Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04705


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno de 1842.
Sexta Fe ira 22
Tndo
lir, atino
cul'a
.^.depende de ,s meamos: d. lom proenri., o*So, e enere!. <-,.
, rom* pM^WM .eren,,,, pon.ndos eom tmlr^ko .nlre NoU-s ,,,-u
,________- _________(Proclanucao d. Assenibla (eral do Iratil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
(;,ni,, rrib. c Uio-randc do Norte, secundas e itilM feiraa.
/lonil.o Onranl.i.11! h .0 e 24
,;ho-. -Y.inbaem, Rio Paralte, PortoCaira, Macelo e Alazo., no I. II ->|.
i .jen Sanio AMOo quintas feuas. Olind. lodo, os din.
DAS da semana.
iS Se*, s. Malina V. M. Chnne Aud. do J. de D. da 2 t
IV 1-T-. s. Vrenle de l'nnla Re Ad. do J. del), da*.
?l) Qj;rt leroninio Lmiliano. Aud. do J. de ]). da 3, ,.
21 Qtiibl, s. Traeliedes V. M. Csrd. Aud do juit de I) il 2 \.
2 Se*', s. Hara jM.-d.mla Aad. do.I..le), da 1. t.
2; Stb. jeja s. Apullin rio. Re. Aud. do J. de D. d*3. ,
2i D-iui. r.hrialin Y. M.
de Jullio.
Anuo XVIII. N. m.

O Diario pnMi -l idoaot dtJ q'ie n:,n foreni Sanlifcado, : o prer,, J aaai'nalur* l
mil rcii por qiiartel pago adiaaUdo*. O. aniumeo. dotauipinlai i&a isteridoa
Rratii e-Di do. quo n nfio Curan) ranio de oft res por liaba, la recUaacfiea forra mi
a' > ei Tjpon 1 roa dai Crati D. 3, to 1 prae da Tadejioadeaeia lj He liiu,
Kuai 1 ;i/ 38.
CAMBIOS no da 21 jK jimio.
1 Ocho

Cambio obre Lundrea 2C j .! p. II1.
> ~ lUrji 800reip fraaoo,
t.iiDOa 100 i", 100 dr pr,
Maeda ,!r sobra '1 por DO ,!r dotcoaru.
(dan lelrtraade boai '.'urrr< I a 1 a J.
Ilesr-onl" de liilli.
mea,
compra venda.
da Alfand-z. la" ao
Hotdi da 6.400 V. 15,860
>. .V 15,eJ
* de 4,1)0!,
I'kui I'alare.
1 Pero. Clumr..re.
" ditn Meiirano
viuda
H.S00
I.Sio
l.v'o
1,8:
I (Mil
rt.iOO
Iti.HOH
! 00
I .MI
1 .840
1 .11
Pico/un r dn r!i" 2 I." a hoi. e Sil ,n. d. man'",.
2. a 'i borai e i m da larde.
PASF.5 da LA R mez e .mi.no.
Ou.rl, NBg. a .li) -- 0 lior.s e 2'l ra. d. l.rJ.
la Nora a 8l 4 hora, e i'i m. da in.nl,
Qnarl. ere.o. a 14 7 hflrai e 'l m da lard
La clieia a 22 ii S hora, e 3<> ai. da manli.
MARI
PARTE OFFICIAL.
GOVE-RNO DA PROVINCIA.
E.VPRD1ENTB DO DA 19 DO CBRENTE.
Oflicio Ao juiz miin icip-il interino e
dp|cgn ciisamlo recofico do seo oflicio de 13 do cor-
rente m que partecipa que tendo posto
o seo = iMimpra-se = em urna precatoria d..s
justieas da villa de Garant una afim de se-
rem aprehendidas urna escrava e quatro
crias seqnestradas all Vicente do Miranda
e Albuquerquc Titra como devedor da ta-
zonda publica e liavendo requeriinento
do procurador do deposito dos mesmos esera-
vos expedido um mandado de busca cm ca-
sa d aquello Titra que os mandara roubar,
e os conserva va em seo poder fora a exe-
cucrio do referido mandado obstada pelo juiz
de dlreito interino Joze Theodoro Cordeiro.
om consequencia de um mandado de manu-
lenco que passara a requerimentoda mu-
Iherdo individuo supramencionado ; e signi-
ficando-lhe em resposta que o seo procedi-
mento foi legal por quanlo convindo dar
todn o .-jiixIo aos depositarios para apprehen-
ro Jo bens que se extraviaran do seo pu-
dor tendo-se o referido Titra constituida
reo de fnrt.i vista do artigo 2,*i9 do cdigo
criminal, e competindo em tal caso o expe-
dir mandados de busca era S. m. a ntica
nutoridade d'aquelle termo quem compe-
ta conoedd-o ; sendo por conseguinte Ile-
gal a inlervenPAo, que toniou em negocio cri-
mina! o juiz de Direito interino, como juiz
do rival obstando o inleiro cumprimenio
das Sias ordens embora llie tivessem alle-
gado que ditos pseravos erAo bens dotaes ,
pois um tal conhecimento Iho nao pode per-
tencer mas sim ao juiz do fcitosda fazen-
pressamente pela Ici de 29 de Novembro do
anuo pro-ximo lindo perante o qual devem
sor allegadas as exceptes quo tiverem os
prejudicados para obstaren! a arremata-
do dos mesmos escravos quando ella liou-
vesse de fazer-se.
Dito Ao supraeitado juiz de direito inte-
rino intelligenciando-o da decisflo dada
pelo precedente ulficio.
Ditos Ao Inspector da thesouraria da fa-
zenda e aocommandante das armas, sci-
entificando-os de acbar-se licenciado por seis
m*zos sem venciment de sold o segundo te-
nentede artilharia de primeira linha Joze
de Barros Pimente!.
Dito Ao commandante das armas di-
zendo que nao tem lugar a prctencu do
soldado do hatalhao do infautaria de guardas
nacionaes destacado ; Joo Francisco Pereira,
que pede ser excluido do servico do mesmo
batalho.
DitosAs juntas qualificadoras das fre-
guesias do Cabo Mu ribera Itamarac e
Rio-formoso, acensando recebidas as listas
doscidados activos e dos fogos das respec-
tivas freguesias.
Portara Ao commandante da esenna =
Ci'bre = ordenando qu faga recolher-se
enfermara de marinha o segundo tenente
Joo Lucio de Souza Valente pertencente
guarnicao da dita escuna e que segundo in-
forma acba-so doente.
Dita Ao Inspector do arsenal do mari-
nha determinando que mande receber na
sobredita enfermarla o oflicial cima mencio-
nado.
Oflicio Ao director secretario do monte
po dos servidores do estado remetiendo
com a conla das contrihuiooes arrecadadas pe-
la thesouraria da fazenda dYsla provincia des-
de 13 de Abril 9 do correte mez o impor-
te das mesinas em iiZia^il res, em duaa
letras oito das precisos ; sendo a de M0.>
res do saque de Joao Pires leneira sobre
Joaquini Antonio Pinlieirn e a de 134*247
reisdosaque.de Manoel Calmonl & Compa-
nhia sobro Caima Anley & Companhia.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
nha inlelligcncian lo-o deque naconfor-
midado do aviso da secretaria d'estado dos ne-
ociosostrangeiros de 2 de Junho desle atino,
transmottido por copia Presidencia pela
secretaria da marinlia em aviso de 20 do li-
to mez devem ser pagas pelo cnsul de S.
M. Britnica nesla cidade as despesas f< itas
por aquelle arsenal com os soccorros pres-
tados a barca inglesa denominada = Tlie-
reza =.
Dito Ao commandante das armas de-
volvondo o requerimento do capifo do bata-
lho provisorio de capadores d'esta provincia
Francisco Pinto de S ao qual acompanhou
o seu ofTicio de 1 i do correntc c significan-
do-lhe que o ditoollicial deve instruir a sua
proleneao na forma do decreto de 31 de Ju-
Iho de 1841 visto requprer a graduac/io de
majorera romuneraco dos servidos que tem
prestado.
Dito Ao commandante superior da guar-
da nacional de Goianna declarando em res-
posta ao seo oflicio de 17 do correntc, que
a attribuicAo que pertencia a presidencia pe-
lo artig 38 da lei de 18 de Agosto de 1831 .
foi-Iho agora restituida com a exlineau dos
prefeitos c que em consequencia Ihedel i
a funecao de fazer reconhecer os olliciaes su-
periores da guarda nacional do seo comman-
do de que tracta em o referido oflicio.
Dito Ao commandante ge ral do corpo de
polica dizendo que manilo demittir do
Servico do corpo de seo commanilo Felippe
Ner Pereira, rrmelldo pelo delegado do ter-
mo de S. Anlo, visto hr mostrado m con-
ducta durante o lempo que servio no mes-
mo corpo e consfar-lhe que sendo ha cor-
regido : como assevera em seo oflicio d'esta
data.
Dito Ao subdelegado do Rio-formoso.
dizendo que receboocom surpresa a noticia
do assassinalo perpetrado na pessoa do len-
te coronel Pedro Cava lean te de Albuquerque
Uchdfl delegado interino d'aquella comarca,
e que empregue toda a energa o aclividade
para descubrir o auctor de tao brbaro siices-
so fim de procedor-se contra elle com lo-
do o rigor das leis.
De igual theor se expedio ao Juiz de direi-
to do crme da referida comarca.
Francisco dos Santos, na qhalidade de seo
procurador.
Dilo Ao Inspector do thesouraria com-
municando-lhe o exposto no oflVio cima.
