Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04697


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Full Text
Auno de 1842.
Quarta Feira 13
4
] udo .ora dependa d< nos meo. ; d. no,Si ..-j. .
iuue.li. como pri,cp,n.o. e aeren.w .nnni.J ', mo,,et"C1"' K. : c
------_______________--S?** d.A,Seibl.-.. Cer.l do ,,, ;
p 5RTIS^S D0S CORKKIOS TERRESTRES
lloaii ; Cabo. Serinhaem, Rio Fr.rm.ito, PorioCalv. "'
liuUCIIUS
.
oa no
1. ; M.
DAS DA SEMANA.
41 ie>. i. Sabino. Siilronio M. Cli.nc An.l A -I J *v ,
42 l'eo. ,. Jo;i Gu.ll,erto Ab. Re Ad d I 'r, "v d* 2 '
M *.. .. AnaCo P. M. AuY doJ.VeV", -3,,evD- **
44 Quu,.. ..Bo.ren.or. C.rd. Aud do foi, de D d. o v.
? I- T ("m;"0J 17 D* O Anfo Cnodi0 do Uperi"1 f SC ^ M '," J" lle *.
de Jullio.
Anuo XVIII. N. 148.
O Diario |.uM.--Selodo,oSd., que n.lo forem San.ifie.do, : o urec. ...rn.ior. b.
CAMBIOS rio m. I w.cu. campra ,,,,
Ouko- Moed. de 6,400 V, Jb'.lNM Iti.lM
C.O)b0 ohir l.nndrr *'( J d. p. 11'.
>' ''' 360 r.i p. fi.nro.
.ishna biu poi 100 de pr.
Med. Ir '-''lire 4 por lili) .Ir doMonlo.
IiIii, du letra. .1. boa. Graai I r 4 eJ
llev-iuilo mei.
N.
Jr 4,000
P.lfreSea
Peto. ( nluinn.re
dii. uexietnoi
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y (iot
f.'.o
i M i.fifW
"reamar do dia
i- 9 non. 18
2. .0 hora e 42
13 de Julio
m. d. m.nb.l.
ni. d. larde.
Ouart. min;.
I ii Nnr.
Qn.rl. err*r.
Lu. chei.
P1USF.S DA LA NO MEZ DE JDL1IO.
. 30 -- s 5) luirs e 22 m. a S-- l 4 luir e 41 m. da manh.
a 14 a 7 hura r 4!) m da l.rd.
. 22-- a S luir.9 e 36 m. da manli
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
Sendo presente a S. M. o Imperador o of-
iciodu27do corrente, em que Vm. pede
jselarecimentos sobre a duvida em que se a-
cha de poderem ou nao os votantes as e-
eigoes primarias mandar por outreni o seu
voto quaodo por qualquer impedimento o
mo posso levar pessoalmenle, manda o mes-
Augusto Senhor declarar-lhe que o decre-
o de ,4 de maio desle anno nao alterou a dis-
posigao do 8. do capitulo 2. das instruegoes
de 26 de marco de 1824, que diz respeito
aos votantes as eleiges primarias, obrigan-
do somonte apresentago pessoal das eedu
las os eleitores dos deputados e senadores mis
elei$ do dito decreto.
Dos guarde a Vm. PaCo em 31 de maio
de 1K42Candido Joze de Araujo Vianna__
Sur Ildefonso Alves de Castilho.
Illm. oExm. Sur.Pelo meo Aviso de 22
do corrente instru V. Ex. dos movimentos
revolucionarios que infelizmente se bavio
manifestado em alguns pontos da Provincia de
S. Paulo e da de Minas Geraes : agora le-
nho a satisfago do communicar-lhe que hon-
lein as duas hora* da tarde receheu o Gover-
no da primeira des mencionadas Provincias as
mais salisfulorias noticias.Tendo-se as Por-
gas Imperiaes posto em marcha para a cidade
de Sorocaba foco da robellio all enir-
rSo nodia 20 do corrente sem a mais pe-
quena resistencia antes com a satisfaco de
sen habitantes ; tendo-so os rebeldes na tar-
de, e noile antecedente posto em completa
tuga da qual foro os Chefes dos mesmos
rebeldes os primeiros, que derAo o exemplo ,
e cahindo em poder das forgas Imperiaes trez
pegas de arlilharia que elles havioassenla-
do as aveni las da eidade, e suas trincheiras,
ulgum armamento, e44 prisioneiros. Se-
gundo participa o general commamiante dV
quellas forgas a desmora I isago he extraor-
dinaria as fileirasda rebelda ; grande nu-
mero dos que seguio seo estandarte tm-
se apresentado aquclle General ; os Chefes
da revolta tem perdido todo o prestigio po-
dendo vista disto reputar-se pacificada a
ProvinciaPelo que diz respeito Minas Ge-
laes, nao consta ao Govarno que o movi-
mento revolucionario se tenha estendido a-
lem dos lugares indicados no meo citado Aviso,
e das suas imniediages. 0 enthusiasmo ,
com que tem concurrido os guardas nacionaes
de diversos pontos para cooperaren, com as
tropas enviadas pelo Governo para debella-
rem a rebelda ; a reprovago, que por toda
a parte se vai manifestando contra to crimi-
nosos movimentos, faz esperar, que em pou-
co lambem seaehe naquelles lugares resta-
(telecida a paz e a ordem, que os inimigos do
Throno eda verdadeira Liberdade tanto se
te'i: empenhado em perturbar.Eis aqu o
que se me offerece communicar V. Ex.
Um de que o faga publico na Provincia, a que
presideDos Guarde a V. Ex. Palacio do
Rio de Janeiro em 2o de Junho de 1842.
Candido Joze de Araujo ViannaSur. Pre-
sidente da Provincia de Pernambuco=Con-
forme. =No impedimento do Oicial Maior
=;Francsco Xavier e Silva.
pe lencentes as rendas geraes e provincias .
o rm deed'rK,ios bes e gneros pro-
piosdamesma fazenda obstando com Lus
actos erunmosos regular e legal arrecadagao
as ditas rendas ; e constituido o governo na
dura ncC88Bid.de de fazer avultadas desp,/.as
para a manutengo da ordem e proteegao dos
c.dadao pacficos ; e por outra parle que a-
pezar de ser bem definido e seguro o direito
que tem a fazenda nacional de ha ver a indem-
msagao de todos os sobredilos projuizos pelos
bens dos dehnquentes contra quem se ha de
proceder com todo o ngor das leis. em vir-
lude da legal hypolheca estab decida no artigo
27 do cdigo criminal podro algumas peal
soas de boa fe ser Iludidas pur meio de con-
tratos a que as induzo os comprometidos na
dita rebelliflo a respeito de seus bens assim
hydotecados: ha o mesmo Augusto Senhor por
bem ordenar que V. Ex. faga publicar por
editaes o theor do referido artigo 27 do cdigo
criminal fi intimar por meio dehesa lodos e
quaesquer individuos ou companhias nacio-
naes ou estrangeiras dessa-ou de qualquer ou-
tra provincia que nao fagao com os rebeldes
trato, ou contracto algum sobre seus bens
movis semoventes ou de raz porque todos
se ho de haver por nullose de nenhum offeito,
visto que se acho os sobredilos bans sujeitos
a indemnisago da fazenda nacional. Ou tro-
si m ordena S. M. ji ImppradornH V. F.x.
txpegn i-dt-ns aos magistrados territoriaes pa-
l) C O.
che a obia concluida em lempo competente.
Dito Ao Racha re Ilerctilano Goncalves
da Rucha, transmiltindo as conlas do susten-
to dos recr utas, feilaporS. m., qnando Pre-
feilo as quaes tinho sido rcmettidas the-
souraria da fazenda para as satisfazer afim
de que baja de as mandar eom pelen temen t
conforme exige a mesma tlie-
assignadas
souraria.
Portara Desonerando o Bacharel Joze
Inuicisco dePava, em atlengao ao (|iie o
mesmo representan do lugar do I. supplen-
ledojuiz municipal da segunda vara d'esla
ilade para que Tora nomeado.
OfTjco Ao Bacharel supramencionado ,
nlclligenciando-o do conteudo na anteceden-
te portara.
Dito Ao Vgario da freguesa de Maran-
gjuajte, significando em resposla aoseu olli-
co de ."i do corrente, que nao tendo a le pro-
hibido que sejao votados os cdados. que
nao sabem ler nem escrever he claro ,
que nao podem ser privados d'este dlrelu os
que estando naque!le caso tverem as qua-
jdades exigidas para seren eleitores.
Dilo Ao commaqdante das armas, di-
z-ndo em solucaoV duvida, que apresentou
em seu ollicio do honlem que nao julga a-
bolida pela lei da lixagao de Torgas de tena a
gratificago do (50, res nem o meio sold ,
quo (M* dooi-vlo 4 Culo Ai.ril do Mino passa-
do se manda abonar aos voluntarios : por-
te de Gaif.ii ; e ordenando-lhe (
abonar ao dito majoras gralilcagrtes de olli-
cial d'estado maior da primeira classo que
por tal commissflo I lie perlencem vencidas
dtf 11 ao ultimo de Junho lindo assim como
adianlar-lhe um mez de sold,
Dilo Aocommandante das armas
tellgenoiando-o de ler expedido a ordem'
tecedeuto.
in-
i n-
"j i, ---------------------1 Mi'iiiu.i iiKniii aos voluntarios nnr-
ra que ponhao em arrecadagoe boaguarda to-lqnanto o artigo 12 das .meta qUe ha -
doSOS heos nf>rtpnronln n rKuUaun..n___l_. i, "n "i3iiun.ue-a ijuc nai-
TRIIHWAL DA RKI.ACW.
