Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04707


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Full Text
Aiino de 1842.
Ter$a Feira 26
n0 tfatt tytut e nit metmo ; da aossa prudencia modeacito e energa : con-
IBHWIC4 "orno principiamos e serenas aponladoi con ailmiraoao entre as NacCes mais
cultas. (Prnclamacfia da Asse'mbla Geral do Iratil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
^;ni*oni Pa'**** e Rio grande do ISorte, segundas e ruis fei'ras.
Eoait Garanta.,, O a 24-
Enana s jar"^ i --
Gibo ^Serinbaem Fio t'nrmoz. Pono Caira Macei e Alago
fii' 18. Pn'o Anlio quinta* feiraa. Olinda todos as diag.
as no 1,*
II, e
P.i-
33 Sef. *
27 Qiart. a
DAS DA SEMANA.
a. Tiago Ap. ChristovSo M.
Simpttronin Olimpio, e Thodol Mm. Re. Aad. do J, de D, da 1. r
l'.nulefio Medico. Aud. do J. de D. da 3. .
2S Quint. Innoeencio I'. Card. Aud do juis de D. da 2. V
29 f^a1. -Martlt V. And. do J.deD. da \. t.
30 Sal>. jejaM Rufiuo M. Ral. Aud. da J. da D. da 8. t.
H Di>. *. Arma Muy da M;ly de Dos.
i. M Jll IX- L^-JLU_____________. ..
de aJulho.
Anuo XVIII. N. 158.
$ O Disiio pumioa-aa todos os dias que n."io forem Ssnlifirados : o prec da aasignatura Uo
ile tres mil re por quartel pagos adianlados. Os annummi dos assixn.tnles sao inserido
(,'(,' grada e os dos que o nao forem raio de 80 reis por linlia. k* r.elaaHj6ea devein ser
- dirigidas aeauTynograJa rus dns Cruw9 D. -i. ou a orara da Independencia loja de litro
i* Numero 37 o 3S.
Crimino sokr Londres 2)i d. p. 411.
a Paria 3(50 rei p. franco.
4 Lisboa 100 por 400 de pr,
Mneda de robre \ por -100 de descont.
Idera de letras de boas firmas le a i e 1.
Descont da bilh. da Alfaml-- I a J l
H,
DE Ji lho. compra enda.
Oiio- Moada de C.400 V. 45,960 40,401
N. 4;,S0 46,001
da 4,000 8,800 9,00o
Pial Pataces l,M0 4,8-'.y
Prios ('olumnares 1,820 4,84*t
i dita Mexicanas l.S'.ti 4,810
inda 4,(140 4,SO
Preamar do da 20 de Jullio.
4.a a 7 bnras r 'ti ni. da mana.
2. a 8 horan B ti m. da larde.
PHASES DA I.LA R MFZ UE JCLHO.
Quarl, ing, a 30 a 0 liora e 24 m. da InrJ.
1-iia Nora a 8-- s 4 boras e 44 m. da manh
Quart. crese. a 14 -- aa 7 boraa a 'l m. da tsrd
La cheia a 22-- s S horas e 3r> n. da manli.
DIARIO IVE PBK!\AMBL0.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 21 DO CBRENTE.
Qflleio Ao commandante das armas,
participando ha ver concedido lieenca cotn
izempeo de todo o servico do batalho ao
primeiro cadete do terceiro batalho de arti-
maa a p', Francisco Joze Martins para
continuar os seus estudos preparatorios.
Dito Ao agente da eompanhia dos vapo-
res dizendo, queira fazer com que o com-
mandante do vapor = S Sebastio = que
segu para a corte se aprsente amanh ao
meio dia na thesouraria da fazenda para re-
ceber douscaixotes com notas inutilisadas ,
que tem de ser remettidas ao tribunal do the-
aouro publico nacional.
Dito Ao Inspector da supramencionada
thesouraria intelligenciando-o do conleudo
no antecedente ofileio.
Dito Ao agente da eompanhia dos vapo-
res signiflcando-lhes que pode fazer sair ,
depoik do praso do estilo para os porto* do
sul o vapor = S. Sebastio = que em seo
oflicio d'esta data partecipa haver chegado dos
.do norte.
Dito Ao Doutor Manoel Teixeira Peixo-
to participando havei-o nomeado para pre-
sidir o andamento das rodas da loteria conce-
dida a favor das obras da gruja de N. S. do
Livramento que deve ter lugar em o dia 2b'
do corren te.
Dito Do secretario interino da provincia
ao escrivo da supracitada lotera intelli-
genciando-o da precedente nomeaco.
Ditos As juntas qualiicadoras de Igua-
rac S de Olinda, e Serinhaem, aecusan-
do recepgo das listas dos cidados votantes ,
e elegiveis e dos fogos das respectivas fre-
guesias.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda transmettindo as relacas de despe-
zad feitas pelo ex-prefeito da comarca do
Ron i lo cora o sustento de recrutas desde 16
de Outubr do anno Pind at o ultimo de Mar-
go do presente alm de que as mande pagar,
estando legalisadas.
Dito Ao Bacharel Hercuh.no Goncalves
da Rocha scientificando-o do conleudo no
anterior offcio.
Dito Ao Bacharel Francisco Elias do Re-
F@LB.ETI
JOiO FERNANDES ANDEIRO. '
CO^PE DE OUREM ,
4383.
I. FRE JOA DA BARROCA.
Sic aainr jureoem furor additus .
( Virg -En. t.h l- )
Carregado de densas e escuras nuvens era
o co ; o mais brando zephyro nao bolia os
topos das annosas faias que orlavo um campo
silvestre. Dero horas e a escudiro pouro
a pco se dissipou ; nuvens brancas e trans-
parentes substituirao as outas atrs e feias e
a la assomou refulgente esparsindo um cla-
ro to vivissimo pelos objectos d'entorno ,
que Minelliava arrebol de manha de abril.
Kntu so enxergavao pyramides de sombr-*
que cstendio as arvores, e no fundo bruxole-
"7 Vid. Diario N. 157,
I go Dantas aecusando recepgao do seo officio
de 18 do corrente em que partecipa nao
poder entrar em oxcrcicio do lugar de juiz de
direito do civel da comarca de Nazarcth por
ncommodos de saudo c que em consequen-
cia se conserva no seo engenho em Santo An-
tao ; e significando-lho em resposta que nao
admita o motivo apresentado e de novo lho
ordena quequanto antes parta para aquella
comarca onde o bem o ntoresse publico
oxigem a sua presenca.
Dito Ao commandante das armas de-
volvendo os requerimenlos de Joo Correia
dos Santos Francisco Joze das Chagas e
Francisco Pereira Machado pragas do bata-
lho de nfantaria de guardas nacionaes des-
tacado em que pedem despensa do servico
do mesmo batalho : e bem assim os de Fili-
sarda de Santa Anna c oiitra que igualmen-
te a solicito para seos flhos Antonio Joaquim
de Santa Anna e Domingos Ferroira alm
de que Ihes faca constar que nao tem lugar
o que pretendem.
Dito Ao chvfe da legiio do Olinda de-
terminando em consecuencia de requisicao do
delegado d'aquelle termo que aos comman-
dant-s dos coi pos da guarda nacional da refe-
rida legio, a que pertcneerem os individuos,
cuja relaco lhe remelle e que se acho no-
meados Inspectores de quarteiro ordene ,
os dispense do servico da mesma guarda na-
cional.
Dito Ao supracilado delegado intelli-
genciando-o da expediego da ordem prece-
dente.
Dito Aojuiz de paz da freguesiade Ma-
rarsguape aecusando recebido o seo oflicio
de 10 do conente a que acompanharSo as lis-
tas dos cidados votantes e elegiveis e o
mappa das consliacs, nao consiliacoes e
causas julgadas naqudle juizo.
Dito Ao engenheiro em chefe, dizendo,
que fica inteirado das providencias que em
so oTicio de 19 do corrente participa haver
tomado, para ac n tela r-scUe alguns aconte-
cimentos provaveis, que poss3o apparecer na
obra do theatro.
Dito Ao Dezembargador relator da junta
de Juatiea remetiendo o proeesso verbal,
feito ao reo Manoel Antonio de Lima solda-
do da primeira eompanhia do batalho de
guardas nacionaes destacado afm de que ,
depois de visto o aprsente em sesso da
junta de justica.
Dito Ao administrador da recebedoria
ava um peristyllo arruinado onde do tal
guisa embatio os raios da la na alvura das
peJras, que dissereis, ao ve-io ser um
phantasmas. Columnas derrocadas pedes-
Lies partidos por aqu eali se vio espalha-
dos despertando no fundo d'alma mil lem-
brancas, de que talvez em ancianas eras
houvessem servido a edificio de formas flam-
mantes e magestosas ; hojo porm apenas
servio de albergarla a algum bando de aves
que, acossada pela rija tempestade ab i de-
manda vo gasalhado.
O silencio era grande por toda a parte e
s de espacos a espacos se ouvia o sobilar do
vento que atrave/das ruinas ia expirar ou
os pios lugubres e montonos qu a solifuga
coruja soltava da cornija e que faio coar
pelo coraco terror e susto.
Ouvio-se tropear de ginetes, e dali a minu-
tos vultos a p pralicavo.
