Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04720


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Full Text

Anno m 1840. Quarta Fkr.v
^Tudo agora depende de nos mismos ; da noss prudencia, modera-
cao e enerara : continuemos como principiamos, e seremos aponlados
coi admiraco entre as Vacos mais cultas.
PrcclamacHo da Assemblea Geral do Brasil.
mmm ion
Suhscreve-s para esta folha a 3?ooo por quartel pagos adiantados
rtcsta Typografia ra cia n. 3j, c 38, onde se receben! correspondencias legalizadas e an-
Muncios, nsirindo-M estes gratis, sendo dos proprios assignantt-s, e
vmdo assgnados.
PATIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
Cidade da Parahiba e Villas de sua pretenco.......\
Dita do Hio Grande do Norte, e Villas dem.......L
Dita da Fortaleza e Villas dem..............(Se8- e Sla* fe"**
Cidade de Goianna.....................)
Cidade da Olinda...................... Totio os dM,
Villa deS. Antao ...................Quintas feiras.
Dita de (aranhuns e Povoaco do Bonito.........\Qf c a4 de cada mes
Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Formoto, e Porto Calvo. 1. 11, e 21 dito dito
Cidade das Alagoas e de Macei............dem dem
ViUa de Paja de Flores...........,........ idem 13> dit0 d,0
/ odot os Correoi partera ao meio dia.

PHASES DA LA NO MEZ> DE AGOSTO
Quart cresc. a 5 as h.e.im.di man.
La Cheia ai3-as K h. e 55 m. da man.
Ouart. ming. a ao- as 1) li. e 67 m. d 1 man.'
La Nova a 36- 4 4 h. e aoin. da man.
Man chela para o dia 11 de Agostoi
As 4 horas 3o minutos d maniSj
As 4 boras e 54 minutos da tarde.
12 DE AflOSTO* Nmebo 174. |
CAMBAS. Agosto i i.
Londres......3o d. por I ooo ced.
Lisboa ...... 8o a 83 por o|o premio por metal cuereado*
Franca......3lo icis por banco.
Rio de Janeiro ao par.
OURO VWda de 6#oo reis, velhas i4#j,>o a ijf^on
,, Pi'as ,, ,, novas i i .- a ltfjoo
Ditas de 4#ooo res, Hgooo a 81/ioa
PRATA Pattcdes brasileos----------i'jo a g66a
PesosColunnarios----------l'ito a ifftrlo
Ditos Mastcanos------- w ^m a ,hno
Muida.-----------------------if4o a i#(io
Descont de bilbetes da Alfandega 1 ijH por loo ao mei,
Idsm de letras l i|{ a i )|1 por bonslirmas oflerecido
Aloeda de cobre 3 a U por loodc disc.
DAS DA SEMANA.
lo Segunda >giS. Lourenco M.
ii Terca S. Tiburcio e Suzatia Mm. Relaco e Audiencia do Juiz
ile nircitoda r- vara.
> Qnarta S. Clara V. F. Audiencia do Juiz de Direito da 3. TaraJ
i3 Quinta llypolilo e Casciano Mm. Audiencia do Juix de Direito
da -i. vara,
i S Sexta oj'im 8. Enzolvo. Audiencia do Juiz de Direito da i. vara.1
i5 Sabbado >}f Assumpcode N. S.
i(j Domingo S. Joaquim Pai de N. S.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. SENADORES
Sesso de 17 de julho de 1840.
Presidencia do Snr. marquez de Paranagu.
Reunido nnmero suficiente de Senbores
senadores, abre-so a sesso e lida a acta
da anterior, he approvada
Expediente.
O Snr terceiro secretario l htim ofRcio do
presidente da provincia do Fspirito Santo,
remetiendo copias autbenticas dos actos le-
gislativos da assemblea da dita provincia,
promulgados na sesso extraordinaria deste
anuo ; commissao de assembleas provin-
ciaes.
Sao eleitos sorte para a deputaco que
tem de rcreber o ministro da justica os Se-
nbores, Mello e- Mallos, Jardim e Lima
e Silva.
okdf.m do di a*
Continua a segunda' discusso addiada na
sesso antecedente do artigo 3 da resoluco
que addia a poca das eleces dos deptitados
a assemblea geral, na prxima legislatura ,
conjunctamente com as emendas dos Srs. A-
lencar, Ferreira de Mello e Cosa Ferreira,
apoiadas era 1^ do corrente mez.
Suapoiados os segu 11 tes arligos addi'.i-
vos :
Emenda ao 4- Accrescente-se depois
da palavra providencias as seguintes
Na forma das leis Hollauda Cavalcanti.
Ao 4. do artigo i5No 4. sup-
primo-se as duas palavras saudc ecom-
modidade publica.
Paco do senado 17 de julho de 1840.
Carneiro de Campos.
O Snr- Rogo Monteiro ped; para retirar
oseu requerimento que se acbava addiado,
c a cmara convena
O Snr. Maciel Monteiro manda a mesa
hura requerimento da Associaco Commer-
cial de Pernambuco, pedinrlo a approvaeo
do cdigo do procedo commercial para que
iru ue Viumpus. 1 na presente sesso legislativa pcs>a subir a
Dada a bora fica addiada a discusso-, e'sancco imperial : commissao especial do
retirando-seo ministro o Snr. Presidente d; cdigo do commercio.
Entra em discusso, c fica addiado pela ho-
pa ra ordem do dia a materia dada para boje,
accrescendo a primeira e segunda discusso
da resoluco que declara o sold que com-
pete ao coronel Antonio Luiz de Noronlia e
Silva, e approvando as tencas dos coronis Jo-
aquim da Silva Diniz e Joaquim Jos de
Moraes Abreo e major Joaquim Jos Ribeiro
Maiato.
Levanta-se a sesso as duas horas e cinco
minutos.
CMARAS DOS SUS. DEPrjTADOS.
Sesso em 17 de julho.
Presidencia do Sur. Marcelino de Brito.
A's des horas e mcia faz-se a chamada ;
e, reunidos em numero suficiente de Snrs.
I_
sesso an-
deputados abre-se a sesso.
He lida e approvada a anta da
tecedente.
O Snr. priraeiro secretario d.i corita do se-
guiote
Expediente.
Salva a rcdac'So. I. as provincias em
que tiver sido levantado o estandarte da re- ,
helio proceder-se-ha eleico dos repre- metiendo ns do presidente di proviucia
sentantes da naco de mineira que no se- | Caraiba do-Norte, e do inspector dathesou-
ia contada a parte da populaco em rehelio. raria sobre a neressidad de huma provi-
Assim, a provincia do Rio Grande s dar'a dencia, que previna o prejuiso que so'l're o
depulados, se na poca da eleico nao c-tiver expediente da tbesouraria e mais repartices
pacificada. publicas durante as sesscs dos jurados:;!
o srguintfi requerimento
' Requeiro que se discuto as horas dos re-
querimentos os pareceres da commissao das
assembleas provincias, que se acho na casa,
sobre a lei de i4 de abril de Pernambuco,
Nunes Machado.
Ordem do dia.'
Continua a discusso do projecto de re-
forma contitucional sobre amaioridade de S.
M. I. o Sur. D.Pedro II.
O Snr. Maciel Monteiro depois de falar
da importancia da materia que se discute, cri-
que o Snr. Andrada Machado a tractou com
a dignidadade devida ma* que o Snr. Al-
vares Machado se apartara nteiraraente des-
sa marcha j e respondendo a este nobre dipu-
tado, declara que nunca professou opiuies
demaggicas, mesmo antes de 18J1, pois que
at se coiilrislou com a noticia da abedi cacao.
Declara qne em verdadade desde o anno de
i83|, foiopposicio ao governo at o mo-
mento em que pessoas de sua confianca en-
I-lum olFicio do ministro da fazenda re-jtraro para a adininistnco eseounicofa-
. Os coros do exercito e polica consti- commissao de justica criminal,
tuinio de per paroehias distinclas das bo-1 Oulro, do presidente da provincia do Es-
voatoes em que se acbarem na poca da elei- pililo Santo enviando copia aulhentica dos
co dando cada corpo tantos eleitores quan- actos legislativos da assem'dca da mesma pro-
tas forem as centenas desuis pracas. Hol- tncia ; i imprimir c depois commissao de
landa Cavalcanti. assembleas provimiaes.
Fico reservados para sercm discutidos de- : Huin requerimento dos moradores e pro-
poisdo artigo prielarios da praia doSacco do Alferes e mais
O Snr Ferreira de Mello retira a sua e- suburbios desta corle, pedindo que com ur-
menda por consentimenio do senado. gencia se modifique o decreto de 3o de ou-
Disculida a materia do artigo 3., e posto tubrodeiH3p, sobre o cannnho que se projec-
este votaco nao passa ficaudo prejudica- ta para comaiunicar a ra da Umo no Sac-
das as emendas o 'lo Alferes com a do Imperador no sitio de
O Snr. presidente consulta o senado se os S. Ch listo vu a fim deque sejo respeita-
artifos additivos devem entrar em discusso, dos os terrenos de marinha de que os sup-
no obstante terem cabido todos os arligos da plictiles esto de posse e que a ponte d
resoluco. Decide-se que nao, e o Sr. pre- lvre passagem aos barcos com mastros: a
sidente declara que a resoluco est rejei- commissao de commercio agticultura, n-
tada .duslria e artes.