Sessao de 12 do corrente.
Na carta testemunliavel do Juzo Munici-
pa da villa do Aiacaty da provincia do Cea-
ia a requermento de Antonio da Costa Lo-
bo contra Reinaldo da Costa Lima escrivo
Ferreira; do a Relago provimenlo ao recur-
so mandado que o Juiz aquo reformando o
seu dispacho mande escrever a appellaco
interposta.
repartk;.\(7"da polica
Parte das occorrencias do da 9 t iO do
JlilllO.
Em o dia 9 nao occorreo novidade n'esta
cidade, e no dia 10 foi preso pc| patrulha
rondante no lugar da Semalla velha Anto-
nio Sebastiio dos Santos por infraego das
posturas da cmara Municipal, segundo cons-
to das partes diarias do Comiiiandanto Coral
docorpo policial.
dos os bens pertencentes a rebeldes que em-
penhados na revolta se liverem ausentado
de seus domicilios para opportunamenle le-
rem o deslino legal na conformdado das
leis quando se terminar a mesma revolta.
Dos guarde a V. Ex Palacio do Rio de
Janeiro em 23 de junho de 1842.Visconde
de branles.Sr. Presidente da provincia de
S. Paulo.
Semelhanle nos presidentes de Minas Geraes
e Rio Janeiro.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 7 DO CRREME.
MINISTERIO DA FAZENDA;
Illm. e Exm. Sr.S. M. o Imperador,
tendo em consideragao por urna parte os gra-
vsimos pr.'juizos occasionados fazenda na-
Oficio Ao Inspector da thesouraria da
fazenda dizendo que leudo sido encarre-
gado o major Fernando da Costa de fazer exe-
cutaros reparos deque precisao o forte de
Gaib e a fortaleza de Tamandar os pri-
meiros oreados em 108^000, c os ltimos i in
I:56'6,)i400 res cumpre que mande talis-
faser as conlas, que elle for apresentando .
competentemente legalisadas.
Portara Ao Director do arsenal de guer-
ra ordenando que mande fornecer ao su-
pramencionado major duas hombreras 1
soleira p 1 verga de pedia decantara para
urna porta de seis palmos de largo da prisAo
da supracitada fortaleza ; e que faga eMajai
um pedreiro e um carpina para Irabalha-
rem nos concertos cima referidos ; mandan-
do-os apresentar ao dito Major.
Oficio Ao commandanta das armas ,
significando em resposta ao seu ollicio de (i
do corrente que deve mandar desde logo
executar os reparos cima mencionados .
pelosupradito major que os orgou e que
dever principiar os seus trabalhos pela for-
taleza ; e que no caso de seren os do forte de
tal natureza que nao posso esperar pela
conclusas dos da fortalesa nomeie oulro of-
ficial que os v dirigir : o intolligenciando-
o da expedigao dasordens dadas na portara,
e olTicio antecedentes.
Dito Ao Juiz- de paz supplcnte de S.
Lourengo da Malta scienliticando-o, de que
vista do que communca em seu officio de
4 do corrente eda urgencia, que o seu ob-
r.~m-------..-----------".uva a ia...ui|.i lia- < (j(j C'UIIIIIU BOU 111 CIK l, <|UC 1) OCU Ul
wonal pela rebelliilo que infelizmente se levan- jecto exige deve mandar fazer a divis.lo
tara om Surocili;. < I!nliw,.i,, >>.. .._.,, __.____i^ ..... i* __..... .__________ _.._.
l* em Sorocaba e Barbacena as provin-
cias de S. Paulo e Minas Geraes havendo-se
* rebeldes apoderado de dinheiros pblicos ,
ordenada por lei por um carpina que dove-
la sev pago pela municipalidade, quem par-
teuce fazer (aes despesas fim de que se a-
xarao com o referido decreto tracta dos indi-
viduos que se ofrerecem para assenlarem
praca na primeira Ilnha e nisposigfio do
artigo i. da lei se refere as pragas do exer-
cito que quizerem continuar seivir de-
pois do lerem Compleladb o tempo em que
devino exercer a proissao das armas.
Dito A cmara municipal d'esta cidade ,
inlelligenciando-a de ficar sciente da haver
ella marcado ao Engenheiro Roulilreau a gra-
tifieaco de um conteduzentos mil reis an-
nunaes.
Portara Mandando passar nomeago de
alferes de commissilo do batalhSo provisorio
ao cadete Joo Carlos de Locio e Almeida.
OlTicio Ao commandante das armas,
participando a nomeago antecedente, c as
de igual posto para o mesmo batalhao do pri-
meiro sargento Luiz de Franga de Carvalho ,
e do sargento vago-mestre Joaquim Joze Pe-
reira Vianna.
Dito Ao Inspector da thesouraria das
rendas provinciaes transmiltindo a cunta
das despesas feitas com o sustento dos presos
pobres de justiga da comarca do Ronito desde
o I. de Ja miro ao ultimo de Margo do cr-
ranle nno lim deque estando legaliza-
da a manda pagar aocapito Joze da Silva
Guimarfies Jnior.
Dilo Ao Inspector da thesouraria da fa-
zenda dizendo que. sendo procedente a du-
vida do commissario Fiscal do ministerio da
guerra mande deduzir o vencimentodo dia
I. de Junho, que indevidamente se conlou
ao cirurgio ajudante do corno destacado, an-
tes que en trasseem exercicio e [agar a fo-
Iha do dilo mez quantoaos mais venciinentos
ne'la contados.
Dito Ao commandante do destacamento
policial de Santo AnIAo, ordenando que rece-
ba; e recolha no calabougodo quarlel do dito
destacamento os guardas nacionaes d'aquelle
municipio que para este fin Ihe forem re-
mettidos pelos respectivos commandantes de
corpos e companhias.
Dito Ao chefe da legio de Santo Anlo,
com ni un cando a expedigao da ordem antece-
dente em resposta ao seu oflieio de 4 do cor-
rente em que a requisita va.
Dito Ao Inspector da thesouraria da fa-
zenda participando achar-se o major de ai-
iJVTiKIOli.
S. PAULO.
Illm. eExm. Sr. Depoisdo que fui mi-
gado a communicar a V. Ex., emdalade-4
do corren le passado aquelle primeiro estu-
por os nimos forao tornando a si e cui-
dando nao j smente em defender a lei e as
prerrogativas da cora como cuidar na pro-
pria seguranza e salvar as vidas, cada um ,
do escamarte dos assassinos (que eslavo (o
prximos e se oslenlavAo tao ferozes) unin-
do-se foi teniente s autoridades e dedican-
do-se inteiramente a defesa publica e segu-
ra nga geral. Foi assim que comegando a-
(|iii as reunirtes de guarda nacional e policial,
sem maior ordem, nem disciplina dequalida-
de dlguma boje pode dizer-so que est esta
villa urna praca de armas mrmente depois
que fui investido, pelo Exm. presidente des-
ta provincia de facilidades bastantes para
obstar aos progressos da desordem, procuran-
do tornar ludo a seu estado normal. Tem-se
feilo mesmo fortilicagoes as entradas da vil-
la, especialmente n s pontos extremos ao cor-
rer da estrada : duas que existem do lado do
Lorena as casas e chcara da familia dos
Lourengos esto pde-sc assim dizer, res-
peilavis proporgo dos Iracas recursos de
que por aqu s pode langar mi. A tudo po-
rm tem supprido a dedicagao iuteira e com-
pleta destes senhores causa da monarchia e
da unio do imperio ajudado ludo da repu-
lagao distincla de que gozo por todas estas
bandas de homens dolados de urna cora pe m
firme tanto quanto prudentes e de qu ha
provas. Por tudo isto reputo a villa no me-
Ihor pe! de seguranca : o espirito publico est
animado de um modo que nem mesmo imagi-
nei : live urna prova na noite de 13 para 14
do enrenle em que chegando-me noticia
semi-oflicial da denota que sofreu urna nu-
merosa forga rebelde junio a Campias, com-
mandada a nossa forga de muito inferior nu-
mero pelo valcntc lenle coronel Bezerra ,
fugindo ellos primeira descarga cm de-
bandada 4c. ; nao me foi possivel conler a|-
guma demonstrado da alegra publica por essa
victoria. Oppuz-me a principio fortemenle a
PSS8 demonstracao a taes horas ,
, -.....j......' "- *- uBuiuiiminY.il a ra huios porque as-
diluira remando da Cosa encarregado da sustavAo-sc amigse inimigos ; porm machi-
nisp..caoda fortalesa de Tamandar e for-nalmenle repicarlo os sinos, apparecro uns


o
M
I
rojes : acud por m com celerdade a fuzer
(essar o alvorogo acabando eu niesmo a re-
unifio com dar cu st'j, os vivas geraes, e l'a-
zendo que contiiuiassem as rondas como d'an-
tes ludo no silencio que era possivel obter
em lal circunstancia. Muito antes de ama-
nhecer estavo todos recolhiiios as suas casas.