Luzeiros brilhantes chofrro ento pelo
co e luziro os bacinetes e os fraldoes com
vivo fulgor. Que ero cavalleiros nao ter o
leitor duvidas ; mas quem ero i' Que vinho
a deshoras fazer a um lugar toermo?
Vejamos.
Um desembucou-se ; t;az manto comprido
o os acicates lhe tinen pelo chao toma a
palavra vai fallar. E'Alvaro Paes.
tas rendas internas geraes acensando rece-
bido o seoollicio de 18 do corrente de que
fez acompanhar o balanco relativo ao anno
financeiro prximo passado. tabellas, c pon?
lo peral dos cmpregados de sua repartico.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda ordenando cm consequciicia de rc-
preseniago do commandante das armas ,
que mando abonar os vencimentos do corne-
ta do primeiro batalho de Olinda .loaquim
Joze de Santa Anna, desde o dia. queaquar-
lelu com a forca da guarda nacional do mes-
mo batalho.
DitoAo inspector da thesouraria das ren-
das provinciaes scientilicando-o do conleudo
no precedente oflicio.
Dito Ao mesmo devolvendo o requeri-
mento do arrematante da obra da ponte de
Bujary Antonio Pedro Tavares acompa-
nhado dos documentos pedidos pelo procu-
rador fiscal d'aquella thesouraria.
TRIBUNAL DA RELACE O.
SESS.vO DE 22 no cobAentk.
Na appelaQo crime do Juizo dos jurados da
cidado da Fortaleza do Oear appelante Pe-
dro Jo/e Pereira appdada a juslica eserivao
Jacomo se nao tomou conhecimento do re-
curso.
Na appelaco crime do Juizo dos jurados
desta cidade," appellante Gonzalo Augusto e
appelada a Justina escrivo Poslhomo ; foi jul-
gado improcedente o recurso.
Xa appelaco crime dos jurados de Goian-
na, appelante Francisco Tavares, e appelado
Antonio de Souza Malto-grosso se julgou
improcedente o rocurso escrivo Posthomo.
Na appelago crira/? ilos jurados dosta cida-
de appelante o Promutor Publico e appe-
la lo Joo Rodrigues Hoto, escrivo Reg
Rangel; tomaro conhecimento do recurso.
CMARA MUNICIPAL DE OLINDA.
.*).* SEtmtf ORDINARIA DE 18 DE MARCO HE
1812.
PRESIDENCIA DO SR. GLF.DES.
Alwio se a sesso estando presentes os Se-
nhores Vereadores Maciel Alonteiro La age
Jnior Tavares, o Padre Pereira ; faltan-
tlo com causa os mais Senhores, e lida a acta
da antecedente foi approvada. 0 secretario
dando conta do expediente inencionou um of-
licio do L\xcellenlssimo Senhor Presidente da.
Provincia no qual pedia com urgencia urna
copia da duacau feila a esta Cmara por Duar-
le Coelho. A (lamara licou inteira cdeli-
berou que se salisisesse a Sua Exeellencia.
O Senhor Yereador Tavares requereo que se
Osease urna representarlo n Assemblea Pro-
vincial pedindo um quantitativo para lser
fcil as suas dispesas visto ter o patrimo-
nio desta ('.amara deminuido com a faltado
rendimenlo das halancas do assucar dos fo-
ros e lau.lemios dos terrenos que passaro
para a niarinha ; o pondo o presidente da C-
mara em vota^o foi approvado, e nesta mes-
ma sesso foi feila a mencionada representa-
cao. Ouvero requeriuenlos de partes e fo-
ro despachados, e dada a hora o Senhor Pre-
sidente levantou a sesso. De que para cons-
tar fiz a presente acta cm que assignaro e
eu Joo Paulo Ferreira secretario a esere-
viGucdes Presidente Lage Juniar
Tavares Maciel MoiiteiroPadre Pereira.
6. SKSSA ORDIMARIA DE 50 DE MARCO PE
1842.
I-RESIDENCIA DO SR. CLEDES.
Abrio-se a sesso estando presentes os Se-
nhores Vereadores Lage Jnior Tavares ,
Maciel Montciro Padre Pereira faltando
com causa os mais Senhores e lida a acta da
antecedente foi approvada. O secretario dan-
do conta do expedienle inencionou um oflicio
da fiscal do Posso da Paridla em resposta ao
que esta Cmara lhe dirigi. A cmara ti-
rn inteirada. Nesta sesso apresentou o
procurador suas con tas e foi remetido a
comisso dos Senhores Vereadores I.al o
Lage Jnior. Ouvero requerimenlos de
partes o foro dispaixados c dada a hora o
Senhor Presidente levantou a sesso. De
que para constar fiz a presento acta em que
assignaro e eu Joo Paulo Ferreira Se-
cretario a escriviGuedes Presidente
Lage JniorTavares Maciel Monleiro
Padre Pereira.
1. SESSA ORDINARIA DE 8 DE ABRIL DE
1812.
PRESIDENCIA DO SR. CLEDES.
Foi aberta a sesso estando presentes os
Senhores Vereadores Maciel Monleiro, Lial ,
Lage Jnior, e Tavares ; faltando cc-oi cau-
sa os mais Senhores c lida a acta da antece-
dente foi approvada. O secretario dando con-
ta do expediente mencionou um oflicio do
Juiz Municipal substitutivo UmbelinoFerrei-
E es outros ?
Sao Porluguozes que Ihes remorde e espi-
nlia aconsciencia por verom a honra porlu-
gneza to manchada que vo vingar a pa-
tria e que por to alto feito merecro seus
nomos em letras do ouro gravados as
eternas paginas do livro dos destinos dos ho-
mens ; sao estes valentes o mestre de Aviz ,
Rui Pereira Lopo Vasquez !
-Srs. cavalleiros disse Alvaro Paes mu
passameute vos lodos sabis que eu como
sou criado d'elrei cuja alma em gloria est ,
e pelas honras e accrescen lamen tos que elle
houve por bem em mim fazer, medevo doer
da deshonra que se faz s suas cinzas.
Ninguem ignora a m fama que a rainha
ha com Joo Fernando de Andeiro 0 isto
para cumulo de mor desar nao s agora co-
mo em vida d'elrei!...To negregada fama nao
cessar emquanto for vivo o conde d'Ourem :
hotitem fallei a D. Liuior minhas palavras
a^ordrodhe a sua brava san ha e cuspio
injurias conlra vos cavalleiros ; o condede
Barcellos tambem disse que por ora uo lia-
via geito azado para por em obra um plano
to arriscado e eu recorr a vos que sois es-
tremados e que do to alta injuria haveis
de tomar a vinganca... Mostremos a Portugal
que com o corpo de D, Fernando nao ficou
soterrada toda a nossa esperanza e teremos
subido nome por haver vingado a loucainha
da honra portugueza o punido a sobrance-
ria de um tredo mais tredo do que Sinon com
os Troyanos !
Por Santa Mara, acudi Rui Pereira ,
que haveis bem dito cavalleiro mas nos
irmos arriscar nossas vidas... querer...
F que tal nao esperava ouvir sabir da
urna boca portugueza... atalhou Alvaro Paes
levantando com violencia a mo ao virote da
espada ; se nao ha braco que se encarreguu
do golpe aqu est o meu... seomeu...
Vos to ancio ? repeli urna voz que
at ento eslivera calada, to quebranta-
do ?...
Lopo Vasquez nao julgueis da tempe-
ra do ferro por ocobrir a ferrugem...
Verdade honrado Paes disse dali
o mestre d'Aviz com assomhro vejo o vos-
so valor... mas hemos misler de lirado mais
robusto...
Senhor se bem o sei, bem o sei, e
seria desmesura roubar a vosa honrara des-
se golpe. A quem doer mais a deshonra
ta rainha do que ao mestre d'Aviz ao irmo
do finado monarcha ? ... Por azo de Anden o
losles preso e posto em perigo como lodos
sabem, e mesmo que por tal nao fosse ao me-


"~-
mm
ra Calan participando achar-sc nomeado pela
Presidencia e logo que possa comparecer
peranle esta Cmara para apresentar seo ti-
tulo. A- Cmara icou inteirada. Nesta ses-
so to Ivin apresen lo u o titulo de Sub Dele-
gado da Fregu/a da S o cdado Antonio
Jo/e de Sou/a Gomes c presto o juramen-
to na forma do estilo. Depos Jeabertaa
sesso compareci oSenhor Yereador Miguel
Jo/e Teixeira o o mesmoaprcsentou o Le-
ploma no qual mostrara estar elle comeada
Sub Delegado da Freguesia de S. Pedro Mar-
ter e nesta sossfio prestou o juramento na
forma do estillo. Nesta sesso andn em se-
gunda prac,a a casa da ra do vigario na Ci-
dade do Recfe perlencente ao patrimonio
desta Cmara. Ouvero requermentos de
partes o Porfi despajados o dada a hora o
Scnhor Presidente levantou a sess&o. De
que para constar ti/ a pre/entc acta cm que
assignarfio, e eu Joan Paulo Ferreira se-
cretario a escriviGuedes Presidente
l.ial Tcxeira Macicl Monteiro -- Lage
Jnior Tavares.
- -y .......i-
T~TP
U
lll\lilll IIE PEKXAjjBLCO.
