Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04721


This item is only available as the following downloads:


Full Text
NNO DE
Quinta Feiiu
0
t>
fsJeaSadeP(enn l i R- conllni,enios como principiamos, c seremos apoiiu tom admiracao entre as Naces mais cultas apoma Jos
Proclaraaco da Assemblea Geral do Brasil.
'
Subscreve-se para esta folha a 3fooo por qoartel pago* adatados '
tiesta l^pograha, ra das Cruces D.3, e na Praca da Indepcnden-
cia n. 37, e 38, onde se receben correspondencias lagalsadas e an
nuncio, jnsirindo-se estes gratis sendo dos piaprios assi'-nantes e
Viudo assgnados. b *
PATIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES."
Cidade da Parahiba e Villas de sua pretendi \
-Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem ." ". '.'.".')
Dita d Fortaleza e Villas dem......., ?Seg. e Se*las feiit.
Cidade de Goianna........... 1
Cirtnde de Olinda............".".".......tj
Villa deS. AntSo_______ ..........Todo das;
Dita
Dit
Ck
Vill*
' os Correioi partem ao meio dia.
15 de Acost' Numer 17(.
13.
>>

14,0700
) &'#!>oo
8/fioo
i/f66o
i j'iirio
i#oo
CAMRIOS. Agosto
Londres......3o d. por f.jfooo ced.
Lisboa ......80 a,83 por o|o premio por metal o/Ierecidof
J* ranc...... 3jo rei por franco.
Rio de Janeiro ao par. '
URO Moeda de 6^400 reia, velhas i^Joo a
,, Hilas ,, novas !4#3oo a
Ditas, de iffuoo rei, Xgooo a
PKATA Pataces l'rasileiros.....i#6,o a
Pezos Columnaros----------l'to a
Ditos Mexicanos ..--._ i^riio a
., Miu.la. ........------------i^o a
Descont de bilbetes da Alaiidega 1 I)S por loo ao mes.
Jdem de letras 1 i| a r i|3 por boas firmas ollertcido
Moeda de cobre 5 a U por 100 de disc.
DAS da semana.
10 Segunda >j 11 Terca i. Tiburcto e Suzatia Mm. --Heladio e Audiencia do Juia
de Direito da 1. vara.
;> Quarta S. Clara V. F. Audiencia do Juii de Direito da 3. vara.
ij Quinta Hypoliio e Casciano Mm. Audiencia do Juia de Direito
da 1 vara.
Man ehtia nar* n Ji ,\ ja. '- ?e,t,"> Je',,nr* S- Euzeblo. -Audiencia doJuizde Direito da 1. vara.
ntarc ehc.a para o da i3 de Agosto. i5 Sabbado AscumpcSode N. S.
As :> horas e 18 minutos da manhj
As j horas e 4"l minutos da tarde.
PHASES DA LOA NO MEZ DE AGOSTO
Quart.cresc. a 5 as 1 h. e 54 m. d. man.
Loa Miera a i3 as 4 h. e 55 m. da man.
Quart. muig. a an- as 9 h. e 5? m. da man.
LualNova a a6-a 4 h. e aSm. da man.
tscumpfi
iti Domingo S. Joaquim Pai de N. S.
<***+*
E Hl-
RIO DE .JANEIRO.
doutrina do arligo
CMARAS DOS SRS. DEPUTADOS.
Sesso em 18 dejulho.
Presidencia do Snr. Marcelino de Bnto.
A's des horas e rneia faz-se a chamada ;
c, reunidos em numero sufficienle de Snrs.
deputados abre-se a sesso.
He lidaeappiovada a acta da sesso an-
tecedente.
O Snr. priroeiro secretario d conta do se-
gu n te
Expediente.
Hura Ofllcio do ministro do imperio, re-
metiendo o decreto da academia das bellas-ar-
tes desla corte, acompanhando o plano e or-
-amento para a abertura da ra projectarla,
que do centro da praca em frente do edi-
ficio da dita academia v em linlia recta
desembocar no largo do Roci ; a fim de ser
destinada alguma quanlia para semelliante
objecto que a ter de realizar-se nao deve
sofl'ier rnuita demora por que. sendo os pre-
dios existentes boje de pouco valor pode su-
ceder que em pouco lempo sejo substituidos
por outros de grande cusi : a segunda cora-
masfio do ore-amento.-
Hum requerimenlo de Amonio Rodrigues
Rio, pedindo concesso de afumas loteras,
afina china onda se pieparem diversos cidos e
substancias; a terceira commissao de l'a-
zendn.
Otitro dos guardas da alfandega desta cor-
te, pedindo augmento de ordenado j ter-
ceira commissao de fazenda.
Huma represen(Bcfio de Jos Ignacio Pin-
to Bulhes, contra os funecionarios pblicos
da villa de Maiigaraliba ; commissao de
juslica criminal.
lium reqtierimento de Procopio de S e
Vasconcellos, pedindo o lugar de porteiro ;
mesa.
O Snr. deputado Gomes de Campo parte-
cipa nao poder comparecer boje a sesso por
se adiar incommodado.
He approvada, para se enviar ao senado,
a redaeco da resoluco que approva a penso
concedida a Guilbermina Liz.
Fica addiado por pedir a palavra o Snr.
Alvares Machado o seguinte parecer.
A mesa, conformando-se com a indicaco
oflerecida pelo Sr. deputado Antones Correa,
lie de parecer que se tome huma delibera-
cao comoj preceilo regimental. para que 00-
rador que nao quiser concluir o seu discur- hontem hum Ilustre deputado pareceo que-
so em huma sesso, por ter dado a hora nao rer 'aser responsaveis os nobres deputados do
possa conlinual-o no dia seguinte. J. M. j lado a que elle orador pertnce por ter ca-
de Brito, presidente A. J. Alvares do A-' ludo no senado o projecto que addiava as
maral primeiro secretarioH h". Penna, eleices. Nota que a opposivo tena querido,
segundo secretario J. A. Marinbo ter- ha algum lempo, faser cabir sobre elle ora-
ceiro secreta! ioJ. Ferreira Soulo quarto dor eos do seu lado o estigma nao de rao-
secretario, narquislas mas de sectarios do direito divino
Julgo-se objeclos de deliberaco e vo a e do poder absoluto; q' e entretanto o Sr. Al-
nS!m,De,.Wachado,,ed.e rra re,r;,r T'enresiigiosoaqui sobe o Snr. D. Pedro I lituico, Observa porero que nada se decidi
aS SESITS ?reS"1" 1 h0ntem P- vApoiados). e que, no estado o pai. \ nao he
rase uiscutir a leda assemblea provincial Observa que na actualidatle j: nao b hum
e l ernambuco, e assim se delibera. s.', individuo que rjueira sor renul
nao
que quoira sor renuhlirano.
l quena digaNos nao estamos ain-
Ordem do dia.
Continua a discusso do projocto de re- da preparados para o goveeno republicano-
forma conlilucional sobre a maioridade de S. nBa8. VI. I. o Sur. D. Pedro II. possivel tal systema ((ue nao be appropri-
O Snr. Carneiro Leo', depois de fazer di- acJ,ao Paiz" n ,
versas relexes sobre as recrimina- 1'"z outras resllxues e reaponde a diver-
ces de mudanca de principios, pass* a fa- sos aiJuraenlos dos Snrs. And rada Machado
lar do projecto ; e declara que, estando per- eOtt0,li- dePois do que declara que, ainda
suadido de que os governos das regencias sao qel'asse o projecto, nao ebegara as provin-
turbulentos, e convencendo-se "ao raesmo r,,as a lera)0 'freanlo nota que de mo-
passo da conslitucionalidade do artra que a,''um podem cull'ar l)0risso e marca a idade em que termina a minorida- Snr' Presidente, a quena tantas yeses pedio
de do imperador forca era recorrer a hura 1,,e ,eSe pr,ra onle;U (Jo ?,a devcr,a ser
meio queconciliasse ambas as conzas. Por- P,iraeiro a defende-'.o d tal lueulpacao, por-
isso e mesmo por se persuadir que a derla- 1SS0 1ue se.fSSe d,sl"ut,Jo Cni urgencia tena
racoda maioridade coneorreria para conciliar P^ado mu.to a lempo.
os partidos parecoo-lhe conveniente pro- femis, nota que, para remediar qualquer
por a reforma do artigo, afija deconssruir o d,emtfra P0^0,1'. e P,ss011 3 cama" a.~
fim sora ferir a coslituicJo: e, alera disto, d,ame,,l das cl('.,^es '> n*q. tendocahi-
tamhema prono/para evitar queappareces-I do nosenJado' llnl,a cora esse procediracnto
se alguma commocao popular /visto que Ibe man,leslado mesmo se"ado que a0 nuer a
era repugnante bater a horaens que querem e reforma ;. e la.nt0 a n/ (>uer "lue al''coro
parlilhoasmesmasopiuies jo intuito de evitar a fu sao roje.tou toda a
Crc-que o artigo be constitucional, nao pe- ,e'' "a,lt0 las rases a presentadas na casa, nua se iun- Pr0Pr,a ,econhece o nobre orador que o ir
do as disposices da lei da regencia por- .Otl0.nl lcve ma0 cm dlSCT ^ue l)roJtcl he
que nao julga essa lei constitucional, mas ,nUi '
sim porque est justamente coraprehendido na
, nao saho pois se
deve retirar o projecto ; mas subnette-se
178 daconstiluico qu ...
expressaraente declara ser constitucional o > d<'lll,eriua) da cainara' estar: porella-, ma-
que diz resjieilo aos limites e allribuics dos
podetes e aos direitos polticos e indivi-
duaos.
