcediago
dal'atbedral, Ignacio Luis de Mello. De-
pois deste acto religioso subirlo os convida-
dos condusidos pelo Rm. Conego Reitor-e
Seminaristas una sala, bem preparada, on-
de em um throno magnificamente ornado .
e illuminado, eslava o Basto de S. M. I. Ah
appresentou-se hura Cha servido coa mui-
ts delicadeza e passou-SO grande paite da
noite no maior regosijo, quecaurava urna 01-
clicslra compoeta pidos meamos Seminaris-
tas. Finalmente, concluido todo o acto sff-
liiro estes, encoi ponidos com os Acadmicos
em marcha petas iujs da eidade piecedldos
d'uma musiea militar, trasida pelos meamos
Acadmicos, dando vivas a Maioridade de .
M.l.eC
i.> pessoas pobriisiatas. que na poden ata-
Ihar de prompto; porque o concert que pre-
cisa 6 di-grande monta ; *> paredes devein ser
e_ que entorpeci a sua marcha ,1 arrazada atao meio : Mas lomeado quesem
por meto deacinles, 'insutos, ou ameaf&ii-l M |>ensar cair. eque pade causar inmensas
lo cada momento, asstm cono o t*o*erno ruinas, animados pota de qne os Cttholicos,
e principal menta os
Padroeira concorrero
Imperial com a anarqua na Provincia! !
jV'in so ;i esta Cidade se tindo Uuiilado os
lesvelos do Presidente : suas vistas tbraeario
u centro da i'rovint a,donde tem viudo ues-
OS cuntes d* Beligio
devotos de sua Divin 1
de prompto con aquella estudia, que seu de-
vo'.o
lh> dictar: a Irmandade vae
ma grande parle de seos males por causa do ( tetar facer a iilt obra e | toi oreado a
exesso de elleitores em alguns colegios das 1 quantia que podem astar, fiadosnos fiis no-
Kreguezas, alias de menos poputaoio, il-| mearan um Thesoureiro, oqml h; o lllm.
lustr.ico e ri mezas, ecom as aceitadas me-
didas que se loma vio, i as inQueucias que
lazio pif.alecer os abusos havio baqutado.
e espera va-se q'o tezultado d'Urna illeitoral
fosse como deve ser, a expreso da maioria
Provincia Nao sabemos o se Governo de S
M o Imperador levado por falsas informa-
Sr. Manoel Tboma Rodrigues CaupetlOi,
pessoa capas edcgrtnda merocimenio, qu
aceeiiou de bom grada, para recebar aaesmo-
Us, que as almas devotasq'teirao dar, e jun-
tamente nomeara o ex ju*. Antonio Ferrera
(Ia li ira Sacro-saucto [>*i fiel domcm > film*
'hcsou'eiro das obras, oquil Vri oque
PROVINCIA DA PARAICA.
COMMlSIClDO.
Por occazio da ebegada do Vapor que
trouxe a noticia de baver S. M. o Imperador
assu.nido as redeas da Adminislraco do Es-
tado algumas pessoas na Cidade da Parahi-
ba de conbecido anime desurdeiro \ jnos-
trario desmedido couteniamento e se revea-
lirio pela primeira vies de seotimento dead-
hesio a monarqua countb que os aconte-
ciments da Corte livessem !oic da traaer
, n.uil.Mica do actual Prndenle da Provincia,
sjshe, provoiar a nomeiaviode
ees de tres dejiutados da Proviuca a quem Iha for determinado pelo diio Sr. Tbesour-
no agrada o estado actual de cousas n i sua ^ qualro Procuradores os qoaes sao os r.
