Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04716


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Full Text
Anno de 1840. Quinta Feira
^Tudo agora depende de nos mesmo*; da nossa prudencia, modera-
to, a energa : continuemos como principiamos e seremos apontados
coro admiraco entre as Nar.es mas cultas.
Proclamaco da Assemblta (eral do Bratili
Subscreve-se para esta folha a 3j?ooo por qnartel papos adiantados
nesta Typografia, ra das Cruzes D. 5, enaPrncada Independencia
d. 5? e 38 onde se receliero correspondencias legalisadas, eani.uncios,
insiri'.idc-se estes gratis, sendo dos proprios assignantcs, e vindos assig-
nados.
PATIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
Cidade da Ptnhiha e Villas de sua pretendi .......\
Dila do Hio Grande do Norte, e Villas dem.......I,. .
Hila da Fortaleza e Villas dem..............SeS- e Sl" '
Cidade de Goianna.....................'
Cidade de O inda...................... Todos os dias;
Villa deS. Anio...................... Quintas feirns.
Dita de Garanhuns e Povoaco do Konito.........lo, e a de cada mes
Ditas do Cabo, Serinbacm, Hio Formozo, e Porto Calvo, i, n, e ii dito d to
Cidade das Alagoas .e de Macei............Mein dem
Villa de Paja de Flores.....................dem 13, dito dito
Todos os Correio parem ao meto dia.
PI1ASES DA LA NO MLZ, DE AGOSTO
Quart. crcec. a 5 as Jh.ejni. da man.
La Clieia ai3-as 4 h. a 55 m* da man.
Quart.ming.a ao- as g h.es^ra. da man.
La Nova ai(i-as 4 h. e abra, da uiau.
Mare ehcia para o dia <> de Agosto.
As 11 homs e 31 minutos da maiihj
As 13 horase 6 minutos da tarde.
6 DB AGOSTO NMKttO 170.
CAMBIOS. Agosto 5*
Londres...... 30 d. por lfooo ced.
Lisboa....... 8.i a 83 por 0/0 premio, por metal oflereeino
Franca.......310 reis por franco.
hio de Janeiro an par.
OUHO Moadasde 6Jloo rs., Velhas <<*> a Hfroo
. O'las ,, Novas i<3o3 a fifSoo
,t Ditas de fano
PKATA Pataces-Riazileiros--------------litigo a
Pe/o Columnarios--------------. |ffl{o ,
Ditos Mexicanos- ----.- :'ojo a
Miada----------^---------i^jo a
Deaeonto d Bilbetea d'Afandega 1 ';8 pw too ao mes.
dem de Letras l|4 al i|i por Imas irmas ollercido.
Moeda de cobre 3 por 100. de disc.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda EnvencodoS. Fstcvo Proto-inartyr -- Audiencia do Ju d a
Direito da 1. r.
U Toread. Domingo de Guraia Patriares. RelacSo e Audiencia do Jui x
5 Qnarta N. S. das Naves. Anritencia do Juiz de Direito da 3. vara,
Quinta TransigiiracSo dfl Cristo. Audiencia do Juiz de Direito
da 1 vara.
7 Setta S. Caelana Taimo. Audiencia do .luiz 8 Sabbado Jrjuai S. Cyriaco M. rXelaoo c Audiencia do Juiz de Direito
da 3 vra.
9 Domingo S.rRoroSo M.
n
1 J'i(a
ifSto
KfO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. SENADORES,
Sesso de 11 Presidencia do Snr. conde de Vallenca.
O Snr. presidente declara que umi in-
dicacao e como tal vae remetlida conimis-
sao de consliluieao.
i O Snr. Oliveira pela ordem lema palavra.
e requer que a sua indicacao seja dispensada
I de ir a commisso.
Consulia-se a cmara e decide negativa-
mente
A indicacao por conseguinte rerreltida a
He approvada a arta da anterior sessao.
O Snr. Ferreira de (Mello fundamenta
manda ; mesa bum projecto em que pr.pe commisso de conslituicao.
que se nao augmente o numero de desem- O Snr Nunes lNIarhado pede a palavra
babadores durante a menoridade deS. M. I. pela ordem e pergunta se j est sobre a
Sao lidos e approvadus varios pareceres. meza a redaccao da resoluco queaddia as e-
CAMARAS DOS SRS. DEPUTADOS.
Sesso em lt dejunho.
Presidencia do Snr. Marcelino de Bnto.
A's 10 Iioras da manli faz-se a chamada
leices
, O Snr. presidente responde que ainds nao.
O-Snr. Nunes Machado admira-se que
ainda se nao tenha apresentado ohjecto de
tanta importancia e porisso ropa a oobre
commisso de redaccao que haja de oapre-
sentar.
6 reunidos em numero legal os Snrs. depula- Q Snr GomM de c cQmo membro
dos brese a sessao le-se e approva-se a ^ commS8a-0 de redaccao declara que no
acta da antecedente. : dia (interor aos uUmos dU MnlM ,e_
O Sur. pruneiro secretario da conta do ex- ess a ^ Q lpabaH|0
pchente lendo os seguinte offic.os. nhn tal objeclo ;.; esl; f(., c c S( ,he
Do secretario do senado participando que fa]|a c01isu|,ar os seiI3 uilres coll as e
o senado adoplou a fjm de enviar a sanceao g man!)5 .^ ser a senlado< F
resoluco approvando a pensao ,a declarac^o para naodeixar passar a cen-
vice-atmiratite Instao Piojos 8Ura nU0 iniusiamente se fez a commisso.
imperial a
concedida ao
Santos,para verificar-se na pessoa de sua illtia
D. Henriqueta Adelaide Pi. Fica a cmara
inleirada
Do mesmo secretario, remetiendo a propo-
Primeira parte da ordem do dia.
Eleiccs da Paraiha.
Continua a discusso addiada do parecer da
sico do senado, que appprova a tenca de cem comm^0 e voto SPp-araflo An S,,r. Car-
nal re.s concedida pelo governo ao lenle co- Mn Le-Q annu||a ag el,ec5es (|f)S de_
rortel reformado da prioieira linha, Jos 1 he- ^ (|a ^mhli legis|aliva da provincia
odoio de S;i eblva. A imprimir. V p.ir,:i,,
_^ 1 cr i'* 'trniiij.
Do ministro da.justiea enviando o offic.o j^,,^ gobre q o]). (o q Sm Som&
do procurador fiscal da thesourana da Rabia, Franc0 (le volJ peIo paIe(.eP do Sn.. Car-
c bem assun do inspector ua mesma tesouraua nero Lea0) e conlesta a opinilo do Ilustre
acercada duvida que ten) a* respeito door- (, 1|a(|)) Q S|,r IIeiirrjUe de Rcsende 5 o
lidade.de piesidente das Alagoas rec-ebia em eleille ar#
quarleis odia litados os spus ordenados se-
gundo era ento pralica, succedeiido que fosse, Segunda parte da ordem do dia.
exonerado da presidencia em tempe em que pj- de frcas de terrat
j. bavia recebido um quailel auuiantao,
queixa-se que o governo o obrigusse a repor Contina a discusso do artigo a. e seus
odilo quaitel nao fasendo o mesmo para paragiaphos, e emendas apoiadas do Snr.
com oulros, como por exemplo com o seu au- Coelho.
tecessor o visconte de Goianna. O Snr. Lima e Silva faz algumas obser-
a. Pedindo iuformes ao joverno sobre a vac&es sobre a materia a qual se julga dis-
pretenco de Manoel Francisco de Souza cutida.
que pede a decisfio do seu requerimentos le- O artigo a. approvado eom a emenda de
lo a esta cmara para baver o pagamento de redaco que diz : depois da palavra
urna ratiicacao a que se julga com direi- forcas diga-se de linha.
lo ru dualidade de suarda abridor da a lian- E'igualmente approvada a emenda que
1 ^ declara : Uestabeieca-se o corno de nou-
U",',1*- .1 .__ ___:__:
"Uinte.
J.e-st'0 seguinie. B1*"'' ...
Reuueiio se recommende ao governo, que Um corpo dearlillicna.
nao que expe. a as ord-ns para se e.lecluarem|as Jal esquad. ao de c,vallara.
eleicoes para prxima legislatura, em quan-; Um batall.ao de arl.lhcna.
toofcoipo legislativo decide sobre o addia- Urna companlua de Cava llana.
nenio, que ja assou n'esta cmara. S. K. -.J.l K orto wipanfani de cacadores de mon-
J. dOli'veia.' I tanua
E' approvado sem debite.