Honteni 2 ler em publico o edita! que te-
nlio a honra de remetiera V. Ex. em presen-
ta de parte Ja guarnigo do commaiidanle
superior da guarda. Revm. vigario o mais ci-
dadosdistinctos. Ninguem soube para que
era esta reuno desta parte da mesnm guar-
nidlo repentinamente no pateo da cada :
a forga apresentou se bem disposta e prompla
a seguir para onde a mandarse ( suscitando
muitos que era ordem de marcha sobre More-
na ). Dir-se-hia que eslava ali toda a gcnle
armada as dosponlos s mandei vir para
o acto de uns a metude de outros a lerga
parle. Derao-se no im os vivas o recolheu-
soa (brea aquarleis.
A villa est deserta de mulheres e da gen-
te parte do partido da desordem. Eu mes-
mo fiz sahir minha familia para Cora to so-
mente para carmaisdese-nbaragado no cum-
prmento dos meus deveres.
De Lorena deserta para aqui gente aos gru-
pos ; lavra por la o desanimo : os assassinos
da fregueziados Silveiras ( boje com o titulo
vo de villa ) que se conservo como de
suppor entre gente que fez o que elles ze-
rao. Dzem que o vigario assessor do Ana-
cielo o general em chele das operages e
barricadas nocamiuho.
At aqui lo do corrente. lloje 17, te-
mos asatisfagao de saber que em Cuoha ap-
pareceu forga de liaba, em soccorro, que era
de esperar. Tudo o mais agora nada.
Dos guarde a V. F.x. Guaralinguel 17
de junhode 1812. lllm. eExm. Sr. Pau-
lino Jo/.e Soares de Souza minislro e secre-
tario de estado dos negocios da juslica. ~ Ma-
noel Alves Alvim juiz de direito da 1." co-
marca de S. Paulo.
Illm. o Extn. Sr.Tenho a honra de
recebera portara de V. Ex. datada do 12 do
corrente em (pie me communica que nesse
dia s 10 horas da noite partio na barca
de, vapor S. Salvador 180 pravas de linha com
direcgo villa de l'.unha as quaes doviao se-
guir para oata la GuaffoUttgwtU logo cebessem Uin reforjo que devia partir no ou-
Iro dia ordenando-ine que a respeitodos
negocios desta comarca entenda-me e obro
de accordo com o commaiidanle da referida
forga e rom o com mandan te superior Manoel
Joze de Mello cominunicando todas as oc-
currencias que (hegarem ao nieu conheoiinen-
to por inlermedio do subdelegado de Paraty.
Sou informado pelo delegado de Cunhaque a
mesma forga bata ali ehegado honlem pelas
1 I horas da manha exigindo fique nhi pa-
ra segura liga da villa um deslamenlo de 50
pracas.
Por parle do commandante superior que
est enlermo respondo eu a um oflicio do ea-
pito Joo Caetano dos Santos a elle dirigi-
do : Que pude reunir o maior numero de
guardas nacionaes das duas armas como fr
mais conveniente e elle o exigir, enviando-
se-lhe para tanto una portarla geral ; c di-
zendo-lhe mais segundo elle pergunta, que
na sua marcha para aqui nao encontrara mai-
ores reunios ou obstculos da parte dos sedi-
ciosos vindo todava com lodas as cautelas
que as circunstancias tem exigido e como o
informar o teen te-coronel Joze Francisco
Guimares que Ihe prestar lodos os soccor-
ros ; assentando eu que com a sua man lia
para aqui lica logo livre o transito da estrada
geral de communicaco com as villas ao lon-
go da mesma estrada ; poisestou (irme nisto,
com a presenga de qualquer forga de linha
deita ludo a fugir fra alguns desesperados
que com o Adelo anda possao tentar algu-
ma resistencia que nao julgo crvel.
A causa da rebello nesla comarca eslava
j bem perd Ja assim com a attilude forte
que aqui lomamos e com certeza da che-
gada do batalho em reas como tambero e
sobreludo com a noticia das derrotas que j
tem soffridoo Tobas. S com a chegada des-
la forga em Cimba acabamos de urna vez de
desviaros peitos das balas dos assassinos a
que por espago de 13 dias tem estado ( do da
e de noite c a cada hora ) exposlos.
Dos guarde a V. Ex. por muitos annos.
Guaratinguel, 17 dejunho de 1812. lllm.
o Exm. Sr. ministro e secretario de esta lo
dos negocios da juslica. Manoel Alves Al-
vim juiz de direito Ja I." comarca de S.
Paulo.
Cunba 21 dejunho de 1842.
Amigo e Sr. Partecipo a V. S. que a tro-
pa (pie 'ci i Ja curie parti honlem para Gua-
ralinguel e amauha rapretcrivclmente lu-
a a entrada naquelle ponto e os progresa*
j vo appareeendo porque os desordeirosde
Lorena seguirao todos para a villa dos Silvei-
ras dexando aquella villa solitaria ; mas .
por una pessoa quehontem fugio da villa de
l.orena fui informado que (piando elle se
podo escapar, muita gente corra deixando os
les iiileiros fi porisso (pianlo a mim. bem
poneos devem ser os que eslejao nos Slvei-
: as. Srio estes os hroes e guerreiros dos de-
sordeiros ? Consta-me que os habitantes de
Pindamonhagaba esto mais pacficos o que
ja estiio pelas Icis de nosso adorado monarcha:
elevemos suppor que sao elfeitos da approxi-
mago da tropa. Desejo-lhe bem saudo e
sou do V. S. amigo obrigadissimo e servo
j. f. g.
[Carla particular. ]
A FELICITACA
S. Paulo 20 de junho.
Em um papeluxoznho impresso em Soro-
caba com o nome dePaulista vimos
urna felicitaco feila polo rebelde Fej, e
dirigida aos rebeldes de Sorocaba. Nos a
tr.mscrevemos para que veja o publico quem
este nadre, que assim despejadamente qua-
lfica-se rebelde, approvando a rebellio
com enlhusiasmo applaudindo-a e at pro-
metiendo lhe a sua coadjuvago.
uApenas souhe eu em Campias s 10 ho-
ras da noite que nesta cidade se havia accla-
madn um presidente pauhsta e que este era o
Sr. Tobias, eobrou a minha alma algum alen-
(o e persuad-me que a provincia a recobrar
sou antigo renome e que brevemente os man-
diles conhecendo que com Paulistas nao se
brinca se retirario doconsclho de S. M. I ;
e dario lugar a que elle livremente escclhesse
um ministerio amigo da constituigo o que
sonbesso como s> governaa homens iivres.
Dei providencias ; edemanhai, n3o obstan-
te o meo habitual estado de enfermidade ,
nuz me a oamnho e cheguei a osta cidade de
Sorocaba eom tres dias de vagem.
A minha gratido ser eterna a todos os So-
rocabanos ; e jamis deixarei de lembrar-me
que aqui foi onde sedeu o primeiro grito de con-
vite provincia para despertar de tanto tor-
por, e de Iratarmos de segurar nossas liberda-
les. Enclii me de entlmsiamo observando o
valor a coragem eo desejo que todos mos-
IrarAo omdispor se aos perigos todos para li-
bertar a capital do jugo a desse presidente bahia-
no que tanto nos tem opprimido e sem razo-,
deliberei ajudar lo honrosa tarefa quanlo
em mim eslivesse e como nada posso senAo
exprimindo pela imprensa meus sentimentos.
em quanto poder dirc a meus patricios tudo
quanlo julgar que Ihes convm para perpetu-
ar a gloria da provincia. Talvez pouco me
reste de vida ; mas esse pouco voluntariamen-
te sacrificare pela patria a quem tudo devo.
Sorocaba 2 de maiode 1842- Fej
(Verdadeiro Paulista.)
No Jornal do Commercio de 26 de Junho
le-se o segunte.
Embarcro hontem no arsenal de marinha
200 soldados de linha que marcharo para o
Bananal S. M. o Imperador que se dgnou
assistr ao embarque desta forga dirigi ao
tenente-coronel Manoel Antonio da Fonseca
Costa que a vai commandar a seguinte al-
locuco:
V ; cont que desempenhar asna com-
misso pacificando o Bananal.
Ao coronel Manoel Antonio da Silva que
parle con esta expedigo para tomar o com-
mando da columna de operages no norte de
S. Paulo dignou-se lamben) S. M. I. diri-
gir as seguintcs palavras.
E o meu desejo que quanto antes rena
as forgas da sua columna e entre na provincia
de Minas.
A columna do coronel Silva compoem-se de
aOO infantes e 80 cavallos.
E-se no Jornal do Commercio a seguinte
Correspondencia.
Sr. Redactor.
Para que os seus leilores conhego os bri-
Ihantes fundamentos qu: tivero os rebeldes
de Sorocaba para sesublevarem, queira trans-
crever as columnas de sua folha o primeiro
numero todo inteirinbo do peridico O Pau-
lista impresso em Sorocaba. Como pde-
nlo tantos absurdos caber em to pequeo pe-
dago de papel o que custa a perceber : jul-
jue o leitor pelo que ah vai. Acousa nao
precisa de commenlos ; falla por si.
Sorocaba 27 de Maio.
A provincia de S. Paulo tem sido o diverli-
mcnlo do ministerio actual, que assenlou em i tara (analto. .
I'a/.er delta propriedade dos Bldanos. (1)Que
itifelicidade a nossa que al passair.os a ser
.ovemados por pessoas estranhas julgados
issim indignos dos cargos nublicos da nossa
trra ; mas esta cidade de Sorocaba nao p le
mais sull'ocar a indignagao que estes o ou-
ros proced montos lhe tem devorado o cora-
cao. No dia 17 deste mez reunio-se o povo ,
f no enlhusiasmo verdadeiramento patritico
clamou pelos objeclos idolatrados de todos ,
i saber : a constiluigao S. M. o Imperador
e o Exm. Sr. Rafa-I Tobias de Aguiar (2) ,
nosso patricio, presidente da provincia.0mes-
lo Paulista que por anuos governou-a com
tanlo zelo prudencia e desinteresse ; e por
quffl a provincia inleira rogou de-baldo a
S. M. I. rujo ministerio nem ao menos
quiz dar-nos a mais pequea esperanga.
