Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04727


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Full Text
Anno be 1840. SexiVFer I
--------;----------------------------_ i ------1------------,-----------------------m
^TufJo'agoia depende de' nos mesmo ; da nossa, prudencia," motera-
c5o e eueruna : continuemos con > principiamos, e seremos aponUdos
com admiraco entre as Kaces mais cultas.
rroclamaco da Assemblea Geral do Brasil.
ooo-
Suh
nosts 'I
creve-se pa {" folha a jfooo por qnurtel pgo 8diant
Pyoografia, m*iCiimi D 3, emPnra da Indepent...
cia n. 37, e'58, onde se rccetie-n corresponriincia, legalizadas e an
nuncios, nsiridO-sa estes gratis, sendo aos propnos assignanle
ad is
penden-
viudo *ssnados.
P ATI DAS DOS COR REOS TERRESTRES.'
11
Cidade da Parahiha e Villas de sua pretenco.......
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem.......
Dita da Fortaleza e Villas dem..............
Cidade de Goianna.....................
Cidade d- Olinda......................
Villa deS. Anto......................
Dita deGaranhuns e Puvoaro do Bonito.........
Ditas do Caito, Serinhaem, l.io Fonnozo, e Porto Calvo. 1,
Cidade das Alagoas e de Jlacei...........dem'dem
Villa de Paja* de Flores. .... ..... .......ldem ^
Todos os Correoi partera ao meto da.
;Seg. eSexUs feias.
Todo os dias.
Quintas feras.
lo, e 34 d cada mej
dito d to
PHASES DA LA NO MEZ DE AGOSTO
Quart. cresc. a 5 as
La Cheia a ij- as 4 1
ih.e51m.di man.
* li. e 55 ii. da man.
Qtiart iniug. a 1- as 9 h. e 5y m. da man.
La Nova aifi-as < h. e ijin. da man.
Mare ehcia para o da 21 de J$osto,
As 11
As 13
horas t |i minutos d manhS.
borase G mutua da tarde.
21 de Acost.' NuMErto t&'.
CAMRIOS. Agosto ao.
Londres......19 na d.por Ifnooced.
{' |>"8 .......8 **? I(i" preHiio or metal oflercc.do
r ranea...... ^-o re i por li anco.
Rio de Janeiro ao par. #
UfJKO-- Moeda de 6/400 reis, vthai tigr 11 ''a* ., "ovas 14 />,..>
Ditas dfe 4 foco res, fooo
PUATA PaUcoes brasileos i^(;o
Pexot Columnarioi----------1*6*10
Ditos Mexicanos ---------- lidio
., MiuHt. ...........i#i4o
Drrconto de bilbetes da Alfandga 1 118 por looaomcz.
dem >le letias I l| a 1 ija por1MMSfirmas ullcrecido."
Aloeila DAS DA SEMANA.
7 Secunda S Mamarle M. Audiencia do Juiz de Direito da 1. vara.'
18 Terca S. Clara de Monte Falco V. Hela ci e Audiencia do jji
de Direilo da 1. vara.
!Q finarla S. Luil I. Au.iiencia do .liiiz de Direito d 3. Vara.
90 Quinta Bernardo Ab. Audiencia do Juta de Direito da 3. vara,
ai Sexta S. Joan la francisca Viu. Audiencia do Juiz de Direito da
I. va'.
11 Sahbado jejam S. Teinotheo RdaeSfl e AuJiencla do Juiz de Direito da
iJ> Domingo O Sagrado Corac.o de Mara.


MO DK JANEIRO.
CMARAS DOS SRS. DEBUTADOS.
" Sesso de q4 dejulho de 1840.
Presidencia do Snr. Marcelino de Rrilo.
A's to horas faz-sea domada ; e reuni-
do numero suficienle de Snrs. deputados ,
abre-se a sesso.
He lida e approvada a acta da sesso ante-
cedente.
O Snr. 1. Secretario d conia do segninle
Expediente.
Flum officio do ministro do imperio re-
metiendo a copia do decreto pelo qual foi
convocada a assemblea geral legislativa para o
dia a do crtenle : Oca a cmara intei-
rada.
Oulro, do ministro da marinha envian-
do a copia do decrelo pelo qual foi nomea-
do interinamente ministro do imperio por ler
jddo atrita a demisso que pedio o senador
Uernardo Pereira de Vasconcelos : fica a ca-
ara inleirada.
Outro do ministro do imperio enviado
a copia do decreto que concede tima ppnso ao
ex-cabo de esquadra da guarda nacional da
provincia do Ilio Grande do Sul Joaquim Pe-
reira da Silva : commisso de pensoes e or-
denados.
a re
que-
le remetlido
Jul^a-se objecto deliberaco ,
rmenlo do Sur Castroe Silva ,
a commisso de constituirn.
Julfla-se nbjecto de deliberado be dis-
pensada da impressio e entra ein di
aseguinle resolu.o
11 Art. nico. Ser de festa nacional o
dia v3 de iulbo em que S. M. I. o Sur.
. Pedro II. foi elevado ao trono.
" Paco da cmara dos diputados a4 de
julho de if?4o M. Dias de Toledo.
Sao lidas eaftoiadas as se^uitdes ernendas :
" Em vez das palavras foi elevado ao
trono-difja-se foi acclamado maior.
Montezuma ,,
que perlencem ; Ij^reja Fluminense se pogU Nada mais preciso para tornar-nos duros
appcar o que ueste, lugir censramos eqne e in^ensivis para com o prximo, a quem
praticando todos oque aqu lmbramos, as verdadeiramente se nSo ama, sem que se a-
nosstiS advertencias sejo desnecessarias Foi- me a Dos. Por oura parte o rico ria-
duCUSsSo I {jaremos muito que por fulla de objecto. em dando ni opulencia tendo salisfeilas lo las as
que assenlem as rellexijes spguintes s jo suas paixoetis e nao conbecendo as preciso-
perdidas. Duas faremos, que veisatocer- ense miserias da vida ; no esUdo de inde-
ca do pongo das riquezas para a nossi salva- pendencia, em que os seus baveres o collo-
co e dos mi-ios de aeaulelar laes pericos. O cao, nenhuns motivos neuhuns estmulos
eSqUeci ment de Dos, a dureza t a insensi- lera, urna vez que os da Religij se exlingo,
bilidade |iara con o prximo que as rique- para compadeoer-se e para soccorrer as ne-
zas produzem sao os perigos de que per- cessi lades albeias Os bomens em quanto
tendemos fallar ; e os meios de remedial-os se preslaoao sen s^rvico em quaulo comor-
que bivemos de olerece"-, a constante lem- rem para os seus inlereisses elle os conlu!,
branca que o poderoso Jeve ter de Heos para approxima-os si, aju.la-os, se se quer ; mas
' Picando supprimida a do dia n de a- 'be dar o que da sua liberalidade recebeo e os mendigos, mas os Lazaros, que desejo
bril. Rezende ,, paia o dar particularmente aos pobres. (arlar-se das migalnas, que cabem das suas
O Snr Alvares Macbado vota contra a e-i P^sio que a accao de Dos qde criou e mesas, estes sao para o a vrenlo objeetjs im-
menda do Snr. Rezende porque no dia 1 de conserva esle universo se manileste na sua portunos, que os vera perturbar no meio dos
hbril foi o Snr. I). Pedro II. acclamado im- > mareba lal a nosst cegtleira e o aterro, seus prazeres ;l seme.baiua desses cadveres,
perador do Urasil como legitimo successor com que nos unimos as cousas do mundo, que que para lhes lembrar a idea da raorte os E-
de seu augusto pai. por ellas nos csijueceinos de Dos j inexcusa- gypr'ios aprsenla.*.io aos seus bsped.-s na oc
O SnrOt'oni vola contra a emenda do Sr. ^eis j,or isso, segundo a dnutrina de S. Pau- caso do banquete Pude, verdade a
Rezende, lastima que o nobre deputado a lo, por que Undo coitliecido a Dos nos O indigencia, na presenca do rico, abdal-o; mas
ollerecesse e declara que nao esl as mos nao glotid.amos como Dos servimos e adu- qUa| 0 elfeilo ordinario ? Redobrar o ricq de
de ninguem riscar o 7 de abril da memoria do ramos antea as creaturas que o Creador vigilancia, de eonomias para nodecahir
povo. (Ia7) Ora isto oque acontece particular- 0 seu eslado. Assim vel-o-beis allegar
Julga-se discutida a resol uco e be p- \ menle a\) rito sendo este o motivo, porque muilas ve/es a vicissilttJedascousis bumanas,
prvida com a emenda do Snr. Montezuma mesnio Apostlo nioduvida chamar de i- a inconstancia e capricho da lortuna mas
.sendo unnimemente regeilada a do Snr. lie- dolatra oavarealo : Avarus quod est ido- q|0 para assegurar-se'ttm futuro queocon-
O Snr. Prezidenle noma a seguinle depu- ;zende lorum servitus (1 2$). sol e sustente na adveisidade ; mas nao para
taco de ?4 menibros para ir comptimenlar a
S. Al. I.
Participio nao poderem comparecer sessao
por incommodados os Snrs Silva e Souza
Os Snrs. Montezuma, Clemente Perel- tarneiro da Cunlia e Silva Ponte.
ra Maeiel Monleiro Coelbo bispo de
Cuiab bispo capeio mor Henrique de
Rezende Oliveira Floriano de Toledo ,
Antunes Cona tlibeiro Du.nte Siqueira
Si
Vede aquelle hornera que pretende ele- dar a Dos urna parte d'aquillo queda sua
vai-se urna grande fortuna se nos projec- liberalidade recebeo, eq'o mesrao Ueos com-
tos que para iiso meditou alias tao mulli- pensar com usura. Oh! Se cora effeito a
, que para liso meuuou anas tao uiuiii- pensara com usura.