Provincia, demittini o digno Presidente Jos Francisco 1 abral Jnior, BomuildoifAn-
que dirige os seusdestinos, e que aceiiou gra-1 |0nodo Sacramento, Pedro Jos Clemente a
veniente inlermo o pesado encargo de adrai- le Candido Francisco Lipes; e para adminis-
nistrala, quand> alguns CididOes o recza- U|>ador da dita obra Jlo do Monte de Jetus.
rao, recioso das dinculdades que tertao de] As esmoLi serlo tirada como umi snbscrip-
encontrar no bom e fiel cumprimento de seos r^ ;i sssignarem o que p > lerem ou quize-
deveres ; dando assitu prova de que he capaz re:n % 00 material a ver se pireste meio so
de sacrilicar-se peloservico Publico : porem pode relificar osmio Templo de fl. Divina
incontesiavel que a grande maioria da Pro- padroeira, at que ella quer que demiis
vincia com admisslo julga- perder o que ha- j,lcil !he ciiegue o remedio,
via alcancailo de gacniias de ordena, e de Benedi lo Gomes de Oliveira ,
socego, ese lembrar sempre com gralido Escriv da Irmandade.
dos exhsrcos que '' o actual Preiideuie feitoI jy (>nem precisar d'am administrador
di
do
M
em seo beneficio, o que ella rcroirhcccoj. do psraeiigenbo ou feitor jiara um sitio; di
modo ornis assignahdo as represvutacoes rija-se ao atterro da Boa-vista na loja d
que quaci todas as comarcas dirigirlo ao Go- sobrado do Pai do Snr. Jo Cicilio C arneii
nu
nidos : noite, nos quatro cantos, sal.i-
rioasmsicas pelas ras, dingirao-so de-
poisao Seminario, onde recoberao, entre a oque.
vivas o, collegiaes, e com estes conlinu-rio outro que subo.dinaodo ^idetaaie o den,
apassear as .Iluminadas ras: ludo como no | c de respeto 'L>C^>^^_
..' I resse viesse reprouuzr as sirnss escanaaio
Vdr.Vte've lupar urna congregaco I a,.9 de huma .dminstiaclo ..tenor na qual
Lent ^ q.raudu com visa! a n.a.oii- decidio do.desti.ms -^-""
uade dadoaV *" ^^ Coeih'. T i LS t T^Tj 'no rez
respondidos pelos de mais Lentes, c Lstulua 1^ inducnc.a amda hoM taz sentir ,no Watt-
que q
vernodeS. M. o Imperador pouco depois do
acertado addiamento da Assemblea Provinci-
al nasquKs e numerarlo os servicos presta-
dos por elle, e o con leiitamenlo dos povos com
a .*ua adminislraco.
Consta (iw vai jirtir para a Corle no pro-
xn;o Vapor, [ nao o tendo feilo noque paite
lioje por lah de lempo ] boma comraisslo
composta do Coiuiuandante Superior de Ma-
ranguap Audre de Albuquerque Maranhio ,
do LoronelGaldiuo", edo Lente Coronel
Francisco Antonio Almeida de Albuquerque,
pa felicitar a S. M. o I. em nome db Pwti-
denle da Provincia por haver assumido as
redias da adminislraco do Hslado.
LOTERA DO SEMINARIO.
O Reitor do Seminario de Onda convida
os aman.es de Loteras a comprarem os bi-
Iheies da (irimeird parle d^ 17.* Lotera do
mesmo Svminario, (cutas rodas anda impre-
terivelmenie no dia i2 de8br)i|ue se acho :i
renda do Bairro#d 1 Reel/e rua da Cadeia, na
ioia de cambio do Sr Vieira ; em S. Antonio
na roa do Cabug, loja do Sr. Bandera 5 na
Boa-Vista delronte da Matriz botica do Sr.
Joaquim Jos Morena.
SOCIEDADE 1 \P.MO.MCO-TIliaTii\L
Terubaobra doThMlra de Apollo pro-
gredidodesde OfMceflNee ciu ai du Mar?