Tanta foi a satisfago e o entusiasmo das
povoages vizinhas que a 20 marchou para
a capital mais de 800 pragas para liberta-la
do jugobaiano a lim de levar-se pera nte o
Ib roo nessas queixas e requisiges.
Consta que a cidade de It e as villas de
Faxina ltapelininga Porto Feliz Cons-
tiluigao c Capivar j tem feilo guaes aecla-
mages e talvez a esta hora o mesmo se ten ha
feitoemloda a provincia. 0 que sabemos
que os cidados, como porfa offerecem
suas pessoas e bens para levar-se a offeito o
eomegado.
Basta de ludribios Paulistas somos Ii-
vres e juramos um governo constitucional,
s por elle que seremos governados e nunca
pelo arbitrio desses ministros que com o
nome do Imperador querem esmagar-nos.
Paulistas nossos pas foro sempre dis-
tinctos por sen valor e firmeza de carcter :
mostremos ao mundo que mo estamos dege-
nerados que somos herdeiros de nossos mai-
ores : morreremos embora, mas morreremos
combatendo por nossas hherdades e pela pros-
peridade dos no-sos vindouros: nisto cumpri-
mos nossos juramentos e fazemos o nosso de-
ver ; para que serve urna vida coberta de
verffonlia ?
Emprebendemos esta tarefa para esclare-
cer nossos patricios sobre o que lhe eonvem :
at onde pdennos os ajudaremos com nos-
sos conselhos : nao vos Iludiremos : onvi-
nos que vos amamos.
Cons.i! da actual revoluco.
A provincia de S. Paulo conhecida no
Brazil todo e em parte da Europa por urna po-
voago comnosta de homens de brio honra e
amor Iiberdade de um carcter sombro ,
firme e teimoso. Talvez seja a parte nica
do imperio que eonsirvou-se tranquilla de-
poisda abdicaco ; apezar deste procedimen-
to serio e circomspecto, o governo actual,
composto de discpulos e socios do monstro
Vasconcellns ten tou provoca -la. Os Paulis-
tas tendo frente do governo d provincia
um patricio seu o Exm. Sr. Tobias que por
vezes a havia governado com zelo prudencia
e imparcalidade ameagados de perde-lo
com a mudanga do ministerio Andrada pe-
lo orgo das cmaras municipaes e cleitores ,
pedroa S. M. I. a sua conservago : o go-
verno ralou-se ; e sm que este empregado
desse o menor motivo foi substituido pelo
Exm. Alvm. Veoeste mas como nao hos-
tlisou o partido de Tobias nem contrariou
o seu systema de governo sem razao algu-
ma foidemittido e substituido pelo Sr. Costa
( 1 ) Os rebeldes do Rio Grande cha"
mo Rahiano a todo o Brasileiro que nao teve
a dstincta honra de nascer no territorio do
Piratinim, esobre tudo os que nascero pa-
ra c do trpico. Nao be para admirar que
os Republicanos de S. Paulo adoptassem os
termos da linguagem dos seus correligionarios
evsinhos. Ninguem crea que na seo este
espirito de excluso do amor ao paiz em que
nascero os que delle se deixo dominar: esta
excluso he filha da ambigo e ciume, que
nao quer competidores ; esta excluso he u-
ma paixo ignobl que anima todos os bru-
tos e que sobresahe nos irracionaes mais
ferozese selvagens, que nao consentem par-
lilha na presa; mas anda alguns brutos a-
bandono os restos depois de saciados; ao ho-
mem ambicioso sem merecimento nada lhe
sobra.
(2) Assim como ha rasps que dispensSo
outra qualquer ha tambem despropsitos
depois dos quaes pode-se proferii^quanto se
queira. Eis-ah um desses. Os objeclos
idolatrados dos Paulistas diz o Paulista pa-
pel sao a Constituigo, o Imperador eo
Tobias : e ento parece esta assorgo de um
ornalista do Brasil da Provincia de S. Pau-
lo ? de um jornalista que se aprsenla procla-
mando urna revolucfio ? Diga quanlo quiser
agora o Paulista papel que nunca se levan-
Carvalho, digno delegado do um tal governo.
Chegou este Bahiano e querendo nao s
desempenhar os desejos do ministerio como
talvez querendo vulgar os seus patricios a
quem a provincia rejeitou das urnaseleitoraes.
comegou a fozer ludo contrario do que lobias
praticara.
A provincia justamente resentida deste
nouco caso das representages dos Paulistas,
notou com magoa o despiezo do >ovemo na
partlha das gracas por occasiao ja coroagAo r
em que at Vasconcellos foi contemplado com
a dignitaria do Cruzeiro c onde o foro-
contemplados alguns inimigosde lobias.
Accresce que a assomblea provincia;, co-
nhecendo que as leis da reforma do cdigo e
do concelho d^ estado alem de oppressivas ,
eroclaramento contraras constituigo, ate
pela maneira com que foro votadas pedio a
S M I. a suspenso dolas at que a assem-
blea as revogasse. O Sr. ministerio nem
com-entio que a deputago da dita assemblea
provincial apresentasse a S. M. 1. a repre-
sen tago, desfeiteando assim a provinciana
pessoa de seus representantes. ISo fallemos
as injuriase ultrajes prodigalisados aos Pau-
listas as folhas do governo e s pelo mo-
tivo de que elles se nostrassem resentidos e
nao pegassem as armas para desaffrontarem-
sede tantos insultos : o seu agente porem o
barAo de Mont'Alegre persuadio-se que im-
punemente podia pisar nos Paulistas demit-
tindo-os de oficiaes da guarda nacional, e
substitundo-os por pessoas indignas ate de
serem por elles commandados. hmim nos
pretenda fazer smente subditos do partido
contrario a Tobias. Isto j era muito.
O infame concelho de estado composto de
Vasconcellos Honorio e outros que laes n8o
contentes com tanto opprobrio quiz esten-
de-lo por lodo o imperio o para isto projec-
tava a dissolugo da cmara dos depulados ,
e urna lei de eleigOes em que s o governo
oselegesse; notou porem que a maior parta
dos actuaes nao approvario to absurdo pro-
jerto aconselhon ao Imperador a annulla-
codas eileices dos depulados ; mas como
ste juizo compete pela constituigo s a res-
pectiva cmara, chamou o overno a este
acto anti-conslitucional dissolugo como se
o Brazil fosso lo estpido que nao soubes-
se o que quer dizer dissolugo e quaes-
cordeiros devessem estar pelos desatinos do.
governo.
Estes e outros motivos, sem fallar na ce-
lebre alteraco do acto addicional com o al-
cunhode iterpretago, pela qual forAo as
provincias privadas das vanlagens que lhe of-
fereco as reformas da constituigo dero
.Notas dosRR. do 1. )
causa adizerem os Paulista : Noqoevemos
tanto desaforo e tanta audacia. Vejamos a-
gora qual o fim da presente revolugo.
O fim da actual revolugo.
Tantos trabalhos e incommodos devem ler
um resultado proveitoso causa publica. E*
pois da primeira necessidade que o ministerio
actual se retire dando lugar a que S. YI I.
nome outro que nao seja socio ou condiscpu-
lo de Vasconcellos : que trate com civilidad
a homens Iivres ; que nao Ibes tolha o direi-
to que a constituigo nos concede de fazer-
mos chegar perante o throno nossas queixas
e representages ; um ministerio emfim que
nao ponha o monarcha cm coaego obri-
gando-o a assignar actos oppressivos e oppo*
tos constituigo.
Por fallarmosem coaego eonvem expli-
car os motivos de a affirmarmos. As folhas
publicas e cirtas do pessoas fidedignas asse-
gurAo que o ministerio quando emprehen-
de algum desatino e leme que S. M. recu-
se assigna-lo procuro aterrar sua imagina-
go com a prospectiva de males horriveis,
se tal medida nao tiver lugar ; para isso af
fecio muito conhecimento do estado do Bra-
zil allpgo a experiencia dos negocios ; a-
meago retirar-se do ministerio e que S. M.
nao encontrar quem o queira serv r mais.
Ora S. M. I. cuja alma innocente nao
est anda acostumada a ouvir estas impostu-
ras depois de derramar lagrimas assigna
os disparates do ministerio.
Outro fim que tem a presente revolugo
obter a revogago das tres leis que ataco de
frente a constituigo ; a saber a chamada
iterpretago do acto addicional, a lei das re-
formas do cdigo e a do concelho de estado ,
a qual ligando ao Imperador nAo consen-
te que elle obre cousa alguma senfio obede-
cendo aos conselhos do monstro Vasconcellos,
Honorio e outros semelhantes.
Conseguido isto que a razo a jusliga e a
constituigo exigem seremos obedientes s
leis fritas como manda a mesma constituigo,
a S. M. o Imperador ; continuaremos a fa-
zer parte do imperio ; mas se o governo ,
longo de ouvir-nos procurar boslilisar-nos ,

>
ttmt
_


*


o
capaz
c nos puzer na necessidade de langar m9o do
medidas extremas ser ento necsssario a-
dotar final extremos para recuperarmos o
perdido e vivornioscom honra e dignidade
que compete a homens livres principalmen-
te a Paulistas.