Entra em discusasoa resol uco nao impres- pilcados, poijmaii o uome de Dos Era allegida vicissitude das cousas bumanas se
sa que approva atenea concedida ao maior lodos os seus plano em todos os seus calcu- verificar, e a inconstancia e capricho da for-
los piesrindio se nao e.uluio positivamente luna tomar por o!ie]e'to aquelle, de quera
Miguel Florencio Xavier da Sena.
do coronel Jos Bernardo Salgueiro do al- nico e domiuanle peusamenlo o de euri-
O Snr Alvares Macbado manda meza a feres Tbom de Alvarenga do brigadeiro quecef-se e notai, se recuo diante de al- mira que ura estado qual o das riquezas, que
seguinle resoluco : I Antonio l^orgts Leal do lente Filippe Jo-j glim por illtcito por injusto com tanto que alias com Unta ancla procurastes cora lau-
A assemblea geral legislativa resol ve : _'s Ferreira do brigadeiro Joo Paulo dos as ieis civis lb*0 nao prohibi j as leis civis to Iraballio conservis que tanto temis
'* Art. I. A dolaco de S. M. o I-ser Santos Brrelo, do tenenle coronel Feliciano que deixSo reclido e probldade natural perder e que de laclo era ura momento se
tgnacao al a definitiva Jos ]\unes Gonzaga. que dcixao ao imperio universal da Religiio perde (juanilo o fruclo da iniquidade (133),
prohibir males que ellas nto podera conbe-! nao admira daemos que ura tal estado
cefc e nem punir. Mas nao da Religiao seja pintado c m lo feias cores pelo Evange-
Primcia parle resoluto 11. 197 e con- nao da consciencia que se tracta quando (llio e alli se ache escrito para yossa cautella
tinuacao de outra nao impressa com os arligos se Hacia dos meios de adquirir ifquezas j bis- 'a (ormidayel senlenca : -'E' mais acil passar
izaga
Por nao baver casa fica a discusso adiada.
O Snr. presidente d para ordena do da :
por esta primen a oss
conforme o art conlos de rs. annuaes.
k* Art. a. Fico revogadas as disposices
em contrario.
Paco da cmara dos deputados 24 de ju- addilivos adiados ; dita nao impressa con- ta que taes e laes meios dera este resultado un camelo pelo lundo de uta agulba que
lbo de ib4o. Francisco Alvares Alacha- cedendo carta de natm alisaco a joo l'stevo e nao tem que ver com esle exame a mxima .'entrar um rico no reinados Ceos (i34J. Mas
do.\, [Saraiva : dila approvando a aposenladoiia do Evangellio :" De que aproveila ao hornera nao pensis por issO que impossivel silvar-
Julp.a-se que a resoluco be objecto de de- de Felisberto Ir naci JanUario Carduzo > e- ganbar todo o mundo se vier perder sua (vos seudo ricos ; nao, em lodo os estados
liberaco e a requerimento do .Sur. Penna niTuda do senado n. at resoluees ns l, jalma'- (*3o) Segui-o ainda as suas tran- ^ossivel a salvaco d bomem seno queem
tai commisso do orcamenlo da lazenda com 15 16, 98 aS e 54 de 1840 e o mais saetes ordinarias e observai o nico pensa- alguns pelos embaracos que os cercad he
a seguinle iudicaco do Snr. Montezuma : I que tem estado na 1. parte da orderu do dia. ment de adquirir re;;endo-as lodas, sera em- isto mais dificultoso. Assim que a lieligi-
" Indico que a dolaco seja de tioo contos I Segunda parte, terreira discusso das for- bargod'omras e mais elevadas considerac- ; o n> he iusociavel com os bens desla vida 1
ters. .\iontezuma. ,, | gas d mar e trra ; primeira do projecto so- es esem nem'sequer modificar-se lavor do | nao vos ordena que os abandonis; o que
' nisacio e resolucoes ns 3a e 4ti. desvalido, favor da viuva, quando pedera a elige de vos, be que facais delles um acertado
opulencia ; nao possivel ouira cousa que uso, e repartin lo-os com quem vo-los deo, e
occasiouaria perdas sem netiliuin meio de especialmente cora os pobres, facais certa, por
O Snr. Marinbo tferece o seguinle pro- bie colon
3^ecto :
A assemblea gerul legislativa decreta ;
" Art. 1. Fica creado bum couseiho de
estado que ter por fim aconselhar o tnonar-
cba em todos os casos era que omesmo mo-
iiaicba julgar conveniente
Art. a. Este coi.silbo constar de dez
Levantou-se a seso a 1 hoia.
Conliuuaco da Pastoral do Exm. e Reveren- coropensal-as., pols que o rico nao ci emJ. estas ouras a vossa vocajo gbria.
dissimo Bisno Capello-MOr do Rio de Ja- C. quando diz : t4 Dai, e ser-vos-ha da- Cremos nao ser necessario provar ,
ier0i do" (i3t). E o que ludo isto nieus fillios de Ueos que nos recebera os as r
Nao entrou
que bo
iquezas ,
XI. I('que estamos muito longe desuppor, auejasiisicomo todos ai outrosdons, de que unto
e nem era possivel que en- ache exemplo entre vi) senlo o mais de- Uosgloriamos 5 eque era conseqoeucia. he
ura tributo devida a Uiviua Liberalidaie ul-\
Miembros que teio o metmo vencimeulo e ;trnsseem nosso pbno atleudendo-se occa- p'oiavcl esquecimento de Ueos da sua L' ,
honras dos amigos Cnselbeiros de eslado e !so e nalureza des'.e nosso tcballio que nos dos seus preceitos, da nossa Religiio i
ser nonieados e demilliuos como o juigar
conveniente o imperador.
* Art i os con'selbeiros de estado serao
responsaveis como os ministros
Paco da cmara dos deputados a4 d"e ju"
10 de i840. -rr 3, A. Marinbo.
diiigissemos particularmente, por seus esta-
dos e prolisses quanlos co.npoe esta vasta
Uiocesse. A ullipa rellexo poiem, que dei-
xmos feila como que nos obrigou dizer 1
alguma cousa mais aos ricos e poderosos da >
ierra. Folgaremos muito, que i nenaum do
(iif) Ad Ruin 1. ul e a5.
(i0; Ad EphcS. S. 5.
(U9) S. Math 6. 3.
|3) Id. 16. a5.
lerlarmo-llie uraa parte dos nossas b^li*.
Ufe
(l3o
(i3
)S.Luc. (i3a) Epist. Jacob, a. l3.
[IJJ] Vidi irapiura upe*^ Aulll-----
transivi et ecce non erat (P' ^^ ^ ^
e 36. ]
[i34]StJtfath. ij. >


^
DIARIO DB PEKNAMBDCO

OS SP
UG
pn vas fossem para uto npcpssarins bstanlo rogamos a mesma causa que elle, ada vida de
s que ncs fornerpm osannacs do mundo des- Imilhares de individuos.
de o spu berro. '! do mell.or dos seus A obediencia ;'* Authoridades um dever
rebanhos, sarrifiron aoSenhor eCain das caracterstico doChristo. O Fundidor da
fiurtos da trra ; teslemunho solemne do re- nrwsa Heligiao se nos manifestnu. podemos conherimento do dominio de I eos sobi- I.das ,( o. pelo Pxereieio desta vii lude que Eli e
asrouzas. Esl idea sem prp mantilla e senvolvida as di Aeren tPS pocas da lelifjiao
verdadeira, st por qnelles povos foi con-
servada, que linbao perdido de vista a revela-
cao primitiva, l's Pacaos levantarn as suas
mos os os para pedirn que se Ibes en- j derriptor nop-senio de Helem.
vasse a abundancia e as riquezas, fosse dos | nibndou pagar o tributo C
eus campos desterrarla a eslerilidade, ea
miseria ; e per gratido nu por temor as
calamidades, olfereiio ;s falsas Dvindades
os seos bens e alea sua vida. Aind nesta
parte o Cristianismo restaroil e consngrou
a anliga universal tradico que brillia cm
Um dos seus mais sanios e augustos
.ni o
.esar
.,...-,..., icios o
Sacrificio do Altar: e como ? Ufferererido no
Ftprno Pai para ser convertido no adornvel
Corpo do seu Filho o pao e vinbu princi-
pal producto da trra e alimento ordinario
do bomem Adistribuicao por tanto de urna
parte das nossas riquezas em objeclos do Cul-
to em tudo quanto possa ntervssar gloria e
magpstade de Dos sendo urna prova di-
que nos lembiamos da origen), d onde as ri-
quezas dimanan, he lambein uiu acertado uso,
que dellas ficmos.
lia outro igualmente acertado que o qual
nada mais recommenilado nos sagrados li-
vros ; por isso e. porque vos suppomos Ikis-
tante instruidos a respailo nao insistiremos
nesse uzo que sabis consiste em distribuir
com os pobres alg-.ma parte dos vossos bens;
e smente para firmar a vossa F e animar-
los de urna doce esppranca, lembrar-vos-lie-
mos o que se diz no Evangelho e que em
\erdude assaz consolador para todos aquel-
es, que como vos, cumi-iem o preceito da
esmola. Aquelle, que Senhor desle uni-
verso vira um dia julgal* o cercado de pom-
pa e mageslade 5 o separando as suas ovelbas .
aquellas, que ou.rau .->ua voz e que ieis
aos seus mandaroentos marcharan pelo &
roinho, que Ibes foi trocado, d'aquellas.