Nodia2i dororrente, como havia sido
preseripto pelo Govcrno da provincia tivero
principio as eleieSes primarias nesta cidade :
di/emos ua cidade, porque uo be ainda possi-
vel ter noticias de Cora dola, nem mesmo de
Jahoato que pertence a este .Municipio as
ti vemos. Algurnas pessoas havo profeclisa-
do desordens e barulho na occasio destase-
leices na capital, especialmente na freguesia
de "Santo Antonio : estes receios linho osen
fundamento nao rallando na existencia de
clubs, ett-ntotivas de sediefio, as amea-
cas que alguns cabalistas bavio proferido e
no calor e exageracao corn que se cabalava
por modo to inslito como nao baviamos
ainda lido exemplo. Nada por ora tem oc-
corrido e sao precisamente as eleiees da
freguesia de Santo Antonio que mais em or-
dem tem marchado. Verdade he que o Exm
Presidente havia tomado todas as cautellas
para que o socego publico nao fosse alterado.
e para que esse pengoso exercicio da sobera-
na do povo fosse desempenhado em regra 5
juslica pnrem deve ser feta ao espirito da
populacho desta freguesia ; a ordem estabe-
lecida pela lei foi literalmente prehencida,
sem que fosse necessaro empregar urna so
inlimativa. Cautellas a parle, que nunca
ellas Gzerao mal, as pessoas de melhor pene-
trarlo sempre contaro com esse espirito pu-
blico que os mesinos opposicionistas tanto
conhecero n a maior parle de suas chapas as passaro apa-
drinhando-as com o governo ; isto he ; in-
cu.cando-se amantes do govcrno, e protes-
tando serem delle as suas chapas. Se isto
nao he prova da consciencia de sua fraqueza,
t; do bom conceito que o Governo merece
populacao nao ha colisa moral nesta vida
que se possa provar.
Na freguesia do Recife ap'sar de algurnas
queixas entre os influentes das eleices -
/erao-se estas ali na forma do costume que-
remos dizer ; em toda a forc,a do termo pa-
cificamente^ A maioiia da populaco da-
quelle bairjto lie de gente que quer tranquili-
dade j e s* algum.- vez ( bem poucas ) sahe
deste estado normal, he porque se conseguio
nos para segurardes a existencia que nao esta-
r salva emquanto esse cao maldito fr vivo !
D. Lianor como se recela de vos sempre
buscar ca minho para vos cortar a
vida... Ah 1 senlior de vos est dependente
a quietacao do reino... na vinganca de tal
feito mostrareis grande facanha ; sus D. Joo
--ao conde d'Ourcm a campa a vos acoia
de Portugal !
PorS. Jorge o mui esfremado caval- |
leiro que para tal feito me nao mingoo bri- ]
ns ; c nanjuljjueis que to nobre razoar me]
despieza ; porem ten he presentes to gran- |
des duvidas que todos os camnhos me pa-
reccm escures como empachos : alem de que (
tal cousa nao se deve aventar sem a ajuda do !
povo...Alvaro Paes nao sei que me advinha j
o coraQo ; um veo de tristura o cobre e >
sinto um agastamento terrivel !
Se o chanciller ainda de algum peso
para com o povo elle se compromette a po-
lo da sua parte. Cavalleiros decidamo-nos;
queris que morra o conde Andeiro ?. .
Sim morra morra dissero lodos
a urna voz o de tal maneira que pareca o
somdaonda que, pela alta noute SC des-
pedaza contra a rocha.
fazer-lhe incutir algum terror pnico sam-
pre telo recciode ver essa tranquilidade al-
terada.
Na freguezia da Boa-vista tivero as elei-
c/es orincipio hoje ^ 23) por que o respectivo
Parocho esquecendo os deveres que a Lei
llic impoz apresentou-se na Assemblea pa-
rochial tendo j dito missa e a hora que nao
foi possivel achar outro sacerdote. S. Exc.
Rma. a quem foi presente esta omissao .
por parte do Exm. Presidenlo suspendeo a-
quelle Paracho por 15 das nomeando par
o substituir o III. Sr. Padre Rezende. He
quanto por ora podemos annuneiar aos nos-
sos leilores.
Pelas 7 I j2 horas da noile de 2 do corren-
te foi assassinado dentro em sua casa Luiz de
CastroeOlivcira morador na ra da larangeira,
onde tintn urna padaria : era homem paci-
fico a quem se nao condeca inmigo as-
severa a sua familia; o assassino para
commetlcr o crime se servio de punhal oii fa-
ca nao foi presentido e s se sotibe do at-
tenlado quando os caixeiros que estavAo to-
ra se rerolhero e encontrarn sen palro
j morto. Nlo teria esse homem oseravos.
que sao sempre inimigoscertos e raneorosos ?
Nao Ihc vera a morte d'ahi a esse homem que
sem ter inimigos podia ser duro para os
seus cscravos ? Lembramos esta circunstan-
cia ao Sr. Delegado que por certo nao dei-
xar de procurar por esse caminho descobrir
o criminoso.
MISGELLANEA.
A ELOQUENCIA DELIBERATIVA.
NAP0I.F.AO NOCONSELHO DE ESTADO.
Nos pequeos estados democrticos a e-
loquencia se agita na praca publica ; nos es-
lados constitucionaes senta-sc na tribuna ,
e as monarchias temperadas delibera com o
principe.
Ali mais assomada, aqui mais grave; ali
vive de emoces e figuras aqui falla a lila-
guagem positiva dos negocios ; aii pede a pu-
blicidade seu movimento aqui basca no se
uredo sua forca e prudencia ; ali envolve-se
na aeco do governo, aqui na theoria das leis:
ali dirige as paixes da multido aqui o po-
der de um s ; ali sua frieza enregalaria os
espirites aqui sua vehemencia peana a de-
lberacfio.
Assim o fogo sagrado da eloquencia nunca
se extingue e quando nao brilhe mais aos
olhos do mundo occulta-se sob as cinzas de
um outro lar. #
Impaciente do jugo revolucionario e das l-
cencas do forum. Dominarte apoderou-se da
espada c da palavra. Nao quiz outra tribuna
mais que sua cadeira de cnsul outra publi-
cidade que a publicidade de suas leis e decre-
tos outra imprensa que a sua imprensa of-
icial oulro echo em Franca que o echo da
s.ua propria voz
Enviou ao senado os gloriosos veteranos do
exercito, menos para consagrar a preeminen-
cia da espada em um governo militar que pa-
ra assegurar-se de seus doris suffragiGS, pois
sabia que o duplo habato da obediencia passi-
va e do commandodspoeao despotismo com
os inferiores e ao servelismo para com os que
esto de cima.
E outorgue-se a cora de
Portugal
quem pcrlencer bradou outra voz que se-
aaelhava sahir do centro da trra e qu ccho-
ou vivamente.
Traico Traigo repetiro todos de-
sembainhando as espadas e crendo que era
um de seus inimigos.
Todos os olhos e a ttenc/>es se cravaro no
lugar donde partir a voz porem viro um
velho de figura descommunal encostado a u-
ma das columnas eenvolto em longa capa
que o cobria todo : pareca quedo como a po-
dra a qno se apoiava.
O primeiro pensamento que ferio todas as
mentes foi de occorrerem a mata-lo; mas rc-
curo plidos e ficaro presos trra nem
que foro plantas. O vulto pouco a pouco se
achegou e com seus cabellos brancos bar-
bas compridas e faces mirradas, dava visos
de um cadver que volva da mansao dos mor-
ios regio da vida.
Depois de alguns minutos de silencio dsse:
Mestre d'Aviz a ti prtente a coroa de
Portugal !
Mas quem es lu sombra ou vivnte ,
anjo ou demonio .'... retrucou o mestre toma-
do de sbito pavor.
Nao me conhecem tornou o deseo-
nhecido deixando cahir a capa ; qufto de-
mudado estarei !... Estas roupas estes ca-
bellos de nev n5o vos dexro escripto na
Encerrou cm vestes scntillantes de ouro
>s mudos do seu serralho legislativo.
Encurralou no trbunalo os restos desses
liomens turbulentos cujos pedacos se agitavao
ainda e a quem deva esmagar em breve sob
seu p de imperador.
Pz n^ conseibo de estado jurisconsultos,
generaea marinheiros publicistas, admi-
nistradores pela maior parte resto de nos-
sas assembleas. Os mais fogosos revolucio-
narios bavio perecido na tormenta ou ti-
nbfio sido lancados as praas do exilio. De-
niais os liomens de aeco s appareceni ao
genio das revolucoes; e os organisadores con
vem mais aos fundadores de dynaslia. Os
pai/es conquistados reccberio nossas insl-
(uices, nosso governo e no.ssas leis, c nos cm-
prestaro seus juristas seus sabios linan-
tros c diplmalas. Genova nos ompreslou
Corvetto ; Florenrja Corsini; Turn, Saint-
Marsan ; Hollanda, Appelius ; Roma Rar-
tolucci.
Quando o eslrangeiro allrabido pela be-
leza de suas columnas jaspeadas, de seusqua-
dros e ornatos devisa nos saines do caes
'Orcay algurnas personagens todas bordadas
guarnecidas de plumas que vern deliberar a-
cerca do jnlgamenlo de um guarda campestre
ou do alimpamenlo de um simples regato ,
pergunta comsigo se he esse o conselho de es-
tado cujo nome relumhava na Europa e cu-
jos cdigos immortaes regem ainda muitos
reinos destacados da Franga.
