Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04718


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Full Text
Anno de 1840. Sabbado
SSi
^Tudo agora depende denostaremos; da nossa prudencia, mndera-
?ao, a energa; continuemos como jjriricioiamos e serenos apoi.iado3
eom adrairacao cnire as Mares mascullas.
Proclamaco da Assem'>ea Geral do Braiili
ooc-
Subscreve-se para esta folha a 3ooo por quartel pagos adiantados
nesta lypografia, ra das Cruzes D. 3, enaPraca da Independencia
n. 67 e 38, onde se recehem correspondencias legalisarias, eam.uncios,
insirindo-s estes gratis, sendo dos proprios assigrianles, evindoaassig-
nados. B
PATIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
Cidadeda Parabitia e Villas desua pretenco.......\
Dita do Rio Grande do [Norte, e Villas dem.......fu ,.
Dita Ha Fortaleza e Villas Jdcm..............f SeS" e ^e*1" **"**-
(i (I ido de (oianna.....................
Cidade de linda......................Todos os dias;
Villa deS. Antao......................Quintas leiras.
Dita de tjaranliuns e 'ovoarrio do Bonito.........lo, e a4 de cada mes
Dita* do Cabo, Serinliaem, Hio Formtuo, e Porto Calvo. 1, n, e i\ dito dio
Cidade das A tacnas e de Maceio............ dem dem
Villa de Paja de Flores....................dem 13, dito dito
1caes os Correioi partem ao meio da.
8 w Agosto? Numero 172.
PHASES DA LA JN ME7, DE AGOSTO
Quart. cresc. a 5 as ; d. e :ij ni. da man.
La Cheia a 10 as 4 li. e 55 m. da man.
Quart. ming. a 3o- as 9 li. e 07 m. da mn.
La Nova au-as 4 h. e aorn. da mau.
Mare ehcia para o dia 8 de Agosto.
As 1 horas e
As 1 Dorase
18 minutos d manh.'
!i minutos da tarde.
CAMMOS. Agosto 7.
LooorM.. ."7. 50 d. por Ifooo ced.
Usboa.......8a a 85 por o/o prainio, por roete l offereciao
Franca....... io reis por franco. ',
hio de Janeiro ao par.
OURO Moedas"de 64oo rs., Velltas ((Mas a ifaoo
> "itas Novas i<0/)oo a f4f5oo
'* s dc <# n-i oto a 8?aoo
fllATA l'ataces Itri.sileircs-------------1 Jfuo a iffitir
Pezos Columnarios........160 a i|p56\>
Ditos Mexicanos------------------ijjftiio a lW>4o
Miuda---------------o- .....#i4o a ijj^bo
Descont de lllietes d'Afandega I 1/8 po^ tmaomn.
dem le Letras < i| a I i\i por boas firma* oil'ercido;
Moeda de cobre 3a| por 100. de disc.
DAS da SEMANA.
3 Segunda fnvenclode S. Estevo Proto-martyr Audiencia ilo Juiz de
Direito da 1. r.
l Terca S. Domingo de GuiroSo Patriarca. -- Rclac.o e Audiencia do Juii
" de Oireiio da i. vara.
5 QuarU N. S. das Neves Audiencia do Juit de Dircito da 3. vara.'
ti Quinta Trausli^iiraro de Cristo. -- Audiencia do Juis de Direito
da 2 vara.
7 Sexta S. Caeano Taineo. Audiencia do Juiz de Oireito da i. vara
S abijado Jt-jiiin S. Cyriauo AI. -- Helar e Audiencia do Juiz de Direii
da 3 vara.
9 DomingjS. II nno AI.
1&&
RIO DE JANEIRO.
CMARAS DOS SRS. DEBUTADOS.
Sessao em ldejunho.
Presidencia do Snr. Marcelino de Rnlo.
A's io horas da mnnba faz-se a chamada ,
ereunidos em numero lepal os Snrs. deputa-
le-se e approva-se a
dos abre-se a sessao
acta da antecedente.
O Snr. primeiro secretario do conta do ex-
pediente asendo menco dos seguintes re-
querimentos.
. Dos empreados da inslituiro vacciniea .
era que pedem augmento de ordenado A'
terceira commissao de fasenrla.
DeJoaquim Augusto do Livramento pe-
dindo % {paca de llie cer concedida a permis-
sao de aser acio do segundo auno na aca-
demia de sciencias jurdicas e sociaes de S
Paulo. A' commissao de insrruco pu-
blica*
De Matliildes Umbelina da Silva em que
pedo urna medida legislativa para lhe ser re-
ceid* a quantia de 15oUooo reis em notas
do extincto banco que por ignorancia deixou
de apresentar em teropocompertenle. A' pri-
meira commissao de fazenda.
Le-se e fica addiado por se pedir pata-
rra o parecer da commissao de mariuha e
guerra sobre a pretenco de SiUerio rlenri-
(jue de Pinito, alferes reformado de primei-
ra linba em que a commissao entende que
o supplicante tem dircito ao posto de len-
te, eque em consequenciu sejao seu reque-
rintenlo remedido aogoverno para lhe facer
justica,
Julgao-se objeclos Je del beiaco g vao a
imprimir os seguines projecto da commissao
de penses e ordenados.
i. Oqueappro'a a lenca annual de i2oU
reis concedida ao coronel reformado Autonio
Carlos Peieira de Macedo.
a. O que approva a lenca de 8"Uooo reis
concedida ao majoi docorpo de engenbeiros
l'Vederico Leopoldo Cesar de Buriaraaque.
3. O que approva a tenca de jaollooo reis
concedida ao'.cuente coronel de primeira li-
nba do exeicilo Trajano Cesar Liurlama-
que.
O Snr Gomes Ribeiro requer dispensa a
imprtsso dos projeclos que se acabo de 1er.
o requequiment de Fortunato Massiote, mos-
tr de msica de S. M. Imperial e suas au-
gustas irmes emqtte pede que se ja o seo
ordenado elevado a i conlo de rs, e a i cont e
qoalro centos a gratificacao sendo a commis-
sao de parecer que o requerimenlo deve ser
remedido ; commissao do orea ment para to-
mal-o na consideracSo que merece.
O Snr. Coelho olfcrece a seguinte emen-
da subslituiliva do requerimenlo da com-
missao.
Nao pode ser deferida a pretenco por di-
ta de informacSes do suplcente que funda-
mentan] seruelliante pedido ele
E' apoiada e bem assim o que se se-
CUfi'
Reqneiroque o requerimento voltea mes-
ma commissao para dar a respeito utn pare-
cer difEnitivo. Alvares Machado
Dcpois de breves observaees ('pitas pelos
Snrs. Coelho, Henrique de Revende, Antra-
da Machado, e Alvares Machado, a discusso
fic.i addiada pela hora.
Primeira parte da ordem do dia.
Eleicdes da Paraiba.
do tres annos de estados. Uns e OQtros po- em occasiio igualmente solemne, lhe i; leita
denlo ao depois ser admittidos as vagas dos no Baptismo de seus fillios. Fnlo a igreja
cornos das respectivas armas. lista disposi- pela applicaco do Sicramento arraicando
cao ter vigor desde j;i, e em quanto nao|o recem-nascido, a dominacao de satans, o
for expressamente revogadn. Salva a redac-' passando-o ao seu poder, o confia ao seu pai
eo Coelho Lima e Silva. e para que ? Para lhe ensinar a F que o
litao derogados os decretos numero 4i de novo christo promedeo guar-lar e outr^
io de setembro de i8'38, enumero ai de iti ; garanti ; para ensinar a renunciar : satans
de agosto do mesmo anno. Henrique de a.toda I as suas pompas, que abjurara na
Respnde. sua regeneraco ; para fazel-o guardar a le
Fallfo sobre os artigos ndditivos os Snrs. | da sociedade Christa, e-n que elle se alistou,
ministro da guerra Carvalho de Mdndonca e iw conforme essa le. Sao precisas outras.
e Henrique de'ituzende, e a discusso tica ad- aleo destas provas sensiveis, favor do dever
diada pela hora. f'os |)a's iccrc da educaco religiosa doi seus
O I.xm.Sr. ministro retira-se com a mes- filaos i* Lembretn-s.; mais eles que urn
ma formalidade. com que entrou. grandei numero de mocos', pela sua fortuna,
O Snr. presidente d;i para ordem do dia i5 e condieco na Sociedade nao podeinter ou-
a mesma materia dada para hoje, e levanta
a sessao depois das duas horas da tarde.
MM^MWW lili.
Continuaco da Pastoral do Exm.
verendissimo Bispo Capellao-Mor do Rio
de Janeiro.
VIII.
Ja vai um ponco longa esta nossa Carta
Ira educaco alem da religiosa, que ao memo
lempo social, pois como sabiamente advene
Bossnet, a lei de Dos encerra culto Divinos,
Re- e os da sociedade : lembrem-sios pais disto e
digo-se, se se nao convecem da mxima im-
portancia do dever, em que estao para cota
seus tillios, de iusiruii-os na Fe.
Ora este mesmo dever que oslen da
.'onsulla-se a cmara e decide negati-
vamente
Juigise objectos de deliberacao e vo a
imprimir os seguintes projeclos da raesma
roinmi;so.
i. Appcvando a tenca annunal de trezen-
Jtos mil reis conferida ;*o brigadeiro Antonio
Concia Sou/i ; comoaccrescimp de .10U000
reis tumi" m j'iiuuaes por tres fondas recebidas
em campanea.
2. Approvaodo a tenca annual de a4oU
res confei ida ao Brigadeiro graduado Fran-
cisco XavierCalmon daSiUa Cabial.
Le-se e approva- se um parecer da mesma
commissao sobre o icquenmento dodesem-
bargador Francisco da Franca Miranda, em
que a commissao declara que a respeito da
pretenco do suplicante existe j um parecer
da transada commissao de pensoes e orde-
nadoi, nada lendo a actual a lser se nao pro-
mover que entre em discusso aqutlle pare-
ce, equeentao se leuba era consideraco o
L que retine o suplicante.
" Qulro parecer da mesma commissao sobre
Continua a discusso addiada sobre o pare-
cer da maioria da commissao, de consiluico
do anno transado e voto separado do Sur.
Cirneiro Lco e emenda do Sur. Veiga
'rssoa.
E' apoiada a seguinte emenda :
Se passar o parecer accrescente-se E
declarada nulla a lista que o vice-presiden-
te f.-z apurar do collegio de Guarabira.
Coelho Bastos.
O Snr. Otioni lem a palavra e n'um lon-
go discurso sustenta e concorda com os prin-
cipios emdidos era outra sessao pelo nobre
depulado pela provincia de Pernambuco (o Sr.
Cnnlia Azevpdo) e responde aos argumentos
daquelles Snrs. deputados que tem sustenta-
do o parecer da COmmissSo e o voto separado.
O Ilustr orador por falta de lempo nao con-
linnacom o seu discurso.
Adiscussao fica addiada pela hora.
Annuncia-se aehar-se na ante-sala o Exm.
Snr. ministro da guerra que recebi-
do comas formalidades do estilo, e oceupa o
competente lugar.
Segunda parte da ordem do dia.
Fixacio de (breas de Ierra.
'Contina adiscussao do artigo 6 da pro-
posta do jovernb, e emendas apoiadas que
versfo sobre o recrulamenlo.
Tomo parle na discusso os Snrs. Coelho
Bastos, Maciei \]onteiro, Carneiro Leo, e
Andrada fachado.
AlgunsSnrs deputados pedem votos.
Julga-se discutida a materia. O
approvado tal e qual, e sao regeitadas lo- J
das as emendas.
aoapoiados os seguintes arligos addi-
tivos.
Da publicaco da presente lei a seis mezes
ficasem effeito o artigo 2. da lei numero 4i
de o de selembro de i8J. Carvalho de
Mendonca.
Os Alumnos approvados nos dois primei-
ros annos dos esludos da escola militar, pode-
roser pro i.ov idos a otficiaes com denomina-
cao de alferes alumnos, com as raesra is van-
lagens dos alferes do exerto, menos a pa-
tenta u (iial s a leio os de infantera e ca-
vallaria leudo mais um anno do pratica mi
litar; eos das armas sicnlificas completan-
Pastoral : se nos perdoara que anda outros [ensinar a F aos lilhos, que lhe prohibe dei-
' xarerc-na corromper por lateas uoutrinas. I'.
assumplos pedem. que contenuemos. Nao
possivel guardar silencio acerca dos objectos em
que pissamos tocar sem fallar ao nosso
dever, e ler de reprehender-nos com um dos
Profetas: Vomihi, quia tacui (111). Mas
j\s concluiremos brevimente.
Temos at aqui, em verdade, exposto al-
guns principios, que adiamos muilo til re-
cordar ; temos dirigido algtimas instruccoes,
al^umas couzas advertido, e outras censura-
do. Tudo sto porp.m ser perdido, se aquel-
los a quem agora nos dirigimos nos nao
ajudarein pesieirabalhoem neficio daquel-
les a quem lambem tem de doulrinar;
fallamos dos pais e mais de familia, a quem
com toda a razio S. Joao Chrysotosmo clia-
mava os Apostlos da sua casa, qualdevem
Nao uossivel. amados
este O lugar, amados fillios em que nos
cabe chorar sobre um mal que vai appare-
cendo na nossa Igreja, aj qual j. aliudimos
em outros lujares desta nossa Pastoral e a
cujo respeito nao sabemos como nos explicar
aqui. Apostlos, posto que indigno, do
Evangelbo cssa lei de paz e de
mor,
, .. ... paz e ue a-
nio nos licito e nem 6 nos-
sa tenco faltar candado para com os nos-
sos irmos sao todos aquelles, que J. C.
resgatou com o seu sangue i-e, o genero hu-
mano inteiro, quaesquer que sejao alias os
erros e maldades desies ou daquelles indi-
viduos ou asso:Uw6es. Sem querer por
tanto escandalisir a niuguem dir-vos-!ie-
mos canssimos fillios, que como sabis, a
heresia, lilba daquella, que ji em oulri
teropo infecto'iosolo doCatuolieo Janeiro, u
a rellgio e o valor
du
rtigo 6
niis !
presidir e instruir. Nao possive
ilhos sem que se deem aos meninos des-
dea mais t.mra idade licoes e exemplos dej' ^l^ soube triunfar
virtnde que a nosssa Religiao se,a amada e dos fluminenses, rea;:
respeitada a Igreja tenha Ministros, que a
sirvao utilmente, filhos que obedeco to-
dos os seus preceitos e determinacoes ; nem
o Estado, sem o mesmo meio, p 'der jamis
ter cidados qpe prelienchao todos os oIB-
cios sociaes. Sem que se reforme a educaco
Depois que o prolestantismo, corno p tive-
mos occasiio to notar, estabeleceo como Fe
a nica Bscriptura interpretada pelo sen t-
menlo particular as sedas religiosas for-
misario ; e exemplo do mesma Protestan-
lamocidade, disse'um grande Philosoplio,! tis.no que sob pretexto de lera Igreja Ca-
no possivel reformar o genero homano \ tholici Romana alorado a 1 atavia uivina.