Passa-se a discutir o que se segue<
Artigo 4. O governo fica autorisado para
conceder urna gratificaco correspondente
terca parle do sold alem dos mais venc-
mentos, aos militares que servirem activa-
mente em qualquer ponto do imperio, aonde
a ordem publica for alterada nu que fo-
rem encarregados de commissoes impor-
tantes, i
lie appoiada a seguinle emenda.
Supprinio-sc as palavris ouT (jue forem
encarregados de commissei importantes
Peixoto de Alencar.
E'scm debate approvada a primeira parte
do artigo at as palavras aonde a ordem pu-
blica for alterada, e regeitada a segunda
parte, Picando or consequencia compreh eli-
dida a emenda de 9 Entra em discuas$o o seguinte.
Artigo 5. O mesmo governo poder man-
dar abonar s pracas .aos corpos do exerci-
to que podendo obter baixa por terena com-
pletado o seu tempo de servido, quisercm
continuar a servir urna gratificaco igual
ao sold de primeira praca em quanlo fu rom
pracas de pret
I',' approvado sem debate.
I'm todas estas votaces nao esteve presente
S. Ex o Snr. ministro da guerra.
Passa-e a disentir o aiwinle.
Artigo 6. Para se complctarem as forcas
fi.xadas no artigo 1. continuarlo em vigor
as disposicSes da carta de lei de 29 de agosto
dei8J7.'
Paco da cmara dos deputados 11 de maio
de 1840.Carvalbo de Meudonca. J. J.
de Oliveira. Lima e Silva.
Sao apoiadas as seguites emendas.
O governo repartir o recrutamento pelas
provincias, segundo suas populaces to-
mando por base o numero dos deputados I
que cada huma manda ; assemblea geral S.
a /[, Alvares Machado.
Os olliciaes, e olliciaes inferiores da guar-
da nacional fico isentos do rocrutamento. ,
Coelho.
Tomo parte na discusso deste artigo os
Snrs. Alvares Machado ministro da guerra,
1 \ rrcira Pentia; e Carneiro da Cunba e a
discusso fica addiada pela hora.
O Exm. ministro relira-se com a mesma '
fromalidade com que entrou.
O Sur. presidente d,t para orjem do da a
mesma materia dada para boje, o na se-
punda parte depois da fixaco da forca de tr-
ra a disc ussu dos projectos sobre a reforma
dos artigos 120 e 131 da conslituicao do im-
perio, e levanta a sesso depois das duas ho-
ras da larde. 1
Continuaco da Pastoral do Exm. e Re-
verendsimo Rispo Capello-Mor do Kio
de Janeiro. .
Em duas occasies especialmente ordena a
Igreia
, em conlormidade com a Lei Divina ,
a Cnfissio e a Comraunbo ; urna vez cada
anno pelo menos para nao deixarem de ser
IVequenladas pralicas lo sanias e ules ; c em
artigo de morie com o lim de nos preparar-
nos pia aiiparecciir.os diante di soberano
Juiz dos vivo's e dos morios. E correspondis
vos, amadoslilbos, estai determinacoeada
Igreia como desejari uno-, que o fizesseis ?
Laudo vos? Ah Wo temoi nos meamos oa-1
vido levantar-se duvidas parlicularu.euie ;
cerca da conlisso e em i^uludy tixar ella
ridade eslava no seu fervor, 05 Christacscon-
fessavo os seus peccados peante os seus ir
milis 5 vos haveis de saber que as cnfis-
s5es publicas eslivero em uso nos prim. se-
de ser freqitentada ? Occorre regularmente
todos os annns a primeira occasio e pode
di/er-se que diariamente a segunda em
quedeve o Christn munir-se dos Sacramen-
tos da reconcilioco eda fortaleza; masoqua
se ve > J; nao alliii; ; probalica piscina essa
multido de enfermos que oulr'ora para all
corra ; buscar a saude as suas espirituaes
molestias ; e nem quautos jazem no leito da
mortc sao como os Ezechas que tem junto
; si o "Ministro do Senhor para Ibes intimar
a ordem nos seus negocios que est termi-
nar a presente vida e restituil-os eterna ,
que ellcs pcnlero pelas suas culpas. Nota-
se este respeilo grande dillerenea entra
os passados e os actuaes lempos. Mas qual
a razo disto ? Que duvidas que objecciw
to graves sao essas que nos podem fazer a
frouxar na continuarlo de um exercir.io com
que lomos acoslumados desde a infancia, o
que at aqui temos praticado sem nenbuin in-
conveniente do nosso bem temporal i*
Envergonbamo-nos de coufessar aos I10-
mens. Mas ignora-se que esses homens 1
quem nos confessamos, sao Ministros de Dos,
cujas vezes fazem no tribunal da Penitencia ,
e ue manifestar-Ibes os nos,sos peccados t^ o
mesmo, que manilcstal-os i Dos por cuja
autoridade e em cujo nome nos sao elles per-
doados ? Descobrcm-se ; um Medico com
o lim de conseguir-se a saude do corpo as
molestias as mais vergonhosa 5 um prente ;
um amigo ( e na fidelidadde de taes pessoas
nem sempre podemos descansar ) mis desco-
brimos o nOSSO coraco para allivial-ode
algum peso que o opprime e j para to-
mar um conselho ; e al descubrimos algunas
vezes um eslranho que nao poucis nos <
infiel, um plano urna empresa criminosa,
que meditamos, e invocamos para leyal-a
; effeito a sua confidencia os seus officios.
Em todo este procedimenlo, neiiutim pejo ,
nenhunia vergonha que s se senlc quan-
do K irada de confessar as culpas que temos
commettido contra Dos c para o lim d'Ellei
nol-as perdoar. Grande vanlagem por cer-
to diz Tertuliano nos causa a vergonha ,
em quanto nos faz occultar os nossos di lictos ,
como se o quo mis subtl ahimos ao conbecimen-
lo do Sacerdote nos podessemos roubal-o ao
de Dos c fosse melhor ser condemnado a
oecultas, do que niauilestameute absolvi-
do. ,, {(ft)
Quanto mais amados (illos e eu vos pe-
co que notis islo : a ConfissO reaiisa um
bem proprio da sociedade espiritual qua
pertencemos. Sim ; quando ha confiauca,
duando ha amor entre os homens elles nada
se occnllfo reciprocamente de maneira qu
se o feo da caridade os abrazasse a lodos 11111-
versalmente os transformara ponto de fa-
zer cada urna das suas almas transparentes x
todas as oulras (98). Assnn quando a ea-
((>7) Grande cmolumenM'U verccundi.
occuUatiodelicti pollicetur, videlicet si quid
humana nolicim subduxerimus, prwnde e-
umcelabimus; an neliusesldann. un la-
te, i qam palan absolv.' C ^,lul hb- do
Panitent. cap. 10).
fu) VidelLiuversii C^l!>oliquc Cours
d'liroduniuua elude des ventea Chrtien,
nes (i U- parlAbb PJa. uyioei, oiu. .1


2
DIARIO DE PERNAMBCO

Julos da Igreja. Em abrumes Sociedades Re- substancias de que se compSe o hometn ,
lidiosas, onde se conserva o espirito da pri-
mitiva Igreja rs tullas ao menos contra a
obediencia e a caiidade sao accusadas peran-
te a Communidade. E se inconvenientes se
podem dar neste uso oEvongelho providen-
cien rom o eslabcleci ment da Commisso
aurcula qoe rene o segrcdo e a manifesta-
co a soir.bia e a hit, fiel abre a su al-
ma s vistas da Igreja na pessoa \lo seu Mi-
nistro que'o seu orgo a sita alma re-
cobra entao o dom da transparencia, mas de
urna transparencia imperlita inda e enco-
bcria peiludio terrestre da transfigurarn
luminosa que Deus Uta ba promellido. Esta
unan de todas ns consciencias em utna rons-
eiencia commum onde cada urna dallas vem
reflectir um poderoso taco de caridade
Este bem aConfisso rea I isa e diante delta
desapparece todo osentimento de pejo que
liase bu temerle eontrabalaucado como sa-
bis pelo segredo da Confisso.