Cr que d'entre seus adversarios um s es-
t forte (o Snr. Ottoni) porisso mesmo que
leve a franquesa de sustentar seus anteriores
principios: e o nobre orador.o apluade porq'o
v radiante libertar-se do posado jugo dos par-
e sustentar suas conviccoes.
infestada mosmo a iutenco de convir em que
sed nova forma ao projecto
que, ni estado .-.o puz ja nao ne possi-
vel de modo alguna esperar pelo termo qua
marca a constituiclo, para declarar-seamjb-
ridade do senhor D. I'edro II, Cmimerosos
apoiados) porq' a opinSo da necessidade lessa
medida esta generalisadi, e torna indispensa-
vel a-exalugo de S. M. I, ao trono qtianto
antes, acto a que no deve embancara dis-
posico constitucional, visto que todos os
publicistas reconbecern os golpes de eslado
como necessarios em certas circunstancias o
o nobre orador er que o paiz se acba nesso
caso.
O Snr. Limpode Abreu pondera que ne-
gocio tao grave se nao deve decidir de mo-
mento, e elle orador, se a cmara convier, sa
obrig a apresentar na segunda fe ira huma
indicaco no sentido era que fallou antece-
dentemente. (Apoiados)
O Snr presidente declara que se vai pro-
ceilcr leitura de pareceres a I l 1 >-.
O Sr Res ende pede a urgencia doproiec-.
lo que. amnista aos presos polticos da lia-
hia.
A urgencia be apoiada e depois de breve
discusso regeilada,
Julga-se objeeto de deliberaco, etai a
imprimir hum projecto offerectdo pelo Snr.
Coelho, marcando o sold olicialidade 9
pracas doexercito.
Le-se hum parecer da terceira comissode
fasenda sobre o requerimenlo de Anlu-
ni) de Castro Vianna sendo a commissao do
parecer que se indtfira a prelenco ; fica
adiado.
O Snr, Alvares Machado (pela ordem) pa I Outro, da commissao de juslica civil, para
.. 11____........i. ,1____i..j. _--.._ _:_.__________1_____ j_i:i_____. ... i_____________
os.
lid
Declara que he doulrinario, mas nao a tal
ponto que nao admita que ba circunstancias
que a lei nao pode prever.
Segu a dontrina do pbilosopbo que odia-
va as m mximas mas ainda mais as ms
arces ; e por isso louva a franqueza do no-
bre deputado, qtiando disse. hs temos
autoridade para reformar o arligo mais ]ul-
gamos perigosos as circunstancias do paiz,
e tomanmos sobre nos a responsabelidade de
o fazeimos. Por tanto, nao cessar de lou-
var a iranqueza do nobre deputado e a sua
permanencia de principios. 1
Depois de outras observaces repara que
imprimir os seguintes projectos de resolu- vares Machado, faz agora hum regresso
omisso de penses e extenso que o maravilha e al sent qt
ordenados;
1 vi
cao oUerecidos pele com
tao
que o maraviiiia e ate sent que no
corpo lelislativo se professassem doutriuas
Piimeiro, que approva a tenca conced- laca.
da ao coronel Francisco de Paula Avilar Ca- Censura que o nobre deputado dicesse que
hua. o paiz nao quena ser mais governado com
Segundo, que approva a tenca concedida reisinbos paos de larangeira ; e neta que se
aohrigadeiro conde do Rio Pardo. i os ministros de boje se podem chamar paos
Terceiro que approva a tenca concedida de larangeira, tambera assim bao de ser os
aomajor Joaquina Caelano de Souza Car- do uionarcha ponjue no Urasil nao haclus-
Deiro. sea privilcgiadu, ptcsli^iosas, (apoiados) pois
rece-lbe que o nobre deputado requer retirar
o projee lo.
O Snr Carneiro Leo declara que o quer
1 retirar.
O Snr Alvares Machado (continuando)
louva o proced ment do nobre deputado e
be o primeiro a abraca-lo e entende que a-
gora nao rosta mais do que decretar quanto
antes a maioridade do Sr. I). Pedro II visto
que toda a cmara concorda na necessidade
desta medida, (Agitaco),
O Sr Navarro : Proclamemos j a maiori-
dade. (Apoiados )
O Snr. Limpo de Abreo (pela ordem) con-
vera que se retire o projecto devendo porem
nomear-se huma commissao especial ou en-
canegar-se a qualquer das commissoes da c-
mara a trela de apresentar hum parecer so-
bre a questo que ba tanto lempo se discute,
pois que he provavel que a commissao apr-
sente alguma medida que preencha as vistas
da cmara e coi te as diliculdades. Com esta
declaracio vota para que se retire o projecto.
O Snr. Carneiro da Cunlia (pela oidern)
ere que se deve sem discusso consulla a c-
mara se c.invem era que u projecto se retire ;
e faz algumas outras observaces com o fim
denotar que o Snr. presidente devera ler
chamado ordem hum Snr. deputado, que
lbe pareceo pretender que a cmara procla-
mase j a maioridade de S. M. 1.
O Sr. presidente consulla a cmara se convem
om que se retire o projecto, c assim su de-
libera.
O Snr.Clemenle Pereira (pela ordem) nota
que se reliiou o projecto sem se decidir se era
ou nao constitucional o arligo iji, nica
duvida que exista; e ainda mesmo decidiu-
do-se que era constitucional, cr quedeveria
examiuar-sc se couviuia dispensar na cous-
que nenhuma deliberaco se tome por o-
ra sobreo requerimenlo da lenerarcl ordem
terceira deS. Francisco da Penitencia: fica
adiado pela hora.
O Snr. Presidente d para a ordem do
dia :
Continuadlo "da discusso addiada da reso-
luco numero uj de i8ii), sobre o paga-
mento de (juilherme \ ou u.;, e mais materias
dada para a ordem do di u e as 11 horas ter-
ceira discusso da fixa<;o de furcas ds Ierra e
forcas de mar.
Levanta-se a sessao as duas horas da
tarde.
PERNAMBCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 5 do correnle.
Ollicio-Ao Exm. Rispo Deocezano envi-
ando-lhe urna cdpia aulhenlica da Lei Pro-
vincial n. 8.S que erigi em Freguezia a Ca-
pella de S Joze do Rio Formozo afira de
que baja de dar as providencias necessarias a-
cerca do Paracho para a dita Freguezia.
Dilrf-Ao Comraandante Superior da G- N.
de Flores partecipando-lhe queallenden-
do Presidencia ao que lbe represeutou o Te-
neute da 1, Companhia do a Esquadro de
Cavallariada mesma G. N. Antonio IJomin-
gues de Andrade lbeconcedeo a demmisso
que pe Jira do referido Posto.
Dito-Ao Inspector da Tuezouraria de Fa
zenda enviando-lhe urna relaco de madei-
deiras, inslrumenlos, e oulrO^objectos re-
quisitados pelo Commflndaute da liba de Fer-
nando afim de que as faca apromptar para
serena enviado 1 para ali ua i. Embircaco.
Dito-Ao Administrador da Uew doCouau-


2
DIARIO
u
O R P E R N A'M BUCO
*
Publico Na-
iado agradecendo-lho o fotTerecimcrito que i, ordens do Tribunal do Tbesouro
fez a Presidencia do mappa de exportacao dos cional.
genero* da Provincia e seos valores bem i Dito Ao Exm. Presidente da Provincia ,
conio do rendimenlo e despezas de sua Repar- pedindo-lhe para se difjnar declarar, seo
tico louvando o i. Escripturario da Professor de Geometra do Collegio das Artes
mesma* Antonio de Souza Reis pela babeli- tendo obtidode S. Exc. dons mezes de (cenca
dade rom que organisou um semelhante coin n vencmento do respectivo ordenado ,
trahalho de medo que ern breve qoadro se tem direito timbera a gralifiracao que lhe foi
pode conhecer todas as circunstancias cima concedida pela Cartade Lei de i o de Dutubro
mencionadas.
Dito-Ao Director do Arsenal de Guerra ,
npprcvado que d'ora em dianle o pagamento
das ferias dos t rabal dadores do mesmo Arse-
nal seja feito de des em dezdias para evitar
o -i ti aso que sof're a escripiuraco com o pa-
gamento semanal.
Dit-Ao Inspector do Arsenal de Marinlia,
declarndo-lhe em resposta ao seu oflicio de 6
do coi rente que a EscoUa ir-estrio Arsenal deve continuar a existir, e
que as respectivas despezas scrao tiradas do
quanlita?ivo marcado para as despezas extra-
ordinarias do referido Arsenal.
Dito-A Cmara Municipal do Rio Formo-
so, enviando-Ibe urna copia auther.lca da
Le Provincial n- 85 que erigi em Fregue-
zia a Capel la de S. Joze da misma Villa, afim
de que ci as providencias necessarias para que
se proceda prompluu.cute atleitu do respe-
ctivo Juiz de Paz.
Port. Ao Administrador F. das Ob. Pu-
blicas para mandar recebar a pedra de calcar
viuda de Fernando no Brigue rassose Victo-
ria requisitando ao Inspector do Arsenal de
Marinba us lanchas precisas para o desembar-
que.
OfTuio-Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nha commuiiicando-lbe a expedirlo da or-
dem su pa.
THEZOVRAR1A DA FAZENDA.