Dito Ao major commandante interino do
terceiro balalhau de artilharia man lando .
que pelo prel do Iwlalho so eohrasse da the-
souraria n quantia de 160 res diarios, que
deitara de se tirar ao segundo sargento An-
tonio Carlos de Julho do anuo passado a
Fevereiro do corrente anno visto que len-
do-se discontado nos te lmpo em que esleve
na corle a importancia do seus sidos, por
a ter deixado a sua familii osla s foi
abonada da prostacao de 30 res diarios.
IDRM DO DA 10.
Oflicio Ao l'.xin. Presidente devol-
vendo-lho competentemente informado o re-
querimento de Francisco de Borla dos Santos
Pinlieiro que reclamara a deinieao de Sol-
doniodos Santos que di/.a ser seo escravo.
Dito Ao mesmo Kxm. Sr. transmiltin-
c com pfleito o alcancou c conseguio a priso
desle .-cid,Mato que eslava armado de pistola
e faca quando o Sr. Miranda levova apenas
Comsig'J um llrete. Foi n'unia genlilesa de
picaria que consisti a realisocu da captura.
0 Sr. Miranda ao aproximar-se do padre com
un sallo se poe lora da sella e cahinda cm p
junio e com a mo sobre o bra^o que levava a
pistola o derriba do cavallo, eo desarma dan-
lo-lhe voz de preso ordem de S. Ex. o
Presidente da Provincia. O padre rendeo-se
entregando en to faca. Se 0 Sr. Miranda
nao cons'gue aparihar o l'acinora croado I fio
di'pressa "lie sera victima dos guarda cos-
tas do padre que licaroem pequea dislancia
cm urna chopana^
l.ouvores pois sejao dados a este raante
oflicial pelo servico quo acaba da fazer sua
patria com a prisao desle perigoso unarchis-
(a dos outros don.-: rebeldes Joze Paulino
o Joao Irineo. Continu aprestar aogover-
no sua valiosa coadjuvaoto cm sustentara
lo-l he competentemente informados, os re-1 onlem com a captura de outros malvados
querimento's de Jlo Joze Crrela des Santos, como estes que o sen nomo ser um objecto
Francisco Joze das Chagas, e Francisco IV- do respeif e temor para os facciosos e sua
ri'ira Mixado que pedio ser excluidos do i pessoa se far cada vez ruis credora da esti-
Batalhafi d'lnfanlaria de <. N. destacado, por ma publica,
di fie re ules motivos.
DitoAo mesmo Kxm. Sr., remellenio-
Ito informado o requerimento d.\ viuva Auna
Joaquina d'Almcida.
Dito Ao Capitfio Commandante da Com-
oaiilna de C X. d.eslaeada em Olind i
zendo-lho que a dita Companhia fleava fa-
sendo parte da forfio commanJada polo Major
Joo Paulo Ferreira.
TNTKhTr..
Cear 28de Junho.
V assembloa legislativa provincial adiada
para o I. de julho correntc nao principiou ain-
da boje as suas sesses por falla de membros,
pois os do fra da cidade parece que conscios
di- la sua illegitma miss&o para representar a
provincia atienta a nullidade das eleiee.s,
nloquiserlo ter o encommodo de virem to-
mar assento como legisladores ; e os que mo-
o na cidade assentaro em chamar supplen-
1 tes. Im grande mal resulta poreni des te pro-
i pedimento e vem a ser o nao so poder pro-
I ceder a eloiclo do noves depulados provin-
eiaes na oecasio da oloic/io dos goraes vis-
Knlrou preso esta noile na capital o I ac- lo nao ter tomado a assembloa urna delibera-
nhoso padre Aloxandro Francisco Cerbclon cao a respeito da sua elciclo e nao poder a
Ver.leixa bom ponbecido em algumas ou- provincia colfier o fructo de militas medidas
tras provincias por sen genio invencioneiro legislativas, (pie em seu beneficio podio es-
liirbnlento o im moral. I te anno ser decretadas. Se os Srs. deputa-
l-a elleum dos caodilbo da sediclo pre-jdos provinqaes lnhoconsciencia dequeno
parada ou conven I Colada para seguir-se ao
assassinalo do F.xm Presidente.
Alguosdias antes da deacoberla do Lentati-
eslavao legalmenlc eleilos como a si toca o
conhecimento dessa nulidadc, devio ter
comparecido para decretaren! nova c.'eico ,
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIRME DO DA 18 DO CBRENTE,
OflicioAo Exm. Presidente, remelten-
lo-lhe paraserem deferidos como entendesse
conveniente, os requerimenlos dos cadetes
llerculano (icraldo de Souza Magalhes, c
Francisco de Lemos Duarte e sargento par-
ticular Joaquim Joze de Aodrade aquelle do
balalho3. de artilharia oestes do provi-
sorio que pediao a nomeac-o de alferes de
eonunisso para qualquerdos batafliOes de
lnha da provincia.
DitoAo cornmandanle interino do ter-
ceiro batalho de artilharia, mandando in-
cluir na toldadas preslages, o capitao Fran-
cisco Vctor de Mello e Albuquerque, tiran-
do-lhedo 18de Dezembrodo 1838 ao ulti-
mo de Novembro de 1841 a quanlia men-
sal dos reis excesso do sold de lente
para capitn pela antiga tabella; do 1. de
DezembroJe 1841 ao ultimo de Junho do
corrente anno a quantia de 23. reis erices-
so do sold de lente para capilo pela no-
va tabella e do primeiro deste mez em (li-
ante a de 30j,' reis correspondente ao sol-
do de sua patente, devendo entregar, r.An
S OS alrazados como as prestaeoes que se
fossem vencendu ao segundo lenle Joze
va da murle de S. Ex. linha este padre vn- sem o que nos parece nao poje ella ler lugar
do varias ve/es cidade oceultameiit" de noi- j e nunca abandonar ou dcixar ventura a
t e consegundo a descrean de 1 i soldados causa da provincia e a execuco da lei de
de primeira linha arvorou-os em um desta- IS de agosto de 1834 que no artigo 7 manda
camenlo den Ihes urna carpa do muniefles que baja scssSo todos osannos.
improvisou alteres o commandante do suppos- ----------
lo destacamento um tal Amancio a quem A carta qrteabaixo transcrevemos nio p-
munio de urna falsa portara com o nomedo doser alcunhada pidos inimigos da orden. ,
aiudante d'ordens I.uiz Xavier Torr-s o com e tranquilidade publica como apcrifa c
ella pdenlo obb-r do subdelegado de Supe forjada para intriga. No Crato a 17 de ju-
dinheiro o maotimctitos para seguirem ao nho nflo se poda saber das prises dos cons-
Cur onde era o ponte da reunilo S. Ex. picadores sediciosas e assassinos fetas a-
sabendo do modo porque seguiSo os deserto- quino lia 24 ; o o que ella reala coincido
res. do deslino que lvavAo e do junta- justamente com as noticias chegadas aqui no
monto do Cur, fez 'marchar logo urna terca da 21 pelo Va or S. Sebastio de que Joze
do SO pracas ao mando do capitn Joo Bap- Louivncu o Livio tinho dcsapparecido de
lista e Mello, que dovia aprehender os de- Peruarnbuco ; alcm (lisio o conlcudo da enr-
sortores, e debandar os dosordoiros ; mas la combina com a poca do desapparecimen-
iifelzmcntc quando chegou a for?a armada to do Xilderico e Thomaz Lourenco desta
aoClir j antes linha chegado a noticia i cidade ecom todas as denunciaces felas
aos sediciosos que limidos se despersarlo pelo reo Bernardo Antonio da Silveira o de
o a terca se recolhoo capital sem baver feito lauras coincidencias de noticias viudas de to
uso das armas. O nosso padre que era um distantes o diversos lugares a respeito do
dos.corifeos daquollo conventculo se poz tam-, orna cunspiraco e tentativa de um assas-
hiiii em fuga com tres ,,u quatro guarda eos- Islnato sero acaso inventos dos governistas ?
tas. Foi ueste estado i|ue o tenente-ebronel O que estarlo lazando no Ex Joze Lou-
d'o batalho de Joo Ferreira Gomes de Miranda o Capturou Lourenco e Xilderico que os vo procurando ?
Currar Orando o quo nao foi sem -raudo Nao podem fugir da evidencia dos factos, quo
'o ile vida do mesmo tenenle-coruiol deprto contra a sua conducta subversiva da or-
descobrin lo esto da cstromidade de nina dem ; e devem confessar que sao revolucio-
varsea bastante extensa o padre que atreves- narioa.
mv na extremidade opposta como quera ----------
nao quera ser visto deixando tres homensque Crato 17 de Junho.
oacompanhavffo nadehgencia parti sobra <* Amigo etc..Como se me offerece oc-
cllea tuda a brilla afim de poder alcancal-o casio de portador nao quero dexar de escre-
im
peri,
pois


ffinor-vr^vuitr
o
ver-llio parlec'rpando-He que fuunformdo ,1 ver, a ) que elle interrogado se entondeu ehavao no estado maior, agora faz-se igno-
queJoz Lourengodessaeidade e qu linha' pimeiramente com elle o para isso era mis- rante desses tramas?
ido para o Rio se acha agora no Ex onde ler que companhasse na mais apparento ami-( Bespondeu : qu poderla ler dito isso no
chego u .lia 1 desle viudo tambem o Li- sadV os referidos soldados. i fogo da paixffo por se ver innocentomenje op-
vio rebelde do Maranhaoi oa a rhegada Perguntou, que borrasca era esta cmque, priniido ineonsolavel e saudoso de sua po
tanib-un do Xilderico anu ao dia 15. eso os amigos do Barroso moradores nesta eidade] bre familia, porem se na real i la le inlen-
est a i'spi'ra .o'riioiiia/.J.oiii-.iiro (|ii icou pretendalo envolv-lo ? I taraO fazer lie justo purguem os seus de-
ja noKigueredo. Combinado issocoin a vin- [espondeo: que nao sabia como se podia j lelos.
da do Fulega ao centro de Pernambuco e li- t chamar seno borrasca a un acto que nao ti- | Perguntou s elle interrogado osla preso
miles desta provincia cerlament he para jul- < ti ha cruz nem cunti qual o de acolher de- : innocentemente para que liontem quando
gar muito mal e com toda a razo sup>r que (serloresem numero to avultado que infa|i-,sc mandn fazer aprchenso em seus papis
fins sinislrcs fazem surgir inesperadamente vel mente desafiara a energa do governojpelo escrivo \Ianoel Lopes de Souza, Un-
taos figurines. Fu ainJa mais suspenso fi- vendo um tigo e no faisca que bastante dissera que um revolucionario anligono coh-
quei, qartdo recebi boje una caria do amigo poderia encorajar o homem menos rellectidol duzia papis que o eompromottessem ?