Nao, o conselho de estado aclual, compe-
tencia desputada estabelecimenlo sem for-
ma nem legal idade nao he mais esse corpo
poderoso que no tcmpode|Napoleo pre-
parava os decretos dava regulamentos as
provincias, vela va sobre os ministros, orga-
nisava as provincias reunidas interpretava
as leis e governava o imperio.
Era na grande salla das Tulherias pegada
capella que se elaborarn nossos cdigos ,
cuja concepcSo he to magnifiea, a-ordern lo
simples a preciso to rigorosa que subre-
vivero s glorias fastuosas do imperio e se-
rio mais duraveis que o bronze. Foi ah que
seorgansou essa vigorosa administrago do
interior a cujas rodas se agarro ainda hoje,
com medo de cahir todos os nossos homem-
znhosde estado.
O conselho de estado era a sede do governo.
a palavra da Frsnca o fanal das leis c a al-
ma do imperador. Seus auditores com o
nome de intendentes adormecio no freio < s
paizes subjugados. Seus ministros de esta-
do com o nome de presidentes de sessoes ,
examinavo os actos dos ministros que tinho
pastas. Seus conselheiros ordinarios susten-
tavo com o nome de oradores do governo ,
as discussocs das leis no trbunalo no sena-
do enocorpo legislativo. Seus conselheiros
extraordinarios, com o nome de directores ge-
raes tinho a seu cargo a direceo das alfan-
degas dos direitos reunidos pon les c cal-
cadas amoi lisacAo floresta e do thesou-
ro-, e lancavo impostos sobre as provincias
da Illyria da Hollanda e Hespanha dicta-
vo nossos cdigos a Turn a Roma, a a-
ples e Hamburgo e io montar franceza,
principados ducados c reinos.
Esse resto do constitucionaes turbulentos ,
que afagavo ainda a repblica no fundo do
coraQo cedio resmungando attrac-
Qo do imperador. Napoleo os tinha fasci-
nado com suas victorias, e como que absor-
vido na sua forca. Cansados das tormetas da
liberdade s aspiravo por um re.pouso
cheio de bro e grandeza. O Conselho de es-
tado irproduzia aos seus olhos as lulas ani-
madas da tribuna nessas graves sesses em
que os debates nao ero sem movimento e
a eloquencia sem poder iiein imperio. Era
ahi que pareca ser o panto da parada de to-
das as illuslracues civis e militares da revo-
luco.
Ahi brilltavo Cambacres o mais didc-
tico dos legisladores e o mais hbil dos presi-
dentes ; Tronchet o maior magistrado dos
nossos lempos ; Merlin o mais sabio juris-
consulto da Europa-, Trcilhnrd o dialcti-
co o mais nervoso do conselho Portalis ce-
lebre pela sua eloquencia ; Segur, pelas gra-
bas do seu cogenhn ; Zangiacom, pela con-
ciso corlante das suas palavras ; Real pela
originalidade de suas replicas ; Fourcroy ,
pela sua lucidez ; Defermonl, por "sua expe-
riencia Pelel de la Lozere pela juste/a do
seu engenho ; Dudon por sua crudiefio ad-
ministrativa : Chaiivelin, scinlillante do bel-
los repenles ; Frvle economista liberal ;
Portal financero exacto ; Cuvier cabera
bem organizada e universal ; Mounier to
caustico; Pasquier, to fluido ; Boulay, to
judicioso ; Thihaudeau to firme e to in-
dependen te ; Five to perspicaz ; Mole ,
to grave ; Brenger lo conciso e espiritu-
oso Berlier to profundo c to abundante;
Degrando lo versado na sciencia do direi-
(o administrativo ; Androssi na engenharia;
Saint-Cyr na estrategia militar ; Regnault
de Sainl Jean-d'Angely orador brilhante ,
publicista consumado trahalhador infaliga-
vel ; Bernardo! te hoje re i da Stiecia : e
Jourdan o vencedor de Fleurus.
Napoleo que devorava os liomens c as
cousas squeria obreiros que trabalhassem
s suas ordena, depressa e bem. Regnault de
Saint Jeran-d'Angely robusto de tempera-
mento de intelligencia prompla orador e-
legantee fcil redactor flexivel de projectos
de leis e exposico dos seus motivos apren-
da o reproduzia em poucas horas todos os
pensamentos do seu amo.
Os conselheiros de origem plebea se dislin-
guio dos conselheiros de origem nobre. E-
ro como dous rios que correm no mesmo
Jeito sem confundirem suas aguas, l'ns af-
fectavo a simplicidade dos convencionistas ,
e parecio incommodados com os vestiilos de
corte que os oulros" trajavo com graca. l'ns
ero mais polidos as suas maneiras e lingua-
gem os oulros mais rudes e no cnlrete-
nimento familiar algurnas vezes cynicos.
Mas entre as cabecas mais bem conformadas
lo conselho cousa notavel nem um nobre.
Nao o ero os Portalis, Treilhard Tronchet,
Boulay Moleville ; nem os Regnault de 8a-
int-Jean d'Angely os Defermon Mounier.
Berlier, Zangiacomi Real, Rgnier, Mer-
lin. Todos esses liomens superiores bavio
surgido do terceiro estado pela fonja de seu
carcter ou do seu talento, e isto explica his-
tricamente como a direcgo dos pblicos ne-
gocios foi ter s mos da classe media.
E nao s Napoleo assistido de seus con-
selheiros. fundou monumentos de legislado,
inextinguiveis mas ainda legou aseussuc-
cessores urna mullido de liomens de estado
distinctos que foro ministros : os Srs. Por
tal, Gouvion St-Cyr Pasquier, Portalis, de
pagina da memoria o nome de fre Joo da
Barroca, digno discpulo de Nuno Freir
de Andrade ?..,
E' verdade meu pai...meu pai..
E D. Joo bejando-lhe a fimbria do ha-
bito llie chorava aos p ..
Mas a taes deshoras o que vos trouxo
aqui ?
Lembrando-me que a patria era em pe-
rigo mil pensamentos diversos me filhavo
a alma ; urna voz interior rae bradou alto ,
por sem duvda era a voz de Deos...faIlou-
me ao corago inspirou-me e ento co-
nhec os vossos planos ; guava-me o anjo da
Lusitana e trigoso aqui vim ter para aug
mentar o vosso valor e dzer que Dos d
por bem feilo tudo que bou verdes talante de
praticar...
Todos os cavalleiros a o ouvirem estas pa-
lavras de fogo que vinbo d'alma que ero
sinceras ; ao verem o ademan magestoso do
inspirado propheta de Dossenliio recres-
cer-lhes o enthusiasmo como em dia de habi-
lita quando o loque do darim d o sisal
para a peleja 5 cnte o mestre d'Aviz levan-
do a dextra ao punho da espada c levantando
a outra para o cfo exclamou :
-Meu pai, juro que nao deixaria esca-
par o ensejo por cousa que a avir podess.
Ser verdade que to boa cousa queris
fazer, senhor meu ? disse mui ledo o velho
Alvaro Paes ; vejo que diflerenca ha dos i-
Ihos dos reis aos outros liomens !
De novo o juro repetio o mestre : a-
cabo de ser no meado fronteiro das ricas tr-
ras de antre Tejoe Odiana e amanh devo-
me partir : fingirei obedecer mas voltarei,
e ento...ento com o gnme da espada corta-
rei as to vicosas esperancas da rainha ; se os
do seu partido qnizerem excitar a sanha do
povo do povo que me respeila e ama ser
desengaado e chamado a ajudar-me no alto
feito fazendo espalhar por meu pagem Go-
mes Freir que nos pacos me querem assas-
sinar porque curo de cumprir com os deve-
res de irmo e vassallo e por me doer e ver
minha honra offendida o vingar o reino
inteiro da altissima injuria que Ibes fazem o
conde d'Oiirem c a viuva de D. Fernando!
Cavalleiros a traca certa prese*
guio Alvaro Paes ; partamos : ao conde d'Ou-
rcm o punhal a D. Joao o titulo de re-
gente!
F. lodos se partirn o o assobiar do vento
SO ficou em campo a disputar horrsono com
os pio infernar .Ir- aves noctu>nas !
Continnar-se-h.'i ^


.
Broglio Mole, Beugnot, Pelel do la Loz-
re Simen Sainl-Crirq Chabrol.
Mas dcvo opressar-me para tratar daquolle
que domina e escurece a todos ellos, a Na-
poleo. Poder haver lugar para ouirem ,
dualqner que soja a parle em sue se aprsen-
la este mmenso oolosso ?
Quando o general Bonaparlc veio sentan-se
no consellio de estado na sua eadeira de pri-
meiro cnsul era anda tal como havia ap-
parecido nos campos de batalha da Italia, pal-
udo com as faces salientes, as sobrancelhas
proemincnles oolhar meditabundo c retira-
do na sua rbita tendo j sobre a fronte ,
romo no intimo d'ulma scus destinos de le-
gislador de imperador e de conquistador.