Expediente do dia Jo de p. p,
OHicio-AoCoromandante das Armas pedin-
do-lhe para expedir as suas ordens afim de
me pela sua Secretaria seja enviada a'1 he-
de 1838 pelo tompo da referid.1, licenca
Dito A Esteva Cavalcante de Alhu-
querque disendo-Ihe que constando por
con la extrabida na Co/itadoria da mesma The-
zouraria que anda se acha a devera Fa/en-
tla Publica a quanlia de i4:e>42^44:"' Por sa'"
do do (|ue arrecadou e recolheo ao Cofre co-
mo Administrador dos Dizimos deSLou-
renco Garanhuns e Redolas nos anuos de
i 8j6 i83u be nersssario que sem de-
mora e quando muito ale o fim do trrenle
mez mande satisfazer este debito-
Portara Ao Tbesoureiro da Fazenda
para llagar a Luiz Gomes Ferreira., pelo Co-
fre do Rendimcnto de i por tent de armaze-
nage.ro aildicional do exercicio lindo, a qu mita
de4=97'U5oo correspondente a libras slcrli-
ns 691,,8,.gao cambio de do dinbeiros por
mil res valor de urna letra indossada ao En-
carreg ido dos Negocios da Brasil em Londres.
i <> ver&is Ke|mriiyo'
ALFAN0LG4 DAS FAZ'MUS.
O Brigue Portugnez S. Joo Baptista vin-
dodfe Lisboa, entrado em 11 do corren e Ga-
pit'i Manuel Joze de Souza consignado a
Mendes & liveira* manifestou osegunl.
3oj Pedias de cantara 71 pipas com vi-
nbo 1 4q barris com dito 2o pipas com vi-
nagre 1 barril com dito 8 ditos com car-
nes 19 barricas com drogas, 4 ditas com
cavada 9 caixas com drogas 1 parolo com
salea parrilha i cai.xotes com impressos a
bahuscom livros 1 eaxote com espingardas
Morara urna declararlo do lempo em que 7 ditos com iap 9 Jilos com chocolate, 1
nos annos de i83 e i85i a Alferes Lou-
renco Joze Romao esleve s ordens do Exm
Presidente da Provincia afim de que o En-
altes com mercurio 1 caixas com toucinho ,
i dilas com ferragens e candieiros 1 bi-
bues com calcado 22 barris com aceite t
carregadoda Contabelidade Militar pona in-wrrca coro droga, 9 caixas com madeira e
formar o requerimento do. mesmo Alferes : j insti omentos t45l> molbos de sebollas, i-j
visto nada constar a este respeito dos Bsenlos moios de sal 10 pipas com vinagre J
da mitiga Pagadora das Tropa.
Dilo-Ao Contador da mesma Tbezr uraria
renie.tlendo-lhe por copia para sua iplelli-
geuria as ordena do Tribunal do Thesauro
Publico Nacional den ti 6\ do correte
annOJ a 1. ordenando, que d'ora em dian-
te se nao cumpro as Tlezourarias das Pro-
vincias os Precatrioa que lhe forero di-
Iij idos iia ronformidade do arl. 91 da Lei de
2*4 de Oulubrode 18da para levanlamento
". dinbeiits j >| o venientes de bens liedefuntos,
e ausentes, rxpedidosem vir;tude de babili-
tacfes quando as qunntias excederem a oi-
teiila mil rs. sem r|ue dos mesroos Precato-
rios coi.sle Itrem sido as senlencas proferidas
a favor dtis parles ero 1 instancia confirmadas
pelas ReUcoens do Disinti para onde fosem
apnelladaex officio conforme o estabeleci-
ilo pelo Alvar.i t!e 9 de Agosto de 17:9 a a.
autoiisando para se despender por esta Pro-
vincia no auno linanct 110 de 1840a 184 Por
coula da Reparlijo da Guerra a quantia de
2a5 obJ33/ rs. : a 3. autoiisando igual-
uitnte para ser despendida no mesmo anno
por copla do Ministerio da Fasenda a quatia
ce bOi i463or. a h. finalmente aecla-
lando-lbe quesoroente pertencea Renda Pro-
vincial mrlade da divida activa de Irapos-
losPiovintiacs devidos do 1. de Juiho de
itJ ao ultimo de Junbo de ^t j nao f por
que sendo Geiaes lodosos Impostes antes da
Lei de *4 Ge Oulubrode |84'J que fez a
divisSo (ins Rendas e principio O a ter exetu-
io no referido I. de Jullio de 18JJ np po-
dia a ce a2 de ulubiode i8f6 rele ir-se a
huma poca anterior em que anda nao ha-
viao Impostes Provincia a tomo lanfero por
que toda a dtspeza at o im de Junbo de it-33
hcou cargo d'Adroiuialiat,o Gtral ; e or-
denando ao mesmo lempo que os Ctfits Ce-
rnes sejo indtniiiids de quaesquer quanli-
enluia letibo sido individamen-
te levadas aos Provintiaes j 01 scmeUtante
motivo.
Ii'uir. co uia 1 do crtenle.
risctn vinno 1 porco de sebollas.
CURREIO
O Pataxo Maria da Gloria recebe a mala
para o Rio de Janeiro boje i3 as nove horas
da manba.
PR EFEITRA.
Parle do dia 11 do crrenle.
Illm. eF.xm.5nr. Forao honlem presos
pelo Sub-Prefeilo da Fregueaia da Boa-vista
o nardo claro Joaquina Monteiro de Carvaljio
Maciel natural do Maranfao por denun-
cia que leve de ser elle o author do roubo ,
feito as preciosidades da lgreja Matriz da
Fregr.ezia de Marangnape, e adiar se em
urna caza no lugar do Campo Grande ter-
mo da mesma treguezia ; e por lhe lerem s-
do apprehendidas varias pecas e objectos do
Culio que elle depois conlessou seiem pro-
venientes do dito roubo assim coipo as dez
Sagradas Formas, enrntiadas dentro de um
v.1/0 de purificaco e n un inmundo as
quaes ioro de casa do reerido Sub-Prefei-
lo conduzidas debaixo do Palleo e com a de-
vida solemnidadepelo Reverendo Vi ario pa-
ra a respectiva Matriz ; foi recolliido Ca-
deia para passar disposico da Justina: os
prelos Manuel Antonio d'Andrade natural
dos libos du Babia, por ser encontrado na
companhia do mesmo preso e deseilur de
Uannba ; fui remeltido ^alla ; Jozu Mar-
cal Ferreira natural desta Cidade, por ser
o dono da casa, em que laes individuos fe-
rio encontrados fi ou deleito ilo Callab-juco
al .ulterior averiguado; Surero, eacravo
de Joze Joaquim de Oliveira liaduen, e For-
tuna de Francisco Joze du Costa por seren
encontrados em poder do rellerido preso Jo-
aquim Monteiro que os liayia comprado ao
paido Jo/e Joaquim \ tozu o qual lora
quem os lurlara de seos ditos Sanbores i Io-
ro retolhidos Cadeia ,,ara serem entregues
porjuslificacao dequem os perlender ; lan-
tacio etnivo de Manuel llenriques da Sil-
va or tardado urnas bofetadas em um ,ln-
' .. i- ____1 .1....1:
Q'y,. __AoI.xm. tntanegadodtsNcgo- glfz e ser reo de polica ; l, ve igual deslr-
rit o lraal e LonJie, enviando-lle por [no ; as pardas Thoiaa.ia Mana e Scholas-
tmta do icndimenlo de 1 poi
tenagem adtrioual, aiiecadae por esta pro-
vincia ateo ulliii'o d Junbo p. p. urna lelra
,1c l.il 1. I sleili'as0a.,89a 60 dfv.'dosa-
ue de Luiz *.m*" I eiaeii- tV i\ ai:>(itl in-
acjstac|0r Luu Gomes ltiiiia sobre tio-
. bit,ibers &C., para mj digiier dar-Mre
uiUiettute daS|j>iMi coiifer n-ida de dus
tinto deuima-ilua Mara da Gooceicio por serem encomia-
das lu de e dcsciueiias loio soltas ; as
ueoulos Joaquina Mapia do I'.ozario, e \jai-
garida Maria do Sacramento, pelo mesmo
motivo; tiverau igual destino e <1S rraaoe-
zesJean Pierre rran^oi ''0 cosiubeiros por biiga; o mesmo destino
IS adamis coniU UBI paites boje retbidas
dem do dia it.
Illm. e Exm- Snr.Foro honlem presos
pela 9. nitrul ha do districlo da rui Nova Jo-
aquim Joze dos Santos Vital branco o par-
do Antonio Luiz e o preto uzebio Joze de
Lima por se fazerem susooU las ras tarde da noite ; foro soitos : e nelo
Sub-Prefeito da Hoi-vista o pird) Joze Joao
de Mello pelo mesmo motivo ; teve igual
destino: eoFrancez Jacques Limbird por
lhe serem apprehendidas as alalas de prata ,
pertencentes ao roubo feito na lgreja Alitrii
de Marangnape as quaes feria descosrm-
elas do quintal de sua casa onde tinho sido
aceultadas havenilo-asclle comnrad > noou-
tro preso Joaquim Monteiro ciel autor do sobredi lo roubo como confes-
sou : procedpo-se ao competente termo e. o
mencionado Francez ficou detento na priso
para mais avepiguaco(
E' o que consta das parles h'vje recebidas
n'esta Secretaria,
EDITAL.
Bento de Barros Faloo de Lcenla Fiscal
doBairroda Boi-vista cm vi-tude da
Lei.
Faz saber a qum convier que o prazo
marcado aos Mscales e Boceteiras pira
se prevenirem das licencas finda-sa no ultimo
do correte e que (indo o mesma praz lo I >s
aquelles que deixarem de tirar ditas licencas,
serao punidos cm as penas corominadas as
Postmas.