que o desatiende! uo, pizarao aofs os seus
preceitos ese fora apoz dos seus deso dena-
dos appelites dir as piirr.eiras Vinde ,
berodilos de n cu !'ai possuir o reino que
vos est prepaiado desde a origen) do mundo
E quaes sero as acces, que merecero una
to subida recompensa a poste de um ieino
sempiterno? Ser a confissso da Fe! perante I roes roas como servos de eos
observou at a sua morte. s Qouido
pas secundo a carne obedecendo ao ediot
de Augusto Cesar para o alislamento do o.
verso. v;ierao stia patria para ser alistado,"
(oi justamente qunelo o mundo vio o seu fPi
Pagou e
P'fuan.lo
na occasiao da sua priso alguna Discpulos
proooriraS, por meio da forca defende|-o
contra a Autboridade que do alto ha va re-
cebido poder sobre a sua pessoa, Elle os re-
prehende*) com a lenivel ameac nue os
que se sefvem da espada pela espada perece-
rs [ lot }? e com medo. como diz Rossuet
que aquella atlen)ado Ihe nSo podesse s?r im-
jmtado o reparnu por um milagre Assim
que os dous priiicipaes Apostlos que ns -
truira."). um aos gentos e outro os judeos.
ameslrados por tacs Ib 6>* e exemplos preca-
va 6 altamente este ponto de Moral Cbrist
Tudo o que se pode dizer a cerca d obedien-
cia aos Principes, universalidade desle de-
ver seus fundamentos vantagens da sua
observancia tudo foi dito pelos dous grandes
Vfestresdo CbrUtianismo. Bis aqu as pala-
vras do primeiro : Todo o bomem eslea su-
jeito aos Poderes superior,.^ |',||es vpn je
Dos que quem OS estiben-ce; e assim re-
sistir-bes resistir ordem de Dos e at-
Irabir a propria condemnaco. Os Principes
nao s5o para emer, quando se faz o bem ,
mas quando se faz o mal ; nao o fagis e pi-
les vos louvarS. Sao Ministros de Dos para
bem vosso. mas seobrardes mal temei-os ,
porque nao de balde que trazem a espada
praexecutar a vin^anca de Deo, punindo
aquelle, qu pratica ms acutes. De neces-
sidade por tanto Ibes deveis estar su jeitos
nao s por temor do castigo m<*s tamben) por
briijasaodeconsciencia [ i'ij ], As palavras
do outro Apostlo, mais breves, nao sao por
isso menos positivas : Sede suhmissos por
amor de eos toda soite de pessoas ou ao
Rci como soberano, ou ao que elle envia pa-
ra punir aquelles que obran mal e traclar
favoravelmente os que obrao bem. Ta' -'
por Cb'ristos, que invo:ava5 os principios tima analyse majs serviao a dissimul ir d.;
da (leligio fora absurdo e Ilgico atuibuirl a patentear o pensamento que aos eleitos da
estes attentados mesma Reli;io, que pode' naco importara conbecer. O Snr. Antonio
nao impedir o crime mas nunca ser com- Carlos foi por assim dizer ao encontr dos
plicedaqueles que ella tj fortemente re- desejos da cmara nesta parte; edeixandode
prova E" estaoutra verdule que nos of- rado as ambi;nid ules as reticencias. as ter-
ferecemos attenco dos nossos (Uhos a giversaces no que se tem feito consistir em
queav,fallamos ; e Ibes pedimos esculein an-
da a seguinte.
(Continua.)
PE Ai & A MiiVCO.
Diversas llvp&r\Ui&en3
CORREIO.
A Sumaca S. Domingos que destnava sa-
bir nodia 21 para o lij de Janeiro quer
sabir o 2< docorrente.
O Administrador Fiscal das Obras Publi-
cas aviza a todas as pessoas que tem vendi-
do maleriaes e quaesqtie outros gneros pa-
nosso paiz o sublime da poltica poz seu pr,
meiro cuidado em tornar bem clara e bem ilis-
tncta ac. olliOs da cmara a trha que se pro-
pe seguir o ftoverno do imperador a'im da
que, amibos e inimijjos seno illuda'o.
Nos nao podemos com todos os espirites sin-
ceros senao elogiar este proceder do ministro ;
porque sp aljuma vantaem tem o govern
representativo be a de ser lium governo de
puhlicida le de franque/a e de venL^ide.
JNelle nao ba meio de mistificar a nnguem :
e quando tudo se pode dizer e.n rita voz, o
cjue se cliama a finura be a peior de todas as
tcticas pois que os ministros perdem as van-
tagens da sneeridade, spm colber os benefi-
cios da dissimulacio. Que proveito pode-ss
om effeito tirar de pequeos subterfugios qut
ra as obras da dita ReparticaV) bajo de a-
presentar a cents duque se Ibes estiver de- todos adevinhao que todos explicio a meJ-
da que se produzem e quenenfium-outro
vendo imprcterivelmente no dia 2 1 do cor-
rente me/, de Agosto^ a fimde poder-se ciira-
prir certa ordem do lllm. e Kxm Snr. Pre-
sidente. Adminstraco Fiscal das Obras Pu-
blicas 18 de Agosto de 1840.
A. F. de Aloiira Adm. Fiscal.
Perante a Administr icao do Patrimonio dos
e'eito surten) seno o de ganliar bum pouco
de temfio retardar de alguna minutos o ioe-
vitavel desenlace de huma situjeo que nao
be natural iipoi verdadeira ?
Este programma (|us abrange em sua e\~
tenco todas as quesles a que o ministro foi
OrfaSs se bao de arrematar a quem mais der convidado g responder reduz-se aos seguin-
nos dias 19 e -j6 do correle e i do futuro '
mez as rendas do a. andar da casa n. 1 e as
das casas ns. 1 4 ^ t, 10 11, ia,
|3 e 14 pertencentes ao mesmo Patrimo-
nio ; ns pessoas que se propuserem a arre-
1. Simplicid ule na orginisacao adminis-
trativa economa e fiscalisaco das rends
matal-as po ler.io comparecer nos indicados
dias as horas (la tarde na salla das Sessoens
da Iflesma Admiuistraca com seos fiadores.
Salla das S ssoens da Admiui>tracao do Pa-
trimonio dos Orlaos 14 de Agosto de iS4o,
J. lM. da Cruz.
Noticias Proviuciaes
baha.
Rfcebemos foi has di Baha at
rente
j. Respeito escrupuloso lei, que ser la-
teralmente entendida e etecutada e.em caso
algum torturada com inlerpretaces cerebri-
nas,
3. Govcrnar segund ; as instituic'S e usr
do recurso excepcional que a constituicSo fa-
culta, de modo tal que salisfaca os espritus
aindaos mais sucepliveis e escrupulosos.
4. Debellar enrgicamente e com todos
os recursos do imperio, a rebellio da pro-
vincia de S Pedro do Sul ; mas o governo
ouvira as prop iedes que os rebeldes foreni os
do cor l1,,'"u''ros a apresentar-lbe como gtrantias
Nellasainda nao encontrmos quaes as fe *m e8ranM P^^1/ Pa daporem as
vontadedeDeos, que obris o bem como "lU\ estiyidades puhUr ou particulares, que l*** ** W*<> "Pr 10, huma
vrrs nao servindo vos da liberdade como de S(> ,p,n ^ pm PP^USO da m,.io, idade de S. **$??, TPT^ "^ f"**9. ntim dtt
um veo para encubrir a malicia das vossas ac- M srt p, um "lim"'o ln Alhleta lemos ^^f9 *?. ,.r0,0 a 1,0nra c Mlle,ti-
os tyrannos at denaniar-se o proprio sen-
gue ? Ser o abnidono de todos os bens dota
vida, para nicamente segul-se a J. C ? cie-
r tudo isto digno de to elevado premio ,
mas nao o que se apona de prefeienca, Le-
de o Evarq;elbo cjueabi continua o Filbo de
Deosdizendo Tive lome, edstes-me de
coner ; era bespede e n;e recolbestes ; es-
lava n e cobrisles-me ; eslava enleimo e
vi>iaates-me eslava no caliere e viestes
ver-me. A bumildaJe dos bemavenluiado>
Ibes nao perniilte conbecer que tats netos
tenbo platicado, e pergUiita: Senlior,
quando cjue nos te ^ irnos em taea circunstan-
cias e te socconemos ? Aqui omysieriose
revela., o pieteilo da esmola uppaiete em to-
da a sua importe!.ca e o seu objecto que e-
ra um para os sentidos a I-ieligiao mosiia sel
outro t.io dilleute quo elevado, o piopru
Deosemlug-r do bomem. Oua,i(^ ^u
Redemptor, v(js fisesies todas etas cousas ao.--
meus irmos mais pecjuei.ini s, mim queo
fizestes [ iJ5 ]. Se i>io nos nao convence da
gravidade do proct-ilo da esmola e da sua
importancia paia a 11OSS. talvaco, ento,
cumpreconles>al-o estaos nao loca mais
a Religio j 1 o Um iiigua^era que possa
abalar-nos ; a nossa Fe extiu;uio-se a nossa
speanca uenbuma a caridade expnou
XII.