Alerta a sessAo lionaparte chamava as
questoes ordem do dia. Militas vezes rabia,
sem sentir-se em profunda riistfacco e ia
a|Hs urna idea dn mesmo modo que o cacador
ardente aps de sua presa. Fallava como a
si mesmo em voz alta com exclamarnos ,
sons entrecortados e algumas ve/es lagri-
mas. Depois dirigia-se rpidamente ques-
to para apartar-se anda della um momen-
to depois c voltar de novo.
No conselho de estado que elle urda os
fios da ecntralisacAo governamental oadmi-
:>
sua notar na acta sen enthusiasmo, suas
coloras suas lernairas o ponto em que pa-
rava suas exclamacoos confidonciaes suas
digresses oratorias. Faltan ao secco e fri
esqueleto dessas minutas a carne o colori-
do a animaco e a virla.
Hojo s dado reconstruir pola lemhranra
as opinioes dessebomem extraordinario soh
diferentes assumptos do oonsliluofio politi-
ca governo religiao, legislarlo polica .
adminstraoo. o
Quando j cnsul vitalicio, aspiraxa ao ini- i
perio por caminbos desviados, tratou no con-!
seibo de estado a queslAo da hereditariedade .
absolutamente como se fra um republicano.
A herodi'.arcdadf* da cora, dizia ab-
surda porque a beroditariedade deriva do
direlo civil suppAen exisloncia de proprie-
dade o tem por tim assegurar a transmis-
so. Ora como conciliar a hereditariodade
da roroa com o principio da soberana do po-
vo ?
K verdade, como.' Mas ninguem onsoudi-
zer-lbc : sim como .'
Neslas oecasoes os papis os mais solem-
nes que erAo representados no conseibo do os-
lado e cuja narraco dcixava transpirar fu-
ra por indisoric.cs ofllciosas da polica ti-
Numoro total presumivel hojo
SO. 000
COMMEKCO.
pr:4 no RECIPE 23 df. jimio de 1812.
Revista Mercantil.
nislraliva c que, tendo-os reunidos em urna i nhAosdo arranjadas e repetidas por detraz do
mo ,. senta o menor no meio ou as extre-
midades. Abi que elle os eslendia sobre to-
do o paz c que plantava como sobre urna
panno entro os actores c ello.
. Algumas vozes dorramava seu segredo got-
ta a gotta : s dizia urna palavra ou exprima
altura fortificada o pavilhAo de sua poderosa um olhar o era preciso adivinhar eobrar no
unidade
Bonapartc tinba amor ao sen conselho de
estado onde so punha a seu commodo. Recos-
tado fallava confidencialmente como se falla a
timaos e amigos. Desenfodava-se com ellos
de suas grandezas oflieiaes ; exhalava seus
resen Omentos, revelava, como impellido por
urna forca interior o estado de sua alma e
podia-se ler em um sorriso de sua boca om
urna ruga de do sen rosto o segredo de seus
longos designios. A ordem do dia nao era
para elle o que estava esrripto sobre o papel .
'.'indio sobro Londres = Nao hotivero tran-
saeftes.
\i.; lAoo Assucnr = Som entradas o pre-
sos nominaes.
Racalho = Entrou um carregamento do
1800 barricas que forAo vendidas
mas o prego ficou ocoullo : tem-so ro-
lalhado do 7.300 a 8)200.
Carne secea = Entrarao 3 carregamenlos :
dous do Rio de Janeiro incompletos .
c um de Montevideo. O deposito he do
"7,000 arrobas a bordo de novo om-
hareaces 7 .Nacin.us o duas os-
trangeras ; as vendas continan* fro-
Xas de I 200 a 2)200 conformo a qua-
lidade.
Parnha de Trigo = Entraro 30 barricas
do Rio de Janeiro que inda se nao
vndenlo e sahro 1.000 para a
I tabla.
Mantoiga asCheg&r&o 230barrisda nova sa-
fra que anda so nao vcmdero.
Ouoijos Flamongos YenderAo-se a I. rs.
Salitre refinado = dem a 200 rs. a libra.
Sol eclrangciro = dem a 800 o alqueirc.
Vinho de Coito = dem a 80 .< a pipa.
Dito de Lisboa PRR salla falta.
pro oscriplos com tinta branca sobre assento
prelo para maior distncoAo.
Stima A numeraco dos predios urba-
nos ser regularisada de cinco em cinco annos;
o todas as despesas que com ella se lizcrom so-
rao pagas por conta da eonsignacAo marcada
para despesas eventuaes.
Palacio do Governo de Pernamhico ein 20
de Julho de 1831) = Lrancisco do Rogo Bar-
ros = Conformo. 0 Secretario, l.uu da
Costa Portocarroiro.
S^" O Paquete da Torceira recebe a mala
para I.ishoa boje 1,20 as i horas da larde.
A VI S O M A R I I I M O.
MOVIMIENTO DO PORTO.
sentido desta palavra ou deste olhar.
Em ludo era de singular babihdade e sabia
fazer redundar em proveito de sua ambiejio as I
alternativas de temor ou esperanza de que a-!
gitava as almas.
Nao era cruel por natureza ncm por carc-
ter ; mas nAo era dotado de alta philosophia ; navio smiimo no da, 23.
nem de alta moialidade. Macei Rabia, e Ro do Janeiro; \apor
Cumpre dizer todava em abono de apo-! Brasilcro S. Sehaslio, Commandanto Jo-
leo que encontrou cmplices desvelados! zo Mara Falco.
nesses bomens estragados e arredondados pe-
tE&- Para o Aracah segu viagem a Suma-
ca Kslrela do Cabo pronipla de novo, e ja
tem parte de seu carrogani?nto prompto:
i|liem quiser earrogar dirija-so a Manoel Joa-
quim Podro da Costa.
C^ Para o Rio de Janeiro segu viagem
com brevidado o Brigue Nacional Leo-. quem
quiser carregar ou ir de pasaagem, dirija-so
a Caudillo Agoslinbo de Barros pracinha
do Cor po Santo D. ti", ou ao CapitO Anto-
nio Rihciro de Almeida.
ttt Para a Rabia segu viagem no dia 8
do corronte seril falta o Hiato Nacional Es-
peculador Mostr Rprnardo de Souza, for-
rado do cobre o conbecido por ser milito
bom devella : quem quiser carregar, diri-
Ijo-sea Cristovflo Dieslel. na ra da Cruz nu-
mero 2".
AV | SOS DIVERSOS.
la torrente revolucionara que os rolara sobre
mas o que elle premeditava na agitaco efler-j as aras e que so elevavAo com sua fortuna
vescente de seus pensamentos quer prepa-1 s riquezas e as honras. Coila qual cuidava
rados deantemo
bresallo.
DECLARA CAO.
C
C7* Tendo de proceder-sc a nova numera-
quer apresenUdos de so-j muito em NopoIeAo mas com a cndilo de ; qs-io dos predios urbanos desta cdade de
Assim que elle se iangava de su- noseresquecdo. O senado posto em ca- j conformidade com o regulamento do Exm.
hito fra da questao deixava os caminhos
batidos e debata toilos os assumptos. Trata-
va do ludo da paz da guerra de seussys-
lemas administrativos e philosophicos, de sua
diplomacia de sua poltica entrava famili-
armente em todos os pormenores de etiqueta xcza dos criados excedeu
acerca das ceremonias da sagrac/to, da metro-
mi nbo e tentado na sua cobca estipulou I Sur. Presidente da Provincia do20 do Julho
sem pudor para conceder-lhe a hereditario- do 1830 abaixo transcripto, o Illm. Snr.
dado dos scus ttulos salarios e empregos : o
tribunatoe o corpo legislativo pediro como
domsticos augmento Je soldadas. A bai-
usurpaco do
pole, da coroago, do emblema imperial que
devia ser adoptado : o gallo a aguia ou o e-
lephante.
Admiltia no scio do conselho de estado de-
putacos da universidade do instituto e do
commercio- Dava a palavra, provocava a que
a pedissem. Resumia as questoes sobreto-
do comprazia-sc em eslabeleoe-las o que con-
vinha mais sua impaciencia.
Diclava suas resoluges com tal abundancia
e rapidez que a penna o nA podia acompa-
nbar. Era no dia seguinte no mesmo dia ,
dahi a algumas horas que Iheera preciso um
projecto de le um relatorio urna exp-
sito de motivos um discurso desenvolvido,
aniadurecido, estudado meditado pelo se-
nado ou pelo corpo legislativo.
Quando urna redacQo Ihe nao convinha ,
elle mesmo se encarregava de a corrigir. No(
gostava dos reglamelos prolixos e redun-
dantes nem dos longos prembulos dos de-
cretos. Tema que a opinio nao concebesse
o contrario do que era escripto. Por isso ,
quasi todos os decretos imperiaes para se
conformarem ao genio de Napoleo sao no-
tavois pela conciso de ordem do dia, pala
apparencia de commaudo aspereza de deci-
sAo geito da phraso expedito e militar.
Algumas vezes finga deixar-se penetrar pa-
ra melhor penetrar os outros e para se em-
maranbar mais nai dobras dos seus pensa-
mentos. O que nio podia levar de vencida pe-
la forca o consegua pela astucia. Assim fi-
z.ero quasi todos os bomens nascidos para o
governo dos imperios : Annibal Sylla ,
Cromwell, Frederco, Ricbelieu. Eu sou
leo dizia Napoleo mas sei ser raposa.