Portanto abrios oliios todos os inte-
ressados em a nossa unio : lembrem-se que
os Paulistoso demasiadamente sofredores
mas que perdida a paciencia nada
de os fazer mudar de opinio.
Agora so queremos a S. M. I. com a cons-
tiluigo jurada e nada mais ; porem aode-
pois.. .quem sabe o que ser Nao nos obr-
guem, nao nos violentem : j temos sido mui
provocados. Lembrem-se que Paulista nao
recua.
Meus patricios mostremos ao mundo para
quo prestamos. Saiba o Brazil que preza-
mos a liberdade que somos liis ao juramen-
to que prestamos constituido.
Hoje mais fcil perecermos todos do que
sujeitarmo-nos a cscravido ; e escravido de
quem ? De um ministerio coberto de nodoas,
e a quem o Brazil deve grande parte de suas
desgracia : de um ministerio socio e discpu-
lo do celebrrimo Vasconcelos, desse mons-
tro, composlo de todas as maldades de que
capaz um infeliz.
Paulistas continuai a ser constantes tei-
mosos mesmo nadeliberagoque tomastes de
nio soffrer mais insultos e de defenderdes
vossas liberdades
Arligos officiaes.
A 17 deste mez foi nomeado secretario do
f averna o Sr. Dr. Gabriel Joze Rodrigues dos
antos.
Na mesma data se ordenou a suspensao da
lei das reformas eannullou-se ludo quanto
em virtudeda mesma lei se havia feito.
Na mesma data o Exm. Presidente pro-
ca mou provincia participando a sua elfci-
co popular.
A 21 proclamou-se que os aliciadores se-
rillo presos e os seduzidos remettidos para a
praca.
Varias demisses tem-se dado a ofliciaes na
guarda nacional ha pouco nomuados pelo ex-
tinctogoverno.
Sorocaba, 1842 Typographia do Governo.
Recapitulagao : S. Paulo nao 6 proprie-
dade dos Bibianos, riem deve ser governa-
do porestranhos. Os Paulistas sao sombros
cteimosos. Vasconcellos teve a dignilaria
do Cruzeiro. S. Paulo nao quer o desaforo
cha em coaego ; o S. M. obadeco a Vascon-
cellos e Honorio. Somos fiis constituicao
e por isso nomeamos Tobias presidente ; sus-
pendemos a lei das reformas fizemos no-
tneags e extinguimos o governo passado ...
E ahi tem o leitor os motivos da rebellio de
Sorocaba deduzidos com to sublime lgica
que deixaria de queixo cabido todas as uni-
J. F.
versjdades do mundo.
COM MU NIC A DO.
CONTINUADO DO N. 47.
Se pois, verdico snr., as liges de litte-
ratra de Noel e La Place nao trazem as pre-
sentes linhas d Bossuet. nem os versos de
Sneca como be que se d plagio no nosso
communicado, como areamente disse s. s.
do de peregrinncSo que apparece todo o er-
ro toda a asneira c toda a contradicho ? !
Dissera elles por venturj mgrare ex per-
grinilione ? Nao por certo : logo eonclue-
se peremptoriamente que s s. apezar de
Rhetorico de quatrocostados, nao soube on-
de trolla a cabeca quando julgou partilharem
do seu dislate esses Classicos Latinos verda-
deros ou imaginarios que vcio amistando da
habitago dos mortos para deffender-se; a
menos que s. s. penetrando temerariamen-
te oasillo do pensamento nao queira assegu-
rar que esses Latinos ques. s. tornot aullio-
rilalivos para um termo da lingua verncula
tenho exprimido mundo por Ierra da
peregrinago o que se nodeve suppor do
mais prudente moderado e circunspecto
dos pseudo Discpulos de Quintilianno que
abafado as catacumbas dos seculos e j con-
vertido em ossos carcomidos nao" eseapma
evocago da sapientsima penna do nosso
contemporneo. Su tal temeridade pois nao
impera no fundo deste pensamento, vemos
nello a quadratura do circulo na lingoa Por-
tugueza.
Mas demos de barato (anda que provisoria-
mente ) que s. s. com a sua emigrago eter-
na tenha significado a morte, e demos ate
de graga que seja a morte, e nao os sinos
(como quer s. s. ) quem reclama esta emigra-
gao ; cochiebando nos diga se semilhanto jui-
zo he original ou foi alanhado em algum a|-
farrabio Latino ? Com effeitc nunca ouvimos
dizer que urna cousa possa reclamar a si mes-
ma e ate aqui pensimos que se para um ser
reclamar outro h.i necessario que preexista
a este que Ihe deve ser posterior he tan ver-
gonhosa asneira o dizer-se que a morte recla-
ma a morte, como que he comprehensivel li-
ma cousa anterior, e posterior a si mesma.
Que lastima respeitavel Correspondente ,
a que excessos Ihe arraslou a sua durindana !
Porem mais vale o poder de Dos, e a Omni-
potencia da methafora. Conclue-se mais que
s. s. ou nunca leu ou nao entendeu o citado
Quintilianno. Vocifere por tanto quanto qui-
zer a fim de afugentar os bufos que coaxo
nos fossos do castello mas nunca profira que
peccamos contra Quintilianno. Concluire-
mos ainda com bastante pezar que os seus
estirados exomplos copiados de Constancio a-
proveitara-lhe tafi pouco como o calumniado
Quintilianno e os Classicos Latinos.
A respeito dos dous adverbios incessanle-
mente e de quando em quando faje-
mos observar que nAi vemos razAo para que
s-. s sem ser expectador da scena do mundo
nos atirc aos ouvidos a terminante senlenga
de que incessanlemente morrem homens, e
nao" haja por bem conceder quo incessanle-
mente dobrem sinos, sendo que a mesma ra-
zflo que nos autoriza a descrer os inlervallos
da morte, milita para que afirmemos que
sempre se annuncia finados. Ate aqui por
tanto, sublime contemporneo, pensamos
que s. s. apesar do tsico principio a que
engou-se, buscn nina tangente que nao
o livra de dever reeonhecer a inexactidAo da
sua sentenga Mas que digo O Omnipo-
tencia da methafora o hydropisia de escrc-
ver o fome de borrar papel! Nem Ihe va-
leu o seu insulso cahe aqui levanta acoli ,
vou fora !
He sobra tildo para ver a maneira exquisita
pretendeu abafar, deixando intacto o precei-1
lo do segundo e fazendo um dos mais es-,
pantosos Genios do mundo auctor de urna;
contradicgSo; a proposito do quo traz-nos o
texto do verbum ardens que s. s. talvez por
poder mais interpretar do que entender ('co-
rno breve mostraremos) bouve por bem citar
em Lalim ; e que j haviamos lido mas nao
podemos. dar-ihe a intelligencia que a sua alta
capaeidn le Ihe atou. E com effeito signi-
ficando o adject. ardens vehemente ardente,
unto a verbum vira a constituir urna expres-
siio nao moderada ou vehemente o que
nem por isso so considerar romo hyperbol
se nao no bronco discorrer do author da aren-
ca ou inintelligivel misevManea que tumos
diaii Le dos olhos.
(Contiiiuar-se-h.)
CO.YIMEKCIO.
ALFANDEGA.
Bendimcnlo do dia 12 de Julho
I:707j818
Inglez.
Joaquim Trajano da Silva 19
Manoel Ignacio de Medciros llego 9
Joze Idelfonso Rodrigues da Silva Dutra 6
Venancio Henrique de Rezendo .*>
JnAo Pereira da Silva Guimares 5
Francisco Gomes \ellozo de Albuquerque 4
Francez.
Augusto Cezar de Medeiros 24
Marcolino Ferreira da Costa 24
Joze Lopes Roza de Albuquerque l'
Antonio Camillo dos Santos 12
Izidoro Marlins Sorianno 12
Joze Rodrigues de Souza 12
Angello Rodrigues Selle H
Ignacio do Reg Barros Pessoa 8
Joaquim Ferreira Chaves 8
(Conlinuar-se-h.)
O secretario = .1. F. S. Guimaraes.
MOV MENT DO PORTO.
NAVIO ENTRADO NO DU I I .
Babia; ludias, Sumaca Rrasileira S. Antonio
Milagroso de 02 tonel Cap. Joaquim Joze
Antonio equip. 8 carga longa charu-
e piassaba : a Manoel Joaquim Pe-
Costa.
tos
dio da
E D I T A E S.
Vicente Thomaz Pires de Figueircdo Camar-
go inspector d'Alfandega &c.
Faz saber que no dia 14 do corren te ao
meiodia na porla d'Alfandega se bao de arre-
malar em hasta publica seis dir/.ias de cadei-
ras o seis canaps no valor de 300. res .
doze mezas por 152,> is. e quatro hanheiros
por 50ji reis impugnados pelo guarda Tho-
maz d'Aquino Carvalho, no despacho por fac-
tura de Jofio Pinto de Lcmos & Filho ; sendo
o arrematante sugeito ao pagamento dos di-
reitos eexpediende. Alfaiulcga 12 de Julho
de 1842.
V. T. P. de F. Camargo.
=No mesmo dia supra se haOde arrematar
as merendonas abaixo descriplas por se acha-
rem nosarmazens d'Alfandega aleo do lem-
po permelido pelo rcgulamcnto : a saber 7
barricas vazias a (loo reis cada urna 21 mo-
Ihosde vimea 200 rs. cada um 0 pegas de
cabo de linho a variado com 800 libras a 5j
rs. o q. q. : nao sendo o arrematante sugeito
ao pagamento 'os direitose expedante. Al-
2 de Julho de 1842.