Romo parlaeipando-me que Antonio ftay- como conciderava elle Barroso a falto de des-1 Rospondeo : nue costumado desde enanca
mundo o Xdderico foro honlem as llores ter cerniment para precipitar-se por quanto, com o dito escrivo lendo este ate sido fia-
eoiu Xavier, nao saliendo a que lini. lie mandar-se oceultar a desertores sem se man-1 dor na revolugao do vinte e qnntro o cos-
muilo de suppdrque essa gente tente planos ,|ar primeiro que ludo armamento eartuxa- i fumado por isso a eommemorar esse bello no-
de agitacAes populares inda que esteja sci-j me, plvora, aballas nao sei oque se ja se- me com que seus inimigos o mimosead be
cnle que nao poder levar avante mas querer < nao um compromclim*,nto muito mal fundadoI nossivel que em aluso a essa poca Ihe disses
levar o terror a corle e entilo o geverno aba- ,. mnn aleivosia completa. ( b ) i ^e esse gracejo porem admira como se com-
tido deixar sucia o mando que he o que Perguntou quaes as pessoas desta eidade I mmica um facto desses em urna rrise seme-
aspira essa damnada gente, que nao soi atlqoe pretedia" compremelter a Barroso, e libante que multo o poderia prejudicar.
quando nos ha de llagelar. \ conhece hem I que para l mandavo desertores outro sim j _____
o Carine deve saber que na plobe o partido I ddarasse se essa borrasca ora um plano, qm
cbimango influc pouco c na principal genU
pior; porer
de Pernaml
Im. Sr. Bemello a V. S. o auto de
iduuc pouco c ua principal gente | s0 pretenda porem praticadh varios pontos I qualificacllo o interrogatorio que iz ao pa-
m lie de temer que este coutros Ua provincia precedende a ello o assassina- dre Alexandre Francisco Cerbelon Vordeixa ,
ibuco, Baha, o I iauliy ssodo ha-H0 do Exm. Presidente da provincia como j foi indiciado no crime de conspiracfto, em que
bitadps de gente muito estpida e apresen- denunciado por pessea que de tUdo sabia e
gurav como hum dos princlpaes cumpre ,
que V. S. formo-I he com os de mais o compe-
tente processo servindo-se para istodas pro-
laJido-seJozLouronoo, Livioetc com re-i noje est manifest pelos indicios mais vehe-
commendago.s d Alencar para seos par -ntes mcn|e8 0 coincidencias que ha apparecido ?
daqnelles lugares c d'oulros influentes se R espondeo : que a lempo o facto divulgado, i Vs que j Ihe forao ministradas, alm di
deixem iludir e rfttnpap.em algum estrago : ..-oralmente sabido nesta eidade do borro-1 mitras que forem occorendo.
- entaohc que eujulgo necesario urna forga roSO altentado contra a existencia do Exm. Mande V. S. chamar para servirem de tes-
boa nosta villa para de prompto ropelllr qual-1 Presidente desta provincia ello interrogado
quer tentativa. Nos lentas mesmo no Cariri
torca bastante mas essa he s numrica e
falla-nos armamento pois algum que parava
em nossas muos foi arrebatado pela canalha
nos seus X meses de predominio, e agora
nao lio possivel arrecadar-mos urna su arma ,
e Veja-SC que 0 J!
500 homens arm
nando-lhe que d essas armas elle entre-
ga ?,. Veja puis a vista do que Ihe tenho
se convencen que o fim verdadeiro o nico
para que se fazia, ou se pretenda fazer aquel-
la deposito, d bastante a perceber que nao
era outra cousa sena o ter ali aquella gente
de sobre mo para ao depois de un caso qual-
quer e nao pequeo levar-se o armamento
.arios marchou para o leo com (cessario e petrechos de guerra para um
mdos coi-residente orde- |m que se nAo pode suppor justo corrobo-
rou-se mais nesta sua convicio quando o
sen conductor o leen te-coronel Joo Ferrei-
ponderajo que providencias COOSegue do ra Gomes Ihe conloo este facto ao chegar a
presidente para a prevenco de algum esta eidade. Quanto s pessoas que concor-
rio para isso isto he o trama dos deserto-
res l escondidos fez-se publico em casa do
major Joze Carneta ser Antonio Belarmi-
no Bezerra e os que sedusirao esses i I sol-
dados foi o dito Amando Joze Paulino e
Joze de (lastro Barbosa e quanto ao compro-
Alguns quesitos o respostas do interrogatorio
feito ao cumplice de tentativa de morle do
Exm. Presidente e conspiracao padre
Alexandre Francisco Cerholos Verdeixa I
peranle o chefo de polica.
Perguntou, seliubasido Joze de (.lastro
Barbosa quem Ihe fra avisar ao sitio do dito
Brasil para que se retirasse .'
Bespondeo : que o dito Barbosa Ihe dissera
temnnhas no processo em qtieslo os al fe ros
Souza, Avila, Jacaranda Bezerra Bocha
Moureira e outros oficiaos mais que prosen-
ciaro o referido padre dizer, quando foi reco-
Ihido prisiio que qnerifio fazer rcvolngao
sem dinheiro c mais agumas yutras parti-
cularidades referindo-se aos seus cmplices,
que se achavo presos. Tambem o teen te-
coronel Joo Ferreira Gomes de Miranda pode
servir de teslemnnha para prvar que o mes-
mo padre esteve em Sobral antes de t^r vindo
ltimamente a esta eidade como elle proprio
criminoso confessara ao dito tenenle-coronel.
Tudo islo coincide com o facto da seduefio dos
soldados do corpo policial, destarado em So-
bral e que foi ali atribuido ao mencionado
padre, assim como o de ser elle hum dos
sediciosos (pie se echara n'aquelle lugar.
Incluso achara V. S. por copia hum olicio
metinienlo cima dilo so tinlia visto lima car- que o fiubedelegado de polica do districto de
(n sem nomo cuja leda l> mi Ihe pareca ser
de Antonio Belarmino porem que nao (la-
va a perceber assassinalo.
Perguntou s,i nao sabia de urna portara
falsa doajildante de ordens do governo Luiz
que elle interrogado naodevia estar n'aquelle Xavier Torres, quecondu/ia o intitulado al-
luiar por que sendo publico que o Exm. ferea a qem se r,,,,n0 0 interrogado ?
Presidente o desclava prender era prudente,; Responden : que at foi quem deu o papel
que se retirasse : disse-lhe mais o dito Joze I e nolou aportara digo que sabe porque foi
de Castro se elle sabia de seis soldados que B||e (|UPm ,jP 0 [)apeI e nolou a ri.fori.ia |)or.
vinbo libertara Joze Paulino que se acha- (aria para mofar rfe se njmjgo Joaquim de
va preso na casa da correccAp dirigidos pelo
Amancio respondeo que saba de todo o ira-
nia por lliecommunicar o dito Amancio poi
quanto aquello Paulino Ihe olV-ieceni um con-
t de reis para i-so e isto Ihe disse em casa
do sargento-mr Joze Carneiro de Azevedo
tres dias antes ilo embarque do difo Joze Pau-
lino a presen tando-se com I l soldados no re-
ferido dia todos desertores temi nica-
mente oilo armados e pedindo-Jhe um guia
para ser inlrolusido por lugares omos ao p
desta eidade para de sorpresa tirar da priso
o mencionado Paulino prestou-se ella in-
terrogado insiuar os moldures caminos
para esse lim porem jamis apparecendo
Oliveira.
Perguntou se com ossa portara ello in-
torroiado e o referido a I fe res obtivora di-
nheiro carne e farnha para os soldados ?
Respondeu : que produzio sen devido ef-
feilo porque a aulliordade a quem lii foi a-
presentada se dcixou Iludir fcilmente, por
quanto o intitulado a I fe ros nao podia ser mais
ignorante, nem peior escrivo pois nem ao
ti' nos arremedou a lotea do ajudante de
oMens.
Perguntou se nao sabia que havia um pla-
no de rompmenlo em varios pontos da pro-
vincia o iramado por quem ?
Responden : que a isso j havia dito satis-
nem com animo de ser o author nem tooiar j fatoriamente nos seus primeiros quesitos,
parte em semelhanle assalto e como quer porem que visto oestado acfalo do partido,que
que livussse de vr sondar os negocios pbli-
cos da capital veipcom o dito Amancio al a
casa do ex-tenen te -coronel Mathias e sois
seudiminuto n.,ejulgandoqueoa homensbons
j eslao cangallos de esperar pelos resultados
hem inaugurados, porem na pralica falliveis
a crer que nao ora .s u a tirada de Joze
Paulino mas urna outra cousa se inclua mi-
quillo >> que com quanto Ihe fosse velado
soldados, por isso que os demais linlio ido todos das revolucoes todava inclinava-se
para casa de Antonio Barroso.