Nao jodemesconcluir esta nossa Orla Pa-
storal, stm que latientes de um ob,eclo, que
muito peza no nosso curasao, e que anda
mais conliiiiiaiia oj piinu-lo seoommit-
tissemos aqui. Possaij as ultimas palaviaa do
Fastor que sao dirigidas algumas lus suas
ovelbas que babitd a vasta e inteiessante
Frovinria do H10 (jrande do )ul, ser ah at-
tendidas e leceLiascom aquella boa l m-
paicialidade eztlo, cjue as \o dictar, e
icios amai es vossos limaos temei a eoa ,
respeitaito Kei [ 1 8 ]. edimos aos nossos
filho,,aquem nos dirigimos, que meditem
bem esta verdade que acabamos deorecer
as suas conside'aees
A revolta o acto mais criminoso que um
Chrislo pode praticar. Impossjvel fora
vista da douliina e exemplos deJ.'C. e dos
.fqueaBahiaexoItpu de prazer ao receber a ^We brasileiro.
noticia daaccl8macSodeS.M.s salvaro as .?' Cinchar os partidos, sen. que todava
fortalezas, e ergo horas, quando jase a- pT. TP^Ti r, p0S7. P, T"
cbavaacidadetod.illuminadr p grupos de ta^'^icar pusillammidade ea falt.de hr-
cid .daos bandas de cornetas corr! 7as nas m^ f ''",e dt ******&
dando repelidos vivas no Sr !>. Pedro II 5> ,r ,or?a e r^l'lar'd:.de ao movimento
que ero correspondidos de todas as casas.
Os jornaes todos mostro, como devem
toda a veneraco a lao feliz soccesso mas un
da machina govemamental estabelecendo
uniformidade enlre o pensaineuto poltico do
governo e o de seus delegados o que tornar.
scusApos.olos, que os que "t.nba.ro nome vin "elle um perigoso futuro e omros um ".di?i;p"savl nudanca das sum.nidades ad-
. /'. ____:_ ______l. __ .. ministrativjs e daquelles presidentes de pro-
de Cl
da tena. Mas e la ; err. ceno lempo, len- 1J/''1 a perfetta felicidad*
os no ponto cjue o seu poder
instaos, teu'.Hssen. contra a Va/>esiadp P"ivir, que saber vencer todos os males, e!
ti.. r..............:... r.i::.i..i.. 1. o......:. .v vincias que
do Urazi
'ara
nao inerecerem a conliauca do
' 1 1 j 1 iv niesmo koverno.
iidc '1 os nossos l.eilores cuiberao de 7. Compellir as autoridades a que observem
cojos vicios d
os segundo as 11-
grande numero que segundo expressode P^dade aq Exm Sor. Thomaz Xavier.
i eiluliano enchiuO as cidades, ldas fr-
.. iie/as, colonias, assemui^s excrcilos
(11 bus
ilms decunas, palacio, senado orum ^s '",1S 1 recebidas da primeira Provin-
s aos Pagaos dcixava os templos ; e nada r'a ;i'0'"" 'iUl'
s AS E PORTO ALEGRE.
recebidas da primeira Pi
20 do passado e nos dizem ,
8 Procurar obter a cooperacao das augus-
tas cmaras e firmar a harmona dos pode-
res mas sem transar oeus vergonhoias e cor-
ruptoras e porem sim pela loica nica dos
ocios ministei iaes que se conformen com o
mais era preciso para derrubaro poder Ruma- ella BOM '^ ')i,/- e Iranquilldade lra q/iao- ; *oio P/"uo Oascieoeoso dos represen-
no doijue deixarem elles o Imperio, que l? **rto#AlegrB sao mu aireadas a 00- '
con esta ausencia segundo o'mesmo Escritor l'c'aS P'a ,0cfiegio adeJuuho.
lornar-se-hia urna vasta e espantosa soiido. ----------------
Damos a 1er o resumo q'do Programma do
(fuereos djzer que luda a justica, e todos
os meios se dava5 para urna revolta contra os
Poderes constituidos, e para operar-se, por
meio da forra um- muuanca na ordem pu-
blica se lacios deste'genero -e podessem ca-
sar com a profissodeChristos. iNs, dizia
b mesmo 1 ertuliano, veneramos o impera-
dor da maneira porque nos c licito e
elle proprio conveniente a saber como o
segundo depois de Dos, e s.menor que eos,
Sei vimol-o em lude com alegra, pedindo a
Dos Ihe d, com o soberano poder, santas
inlences urna longa vida um Imperio fe-
liz, urna familia tranquilla, exerciios cora-
josos um Senado fiel um povojuslo e obe-
digne-e tndem a Po videncia que se ba j diente e que o mundo esleja em'repouso sob
seivitodos IVIiiiisliosda Jgic-ja paia desalmar j a sua autoi'idade. i acs lora os meios que
excrcilos em e.n.po |>itit a exereerera ioda os pnmct.cs Christos uppuzeraoaos impera-
asorte devingancas 5 uigne-se ElUdedar '.dotes, queos peiseguiao ; a revolta nunca 01
nossa Iraca \oz a rntsma vinude, que deo
h de um Le ao i., loilanuo A tula. Assim
, que iitni tm jhcJci-, e neui im nenio so-
mos Mwuara.eia a c-U gniiide Pontfice mas
o Lees qutu ser%10.ua e o dcmbo e d-
[ i35 J S JMmb a5 e seg.
os
ii.auctiou e se na continuacao dos lempos
aigumas vezes l'oi a VJagesU.de dos aobeianos
dcsdCdUda ,e a ordem social translori.uda
i ljtij S Mdth. u o.
L iJ ) Ad Rom. ii. 1. e seg.
%S*J 1. S. Pcdr. i. 10 tsegj.
Ga tiii te, appresentado na Cmara pelo Exm.
Snr. Antonio (darlos, fez o Redactor do Des-
pertador :
PKOGRAMMA DO GABINETE.
O coiitecimenlo notavel da sesso da cma-
ra dos depulapos foi o programma tolitico do
novo ministerio a presentado pelo Sur. An-
lonio 1 arlos que o publico ttguardava com
huma certa impaciencia na pievi'so dos cie-
bates a que poderla dar lugar, segundo o que
t). Sulidariedade entre.lodosos ministros da
cercanos assumptos em que esta condioo do
rgimen constitucional be possivel e nece sa-
na. 1 ublindide absoluta de seus actos.
CJuanlo ao piojelo i|ue ueste inoinenlo oc-
cua a tmara dos senadores ?obre as refor-
mas da legislacao pea l, e a le da mes na c-
mara relativa aos Africanos o ministro de-
clara que uenbuma deliberaco definitivo 10-
mouaiuda o conseibo sobre estas questes. E
na veidaJe fcilmente concebe-se que lium
gabinete formado sbitamente e sob a influ-
encia de circunstancias imprevistas nao pode
ter solucus |a pioinptas para problemas to
J
. r~ y--i ~o----------1 >yuw |u |iiuiii|ii.is urna |ii uuicmas idu I.
por aln corra Inlerpellado pelo Sr. Patue- cspeciaes. lie sem duvida nimia exigencia o /
co a este respeito o ministro incliuando-se
diante esse grande diicilo parlamentar a-
pte:sou-se a formular a poltica do goveino
de que faz parte com huma (Treciso fran-
queza e abandono qual raras vezes se liona
visto entre nos ero declaracOcs da mesma es-
pecie. O seu primeira discurso cjue se pode
chamar antes huma conversacao amigavel ,
confidencial e abundante, fez bstanle im-
piesso sobre a cmara acoslumaifa ou a ver
cem vezes contestado o seu direilo de inteipel-
laco ou a nao receber em resposia seno lu-
gares communs formuLs exlraliidas dos ea -
tl.eeismos de moral universal, e que em ul-
querer que lium ministerio nascido ha seis
das seja obrigado a decidir-se em lao curto
prazo em huin mi mil > e queima roupa ,
sobie objeclos que requerem as mais graves
medilacoes. Us ministros esto autonsadosa
responder que necessitao de huma aViaco;
que e llies nao deven recusar huin nutmenlo
de ceflexo ; e que antea de aecupaa as ca
mar.s com esles uebales to oompleaos elle
queiem primeiro cjue ludo a prolundar o
mema.
hiilretanto o tpico da exposico do Snr.
Antonio Carlos conteniente a reforma da nos-
sa legislacao e em que a primeira vista y no-


fe
DIARIO r> R P F, R N A m mi c a
5
,'
fcre ministro pareceo desconhecer na netuili- ;
dade a necessidade dessa refirma provocou
um longo discurso do Snr. Barreto Pedrozo,
com cujas idias a ente resneito nos om gran-
de parte concordamos. Elle repercuti nesta
occasio os clamores (|ue de lodos os cantos do
Brasil se tem erguido contra a impunidade ,
que despindq-a sosiedade de sufHcientes ga-
rantas abre a porta nao s s revollas que
se snccedem humas s ontrasem nossas provin-
cias como aos attentados contra os bens e vi-
da docid-ido pacifico. Nao he possivel cor-
tamente d< ixar de reconhecer que dos defeitos
da lei penal e mormpnte das formas do pro-
testo de improviso fetas e mal imitadas
de outras naees cuja concentrado de po-
pularn e grao de pulidamente consideravel-
luente dilerem daquelle em que nos adiamos.
lem vindo as commocoes intestinas odesen-
freamento das paixes Iccaes agitadas pelo
espirito de vnganca a anarchia e a miseria a
vatios pontos da nossa patria onde a nalure-
za abriga roananeiaes de prosperidade. E
nao he a legislaco penal a nica ionte de ma-
les pblicos; lambem a vacillaco a incerteza
BP1 que existen todos os objeclos relativos ao
direito commorcUI entre.nos, tolliem o de-
senvolvimento de nossa riqueza malogrando
todos os clculos da prudencia e pondo
nierc da astucia do traficante o ci.lado in-
dustrioso. Huma legislaco morosa impo-
tente e mal appropiiada s necessidades do
crdito commer-ial, anima e mesmo protege
as fallencias de m le que por seu espan-
toso numeco as pracas do Brasil se tem
tornado hum insulto sociedade moral,
e juslica. ,
stas e outras reformas de huma noeessi-
dade urgente, e para as quaes no etilanlu se
olliou rom indierenca nes'es ltimos anuos ,
sero certamente realisadas nos assim o es -
peamos, pelo nOVO gabinete, vista das
proprias expcaees que o Sur. ministro do
imperio, no seu segundo discurso _, deu ao
illustre deputado pelo Rio de Janeiro. S
Ex. respondeo que supposto oonsiderasse a
inexecuco das leis viuda la incuria e ne-
nbuma severidade dos governos corno a cau-
sa primeira dos males que be assignala nao
se devia dahi inferir que julgasse desnei essa-
rio eiuendal-as, masque o Caria sem preri-
pilaco e nicamente guiado pelas lices da
experiencia.