Outro sim todas as possois quo tiverem
porcos nos quintaos de suas casis devera re-
tiial-os no prazo de oilo dias ; assim como nao
pudero tra/crem os Caes soitos e lindo es-
se prazo e achando-seal^uus dos animaes ,
serao ponidos os donos como determina as
Posturas Municipaes. I', p ira que chegue ao
conlipciment de lodos mandei publicar o |ire-
zente jelo pelo.
Bairro da Boa-vista 11 de Agosto de 1840.
Berilo de Barros Faleo de Lacerda,
Exposico feila pelo roarechal de campo Fran-
cisco Joze de Souza Soares de Andrea no
acto de entregar a presidencia da provincia
de S. Catharina ao seu success >r o Exm.
Sor brigadeiro Anlero Joze Ferreira de
Brito. Illm e Exm Snr.
" Tendo a honra de passar :s mSos de V.
Ex. a administraco dcsla provincia he do
meu dever dar lhe huma informaco do seu
verdadeiro estado Pelo que perteuce se-
guranea exlerna est ella desambaraeada da
uresenca desses bandos rebeldes que se ap/c-
g.iao liberaea e nao si bem mais que oj ten-
der aos seus com la.laos e dilacerar o seio da
sua patria. Estando es postos avancados das
lonas desta provincia alm dos limites della ,
he claro que ella est livre.
" As torcas de mar e trra que V. Ex. ve-
r dos mappis juntos e a presenca da divi-
so do general Labatul com a sua forca em
Lages, ou lalvez na Vaccaria podem con-
vencer da sua perfeila seguranca anda
quando eu nao livese recubulo do coronel
remandes, no dia 21 a declaraco de que
nao precisava mais do cjue os meios que j l-
uba recebido para resistir a lodasas torcas re-
beldes mesmo viudo juntas atacar {a Lagu-
na.
" Existe nesta capital bum deposito de
contigentes ondedo entrada todas as pracas
avulsas que entro na provincia tod'al-
1 i guiadas aos seus destinos. He medida n-
dispensavel e de que muita economa e or-
dem tem resultado ; devido ludo ao seu h-
bil commandante o tenente coronel reformado
Joze da Silva Mafra que o tem sido at a-
gora.
" Ten lio a provincia dividida em nove
commaudos militares entregues u officiaes de
conRanca e tencionava ou nomear outro>,
ou revistir dasattribuicesde delegados da
presidencia aos commandanles militares
da Laguna Lages e S Francisco ; e ao des-
la capital, para os casos nicos na ausencia
.do presidente.
' Todos os cornmandanles militares pre-
tenda eu que fioaasam sujeilos a seis delega-
dos da presidencia nomeados para seis gran-
des districlos. A nomeaco destes delegados,
tomas attribuicoens militares que forero j ul-
gad s precisas esl alorisada pela lei pro-
vincial n 15o do presente anuo 5 e a tonser-
vacao dos comandantes militares nos dislnctos
menores he huma medida ludispeusavel por
em quauto segurauca e i bou administra-
cao da provincia. Em outio lugar tocarci
u'este assuni|)lo.
w A guarda nacional It-m augmentado rau-
tooom Mltimosastiamentos j e, aulorisa-
do pela lei provincial n. i8, acabo de dar-
lhe aorgantsaco que me parce til; c leubo
j nonicudo alguna oficinas, ^. Exc, com-
pletar esta tarefa..... *
4t Falta nomearem-se dous chefes 'de legio
para a 1. e 9. tendo j horneado para co-
ronis cheles de legiSo da i. ao tenente ci-
ronel da guarda nacional de S. Joze Joaquim
Xavier das Neves da 4. ao tenente coronel
reformado da 7. linha Francisco de Oliveira
Camacho pelos hons servicos que ambos tem
feito durante a miuha administraco e se-
rem de confianeas.
,e De toda a guarda nacional propiamen-
te dita s tenho a sold loo bomens nesta os-
pital 91 em S. Joze una Fortaleza de 8.
Cruz 16 na da Barra do Sul ; a J na Ponta
Grossa. Todo o outro servico est reduzido
ao ordinario.
44 Na villa da Laguna est a guarda nacio-
nal em solTrivel eslado de disciplina; e lti-
mamente lhe foro as armas que sejnlga-
rao precisas e poder talvez por boje sobre
parada mais de 600 bomens aptos a servirem.
" V. Exc. est autorisado por lei provin-
cial a dar a forma de infantera pesada guar-
da nacional ; e eu o faria ao menos,
guarda desta ilha por ser assim miis fcil a
sua instruccao.
4' Em Lages tem de se fozer ludo de novo ,
e tenho dado as ordens ai tenente coronel
Cirreira eommand inte militar daquelte dis-
triclo para os alistamcntos e organisaco da
guarda nacional ; e cont que far alguma
cousa de til porque he proprio para estes
trabadlos minucioso assiduo e tem ser-
vido bem.
44 Em obras militares est esta provincia
como deve esperar-se do system 1 geral de de-
moco que tem perseguido o Brasil. L)e-
vem conservar-se, segundo eu entendo, a no
seu mxime estado de perfeicio as lorale-
zas de Sania Cruz Ponta Grossa barra do
Sul San'a Anna e S. Joao como ocela-
rias defeza martima. Tenho que deve
conservar-se Ratones pira que a nao tomjm ,
e como deposito de plvora e outros obje-
ctos em alguin uso.
44 Acapital est em prinpicio'de obras de
fensivas, e convem que se acabem ainda (jue
se esleja na mesmi profunda pz as trin-
cheirasdo Mendes e Leca, restabeler o forle
de S. Luiz levantar lumia obra no lugar em
que foi o forte de S. Francisco Xivier, na
praia de Foca vendido por menos dinheiro
do que valia a cantara do seu porto ,s por
que incommodava a sua existencia substitu-
indo-se hnm monte de ruinas e de eutulli j a
huma obra de fortificacacolocada no syste-
1.1a defensivo e a proposito que a muito
despresar baslava que se nao concertasse.
4> Tambem me parece conveniente e mil
levantar huma outra obra entre esle denulidj
forle e o de Santa Anna para que se eru-
zem e outro entre este ultimo pelo lado
do sul e o de Santa Barbara (cando assim
coberta esta capital antes que chegue bum
diaem que se precise.
4 No Porto de S Francisco precisa-se
igualmente desenvolver hum sysletni defen-
sivo porque este porto com a estrada de
Coritiba lem que tornar-se muito impor-
tante. Dever ter para a segurauca militar
fortificados a proposito: pelo lado do sul, na
ponta do Coqueiro a extremidade da reslin-*
ga chamada Sumidouro 5 a Pona da Cruz ,
frente da casa chamada du Vigario Vellio e
boje de Luiz Nunes ; e a Ponta do Abroo ; e
pelo lado do norte uecessita huma boa fortale-
za sobre as Pissarras,
44 Na villad.i Laguna convem fortificar um 1
pona de ara do lado do norte muito avan-
zada sobre a marcha dos navios ; bem como,
com huma obra fechada e capaz de resistir por
ti iota dias a hum ataque regular a Pouu
do Magalhaes.
*' Pelo ministerio da guerra esl autori-
sad a dcsappropriaco deste terreno que
ser mistar fazer-se compreliendendo a cha-
cara do Maiato com o que se lera terreno e
boas praias para todos os eslabecimeutos ai
iidispensaveis de mar e trra.
Euteudo que os primeiros esforcos devem
ser applicados i fortaleza de Santa Cruz at
que fique completa eiu obras e em arlilharia.
Sobre pbnioes, nenhum le:n a provincia, e
he propria para huma ilha do \ivoredo ues-
te pono 5 porm, mais necessara ser elle na
ilha da Graca defronte do porto de S Fian-
cisco
Quarleis, existe o desta cidade, que
esta em concert, e parou por se ter gasto a
consignaco do prsenle anuo linanceiro Te-
nho toda a esperanca que huma nova consig-
naco, por raim j requisitada habilite V.
Ex. a continuar uestes trabalhos
O hospital militar reduz-se a hum arm-.-
zemeom poo.....lependencias ieSan
la Barbara em que os duuiiles de todas as
enfermidades esto em contacto j a por issa se


I) I A E I O
dt E
PERRA M l U C O
i
tem visto algumas vezes entrarem os enfermos
com huma molestia e ahirem j curados de
duAs'; ou succombirem asegunda.
Precisa lium hospital em lupar mais pro-
prio levantado desde os alicerces e he is-
lo indispensavel em huma provincia que nun-
ca mais deixar de ser lium deposito de tropas,
como sempre tt-m sido. O forte de Santa Bar-
liara deve fazer parte da linha de defeza da ca-
pital.
Estamos igualmente fallos de armazens para
armas e muni^oes ; e, ferroso me foi apro-
veitar lium terreno pertencenle nacao
direita da rasa da cmara pira formar hum
grande armazem em que se possa recollier
quanto hoje existe na capital ; e dar tempo a
se melhornr o oulro e ter arrecidacao para
tudo quanto se deve recolber ao deposito no
fim da lula.
Fsta obra est tamhem parada mas vai
feila com laes dimenses que pode levar-SB ao
primeiro andar, e ter em cima huma boa casa
de armas ; porque em vez de reparar-se foi
demolida a que liavia j eaforadoo terreno.