Perguntou qual a razSo porque desejan-
do delatar os soldad s desertor, s nao o fez .
nem ao governo nem a outra qualqu r aulori- jjylgava loda a probabilidade de sua existen-
dado e antes seguir com elies para o Cu- ca (c) .Jepois que Son be do fado pratcado
rii a unir-se com outros soldados que ali sea- contra a existencia do actual Exm. Prezi-
chavao depos que soube (|u- o Joze Paulino denle.
eslava a bordo, oque cerlamenle pare,- con- Perguntou que havendo elle interrogado
traditorio, diseodo que promrava o padre jdilo quando honlem se recolheu a prizao,
Pinto aim de concilia-Io com S. Ex. o no que se querido fazer rcvolnco sem dinheiro,
entanto despresava a milhor accasio de pa- bom era que estivessem presos para nao se-
lentear ao Governo a sua boa fe para com elle, rem tollos referindo-se aos presos que se a-
e So agora depois de preso hoque diz tudo li- ............___ -
/.era para entregar estes soldados disrtores a N'oser esta borrasca a conspra-
Respondeo : que para qu- sen amigo An-ico ; e assassinalo.
Ionio Barroso nao I clima dos demais | b ) Pela boca morro o pcixe. O padre
soldados que l se.achavo aUribuindo-se-lbe foi depondo sem se sentir o trama dos seus
essa traicao e mesmo por nao confiar ser I comparces!
crido pelas referidas autoridades e de mai (c) E pnr quem bo dltoisso? Por um
por desejar salval-o de urna borrasca que os cumplice da conspira
seus amigos desta eidade o desejav&o envol- claro '
Quereni-no mais
Si up dirigi ao Exm. Presidente da provin-
cia no qual existem referidos muitos faclos.
e circunstancias que provfioa criminalidade
do reo e de outros individuos am de jun-
'al-o ao processo que est formando.
Dos guarde a V. S. Secretaria de Polica
doCear 1 de Julbo de 1812. Mauol
Fernandes Vieira. lllm. Sr. Jos Pi Macha-
do delegado do termo d'esla ridado.
lllm. Sr. Mande prender Antonio
Tavaresda l.i:z por ser hum dos que toma va
parto na conspiracao, que se pretenda por
em prtica nesta provincia segundo me foi
denunciado pelo reo Bernardo Antonio da
Silveira baja pois V. S. de proceder contra
o mesmo conforme for de diroito.
Beus guardo a Y. S. muitos annos. Secre-
taria de Polica do Cear 1. de Julhode
1849. Miguel Fernandes Vieira.-- lllm. Sr.
Po Machado delegado do termo desta eidade.
Ilm. Snr.Pelas l'olbas desta capital ter
V. S." viudo noconhecmenlo do plano, que
havio meditado os desordeiros para aze-
rem apparecer a anarchia n'esta provincia. A
priso de alguns dos authores de to negro
nrojecto occorrido n'esta capital no dia 25 do
mez passadosem duvida desanimar aos in-
fames que devio polo em pratica em diversos
pontos, mas nem quando assim aconlega, dei-
xa i|o correr perigo a comarca de Crato com
a presenta de to audazes facinorosos Joze
Lourengo Lvo Xilderico e Thomaz Lou-
renco na povoaco do Ex que confina com
aquella comarca.
Creio que a osla hora j ter V. S.* man-
dado addir ao destacamento da villa oabeea
da comarca em questSo as trinta (iracas da
guarda nacional, segundo Ihe recommendei
em mcu ofllcio n. 1 de 1 do mez prximo pas-
sado mas esse pequeo reforgo nao c bastan-
te para por o destacamento referido em cir-
cunstancias de fazer frente a qualquor tenta-
tiva que os inimigos da ordem faco e pnr
isso torna-se preciso pie V. $' ponha-se
d'ahi em observacOes a ver o (jue all aconte-
ce fazendo marchar ao primeiro signal de
perigo o digno lenlo coronel Joo Baptisla
Vieira com a forca do sen eommando para
debellar os inimigos da tranquilidade publi-
ca. He mais um titulo que recommendar o
sen nomo e o do dito tenenle-coronel Vieira
graldode seus concidados d'ese gover-
seozeio, e actividade cumprindo-me cer-
liflcar-Ibo que se os negocies se tornarem se-
rios ver-me-ba mui brevemente combatten-
do sen lado e ajudando aos dignos e leaes
Cearenses prollgarcm a anarchia.
Dos guarde a V. S Palacio do Governo
do Cear em 1. de Juliio de 182Joze Joa-
quim CoelhoSnr. Coronel Francisco Fer-
nandes Vieira ; conimandante superior da
uarda nacional do lo Crato id lnia-
n
muns.
lllm. c Exm. Snr.Ohejecto que reputo
de nao peqttoia importancia ho o motivo
de presentemente dirigir-me a V. Ex. Hontem
a tarde chegou da villa do Grato, onde havia
ido a negocio O major Joze Dias Azedo Ira-
zendo urna viagem forcada de 50 horas o
qual me entregou ooflicioqne incluso remel-
lo a V. Ex. dando-me vocalmente ( por
nao ter lempo de eserevermo ) de parte do of-
licio destacado naquolla villa e de meu cunha-
do Miguel Xavier Henriques o recado d'envi-
ar com a maior prestesa o citado ofllcio a V.
Ex. o as noticias que em resumo trans-
muto a V. Ex.
Era sem duvida que o redactor do Vinte o
trez de Julho Joze. Lourenco de Castro o
Silva achava-se no Ex em companhia do Ba-
laio Eivio havia chegado no Crato Xilderico
Cicero de Alencar Araripe que muito mara-
vilhou-so deja ah nao adiar a Thomaz Lou-
renco da Silva Castro o qual por partes du
Bio Grande para o mesmo ponto devia-se ler
cncaminhado e ler ah chegado com dilu
Xilderico, dirigira-se Antonio Raymundn Bri-
gido dos Santos fazenda das Flori'S do ex-
commandante superior Francisco Xavier de
Souza n'uma palavra corra como fora de
duvida que so tentava urna rusga para a
qual se alliciava o ex-coronel Manoel de Bar-
ros Cava lean le o que o centro da revolta de-
ver ser o Crato. Por ora nao sei anda a
creil i bilidade que mereco taes boatos coni
tudo jt'Igo que nao sao para despresar e que
polo contrario merecem a mais seria alten-
efio.
A opposigo tem os mais poderosas moti-
vos de jogar esta ullima carta e a lingua-
gem de seus correligionarios trahe sobre ma-
neira suas inlences em toda a parte e aqu
proclanio elles o appello s armas como u-
nico recurso que Ihe resta e essa reunio do
que repuli elles notabilidades de sen lado a-
[iresenta um carcter teiiiivel.
AoiTcsse que depois do empossamento das
autoridades da reforma retirourse desta vil-
la Pedro Antonio Brasil que como irmo Jo-
ze Joaquim de Souza Brasil Francisco Go-
mes de Mallos e outros consta lerem-se en-
caminhado para parles do Bio Grande tai-
voz para receborem algnrnas instrucc/ies da
Thomaz Lourengo da Silva Castro. Como
quer que seja fazendo a presente conimunica-
go a V. Ex. para o que escolhi um soldado
do destacamento desta villa julgo ler cumpri-
do mous devores ; "V. Ex. porem dar-lhe-ha
o a prego que entender e que tal materia
merece.
Dos guarde a V. Ex. Ico 20 do Jnho dtf
1812. = lllm. e Exm. snr. Brigadeiro Joze
Joaquim Coelho Prezidente o Commandanld
das Armas dpsla Provincia. = Joze Francis-
CoCarneiro Monleio, Major eCommandan-'
te interino do batalho da guarda nacional.
=s Ajjradego muito as noticias, que m4
d em sen olicio de 20 do mez prximo pau-
sado nao obstante j estar informado do
parte dallas ; e muito louvo o quanto toma a
peito o bom desemponho de seus devores ap-
provando o expediente que lomou de enviaf
urn sollado do destacamento dessa villa par
communicar-me o que era do interesse deste
governo saber. Creio que os inimigos da or-
dem desanimarn logo que sonberem que seu3
planos forao descoberlos nesta eidade ; e que
alguns dos seus principaes di recloros e chefel
se acbo aqu presos sob a grave aecusago de
assassinalo, e conspiragao. Mas como quef
que os seus tramas sejo filhos do desespero ,
e por isso se atrevero a jogar o ultimo dado"
mesmo aim de ve rem se alivio a surte de
seus referidos chafes, cumpre que os amigo?
da ordem nao descancem ; e por minha parle
j lenho dado providencias para que os pla-
nos dos malvados desordeiros se malogre.
Agora ordem ao digno commandante su-
perior da guarda nacional do Ico, Crato, *
Inhaniuns o coronel Francisco Fernandes Vi-
eira que marche para o Cralo se ali se alte-
rar a tranquilidade publica; e por isso bom
sia que Vm. teoha prompto o batalho a qu
est com mandando a fim de partir ao rece-
ber a prinieira ordem para qualquer ponto a-
meacado dessa ou daquella comarca, embor"
vi.'iiho por ora a dissipar-se os receiosd-
qualquer movimento nom por isso deve del
, nne o do gabinete Imperial. Muito confio de i ur de estar prompto para a primeira occasi
k-
^



al que teinoi con] a priso dos faccinorosos que que-
rcm perturbara ordem.
Grato enlielanto Vm. e todos os mais cca-
icnses amigos da le e do Imperador que se a
desorden; so manifestar em qualquar ponto
ilo interior da provincia confiada aos meus
cuidados o dircrco, marcharei auxilial os
11a supplantaco da anarchia.
Dos guarde a Vm. Palacio do Governo do
idear rm o I. de Julho de 1842. = Joze
. joaquim (lo Iho. = Snr. Joze Francisco Car-
noir Moiiteiro, mijar c commandante inte-
rino do hatalliao da guarda nacional do Ico.