Sao approvadas em primeira e segunda dis- Hum parecer da commissao de pensGes e
cusso as resolucoes que approvo as apo- ordenados exigindo que se pecao ao gover-
sentadoras concedidas ao padre Miguel do ,l0 esclarecimentos sobre as aposentodorias
Sacramento Lopes Gama, econego Januano concedidas a Joo Antonio Loureiroe I-ran-
da Cunha liarbosa.
Entrando em terceira discusso a resoluco
me approva a penso concedida a viuva e fi-
Ihos menores do capilo Jos Correa da Silva,
cisco Toscano de Vasconcellos ; he approvada.
Outro, para que tambem se peco escla-
lecimentos ao governo a respeito dos annos
de servico e da impossibelidade de poder
a addiada, por estar na ante-camara o mi- prestal-os o fiscal da ihesouraria da provincia
lstro da justica, o qual, sendo introduzido ;do Rio de Janeiro o bacbarel Joao de Carva-
na forma do estilo, toma assento na meza.
Continua a segunda discusso, addiada
pelo hora na ultima sesso do paragrapho 4,
do artigo i5 das emendas do Snr. Vasconcel-
los fedas ao projecto de le -O- de 18J9
ininal edo processo.
Sao apdoiudas estas emendas.
II10 Sousa e Mello que se acha aposentado ;
heapprovado.
Outro oflerecendo hum projecto de re-
soluco que approva a tenca coucedda ao
major Miguel Florencio Xavier da Serra ;
julga-se objecto de deliberaco e a reque-
rimento do Snr. Coelbo be despensado da im-
presio } mas nao se jul^a urgente.
cto de nao prestar apoio a hum governo bas-
ta para qualifical-o de demaggico confes-
sa que nao comprebende o systerna represen-
tativo
Quantoa increpaco feita ao Snr. Rodri-
gues Torres, de ter prolessado doulrinas re-
publicanas em huma folha nao julga
preciso tomar a sua defesa ; e mesmo quan-
doassim fosse nota que o nobre deputa-
do, o Snr. Andrada Machado em outra oc-
casio observara que o enthusiasmo pelos
principios liberaes era proprio da inexperien-
cia o verdor dos annos.
O que porem nao acha natural he a mu-
danca do nobre deputado o Snr. Alvares
Machado que afirma ter sido outr'ora ex-
tremo defensor do governo, e que, lendo
feito violenta oposico a amnista concedida
aos sediciosos de Minas, he boje o defensor Jas
amnistas.
Obsprva que a poder-se transformar em
base ou principio de huma tbeoria gover-
nativa as expressoes escapadas na discusso,
de negar pao e agoa ao governo poder-se-ia
tambem concluir que o nobre deputado pro-
fessava o principio de marlellar sempre no
governo fossem ou nao justos os seus actos,
porisso que tambem disse que lendo sido
bigoma quera d'ahi em diaute ser mar-
lelo.
Alera disto acha que o mesmo nobre de-
putado nao s tem negado ao governo pao e
agoa, mas al Ihe tem querido negar o ar.
Cr que o nobre deputado querendo jus-
tificar a contradco em que foi achado na
mesma juslificico se contradisse, porque ,
reconbecendo a importancia do artigo ui, e
quanto era preciso meditar e refleclir sobre
a sna inteligencia declara ao mesmo lem-
po que a sua mudanca de opinio era huma
simples mudanca, pois que versava sobre a
inteligencia de huiii artijjo ia COn&titUcao.
Tratando da naleria em discusso t enten-
de (pie o projecto uvolve reforma de hum ar-
tigo constitucional e que be conveniente*
Para provar a eonstitucionalidade d) arti ;o
o nobre orailor pnndera, que durante a mi-
noridade sao suspensas certas atlribuices
que pertencem ao poder real e que nao he
possivel alterar a idade do monareba sem,
que se ataqnem os limites desse poder.
Entende tambem qne a alteraco da dado
importa a alteracao de atlrihuices que. du-
rante a minoridade tem o poder legislati-
vo, como be, por exemplo, a altribuico de-
amnistiar.
Do mesmo modo se pretende que o artigo
ii diz resp.-ito aos direitos polticos dos c-
dados, porque, sendo o imperador ci lidia
brasilero, pelo facto de se declarar maior en-
tra no go/o aos direitos polticos que lbc com-
petiera como chele da naco.
Persuade-se por tanto que no artigo ni
se dio todas as hypotheses em que o art. 17
declara constitucional qtialqner disposco da
constituico ; sobre tuib quando ah se ex-
plica que he constitucional ludo o que diz
respeito, isto he. que tem rellaco com os
limites e ntlribuicoes dos poderes politicos ou
com os direitos polticos e individ.iaes don-
de entende o nohre*orador que, logo que
qualquer artigo diga respeito, ou tenlia ro-
laces mais ou menos remotas cora algum des-
sesohjectos, be constitucional ; e por couse-
quencia, adiando que lia milito estrela re-
laco entre a disposco do artigo ni.e os
limites eattribnicoes dos poderes polticos e
direitos polticos dos cidados, cr ser en-
dent que o artigo ni he Jconslitucional, e
que po? tanto nao pode decretar-se a maiori-
dade de S. M. se nao por meio da refor-
ma desse artigo, ,
Para dar mais forca a esta sua opinio,
responde a algnns dos argumentos apresen-
sentados pelos que parlilho opinio diversa,
e passa depois a cx|>ender as rases parque
julga o projecto conveniente.
Julga-0 conveniente, porque nao dezeja
que baja huma nova regencia visto que da-
poca em que acaba a artual a aquella em q ua
S. M. I. tem de completar os 18 asnos ha a-
penas oespo de hum anno ou 14 me-
zes : e nao acha prudente que por lio peque-
no espaco se proceda nomeaco de novo re-
cente oltentos os inconveiiientos que tra-
sera sempre consigo huma tal eleico.
Julga ainda conveniente o projecto por-
que devendo ser a primeira providencia
da nova legislatura a reforma do art igo ,
pode S. M. I subir ao throno em maio ou
jiinhode iB4?, vindoento e faltar BOmentA
anno e meio para se completar a idade marca-
da na constituico.
Entende tambem que o monarca tem em
si meios que nao teui nenhum ouiro^ indivi-
duo que durante a minoridade estej collo-
cado frente dos negocios pblicos ; por
que alem do prestigo da coroi tem a U-
culdade de remunerar servicos relevantes pji"
meio de gracas e merers (jue nao onerao o
coll'res pblicos.
Por tanto, entende que a elevaco da
S. M. I. ao throno pode traser grandes bens
ao pai/. 5 todava, nao concorda eu que isto
tenha lugar desde ja, nao s porque a consti-
luic.) o vedi, como tamben porque nao
quer logo no coheco do governo de S. M. I.
cereal-o i!;-- embaracos inherentes ao anual
esta do poUlico i'' paia


nimactvarw
APIO PR P E R N A M R t) O O
BBaojMiABg^'iit'iiwiii M ii
Onor pois que se aproferrc o espo fjue lia j njoe D. Pedro II dicironlo assim elle
>' 1841, para se melhorar o estado da Icgis- cx-niiisiro, to momento em que acabva de
lacao, para M tffeetmWn as reformas de[lomar] parte nos eonselhos da} vontadh irre.-
que carecen. flodigosi e, embora se diga | ponsave que era precito fazer lermiaar
que essas reformas proponas no senado sao
leis do gange, sustenta o nobre orador que
a popiHacfO as quer.
Viudas vozes : Apoiado nao apoiado.
( Estas vozes san repelidas, e de mistura
comellas ha diverso? a parles de que nos
quanto antes o governodo actual regente
Observa que esta era tambern a convier.io
que, a continuar, teria de ap.iar-'se em nii-
nao bi possivcl tomar nota. Ouvem-se vo- iorias repenciaes.
res desencontradas ennrr.cio desta 'agitc Entende que estas consMeracoens resulta
a certeza deque o paiz est as mais melin-
drosas circunstancias', e que ao mesmo pas-
o Senhor Nava
irro exclaman lo que nao
)te deputado de mt-ias-earas deix. o nasept
em que eslava e se colloea em oulrn perto do
Sor. Carneiro Ledo. liste Sur. deputado ,
como qfie procurando nrredar-se dd Sur. Na-
varro muda tambera deassenta, Diversas
*oses invocan a ordem c o Sur. Presidente
chama lambem a ordem. ) .
O Snr. Navarro pede a nalavia pela or-
dem.
O Sur. Presidenta ad verle que n i" pode
conceder palavra ao nobre diputado, por
que nao be licito nterromper ao nobre orador
0 Snr. Maciel Monleiro,
OSnr. Navarro exclama rom bastante ag
tacaque o tinlia ameac.ulo com laca que
nao tem medo de lacadas que be lium repre-
Kentauteda na^ao que nin^uem o impedir
de cxp:emr-se com iut.i** liberdade, q' nao
lie deputado de meias caras.
JVIuitas vosps :Ordem, ordem.
O Snr. Presiden te chama a ordem e esta
se restnbtlere intirinamente.
O Snr. Maciel Monleiro continuando a
urar com imperturba re trauquillidade nota
que a questo de que sllala lie irajiortanlis-
sinia ; p portanto qtier que I be seja dado o
mesmo direito que tem os iiobrrs dcpulados
da oppcsico para faltaren) acerca della.
raz diversas reflexes para provar as van-
1 penique resultarlo de esparar a mabrida-
de nfim de que se rea I i se pelo meio constitu-
cional proposto no projecto ; !ie o primeiro
em apr< po_r o desenvolvimento iivtellectuel de
S. M. 1. cem admirar os prodigios de sua
intelligencia ; mas nem por isso descoubece
que Ibe taita inda a experiencia para go-
bernar ; c mesmo teme que, sobrecariegan-
do-sej do peso dos tr&balhos pblicos, ve-
nba a sofrer aua saude.