F.sla palavra revela a dupla face do seu genio.
Napoleo chegava a comprehender mais o
segredo dos corages pelos caminhos desvia-
dos da conversado que pelas exeitages so-
lemnes dos debates porque ninguem se pu-
nha em desconfanca contra elle. nos en-
treten i men tos do conselho de estado que cum-
pre ir procurar a origem e a chave dos maio-
res negocios deste reino.
Dcsgracadamenle a imprensa de ento
nAo tinba voz. Os actores destos dramas nti-
mos nao s" importarn do ser historiadores,
l'm secrotario que se sentasse junto de Napo-
leo nao ousaria nnnea sem ordem expressa
Inspector da thesounirm das Rondas Provin-
ciacs manda convidar as pessoas que se qui-
zorcm incumbir desla obra a comparecerom
na salla das sessocs da mesma thesoiiraria com
as suas propostas por escripia at o dia 2G
do corronte. Secretaria da thesouraria das
Rondas Provinciaes de Pernimbuco 12 de Ju-
O Secretario Luiz da Costa
amo. Os estados-maiores prcieituras ad-
ininislraees municipalidades, academias, a
magistratura al a imprensa se precipi-
lro na servidSo com urna cmulagAo vergo-i nho do 1812.
nhosa. Como que empurrarlo Napoleo pa- J Poi tocarreiro.
ra o imperio conduzindo-o carregado por mil i Regulamento.
bracos e a corrupc/io gangrenou tanto o, O Presidente da Provincia atlondendo que o
corpo da naco olicial que ella nao se po- lancamentoda decima dos predios urbanos
ile erguer anda de sua degradaco c obri- i desta cdade quando t'eito com a devida re-
gou Paul-Louis a chamar-nos com a sua in- gularidade o clarea nao s facilita es traba-
dignaco virtuosa a nos todos um povodo Oos dos Empregados, que delle seacbSo en-
criados. car>'gados como tambem concorre para a
Digamos com tudo, para sermos justo, que }>ca arrecadaco econseguinte augmento de
no silencio da nacAo algumas vozes mais alti-
vas alguns raros cidados alguns tribunos
se elevarAo contra Cesar.
Timn.
( Continuar se-ha.)
[ Do J. do Com. ]
Tem-so estabelecido os quadros approxi-
matiros que se seguem ; mas cuja exactido
nAo se pode garantir.
Estatistica do Reino Animal.
Animaes vertebrados.
Maminileros. Segundo Lnno. .
Bulln. .
Ljsson .
Numero presumivel boje......
Aves. Segundo Li miro.....
Buflbn.....
Cuvicr.....
Numero presumivel.......
Reptis. Segundo Linneo ,
Numero presumivel.......
Peixcs. Segundo Cuvier .
Numero presumivel.......
Total dos Animaes vertebrados .
Animaes invertebrados.
Articulados Crustceos.....
Arochnoides.....
Especies.
30
300
1,000
1.500
1,500
1,700
3,000
7,000
500
1,300
0,000
8,000
urna das principaes fontos dos rendimentas
Provinciaes ; e considerando queessa regu-
laridado e claresa nao so poder obler em
quanto subsistir actual numeracao dos di-
tos predios por ser feita a muito e estar por
esse motivo incompleta e defeituosa ; deter-
mina que so proceda quanto antes a fazer
urna nova numeraran sob as seguintes bases :
Primeira todas as casas de cada ra ,
travessa beco &c. da cidade se rAo numera-
das principiando sempro do norte para o
sul e de leste para o oeste, dolado direito
com os nmeros paros e do esqerdo com
os rapares de modo que fiquem os nmeros
na ordem seguinte: 1, 3. 5, 7, 0, de. ; 2,
4, 0, 8, 10, e assim por dianlc.
Segunda Cada casa ter um s numero ,
embora telilla dillerentes andares armazens
ou lojas.
Terceira Quando entre casas que pago
decima se encontrar alguma que estoja i-
sempto della por alguma circunstancia mar-
cada as leis, nao deixar por isso de ser nu- deiros daquella fallecida ; e om quanto nfio
orre lioje a Lotera
Jdo Livrarnento e o
reslo dos hilhetes estaro
a venda at as honze lio
ras da man lio
= 0 abaixo assignado declara aos interes-
sados dos vinte e um hilhetes do 2. parte da
3. lotera a favor das obras de N. Senhora do
Livrarnento desta cidade cu jos nmeros sao
os seguintes que ficflocm meo poder. Rlhe-
los inteitos 1)8. 1371 -807-1031-1017-
1546-4808 1004 1207 I21G 1201 -
2833 883- 880- 1453. Meiosditos ns. 132-
163 103 i 4058 2070 1372 85 2020 -
1072 417 3047 1373 433 4255.
Manoel Joze de Bastos Mello.
= O abaixo assignado em resposla aoan-
nuncio do sr. Amaro Benedicto de Souza ,
inserido no Diario N. 136 de 22 do corren-
to declara que nunca fez favores de qualidadn
alguma ao dito sr. e nem menos o dito o
oriinnu em cousa alguma.
Joze Ferreira Domingos Kradellos.
ss A possoa que prtico na noite do dia
2i do corronte urna carteira com urna por-
oAo ilo dinheiro em notas dirija-se ao arma-
zem de Augusto & C. a falar com JoAo Ju-
venco Alvares de Quintal, que dando os
signaos cortos Ihe a entregar.
= Alnga-se um bom armazem de ra a
ra sito na ra da nmeda no fundo da ven-
da do sr. Alexandre ; he por preqo cornu-
do e leva-se em conta alguns concertos :
trata-so na ra do Nogueira D. 23.
= Aluga-se urna casa terrea nova pinta-
da de novo e rom si neo quarlos ; pois aco-
moda urna grande familia : na rua da lloren-
lina sobrado novo prximo a mar.
= Qupm tiver um pianno e o queiro a-
ugar annuncie.
= L'ina p-ssoa habelitada se otlorcce a
lar lices de latim francez e rhelorica ;
quem pretender dirija-se a rua estreita do
Rozaro por sima da bolica do sr. Paranhos,
no 3. andar a qualquer hora do dia.
CS* Em dos herdeiros da fallecida Joaqui-
na Francisca dos Res faz publico quo o es-
cravo crioulo de nome Hypolito que se acba
preso na cadeia desta Cidade nAo pertence a
Caetano Jo/e Mariano e sim a todos os her-
merada como todas as mais.
QuarlaQuando se fizer depois da nu-
meraco, urna ou mais casas, serfioestas nu-
34,530 moradas com o numero primero anterior ,
aecrescentando-se a cada urna por ordem al-
1,500 i pbabetica a letra A, R, C, c at que se
forem partlhados os hens nao poile ser arre-
matado por cxeciioo contra um doa her-
deiros.
tal Christovo Dicstcl pertendendo fa/er
viage'm para fra da Provincia annunra isto
ao Publico pedodo quem livpr conlascom
2,500 chegue ao p'imeiro numero seguinte era clle de aprosental-as al o dia 27 do corren te
Insectos...... 50,000 i quanto se nu renovar a numeracao
Nao articulados Molluscos .
7. jophytos
Total dos animaes invertebrados.
Total geral do reino animal, .
Estatistica do Reino Vegetal.
Segundo LinnOo.
na sua morada rua da Cruz n 27, ou na
20,000 QuintaTodas as ras beccos travessas loja do Cambio dos Snrs I.ourenco Basto*
8,000 &c. lero em um dos lados tanto no princi- '. na run <|a Cad ia.
----------\ po como no lim un letrero indicando osen = ym pardo de idade e de muito boa
82,000 nome: o este detera lerse seroprc de um e\- conducta se offereco para caxeiro de compras
126,330 [tremo para o oulro. D ausento dos letreiros P vendas c mesmo algumas viagons para o
das primeiras serao quadrados, dos segundos millo: quem se quiser ntib'sar do sea pres-
8,000 cllipticos, e das lerceras triangulares. timo, dirija se a ruadas Flores D. 6, que se
DeCandolle........ |0,000| Sexla-As letras ealgarismosserftQem- dir quem pretende, ou annuncie.


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pulas vecr.TAE* e ixivi:us\f.s amk.uuwn.vs.
Estas pilulas j.i be ni conhecidas pelas gran-
des curas que tem feito, nao requerein ncm
diota o nom resguardo algtim ; a sua com-
posico lao simples quo nao fazem mal a
mais tenra crianza : em lugar de debilitar ,
fortilico o syslema puriico o sangue ,
augmento as secrteles em geral: tomadas ,
seja para molestia chronica 011 somente co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
tem upparecido por nao deixar o estomago
naquelle estado de constiparlo depois de sua
operoslo como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mni facis a tomar e uftu
causarem incommodo neiihum. 0 nico de-
posito dellas (' em casa de D. Knotli, agen-
te do author : na ra da Cruz N, 57.
N. B. Cada caixinha vai emhrulhada m
seu receituario rom o sello da casa em la-
cre preto.
tsr Aluga-se o terceiro andar da casa n.
lio na ra da Cruz, no Recife a tratar no pri-
meiro andar da mesma.
t^Precisa-se de urna ama forra, sem lilho.
que tenlia bom e bstanle leite -. na ra Au-
gusta sobrado de um andar e sota.