= lllii. e Exm. snr. = Recebi o oficio
dcV. Ex. datado em i do corrente mez, o
dei logo execuco ao mesmo ofliciando ao che-
fe Ua I gio das guardas nacionaes do munici-
pio do ('.rato para eumprir com a maior
.promptido a ordem do V. Ex. He de meu
dever parlccipar a V. Ex.. que na povoacAo
.Jo Ex provincia de Pernambuco se achao
naqufllc lugar Joze Lourenco de Castro e Si'-
va, sobrinho do senador Nasciment o al-
teres Livio um dos chefes dos rebeldes de
Maranhao e Xilderico sobrinho do senador
Alencar e o Sucupirinha filho do padro Su-
cupira ; isto lie verdade, e me dzem que se
adido mais algumas pessoas om numero d
'Irinta pouco mais ou menos-, e pela com-
municaco que a V. Ex. fez o Exm. Preziden-
te de Pernambuco nao ha duvida que na-
quelle ponto a provincia de Pernambuco va i
romper a rebellio contra o Nosso Augusto
Imperador ( salvo se nAo acharem ali apoio) ;
porque naquelle lugar heannde o senador A-
lencar tem a maioria de sua familia povos
ignorantes, que acredito ludo quanto se
Jhes diz e qiiem poder Jar remedio com
promplido,a tanlos males que podero haver
no caso de romper ali a rebellio s V. Es.
Eu anda que velho e doenle me acho
promplo com a minha pessoa, c bens para
sustentar a Pessoa do nosso adorado Impera-
dor, sua dinasta a constituidlo e a intc-
gridade do imperio eumprir e obedecer as
ordens de V. Ex.
Dos guarde a V. Ex. por dilatados annos.
Santo Antonio 26 de Junho de 1812. =
llltii. o Exm. snr. Brigadeiro Joze Joaquim
Coelho, Prezidente e Commandante das Ar-
mas desta provincia. = Francisco Femande.s
Vieira.
= lllm. snr. ss Agradeco muito as noti-
cias que me da em seu officio de 26 do mez
prximo passado e juntamente o patritico
ollero;iment que nelle faz a este governo ,
que nAo tinha necessidade dessa prova, a fin
de estar convencido de que he V. S. um ver-
dadeiro amante do Throno das inslilucoes
que regem o paiz, e finalmente da ordem sem
a qual nAo pod: haver seguranca de pessoas 0
propriedade e uem pode prosperar o paiz.
Pelo meu oficio n. 5 do 1. o corrente lera
V. S. visto queja eslava informado das sobre-
ditas noticias, e conhecer as providencias ,
que entend se devem dar para previnir qual-
qner desaguisado e rompimento imminente.
Ratificando por tanlo tudo quanlo em tal of-
ficio se conten, s me resta dizer-lhc que a-
iem das Irinta pravas da guarda que mandei
addir ao destacamento da villa do Crato, fa-
co hgora marchar para reforcal-o 40 pravas do
balalhao provisorio : o que elevar dito des-
tacamento a urna torga respetavel de cento e
dez pracas das quaes oitcnta de linha. r'i-
co sciente de que V. S. j expeio as ordens
tendentes execugo do meu officio de i de
Junho, e p r isso espero que quando ao Cra-
to chegarem as mencionadas 40 pravas j ao
destacamento se acharao addidasos 50 guar-
das de que cima fallei.
Nao obstante porem todas estas medidas
espero que no caso de apparecer naquella vil-
la e seu termo, alguma perturbadlo da.tran-
quillidade publica nAo hesite em fazer para
ali marchar a forca da guarda j dahi e j do
Ico, que poder reunir sob o commando do
teen te-coronel JoAo Baptista Vieira, que me
merece confianca.
Dos guarde a V. S. Palacio do Governo
ilo Cear em 4 de Julho de 1842.= Joze
Joaquim Coelho. = Snr. coronel Francisco
remandes Vieira commandante superior
da guarda nacional das comarcas do Ico Cra-
to e lnhamnns.
lllm. Exm. Sr. Cumpre-me dar parte
a V. Exc. que fui informado e do-me to-
da certesa que chegado no Ex provincia
de Pernambuco porm junto as estremas
desta provincia, ocirurgiAo Joze Lourenco de
Castro c Silva e Livio Lopes Castello Bran-
co assim como chegado nesta villa o Xll-
derico e diz-se que est t chegar tambem a-
qui o alferes Thomaz LourengO e aquelle
diz que se relirou da capital para nAo sofTrer
alguma persegqico : j fiz marchar um pro-
prio pessoa de conianca a ver se verdade
a chegada do dito cirurgiAo o o que qu;r ,
o para onde segu finalmente para onde se
quer refugiar.
Por aqni correm immensas noticias aterra-
doras do Para Maranhao S. Paulo, tic,
porm sei com certesa que foi encontrado na
provincia de Piauliy de marcha para Caxias o
ex-presidenlc da commissao dos rebeldes do
Maranhao de 1859 Joze Jojquim da Silvei-
ra dando a percebera pessoa com quem fa-
lou que iade emissaro u dizia entaoque
as desordens do Cear j haviAo oslar bem a-
iguradas em virlilde lisio V. F.xc. delibe-
rar o que entender.
Eu julgo mni nccess.irio que V. Exc. rr-
forceeste destacamento c di*- providencias a-
tiriAo hoje os Cearenses .' So nesta cidade
devoser immoladas trinta e sol; victimas no
furor desses canibaes Irinta e sote cdadAos
quasi todos autoridades, ou funecionarcios p-
blicos achavSo-se inscriptos uo canheoho fa-
tal dos conspiradores para terem a mesilla
sorto drrExm. Presidente. Aecometendo de
sorpresa quao fcil nAo seria aos facciosos
chegar ao cali de seu aleJvnso trama ? Des-
prevenido-; e na fruicco da paz que o go-
verno Ibe assegura va os habitantes dacapi-
lal mal S6 pod'M'iAo livrar da traic&b dos que
lentavo contra a sua existencia e estavao
sentados borda da sepultura quanlo Ihes
pareca gosar da maior seguranca individual e
de propriedade.
Os sanguinarios conspiradores nao podem
lim de cessar as necessidades que tem soffri- nrrultar de mancira alguma sen nefando cri-
do os sol fados por se ler fallo com o sold I me. Os indicios mais valeules se tem apre-
desde 20 do riiez passado : tambem lembro a sentado em sen desabono u ludo quinto ate
V. Exc. que presentemente nAo ha nesta vil- hoje se leni sabido acerca da conspiradlo des-
la pessoa alguma para quem se saque pois al- i sea demagogos tem eonbinado trio justamente
guns que deven; na capital, o que se poda sa- para prova de seu delicio que ngucm so
car contra ellos nAo tem agora dinheiro al- \ persuade da sua innocencia.
gurn Logo que chegue a pessea que mandei ; A caria do alferes Thomaz Lourenco. scrip-
ao Ex informarc a V. F.xc. o que ha de ta ao Imberiba e publicada no n. 11*2 desta
mais. folha roncorro muito para tornar cada vez
Dos guarde a V. Exc. Qnarlel na villa do mais seguro o nosso juiso a respeito da eoiis-
Crato, 18 de Junho de 182. lllm. eExm.' piracAo. Naquella caria que he da dala de
Sr. Brigadeiro Joze Joaquim Coelho Presi- 16 de marco, lem-80 como j vimos, es-
dcnlc e Commandante; das armas da provin- t.;s palavras eslava por muito lempo per-
cia. Baymuudo Remigio de Mello alferes. di.la a fiherdade Com quanto j tivesse conhecimento das: nha mas com vestes ensangrentadas do san-
nolicias que me communicou vejo-me I gue infame de mistura do hom mangue
isso nao obstante constituido na obrigacAo Que. liberdadi* com vestes ensangucnladas ,
de agradecer-lhe o desvcllo que tomn de fa- que Singue Infame, e botn sanguc era este
zer-me taes participaces. Pelas folhas des- que se aproxma\a sonrio a preparada rusga
la cidade conhecer qual o plano dos malva-! com toilo o seu morticinio .' Que melhor
dos que ambiconAo o dominio a influen- j corpo de delicio que maior prova de cumpli-
da en:hora s consigno osle fin com a per- cidade na conspiraefio dcscoberia doque a-
da de muilas vidas, e detrimento do soreg qnolla carta de Thomaz Lourenco que entSo
da provincia. A Vsinhanca dos facinorosos .' transcrcveinos em nossa folha sem atinar-
e anarehislas Joze Lourenco Xilderico Li-j mos com o verdadeiro Significado della '.' F-
vio e Thomaz Lourenco devem activar os ca pois patente hojea loda a luz que a liher-
seus cuidados afim de que se nao torne co- dado a quealludia o alferes Thomaz era a
mo de suppAr prejudicial tranquillidade rusga, osangue infame, era o sanguc ros go-
d'esse termo comprimi que Vmc. de accor-1 vernislas qn? perecessem nella < o hom
do como delegado faga prender taes desordei- I sangue era o dos facciosos, como elle que sue-
ros se pose re m o p no territorio d'esse mu- leumbissein na hita porque em fim terio
nicipio sendo tal vez conveniente entender- tambem em troco alguma cousa apesarda
se com as autoridades do Ex a ver se quercm i sm picoa o.,. <,.t -,-.;.-." .Awatai < aun noi-
prestar-sc a tal captura nos limites de sua ju- rivH carnificina.
risdic/io. ,
No mez prximo passado exped asconve- Mais um crime do Sr. Barbosa Snior.
