Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04711


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Full Text
Annode 1842.
Sabbado 30 de
\

Tado r<>r deper.d* de m',s meanna ; <]. nss. prudencia mo.lrrj.;io e rnergia : ,n-
II.1U.-.1I.I-: pmii |.rinci|.iir,os a seremos apoaladoa rom admiraco entre as Narfea m.-.is
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
GuiauM, l'araibh e Rio prendo do Norte legimdas e srxlaa (Viras.
Bonito flaranlinre .. '0 e 24
Cabo Ser'ml-.aein Rio Forana, Pono Calva Maeei r Alagoas no I. *
j .n 43. Sanio Ani3o quinta* feiraa. Olinda lodos oh di.i.
II.
DAS DA SEMANA.
2.i Se. '. fiago Ap. a. Cliriaioviin M.
2l |U, ia, Smphronio Olimpio, e Theodolo Mo. Re. Aud. do J, de D d
27 Qjtrt. a. P.ntale'io Medico. Aud. do J. de D. da 3. .
2S Quii. Innoeencio V. C.ard. Aud do juir. de )) ,| 1 y
2! Ser. a. Marina \. Aud. do J. de D. da i', y.
30 Sab. jejum s. Rulino M. Re. Aud. do J. de I). da 3. r.
31 D-tai. a. Anna Muy da M;iy de llena.
I t.
f nllio.
Anuo XVIII. N. 162.
O Diario publica te lodoa oa diaa que nao fonal Saaittaadoa o prenda aasignei b
de trra mil reia por quarlel pn;os adianladoa. Os annuntins dos assisnanlea s.io iaaerido*
Rralii os dosque o nao IWeaa radia de K0re*porlinha. Airerlnaaeoei drem ser
-. dirigida! MnTjrpografi'a roa daaCrut* I). ob a praea da ludependearia luja de Ijatot
K>rn Ti a 8.
CAMBIOS .no wa9 ni: jimio.
(!ainhio anlire I.ondrea 2<> '. d. p. iV.
.. a F'aria 360raan, franeo.
.. i> i.mhua lili) por 100 da pr,
Moeda de cobre 4 por -100 de descont,
dem da leiras de hnai firmas le il(j.
|)ese.oi.....le bilh. da Alfinl--a I a "
me;
compra venda.
Odro- Moeda de 6.400 V. 45,900 1,1M
N. i.i.SO) 11',.000
> de 4,000 s.sor) '.(KXi
Pura PatHOM 4.H20 4,84*
l'eioaColumnarea l,S2ll t.%\9
dito Mea ranea I.S7I I.H',11
miuda 1 ii'ii' VflftO
Preamar do ,/ih 30 de Jul/io.
I. "a 10 horaa t >'l m. da manha.
2. "a II horu IS m. da larde.
phases da i.ua no mez ue jtjlho.
I ua Nora a 8-- 4 horaa e 44 m. da manli
0.iiarl. ereae. 14 -- aa 7 horaa e 19 m. da tard
I na eheia a 22-- 4a S lioiaa e ali ro da manV
Ouart, ming. a 30 i 0 horas e 24 m. da tard.
'.
IH A RIO |E
J u
ICO.
ADVERTENCIA.
Quando citamos os individuos que forao dc-
portados para Portugal, esqueceu-nos nomear
o Dr. Franga Leile.
No Artigo Diario de Pernambuco do
Diario N. Ifil u palavra indevdualmente
lea-se indevidamenle.
No mesmo Diario forao" por engao copia-
das do Jornal do Commercio urnas noticias do
Hamburgo sob o titulo Exterior o que
escapou tambem na compaginado por outro
descuido, de que pedimos escusa aosnossos
subscriptores.

PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
F.XI'KDIRNTK DO DA 26 DO CBRENTE.
Otlicio Ao Inspector da tbesouraria da
fa/.enda transmittindo copia do aviso ex-
pedido pela serretaria d'estudo dos negocios
da guerra cm lata de TJ docorrente mez, a-
fim de que ein sua observancia remelta com
urgencia esta secretaria urna conta especi-
ficada de todas as dividas do ministerio da
guerra, pertencentesao anno lindo de 1811
181-2 que se acharen) por pagar e outra
das que pertencerem aos annos anteriores ,
acomnpahadas urna e outra dos esclarecimen-
tos precisos que posso justilicar a sua le-
galidade sem todava se mencionarem na
primeira conta ..s dividas que pertencendo
ao exercicio corren te ponfo ser sol vidas
at Dezombro prximo futuro.
Dito Ao commandaiitc do briguc escuna
= Nicllieroy = ordenando era cumprimen-
to do imperial aviso expedido pela secreta-
ria Testado dos negorios da marinha em t>
primeiro do presente me/, que informe
Presidencia si abordo do hrigue escuna do
seo commandoexistem o cirurgiao da bella
Americana, Agostinho Joze Marques e seo
criado ; e que caso existi suspenda os
seos venc mentes.
Dito Ao Inspector to arsenal de mari-
nha, remetiendo o ollici > por copia, do inspec-
tor do arsenal de marilia da corlo acerca
JO balelo, ja enviado para esta provincia .
e dosmais qucalli existen) para aqu desti-
nados e fazendo vero uso quede taes ba-
telftes se pode fazer neste porto lim de que
de seo parecer a respeito.
Dito A Administraro dos estabeleci-
mentosde caridade communicando, que fo-
i o achadas legaes as con tas que apresentou ,
da receita, e despesa daquelle estahelecimen-
to relativas a passada Administraco de
que foi thesoureiro Antonio Joze Pires de-
poisde lerem sido examinadas na tbesoura-
ria das rendas provinciaes.
DitosAwsjuizesde paz dos Allogados ,
e Tracunhom acensando recebidas as listas
dos cidadaos volantes e degiveis, e dos fo-
gos das respectivas freguesias.
Dito Acamara municipal do Po-d'a-
Iho aecusando recepgao do seo officio de 15
do correte acerca da approvacao das respec-
tivas posturas addicionaes ; e significando em
resposta que a presidencia tomara na devi-
da consideraro o que represento no cita-
do oTicio.
Dito Ao commandante das armas, orde-
nando de confonnidade com o ordenado no
aviso da secretaria d'cstado dos negocios ta
guerra de 28 de Junho ultimo, que mande
addir ao terceiro balalho de artilbara a p
o soldado do extincto regiment da mesma
arma d'esta provincia Joze doCarmo de Oli-
ve ira.
Dito Ao mesmo intelligeneiando-o de
liaver Sua Magestade o Imperador determina-
do em aviso da secretaria d'estada dos nego-
cios ta guerra de 4 de Julbo corrente que
tenho baixaas pravas do exercito, cons-
lanlesda relaco que por copia lli; remel-
le.
DEM do da 27.
Officio Ao jui/. municipal da segunda
vara d'este termo ordenando que com a
possivel brevidade remella ao inspector da
tbesouraria da fa/.enda urna relacao nominal
dos ari-tmaltanles dqs salarios dos africanos ,
Ilcitamente importados no imperio, com de-
claraciio de toJas as circunstancias que exi-
ge o I. to artigo 2. das instrucoes de 2 de
Jolbo de 1810, dasquanlias pagas, c OC-
correncias que tenliao havido e bem as-
sim a conta do que at o presente se tem ar-
recadado c despendido, e do quanto exis-
to de saldo.
Dito Ao Inspector da tbesouraria da fa-
zenda intelligcnciando-o da expedicao da
precedente ordem, e de haver declarado o su-
pramencionatlo juiz municipal que dos su-
pracitados salarios se tem arrecadado a soni-
ma de 2: Wl ,>270 res da qual existe liqui-
da a quantia de 2:O8ji320 res para ser reco-
lliida tbescuraria na forma da lei exislin-
do ainda urna nao pequea divida cuja co-
branca se est procedendo : oque ncnliuma
duvida encontra em seren execuladas n'csla
irovincia as inslruccoes de 2 de Julbo tle
1810, relactivas a arrecadacao dos ditos sa-
larios.
Dito Ao Inspector do arsenal de mari-
nha dizrnilo que constando pelo imperial
aviso tle 7 to corrente expedido pela secre-
taria d'eslado dos negocios ta marinha que
dos quatro gruinelles Manoel Lourcnco Car-
neiro .Monteiro Miguel dos Anjos Manoel
Antonio c Antonio .Ion; da Silva que pe-
la escuna = Andorinha =ordenoti a Presi-
dencia, se condu/.issem a corle foro uni
camente all entregues trez allegando-so .
queoqiiarto havia atpii ficado nn hospital,
ciimpro que S. m. informe a mesma Pre-
sidencia de Indo, quanto son ber acerca d'es-
le ultimo.
Dito Ao Inspector da tbesouraria das
rendas provinciaes ordenando, que com ur-
gencia faca encommenda para Franca do um
circulo repitidor de borda caso j a nao te-
lilla leito.
Dito AoEngenheiio em chefo scienti-
ficand-o de ter expedido a antecedente or-
tlein em resposta a o seo ollicio de Ij tl'esle
mez, emqnea requisitova.
P.EPARTICAO DA POLICA.
Parte das occorrcncias do lia 2< e 27.
Communiea o commandante geral do cor-
po policial em sua parle de hoje torem sido
presos bonle Joaquim Barbosa e Antonio .
escravo ; aquelle pelo subdelegado da fre-
guesia da Roa-vista e este pela primeira pa-
trulha do districto da Concei^o do mesmo'
bairro, por desobediencia a mesma : forao
recolhidosa cadeia ; e da parte de (tonteo)
consta nao ter occorridu novidade.