M leoie-ae a reparando segredo di Cau-
fisso.,, A doulrina porera da Igreja cerca
da guarda inviolavel de um tal segredo to
clara to positiva e absoluta ; i.-.. lortes e se-
veros os isiigos que ella destina a-picllcs
dusseus Ministros que por qualquer manei-
ra manifestaren! o que ouviro as Confisses.
como >c de um dos seus mais lamosos Ca-
ones (99) que os fiis segundo as regras da
prudencia, podem estar tianquillos que o
M'gredo que confiaro a declaraco dos se-
us peccados jniais ser violado. E' impos-
tivel o rontrario moralmcutc fallando ao
cienos que se nao supponba um fundo de per-
vei.-idade que alias nao licite presumir, es-
pecialmente Je quem como os Sacerdotes ,
por volacao depois de provados e rom os au-
xilios da Div. (iraca q' Ibes proporciona o seu
Estado enlro em funaes. Demais te-
n:e-sco iuconvenienle objectado que nao
sabemos at que ponto fundado da reve-
laco do segredo da Confiri ; e nao se teme
c mal eertfl gravissimo e rreparave! que
tem de srguir-se de nao receber-se o Sacra-
mento? Que temor pode baver diz S. A-
gostinbo que nos embaate de confessarmo-
nos quando deixando de o lser, seiemos
cunden'nados ? Tememos confessar-nos, con-
tinua o mesmo Padre mas por isso licurcmos
stmpre oceultos ? (100). Caitamente que
nao ao menos no grande da da viuda do
Senlior que todos espetamos quando Elle.
segundoS, Paulo pora descobeno o que
lia de mais recndito nos nossos coraces (loi)
I'.ntao diz S. Joo Chrysoslrmo aqu*>lle ,
que se emergonha de desrobrir os seas pecca-
dos ao bomein que nu quer confessar-se ,
e nem iazer penitencia ser jul;ado segundo
as suas obras que para a sua coiilusao e em
juslifiraca da sen lenca Divina sero mani-
festadas nao a um ou dons mas a face do
universo inleiro (loa).
Em f.m, a Coufisso Ienibrada ao infermo
pode nssuslal-o, e aggravando-se desta sorte
o seu mal, concorrer para que elle pereca.
Sentimos ler de dizer em 1 esposta a'este ar-
gumento a que a delicadeza do nosso m cu-
jo especialmente qnando se ti ata decum-
prir deveres' leligiosos, tem dado grande va-
lor que hos parece to infundado o refeii-
lio argumento quauto itvelar em quem o
prope, ou pela sua conduela pralica-
11 ente o approva um fundo de irreligiosi-
dade.
I 1 imeiramente Deubuma relaeo e d:, ao
menos que a razo conbeca ou a f indique
ntreos mtios, que o salvador inslituio para
lies tommunicar ajtislica e a Santidade, eos
diversos estados do nosso fizico ; entre a me-
dicina cs|>erilual dos Sacramentos e a.con-
servado ou peda da vida corporal. Ao
contrario se pela estrella unio das duas
(99) Caveal oiiuiino (Scenlos), ne veibo,
aut signo aut alio quovis modo aliqualenus
piodal ptccaluicm.....Oui pectatum in
j-oeiiitcenliali judicio sibi deiecluui piasaiimp-
sent icvelare non solum a Sacmlolnh ufado
uej uneiidunj dccieviuius vtium eliam ad
agcndan perpeluam rajuileuliaui iu urctum
rViouasttrium detrudcnduin. ( (Jan Umnis u-
trii.si.ut aexas Ikielis de amileut el rc-
snissiou. )
( 00) Quid limes confiteri ? Si non con-
ftasus lalts non coulessus danmaberis. J. i-
11.es confiten qui non confileudu esse non
polis occullus ? ( S. August. iu Paalui. Cti
o. 6 ).
(oi; i. ad Corinlb. 4 5
tranquillo esatisfeito o seu espirito, o S6tl
corpo nao pode deixar de achar-se melbor ; os
que recebem as suas inFermiilades, os sa-
cramentos da igreja crpndo na sua efficacia
e njudados das oracps dos fiis bao de sen-
tir nos seus coraces a paz e a -serenidadei
do Ceo, e d'alii algum allivio nos seus pade-
cimentos ; isto a rasan'comprehende. e a ex-
periencia mostra ; e a fe aimla diz m*f$, que
um Sacramento existe insliluido para nos
causar este benificio e para restabalecer-
nos a saude do corpo, quando esta necesaria
sejaataude ou salvco d'alma. O Sacra-
mento, deque fallamos a Extrema-Unco
( ses da morte, que sesentem as ufermida-
des, e que em vo se esperao dissipar ad-
diantando-se receber aquelles Sacramentos,
que a Igreja deslina para lo criticas circuns-
tancias manifestao |. o completo esqueci-
menlo em que at enlo vivamos do termo
delta villa e que nenbuma ou rarissima
vez snbia ao nosso esperito a idea da outra ,
otide daramos estreita con la da nossa condu-
ela ueste mundo; entretanto que nada
mais capaz de cbamar o bomem aos seus de-
veres nada mais proprio em coutello em
suaspaixes nada que o torne mais despre-
sador do mundo e das suas vaidades e a-
mante da verdadeira e solida felfcidade : nada
mais moral em urna palavra que a idea da
firmada a senlenca appellante.
Na Appellaco Civel dblvuoao Civel di
Comarcado Grato em que sao Apnellantes
Joze Geraldo Hizerra e outros e a Appellados
Euizlioncalves Hila e outros 5 foi reforma-
da a senlenca appellada. ,
Na Appellaco Crime doJuizo de Oireito
de Garanhuns, em que be Appellante Vi-
cente de Miranda de Albuquerqu Tulora ,
e Appellado o Juizo ; fui reformada a senten-.
ca appellada.
/LFANDEGA D'\S FAZE'NDAS.
Edital.
Vicente Tliomni Pires de FigueiredoJ Ca-
rnario Inspector d'Alfandega faz saber que
no da sabbadodo 8 do correte se bade ar-
rematar em basta publica e na porta da mes-
ma ao meio dia vinte dusias de cadeiras ,
no valor de i8$f rs'aduzia e duas ditas no
valor de 3o' rs. a duzia impugnad is pelo
Gqarda Tbomaz Jo/e da Costa e S.i no l)es-
paebo por Factura de Menrique Forster &
Comp. sendo o Arrematante sugeito ao pa-
gamento dos Uireitos. Alfai.dega 5 de Agos-
to de 1840.
V. T. P. de F. Camargo.
PREFKITURA.
Parle do dia '* do correute.
Illm. e Exm. Snrl'orao hontem presos
peloSub-Prefeitoda Fregueza do Kecile os
da
j; se acbuva na l l'Vanoa.' O di,;no
Coronel Sergio envin ao Major liserra mait
buin reforco de 100 homens '(m a esta hora
devem ler destrocado os rebeHes do Corrate,
e libertado a Villa di: Pastos Runa.
morte. edo juiso final, sempre presente a | pretos Joze escravo de Mauoel Randeira da
nossa lembrana (Io4); ?. talvez por este Ressurreico e Jozela de i). rsula Vla-
presenca a Aquelle, q
juigar e a Quem temos despresado les- j Curtido um par de fivellas de prata as quaes
piesando os seos mandamenlos (io5). Ao Ibe foio apprebendidas, e entregues ;i seo
menos, os que se tem sempre condu/ido polos don > foi soito pelo Commissario de l'oliaa
raminhos do Sen bor, observado os seus pre- do dislripto da ra da Prata, Antonio Joo
ceilos longe de temerem vm com pra- ; Pires brinco por estar ebrio e se ler in-
ser approximar se o termo desta vida que titulado Commissario de Polica com o fim
Ibes abre as portas da etemidade onde es- de Iludir um malulo, e comprar-lhe for-
pero o merecido galardo; e alegres sostem ca urna porco de peixe; fiooa detento no Cal-
apreseni,i do rect.>juiz, que ebeio de bou- labouco1 e pelo Sub-Prefeito da Fregue/ia
dade Ib o vem distribuir (10G) He por este da Boa-vista o pardo Joaquim Lopes da Sil-
motivo amados filtros, que nao duvidamos va, e os pretos Joze Francisco do Roza no e
dizer, que a lembranca dus Sacramentos as Roza, escrava de Alaria da Lu/. ; o 1. para
enfermidades; lembranca, que nos unimos recruta de Marinba, foi solio o 1. por ser
a da aproximaco da ultima ora s pode e\ itar de m conducta teve o msmo destino e B
Os rebeldes forao ao Morro Alegre as-
sasiuaro a D. Ludo vina viuva do Capito
Joo Antonio Btttancoort e a seos dous fi-
Ihos queimaro todas as easas da Fetloria e
carregaro as filbas desta Senbora edeou-
tras mais familias! Em Caxias alrma-se
que a deslruico desta lesgracada fami-
lia deve-se mulber do Silveira, visinha
de I). Ludovina.