Forestas consideradles e outras entende poi*
q'fjo convem ja a deeretaco da maioridade
de S M. 1. e siffl concorda em que ella se
verifique pelo meio proposio no projecto Se
porem no passar o projecto. nem prisao dei-
\ar; de votar a favor da maioridade lo;o que
de novo se proponha,
O Snr. Ottpni nao pretenda faliar mas
iulga-se obligado a faz-lo visto ter sido
i hamado a Lerreiro pelo Sur Penna*
Veta contra o projecto, porque he intil ,
I "ique nao preenebe os fiusa que he desti-
r.xpediente do da __ de 1. p,
OIFicio-Ao Inspector da Tliesouraria das
do nobre ex-ministro do irnpeno, o Sr. Gal-| Remlas provinca,s s,{ll;i;i j ., ,
vao. cu.a probidade nmguem contesta, quan- da dap 8) SU;1S ord,ns ., () iThc-OUfai-
'.Por 10 da msma Thiouraria reeebr a qu
dei_5oos'rs. por conta do Supprimenlo dos
i5o:ooos'de reis marcado pelo artigo da
Ley do Ornamento actualmente em execucad .
da prestaco do mesmo mez requisitada em
seu ofici da mesma data.
l)ito-Ao Contador da Tliezouraria da Pa-
/.eiid 1 pondo-o na intelligencta de que em
vista da ordem do Tribunal lo Thezop.ro Pu-
blico Nacional de jo de Junbo prximo findo,
e da distribico do crdito pelo Ministerio da
Fazenda para esta Provincia (pie acouipr-
rrbou a de f\ de Julbo deve do 1. do mesmo
mez cessar as gritifi iac >ens que estavo perce-
bendo os Empregadqs d.i mesma Thesouraria,
em qlan lo pelo mesmo Tribunal nao baxar
ordem declarando o que em vigor se deve ob-
sei'xar a semelhante rdpeito.
Porlaria-/\o Thfzoureiro di I'azenda pira
entregar ap Thesoureiro da Thesouraria das
Repaas Provinciaes pelo ISolVe dos fteridi-
inenlos do correte anuo flnanceiro a quautii
dr ia:5oos'rs da quota do mesiiu mez q'
conforme as orlens existentes, a mosrna Tne-
z nirina deve reeeber pelo supprimento de
loooos de reis marcado na Le do Oreamen-
to actualmente em execuco.
)ita-Ao mesmo Thesouieiro pira passirdo
C .f're das riendas Geraes do exereito fiado ,
para o do crrenle a quantia
reja considerando-a corno imprestimO par
PKRNAM B C O. wl ?i?B?,da RT '- \BV^ Ma/:
____ ________ ceSiuo Joze da Silva I : reir ; foi
~~ """"" "" iulffao nullo o Processo d 16 emdlanFe.
THRZOVORARIV DA FAZIi.VDA. .|J SCaw de Revista Crime, Recurrente
nado.
JS'oia que a legislatura de 184est convo-
rada na forma da constituico, de: de junbo e<]ue pouco mais de 4 rae_e_ ret-
a fiara expirar o praso em presiden-
das respectivas provincias devem fazer
proceder o elebOes.
Se pois o projecto passar entende que se-
r promulgado a lempo em que as eleices
I ira a futura legislatura esteio terminadas ,
visto quernkjo no senodo a lea <:'.:< adiava
aseK icoens e portanto reputa-o intil poi
que nao ebrga a lempo de si icm es novo, de-
putados autorisados para aidoime.
neconbere que os nobres deputados (pie de-
fendem o projecto defendtrao tambem u adia-
meniu daa i.(oens ; mas, vendo q pe no se-
nado os alil.. polticos dos mesros r.obres
deputados vutuiau contra csse adi_ luhjaque com razo odeiia chamar ao pro-
vecto -- alicantina parlamentar*
Fuicce-Ibe q' q' os deendem o projecto se
assemelhSo ao, remadores, q' voltio seoslas
naia o ujjai (ic Jen,andan. Asslm 1 en...
que os anlores do project olhio para S. Chis-
Uv io mas remlu para a ruados Arcos.
JN'.io concebe ion.o, julgond 1. Iguiisnobres
deputados rjuc be razoavel a idade da 1. an-
nus en. que a constuico fas le minar a mi-
so ellas revel.io a necessidade de fde_retar-se
quanto antes a maioridade do Snr, D* Pe-
dro II.
No>a porem que a deeretaco desta rae-l
dida nao pode como acabou de mostrar ,
ter lugar pelos meios (Jo projecto; e anda
que fosse possivcl entende que o paiz nao
pode esperar
ISao pretende entrar na 'queslTo da consti-
tucional!, lade porque sua opinij a til res-
peiio psi i consignada no discurso que elle
oradoi- proferir, como membro da assmnia
provincial de .Minas o qual foi lid. peto Sr.
Pertua.
Tendo-se militas vezes pronunciado contra
1 omnipotencia parlamentar, declara que est 1
firme cm sens principios.
Quando pois apparecer o projecto da maio-
ridade ,. dir que suas convcc__d sao de qne
o artigo be consUlucipnal ;* mas que vendo
os males do paiz ,,toma sobre si a rcspon.a-
bilidadede votar pela maioridade.
Apezar dos argumentos qu. tem ouvido
contra as regencias est persuadido i!e que
nsexemplfls nao tem mili pplicacao, por
serem tirados de mouarchias absolutas, Cr_,
portanto que os nossos males veno menos do
jfoverno de regencia do que daeseollia do re-
gente, porqiw se esta livesse silo b ia, cin-
bora se fosa? procurar o pleito a huma fabrica
develas, se se deparasse com bum Franklin,
nio marebario mal os negocios pblicos pir
falla de prestigio.
Nao sabe com que fin o Snr. Penna foi de-
senterrar o pequeo discurso que elle orador
proferir na assembl-a provincial pira,
cheio le my-lerios e _r"Ctando nao querer
declarar o mine do autor dar a entender
que o ia achar em huma grande contradic-
ho.
Ser.te que o Jornal doCommercio nao hou-
vesse consignado essa part- do discurxo do no-
bre deputado tal qual elle o proferio ; e ,
du\idandoda infidel idade do jorpal., pedio a
seu redactor as notas do tachvgrapbo : mas ,
este por delicadeza pira com o nobre deputa-
do o Snr. Pnna, Ih'as ifao .onfiou, por
Revista urime, ttecorrente
Antonio Fhoma_ e ni > Justiea ,
.. I /I m id 1 d ver-se im-
: a pena de \ mez na Vil-
la d1 '^'' liando ; 1 : '}:!:
Vi Cauza de R.t'ista Crii 1 n que lie
rrentel). Lina Se veri na da Sifvira e
?rrido Mariano Vlaximo franco, Escri-
iav to eueii-i'ii. subitreU o Proi-esso- ao /ury do
aecuzaco.
CORREfO.
Existe vi;i Administraco do Correio as c.r-
tas seguras abaixe.
Urna carta de llcsnardino .Toze Moutero,
Urna Jila d Vi c.nde de (i anna.
P /! E F K 1TURA.
Parte do dia <) do frrenle.
Illm. eRxm.nr. Foro houtem presos
pe Fisc4 (Peala FregO-fa J0I6 Francisco
(ii.o e .loo; Antonio do M.n e, braucis ,
por bri*a ; fiearSo detidOs (fiTCalbbouco e
pelo Sub-P-afeilo d_ Freguezta di oa-vis-
laO' .ardo Joo aplista Cavalcante por ter
dado urna chicotida em um pelo : teve i^nl
destino.
Das parles boje receb las nada mais consla.
dem do di. 11.
Illm. e F,xm, SnrForo hontem presos
pelo Snb-Prefeito da Freguesia do Recite o
manijo Americo Jhii Ba/rt ; repaisieaj do
respectivo. Cnsul. p>r ser iniobafdinah
lina seo Cipilao o Con n iiilinle do Brigua
Clio 5 foi re.mIIii I) C.di : pelo Sub-Pre-
de__:ooo.'de falto "usta Frejjuezw o parpo Malinas. es-
de Miranda le-
teve i'Miil de>ti-
0 de Joo Rodrigues
doexercicio correte, pela quantia de de Almeida Dres, por serofh enconad os
que trata a pivcedenle Portana. <0'-",h' h," 1S ".? ,ur?fr. l SM*ad i ^
', i. 1 i- solios: v rancelino r.loi ressoa e Francisco
Ofl.cio-AoExmPresldeV.te da Provincia f ChagM por e.Urem n,s cimmslaiu as
informando o requeri.neulo de Luizdo _Upi1de"rfir M Uan"ha' fofa0 iC "e .,dos *"
Barros pedindo .ara ser posto em ,E, oq^consta das partes boje recibidas
praca o contracto da Capatasia d'AUatidegti. L'3,;i Secretaria.
Dito-Ao mesmo xin Presidente ped'ujdo .CMARA MUNICIPAL DA CID A DE DO
avista dos crditos, que os diversos iVJinis- RECIFE.
lerios dero a Thesouraria para dispender nn I Sessao do dia de de Junbo de 1840,
correnteanno financeiro, em vjrtude da Le | Presidencia do Sur. Barros*
doOrcamentoactualmente em execu'cSo a Comparcero os Sis. Rios Souza Pes-
li.-caod is mi is ordens noso para que jsoa Mumed e Chaves ; faltando com causa
te a suspensas as obrai da Re lacao, os mais Snrs.
nao convir n'i.so o mesmo nobre (bqnilado.