Ilonteiro.
t r O'icm annunco cem mil fs. ajuros
a dois mm cenlo com piibores de ouro den-*
a-se a rua do fogo ao p do rozarlo I) a5.
i\j- Precita se de urna snra decanacida-*
de que se qneira [iropor a ser ama de urna
cara onde ha marido roullier e um me-
nio recemnascido, para facer o servico in-
terno e sobre ludo compaohi a dona d 1 ca-
za do atierro da Boa-vista loja de miudezas
do Raposo.
r_j- Um retratista chegado de Pranca re-
iralt mui fielideute lauto aoleo, tamo em
miniatura, por pie.-o commodo e su eiu-se
a que os rol!" que uio lerem propnos nao
recebo paga do seo trabalbo, e igualmente d
licoes de Desenlio-historico, Pavaagem, Ap-
ebilectura a o'eo, e miniatura ; proimiie ,
que os seos Lhsoipolos seguind cousiante-
meateas soas iHea, que em um annosei
capas de deseuhar lolriteliuenie.
u-i Precisa-*e alagar um primeiro andar
com as lojas em r*, que nao seja mullo oc-
culta : quem a livor aonuncie. A a mesmac
raaa pro isa se de umi muliier capaz, que
saia a vendee fazeudaa com u na prea e que
d liado.- a sua conducta quem I he convier
annunciiv
tar- Pnariaa-se nlugar urna escrava para o
servico de ama .asa de puquena (ismilU que
suba "om.-rar cu*iubar o eusaoo.r e que
seja le 1 na rua d-> flote caaa L). b, ou
ojununciepur csu lulba



DIARIO
wmmmtmm
OB PRRN A M BUCO
Bnawai.....'ii yxrrm
**
Vjg- Pnro pullicir-se as obras r.bnixo de--
clarada* do falleido Pr Caneca roga-se por
tinto ae. Srs amantes das letras contrita i
siias 'signaturas na ra do Livraroe lo so-
brado D i i lahoas urna grande c-deco de-verso dita dita de
w-k, o itinei rio[ fiel ] < los de
metra de Eaiclides. ditos 1 de e"
mi' n-e o i si > das rou'.lv i I
Of rren se a prop ied i le do ;
deg l'nhtt p i hs a tresannos, a tratar
ron. Amaro Fernandez Gama ou com J-ao
Mara 'eve.
W A pessoa que an'Wiiiciou qo rer un
ciixtro p .i-. lomar c n 'a de u ia wnda
balan o .1 mUn do I e fe dirija- n : a es-
trella do Rozarin na venda de lanoel Jos
Mendes Basto I) 18.
S27* Aluj-e por prec con mo 'o ubi ar-
ma/.m no hairro do R cife, O i'imo para
qua'quei o g m o p r ter baslan si
os pie i ndenles dirija >-se a ra do i- ogo De-
cim > 7
cr Ni ra da penha no fundo"do Livra-
mento n<> t*rciro sobrado no tere rq andar,
lia um i seniora que sp propi
cas com ama para se criar com leile c lam-
bem ro ebe a que nao liver am i pn a s< ac
bar de crin; assim pomo se i e '<>-
se-se toda a qualidade de costura por ,
commoao.
es" Quem tiver para tingar urna casi ter-
a A o 't"Miel nao exceda de, Booo mensa
es, na iui da !' ore lina ou nos seus arredo-
ns ; a. ntncie,
7? --,-.-
George Deane..& CompanKia fazm goas e dous fiteiros 5 na ra das Cruzes Pe-
lo por intervenco do Correlor Oliveira cima \. .
de um bom sortimento de fazendas ingieras 5 -. *&-. Chat* de seda a immiUffo dos da in-
cuarta feira 96 do correbte as 10 horas da .lia, chapeos de Mdae de palba de arroche-Jatnajfc
lo* ltimamente d franca, botina, sapa-
leil*
tinha
tad a en pica o
rngnmma e cozmna cora
mais seis escravas de idade de loasvr annos ,
com habelidades \ na ra de aga de des De-
manba em ponto no sen armazem ra da al-
f.inde ;a velba.
- One Faz Jlo Bernardino fie Mraes p
G 1 no dia quinta feira :- do c irrente .
le a8saca in de vapor[1 n, lotes ]
conta dequem pretencer 110 caes da alian-
lega na 1 la j armazem do Antonio Jua-
uim Pereir;.
- i
\y o ra p r 1 s
^tST Dolanlo ile. cceiros de baelilba de
' ; dos que vem do lorio; quem tiver
annun
. E cravos de ambos os i 1 ide de
a a 25 ann is cara 1 ; na
ra d o p do Hoza rio 5.