Pelo lado da defeza interna tenho anda a
participar a V. Ex. que ja dei principio a-
liertura de huma estrada quedeve seguir des-
de as Tres Barras no rio de S. Francisco ,
al a ex tremida de sul da provincia, semprc ao
mar da serra, guarnecida de postos militares
a proposito de linas em dnas legoas para
cobrir todas as plantacoes das incurses dos
Indios selvagrns expelindo-os quando appa-
reen ; e dando parte com lempo da sua en-
trada, logo que na estrada se encontrem sig-
naes de terem passado.
Ao commdiidante militar de S Francisco ,
que est encarregado desta empresa tenho
dado as nstniccoes convenientes e apparece-
ra mpressas com a minha falla d'abertura
da assemblea provincial ueste anna-j e deixe-
llie ein modelo de madeia a construeco
que juljjuei propria para cada lium dos postos
militares, ou quarteis dos destacamentos.
Esta ohra pcrlencendo por sua na tu reza
despez getal,convem que liuma consignadlo
seja requisileda para poder levar-se elicilo
quanto antes ; e romo he impossivel orcal-a ,
por depender de trahallios diversos e em ter-
renos desconliecidos, s pode julgar-se hum
rerto numeio de trabajadores com hum jor-
nal, comprelicndidas todas as des petas entre
600 e 800 reis diarios e regular por estes da-
dos a despe/a.
l\o deve romtudo deixar-se de continuar
por conta da fazenda provincial, se nao lor
socrorrida pela peral. .
Tenho feito construir algumas pontes e me-
lhorar os caminlios ; e aclia se leitas hoje no
municipio de S. Francisco as pontes dos 1 ios
davala, Iririliy ; e a dorio dos Bobos, no
municipio de Porto Bello est em construe-
co
A ponte do Arrih no dislriclo de S. Jos ,
que loi construida de novo e nressa no anuo
ultimo., para servir s operacoes militares,
oi levada pela grande cheia desle anuo, pou-
co inferior de marco dei83S, etem de ser
construida de novoein outro logar mais aeima
sonde ficar livre dos insultos dascheiaa, e
com milito menos comprometimientos ; encar-
tando ao mesmo lempo a estrada.
A ponte do Biguac tambem foi levada pe-
las enchenlea e he neccisaria a construeco
de outra segundo o parecer dos engenheiros
que all fora&: falla passarem-se as oidens a
este fim.
A ponte da Lagi que foi mal construida,
c que as aguas de marco de 31 destruira, es-
t remediada com algumas madeiras ; e as or-
dene O nSlruccSes dadas ao commandanledo
Ribeirflo, para a construir, parte depedra,
parleda madeira, com boas dimenses, e
lua (e insulto*
Teiiho dado os primeiros passos para se
lancarem nos ros Tijucas grai les, llajahy,
liapai e barrad Araquan ts barcas de
passugem, e-o espera vu as is dealgu-
mas pessoasde recenhecida \ a quem
consullei sobre os u.elhores meios struc-
cao para se passarein as ord
Sh Em estradas, alem des melhoram ntos ge-
nes est principiada huma m .. .llama-
do Trez Barras no rio de S Francisco com
deslino do subir a serra, e entrar na Coritiba,
de accoido com trabalhos semelhantes pela |
provincia de S Paulo, segundo lenl.o 1 om- j
binado cora oExm. presidente daquella pro-
vincia.
Tenho encarregado a Antonio Francisro de
Carvalho de fazer um rccnbecimenlo pelas
margeos do lio llajahy a varar a serra a-
l encontrar a estrada peral do Lapes para a ,
villa da Lapa. EstaO dadas as ordens e la- ]
cuitados lodos os meios que o encariegad'. pe-
dio para o desempenho do trabalho.
f\o estreito que separa esta ilha do lena fu- \
1 roa, e do lado de l; mandei melborar a es-
trada desde a praia at a villa de S. Jos. Na
I parte que ella passa em terreno da nacao ;
que he o mais trabalhoso tenho delineado
urna subida Fcil e deve fiear hum caminho
que sirva de norma, segundo o modello em
madeiras que para esse fim cnlreguei ao com-
mandante militar da villa
A estrada peral de Lapes pelo Trombudo ,
quflM ntransilavel, lera de passar por algum
melhoromento na parle que vai da marpein df
i Imaruhy a!- a Boa Vista e tenho feito refor-
i mar o contracto daquella cmpreitala segun-
deas dispoMCes da Le i n. i45 desteanno.
I Es'.a estrada ou precisa ira! aliios .gigan-
tescos para ser ulil ou deve mu lar-se-llie
inleiramente a direccao, so a houver melhor,
Quando as minas de rarvao de pedra tiverem
quem as queira explorar, deve BeAF bem co-
idiccida a melhor direccao das estradas no dis-
lriclo de S. Jos. A estrada do morro dos Ca-
relios pode ser feila de modo tal que sirva ah
o transito de. carruagens 5 mis nao est ciie-
gada ainda essa cpoch-i e o lente coronel
Neves que est encarregado da estrada no
estreito, s poder encarregar-se daquella,
para 11 qual j lem indicada as direcces, de-
pois de concluir a primeira.
Mandei melborar a estrada no m irro da
Siriht ; e segundo as parlicipacocs que le-
nbo, est feila a maior parte da descida para o
lado de Galopaba e falla faver a subida do
lado da Gamboa, que nao offereco dlficulda-
pe notavel
Ncsta Iba precisa-se decidir a direccao que
deve ter hum melboramenlo muida lo lazer
no dislriclo de S Antonio; e por outro lado
deve melhorar-se alguma coiisi o morro l're-
jibaha ; mas, nao conven pistar alli muilo
trabalho, porque, desde a praia di Meuiuo
Dos al o rio Tavares pode lazer-se humi
estrada a boira mar, sobre pedras roladas da
montanha segundo as tortuosidades da cos-
ta por o melhor meio de dar aos mora.lores
do Bibeiraoe da Lagi huma estrada plana ,
e de carro at a cidade
Kxipindo8S leis provir.ciaes varios repula-
men los tenho concluido o repulamenlo dos
portos e las da provincia e o dos mitadouros |>ubl-
cos.
Ordenc a compra de um prelo e precisa-
se melborar alypographia para poder pres-
tar-e aoservico da provincia : aulorsado is-
to peU lei 11. i3. Falta lium repulamenlo
a este estabelecimcnlo, que obligue o compo-
sitor a ter discpulos
Estando autorisado algum melboramenlo
nstrcelo publica pela lei n. i)6 fentib pe-
dido ao Exm presidente do Rio de Janeiro
riue ajuste por conta desta provincia lium
homem hbil para reger huma escolla que
sirva de base normal, que por lodos os mo-
dos dever e\is ir.
A ei 11. 1J7 autoriza o estabelecimentD de
hum cemilerio ("ora da cidade e forao dadas
as prmeiras ordens proved >ria para se des
trosocios, eis aqu- quies era5 as minltis Icamirotes a r en cim do con ve/, em aS Jfl,
den. tcesancor, im ancjrele un ama'rra da
ferro de p> bracas otltri d \ t, t'i I > n j
i ios'rs. ; inisii'n> <' |> ili-rUi eH a )s r. ;
i>o vi'lm" em >K) rs pona tul> conUs
do eseriiMn e u mo d Porteico : os psrten-
desrtm nohm cniiiirr";i' no da e bori suora,
1- Alu:i-s'.M"n ca*a d Miguel Hjrmrdi
Ouinteiro minlir nir.n Viv.i l). 5t vu-
ras ricamente prepinlx, 'para conautir d;-
funtos e Sujos or ti 11 o mec assim W-
m > alii-j i-so eicravos fard*d*s para candil-
tir nrxotei da era < tam'vm alaga os mas-
mts arantes e mais cera miada : >quem nre-
cisir euleii li-se ci n elle qua fui lili o
neg i^i >.
tj" Detein-sd filar cm > Sr, Antonio Pe-
reira a negocia deseo intoresse, parj cuj
fim queira anu-n i ir a su 1 m iral 1,
x?^ Precisa fallar-se aoSr. Ih-. Zacar-ias
de Goc Vasconeellos a negoci 1 de seo interese,
na ra do Qneimalo l) 1 \, lojs deferra-
Hum qinrtel epirad 1, *"e a'pri'nisitT' tu-
TeeebsM <4 cem otancebn e n| >t-t 11 d 1 -
prenderen o Tu-i os dir-lli-s lu n [i'Ii;>:.
que os regesse, e mestres que Ibes enina?e n
is prmeiras letras e a co-i.trulr a C0itpS9O]
algumas lipuras de geometra que miis necei
sirias possaoser nos omcioi. sen importar a
demonstraco de cous algumi : |devendo os
aprenlite, depos desta lico diaria, que,
c-im o almoco nao deve exceJer os oito ho-
ras irem irabilbir as offi.unas ou misteres
em que estivereni emprepados, quer publi-
cas, quer particulares.; sen 1 sustentado*,
vestidos e tratados cunta di provincia ; e fi-
nhaado a favor dos cifres d -lia quinto mere-
O'ssem por ssus irabaihos durante este hki i ,
pe o menos ; 011 raais se antes disto n5u es i -
vesse n apios para trabalbare n como o i i es.
He debiiso destes dad >s que eu proiectava ex-
oclir lium regula ment faxendj que o quir-
lel dos aprendices tambem o fosse para atg-unS
dos mestres engajados*
Estando auloristji a compra de ciucoputa
lampeOes pira a illuminicli da ciiade an-
da ni loi feiti a encmmenda.