Pelo que toca aos demais pontos do pro-
pramma que resumern os principios os me-
nos conteslaveis da ra/.ao e prudencia poltica,
e os votos mais generosos do paiz acamara
moslrou-se profundamente lisonjeada de os
ouvir. O mesmo nobre deputado o Snr. Pa-
checo que toinando-se na tribuna o orgo
de insinuacoes BngulareS sobre as vistas do
rabinete, e que revean de sua parte hum
grao de simpleza eeredulidade pouco com-
iiuini interpellra seriamente o ministro li-
ra saber se com elleito o syslema de panuca-
cao do governo iecilraria ni remessa de pao e
carne contra a rebelda deo-se por salisfeito,
e uera mais insisti em deslindar esta grave
queslo, que ha pouco provocava todas as
apprehenses do seu patriotismo.
(Do Despertador.)
Nos marchamos com a maior arceleracao
q' be possivel ; os aconlecimentos se succedem
com urna rapidez que do apenas lempo a
serem notados pelas vistas do observador
Nada pode couler a cele idade dos nos-ios
passos ; nem lempo nos damos pira conside-
rar o que fazemos e para olhar atr.z ver o
caininho que temos feilo os perigos que ba-
vemos corrido nem os (pie corramos c-
gos buscando a prosperidade por uno trilito
para nos descon lucido sem conductor, ou
guiado por conductores arleirosou allucinudus
por paixes ( pouco gnerosis ou pouco so-
ci.ies) e vamos ou nos deixamos levar por urna
senda corlada ^de precipicios que nos poden
urna vez e para sempre subverler e abismar
sem nem un remedio- Contra o que [em lo-
dos os paizes se observa nos nao somos em-
puchados pelos acontecimentos ; antes pelo
contrario nos mesmos beque os fazeinos antes ;
de lempo nascer e os acceieramos us mes-
mos creamos as dil ai uldades e damos exigen-
cia a necessidade para depois bgurarmo la
tomo urgente, iiivendvel e iuevitavel. Lon-
ge de o catuioho perconido com tantos trope-
cos depois de tantos riscos e desvos que
depois de passados reconhecemos nos tse-
le! mais piudenie mus moderados mais
n-lltcudos, e aproreilarroos-uos da experien-
cia para nos nao aventurar mos mais lauto;
pelo contrario, pareie q s obedecemos a leis
iiiecanuas e levamos como que um mo\ imento
regulaimenleaccelerado CJual sera poiein u
tenno da nossa marcha ? paia onde vamos f
Dtos be quem o sabe ; o lempo he o que uo- j
lo mostrar. Ah \ Dos queira que miando
a sua licao alim nos instrua d'aquilo que
antes de obiar deveremos |ler ponderado e
precavido, ah Dos queira que anda baja
temp>\! Dos queira que j nao seja
tarde e que em demanda de um bem incerto
nao tenha sacrificado toda o nosso porvir de
felicidade corta todas as nossas mais bem
fundadas esperances, e tantas lagrimas, tantas
fadigas. tantos outros sacrificios at aqui fe'.tos.
Subi emfioi D. Pedro II ao ihrono antes
da poca marcada na lei orgnica do listado e
s.il) nao mui sprasiveis auspicios : a sua ele-
varan foi precedida de tactos e circunstancias
que mais que muito denoe contra asiulenco-
ens dos monopolistas de monarquismo. A-
gora a maior responsabili'lade s iral pos.i-
vel pesa sbreos autores do les devem dar o exemplo da moderadlo que
ainda na idade provecta nao ha sido pirtilha
sua ; devem ( o mpossivel ) acabar com os
patronatos e validismo e as camarilh is ;
devem ser puros ou purificaren-se para nao
corromperm com suas paixes e seus desva-
nos cerros o espirito e o coracao do joxen
monarca ; devem em summa pacificar pira
sempre o Brasil de maneira que a monarqua
o mcunr pergo nao possa correr ; devem ,
por Qiitros termos fuer a felicidade do piiz
felicidade que elles nos promettio como in-
lallivel Mas ipiem linio isso (ara? homens?
quem? elles? veremos .... E con tem por
certo que o nao fazendo e se o Brazit li
(pie Dos nos perserve for posto nos maio-
res e vllimos apuros conten por certo, di-
zemos /u! a naldicao eterna de toda a pos-
leridade brasileira h:\ da cahir sobre a me-
moria de quem ( imprudente e raucoroso ho-
nieni ~) aproximou um brando a mino que
elleconhecia rerfeitamente s necessitar de
urna centelha para faier exploso Maldico ,
e execraco eterna a todos aquellos que met-
tero em urna lotera o ultimo bem que noi
restaya o ultimo peculio o ultimo penhoi-
com que poderiamos ainda contar em um ca-
so extremo e.imprevisto ou mero eloiloda na-
tu/eza das coizas !
As circunstancias do nosso paiz. tem-se por
tanto de i\ de ulhoem dinnto constituido,
mais do que at enlao melindrosas. Agora
he que ainda mais prudencia mais si/o ,
mais espirito de paz e ordem publica necessi-
lamns para sustentar o que est feilo.
Nos nao auguramos muilo bem de um es-
tado t.To melindroso qual o nosso, nem to-
mos mis os nicos que a>sim pensamas To-
il ivia urna COnsideraco e esta nica ainda nos
anima e vem a ser que a ordem publica no
Brazil est' boje entregue aos homens entre os
quaes existera os maU turbulentos e agitado-
res de so: te que se tem feitodVIh g antes
acuelles meamos que sos entre nos a poderio
a llorar. Assim a monarqua pode se dizer
que ganhou por um lado inuito porque a-
queUes mesm s que mais a lem enfraquecido,
(pie mais tem relaxado osla osi|ue fa/em a
nlefrdade sin aquelles que se ten compro-
mettido perante o mundo inteiro 8 defende-
r m o nosso augusto e inexperto monarca a
adargarem-no contra es golpes q' sos elles llie
pcderioou directa ou indirectamente dar na
Ma inviolavel e sagrada autliondade. Con-
solemos-nos pois nos outros que com os olns
na constituicSo do imperio, a reminiscencia
do passado e o temor do porvir ameacador c
impersciulavel nao qnerio aventurar o ul-
timo bem que a providencia nos havia depa-
rado.
( Do Constitucional da Baha. )
pejiavel sab'O eatrangeiro qie viajando por | niiior con6inca quer pelo sen lecmiiecid i
nossas ierras, lev occasiia de pronunciar-sejBrsitri isni. loes e honradez quer pela
com toda caridura sobre o estad do Brasil, I devocin que tem Sagrada Peoia doSenhor
lofio dpdis da abdicacSo lo S-;iiior D. Pedro! I). Pedro ja., que, sustentado pc' amor dd
Primeiro de sml isa niem ira. i seus U sub Utos e patrici is e coadjuvad >
Era est sabio o redera nd)S Hilair, que | pelos An dea di. t Cavalcantis. nos pronette
ndo ento as nosas circunstancias ts-'j um futuro glorioso e digno da admiraba ,
e astoaabro da i titeada le;
( Do Fiscal ida Baha)
reconhecf
st se exprim i QuantO BO Brasil os sen-
lestinos rapnusaS boje sobre a cabe ,a de um
Vlenino. Un este menino que ainda lineas
provincias desle vasto Imperio; e stJ^a
sua existencia opoe um i barreira ais ambi-
ciosos que se levantan de todia as partes ern
urna igual mediocrldade, e pretencoes igual-
mente gigantescas.
Um Europeo n5o reinar amis na A-
merica ; mis este be Brasileiro o brilhante
Ceo asulado dos Trpico* ferio as suas pri-
mearas vistas Foi asombra dos mitos vir-
jeris. (pie lori dirigidos os seus primeiros
pisaos ; elle nlo lera de suspirar ne.n pelos
Palacios de Lisboa nem pelos fructos subo-
ros is d i D.mro.
Nasoido n Amoro nao p".rtilhar nem
hum dos prejuizos dos Europeos contra a sua
bella patria; e ter tolos os prejuizos dos
Brasileiro*contra a Europa : tal he a lei com-
muin. Ao mestro lempo ao Nomo do Me-
nino Podro liga-so as mais bellas lembrau-
cas. as suas veas circula o sin pie deSSOS
liis, cuja glorio-venturosa leve mais influ-
encia sobre os destinos da humanidide do (pie
a dos mus illustres soberanos di Inglaterra e
iia Franca desses Res debaixo de cujos Hos-
picios foi descoberio o ciminho di ludia e a
bel a Ierra do Brasil. Si no meio dos lira-
si luiros este Menino lgi o presente ao pas-
sado ; e lodo dedicado aos interesses de sua
LOTERA DO SSvinvBIO.
O Reior d i Seminario de Olirida convida
os amines de Loteis a compraren osih-
Ihetesda primeira orte da 17." Lotera d
mesm 1 S imin iri 1, (cujas ro 1 is m 1 i more-
lerivelmente no di 1 1 i de 8br,)que se ir'u a
veo 11 i) I? lirr d > B'"'fe, rui da Ctdeia, na
loja decambio il) Sr Vieir ; em S. Antonio
n 1 ru 1 do Cabg, I i 1 do Sr. |{ m lera ; na
Boi-Vista defrortte da Matriz, baticadoSr.
foa [utm Jjs Morira.