Nota pordm que nem o irobrc deputado o denles a quantia de .'.o.., .0,000 rs.
acbou em contradiceo, neto est no caso de If?"'dada Para uas despeas ; e rogando
e da~A!fandHga e quaesquer despesas ,
que por ventura se cstejao lasen 11 > o m-
llioramentodo |>oi.o orno pira |ue pelo Ar-
senal de Guerra nao se faeSo despesas exce-
|U. iie
poder alirar-lhe a pedia porque elle ora-
dor nao he daquelles que seassemelbo a Bar-
rere, o qu.l sabendo que Robspierre ia ser
acensado levara dous discursos na algibeira,
fazendo em bum a apologia do liranno e
n'oulro sustentando u aecusaco.
Le u representacio que (izero a assemhlca
provincial de Minas nota que os principios
Jo progresso ahi consignados sao os mesmos
que elle orador professa ; e jiorlanto nao
tendo mudado de principios nao sabe i|ue
mesmo tempo quanto os es'pezas coai os
sos de Fernando, outras pi evidencias
Mura a Sessao e lida a Acta da antece-
dente foi approvda.
O Secretario dando con la do expediento
meneionou os seguinteS olcios.
Um do Tenenle Coronel de Eogenheiros ,
.Moraes Ancora emittind a sua opinio ras-
peito di pretenefio do leoente Coronel Joze
da Costa Rehello le"ro Monleiro e Jo/.e Jo-
que sendo t i i s indispen.aveis, nao iquim Perera acarra desefe.ixaro beco ,
deixar de continuar a ser feilas seja qual- que existe enlre Os sitios dos pertendenles n_
qer a q'uota donde devau se lii idas. ssagem da Vlag hiena ; a Cmara fie iu in-
l)ilo-Ao Inspector do Arsenal da Marinbu t.irada e deliberoj que fosse ella mesma
significando-lhe em vista do que paudero'o examinar o referido beco.
em seu officio de 29 de '-- i ltimo sol re o Oulrodo Fiscal 'Barata exig ndo, q'se man-
que se fieou deviudo ao 11 ; ; dor jdasse satisfaser ao Doutor Felippe Neri a
Jernimo A n lunes Torres ; itiulhor para quantia de ora de qnatro corridas de
[se evitar duplicados as.en.os, que o paganoen- que comomesoio fezj que se pa-
casse : 1 ,. 1, j I d 1.
Ouiro do .!'.i.'. do Direlo interino Carnei-
ro ., Cunta matean I 1 odia _< do prximo
mez de Julho para ler principio a :> S.sao
taria I Jora los deli lerou a Cmara
c i. M. 1 ficou mais inexperiente vialy q* J Inglezes no mez de Junho ahnde'que es- que _ouvfd___e ao Doutor Promotor para vir
ho,e mesmo Casero -ortiamentodo. (jo Ju-
, qu.- devem compor i reapectiva Ses-
lo se laca pela Thezouraria euviaudu para
este firo os documentos respectivo.
Dito-Ao-Adiuiuistrador do Correio remet-
tendo-lbe a conta dada pelo Cnsul de
censura qQ lazer-lheo nobre deputado ; mas
desejra qu o mesmo nobre deputado decli-
rasse se Ibe succedeoutro tanto
Respondendo ao Sr. Maciel Monleiro, per-
gonla-lhesedodia 25 de roaiode 185 para. Britnica, das Carias viadas pelo, P_qu
c M. 1 ficou mais inexperiente visio q* j Inglezes no mez de Junbo, alinde' .ju-j es-
uesse dia apoiou o mesmo nobie deputado o j laudo a mesma conta conforme salisfaca a res-
projecto da maioridade d S. M. I. proposio ( pecliva importancia por conta do xercicio fio-
pelo ex-depulado o Snr. Vieira Souto. O
nobre orador, seguindo 08 principios.do Sr.
do, pedindo para este fim odinheSroue.es- nao, o qual compareceo^ e extfahindu as Be-
sa rio a Thesouraria e declarandb-He que
onda da mesma Opinio e uulros nao de-
clar.iao por ora o seu voto.
Cita mais varias lacios quesuppe pro-
varem contradiceo de principios da parle do
uoridade do monaicba, votopelo projecto; roesmo nobre depulabo; passa depois a res-
1 __ta .-oulradiccio he encarada pelo uobre iionder aos argumentos do Snrr Miranda Ri-
ur romo a manihstaco d convi_5o em beiro e termir a votando contra o-projecto.
r;U_i vivcm t-sM.s r'L'cs depui.u.L s, de que1 A di-eussao fie a adiada jieia hora.
actual goveriiono p(')dpmarchar. <> Snr. presidente d para ordem do dia a
Seu te <"e icpba de envolver na discussao | mesnia 5 e, basendo teiupo ,'leiiura de pro-
, (icasoa lo rr;,: i.lc- mas nao lude ilispeo- jeitos indi: acues e pareceres adiados ; pri-
r*_c__ l'si-lu, porque tem lacios que pro- metra discussio do projecto ru t4 sobre colo-
m 1 i' voutude utesponsavel diiigir msa ao e discussao das resolucoeus ns. .
11 ios du [>i/. e'40 de 18 10.
"' 1 do Leraola-ee a sessSe s duas horas da tarde,
di : .i.,
Miranda Ribeiro julga que isto se pensava I d'ora emdiaiile apiesenlanJo-se-lhe Cdntas
ent.o por fome do poder"; e nao cita os no- de igual naluiesa as deve mandar Satisfaser
mrsdos ouiros Snrs. diputados que netM -lpora mesma .lleparliuo iudepeudeiite de au-
poca apoiro projecto porque huns sao Ihorisoda Thezouraria, visto que para si
Dagarem semelhanles despesas leges nao be
precisa ia! ipterlereuciu.
1 > v eiiJirtcueits


i > r-e-
TRIUUNAL DA lUCLLAClO.
Scs.o do dia ie de Agosto de l-4o,
iNa Appcllaco Ci'vei do Jnizo de Direito
desta Cldade, Apjiellanta AdriSo Joze dos
S-iitos Appeliada a F.i/.enda Nacional Es-
crivao Ferreir ; loi julgada pela rvfbrma da
seolenca appeliada.
^a Cama de Revista Crime cm que be le-
lorenle Joauna M.ria e Recorrida a J.isli-
>_, l_sciivo Baudeira; be julgou nullo o
processo da fl. 49eB)dianlea
I>a C'U.i de Revista Ciia_ee_n ijue be Re j narii
dulas, deliberou Cunara que se publica.-
: 1 isluine.
Outro do Fiscal lielio partecipando ja ler
lo um ped-SSO do claro da frente da I-
grejadeS. Miguel da Poroaco dos AU'ogidos
e que brevimeute desabaria o reato da (renta ,
so. se nao dessem quauto antes as providen. i-
as delibeou a Cmara pie o Fiscal inasse peritos e procedesse um exame ja lim
de \er ?e deve demol. ou nao a respectiva
lente.
Despacharlo-., a.gnos r_qnerimento-, e
dor eer dada a hora levaolou-se a Sessao
E eu Fulgencio Infante d' vlbu uerqne e
Mello Secretario o eacrevi. Barros P10-
tiresidenle Rios, Suoxa Pesaoa Mame-
de, Chaves. Esta conforme.
Fulgencio Infante d:Albuqu.rquc Mello.
Secretario?
ANNU_\C10.
Amanb'ii 1 3 do crlenle faz a Cmara
Municipal desta Cidade Sessao extraordi-



A NOVA POCA DO BRASIL. do contra a elegibllidade. pela asserob!ea ;e-
No raeio do cntluisiasmo yral que exeiloii a ral. A eleicn do oonselho privado do mo-
acclamaco do imperador em'maioridade,tem- narcha pelo corpa e^islati/o sosia hum^ ver-
se procurado, ecora razan que Imma nova : dadeira violencia independencia do*coroa e
era vai abrir-see para o Brasil. K desde rnui- pstahelcceria iaimediatamcnlr huma scisao Ta-
to lempo proporco que se senlia os ma- j talissima entre os uiembros da legislatura a-
les da minoridade pela fraques fatalissima i lem de outros inconvenientes que seria ocioso
de {ovemos de transico privados de grande I ass igualar. Em qualquer omro mellioJo de
e mui importante parte das prero;;ativas da eJeico descobrimos diiiiculdad'es, msemto-
e mu importante pane aas p
cora m..i, e mais se maniftslava u anxicda-
de publica por este diloso acontecimento. Pa-
ra elle arrebatava lodos os nimos aconvi
tie que nenbuin oulro meio poderia remediar
09 males pblicos sublraliir o governo ao
lorpor ilo rgimen, regencia I, dar a aceito ad-
ministra l i va o vigor de que ha niister pira
sustentar a ordem tirar o paiz do estado pro-
visorioe anoimal em que o lancou u abdica
co e lazer maiciiar o imperio para os altos
deslinos que liie tetn marcado s i-rovidencia
entre as nacesdos dous hemspherins. Esta
convieco esla eonlianca na investidura do
mon:ir< 1.a em seus di re tus constitucionacs era
instifciida nao S felas perturbadles, pelas
calamidades, pela dc;organsacio em que ca-
bio o estado rom a minoridade ; mas tambem
pela observara da impoteticia administrativa,
filtrado falseainento em que a le da regencia
poz o systcma e iiwtituicoes do paiz ,, do des-
equilibrio em qiiecollocou os poderes consti-
tuidos lirondo aeco imperial os meios de
preencher o seu fim constitucional e estrei-
tandoa esphera de seus movimenlos.