Taires con ven ha cono mais econmico e
perleito, visto que est autorsada esta des-
peca, anandar vir de Inglaterra, por coala da I H^* A'lga-se ou vende-se um sitio no a-
provncia duss planchetas completas, hum trro dos A Togados antes de ch'egir aponte
comps decoqueiros, cajoeiros e paqueos
ps de hrangerase Sgueiras, con um vivei-
10 e nmi casi de tiijn com cosinba e estriba-
ra para doui cavallos : a fallar na ra das
Cru'.e-. I) i).
tu* Pela segunda vez se avisa que seprn-
tendtcoiQprarac.iaaO.ii di rus da Gon-
c.'i.:v> pertencenle al). Mana Magdalena de
Jess: se sigeos tiver impedimento a por a
este negocio queira declarar por esti Ib-
llia.
Precisarse de um pequeo brasileiro,
ou mesmo portu ;uez quetenha atgumi in-
pens.
US" Qaem annunrou no Diario de qaarta
feira la ou corrente querer alujir umtcasa
para pouea fimi'is, quenco exceda a oito
mitris* dirija-ae arui de Quemadj loja
I), on/.e ; que a!ii se Ibe dir quem aal-
theodolito e hum nivel de ar c un as reguas de
mira, correntes e trenas de medida porlu-
guesa algum papel de desenho, dous estojos,
algunas du/.iis de lapis,, ehun boa ciixa
de tintas.
Falla a nomcico d is dele; 1 I is di presi-
dencia de que no principio iratei. e d ir-lhrj
luiin repubimciito segundo a lei desuicrii-
go, e mascar-Ibes os'distrctes. Teuciona-
va lazer da illia to 11 !ium dstrctO ; do mu-
nicipio de Lapas at (aropiln nutro ; do de
S. Jos desde Ga rapaba e S Miguel, al ao
rio das T. jucas outro; do de Porto Bello a-
ic llajahy outro; de S. Francisco, ou de telligencia de fazendas para urna loia no mal 1
[tapacoroy aloSaby, outro; e finalmente fofa desta Provincia : a quem couvijr, d-r-
todo o mni' ipio de Lagos outro. A frs- | j;i_:ie a loja de Luiz Coaiio do Reg I). 11 ,
guegta ile I tapacoroy tem de passar para a ca ra do Queimado.
pella da Armacaodeste nome ; mis esta dec- I i&~ Quem precisar de um homem Brasilei-
sio depende de diuposicoes que sero presentes Iro <* jd*de, para caiseiro, ou feitor dn
a V. Ex. com os documentos que ) exhtem, algpm s'uo 5 anuuncte.
Em eonolusSo, tenho de informara V.Ea I tST Desapireceo urna vacca raposa, mvi
que os empregsdoj pblicos desta p-ovincia deduas a tres barrigas lem humpait) p?r-
cumprem geralmente muilo bem com os seus dido : quem a tiver achado aiumnoie por esta
deveres ; c me se algum houvequo, in^olba.
quaiittade de raembro da assemblea provincial, j O** JoteThomas de S, morador no Ater-
se mostraste gratuitamente hostil, nio pro- ro dos Afog idos I) 1 ;> defroute do viven.; s -
duzoista indisposico uLleilo algum.
Tenho concluido.
Cidade do Desterro f e.n ao de Junho de
l84o.
Francisco Jos de Souza Soares de Andrea.
()o Despertador.)
ppropriar o terrenoescolhIdo. Falta a plan-
ta da obra e o regulamento do cemilerio
A Lei n i^b anda nao esi cumplida; e
falta expedir as ordens pira se passarem os
fundos, eencarregar a!*uem nacerte, da
compra das collccces d leis nella ordenada.
Falta hum repulamenlo para o cor/10 que
deve guarnecer a liuba de defeza contra os
Bupres.
Para bem cumprir esta lei na parte que
dis respeta) aos paramentos das parochias ,
tenho exigido dos respectivos vigarios a relacao
de suas precisoes e Mguardava saber de todas,
para faser comprar a fazenda precisa al hum
. onto de reis e mandar aqu mesmo cortar e
confeccionar os paramentos. Ainda se nao
obtivera respost.is de lodos.
Esto pedidas as roiaeies das amas de leite
que tem criado ex postos para se pagar, al
onde chegar a quanlia oreada s que tem
meninos de menos de dous anuos; e depois
destas sque forem mais antipas. Ainda se
nao recolheraQ as relacoes
Tenho recommendado ao Exm. presidente
do Bio de Janeiro o engaj miento de dous me-
stres cslceteiros para enstnarem aifui oulro,
ecalcarem-se so mesmo tempo as ras desta
cidade. O coronel Vvemyer lie que.n eu os
esperase 1 avisa-meque, feudo ja respondi-
do sobre este ohjfcto ao Exm. presidente do
Rio de Janeiro Ib' indicara dous queprc-
lendem o jornal diario de dous mil rei e a
pass.igem paga. Creio que nao lia lempo a
perd r, eque V. Ex os pude mandar enp.i-
jar.
Eu lencionava d ir a estis mestres trnta ou
mais apreadize* SUSlenUdoa cusa da pro-
vincia e rcduzidos a ooUegio como convem
e se lettl feito em outraa provincias. Para ter
huma conpsahia do aprendiies desle c de ou-la
LOTERA DO SEMINARIO.
O Reitor do Seminario deOlinda convida
aos aman es de Loteras a compraren! os iji-
Ihets da primeira parte da 17.'
Lotera do
venda no
vi/. 1 ao Sur. Arrematante das egias-arden-
tes que li. 11 o corrente me/, de Aposto no
pertende ven lee agiudente de qualidade al-
Iguma na sua taberot, orna trata o Sur. La*
' gos (pie por isso o colletou em .\o caadas ,
cobrando dous mil rs. de i cm i me/es e
quer'jaors Rndoo dito mez 5 nSo leudo em
sua taberna mus que ti girrafas e meia bran-
cas com divorsas quali lides de bebidas, um
pouco de sal laranjas, hu suas can h, li-
mb,eoutras inhariassegundo a sua indi-
gencia.
vj~ Quem precisar de qunhentos mil r.
mesmo Seminario que se ach t venda no BT Quem precisar e quinnemos mu rs.
BsrrodoRecfe, ra da C.deia, nalojede premio, d.nja-se a ra do Cabuga, loja
cambio do Sr Vieira 5 em Santo Antonio na
ra do Cabug loja do Sr. Bandeira ; na
Boa-Vista defroute da Matriz botica do Sr.
loaquim Jos Moreira.
lotera do theatro.
As ro las da segunda parte da terceira Lote-
ra do Tiealro publico desta Cidade, correm
impreierivclmcMle nodia 17 do correle mz :
o restante dos liilbetes estao venia as lojis
dos Srs Manoel Goncalves da Silva Vieira
Cambista na ra da Cadeia ; Manoel Alves
(fierra na ra Nova ; e Basto S Costa na
Pracinhs do Livramen'.o,
TIIEVIRO.
O Empreario est aprompt andi um gran-
de Expectacuto com a nova Peja ESCOLA
i),; PRINCIPES E ESPELHO DE I vIlE-
RMTES. todoomaif espectculo ser en-
minciadu pelas Njlicias e Cartazes para odia
do lste.o publico,
Aviso? O i verso-
Sjsr Segunda feira 17 de corrente ao meio
dia na Praga do Commercio se ha de ar-
rematar de venda a quem mais der o casco do
I-iguedenominado l'eriiim'.n.canc orri-
dstde cobre com OS SOUS perlences ava.ul >
em tres conlos e ctucoenla mil reis a saber
o rasco em l:|Hos rs va masireagao em j ;)', annnncis p*ra?r
laucha bote, VttillB de aui,di, e o, [te, que tem moit o desse aapruftj.
di quina defroute da Vlatrs.
\T O abaixoassgno fas sciente ao publi-
co que Domingos A Ivs Afoneo deixou de ser
seu Caixeiro desde do dia 10 do crrente.
Manoel di Silva Salles.
%ST Precisa -se de allujar huma casa terrea
ou andar de sobrado, no hairro de Sanio
Antonio, para urna pequea familia, quem
a tiver aununce a sin moradi? por esta
folha.
Kjjr* Quem precisar de hum rapaz Portu-
gus para caixeiro de qualquer oecupacU ,
e mesmo para armisem de assucar uu ra ,
do que tem bstanle pralica annun.ne ama-
rada ou dirija-se a Praca, da Un o Lija
U. 27.
SSrQinlqum- Sur. Capitn de Navio qm
queira eirsrnar aum moco Europeu a iitru-
c:o nutica queira annunciar [ur esta lottia
a moradia,
tsy Quem precizar de hum rapaz Bra/i-
leiro para Caixeiro de qualquer arruma-
cao annuiicie.
XST Quem precisar de urna a ni para ser-
vir em casa de pouca familia, de perlas a
dentro annuucie.
S3T Urna inullier de i.l ide, de b ms c ^ -
turnes, muilo selusa p*ra trata ai julo dd ums
casa, sediapdeaser aun lamilia, cosinba o diario de uinasisa, tam-
bem compra ... roa 5 quem" pretender diri-
ja-se a ra i\oid I). 10
ij- -iiiem precrsai de um homem para co-
brar div.'las .... mato 00 mesmo .--,...,
procurado pelo 111 1 > i *


*
DIARIO O R
PRBNAMRL'PO
ur Urna mnlher de lmns costumes c de
capacidacle se propc aocnipnr-se no ser vico
inlerno de alguma casa de pequea familia ,
ou de homem solleiro ; e tambem de tratar
de nl;;um (lenle ou de meninos-, e tamhem
se oflererc para administrar e ensinar escra-
v(s a fazer o servico de qualquer casa de
grande familia ; em 6m encarregar-se de
tudo qiiaiito perlence a arranjos de casa ,
excepto pessoalmenle rozinhar H engommar;
na ra dos Martirios na loja do ultimo sobra-
do do la !o da Igreja.