SOCIED\DEHARViONICO-THE\fR4L
Tendo a obra diTheatro de Apjllo pro-
gredido desle osen comeca em ai de Mirco
pp. al boje sem interrupejo achn I se por
isso consumidas as duas primeras prista^'*
do emprestimt de i5 000U rs. ; e faznndo-s
pOressa causa necessaro proceder terceira :
a Comraisso \dministrativa por este aviza
aos Sis, Socios a que se dignen entregir m*
preterivetmente no praso de .io diis na for-
ma do art. 8 da pnpisla approvadi 10
rhesoureiro \Ianoel Joo de Ainrin rui
da (Jadea velha n. u as su as respectivas quo-
lisde/opir 101 dis quautus quegensrosa
e voluntariamente subscreveram pira (jad
patria poder ulgum da form ir urna feliz u- nao c,;sse a obra d > mesm ) Tueitro quj sa
acba em bastante a liantamento.
Peniair.buco 7 de Agosto le iR{o.
uiao entre ella e lod 1 novo mundo.
Beunad-se pois em torno desta Menino
precioso, todos os Brasileiros honrados, que
do algum valor ao nomo de patria os que
amasinceramente a liben!ide e nao a que-
rem ver roubada por urna nullido de tyran-
noscupidos, e abjectos.
Avisos i>ivr
C^ Preciza-sa um caixeiro para lou>>r
conta de urna venda dentro do Recite que
Mus (continua" S. Hilaire) pergontar-i?indo Para terra.' e*S"dando c ditocai-
se-ha talvz. se os habitantes do Brasil se M,ro pm suas quabdadrs e negocio, prome-
te-sedar enteresse ni dua venda, no princi-
pio do anuo vindouro : quem so adiar nesta
Est consumada a grande obra em que tan-
to se empenhava6os brasileiros honrados. A
elevaco ao Throno, do Senhor D. Pedro Se-
gundo, j nao he urna quimera nao lie urna
illuso: roto pela mo do patriotismo, o
denso veo com que os tyrannos procurava en-
cubrir as suas perveisidades, a assemblea
geral do Brasil o elevou 1 oicupar o ureo
assento que seu chorado Pai, o immorlal
fundador do Imperio creara para nossa es-
tabilidad*. Desl'arle e no meio da maior
efuso de gloria nao lie j aterra de Santa
Cruz orla desvalida e abandonada ao capn-
xo dos ambicioso : ella se considera i.oje no
numero das fSacoescivUsadas como aquella,
q' devedar lices aos outros povoi do mundo,
se, como devenios esperar, os brasileiros se nao
eaquecerem de que he este o nico recurso ,
que nos restava para a nossa saivaio e que
cumple acalal-o veneral-o detfendel-o ,
contando que nelle acataremus veneraremos,
edeflenderemos a nossa propria existencia.
Para que f$*tDO mtihor sentir a lodos OS
bonos conciAidos e plricios a reidade, e
pureza de nossas expnsscs procuraremos e-
tuiUir umbeiu as sinceras ligues de uin res-
deixarem seduzir por declamadles de ambi-
ciosos bypocritas se removerem o Princide
nascidiomeiodeUeso(iueaocontece.a?Ns,cl,cu,tlnmsaam,,,c,e' ....
vivemos rnuitos anuos entre os Brasileiros ; os W, \lM 1uo '.uncou no diario de
lacosdasvmpathia e do reconheciment nos secunda Ie.ra, querer dar tqolo-, dirlja-se.
ligad a elles amamos o Brasil com se fosse ;** Pra,a 0 do *'.!J 5ar* MfMda
nossa patria nao se exija de nos que procu- a al"r .OSnr. igueira.
remos penetrar um futuro quese nos aprese- "" Prec,sa-se adujar drial pretas para
la debaixo das m lis feias cores. Nao foi s vender azeie de carrapalo a lar^de pigando-
0 Brasil que habitamos, corre-nos tambem as ? de cada.pataca : quem astiverau-
margens ,o Rio da Prata edo Uruguay. E-I'unc,e Pipa.r l'^urado.
ra amigamente um ,!,s mais bellos paes da -- Prac,sa-se alugar urna casi terrea, ou
." ... 1 .....1,.,,,.,..', ,,: sbralo para pequea lamilu naoseexi-
Vmenca Meridional; os seus nabitanles qui- """ 1
. ,. ,________-v .,,;,...,.;.. ruido ruis : quem as tiver annuncie pira ser
zora federar-se e come.r.irau por desunir- 0".,ur r
se ; cada Villa, cada Aldeia quiz fazer a sua procurado.
"Liria a parle 5 ignobeis chefes arm,- ~ ^ec.sa-se aludir pre.os para raballnr
rao- se de t. ios OS lados ; a popul .lo foi des- W um SttW parlo da Haca p.g indo-se por
pensada ou anniquillada eVs Estancias des- dit* rs. a secca: quem o, (.ver aununca
iruidas ; extenses de terrenos, que forma- pelo Diario. -
2S quas provincias nao oQerecem boje aos --- Quem trec,sarde um homem dar fe,-
lor de eiigeuho ou sitio que muito entend.
di sericultura : di rija-se a rui das flores U
ollios do 'riste viajante senao cardos ; e onde
pasta va innumeraveis animaos, nao se ve se
nao multiddes de cies chimarrfies, de corvos,
abrstruzes e ferozes tigres.
Tees sao, leitores as ingenuas palavras,
rs exoi'cisiies mais puras do 'rande S. li'aire,
Nao sao ellas U'l'"il ll jndo P,ra GolleglO, q se llie di-
r quem peftende.
(j que se dir quem pretende.
___Precisa-secomprar urna casa em tu-
gar que tenha baabo de rio correte : ^ ( iLver annuncie, oudria-sea ruadoCiej na
cujas luzes devenios respeitar
diUdas pela voz da lisonja ou da hypocry-
sa ellas s.) fruclo da experiencia e da
prudencia e profunda meditaco de um sa-
tn estrangeiro que visitou o nosso sollo e
i-j- Qiem precisar de huma mulher de
idade para ama de casa de homem solleiro ou
casado com pouca familia ; annuncie para ser
procurado.
t^ Quem annunciou no Diario querer
vender hum bom EngenRO no principio da
Provincia da Paraliiba nao ten lo declarado
o nome do dito ngenho agora o declara
cliamir-se Cupissura da Gloria e quemo
ven Je aeha-se de presente nesli Praca par es-
ll ell'!"".' I) tiriOUSlIlO UOS ll IU sonajas. "" (.v#.^, i .. ,
UV 1 .,iumrtSnfr- tes otto das quem o perteuder comprar din-
a dcnei > de Untos niales que lemos soltn- l" ""u 1 r ,
, i- 1 1 ,......; :ii ia-se a > aniel das eves tjur ao na ca/.a j
A ,:..1...I a ni l.indade do imperio a ui- 1.1 J, ., .
bnv dahriel Antonio delrooleda Cadia (te-
(|ue isempto de paixes nos odereceo para
ecolhermo*oquadroda nossa prosperidade,
011 do nosso total aniquilamenlo e desastro-
so flffl ; e que predice as circunstancias OBI que
quasi nos ebegamos a ver pelo espirito ver-
tl se o ver-
vina Providencia ainda quiz modrar-nos que
coaira seu Poder Supremo nada se opera ,
conservando illesodos embales das paixoas ao
Senlior D Pedro Segundo como nica an-
cora de nossa sdvac), pira ser como I01 ,
quil Iris da I'az empossado'do legitimo car-
go de ebefe da naci o que nos resta a la-
zei
?
Jrasileiros de todos os partidos Illudidos
RU-()iandenes I Cedei cedel ih rwStl 00-
sttia..o j reunamo-nos em lorno desle Meot-
Uo Precioso 5 avaitemos devidamente este pw-
seiieda IJvindade 1 itspeilemos nelle a tiran-
de Jbra de uni 'Ente iiieoiapreliensivel, e o
atante de nossa reiicidado -, e gravemos em
doros pettos os gratos Nemes Je Pedro. Pa-
11 u, e Construtyio.
is capacidades que boje forma o Gabinete
Imieiial sio taes que uos devuin inspirar
de as G oras da maulla at as 7 e das 4 ^
larde al as 3.
jr Precisa-se ah jar urna escrav para o
servico de urna cas de pequea familia qae
saiba comprar cosinbar e eiisaboar e que
seja liel : na ra das Flores casa 0.8, ou
annuncie por esia lollia.
S^- U.na pesoa de reranhecida capacida-
de e fallando e escreven lo Ingle/, Portu-
guez e Francs ten<| 1 algunas nOras vagas ,
deseia occupa-las em guardar livros ou outrO
qualquer emprego mercantil, (uem precisar
dos ser vicos delle dinja-sc aos Ss Jjjj
Carrol &F1U10 na Praca do Commercio que
dirio com quem devem tratar.
i j- Ouem precisar de lu.n rapte Brazi-
leiro para Cuxeiro de foja du taiouli ou' tr-
ra ge m :
anuuiicro.


*
DIARIO D R
PFRNAMBCCO
tsr- A pesaos QM no Diario de miarla f- hra
iq do correte, snnonciou precisar d urna
pp&soa que lenba iodo* os preparatorios : di-
rija-se ao rm*en> de Francisco ias Fer-
leir, ao p d'alfandfga,
12?- Quem precirar d'um caxeiro para ven-
da ; inia-se fs tinco ponas,
f) ti.