V. T. P. de F. Carnario.
T 11 E A TRO.
Rafael Lucci professor de forte Piano, e
cantor, com sua (Iba Me. Carmela Adelaide
Lucci ; lero a honra de apresentar-se pela
primeira vez, ao respeitavel publico desta Ci-
dade no dia 21 do correte tendo-se ajusta-
do por algumas nuiles em seu beneficio. A re-
presentago ser a seguinle :
Comedia em 3 actos a Sensibilidade no
Crime Entre o primeiro e segundo acto ,
os beneficiados execularao dois Duelos o pri-
meiro : Perpiaccre alia Signora : da Opera i!
Turco in Italia do Celebre Me. G. Rossini =
e o segundo : lo vorrei che il (uo belcoro
da Opera il posto abbandonato : do Me. Savo-
rio Mercadante.
Os beneficiados esperfio o mesmo acolbi-
menlo que tem tido em oulras partes e fi-
car eternamente agradecidos.
N. R. Osbilhelesachao-se no mesmo Tho-
atro.
Principiar impreterivelmente as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
fandega
D E C L A R A C A O.
nasua fregideira ? ^hora sem duvida as A- porque s. s. pretendeu defender a sua narra-
gAo dos tiros do abilhudo do Recife fazendo
ver que a sua Orago na a tem. Que triste
evasiva Pois o seu monstro de Horacio nao
tem narrago Nao h por certo proposigo
onde nao se d simplesmente urna indicago
de factos, mas sim urna exposigAo posto
que mutilada de todas as fases da vida de um
hroe ; como mostramos no nosso Communi-
cado. es. s. nao refutou. Mas poique sa-
pientissimo Rhetorico pensou s. s. nao ter
a sua OracSo fnebre necessidade absoluta de
narrago ? nAo foi certamente porque Ihe o
dicesse Quintilianno que determina s se po-
der dispensar esta parte do discurso as deli-
beragOes particulares ; e nos discursos pbli-
cos dadas duas hypotheses : ou quando na-
da h que narrar ; ou quando o fado he cons-
tante, e a questfio he s de direito. E se ne-
nhuma destas hypotheses domina no seu ops-
culo ; explique-nos como a opiniAo que con-
sagra no caso presente a nocessidade de nar-
ragAo he Rhetorica do gabinete ou de algu-
ma bolorenta portilla a como disse s. s. >
Mas ainda ha vendo narragAo as hyperboles
sao legitimas, que tal Ora haja por bem,
arrogantissinio Decano da eloquencia moder-
na baixandn d'essa eminencia lilteraiia que
oceupa ensinar-nos a raza porque assim dis-
corre ; e perdoe-nos a petigAo lalvez indiscre-
ta ; pois assim nao pensAo dois homens de
profundo saber e assombroso talento = Ci-
cero e Marmontel, cujas doutrinas s. s.
cademias da Nova-Zelandia se argumenta
melhor.
Nunca nos engaamos no nosso vaticinio
quando predicamos ques. s. reduziria poei-
ra o nosso argumento provando identidade
cabal entre desterro e Patria. E com que ar-
mas snrs. RR., pulverizou o estupendo Sa-
bio o nosso argumento? Com a espadada
metfora que, recebendo de sua mgica mAo
nova tempera tornou-se capaz de cercear
qualquer n ainda o Gordio. Mas estu-
pendo Sabio em que armario achou s. s.
essa immensa exlengAo da metfora ate ento
desconhecida ? talvtft na sua algibeira. Mas
emudecamos e examinemos ses. s. deve ser
laureado por sua descuberta. Quintiliano diz
que as palavras methaforicas nao podemos sa-
ber se o sao, se nao unidas com outras. Mas
querer isso dizer que qualquer palavra acom-
pauhada de qual outra possa perder a signi.'i-
cagAo que Ihe do todos os Classicos para con-
yerler-se em outra l ao saboi de qualquer a-
inda que despeitosamente quebr todos os en-
gastlos das regras ? Responda quem tiver
senso comum. Mas ainda tima vez a que
vein para a questo presente o migrare e vi-
ta e migrare ex hoc mundo dos seus Clas-
sicos Latinos Sagrados ou profanos, se elles
nao dissera migrare ex hoc mundo pere^
grinationis sendo que he na idenlificagAo
de desterro com Patria ques. s. bouve por
be.m crear com a sua emigrago deste mun-
Pelo Lyceo desta cidade se faz publico que
da data deste a iO dias ir a concurso a no-
va cadeira de primeiras letras para o sexo mas-
culino, creada na 1'ovoagAo da Boa-viagem:
os candidatos que a dita cadeira se querao
oppor habililem-se nos lerrnos da lei. O Se-
cretarioJoo Facundo da Silva Guimares.
Fallas dos Alumnos do mesmo Lyceo no
mez de Junho p. p.
Aula de Filosofa.
Nomes Faltas.
Joze Bizerra de Barros Cavalcanle, 22
tem abandonado a aula.
Rafael AntonioCoelho 18
Lourenco Candido do Brito 10
Miguel Arcan jo Mindello 10
Francisco Joze Velloso da Silvcira 7
Francisco Dionizio d'Araujo. (
Joze Camillo Ferreira Rab< lio. i
Joze Joaquim da#Silva. o
Manoel Eleulerio do Rozario. 5
Caetano Estellita Cavalcanle Pessoa. ."
Antonio Rabello da Silva. 4
Francisco Xavier dos Sanios. 3
Joze de Castro Paes Brrelo. 3
Ignacio de Barros Brrelo. 3
Mar.oel Antonio de Albuquerque. 3
Joo Paulo Monteiro de Andiade. 3
Claudino Joze Raposo. 3
Aula de Geometra.
Joze Afonsodos Santos Bastos. 13
Antonio de Paula Almeida Albuquerque. 10
Francisco de Paula Sales Jnior. 7
Justificou.
Antonio Refino Severiano da Cunha.
Antonio Luciano de Moraes.
Manoel Joze de Axevdo.
Rhetorica.
Galdino JoaO Jacintho Borges
Francisco A Ivs da Silva
Jo/e Maria de Figueiredo
Fahio V'ellozo da Silveira
tsr Para a Baha segu viagem impreteri-
velmente no dia IG concille o Palacho S. An-
tonio, por ler maior parle de sua carga; quem
quiscr carregar dirija-se a Amorim & Irmo ,
na i ua da Cadeia do Recife.
CT Para Lisboa segu com toda brevida-
de o Brigue Portuguez Conceigo Flor de Lis-
boa, forrado pregado de cobre, e de supe-
rior marcha ; quem quser carregar ou trans-
porlar-se para 6que tem excellentes commo-
do, dirija-se ao Capitao Vicente Anastacio
Rodrigues.
LEI LOES.
=a Quinta fe ira 14 do corrente de varias
qualidades de fazendas em lotes: na ra
do Crespo loja D. 8, as 10 horas da
manh.
ssr O Corretor Oliteira far leilo por
conta de quem pertencer, de lG duzias de be-
zerros de lustro e urna caixa de calgado
para homem ; Quinta reir 14 do corrente as
11 horas do dia na ra da Cruz D. 10 pri-
meiro andar.
*sr Hoje no armazem de Fernando Joze
Bragu:z, far-se-ha leilo de urna porgo de
superiores bata talas inglezas chegadas prxi-
mamente.
AVISOS DI VERSOS.
tsr Sabio luz o Carapuceiro n. 30 tra-
ctando de cousas varias, e varias cousas. Pri-
meiramenle discorre sobre qual seja a vida
mais feliz : se a da solidao se a do bolicio
do mundo. Ao depois traz a Fbula do ca-
zament d'uma coclhinha com um mono, ca-
rapuga que talvez assentoem mais de urna
duzia de coelhinhas gente ; e arremata com
um Dialogo cazeiro entre Frondelio o sua
mulher D. Empofin cerca da compra de um
fronlmparao baile : vende-se na praga da
Independencia loja de livros n. 37 e 38.
%s- As rodas da Lotera
de Xossa Kenhora do Li-
vramento, andao i ni pre-
tera elmenle no da 20 do
corren te ; e os respecti-
vos bilhetes achao-se a
venda nos lugares do cos-
tume.
tat Oferece-se urna parda para ama de
leite : na ra da Palma D. 1.
tur No pateo do Carmo na loja do sobra-
do do Snr. Joaquim Bernardo engomma se
com muito perfeicao e prego commodo.



V
1L~

^SSSSSSS!^t^SS^3 gg*' BBJBSSfSBggg
4
!