V e a s
ra vestido, mantas de garca loros propia
para armar chapeos, e para enfeites de (l
i'i-a e outns maltas '/.irlas por preco
poromodo na ra nova lado da Matriz De-
cima 9.
t^r Multo boa salsa parrilha ; na ra do
\ i; irio D :-.
r Vinhd do Porto em barris, ptimo pa-
ra en arrafar ou para tasas, prticulan 1 .
por preco muiocommodo ; no Recite arma-
zem por baixo do Sr. Vilas Boas assim como
a de carnabuba.
tasT- Potasa lana de primeira qualida
'.. por ser q vferdadeiro perlace e muito
nova ; na ra do Vigario n. i5 escriplOriodo
lezes.
Um bom escravo de bonita Ggura de

i ni dos 1 remi i exln hid is na
la parle da lerceira lotera il 1 iheatro
publi 1 ; na praca i, :'.-v o liario de urna casa; na ra estreita do
[ na esl la mni rica no aterro da Rozarlo D *p no terefliro andar.
Boa-i lojade oze Fen eir Ramos, ao p Ou troca-se por urna escrava de i''
di Matriz. de 5 a de boa conducta e que saiba
i Espermaeetpordinario a 36o rs. a li- Patero se 'ico re ular de urna casa urna
bra; na ra do ozi rio larj a, 7. leca de dale e 1 1 anuos com principios
- Urna escrava de nacao, sabe bem co- de costura de boa figura p sem vicio de
zinhar engommar e coser ; na
Madre de Ueos casa de Gonsalo Jos d
e S..
DT mabanieira b'a=i!ei'- rciaap,} pan-
ra qualquer eml apeSo, urna
(Terpiites
tos de marroqnim de lastro e de sem pranos, ^para flWfi N K
,,, ora ,s patos de marroquim de lustro pa chapa de I ar .... para GHjbJj
, homenf, lavas e raeias di todas as qualida- estampas : na praca do ""*
seil sarja ,r... e branca pa qmm do Almeida 5 assim c ao rec
no liote-
isa-se de
nina ama para casa*
-.7- Pos parisienses purgantivo anti-si-
philiticos., anti-dastrozos, e anti-biliososj na
(iraca da ndi endencia loja do ^r. Meroz e
na ra nova laja de Frederico Chaves.
tgr Caineseccado Rio Grande do Sul ,
muito sa e nova, por preco commodo; na
ruada praia nos dous ssmazens defronte do
sobrado noto do Sr. Joto Rodrigues de Mi-
randa.
Escravos Pujidos
tar Fugionodia > do^orrenle pelas 7 ho-
ras da noite umn negra de naci rebollo, de
1 le de -s-J anuos pouco mais ou menos, le-
vou vestido azul com flores amarellas, com
lias deouro'pequeas nasorelhas 1 m
muitas marcas as iaes da hapo,
, i pca \fl bixigas, nariz grande, ca-
ra larga, toma tabaco, algun lanto ebeia do
corpo, de boa estatura, melfc bucal, tem no
Loa marca MR que pouco se per-
. um p-mais grosso que outro. e por cima
do tornozelo urna cicatriz j:i secca pela parte de
oemco- aecostura ae noa ngura e sem v,,-,, a qaaldescon6a-se ler sido desem-
rua da qualidade algum 5 em de Manoel Jos, ^.^'^ ^ ^ ler conversado
a Coala Gonsalves Braga junioao arco de S. Antonio. K ^ ^ e por isso roga-se a todas as
Mr Dous ni gi >s canoeiros serventes de ; jri iMvi $ J^ d(J 0 e a reen.
ssr Quem perdeoumaquantia em_ sedo- 8var,osI r0M'..P'
las diilja-se ao atlen
fazenda do Silva que da
t entregueS|
1BT Quem tiver um.'
6 caitas, dirija-ae a casa de Vldhoel Gonsal-
ve^ I5r.i;a junioao ano de S. Antonio.
$lj~ uem precisar de um rapaz de 14 anuos para caixeiro de loja de lazendas
cu ferragena annuucie.