N'aquelia repouso os destinos da sociedade, \ so separon dessa Igreja, e constituio urna
que tem de ser feliz ou desgracada, conforme' Socidade a parle, os dulerontes seJtanos, .juo
a direceo boa ou m, que bouver dado por crio enlender mellior a palavra de Dos,
meio da educaco, s faculdades dos seusque os seus meatre Pcotestaules, foro igual-
futuros roembros. Verdades sao estas, que mente abandonando a esses, a quem por seo
nao bao mister deprava, e nem de deseo- turno chamaro de adulteradores do Bvin-
volvimenlo 5 eslo ao alcance de lodos, etm gelho, e fonniro Cumuabes separadas. Foi
por si o voto e saneco de todos os lempos ,! ssim que dous l'rolestantes fundaro ha
e de todos os poros. Deixando por tanto de pouco mais um secnlo, a seda de que ora
proseguir em tliese fallaremos particular- fallamos, e que se deiiomuiou dos meto-
menl' da instruccao religiosa, que os pas de- distas. O Melhodisrao por tanto pariocipi
vem aos filhos. de lodosos deleito! e vicios do Frotestantis
Desde que o homem e amulher se unem rao alem daqoetlet que o caracterisio c-
pelo lacoconjugal, que a Igreja os adveite, mo tal s abastara a primeira considerado,
que os'filbos, que esperto ler, comoofru- pranos rejeitarmol-o absolutamente. Coma
to da sin aila elles os devem educar na os Protestantes os .Ylelhodistas devem prjfos-
verdadeira F e Religiao de nosso Senbor le- sar e de laclo professo doutrinaa absurdas
zusCbristo(ia). A raesma advertencia e ede funesta coasequeucia para a mar.il, u
__________________________________________ cerca di ustificaco do boinem para a qual
(111) Isai. ti. 5. nao julgio necesaarias as boas obras, ^ >nr
Ota) Baptiler., da Sacram, do Ma- os Protestantes, os Methodistasdevemdespra-
,rm# i tar, c ds lado despeesao j jusi toioi os&a-


D A R I DE PfRNA-MBUCO
ndmitem nenliuma
rr>menlos e nos que
nrtude Divina ncnbuma sanctfKcaco do
* homem ellesadmhlem., Filhos da revolla ;
como os seus roaiores os Methodistas nao de-
vera reconocer e decreto nao reconhecem ,
autoridade suprema na Igrfpi e soraenlese
lommunico rom a assemhlea geral dos Mi-
nistros ou (Jetiferencia. JNolcm comu nao
tiverao os Protestantes nenhuma misso
legiliica ; ese es les prelendero mpr com
nroa ordtnaco, queaissro receber de un
Pastor Caihoco e donde crem derivar os
seus poderts sagrados nem (leste recurso se
podem prevalecer os Methodistas sendo assim
que unidos seus'Cheles se arrogon poderes
l'ontificaes e ordenou liispos e l'reshyte-
ros Usurpo por tanto aqueles |wderes ,
aquella misso a de encinar a tedas as Na-
roens da trra o 'Redemptor des homens ,
rom assuas gracas communcou smente aos
Apostles e aos que por urna legitima orde-
nac.o llies succedessem no misterio. Nao
nos occuparemos do que cancerislico do
Melhodsmo oque nao passa de um excesso,
de u.-ii lomo enthosiasmo que os seus Mi-
nistros emprego as suas piegacoens en-
(liusiasmo que eoTmrninicaco ao auditorio ,
edo qual (juando se este acha possuido, ou
* orno se diz na a seila profanando o
vocabulo recebe a in?pirato a extrava-
gancia o delirio e o que tudo a immo-
lalidade reina as assembias especialmente
n'queUas que se eelebro no campo ( cam-
pmeetng ) 'i 1 3).
t. poasivel amados filhos que Misi-
onarios d esta ordem que quando muito po-
derio Iludir os pobres indgenas da America
doJNoite, onde clies fizcio o sen piimeiro
curto pseudo-aposlolico sejo irolhidos por
;:m povo civil isa 00 tliero de luzes e que
i'ini ( historia da Igreja ii3 mo pode im-
[ or si leneio aos apostlicos da mentira : por
um povo espedid-i'. e amante da sua Reii
;5o ? |*V possnel que os vades ouvir a-
i ujnpnnhando-os desl arte nos seos ei ros e
;ie d* mais queirau, que estes $t> propaguen!
i perpetuem inlre s consejil indo ou lo-
ierando que os vossos filhos os ouco e
!iequotem assuas asscmbias ? Oque vos
lodtm os Methodistas eusiuar ( ;i excepto do
' rro ) que vos nao possais aprender dos
toaros Pastores t sempre com vatilagem pa-
ra us vossescostumes ? Que iiistiluicoe ulets,
que pial cas sslutares taesiem el les adoptado,
<:e que o Cbrislianismo careca ? As escolas
!o Domingo estatelecida especialmente cora
;ro poltico de obstar ; ociosidade e & tn~
-uoialidadedasctasscs iulcridres da So,;iedade
-es (lias o deque a seita mito alardea,
1asr.es temos Domingos e em oulros das
unsagrados ao culto do Senbor
templos aleitos onde se fazem solemnes a-
iltsde Religio ese dislribue ao povo o i
I ao da Divina Paltfira ; e quando se preen-
i-iiemexactamenteas vistas da Igreja e se
arda em toda a parle o cosume das Dioceses
le.uisbem regidas oiesto deseesdias se passa
uS Igrejas as Oracoens de Nsperas e no
(lalbecismo aes meninos e aos ignorantes. E
-' anda mais lempo se quer dar a estes lou-
iris exeicicics onde a le qne prohibe ,
iibe no interior das suas casas o pai e mi
,'e familias reunidos os seus filhos e famu-
P F II TV A M IR 17 C O quasitodoo Pao Rrasrl tine entra tiesta C- Vicente Jo/.e do Espiito Santo, Joze Jo-
I U **> T i. UM. 3 u j^ dade, e tendo sempre sido feita a sua con- qim doftascimento com Luiz de Franca e
dueco em cavallos e continuando ainda as- Joze Antonio do Santos Mareos Rrdngues
s'im afdser-se", vo com tudo apparecendo da Silva. e Joze Pedro, Oanbl Antunes dos
presentemente no porto desta Cidade algumas Reis. Joaquim Izidoro Salema Francisco
canoas, e barcacas de Goionna e de outros de Barros, e Joze de Barros, Antonio Joze
lugares carregadas do mesrao genero ; e con-] Feraa Joze Joaquim de Lima Guillrerme
vencidos nao embaracar eate meio. de trans- da Silva Torres em' dous processos berahm
COMMADO DAS ARVIAS,
Expediente do da 24 do p. p.
OTin'o -- Ao Exm. Presidente reiteran-
do-lheasrequisicoes que hav-ia feilo em 1J
de Pezembrode 1836, e 2a de Janeiro de
l38,de umacollecco de Leis do Imperio
que muito necessaria se fazia na Repartidlo,
dem do dia iy.
Officio-Ao RUn. Presidente, communi-
rando-lbe em resposta ao seo oificio de 2.} do
correte, que nao se poda faser efecliva a
demirao do soldad do Deposito Kgidio Ma-
noel de Mello por ter no dia ai embarcado
para Capital do Imperio na Crvela
Regeneraco.
Dito-Ao mesmo Exm. Snr envando-lhe
urna retacan de pracas que por ferimentos
recebidosem combale, e infermidades adqui-
ridas no servico se baviao tornado obsolu-
Imenle invalidas e incapazes a fim de que
S. Ex. houvesse de solicitar do Govenio Im-
perial reforma para ellas graca esta que
a muitas oulras Pracas em igualdade de cir-
cunstancias tinha consedido
Dilo-Ao mesmo Exm. Snr. requisitando-
llie a expedic.o de suasordens ao Arsenal de
Guerra para que osse recebido e concer-
tado com urgencia o iampio da Praca d ar-
mas da Fortaleza do lrum cujos videos se
liuhao quebrado.
Dilo-Ao mesmo Exm "Snr., communican*
do-lhe a diserco de tres soldados do ICsqua-
dro de Cavbliara n |, e as providencias
que dera ver se os aprehenda,
Dilo-Ao Exm. Biigadeiro J. J Coelho ,
escravo de Joze Pereira de Mendonca Luiz
Gonzaga Cvpriano Martins Vtathias Joze
Gomes. Juliao da Costa Monteiro Marceli-
na Mara da Luz, Manuel Joa]Um da Concei
cao, Joronmo Dantas Timb, Ivo Antonio
Pedrozo Joaquim Severino da Trindade ,
Vicente Ferreira Joze Francisco Ferreira
Manoel do Livramenlo Luiz de Franca ,
Francisco escravo de Antonio Joze Gomes ,
Joze Joaquim do Nascimento ; E para que
chegue a noticia dos mesmos mandei lavrai
o presente sob pena dos que nao compurdee-
rem serem julgidos pelos provados autos a re-
porte menos dispendiozos rogava por issoa
S Ex se dignasse expedir as suas ordens s
Autoridades mpetentes da Beira-mar, para
que d'ora em diaiile tomem todas as medidas,
e nao consinti que se embarque em porto
algum dos seus dstrictos qualquer quantida-
de'do dito Pao sem ticenca sua e que dando
aos Meslres das Embarcaces hnma guia pa-
ra ser prsenle a Viesa do Consulado, e exe-
gindo delles o recibo desta entrega procedao
l'ogo no caso de falla conlra el les para se
Ibes mpor as penas que as Leis estabele-
cem
Dito-Ao mesmo Exm. Presidente com as
fes de oflicio do Capito Joo de Dos Costa e
a. Teiiente Luiz Estanislao Rodrigues Cha-
ves requisiladds em oificio de la do mesmo
mez.
Dito-Ao mesmo Exm. Presidente pedindo
para expedir as suas ordens para que o Com-
ni Hilante do Vapor S. Salvador venlia rece-
ber na Therouraria das 10 oras at as a da
tarde do lia seguinte um caxote com No-
las de i os' rs. que se remettem ao Thezou-
ro Publico Nacional.
Dito-Ao Inspector da Thezouraria da Pro-
vincia das Alagoas com aconta COfrente com
a misma Thezouraria mostrando o saldo a
favor della de 1 755,745.
Dito-Ao Inspector d'AIfandega para envi-
aecusando recebido o seuoficio de 31 do cor- reo* toda a brevidade huma nota do quanto
rente e aulborisando o a rccolher-se Ca- se arrecadou pela mesina A Ifandega do m-
pital, deroiveudo ornando do restante das posto de ii i| por cenlo de bebidas espritu-
Fnrcas reunidas na Comarca do Limoeiro ao osas no ntervallo de 9 de Desembro de 18.I9
Commandante Geral Pedro Alcxandrino de al odeJuni.o do correle anuo em que tra despeza permanente que nos costara todos
o mesmo reodmento fui applicado oeste Pro- os anuos a Cymmissao liquidataru que aca-
ba de ser reforjada com os brilhantes talentos
Meza do Con- de um dos fithos do Sr. Bomlim que para
velia. RectFo de Agosto de 8'|0. Joze Af-
fonsoGuedes Alcanforado, Escrivo o es-
crivi.
Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
TZ____LL'.' 'i 11 11' -r^ I *
Noticias jEstrangeiras
PORTUGAL.
Resultado da misso do vlarcchal Saldauha a
Londres.
Est concluida a misso do Sr. Mrquez de
Saldan!!'1 segundo desde Londres somos in-
formados por via segura e est concluida ,
como era de esperar, e segundo no nosso jor-
nal por vezes aulecipmos com desdouro Na-
cional e com gravissimo prejuizo da Fazenda
Publica ao diante appresentamos ao* nossos
leitores o resultado desta negociaco que aba-
lou montes e vales e nos custou de despezas
mais de cincuenta contos de res alem de ou-
liarros.
Dito-Ao mesmo, para faser recolher Ca-
pital o Capito Luiz de Queroz t'outinho e !
vieta ao rsgate do papel.
Dilo-Ao Administrador da
coem (lias alternados, e que o quantuativo dade que o mesmo bngue poder receben-; gado a pagar nos presos estipulados soberna
marcado para o seo transpone devia ser abo- | d as suas ordena para o embarque princi- mil quatrocentos e tr.nta e tres contos de rs ,
nado emvisla dos attestados, que deviop.s- piar no dia Seguate pela manh as lan dos quaes duzentos e tantos contos de res ou
sar os respectivos Commandantes daquellas chas, que fonal fo mecidas pelo Inspector Lb. 47.a74io,,l sao de juros como se e
Fdrt;6cacoens do Arsenal da AJariuha facilitando para este no resumo ao dianlc. Lis aqu o que o nosso
Do-Aos Prefeitos das Comarcas de Santo '> os srvenles nocessarlos. hbil ministerio conseguiode seus amos, e eis
Aniao e Limoeiro sobre objeclos do servi-
co Militar.