B. Morcra conduz um Alferes c 79 pra-
i ,l 3
SA 1II1IO Mi .MESMO SlA
Ta mandan'1 ; Vapor Brasilero Paquete do
Norte Comiiiandante Francisco Martins
Setubal.
ENTRADO NO DA 21.
Cdiz ; o dias Briguc Jnglez I'.leomer ilo
141 tonel Cap Charles A. IManckenroi,
equip. lo carjya sal : a Ordem.
s \ninos .no mi'smo ni a.
Rahia ; Patacho Brazileiro S. Antonio ; (aip.
Antonio Vieira da Silva : carga lastro.
Rio de Janeiro Urigue Americano Alfrcd
Tylor ; Cap. Iloberto Kynox : com a mes-
ma carga que (roiixe de Kichmond.
I
I". DI TAL.
Vicente Ihomaz Pires de Figueredo Camar-
' go inspector da Alfandega &c.
Faz saber que no da 22 do corrente me/
' se hao de arrematar em praca ao meio dia na
porta da Alfandega vinte quartolas com pre-
/unlos a variados avaliados a r>.>200 reis a ar-
' roba, pertencentes a Malhens Austin A Com-
panhia nos termos do arl. 26 i. do Begu-
! lamento, sendo a arrematacAo livre dedi-
! icilos ao arrematante. Alfandega 21 de lu-
ido le 18*2.
\ T. P. de F. Ca margo.
DECLA HA CAO.
= O Vapor S. SebastiAo recebe as mal-
las para o Sul boje (22) as duas horas da
larde.
A VI SOS M AH I TIMOS.
nientes ordens afim de addirem-se ao destaca-
mento de seu commando 30 guardas naciona-
es e um inferior. Mas a pesar d'essa provi-
dencia tenlioopportunamente determinado se.
ja Vmc. soccorrido na primera occasAo de
perigo pelo commandante superior do Ico,
Crato e nhamuns que para ahi far mar-
char a gente de que poder dispar se appa-
recer algum movimento.
Nao obstante porem estas medidas por miiii
com antecedencia ordenadas compre que \ me.
peca a todas as autoridades dos termos visi-
nh'os o auxilio que se fizer neeessario se a
tranquillidade publica soffrer alleraco nesse
termo, rom quanto isso nao seja de esperar
logo que os inimigosda ordem tiverem noticia
de que boa parte de seus chefes achAo-se pre-
sos c se esto proeessando n'esta capital por
crimo de tentativa de assassinato o conspi-
rado. Por esta occasiao vao ordens ao collec-
tor afim de fornecer a quanlia de um cont de
reis para ser applicado ao pagamento do des-
tacamento de seu commando, devendo eu
preveni-lo da necessidade de remetter as rela-
Qesde moslra do que tem pago s pracas do
mencionado destacamento desde que ahi sea-
cha, cumprindo que todos os mezes faca i-
gualmente remessa das retacees cujo impor-
te se fr satisfazendo. Agora s me resta sig-
nificar-lhe que em quanto nAo passar a pr-
senle crise todos os oficios que iho eu di
rigir rao marcados como o presente com
a meu sello Picando corto de que sao Medi-
cados lodos aquel les que nao levarem seme-
Ihante signal.
Dos guarde a Vmc. Palacio do Governo do
Cear em o i.' de Julho de 1812. Joze
Joaquim Coelho Sr. Raymundo Hemigio
de Mello alferes e commandante do destaca-
mento do Crato.
Mais coincidencias.
Que tristes que funestas consequencias
nao seriAo as da realisagfto do assassinato de
S. Exc. o Sr. Brigadeiro Joze Joaquim Coe-
lho ? Que horrorosa malanca nao succederia
a essa atrevida pretenefto dos infames corifeos
da faceto castro-alencarina i' Acaso nao es-
tara boje aleada na provincia a guerra civil se
os conspiradores levo avante o seu plano ,
se conseguissem por era pratica seus Jalona-
dos projectos ? Quantas familias chorario a
falta dos seus chefes ;' Quanto luto nao ves-
I'ni individuo chegado anle-hontem de
Oueixaramobim a esta cidade refere-Uos que
o alferes Thoma?. Lourenco da Silva Castro
passara naquella villa levando comsigo muitas
patentes para olliciacs da guanta nacional as-
signadas pelo capilao-mr Joaquim Joze Bar-
bosa que os sediciosos prctendiao acelamar
presidente da provincia depois do rompimen-
to da rusga e assassinato do Exm, Sr. Co-
elho e dos legtimos rice-presidentes seus
substitutos. Ahi temos pois o mesmo Bar-
bosa incurso tambem no ort. SOI do cdigo
criminal por usar de um titulo que uo ti-
nha devendo ser por esse crime processado
logo que s mfiOS d.is autoridades chegue al-
guma das dilas patentes quo he sem duvida
o mais formal corpo de deudo de grande com-
prometimento e parle do dito Barbosa na se-
dicao intentada. Tanta era a esperance f1"
Uue estavao os desordeiros da realisacAo da
mente do Exm. Sr. Brigadeiro, e dos seus
supplentes que o reo Barbosa tinha feito
nomeacoes para oicaes A' vista ele mais
esta prova Inda sero Innocentes?
( De Pedro Segunde.)
tHT Pira o Hio de Janeiro a Sumaca Ami-
saile forrada de cobre e de boa marcha ,
seguir inlalivelmentc no dia 25 do corrente,
pode receber alguma carga miuda cescravos
a frele ; quem na mesma quiser carregar ou
ir de passagem dirija-ge a Caudillo Agosli-
niio de Barros mrTVacinha do Corpo Santo
I). (>7 ou ao Capilo Joz" Pedro dos San-
tos.
%23" Para o Maranhao segu viagem o Bri-
giie TentacAo Capitn *;- 4JS"'"^* ua
5;i.- Humus recebe carga a frete escravos
e passageiros para o queoferece excellentes
eommodos ; os pretendentes dirjaO-sea Fir-
ininino Joze Felis da Roza.
A V I SOS DI VEHSOS.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Hondimento do dia 21 de Julho i:40l,y77o
DKSCAnREGMl IIOJF. 22 DE JII.HO.
Barca Inglesa =Pricella= fazondas, ferra-
gens ierveja sabao e manteiga.
Escuna hgleza = Othelln = Bacalho.
Escuna Dinamarqueza =Elina= Papel, al-
valade, fazendas, armas, oleo man-
teiga, c queijos.
MOVIMENTO DO PORTO
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 20.
Cutingnilia ; 8 dia* Hiatfl Biasileiro Espe-
cnladorde38 tonel. Cap. Bernardo d
Son/a equip 0 carga muros : a \.
Schramm.
Par'. Maranhao 8 Cear ; 18 (lias Ira-
sendo do ultimo porto 4 dias \ apor Bra-
sileo S. Sebasl So de 2oo tonel. Comnaan*
dante Jo/e Mara l'alcao equip. 25 a J.
=No dia -20 do corrente s 8 horas da noite,
na occasiao de passar a muzica militar pela
ra do C llegio ao loque de recolher per-
deu-se um mlho de chayes pequeas : quem
as (ver adiado querondo restituil-as d-
rija-se A mesma ra D. 10, I. andar, onde
ser recompensado.
xzr O Contador do Tribunal da RellacAo 5
mora na ra Velha no segundo andar do so
hrado de Manoel Alves Guerra no bairro da
Boa-vista.
cy O Snr. J. B. S. B. morador na cida-
de d'Olinda : queira dirgir-se na loja da ra
da Cdeia do Recita em (jue ficou de appa-
recer no dia I i do corrente e at agora an-
da nao achou occaziao.
cy Quem annuncioii dar 100 aoOOmil
reis a juros sobre penhores 011 outra qual-
quer seguranca qiierendo hypolhecar um
moleque por 100^000 res, por dois mezes :
annuncio.
C7- Dezf.ja-se talar ( a negocio de nteres-
se ) aos Snrs. JoAo Luiz >algado e Joaquim
Joze de S. Anna, que morou na ra da Flo-
rentina c ora existe com olaria em Bebiri-
be : na ra do Queimado loja de ferrage D-
cima 7.
S--7" Hoga-se ao Snr. Luiz Antonio Fer-
reira Braga ten ha a bondade de se dirigir a
caza do Sr. Antonio Joze Coelho do Rozario,
na ra da Cruz n. 45 a talar com JoAo Bap-
tista Firmino para negocio de seu interesse.
tsr Joaquim Joze Fcrrera de Carvalho ,
morador na ra das Trinxeiras D. 18 esen-
vAo do Tribunal da RelacAo dezeja falar ao
Snr. Francisco Pereira da Luz que foi sar-
gento de linha e a pouco veio do sul e ro-
ga-lhe o favor de annunciar aonde o dever
procurar.
C7- Pede-sc encarecidamente a quem pe-
gn um gato martez grande sinzento e
coto, da ra das Flores : tenha a bonda-
de d'o levar ou soltar, pois sabe-se ondo
existe.
= Na padaria da Viuva de Joaquim Lopes
Machado na ra Direita contina a fazer
como antigamente o bem acreditado pi ,
e bolaxa fabricados s das melhores fari-
nhas que vem para este mercado e os pre-
sos favoraveis odiando para o asseio e qua-
lidade.



JMnttWJ
xn
f
4
ssr J- M. C., avisa a A. P P. F. que
trate de pagar o que Ihedevo s nao qiser
que aulbenii-menle se publique o seu no-
mo snas nialdaJes c Irapassarias.
nr O Snr. Ancelmo Jozo Pinto de Souza,
queira vir oti mandar receber urna carta ven-
da do Aracaty nobecoda Lingoela, vinda
de Joaquim Joze Habello.
ssy Umbolina Ber-mirda de Carvalho lem
aula aborta para ensftiar a le escrever. con-
tar coser, bordar de lindo o de lio de ouro ,
l'azor facunda ludo com o maior nsseio <
bradinho de dois andares no beco do Campel-1 no sufriris : na na da Cadeia de S. Anto-
do a.'-
16, o qnal alero d'oulros prestmos, serve pa- rio lado do poonle no terceiro andar do i
ra assougue ; quem o pretender dirija-seno brdda em que mora o Sr. Advocado Jo/e N_.