Ao principio os males publicas era5 exclu-
sivamente i los aosagentes do poder, ;
3ua"incip ou immuralidade, eases-
perancas se llocavaS aassimplea mudenca*
dos bonfcni administracio na subslilui-
co de hum partido a otttro partido, de huma
comhinaco ministerial a outra combinaco .
tnes huma dolorosa experieucii trouxe raul-
tidao envernada a convicc5 de que os males e
us calamidades provinhao m,its desse lalsea-
mentodo systema de geveroo eda inslabilida-
dc do poder, do que dos huincus que o exer-
cia.
A* regencia da constituicao seguio-se o re-
cente do acto addicional ; ao i" regente,outro
tegenfe ; e os ministerios se succe lera llobem
de aiiuoem anuo de nie/.es a mezes o circu)
das capacidades do paw (o percorrdo todas
a* notabilidades do imperio, eal as .r.edio-
ridiide.- 'oiao experimentadas e em resulta-
do acheu-se que de (odas as combinaces
possiveis do pessoal habilitado para admi-
nistradlo, nenbuma bavia que podesse sallar
o paiz do abysmo em que se preciptate ; bum
s bomcm nao sppareceo que correspondesse
expectativa publica, nenbum que noper-
desse o prestigio, que nao desbesse menos
conceituado das posices do poder.
Est&longa e amarga observaclo foi a que
produzio o cortvencmento unnime de que
otigem do mal nao eslava exclusivamente nos
horneas mas cin grande parle as cou-
sas ; que a minoridade do monarcha o cer-
remenlo das preiogativas da coros, a insta-
bilidade do poder confiado a regentes amovi-
veis, a preeminencia inconstitucional ib; hu-
ma das cmaras sobre os outros poderes do es-
tado ecora especialidade sobre o poder im-
perial ora6 as causas inmediatas da desor-
den universal da perpetuidude das revollus,
da repelicao e progresso dos erimes, e da im-
possibilidade de os punir prevenir. Emnm,
do o caso milito menos ponderosas do que as
do arbitrio da eleico pela legislatura,
Depoia desta idea ccorre a da necesstdade
de volar iminedi llmenle as leis orgnicas que
fallad para dar vigor consliluic a e assegu-
rar a ordem nos diversos ramos da admiuistra-
co do estado: a reforma dos cdigos criminal
e dV proeesso. que j era parte pende no se-
nado, huma fe eleitoral conforme aos prin-
cipios mais seguros dj sy-iomi representativo
e a circunstancia* do pal* oulra leiverdi-
deiramente repressva dos abusos da imorensa,
a organisaco de bum systeina de finanzas e
adopeo do cdigo commercial : eis no nosso
entender, is medidas mais ladtspeusaveis e
urgentes para (ue agrande acontecimentoda
raaioridade prodza os seus naturaes resulta-
dos para que as eeperancas da na^o na" > sh-
jaQ Iludidas e o prestigio da mouarchia de-
struido. Destas medidas a mais fcil be sein
duvida nlguma a do coligo commercial
Existe bum projecto elaborado em dilatado
periodo, por diversas c nnniisses em que
se reuni ao saber especulativo o conhecimenlo
pjoli-ssional e prarico, e eia que ton ira par-
te distinctas capacidaaes i\j pa* ; meliior |)jr
certo nao poderia sabir dadiseus< > na legis-
latura alienta a quasi impossii)ildade de
taes obras serem (Vitad por grandes corp js deli-
berantes. A legislatura nada melbor pode
ia/er em tal raso do que adoptar j; e ja
esse projecto como le do estado, edeixar
experiencia o assignahr os seus defeitos em
relaco aopaiz, para serem rellect da mente
emendados.
Em quauto le da imprensa a sua neces-
sidade he to urgente, que, semella, bal-
dadas ficariao todas as vanla/ens da iiistaura-
codo imperante no exercicio de sua., [.unida-
des. Se os ministro e todos os fuitcconarios
do poder poderem continuar ; ser im-
punemente enxovaibados e calumniados como
o lem sido at agora se o proprio monarcha.
inviulavel e sagrado poder ser vilipendiado
com es convicios com que <> foi sen augusto pai
e predecessor ; se a perversidade poder conti-
nuar a invadir a habita cao m peral para me-
noscabar o cuele do estado ; so a immoralida-
de tiver, emo al" agora a faculdade de com-
promet'er o segredo das familias frustrados
sero todos os esforcos para restabelecer i mo-
ral j orespeto s authoridades continuar a
nao existir ; os bomerrs de honra eontinUar
a fugir das funecots publicas e a anirchi i k
a desorganisaco eoiitinuarO a uffligir o im-
perio.
INao se entenda com ludo que pretenda-
mos aconselbar a mi ipresvv> dodireitu emi
uentvmenteessehoial d legitima mauifestaco
do pciisamento j queremos somente a elV.cti-
va repressu do abuso para conseguir a qm
bastar que lei vigente se ajustem disposi-
c6es que lace i (fectiva a respusabilidade dos
impressos. Poucos ai ligos
para conseguir este lim Se as cmaras se re-
lirarem vera salisazer esta necessidaie, a ci-
ne, e patritica que n'>s devemos o cumpri- di i. na Praga do Com u icio se ua de ar-
menio dos nllimps desejos da imperador de- remii.tr d- e-i 11 4 '' ^ ruis .le" o ea.: > d .
cejos jque elle me liaba pirticularmH.iie ex- briuedenominad) Pernaot'jGcauc t,ii-
pressad.0 no leto da mane, com circausUn- j do de cobre cont o seUs prtences avallad
cas que nao podem apigar-se" da minha le n- leu tres c tn\9* e cinco mta mil res a saber .
>r mea. ) o csseo u I >- rs \ a m istre j > B "- i '.) ;
Senhor tribatandi lnn"u;-i n a'o lancln bote, vazilliamJ de atoada, ,e m
1 can i rotes a r o n cima d> conves em sStf ;
i res ancoras u:n arete, non amarra rio
Ierro de <, i bra ; is, e oulra de 'p (> f> r
pos es. ; missi.ne e palame em i-js rs. ;
e o vlame ern ai9J'rs conj talo eoasta
do icripro em mi do Porteiros o pectn-
denles po lem co aparecer i > di i e hora supra.
A. rifa do sitio da pjte do Uchoa deixa
de correr: qetn tver bilbetes. della, veu-
tregar e/eeeber o sea diuheiro visto nao
ter ella effeito,
Coruprou-se por conta do Sr. Antonio
Manoei Lopes da Provincia do RioGraudedo
memoravei de jusiici nacional, que leudes
generosamente emoro > idido, aniua ido de un
senlmento de gralido e cotritnc-t, venbo
depor as mos de V .Magest 11.: estas armas
glorio-as, que des le to lingo lempo ora
1 mstrangi lo a occutlar e que esper enllocar
logo no-jaxigodograule capito sobra o il-
lusire tmulo destinada a lixar as vistas do
Un i verso.
Que a espida da hroe se torne o Palladlo
da patria.
f) re responden.
Recebo en ame di Franca as armas
esta pungente observadlo fot a que fes eolio- las devore imputar o paiz as fataes cons-
car todas *s esperancas na maiondade do mo-
narcha, que devia trazer comsigo o rcslabele-
cimentO do equilibrio dos poderes a perma-
nencia e o vigor da admiijistraco e l.i/er
entrar o syslcma gobernativo e o estado na SUa
marcha regular, lie pois sem duvida bem
jusliicavei es^a unxiidade nacional pgla ep ica
da maiondade e bem fundado Ge tambem o
eutbusiasino que a ardicipacao deesa poca lem
piodiuido. i\Jas, para que eshs grandes es-
peran.,as se realisem, para que este jubilo na-
As armas de Napolco.
IS'o dia 4 de Juiilio o ici leudo ao p de si
M. o Duque de Nemours, e rd os minislTOJ e ajudantes de campo receben
na salla do tbrono o a litigo grande marechal
cional nao seja baldado nao basla o acia.da do palacio do imperador general conde (Sec-
uencias dessa omisso.
(L'o Despertador )
investidura do monarcha no exercicio do po- trand que pronunciou o se;uinle discurso
der n* plenilude das prerogativas da con
Este laclo ter na verdade j por si huma
grande elhcaeia para o restabelecimento da
ordem; mas, providencias auxiliares e im-
entregando ao rei as armas de Napohefo.
" Smhor os ultimas volos do imperador
vio em lim cumprir-se. DirigindJ-vos mi-
nhas felic.Ia-es sobre um resultado (ue nao
rnediuts sao absolutamente'indispensaveis t a ser menos honroso a V. Magestsde para o
primei'ra ser a de cerear-se o monarcha de fuluro quando o boje resultado lo
recouhecidas capacidades, dos hpmeus que Ibrme honra nacional, e aos populares sen-
lem dado maiores provas de saber, probidade tmenlos nao son mais du que o echo do po-
emoderaCo, pira que o comeen do seu espe-" blico reconhecimento. _
rancoso reinado seja asignalado pela sabedo- Prompto a relirar-me para ir saUslaier
lia e pene .-e a c adiania, que le/, renaseer. um rtever po agradeco h \. Wa.geslade de
A pin.
rece aqi
i
.