Pessoas despachadas nos dias 18. e 22 de Ju
lho.
lio tle Janeiro =Gelru'des escrava de D
Joaquina Reza 'lavares da Lima.
Cabo tle Boa Cspi'ianea = I). Mara Ciassen,
Subdita tle Dinamarca.
Rio de Janeiro = Mara Eulalia e Saiiiian-
na escrava de Joze Marcelino da Boza :
Vicente, escravo de Manoel Joze Xa laca ;
Jo/e escravo de Custodio Joze Alves ;
Fortunato, escravo de Joze Antonio Cor-
rea Jnior ; Antonio,, Joaquim Pedro,
escravosde Amorim Irmfios.
.Norte da Provincia = Ignacio Ferroira da
Costa Rrasileiro levando em sua com-
panhia sua mulher sua sogra edois li-
Ihos menores.
Rio de Janeiro = Antonio, Jo/e, Roza es-
cravos do tenenle coronel Francisco Mame-
de tle Alnieida.
KXTEBIOR.
BEPFBLICA ORIENTAL DO URUGUAY.
Montevideo I. de junho.
Kxercilo orienta
em operaees sobre Fnlre-
Rios.
O abaixo assignai
lica t general
Rio Grande do Sul = Francisca escrava de
Maria Joze da Fonceea.
Rio de Janeiro = Felicia, escrava tle Bernar-
do Roques Agostinho escravo de Joo
Joze Rodrigues Loflar ; Joaquim escravo
de Joo Joze Rodrigues Loffer Pedro, es-
cravo de Joaquim Piulo de Asevedo ; Lu-
za, escrava de Joo Joze Rodrigues Loffer;
Luiza escrava de Joaquim Pinto de Aze-
vedo 5 Felippa Jofio e Manoid esoravos
de Joaquim Pinto de Azevedo ; Joanna .
e Joaquina, escravas de Antonio Jo/.e Pin-
to.
Rabia = Pedro Balinhas Brasileiro.
Rio Grande do Sul Miguel scravo 'i"
sargento mor Francisco Conealves .la Ro-i
cha.
QiKirlel general em Paisand 2 do maio
de 1812.
o presidente ta repu-
em chefe do exercito rece-
lien rom a maior salisfaCAo a nota do Snr.
ministro to gaverno e 1o negOCloS Bstran-
geiros com as copias annexas pela qual
ica scenledas leissanccionadas pela assem*
lila geral no da 11 do corrente e tos de-
cretos expedidos em consequencia deltas
pelo govemo.
I ni lito grande pronunciamento correspon-
de dignamente aos importantes nbjectos que
o tem motivado ao espirito do nacionabda-
do e patriotismo que distingue em alto grao
os representantes da nago e o govemo.
O abaixo assignado, animado de sen ti mon-
tos Iguaes secundar por sua parte lao no-
bre decisao adoptando qnantas medidas fo-
rem necessirias para OXCClllar lao Vasto pla-
no.
Em consequencia jseexpedio a procla-
mae.io euja copia va i junta para que o Sr.
ministro se sirva dar-lhe pnblicdade pelos
jomaos ta capital.
Com Ifi plausivel motivo o abaixo assig-
nado tem a honra desandar mu respeilosa-
nn'iile ao Snr. ministro do govorno o dos ne-
gocios estrangeiros o de felicilal-o pelo a-
certo do govorno em ter depositado em suas
inaos a di.-enao geral de lodos os negocios em
lao solemne crise.FRUCTUOSO Rivera.Jo-
ze l.uiz Bustamante.
Illm. c Ksm. "nr. D. Francisco Antonio
Vidal, ministro geral da repblica.
PBOCI.AMACO.
Companheiros de anuas Fin novo acon-
lecim nto poz a repblica em p para defen-
der a sua independencia o liberdade ameaca-
ias pelo mais brbaro e deleslavel dos lyrau-
nos o degola lor Rozas. A sua insacavel
sile de dominaco e de sangue fez com <]ue
CtinCebeSSf o horrendo plano de invadir a DOS-
SI patria e de reduzil-a a um vasto sepul-
ebro assassinando a seus irmfios e (iltos ,
violando as suas esposas e der-ramado-por
lo la a parte a dcsolaoao o o terror como a-
caba de verilicar-se entre o desgracado povo
da Repblica Argentina.
A assembla geral e o govemo acabo de
lomar com a energa que preside a todas as
suas zrandes deliberaejfles as medidas mais
fortes paracastigar os tyrannos que so aire-
vio a pisar o solo sagrado da patria. O es-
pirito nacional, lao poderoso como indoma-
wl pronunciado cum beroicidade e valor
pp|o orgo dos representantes da repblica e
pelo govemo ja levantoii um muro insiipo-
ravel contra o qual sequebrarao as machina- reunirn brevemente ao general Paz.
ecs daquelle lyranno. Antes que nossa pa-
Iria se submetta ao seu brbaro imperio a-
brir-se-ha um immenso Inmolo em que des-
ceran mudares dos seus misera veis vatellites ,
como nos memoraveis campos de Cagancha.
Soldados da repblica A vos que soubes-
tes vencer naquella grande hatalba vos
que no Ricon em Savand Misstles, Pal-
mar Vncutuj e em mil outros comba-
tes mostraste* ao mundo que aqu nao po-
de dominar a larca ensanguentada dos ty-
rannos e que em nossos pe i tos arde o fogo
sagrado da liberdade a vos perleuco cum-
prir o voto unnime ta repblica o senli-
mento inlimodos nossos compatriotas libcr-
datie e civilisacAo morto o exterminio aos
hrannos.
Soldados da repblica Voai ao combate ,
a victoria vos aguarda ; nAo embainheis as
espadas antes de derribar a calieca do mons-
troque encheu de victimas as cidades e os
campos derramando cm torrentes o sangue
dos seus compatriotas e que boje insen-
sato, intenta insultar a vossa coragem mar-
cial. Cifi a vossos ps o seu horrivel poder,
e os povos de ambas as repblicas vos aben-
eoar perpetuamente por Ihes terdes afianza-
do o imperio da lei e dacivilisaco.
Os povos immortaes de Corrientes e Santa
F ; urna grande e valerosa parle do povo en-
tre-riano oceupo com honra e energa o lu-
gar que Ibes compete em to sagrada causa.
As suas nvenciveis legtOes combaterO a vos-
so lado por toda a parte como irmos ami-
gos iodos unidos estreitamenle pelos fortes
tacos da causa commum e pelo nteresse ge-
i al. Cnmparlilhemos com ellos a gloria de
vencer o lyranno, resliluindo aos povos a
paz publica e o pleno gozo de lodos os seus
governos.
Soldados da repblica Correspondes
confianza que a repblica deposiloii em vos-
so valor moral c dissiplina ; nfio ovildeis
vossos gloriosos antecedentes ; ella premia-
r generosamente os vossos servicos, n eu
terei a salisfaeao tle comparlilhar comvosco
as fadigas e perigos da guerra assim como a
gloria to eolher a vosso la o os Ion ros da
victoria.
Quarlrl general 27 de maio de 1842.
Fructuoso Rivera.
Joze l.uiz Bustamante.
dem I i de junho.
Por noticias do quarlel general do exerci-
to somos informados de que Oribe commau-
danlt-d.is forgas de Buenos-Ayres tomara
posicio na Bajada.
S. Ex. o presidente Rivera ficava em Pay-
saiid mas esperava-se que partisse breve-
mente para a capital.
Passou urna lei as cmaras aulorisando e
govemo a contralor buoi emprestimo de
700,000 pesos sob a garanta do rendimeiito
da alfaudega o com a condicao de que serido
diminuidos cu totalmente abolidos os direi-
tos extraordinarios ou de guerra que ora se
pago sobre os gneros de importado e ex-
uortaco.
O Nacional refere que o gorerno do Chile
prohibir todas as relaces commerciaes com
a Repblica Argentina sob o pretexto de ter
faltado esta boa f que devia existir entre
ambos os governos e os principios a qe tem
adherido o governo do Chile.
( Biitannia. )
dem 21 de junho.
O general Paz foi encarregado do comman-
do do exercito da liga durante a curia estada
do general Rivera neata capital para onde
se dirige : no dia 15) achava-se em Durazno.
O exercito Santaft'zino ao mando do ge-
neral Lpez e o correntino ao mand de
Ramrez liazem dous dias do marcha e se


as
<
Oribe continua na B ijada : Urquza lui'in
sua vanguarda eo rio Gualeguay que divi-
de a provincia do Entre -Ros o limite que
sopara os dous exercilos belligerantos. Oribe e
I rquza acho-se positivamente sem cava-
Ihada.
No dia 7 baratado o coronel de Oribe Abrabam o
qual bateu-se frente de um esquadro com a
forga do coronel Luna oriental. O choque
teve lugar as cachorras de Villaguay. No
din 6 o coronel Hornos da diviso Entre-
rana que obedece a Paz bavia batido o cho-
fe rosista Villagrex que havia penetrado em
Gualeguavchu.
' O paiz continua a irmar-.se E'mui pro-
vavel que os escravos sero emancipados.
O governo negociou em tres das um em-
presliino de 730,000 pesos Para clTeitua-
lo fez um rebate nos direitos por igual
quantia a favor dos que subscrevro para o
em presumo sendo 10 por cento nos gene-
roa de imporlagao e 3 por cento nos de ex-
porlaguo.