SST Quem annuncou no Diario n. i
querer *5o ooo rs. juros, dando os serviros, Joaquim de Soma RibeifO
.riuma esclava dirija-se ao paleo da ribeii PARA O MARANH \0' o Brifiue flrasi-
D, cinro. leiro Rosa segu vi.igcm com milita hrevi-
S2T Quem annnnciou querer comprar u-Idade, por ter grande porcao da carga prom-
ma escrava que saitia lavar, cosinhar, e en-pa, para freles e passageiros para o que tora
gomar; dirija-se a mosma casa cima. excellenles commodos trata-se na ra da
6^5 Alluga-se aloja de um sobrado cito i Moeda n i.\\ ou u Firmino Jos Felis da
na ra nova, propria para qtialquer esta he- Rosa.
lerimento; .- tractor na ra dacadeia velha, PARA LISBOA at fins do correte o
por laixoda residencia locorrector Olveira iBrigoe Portugus Joio Haptista Capiiao
S27* Quem precisar d'um caxiro brasilei- Manoel Jos de Souza por ter a maior par-
ro, para loja de fazendas, ferrngens, ourua :]tedoseocarregamento proropto ; quena qui-
annuncie.
CT Perdeo-se urnas cabreadas de couro de
ullro uzadas, na noite do di 18 do-cor-jgnatarios Mendes & Olivetra na ra do
rente, desde a ra nova, at, a estrada dos 1 A'igario D \b ou ao dito Capiiao.
illictos : quem a Sxou far o favor de a resti- I P \ RA O CF.AH A' e An.r-aly sai coto toda
tuir aorelojoeiro Carlos l>uim;t, na ra nova, brpvidade o Hiate Flor da larangeira, de
122" Da-se tresentos mil reis a juros de do- primeira marcha e conslrueclo eseffi*" para
us por rento; na ra do rozario estreita, emqualquerdos dou portos para aquello que
' maia de pressa os earregadores a prompt >rem a
nio da Silva, eso recebe passageiros ; os per-
tendentes lrijio-se ao dito mostr abordo, ou
a Ant nio Joaquim de Soasa Ribeiro.
PARA O MESMO PORTO a Sumac Fc-
licidade. de qne meslre Joze Rodrigues Pi-1 bra: na ra doRozario larga, D. 7.
nbeiro, forrada de cobre, e muito velcira ;! VS" Travs de trinta palmos (Je comprido.
quem na mesma quizer carregar, cntenda-se p palmo e torno de largura ; as cinco pontas
as e ordinarias pistolas englezns de eSpole- 'relo do p direito tem urna ferida d calor de
tas por preco cmodo da praca da independen figado, e vos bastante roca. Tolo,cabanga,
ca n. ji e i. i(,ade de ,8 annos ror P estatura or-
E3"
Esparmaeete ordinario a 4oo rs. a li-
rnin o dito mestre abordo, ou com Antonio
D 51.
v:r Dous negros peisas, de -x6 a 3o anuos
da i lade : na ra da cadeia, do bairro de S
Antonio, cosa de i andaros, I) 1
r-y Um corrame de lustro, por preco cu-
modo ; na ra da S. Cruz, venda que tem a
calcada de pedia.
^>
Pez de craveiro de todas as quidida-
des : na mesma venda cima.
Z^~ Potissa di Rus.ua nova em barril
diara rosto redondo groco do corpo, oer-
as e ps grandes', e cambados tem urna
feida em urna das pernas vos muito des-
cansada quandu falla ; estes dois escravos per-
teucem ao cazil do finado Tenente Coronel Jo-
se Carueiro de Carvalliodi Cimba. Patricio
angola dado 17 anno. meio fulo da cor,
rosto comprido, espigado do corpo, boca gran-
de pernas grocas e ps, tem calor de liga-
do nas pernas e cosluma inclinar a cabera
para o lado direito quaudo anda. Argemiro,
tratado pelos p ireceims por Jeremas ango-
la ida le 1G anuos, espigidiiiho do corp ) ,
bera parecido de rosto, i boca piquena, pernas
pequenosTpor preco"commodo ; na ra da tinas pe piqueos e largos tem % ou
Cruz, casi de \. O Bieber D. 61. bridas nas pernas e bo .as, que anda nao
ty ma escrava raossa que sabe perfeita- esio secas. Os apprehendfldores os conduzi-
ser carregar" ou ir de'passai:era para o"oe tem ".ente cozinbar o diario de urna casa, lavar da rio o dito enjrenho d'agua de oraripe, ou no
Wllcntescommodos, diria-e a os consi- barrella, ensaboar, e engomar; assim cumo ;Reci le acata de Jos Amonto AUe* da SUvt<
dous moloques, duas negras, eduus negros : i
na ra do queimado, I). 5.
ta 5 pois alem de um generosa gratificaco ,
caza de Luiz Goozaga*
XST1 Quem (uizerdar cem rail reis a pre-
mio de doos por rento, sobre penhores de ou
10, ou boa firma ; annuncie.
carga; trata-sena ra zendas n. 17 ou a bordo com Bcnaido de
Souz Sonto
PARA LISBOA sahir com toda brevda-
Pied.
es- m sitio de trras adiante da Igreja da se pagarloxjusosquer despezas, queseienbio
de. que foi do finado Joz Antonio, que feilo.para a captura dos mesmisescroroo,
vem demarcar cm oengenho degararapo:! cr Ezequbd, pardo- de idade de 2o an-
u rtta do livr miento, 13. 4. no* cbelos crespos ollios pardos, rosto re-
tar Um mulato de .Sanos, que cotinha dondo estatura regular, dedos das raaos e
sofri re o diai iodo urna casa; na ra ^lspria, |>' compridos bem empernado tem na
armazem de Bernardino Antonio Ramos. caneUaesqQerda a sicatriz de urna fe-uda ja
isr M-lie vaccas boas deleite, e livres de velha, traballia de -carpia, levou vestido
morrinba por seren filhas d> agreste, com caigas de brito bra neo camisa de algodo-
crias bem vligadas; na praca da Independen- nho e chapeo de pdlia e lugu no da 11
fia. sexta (eir, das oito asonze boras do dia. docorrenle; quem o pegar leve a seu Sr !\Ia-
xS25" Dous volurnesde diccionario histrico, ooel Thomaz Rodrigues Gampcllu na estra-
W Da-se tresentos mil iris a premio de.
dous porcento, dando boas firmas, ou penho-l"? Pnr ler grande parte da carga promuta o
res; r.oarco de S. Antonio, luja de miude-;m,lil veleiro iirigue Porluguez Emprehen-
?as do mi iim mu i< idedor lorradoe i*ncavilb.- lq* P 1 r a aun he CanitSo Isnacio Josa dk Arauio nem tbeojogia moral, urna seieola atina, acorri- da nova de Pao d Alo, que promette ser tem
S^" A quem peitencer um pe/o de Ierro de a,UL "e -apuao jgn.itio Jo>e (u./iraii|o. que.rn ,. Ml.limnnli
meia arroba com afiricao de'o o nual foi quier carregar ou ir de passagem para o que Vo fudo em bom uzo; na praca da lndepau- recompensada.
"mda^anmnrHooroandav; iaJ^"fcAltoaJrioiw.j5 com o- denria, ... ?. I ^ b ng.o no d,a 6 do corren e um negra
m^*!i^q^^SJ!m^ do *0 e *> 'm'('" KnjWi -o! W Um stiom PernamerimdeS. Anua, de nacao inucamb.que moto fallo tem no
sai nasuda que tem 8eu con9 atar0 praucsco 5eviau0J Ral)e. com mais de quinbentos pez. de a.voredos, cabeca pedamos lisos e pedacos com cbelo,
r Ouemnreci/ar de um feitor oan si- ^, ou com o Capito na praca do Commer- plantado e arrUado de novo, com caza de so- orelhas pequeas nariz, me.o afilado beicos
*!a ^ 5 1 r o brad, grandes batxasdecapim, e sabida pa- rou^os, o braco esquerdo mais curto do que
to, ou comprador para a guma caz,, ; dirija- _^____________________________________ra o rio oadbarbe : na ra da cadeia veiha, o direito, a mv, esquerda no dedo junto ao
se afora deportas, venda confronte ao beco 0 ^ corlado ao meio, o p direi.o mais
tai'o. 11. iu. *.' c i 1 c. 1/ ,, 1 1
> tW llm ,,1. .-,, .t.i nr, n nr.nns i.ml a- 1)0(1110110 filie fl eSllIK'l'llO Illl OOSllir.lS Hrt
tai" m negro do 20 a ia annos, urna ne- pequeo que o esquerdo, com costuras da
f tsr O Leilo de Alejandre Matkiy & C. gra li' mesma idade. engomadeira, cozinbeira bridas e mancbas brancas o< dedos dos ps
annuuciado para ai do torrente fita trans- de fornoefogo, cozech, e faz algumasqui- todos rodos ; quem o pegar leve ao beco do
; de i a a l ao- Veras que se gratificar.
.revial ; e duas 4T Fugjo no dia -i do c
do-' t3r George Ueane & Companhia fazem Mgrrnbas da mesma idade, na ra do fogo, ras da noite umn negra de naca o rebollo, de
" i leilo por nter venco d Coiretor Oliveira "O p do Roiario, l), > >. idade de a4 annos pouco mais ou menos, le-
tsy Na iua do hospicio, tenda de marci-
o lado da mai, precisase de urna i
que faca todo o ser vico de poitas a dentro.