HVl
idea nue uatualmeute se oll- ter-ms associado a nobre viagem da Santa
-, tie hum couselho que assisia ao Helena.
ivei humvouselho privado? Estas armas do grande Nap que
; do? i iu- offeroci Pjlria pi liudu llie que reclame n
uvaaii opiuiao bobre a primea restos morlaca do imperad w armas
i, naoduvidamos prununcwr- presentemente, pertenec a tranca.
uqUi Gorp i :' f-' V.
iiir.fiin cu uuuic ni r rairra as .unas iiaimci uu|ica un iuriM > m .....-.
do imperador Xapol'iao de ipie suas ultimas Norte dous meios bilbetes di primeira parte
vontades vos liii'oarn confiado o precioso depo- di 17. Lotera da Seminario de Uliu li CU-
sito ; ellas scro lielmenle guardadas ale ao unmeros sao rao e rio?.
1.
momento era que podrei collocal-as sobre o
mausulo que lbe prepara o muiiilicencia
nacional.
Eu me julgO venturoso, que me teuba ( estreila sobrad) a^.
?_r Qum quser duzentos e eincoenta mil
res juros de a por cenlo sobre penhores
de ouro OU piala ; dirija-sea ra do Rosario
.1 1
sido reservada dar Ierra da Franca os restos
mortaes d aquel le que untou tanta gloria aos
iossos fastos e de pagara divida da nossa
___Perlende-se um Sacerdote para Coad-
jutor de umi freguem 00 serto a queu se
per ten de la/.er vautageus : quem a isso se pro-
commum patria, circuudando a seu jaxigode nozer procure por esla sen uta na ra Direita
..1...... 1......... ......u.............i...:i.. 1 1 ... 1.. .1.. 1 .,1...;.v !.._,; 1.. an........
------------ t------, (_.
lodas as booras que lbe eraui devidas.
Eu eslou muito locado de lodos os senti-
meuios, que acabis de expressar-me. "
Estas armas sao a espada que o imperador
tra/i oi Ausierlilz e a que babilualmente
casa de sobrado de Antonio los de Albuauer-
que que ali achara coa queai tratar das ia
lloras do dia as i da tarde.
Com a cilicio Gca legitiosi a couta so-
breque ella be faite coma esi determinado
ea cous leli,;i)si no
....... ----------------- --r -------->-............. u.>|.. -
usava depots j dous pares de pistolas de arco ua Ord. L j.it. 10, ea cousa letijfiosa nio
do IrabaUto primoroso, mettidas em urna bo-1 se pode alhear, uem traspasar cono eta
c la a espada curva que linia no campo de mesina Eei o diz. Joo Jos dos Ailjoi Pe-
ni ni, mu sabr que perlenceu a joo Sobies- reir, inventarente dos bens da Cual de sua
k um punhiil ijue foi dado pelo papa ao face i di miilber Mari* l'rancisca di Rosario ,
Gram-mealre d 1 ordem de Malta Lavalelt. ja foi citado para nao vender a casi N. 4? "'
Estas armas sto em deposito no Ihesouco d*' ra do Cotorello e por isso ninguem fac
cora, a espera da construeco do tmulo de negocio algum a respeito della eoabaixpas-
Napoleo. (Outre-mar)
( Nacional de Lisboa )
PUBLICACAO' Ll ITERARA.
O
ECHO DA RELtGlJifi K 1)0 IMPERIO.
lnpresfo na TYpograpla I:nparciiil ,
em /(yum/o de julio.
si{(iiadu |elo direilU 'jue lem previne ao Pu-
blico para nao allegu-se ao depois iguoraucia
ou boa f.
O Padre Jos Games Flores.
iy Aluga-se a loja d'fti caa da rui Npva
propria paraqualquer estabelecimento a tra-
tar na ra da Ci le 1 Velbi loja por baixadi
residencia da Correlor Oliveira,
em luz muro W juno. | naiuciiti ^j ^mhu. ,.....-,
Subscrere-se m raesma Tfpografia ; na CT Quem quiser comprar ou trocar por
Prapa da Independencia n. o ena loja de | qualquer propnedade pos bairros desta Cida-
livros ns. 5j e '>S ; no Recfe loja de vro do I de um sitio Bu iojar do Arr.ual que per-
Sr. Cerdoso Ayres ; e esto authorsadas aitenceo ao fallecido vlanoel da Rocha pode
recebar suliseriptores as pe^soas encarregadas'dirigir-se a ruada Alfaitdega Velhacaaa Mu-
de fazer a destribuico. Preeo mensa' da as- mero 7.
signatura 400 rs.
lotera do SEMINARIO.
O Reilor do Seminario deOlino convida
s_y Precisa-ealagar um negra ou rao-
lata captiva que saiba cozinbar e engomar
para urna casa estanM:ira de pouca lamilla j
quem liver equiser alujar annuncie para
aos aman es de Loteras a eoioprarem os bi- se procurar.
Ihetesda primeira parte da 17.a* Lotera do\ ar Quemquisercom|rai umprelodena-
mesmo Seminario, que se a.cha venda no. cao, por peev'o commodo dinja-se apraca
BairrodoRecifc, ra daCadeia, na loja delj- vuu la. i5.
da Boa-Visla D. l5.
S3 Um rapa/, brcsileiro de boi condn.--
ta eque sabe es'.-rever e contar correcta-
men'e nuciere se pira a/.er escrpturacoes
em algum es;riptorio, ou para eusiuar as
primeiras letras no malo en algum engenho ;
quem .bi seo prestimo quiser utilisar-se an-
nuncie a sua residencia para ser procurauo
As rodas da segunda parte da tereeira Lote- pelo annuncante
cambio do Sr Vieira 5 em Santo Antonio na
ra do Oibug loja do Sr. Bandeira ; na
Boa-Vista defronte da Matriz, botica do Sr.
Joaquim Jos Moreira,
LOtERIA DO THEATRO.
.odas da segunde parte da toreeir
ra do Theatro publico desta Cidade eorrem
impreterivelmeiite no .lia 17 do corrale mee :
,. restante dos BilbeteS esto venda as logas
isy A que a llrt faltar um escravo bucal ,
o .nal dz que tlUo' t,lii tl,,L'ale > dir"
a-:., a Fora de portas lado do mar casa de
dos Sis Manoei iloncalves da Silva e Vieira Ignacio Jos Vicente que dando os ilgtttea
Cambista na ra daCadeia; Manoei Alves j le ser entregue.
Guerra na roa Nova ; e Basto i Costa nft Precisa-se de um pe |ueuo brasitoiro.
Praciubado Livrameiilo.
ou mesmo portuguez que launa slguma iu-
telli-eni-ii de t.i/.endas pera u.r.a lo,. i\o mal
fura desta Provincia ; equed coiivui .diri-
SOCIEOAOErlARWONICO-TMEATRAL ja-scalojade Luiz Gezario do llego D. ti ,
.. mi do Oueimado.
Tendoa obra do Theatro de Apollo pro- ___Gjnceto Alves Tavares. barlieirosau-
1 grador, dentista fas scieute aos seus iv-
(jueze*, (ue mudou a sin loja da esquinad
,""s'','"ol's l'adrnaiiarua daaCruses adiante da i'v-
doemprestime de i5oouUrs 5 e faiendo-se U),ri!ia
por essa causa necessano proceder lerceira :
gredido desde o seu comee em 2 i de .Marco
p al boje sem inlerrupcao acbando se por
isso consumidas as duas primeiras prestaces
a Cummisse Adminislrativa por este ayi/a
aos Srs. Socios a (um sedi;nem entregar im-
preterivelmente no praso de io dias na for-
ma do ari. o dd prposta approvada ao
Xhesoureiro Manoel-Joo de Amarina ra
da Cadea velba n. -21 as suas respectivas quo-
las de ao por 100 das quanlias que generosa ,
e tolunlariamente subscreveram, para que
i, cesse a nina do mesmo 'Theatro que se
cha en bstanle Bienio.
Peruarcbucu 7 d Agosto de i-\.
Avisos iliverso."
r^r : ;,..; i do con : ["''
U__Precisa-se alujar urna preta cativa ,
que saiba engomar, e lavar : annuncie par l
je pi(Mirar.
--- Sabbado 8 do corrente pelas horas
da larde precipitava-se no canal da Una do
Nogueira hum preto uovo que nao sabed
zer cousa algoma : a m ''"' hel d""J l''""Cil-
re-o na dita liba, que dando os signaes oer-
lus-lbo sera entregue, gratificando a quem
Ib o salvoU de alojar-se.
iLiy Quemtiver para luga* urna caa o 11
commoio 1.1.1 |ucua"Umilia n.io |
cm ra e\ ui/.na e nio uacedendo ust-u a-
lugui 1 inawisal .1 oito Bt ret 1 anuiuicic \> u.i


te
4
DIARIO DB
PERNAMCO
tS- Mr. Kissel relojoeiro no atierro da
'Boa vista compra rclogios de al;ibeira em
segunda mo e tarcbem troca e vende em
ronta, e afianca-se aoscompradores.
*> Antonio Luiz. dos Santos comprou
por ordem de Joo Augusto Martinho da
Cmara m meio bilhete da segunda parte da
terceira Lotera do theatro de n. a3i5.
tsrfQualquer pessoa que souber de parti-
das dobradas por cscripturacao querendo en-
sillar dirija-se a ra da moeda n. i5i.
tSF Precisa-se de un criado que saiba tra-
tar de cavallos e dar suficientes provas de
sua conducta ; na ra da Cruz 11.61.