Recife na ruada Conceicao loja n. 2 As soguinles obras do P. Manoel Re-
an Raria Scve ii F.
ST Roope Rrookiag, rclira-se para os nardes linda que sejao uzadas : Lxercioios
Estados Unidos. <_, me.ditaeAes da vida purgativa sobi c
PILLAS- VEGETAR* K U.Nivi:its.u:s AMERICANAS, I cia do peccado ; sormoes e pralitas ,
Estas pilulas j bein conheciilas pelas gran-
des curas que lem faite, nao requeren) neni
dieta e nem resguardo algum \ a sun com-
posico lao simples, que nao fazom mal a
a mali-
tstimu-
lopratico; meditamos sobre os princi[)aes
misterios da S. S. Virgen) \ armas da casli-
dade ; diroceo para lar novosdiasde excer-
cicios segundillo mandilo as eonstituieo's da
Congregaco do Oratorio; procura-se tam-
ben) com toda instancia e como principal os
exoerrieios de S. Ignacio de boyla; c o mos-
tr da vida : querr. livor annuucta.
f-p..., o u mvmu inuouw V^o"/!? i10, _: ',e paga,r 'l"'''1'" 1('m "PParocido por nao deixar o estomago 12 polegadas e duas de (0 palmos e 9 pole-
i constipado, depois de sua gadas : na ra do Qneimado D. 15.
III.1CO I... Ir.,- *.< Ma.MMMMlAd ('., ___ I* 1 J f k ti ...
------------ ** y rw....... iuw.iii|Mlll, v|(i.- ii.ni id/.'iii utiti
aproveitam.nlo. guem se qniser ulilisar, di- nais lenra crianca : em lugar de debilitar'
rija-sea fallar com a misma no paleo da S. l'orliticao o systema piirilicao o san-.ue .
Cruz da Boa vista no correr da ra do lo-jaiigmentao as seeroces em geral : tomadas,
zario. casado portas verdes, com sotflo e seja para molestia chronica, ou somente eo-
trapeira_s. j mo purgante suave; o melhor remedio que
linde 140840, do contrario se cobrar ju-
dicialmente.
C7" Pretende-se comprar a casa torrea cita
naquelle estado de
operac&a como quase lodos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a lomar c nao
na ra do jogo da bola em Olinda n. 17, causaren incommodo nenhum. 0 nico Je-
pertenconte a una pela forra de nonio Roz<
assistente na mesma bavendo alguna pessoa
com direiloa mesma propriedade queira an-
nunciar por esta falla no praso de S dias co-
udos de boje,
isy Antonio Gandid i da Silva relira-si
para forada Provincia.
s^r Lma mulber chegada a pouco do mal-1 Torres queirao annunciar
to. oflerocc-S'.! para ama secca do alguna1 que se Ihe desoja fallar.
psito dolas c^cm casa de D. Knoth agen-
te do autlior : na ra da Cruz. N. 57.
N. l. Cada caixinha vai embrulliada em
sen receiiuario com o sollo da casa om la-
cre prelo.
He* OsSrs. Jozo Mondas de Froilas, Am
Ionio Joaquim da Silva Porto o Joaquim F.
aa snas moradas
ES?" Dm moleque de 1 i a 16 annn ,
saiba cozinliar e comprar: quem (ver
nuncio.
que
an-
V E N ) A S .
casa de (lamed) solteiro ou cazado cem non
ca familia : qu.riH pretender nnnuncie.
W* Piecisa-soalugar um moleque do loa
l.'i annos para o servico de urna caza de pe-
ssy Ouemouver do precisar alguns mi- .quena familia que saib compra i na ra, o
llioirosdo tenas, c queira irrecebendo a que que seja fiel dando-so o sustento e 8. men-
se fir apromptando d'aqui at o fim de Se-
icmbro e nesse lempo dar o importo da que
livor rccobid| nnAincifi : assevera-se a boa
qualidado no lodo.
A Senhora I) Mara Margorida Callaco
Salgado, ousna mana annuneie sua mo-
Saes : na Soledade segunda casa nova junio
das do Sr. Ilerotilano.
Of Joz! dos Ilois o sua senhora, re lira-se
para lora da Provincia, levando om sua com-
panha Joaquim Antonio de Carvaibo de me-
nor dado.
1). Mana Classen viuva do Dr. (^lasscn,
, retira-se para fora dn provincia levando om
S2r U anr. liento Joze de Barros procure sua companlna um seu lilbo.
urna carta vinda do Coa r o lirada do cor- tsr Manoel Antonio da Silva, retira-se
reio por engao em mAodfi Rento Joze IVr- para lora da provincia.
rada para Ihe ser entregue nina caria vinda de ,'
Por luna I.
OT O Briguo Escuna fieja Flor forrado
e oncavilbado do cobro de boa mareba pa-
ra ver defronte do caos da lingoela e tratar
com l'irniino Jozo Folis da Roza na rna da
Mooda n. 110 7 assim como 2 esoravos para o
servico de campo.
SS^" Sacas com fiirinli de Mage' ultima-
monte chogadas do Rio de Janeiro: na ra
da Cruz. I). 46.
ssr lma barraca que pega om por precomuilo barato: no forte do Malos
na ruada Moeda por cima do aiinazem do
Jozo Antonio da Silva Vianna.
Um negro de 18 a 20 annos proprio
ra da Cadeia do
n.
pri-
5
de
nandes-Rarros. ^ Aluga-sc o terceiro andar da casa
5TJ- Joze l mus de Aloraos, o Antonio Fran- SS na ra da Cruz no Reeifa a tratar no
voTu iu.i, *? fazem llll!l,iro 1W dissol-! meiro andar da mesma
na loja de*feVrg7m na\ua1daldiPao"/!!0' "*" P"' detraZ ''' IUa ,,a senza,a vHI,n "
.re)..il tehaixn da (Irma de Joze Pires U~dS^-?i^^
do Moraes U .rapanhia fleando o socio Jo-: desembarqu .: a tratar na roa da r- ze Pires de Moraes encarregado da Uquidacflo Recite n. 20. iU
da mesma sociedade durante o lempo que t* Desapareceo do porlo do Monte i ro urna
ellacsrsiio, e assim obrigado a Pa or (odas mo^^^eSoAlosZ^^uZ
as dividas pa.ss,vascontral,ida8 de baixo da- A, a <$ lem a proa pouco hSTTeK
que la oMinola firma e a cobrar todas as falcas largas e corrida toda .trate
^.S P '.I n",,S me8ma 8C.C,iad<5- nt tem hanco as f!,Ic" forio pintadas
Cf- l ca sogunda vez a commisso admi- Pto e.. cucla mente do almasre nue es-
nisral.vadaSoe.edade Apolinea convida A la desbolado : quem della soX d r?Ce
Snrs. socos a reun.rem-so boje pelas l horas .' ra da cadeia do Recife n. 20 que ser Irali-
h meia da lardo a fim de se proceder a elej* fado. "
cL^da nova administrado. HrPrecisa-se de urna ama forra, sem lilbo
ouTd^f%2T: Thv ?a casa da r""! que ten,,a b,n e bi'sta'i,s ": V a
Aouall. II. trate-se na loja da mesma; as- gusta sobrado de um andar e solao
s.mcomo na mesma ven de-so selinj prelo, t^- Aluga-se o primeiro andar 'do sobrado
muito encorado, velludo preto, ehapecS li- da ra do Vigario n 21 quem r
nos para bomcm, galheteiros, garrafas bran- dinja-seao baixo assign do na etrad? de
eas o compoteras lucio lapidado e urna ; Jo:lo de Barros defronte do Snr vS de
porcao desel.m motado. ; Goianna ; ou na ra da Gloria U 5i
W Aluga-se ametade de urna casa com Joao Nepomoccno Ferreira de Mello
bastantes com modos por 6^ a pessoa ca-, BT Alnga-se urna caza com com modos
& I recisa-se do urna preta para o arran-l ra da Gloria para a ana da Alexia confronte
L.uMmor.iojoj.) i) lo. &- A commisso administrativa da Socie-
tsff- Precsa-s, de um pade.ro que seja pe- dada Natalonse reune-se boje f22) Dalas4 o
ritp, nao se repara o seu ajuste : na padaria ras datante alio, de ap ovar os convida-
de Joao Lopes de Lima dos a quem o, Snrs. Socios queira "sede
m- Antonia Magalbaes da Silva cemprou aaw lugares nasgalarios por sso deveiZ
por contare orden do snr. Joze Joaqun II... \ enviar as compelemos propStas.
cr Perdoo-so no dia 20 do correte des-
de a ra do Rangel allie a ra dos Quarteis
para lodo o servico : ni
Reciten. (2.
tw Sai do Assi'. a bordo do Rrigue Escu-
na S. Jozo : na ra .Nova ). 22.