GT Ouem liver nira alinear urna casa ter- 'tendo I)ara ,erta fe,ra '' "s ,,or" da ma- "dadesde doces ; um moleque
Tea cujei alluRuel nao exceda de oto rail res ,"''1^" scu >rroaMBB ,!; r dil Cruz- n0> Sabe"do Cttnhir o trevial ; e duas 423 b ugao no da -i do torrente pelas 7 ho-
mensaes, na ra da lorentina, ou nos arre
IST OSecrelariolldaCISociedade Futerpi'na de um'bom sorlimenlode fazendas inglesas\ ^ Vidrosdeespelbo de un a qaatro pal- vou vestido azul com 11 >res amarellat, com
faz saber aus socios d m p ,Iin quarta eira jo do frrente as 10 bor8j da mos de comprido e de um a trez palmes de argollas de euro* pequeas nas orelhas, tem
a
de
d
t3F Fugio da ra do calaboiifri.. H. ic), um \
az saber aossocios da mesma, que a sessao n V- ..... -., .... r .... ,..-.. j 1
nnunciada para o dia iodo corrente nao p- "nb em ponto 00 OOU armazn ra da al- largo, de superior quilidade 5 DiruadacruZ matas mai cas nas costas de sigiiaes da nacao,
e ter lu'ar e que ficou transf rida para o fan(,t';:;i elha. trniazem de trastes, n. 61. Listante picsda de biaigas, nariz grande, ca-
',!,t P d 1 uf> Que faz Jo Bernardino de Moraes e -^.^~ Quatro cordes finos de difieren tes ta- ra larga, toma tabaco, algum tanto cheia do
-ti' F.,:. J, r,,ini,i,n,.n r ,^ m Castro, no dia quinta fe ira in do corrente, manhos, dous trancelins fiaos, um collar, um coipo, de boa estatura, meia bucal, tem no
\2& r Ull Cid IUI (i O va Id DO! ten. I ft XvJ, UlU > '. V i- 1 1 1 ...; -. A tn
napacaio cum una corrente de mata no li Je 2b sacas de arroz de vapor [ em lotes J por coracao com diamante, urna mcdalha cora cha- peito esqueido a-narca oIK que pouco se per-
quemo liver apandado, quei.-a por obsequio ,bU de quem pretencer, no caes da alian- mante ecrizoliU, dous aneiles sen. pedra, ^^Zt^^^^lt^T
entregal-o na mesma casa, que ser recom- dega ,,a porta do arma.em de Antonio Joa- um dito com ped". um par de argollas com do tornlo urna cicatriz ja secca pela parte de
"1 (uim Peieira. diamante, e um botaodecamiza.de hornera uenlru ; a ijual descon!ia-se ter sido desem-
jiensado
iSF" Quem precisar de um caxeiro porlu-
guez para \enda, do que tem al.guma pratica ;
dirija-se a LN S. do Terco, venda D. o, ou
annuncie.
MB" Quem precisar de urna mulber idoza,
pura telar alguna crianca a desmamada ; di-
lija-se a esta Tipografa, que se llie dir a
pessoa que a is?o se pro/)oem.
Urna mulber de bous costumes ; e de
C o 111 p r a s
S3- .
ea pac idade se piepoem a oceupar-se no serv- follw com Manoel Francisco Pontea.
eo interno deaguma casa de peqoena familia,
ou tle hornera solteiro e tambera detractar
de algn doenle un de meninos ; e lamben) se
oeiece para administrar e ensinar escravos
com diamante, ludo seui eitio ; na ra dos Ciminhada por um prclo, por ter conversado
qilarteis, primetro andar do sobrado, D. 11 de dia com ella, e por isso roga-se a todas a a
SIS'- Pecas de breUnba de rolo de 10 varas Auctoridack-s e capitiej de campo de a pren-
ss~ Ensarnis de mangue ou de outra ma- a .l8o 5 cobertores de algodo 64o j pecas de der.eleral-a no beco dalingueta, venda de
deira, de-4 a 25 palmos de comprido ; na ssa de quadro a8oo j ditas de algodo'de 20 Joaquim Joze Babello, que se gratificar ge-
ma do cahug, loja de niiudezas, do Joaquim Ju'das-2800 ; ditas de chilla : 40 o covado "fciosamente
Joze da Cosa. e a retalho 160 dito riscados de cores que OT No dia i3 do corrente fugio urna negra
SiT Escravos de ambos OS sexos, com of- desbolo 180 largos, chitas l(io io, velha bastante fulla de nome .\Jaria tem
ficio cu sera elles ; na 1 na da senzalla velha a
V e n (l a s
e -00 is o coiado la/enda de da para calcas em uma'pcina junio ao calcanbar urna sica-
a immitacSo de casemia 6 \o o covado dita tris de urna dentada de caxorro j quema pe-
de algodo de.ditlerei.tjs qualidades ^80, 5o, $W b've a ra direila D. 11 que ser recoui-
e lio o covado, panno, de linho aberto pro- pensado.
prio para guarnivoes de lualhas e lences bi- i-J' Fugio no dia 17 do corrente urna e-
cos de di ll'u entes larguras, e oulras rauitas .r; creoula de nonie Camila; um tanto
a fezer oservico dequalijuer caza de grande
i'aniilia ; em fim encarrega-se de ludo (uaulo
pneme a arranjos de casa eicepto pessoal-
mentecozinbar, e engomar : na ra dos lar-
tyiios na loja do ultimo sobrado do lado da
Igreja.
tssr Quem quizer contractar sociedade em
facundas por pceo coiuraod j na ra da ca-
deia vetbd n. o.
Escravos Fugidos
t^" Uraa escrava sera molestia ntn vicio
algum; na camboa do carino, l) deis.
.J" Duas colxas, urna de damasco, e outra
de Setim : na mesma casi cima.
Bf" Trez canoas de carreira. novas; no for-
te do mao-, prenca de Joaauim J.ze l er-
reira ^-^~ Domingas, naci baca, estatura baixa, dar do sobrado dcfruuie do beco da larangeira
ur Urna escrava d'angola, que representa lemobeico de cima virada ; fgida no dia ti qu aer recompensados
hura grande ellio muito pello da praca o 2o :i"10s. """' pereilamente o diario de do .oriente, com vestido e panno da costa j
qual otleiece proporcoens; de se poder lucrar caM e boa quilandeira } na ra o *: oaapprehendedores ljrem-a ao beco
oito mil reis diarios sera que para isso seja trmenlo, IJ. -x. das barreas, na primeira olana, que se re-
preciso empregar muitos bracos ; diriia-se W" ma estola mu rica s 1.0 aterro da compenetra _
fu das Cruze,. ao ultimo sobrado de um an- i Bo-visU, leja de Jote Fen eir Rumos, aup ^' l-ugio no diaadt-l-vereiro um es-
dar indo paraS. Iran.isco a mi esquerda, d* "* cravocreoulo.denome idanoel cor retinta,
que achaia cora quera Iractar BT m escravo de nacao. de a auno de cara redonda e com algiuis Sgnaes de be-
lulla boi estatura steca com urnas mar-
cas de esfolad ura no pescoco e no dedo me-
dio da mao esquerda umi uulia levantada he
nilural do Pajalm de Flores quem a pegar
Uve u ra estilita do liozario nu Sesundo an-
31ovimeiito do tWto
SSS- Quera quizei ue> ociar urna divida de ida(iei ,"jl" cnoeiro, e cosinlia o diario de uma Ciis este escravo vcio da Parahiba e su-
loo Feueiia Chavea morador no lugar do caM i 11a ra estreiu do Rosario, terceirojon- poe-se ter lugido para aquelle lugir na corn-
liaxo termo da comarca do lu Formozo ,
da cjiantia de .jLfciji de resto de uma
exec
va ao
dar do sobiaio D. 29.
tir m negro, perilimo mariuheiro ;
NAVIOS ENTRADOS NO DIA ao.
GENOVA; 47 dias; l>. Sardo Dous de'
Julho, de i j ton. Cap Paulo Solare, e-
cjuip 11, carga varios gneros; ao Capiiao.
1NEW-T0RK; 53 dias, Amer. lleul
com q
\ut0i1i0 ter quem \.ao lugar desuaiaura-
uia cobrar.
Avisos 3aritimos.
PARA O ARACATY sahir iropreteiivel -
mtiat lu diu \111lf Uuua do concille o litigue
Vacuna Afi.c-lJ de que c Oiettn Jeo Anlo- I
cezes, charutos em caixas de :oo cada uma ,
?sleiniihas que seivcni para empanada! de
jantllas, mimo finas casluais de cas quilbo,
e do piala, bicos e lilas de tud .s as qualidldcs,
sellins eligieses capaxos grandes e piqle-
nos ; lacus e galfes de mai iim grandes pi-
c|Utu.s., L..iiJ.jaj glandes, c jiiqueuaj^ n-
panhia de um cabra captivo do Sur. Frenis- de 100 ton. Cap. Gudies, eqaip. ti, carga
era co Martiusde Lemos que (ngio tambera no frinha e mina ; Feneira & Lomp.
o da ; quem o pegar leve a ra da ca- ASSU ; uodias ; Pal. N. Laurentim Br.
zileira, de 11 a ton ftJ. /\ntonio Germano das-
Neves, equip. 8, carga sal e Couros ; a Lou-
renco Joze das iNevr.s.
SAHIbONOMESviODn
RIO de lANtlRO ; Nac. Delfim Cap.
Joaquim Joze dos Santos, carga sal, saica, e
couros,
OBSERVACOENS
Fundiou no Laraeiroa Escuna Americana
de Guerra Lulrepid, viuda da Babia em o das*
bizerro, Ueuma, e dua solas bolins San- ,' Cacaos segundes, sedlizidos por pessoa ,
que segundo appareucias batuda a dtsconi-
aina (|iie os euviou para o serlio co o i
consta d algiMues noiieias. Fraociscocreou-
lo por akuuno cai idade ig airaos meio
fula do cor tbiaiura ordinal ia rosto cj.-
prido naris afilado, grusso do corpo, pernas
arqutaei pea nial luios, ejuuto aotoruo-
K -CU E JNA i Vi'. E M. F. E F. .84*


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