Consta-nos que com a retirada da forca de
Miritiba os rebeldes ousarao aproximar-se
da Villa do Munim.
A Noticia de terem sido sollos Joaquim
Rarlbolomeo da Silva Joo Luiz Ferro e
Antonio Bernardo da Silveira vai tornaodo-se
verositnil por quanto lemos 110 Telegraplio
nmeros Jo e 3( que todos concorrerocom as
suas quotas para se acabar com a pnarebia ;
Antonio Bernardo di Silveira dea 60 oo^
Joaquim Bartholomeo da Silva 5o 000 e Jo-
o Luiz Fero i,000 ; nao nos capacitamos
que estando semelbantes pessoas em custodia
por causa do crime de rebeldia bouvesse
quem se atrevesse convida-los para subscre-
ver contra huma guerra, para que elles ti-
nbo concorrido : nao obstante como este a-
couiecimento be muito poMtael esperamos
pela realidade.
esses grandes temores no liomem irreligioso.
(Continua )
ultima por estar fgida remetlida ; Sra
E' o que consta das partes boje recC;n Jas ,
n'esla Secretaria.
P E R N A 31 B l'J C O .
Di versas lieparticoeus
TRIBUNAL DA RLXLAgVO.
Sesso do dia 4 de Agosto do 18^0.
Noticias Provinoiaes.
PARA'.
As folhas que recebemos desta Provin-
cia alcanco al 11 de Julbo e dllas se v,
que a ordem publica continua seiu allera-
Na Appellaco Civel de Manoel Camello cao.
Cavalranle de Albuquerque com" o Vigario j MARANHAO.
Joze Camello de S Cavalcante a queop|ioc Alcanco at rodomezp p. as foi lias,
Embargos o relerido Camello ; foro des pre- recebidas 'di >U Provincia onde continua a
gados. desgracada lula alcanzando sempre o parti-
Na Appellaco Civel do Juizo do Civel doda legalidade victorias con Ira os rebeldes ,
desla Cidade Appellante Ignacia Mara dos mas nunca a victoria completa, pois estes
Alijos e Appellado Estanislao Pereira d'O- malvados sirailbantes s harpas que fu-
livira : foi reformada a senlenca appellada. giodas espadas dos Tioianos mis nov"f-
Os Embargos de Francisco ias dos San- mente voliavo a manchar-Ibes o coiner, fo-
tos como administrador de sua filba embar-! geni das baionelas dos legalistas mas de no-
gado Joaquim Manoel de Azevedo oppos-j vo volto j neste ja naquelle l.-gar para
tos na appellaco que despulo ; recebidos e manchar-nos e estragarnos o sucego, ea
julgados provados reformando-se o Accordo j tranquilidado da Provincia,
embargado. ^m a noiledo di i de Junho um grupo
Na Appellaco Civel do Juizo de Orfos da de rebeldes maior de 3o pa as tentaro
Villa deS Gonce lo em que he Appeao- tacar a villa da .Manga mas nao podendo
te Joo Marques deCarralho, e Appellados concluir porijue eslava bem reforcada iuu-
Anlonio Marques do Valle e outros; foi con- daro de teiico passaro o Salgadouro e
alacaro lu iosameute o ponto do liaiola a
(-o3) Res el efeclus hujus .vacramenti (Ex-
fim de se aproveilarem do estado em que
tren aj Unctionii) gra'tia cst Spiritus Santi, | considera!c a villa do ltapucuni-mirim pelo
lujus unctio. SSgrot animam alleviat el uconlecimenlo sedicioso uella occorrido, do
roiifirmal magnum in co divinas miseriror- j da 14 i mas loro repelidos depois de in
dia; Hduciam excitando ; qiiffi inii mus suble- horas de combate e tornaro a passar o rio
om a peda de 1 a morios o baslaule* teri-
dos dos quaes alguns to gravemente que
loro em redes : d nossa guarnicao ficaro
apenas levemente le idos 1 Cabo e 4 Sol-
dados .
Do Legalisla copiamos o seguinte.
s aulliores da sublevaco do lianucur ,
vaius el niorbi iiuon-moda ac labores lcvius
fert, el Itnlalionibus daimonis calcneo in-
sdantis facilius resislit el sanitalem cor-
poris interdum ubi salul aiiimoa Hxpedie-
rit, coii-scjuitur Conc Tridenl. Sess. 14 de
Exlrem Unc cap. a. Vide t'imbem S Jacob.
Epist Calhol. 5. >4eseg, ; o Conc. Cabon.
can. 4, o Florent. in JJecr. ad Armen, etc. a exeepyo de lium que lugio ebeguoa esta
( o|j ]n omuibusopeiibus lua memoiare
novissima tua el 111 Jteruum non peccabis
^Ecclesiaslico 7. 4o).
( o) Oui exire de corpore Irepidat.... v i-
deieeuoi, quem conlempsisse se nieiiHit .
(107. Cui bciiiini delegere i'eccalaerubes-j udicem torOiiUat (S Giegor. llomil. i in
Cit eque ecufileri vult iitjUe tAiiittnti-
i.n. a{,ice iu die illa non coiam uno vel du-
otus.tid unneiso leiiaruin mbe speclanle
tvang).
(10) Qui de sua spe el operatione secu-
ras si, i/cius judneii. suslinet el cun tem-
tiduitlur. (a. Jeun. Cb:yoal. tl\,uj, M j piw propiuqca; monis adieuent, de gloria
usier. San-ant. ) \ ^t'UHiittumstiikresatQAiAjt
Ciaue no da -<.) de Jui.im. Liles sao 09.
Sargento da Coinpanbia de Cacadores de
Moulanha Joo do Reg Barros o Srjenlo
Ajudanle l'n ig liarlos llslieber.( allemo en-
gajado) coi. Sargento d Arlilueria da Ba-
uw Ezequtel Luiz da Franca.
Consla-nos que os dous primeiros foro
sculcuciados a morie jielo Consellio de Guer-
ra
De Caxias recebemos cartas com data de ao
dcJunbo, quccoulo que o Major buena
No dia 3de Julho parli .leste'Porlo para-
o Rio de Janeiro a Cliarnu A-npliitiile con-
duziudo em seu borda todos os principaus ca-
beras da rebellioem Caxias, a excepeo de
Jo/e Joaquim da Silveira Joze Maria Vi-
anna Ignacio Jo/e Peixeia Benlo Joze
Ribeiro e Roberto de Moura. Ignoramos
os motivos porque ficaro estes rebeldes.
Soubemos que da Parnahiba liulio ido
para o Brejo o Prefeilo Dsorio, e o M qor Pe-
dro Paulo de Vloraes Reg que linba viudo
; Parnahiba buscar municoes e inuiiiinentos.
A tropa que nessa occasio marcha va cons-
lava de 6'>o piacas segundo uos informou
pessoa fidedigna.
O Gropo das Frecheiras foi fin lmenle
destruido pelas Foro'as da Legalidade em nu-
mero de t-oo ; tendo entrado primeirameu-
Frecbetras as torcas do Piauliy e .Vla-
i mando do Snr. Tenenle Coronel
kjauoi : Lulodio da Silva e depois as do Ce-
ldas pelo Tenante Coronel F.-
I urres. A tomada das Frechei-
raS u ti no dia iSde Junho tendo ha-
. alguns combat. nos d**s lii'*) i3 e
i4 em le morrero 18 rebeldes, h uvi o
, pri ioueroa Iteres o
m*>uinqs Poucos e ii 1 li se eu-
contrarc n ts Frecheii is t >la
maior part v .:.-.
pequeuot,,. h jo io leo
passado para esij Provincia j o 3ett princi-
pal chele Domingo! Ferreira Veras umhem
fugio e dizem na, Consla-nos
que os rebeldes '. h I recbeiras e vi-
sinbaiicasSu o tai theiras de pedras
que 101 o demolida.-, pea tropa legal,
Muador lu l< pelo bravo Majcr
Bizerra depois d ivu logo da parle dos re-
beldes que occupavQ ti iuebeiras bem for
lilicadas ^ niuri ?rao alguns delles e fez-se
mu boa porco de pnsioueiros fugiudo a
resIo
Lemos urna Carla de Caxias que cunta ,
que o \laior Bizerr* linha lido 9 cmbale*
com os rebeldes causaudo-llies grande inor-
tandade porque atrevem-se a allacar as.
nossas lorias ein campo raso de uianeira
que sao morios alhe s mos coufonue se
expressa o autuor da Carla.