I
PULULAS VEGETA.S E UNMVF.nS.VES .VMKIt CANAS,
Estas pilulas j bcm condecidas pelas gran-
des curas (]ue tem feito, nao requere nea
dieta, e nern* resguardo algum ; asuacom-
posico ifco simples (pie nao fazcm nial a
ruis tenra crianga : cm lugar de debilitar ,
fortiico o systema purificad o sangue .
miginentao as sccix'goes eru ge ral : turnadas,
seja para molestia ehronica ou someiile co-
mo purgante suave; 6 o melhor remedio que
tem appareckJo, por nfio deixaro estomago
naquelle estado de cogslipagau dcpois de su.i
operadlo como quase lodos os purgantes fa-
zem e por seren mu facis a lomar. e nao
A usaren incommodo nenhuni. O nico de-
posito aellas cm casa de D. Knoth agen-
te do autlior: na ruada Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha va i embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
tsr Alugo-se duas casas em Olinda na
ra de Mathias Ferreira n,22 e 23 por me-
nos do que al o presenil' se leni alugado ,
preferindo-se aalguma familia que na mes-
ma queira eslar pelo lempo que Ibeconvier ,
f pois as ditas sao unidas o tem excellenles
quintaes; quem as pretender dirija-se a ra
largado Rozarlsbotica I). 10.
tsr () abaixo assigando parlecipa a quem
convier (pie lie fallecido seu cu n lia do Joao
Joze da Silva morador que foi na Cidade de
Olinda que a viuva sua inullier vai inventa-
riar no Juizo de Orlaos d'aqnella Ci dade <>
pouco ou quasi nada, que possue o seu casal:
osSrs. que Ibrem credores d'elle queirflo lc-
galisar naquelle Juizo as suas dividas para se-
r pagas como quando for possivol.
Anselmo Joze Ferreira.
= O abaixo assignado da quarenla mil
rs. cm dinheiro a quem achou o Testamen-
to com que falesccu rsula das Virgens: an-
nuncic sua morada para ser promplamente
procurado, epago. Manol >!e Jezosda Silva.
= Joze Antonio Ferreira da Silva reli-
ra-se para o Rio de Janeiro.
tsr Quem anriuncioii querer comprar o
Dicionario Tlieologico de Bergier dirija-se a
Olinda ra de S. liento I). 13, ou no Be-
cifc beco do Peixe frito 0. -4 (pie se he
dir quem vende e mais algumas obras co-
mo o curso de bistori de Filosoia por Curio,
as lices de .Filosofa por Tlotle.
t^" Quem precisar de un rapaz brasileiro
do l anuos, para caixeiro de cobranga o
qual sabe bem ler escrever ; e contar di-
rija-se a ra das larangeirs D. 12 Jado do
nascenle.
tsr D-se 200,) a juros de dous por cenlo
ao mez com pinbores de ouro ou piula : na
ra Direita padaria I). 45,
cr A Sen hora D. Josefa Joaquina de Sou-
za moradora no atierro dos AlFogados quei-
ra dirigir-se ou mandar pessoa de sua con-
fianza receber nina carta de importancia vin-
da do Rio de Janeiro, na ra da Mbeda n. I 40
no escriplorio deFirmino Jo/e Felis da Roza.
tsr Quem quiser alugar um moleque para
vender pao com outra pessoa inda mesmo to-
ra da praga dirija-se a ra de 1 lorias R. 23
lado do poente.
er 0 Bacbarel formado Joaquim Joze da
Fonseca Jnior mudou sua residencia e
escritorio para o pateo do Collegio sobrado
I). 1"), onde podero fallar-lhe a qualquer
hora do dia. File scientiica aos seus amigos
econstituinles de fora que tem suplicado,
e espera id)tr de S. .M. o Imperador a graca
de o querer dispensar do lugar de Juiz .Mu-
nicipal e Orfaos da Comarca do I.imoeiro,
para o qual o Mesmo Augusto Sr. Dignou-se
Nomial-o por Decreto de 2.*i de Maio do cor-
rete armo.
tsr U-se a juros a quanlia de f>00,> sobre
pinbores de ouro e prata : na ra do Jardn
casa do mesmo nome : na niesma casa vnde-
se a Lgica por Genuense, Melbafisca, c
Elbica ludo em latim.
tsr Aiuga-se o segundo andar do sobrado
da ra Nova D. 0 : a tratar com Carneiro
Montciro no forte do Mallos
tsr 0 abaixo assignado faz scienteao Snr.
arrematante das agoas ardenles de producn
brasileira quo deixou de vender dito gene-
ro em sua venda na ra do Rozario da Roa
visla desde o dia 10 do crlente.
Antonio Pereira Silva Martins.
r O abaixo assignado faz. scionle ao Sr.
arremalante das agoas ardenles quo deixou
de vender dito genero desde o dia U do cor-
rele na sua venda D. o na praca da Boa
saber no *r. Tbom Peivira Lagos que dei-
xou de vender agoa rlenlo em sua taverna
na ra Imperial do Alten-.
SE?- No dia 23, 20, e-27, do correte rao u
praga diversas casas ci tundas em pedias d
fogo perlcncenlcs ao casal do finado Joao
Carlos Pereira de Burgos para pagamente
dos credores do mesmo casal as quaes vao
praga a requerimiento da viuva inventarinnb
I. Francisca da Cunta Handcira de Mello,,
os pretenden tes podero Comparecern) no.'
dias disignados na Cidade de Goianna, na
presenga do Sr. Dr. Juiz de Orfaos da mesma
Cidade.
= O Director da socedade =Amzade no>
Fue faz cerlo aos mrs. socios que a reu-
nio em assemblea geral de Domingo 17 do
correnta, ter lugar pelas lo horas da ma-
nda na casa de suas sesses.
= Amanda a porta do Juiz de Orlaos na
ra do Collegio a arrematagao da casa de
sobrado que se tem annunciado na ra da
Cadeia do bairro do Recife D. 41 que foi
do finado Antonio Joze Quaresma de renda
triennal.
= Pela terceira vez. roga-se ao snr. Silva
Medeiros, queira annunciar o logar que se
pagao os bilheles de sua rifa ; pois muito
bastante o lempo que tem retido o dinbeiro
dos particulares,
W Deseja-sesaber se exisle nesta praca o
snr. Joao Martins dos Santos ou seu mulo
Antonio Martins dos Santos da Freguezia
de S. Cosme em Portugal ; no caso de existi-
r m deseja-se-lbc muito fallar : na ra do
Apollo!). 15.
afOfTerece-se um liomem cazado, depouca
familia,que sabe ler escrever e contar, muito
capaz que pode abonar sua conduta para
administrador de engenbo, ououlro qualquer
estabelecimenlo de que tem bastante plati-
ca por ser natural dmalo, c j ler sido
lavradorde um engerido, est muito ao laclo
de lodo servico de campo Iratamenlo de es-
clavos de cavallos, boiadas, besteiras, mon-
ta bem a cavallo e os ensina e e admite to-
dos os andares que seus don os quizerem ; os
pertendenles, annunciem.
tw Precisa-se alugar pretos e pretas para
venderem azeile de Carra pato s tardes : na
ra das l.arangeiras 1. andar do sobrado D.
7 lado do norte.
= Preciza-se de urna ama : na ra do No-
gueira D. 2o.
= Manoel Carlos nao vende mais agoar-
dente desde o dia 9 do corrente: na ra do
Aragao da Boavista I). 44.
= Prccisa-se de urna ama que tenha bom
loite dalidp-so boa paga : annuncie.
tsr Sahio a luz n acba-sea venda na ibja
Je hvros da praca da Independencia n 37 c
>SaConsltuigo do luperio do Brasil, com
notas explicativas com a citacan das pagi-
nas das obras dos principar* Publicilas, e das
Leis secundarias que tecm sido polmugadas
relativamente aos arligos. da Conslilnigio
EsTaobra he do summa nlilidade nao s aos
csliidanles do curso jurido mas a todas as
pessoas pois poiio.i o insano trabalho que
d o procurar as obras de Direilo Publico os
lugares em que se achilo desenvolvidos os pon-
tos sobre que se deseja consultar, acrescendo
que as explicagOes ajudarO muito as pessoas,
que nao houverem esludado o Direilo Publico
a comprebender a Lri fundamental oonlie-
cimento que todo o cidadao deve aspirar 1 re-
g 2*000 i cis.
"V CT- A colego dos Panoramas ricamente
encadernados em o vloumes Saluslio tradu-
sido ao p da letra tanto em broxura como
em meia eneadernacao e inteira por pre-
go commodo e as obras completas de Bufn
com estampas riquissimas e ricamente en-
cadernadas : na ra da Florentina nova casa
ultima que faz quina para a ra de S. Amaro
E^- Um sof, (cadeiras de Jacaranda com
assenlo de palhinba em muito bom estado,
urna porcao de lindas pretas cruas novas ,
viudas do Porto sendo tudo por junio ven-
de barato : no pateo do Carino quina da na
de Borlas D. i.
E3-" Cera amarela em porgo e a retadlo :
no liceo da Lingocta venda de Joaquim Joze
Rabello.