S25" A pessoa que i he convier dar aqu a
\ii.
por preyo com modo; na lualo Cabu-j go com 10 varas a 17(30 e de bsetanba a
j,:., n r 1560 r 100 pecas de cambraias lisas a. i< ,
KSS Una nrcta moca, d.e bonita figura, e de paninho 6no :.), cambraias linas de
cozinha o diario de una case cae engom- Iislras a damascadas 3ao e o.|o a rara cha-
ma per fei cao 5 na ra dos Martirios casa do peos de baeta proprios para escravos a 3o e
lado da Ifreia i). 7. tambera algod'o da america muito encorpado,
Unaescravde idade de 16 annos, e o. tas fazenda por barato preco-,
guantiade.oooooparaa receber vmaje ^ ^--^-. ^ ^ ^^ $ ^^^ (b tmoCre9p? i)/tt Ulo l3 |0rte ;
c lava de sabSo ; na ra Direia 1). auiuUo do de Antonio da Cunha Soares Guimaries.
Lvramento. **~ Superior sal do Ass, alvo e jrosso,
Taboadb de pinito americano de todas bordo do Patacho Laurentiua Brasileira ,
..ras e larguras dito' da iuecia de fuudiada defronle do trapiche do algodo ; a
da Cruz n. cora Lumenco
S.*Anlaj dirija-se a ra
*D. 65 junto a Igreja do Terco.
C3" Da-se um eouto de res a premio de
dous j-or ceiitoan mez sobre bypotheca ; na
na ra das Cruzes D -t.
lado, denles curise lidiados julga-se ter
hido para as partes de S, Anlo aoude lera
parentes ; quem o pegar leve ao mesmo cu-
genho, que ser generosamente recompen-
sado.
tf i'ugio a dous anuos um preto de no-
me Joao com os signaes segintes ; altura
recular magro de idade de ^o anuos para
mais, de naco mucambique tem no rosto
urnas marcas de ferro e entre ellas uma bs-
tanle grande na testado Celtio de umaferradura
de cavallo ; q-.'.a^ o peg ir leve a ra da ca-
deia a casa de ...fe Cal moni & Corapauhia ,
que sera generosamente recompensado.
uviitiei.to (lo *ort*>
vir a uma tusa dirhi-e a iua de S. Pedro n;i rua nova -1" "*' .
n ., J i c ( m escrava de 1
D- ai'.
^ Tirou-se por engao do correio uma
carta vinda do Porto para Joao .lose Borges ;
quera ior seu dono dirija-se a rua da Cruz
venda J.
^r Azeilede carrapalo a i44 a caada ,
bonita 6gura cozi- e .1 garrafa a aoo ra um cochiebo muito '

ivisos faritiiuos.
m toda perleicao lano de forno como por 0,000 } na rua do coto vello D.
u l'u o no paleo do colegio no segundo la na mesma s precisa de duas negras o
ir do sobrado.por cima da fabricada cha- negros para venderemazeiu, pagaqde-se 400
rs. por caada, d-se meia g irai'a para que-
bras
tsr Uma vidrassa para alcova feila de-
peos.
.y Uma molatinba de idade de 10 annos
com principios de costura, na rua do JVoguei-
r>iD .
tSS" pvada cm sacas de 3 a / arrob is ; no
.. riii.ua a palmos de altura, e 10 de
largura e com o vidros inteiros ; na la
PARA LISBOA "t: fins do corrente o
Brigue Portugus *. Joo BaptUta Capito caes da alfandega armai kntonio Annes. do l agundeswbradoque fot do tallecida Ran-
Msiioel Jos de Souza or lera maor par- 1 Um a lato moco de bonita figura ge
t^- Dous moieques de naci uai saliendo
do seo cune, .iii.ii!.) prompto ; quem qui- muito bom omcial de sapateiro, eoplimopa- 1 uous moieques ae neyao um sanenao
ser carregar ou ir de passa em para o'que tem ra pagem ; ua rua da seuzala velha n. 1 se cozinhar bem o diario de urna casa umane-
excel lentes commods, di rija-se a os consi- dir o mol i vo. abade id n anios.duas jiretas
gnatarios Mendes & Oliveira na ruado i Pannos de linbo infestados e nojoeus quiUudeiras quedo por dia 460 um pre-
VigarioD. i5 ou ao dito Capitao. raeias de linho de p grandes leu9os de seda lo muito retortado ptimo para torio o ser-
PAl \ U AR \L.\ i Y o Patacho Nacional ,,], 1 .,s os lat., nbos e de todas as cores rico e um dilo por .00.000 na rua do logo
Laurtnlina Braaileira de que be Capito para mo nina caixa de prata os desterra- ao pi .). a a
Antonio Germano das Neves, pretende sa- dos de de Suzaniuha e>iu- pous Dois nlhos do pasto
e mancos; na
NAVIOS SABIDOS NO DIA aa.