No Morro Alegre liouve bum allaque en-
tre a toreado Sur. Tenenle Faustino Alves.
da Cruz e huma partida rebelde superior
em numero ; porem i .i o resultado lavoravel
Legalidade bem que perdessemos o valen--
le sargento Aran ha.
Estes dous favoraveis successos s armis
legaes liveao lugar no mes passado
Piauhv.Lemos huma Carla ue S Gpu-
calo coai "dala de 11 de Junlio que diz que
os lebeldesem numero de 4' tiubo cerca-
do humdeslacameulo legal do loo pravas,
na Conceico termo de Jeruiue.iha e que
depois de iiuui piqueuo liioleiio lugiru os
nossos debundads e so iccolbero a villa de
Jerumenlia deixaudu em poder uos reoel-
des loba a bagageni. Jeiu.neulia lem aoo
pracas coinmauUadas pel Capilio Ajudanle
Viciar, mas u pesar dessa pi.pima bu. a nao
leccia os rebeldes oae ale o piescnle nao
su lem animado apiu\tiuar-se da V illa.
Constara que o Baio tiuba mandado mu--


a
DIARIO
maam
I) 1
PENAM8CO
5
rhar huma Torca do Acampamento da Capella ndo entre as suas repete F.u. Euteoju- nbore da Pn'ia cora asm pvlero$a interce-s-
iJo f.ivramento para haler os rebeldt-s ; e el- ro. Cupiosas lagrimas banharo os nthos de sao, istodeT, e verdale mdubitavel ;
le devia sbir de Oeiras nodia lodeJunho; ambos, depois dalgum silencio o T'erido Tor- pots> della disse un S. Padre Quod Dea ,
para activaras exploraces contra os rebel- reja por Tallar porem s balbacia algumas imperio, tu prece Virgo, notes isto c ,
Jes. expressoes inintelligiveis cula-se e um que ella pode alrancar com sua iotercesso 10-
A visos l>ivers)
Queimadas para cima do lado dessa Pro-
vincia se acho bastantes rebeldes, e os pon-
tos desta provincia no Pai'nabiba sao mu
fracos tanto em fenle aricas e munu-
es como em nimos ; por isso aqui se est
com muito n edo que elles apenados pelas
tropas de ( axias nao alravesseni para c j o
que nao duvido
Mas apesar desta noticia que be muito at-
terradora spu hemos com mu la certeza que
depois da dcslruico do grupo do Coi imat ,
o espirito do povo do Piauliy setinba tor-
nado enthusiasta do goveruo.
CEARA'
As Tullas, que recebemos do Ccar alean-
cao at "xi do pp. Julbo,
Por um oficio do Juiz interino de Sobral ,
ttn data de N Je Julbo se \ que os rebel -
des em numero de vinte e tantos viudo da
parle de Frexeiras, entorchando asioutros,
-uotersoem grande consterna-cao a os habitan-
tes da *dUa Villa eseu termo, en os de Vil-
la Nova com roubos, e assussinios, perpe-
trados contra diversas pessoas, que. ou Ibes
cra desatlecta* ou nao erao de su a qiia'ida-
de e apezar da presteza rao as medidas uecessarias nao se podera e-
vitar de lodo os males causados por esses
malvados s sim al'astal-os da villa.
<_, Iridio JLuiz Jom de Miranda comman-
dle da companhia auxiliar, de Polica das Po-
voaces de S. Benedicto e S. Pedro mar-
cbou contra elles ; mas j;i o nao encontrando,
orcupou a Povoaco de S. Pedro por al;uus
dias ; que Tez com que os mesiuos rebeldes
nao podtssem regressar pelo niesmo caminbo ,
e se dirijjissem em direceo de Bayarra. Vol-
teado porem o fiel Miranda para S. Benedicto
fui all alineado pelos rebeldes j em grande
numero com a gentalha que se Ibes havia
unido j e depois d'um vivo e aturado logo,
em que pasin al o ultimo carluxo que li-
nba retirou-se para a Capel la e pequeo
Povoado da Lapa e enlao os malvados apuB-
sando-se da Povoaco de S. Benedicto Ibe
pozera fogo, que fez arder al a Capella O
luais que se lem passado at" do pp. Julbo
vero os nossos Leilores da parle oficial, que
publicaremos amanhi.
voz, e pronuncia as seguintes notaveis ex- continu favorecvr-nos consolar-nos ne-
prcsses (le mano ? ( este era o nome desle t, triste poca de lempos calamitosos e a al-
Soldado ) reconcilia te com Dos e desean a
da surte de tua filba cu te juro servir-lbede
Pai. Reste momento a morte se apodera do
le ido e o Commandante se levanta com oso-
Hios rasos de lagrimas e manda solucando
dar-lhe sepultura. Esta Menina de idade de
oito anuos o objecto de Patentaos yuidados
para este virtuoso Hornera (i)
Caxias 8 de Junbo de 1840.
var
Ao Resi-eitavel Povo Peu.-vamucano.
Por motivos que ocrorrera nao temos
ciicar-nos de sen Fillio as rais da paz e
cr)nsoUcei espirituaes, 6 corporaes, livran-
,1,-iusde todos os iuimigos que se esforcao
,|e impedir-nos o caminbo de nossa cenia sal-
an : isto a verdade.
porem o autor maior, e o principal de todas
as noss,s alegras econsolacoes universaes,
acho ']"e Toi, e continuar a ser, por
sna infinita l'ondade e misericordia aquelle
nosso Senhor Sacramentado ; pais elle, por
nono amor, se deixou com novo naquelie SS
Sacramento, nao s por ser cibo e sustento
da vida espiritual le nossas almas mas tam-
podido cumprir os nossos deveres de agradec- bem para nos acudir com todas as nossas De-
mento a os antevea de to grande consolago, cessid nies eaptrituaes. e corporaes ; pois elle
que recebemos com a pos*e do nOSSO hospicio nos convida e nos di;, por SUS divina boca
daPenha, oque agorafazemos, effereoendo Veniteadme, omnes. qu saboratis, eto-
0 discurso que rectei no da da posse ao- nerati ostia et ego vos reficiamvinde a
tes do Te Deu.r. Laudamus >
Fr. Joaquina d'ATragola.
PreTeito.
Bemdicto e loovado seja para sempre Nos-
so Senbor Sacramentado e Mara Santissima
d l'enba DOSSR piedosissiina e poderosissi-
ma me, e protectora.
I.u bem sei meus queridos Pernamhuea-
nos que vos eslaes desejosos e cora bem ju-
sta raso de saber, a quem devoraos liaros
devidos agraderiraentos por tantas alegras e
miro, o vos todos que estaes angustiados,
aillo-tos, eopprimidos dos trabalbos espiri-
tuaes e corporaes e en vos alliviarei e
dare os necestarios auxilios deminha graca ,
panqu superis e vcnc,aes os vossos iiiitni-
;;os. oppressores e perseguidores; e vos
consol ai ei as VOSSSS pas supplicas e justas
peticoes.
Sim elle nosso amorosa Pae por sua bou
dado e misericordia tem aecudido s nossas
iresentes tiecessidades e tem inspirado, e
.) cisco em |>4ftoj rs; a mastreaci em faol';
a lancha bote, vadlhme de a*oada eos
camarotes a r em cima do couve/. em i8{s' ;
tres ancoras um aurrete urna amana de
ferro de jo bracas e otra de .^5 tij-lo mr
4 >os' rs. ; m issime e poleame em 4oI rs. ;
e o veame vm atp'ra como tudo consta
do escripto em mi denles po lem comp.irecer no di a e hora sapra.
Vf He a viriude da patdao am^isapre-
ciavel para a ininba alma : em abono da ver-
dade devo drrluar perante o mun-fo todo,
que nos Theatrosdo Brazil Onletenbdtrab'-
Ihado, heoSr. Director do Tiieatro d>- Pei-
nambco, oSr Gamboa, aquelle que com
mais alTibilida le, e li/ura me ka trn-li lo iu-
dependenteinenle djs contracto! thetr 11 s, que
as minhas dais viadens 'a esta cidide ten
comigocelebrado 1 o Sr. (iamb)a he crebr
da estira a de todos os artistas que pro >s.a-
rera os seotimentos di boma ; estim nin con
fissio sirva de confundil aos s-ue njil>t)s de-
tractores e confirmar a gratido dn stu re 0-
ohecido amigo Luiz Vai.
v^r l);i-se a qumtia de um con > da
reis a uros sobre penho*e de OUO,
ou firmas a contento, cuja qn mita d.i-su ti 11-
bem em pequen is porces quem a pertO ler
annunce para ser procurado.
uj~ Troca-ae a morada de urna cata para
grande familia, de precd de do/e mil rcis ,
Snr Redactor do Legalista.
A presente rrise pelos numerosos modelos
de pteversidade e desmoralisacao que tem
oferreido pareca ter ha nido dos habitantes
do interior desta Provincia toda a idea de mo-
ral eamor de virtude com tudo o Sol da
Serra de >8de Marco vio dois perfeitos Mo-
delos das mais bellas virtudes o Amor Pa-
ternal ea Pliilantropia Evanglica, O Sue-
cesso que vou referir grande em si mesmo
multiplica boje seu valor na raso dilecta de
sua raiidde e digno por isso de toda a publi-
cidade. RogO-the portanto a sua inseico no
seu Peridico a fin de ser imitado com o
pie Tara bum beneficio liumanidi.de e hum
avor ao seu Leitor.
(Q Estrangeiio Testemunba do Successo )
O Tenente Coronel lluiiorio Burgos, ea
O lia Raimunda. O Honrado e Corajoso De-
fensor da Legalidad, o Ilustre Comman-
dante do Bstblho do Codo baleo vitoriosa-
nienle os rebeldes na Serr em ari de Marco p
p. Lxploiando o Campo da aeco Toi cou-
dusido |>or lamentosos gemidos junio de um
seu suldadn que feido moitalmente eslava
prximo a terminar sua existencia. Que
leus Camarada ? pergunta o v ommandanie ,
curvando o pielbu juulo do moribundo e aper-
tando-lbe una d?s mc-s entre s suas Que
uito las le idas .' um ai
(1) A Correspondencia, que publicamos ex-
traliida d'um Supplemenlo ao Legalista u.
'a, um desses eloquentes escriplos, (j'deve-
riao ser lidos por lodos os bumeiis. anarraco
d'um Tacto que honra a natureza humana ,
urna lijaosublime aos paos, e aos verda-
uuito las leudas i um ai deiros amigos ; nelle se nao trata de erguer
de urna votquasi a extinguir se oi a nica' trinebeiras de cavar Tossos de faier embos-
HMta f Camarada ? be teu Conunandan | radas, de dar batalhas em fim de destruir a
eu vou i hmnanidade nao : um honrado chele
COnsolaoSes que gcral mente nos tolos esla- despertado am sua graca os coracoes de todos p ir nina pr .pu-na que seja deprec de seis a
mos experimentando e gozando para satis- ti > h neos ,i envpenbarem-e para satisfacer sete mil reis, para pequea familia a pes-
fater por gratido com as devidas bomas a os vossos pos e JUSIOS ilesejos e dar Un-jsoa, a qiit>in convier este unto baja de ir ,\
louvores. e gloi ia a todos quantos fbraS cau- lamente opportuno remedio a vossai almas,' ra dos Vlartyrioi U. 8 das ti s y horas da
tadores de lio geral regozijo. que j eslavaem perigo de perderem-se ter- ; man! e das a at s 4 da tarde.
Sim, vos me perguiitaes, eeu vos respon- namente as presentes trevas, econfusoei. ity Quera quizralugar um hura armazera
:lo Fora os bous Pcrnariibucanos veida-1 Mas agora com sua graca por meio de seustp*1'* qualquer eslabeleciuiento coto salla a-
deiros ebristaos que pedirn a I)e"us com la- ministros Apostlicos vos livrar da fatal ce- trar e tres caraarinlias cora cotnha fora ,
grimas, supplicas. eoraedes fervorosas, e guaira, e vos mostrar o camuho de vossa e- dirija-sea praca da Boavista, na entrada d*
desejaiao alcancar de Deus to geral alegra lerna salvaco ; pois elle derramou lo'lo o seu ru 1 do AragOt
paz, e consolalacao ; pois verdade que el- san;ue precioso p iru remir-vos e sdvar-vos l?" Pre:isi-se comprar duas escravas cri-
les merecem os agradecmentos louvor e Klle vendo por tanto que as vossas culpas las ou de naco ; n 1 ra Uireila, iojadecou-
gloria ; porem sem Deus querer n ida se se ndavaS mullpliaindo e por couse (uen :ia '. ros D. \7.
Taz e nada se aleanca. irritando mais a Divina justica contra ni u- CJ?" L'ma mulbcrde bons costumes e do
Se eu vos disser que ora aquelles que, sou deste prodigioso remedio, da viuda de c.ipaci lade se propoeui a occu jar-se 110 sen i-
conbecendo os desejos do Povo Catliolico, as- seus Mnistos Apostlicos | como esperamos] ; co interno de al;uina casa de pequea familia
signaraS e pedira notsu Assemblea Pro- pois trabalbando elles ne-ta vinha o mesmo ou de lioinem solteiro e tarabea de taactar
vincial a graca de despachar-lhea a t:io justa &enhor vos soufirmar na sdnta le d,\ Re- de algura doente ou de meninos ; e tamlicm so
peUiao, tambera fia verdade, quesSodig- lgiloCatholica Apostlica Romana, queja offerece pira administrar c ensenar osCfvos
nos de respeilosos agradeemu:nt,:s. Vas sera se aciiava em perigo de abandonar e deixar o a Ta/er o servico de qualquer caza de grande
o concurse da Divina ron lade e de sua pro- ju;;ode Jess Cbrislo para abracar e levar familia ; em din encarrega-se de ludo quan'ld
videncia nadase alca ncar a | o engaoso jugo mundano, (|ue alera dula- pertence a arranjos de casa excepto pessoal-
Se eu vos disser, que foraS os F.xms. e Rms, zer-vos infelices nesta miseravel, e breve vi- ; mente colindar e engommar. n 1 ><-n.i los vjar-
Sen bores liispos u (1 lima. CommUto Ec- da vos preparava um nerno de penas eler- tyrios, loja do ultimo sobrado, lado di gr ,. .
clesiaslica que emprcgar.i toda a diligencia lias em oulra vida. Portanto, solne lodosos ; tjr Queni precisar de una ama de casa ,
para bem de vossas almas e a fim de salista- outros auclores de nossa COniOiaco e alegra Capas e que dar fiador ;i sua conducta ,
zerem-se os vossos desejos verdade a os quaes devenios agradecer j devenios Sobre rija-se a ra do Livramento, no sobrado u
K se eu vos disser t que Ionio um particular todos aquelle osso amoroso Pae dar todos os lera paderia em baixo junio a tenia do i
o F.xm. Sr Presidente, oCxm. Sr. PreS- agradeciuienlos, honras, louvores e gloria, : bruno.
dente da Assemblea, e Belaco os Kxms. por tantas grabas, e Ta votes recebidos ; por tST Pd escriptorio de Benlo los Alees ,
Sis Depulados que votara e npprovarao Ist com sinceridale d nosso coravjo e co 11 existe urna ca ta viuda de Lisboa para o
tal resoluco adiando bem jusla a peticao Povo, sem du vida ua verdade pois elles so Senlior com o hymno usado por nossa para a mandar receher.
tanto se empenbarao e deleudera to justa santa Mae a Igreja Catholica Romana, a t?y A pessoaipJe iuteressa em fdlar .10 Sr.
periencio do I ovo; e por isto se Ibes de vera qual Deus dever conservar, at o fim do Jos Mara senhor do engenbo Crusahi ,
dars devidas eracas, honra, louvor, e n.undo, semprc victoriosa de seus adversa- pode entender se com Jos Joaquim dos Reis,
gloria i e sedera ioar a Deus por eiles lo- nos segundo a sua Duina Palavra Lt ua ra da Cruz do Recife n. 18.
dos, porque fora os aucioies de tanta ale- ponas inleri non prmvalebuiid adversus i^r Oabaixo assignad, lendo sabido as
gria ; porm sem tnoco da graca de Deus eam 9 1>oris u* "lail,l d> ui'' 4 do correte da ca-
e sem sua inspirsco nos seus bons coracoes Sim Louvemos com jubilo aquelle Divino sa do seu Patrio o Sr. Jjzeph Hay, ruado
nada feriad, e nada decidiras para tal hu, Senbor como byrano cosiumado, que i Trapiche novo, com deslioo para a alfandega
e pata tal objecto. Te Ueum laudamus le Doiuinum' confite- pelo becodi Linguete al a venda do Sr. Joa-
Se (tialineiite vos disser que Toi nossa Se- mur. qnim Jos Rebidlo e dahi at a alfandega ;
__;_________ aette transito perdeo ddenlos mi'
LOTERA DO, THEATRO.
res era
sed nas ; a saber ; sendo urna de -ios', e i8d:
. T de/ mil reis ; se quem as achou quiser rcsli-
As rodas da segunda parte da terceira Lote-1 |uif a ^ ||W as U..
na do I beatro puol.co desta C.dade corren, ^ ^. .q do ^^ ^^^.^^ aWi ^
resj
te que te falla loma curagem ,
tractar tuas fet idus lu nao murres. A esta um uobre Hraztleiro que se cose com a Ierra
expresses a cusi abre o Moribundo OSoihoa para poder ouvir a ultima vonlade d um mo-
n, que j;i pouca mpresso lasia a luz eajiihumto soldado, que entre as agonas da
Domingo o do corrente beneficio de
\ enceraos meu Commandante ? .. I morte senta una agona anida mata pian- /.ebedeo Cezar btlbeteiio do mesmo 1 hea-
Praciuba do Livraniento.
THEATRO.
cavados i quem as perlender, dirija-se
Tallar cora o seu proprielario Frtdciscd Ri-
beiro de titilo.
Precisa-se alujar urna ama de leite Tor-
a muild
ho.uein
-Se ao
eiu quo


4
DIAR 1 O PE
PRRNAMBCCO
3
Pa-se 600,000 a premio de dous por o pescoco chales de touquim grandes e pe-
. sobre hypotl.era em casa ou quenos-, e multas mitras fazendas; sexta rei-
r 7 do conente as io horas da manha em
ponto no seu armazem la ra da cadea.
tsy O correlor Oliveira continua a vender
pm particular, no seu
Conceoao ll. 34 primeiro andar em porces
; vontade dos compradores Sedas lustrosas
para vestidos ditas de quodrinhos tafets
encarnados e verdes moropeiteiros de se-
da pannos de canto chales de palha bor-
dados mantas de touquim e de palha len-
cos de pinturas leques finissimos e roais
inferiores ditos de xarao caixas de marim
para tabaco caixinhas de costura de xario ,
Lcelas, cestinhos, e pratinlios de xarao ,
jarros de porcellana, bonecos da China ,
q uad ros bandejas, e nina flauta etc. ; 8
maior parle destes objectos foraS do brigue
hespanbol arribado a-este porto, na Bita va
gem da China para Santander.
i~3
<. uto ao
pinhoresdeouro ; quem quiser annuncie.
t3T Qupm lirer para alugar ura sitio que
tenba capacidade de ter vaccas de leite an-
nuncie.
xsr Deseja-se saber a moradia do Sr. Jos
Mara Sr. do cngenho Corsai a fim de se
tratar negocio de interosse : annuncie.
t?" Aluga-se um terceiro andar com com -
niodos para pequea familia: quemo pre-
tender dirija-se ao hoco do peixe frito D. 3.
8^5* Precisa-se de um caixeiro porlnguez
de idadede n a \f\ anuos para urna venda ;
venda da ribera de fronte da praca da fari-
nlia.
V3~ Mnoel Antonio Rea! faz sciente a
scus credores que no prasode3 dias apre-
senlem suas con tas para seren pagas.
tSF" A pessoa qim acbou urna caxorrinha
to reino milito no/inlia pode levar a ra
eslreila do Rozarlo tend de marcineiro onde
leve fabrica de chapeos que receber ooo de
gratieado.
; i ii (isa-sede um feitor para um sitio
perto da praca que eutrnda de plautac&es .
< saiba trabalbar ; na ra do raes do arco de
S Antonio ultima loja ile fazendas
SSS" Preeisa-se de. urna burra com leite,
. ra o dar diariamente a um (lente que mul-
to necessiin na passagem da Magdalena,
se >> que se ronvencinar ou para
con pra ; quem I i ver lie limito obsequio an-
nrutiar, ou dirigir-se a .ra do Torres n.
i5 ii" I!'1' ife.
K l" Pi cisa-se de loo.oooa premio sobre
i nbores ; quem quiser dar annuncie.
KS> Roga-se a pessoa qup tiouxe da pro-
vinriadoPar para Marcelino Antonio Go- Collegiolojadeeelojoeiro
va- Por G5,ooo um cavallo castanbo novo,
carnudo sellado e enfreado : na ra nova
no segundo andar do ultimo sobrado, que
vira para as das flores.
xsr ojadecouros que foi do fallecido
ra da' Joffo Jacinto de Medeiros 5 na nn la Cruz a
tratar com Lenoir Puget & Companhia.
ET Urna casa terrea construida a moderna
com oitoens dohrados, com 3o palmos de len-
te e qode fundo em chaos propnos con-
tendo \ salas \ qurtos grande at&ova ,
boacozinna e dispensa i hanbeiro teixar
do quarto para pretos estribara para o
civallos, qiiimal murado com aoo palmos,
do se-
Compras
CT Um trancelim fino ; ou um cordo em
segunda mo ; quem tiver annuncie.
t3" Um manicoriio em bom uzo ; quem
tiver annuncie.
sendo ludo de pedra e cal Sita na ra o se-
bo junto as casas do Sr. Francisco Antonio de
Oliveira a tratar na ra da S. Cruz casa ter-
Vendas
rea 0-4'.
S2T Potassa americana noy em
grandes e pequeos chegada prximamente
na Barca Americana Globe j em ca:,a de L.
G F.Mansfield.
523- Barris de 4, do superior e
nbo da Figueira j na ra do Vigano L> i .
U9- Cuas de agoa di lavando com i
meias garrafas a ,{ooo os verdaderos cha-
rutos de Menilha e cautellas do theatro em
ra da cadcia
barris
ant'.go vi-
. dirija-se a ra da moeda no terceiro tW m bonito escravo de idadede i8an-
andar do sobrado n i4a. nos dous moleques de i a i* annos, e um
ty Desen n nharfo-se tres cvanos des- *c de anuos com habehuades ; na ra
de o Rccife#ate Bibiribe, no dia sexta fera a Je ;,(Toas vor,,es r
larde, os qoaes sao da cor e signaes seguin- ~~,
tes; o primeiro alaio, com urna estrella na aieile de carrapato na r i da
, _.__.._, ----- ---------
testa, bastante grande o segundo raslanhn, cima o.
alguma couzi pequeo e magro, o terceiro s3^" luijogode lianc
rardn, inda poldro ; quem delles souber Jacaranda, por preco c
dirija-tea ra larga do Rozario D. 3 loja de Rangel D. *4
derima e vigsima paite na
velba n= 53 quina do beco largo.