SW Jacob Berrlich pretende fazer urna
viagem para o sul.
BT Quem tlver cm seu poder empenhado
um r< lo(;it> pela mo do .fallecido Capilo
Manoel Francisco da Costa Lobo dirija-se
a rna do Arugo D. 7 que receber o seu im-
porte.
tST A!uga-se as Iqjas do sobrado n. 3 na
ra das trincheiras a tratar no primeiro an-
dar da mesma.
SST Manoel Antonio Torres e Jos Mara
de Mondonca e Castro, tem justo e contrata-
do coni a Senhora Mariana Francisca dos
Santos a compra da armaco de botica e
todos os seus perlences sita na ra direita ,
defronte do Terco que foi do seu fallecido
tilho Peregrino Antonio de FigUtfiredo.
tSF" Quem precisar de alugar urna preta
que sabe a/er o servico de urna casa dirija-
se as 5 pontos D. a3 onde tem lampio.
Hr O brasileiroque se olerece no diario
11. i73 para feitor de sitio dirija-se a ra
das flores D. ia.
Bf Precisi-se de um hqrnem de idade ,
que Seja so eque tenlia boa conducta, para
feitor de uni sitio puto da praia ; na ra das
llores D. 1 a.
BT Aluga-re o segundo andar do sobrado
da ra no\a D. 10 : a tratar no mesmo.
K.'J' O Thcsoureiro da Sociedade Aspiran-
te ao grande premio ratellca o annunciu feito
no diario n. 169 de 5 do correte a resoeito a
mesma sociedade c tem comprado por tonta
da mesma os seguintes biilietes sendo o ul-
liibonu'io: e oulro "sim declara que bea
emcaixaa favor 3700 ris. 8Jb\ .ij, 856 ,
e'q5,900,92 i, 1109, i no, 1 ai, 1124, 1178,
1183, 94 '96* 29oa> 290!, 2909 2917 ,
29:8, 2919, ')l7, 3954, 2yG8, 2909. 3970,
5971, 3009, 3o*a, 3oj5, 5oat 3oji 3u3a,
3o3, e o meio iJC'j".
tt^ A pesso;
PARA O RIO DE JANEIRO segu viagem
com brevidade por ter a carga prompta re-
cebe a frete alguns escravos, ou volumes pe-
queos ; a tratar na ra da cadeia D. 21.
Le la o
QuefazemMc. Calmonl & Compa-
nhia por inlervenco do Corretor Oliveira,
de um perfeito sortimento de fazendas ingle'
zas de prompta extraco 5 quarta fpira 1 aj do
corrente as 10 horas da manila em ponto no
seu armazem ra da cadeia.
Sy* Que fazem Ilenry Forsfer & C., por
interveneo do Corretor Oliveira e porcon-
lae risco de quem pertencer, de urna porcao
de cabos de cairo avariados a bordo do bri-
gue americano Ganges, na sua recente via-
gem para este porto ; quinta feira 13 do cor-
rente s 10 horas da manh precisamente no
armazem de Francisco Dias Ferreira > pr-
ximo allandega.
De igual maneira se proceder a' venda pu-
blica de-cerca de aoo barricas de farinha de
trigo, avariadas em o mencionado navio e
na mesma viagem ; no referido dia quinta
feira ao meio dia e no armazem de Manoel
Antonio de Jess alraz do Theatro.
Compras
IV Um caxorro pequeo do reino, sendo
de boa quaiidade ; na ra da Alegra na
quinta rasa do lado esquerdo vindo pela ra
-vellia.
^t2?" As seguinte pessas de theatro produ-
co de Garret;.Gil Vicente a padeira de
Aljuhnrrota e Joo Minino ; annuncie ou
dirija- st a esta Typografia
ey entemas velhas para embrullio ou
ts?" Os utencilios de um armazem de as-
sucar em bom estado por preco commodo ;
na n#i da Madre de Dos armazem de couros
de Jezuino Ta vares de Souza.
S2?* Urna preta de 20 anns de idade de
boa figura boa engommadeira cozinheira ,
e lavadeira um dita de 3o anuos, com as
mesmas habelidade*, menos engomimr por
35o.000 um benito escravo de 20 annos de
idade ptimo para todo o servico um mo-
lequee uma negrinha de idade de 12 onnos;
na ra de apoas verdes casa terrea D. 38.
tST" Urna porcao de lenha para olaria e
um cavallo ; na estrada que vai para belem
na quina do beco do espinheiro em urna
venda.
s5~ Rilhetes da loteria do Theatro ; na
ra do Queimado D. i3.
S3T Olio de cupahiba em harris ; na ra
larga do Rozarlo I). 1 primeiro andar.
ssy Urna escrava de naco de idade de 2i
annos engomma liso cose cha faz varias
quididades de doces ; tima negrinha com ida-
dade de i5 annos de naci mu linda, e
ra veiha defronte do beco do Veras ; a tra-
tar no atterro da Boa vista com Manoel Fru-j
tuoso da Silva.
Escravos Futidos
Fugio no dia 6 do corrente um negro ,
de idade de 15 annos de naco mogambique,
muito fullo tem n* cabeca pedassos lisos sem
cabellos, tem o braco esquerdo mais curto
que o direito o segundo dedo cortado o meio,
o p direito cheio de costuras e manchas
brancas a mesma perna tneia incitado e
cheia de frunxos levou urnas calcas de brim.
novo tres camisas urna de algolozinho, urna
dita de algodao grosso e oulra de madapo*
lo urna aqueta de chita azul ja uzada e
urna seroula de algodao ; quem o pegar le-
ve ao beco de Veras junto ao sobrado, que
ser recompensado.
BS" Fugio no dia io para 11 do corrente
urna negra de nome Josefa de naco de
idade de 4o annos estatura regular, cheia
docorpo parece estar prenba meia fulla ,
ptima para mubanda por ser recolhida en- com rosto chupado e alguna cotiza feio ;
gomma cose bem, e coziob o diario de urna
casa ambas se do a contento ; na ra direi-
ta D. 30 lado do Livramento.
HP Um preto moco de bonita Ggura e
muito possante ; na ra direita lado do poen-
te D. 90.
ssy Urna mola la perfeita engommadeira,
cozinheira e costureira de idade de ao
anuo-; ; na ra do crespo D. 8 lado do sul.
S^ Urna preta moca de idade de 30 annos
de elegante figura engomma com perfeico ,
cose e he recolhida capaz de tomar conta
de umcasa urna dita cozinheira de fugo e
forno e engommadeira urna dita de todo o
servico e boa quitandeira que d 48o por
papis quesirvao para o mesmo elleito; uuem i- 1 1 1 -i
r ? cuc iu, .junu (jia um moleque e urna negrinha de da-
tiver anuunciee L11 jr .jt
^_^. n I de de 13 annos : na ra do to.ioao pe do Ilo-
3? 1 Crinas de omma mi nvotlrn na ^
ra do Vigarion. 7
*&~ ^ennas de' emma ou avestruz j na zarJ0
Vendas
CJ" Cautellasda Sociedade Fortuna Ty-
pografica, da Lotera po Tiieat-o l'ublico pa-
ndando a vigsima parle dos premios, caliendo [)ec
na sorte de b 000 000 reis tiesentos mil ris a ^
preco de 45o 5 nesla 1 ypggraGca na praca : vico de Uma casa as 5 ponas D. a3 onde
da Independencia n. 30 e na ra larga do tem lampio.
Kozario lo,a de miudezas D. 7, e na ra do & No assougue francez defronte da ca-
e annuncou querer com- Collegio loja de relojoe.ro. deia carne (|e cr'ruero muto (Ja ,00 fs
S2y Urna morada de casa de dous andares
e soto na ra da senzalla veiha n. 38 em
chaos proprios a tratar com Joao Vaz de
Oliveira na ra da cadeia do Recife quina da
ra da Madre de Dos.
SS7" Um escravo creoulo, padeiro e bom
refinador de assucar ; na ra direita padaria
ma i3
CT Urna preta de naco faz todo o ser-
prar tscravosde ambos os sexos, com ofticios
ou sem elles querendo um escravo creoulo
nuiito robusto e com ofticio de pedreiro e
bom refinador de assucar dirijase a ra diiei
la padaria D. i.i.
YW A creoula que annunciou querer ser
ama de urna casa de pouea familia dirija-se
a ra de Hurlas n. la primeiro andar.
XJ~ CJuem annunciou querer 15o,000 a
premio dirija-se a ra do l-agundcs D. 5.
cy CJuet 1 quiser carregar para a Cidade
de Goianna por frete barato dirija-se a lo-
ra de portas casa de Antonio Joaquim dos San-
tos por detras de Beldiior Jos dos Reis.
SST Aloga-se um sitio na solidade entre
o palacio do Hispo c o pombal, muito grande,
cem casa raiiicada de novo Irata-se na tua
do Vigario n. 7.