Tenho a satsfago de annunciar-lhe que a
derrota dos rebeldes do Hio Grande no ter-
ritorio do Paraguay, por urna diviso do exor-
dio correntino, mui lo maior do queoq' I he
communiquei na niinha anterior. O Britannia
pubiicou a respeito urna carta com d.ita do
19de maio, escripia na Assumpgao. Os Cu-
ra pos presentarn no campo 400 homens do
cavallaria que foro destrocados completa-
mente pelos Correniinos, que Ibes mairo
55 homens Modo aiguns olfciaes e entro
estes o intitulado dorone.l Guedes e tirro-
lhes a cavalbada que levavo. Os farrapo.-
escrevem de Algrete confessando a derrota ;
nas Iguns dizem que Guedes nao moneu.
e sim seu tenenl<> Leoncio ; purem tanto
os peridicos de Corrientes como as cartas de
Assumpgao asseguro que quem morreu foi
Guedes.
Rosas recusou pa*saportes ao Sr. Gordon .
encarregado de negocios de 5 M. 15 junto
repblica do Paraguay, e ao Sr. Lisboa ,
encarregado de negocios do S. M. I. junto
niestna repblica. Rosas diz que Ibes n<>
pode dar passaporte neste carcter porque
o Paraguay urna provincia da Repblica
Argentina e que olio. Rosas preside a mus-
ma repblica u dirige suas relages exterio-
res. Em consequencia o Sr. Gordon vem
para esta capital donde seguir por trra
para Assumpgao, escoltado por tropa orien-
tal. Diz-se que o Sr. Lisboa o imitar.
Falla-se seriamente de urna intervengo da
Inglaterra na questodo Rio da Prata.
Ha cinco dias que o Sr. Duarte da Ponte
Ribeiro encarregado de negocios Rrazileiro
junto ao governe de Ruenos-Ayres seguio
para o si-u destino.
No British Packel de sabbado prximo pas-
sado detiarou Rosas terminantemente, em um
artigo editorial desta folha oflkial que tira-
r a Monlivido seu commercio injusto e seus
mercados exclusivos ; que o reduzir ao seu
estado normal ; que llie dar urna constitu"
gort-al c um governo honrado. Esta im-
prudente declaracao exacor bou todos os habi-
tantes deste paiz sem dislincgo porque v-
se que Rosas j nao oceulta que trata de tor-
nar a incorporar este estado con a Confede-
rado Argentina.
Pos-Scriptum.-Acabamos de receber par-
te offcial do governador Lpez de que urna
das suas divisor que esta va em Santa F ao
mando dos coronis Pedrito Orbeda e Mar-
tin anniquilou na Ramada a diviso do co-
ronel Joze Maria Flores pertencente ao exor-
dio de Oribe.
Sahiro deste porto para urna expedgo
secreta urna corveta um brigue e urna es-
cuna de guerra ao mando do coronel (ai-
ribaldi.
27 de junho.
Ha dous dias que a diviso naval ao mando
de Garribaldi favorecida por urna espessa
neblina passou Martin Garca sem ser sen-
tida e est navegando no Paran. O seu
tito sorprenders forgas navaes ao mando de
Segu. e apo lerar-se do rio Paran at o Pa-
raguay reunindo-se s torgas navaes de
Corrientes. Leva 400 homens. E'um pla-
no atrevido e de immensos resultados.
O presidente liivera ehegar de boje at a-
nianha a esta capital.
( J. do Commercio. )
PORTO 27 DE MAIO.
Chegro foihas inglezas a'. 21 de Maio.
Noticia de Hamburgo de 14 referem que no
dia antecedente se tinha aberto o New-Exohan-
ge que quasi milagrosamente escapara no
meiodelo horrorosas ruinas, p com auspi-
cios favoraveis attendilasas rircunstancias.
As perdas sao im mensas ; caiculo-se em
1710 as casas queimadas, fra armazepseou-
tros edilicios e no valor de 47 milhes do
marcos quasi tres milhes de libras ou
trinla de cruzados. Tinho-se l'eilo grandes
esforc* para soccorrer os pobres ; em toda
Alemanha se abrio subscripces e aiguns
1 rincipes j tinho remettido as suas. Em
Slettin em 24 horas subscrevro-se vinte e
quatro mil cruzados que logo se remell -
ro ; em Londres a suhscripgio cliogavn ja
a 17000 l; em Pariz tambom se subsn-eva.
Os Socios das Companhias Patriolicfiro ,
e Marine Insurance resolvro entrar com as
suas prestar/es c pagar o que houvessem se-
gurado : a 5. e 5. ainda nao tinho lomado
resohigo e de Bisbro nada se sabia Ha-
vio chegado a Hamburgo dous Directores da
Companhia inglnza Roya I Exchange e ai-
guns dos principaes empregados das Phenix
e Allianga para examinarem os prejuizos
que pertencio s suas diversas companhias ,
o pngurem ; o que tinha causado grande sa-
tisfago. Conto-so entre morios feridos
e extraviados por causa deste incendio duzen-
tas pessoas.
Em Steyer cidade de manuafacturas de
Austria com dez mil habitad tes houve um
incendio, que consumiu maisde 213 casas;
urna carta de 7 diz que eslavo cercados
le ruinas e as ruascheias de cadveres.
0 Duque de eWellington deu urna festa em
Apoley H.>use a qual passa por a mais mag-
nifica depois do baile da Rainba das que
so dero na presente estago. Assistirfio para
cima de800 pssoa6.
O Baile da Rainha que tem enchido as colum-
nas dos peridicos inglezes passa por um
los mais magnficos em urna Corte habituada
magnificencia ; o Principe Alberto appa-
rocou ricamente vestido em trajo do Eduardo
Terceiro a Rainha no de Philippa sua mu-
Iher ; a Duquesa de Gloucester no de Anna
le Bretanha ; e o Duque d') Beaufort no de
Luiz 12 seu marido.
Em Tipperary condado de Irlanda ti-
nho havido disturbios, eo Governo inglez
eslava resolvido a empregar all maior forga
militar
Os peridicos Je Pariz copiaro do Times o
protesto que o General Cass Ministro dos
Estados-Luidos dirigir ao Minitro dos Ne-
gocios Estrangeiros em Franca ; o Monitor
rectifica urna parte desse protesto, que
Certamenle o Governo americano nao er
que as partes contrastantes tenhfio desojo de
oompellir por fon;* os Estados-Unidos a ado-
ptar as suas medidas a estas clausulas e
adoptar as suas estipulogoes. Confio muilo
nos seus sentimentos de justga para que re-
ceiem este resultado e vero com gosto que
vos, Sr* em nome do vosso paiz da tri-
buna da Cmara dos Deputados desappro-
vais immediaiamente simelhantes inlences.
Mr. Guizot fallando na Cmara dos Impu-
tados do. Traclado de 20 de Dezembro de
1841 disse : M No presente estado de cousas ,
e na actual disposigo do espirito pblico ,
assento que nao cumpriria com o que devo ao
meu paiz se aconselhra a ratificarlo do
Tractado
Este procedimento do Ministro francez e
poroutra parteo haver o Presidente Tyler
approvado quanto ha feito neste assumpto o
General Cass, induzem muita geni-a crr que
ser dilicil terminar esta questo amigavel-
mente urna vez que a Imglaterra ou os Es-
tados-Unidos nao ceda o das suas pro toncos :
o E. M. confessando que a questo grave ,
assenta todava que se compor ; as noticias
dos Estados-Unidos assim o do a entender.
Ha noticias destos Estados de Kalifa at
o do correte e Nova-York at 30 de Abril
Os negocios d'algodes e coreaos tinho me-
Ihorado. Fallava-seque os de Texas tracta-
vo de invadir o Mxico. 0 Divn nada de-
cide acerca da Syria e cuida em contempo-
rizar segundo o seu costume.
Tinho havido tremores de trra em va-
rias partes do Peleponeso em Sparta durro
de 2o a 30 segundos. Na provincia de Mi-
na licro aiguns individuos sepultados rc-
baixo das ruinas.
O Courior diz que em Krplisa e unirs
partos cali ira t:ma chuva vermelha : que o
Ministro do Interior collgiu informaces a
esto respeito para sorem presentes a urna
assemhla medica. Morreu em Drsaugo a
viuva do Marechal Moncey com 82 annos ;
morreu igualmente o celebre Conde Las Cass
que a compauhra Napoloo a S. Helena com
80 anuos. A esquadra do Almirante Hugon
eslava a lo as Hyeres.
Havia urna subscripto de mais de 40000
Ib para edificar urna Cathedral oatholira em
York j eslava comprado o terreno.
Tinha chegado a Brcst o brigue Hussard do
Haity com um millio e duzentos mil francos,
por con'ta do que aquella Repblica deve
I-Yanga.
U-so como concluido o casamento da Prin-
eoza Thereza irm do Rei de aplos, com
o Imperador do Brazil; e falla-se de que o
Principe Luiz, irmo do mesnio Bei casa-
r com a Rainha Izabol Segunda.
A ir ti Iberia haiiovurana de Slade gastou
30,000 libras do plvora em explosoes de ca-
sas para atalhar o incendio de Hamburgo.