S25- Pecas de hrelanlia de rolo de lo varas
a 1800 ; cobertores de alftodo ti0 pecas de
tsf Caolellasda Sociedade Fortuna Ty- ca'ssa de qusdro a8oo diladealgbdode ao
pografica, da Lotera poTheatro Publico ga- jardasa^oo; ditas de chilla i4 cova* i
nhando a vigsima parle dos premios, cabeodo e a retalho ito, dito, riscadoa de cores que
na serle de (j 000,000 reis tresentos mil n*is a no desboto I So largos cliitas Ibo 180,
preco de \5o ; nesta Xypografica, na iraca e aoo rs o corado faxenda de 15 para calcas
di Independencia n. -*o e na .ra larga do mn.itnao de casemira 6fo O covado dita
Rosario loja de miudezas D. 7, e na ra do de algodo de differentes qualdades jBo, 3}0,
|e36o o covado, panno de linbo aberto pro-
prio para guarnicoes de toalhas e lencOOS pi-
cos de di Arenles larguras. 8 outras muilas
fazendas por preco cun mudo ; na ra da ca-
dcia velba n. 55.
til" A proprlsdade do passo da pedia ,
junio a margeno do rio Tiuma a Oeste da
Ouas quartolas vazias para depoiito de
era bastante disfamado; quem o pegar anuncie
Fir-io ou fartarao no dia 3 do corren-
te um moleqe de iiome Mnoel, raeio bucal,
de idadede 18 anno baixo preto retinto ,
olhos grandes cara red inda nariz um tan-
to afilado : icos finos boca pequea per-
nas finas, 1 braco esquerdo teni urna mar-
ca de Ierro de letra I ; quem o pegar le-
ve a ra do Queimado casa D. 7
snr Fugiro na noite do dia 3 do corran-
te duas escraras sendo urna inolala de uome
Lu'ua fil ii do Cear clara, rosto redon-
do as maces do rosto altas porera est al-
guma cooza magra por ter estsdo doente, es-
t' sangrada no braco deslocou a poiico tem-
[)o um p, nariz chato, olhos grandes,
bem Ceita do corpo pi largos mostrando
que leve bichos quando era pequea ttm
aatinos de idade a outra be creoula de
nome Getrudes baixa magra ps peque-
os olhos grandes poueo retinta beicos
trossos de idade de So anuos fallo-llie os
(lentes da trente, levaro cada urna sua trou-
xade roupa contendo vestidos de chita azul
com llore* amarellas e de xilla j quem as
pegar leve a lora de portas em casa do Com-
mandante do Brigue Escuna FeliciJade que
ser recompensado.
%ar Filglo do engenho da barra dous es-
cravos um de nome Francisco, cimpina de
idade de 4o anuos pi apalhet idos, lem um
brinco na orelha e eno liver ha de mos-
trarosignaldobrnco; o outro de nome An-
tonio creoulo de idade de 33 aunes, cor-
po ordinario, tambem lem um brinco na ore-
Iha direita esteescravo b un* tanto regrista;
quem os pegar leve a ra das tnnchesras D.
5 que sen recompensado
C3- Frigio no diu a do corrente pelas 7
horas da noite, urna negra de nome Joaqui-
na de naco rebollo de idade de a4 anuos,
levou vestido de chita azul cora flores ama-
rellas, urnas argolas pequeas as orelhas ,
lem um p um piuco mais grosso que o outro,
e pelas costas tem multas marcas da Ierra .
bo
boca grande meia grossa do corpo cara lar-
povoacao de timbam )i urna legoa comarca < ... .... moPfta_VIR-
. de ia (idade de S. ledro ( uutr'r. Goianua ) fi tem sobre o pello duelo^ '
commodo; na ra do com 975 bracas de estada legoa e meia de Hga-se ser desencsminbada por um preto
tancas em meio uzo
rouveisar coux ella ,
fazendas quesera 'ratificado.
tt^> Domingos Moreira Dias comprou por
ci nta dos Srs Antonio Francisco dos Santos
Lisboa e Jacinto Jos Romeo residentes ein
Mafanbo dous bbetes inleiros n.' 19^3 e
%U" Por menos preco do que se tem ven-
dido at agora a obra do bem conhecido De
r.emliargarilor Ovidio Saraiva de Carvallio e
SiUa, contendo consideracoes sobrea legis-
laco civel e criminal do Imperio do Brasil':
guns escravos carreiros, madeiras tiradas pa- p
raengenhoem grande ponto, 4oo caihrose T '. ',''-'
de nome Jo-e. de uacao aiui. a. 1 ae
escravo
., por
te de seu cairegamento prompto ; quem
ser carregar ou ir de passagem dirija-se a matiea para 03 denles I
iei nardo Antonio de Miranda, ou ao Capi- bo de marim a oou a d
par-
qui- laroy maeass parola e de olio, agoa aro- qualidadesde d
facas e garlos de ca- Jado do Livrameulo.
s ; na ra direita i4.
to Mnoel Simes.
cr-Urna preta de idade de 3o annos por
jLeil o
iaboleiro (ie venda cara de macaco lera
um pedaro de dente na frente quebrado, mos
seccas e compridas e com urna nodua escura
c n',\.>..tr.* nnr nrom piimmniln mi rila llar ~~ i i U8S I)-.:I5 liei'liai fillUS e lls COinoiidoS
tos o.i eclos po pieto commouo na ra lar- 3l) 000 boa coziibena e lavadmra urna ,' '
ga dolWario loja de miudem U. 7 ,, nliu de (Ja;ie d(; anil0S 0 )lima para apalhetados a lornozelos grossos ; quem os
tST "Um mulato muito robusto, poprio para ser educada, um negro de idade de 18 annos. F"' ^e ao dito Sitio que sera gratificado.
in.if. n unim A,> ramnii he iMiieirn va- 1 t i.i 1: i i_*~ tVodia do con ente lu;;io urna prcla,
iouo o serxico ut.uiu|iu, nc i.mi...u, a nma mulata ue -o annos com boas nabeliaa- u .'
de nome /.abel ue nacao con:o de idaJe
Provence naufragado em Lucena, varias .ro- I *^ ^rnas de ac de superior q......------,
cas capa-rosa gesso oca milho lari- e un,u Vo'*? ,de ? ml0S de el0P^ 1U
ha bolaxa ; conservas vinhos cognac 1 rua da cadea p. 14
Sm lindo sortmento de vestidos de canTbraii f "> fortea P,annos dc arn?an0 com
debomtom, e outro mullos objectos que se excellenfts vozes, urna secretaria de mogno ,
acharo patentes.- Bar. ere Cnsul de duas me/as de dito para jantar a4 pessoas. um
Franc
$25- Que fazcm L. G Ferreira & Mansfield
por ritef vneto do Corretor Oliveira, de um
completo orliment de faiendas inglesas,
americanas e da India sendu as priucipaes
como se sef.ue | chitas de novo; e vanados
padies, cassas de quadros de lislras e
lisas, brins en trancados- de linbo de lindos
padrees, ditos de algodo algodes ameri-
canos lisos e entraiicados pardos, Bines, e
krancos setins de macu sedas da india ,
Jeocos dito paro, algibeira, ditos retos pira
na rua da cadeii
sola e cadeirus de encost ,
loja de chapeos L>. l$.
V^> Um vro denominado ramalhele ; na
ruada S. Cruz, na venda que tem calcada de
pedra.
Urna venda com poucos fundos e
lamilla
na
com commodos para pequea
rua do Arago venda por baixo do sobrado
que lem lampio.
S3S" luid venda rom poucos fundos, e com
commodos para familia na travesad de 3.
JoiD.l
de nome Felis ,-de idade de ( annos, cor vado.\Jajor Antonio Gomes Lial e cm-
ela ra secco do corpo levou vestido cairas e prada no dia i, do correte a seu irmo e pro-
I aqueta de brira pardo, chapeo de seda un- curador Jo^ Gomes Lial ; levou um labo-
da calcado, he official de barbeiio e bem leiro de miudezabem sorlido e duas latas
conliecido por ler aprendido na tenda do Pa- com lencos meias e bicos e ja era acus-
vo e de Jos Anecleto : quemo pegar leve turnada vender la?.enda no lempo do antigo sr.
a rua larga do Rosario D. i que ser re- -quem a pegar leve a rua do Amorini no Ke
compensado. ci'e casado Thomaz Jo^ da Costa e S ou no
S-v* No dia 10 de Maio de i836 fugio da iiuteo da ribeira D* 1 que recompensar.
*
gio ua pU
Cidade de Olinda um molato de nome ,ou-
renco, de idade de 18 anuos, secco do cor-I
Loviiiiento do Pono
po, cbelo alguma couza corrido esollo, olhos j\AVIOS ENTHAO WO DIA 5.
grandes e pretos, com urna marca em ura LIVEltPOOL ; 40 dLs larca Iugleza i\g-
dos cantos da boca e lalvez se divisera ainda
alguns pontos que servilo para coser o tallio,
deque ficou a dita marca representava ser
htgath Cap. Tlioma untel carga fa-
zendas ; a Cebtree & C.
barbado, botava as ponas dos ps para lora, e UlCIFiNA lil'.iJli Wt'i i l\, -5^*


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