%S&~ Cjuem preciar de menino para caixei-
to de 1 >jt do que ja tem pratica ; annun-
cie,
t^J' Precisa-se saber se nesla praca existe
algumVorrespoudeiite doSr. Jco Dias Xavier
da,Cunha, lilhodo Capilo liento Dias da Cu-
nha residente na provincia da Haba cujo
tilho foi esludanle do cui&o jurdico em Olm-
da e como o negocio he interessante ao mes-
mo estudanlepor iasu quem lor sen correspon-
dente queira anounciar.
tT JNo escriptorio de Gaudino A};ostinbo
de liarros existe um emhrulho dirigido ao
$i Manoel de Freilas Cezar Garcez vindo
do Rio de Janeiro na Sumaca S. Domingos,
seu dono queira procurar a cjss D 07 airaz
do Corpo Santo.
isy CJuem precisar de um administrador
para engeiiho do que ttm muila pratica, he
casado e d Gador a sua conducta dirja-
se a ra do collegio D. i botica de Cfpriano
Luiz da Paz.
tsy Sapatos francezes de marroqmm de a |bra e magra a 100 rs o mesmo prer-
0 a8DaS2treS 5 ^ praC,n,'ad Livramentne a seus freguezes de man lar por escripia no
J_ *,, '. dia antecedente o que preciso para saber
E3T Cap.m a 300 rs arroba ; no porto das de sua matanca.
canoas no llene. ft^. Um boi de carro muito manco, por
EST A venda de mulbados sita na quina preco commodo ; na ra nova loja de calde-
do beco do sarapalel para a ra do logo, muito Ieiro D 14.
a freguesad. e com um sortimento muito ^- Um porcao de garrafas varas : em
oom ; a tratar na m sma. l foTa (|e |)0rlM ,} l6
p^> Urna preta boa cozinheira, vendedei- j-- Um negro perito canoeiro e oficiarGama, e boje do sogro do Sur Jos Fran-
ra de ra ensahoadeira e de bonita figura; (le canteo de nacao angola de idade de no pateo do collegio casa de Jos Hurle por annos, um armazem de sal com seus perten- pegar leve a Manoel Jo;; Gansalves raga,
cima da labnca de chapeos. ces ^ e com bom quintal para rancho de ca- i junto ao arco de S. Antonio que gratificar
vallo, : nos f, nonlas I). 5. com generosidade.
csr Fugio a dous annos um preto de no-
me Joao com os signaes seguintes ; altura
recular magro de idade de 40 anuos para
quem a pegar leve a ra do Amparo em Olin-
da venda n 67 ou no Recife ra da cadeia
veiha n. 38.
ssy Io dia 9 do corrente fugio um mole-
que de nome Pedro do gento do angola,
levou vestido calcas de cisemira escura de
listras camisa de riscado azul de quadros ,
lera de idade de 20 annos secco do corpo ,
he muito preto o rosto um tanto sarapnlha-
do, tem no peilo esquerdo esta mirca-L-, he
bastante ladino, e tem fgido por mais vezes,
he bem couhecido na lugar dos affogados pe-
lo nome de Antonio; quem o pegar leve a
ra da cadeia loja n. 10 que ser recom,-*
pensado.
Si?" Roga-se a todas as authoridudes po
licites e pessoas particulares a aprehenco
de urna escrava fgida no dia sabbado de l-
leluia deste auno com os seguintes signaes 5
Getrudes de naco angola de idade de 4o
annos ja tem cbelos braucos estatura re-
gular rosto miudo peilos regulares cor-
po seco o p esquerdo mais largo que o di-
reito e tem no peito do p esquerdo urna si-
cairiz redonda do tamaito de uma moeda de
4 vintens de prala no queixo de cima da
parle esquerda falu-lhe um dente na frente ,
e a frente dos mesmos he aberta menos os a
da frente na p esquerda tem uma aealria
de duas polegadas de comprido procedida de
uma sipoada em ambas as pern.is tem gran-
des marcas de bechigas e sarnas levou um
veslido de charaalote amarelio com listras,
oulro dito de chita amarella com listras e flo-
res encarnadas camisa de algodao baela e
saia preta um taboleiro esta preta he bas-
tante ladina, e foi escrava do fallecido Gama
da Boa vista desla Cidade consta que he ca-
maradade um cabra de nome Benedicto sa-
pa teiro escravo que fui do mesmo fallecido
sr
valloj : as 5 ponas D. 20.
pes ebrgados ltimamente do K10 de Janeiro, I e^ Caulellas da segunda parte da lercei-
bandas finas de rede ingle, dias para sar- fa loteria do theatro que corre a 17 do cor-
genios, barretinas pata G. W. tahns e ca- rente, subdi/ididas de bilheles em decima e
nanas para omciaes de cavallar.a espidas de j vigsima parte 5 na praca da Independencia mais, de naco mucambique tem no rosto
roca para soldados e oiciaes ludo por preco |0ja D. 8, a3, e ^ : ra do Cabmr loja do urnas marcas de ferro e entre ellas urna has-
commodo j na praca da independencw nume- Sr. Claudio ra nova D 4, e 5 ;" e aUerro
ro 1: en, .... ida l?oa vista loja do Snr. Antonio da Silva
*r Panno de hubo de nojoens e enfesa- ; Guimares D it.
do lencos de seda pretos e de cores meias!
de linho de p grande canarios de imperio
Avisos Martimos.
PARA LOANDA com ereala por Ben;ue-
laoLrigue Brasileiro S. Manoel Augusto,
loirado e piegad de cobre, pretende sabir I ls de :>Janlba e cautellas do tbealro em
a iboo ; na ra do Faguudes D. 5.
S3T Um preto creoulo de idade de a5 an-
nos ; na ra do cabug loja coufronte a Ma-
triz.
**. SS?" Setim preto de Maco muito superior ,
filo de linho bordado lavas brancas todas
abeitasde linho da escocia, agoa de colonia
muito superior eum bom sortimento de fa-
zendas finas ordinarias muito tralo rap
de Lisboa muito superior a aboo a libra e as
oilavasa 3o rs. na loja nova do Silva prin-
cipio doaiterro da boa vista por baixo do so-
brado do Sr. Major Jos Carlos Teixeira.
SST Dous pardos sendo um ali'.uata e oulro
carpina ; e ptimos para bolieiros ; na ra
do Vigario 11. 7.
C7- Potassa da Russia nova em barriz
pequeos, por preco commodo; na ra da
Cruz casa de M. O Bieber D. bi.
tsr Caixas de agoa de lavando' com 1 -i
metas garra tas a 4ooo os veidadeiros charu-
539" ma escrava de naco de idade de
30 annos, de bonita figura engomma, cose.
cozinha o diario de uma casa e faz varias
----------------- r- ,, -, 1----------------w uu.... ----------------- .-.. y ^ <>m iiuj \x\j 111..1 \j cali
ot o dia 30 do corrente, por ter a maior par- dcima e rgesima parte; na ra da cadeia fe-
te deseu carregamento prompto j quem qui-
^ triiardo Antonio de Mil anua ou ao Capi-
uo Manoel jmvia.
Iba 11. 5^ quina do beco lar.-ro.
i_y- Biliietesda loteria ac theatro a ,
meios d.vn a 4600 ; na ra o Cfcbug ioja de
miudezas junio a botica.
qualidades de doces ; na ra direila D. 'o
lado do Livramento.
KS~ Bilheles e meios ditos da loteria do
theatro tambem se troco pelos premiados
de oulra qualquer loteria ; na loja de Me-
nezes Jnior na quina da ra da collegio jun-
to ao passo.
C^- Superiores pannos finos de todas as co-
res a 3aoo o covado casimiras singellas com
listras a.64o o covado e dobradas .'jqo, e
1600 riscados e chitas de modernos padroens
a 140 e a icio o covado, pecas de algodao lar-
go com 10 varas a 1760 e de bretanha a
1760 e 'iaoo pecas de cambraias lisas ai/jo ,
e de paninho fino a^o cambraias finas de
listras a damascadas S20 e 6 jo a vara cha-
peos de baela proprios para escravos a 3b"o e
tambem algodib da auierica muito encorpadol
e oulras multas fu/endas por barato preco ;
na ra do Crespo loja D. > lado do 1101 le ,
de Antonio da Cunha Soares Guimares.
S2T Uma casa terrea de pedra e cal com
fquarlos duas sallas, quintal murado, sita
110 mi Ihoi local do pu^o da paneita ; a tratar
ua praemba do Livramento n, 20.
k-- Urna venda coto poutos fundos sita na li- Cil' WA. I *i\i>ia W K. W l''.^,0 *
lante grande na testado feitio de urna ferradura
de cavallo ; quem o pegar leve a ra da ca-
deia a casa de Me. Calmonl & Cumpauhia ,
que ser generosamente recompensado.
SSr Desapareceo no dia b de Junho p. p.
um molecote de nome Joao, de naco S. Tho-
m de idade de ao a aa ah'noi altura re-
gular ,^ boa figura sem barba, as canellas
das pernas arqueio para a frente os p4 e
dedos grossos com signaes de bichos, costu-
ma iiitilular-se por lorio ; quem o pegar le-
ve a ra do Rozarip da Boa vista casa de dous
andares entrando para o palco da S. Cruz ,
que ser recompensado.
Movate uto do Porto
NAVIOS SAHID05 NO DIA 10
BENGUELE; Brigue Pdttuguez Experiencia,
Capilo Luiz Antonio de Abren carga
gneros do Paiz e estrangeiros passagei-
ros hrasileiros Pedro Nunes da Foaecn ,
com um criado, os portujjuezes Joaquim
da Silva Porto Antonio fr'eli Machado,
Antonio Jos Aflonco e Luiz da Costa
Farras.
l'AUA'e portos intermedios ; Barca de Va-
por Pernamhucana Commandante o Ca-
pilo de Fragata Ricardo llayden.


Full Text
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