Uilu-Ao mesmo p
sua nlelligencia ler-
parlecipando-lhe para para que servio a Embaixada Asitica que se
-se olficiado na mesma mandou a Londres 1 Pagar, submetler, ajoe-
Dao-Ao Major Commandante do Esqua-idata a Francisco' .Mamede de Almeida para lhar e agradecer Ferve a indignaco ao ver
os nossos drodeCavalla.ia n. 4. acusando recebido \*>m a maior brevidade por a sua disposico tanta objeccao, tanta incuria, Unto desprezo
o seo oflicio desta data, e providenciando a- o Armazem grande da Fazenda NmmhmI, de- por esta infeliz iNacao, que nao mereceu a
cerca de seo ecuteudo I nominado m sal, junio ao Arco do liom Je- seus dirigentes urna so consideraba > para a dei-
lito-Ao Capito Commandante interinoU, a fia. de'haver mais lugar onde xar sobrecarregar com novos encargos, obri-
do3. Balalhod'Arlilberia dislasendo o en- ;sc recolha o Pao brasil e se augmente o ex- gando-a ao accrescimo de despeza nos annos
gano que havia na relaco das Pracas Ex- pedienie das marcas como he neCessari 1 de mais de t reren los contos de
pedicionarias ao Maranbo quedeixaro Dito-A Francisco ^Mamede de Al..'.da a reis annuaes, seudoo saldo de 5oo contos que
consigneoens a suls familias nesta Capital, a repello do objecto de que Irada o ivvc- deve ser pago nos anuos de 4di, 44 e 45. Isto
arerca do Procurador do soldado Malbias denle oliicio. por ora, porque em breve a Lom.nissao liqui-
Tbomaz. Dito-Ao Inspector do Arsenal da Mariniui j dar mais reclamacoes que virao augmentar
Portaria-Ao Commandante interino do 3. I1 txpedir assuas ordens para se lo: er os encargos com que nao pederemos,
IJatalbo il'Ariilhera mundando em exe- "> Administrador da Meza do Consulado as por lim a bancarota para os Nacioiu
ios,
ein orar e renovar
na
1, se occu peni
i: moriada'familia, oque ella ouvio do Pas-
ior ? Ao ntiario, isto o que os Pastles
deselle e recommendo
ilrzendoS. Agoslibo ;
que os pas faco ,
A nos peitence f.ll-
vs na Igrej e vos obrar de maneira
1:0 interior uas vossas casas quepossvis dar
< .-uta dos que ves sao subordinados **H4)
i*ara que precisamos enlo dos iViethodislas :'
'ara iiosensiuareo orar para nos niora-
nsareai i' Foi o mesmo Dos meus filhos ,
i'r.eoo nos ensinou orar, e este magisterio
i.lie o (onfiou com tudo o que neessario
>,ra a lonuacu da Igreja aquelles
. i.em d;sse, que ensinassem a todas as JNa-
f es uiandauda-as guardar tudo quaulo l.l-
.: Ibes iiovia dito ; eemquanlo a mora-
.xlade, lugi ,. iugi da que \os pode dar a
. vrtsa pue conieca | elo oiguliio, consti-
ee-se pea desobeuieneia, progride e per-
e trazer
aes, que
cuca ao despacho da Presidencia de 24 do
frrenle, dur baixa ao soldado Felis Pereira
do Nascimenlo filho da Viuva Rila Galia-
na dos Santos | por ser illegalmeute recru-
ladOt
lanchas
que
lorem niecizas
pan
a o eiaar-
'.ide fuiWP-W pfla
contumacia,
^ Continua. )
(1 ti) O qne aqu di/emosdo Mttliodisnio
111 que 1 espala hislla colliiu ue
r. Giif/i'", Biflor, des sect. religieus.,
como bls-
iom. l\ itlap, 1 1
1.1 Uluiicconveinc nao ser elle ,
aiir ,
Irr -
inlcnsu a sella.
acompannarfio o y\*i/.o (xpeduio pela Secre-
lariit de halado dos iSegocios da Easenda a
respeilo da pialica seguida n'Allandega des
la lidade quando uC'nf ie ser impugnada
(i*) Oueliiodoad nosjerlinel in Ecelesia alguaia merti.(ioria i*rauceza levada a des-
|i uiadvn Mcauvos pertiiMl-in dou-ibua I pacliu per Factura. ?
.*t,e .-,<: < ln .mi alu-.'ca. itddotls toj Dilo-Ao mesmo Exm. Presidente ponde-
. qui voLi JiU ( In l'sal OO' | rundo que seudo do interior desia Provincia
THF.SOURAHIA DA FASENDA.
Expediente do dia 18 do p, p,
Oflicio-Ao Exm. Presidente da Provincia
arompanhando huma 1 elra de G4-7 10 re's m**uia l'oiUna juna,
a i5 d|p do saque de M. Lalmoul & Comp,
sohre Caima Aslley & Comp. a lavor do
I hezoureiro do .Monte Pi dos Servidores do
Estado, importancia do que exislia no Cofre
desla Provincia em . do das contribuices ariecadadas aleo mes-
mo dia para se dignar envial-a a respectiva
Directora.
Dito-A Joaquim Joze de Faria Neves ac-
ensando recebido o sen oificio em que parle-
cipo achar-se em virtude da Portara do
(ue de ooo luiulaes de Pao Brasil, ou da
quantidadt que o lirigue liiglez Cliase po-
der receber.
Portana-Ao Thezoureiro dos ordenados
para pagar a lUanoel Figueira de Fai la a
(jiiaiuia de ms' rs. impodaucia da impresso
ue do exenpUies da Le do oreamenlo do cr-
lenle anuo baancetro constante da cunta a
i m 1 rsas c par i ie oeis
por
para Estrangeiros la eslo as solidas hypothe
cas dos curtos recursos que ainda resiavam !
rso meio de todo este tropel de corsas, parece
(ue o Goveruo fez mo baixa ein 000 mil trun-
cos que a branca pagou de juros de indemni-
sayao pelas pedas quesoll'reuo nosso commei-
cocom o illegal aprezamenlo de navios Por-
tuguezes feilo pelo Almirante Lallemand, e
diem qu com esta somma que querem pa-
gar a pi imeira preslaco de Junlio; bem hajam
cllcs assim preparum o Ualtalno de mandar
ou Pecas. O estado das Reclamacoes
Lxro, J'residente da Provincia exercendo
i:iU-1 inanienie o lugar de Director do Arsenal
(ieGuena.
dem do dia 20.
Otbcio-Ao Exm. Presidente da Provincia
iiilorraando sobre o objeclo das copias, que
O Arsenal de Guerra cen ara vellas de
sparmecele : quem perlender fornecer este ge-
nero eompareca nesta lleparlico pelas 1 1
horas do dia de a manh para liaclar do a-
jusle. Arsenal de Guerra 7 de Agosto de
1640.
Coelho Director*
EDITA L.
O Doulor Antonio Joaquim de Moraes e Sil-
va Juiz de Direito interino da a. Vara do
Crime na Comarca do Recife de Pernam-
buco.
Faz saber que tem de ser julgados na pr-
xima besso dos Jury que se abre no dia ai
do correte os seguale* Reos amaneados Felis
Manoel de Coulo Monteiro Luiz Antonio
Binicio Antonio Joze de Santa Auna An-
geio Cusilo de Seixas e sua mulber, Aua-
iiula Mana Joaquim .CbrUpiai Rene vides,
Antonio l'edio de Vienezes Eslevao dos San-
ios soures, Germano Porlo de Subotna,
Pintos,
como segu .
Reclamacoes do
Governo Rri-
tanhico, .
Juros t
Total.....
Lib, i6o,u/>8 S. 17 P, 10
ia,o7i 1 O* 4
Lb i73,o.io 16 2
Reclamacoes particulares. ,
s Principal .Juros
Lord BeresfordLb. 78,479 17 3 i8,85o 4 o
Weliingtun . 17,88; 8 a,48 "4
Mr. Andrews 5oo 0 0 > >t >'
glan.ler. . |,38J 8 3o3 68
L^olile .... 80a 0 0 doo 10 0
Uoyle & As-
liourlli. . 10 000 0 0 3,700 0 0
Sir J. Doy le . 3,8t>J la 11 1,090 63
1 ia,8i5 3 6 27,533 43
Total Lib. 140,348 7 9
ILEGIVEL
<


A

tlTi ..............
*.
^B. Juros .13,071 18 4
07,533 4 3
Total Lb. 3o,,5u5 a 7
Fogamento 00 Govcrno >
1-de.Tunliode iR4o Lib. B.'i 9 4
ideJunhode i4......aH,838 9 \
a-deJunhode i84'.....a8,8j8 y 4
l'deJunhode t43.....i$MS 9 4
j-deJunhode'i&4-4.....98.6 58 9 4
i.deJunhode 1845.....af.828 9 4
Somma Lib. i7d,o3o ib o
MARIO DE PERNAMBUCO*
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Resumo.
Divida originaria.
AoGoverno.......L. 160,958 I7 10
A particulares. ..... 112,815 3 t
Total L. 273,77 \ 1 4
Juros.
Ao Governo. ....... 12,071 18 4
A particulares...... 35,20a 11 9
*
Total dos juros 47^74 10 1
Suspendemos aqu a penna; que mal po-
demos proseguir entregando o exame desta
transaeco a esses poucos honrados Senadores
e Deputados que na actual Representaco a-
bastardada, anda conservad peito e sent-
mentos Portuguez.es. Oxal que elles no de-
sempenho de seus deveres pecam a esses
mandoes que por infelieidade nossa inda
nos govern&m, eslreitas coritas de sua admi-
nistraco e por um voto de unnime repro-
vaco f Ihes tirem das niaosinhabeis essas pa-
stas que aberlas por elles to fataes teui sido
para Portugal como a eaixa de Pandora se
diz lora para este mundo de iniquidades onde
o inao lado nos lancen !
(l)o Nacional de Lisboa.)
l>orj'cspoiidtticia
m 1 1 ... -. -- .i,. ,. '
Srs. Redactores.
I?em ; meu pezar deixo de responder a todos
os argumentos do -Z-digno correspondente
do seo l.'iario n. 168 ; pois tantos e to elabo-
rados sao elles que relutal-os singularmente
nao cabe nos estreitos limites d'huma pequea
correspondencia. Far-me-hei porem cargo
de sustentar o que avaucei na miulia ante-
rior ; e talvez consiga mostrar se a esperan-
. oedio illude que justas e acertadas fo-
1 is liumildes reflexes que Ibes commu-
cerca do sermo do Rm. Fre Capris-
.ezar mesmo de haveiem incorrido na
'. vaco do erudito Z -
oro se esse respeitavel Religioso be o
rn stimaveldosoradoies da Cidade assiru
como se a frequencia coiu que se mostra i,a ;
tribuna atiesta a sua preconizada eloquencia ,
e a illustrago eapurado gosto de quera o con-]
vida a pie.jar. Sei apenas que nao Uve anda
a salislacodeouvilo, como confessei e nao
posto i lien quero por este motivo alera de
oulrosjulgar do seu mrito lilierano.
Dispensado desta arle de contestar a tal res-
piito o erudito Z direi quanlo siuto sbreos
dtmais tpicos da sua beiu redigida carta. INo
ioi to mal applicadu ao nosso caso como pa-
recto ao Sr. Z a disposi<,o do arl. '67 do Co- ;
digo do Processo Criminal. Do alto do pul- ,
pito proferem-se tambero injuriad, e calum-
niasrerhaes ; os eclesisticos n'elleS esto sem
duvida sujeitos nao obstante n santidad? de
de seu ministerio a saneco ppnal da fei
que defini essos delictos e estaheleceo as pe-
nas correspomlentes ; e injusta fora ella se
puniste o c'ulado que apaixnnado ataca a re- !
putaco do outro e autborizasse o Clerio a
incbuvalbar a Vaco, as pessoas dos seos
dignos repintantes na propria morada de
Christo e perante grande numero de fiis.
Saria tirana
Si non fosse pertuti.
Ninguem excepto o Poder Legislativo es-
t competentemente armado contra as corpo-
races religiosas ; 514 he, gruta entre nos da
facuidade legal de abol-las qnando entender
conveniente aos intereses da IVaco ; e tendo
elle por vezes usado dessa importante atribu-
cao be manifest que outro alvo nao encara-
va o Rm. Prcgador qnando fallou dos falsos
patriotas armados contra as corporaces reli-
giosas e que s lem a mira nos hens terres-
tres que d; a patria como dissera Vms.
no seu estimavel Diario.
Ora compelindo ao Promotor Publico por
bem do art citado denunciar as calumnias e
injurias feitas Regencia e a Assemblea Ge-
ral he inconlestavel o direito que tem de
responsabilisar o Rm Caprstano perante a
Justina do paiz ; embora allegue o erudito-
Z que depois da abdicaco o primeiro Im-
perador do Brasil triste e taciturno 30Oreo ,
apezr do respeito devido a seo augusto Fillio,
como o Leao avelbentado da Fbula os cotices
alrontosos de quania alimaria havia por c.
Appello por tanto para os Jurisperitos da Pro-
vincia ; elles decid i n se be exacto oquea-
cabo de expender Vamos adiante. Oueren-
do mostrar a injustica do Rm Pre;ador citei
varios exemplns de Conventos exlinctos por
Mon.in lias iminentemenie reli;iosos que
onge de incorrerem por islo na indi:na.,o do
povo ou da Igreja fora abencoadus pelos
Papas e aplaudidos pela posteridade sempre
justarimparci.il. Mas o Ilustre correspon-
dente Z contesta a forca de taes eaenoploa pela
disparidade supposta das causas <|ue occasio-
nara a expul.-o dos Religiosos Francezes do
Maranbo e Pernambuco ; dos Jesutas do3
Dominios Portuguez.es : e a exlincco dos Mis-
sionarios Italianos da Penha ; duvidando dor
esta forma sem rasao do experimentado pa-
triotismo, e conhecida sabedoria dos Leg sla-
dores do Jm|>erio. Todavia creio firmemente ,
que a- utilidade publica suprema le dos Esta-
dos Ioi o nico regulador de tantas e to
uecessarias reformas ; c o erudito Z me baile
permittir essa couvieen em ao trabalbo de demon trar o meu erro Que
importa porem q ie os Capuchos da Pe ha se-
a como os Iba/ilriios Calnoli os Apostlicos
Romanos se o ronselho Geral desta Provin-
cia a que periuicerao inuilos dos seus caloro-
sos defensores actuaes propoz aexliucilo da
respectiva Assocayao religiosa ese o Poder
cnm|ieterile mandn realizar por huma lei r
Conlesla-lbe por ventura o Ilustrado Z. essa
altribuitao preciosa ? cita ao menos um ex-
emplo de Connnunidades estrangeiras estabe-
lecidas nos Estados Pontificios ou em qual-
quer dos oulros (ivilisados da Europa? pode
por ventura persuadir-nos que os Legisla-
dores Brasileiros se iltidissetn acerca dos ver-
dadeiros interesses da Nago 011 arrastrados
por paixes abominaveis sanecionassem actos
subversivos da Moral, e da Religio para
conquistaren) salisfaitos o epteto de Filoso-
fantes e adquir 1 em assim urna telebridade
desgracada enlie a gente ignorante do trasil ,
subremaneira ielgo*a e talvez mesmo lana-
tica ? .\o por ceno e de balde se afanara ,
si o teniasse por estar nimio atraz de nos o
seculo tenebroso em que os Frstralos ma-
quinara contentes, a propria ruina para v-
verem anda que detestados na memoria dos
virdouros. Sinto que o-Z-se forrasse a
discusso da juslcn e conveniencia da res-
tauraco do Convenio da Peuba talvez se
n'ella quizsse entrar coubecesse a verdadeira
causa de mudanca de cei los individuos qne
tendo outr ora votado contra o* bous religio-
sos que o povoa, moslra5-se boje seos ca-
lorosos partidarios sabe Doscom que vis-|
tas. O lempo porem que nao poupa segre-
do algum se encarregar de mostrar sea
Assemblea Provincial de Pernambuco. celebr j
pela lacildade com que lem invadido as atlri-
buices d'Asjemblea Geral aciiava-st* au-
tborisada para dispor de hum propiio jNacio-
nul [o mencionado Convenio] em favor de
deis estrangeiros e com grave prejuizo dos
innocentes c desvalidos exposlos que 11 el!e
se .icliav 16 acomodados.