ES- Barris pequeos com muito bons paios
chegados na ullima mbarcaco de Lisboa :
na ra Nova D. I idcfronle da Conceicao.
tSF- lo barris com niel : na ra da Madre
de Dos loja de Joze Antonio da Cimba.
tsr Dous pretos por pregos commodos
proprios para todo o servico'; caixasde man
de 1(5 libras: na ra da Moeda n 110 escri-
plorio de Firmino .1. F. da Roza.
ssr Urna cama de angico com c Ixao, Ira-
visseiro, sobre-ceo e cortinados em bom es-
tado um violao de boas vozes um relogio
decaixa de prata maquina coberla com os
das do mez urna espingarda de passarinbar
uto boa de foso e pontana, um babuz-
ISF- Alviaas do Porto>v fouces grandes o
;i qikm i d.: roca, taces de dous corles:
no atierro da Boa vista loja de feriagens D-
cima .">,>.
isr Agoa do Ungir os cbelos e suissas: na
ra do Livramcnto loja de cilancos D. 17.
tsr1 TaxM de forro coado e batido em bom
sortimento eoulras ferragens mais para en-
genlio ; um moleque muito robusto proprio
para aprender qualquer officio : na ra do
Vigario n. 7.
ssr Superior larinha de mandioca chega-
da ltimamente do S. Catbarina por prego-
commodo : na ra de Vigario n. 7.
tsr Cm engenbo de bastas, na freguezia
de Mnribeca denominado Conceigao com
bons partidos de varze e boas ladeirM lem-
maltas e bous riachos dos quaes se pude fa-
zerum bom engenbo de afioa dislande des-
la Cidade o legoas e 5 do porto de embar-
que para as caxss : na ra do Cabug bolita
de Joao Moreira Marques D. o.
tsr lna escrava de naco bonita figura,
cose chao cozinha o ordinario lem prin-
cipios de engonimar o lava bem do varrella
um moleque crelo canoeiro de 20 annos,'
amhos se da o a contento ao comprador: na
ra Direita D. 20 lado do Liviamento.
tsr 3 escravas de boas figuras com boas
habilidades urna deltas cose engomma
e cozinha tudo taz bem o pretos muito
robustos para lodo o Irabalbo por 320* ca-
da um e 2 moleques de 12 a 16 anuos : na
ra de Agoas verdes D. 37.
ssr L'm rico aparelbo dourado com esca-
ma pasla e talim de couro de Justao para
oflicial montado de guarda nacional : na ra
Nova D. 34.
tsr Urna mesa de nmarello para jantar
por prego commodo : na ra de Hortas Do-'
cima iO.
fctST Compedio de Tbeologia Moral pelo
I adre Manoel do Monte Rodrigues de Araujo
porNj Discurso sobre a Historia Universal
porRoussuet por 2,300, Diccionario Magnuni
Lixicon i/, um rico par de brincos de dia-
COMPRAS.
Um prelo vt-lbo que seja de pouco di-
nbeiro : na ra de Agoas verdes D. 37.
ssrL'ma carleira de escrever em bom uzo
na ra da Cadeia velba D. 14 loja de chapeos.
Dous carnudos de mao tizados : an-
nuncie.
^tsr O primeiro lomo da obra de D. Qu-
sote : na ra do Cabug toja de miudezas
D. 5.
VENDAS.
vista. = Domingos da Silva
'erreira,
tsr Por delraz da ra da swizaM velba
para se alugar um grande armazem com ram-
pa feita de novo que serve para embarque e
desembarque: a tratar na na da Cadeia do I
Recife n. 20. e muito boas
tsr Luiz Joze de Macedo pt-lo presente faz | annuncie.
ssr Saluslio traduzidoao p da letra dito
em latim Cornelius Nepto, Fbulas de Phe-
dro Selecta 1. Novo melbodo lloratius ,
Virgiliu Sintaxe de Dantas Magnum Le-
xicn Fulropio Cicero de Oflicii Epsto-
las do dilo Diccionario de Composicao. Dis-
eureo sobre a historia universal por Bossout,
Mamiul deapelacoese agravos Tratado de
Testamento Lgica em Portuguez Elbica
de Job em dito Arilhmetica de l.acroix, dita
de Bezout : na praca da Independencia loja
de livros n. 37 e 38.
tsr L'm pelo moco de bonita figura sem
vicio : no atierro da Boa vista loja D. 10.
tsy Urna mobiiia em uzo. obra do Porto
na ra da praia armazem de Joze da Silva
Campos.
i:/- A armaco de urna venda no Recife
cita no beco que vai da pracinha do Corpo
Santo para a ra do Vigario : na mesma ou
no forta do Mallos venda n. 7.
UT I na escrava de nagao, com 23 an-
nos de idade, cosinda o diario de urna casa ,
engoma lizo, ptima lavadeira e ensaboadei-
ra e vendedeira na ra sem vicios ncm a-
cbaques ao comprador se dir o motivo por
que se vende; assim como tambem urna ne-
grnhacom 7 anuos coze clifio perfeitamen-
le : naTpracinba do Livramento I). 21.
ET Fin metbodo de llanta do melhor
author, com escalas para uma cinco chaves
ndo de tartaruga com pos dobradicas aze-
Hias fecbadura chave com crreme e en-
fetes tudo de prata, e o livro mestre fran-
cez ; ludo por prego commodo : na ra de
S. Rila nova D. 18 lado da Igreja.
W Vende-so ou troca-se por uma casa no
Itecife ou escravos um sitio todo cercado
de hmfio com bastantes pYe larangeiras ,
e outras muilas diversas frucleiras com boa
casa de vivcnda, que tem duas salas, 4 quar-
tos cozinha fora qmirlos para pretos es-
tribara para dous cavallos e boas Ierras pa-
ra plantagOes; os pretenden les dirijfio-se a en-
trada da ra do Hospicio na ultima casa ter-
rea que fica ao lado direilo junto a um por-
tao que fica defronte do sobrado novo de um
andar.
tsr Urna negra crela cozinha engom-
ma ensaboa lava de sahao e varrella e
faz todo o mais servigo de urna casa : na ra
do Rangel sobrado que faz quina no beco do
carcereiro.
tsr Uma casa de pasto com seus ulencilios
no beco do porto das canoas : a tratar na ra
imizicas por prego cmodo :
da senzala nova no primeiro andar do sobra-
do n. 23.
tsr 10 pipas vasias que forao de agoa ar-
dente: na praga da Roa vista D. G lado do sul
tsr lm escravo crelo, de 2o annos
com bons principios de cozinheiro : no beco
da Clona casa onde se faz chapeos.
tsr Na refinacaodos4 cantos da Boa vis-
la ha agora assuear refinado de muito boa
qualWade a 2,>2i0 a arroba e a retalho a
" rs. a libra e todas as mais qualidades
do assuear azeite doce de Lisboa a 4*800 a
cariada elHO a garrafa superior ed iscon
a2.>,)(.0abbra e outros mais gneros por
prego commodo.
tsr Lma toalha de lavarinto nova, de bom
siosto e sem bico : na camboa do Carmo
U. 10.
tsr Um excellenle escravo crioulo pro-
prio para todo o servigo muito sadio e sem
vino ; e bem asaim azeite doce de superior
'J";'l''lale, a 4.300 a caada, e a garrafa a
Otf : na ra dos Quarteis D. :,.
tsr lma porgo de taboado de pind, lan-
lo americano como da suecia de muito boa
qua idade, e mais barato do que em outra
qualquer parle, por se querer desocupar
armasem : a tratar atraz do Tbeatro no ar-
mase! do lado da mar.
tsr Urna duzia de cadeiras um camap
" logo de banquinhas dous espelhos gran-
des de salla; tudo de madeira de oleo, e po,
pregocomodq na ra do Fagundes I). |x
maules grandes e bons ; e algumas obras com
avana de agoa salgada como sejo : Acces
Summarias por Lobo 2 v. ; Segundas linhas
pelo mesmo., v. Assentos da suplicago ;
Obr.gagoes pessoas por Pholier 2 v. ; Manua
Prat.co; Doulr.nas das Acges Processo
uriaiiologico ; Linhas criminaes 2 v Ma-
nual do l'abeliao ; Tratado de Testamento;
Urago(?s de Cicero em portuguez 3 v Prin
cquosdeFticaporJob; instrueges pa'ra ca-
gadores ; Arilhmetica por Lacroix Salusti.,
traduzidoao pe da letra, o que tudo ser
vendido pelo maior prego que olToreeercm
na .-^ollegio D. 3 botica de Cypriano
tsr lm carrinho de 4 rodas e seus ner-
tences com pouco uzo ou quasi novo e ser-
ve para um ou dous cavallos por ser muito
niane.ro para v. r o carrinho no primeiro
sobrado atraz da Matriz da Boa visa e a
tratar do ajuste no escriplorio de Matdeus
Auslin na ra do Trapiche novo n. 12.
tsr Farinhade mandioca superior, che-
gada ltimamente de S. Catharina pf-precu
commodo ; na ra do Vigario n. 7.
tsr Diversos passarinhos muito cantado-
res comga.olas d'arame; uma meza grande
para jantar, com abas e aparadores : um
guarda-roupa ; louga ; urna papeleira ; duas
cmodas de Jacaranda ludo por preco com-
lol rfj r ni' !0,B; d Prtfc (,o Livramento
loja de fasendas da Viuva do Burgos
y Cadena, de Illanco com ssenu, de pelbi-
m, e encono da me,* ...arquezas de con".
m mezas de janlar cama de vento co, ".
I' Cr,e"aS C'n 8sSeo, de P""binl.a am ca n
cama, d. vento mni.o l,em (e.t.,s ff 00 J5,i
pml.o a o^ooo t ,,nl, da Suecia com 3 pd da!
fe groara, i.to serado tdo mais cm ni da
ESCRAVOS FGIDOS.
er; Fugio no dia 7 do corrente o affricano
Joze Cala bar do poder do Dr. Pereira cu-
jo signaes sao os seguinles : boa estatura ,
grosso do corpo e tem um dos olhos vasa-
do : quem pois o aprehender leve na na do
tsr A 29 do Abril do corrente, fugio o
negro Joze angola secco do corpo, co. fula'
com falla de denles a dianle b.ixo mtntl
agum eouza tortas para dnlro .teoTjoe-
Ihos, de .* a 40 annos, o qual oi outr'ora
^TftcwdMA'Y^= quem o pegarla
RECIFE NA TVP. DF M. F. DF F= 1812.
^J.


Full Text
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