Receava-sc que a ida do Rei de Prussia a
Petersburgo dsse occasio a que se renovas-
se o Tratado para a entrega reciproca dos
desertores, que est a lindar; na Prussia
ha para cima do 50,000 entre desertores e re-
fugiados polacos.
Na torga foira appresentou S. R. Peel, na
cmara dos Communs o plano de reforma
das pautas que he a parle mais importante
do seu plano de fazenda. Notamos j que o
tributo da renda este tributo de guerra que
o Ministro langou a todas as fortunas nao
tinha s por objecto preoncher o dficit som-
pre cresconte do Thesouro e fazor face s
despezas motivadas por os reveses do exte-
rior. Dos cento c tantos milhes que pro-
luzir o imposto grande parle s r applica-
da para suppriro desfalque que ha de solTrer
o Thesouro com a reduego dos direitos nos
objectos de importago. Nao se cura va pois
s de restabelccer o equilibrio entre receita o
despeza pretendia-se mais restituir ao com-
mercio a vitalidade quo completamente havi-
perdido-, abrir mercados industria fechados
por as leis restrictivas.
As redueges propostas por S. B Pool tem
de produzir um desfalque momentneo as
rendas como sempre acontece ; o Governo
devena buscar em nutra parte recursos para
substituirm os que por aiguns annos Ihe fal-
lro e croar assim urna especie de fundo de
reserva, que llie permita aguardar a renas
conga da prnsperidade commercia!, e o res-
tabelocimento do equilibrio financt-iro.
A reforma das pautas forma pois a parte
mais importante do plano financoiro de S. 1.
Poel ; c posto que nao baja dado hrado do
tributo na ronda afierta todava doma ma-
ne ira mais consdoravol e profunda a situago
commcrcial da f.rfi-Bretanha.
O objecto principal desta reforma he a sim-
plificago das pautas, o principio fundamen-
tal a lberdade do commeroio. E' a maior
modiicago feita no syslema commercal da
Inglaterra depois da reforma de Mr. Iluskis-
son em 1823. O discurso em queS. B. Peel
expoz circunstanciadamenle a medida he
substancial, fri, sem nonhum daquellos
trechos que arranco applausos; foi recebido
j com pouca satisfago por os Minisleriaes e
s encontrou lostemunhos d'applauso nos ban-
cos da opposico.
Anda quo S. B. Peel nao fizera mais que
simplificar as paulas, sem fazer reduegocs ,
j nsso faria um grande servgo sua patria;
pois que o syslema commercal inglez, como
eonfessa o primoiro Ministro ; he muilo obs-
curo e muito inconsequente em varios pon-
tos mas a reforma proposta por S. B. Peel
vai mais longe.
Nos productos brutos que sao os primei-
ros elementos das manufacturas os direitos
fioo quasi nominaos. Nos productos meio-
manufaclurados que formo grande parte do
fibrico inglez soffrem grande reduego ; nos
inteiramente manufacturados os direitos sao
sao taes que admitlom a livre concurrencia
dos estrangeiros. S. R. Peel nutre a esperan-
gadeque as modificages propostas causarn
alivio vida geral da nago, e diminuigo
no cusi dos meios do subsistencia.
(J. dosDeb.de 14de Maio.)
Id. 3 de Junho.
Chegro folhas inglezas at 28 de Maio.
No dia 23 pegou novamenle fogo em urna casa
de Hamburgo mas alalhou-sc promptamon-
le ; continuavo com grande actividade as
subscrpgos porm nao obstante as gran-
des subscripgGes e a grande sympathia que
em toda a parle se mostra para com urna ci-
dade que tanto sol Ir u ser mui dificil re-
parar o mal causado e a classe pobre tora do
soffrer nao obstante os grande* esforgos que
so fazem para a soccorrer e os jornaes terom
subido, havendo abuudanlemente em que
traba I he.
Das quatro companhias de seguros tres
nao estoom estado de pagar; a Bribery, que
tinha grando numero de seguros pagar de
10 a 23. Orgo-seem 1992 as casas queima-
das; em 1710 os edificios separados; 498 le-
llieiros o tondas .1^ madoira e lijlo ; 468 a-
logas habitadas ; compreliondondo 01 ras .
12 becos o piaras 21,020 pessoas.
No dia 20 corrijo em Pariz noticias assus-
ladoras acerca da Iranqutllh'ade de Barcelo-
na ; ia-sa augmentar a loica naval franceza
estacionada nesla paragem,
Quoixando-se. na Cmara dos Dopulados de
Franca Mr. Gaulhier de Boumilly do projui-
/.o que causara a importago do panno de li-
uho de Inglaterra ;' o Ministro francez do
Commercio Air. Ci.nin Griduine disso quo os
operarios deste genero tinho doscido do cen
i cincoonla mil; quo no inlerva das s.'SsOes
o Ministerio cuidara deste ramo ; presme-
se que por Decreto do Bei se augmentar os
direitos de importago.
A maioria das Cmaras francezas tem-s;:
mostrado hostil ralilici.co do Traclado de
20 de Dezembro de 1841 para o registo dos
navios; Mr. Guizot em ambas as Cmaras ha
declarado que o nao ratificara.
A Presse diz que so renovo as negociagfies
para concluir um Traclado de Commercio en-
tre aples a Inglaterra : o Duque de Monte-
bello Emhaixador de Franga em aples .
chegou a Marselha. O Toulonais de 17 diz
que o General Bedeau derrotara o exercilo do
Imperador de Maocos, matando- loe Ire-
zentos homens e fazendo-lhc muilos prisio-
neros.
As eleigoes no Mxico tinho dado maioria
aos republicanos; prosimiia-se que Sardana ou
nao abrira as cortos ou as dissolveria ; Ir. c-
tava-se de elevar o exercilo a una forra co-
mo nunca Uvera.
Beceavo-se em Porl-au-Prince mui gra-
ves desordena ; o povo corcava o Palacio do
Presidente que tinha vinte mil soldados pa-
ra I be op por.
O Bei dos Francozos ia neste mez para o
Castello do Bizy junio a Vernon.
Fundos hespanhoes 22 o 7 oitavos por-
tuguezt s do 3 pojo 38 e meio.
[ Do P. dos P. no Porto. |
1 Mbi.ilUK.
II -Si: NA SKNTINELLA.
Entre os papis que fram intercopta-
5 rebeldes dopois do combato da Ven-
Enli
dos aos
la Grando em Campias cque consta te-
rom sido lacrados em S. Paulo pelo Sr. Ba-
ro de Mont'Alegro deseneaminharam-se al
uns e do S. Paulo nos enviaraiu a copia de
las cartas muilo importantes que hojeohV
recemos a nossos leitores : -
Amigo e Patricio. Em lim cumprirarn-
se os votos que V. lanas vozos mamfestou: fci
preciso lempo para decidir os amigos para
prepararas armas as munigoos, os meios do
levar avante nossa empresa ; mas cnogot em
fim a ocoasiao de romper a rompemos. Mais
tarde ludo seria intil; os nossos, excluidos da
cmara, nao podiam mais impedir que so io-
solidasscm essa? iiisliluicOes que nao aceita-
mos em 1831 sono panqu nos lovussom a
nutras mais livres c mais de iioso agrado ;
a improiisa mo pedia mais servir-nos ; por-
que urna logislago lyraiMrica daVa s aulori-
dades meios de punir os excessos d'ella. A
occasio era propna ; rompemos : os nossos
de Sorocaba como nos afianzara o Lacerda ,
animaram os mais tmidos lomando a inici-
ativa : estamos om campo e nao passarenios
mais pola vergonha de ver nossos patricios
excluidos dos empregos e subjeitos aqu ,
mesmo em nossa Ierra aos Bahianos e aos
mais arribados que nos mandava o infame go-
verno do Bio de Janeiro.
Rompemos e o nosso Tobas est nossa
frente ; somos Paulistas o nao ha vemos de
recuar ; o Tobas Paulista, e antes que rc-
ce nada poupar para que Iriumpbe. 0 go-
verno do Rio de Janeiro nao nos pode resis-
tir ; o exercilo imperial levado a rebenque
polos rmeos do Sul exige toda a sua vigi-
lancia, todo o dinheiro do thesouro; e so qui-
zer oceupar-se comnosco, em quanto nos dis-
trahirmos as forgas que boje oppi imem a capi-
tal, os nossos levantar-so-o; ecom a facilida-
decom quofizeram a revolugoda maiori ailo,
faro agora outra complemento d'ella. Os
nossos que por l esto nos escrevein afi-
anzando isso o asstguranirnos que o povo
est persuadido quo os Poi tuguozes hoje do-
mina m ; ora os nossos do Rio tom lanta rai
va dos Chumbos como nos dos Bahianos c
do todos os arribados.
Os nossos, que sao habis tem-se propa-
rado por toda a parto : de Minas asseguram o
Padre J. B. oO. o L. o M. I., o M...
o todos omlim quo nao haver municipio
quo nao se levante ; do Cear o A. que OS
seus suspiram por tirar desforra dos que o*
tom assassinado ; da Parahyba temos crte-
la que o pacha IViiro Ghavesiiao ha-do oiilra
vez escapar do haca marte. impussiwl que
Pornambueoe qn,. ;, Babia nao que iran lam-
ben! aproveitar a occasiio pata sacudir n-



le-
5
fame governo do Rio de Janeiro e mostra-
ren! qne sao da An:erica.