LONDRES-, Brigue lnglez Chase, Capitao
Jantes Retlhi, carga pu Brasil, e assucar.
ARACA'l i j Brigue Escuna Nac. Aracaty,
Capitao Jo.io Antonio da 6ilva car;a va-
li* gneros, passageiros brasileos (j por-
tuguezes5 um criad.) e 8 escravos.
EN PRADOS iNO DI v 1$.
MONTEVIDEO} a das, Brigue Araeri-
cano Uelight de 23 tohel. Capito A.
Ji. Ewans, equip 9, carga lastro j a
Ejre ficoo no lameiro
BARCELOM i e S Cruz de Turrifo ; 47
dias e trazendo do ultimo porto Jodias,
Escuna Hespauhola JNunca fui Vencida,
Cap. Jacintbo Duvan carga diversos ge-
neros; a A Schramm.
SAHlUOiNO MlviODIA
I-ORTOS i> SUL ; Barca de Varpor \lara-
nbense CommandanleoCapilo Tean-
as dos Prazercs recebe carga a lele e passa- tuna ib.
geiros e subi. com brev idade 5 quem qui-| ur Um cvalo muito gordo, e de bonita pra^ada iude|*uun :wl
M-rcanegar ou ir de pa&6agemfeulenda-&ej figura, co.11 urna muda poi fazer; tai lora ^~ Liui iu.i u
um o dno Ca|)itao ou com Jo: Gonsalves pe portas n 2i4 nUa "na paiativa d
i.ascao na la da Cadeia n. 4.
, e becado de prximo de branca na ;,. ,. OBSERVACt Ei
5 i i\odia aa un andar 110 lameiro a vella a um
Lm- .ola de angola uma banguel,- j *W" V^^l^P^ o Brigue
da urahiba e un cana- lo6 opt, Cap. Valenis RoberU
ijeH, o
tsr O Leilao de Alevand-.e .\JaiLiy & C. ,
aiinunciado paiaj do corrate, lita trans-
mito para terca feira a5 as ioIioms da ma-
lla 1 jio MU ariiiuzein da rua da Cruz.
; 's : "7 .ha, urna paiativa d, arahiba e um cana- .' "6 "".l' > **& *""" ?T"-. n
r^ma n^rcao de bracas de rede nova riodeimpeio naca jaufalgroj. da Ao-siu.uia le.-se de vella do lamen ao o
...i i 1 ...-. x l anspoi ic ni.ie/..
de barbante ; em lora de portas 11. L ^iuz.
ts&- A coleLode mais de auno e meio do tff Urna elegante moleca de idade ue i5
Ulano de Peiuainbuco na rua de lionas anuos um bonito moleque de idade de 14
U *,_ anuos de uacu bcngueila duas escravas
k-J- Urna leixadiira para porta, uma la denacio, com babeliuudes por 760,000, e
prababu toin dous leuollios c qualro liu- ,uma cs.:lava de na(O de idade de ao anuos,
.porte lngi
No da ai h/eio-se de vella do lameiroo
Brigue i>ae. e Imperial i de ii;aio a
Charra Auq.hiinsie, eo Lugre Sardo Po-
treo e se0uno es seus dtsliuos.
lU.Cll-'EJNA'4YP.DE Ai. F. EF,^84>


Full Text
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