Suurat-uque decus poslcrilis rependit.
A intolerunci cora que sao ouvidos o
conspicuos cidado que ouzau al^ar a vs
no mpio das Assembleas deliberativas eontri o
tartufismo que 'cada da eneontra novos ade-
ptos n'este pai/ deve-se alribui- semellnu-
ls resolucoens, quecomsi;:o levo os elemen-
tes da sua reforma em lempos mais bonanco-
sos po quem se atreve a censralos, ain-
da que llie subeje raz.oens tem necessaria-
meniente de ver seos nomes -ipso facto- re-
pelidos no dia seguinte as pracas no pelo,
e no pulpito mesmo a par dos afrontozos epi-
Ibetosde filosofante atbeo epseudo patri-
ota que al meja fundar o edificio monstruo-
zo da sua fortuna com os deslrocos da propria
patria.
Qui 11'estime pas coln ne pente aimer le ro,
Et n'a selon cotin ni Dien ni fo ni Ioi.
Nao he tenco minba tratar dos Reveren-
dos Congregados da Madre de Dos, cuja res-
ta tiraoao talvez. me surprebendesse menos que
os Capuchos italianos da Penha. Todavia
confesso ingenuamente ao erudito Z que
nao admiro que as leis que abolirao essas cor-
porcoes religiosas fossem redigidas com sim-
plicidadedo Acto addicional, pois tendo sem-
pre os Legalistas do Brasil dispensado por
moda, imitando a Franca, nutras Nacas clas-
sieai no sistema representativo ou por serem
ni verdade imitis ou impossiveis de fazer
n'huma Assemblea numerosa onde os diver-
sos membros voto muitas ve/.es por motivos
differentes os estimados proemios que il-
lustravao e fixavao a intelligeuci 1 dos anti-
gos Alvans concebidos, e executados por hum
s Minis ro nao deviSo como desojara o eru-
dito Z fazer huma exopco degrdame por
seos nobres autores a favor dos .Mani;repos ,
e Barbadinbos.
" Fonct cbange la raison change aussi de
(methode
Ecrits hbillinents : trut est mode.
Era por tanto credora de mais jusla cauta a
delicada pena do erudito Z qne para descul-
par o criminoso excesso do llvm Caprstano
sacrificou as regras da boa bermineulica iai-
[ireslando novo sentido as sihs palavras ,
repetidrts no Diario econservadas anda na
memoria dos nnmerosos ouvntes. O Rvm
Orador excedeo-se sem duvida da tribuna
eclesistica levado do pnico terror que outr'
ora o possuio de ver hum dia o raio exier-
minadora hatero solido cruzeiro de S. Frair-
cisco fo demasiado injusto e encarou o as-
sumpto pelo prisma falal da prevenco como
os stericos, a cuja vista segundo Lucrec io 5
todos os olijeclos sao auiarelos.
Lurida fiunt quocumque tuentur
Arqali.
Tenb o respondido ao erudito Z cajo la-
lenlo dsselinto assas reconbece e admira o
A.
Snrs Redactores.
A nica consol 1530 dos tristes be chorar e
dos Opi imidos lamentar equeixar.se !l
Estes sentimentos sao tan naturaes, que nao
podeio |a mais ser notados por alguam. Ai !
ai de mim desgracado que me vejo sem o
pao, e sem mcios de o ganh*r p no funde
minha vida A nossa Assemblea Provin-
cial sem aliento minliatriste e cansada
velbice ; sem atenco digo os meus ser-
vicos de 36 anuos prestados a Dos e ao Esta-
do, feixando os lhos a cauza Urgenlissima
publica e notoria que me coagio auzen-
tar-me nvoluntaiiamente de minha Igreja ,
cauza esta ai." de duas, que cannicamen-
te dispenso a rezidencia dos Parochos que
por o fiquem elles inhibidos de seus Diret-
tos achou em sua sabedoria que devia ar-
rancar-me da Loca a quelle pao com que o
mesmo Estado me alimentava nos meus lti-
mos dias !!!...
Ai ai ai de mira desgracado que me
vejo oprimido perseguido e atropelado pe-
la mesma Igieja a cujos servicos tenlra de-
dicado com honra e diguidade toda a minha
roocidade .' o Bmo Delegado de S. Exc.
Hma. por esta mesma auzencia de minha 1-
ereja, a pezar mesmo de ser coacta, por lem-
po indeterminado e permitida por S Exc.
Rm a. achou tambem era sua sabedoria. que
podia liviemenle despojar-rae da posse de
meus Direitos impugnando minbas nomea-
eOes dos Serventuariosde minha Igreja des-
pachando oulros de seo arbitrio sem iuler-
venso minha e sem que eu o menos fosse
ouvtdo, e finalmente ajuslaudo com o Padre
Jozc Lua Pereira de Queirz o 1. de seus
nomeados para a regencia de minha Igreja, e
recebeudo d elle os meus Dueilos Paroqui-
aes se be verdade., | como devojulgir da
probidade dos liomehs deben] o que se
contera em luima < orla que se acha em meo
poder do Tenents Coronel Jozc Pedrv Ve-
Idzo, Snr. dnEngenho dis Lages []
Ai ai ai de mi 11 miii que nunca des-
graeado qu? depois de liumi senlenea da
RelUcftodesta Provincia cantra hum tal pro-
cedimanto proferida por votos unnimes de
cinco Dezembarguhfes sapientissimos refe-
rindo-se a Resposta do Ilhn Dezembargad.n-
Procurador da Cori, a Fazendi toda fun-
dada em Direito esperando do meu Evm.
Prelado o remedio de meus males fazen I
cumprirhuma to fusta senlenea, com a som-
bro e espanto o vejoagora iuterpor a Revis-
ta dessa mesma Senlenea pelo Supremo Tri-
bunal da fustica quem lal imaginaria !
Sim Snrs- Redactores o Homeni Esco-
Ihido o ungido do Senhor Sacerdote >I 13-
no que abeus 1 o seu Povo e tem em sua
Mo o Thezouro das Gracas o Successor
dos Apostlos, e Supremo Pastor de hum Re-
liando menso he o mesmo que deseen lo de
sua Alia Uiguidade se aprezenta por su 1
Procuraco perante hum Tribunal de Justi -
cas, reijuereudoa Revista de huma lal Sen-
lenca e pertendendo assim suspender a su i
Execuco sustentar injustas Uzuspac''S da
seu Delatado prolongir a Li le u por o
Sello a minha desgrana Ol Dos de
mizericordias miserere mei e Silicios, e
Snelas da Corte do Co rale pro me mi-
sero ai ai < parece que j vejocair so-
bra mim montes e vales miseremiui mei,
nuseremini raei sallem vos amici mei !
Mas que tenho dicto eu ? A que delirios
me tem levado a vehemencia da dor e opres-
so Esse Egregio Tribunal nao hcaqnelle.
mesmo, que. ilzem os nossos Deputados Ge-
raes ser composlo de Ministros sapientissimos,
Integerrimos, Probos e Honrados peanle
los quaes desapparecem os empenhos, e mesuio,
1 a mais leve influencia de gentes poderosas?
Que tenho eu pois mais a temer, do que a
i lome e a triste necessidide de mendigar o pao
smente pelo lempo que decorrer esta Li Je ?
Esta lembranca do que se diz geralmente
desse Egregio Tribunal deo-me ajora al-
gum lenitivo, etichendo-me deespetungas ;
mas Srs, Redactores para que taes injusti-
cas e opressoes seja levadas ao conliecimen-
1 to dos llomens Justos e Humanos e nao fi-
1 quero envolvidas na obscuridade dos tempos ;
eu Ibes peco que se diguem ouserir em um
de seus Diarios eslas litilias entreiacadas de
1 seiilidissimos ais nasudos do intimo de hu:n
(Joraco aflicto e consternado pela vivissiui 1
dor (ue o traspassi e que tal vez me obri-
gue a continuar com estes raesraos ais con-
iui me me forera traclauJo. E por esta merco
llies ser cada vez. mais obrig ido quera bu
com respeito e alta coiisideraco
De Vossas i\Is.
Muito attento ven. e servo obrigoi.
c" J0S0 Cavalcauti de ti'buipierquu
Vigailo do Cabo.
LOTERA DA BOA-VISTA.
O Thezouriro da Lotera a favor das obras
da Matriz da Boa-Vista principia a pagar os
billietes premiados da a. parle da 4 Lt boje ,
no Consi!,lor' da mesma Malriz das 9 ni -
ras da n.anha a urna da' larde o continua us
se-' uinte-p das que nao forera santicados.
SOCIEOADE NATLENSE.
O primeiro Secretario convida aos Ilustres
Socios para Sesso extraordinaria boje (S) as
seis horas da larde impreterivelrnenle na
oasa alraz da Bibeira de S. Antonio perten-
ceute ao Sr. Cardeal.
Avisos Diversos
tiy Precisa se de um sobrado : annuncie.
(1) A dias temos em nosso poder, para
ser publicada, esla correspondencia, que,
por conler al falsidades contra o Rm. Dele-
gado deS Ex. Rma. fizemos exforcos para
nao dar a o prelo ; mas como fomos instados a
islo, o lazemosbem a nosso pezar, entregan-
do ao criterio de nossos Leitores ojulgardo
mrito de similhaute escripto vista da illa
bada conducta do Rm Delegado e di confis-
so ingenua do Rd. Jos Luiz que confesa
ter-se ficado tom o diminuto rendimento da
freguezia que muilo mal llie ebegava par*
sua sustenlaco e que confessa nao ter dito
ao Sr. doEngenho das Lages, que o Un.
Delegado receber del le os Dircitos paroebi-
aes.como falsamente se diz. na correspondencia.
A loica da verdade e o acalamenlo quu
devemos prestar virtude nos arranca esta
nola ; pois era quaulo outras circunslaucias,
de que est salpicada esla corwpondencia
de esperar que o Rm. Delegada (ou alguem
por elle)lac* verao PuHIum que as causas
se tem passdo pm df unto modo em abono
dcsui Eve. Ru. e do uicioio Bol. relatlo.


RIO DK
P R R N A M R V C O
33Tssrra
^* Precisa-Fcde un pUMtt* de da-
de tle ha 18 anuo? que saiba 1er. escrever.
e contar para r-nsinar meninos no serlao ;j
quem estiver m-stas circunstancias dirija-se a |
ruado I.ivramento D. .3 no lerceiro andar ,
al o dia 10 do eorrcnte.
xsr D-se dinheiroa premio sohrepinho-
resdeonro e prata ; na ra do Rangel D.
18 no primeiro andar.
^ FT A pcsso que tiver arhado um anel de
nuro que tem aherto por dentro o letreiro
segninie B. B. P. de Mezquita Agostode i4
sendo queira restituir dirija-se ao hero largo
luja de ourives de Miguel \rcanjo de Figuei-
do". que recrber o achado.
t27* Precisa-se de bo.ooo a premio de a
hespanhol arribado a este porto ,
gem da China para Santander.
na suavia-
Compras
C3- F-scravos de ambos os sexos como -
Helo ou sem elles ; na ra da senzalla velha a modo ; na ra da cadea velha U. 2.
reita para miudezas ou fa/endas ; as 5 pon-
tas D. '3 onde tem lampio
p* xsr Um par d brincos de brilbantes e
um relogio de ouro de sabonete 5 no atterro
da Boa vista loa D. 16.
SST Miiheirosde abanos por preco com-
ful lar com Manoel Francisco Ponles-
<3~ Urna prela de idade de 2o a 3o nnos .
que saiba lavar engommar. e eozinh ar, que
nao lenba vicios ; na ra estreita do Rozarlo
I). 4 onde mora o Sr. Antonio Joaquim de
Mello Pacheco no primeiro andar.
E3- Piala velha j na ra Direila D. 29 se
dir.
tsy Um escravo perito forneiro ; as 1
ZsT Precisa-se de ,0.00o a premio ac. Us lo;a de fazendas [j ,,.
por cento ao mez para so pagar ;n lilo ,, ^ ma ^^^ moca wjb, en{;(im_
edaiido-sc para segurnca um pinlior de ou- mar com perfeico e que lenba bonS costu-
ro ; quem quiser dar annunoie. mes e cscravus de ia ?o aunos paga-se
CST Precsa-se lugar urna ama de lerte, a rua de aguas verdes De-
Corra ou captiva ; na ra do trapiche novo ^ma 38^*
n 3. ^MT Urna Colleco de lcis extravagantes ;
tST A abaixo assignada mulber de Bernar- ^^ Typofiranat
dinho Antonio Vieira, proprietaiio do en-
ginho Fcrreccza Caz cerlo ao publico que
'lia se relirou desla praca para sen engenbo
rara viver em companbia de SOUS filhos me-
nos aillicta do que vivia pela continuad 1 per-
Vendas
l|,-
* xzr Colleco de historia ancdotas vola
UpU ,Hl mes Vgensde Ailina 4 y., Joannha ou
uicode su asignatura para venda do ^ tadgenero8l, 2 v Cartas Amorosas
mineante lara woa narre., ^7 toriade Hvpolito conde de l)u,;l -, -
falcidade das divida ; pon be imposs.vel que ^^ ^ v*mn em portuguez a v Eosaio
um bomem que nada tinha nada devia e ^ E|0 uenc|t v na praca da Indi-pen-
que na-o negocia deva tanto em lo pouco tem- ^^ ', ^ ^^ r ., ^
po pois inda na-o fazem tres mezes que leve ^ Cau|e||asf|a Sociedade Fortuna Tr-
icare seu infeliz casamento.- Auna Joa- ^^ da Lotera po Theatro J'ublico gn-
quma Arcin. nhando a vicsima parte dos premios, cabendo
&S Da-e 600,000 apremio de dons por ;1 S(Ml(! (lo/; 000 r,is t!,St!tUos mil ms, a
cont aomezsobrep.nbore.de ouro, ou hy- de /5o nest Tipogrfica', na praca
pr.ibcca em casa : quem quiser aimuncie sua In(,PIlflIllIlMI(.a n ,0J. a rua |ara do
inorada.