SfF" Um homem deseja tomar conta de nm
silio de sociedade, entrando para a mesma
com duas escravas para venderem fructas e
mais um escravo para adjulorio do mesmo ,
mpregando-se na administraco, e planla-
co do dito silio sendo esle perto da praca ;
quem quiser fazer esle negocio annuncie.
S^- Quem precisar de um porluguez casa-
do para administrador de um engenho do
que lera pratica dirija-se a ra do lambi
D. 3 ou annuocie*
ssy Quem precisar de um homem creo ido,
para feitor ou criado dirija se a lora de
ponas D. iG.
S^- Troca-seuma negrinha de o a n
anuos, por um molequeou preo nao sendo
idoso e de boa figura e entenda alguma
cousa de cozinba ; na na do alccriiu segun-
da casa tenca ao pe* do sobrado.
STJ- Na ra direita padaria D. 33 precisa-
se de um hom nrneiro.
lar Antonio da Costa Ferreira mudou o
seu armazem de nssucar para a ra da Cruz
u. 4? onde foi de Josa Feriiandes Eiras
tST O abaixo assiguado havendo lido tran-
sa, oes nesla praca ja contral.indo dividas, ja
afiancando ou tras e finalmente servindo de
procurador a alguna >rs. ; e postoque jul-
;ue ter liquidado todas as suas Iransacoens e
estar livre de quaes quer dividas, ou res-
ponsabelidades todava roga a quem se jul-
gar credor se digne annuociar por esta folha
em odia 17 du correle. Eliw Emiliano
Ramos.
CT A pessoH que tinje casacas de prelo
nsora na ra de S. Rita nova sobrado I). i5.
Avisos Martimos.
nhando a vigsima parle dos premios, cabendo
na sorte de 6 000 000 reis tresentos mil ris a
preco de 45o ; nesta Typografica na praca
da Independencia n. ao e na ra larga do
Rozario loja de miudezas D. 7, e na ra do
Collegio loja de reloioeiro
*^> Um bom relogio em quadro com o
seu comoetenie realejo ; na praca da Inde-
dendencia loja do Sr. VI ero/.. .
VF- Urna escrava, deidadede a5 annos
de bonita figura e oplima para campo ; e
um moleque de idade de la anuos de naco;
na ra da AUgria casa de Joo Lopes Guima-
res.
tS5^ Solos de terrenos com os palmos de
frente que a cada um dos compradores con-
vier ecom fundos al abaixa mar, ja at-
terrado e parte estacada e em seguimento
da ra da praia da ribeira por preco com-
modo ; a tralar na ra da sonzala nova De-
cima 1.
tsy Um prelo de naco benguela de da-
de de it annos, muilo robusto, e ptimo
para todo o servico urna negrinha de nacao
angola de tade'de ia anuos com princi-
pios de costura, e cozinha; na ra direila
venda que foi de Jos Lourenco I). 3o
C?" Urna armarn de venda corr seus ner-
tences casa propria para moradia no lar-
go de N S. do Terco; a tratar na ra da
praia armazem de carne D. 12 de Antonio
Pinto.
tsy Urna escrava de nacao de idade de 21
annos engomma liso cose cha faz varias
qualidades de doces ; urna negrinlia com ida-
dade de i5 annos, de nacao, mui linda e
ptima para mubanda por ser recolhida en-
gon.ma cose bem, e cozinba o diario de nina
casa ambas se do a contento ; na ra direi-
ta D. ao lado do Livramento.
S^- Urna morada de casa de dous andares
e soto na ra da scnzalla velha n. 38 em
aliaos proprios a tratar com Joo Vaz de
Oliveira na ra da cadeia do Recite quina da
ruada Madre de Dos.
**SS^- Na loja de livros da travessa do Roza-
rin por preco muilo commodo os seguites li-
vros r Corina por madamede Estael Glos-
sariode Fr. Luiz, collecao de cdigos cons-
tilueo reforma, ledas atrihuicoens dos
presidenle e outras diversas leis decretos ,
e inslituicoens relativas aos mesmos cdigos.
!35o,ooo, um bonito escravo de 40 annos d*
idade ptimo para todo o servico um mo-
leque e urna negrinha de idade de 12 annosj
na ra de agoas verdes casa terrea D. 38.
t&- Bilhetes da lotera do Theatro ; na
ra do Queimado D. l3.
t&" lilhetese meios ditos da loteria do
theatro, tambem se troci pelos premiados
de outra qualquer loteria ; na loja de Me-
nezes Jnior na quina da ra da collegio jun-
to ao passo.
Esc ra vos Fiigdos
tS" Fugio no da 11 do corrente um es
cravo de nome Antonio de nacao cacange ,
estatura ordinaria cheio do corpo, cara lar-
ga nariz chato olhos de porco bastante
barrigudo nadegas crecidas para fora tera
um p mais grosso do que outro procedido de
urna ferida que ja est quasi secca enlre o
dedo mnimo de um p que I he mordeo urna
cobra os dedos dos ps muito curtos e alguns
sem uuha por ser comido de bichos falla
bucal, mas uiuito ladino e por mauhoco
faz-se bucal ; quem o pegar leve a ra da
cadeia defronte do beco largo n. la quese-
ra recompensado
s^- No dia 4 do corrente fugio urna pre-
garrafa de leite; na ruadas trinchis D. la. ta de nome Roza | I"'?a0 de \*d* de a
S3T Panno de linho de nojoens e enfesta- "*< estatura baixa., cara redonda, nariz
do lencos de seda pretos e de cores meas] chato tem um dedo no p esquordo a cava -
de linho de p,grande canarios de imperio !Iad' com sicatrues as costas levou vestido
de chita amarelloe panno uno prelo; quem
a pegar leve a fora de portas venda de Uiogo
Rodrigues que recompensar.
CH?" Fugio una negra de nacao costa de
mina ji velha secca do corpo nariz chalo,
meias garrafas a 4ooo, os ve.dadeiros charu- com urna marca de ferro por cima, o dedo
tos de :VJanilha, e cautellas do theatro em poiegar da raa'o dtreiU aleado, ese intitula
dcima e vigsima parte; na ra da cadeia ve- | forra quem a pegar leve ao Sr. Kissel re-
Iha n. 53 quina do beco largo. 1,0Joe,ro ein Pernambuco que gratificara com
C5" Bilhetes da loleria do theatro a 9000 ej 0-' )0,
commodo; no forte do Mallos armazem do
Vianna.
tST Urna escrava cabrinha de idade de 16
a 17 annos ; na ra de agoas verdes D. a3.
ssy Urna venda na ra do Arngao com
poucos fundos na quina que tem lampio ;
a tratar na mesma.
tsy Urna prela creoula da Babia de ida-
de de 18 annos, perfidia engommadeira e
cozinheira de forno e fogao e faz todo o mais
servico de urna casa com desembarazo um
moleco de idade de 17 nnos, perfeito co-
zinheiro de forno e foso duas prelas para
todo o servico um moleque e urna negrinha
de idade de 1 a annos ; na ra do fogo ao pe
do Rozario D. a5.
K25- Rap de Lisboa cliegado ltimamente;
na ra do Queimado loja de ferragens D. 14.
t^* Urna negra de naco de idade de 18
annos bonita figura com principios de
costura ,e engommar propria para muban-
da por ser recolhida : uo largo do collegio
escriptorio de Antonio Jos de Magalnes
Basto.
SS^" Um palanquim em bom uzo e por
preco commodo ; na ra de S. Therezu D-
cima 8.
12^ Urna cabra bicho de muito boa qual-
dade, estando criando d. diariamente urna
a iboo ; na ra do Fa^iiudes D. 5.
V3~ Potissa da Russia nova em barr/,
pe) uenos, por preco commodo ; na ra da
Cruz casa de N. O
t?* Caixas
bieber D. 65.
de agoa de lavande com 12
meios dilos a 4&oo ; na ra do Cabug loja de
miudezas junto a bolira.
t^ Um mulato de idade de a3 annos
PARA O RIO PE JANEIRO segu viagem
com brev idade por ter a carga prompla re- col leco das leis decretos, e resol ucoens so-
cebe a fele alf.uus esclavos, ou volumes pe-
queos ; a Halar a ra da cadeia i). i i
bre a guarda nacional horas Maanitas",
thesouro de meninos primeiros conbecinien-
PARA O ACARACU' segu viagem im- los para uzo das escolas novo' compadre VI a-
preterivetmenle nodia t8 do corrente o Pa- ibeus, Telemaco em francez, grammatica
tacho D- Francisca ; quem qui>er carregar
alguma carga miuda ou ir de passa;em ,
dirija-se a fallar com o Capilo a bordo do
mesmo defronle do trapiche novo ou a seu
consignatario Manoel Gonsalvea da Silva na
ra da cadeia.
PARA O ACARACU' com escalla pelo
Cearat o dia ao do corrente, o I alacho
Francelina : quem quiser carregar ou hir de
passageui dirija-se a casa de Manuel Gonsal-
ves i!a Silva 0:1 a Joj da Silva IS'eves a
bordo.