(Jomo lia-dco governo sem dinheiro sem
mcios resistir a tantas stiblevages '.' com a
gente da ruu da Quitanda ?. Os nossos da
coi te prometilo que nein um s lia de psea-
p;;r, E quando tu lo nos falhe somos Pau-
listas e nao recuarcuios. Dando-se aa taos
os nossos amigos todos (eremos pelo menos
urna furga de 5 a 0 mil Paulistas ; quanto
liasta "lo pata conquistar mis para man-
ter nossa independencia u dignidade.
Talvez V roceie que nein lodos os nossos se
leunam que mis que nao senadores achem
iiielhor continuar senadores do que enmpro-
melteivm-se om urna reVolugAo que outros
lenham meuo ; socogne porm patricio ;
o Tobias o o Feij que sfio liomens seguros,
en tendera m se com elles todos e todos estn
decididos : se nao romperem logo porque
convert queguardem as apparencias para ma-
nejaran) a intriga entre os que nao adherirem
nossa causa para os fazerern desanimar e
para nos foriiccerem armas e municoes, que
por meio de seus correspondentes podem
ha ver.
E ainda temos um grande recurso ; somos
Americanos, somos livres, se nos virmos em ;
apuros, lembrar-nos-emos que o homem as-
ce livre ,. lomaremos o exemplo de nossos ir-
mao do Sul e das repblicas liespanholas ;,
chamaremos liberdade os escravos das fazen-'
das de nossos iuimigos e V. sabe, pelo
exemplo do Sul que os negros sao ptimos \
soldados. O Feij acha que esse rneio o
niais humano possivel e que um acto lia
philantropico chamara as sympalhias de to-
dos os homens civihsados para quem o cap-
tiveiro urna abomnugo. Quera elle, pois,
que comecassemui por ahi 5 porm o Tobias ,
mais fino mostrou que por ora era perigoso,
que baslava por rm quanto ir alistando um 011'
oh tro escravo que se nos ofierecesse sem ain-
da proclamar a liberdade d'elles. se fr
preciso pelo diante bavia de ver. .
J v, porlanto, meu amigo e patricio, que !
nao podemos ir debaxo 5 havemos de vencer,
custeo que custar 5 appareca pois, V. em
campo, empreguo sua influencia c viva a
patria !
--- Milita salisfaco tive em l'er a sun carta j
t as noticias quo nella me da das disposi-;
gOes do poyo em nosso favor. Eu sabia que
V. era Paulisla e mo precisava de mais na
da. Vejo que \. mo meentendeu no queeu
Ihe disse quanto aos escravos. Nem eu, nem
Tobias nem nenhum dos nossos se lembra
d'isso como cousa boa porm como recurso
desesperado e pieferivel ao .'ominio d'essa lia- I
Jiiauada nom que nos vilipend 1 o infame go-1
verno do Rio de Janeiro Tambem V. recoia
que essa gente urna vez armada nao nos j
poupe nem a nos -ceio infundado : ollie
para o Sul e ver que essa gente muilo o- j
(tedenle o agradecida a quem Ihe di a liber- i
dade. Os uo Sul nao tem melhores solda-
dos Recoja tambem V. que lomando nos
esseexornlo nao seduza e arme contra nos
tolos ; mas j Ihe disse que quem ^enceu foi
o Tobias e que a opiniao do Feij nao teve
por si nnguem. Assim pois iremos arman-
do um ou outro escravo que nos apparecer ,
nas nada proclamaremos ; e os que nao qui-
xermos armar nao armaremos, e teremos com
fies muita vigilancia severidado : assim na-
da haver que re eiar. S em ultimo apuro
que proclamaremos > em ultimo apuro
ludo serve j felizmente os nossos de Minas ,
da corte do Ceara e da Parahyba nos allr-
mam que nunca nos veremos n'esse ultimo a
puro. Os escravos que liverem servido com
nosco veremos depois de vencer, oquelhes
farenjos. Meu amigo, militas repblicas ven-
ceram por meio dos escravos, e a mesma Ro-
ma deveu-lhus a sua liberdade.
Devo abracal-o pelo que me diz de seussen-
limentos polticos. V. se irrita com nosco
por nao termos uproveitado esse momento pa-
ra proclamar a repblica como fizeram nos-
sos irmAos do Sul e por estarmos ainda com
os pannos quentes do Imperador. Tcm ra
7.o no que diz; que a rnonarchia quasi sem-
pre mais ou menos o despotismo o que na-
da ha mais absurdo do que nos os Paulistas ,
que nunca vimos nem pela maior parte ha-
vemos de v r a D. Pedro II. obodecermosa
elle em vez de nos governaimos a nos mea-
mos s porque elle filho de um tyranno.
Peni toda a razao patricio, mas o que quer?
Todos os nossos uo eslfto to dpsabusados :
ha tolos que anda gostam de gritar -- viva n
Imperador! E portante neceasario usar de
manda a nossa gente tem sempre sido h-
bil n'ella.
ludo como vamos de duas urna ; ou os
nossos na corle fazcm sua sublevaeao e obri-
gam o Imperador a rhamal-os ao poder, e
enlfio sem abalo vo elles preparando tudo e
quando ludo esliver prompto quando nao
liouver mais quem possa resistir-nos, pro-
clamamos a repblica ; ou os nossos do Rio
nada podem o enlfio a nossa gente d'aqui.
nao podendo recuar porque os Paulistas sao
cabecudos nao ter remedio .uando todos
vrem o que vale a patranha da coacto se-
nao ella mesma proclamar a repblica.
No primeiro caso lomos ainda nina van -
das para fallarmos do movmeulo do Ex ;
mas como alguns genios tm blenlos que mes-
1110 quando nao obtem seus depravados tins ,
se. nutrem e applaudem de qualquer desor-
den deque nao podem resultar senao mof-
les dispendio da fazenda publica e incom-
modos a populacho ; como alguns destes a-
lambicados patriotas dizeinos nos espa-
lluo noticias exageradas que podem pausar sus-
tos eos timoratos, decidmo-nos a dizer oque
Sabemos por via segura a lal respailo.
OEx'lic urna freguezia do centro desta
lagem. 8. Paulo deve ser o primeiro estado Provincia qun pertence a comarca da Boa-vis-
da repblica ; mas devenios federar-nos com ta o imita com o Ccar. Os turlmlentos
) Rio Grande com Minas e com o o .le Ja- desla ultima Provincia acocados por alli foro-
neiro ; Sjncla Calhariria ha-de acompanhar
o movimento. O resto do Brasil adhire ou
nao adhiro ; seja rnonarchia 011 repblica ,
sj alui\i!i loao Ex onde enconlrando-s;
com o celebre l.ivio e outros em quem lao
mal loin cabido as passadas amnistas alli
marcada Boa-vista o da de Flores, asquaes
( e talvez ja esta hora o hajo feito)de com-
binagaocomasdas provincias limi troles, temein
breve do os baler o perseguir ato seren presos.
com nosco ou sem nos pouoo nos importa 1 l'ormarao um grupo aggregarao si rados
nada perdemos l se a ve fifia m : mas o Rio e incautos o lormaro urna fuiva |iroclaman-
muilo nos convm. Ora tendo um governo do quasi osmesmps principios dos de Soroca ba,
nosso, um 011 dous anuos para preperar as At i) do con ente nada mais conslava a res-
Cousas, isto ha-de realisar-so ; e se procla-; paito destes sediciosos senao que se aehavao
massemos logo a repblica os nossos da cor-'- m marcha contra elles, torcas da dita co-
l nada conseguiran!. S. Paulo s ou com
o Sul forma de corlo urna repblica respeita-
vel ; mas nao se perde nada por esperar um
pouoo para loro Rio o Minas.
Gieio que essa resposta o satisfar e que Eis o que ha na verdade : todos sabetn quao
terei militasoccasioesde louvaro scu zelo po-iiilicil lie obter em lugares lAo remotos, ar-
la nossa sagrada causa e os seus servcos. -- | mas muiiigOes &c. ofc. o com tantos e lo '
Viva a patria Invenciveis obslaculos, os rebeldes no poj
~ dem causar outros roce i os sno aquclles |
A rospeito deslas cartas diz assim o Brazil: j que trazem comsigo os mais insignificantes I
Fssa correspondencia, que parece escripia movimentos sediciosos ; isto he o roubo o o i
por algum dos habis do partido revela per- assassiualo, em quanto os taes liberaos nao!
feitamente suas ntenges no presente eosj sao batidos o presos.
recursos com que contam no futuro. Na ni- -----------
mora dossas cartas, o rebelde convida um I Noticias i:i.i:itoiui:s.
sen migo a apparecer em campo auima-o Tomos noticias nao s dasParochias cujos
com a (lemonstrnco de seus clculos de su- cleilorep ahaix tr.inscrevemos como lam-
bem d.isseguinles do que ainda nao obtive-'
de
as medidas do suas esperancas diz-l!,eque .
nao desconfe de se ver abandonado por aquel- mosa respectiva lisia.
Pogo da Panella lin-
ios dos chelos da faego que nao se pronuncia- don as suas eleicoos com regulaidade. Fm
rem inmediatamente., e justifica a sua nao (tamb por mi querer o Vigario do Taipul
participagao apparento no rompimenlo : conceder a capella filial da Concejero, tizo-,
a riecessdade de Iludir de intrigar os nos- rao-so as cleiedes em casa particular o regu- ,
sos o de conservar relagoes que facililom o lamiente. Gonla-rios que em Sorinhem
fornecimonto de armas o munigoes eis o que
lem em vista isses Sis.Contam elles com
rompimentos om outros pontos com rus-
gas na capital do imperio contam por fim
c,om o servigo dos Africanos a exemplo dos
irmaos do Sul.