Avisos Mar i irnos.
da Independencia n -to e na rua larga o
Rozarip loja de miudezas D. 7, e na rua do
Cllegio I a de relojoeiro
-;- Urna canoa de amarelb com 4o pal- 6? > u i:uar . 1 1 n.rim i\nr oitomop rnm m'ii renarlimeu-
tsy Saquinbos .pequeos com arroz bran-
co a 1600 a arroba pilulasda Camilia 60 rs.
cada urna essencia de anz a 6 Jo a onca ,
superior cha isson e perola muito em conta ,
vinbodo porto engarrafido dito de Lisboa ,
sevada e sevadinba de Cranca farinba do
Maraubao chocolate tabaco simonte al-
fjuilaiesde gomos. grandes da Rabia, e outros
muitos gneros de superior quabdade e por
nreeo commodo ; no pateo Decima :'(.
K5^ Urna escrava de bonita figura Caz
todo o ser vico de urna casa; ncUa Typogra-
fiasedira.
tS^ Urna escrava de nacao de idade de >)
annos cozinha o diaiio de urna casa e lie
boa quitandeira ; na rua do azeite do peixe
no segundo andar conCronte a padaria do Snr.
Manoel Ignacio.
Z2^ Superiores charutos de diversas qua-
lidades; na rua do Cabug loja do Bandeira.
s^~ Um terreno rom mais de .too pannos
de Cundo e 3o de largo com l5o ditos ja
alterrados na rua de S. Amaro em Cora de
portas ; nesla Typografia se dir.I.
%ry Taboadode pinho de difTerenTes lar-
guras e grossura americano, dito da Sue-
cia de 1 a 3 polegadas de grossura dito de
Corro de meia polegada a i\\ de grossura
proprio para Cnndos de barricas tudo de
superior q na I idade e per preco commodo ;
no Corle do mallos armazem do Vianna.
S3" Supenor cha isson e perola as li-
bras ; na rua da Cruz loja de louca o. 4o.
i3T Urna negrinba de idade i5 annos de
nacao cose engomma e cozinha o diario
de urna casa ; no atterro da Boa vista padaria
Decima 4o
Ky Urna negra, um moleque e urna ne-
PARA O ARACATY o Briguc Escuna
Aracaty ,.de que be MtMre e paalico Jo.o
Antonio da Silva sabir at o dia 2.0 do cor-
rente por ter a bordo a maior parte de seu
arregaaciito ; quem quiscr car regar ou ir
de passagem para o '|ue tem bons comroodos
ditija-se ao dito lestre a bordo t ou a .seu
tendo duas canas lusloru Universal poi .. ,
Bossuet, \longalvy, Anaijse do cdigo de ^ Crespo loja que faz quma para a rua do
cotnmercio Crovat, geografii c prosas se- *vue,fU*"i0,
lecas; noaUerroda Boa %U lo, a D .6- ,. ^ bma casa terrea de pedra e cal com
tsr ma carroca arriada para callos por 6qarU ^ duas aallas, quintal murado, sita
,, < .1. no melhor local do poco da panella ; a tratar
preco muito commodo ; no m!io que loi uo 1 1 r '
i," -i r > ,1 ., 1 .1.. /",___* ;.. .,,. na pracinha do Livramento 11. 20.
lalJeciJo Jos hernardo da (jama unto ao r ; 9 ,
c 1 1 ____1__,\ .: 1 \i .,m S^" Duas relas urna co/inha o diario uc
sitio do Sr. i;e/.emban;ador a aciel Monteiro r
1 u urna casa. retina assuca* lava bem de sa-
consignatario Antonio Joaqu.m de Souza Ri- ^^ cm harrh e arTob,% e m3n. boe varrella cose, e engomma liso eou-
be\[^Y^\(\\t!n?rin -:,m teiga para tempeiro i no armazeu de Antonio ^ tem alguas principios de arraojo de casa
PARA O MARANHA0 .. :ue v agem a.e o ^^f ^ ^^ e ptima p.ra agricultura por ser bastante
odiando crrente o bem coi uecido Bngue Vinho da raaieira engarrafado o qual corpojeot. 5 nairua estrena do Rozar.o D. .
Escuna Laura, de primeiromarcha e com fo do leve 0 Sr< Gonc,su(!t! OUveira e o pr.n^ro andar.
commodosparapassageinjs, a.nua recebe ai- ^ l ^j ,,, dii rua ve_ ; OT Urna rebeca nova com boas vozes in-
mima carga, es prelendentes dirijao-se ao > ; da nao servio por oilo mil rs. no paleo da
Capito ou a Firmino Jos Felis da Roza na .' T1* 1 1 ._.._ ribeira D. 5,
" &^f Urna venda em hom lugar ; a tratar r. .
rua da moeda n. .41. i_. ,. ., j.r. ,1. e l,.;.. .1. -j" Uma venda muito bem a Iroguezada
^ no porto das canoas delionlc da labnca do ," ..
------------------- Qi|t, k--------------------- Sur. Mezquita. P^' lefr" c S"*"?"0*" P?ra ^i '
_______f e i I d O ^. rja ,.la,,,. iJade de 3o !U1I10S por com fundos a vontode do comprador Uron-
.--------,_---------------------------------1--------------------- i i ,', le da nbena ua lioa visl/i U. ao : a tralar na
Qr ^ \i 1 -..imrti Rr r-,n. 20,000, loa co/iidieua c lavadeira urna '
ue la/.em Me. Lalmonl c Cnmpa- '.,.,,, mesnia
n .1,. rv....,!^.. ni;. ;.i nc;;iuiba de idade de 12 annos ptima para; ...
ii 11a por nlervencao do Conetor Ulntua 1 ; ggp- rjra escravo de nacao bcnguella de
* .. 1 1 tur 1 iliir.nl.I um uPiTl (IP 1:1.ule seda e de pelica para homem e senhora, meia
de seda prelascj brancas, chapeos pretos dl
ultima moda pora bomem ditos de so
para bomem e sonhora bicos largos e estrel-
lo* de linho botins e mei os ditos de becerro,
sapatos de hezerro, e marroquim, ditos de to-
das as qualidades para senhora e mininas e
outras militas canquilherias Crancezas ; na se-
gunda cgaoeos brancas e pretor para meninos,
m completo sortimenlo de calcado de todas
as qualidades < para bomem senhora me-
ninos e meninas. .
S2T ma escrava de naco, de idade da
ao annos de bonita figura engomma, cose,
cozinha o diario de urna casa e Caz vanas
qualidades de doces ; na rua direila D. 20
lado do Livramento.
tsr sutenciliosde um armazem de as-
Bucar em bom estado por preco commodo ;
na rua da Madre de Dos armazem de couros
de Jenuino Jos Ta vares.
. szr PoUssa da Russia nova em barriz
pequeos por preco commodo ; na rua da
Cruz casi de N. O. iieber D. 63._______m
scraV>s Fgidos
n lia por nlervencao uo v.onc-ior i_intua o Q
de u perfeito sortimenlo oe facerlas ngie- m9^fmW*^^llSSu\tod* de .6 anuos, muilo robusto", e urna
zasdeprompta extrocio ; terca (p. .0 doN "** d' *JZ Z ^La *Z oegrinh.de nacao angola de idade de
corleas, o horas da, nanha em ponto, no | ^ l^JS^^T JiSlJ C anuos e de LouUa figura: na rua Direila
venda que loi de Jo e Lourenco D. io.
ir bilhetes da lotera do theatro
, armazem ma da es*. I Pr? commodo ; na rua de agoas verdes casa
ht O correlor Oliveira conlinuaa vender terrea u j.
eniTarlicular, 1.0 seo armasen, rua da W B.lbcles e me.OS ditos da loter do
C ' n i__ i' < voala* dos coaVp.-adores sedas lustrosas
para vestidos ditas >\c qusdrfhes, tlelas
encamados, e verdes, mosquete-iros do se-
da, pannos decanto, chales de paIba bor-
len
...idos, montas de louquim edejialbo, 1
eos de pinturas, toques finissiroos, e rtai5
inferiores ditos de xaro eais de marGm
para lbaro nii.\inbas de costura de vuro ,
netas, entinto* 1 e pratinhos de zaro,
.arros de pcrteilana boiw-cos da China ,
.{(Maros, bon*jas, c urna fiaua i-k.-. a
maior parte dtsl'. objeelo t<. de outra qualquer lotera; na loja de Mo-
lieses Jnior na quina da iua da coliegio jun-
to a o passo.
i-/- Uro escravo do genlio de angola, de
boa figura e seir vicio n Au;nsia casa do Fiscal do bairrode S. An-
tonio.
WST Um ogo de mallas de pregara doura-
1 ti
ia de medidas
o e de Colha uiua arroacao que oi de
venda palanca ternes de pesos de duas ar-
robas al qoarta, urna srmacSo na rua di-
na rua
do (^ueimado :>. li
taT Urna morada de casa de dous andares
e soto na rua da sei/..ill \ el lia 11. 6 em
ciios praprios a tratar com Joao-Vaz de
Otiveica ua rua da cadea do Recife quina da
rua da Madre de Dees.
. i-*" Na rua nova loja de Jos Tavares da
Gama e na a praca da Independencia D 37
por preco commodo seguinles ob.ectos ; na
primeiro chapeos de seda e de paihinha da
ultima moda para senbora as de setim la-
vrado e de gaica de lodas as cores, llores
(ara cabeca ditas para chapeos lavas de ,
XS^ Fusiono dia G do corrente uini prela
de nacao Baca de nome Domingas levou
vestido branco e outro de chita amarlo e
imi.no da costa, rosto redondo, nariz pe-
queo olbos pretos e afnmacados denles
alvos, tem sobre o peito direilo esta masca
-RX- cabeca pequea, ps grossos, tem
emum psignal de urna ferida orelhas pe-
quenas ; quem a pegar tove a rua da roda
casa D. 28.
ESr No dia odoconrente fugio um escra-
vo de nacao benguclla de nome Joo of-
ficial de pedreiro de idade de :o annos ,
bem parecido, e tocador de batujpe'; quemo
pegar leve a Joaquim Jos de Amorim que
recom pausar. ]
t^- N'o dia 3 do corrente fugio um escra-
vo de nome Jauuario de nacfio angola ,
muito ladino de idade de ao anuos cbeio
do corpo nao he muito alto tem a marca
ff] unida na p pireita, urna pequea sicatriz
ja feixada no peito do p diieito esle escravo
carregava lenba lodos os dias para a praca
junto'com outros parceiros ; quem o pegar
leve a Joo Vaz de Oliveira senhor do mesmo
escravo, que recompcnsir
%jj- o dia Tfj p p.'figio Com o taboleiro
da venda e flandres de leite do sitio do Roza-
rinho escravo de nome Joo de naio Congo ,
estatura regular cbeio do corpo, cor fulla
por ter lido Irialdade olbos muilo a Cu ma-
cados nariz grosso e ventas largas pouca
barba e esta na ponta do queixo, barrigudo,
tem um taco tirado na orelha direila, mos
meias tortas e fes largos. No dia 23 de
Abril do correnle fugio um mlecole de nome
jregorio, nieto ofhcial de pedreiro de ida-
de de 18 annos, secco do corpo cabeca com-
prida com urna coroa na cabeca de carregar
laboleiro de venda cara de macaco tem
um pedacode dente na trente quebrado, mos
seccas e compndas e com urna nodua escura
as palmas, pernai finas e ps compridos e
apalhetados e lorno/.elos grossos ; quem os
pegar leve ao dito sitio que sera gratificado.
&y No dia primeiro do crreme Cugio um
molatinho de idade de t3 a 14 anuos, o*si-
gnal mais evidente para ser conbecido he ter o
olbar torio, levou camisa de algodo e cal-
cas de listras enti aneadas sem etiapto; quem
o pegar leve a ruada Guia D. 13 uo primei-
ro andar, quesera recompensado.
K27* O abaixo assignado roga encarecida-
mente a todas as aulhoiidades policiaes e pes-
soas particulares de prenderem um moleque
de nome Benedicto creoulo de idade de
14 annos com urna perna meia torta e um
siena! de queimadura de Co,;o perlo do olho
esijuerdo e tem a lingoa meia perra Cugio
em Fevereiro p. p. *, quem o pegar leve em
Olinda no varador onde se pagar todo a des-
pesa. Joo Pe eir da Silva Guimares
POS-SCRIPTM.
Por carta particular de pessoa, que lie
disuade todo o crdito, em dacta de aa de
Jiibo, escripia do Maranhao consta que
urna Corea legal ; unida a oulra de 700 bo-
mens, quehavia marchado de Ganas, son
o commando do Mejor Itozerra hav batido
aosrebeUksem Pastos bous cauzando-lhes
m consde.avel prejuizo, de modo que, a.en
de mo.use feridos, Gtaro mawde i5o pri-
sioueiros,
RF.CIFB NATYP* DE M. F. Vk F, 18 u


.....
Siipplcinculo ao IMario de Pcrnaml. > N". I
Segunda feira 10 de Agosto de 1810.
AlORIDAft DF. S. M. I.
O mi. i). iT.ni'.O BKGUUDO.
Jlclaco dos nii-mornwis aconlrclincnlos de
ati o -2$ RTICOS D'OFFKIO.
KOMF.ACA DO SU. BERNARDO PEREIRA ni: VAS-
CoNCELLOS PAIA MINISTRO BO I.Ml'EltHl. '
lllm. e Exm. Sr. Connn nico a V. Ex
para o 'azcr prsenle cmara dos Ss. depu-
tados que o regente eni nome do impera-
dor por decreto da data de boje houve por
bem nomear-me ministro esecretario de esta-
do dos negocios do imperio.