S27- Om negro de nacao de bonita figu-
ra e milito robusto : na ra da Cadeia do
Recife I). 20.
tT lima secretaria com gavetas pequeas,
e tres grandes e um armario em cima envi-
drando obra de gosto ; e 00 palmos de Ier-
ra no atierro dos Aflbgados da parle da ma-
ro' pequea ; e tres portas grandes que anda
forflu servicias : na ra de Hurlas I). 23
lado do poente.
ssj* lma prola moca com urna cria de um
mez propria para criar e para o servico
na ra do Coltegio sobrado de
tins, i\o Para um bilhete da segunda parte
da quinta Lotera a favor das obras da Igreja
de N. S. du Livramento, de n. 1158 cujo bi-
lhete fiea om poder do annunciante.
sr?- 0 Dr. Francisco Joao Carneiro da Cu-
nha Juiz de OrfOs da Cidade do Recite e seu
termo U/. publico que transteriu a sua re-
sideneia para a ra do alieno da Boa vista
segundo andar d casa pinlada de amareMo do
Snr. Commendador ngel.. Francioo Car-
neiro.
i-^- ti abaixo assgnado quorendo dar oo
respoitavel publiroum verdadeirrtcnhecimen-
to que nenhuma obrig,uao deve ao Sr. Joze
Domingos Fradelles, nem s para conhe-l
nmenlo do mesno publico como de um
alucinado, ou misoravrl calumniador, que
atento avansnu disendo a este quem qoer
un rozarlo do ouro grande com um cruci-
lixio lambcm de ouro : quem aehou quoren-
do restituir dirija-so a ra do Mundo Novo 0.
18 que ser gratificado
G7- I'm porluguez., porilo cozinbeiro de
boa conduela da qual podo dar fiador se of-
erece para sei vir em alguna casa particular
ou mesmocazade pasto: os pretenden tes di-
njao-se a ra Direita 1). 33.
A pessoa quequer fallar a. lo/,. Mendos
de 1-rollas dirija-so a na da Cruz n. 20.
lina pessoa cliegada a pouco de Fran-
ca se ofTerece ao respeitavl publico para dar
por um metliodo moderno o fcil lir-oe.s
da lngoa franceza : quem deseo preatinose
quis^r utiiisar dirija-so ao pateo da Matriz
de una casa
um andar D. 0.
C?" Ras moradas de cazas terreas urna
na ra do Rozarlo da Roa vista e a mitra no
boro do Lobato : no largo do Livramenlo I).
3 primeiro andar.
MT A posse de Um terreno que fura occu- f- '0.
pado de nina casa de laipa que cabio cite no
lugar do Calderoiro Fregaezia do Poco da
I anolla : a traz da Maljiz da Roa Vista I). 15.
tSF- lina canoa nova do conduzir agoa: em
fora de portas venda de Diogo Rodrigues.
tar Um moleque ladino de i l annos, pro-
prio para pagem ou para aprender qualquer
oflicio : noarmazem de capia) confronte o
porlo das canoas d'agoa. f.
tsr Um cabrinba do 12 a 13 annos, muifo
vivo e esperto, sem vicio algum com prin
Cipio de alfaiate ; una escrava de nagilo coi
go de 30 annos, bonita figura, sem vicio,
muito fiel lavadeira de varrella e sabao, boa
(rabalhadeira de cuchada e fonce por ser do
mallo e ja ccostumada a osse servico os
'I naos se vendem por rraeisao : na roa do
ngel lado do poente I). 12.
s?7~ Urna morada de casa de um andar na
ra do Fagundos : na can boa do Carmo casa
assuallio e forro para fundos do barrica*
sendo os procos 3#&I0 5*300 O.yOOO e
04 400 rs a duzia 9 oulros di fe re n tes pro-
cos leudo ale 50 palmos de comprido eos
procos neis commodos por se querer deso-
cupar o armasen) : alraz do Tlptro por bai-
xo do sobrado do sur Manoef Antonio 0u
a fallar com Joaquim Lopes de Almeida cci-
xeiro do sor. Joao Malbeus-, assin cono'so
vende a praz.o conforme as porgos.
I f Barricas com sardinhasde [boa (quali-
dado chegadas pouco de Lisboa no ar-
masen) de Manoel Joze Martinsda Cosa na
ra da Cades velba X. 10.
tsj- L'ma banda para official um lalim
com seus pertonces um fiel de ouro para e-
paite 4 estrolas douradas um fardamento
complete pora guarda nacioal, um selim eoni
manta de couro do maracaj e cabezadas
ludo por proco com modo : na ra Direita lo*
ja 1). 20.
^S^- InstituicOes do Palbologia gcral Medi-
co Cirurgica obra compilada dos melhores
Oicriplores, cm idioma porluguez : na rua da
Cruz n. 20.
ssr Um preto moco por carencia boni-
ta figura sem achaques bom cozinheiro
trabalhador decampo C ganhador de rua'
que paga duas patacas por dia : na rua Nova'
l). 54.
ssy Lencos prelos de seda da India bar-
ricas com farelo ditas com farinha de milho,
pontos para marrafas, vellasdeespermacete,'
gangas amarellas, algodozinho para sacos ol
roupa de escravos e meias barricas com fa-
rinha de trigo : cm casa do Malbeus Austin
& Companhia na rua do Trapiche novo nu-
mero 12.
tar Urna escrava de'nacio angola, engom-
ma cozinha o ordinario e tem ptima figu-
ra : na rua de Agoas verdes D. 17.
ssr Urna negra te 18 annos, cozinba e
tem principios de costura : na rua da Moeda
n. 151.
CF- Urna muala costureira engomma-
delra ecozinheira : na rua do Crespo D. 0
lado do norte.
tsf Bous moloques um de li annos e
outro de 10 ; e um negro robusto de 20 an-
nos todos de bonitas figuras e sem vicios:
na oamhoa do Carmo I). \\ segundo andar.
%ST Yen,!e-se ou frela-se para qualquer
parteo Rrigue Escuna Americano R. F. Ijj-
pez de lote de 104 toneladas novo forra-
do c encavilhado de cobre, o de superior mar-
cha : trala-se com Malbeus Austin d Com-
panhia na rua do Trapiche novo n. 12.
Urna negra de angola de 50 annos ,
boa lavadeira de varrella no beco do Tren
sobradinho meia agoa.
ESr Uracos de balances grandes por pro-
co cmodo : na rua Nova loja de'forragens
Urna eadeira envernisada domada ,
nova e de bom goslo teda forrada de soda .
por proco com modo : na rua do Calderoiro
I). 2o.
ESCBAVOS FGIDOS.
o D. Maria Lourenca.
= Cal ni odo som
a menor mistura
. ... mi iiin-i i"- i.nii.-ini (iuiiH-se ao paleo da Miliv
5 l0' r 't''' con indgni- de S. Antonio I). 8 i fallar ocmio S, Sa
dadeasna avras de. mu ir/,;, ...i......... ,..> n..... jhhj'.mi
dado aspalavras do qu uzou pfo que ros
aoSr. Fradelo que con, a frampieza da ve-
dado publique se al um dia o nhaixo assigna-
dprecsou de cu i favores.
Amaro I ,I/;1.
^' un pequeo armazn do so-
que lli dir quem lie.
COM Pl! A s.
Bou8eav*|lose8tandoenhoa.scames,..
o que sejao qnando nao milito bous. ao me- lussim como da Su-ca oslado e cosiadinho
o por proco mullo eommodo em grandes
e pequeas poreea : na padaria da rua do
Azmic de peixo de Manoel Ignacio da Silva
loixeir.1.
= Excel lente pao e bolaxa o nrais torra-
dos da melhor farinha iiue vern para o mer-
cado e muito bom cali modo no paleo de
Santa Cruz, paderia diima s porlr., Ionio
ao sobrado
= Meias barricas com la-inha de trigo de
marca Gallego: en casa dfl llenriipie Forsler
(.. na do Trapixo novo N. 17.
== Um negro crioulo idade 25 annos .
eosinba c faz o mais servioo de. ngenbo '
na na das Cruzos I). I.
tsr Urna negra milito robusta c sadia ,
quilandeira, ccozinha o ordinario- om s'
Amaro no sitio do Joo Baplista Claudio
1rosse.
= Taboas de pinho americano ate 5 paf-
. dilo Urffo e lodos os comprimenlos:
*3T No da 12do correte fugo da Villa
de Iguarass o negro Francisco, alto, magro,
pouca bai ba cor fulla heicos grandes o
cabidos tem no peilo esquerdo urna marca
como mis 8 e om baixo fechado, anda com
o nomo trocado para Antonio, levou camisa
de baOla encarnada nova caigas de estopa
grossa e bonotde marojo : quem o pegar leve
a na do Vigario n. 27 ou na dita Villa a
liazilio Ca nono que recompensar.
tsr No dia 29 de Abril do crrente anno,
Rigi o negro Joze angola de 35 a 40 annos,
secco do corpo fula, falla de denlos na fren-
te baixo pornas alguna cousa tortas para
dentro, foi outr'ora da provincia das Alago-
as : quem o pegar leve a rua da Cruz n. 01
quesera gratificado con 50.
Ef Fugio da casa do Joao Bias Barboza
Macoduna na rua de S. RU nova a escra-
va Luiza, de 22 annos, moca e robusta su-
po>.-se andar no Giqui aonde morou : quem
a pagar leve a dita casa ou na repartigo do
corroio que ser gratificado.
fcj/ Desapareceo da casa de Manoel Joze Lo-
P-s braga, um afTricano de nome Joaquim,
no da 10 do coironte, com os signaos se-
gumtes: cor bem prola olhos a fu macado.-,,
um dedo do pe torto : quem o pegar Jo ve a
casa do mesma na rua do Crespo D. 7 do lado
do sul, que ser recompensado.
C5~ Fugio o mulato Domingos, de 17 a
IB anuos no da 15 doconvnte cor clara,
cabellospretose anclados, barriga grande,
con um in.haooaopdo empigo que he o
mais corlo ; quem o pegar levo a praoa da
|h"' tote Uquosergratifiealo.
'fiECIFE W ni-. I)KmTF'1)EF. = 1842
-*.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EAQMR418E_WZZK24 INGEST_TIME 2013-04-13T00:39:00Z PACKAGE AA00011611_04705
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES