Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04704


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Full Text
Atino de 1842,
Quinta FeiraS!
TaJt ?"* Buemos1 como |.nicipiair.os e ereoioa apuntados com admiraco 'enlre > Nafta mais f,
ultas. (Proclamadlo da Assaabla Geral do'rrar.il }
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
Cutiana, Piaa* e Rio fraude do Norle segundas e senas feiras.
Dimito s Garanliulit .. -0 e 24
<:bo Serinfcaero Rio t'ormore-, Porto Caire Macei e Alagoa no 1.
a'ajei '' 'amo Anulo quimas feira. Oliuda lodos os das,
H, e 21.
DAS DA SEMANA.
1S 3e. Maiinha V. M. Clianc Aud. do J. de D. da 2 .
1!) tita. Vicente de Paula Re Aad. do J. de D. da 4. .
21) Qjarl Jernimo Emiliano. Aud. do J. de D. da 3. t.
21 Quit. Pracbedes V. M. Card. Aud do juit de D da 2. v
22 Ser. Mara Magdanela. And. do J. de D. da i. T.
23 Su!), jfjum a. Apnllin rio. Re. Aud. do J. de D. da 3. r.
2-i Di.i. Chrislina V. M.
do Jullio.
Anuo XVIII. N. 155.
O Di.ii ni publica-ge todos os das de tirs mil rail por quartel pagos adianlados. Os aniiuncins dos assignantes a.ltt inseridos
gratis c na dos que o mu furem ;i rai.to de SO res por linlia. Ai rerlama.'rs dcvem ser
dirigidas aeslaTipografa ra das Cruiea I). 3, 011 a prara da Independencia luja de litios
Numero 37 c 3S.
CAMBIOS no da 20 dk .nmo.
Cambio sobre I ondres 2 r a Part 3 u .iihoa 100 por 100 de pr.
iMoeda de cobre k por -100 de descont,
dem Je letras de boas tirmas le al ({.
DasCOntOda billi. da Alfin!-; I a
me i.
compra vonda.
Opro- Moeda de 6,400 V. 15,900
N. lii,S0J
li.i
. de 4,000
Pataeoe
Peros Columnare
diti-i Meiicanas
rpiiida
8,800
l.s'u
1,820
1,840
1,040
10.100
10.000
J ooo
1,840
1,810
1,840
1,080
Preamar do din 21 de Julho
l."a3 horas e \ '. m. da mana.
2. a 4 lunas e ti m da tarde.
PHASES DA 1.1 A NO MEZ UK JULHO.
Ouart, uiin. a 30 Ja 0 dorara z4 m da larJ.
l-ua Nora a 8-- s 4 huras e 44 m. da manh
Quarl. cresc. 14 ki 7 horas e 4 m. da tard
La ebeia a 22 as 8 horas e M'* m. da manh.
DIARIO
PARTE OFFICIAL
GO'VERNO DA PROVINCIA..
EXPEDIENTE DO DA 10 DO CORRENTE.
Oilicio Ao Inspector da thesouraria da
fazendu a. cusando recebido o seu olllcio de
M do corren le era que partecipa., que o
commissario Fiscal do ministerio da guer-
ra entende que aos ajudantes da Illia de
Fernando se deve aumente abonar o sold,
e gratificaco addicional, e nao alem d'estes
veneimentos quatro mil reis a titulo de gra-
tificarlo de exercicio urna forragem e li-
ma etape ; e signifcando-lhe que levou es-
te negocio a consideraeiio do Governo Impe-
rial para que decida como entender.
Dito Ao mesmo approvandJ que as
forragons e etapes para a tropa de primeira
linha no corrente semestre sejo as mesmas
marcadas para o semestre lindo.
Ditos Ao commandante das armas e
ao Inspector da thesouraria das rendas pro-
vinciaes intelligenciando-os do conteudo no
precedente oficio.
Dito Ao Engenheiroem Chele das obras
publicas remetiendo o ornamento das des-
pesas necessaras ao reparo do barradlo cm
que se asilo mendigos d'esla cidado alim
de que com urgencia o examino e expenda
Presidencia sua opinio a respeito para
que se mande proceder ao mencionado re-
jw/o.
Dito Ao Racha re Manoel Ferreira da
Silva concedendo-lhe cm attcnco ao que
representa em ofliciode honlem a demisso,
que pede do lugar do segundo supplente do
subdelegado da freguesia de S. Antonio pa
ra que havia sido nomeado.
DitoAo chefede polica, scientifican-
Jo-o da concesso da sujiramcncionada de-
misso.
Dilo Ao mesmo disemlo que remella
uma rcteefo dos individuos nomeados para
inspectores de quarteiro do primeiro disl.-c-
to do termo d'esla eidade com declarado
de seus nomes batalhes o companhias ,
a que pertencem iin de que possa mandar
dispensal-os doservigoda guarda nacional, se-
F@LKIgTll
O VALLE DE C.VRATEL. (*)
Dppois da partida do conde Rathilde se
ahandonou nteiramenle melancola que na
sua presenca ella procura va oceultar e nao
so fuaia a toda a sociedade estranha mas
tambem da mesma do Anna e de lord Rix-
wald. Poucos das depois ella nao quiz sair
mais do stu quarto no qual passava s ten-
do apenas uma escassa luz do da que com
difCculdade punelrava atravez das espessas
cortinas que antecedentemente linha man-
dado por as janellas
Este estado de misantropa tornou incon-
solivel a Anua que nao sabendo mais que re-
medio havia de dar a tal estado despachou
um correio para o conde no mesmo da em
que Fauslina linha tornado aocastello que-
rendo dizia ella tomar parte no em barago
que os oceultos o inconcebiveis caprichos da
condessa expunha a familia.
Passa Jos tres dias Anna que impaciente es-
perava seu irmo ou pelo menos uma res-
posta sua carta recebeo o inesperado con-
vite de Rathilde para que tivesse a bondade
do ir v-la.
( ) Vid. Diario N. 154.
gundoS. S.-1 requisita em olTicio de 10 do
corrente.
Dito Ao Engenheiro em chefe das obras
publicas approvando a resoluco que lo
mou de mandar fazer os reparos, e concertos.
de que precso as obras indicadas em seu of-
ficio de 10 do mez passado 5 e intelligencan-
do-o de ter expedido as convenientes ordena
ao Inspector da thesouraria das rendas pro-
vinciaes para mandar safisfazer as despesas,
que so houverem de fazer com os indicados
reparos a vista das cuntas legalisadas que
S. m. houver de lhe apresenlar.
DitosAo Inspector da supractatla the-
souraria dando-lheas ordens que no oi-
licio anteceden le diz lhe foro expedidas;
e ao Inspector fiscal das obras publicas, sci-
cntificando-o da primeira parte do menciona-
do oilicio.
Dito A Irmandade de N. S. do Guada-
lupe de Olioda significando ter approvado o
plano para cada uma das meias loteras con-
cedidas a favor das obras da igreja da mesma
senhora que aeompanhou seu oilicio de
3 do corrente; eenviando-lho uma copia do
mencionado plano.
Dito A cmara municipal do Recie re-
metiendo um ofh*co do Engenheiro em che-
fe d'esla Provincia para que tomando na
devida considerado o seo objecto deem as
convenientes providencias a respeito.
ESCRII'TI'RA DE TRACTO CELEBRADA ENTRE O PRE-
SIDENTE DA PROVINCIA E o CIDADAO FRAN-
GE/ iuclmihe em conformidad* da le PRO-
VINCIAL N. 101 DE 0 DE MAIO DE 1812.
O Presidente da Provincia autorisado
pela Le Provincial X. 101 tem contratado
com o Sur. Pierre Andr Mario Riguaireo
seguilUe.
1. O Snr. Rgua i re se compromelte por
ospago de um auno da data deste em diante a
praicar nos encenhos que designados lhe
forera, o methodoque mais conveniente e
mais econmico lhe parecer para memorar
o fabrico do assucar de canna de modo qu<-'
nao somente este ohtenha a pcrfeic/io, de que
he susceptivel c que lhe do mais vantajosu
aeceitago no mercado europeo, mas tam-
bem srja produzido com menor casto que o
de hoja.
Rons dias Anna bons dias minha ca-
ra irm disse a condessa acompanhanJo u
sua expressilo de um leve sorriso, no momen-
to em que aquella entrava no seu quarto pre-
cipitadamente. Teda a resposta de Anna foi
langar-se em seus bracos e cubrir sen rosto
de beijos Bathilde carrespondeu clieia de
emogo a to doces caricias e por varias ve-
zesenchugou as lagrimas que corriam dos o-
Ihos'de sua amiga.
Minha cara irm tu deves talvez c:-tai-
persuadida que eu sou uma ingrata 5 mas o
Ceo bein sabe que eu eslou bern longe de o
ser mas que queres tu se eu nao tenho po-
dido resistir forca do desconhecido mal que
meaccomette.... Como hoje me sinto algum
tanto melhor por ter descansado maisalgu-
ma cousa esla noute e ter fulo os mais ven-
turosos sonhos quiz logo que despertei con-
sagrar-te este instante de melhora que tal-
vez seja o ultimo e alem disto desejo ver se
posso dar um passcio. Dize-me, miiha que-
rida Anna como t-A o lempo.
Ao romper da aurora o Ceo se achava
bello mas neste momento disse Anna com o
accento maisdoloroso elle se acha carrega-
do e parece que vai achover...
Vai chover vai chover. di/. s tu ? ...
Eu le agradego... Sim Auna eu teagra-
dego por esta boa noitica. Oh eu vou an-
da uma vez sentir car esta agoa fresca e re-
frigerante sobre minha ardent< cabera Vem
oh minha irm vem nao percamos un
2. Designado pelo Presidente da Provin-
cia o engenho em que o Snr. Riguaire
deve trabalhar he e?te obi gado a se ahi
apresenlar, permanecer e laborar por espa-
do de tnjz a quatro mc/.es mais ou menos ,
para com a ajuda do genitor de engenho pre-
parar a olfieina em ordem a poder nella exe-
cutaroseu melhodo de melhoramento e
unsna-loaos trabalhadores do engenho, at
que pracamenle so rea liso o desejado aper-
feicoament no fabrico do assucar: feito o
que passar a outro engenho e assim por
(liante.
3. O Snr. Riguaire fica obrigado no cur-
so dos seus trabaihos notaros defeitos que
esf su jeito o processo actualmente em voga
e os inconvenientes que aprsenla o sistema
de assentament maquinas que na acluali
dado servem o as reformas de que necessi-
tarem sempre no sentido de aperfei<;oar o
producto, e diminuir as despesas de pro-
diicco.
i. Tambem ir fazendo rigorosa compara-
t,-o entre os resoltailos que apresenlar o mo-
do actual de fabricar assucar e os do svsle-
111a que elle for pratcando, para d'alii con-
cluir minuciosamente as vanlagens ou des-
vanlagens de un c oulro melhodo e mes-
mo indicar os mellioramenlos que para ao (li-
ante se polerem emprehender 5 do que ludo
formar relalorio que a presentar ao Gover-
no, alim de que com estes dados e conheci-
dosos progressosque O Snr. Riguaire houver
pralicameiite a presentado na industria que
se comprometi aperfeicoar, se possa ento
assentardetintivamente no processo que se
deve adoptar para o futuro; e secundo elle
linnar-se o engajamento pelo lempo necessa-
ro nos termos da I.ei citada.
5, O Snr. Riguaire vencer dentro do an-
uo do presente contrato o ordenado de qua-
tro contos de reis e mais a gratificado de
cem mil reis dados pelo senhor de engenho
onde trabalhar, provandoque tem cumpridn
as condiges supra referidas ; e no caso de
se conliecer durante este mesmo anuo de- pre-
sente contracto que o processo do Snr. R-
guairc flo offroee o melhoramenlo inculca-
do, nessecasolicar sem eleito este contra-
to o o Governo desobligado de todas as cun-
dieres nelle insertas.
momento, nois uma gota deste balsamo sa-
lidor me pode dar vida. *
A condessa toeou a campanha c appare-
cendouma criada, (concomo petrificada ven-
lo sua senhora nao smenle vestida em traje
le passeio mas tambem d'uma apparencia
le boa saude quando na vespera a havia
VStO lio doenle.
Mandai apromptaro almoco no pavilhao
lo jardim lhe disse Bathilde. Logia cria-
do tornando a si da especie de ex tase em que
se achava correo a Iransmittr esta ordem ao
ropcro 1 eoutros criados, aos quacs a agra-
davel surpreza que ella acabava de experi-
mentar ss communicou como o fogo do raio.
Fci no meo de grilos de alegra e de
gracas dadas a Santa Virgen) a que se at-
tribuia a ressurrcieao da condessa que esta
de brago dado com Anna deseco a oseada
principal, c alravessou o pateo para entrar no
jardim
A vista do Ceo todo cuberlo de densas e
negras nuvens llalhilde licou alguns ins-
tan tos indecisa.
Como sou louaa esclamou ella enchu-
fando s escondidas urna lagrima e depois
apoiarida-se no braco do Anna se dirigi
vagarosamente ;io pavilhao.
J ali fe achava um esplendido almoQO.
Minha irm, disse ella agradavelmente,
se a nossa bella prima madenioiselle d'AI-
guemont visse tal feslim pensaritque nos
queramos receber uma numerosa compa-
Edesta forma o Presidente da Provincia
com a acceitago do Snr. Riguaire d por
concluido e firmado o presente contracto nes-
la eidade do Recife de Pernam buco aos dita-
nove dias do mez do Julho de mil oilocentos
equarentae dousHaroda Ooa-vislaRi-
guaire
COM.MANl>(> DAS ARMAS.
EXPEDIENTE D0 hl.V 16 DO CORRENTE.
OlcioAo Exm. Presidente, rogando-
llie a expeilicgo de suas ordens ao arsenal
de guerra para que fuese paga a quantia de
6*2 10 reis (pie se licara a de ver de falda-
mentos ao soldado da COtnpaiihia d'artfices
Antonio Joze dos Sanios, o qual ohtivera bai-
xa por ter concluido o lempo a que eslava
obrigado a servir como recrutado.
Dito Ao mesmo Exm. Sur. encami-
nhando-llie o requerimento do ex soldado An-
tonio Hispo de Villa que reelamava o paga-
mento do que se lhe licou devendo de farda-
niento o informando que sendo a sua pre-
lenco l'undamenlada convinha ajuslar-se-
Ibe n coala pela forma eslabelecida no Decre-
to de 29 de Barco do I81O.
DiloAo mesmo Ivxm. Snr. rogando-
I he bou vase de manUar pagar a Francisco
Paulino do Coulo Ilairoca a quantia de \i
reis porque foi contrastada a passagem pa-
ra o Rio grande do norte na canoa Andori-
nha do segundo sargento Joo l.uiz de Sou-
za c sua familia e communicando-ilie que
a sua rusta hia na mesma canoa o segundo
cadete Joaquim Candido Pinheiro de Vascori-
cellos.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remetlen-
do-lhe competentemente inliinnadn o re-
querimente de Francisco Perera da Silva ,
(|ue pedia sei excluido do balalho de iufan-
taria de G. X. destacado.
DitoAo Exm. Presidente do Rio gran-
de do norte, commiinieando-lhe, que em
consecuencia do sua exigencia (cita a Presi-
dencia desla Provincia parta a ser-lhe a-
presentado acompanhado de sua gua o se-
gundo cadete Joaquim Candido Pinheiro do
Vasconcellos.
Dilo AoExm. General, commandante
das armas da corte remellendo-lhe as guas
nha e divertir-nos loucamentc na ausencia
do meu esposo. Para evitar suas malignas
aecusaertes se vos m'o permittirdes todo o
almoco sera distribuido pelos nossos vassal-
los e nos al moca remos uma chavera de
leitecomo eucostumava na minha trra : di-
zei-me Anna approvaes vos isto i' h'm
disse ella logo e depois do frugal alhio^o
que. Bathilde achoii lo bom como so tora dos
mais exquisitos manjares : Anna, disse el-
la com uma-e9^ecie de fieslago ; cu me re-
cord, q'n'outro lempo quando nos eslavamos
juntas, passavamos as doces horas na lejtura
de contos fabulosos ouconlavamos as his-
torias que sabamos. Queris que cu vos
repita aquella d'um insensato que, recebendo
de Dos o niaior hem que elle poda esperar
sobre a Ierra oiisou dizer : isto nao a-
inda bastante... Cara irm rontnuou Ba-
thilde encastando a sua cabera ao hombro de
Anna pode ser que a voz que agora ouvi
brevemente deixar de ser ouvida por todos
os vvenles recolhci pois meus ullimos ac-
centos os quaes eu espero que a vossa
memoria nao deixar de recordar com sau-
dade.
Houve ento entro as duas amigas um da-
quelles momentos em que o silencio patn-
tela de um modo mais evidente todas as an-
gustias (l'um senlimenlo o maisdoloroso. O
eoracfio de Anna achava-se oppresso com uma
scena tao triste u nao pudendo adiar razoes,
com que podesse destruir esta forc,a de ima-


3LML* ILTftW S.-ZZXm/fi*-. ft'-l*. i
i
!
dos segundos cadetes Mannoi Cnrneim Mata-
do Freir Torquato Alejandrino dos Santos,
e sargenta Manuel VieU.r do l.nnna Freir ,
que seguido para a Capital do imperio com
deslino ii servirem no miI.
Dito Ao mesmo Exm. L 'nr. parlici-
pando-llu' que com o dsignio de servirem no
sul 011 onde o Govcrno Imperial julgasse
conveniente seguia a ser-lhe apresentados,
o alferes de commissn do balalhao proviso-
rio" 4. C. ('.. d'Albuquerque eo soldado J.
P, Jnior, seo impedido, rujas guias Ihe rc-
mellia.
Dito Ao Inspector da
mandar satisfazer os prels
apresentados pelo h.italha
d'artthara a pe.
Dito Ao Desembargado!- ehefe de poli-
ca disendo-llie que ficava com praca o
recruta Francisco Antonio de Sou/.a qu>
remetiera com sen oflieio desla data.
Dito Ao ox-Prefeito da comarca de Ga-
ranhuns di/endo-lhc em resposla ao seu rl-
fieio de IGde Junho ultimo que em 12 de
Mare/> passara as mftos do Inspector da the-
>.
dado remetiendo por copia as Inslruceos de
12 da Maio prximo lindo para mellior exo-
cueao do artigo 0. $ i. da l.orde IT> de N<>-
vembro de anuo passa lo N. 2rl a lim de to-
reo! o devido cumplimento como determina a
Ordem do Tribunal do Tliczotiro de 20 do re-
ferido mea de Maio.
Iguae Officios ionio dirigidos ads snrs. lu*
/.es Mnnicipaes o de Orphftos. .los Distrielos da
Provincia. .
Portara Ao sur. segundo Escrpturario
da Contadoria nearregado da eonlabilidade
.Militar para licar na inlolligenca de que
nenbuma verba de despeza de qualquer na-
lureza, queseja, se devo fazer nos ivros da
nv sma eonlabilidade, se nao a vista dos des-
pachas da Thezouraria, que mandom efTec-
tuar o pagamento.
idkm no nu .">.
Officio == Ao snr. Inspector da Thezoura-
Rendas Prnvincaes, expondo que
na conformidade do artigo 10. da
Cari i de Le de 7>{) de Novemhrn ;le 18il de-
dnzir-se no supprimentode150:000 ders.
que compote aquella Thezouraria a despeza
sodraria os papis de eonlabilidade do des-1 rom os .Ini/.-s de Direito c importando
tacamenlo, relativos ao mez do Janeiro en- os venc men tos destes, conforme os lugares
ja importancia devia do entregar a Jo/e .loa -1 orearlos em i8:000.y de rs. pareca que dito
quii da Silva Maia segundo asna autori- supprimento, em quanlo nflo so procedesse a
saco. ; ultima liquidaco achava-se reduzdo a
Portara Ao lenle coronel commao-j 102:000, do rs., e as preslacfles mensaes a
dante do batalho nrov! trio mandando re-
liesourana para
que ilio fussom
provisorio
na das
devendo
niKM no da 7.
conhecer segundo cadete ao soldado .loze
Francisco Soars eujo corselho do averi-
guedlo Ihe transmellia.
Dita Ao mesmo mandando excluir. e
passar guia ao segundo cadele addido.l. C.
I*, de Vasooncollos.
Dita Ao lenlo coronel com mandan te
do batalho de infaniara do guarda nacional
destacado mandando excluir lo mesmo .
ao guarda Francisco Bazilio de Aramia por
assim o determinar a Presidencia em oflieio da*
lado de hontem.
THESOIRARIA
EXPEDIENTE 1)0
DA FAZENDA.
|>IA !2 DO COR RENTE.
Offcio = Ao Exm. ^nv. Viseonde de A-
branles, Prezidento do Tribunal do Thezou-
ro Publico Nacional, enviando as retacos das
Commarcas desla Provincia", edosJuizes Je
Direito do Civcl eCrime, com dcelaraeao
dos sous nomes e do vencmentu que per-
cebe cada llm como loi exigido pela ordem
do dilo Tribunal lo Thezoliro de 13 de Ja-
neiro do correte auno.
Dilo = Ao Exm. snr. Baro da Boavisla .
Prezidente da Provincia informando o ofli-
eio Jo Exm. Prezidente da Provincia das Ala-
goas, relativo a fiscalizado dos Direitos da-
quella Provincia nesla arrecadados.
Dito = Ao snr. Administrador ra Recebe-
doria de Rendas (eraos Internas inlelligen-
duodecima desla importancia.
Dito= Ao snr. Inspector do Arsenal d
Marinha podindo se lignasse mandar relc-
!lwr a caza da Repartigao da Saude envian-
do a cotila ra despeza Thezouraria para ser
paga.
dem no da <>.
Oflcio=: Ao Exm. sur. RarfioPrezidente
da Provincia reenviando ascontas das des-
pegas loi las pelo ex-Prefoilo da commarra do
Bonito, por fallaren, indias asassignaltiras
do dilo ex-Prefeilo e una dever ser paga
pela Thezouraria Provincial, por pertencer
despezas com presos pobres.
Ditoas Ao mesmo Exm. snr. informan-
do o requer men lo de Joze Ramos de Oliveira,
sobre terreno do Marnhas.
Ditos Ao snr. Jniz dos Feitos da Fazon-
da respondendo ao sen officio do i. do cor-
rents com a copia do nm artigo do expedien-
te do Tribunal do Tiiezouro de o de .limbo lo
correnle anno transcripto no Jornal do
' ommerco de Ifi do mesmo mez N. 159,
declarando a maneira porque devem S"r pa-
gas as despezas dos processos dos Feilos da
Fazenda depois da l.eideSOd; Novcmbro
Jo anno passado o qual passava a ter exe-
cuoo nesla Provincia.
Dito = Ao snr. Procurador Fiscal da Fa-
zenda sobre o mesmo objecto ; e cm respos-
la ao seu officio de 10 do passado
Portara = Ao sur. segundo Kscripturaro
ciando de que em vista das uridicas razos da Conladoiia nearregado da eontablida-
em que se Pin ion a ordem Circular de 6 di
Fevereiro de 1850, deixoii de sor favoravel-
mente deferido o requer ment disem prega-
dos daquella Repartico em que pediSo a
revogacao da dita ordem.
ibBM DO 1UA i.
Dito =5 Ao nu*. Juiz de Orpliaos desla ci-
de Militar, declarando em adrilamenlo a
Portara de i do correnle que os recibos dos
Olliciaes reformados devem continuar a ser
pagos sem d spacho como eslava em pral-
ca; bastando somonte para ser averbadas o
Ivierno Frrenle-- do snr. (lommissaro
Fiscal do Ministerio da Guerra.
inaco em Ralbilde procurou com suas ca-
ricias tranquillza-la o que leudo ronsegu-
gradavel aosolhos que as outras cabanas que
as cercavam. Antes dos quinze annos ja es-
do a eondessa scguio o curso de suas ideas, j ta havia perdido seus pas .
e esta perda era
<., Anua langa os olhos sob e aquelle ponto o nico pezar queaffliga o cora.cfio da joven
do honsonte onde o sol se mergulha la on- orf. Seus desejos eram limitados como o es-
de se ve" um paiz a quem a nalureza. tem pro-
digalisado todos ossofls sublimes dons tu o
acharias selvagem comludo seus lilbos r> a-
mam com o mais torno sen limen lo o nada
Ireito valle que ella habitava c do qual ella
nunca tinha saido.
Os habitantes da aldeia a eslmavam porque
olla na condescendente e gahavaiu allamen-
l
Oflieio == Ao Exm. snr. Barao Pre/idenle
da Provincia expondo, que irlo se aehnndo
legaes os documentos dos vencimenlos pagos
porThomaz Alvos Maciel. Delegado da Cosfl-
marec do Rrejo,. i escolla que acoinpanhou
diversos recrut.is para osla cidaile, como
conslava pelas informaciV-s do Onnmissario
Fiscal do Ministerio da Guerra e do segundo
Ksorpluraro da Fontadoria nearregado da
eonlabilidide militar, cumpria reenvial-os ,
alm de S. Fx. determinar o que julgasse con-
veniente.
Dilo a= Ao mesmo F.xm. snr. dizendo .
quo duvdando o F.ornmissario Fiscal do Mi-
nisterio da Guerra por o Correnle na
folhs dos vencimenlos dos Officiaes do Bala-
lilao do Infanlaria das Guardas Naconaes des-
tacado perlcncentes ao mez de Junho ,- por
se lerem lirado vencimenlos para o Cirurgio
Ajudanto do I. do mesmo mez fondo prin-
cipiado eslo a servir no da 2, e achar contra-
rio o que se leelarou na ordem "lo Da a dis-
posic,ao da Circular de IG de Srdenibro de
ISil se dignasse decidir oque a este res-
icilo so devia observar.
dem do ni a 8.
Dito = Ao mesmo Exm. snr., rotorman-
do o requerimenlo do snr. JoSo ("oelho Bas-
tos Reputado Assemblea Geral dissolvida ,
pela Provincia da Parnhiba em quo pedio o
pagamento da Ajuda de cusi de volla.
Dilo= Ao mesmo Exm. snr., dem o de
Simplicio Pereira da Silva oro quo pedio por
Sismara urna exlenso do terreno no lugar
denominado Comas -- do Municipio do Pa-
jeh, nntigameute infestado pelos Indios
bravios, do que actualmente se acha de
posse.
TRIRFNAL DO .11 HY DKSTA CIDADF.
Da i de Julho.
Denuncia contra os p re tos Victorino, es-
cravo do Jo/e Pereira Teixera Joar|uim es-
cravo de Antonio Botelbo Pinto de Mosquita,
pelo homicidio do creollo Lucas Evangelis-
ta da Assumpco : loi absolvido o escravo
Viclorino o condemnado a galles perpetuas,
o escravo Joaqoim.
Da 11.
Denuncia contra Jofio Miguel Ferreira cri-
oulo forro por resistencia de u/o de armas
prohibidas ; loi absolvido (planto 6 primeiro ,
o quanto ao segundo 7 m^zos de
pies.
Denuncia contra Joze l,uiz Teixera por
u/.o de armas prohibidas : fo absolvido o
Juz de Dircilo appellou ex officio.
Dia ]
Denuncia contra o pardo Viclerbo escra-
vo em parle de Jenerosa Senliorinba de Mi-
randa por uso de armas prohibidas : foi ab-
solvido.
nenie Coronel Pedro Cavalcante d'Albuquoi-
6prime
pllsflo i
snn-
wARto m Mmm,
Sabbado IG do corrento pelas nove horas da
manila na matta do engcnbo Ginipapo i duas
ou tres legoas da Villa do Rio formoso foi
assassinado por tres facinorosos que sobre
elle (lespcjaro os bacamartes o Senhor To-
que l'choa senhor do engcnbo Pindobi-
nba Delegado de Polica daquella Villa -
casado, o com Julios., prente, das fami-
lias mais dislinclas da provincia c no seu
districlo pessoa influente o respeitada. tjucm
forao seus assassinos ? Quem sabe?
A nica tcslemunha do liorrivel alienta do
foi um escravo (jue acompanbava a Victima ,
o qual transido de susto nem pode ver a crir
ao rosto dos malvados e deitou a correr al
o primeiro povoado. Ficar pois impuno mais
osle assassinio como ficaffto os que ainda
nao ha mullos mezes nos encherAo de horror
mesmo no recinto desta Cidade ? Tudo o in-
duz a crer F. a le I' Aloi nao desarraiga,
por si s por mellior elaborada que lenha si-'
do, por mais applicavl quo soja os vicios
inveterados decerlos focas, chamadas homens,
usciras o ve/eiras a commetier crimes : para
que ellas arripiem carrera to seguida pre-
ciso be que a lei Ibes seja applicada ; preciso
be fazer perder esses monslros a convieco
de impunidado cm que esto fazo-Ios sentir
licao do castigo, por inuitas ve/.es repetida jes-
nuecera indulgencia, quando se Ira lar de julgr
criminosos desse genero: a oerteza da impuni-
dado he nessa genio lao habitual, que nem se
lembrao que fia autoridades que nao sirvflo
para os protegersomenle scjfto quantos fo-
rem os seus crimes, scjfto qnaes forem as suas
atrocidades ; nao crem que para clles baja
urna justica penas", castigo. Os assassinos
do Sr. Podro l'choa nao forao provavelmcnto
vingar urna ollensa propria : elle era um obs-
tculo pretendes sediciosas elle excitava
as invojas do outros com a sua representa-
Qo d'ahi Ihe veio a morle, dealgum dessfes
infames que. s sabem vingar-se com trahico,
em siladas, sem porigo para clles; o cinco or-
fflos o urna vi uva que cliorom iuconsolaveis ,
pedindo de balde vinganga justica dos ho-
mens F estarao sempre merc^ de laes mal-
vados quo nada receio nem dos boinens por
(|ne a sua justica he ou miseravel, ou imp-
tenlo, nem de Dons, por que nelle nao cr^ni;
estaro dizemos nos sempre sua mcrc
os quo como elles nao seguem as vias docri-
Die ? Nao ; espe cmos-, ospiiremos sim qu
um dia possanos ter seghranea para nossas
vidas ; e em (pianlo uns grito por garanlias
que sobro em objectos de menos importan-
cias pugnemos por aquella quo he a mais
preciosa sobre a Ierra ; procuremos conter os
malvados dando-Ibes o casligo ; lembran-
do-nos que se boje absolvemos o assassino da-
quelle que nos era indiflerenle outros tan-
tos quem sejamos igualmente indifferentes
bsolverfto amanhfl o sicario que bouver des-
carregado sobro nos o punbal assaluriado.
Demos pois algumas lagrimas a desgracada
victima j mas vinguemos nossas lagrimas e o
sangue innocente em lodos* os malvados que
cabirem sob o ctelo da JusthjB, quando o seu
golpe depender do nosso aceno.
RECIPE 20 DE JILIIO.
O Vapor do Norte chegou esta -manb :
tronce-nos jomaos do Para ato 2 do correnle ,
alii nfio havio recelos de que se tentasse con-
tra a tranquillidade publica : do Maranho
cbegaA as foi has ate 7 ; es partidos pstao oc-
capaz de destruir a impressfto que elle exer- j le a sua sabedor i a porque sabia le o que
ce sobre sua alma. L debaixo de nm Ceo Ihe Gavia ensillado um padre seu velho lu-
muilas vezes nebuloso onde a mao nao pode I lor do qual ella anda conservava viva san la-
eolher as aromticas flores da larangeira, nem de. Quando chegavam os bmgas noites de
a vista lisongear-se com lindas llores da ro-1 invern todas as donzellas do lugar vinham
meira ; vastas Horeslas olferecem ao fatigado rennir-se em sua cabana,
uga
o em toda do fngo
esfee ando as maos Ihe supplicavam que
llies lesse ou conlasse as
ella sabia.
F Icns tu por acaso esquecido o seu no-
mo iiitcrrompeu Anua lancindo sobre sua
viajante sua sombra mageslosa e o mais
brando e espesso musgo i lose neo aos seus ps.
Enormes rochedos uns negrose quebrados pe-
tos rigores do tempo i', violencia dos raios ,
outros Cebarlos de arbustos de (oda a especie,
cercam lin ios prados quo a impida corren- inn um olhar espressivo
tad'um ribeiroem serpentiadas voltas loma Bem est :
agradaveis e deleitosos
Estrellas c profundas veredas, solitarios bos-
ques onde apenas pode penetrar a luz do dia...
Oh minha cara irm.'i quanlo islo bello ,
como p caro a minha memoria o humilde
vallo de Cira le, que se occnlla no meio des-
te labyrintodo ramagom
lindas historias que
uniforme que a chuva fazia cabindo sobre o
le liado.
Quando a bella primavera torna va urna
reunio debaixo do copado carvalho um pas-
seio feira da villa visinha tardo urna vol-
ia cm torno das modas que os cegadores ti-
nbam feilo e algumas vezes o casamento
do urna de suas amigas ois aqui quaes fo-
ram os prazeresde Mara at aos dezoilo an-
uos do sua idade.
as crcunivisinhangas do valle deCaralcl
varios castillos eram habitados por seus do-
natarios que juntamente se divertan) na
cicados gamos em as visinhas florestas p
mudas ve/.es aconteca que estes sriihorcs
(piando perseguiam aquellos influidos na
Carrera se deixavam conduzir a Ira vez dos
campos, destruindo com os pos do seusca-
vallosnquillo quo devia nutrir durante un
anno a familia do pobre lavrador. Foi n.
dores se achava ja bem porto dellas. Mara
lao assuslada como o pobre animal, que se
persegua se abracou com a cruz junio da
qual oslo vai langar-se enfurecido.
Oh H sei eu sei diz arrebatada-
monto Anna : dcixai-me acabar o resto desta
scena que onlro alem de li me temj con-
tado o na qual ha particularidades que tu
poderias esquecer.
< 0 veado vendo-so cercado cnlre os de-
gros do calvario o o bando de caladores ,
fez frente, com sua magestosa cabera ma-
lillia de Caes quo o perseguiam, que fura Ri
repelidos por suas armas mas que nova-
inenlc animados pelas cornetas e vozes do*
cacadores so langaram sobro elle e o cubri-
r m de feridas. Em vo o desgracado ani-
mal se defenda suas lagrimas se mistura-
vam com o sangue que corra de suas feridas,
e no momento quo um joven cacador se adi-
ar .,, ,, rrU.f!, ,l(, l"" J" em *"" eosturnava a lantava dos outros para o ler.r elle como pa-
V^ihodisse^^^
reflexionado um momento en nao sei outro| adas leve!far. '0 "g"' par" ,ad ',0 Mana-
",;"s ",,,I- I Juntas todas as lilhas do valle de Faialel
As donzellas tornan a repetir Rall.il- sobre ama monlanha onde devia para
supplicavam a Hara que Ihe contassejeissao
Piedade pjedade !
una vos quasi divina.
exclamou ella com
de
ra pro-, O calador para o suspende o golpe....
cu ..gum. ,,, Historia; i.SX'.IS ST'JS.V*'* "M"" "'"" "'""'" ""' a"j" "C '""
e ll rinl......rgo : ,ln r, .?!."*""" """! T"'. T" r"""' ? H,lr'a rol1'- i ">"s'"'" p d< cruz Ihe .npl mv
que viva urna don/el!., ,,, por teda a sua oceupavam as donzellas, a vanea va nsensi- dado or 1 < e \ZJ,. 5 g.. A por p,cJadfi ouv,-'11(; ''^ '"a
fortiina tinha algumas geiras de trra e'vehnonte, esqeeia-se 'o mngMo do Ten o ^Srel?.^b^tS^Z^ l^" ""l1'*i'""""1- S":" > "!
i-P-a Poronga florala, .--i*S!^^
matis
;elic.
nos
co-
,


1
p*
cupaiJos com as clcie/les que sao disputadas
1,,'las foHp< e nat'a ma's as ultimas no,,~
{., doCeai sao de 13; a tentativa do mor-
domesticid.'ide despnvolvendo a intelligencia
em Igumas especies augmenta ainda o a-
mor maternal. Curiosos exemplos citana-
riaS 00 ltala SilU uc "'t wiiMiiii" uinwi mu maini un. v.uiiu.v .ahiijiiim ...,.....
. do Exm. Prezidente eslava ligada com a de j moa era abono desta hypothese se os limites
edicto; tom sido presos alguna desordoiros ,! iieste rtico no-io-no vedassem.
Se os anaminaes cada um segundo a sua
,M>sl baje conheci(to que havia na Provincia j
uin plano de revolta que a "divida le do
jno Presidente CoeMio tem desmantelado.
No seguinte numitro daremos alguns exme-
los inl.i-.ss.iules do Pedro-segundo.
MISCKLLAlNEI.
AMOR MATERNAL.
0 amor malerual lie um raio dessa inlelli-
rencia celeste espalhada 0111 todo o universo ,
c alie diado o lioniem al aos ltimos limites
da creaos mimada vai diminuindo e enfra-
Dcscendo assim a tonga eadeia dos
eos acecidos da vossa voz. Sol) aspecto niais
j locante partan vos vejo ainda apparecer .
proporco de intelligencia correspondom lo : (piando proporcionando os vossos cuidados -
bem s vistas do Creador que Ser entao o dade As necesidades dos temos objoctos de
amor de familia no homem que enllocado
no alto da escalla dos seres rena em si to-
dos os instinclos todos os-pulimentos to-
da a intelligencia das oulras creaturas <>
amor maternal esta intelligencia las mn-
llicres fonlc para ellas das mais sublimes
ente infatgavel, vos vellaes mm lugares; ordinaria de Ifl de Jiilho de 1842 = Joze
morada da paz, da virtude. da poesa ten- de Barros a cao de I cerda P. Prez.den-
ras frontes chelas de innocencia lio. escom sol, la = Fulgencio Infante de Albuquerque e
vossos beijos e as dores se miligam aos do- Mello, Secretario.
non' *# *" >*' --~j ---
dirigsessas almas novas ao
t- Pela Administrado da Meza do Con-
sulado se faz Saber que no dio 2tf do corren-
te se ha de arrematar porta da mesma ad-
ministraco urna caixa de assucar mascavado
aprehendida pelos respectivos empreados do
lauta SuiC'.lU iv; .,mor do I., in quando com urna paciencia c trapixe da companhia por inexaclido da la-
i:i;msidao inexgotavcis semeaes nosse solomo- ,., sendo a arremalaeo livre de despesas
iiiaiisioao inexgwvcw w-uiwikt wcobw www ii sei.uu a un
v.'dicfl e ainda pouco profundo cultivaos lo-; ., arrematadle: Meza do Consulado de
dos os dias todas as horas lodos os instan- nambuCO 20 de .iulbo de 1812.
tes sm jamis cancar as preciosas semen- Miguel Arcan jo Monteiro de Andrade.
virtudes dosmaiTsn'ncTosd'everes. dos mais les da virtude plantas delicadas e franzinas,1; Falcilode Ccenla
puros praze.es hrilha ahi con. lodo o seu es- que o W>J*ro devorado.- das pusAn as Um-
pleudor : foi s mull.eres que Dous conliou o pesia les do corado nmoaoin. do contorno .
cuidado de alimentara vida e doceis s leis Marcha o lempo com 0 menino que nutrs ,
do Eterno ellasCUmprWU belmente sua ao- sois sen guia e entao urna sahedona nao re-
Riista misso. Represente robora o nalu- velada mas nstinclivo vos .nuca que se de-
ntista latino com melanclica misantropa va dizer o que se deve temer, o que se deva
Per-
inapreeiavel cm fim ausencia total do to-
da a sinsaco deste genero ; e segundo os lu-
zeiros mais ou menos vivos desla chamma di-
vina poder-se-hia estabelecer com certeza o
grao n.ais mi menos eminente de intelligen-
quecendo.
entes aelia so amor Ilustrado senlimento palista latino com melanclica misantropa ve mar ....,,.. ... .......-......
..enerse pa&Ao forte instineto aperMeo- j ( diz o profundo e indicios autor do Ensaio evitar ; formaos a mao o corado do mance-
dlo instineto mais obscuro, impulso surdo, sobre o instineto intelligencia o vida o ha ho vos Ibo inculca. s essas noefiea de mode-
ra-, Massias ) o recemnascido hincado como raco da coragem do prudencia que ao
um embrulhodesprezivel sobre a Ierra n j depois viro a ser outras lanas virtudes : no
fraco sem armas, o mais miseravel dos ani- coraco da menina insuflaos n ternura a pi-
maes deplorando o funesto benafteio que a- edado a paciencia e o amor vos a dotaos
- eaha de receber o saudando a luz com com o senUmento dos serios _e doces< everes
cia as raras diversas em que se elles n- choros e gemidos: a estas negras pinturas a a cujo desempenlioser ella cham.i.la ni ,1.a.
ont am. essas sinistras aecusacoes, que responde a na-; Ainda mu.lo mais 0 amor o BMPW
Naverdade, os animaes completamente luwa ? En ll.e dei urna me.... Nella re- so o mais constante o mais maravilhoso
destituidos deste sublime instineto sao de Irebeu ludo oque Ihe Talla ludo o que urna los amores sal.sle.ta e?ia primiMia mi eia .
urna natureza inteiramentc inerte ; Ues sao prodiga benevolencia podara eoncoder-lho. ve-se-vos remorar o^comoi'Pnenixirenawi
Dependente de quanto o rodaja os mais ler- de vossas c.n/.ns para comecnr de novo ., I. -
nosenidados nao o dei xa rao eonheoer essa do-! Vor da orlaos desamparados i onga senede
pendencia. Suas necessidades seos desojo, cuidados matemos e prod.Calr/.ar do novo
sao advinhados e prevenidos antes de forma- essa ternura cajo instineto cm vos he nu-
dos. Doces ahracos, um olhar mais temo do morid
os molluscos, testceos, ou outros, em quem
a vida he por assim dizer passiva : os pei-
xes especie de creaco que parece incom-
pleta, pois que um grande numero de especies
so oU'erece amelado de individuos os peixes
nenhuma ideia tem do instineto maternal j as
sua? Cerneas despejam ao acaso os ovos na su-
fteiiicie das aguas o abandona; ao sol o cui-
dado de Ibes tirar os ilhos. Xem se me op-
COMMEUCIO.
que o do amor Ihc fazem sentir que nao he
abandonado ; o seio que o aquece lie anima- j
do de um instineto vital que o reconhece. Son
iwih.i ... ---------r .primeiro grilofoi umsignalde vida edesup ;
ponha a ternura da baleia pelo (lito nem a j p|j0a scu primeiro sorriso he um signal de
das, phocas pola sua progenitura por que es- rceonhecimento e de ventura ; c csse sorriso
sas mo sao peixes. o vio elle vagar nos labios maternas em cu-
So entre as infinidades animadas de que se; jos movimentos esluda o mecanismo dos sen-
comp. o reino dos insectos, se notam os cui- Uidoa ; os olhos I be soocorrem os ouvidos a- l.ondin) mo un un
dados (pie as formigas lomarn com os ovos jnda pouco intelligentes, e elle pronuncia em
que ellas transportam com grande costo nos Qm 0 noma do sen pac, a quem o coraco
lempos ch ovosos ou as revohices de suas! ba'.e de ternura edeorgulho; lodosos das
repblicas, os cuidados nao menos tornos das abelbas e do todas as familias de moscas de dessopr
Clise Voiart.
I). de la C. )
All' AXDECA.
jiilho r.:oi)..:;ii
DRSCAnRROA H0JR 21 K JIMIO.
Barca lnule/a=Price|la= Tazendas. .p.eijos.
n manleiga.
Fiscal do
Rairro da Roavista em virtude da Le Ae.
Faz saber aos prop otarios que bouvereni
de rctificar os muros que foro demolidos as
I) Mas da estrada que vai do Monteiro para
Api pucos por occasiSo da ultima cheia que
s o poderao fazer oblendo da Cmara Mu-
nioipal nova cordiaco ; e para que chagua a
noticia a todos, mandei publicar o presente.
Roavista 20 de Juina de 1812. = Rento de
Barros Falcilode Lacerda.
DE CE Al! ACE S.
CONSULADO '.RITA.NICO.
= Fdz-se siber aos Subditos Britnicos ,
residentes em Pernamhuco, '|e no da s<*x-
ta feira 2! do coi rente moz de Julbo, ao meio
dia lea hipar no Consulado Britnico ra
do Trapixe novo um ajunlaniento dos subs-
criptores ao Capelln Inglez. Consulado Bri-
tnico em-Pernambuco 20 de Ju'lio de I812--
!E AugusliisCowper, Cnsul.
=: Existe em poder do Sub-Delegado da
Freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves um
moleque por nomo Joo, nacao quicamm .
representa ler H annos de idade e diz ter
viudo dosertao, porsedu?o, ao chegar no
Recite perdeu-se dos conductores no salie
dizer quem he sen senhor, e nem o nomo d
serbio donde voio: o qual ser entregue a
sen dono combinando os signaes.
THEA TRO
andera seus meios de rciacao ajuonon -; ^ iri;m__P^ninoir
ferrao que nutrem os filhos com mu, e os; dade orgo da intelligencia e dote ex-rlu-
defendem com tanta coragem ver-se-ha i- svo da raca humana.
gualmenle que o instineto que as leva a fa- Amor maternal quem este nomo se nao
xer estas colisas he proporcionado intelli-1 scnle profundamente commovido temos des-
gaeja que moslram outros respeitos e que vellos doces carinhos sabios conselhos de
esta mesma nao ho senao urna inspirado ma- nossas mftes sesle nome nos desperta n al-
(einal. ma vossa cara lembranca! qual he o homem
Xos passaros he j osle senlimento melhor por mais curvado que estoja sob o fardo da
desenvolvido : que ha de mais delicioso oh- existencia que nao sinta dilastar-se-lhe o ;
servar do que os cuidados do rouxinol do coraco pensando naquella que o nutriu .
canario e de todos os passaros cantores pela i me o tractou na infancia Instineto sent-
sua lema familia ? E nr.te-se que os nnhos : njenlo paxHo amor maternal. vos i*dni* ,
mais bem Teitos os habilos maternaes me- e excedis em Torea em poder em duracao ,,, '!-_..... ... r^~.vr. p (,e. rio Mercadanle.
Ihor observados, se acham as ricas mais L lodos os oiUros affectos do bracio h^ 0? beneficiados espera,, o mesmo aclhi-
i.delligentesmsquadrupedes pela sua plenos; n01 foi em vossos cannhosos bracosque Iteos ^ ^^J^^J; gSfa 'para a .nenio que tem tdo em oulra. partes e fi-
nnereeemasmesmasrelacOes: desdos rnais! deposito.! me.ga esperanca do genero bu- los, orcarn otos ma. i v agrailccidoS.
,va6cs o ,a, ,r,, aUos .ta ^ v ^ ^SSSSS ', tSt^SAZ 'JXi "' ^......* ""^ "" m"Sn' T'""
l^^r^'::;^^^^ ......-ir
Rafael Luct profesar de forte Piano
cantor, com sua tilha Me. Carmela Adelaido
Eurci ; tero a honra de apresentar-se pela
pi imeira vez ao respeilavel publico desta C-
dade boje 21 do correle, tendo-se ajusta-
do por algumas nuiles em seu beneficio. A re-
presentacao ser a seguinte :
Comedia em T, actos a Sensibilidade no
('.runo Entre o primeiro e segundo acto,
os beneficiados execularao dois Duelos o pri-
poilo'novnmonte em arromataco, por quem I meiro : Perpacers>l-n = *jK"J!
monos fi/or. o em ped ramn lo e esgota- lurco m Italia o Celebro Me .. R.ss m
,to o a torro da Roavista. Aspessoas, o segundo : lo vorw. che ,1 luo belcr,s
oni/erem lae...-, comnarecnm na caza da Opera dpostoabband.iato : do Me. Save-
das vidros lonas um carro o per-
tences (iiioijos e oleo de linhaea.
Escuna Ingleza = O helio = Bacalho,
E I) I I A E S .
A Cmara Municipal daCidade doRecife e
sen Termo de.
Faz saber que no dia 28 do correnle sera
ipie
su.
mancos em todos o amor dos pais he igual a
coragem velhacaria e outras qualidades que
lhe sao proprias ; al so poderia dizer que a
ra^So do joven cacador que apenas leve for-
^a para gritar aos caes para que deixassem o
veado o qual se bem que livre das sua a-
gudas prezas cahiu abatido e ensanguenta-
do sobre a relva.
Cheia de emo<;o a donzella senlia-se j
desmaiar quando o joven que a va prxima
a preeipitar-se do alto do calvario corre para
ella e tomando-a nos seus bracos a depoem
ao p do desflcenlo veado. Xeste momento
chegava o bando dos caladores aos qnaes seu
joven companheiro linha precedido, alguns
minutos. Entao vendo-se cercado deste nu-
mero de homens que olhavam atlentamento.
den um pequeo grito e cahiu desmaiada.
< Agora continuai, Rathilde pois eis-
aqui ludo que eu sei....
Tudo quo t sabes ? repetiu a con-
dessa cujos olhos se filaram um instante so-
bre os de Anna mas que logo se abaixaram.
Pois bem sabei, se tu o ignoras que
esto joven calador era um nobre da Rreta-
nhu que linha vindo a este sitio para visi-
tar um castellao seu amigo. Elle nao s or-
denou que respeitasse a donzella que talvez
sem a sua proteceo Tosse sacrificada mas a
amoii com o maior ardor e Toi por ella da
mesma maneira amado ; e ainda que esta
tosse urna donzella c nao filha de alta jerar-
chia a tomn por s:ia legitima espoza e no
dia do seu cazamento que se celebrou na igre-
jado Caralcl Toi eoiiduzido peranle os espo-
ros o veado j sao de suas Teridas. Oh! que
temos aTagos elle receben da nova desposada ,
que por fim lhe lancmi ao pescosso um mag-1
nifico collar de prata como salva guarda
contra toda a perseguido c mandando-o
oonduzir tloresta elle nella se lanceo alegre, i
(, Poucacousa me resta a ilizer-le; mas An-
na poders tu acreditar ? ainda que esta sim-
ples filha da Rretanl.a transportada sbita-
mente em um palacio no meio do mais bello
clima da Franca esta mulher querida de um
esposo que ella adorava amada d'uma terna
irmaa respeilada de todos a quem seu ma-
rido linha querido occullar a distancia que
elle lhe linha Teito percorrer para a elevar a
dgnidade de sua espoza esta mulher em
fim a que nada pareca Tallar para ser ventu-
rosa se sentio bem de pressa arcometlida de
urna terrivel melancola d'um continuo pa-
deeimento e tanto mais forte quanto ella
pertendia occullar a cauza que poderia dar-
Ihe o nome de ingrata. Ella se sent.o mor-
rer e era sment-J na solidao que el'a ousava
dar algum alivio a sen coraco proTermdo
algumas paUvras que emanavao da saudade de
sua tena natal. Escuta-a? nimba irmaa ,
e repete-as quando o Ceo de tua patria bri-
Ihar com todo o son resplendor por cima da
la cabeca.
Rathilde pegou na sua hara o canto..
com una voz fraca mas cheia de dogura urna
cancao anloga a auzencia de seu esposo e
aos lugares de si:a infancia.
Tu vivirs oh mnha bem amada excla-
ma o conde precipilando-se lio pavilhp o
aportando sua mulher ter na mente em seus
bracos ; tu vivirs no meios dos Pampos qoe
tu lamentas, sombras dessos bosques, de-
tallo dos quaos, modesta flor, tu procuras
nce.illar-to... Auna cara irmn ajinlai-
mea tranquilli/a-la pois que brevemente vg
ambassabereia de que parte eu venl.o. e .paos
sao os meus projeclos.
Exlasiada pela aparico sbita de Rene ,"f>
condessa ficou sem poder fallar mas esta em-
moco era filha da alegra e por isso t.em
dapressa tornando ao seu estado natural ,
pode ouvir, que durante os seus sonhos ,
ella linha revelado a Rene o motivo desta mo- i
leslia notalgica que a mina va.
O conde livre das desconlianeas que t aus-
tina linha ancado em sua alma parti logo .
: para Rrelanha o depois de ter comprado liin ;
terreno iminenco no valle de Caratel la.ieon ,
1 elle mesmo a primoira podra do magnfico cas
! tallo que.- mandar:', edificar na inlciicao de
ali ir viver com Rathilde.
(I rceonhecimento e o amor iizeram chorar
de alegra joven condessa que no primeiro
! momento qui/. reeuza.- o sacrificio que lionl
lhe fa/ia da sua patri- e amigos:
uVencerei disseella minha culpavel fra-|
(pieza.
i = T nao lies culpada por ser acomet-
j tida de urna doenea de que ha frequentes ex-
' emplos minha cara Rathilde Ibe disse o
conde e s leus comeltido nina gran !e Tal-
t,. nao tendo confianca em mim.
Recorda-te minha cara amiga que por
milito innocente que soja osegredoqne urna
mulher occulla a sen marido elle pode ter
funestas consequeneias ; e nada de secreto
devo liaver entre duas almas quesemprede-
ven, estar em l.arnionia c enlenderem-se.
Fauslina que sabendoda ebegada do conde
linha corrido ao paviihflo do jardim e fora
testemunha desta scena abandonou logo o
palacio para nao ver a ventura dos seus ini-
n.igos, porque lie este o castigo que o Ceo
impoem a inveja.
Pouco depois o joven in^le/. lord Rixwald ,
pedro a rn.o de Anna ; e como devia fixar a
sua residencia em Inglaterra o projecto do
seu irmao a eneheo de alegra porque a dis-
tancia que separava sua familia era menos
consideravel.
Vi jantes que o acaso vos conduza ao val-
le de Caratel, seus rsticos habitantes vos
niostrarao um anligo castillo e vos dirio
sorrindo :
= Eis a torre do amor ...
E' esto o nomo que ainda boje tem o lugar
onde o conde e Rathilde viveram por milito
tompo felizes e venlurosos.
EM,


e^'.yf%.!**j?iS^r!?^? *jjr^'^'WWMWiii 4
avisos MARTIMOS.
g?* Para o Rio tic Janeiro a Sumaca Ami-
sailo forrada 8> cobro o de boa marcha ,
seguir Infalivolmente no din 23do corren te,
pode recebar alguma carga miuda eescraVos
a frote quom na mesma quiser carregar Ou
ir de passagem dirija-so a Gaudino Agosti-
nho de Barros na Pracinha do Corpo Santo
D. 07 cu ao Capito Joze Podro dos San-
tos.
ssy Para Lisboa o Patacho Portugnez Pa-
quete da Terceira sahe no'dia 25 do corren-
te anda podo receber 10 barricas c pas-
sageiros; rata-se iom o Capito Augusto An-
tonio do Coulo, ou coni o consignatario Tho-
maz de Aquino Fonseca na ra Nova 0. 21.
AVISOS DI VERSOS.
G- Um alveitar chegado ltimamente da
Cidade do Porto se offereee para ferrar ca-
vallos a porttiguoza franceza ingleza e
a italiana assim como capa sangra e cura
qualquer molestia ; qtienj do son prestimo se
quiser utilisar dirija-so a ra Augusta ven-
da D. 12.
GF" Provino-so ao 8r. Thosoureiro da lote-
ra do Livramenlo de nao pagar o mejo bilhe-
te n. 5701 da segunda parte da quinta lotera
caso saa premiado visto ler-se perdido no
da 20 do correle ; quemo achou querendo
restituirdirija-se a piafa da Independencia
6e7, que ser gratificado CUJO billiote
tem a firme de Umbnlino finndra, as cosas
no principio do plano.
^ ssy Roope Brookiag, retira-so para os
Estados Luidos.
gt Aluga-se um pequeo armazem do so-
brado de d'.ms andares no hoco do Cainpello ,
que serve para assougue ou outra qualquer
couza : na ra da Conceico Joja do Joo Ma-
ra Seve, n. 28.
tssr 0 abaixo assignado Toslamontero
do falrscido Joze Francisco Xavier Lima es-
t procedendoa Inventaro dos bous que ica-
rao no caza I do dito falescido pelo Juizo da
i. Vara do Civtd EscrivfiO Reg e avisa aos
credores do mesmo, para que legalizem em
lempo as suas dividas para poderem ser at-
tendidas aa parlilha. Outro sim pode as
pessoas que em sen poder liverem algum
ouro, ou prata portenrente ao mesmo falos-
cido, e que Ibes fossedado para obras ou
por qualquer outro (lulo Imjo de o procu-
rar a fin de Jhe darem disso solueo para
poder fazer no respectivo Inventario as clare-
zas convenientes.
Antonio Joze Ribeiro do lloraos.
535" Acha-seem praca por arrendamiento
caza e sitio que lora do falescido Joze Fran-
PILVLAS VEGETAES E UNIVERSAS AMERICANAS.
Estas pillas j bem conbecTdas pelas gran-
des curas que tem feito, nao requeren) nem
hela, e nem resguardo alguin ; a sua com-
posieao tfio simples que nao fazom mal a
mas lenra enanca : cm lugar de debilitar ,
fortificio o systema purilicao o sangue ,
augmento as secreces em geral : tomadas,
soja para molestia ebronica ou somente co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
lom apparecido por nao deixar o estomago
naquelle estado de constipaco depois de sua
operacao como quase todos os purgantes fa-
zem e por serem mui facis a tomar e nao
causarem incommodo nenhum. O nico de-
posito dellas em casa de D. Knoth agen-
te do aulhor: na rua da Cruz N. 57.
N. R. Cada caLxinha vai cmbrulhada em
seu receiluario com o sello da casa em la-
cre preto.
es- Domingos Duarle Souza Rodrigues,
retira-se para a Cidade do Porto a tratar de
sua saude.
Gr Ilonrique Rickeley subdito inglez ,
retira-se rara Inglaterra lovando em sua
couipanhia sua mulhere trez filhos
SS5" Francisco Ceraldo de Souza Guimares
retirase para Angola.
tsr Aluga-se urna casa terrea de duas por-
tas com armago propria para qualquer es-
ta beloci ment cita aop do arco de S. An-
tonio e pegada aos baixos da casa em que
mora o Sr. Cai-dozo ; bem como se aluga 2
protos para serventes de obras de pedreiro ,
no que eslo bem desembarassados : no pa-
leo do Colegio casa da quina amarla de An-
tonio Joze de Ma alhies Bastos.
tsw Precisa-se alugar una escrava para o
servigo de urna casa : na rua das Cruzes D. 1.
ladodireito, adverle-se que paga-se 9G00
mensalmente.
C5" Os Srs. Joze Mendos de Freitas, An-
tonio Joaquim da Silva Porlo e Joaquim F.
Torres quero annunciar. as suas moradas
que se Ihe deseja fallar.
xsr Precisa-se alugar um moleque de 13a
15 .'unios para o servico de urna caza de pe-
quena familia que sabe comprar na rua e
que seja fiel dando-so o sustento e S/f men-
saes : na Soledade segunda casa nova junto
das do Sr. Herculano.
gj* Joze dos Reis e sua senhora, retira-se
para lora da Provincia, levando em sua com-
relogio de prala horisontal diraja-so a rua
do Livramenla D. 15 no segundo andar
C5r* Quem precisar de urna prela forra pa-
ra todo o serviQO.de urna casa al mesmo lia-
ra engommar dirija-se a rua Nova D. 10.
G^ Roga-se ao Sr. Manoel Marques Vian-
na quena dirigir-se a casa de Miguel Cor-
reia de Miranda a negocio do ambos, pois
o mesmo mo o procura por nao saber a sua
moradia.
= Alugo-se duas canoas urna aberta ,
o outra do carregar agoa : alraz dos Martirios
caza de 5 portas verdes.
= Quem precisar de urna parda de muito
Irnos coslumes para ama de leile dirija-se a
rua de S. Rita Nova I o ja do sobrado D.
A pessoa que deseja sabor a moradia de
Antonio Joaquim da Silva Porlo dirija se a
rua da praia casa de Joaquim Penira de Men-
donQa.
= Precisa-se de capim para um cavallo ,
todos os das de manh : na rua do Livra-
menlo venda D. 19.
Precisa-se do urna escrava por aluguel ,
para o seevQo interno e externo de urna caza
de familia, dando-se o sustento e IOjOOO
mensaes : na rua do Fagundes D. 1 ou an-
nuncie.
COMPRAS.
-.. ^ ,,.,,,,. ,,,, uu idiostKio joze rran- gt U abaixo assignado tendo alugado ao
cisco Xavier Luna em Apipucos ; e so lia de Sr. Joo Luiz Alves administrador do enge-
--- ----------7 -_,----.VH ... WMw w --
panhia Joaquim Antonio de Carvalho de me-
nor idade.
D. Mana Classen viuva do Dr. Classen,
relira-se para fora da provincia levando cm
sua companhia um seu lilho.
GT1 Manoel Antonio da Silva retira-se
para fora da Provincia.
O abaixo assignado lendo alugado ao
if Papel velho para embrulho na rua
da senzala nova n. 23.
S.S37" A constiluigo do Rispado estando
em bom estado ; quem livor annnncie.
Gy* Dous oavallos estando em boas carnes,
e que sejo quando nao mui lo bons ao me-
nos sufriveis : na rua da Cadeia de S. Anto-
nio lado do poenle no terceiro andar do so-
brado em que mora o Sr. Advogado Joze Nar-
ciso.
"^d- As seguintes obras do P. Manoel Rer-
narde^ ainda que sejo uzadas : Exercicios
fc meditagoes da vida purgativa sobre a mali-
cia do pecca'lo ; sormese pralicas estimu-
lo pratico ; meditagoes sobre os principaes
misterios da S. S. Virgem ; armas da casti-
dade ; direcgo para tsr no vos das de exoer-
ciciossegundo mando as constituies da
Congregagao do Oratorio; procura-se tam-
bem com toda instancia e como principal os
excerricios de S. Ignacio de Loyola; e o mos-
tr da vida: qiieir. ti ver annuncie.
arrematar no dia 20 do corren te Julho : quem
pretender nella Jangar podo comparecer em
dito dia as 4 boras da larde a porta do res-
pectivo Juiz. os'nr. Dr. Bastos.
Engoma-se com perfejcao e prego mo-
rua do Fogo D. 12, lado do
dico :
poenle.
W Da-se 250.>000 rs. a premio sobre
penhores ou firma a conteni: na rua do
Palacete casa de rotulas cinzentas, que lom
lampio.
GT Preciza-se de 500, reis a premio por2
ou 3mezes com hypolheca em um bom os-
cravo ; quem os livor annuncie sua morada
para se tratar a rospoito.
tw Oirorece-se urna senhora para ama de
bomem solteiro ou viuvo sabe engomar, e
cozer qualquer obra miuda do alfa i le ; na rua
de S. Rita D. 12 lado do nascente.
tar Aluga-se um pequeo armazftm do so-
bradinho de dois andares no beco do Campel-
lo, oqual alem d'outros prestimos, serve pa-
ra assougue ; quem o pretender dirija-se ao
Recife na rua da Conceico foja n. 2S, de Jo-
o Mara So ve & I'.
tu- Preciza-se do um porluguez para fei-
tor de um Engenbo na Provincia das lagas:
a tratar com Francisco Oizerra de Vasooncel
los na rua de Apollo.
ssf- D-se de I00*a500jia juros sobre
pinbores deouro ^)ij outra qualquer segu-
rarla e mesmottdm boa firma : queui pre-
cisar annuncie.
tssr Aluga-se ama prppriedadq de dous an-
dares com sufficienles commodos para duas
grandes familias sita na rua Augusta desta
cidade : quem a pretender dirija-se ao seu
proprietaro Joze Mana Placido de Maea-
Inftes
= Cm pardo de idade e de muito boa
conducta se ofierece para caxero de compras
e vendas e mesmo algumas viageoa para o
mallo : quem se quiser utjlisar de seu [iros-
timo dirija so a rua das Floros I). 0, que se
dir quem pretende, ou annuncie.
nho Amparo na Ilha de Itamarac um seu
oseravo para o servio de mascatiar pelos ma-
jos c tendo de vir a praca o mesmo abaixo
assignado a fim de se refazer com Iszendas
para continuacodeseo giro Irouxe em sua
companhia o dito preto por consenso de seo
Sur. o qual desapareceo logo no fim de 5
das depois da sua chegada, fazendo este des-
aparecimento no dia lo do correte Julho ,
conlcndo os signaes seguintes: crelo de no-
me Luiz baixo e grosso barba fechada,
porem costuma rapar toda, nao he muito mo-
qo por isso que ja pinta, quebrado com lun-
da, tem urna cicatriz no caxaQo proveniente
de urna postoma que fui rasgada em cruz ja a
tem pos tem sobre os bragos marcas de cor-
das em cima dos pulgos nao muito vivas ; ro-
ga-se as autboi idades policiaes ou pessoas que
vi rom dito preto o fazer conduzir a casa do
seu proprio Sr. em dito engenho ou no Re-
cife rua da Cruz loja de ourives n. 51 que se-
r recompensado. = Zacaras Ferreira Ma-
VENDAS.
er O Brigue Escuna Reja Flor forrado
e encavilhado de cobre de boa marcha pa-
ra ver defronte do caes da lingoela e tratar
com Firmno Joze Felis da Roza na rua da
Moeda n. 140 assim como 2 escravos para o
servigode campo.
tsr Rap superior chegado ltimamente
de Lisboa em libras e as oitavas : no atier-
ro da Roa vista loja de fazondas D. 5.
t3F" 40 e tantos paos de sicupira prprios
para alvarongasou canoas abcrlas : no forte
do Mallos para ver e tratar com Firmno
Joze Felis da Roza.
tp" Cafe' moido tambem se torra e moie
de fora a 00 rs. a libra : na venda de Anto-
nio Joze Fernandos de Carvalho, defronte da
fabrica de Antonio Vaz de Oliveira.
CT Sacas com farinh de Mage' ltima-
mente chegadas do Rio de Janeiro: na rua
da Cruz D. 4G.
GF- Urna barcaga que pega em 8 caixas ,
por proco muito barato: no forte do Matos
na ruada Moeda por cima do aimazcm de
Joze Antonio da Silva Vianna.
Um negro de 18 a 20 annos proprio
sarja decorosa i ditos de selim de bom
goslo a 2ji300 dilos prprios para bailes a
4, cassas piuladas modernas a 200, o co-
vado coitos de vestido de dita de lj760 a
3tf5Q0, ditos de chita patente fina a 5^400
chitas de assenlos o claros a 100 o covado
lustoes finos I)raucos e pinladryj a 500 Icn-
gos finos do cassa com quadios muito prprios
para grvala a 320 ditos braucos piulados a
100, saias brancas modernas para senhora a
bG00, meiascasimiras de lislras a 040o co-
vado tualbas e panno aluaJbado de linho
de algodo para as yiesmas e guardanapos e
oulras muitas fazondas por barato prego : na
loja de Antonio da Cunha Soares Guimares
na rua do Crespo D. 5 lado do norte.
er Urna prela de nago moga com ha-
bilidades : no Recife rua da Conceico casa
n. 25e20.
sar Taxas de ferro coado e batido em bom
sorlimeulo e oulras ferragons mais para
engenho ; superior farinhade mandioca che-
gada ltimamente dw S Calharina por pre-
go commodo ; um moleque muito robusto
para aprender qualquer officio : na rua do
Vigario n. 7.
G7- Arroz blanco da Ierra r.uperior a 15j
oalqueireda medida velha, azoite de carra-
pato a 5^200 a caada : na venda defronta da
Penha no sobrado do Juiz de Poz, D. 12.
Gf- Pannos linos encorpados a 2000, 2880,
5 5^200, 5^400, SoOO e 4*500 cor-
les Je vestidos de cassa a 2240 e 2800 ditos
de chitas finissimas de lindos padrOes, e mui-
tofixasaSOOo covado: na quina da praci-
nha .lo Livramenlo loja da viuva do Burgos.
Br Marques & Veiga vendem em sua ca-
za ;a ruado Amorim, chocolate, caixas com
lelria grossa papel meia bollanda, e de em-
brulho sacas com arroz d casca a i e
barriscom 4 arrobas de toucinho de Lisboa
em moura.
G^- Sacas cam farinba de mandioca por
4*300: no armazem defronte da escadinha
da alfandega a fallar com RoFningosda Silva
Pimentel.
G?~ Urna prela moga com urna cria de um
mez propria para criar e para o servigo
de una casa : na rua do Collegio sobrado de
um andar D. 0.
tsr Duas moradas de cazas terreas urna
na rua do Rozario da Roa vista e a outra no
beco do Lobato : no largo do Livramenlo D.
3 primeiro andar.
i Duas canoas de carreira novas j a-
parelhadas por prego cmodo : a fallar na
rua do Encantamento armasem por baixo do
sobrado do Vigario do Recife.
B5- Urna meza de louro e urna porefto do
ferramenta de carpi. : m. rua do Arago na
Boa vista no deposito de assucar refinado.
GT A posse de um terreno que fora oceu-
pado de urna casa de laipa que cabio, rita no
lugar do Caldereiro Freguezia do Poco da
I anella : a traz da Matriz da Roavista D. 13.
i^- Caldas dcbalanco com assento d^uttti.
nb, eenciu da mesin. n anpuzas ^ cundu-
ru meuadejBMtar canias develo cornaca-
rao caricas com acento de p.lhmla a.ne, ica^as,
cama de vento multo bun lelas <* oo il,s <.
pudio a ogjoo, e pinho da Suecia cun 5 pol. Uads
de growura, dito serado tl,do ma.s cm Von.a da
que em outra parle ; na na da Florentina e.n caa
de J. ei niiger
ESCRAVOS FGIDOS.
li-
ga I hiles.
tur Precisa-se alugar um ou dous pretos
que entondo bom de pallara: na rua da sen-
zalla velha padaria D. 50 ; na mesma se faz
pao, bolaxinba doce biscoitos linos, e bo-
laxa ludo com muito asseio e feito com a
melhor farinba que no mercado.
GF- Aluga-se um bom esoravo padeiro ,
tanto para padaria como para servente de
qualquer obra : na rua das Trincheras so-
brado I). 25 no segundo andar.
Gf* Ouem quiser mandar com alguma in-
telligencia algumas cartas para Serinhaem ,
Rio Formozo e Unna o obler suas respostas,
dirija-so junto ao arco da Conceigo I). 51.
GT Precisa-se de canoas de 500 a 000 li-
jlos- que nao exceda o seu aluguel de 7 a
8.) mensaes : na rua Formosa sobrado de An-
tonio Martina.
Precisa-se de urna ama moga de boa
conducta, para casa de um bomem solteiro:
na rua de Moras sobrado D. 50.
para todo o servigo : na rua da Cadeia do
Recife n. 02.
GT 4 duzias de laboas de amarello por
prego commodo : ni rua da C.deia do Recife
loja de Joaoda Cunha Magalhos.
tar Sai do Ass a bordo do Rrigue Escu-
na S. Joze : na rua Nova D. 22.
G7- Un negro de nago de bonita (gu-
ra e muito robusto : na rua da Cadeia do
Recife D. 2G.
GT Urna secretaria com gavetas pequeas,
e tres grandes c um armario em cima en vi-
dragado, obra de goslo ; e 00 palmos de ter- -
rano atierro dos Aflbgados da parte da ma- que recompensara
re pequea ; e tres portas grandes que ainda '
nao foro servidas : na rua de Dorias D. 25
lado do poenle.
G?- Um negro bonita figura proprio
para todo o servigo : na rua da Cruz D. (o.
GS- Urna escrava de 23 anuos cozinha ,
cngomina cose e lava roupa ludo com
perfoigo e vende na rua : no forte do Ma-
los defronte da venda do A lom.
^GT Damasoos do soda de todas as cores a
Gr Fugio no dia 7 de Junho p. p. o escra-
vo Patricio, crelo, de 22annos, estatura
alia corpo proporcionado de cor prela ,
feiges miudas tem em urna das mos um
dedo que nao dobra como os mais dedos, ves-
tido de caigas e jaque ta branca porem pode
ter mudado de roupa, ter trocado o nomo
para nao ser condecido : quemo pegar leve a
pracu.ha do Corpo Santo D. 07 a entregar a
l.audino Aftostinho de Rarros que receber
oOj de gratiieacfio.
GT No dia J 2 do corrente ugio da Villa
de Iguarass o negro Francisco, alto, magro,
pouca ha.ha, cor folla, beigos grandes e
cabidos anda com o nome trocado para An-
tonio, Jevou camisa de ba.Ha encarnada no-
va caigas de estopa grossa e bonetde maro-
jo : quem o pegar leve a rua do Vigario n.
na dita Villa aRazilio Joze Caroeiro ,
..------''-'."". -*ar- twinasoos ue seua e todas as coros a
gt Uuem annunciou querer comprar um |3j o covado cortes de colotes do excedente
ERRATA.
No annuncio publirajo honlem assignado-
A Viuva eherdoiros de Antonio Joze Teixei-
ra Bastos-- em voz desta assignalura loa-
se Os filhos da viuva D. Quteria Francisca
de Moura.
i; I :* i ti-: NATYP. DEM.F. DE F. = 1842


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