A segunda carta completa o sentido da pri-
men-a : provavolmenti o hroe a quem era
ella dirigida nao ceden sem resistencia o sem
oppr dovldas ; nina dcllas era sobre o om-
prugo dosses terrvea auxiliaros o o corres-
pondente procura aealmal-o desvanooendo os
recejos que elle manfuslava. Outra diivida
ou qucixa ora nao se ler aclamado logo a re-
publica o essa parle da respnsla nos parece
lao interesante que aqu damos.
( Seguo um trocho da secunda carta. )
Em summa sflo de (ransceiidentfl inleresse
essas duas cartas : o amigo se revelou lodo
inteiro a seu amigo ; os arcanos mais occul-
tos do suas esperaugas elle os ostenta e a-
lardea. Capacitava-se sem duvida que essas
suas confidencias nunca viriam a publicida-
de.... e j que a surto das armas as fez calor
em nossas mos, nao podemosdeixar de mili-
to o muilo recommendar sua leiluia aos Bra-
silciros. Oucam toduS o mal que loca a lo-
dos Juremos odio execragao elerna a essa
faegoque para (iris to horrorosos con ta com
o emprego d1 moios igualmente abominaveis.
Mas a faegao siirprohendida desaperoebda ,
vencida de sbito pela bravura de nossos sol-
dados nfiopoder fazer-nos lodo o mal que
pa neja
PARAHIBA DO NORTF.
2* DE LHO.
Fora julgados polo Jury da Capital, e
condemnados gal s perpetuas os assassinos
do Exm. Presidente daquHIa Provincia ; e
bem assim Manoel Francisco de Dous um
dos autores do att'-ntado conimetlido na pes-
soa do dilo Exm. Prezidenle. Possa a esna-
da da Juslica alcangar as cbegas dos lomis
fac no rosos talvez ainda mais rri mi nosos do
(|ue aquefies e que al hoje so achao salvos
do menor incommodo : os monstros que nao
duvido alropelando quanto ha d honesto .
sacrificar o pan de familia que nao tem ou-
tro crinie se nao o de Ibes embaragar o passo
na carreira da desordem Consta-nos que a-
quella Provincia est tranquilla desde a capi-
tal al os seus limites : as eleigoes estao mar-
eadas para o dia 51 do corronte.
[lor OiDSSo do Juz de Paz se nao fizero
as eleigoes no dia marcado o se designou o
dia 51. No Rom Jardim cstivoiao os traba-
mos suspensos, por que o Juz de Paz en-
tend'.'U (|ii" nao podnio os cidadaos volar l-
vremnto porhaver o Delegado postado u-
ma forra a porta da Igreja. Quanto nos a
pluralidado dos cidadaos lem mais liberdade
om presenga de urna tropa >lo que sem o
seuapoio; por que ueste ultimo caso impe-
roou os espadachQS ou os mandos cuja
prepnleucia sem se saber como o por que se
verifica quasi sempre uestes e cm similhantes
arlos: lodas as regras tem excepges ; mas
nesla Provincia a tropa he quasi sempre a
protectora dos traeos wii antes dos homens
honrados que so nao apoiionos hacamaris e
piinha 's. Dizem-nos que om Iguarass .1
.Meza s roconhecia votantes acpndles cidadaos
que so apresen la vfio na Igreja capitaneados
pelos respectivos Inspectores de quai triro
As Hozas Paiorliiaes desta ojdada continuao
seus traballios pin ordom. Filas s3o com-
postas dossegunles (idados :
No RocifeOs Sis. Dr. Jo8o Joze Pinto ,
Dr. Joze Raimundo da Costa Menczes Joa-
quim Jo/o de Miranda Jnior Luiz Antonio
\ eir.
Sanio AntonioDr. Joze Thomaz Nabuco
d'Araujo Joze Rento da Cunha Figuelredo
Gustavo Joze do Rogo Domingos da Silva
Guimarea.
Na Roa-vista Conselheiro Antonio Pere-
grino Maciol M011 le 1 o De/.embargador Joze
Libanio de Souza Joze mauricio d'Olivora
Maciel Manoel Elias de Moura.
Eleitores da Freguezia de S. Pedro Mrtir de
Olinda. Votos.
Conego Ignacio Luiz do Mello 210
Conego Francisco Joze Peixoto 209
Manoel Antonio rt'esumpgio Cardm 205
Dr. I.oiirenco Trigo de Loureiro
Major Joze Juaquim de Almeida Guedes
Major Manoel Ignacio de Carvalbo
Mondonga
Dr. Antonio Ilerculano de Souza Bandeira 18o
Dr. Pedro Aullan ila Malla Albuquerque 182
204
199
190
liHiin 1" riwi'mm'
Aguardavamos noticias mais tircunslam 11-
Vigario J >ao Joze Pereira 170
Dr. IJuibelino Ferreira Catiu 169
Miguel Archanjo da Silva Costa 167
rMenor) Joaquim Joze Nunesda Cunha
Machado 157
Antonio Nones de Mello !5i;
Joze Eustaquio Maeei Monleiro 155
Anselmo Joze Ferreira I
Eleitores da l'reguo/ia do 8. I.ouronco da
M illa.
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalran-
tc do Albuqujrque 56
Vicario Francisco Manuel de Barros
Joze Francisco de Barros Bogo
Luiz Francisco de Barros Reg
Joaquim Corroa de Araujo
Joze Francisco de Souza Leo
Antonio de llollanda Cavalcante
Ant nio Francisco Xaverde Vasconcellos
Francisco de Paula Corroa de Araujo
Jnior
Manoel Lucas de Araujo Pinheiro
Vital Brandilo d'Albuqucrque Mello
Joaquim Mauricio VVandorlei
Joze Peres Campollo
Antonio Joze Duarto
Francisco de Paula Paes Brrelo
.Manoel do Souza Teixeira
Sebasliao Antonio Paes Brrelo
Francisco de Gouveia Castro o Albuquer-
que.
Oclaviauo de SjU/.a Frauga
Sebastio Ignacio Accioli Lns
Eleilores da Freguezia de Muribeca.
Vigaro Manoel Joze de Olivera Aocoli
Joze Carlos Teixeira
Commendador Agoslinho Bizarra da Sil-
va Cava lean le
Juz de Paz Jofio Manoel Carneiro
Lacerda
Antonio de S Albuquerque
Beverendo Antonio l'edro de Souza
Sebasliao Mauricio de Albuquerque
Rufino Coolho da Silva
Antonio Joze da Costa
Delinque Manoel Malheirode Mello
Joaquim de Albuquerque Cavalcanli
l.ourenco de S Albuquerque Junior
Lourenco deS Albuquerque
Reverendo Joze Paes Bizerra
Silvestre Dantas Lima
\ cenle Francisco Mendes das Chagas
Antonio Joze Corroa de Lira
Ignacio de llollanda Cavalcante
Luiz Porfirio de Albuquerquo
Antonio Ferreira de Barros Campollo
Antonio do Castro Delgado
Supplonles.
Joze Ignacio Pereira de Olivera
Migu< I Mendos da Silva
Joaquim Machado Portella
Luiz Rodrigues da Silva
Joze Boherto de MoraesSilva
Manoel Joaquim Cavalcante de Albu-
querque
Eleitores da Freguezia de Ipojuca.
Manoel de Souza Leo
Domingos Afonso Ferreira
Joze Antonio-Peres FalcAo
Joaquim Podro Patriota
Joze Francisco do Reg
Joaquim Pedro Brrelo
Luiz Afonso Fereir
Joo Carlos Bizerra Cavalcante
Bernardo Alemao Sisoeiro
Manoel Joze da Cosa
Rernardo Joze da Cmara
Joao Cavalcante de Albuquerque
r igario Joao Mauricio da Conreic,ao
Joaquim Pedro Brrelo do Reg
Tbeotonio da Silva Vieira
Joao de Souza Lc3o
Felppe Santiago Vieira da Cunha
Christovode llollanda Cavalcante
Felippe Benicio Cavalcante
Antonio Juvenci Pires FalcAo
Joaquim Marques da Cosa Soares
54
294
292
290
289
288
288
287
286
286
286
280
278
277
276
275
275
265
150
149
148
147
147
145
Mi
141
159
158
150
150
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li
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101
98
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89
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52
52
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405
405
102
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589
370
554
328
326
326
310
306
304
277
276
246
244
211
205
COMMKKCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 29 de .lulho 2:910*704
DESCARRUGAO" No l)IA 30 DK JUI.HO.
Brigue Americano = Ganges = cascos com
azeite.
Brigne = Bom Jezus = Barricas vasias.
Rrigue = Mrquez de Pombal =a sobles, ar-
cos e nsto da carga.
Rrigue Sardo = Mara =massas are >s o
o resto da rargr.
M O V I MEiNTO DO PORTO.
NAVIO SAHIDO NO DA 28.
Babia; Iluto Brasleiro Espaculador. Cap.
Bernardo de Souza carga diversos gene-
ros.
DECLABACA.
-
-
= O Arsenal de Marinha tem de contrae
lar no din |. do Agosto prximo petas 11
horas da manhAa, os fornecimentos por lem-
po de dous mezes dos seguntes objectos :
arroz feijo vinagre lotieinho beca-
Iho 5 as pessoas a quem eonvier fazer o for-



I
necimento'de qualqucr d'esles objcclos sao
convidadas pelo Se. Inspector comparecer
em dito dia e hora, com as suas prouostus.
Secretaria da Inspecco do Arsenal de Ma-
rinha de Pernambuco cm 28 de Julho de
1842.
AlexandreRodrigues dos Anjos,
Secretario.
thatro.
Beneficio de M. Carmela Adelaide Lueci ,
para domingo 51 de Julho apresentar-se-ha
a comedia em 5 artos O mo Amigo nos
intervallos a beneficiada cantar a Cavati-
na da Opera Semiramide Bel raggio Lu-
singhier aceompanbada com coro do cele-
bre M. G Bossini a beneficiada junta-
mente com seo pai executaro urna scena ,
e doetto acompanfiado com coro -- Quanto
Amore da Opera Lelixir d'amore doSe-
nbor Cavalier Gaelano Donizetti. -- Eiso ex-
pectaculo que a beneficiada tem a honra de
oflerecer ao respeilavel publico d'esta cidade :
com o qual espera merecer a benigna protec-
c.ao dos honrados habitantes c protesta des-
de j seu eterno reconhecimenlo
N. B. Os bilheles acho-se no mesmo thea-
tro.
AVISO MARTIMO.
=xz Para o Aracaty segu viagem a soma-
ca Estrella do Cabo tem parle de seu caire-
gamente pronpto e pertende sabir a 17 de
Agosto ; quen quizer fretar dirija-se a Ma-
noel Joaquim Pedro da Costa.
tsr Para o Maranho o Brigue Tentado ,
forado e encavilhado de cobre, e bem contie-
ndo nesta praca os pretendentes para carga,
escravos a frete e passageiros para o que tem
excellentes commodos dirijao-se a ra da
Medan. 140 a tratar com Firmino Joze Fe-
lis da Boza.
AVISOS DI VEBSOS.
ASSOCUt}*0 COMMERCIAL.
Ha reunio geral dos Socios no dia pri-
meiro de Agosto seguinte na sala das sesses
da Sociedade a fim de se tlleger nova Mesa
de Direcco de conformidade com o artigo
5. do Cap. 5. dos Estatutos. = Joze Jeroni
moMonteiro, Secretario.
tsr Sabio o Carapuceiro n. 5o. Na primei-
ra parte faz ver que os ventriloquos nao sao
endemoninbados nem fallao pela barriga ,
como muitagente er. Em urna variedade traz
urna Alocucoda Patria traduzida das viagens
de Anacharsy qual pode applicar-se ao
nosso Brasil. Por fim vem um escripto de
amores que cabio da carleira de certo pelin-
tra. Vende-se na praca da Independencia to-
ja de livros n. 57 e 58.
tsr Izabel Candida de Carvalho Ferreira ,
retira-se para o Porto a tratar de sua saude ,
com duas lilhas menores.
tsr Joze Joaquim da Cunl>a Jnior com-
prou meio bilhete da segunda parte da segun-
da Lotera a favor das obras da Igreja de N.
S. do Bozario da Boa vista por ordem do Sr.
Antonio de Arnujo Soutello da Cidade do
Para.
tsr Precisa-sede um homem que que ira
sentar praca poroutro no Batalho de infan-
tera de O N. destarado : quem estiver nes-
tas circunstancias dirija-se ao beco da Gloria ,
fabriea de chapeos.
w A direceo da sociedade tbeatral Phi-
lo-Tbalia faz publico que tem marcado o
dia 51 do correnle [tara reunio geral da so-
ciedade na casa da mesma pelas 5 horas da
tarde a fim de se tratar de varios objectos.
tsr Aluga-se o qnarto andar e sota do
sobrado da ra Nova D. 11 coro terrasso ;
a tratar na loja do mesmo.
tsr No assougue francez da la das Trin-
xoiras vende todos os Domingos carne de
parco a 140 rs. a libra c de carneiro a 1(10
reis.
tsr Francisco Baimundo Lima aviza ao
respeitavel publico que como apparecesse
nutro de igual nome d'hoje em diante assig-
nar-se-ha Francisco de Assis Lima
tW Antonio Candido Augusto, e sua mu-
lher Mara Candida Augusta ; relira-se desla
provincia.
= Na ra das Trincheiras O. 9 precisa-se
de urna ama forra ou cativa que sirva de
odas para fora.
tsr O Brigue Escuna Americano B. F.
Leper forrado de cobre, e de primeira mar-
eha propoe-se a seguir viagem para Loanda.
achando de prompto o seu completo carrega-
mento ; quem nelle pretender carregar pode
ir inscrever a quantidade de volumes na ra
da Cruz n. 57 a fim de ver se convem ou
nao seguir dito vaso tal destino.
ULULAS VEGETAES E UN1VERSAKS AMERICANAS.
Estas pilulas j bem con heridas pelas gran-
des curas que tem feito nao requerein netn I
dieta e nem resguardo algum ; a sua com- |
posicao to simples que nao fazem mal a I
irais lenra enanca : em lugar de debilitar ,!
Ibitiico o systema purificad o sangue ,
aiigmentAo as secreefies em geral: tomadas,
seja para molestia chronica ou somente co-
mo purgante suave; c o melhor remedio que (
tem apparecido, |)or nAo deixar o estomago
naquelle estado de constipaco, depois de sua
operaQo como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a tomar e uo
causarcm incommodo nenhum. 0 nico de-
posito dellas cm casa de D. Knolh agen-
te do author: na na da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
tsr O Bilhele n. 005 da segunda paite da
segunda lotera de N. S. do Bozario da Boa
vista pe lenco ao Snr. Joo Ignacio da Con-
ceicao Boza, do Maranho.
tsr Manoel Joaquim Pedro da Cosa preci-
sa saber se nesta provincia existe Antonio
HenriquesdoBeis a poucochegado do Por-
to isto por recomendaco da Cidade da Ba-
ha.
ssy A senhora que annunciou precisar di-
urna ama com os roquisitos que exi e, diri-
ja-se a ra do Nogueira D. 1 defronie do
nicho do Noia.
ST Aluga-se urna casa em fora de portas,
na ra Direila do lado do mar grande os
pretendentes dnjo-se a ra da Guia n. 5.
tsr No engenho Giqui apareceo urna ne-
gra dizendo que seu snr. era morto c se
chamava Antonio Francisco e sua senhora D.
Florinda cuja negra diz que nunca sahira
de casa, e por isso ignora o lugar de sua mo-
radia ; quem se jnlgarcom direito a ella en-
tenda-se com o Coronel Manoel Cavalcanti,
que dando os signaes Ibeser entregue.
W A pessoa que annunciou precisar de
urna ama de idade para fazer companhia a
urna senhora que mora s dirija-se a ra de
Agoas verdes D. 5C
tsr 0 Inspector da 15. QuarteirAo da ra
Direila do bairro de S. Antonio tendo tido
varias queixas dos moradoresda mesma ra,
do alarido e barulho que fazem varios mole-
ques escravos de alguns moradores da mesma
ra de noule e nos Domingos a tarde do
beco da Penha ao dos peccados Mortaes ; ad-
verle por meio d.ste aos Srs. dos ditos mo-
leques que os prohiba de assim o continua
rem.
tsr Na segunda loja do sobrado do beco
defronte da Igreja dos Martirios mora urna
ama Je leite que quer em sua propria casa
encarregar-se zelozamcnlede urna enanca:
quem de seu presumo precisar dirija-se a
dita loja.
tr Quem precisar de algum professor de
primeiras letras para fora da provincia cojo
he desembarassado sem familia dirija-se na
carreira de casas do Sr. Pirette na casa qu
lem aula de primeiras letras.
tsr Nos meios bilhetes da S'gunda parti-
da si gunda lotera do Bozt rio da Boa vista,
de n. 426 e 1651 tem metade ( no caso de
sahirem primiados)o Sr. Domingos Francis
co da'Silva Maia do Maranho.
tsr hristovo Prato canteiro italiano .
mudou-sedo seu eslaleiro de pedra de S.
Francisco para a ribeiro o qual encarre
ga-se a qtialquer obra pertencente ao seu offi-
cio e agora tpm portadas e sacadas da ver-
dad ira mulatinah.
tsr Precisa-se alugar um sobrado no bair-
ro da Boa vista ou S. Antonio : na piaca da
Independencia toja n. 2.
tsr Subscreve-se na praca da Independen-
cia n. 57 c 58 a carta corrographica das
provincias de Pernambuco Alagoas con-
lendo todas as Cidades Villas Povoaces .
freguesias, rios, 1. gos,serras, estradas porlos,
enseadas, e circunstancias mais notaveis das
duas referidas Provincias, pelo Coronel Enge-
nhi-iro Conrado Jacob de Nemeyer; preco de
cada exemplar2* pagos no aclo da entrega ,
que ter lugar dentro de 5 mezes.
tsr 0 Brigue Inglez Newburn Capto
J. M. Wrangles arribado no porto de Na-
tal doBio Grande do Norte com agoa aber-
ta na sua viagem de Maurituis para Londres
carregado de assucar precisa de dinheiro a
risco sobre o casco, frete e carga, para fazer
os consertos necessarius de seguir viagem pa-
ra seu destino; quem quiser fazer este ne-
gocio queira entender-se com os Agentes
do Capilo nesta praca Me. Calmunt & C.
tsr Por encon ven entes deixa de haver
mesa geral da Irmandade do Devino Espirito
Santo no Domingo 51 do corrente como se
liuvia partecipado e quando se marcar o dia
sern os Irmos convidados por annuncio pu-
blico. .