Dos gHord aV Ex. Pago, em ? de
julli de i8jo- Pemardq Pereira de Vas-
concellos Sr. Antonio Joaquim Alvares du
Amaralt
ADIAMEHTO Di *Assr.MDM"A OEK1L LEGIS-
LATIVA
Ilim. c Exm Sr. De ordem do regente}
em nomedo imperador passo as mos de V
Ix para ser presente acamara des-'Srs. de-
putados, o decreto da .copia inclusa, pelo qual
houve por betn adiar i assemblea geral para o
du ao de uovembro do crrante anuo,
Dos guarde a. V.E*e. Pago, em aa de
julho de 1840. Bernardo Pereira de Vas-
concellos. Sr, Antonio Joaquim Alvares du
A niara I.
O regente em norr.e do imperador o
Sr. v. I'tdroll, lomando em consideraco a
exposicao que pelos ministros e secretarios
de estado das difcreiiles repurticoes, lite fui
feita oce ra do estado de pertorbaco en>
queacti iiln ti e cha ;, cmara dosdepula-
dost < Httendenil i .. ie u questo da muiori-
. M. 1 que i ella se agita, pela sita
gravidade, e pela alta posiccao e importancia
da bujusn pessoa que lie relativa aumente
>'' v< ser tral ida rom m idura n flexqe
tranquil I idade^r ha por bem usando da at-
tribui te Ihe coulere o artigo ioj 5*
da constituicJo da imperio adi ir a assemblea
il para odia ao de novemhro do correle
anno. l3ernardoPere1ra.de Vasconcelos, se-
nador do imperio ministro e secretario de
negocios do imperio, o tenhvassim
entendido e laca executar
Palacio do Rio de Janeiro, em >* de u Ihe,
de Si-, dcimo nono da indepen icncia e do
uo. Pedro de Araujo Lima. Bar-
nardo Pereira de Vasconcelos. Est eo'u-
t oro e : Ji ao i arnciro de Campes.
-----Senltor Tralaudo-se na enmara dos
depurados da lo melindrosa qua-nlo impor-
tante (ucslao da maioridade de V. M. I, e
nardo Pereira do Vasconcelos, senador do
imperio, o tertba assim entendido e faga ex-
ecular. Palacio do Rio de Janeiro, em }> d,.
julho de 1 -110. decimonono da indeneudeit-
eia e do impe io. ~ IVdro de Araujo Lima.
Bernardo 1'ereirtde Vasfenn cellos
dEMissao' D>sn bernardo per; 11; \ di-:
VAfC9WCELL04.
O regente, em nome do imperador o Sr
D. Pedro Ilj lia por be.ro conceder ao senador
liemardi) Pereira de Vasconcelos ademissao
que pedio do cargo de ministro e secretario de
estado dos negoi ios ibi imperio.
'"alacio do Rio de Janeiro, em do julho
de i8-Jo. dcimo nono da independencia e du
imperio. Pedro de Arajo Lima. Pau-
lino Jnsr Soares de Sonsa.
CMARA DOS SUS. DEBUTADOS.
sessao de aa be julho du '8j>.
Presidencia do Sr. Marcellmo de Unto.
Summarto Expediente. Ordem do di 1.
Adopto da urgencia do projecto de maio-
ridade. Di-cunio do projecto. --Adja-
mento (s ea'liaras
A's 10 horas da manh f'.i/.-se a chamada e
reunidos os Srs. deput.id >s imd numero legal
abre-se a esso l-se n ap irova-se a acta da
antecedente, [ordem do my.
Contina a discusso da urgencia requerida
pelo Sr. Andrada Machado para ser discutido
o sen proj'Cto -presentado Itontem declaran-
do tnaiorS ;M f. o Se Pedro
Nao ha vendo quem peca 11 palav 1 sobre a
urgencia ItejulgaJa discutida, e sendo pos-
la a votos lie approyada
O oropelo be ttlgado objeelo de delibera
cao e '. '.' em di cu > 1
O Sr Presidenl 1 is de Ion 1 paus 1
O Snr. Andrada Mchalo:-... fie umlsn i ,. pitriotUm 1 rl
. ..
traidor, be mu infame o actual ministerio .. jnoo I 1 '
-- IN o bi endo nui m
VOU
rra votos [nova nansa] O. -. que dio por
discutid 1 a m ile< ia qu .......
OSr Veiga Pessoa : Peco a vilavra.
O Se Presidente TeiU a p davra.
Os Sr Vciga Pessoa, Aulunes Carrea e
Barreto Pedroso expendem as raaoes porque
votaO contra o projecto
O S11 prime i 10 Secretario ( pelaord^-m ) le
o segu nte -.
Uutadecrelo nomeando ministra ftsecrett-
ini.i.-.:. > o Sr.
havendo as discussoes em lugar do carcter
aizudo, refleclido e prudente quelhesconvi-
nha, em atlenco ;i grayidadeda materia, to-
mado outro muito diverso, ebegando nao s a
pertuihar-se a ordem dentro da me3ma cma-
ra, mas tambem a promover-se a agitaclo no
|K>vo destaca pita 1 : julgams do nosso rigoro-
so dever submelter a consideraco de V vi, 1
a necessidade do huma medida que res la be
lecendo novamente a trnquillidade, pon ha
naquella tmara os espritus em estado de po-
derem con a necessaria ci umspecco e ma-
dureza, delibrare decidir sobre lo importan-
te materia. Esta medida; Sr., nao pode ser
outra senao oadiainento da assemblea geral
legislativa por aquelie lempo que m; julgar
restrictamente indispensavel para se conseguir
nijuelle lim nos pois o propomos ; allri con-
sideraco do V. Al 1 a lim deque se di,;ne
de resolver sobreest assumptu como em sua
sabedocia julgar-conveniente.
Rio de Janeiro, em j2 de julho de 18{->--
Le.nudo l'eroira de Vasconcelos Paulino
Jos Soares de Souza Ctetano alaria Lopes
Gama Jos Antonio da Silva VJaia Sal-
vador Jos iVlaciel Joaquim Jos Rodrigues
Toras. (
cohvocacaS d.\ assemblea peral le-
(gislativa,
lllm. o Exm. Sr. O recente, em nomo
do imperador o Sr; D.Pedro II, manda re-
ineller a \ l'.\. a inclusa copia do decreto
desla data pelo qual lia por bem convoca a
a eral legislativa [>ara odia a3 do
corren te a lim de que seja presente cmara
dos Srs. deputados.
Dos guarde a V. Ex, Paco, em. aa de Tu-
ihode ib'o. Bernardo Pereira de Vasconcelos*
Sr Antonio Joaquim Alvares do Amaral
-----Tendo sobrevindo ao decreto que adi-
OU a assemblea geral para o da 20 de novem-
rio o estado dos negocios
Bernardo Pereira mellos
Qulro decreto adiando u u^semblea geral
para o (lia 2o de novembro. (\ ido parte of-
ficial.j
( A esta leilura prorom[. calumnia traicao, goVernd conspirado, viva
a maiji id oh1 do imperador --eoutrjs min-
ios que parlern de lodos os lelos. O Sr. pre-
sidente procun ei vio manter a ordem.
Augmenta a con fuso e o tumulto. Vi u i tos
Srs. deputados [>edeai a palavra pela ordem.
Restaheleceo-se o silencio.)
O Sr. Alvares Machado f pea ordom e
com vehemencia J : Seiihores, desden da 7
havido para reunir os partidos lem sido a c-
mara dos deputados i eslrondosos e 1
apoiados muitos gritos de ordem e atten o,
os Srs. deputados dirigem-sa por -estos < pa-
lavras para os espectadores, afina de que'se
consrvelo tranqi tilos
O Sr. Marinlto : Ordem, nao justifique-
mos o governo.
O Sr. Alvares Machado: Ajjora, Sr.
presidente apparece hum adiamenio da t-
mara e em que circunstancias? Ojiando a
trnquillidade era a mais absoluta no pau
[ estrondosos apoiados ] ; (piando nenhuma
voz appareceu que perturbasse a ordem, appa-
rece o adiamcnio fundado ua caiuniosa aecusa-
caodeperturbacoes publicas; trata-sede adi-
ar a cmara: traia-se de fazer sahir para foro
'lucro que estas palavras fiquem (rava
como protesto .. e itrondosos apoiados, c >n -
tintino os vivas.)
OSnr Marlim Fruvi-c i ( en ix5 e diri-
ndo-se eom os bracos levanta los aos ptpecl 1-
s) Ordem, orlen, meus seuhores ;
oum que est-. acto sja revest 1 le lo la a si--
ie.:inida.|e, h preciso que trio se ja perturba-
do por urna si <.or. Os contemporneas o
Brasil ireteiro saltera'dar n calor que merece
'entelltaiitc acl 1 eslrond ts >-; apoi ido
S'S quando na cmara o desenlia hum
projecto relativo uo monar ha he nesta ot:
i io i'(> Gov. t -mi a medi la de adiar a 1 am 1-
ra : e toma-a-para que.1 Est rlaro q' porq'
n > iioer Mi.n irclia no lliroo 'iumero< >s e
i' 'i>eo I 1 .1.1 iados, rompem de novo os vivas
o orador implora silencio e atlenco |; he
porque d na 1 quer e seno quer a que a
1 elle entregue ? A Bernard 1 Pereira d 1
\ asconcello i l'iei n <; ivertto as n i >s de
i-eu maior iuiatigo, e acimarados I 11 lados
he o assassino da (a mi lia im erid se em
il comente ( estrond os ap i 1 los u gril is
de -^traic.i* traicao ) Sendo isto assim,
com pole vingar cata medida illega'J ?
''a. amos um protesto, saiba o mundo o
Per. ocorpo legislativo contra e>.i portara
esse decreto do governo adiando ascimaras !
OSr Oltoui : Fundad^ em calumnias
tita conliiso gritos deorden ontem .
parten de todo os lad is. |
OSnr. M'artint Francisco: En nao re-
ronhec'i semclbaute decreto; inda qnc jo-
verno use de nina altribuieo sua, ueste ca
11.
mi o carcter
lyim
i;i .1 1
pwhlia
que
ille al [estrond.ws apoi id >J Ilegal, purqu
I ca ara 1 iprovou a ui ;;cneia do proiecto d 1
II iiuri mmei uiadsj; iTleg il, por-
|ue a i i. em viriuda 'ia o m uiar< '.-. 1 ra ti ir de d 1 i. esl i\ 1 em
1 : mimar liados] ; illegil, por-
quo vai |.or em duvida i elev :o do [(opera-
dor ao thi 110, porgue val ; o em duvida a
monarchia|'.ipoialoj, porq ic va i como decla-
rar as inou ardtdS uu Europa (no o Braz.il,
que desde I int isaunos linha recenhecid > a dy-
u.iiiiailo Sur. U Padro i. ceno aquella quo
Itavla. imperar coiistitucionalraente, agora a
nao ijuer, yito que a discusso de huio iro-
jeclo que d o tltroo ao Se. >. Pedro IJ Le
uso por um adiauteuto de cmaras [es-
Irendos is apoiados. |
vo/.es ; lie illeg d.
Oulras lie traic 1,
O.).::. i rapodeAbreu [depis de restitui-
do algum Unto u socegoj Sur. presiden-
te, nos deveftos prova r Brasil que o adia-
men'.o decretado pelo governo nao se funda e :i
. [terososapoi idosL i.s-
tofie, que a trnquillidade publica nao tem
perlu bada ua capital do imperio; oque
lea appare ido na capiial'Jte hum enthusiasaio
quast geral a favor da maioridade deS, \i.
e que provas bouvero deutru desta casa desse
uiesiiio enti>usias,mo, isto nao pode se.- con
lado. U governo pJe, adtandu ascamaxas
preu-star o contrario disto; entretanto se-
uboies, estou convencido .que eld medida dianienio eataVd Ud multo lempo premedita-
da, eogoveruo uiz ur delU recorrendja
lundamentos que nao sao verdadeiros sto be
que aclto m;io : e como bavemos nos provar ao
pas ra recorrer esta medida ? {],.. mostrando toda
a calma ueste assumpto em quinto estain is e-
unidi.s; eesta nossa cala e circunspec.-tio
; 1
;: 1
'i "1'.:'1 '' awmhlLM p >! 1 m >s n < m tti in
i juti*i(Mr al bu ni cj i\ rnoio e\l
1 "*' li ello jano pu iiutiv. ens h
i-ealmedte hum inim 1 publico ; eHo ain i
fas mais -- quer n ,r ., .,,,!;. ,, ,j ;,,i-
n corno legislativo e.iuni i ,f-,.. a lian -lilli-
: ; "' ,! 1 -: hum ivemos i ;'iil
' s, I i indign como elle mes n ., eai'i I 1
m \\- ; : do que n l> qna ,t;> ;M de mus
rea ierra | nomerosoi ap m|,,,-i.
brera a v > .I 1 orad ir .
'' Snr II : >ro O ai t qu
he bu 11 a ti de conspirarlo ii
liberda les puhliras e 110 lltrono c mstititci mil
' s- "'' "' :' PilrO II. Poridiil quan .
govern 1 conspira he licito conspirar con
lra l,(l IJ conspiradre monstro( nu
Otero-, ij q .1011 i is ) .
O Sttir. Coelbo Uastoi ( com ftrea ) :
: governo conspira c mira o mona relia 01
amigos do moiiarcba collpquem-o no throno
eso' is" i i de ap a I is ).
0 Sur. Andrada Machado f com energa):
--Quera he palruta e Brazileiro siga cjmigo
para o'senado Abandoiieiuj esta cmara
prostituida eslrondosos apoiados ).
( kiuilosSncs. deputados acamoiniSa o Sr.
senador Ferreira de Mello que os convj.la
1 rem para o senado Ileliro-se quai to-
dos os membros do sjlo aos gritos repetidos
1 n::rie:u le i..!osos lulos O Sur pr-
ndenle manda ler a acta Id presen! sessao,
lavrada HcloSnc. Maruiho, e levanta a ses-
sao. (S10 t 1 horas. )
Depois de lidu na cmara dos Surs. de.u-
ladoi t decreto de adiamanto di nssemh'i
geral dirigir t-se muitos Snrs de.outatl a
o m o do ando onde se achivo varios
'-'")"- -' caraira., eaj tooiro as de
liberacoens que couslo daacUque abaixn
publi im s.
Ao numeoso concurso que se achara no
'O da Honra eque dava constsntei vi-
vas maioridade, viero reuuir-se os estu-
dantes da academia mLUUr e depois os dif-
1 mes corpos da guarda miciol.
Os repres,,,! 1:iics di natj'o ; reuuidos no
citado, resolvio ali perm-mecer at o du
seguinte, em que 3. Vl.I.oSr I) Ildeviaser
''lunado e vir prestar juramento 110 seio da
representaciu nacin d
FutreUiito o r. ebefede' esrpndra Taflor
loi eacarragadd pelo Exm Sr. proidente do
'"do de cpmmunicara S Vj. 1. 0 estado
pacifico em que eslava a capital do imperio
depois quesoube da re9olucao tonuda por S.
i. L de anituir aos votos de lealdide e du-
ro lobom povobrasileiro S ,\J I. houve
por bem responder ,J |;. agradeca mul-
lo a afeo ..i, dos depul 1 los e senadores uni-
da boa noticia de estar o sen bora povo e
patricios em perfeilo 3cego, e que menos
nao espera va tk lealdade que haviio mant-
lestado a-sua pessoa e a t bem geral d na-
>;o ; dejej indo que isto mesm 1 I isse coamu-
la capital do imperio ao monarcha que fas o
objecto de noso amor e de nossas esperancas
Onde ir dar tanta audacia ?
[Muias vozes na sala e.nas galenas:
Apoiado, apoiado. ftompem de todoS os lados
eslrondosos vivas a S. \l. I. e entre elles
militas vozes de traicao vamos para o so-
ltado. J
OSr. Alvares Machado : Acabo decla-
rando que protesto contra lodos os actos predi-
cados por este governo iliegal intruso e usur-
pador ao qual he licito a todo o Brazileiro re-
sistir; vamos paran campo.
Muitas Vozes: -Protestamos protestamos.
vivas a S.
[ Continua a confusao muitos
brocrcumstancias extraordinarias-que lomal M. o gritos de ordem e silero o. ]
indispensavel qne e rena quanlo antes a O Sur. Audrada Macltado ; i)ecla
qoe se rena q
niesma assemblea geral ha por bem o reg m
em nomedo imperador o Si. I). Pedio 1L
roval-a punto dia ai dotofrcutCi
ro que
nao rccbnlieco legal este acto do governo: o
legunle usurpador de-de o dia 11 de Marco
; ; -- Protesto, protesto.
sei vira como de protesto contra o acto dat'o-
verno. Aos devemos obedecer porque nao
podemoscppr hum acto de torca a outro acto
de torca do governo [apoiados j
lu j.i disse lia inuios das que pensava que
esta governo nao era hum governo de dire
man de laclo [numerosos apoiados]: mis mis
nao podemos Oppr hura laclo a outro 1 icio
Oque^rumpre he manter a nossa dignidade
em obedecer a esse acto o mostrar assim que,
os fundamentos da me.iida do governo s.io mo-
nos verdadeiros; assim mostraremos, Si*s. ,
que somos cada ves mais dignos de ter advo-
gado a causa Alguus Srs. pedem a palavra pela ordem
U Sltr. Presidente Ui/. (juu se vai lar a acta
da presente sessao.
Militas vozes: Vamos ao senado, J.',on-
linua o susurro e confu i
O bnr. tunha Azev'edo: Snr presidente
o (joi ilende que a mato de S. AJ
b Lmperai ir b 1 huma medida reclamada pela
necessidade publica, ou ta 1. No primen > ca-
so tile deve ia ser o jm ni ; ( ;i
meado as carairas e aoseu ''.i pov ,
A' noile houve luminari is: bandas de m-
sicas percorrro as ras da cid 1 lo acompa-
uliidi. de povo dando numerosos e repet-
vivas maioridade de S AI.
_ A <: ipital g >a d ) mais profundo socce r > :
so temosa uptai que se quebnraas vidra is
di casa onde injia o Sr Bernardo Pereira de
\ Bscoucelios.
ACTA.
Vis 2, dias do ,,./. ,|,. ulbo de 1840 ,
leudo coneoi'ridv an papo .lo senado, pelas
11 i/>. horas da iinuliai minio. Srs. de-
poladjs, (juando e achavio uo meraiopa-
ca o Sr. presidente do senario e outros te-
na.lores, depois de ler tlecl.ialo cjua nao
podia h iver .-e-o n. inesino senado por {al-
ta de numero le';.l Ibi enlo proposloe
declarada pelos membros de huma e outra
cmara que se ucltava reunios, que se
cuvia,,e a S. M. I. oS-. Pddro II hu-
ma dep iiacafo comp -.ta de oito ixtembros li-
rados l'entie o> de 1 abas as cantaras e sj-
Iho para este ei'-.L. os Srs. depilados A.
C. II. de Aiidrad.i Machado c- Silva, se
nador Conde de Ltgcs sanador Nico.' >
Pereira de Campos vVrgueiro senador Jo-
te \i.ntiii 1:10 -le Aie.'ic.ir depotddo Mji>
o Francisco Biheiro de AndruO depu-
tado Frncisc > O d.- A \ ma W intecunid ,
o i lo- Francisco de Paula Cavalcauti de
\di.t 1 1 -oe hcaador Francisco de Paula
lljllauda Cal vaca u ti .pi sahiro imniedi-
itsmonic con Itumi rejJtecutac,io assign-


*
u depulaeiu cbegando so pac,o fui int.o-1 Antonio Culos Ribeiro ele Andrada';
duzuJa a presenca de S. M. I., e ah leu o Francisco Alvares Machado,
relator represen lacio que levara e de- Antonio P/?dro da Costa Ferreira
pois voltou a huma salarie espera ficamlo Antonio Ferreirs dos Santos Arevedo.
S. M. deliberando sobres materia. I Manoel Ignacio de Melloe v,ua,
Nests iiiterim chegou o regen te" e o ministro | j/ edro Diss de Carvalbo.
:;;,, gues Torr< s, e eniraro para a presenca joz liento Leite Ferreira de Mello.
d S M. e estando ahi o iy ule disse i Jox Luis de Freitas.
pie elle liavii boje dadu parle a S. M. I. |0z Vlanano de Albeqiterque Cnvair*nti.
queluvia adiado a camama tmente com o
(liD de preparar luda a solemnidade para
S. M. 1. sr adamado fin tl'n .>. de deztill
!ro anniveraano do mesmo Senhor; mu
que
co!
leudo alguus
Aureliano de Son/a eOiiveira Coutiubo.
Marcelino Piulo lliheiro Uarle.
Conde de Lapes.
i Francisco lie" \cayaba de Montezunaa.
Sis. m nado.es e deputa- j Lmimico Jos Ribeiro.
tpie icuuv iguo v.a. Mi,molt-j o nejmw- L,ouranio Jos lilheiro.
ios se reunido ua casad. senado; e luiveu- Angelo Custodio Coirea.
doaiguma sgitacio no povo elle veio saber Francisco de Lima e Suva.
se S. M. quena ser aclamado no di.-. ou 0f Rodrignes Jardim.
;: S. M. responden que quera ; e ( No momeulo emque se podo tirar
queem la! caso convocara a essemtlda do- wUacta f horas da noite ) erfioesuu
mingo para ser aclamado: mas instando os
uembros da deputacio que fosse hina.'iha ,
.(a ciiiequmca to cti.do de gitarSo em
que eslava o povo S. M. 1. disse ao re-
yente 5 Convoque para aroaniaa ; o
.,uv.' loi recebido ooui o mior euihusiasmo
v asmis viras acoja tnaedes .los membros pre-
sentes das duaa cmaras, e de lodo o po^o
reunido dentro.e fo.a lo paco do senado.
Kniu %e propz que se envasae huma
deputacio ao legentc para llie significar a
necessidadedo mandar boje mesmo o decre-
to da runvocacSo da a-.seml>!a para amanlia:
e sahido esta drputacSo voiluu as 4 boros
dj tad<' e oSr'. icnador Hollandi Caval-
canti peduidoa palavra, diste que o regen-
te Ibe entregara em respoata o decreto qne
va i uqui iraiiM'iipio ai ci efectuando que
hama semelhrtote copia ir ser enviada a rama-
... dos Si8. deputados ; e sendo lido o mes-
uto decieto, loi declarado por iodos o^
membros presentes das 'itias cmaras, que
leconheeio o Sr. 1), Pedro 11 no gor
de seus dicitoa paia desde j assumir o jo
vcilio do imperio oque loi repetido co.n
0 n.aior entbusiasniu pelos espectadores que
lavfio presentes dentro e lora do pa< do
senado. E para constarse lavrou a presen-
te acta que Ib i l ida e atsignada pelo Sr. pie-
bidente do senado secrtanos da masa pr-
senles, e lodos os membros de ambas as c-
maras aqui i> uinds.
REPRESENTACA A S. M. I.
Nos baixos nssiguados deputados e se-
nadores do imperio do Brazil, crendo que o
. diamento das cmaras no momento em que
c iiaiava de declarar a maioridvde de V. M.
1 he bum insulto eilo sagrada pessoa de
'.. Rl. be huma Uaico ao paiz commet-
por hun regente que em nossa opiniao,
nao > be direilo desde odia ii de mareo
rrente anuo ; e reconbeeeodo os pavs
males que de sem'elhanle adiamenlo se podem
sc-;urr j a tranqnillidade da capital como
; das provincias | .onde osinimigos da-pa c
tranquillidade (publica se pudem acoliertai
too ste awntecimenlo para vom elle dilace-
iem as eiitranhasda mai-patria} vem re-
otes aos jh5s de V. Vi. 1. a remarque V.
v. 1. para salvar-nos e ao thronu tome
le j.;' o exercicio das altas attribuic5es. lUu
. Janeiro a* de jullio de tb^o.
ie>ue o decreto de convocaco que vai na
lurte ufficial, |
rquec de l'araoagu.
,i., Viartiiiiaiino de Alencar, 3. secrelario
... uiuino da Cusa l'ereira, Becrelario
suppleiile.
u Lueliio IS.isto8.
. iiiocenckida i locha fialvao.
!.iilos Augusto 1'eiAolode AT'Rcnr.
Maiioel Alendes da Cunta Aevede*
('ranciscu Curueiro de Lampos.
I'iteopbilo benedicto Olloni.
:anoel, bisjM capellao-nior.
, hispo
irolo do Caos Verguciro.
.oel Comes da lonseca.
i litis'., de l'aula Cerquera Leitc
...diiuin \ lena ta SJilva clSouza.
. .re Antonio Marn lio.
.. / '1 ln.u.a/ IVobucode AraUj-
a ti icio tle Almeida e ioua.
i.Kiunn Joi deOlivtira.
ao Cap lalano Ijajidfia de :\.ello.
,.iui l do iViM nuenio Castro e Silva,
.iiIonio jNavjiiode Ai.un.
i .,, I iiiu.j de Castro,
ntiui francisco Ilibeiro do A odiada.
miui 1 Uifc* e oltdo,
! ti ... Coala i o .Monleiro.
., ; n.tu i.01 Uo <.o.
. o 11 i I leu I v.
copia
destaacta (o horas da noite) erSoeslas as
assignaturas nao tendo aiuda nssignado va-
rio senbores qne estivero presentes ti reum-
as mas .pie se linho retirado antes de se a-
cahar a acta )
REUN1A DE AMBAS AS CMARAS.
' &JBSS4& nu 1$ di-; juliii de loan
Presidencia do Sr. marques de Paranagu.
Arha-se presente grande numero de iin,
senadores e deputados. As galeras estSo< a-
ninli das de espectadores assim pomo o sa-
ino do senado
OSr. Mrquez do Parana;u : Senso-
res eu creio que he sabida pela assemblea
geral o motivo da presente reuuio Creio
ijiie ninguem ignora os acontcimentos >iue se
passto entre nos. Tendn recente e-u no-
ine do imperadora Sr I) Pedro ll adiado ,
por decreto da data de lionlem as cunaras
legislativas al ao da .o de novembro proxi-
J Palma nao se a.ln presento por o lar no pa-: prestar ojurtmcnto solemne. determinado no
L imperial, junto a S. M. o Imperador, larligo I03daconsutuicfio>impmo.
' O Sr. nriqafi de Revende'( pda or- Brazileirbs.! Eslo converUrfas em reaJt-
dem ) declara que o Sr. Carneio da Cunha Uades as .s da nacaoj hmmn
nao comparen por incommodo de aaude. apdnlou5 seja ella de un.ao i- p ospe, ,.ade .
OSr. Preiaente( comfor^a): Eu, c- Sejamos nos dignos de tao grandioso benefi-
mo orglo da r< p-es-nlaco nacional rm 9S-
Bembla ::eal, declaro d.-de f maior a
S. M. AL o Sr. D. Pedro II e no pleno
exerco descus direitoscon>tit:ciona's. Vi
va a miioridade de S. M. O' Sr. I> Padro
IL VivaoSr. D.Pedro II, imperador coi*
li'ucioual e defensor pe- petuodo Bratl. Vi-
v ao.Sr. D. Pedro II.
( l'.s'es viva* sao correspondidos com o
maior ulhu-ianio e p >r longo lempo, po-
toda a a-'Cmbla e |!0o nu'mfroso concurso de
espectadores. Neste inomenl hum do^ej-
puta lores sola vivas naci hras'lnra e
diz (pie est encarreg.-rlo pelo ppvo do off-
recer huma lita ao deputado Navarro, como
aquel le que mais se sacrifico O Se Niva--
io h-v.nt:'-ie e recebe Imni lacr. de fila a-
m arel la 'O'i o let rero }riva a moioridade
de S. M l o Sr. D. Pedro II )
O Sr. Premente nom.ii para a depnta-
efioque ha de redgir o proolaroa para ser
Id.i o riepois pprovada pela assemblea eral,
sos Srs- depuiado* Antonio Carlos e Lun-
po de Ahreu e senador AIt*8 Rranco.
Para a deputacio que iem de diri.ir-se ao
paco, slim da rogar a S, M. Imperial que
venha pr'-lar lioje toesrao o seu j i'rmenlo,
os Srs senado.es ; Cassiano S. M.'Hoe Mat-
ine P. S Paraso', Con le de La : s Con-
de de Valenca, Forreira de Me'lo Soum
e Al-Ilo, Maiquead" Baebe-dv, V.reueiio,
Cavalcanti Albuquerque Cavalcauti, Al-
Lima e Silva, Jos Silurnino,
hi.(pn rqu.......- ,
F C im-i.o de Campos: Dejutidoa: 15.j *n
S Franco J. V. Silva e Sonsa J. M. A. !eSa'ie a espera-loa poru do edificio a dcpulaciono-
Cavalrmli, M. N. Ca-'-o e S'-va A. ('. meada, bntrando na sala he allrecebido pelos
As 2 1/1, voliaudo a depntacSo que fura ao
jaco da Boa Vista, o Sr. Mello e Mallos, como
relatordella, parlecipaassembta que ade-
fr>i reeelnda no imperial paco com as
formalidad tylo, e que elle orador diri-
gir a Sua \Io0estade a seguinte a'locucfio':
' Senhor. A assemblea geral legislativa,
nico e legitimo orgo dos sentimentos da ta-
cao, cenvencida deque nenhum outro reme-
ais conviria aos males que a oprimim mis
nslancias actuaes, que a immediata accia-
;n. o d,i maibridadede V. ;'.. I., easua
exatacSq ao irono doBrazil, e om eonsequen-
cia a entregra do deposito sagrado das redeas do
governo as aug'uslas mos de ^ M. I. nos
envia em depuiacfio a annunciar a V. AL 1. a
maneira solemne porque V. VI. !. acaba de
ssr por ella declarado maior. no meio do geral
regosijo ea rogar o \ M. i- que dignan-
do-so acolher com benignidade aquella expres-
sSo das sentimentos nacionaes baja por bem
completar seus actos, preslando-se ao juramen-
to solemne, exigido pelo artigo 103 da consii-
tuieo do imperio nos pacos do senado, onde
a assemblea geral reunida aguarda a augusta
presenca de V. :M I
.. Assim Dos ajude a V. Al. I. aromen-
do os fervorosos votos que os deis subditos do
\ AL 1. nao ressao de dirigir-lhe pela i ros-
peridade c diutnroidade do reinado de V. AI.
L
Ao 'me S. H! I- se dighou responder que s 3 Iio-
;is da lrdese nchnria no paco Jo seuadd
A's i horas e \i annuncia-se a anegada de S. M.,
leg s at vas at ao da vo de iiovemnro proxi- usvalr-.nli. ni. n. ua-io. "/ "'""""_"_"' ~~ mo iutuio (((reto que ainda nao loi ido ao Heno M |t#ro J N. Mi-hado, Bwoo Ca- ^,KTlowpnliao a S. M I- ate < thronu ,
senado por nia haver nmeros suficiente de Cipe'ISMc, Bispo de Cuy^pa, V. on(|e ^nn'assento e diz:Augustos e diguissimos
senadores; e tendo hontem o mesmo rejente Revende, Jos C. Pereira E. A. MtH-'.Srs representantes danacEo seulai-vos
,. .................. ... o ,> a m...-.,m. I II.! n...u.U .lisio-.iresta S. M 1. o iiraiiieiilo c assi"iia
expedido outro decreto convocando a assem-
l.lea geral para o ;ia 5 do correte ; em vir
lude disto, e afimdesatisfazer a eervescen-
cia publica ao vola nacional e aos desejos de
Millos* Fi (i. A Montezuma J. II.
,-. u. a idoohiuw, ... *. lcpoisdis.o-prestaS.M l.ojuranMmtoeassigna
r i II M.o MaaalhlM Al M o auto mo he do leor seguinte:
fialvlo, J. J. Moma MagaiHes, m. m. ^ Saibo ouaatos este publico instrumento virem
do Amara!, Gomes de Campos, liarretol eitro- Q< no aono 0 nascimento de Nosso Senhor Jczus
*..._.!: .. j.. C....M .. fllv^n-a I.'.... i /......... .1^ ifin .lor.:*.... nr.iio.Li iii.tpoiMuu'Hcia e do
tu pumita o >o.ti jiaviunai r .v. ...j~ tu .i iixuauv > '......... ,.
oueS. Al. oSr D. Pedro i[ entre desde i tinhn Lima e Silva, J. F. Viann J.
... .._...-. .i ,._>. i_ ii i." i> ,.
A'.irfliano 0> Sonta e Ouveira Cot -1 brioo de 1840, dcimo nono da independencia e do
no pleno exercicij de seus poderes orocla-
maudo- maior nos adiamos aipii reunidos
senadores e deputados para o decretarmos so-
lemnemente e convid limos depois a S
1. para prestar o juramenta que aconstilui-
io exice. \ ou primeiio declarar aberta a
pilas Alvares Machado II. F. Pen-
inho Miranda Ribeiro ,
Ribeiro de Au-
lo Iii-a--.il ao 23 dias do inez deiulho, nesta
'mnito leal e heroica cidade do Rio de Janeiro, no
iaco do senado onde se reunirfio as duas cmaras
,J ... n"l I I I paco do senario ------
na, Marinho Miranda llineiro L.. J. I fe1s|Btivas esundo presentes 33 senadores e 84 de-
:.. It__.:. rnrt.!w)A li i I... r.fc l^ A 11 '~'._.!.... ...1...
Ribeiro, Marto Franeisco
drada L I7, de Toledo.
notados sol'a presidencia do Exin. marquezde Pa-
ranasu, para o lin-
de dar execuco ao artigo t<>3
ir.-Ki.i j- v oe mi. "h............. o i '., c,.
OSr. presidente declara que ad^u.acao ;';-^
.un piiuic.u uceiuidi ..."... i ha de dirigir-se aonaoimpeual pela l hora dor.|}j:nno.Francisco-Xavicr de Paula-Leocadio Mi-
sessu uara se decidir este acto; e pan me da tarde eque, em quanto a CQmmissao no- ucl-Gabriel Raphael Gonasa 2 imperador^e de-
'........... ..:.....i. '.......i......: ...t:.: .......... lr.n,n ensnpndft-aft a! tensor nerneluo do Brazit, hllio leailimo e prunein
im vai lazer-se a chamada.
Acl:o-se prsenles os Srs senados Mello
IMallus, Carueiro de Campos, Paraisu, Alves
lianco, Vallasques, Kodrigu.es de An Ira.ie ,
conde d^- Lago, Aleucr, Na^nc, lardim ,
Cos'a l'eueira baln nio Auplisto Man
teiio Aiaujo N lamia t onile de V,.|. t.c i,
Fericira de iVlelle^ Mello e Suuza Monlei-
ro de Barros marques de Baop.ndy, Ver
gueiro Cunha Yasconc, l|u, P.ies de An-
drada visconde de Congonhas, lio landa
C i-- idcaui, Almeida A'iboquerque Paula
Albuquerque, Ohveira Lima e Silva, mar*
(|uez di- l'ai..naJ'iii Lope, Gama, Lobalo .
Am ida c Slva, Paula Cavalcanti, e os Srs.
di pulados Souz.i l'rauco, Durarnaco V.ei-
r e Silva, Lona e Silva. Alinear, Costa
Mii anda Suco pira, Almeida Albuqucrque,
Castro eSilva, Alvrs Machado, Tonto,
Uhve,ra Fi*reira do Cesta Reg Monlei-
ro, Nunes Machado Carvalbo de Mendon-
Ca Bis:.o C.ipello Mr Bispo do Cuia,i
Rtzeude, Moniezum*, Goncalves Ma>tiu-.,
(. Ivo Manellino de Briio, M.'iira Maga-
lliies Pedreia Souto Miria do Amara!,
Mello Mallos Marinho. Casado, Bandei-
ra deMedo, Coeibo Bastos, Jos GjncaLes
Martios. Ca ilion Maciel Monleiio, Ur-
bano, Rodrigo Monleiro, Vtiga Pe-soa ,
Coelho da Slva Rollo, Gomes da I'ons-
ia Fleuiy Cunha Azevedo Alves do A
natal, Fer.eira de C-stro Toita Peona,
Con.es de Campo.-', Vas v ieira Lopes G
od Co.-la Pinto Feruaudes Totre*, An-
drada Machado Olheira Coulinbo, Brre-
lo Pedio/o, Ribeiro Duarte, Asaia Coe-
lho, Vianna biqueirae Silv. ,. Freitas ,
Ci mente Peieir.i, Paula Candido, Cerquei-
ia Leif Lomos, Miranda Ribeiro Coe-
lho da Cunha' Ottoni Lourenco los.Ri-
ti n-o Das de C>ialliO l'edrode Cerquei-
ra Leiie, Sanios Azevedo Navarro, Costa
Machado, Toledo Das de Toledo, Ribeiro
deAHdiada, Francisco C>e'bo, Feruandea
da Silveira, Aranha, Lim|io, Custodio
iicada vairedigir a proclama, suspende-se a fensorP?rpe,^>Vffj
sess'jo.
varSo existente do fallecido Sr. 13. Tedio unpe-
cosat. .. rador constitucional e defensor perpetuo qne foi do
A lumia hora (ltanle, conlinuando a ses- p,razl, e da fallecida Sra. D. Siinia-l.eopol.linaJo-
sao.elendo sabido adeputaco para o paco i sepha4Jarolina, imperatrfz siiamulber, arebidu-
imperial, o Sr presidente nomea para a de- queza de Austria. Ibe foi apresenlado pelo En.
.1..^..].,.).... S 1\I ni c presidente omissal, em que o mesmo augusto ar.
nutacaoquetem derebebei aS;M. ol.,os 7 n suft mSo dire^, 0 gelndo por mim lida tffor-
Srs. senadores Alehcar Costa rerreira Jar- muja jeicrm|nada no mencionado artigo I08dacons-
!!.__ IV T.J._ a^!. ,].. !<>.....- Hannnilfl i\n i ni'.- .:,..:..-.. .. ..*. -.,., .t, *^ ? i\ i i<: f m i-u !ur fiti iiti Vil A
n Monleiro de Ranos vscode de Con- ihuic^o pronunciou S. M. o imperador em alta voz
(ronbas, Paes deAndiada, Vallasques Al- o Seguinte juramento Juro inanler anriigSoea.
" '. c-i r i v-.c^,,,.,.!!,, IVlu tholioa apostlica romana a integridade e indm-
meidae Silva, Cunha Vasconcellos abu-|o s;bjldud do niperio observar e |azer ol.se.-vara
mciaaepiiva, uuih ..^o,,.. ,,? ........ 8biIidadc do mperio observar e |azer observara
co Rodrignes de Andrada eosprs. depu-1 conslhirco polilica da naco brazjleira emais
lados Custodio CotVea Barros Leite Gomos: ]cs do imperio, e nrover ao bem geral doBrazil
Ribeiro. Vsmeiro, Bandcira de Mello quanio em mim eduber Epara perpetuamemo-
.. '. ., A' ,. ,- i ._. ....: .1 iin s.. Invion este auto em dunlicaln riuc vai aSSIS-
Casado, Coelho Bastos, Calmon Wacicl nndo pel mcsmo augHS,0 sehor e pelo presidente
Monleiro, Monleiro de narros eiga les edoii.s piiinciros secielrios de huma eoiitra cmara.
soa Lopes Gama, Coelho da Silva Gomes & eu Luiz Jos de Olivcira i secretario do sena-
Marque do
. i'omv.a, Fleurv Mendes da Cunha, do, aesenr -D. PEDRO II
,> .. ii 'c-i :. sineA C miMl laranagu. presidente Luts Jos ae Okveira,
Rotto, lernandesdaSilveira, .W Goncal- ,,,,.,,/,;,,, _. Antonio Joaquim Alves
ves Mnrlins/Lemos, rosta, Pedreira !wu- do Amaral, I Secretario da Cmara dos Srs. d-
lo, Alcncar,' Costa Miranda, Sucupira, Fer- putados.
reir de Castr e Oliveira ; c para a deputacao S. H. 1. he ento de novo saudade-pelo Sr. prasi-
. i K..... t.,t,.ci-ic ..linro/w ,< dente com vivas a maiondade de a. m. i.. que-sao
que ten, de jber as augustas princezas os ; ........^ m q wi[ov CI1[!lllsi;isll0 t issim mmo
Srs senado, -i Alves Rranco, Vallasques, lio- (VH, _.. ;1111,11S.1S princezas (pie estfio n'liuina das
drigues de Shdrada, fabuco, Almeida e Sil- tribunas.
va, Cunha Vasconcellos, eosSrs. deputados Depotsdisto, retira^eS.M I e as angostasjrnn-
Siqueira e Silva Andrada Machado, Vaz \ i-, J^do?" "" '^"^ l,"ial,tla'!". ""* qUfl rC"
eir, Costa Piulo, Paula Cundido, Paula Cer- y Sl. .)rcs(it.llU. |(-, a procUmaro -pie cima trans-
queira, Limpo, Navarro, Ottoni, Dias de1
Toledo, Francisco Coelho e Aranha.
Cu
n...
i- .
..... i u
Leite Gomes Ribeiro, Vis-
;o.
i..,-, i ,i de V.
.- Joaiiuim de Luna e >iha.
O S,-. llolla V** deanli ( p- rdm )
i\ uticipa quroSi, Maiqu't dt S, Joao d
Sr. Andrada Machado como relator da
commisso, taz a leitura da seguate proclama,
que he approvada sem discusso.
Brezileiros A assemblea geral legislati-
va do Brazil, reconhecendo o (elil desemohi-
meuto intellectual de S. M. I. o Senhor 1)
Pedro 11 com que a Divina Providencia fa-
vorceu o imperio de Santa Cruz; reconlioocn-
do igualmente os males inherentes a governos
czcepcionaea, c presenciando o desojo imani-
me do povo desta capital; convencida deque
com este desojo est de aceprdo o de'lodo o im-
perio, paia conferir-se ao mesmo Augusto Se-
nhor o exercicio dos poderes que pelaconsii-
tuicao Ihecompetemj houve por bem, por
tao ponderosos motivos, detlara-lo em maio-
ridade, para o efleilo do r-nlrar iramediatamcu-
lc no pleno exercicio des es poderes, como Im-
1 ir Con titucional e Defensor Perpetuo
do BrazU. O Augusto Houarcha acal
erevemos manda ler a ac a que lie depois essignada
pelos membros da assemblea geral, e leyanla ases-
sSo ..Sao 6 horas menos 1 [4.
R0\0 MINISTERIO.
IMPERIO-O "rm. Sr. < miado Antonio
Carlos Ribei/ de Andrada Machado e
Silva.
JUSTINA 'Exm. Sr. deputado Antonio
Paulino fJnipo (!< lreu.
FAZENDA O Exm. Sr. diputado Martim
Francisco /ii/xiro de ./adrada.
GUERjRA-0 l'."'i Sr. senador Francisco
de Paula Cavalcanti de, Alhuqueraue.
MARi.MIA Ol'"" Sr senador Antonio
Francisco de l'aula IJollanda Cava/canil.
I si RAM'.I.IIU)- O Exm. Sr. depuJtado
Iiu- liario d Sou~a c Oliveira Counho.
pen ..'!.]de i aria. 18iO.
ILEGIVEL


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