S2T Aluga-se um grande armazem na ra
de S. Francisco D. 2 : a tratar no mesmo so-
brado.
r Aluga-sc um bom escravo padeiro ,
tanto para padaria como para servente de
quaiquer obra : na ra das Trincheiras so-
brado D. 25 segundo andar.
tsr Joze Pires de Moraes, c Antonio Fran-
cisco de Moraes fazem publico que dissol-
verfto amigavelmente a sociodade que tinho
na loja de ferragem na ra da Cadcia do Re-
cife 41 > de baixo da lirma do Joze Pires
de Moraes & Companhia licando o socio Jo-
ze Pires de Moraes encarregado da liquidarlo
da mesma sociedade durante o lempo que
ella existi e assim obrigado a pa; ar todas
as dividas passivas contrahidas de baixo da-
quella extincta lirma o a cobrar todas as
activas inherentes a mesma sociedade.
tsr Joo Ebeling subdito Hamburguez ;
retira-sc para Maroim com escalla pela
Baha.
tsr O Snr. Camilio Pinto da Fonceca,
pode hir receber una carta vinda do Para ,
em caza de Manoel Joaquim Pedro da Costa
C*~ Aluga-se um moleque para todo o ser-
vido; no patio da S. Cruz caza aop da do Sr.
Pirette.
UP Paulina Alexandrina da Silva Guima-
res roga aoSr.'Francisco de tal, que por
engao levou urna manta de merino tinta
da casa da annunciantc queira Iirigir--.su ao
atierro da Boa vista, a lira de ser destrocada,
ou annunciar sua morada.
tsr Aluga-se una escrava muito fiel e
possante para andar cen alguma pessoa
vendendo fazendas ; pois disto tem pratica :
quera a pertend*;r dirija-se a ra do Lvra-
raentosobrado D. 2, junto alojada vtiva
de Joo Carlos Pcreira de Burgos.
tsr Arrenda-se urna Olaria que leva 22
milheiros de lijlos, com dous Ionios um
leva doze milheiros, e o outro 10, com bar-
ro dentro para a factura dos lijlos no fun-
do da olaria. tem urna cazinha com 4 quar-
tos e duas salas, estribara para 4 cavallos,
e pasto para os mesmos : a fallar em S. An-
na freguesia do posso defronte da venda do
Nicolao, e tambera urna casinha com duas
salas atraz e urna a dianle, e um gabinete, o
pe lo do rioeapibaribe a qual s se aluga pe-
la festa.
ur Aluga-sa o quarto andar e solo com
terrasso puchado muito proprio principal-
mente para pouca familia, do sobrado da ra
Nova D. 11 : a tratar na loja do mesmo.
tsr Hoje tem de ir a praga por arrenda-
ment a casa e sitio, que foi do fallecido Joze
Francisco Xavier k.ima em Apipucos : as
pessoas que pretenderem lanzar, poder
comparecer as 4 horas da tarde a porta do Ju-
iz da primeira vara do Civel o Sr. Dr. Bastos.
t&" Aluga-se um sobrado de dous andares
na ra do Arago com quintal e cacimba :
na ra do Crespo 1). 7 lado do sul.
tsr Pr. cisa-se saber se nosta Cidade exis-
te Antonio Joze Ribeiro da Fon seca nalural
da Cidade do Porlo que muito se Ihe deseja
fallar a negocio de seu interesse.
tsr Napadaiia de Joo Lopes do Lima
precisa-se de um perito padeiro e nao se re-
para o ajuste.
ssr Quem annunciou precisar de 100,y com
hypolheca em um moleque dirija-se ao at-
ierro da Boa vista I). 59.
tsr Precisa-so de um rapuz porluguez de
12 a 18 annos que tenha pralica de venda,
c do fiador a sua conducta : em Olinda venda
de Joze Joaquim Alfonso no varadouro.
tsr D.'seja-se saber quem lera de fazer as
vezes do Sr. Domingos Marlins de Souza, re-
lativamente as reclamacr.es em que o mesmo
Sr. tem a fazer do que hc portcnce no que
havia carregado na Barca Ermilinda que se-
pili viagem em 1811 para Loahda a q"l
foi tomada e conduzida a Serra Leoa, onde
foi julgada n. presa e a final chegada a este
porto onde foi annunciado o carregamento
para so arrematar para se exigirem os pre-
juisos de quem competir.
tsr Da-se ;iOO,y a juros com pinhores de
ouro : no atterro dos Allegados defronte do
viveiro do Muniz B. 11.
cy Ha lempos desaparecco da casa da viu-
va de Tbomaz Lins Caldas na ra Nova um
gato maltez sinzento, coto, o com as ore-
Ihas cortadas ; seoquevem annunciado no
Diario de 22 do corrente tcr.sido pegado na
ra das llores ( que fica por detraz da na No-
va ) tiver estes signaes ter a bondade de o
levar a (Jasa a cima dita, na ra Nova que
ser recompensado.
tsr Aluga-se urna casa assobradada com
commodos para urna grande familia cita na
ra da Alegra : a tratar com seu proprieta-
rio Marcelino Joze Lopes.
tsr Da-se 800 a juros a dous por cento
ao mez sobro boas firmas e pelo tempo
que ronvertionar-se ; a tratar na loja de se-
leiro do atterro da Boa vista.
tsr Quem annunciou precisar de OOi so-
bre pinhores de ouro,dirija-searua Nova D. 5.
Obilbeten. 5836 da segunda parte
da quinta Lotera a favor das obras da Igreja
de N. S. do Livramento desta Cidade, per-
tence a Joo Antonio Montinbo de Andrade ,
da Pa rali iba.
tsr Len C. professor do desenho recen-
temente ehegado de Pariz se offerecc para
dar liccoes de desenlio : o seu curso compor-
si; ha de principios de desenho, retratos,
pintura o oleo aquarella, desenhos de flo-
res pintura de payssagem., deserbos de or-
natos e enfeiles : quem se quiser utilisar de
seu prestimo dirija-se ao pateo da Matriz de
S. Antonio D. 8 : a fallar com o Sr. Samjean.
tsr Urna pessoa chegada a pouco de Fran-
ca, se oferece ao respetavel publico para dar
por um melhodo moderno e fcil liccoes da
lingoa franceza : quem de seu prestimo se
quiser utilisar dirija-se ao pateo da Ma riz
de S. Antonio D. 8 fallar com oSr. Samjean
que Ihe dir quem he.
tsr J L Correia nao tendo tempo de ir
a caza de todos os seos amigos agradccer-lhes
pessoalment o acolhimento que Ihe prestaro
durante o tempo que esteve nesta Cidade, e
pedir-Ibes as suas ordeus, como era do seo
melhor dever roga-lhes queiro desculpalo ,
c pede-lhcs de Ibes inviarem as suas mesmas
ordens para Pariz onde sro por elle execu-
tadas comotnaiorprazer.
tsr Vuou do 2 andar do sobrado D. 10
defronte do Theatro domingo 24 do corrente
um checeo que tem o dedo inferior alcijado
demaneira que poma sobre elle c muito
manco; roga-se a quem o tiver pegado de o
levar a mesma caza onde receber lx>a re-
compensa e a mesma seoferece a quem des-
cubrir a pessoa que maleciosamente o liver
oculto c promete-se segredo.
tsr Na manh do dia 23 do corrente apa-
recco na beira do rio confronte o porto do
Quartel do Hospicio um pequeo ba aberto
a forca e com urna porcao de sigarros dentro
e bastantes mulbados, o qual ba se acha no
mesmo Quartel : quem lor seo dono procur-
is?" Preciza-sc de urna ama de leite forra
ou captiva ; no Quartel do Hospicio ou an-
nuncie.
Na paderia da Yiuva de Joaquim Lopes
Machado na ra Direita I > 34, continua a
fazer como antigamente, o bem acreditado
pao e holaxa, fabricados s das melhores
farnhas que vem para este mercado, e os
preeos favoraveis, olhando para o asseio e
qualidade
Preciza-se fallar com o Sr que est de
posse da Ilha do Nogueira ou quem tenha
para vender tres rail cocos proprios para em-
barque, e tres ou quatro espanadores ; tudo
muito breve : na ra nova lado do norte pe-
nltima loja
O Sr. Miguel Martins Costa Ribeiro
queira fazer fazor annunciar a sua motada
ou dirija-se ao Horco da Lingueta venda de
Joaquim Joze Rebelloquese Ihedezeja fallar
Quem aununciou precizar de cero mil
res a premio com pinhores de ouro ou prata ,
e fe quaiquer outra pessoa quzerem piquenas
porcoens : dirija-se ao Pateo do ("armo venda
D. 7-
= Quem annunciou querer 100$ ajuros
com penhores falle na ra de Hortas li. 59,
naos que nao tenha vimos nem achaques i
no aitorro da Boa vista D. 59.
r L'ma rotula e duas portas era bom uzo;
quem liver annunce.
V E N D A S .
^W* Diccionario Jurdico por Pereira e Sou-
zaem2v. por 12*'; noticias verdicas dos
arontecim en tos que tvero lugar no cerco do
Porto vida c neces de D. Pedro durante
este memoravel sitio, gloriosos feitos dos
Hroes liberaes as ilhas dos Acores e seu
desembarque as praias de portugal. i
em quarto com 104 pag:-
v.
104 paginas, em broxura
por 240 e encadernado 180 : na j>raca da
Independencia loja de livros n. 57 e 58.
*-tr- Chales de seda de todas as qualidades,
ditos imitando seda ditos de la pannos
finos de todas as qualidades chapeos de sol
e de cabeca chitas, madapolo, algodao
zinho o outras muitas fazendas tudo por ba-
rato preco : na ra do Livramento casa ama-
rela D. .
tsr Urna casa em Olinda do pedra e cal.
bastante grande : na ra do Mundo Novo De-
cima 9.
tsr L'ma porco de sacos vasos novos:
em casa de Hermano Mety'rtcns ra da Cruz
D. 25.
CsrAparelbos de porcelana dourados e pin-
tados finos para cha ditos de bom gosto pa-
ra mesa mangas de vidro lapidadas e lisas ,
inglezas laternas de vidro e de casquinha ,
garrafas lapidadas para vinho compoteiras
para doce copos para agou calis para vinho,
casticaes de vidro ludo de cristal e de bom
gosto chicaras douradas e finas e frascos
de boca larga de diversos tamaitos e outras
muitas fazendas por preco cummodo : na ra
do Livramento D. 3.
tsr Por preco com modo urna canoa aber-
ta acabada de ser fabricada e que ennduz
600 lijlos : a tratar com Marcelino Joze Lo-
pes.
tsr l'm moleque de 12 a 14 anno.s pro-
prio para tocar fules de ferrero, cm razo
de pouco cnxergar ; e um selim com todos
os pertences para cavallaria : no principio do
allterro dos Alogados no sobrado do Lima.
t Taxas de ferro coado e batido em bom
sortimento, e outras ferragens mais para en-
-genho ; superior farinha de mandioca chega-
da ltimamente de S. Catharina por preco
commodo ; e un moleque muito robusto,
proprio para aprender quaiquer ofiicio : na
ra do Vigario ti. 7.
tsr Um sortimento de ferramenta prove-
niente das melhores fabricas de franca ; como
sejo serras d'agoa de encaxe de carpin-
teiro com chaves de trinco circulares &c.
e outras ferramentas para difierentes officios:
no atierro da Boa vista D. 55,
tsr Tres escravas mocas que fazem todo
oservico de urna caza un;a pardinba de 15
COMPRAS
tsr Lm moleque ou negrinha de 12 a 14'
annos ; una escrava da costa boa quitandei-
ra, por 280* ; urna bonita crela ; dous cs-
cravos sendo um padeiro por 600* ; urna pa-
relha de ditos para palanqun!, por 880.) ;2
mulatinhos de 20 a 22 annos bons criados:
ura dilo de 22 annos o qual tambem se tro-
ca por um preto que sirva para o servico de
campo : na ra de Agoas verdes D. 58.
tsr Lina caza terrea na Soledade D. 52 em
chaos proprios com um terreno contigno ,
fazendo o tqdo 60 palmos de frente, com 400
ditos de fundo com arvoredos de de varias
qualidades lugar muito proprio para se pas-
sar a estaco calmosa por ser muito perto da
Cidade e nao precisar para islo de ter des-
bezas com cavallos : ua ra da Guia sobrado
de um andar D. 11.
SS" No Recife ra da Cruz D. 12 escripto-
rio de Joze Antonio Gomes Jnior se vende
por preco commodo 9acas com alqueire de fa-
rinha de mandioca feita na Muribeca tanto
da muito fina e al va como da mais ordinaria
T Urna boa escrava com alguroas habili-
dades que a vista do comprador se diro: na
ra do Cabug loja de Antonio Rodrigues da
Cruz.
tsr L'ma canoa aberta quasi nova, que pe-
ga em 800 lijlos por preco commodo : na
padaria da ra direita da Yiuva de Joaquim
Lopes Machado D. 54.
tur Meias barricas de farinha de trigo da
marca Galega : em casa de Henry Foister &
Companhia na ra do Trapiche novo n. 17.
tsr 400 a oOOcaibros de mangue ou a
retalho : na ra estreita do Rozario loja de
eneadernador D 27; na mesma precisa-se de
um caixeiro brasileiro ou poilugiiez, de 14
a 18 annos.
tsr vende-so para pagamento de dividas
um pequeo sitio pegado a Igreja da Soleda-
de que foi do Capito Sebastio da Rocha
...
do Manac Com casa de vivenda cacimba e
alguns arvoredos trra propria : no Cortu*
me na ra nova dos Prazcres a fallar com a
viuva do mesmo ou na ra das larangeiras
sobrado de dous andares que tem porta de co-
xeira.
tsr l'ma negra de naco moct com al-
gumas habilidades : na ra estreita do Roza-
rio por cima da botica do Snr. Prannos no
terceiro andar.
Sacas grandes com farinha de Magt',
superior, chegada ltimamente do Rio de Ja-
neiro a 6,500 : na ra do Colegio D. 11.
vt^ Ven.le-se ou freta-se para quaiquer
parle o Brigue Escuna Americano R. F. L-
pez de loto de 164 toneladas novo jrra-
doe encavilhado de cobre, o de superior mar-
cha : trata-se com Malheus Austin & Com-
panhia na ra do Trapiche novo n. 12.
>tsr Dictionaire Anglais Histoire de An-
gleterre Dictionaire Trancis Pigantt Le-
brn Pologne Pilhoresque Phisiologies,
almanach prophetique WallerScot Lahar-
ge Bourdalone, Saln de Pars, Magasin
Universel : na ruado Vigario n. 16.
KRM1TAGE.
Nova fabrica do Joaquim do Reg Barros Pes-
soa estabelecida nos Apipucos que se pro-
pe a refinaco de assucar pelo processo mais
perfeito tizado na Europa ; vellas charutos,
conservas, de. o deposito he na ra da Ca-
deia de S. Antonio D. 4 e vende-so pHos
preeos seguinles : assucar refinado suprefino
em podra c em p a 160 a libra dito de se-
gunda qualidade a 120 dito de terceira a 80
rs. dilo mascovinho a 70 rs., mel da re-
furacao a 480 a caada e 80 rs. a garrafa, vel-
las de primeira qualidade a 10# a arroba e a
520 a libra charutos de primeira qualidadtt
em caixas e o cento a 1 jOOO ditos de segun-
da dita a 800, ananais inleiro em caixa de
(landres a 1*280 ditoentalhada n.2a 800,
dito n. 5 a 480, dito n. 4 a 520, rhom velho
a 400 a garrafa cognac dito a 640 vinho
de caj a 520 agoa de colonia a 14 a garra-
fa xarope de maracuj a.480 dita tamarU
no puro cm polpa a 800 a caixa.
ssr Lm engenho de fazer assucar na Ir*
guesia de lima distante do porto de em-
barque duas leguas e meia bastantes Ierras
ate para levantar oulro com maltas de toda
qualidade de madeiras para o labaratorio do
mesmo boa casa do vivenda caza de pur-
gar, be engenho tapado, tudo de pedra, ser-
ra d'agoa cercado bem tratado grandl
cavallarice de pedra senzala de lelha boa
mocada de ferro os 5 eixos boas taxas,
grandes c novas e tem cinco assentadas,
e urna por assentsr : a tratar com Jo5o
Mara Seve.
cr L'm preto gabo de 40 annos, proprio
para quaiquer sonren : na casa da quina de-
fronte do trapiche novo.
t?r Barricas com sardinhas de (boa quali-
dade cliegadas pouco de Lisboa no ar-
masem de Manoel Joze Martins da Costa na
ra da I'.ailea vellia N. 16.
tsr Lina escrava de naco moca l-oz-
nha, lavadesaboft varrella ; urna creoli-
n da de l.'i annos, coso e tem principios de
engommar e cozinha ambas se do a con-
tento : na ra Direita D. 26 lado do Livra-
mento.
tsr Lencos pretos de seda da India bar-
ricas com farelo ditas com farinha de milho,
penles para marrafas, vellas de espermaecte.
gangas amarellas, algodozinho para sacos ou
roupa de escravos e meias barricas com fa-
rinha de trigo : emeasa de Matheus Austiu
& Companhia na ra do Trapiche novo nu-
mero 12.
tST* Cadeias de bala neo com asiento t palhi-
nlis e encost da mesma inarquezas da comlu-
r mezas de jautar camas de vento com arma-
cao cadei.as com ausento de paibinda amencanas,
cama de vit muito Ihuu leitas a jftoo iUa iia
pitido a 3f5oo t pinho da Suecia com 3 pagada*
de grossura, dito serrado tudo mais em coma d*
3ue em outra parle j na ra da Florentina em cafe
e J. /.'ci .iiigtr.
ESCRAVOS FGIDOS.
tsr Fideles, crelo do Maranho, bem
preto, cheio do corpo, barbado estatura
regular lugio no dia ll do corrente : quem
o p*gar leve a ra do Vigario n. 16 quH ser
gratificado.
tsr Fugiodacasa de Joo Das Barboza
Maeuduna na ra de S. Rita nova a escra-
va Luitt, de 22 annos, moca e robusta su-
po*-se andar no Giqui aonde morou : quem
a pegar leve a dita casa ou na repartido d
corrcio que ser gratificado. '
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = 182


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