S3- Thomaz Baptisla Duarle laz sc.enle
que desde o dia 22 do corrente mudou o no-
me para Thomaz Baptista Das Guimaraes.
Qualquer Sr Sacerdote que quena ir
decapelopara um engenho na provincia das
Alagoas ; annuncie.
tsr Quem precisar de urna ama para casa
d-; homem solleiro dirija-se ao hoco da Flo-
rentina D. 5. .
tsr A venda de garapa do Manguinlio ,
pertencente a Manoel Cactano de Souza, des-
de o da i do corrente dcixou de vender agoa
ardente do produco Brasilcira.
tsr Na na da Boda 1). 2l engomma-se
liso, com muita pe feico e asscio tara bem
cose-sc costura de alfaiate e outra qualquer
costuras com muita delicadeza, assim conn-
toma-se alguma negruha escrava para seen-
snaracoser, bordar, marcare fazer lava-
rinto ; ludo por pieco com modo.___________
COMPRAS.
tsr Vm cordo ou transelim de bom ouro,
sem fetio : as 5 ponas D. 25 venda que
tem lampio. #
tsr Cm escravo que nao ten ha vicios nem
achaques que seja (el e que entenda de
todo o servico de urna casa: na ra da Cadeia
doRecfeD. 18.
w Sacos vasios que tenho serviilo de fa-
rinha estando em bun estado : na ra da
Moeda n. 140 a lalhr com Firmino Joze Felis
da Roza.
tsr Cma gargantilha ou corrente de ouro
sem fetio : na ra das Cruzes no terceiro an-
dar do sobrado que faz quina pira a praca da
Independencia.
tsr Ouro sem feitio : na ra do Crespo
D. 5 lado do norle.
nr Escravos de ambos os sexos e tam-
bem com cfficios carpinas pedreiros o fer-
reiros para fora da provincia : na ra da
Cadeia de S. Antonio sobrado do um andar
de vacancia de pao D. 8.
VENDAS.
ISf Cma escrava coznha engomma ,
cobraba, faz doces refina acucar, ensaboa
e lava de varrella, le 18 a 10 annos : na ra
de Borlas D. 22.
tsr Urna escrava .le naco angola de bo-
nita figura cozinha o ordinario lava de sa-
bAo e varrella e engomma ou troca-se por
um moleque da mesma nacAo que seja pou-
co ladino, ese dir ao comprador o molivo
da venda: na ra da Roda venda de i portas.
CT 12 cadeiras (izadas por 20.< um bal-
cao que foi de venda, em bom estado palhi-
nha para teecr cadeiras a 520, 500, e 100 rs.:
na ra estreita do Rozario D. 50.
tsr Lombos de carne de toucinho de San-
tos muito proprios para feijuadas a 00 rs. a
libra : na venda da quina da ra do Arago
que volta para o pateo da S. Cruz D. 22.
%sr Urna escrava de naco de 50 annos,
cozinha o ordinario engomma o lava de
sabAo : na Soledade casa jnnto a do Sr. Viei-
-a Cambista.
tsr I'ma porco decaixas para socar as-
sucar : no beco do azeite de peixe arraazera
de 4 portas.
ssr Urna venda com armacAo e alguns g-
neros pertencentes a mesma, no lugar da
passagem da Magdalena no principio da es-
trada nova : a tratar na mesma com Antonio
Candido Augusto.
tsr Duas negras de nacAo robustas e
muito sadias quilandeiras e cozinhao o or-
dinario de urna casa : na entrada da estrada
de S. Amaro sitio de Joao Baptista Claudio
Tresse.
tsr Tres prelos e urna prela engomma-
deira e 12 pelles do onca pintada: e caixas
com 16 libras de man : na ruada Moeda nu-
mero 140.
tsr L'm bom cavallo rudado muito novo e
grande carrega bem de baixoathe meio e
ptimo para carro : na ra Nova D. 50.
tsr IJm mulato de 25 annos proprio pa-
ra qualquer servigo por ser muito robusto: na
ra da Cadeia do Becife D. 18.
ts?" I'ma caza terrea na Soledade D. 52 em
chaos proprios com um terreno contigno ,
l fazendo o todo 60 palmos de frente., com 400
ditos de fundo com arvoredos de de varias
qualidades lugar muito proprio para se pas-
sar a estacAo calmosa por ser milito perlo da
Cidade e nAo precisar para islo de ler des-
pezas com cavallos : na ra da Guia sobrado
de um andar D. ll.
t&" Agoa Je ungir os cbelos e suissas ,
ndo acompanhada do methndo de se aplicar:
na ra do Livramentoloja de chapeleiro De-
cima 19.
tsr Lina secretaria nova de bom goslo ,
com 5 gavetas pequeas e 3 grandes, e un
armario em cima envidiacado ; o portas no-
vas; eO palmos de lena no atierro dos aho-
gados da parte da mar pequea : na ra iio
Moras I). 25.
tsr L'm pianno inglez do superior quahda-
de chegado prximamente e una porcAo
de livros em francez : na casa da quina de-
fronte do trapiche novo.
tsr I na dii/.ia de cadeiras um sof um
jogo de bancas obra do Porto e moderna: na
ra da praia armazem de Joze da Silva Cam-
pos.
CF- l'm mulato moco de bonita gura ,
officil de pedreiro ; una negrinha crela ,
n.uito nonila e he recomida de 14 annos,
cozinha o ordinario engomma liso c cose;
e um i-avallo caslanho esquipa carrega, e
em boas carnes : na ra de Agoas verdes De-
cima 12.
tsr l'ns poneos de caixilhos propios para
armacAo de loja : na ra do Queimado D 1.
tsr L'm moleque crelo de 12 a 14 anuos
de bonita figura com principios de marci-
neiro : na entrada da estrada de S. Amaro
sitio de Joo Baptista Claudio Tresse.
tsr I'ma beca rica e nova de selim do
macan bandada de veludo lavrado com o
seu competente chapeo de paela da mesma fa-
zenda, para algum magistrado : na ra da
Conceico do Recite n. 28.
tST Uma escrava de bonita figura ; e \
canoas proprias para abrir : na ra da Cruz
numero 25.
tsr Cm methodo de rebeca com muito bo-
as msicas : na ra da Cruz n. 18 segundo
andar.
tsr Urna mulata e um mulato an;bos
mocos e de bonitas figuras a mulata cose ,
engomma cozinha e muito hbil para to-
do o servico e o mulato official de pedreiro
e proprio para pagem : na ra do Crespo D.
6 lado do norte.
tsr I'ma escrava de naco moca ozi-
nha lava dcsabo c varrella; urna dita do
20 annos quilandeira ; e um escravo cano-
eiro : na ra Direila D. 20 lado do Livra-
mento.
ESCRAVOS FGIDOS.
tw No dia 26 do correnle fugio a negra
Domingas de naco baca estatura baixa ,
cheia do corpo o beieo de cima bstanlo
grosso pez pequeos com dotis talhos no
pescoco do lado de detone : quem a pegar le-
ve na Capunga em casa de Joze da Cosa Pin-
to ou na ra Direila vend D. 1 que ser
recompensado. .
tsr Fugiodacasa de Joo Dias Barboza
Macudum na ra de S Rila urna escrava e
um escravo, a escrava de 22 annos de nome
Luiza crela acabralliada de estatura pro-
porcionada cheia do corpo, olhos pequeos,
com vestido de chita azul e outro de liscado
tambem azul e camisa de babados : o es-
cravo de naco congo de 25 annos, de es-
tatura regular secco do corpo cara redon-
da e moslra r estado doente levou ca-
misa velha de algodo calcas de gang.i ja-
queta branca ludo tambem velho, tem urna
marca no hombro esquerdo de sujo de caire-
gar lenha : qm*m os pegar leve a dita casa ou
na repaiticodoCorreic que ser recompen-
!sado.
i tsr Fugio da Cidade da Babia em 15 de
! Abril do corrente anno, do poder de seu snr.
! F. A. Baulino o preto de nacao Nago, de
i nomt! Felis carpinleiro de 50 anuos, lie
! bstanle alio cor fula sem signaos no ros-
i lo pernas compridas e um lano arquiadas,
andar cambbanle posto que apressado lie
j bem fallante muito comprimenteiro e capaz
I de se intitular por forro. Ha toda probabilhia-
1 de ler vindo para esta Cidade ; portento
roga-se as autlioi idades policiaei a fim de o
' prender e tambem aos meslres de estaleires
! caso o tenhao admitido no seu trabalho :lej o
' levar a na da Cruz n. 27 que ser generosa-
I mente recompensado.
tsr No da 27 do corrente fugio urna negra
crioula de nome Felicia que desapareceu in-
do buscar agua ao quintal, com vistido de ris-
cado miudo ebria do corpo ps um tan-
to apalhetados, c estatura regular; quem pe-
gar leve loja de Carioca e Selle ra do Quei-
mado D. 15 que sei bem recompencado.
ERRATA.
No Diario de hontem na resposla do Bario
de Caxias Diogo Antonio Feij onde diz
nos dias 5, e 17 de Abril di 1842 = le*6
nos dias 5 e 17 de Abril de 1852.
BECIFE NA TTfP. DK M. F. DE F,=.l-


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