Le i i 3. o
cy Que fazm llenry Forster & C., por
intenrencio do Lorrelor Oliveira e por con-
ia e lisco de quem pertencef, de urna porgo
de cabos de cairo avariados a bordo do b i-
gue americano Ganges, na sua retente via-
gem para este porto ; quinta feira 1$ do cor-
rente :is 10 horas da manila precisamente no
arnmem de Francisco Uias Ferreira pro-
.\imo ; alandega.
De igual maneira se preceder venda pu-
bfca e cena de aoo barricas de faiinha de
trigo, avariada em o mencionado navio e
na mesma viagem 5 no referido da quinta
lia ao meiodia e no armazem de Manoel
Antonio de JcbUs atraz do Theatro.
C o 111 p r a s
tsy Esclavos de ambos os sexos de idade
de 15 a 24 1 cun cilicios ou sem clles ; de-
iroute do trapiche uuvucni casa de Joaquim
ot de Amom.
*^- ss?" Memorias curiosas para grammalica
filosfica il iJudro ThoniuZ tratado da vessilicacao por-
tugueza por Miguel de.loulo Gueireiro ;
na ruada nioeJu defronle do u. i/f no ter-
ceiro andar
\. Eseravos de ambos os sexos com of-
ficio ou sem efles ; n ra da seuzalla velha a
fallai com Manoel Francisco Puntes
V e ii ti a s>
4^j cuteada Sociedad* tonuua Ty-
}< graica, da JLoieria po Thealro i uLlico ga- prki pata luudoa Uc banicu tudo por urtcoj
franceza por Hamooiere diccionario portu-
guez e de sinnimos por Fouceca diccio-
naiio portiij'iiez- francez- e Irancez-portu-
guez por Constancio cartas de Echo a iVar
ci, moral universal pelo Burode Holbac ,
alfabetos com figuras e com divertidas f-
bulas morats para uso das escolas novo me-
lbodo[ pequeo ] da grammalica latina do
Pereira coosliluicau do Imperio com a re-
forma exposiiodas leis naturaes ou ca-
thecismo do Cdsdo colleco dos nielhofcs
escriptos de Benjamn Franklin fon le da
verdade advertencia ao christao catbecis-
mo de*doutrinn chrisla resumo das nocoens
preliminares da arilbmelica o bom homem
Ricardo, resumo de milhologia novo jogo
011 livro de srtes jogo ou tratado de volta-
rcte testamento de Manoel Braz marujada,
potBas ternas e amorosas olleieLdas as game-
nhas ue bom eosto o herosmo das benboray,
Wernezou as coiisequencias de urna conducta
desregrada Leocadia ou a innocente victima
do crime lsaura ou o premio de amor e da
virlude, Pedro nivella ulema Carila ou
os amantes esposos o amor ullendido e vin-
gado Janny Lilleou os amantes desgraca-
dos Celestina noveba hespaiiholha Ziira
ou um cuso extraordinario, conslituicao do
Imperio colhaoens de leis provinciaes de
i8)5a i 87 ecle 1837 a iJJS por mu i to me-
nos de seu justo valor e oulros csciiplos de
i,iterts;e.
aj^s Caulellas da segunda parle da lercei-
ra lotera do theatro que corre a 17 do cur-
enle, subdi/ididas de bilhetes em decima e
vigsima parte ; na praca da Independencia
ioja D. 8, i', e 24 ; ra do Cubug loja do
Si. Claudio, luanuva 4* e ^ > c allerru
da boa viitu hija do Sor. Antonio da Silva
Guimares D. 16.
15S~ Urna moleca de angola anda bucal,
faz lodo u seivio de urna tusa e tem princi-
pios de engommar ; na ra da Florentina
velha lado do iiiuiu de S. Francisco priuie;ra
casj.
%r Tuboado de pinlio de dilTerenles lar-
gues c grossuras amciicauo t dito da Sue-
la de 1 a 3 iiolegadaa de rossura dito de
iuriode i| polegada a 5\\ de gTOtsara pro-
13- No dia ro de Muio de i836 fugio da
Cidade de Oliuda um molalo de nome Lou-
renco de idade de 18 anuos secco do cor-
sido vaqueiro ; na|P. cbelo alguma couza corrido e sollo, olhos
pracinl.a do Livramento D. ai. grandes e pretos cora urna marca em um
SST Urna canoa que carrega 900 a 1000 ti- dos canlos da b"ca > e talvez se divisen anda
jlos de alveoaria bem construida, e com alguns ponlos que servil o para coser o talbo,
poncouzo; na ra da praia serrara do Car- ,d" 'lue hcou a dlta i representaya ser
Vi I barbado, bolava as ponas dos ps para lora, e
lar Vinhodefeitoria e de Lisboa muito era bastante disfarcado 5 quem o pegar an-
bora a relalho mais barato que em outra qual- uuncie. .
uuer parle e aSoa rdanle a (io rs. a garrafa; \ r INo da a do corrente fugio um escra-
na rita direila D. a. vade nacao anda alguma coma bucal, de
W Pecas de bretanha de rolo de 10 varasJ nome Severo cor muito tulla .estatura or-
a 1800 i cobertores de alfiodo bo pecas de d'n'a queixo fino meio deutuco lera
cassa de quadro a8oo ditas de algodo de ao um Ge,l n an(1 ,r como quem puxa por urna
jardas 2800; ditas de chilla .40 o covado Perna ijl comprado ao Sr. Gabriel AIouco
e a relalho 160 dito, riscados de cores que
nao desboto 180 largos chitas lo 180 ,
e -ioo rs o covado fazenda de la para calcas
a immitaco de casemira 04,0 o covado dita
de algodo de diferentes qualidades z8o, 3ao,
e 3bo o covado, panno de linho" aberto pro-
prio para guarnices de loallias e lences bi-
COS de dillereutes larguras e outras muitas
fazendas por preco commodo ; na ra da ca-
deia velha 11. 55.
>. ty Por preco commodo e ciu bom nzo
08 seguiutes livros ; eastelo de scharfenslcir ,
priuceza de babilonia Olivier tratado da
educacodas filhas por Fenelon com estampa
do autiior em franee/. uoveilas escolhidas-,
doles de suzaninlia Izabel e 5 volumes
das obras de Camoes ; na praca da Indepen-
cia lojade ourives n 16
flt^. A principal ferramenle que se faz
necessario ao otlicio de tanoeiro tudo fe i lo na
Cidade do Forlu e ltimamente cliegado ; na
ra do Torres por baixo do escritorio do Sur.
Joao Pinto de Lemos.
T Urna rede teita em Maranho pro-
pria para lipoia ; na Vua da cadeia u. 3o.
1S~ Una preta boa cozinheira quitin-
deira e lavaueira ; na ra larga do Rozario
Decima 9.
fc^- Um couxo para banho de amarcllo ,
e urna canoa que foi de agoa ; alraz dos Mar-
liaos casa de 3 puitas verdes.
k^jr ptima sement de coentro de loceira
mielo nova a 1000 a gnala no paleo do
venda i). 6
i^r Urna negra creoula de idade de 16 an-
nos de bonita li(;ura cozinba o diario de
urna casa, tem principio de costura, c he
i|uiiilaiiilcira ; na ra das Cruzes D. 9.
BV 17 canudos de salsa parrilha com G
arroba esa libras de superior qualidade e
ltimamente chegada ; na ra do Torres por
baixo do escriptorio du Sr. Joao Pinto de Le-
mos.
t-T Urna preta de 20 annos de idadf de
boa figura, boa engommadeira, cozinheira ,
8 Uvadeira umdita de 3o anuos, com u
BMUMl liabeitUades, menos engommar '01
co
Rigueira ; quem o pegar leve a botica de Jo-
o Pereira da Silveira ou na prenda de Joa-
quim Francisco de Vello Cavalcailti
1S?" Fugio no dia ti do correle urna prela
de naco baca de nome Domingas levou
vestido brauco e outro de chita amareilo e
panno da costa f rosto redondo nariz pei|ue-
no olhos pretos e 1 fu macados denles al-
vos tem sobre o p lo direito esla marca
- RX taboca pe |ueaa ps grossos tem
ca um p signal de urna ferida oreihas pe-
qnenas \ quem a pegar leve a ra da ruda ca-
sa a3
C* Fugio no dia a de Fevereiro um es-
cravo creoulo de nome Manoel cor retinta,
cara redonda e com alguns signaos de be-
chigas esle escravo veio da Parahiba e su
pe-se fer fgido para aquelle lugar na com-
panhia de um cabra captivo do Sur. Francis-
co Martins de Lemos que lugio tambem no
mesmo da ; quem o pegar leve a ra da ca-
deia casa de vic Calmonl & Compaiihia, qua
gratificar generosamente.
oviiiento do |-*orto
NAVIOS ENTRADOS NODIA 11
LIVERPOOL; 4o das, Barca Ingleza Ni-
ling'ele de -iH tonel. Capilo Thomaz
Iluuter equip, 14 carga fazendas ; ao
di o Capilo.
DA PESCA; Galera Americana Marie de 348
tonel., Cap. Faencbas Facbia equip. a8,
carga azeile ; ao dito Capilo.
AlsGuLA ; ai das, Rrigue BrasileiroS.
Mara lloa Sorle Capilo Izidro Domin-
gues dos Passos, carga esleirs e cera; pus-?
sageirosj
RIO DE JANEIRO; a8 dias Brigue In-
glezllopede aii tonel., Cap. Vallerent
Kobert, equip. 1 a, carga lastro; a Me.
Calmonl.
l.UFE JNA TYP.DE M. Fi DE F. iio
-V


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4B5ZZFFG_TDOMW4 INGEST_TIME 2013-04-13T02:33:06Z PACKAGE AA00011611_04721
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES