Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04691


This item is only available as the following downloads:


Full Text
v"
Auno (le 1842.
Quarta Feira 6
Tado Ror depende de nos mearnos ; liauamas cubo principiamos e serene* apnnladoi cu admirar.io entre as Naces ma
rallas (Proclaniaoao da Assrmblt't Geral do iran.j
PARTIDAS DOS C0RRE10S TERRESTRES.
Cuitara, Paraiba e Hio grande do Norte segundas e textil fcira.
UoaTita Garanliuiii u O e24-
Cnho Serinhae Rio b'ormoto Pon Caira Macei e Alagot no 1.
1 ajen ib. Santo Anlao quintas feiras. Olinda lodos a dial.
H.
DAS da semana.
4 Se/;. Itabel Raiulia de Portugal. Chano. Aud. do .1. de I), da 2. r.
ti I i-. i, Ataanazio M. Re. Aad do J. de D. da i. \.
'i Qjart, i. Domingas V. M. Aud. do J. de D. da 3. v.
7 Quiul. s. Pulquera V. VI. Aud do juii de D da 2. v
5 Ser. a. Pn.copio M. Aad. do J. de D. da \\ r.
'J Sth. Cyrillo B. M Re. Aud. do J. de D. da 3. t.
i" Dom. s. Jnnuario f seus Comp. Ma.
de Jullio.
Anuo XVIII. N. 145

f k O Diario publicarse todos os dita que nao
de tres mil veis por quartel pagos admitidos.
nata e os dos que o ii.io fort-m raiao de
diiigiilas 1 esla Typografa roa ilns Cruies T).
Kiinii-ro 37 e 3S.
CAMBIOS no da o
Cambio toare Londres 26} d. p. 11'.
a Paria 360 reis p. franeo.
i Lisboa Ion mi 100 da pr.
Moeda ile cobre ; por 400 de descont.
I daaa deletrea de boaa fifaas 4 e n I r (
Descont de bilh. da Alftndvgi 4 por 4"0
o mil.
foreni Stnlilicados : p"V" taaigatlura Lo
O- innimcios dos assiguaiiles saa aterida*
'SO nis por linba. As rerlamaoora deiea ser
3, ou a praca da ladepenilrnoia laja de lirio
de Ji'Liio. compra viuda.
Odro- Moeda dt 6,400 V. l.(*e 1*.~0$
N. 4..I 16.I1C
a a Je 4,000 S.iOO .SO*
PlUT* Patacoes I.S3 i.lkM
a Paioa Coluaaarai 1,830 4.S5*
,. dita Meiicanai 1,830 4 .Sin
amula 4,0# 4 ,fltO
Prenm
4-
tnnuir dt
^ar
fcor
do din G de J ni lio
ri* a .i'i m, da manila.
48 ni. dt Urde.
PHASES DA LA NO MEZ. UE JULHO.
Qoirt, ming. i 30. t i* horas e 22 m. da tard.
1 Ul Nort t 8-- ll 4 hurta e 44 m. dt inanli.
Quarl. crete. t 14-- ka 7 horas a 40 da tard.
La cheia a 22-- s 8 horas e 36 m. da nunli.
I> I \ RIO l>E PE K N A lf BEEO.
PART OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 30 DO PASSADO.
Officio Ao Inspector da thesouraria das
rendas provincaes intelligenciando-ode ter
concedido demisso do lugar de Fiel da ins-
pecgo do algodo Mathias de Albuquerque
e Mello.
Portara Mandando passar nomeaco de
tcnenle para o ba tal nao de guardas nacionaes
destacado Francisco Joaquim Machado.
Olieios Ao commandante das armas e
ao Inspector da thesouraria da fazenda par-
ticipando a nomeago, ordenada pela ante-
cedente portara.
Portara Ao Director interino do arse-
nal de guerra ordenando que fomeca urna
jarra para agoa un coco e urna candeia
guarda da ribeira da Boa-vista.
Olicio Ao Chefe de polica commun-
cando a expedeflo da ordem precedente.
Portara Ordenando que se passe no-
meago de alferes para o batalho de guardas
nacionaes destacado Joaquim de Jezus Pin-
to aiim do servir na companhia estaciona-
da em Goianna.
OHicios Ao Commandante das armas ,
e ao Inspector da thesouraria da fazenda in-
telligenciando-os da nomeago antecedente ,
e dizendo ao 1., determine 90 nomeado, que
sullicile o seu titulo.
Dito Ao Inspector d'alfandega, aecusan-
do rcccpco do seo ofllcio de 20 do corren te ,
fin que requisita o mestre carpina das obras
publicas, Manoel do Gouva e Souza, para ser
ncarregado dos trabamos do novo trapixe da
inesma alfandega; e significando-llie em res-
posta, que por ter de acabar-se brevemente
os con ce ros da parte do Recife e do dar-se
andamento muitas outras obras que exi-
ge m um mestre intolligente segundo infor-
ma o Engenheiro Vauthier, nao pode ser sa-
lisfeila a sua requisgo.
Dito Ao Inspectora thesouraria da fa-
zenda participando em consequencia do avi-
so expedido pela secretaria d'Estado dos Ne-
gocios da fazenda que a vista das jurdicas
razos em que se fundou a rdem circular
de 6 de fevereiro de 1839 deixou de ser fa-
voravelmente deferido o requerimento dos
empregados da Recebedoria d'esta provincia ,
em que pedio a revogago da dita ordem pa-
ra poderem deduzir porcentagem das lettras ,
recolhidas aos cofres da mesma repartigo em
pagamento de sizas : e ordenando-lhe que
o faca constar aos ditos empregados.
Dito A Rernardo Tolentino Mapso da
Costa Reis communicando que em conse-
quencia do despacho da Presidencia de 30 de
Agosto d 18H que Ihe concedeo a dispen-
sa requerida do posto de Coronel Chefe de le-
gislo do municipio do Cabo foi nomeado e,
prestou juramento de servir o dito posto o
Tencnte Corone! do primeiro batalho do di-
to municipio Manoel Francisco de Paula Ca-
valcante de Albuquerque : e louvando-o pe-
'os bons servicos que prestou no cumulan-
do da dita legio em quanto a sua saude o
permttio.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 21 DO PASSADO.
Officio Ao Inspector da thesouraria re-
metlendo-lhe a guia que trouce do Maranhao,
o tenente Joo Marinho Cavalcante de Albu-
querque.
Dito Ao Tmente coronel commandante
do bata I hilo provisorio rcmettendo-lhe urna
relacSo de todas as pracas que tem pertenei-
do e pertencem ao batalho da seu miman-
do para que notasse o deslino actual de ca-
da uma dellas.
Dito Ao mesmo dizendo-Ihe que as
(iracas que lhe foro remettidas em 30, e3l
do mez passado devio ter vencimentos de
sold e etape do da 1. do crrante em di-
ante.
Dito Ao Major commandante interino
do 3. batalho d'artilheria pedindo-lhe n-
formaces a respeito do comportamento que
leve o soldado Carlos Mximo com o aju-
danle do 3. batalho de guardas nacionaes
do municipio de Olinda.
Portara Ao Capito commandante do de-
posito mandando em cumprimentoao Im-
perial Aviso de 31 de Maio ultimo dar bal-
xa ao soldado Francisco Rpinaldo por ser
orfo de pai e me e ter a seu Ctrgo urna
irm solteira.
Dita Ao Major commandante interino do
3. batalho de artilheria a p mandando
em cumprimento a Le, dar demisso ao sol-
dadoda quarta companhia Manoel Antonio
dos Santos por haver sem nota finalisado o
seo engajamento e nao querer continuar no
servico.
II)KM DO DA 22.

officio Ao Exm. Presidente enviando-
llie o resultado dos trabalhos da commisso
nomeada d'ordem do S. M. o Imperador,
para conhecer do estado sanitario idoneida-
de dnscapelles e cirurgioes do exercito,
existentes na Provincia.
Dito Ao niesmo Exm. Snr. transmet-
tindo-lhe urna representago do padre capel-
lo do batalho provisorio mostrando a ne-
cessidade, do colocar-so o SS. Sacramento
em um altar da igrejada Solidado contigua
ao hospital regimental, para que os enfer-
mos no mesmo hospital existentes fossem
soccorridos espiritualmente com mais promp-
tido, e decencia, solicitando para este im a
necessaria faculdade de Exm e Rm. Bispo
Diocesano.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. rogando-
1 lie a axpedico de suas ordens para que
fosse entregue ao capito Alfonso Honorato
Bastos juiz da irmandade do glorioso S. Jo-
o Baptisla um caixo conlcndo as alfaias da
mesma irmandade que foi depositado na
thesouraria, quaiuo o terceiro batalho em-
barcou para a corte em Junhodo armo pas-
sado.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remetten-
do-lhe o processo verbal feito ao reo Seralim
Gomes soldado do batalho provisorio pe-
lo crime de deserco afim de que fosse jul-
gado em ultima instancia pela junta de jus-
tica.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., inderessan-
do-Ihe competentemente informado, oreque-
rimento do ex-cadete Manoel Joaquim Paes
Brrelo que pedia a nomeaco de alferes pa-
ra o batalho de guardas nacionaes deslaca-
do.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. transmet-
tindo-lhe o requerimento do cabo de esqua-
dra Manoel Joze da Silva Lisboa, que pedia
passagem para a guarnico da Provincia do
Para.
dem do da 23.
cima com oque licava respondido o seo de
M do corrente.
Dito Ao Inspector da thesouraria Com-
raunicando-lheo falecimento do capito de 1.
linha reformado Flix Correia da Silva.
Dito Ao Dezembirgador chefe de polica,
communicando-lhe que o recrula Antonio
Carneiro assentara prac,a e o de nome An-
tonio Joaquim dos Santos fura posto em cus-
todia para provar izempc/x?s que allega-
ra.
Dito Ao mesmo communicando-lhe, que
alem da gente destinada para o servico da po-
lica de hojo, estava mais no quartel do ba-
talho deG. N. destacado um piqnete a sua
disposico.
DitoAo Tenente coronel commandante
do batalho de guardas nacionaes destacado ,
dizendo-Ihe, que fizesse constar aos guardas
Antonio Joze Joaquim, Manoel Vieira da Sil-
va e Jernimo Correia de Lima, que seos
requerimentos foro por falta de fundamento,
indeferidos pelo Exm. Snr. Presidente.
Dito Ao Capito commandante do depo-
sito para que mandasse receber da thesou-
raria a importancia da conta do que se es-
tava a dever ao soldado Joo Francisco.
Dito Ao Tenente coronel commandante
do batalho de guardas nacionaes destacado ,
remettendo-lhe um olTicio do chefe de polica,
involvendo urna representago do sub-delega-
do da freguesa de S. Frei Pedro Goncalves ,
queixarulo-se do procedimento quo Uvera o
ajudante do mesmo batalho com um soldado
preso, que hia ser conduzido a cadeia a-
lim de que indagando do caso informasse a
respeito.
Portara Ao commandanla do batalho
de guardas nacionaes destacado ordenando-
lile a exclnso dos guardas Victorino Anto-
nio Martins Jnior e Francisco de Oliveira
e Silva este do 1. e aquello do terceiro ba-
talho desle municipio.
M
pellada a Justica Escrvo Bandeira
julgon procedente o"recurso.
TRIBUNAL DO JERV DESTA CIDADE.
Da i. deJuIho.
Sumario contra Agostinho Manoel do Sa-
cramento, por crime de furlode um caval-
lo e uso de armas prohibidas. Fot julgada
a causa perempta quanto ao primeiro ,e quan-
to ao segundo condemnado a 4 mezes de pri-
so simples.
Denuncia contra o pardo Manuel Alexan-
dre por crime de ferimentos na preta Clau-
dinu Mara ; foi condemnado a um mez de
priso simples, e multa correspondente me-
lado do tempo.
Dia 2.
Denuncia contra os soldados de Polica A-
maro Joze da Silva e Manoel Ignacio de Men-
donca que cumpunho a escolta dos recru-
tas Francisco Arcanjo Vieira e outro d
Comarca do Bonito pelo assassinato de di lo
Vieira: foraOabsolvdos.
REPARTIQAO DA POLICA
Parte das occorrencias dos das 30 de Ju-
nho o 1. de Julho.
Da parte hoje dada pelo Commandante Ge-
ral do Corpo Policial ; consta que hunteni
nao oecorrera novidade.
dem dos das 2, e 3.
r Das partes dadas pplo Commandante Geral
do Corpo Policial ; consta que no dia 2 nao
occorreo novidade n'esta Cidade e que no
dia 3 fora preso pela sentinella da ponte da
Boa-vista o preto de nomo Victorianno por
ter com um ccete feito urna brecha na cabe-
Ca de um menino ; foi recolhido cadeia.
EXTERIOR.
TRIBUNAL DA RELACAO'.
Scsso de o do corrente.
OfficioAoExm. Presidente, remetten-
do-lhe competentemente informado o reque-
rimento do segundo tenente Joze de Barros
Pimentel supplicando a S. M. I. a sua re-
forma por se querer dedicar inteiramente a
aggricullura.
Dito Inspector da thesouraria rogan-
do-lhe houvesse de mandar entregar ao the-
soureiro da irmandade de N. S. da ConceiQo
dos militares, a quantia de 38,y400 reis, im-
portancia de seis sepulturas dadas pela dita ir-
mandade a seis pracas que fallecer;; p. passado.
Dito Ao Vice-Presidente da mesa rege-
dora da irmandade da Conceicu dos milita-
res communicando-lhe o exposto no officio
Na appellaco crime do Juizo da primeira
vara desta Cidade appellante a Cmara da
Cidade de Olinda appellada D. Marcelina
Angela de Castro Aguiar, Escrivo Fcrreira :
se julgou pela confirmaco da sentenca ap-
pellada.
Na appellago crime da 2. vara desta Cida-
de appellante Estevo Cazado Lima ap-
pellada Mathilde Joaquina Escrivo Posthu-
mo ; fui confirmada a sen tenga de que se re-
correo.
Na appellago crime do Juizo de Paz da Ci-
dade de .Olinda appellante o Juizo e ap-
pellado Antonio Sehastio da Silva Escrivo
Posthumo se mandn remetler o Prucesso
ao Juizo de Direito respectivo.
Na appellago crime da Comarca do Serto,
appellante a Justiga, e appellados Antonio
Joze Das e sua mulher Mara Paula Escri-
vo Ferreira : foi julgado nullo o Processo ,
e mandado remetter ao Juiz de Direito res-
pectivo.
Na appellago crime do Juizo de Direito da
Comarca de Garanhuns, appellante o Juizo,
appellada Francisca Mara da Conceigo Es-
crivo Posthumo ; soi julgado procedente o
recurso.
Na appellago crime do Juizo dos Jurados
do Brejo da Madre de Dos appellante Rai-
mundo Joze Ramos appellada a Justiga ,
Escrivo Jacomo ; se julgou procedente o re-
curso.
Na appellago crime do Jury desta Cidade ,
appellante o Promotor Publico, appellados
Francisco Fcrreira Libi, e seu escravo I.ou-
rengo Escrivo Posthumo ; foi a sentenga
confirmada.
Na appellago crime da Cidade de Olinda ,
appellante Frncisco de Paula e Souza ap-
montevido, 27 de maio de 1842.
O almirante Brown, sem que se saiba o por-
que au cumprio o tratado que se affirma
assignara com este governo. La eat em Bu-
enos-Ayres, e segundo parece, em mu boa
harmona com Rosas. Suppe-se aqu geral-
mente que o revez experimentado por Lpez
fez mudar Brown de opinio.
Este general Lpez atacado por urna for-
ga muito superior sua foi disperso no dia
20 do passado em S. Pedro. Manobrou po-
rm com tanta habilidade que embarcando
metade da sua forga na Esquina e conduzindo
a nutra pelo deserto cliegou a Goya na pro-
vincia de Corrientes em principios desta
mez, com 1:500 soldado e grande numera
de familias que preferiro emigrar a ser go-
vernadas temporariamente pelos teuentes d
Rosas. Diz o general Lpez que leve a victo -
ria em suas mos, mas que a cobarda do co-
ronel Orono o privou da victoria; que o Cha-
co est cheio de familias que se Ihc vein reu-
nir e que as tribus indgenas Ihe prestro
homenagem.
O presidente Rivera ordenou-lhe que viesse
oceupar a vanguarda do exercito de operagOes
sobre Entre-Ros e mandou-lhe para esse
im bastante dinheiro. Vejo por aqu aexac-
tdo dos diarios ofliciaes de Rosas que do
a Lpez anniquilado e em fuga com cinco
homens. "* .
A perda de Lpez na balalha de S. Pedro
nao passa de 200 homens, entre dispersos,
morios e prisoneros sendo a nica nouvel
a do general D. Joo A. Martnez que, ex-
traviado foi entregue a Oribe por uns cainpo-
nezes que se Ihe oHerecio para ieva-loao
campo de Lpez. Oribe que era seu patri-
cio e amigo de infancia mandou o espingar-
dear O general Martnez era um dos
veteranos da guerra da independencia.
0 revez de Lpez sublevou a populaglo de
Corrientes contra Ferr, autor da escndalo-
4


y
%
sa retirada das margena do Paran Ferr e ] diversas to variadas phases dessa tufa, i O
hl< m-'ni/Mii'i > rincn')*: .lii 4 i i r i- i < i I ,il n.ulini a l.v*t..I .1 i1 V ...- ...!. _..l.l ..__________i' !^..
as prHcipaes pessoas de Corrientes pedem a-
gora encarecidamente ao general Paz que to-
me eu ti a vez ocomnidiido do seu exordioe
que se submetler a todas as rondices. Ad-
mitto-se a sua subniisso rom a condieode
elevarem o seu exercilo forga de 0,000 ho-
mens enviando ja 1,000, os quaes no da
0 docorrenle se achavao em marcha e em A-
balos( fronteira de Corrientes ) de sorle que
o general Paz brevemente estar f frente de
8.000 hemens podendo esta repblica mi-
nistrar urna reserva de Igual ou maior Torga.
Se, como assegurao os peridicos de Rosas,
Jornal doCommercio publica essas noticias,
e no enlanlo menos loitores acbain ellas do
que as que publica da China e quase tanto
quanlo s dos disturbios intestinos da llespa-
nha em que so podemos ter um interesse de
curiosidade. isso um mal, e desse mal
confessamos que nos tanto como os nossos col-
legas do jornalismo somos em grande parle os
culpados. Cumpre dislrahir um pouco a at-
tcngo dos loitores dessa polmica que laz a
vida de nosso jornalismo, e chamal-a para
os nleresses externos do imperio.
A causa de Fructo parece a dous dedos de
INTElllOK.
est Oribe'no Paran, ainda que traga 10,000 isua perda ; no momonto em que urna liga
bomens o que nao ordo provavel ser exter-1 com alguns clicfes sublevados contra o domi-
minado antes de acabar esta primavera. Bas-
ta dizer-lhe que este estado pode por em ar-
mas 12,000 hemens e quem sabe o que sao
os soldados orientaes i i-sc dos trros de Rosas.
No dia 25 do correte anniversarioda in-
dependencia passou o governo revista na pra-
ea desta capital a 5,000 mil bomens das tres
armas como poder afiirmar-lhes algumas
pessoas que estivero presentes c que seguem
ueste paquete. as itnmediaces ha mais
i ,500 bomens.
O dia 10 do correnle ui de lulo em Bucnos-
Ayrcs. Nesse dia fura o fu/.ilados por ordem
de Rosas nos dantos I,
s as seguintes
i|ue Oribe linha
personagens das provincias
mandado do interior :
O presbytero D. Francisco Solano Cabrera,
vigario de Salla. O presbytero I). Manoel Iras,
vigario de Santiago do Estero. O presbytero
D. Filippe Irias capcllodas freirs de Bue-
nos Ayres.
0 presbytero I). Gregorio Villafane viga-
rio de Timbo na provincia de Tucuman. ,
D. Jo Alcain D. Gregorio Pruneda 1).
Carlos Pruneda D. Caelano Lozano D. N.
Gonzales D. Jos Olmedo, I). N. Iglesias ,
D. Pedro Avilla e D. N. Requera negocian-
tes e D. N. Montano cscrivo. Alcain era
Oriental ; lodos os mais eio Cordovezes.
Em (ins do me/ passado o coronel (arrapo
Pinto Guedes um dos chefes de mais nomea- publicas nossas visinhas devem procurar
da da republiqueta de Paralinim invadi a re-. |argar o circulo de influencia das suas idei
publica de Paraguay com um esquadro para
arrebatar urnas cavalbadas que dizio estar
contractadas para os imperiaes.
Tomaro-as o matro qualro Paraguayos
que as guardavo. A repblica do Paraguay
pedio auxilio a Corrientes em virlude de um
tratado que celebrarto, e esta mandou um es-
quadro de lanceiros para interceptar a gente
de Guedes. Os Garrapos Ionio alcanzados e
batidos pelos Correntines icando morto no
campo com muila da sua gente o coronel
Guedes e tomada toda a cavalhada que vol-
tou para o t araguay.
Ah lem Vms. urna pro va da inexactidao
com que nessa corte se tem pretendido que
os Correntinos estavo de mos dadas com os
(arrapos. O Nacional Correntino de ."5 docor-
renle assegura offieialmente que o governo de
Corrientes vai exigir dos (arrapos urna satis-
faco pela violaeo do territorio do Paraguay e
morte de qualro dos seus subditos.
(Corr. do J.doC. )
KST.VDO oniKM\l..
Montevideo -21 de maio.
O Brilish Packet de sabbado 21 diz o se"
guinte : Estavamos equivocados quando lis-
sernos no nosso ultimo numero que oSr. Gor-
nio de Ro as pareceu abrir-Ihe o caminho
para triiimphanlo marchar a Buenos-Ayres ,
he quando Rosas adiando em si extraordina-
rios recursos parece prestes a entrar Mon-
te-vido, e derribar seu adversario. As ul-
timas noticias do-nos essa repblica invadi-
da sua capital assustada e seu governo re-
correndo aos ltimos expedientes e appellan-
do para esses meios que mostram a fraqueza
n raramente fundem vantagens. l'ma pro-
clamaciio ate excita os estrangeiros a pega-
rem em armas, a fazerem-so soldados para
paga re m a hospitalidade com quu tem sido a-
colhidos.
A sorle da guerra olerece extraordinarias
vississitudes ; pode bem ser que Rosas nao
logre seus intentos e que a estrella de Fructo
ompallidega; porem resurja mais brilhante.
Nao he isso ao enlanlo fcil de suppor, e de-
vemos contando com o prximo triumpho de
Rosas, com o restabelecimento de Oribe na
cadeira presidencial de Monte-videu exami-
nar qual a inluencia queexercer essa mu-
danca na sorle do Rio Grande. Est sabido
que se a paclicago dessa provincii lano se
tem procrastinado he pela visinhan^a do Mon-
te-videu onde acham 03 rebeldes prolccgio e
recursos ; com o dominio do Rosas e Oribe
poder acontecer outro tanto? Desconfiamos
que sim ; por quanlo todos esses chefes de re-
a-
as
de organisacao social, se nao augmentar seus
dominios. Se nao se animam a mili aberta-
mente manifestaren! esse espirito de perma-
nente bostilidade contra o imperio be porque
ainda temos (orease recursos capazes de fazer
de prompto pender a balanza para aquello dos
contendores por qurm nos pronnnciarmos
haver porem essa protecgo altribuida au-
toridades subalternas c sob o pretexto de
neutralidade continuara se nao" empeioras.se o
estado de nossas relatos com essas repbli-
cas, por quanto desassombrado de seu compe-
tidor o vencedor net-sa porliosa bita poder
mais ellicaz embora sempre indirectamente,
servir conlra nos causa da rebelda.
Ha porem em quanto a luta dura em
quanto mais se encarniza, vantagem real para
nos ; poderiamos boje que os rebeldes nao a-
chariam recursos nos seus visinhos acomet-
tel-os em suas posiges em que to fracos es-
tilo desbaratal-os e cortar-Ibes o refugio com
que sempre contaram.
O ministerio actual com alguma parte dessa
actividade que mostrou em subjugar aiwolta
de Sorocaba pode colber os louros do pacifi-
cador do Rio Grande. Esperemos que tudo
se lhe proporcionar para fazel-o : domada a
rebellio de S. Paulo, bom numero de nossos
bravos desses que a actividade do nobre mi-
don ia com urna misso ao Paraguay. Esta-, nistro da guerra fez em um instante appare-
mos autorisados a assegurar que a sua visita cor poder ir rpidamente ao Rio Grande ,
projectada aquella Ierra nao tem fin algum e com um general que marche ao inimigo,
poilitico e nao passa do desojo de visitar um I que approveite o enlhusiasmo de nosso exer-
paiz fechado ha tanto lempo aos estrangeiros. cito e o arrojo do soldado brasileiro, antes
Rozas fez fortes recia mages Inglaterra
contra a nomeaco de um agento diplomtico
no Paraguay dizendo que ost encarregado
de representar a Confederado Argentina e
que o Paraguay urna provincia da Confe-
deradlo. ( Nacional. )
( J. do C. )
BOSAS I IU (.10 E 0 RIO CHANDE.
Asquestes de poltica interna absorvem to"
da a nossa altengo c pouca adiamos para
dar poltica exterior aos acnlecimentos
por mais importantes que sejam que se rea-
iisam fora de nosso paiz por maior inluencia
que ellos possam lor nos mesmissimos nossos
De
de Rosas estar em Monte-videu poderemos
nseitar complelamenle livres dos oaudilhos
da rebellia. O ministerio hade faser por
ter essa gloria, hade morecel-a e mui pro-
vavelmente Iba dar a Providencia que pro-
tege o reinado de nosso adorado monareba.
Ainda urna consideradlo e concluiremos ,
correu e embora desmentida essa noticia ,
continuou a lavrar que os rebeldes linham
unido sua causa de Fructo e alliados dello
contra Rosas deviam tel-o por alliado contra
o imperio. A ser isso exacto os triumphos
de Rosas sao para nos de incalculavcl vanla-
gem j pois se nos livra de um inimigo domis
d-nos ao mesmo lempo um alliado que ven-
do nos rebeldes inimigos seus nao os hade
proteger, nem ministrar soccorros e armas.
negocios internos. De a imuto que na visi-
nhanca do Rio Grande entre as repblicas do j Tudo pois est agora as n.os de nossos mi-
Rio da Prata debate-se urna queslo impor- nistros dos negocios estrangeiros e da guerra ,
tanlissima ; Rosas ou Fructo qual dos dous aeertem ellos, sejam bem inspirados ea
vencer ? Nada ha de cerlo que mais interes-
se causa da inlegridade do imperio ha tan-
tos annos pleiteiada no Rio Grande do que a
decisao dessa questo externa e no entanto
pouca ou lien huma al tendi se d entre nos s
noticia dos acontecimentos de Monte-videu
sao para nos mil vezes mais importantes ain-
da do que as da fgida do Tobas.
(Brasil.)
A CAUSA DA REBELLIA.
Algqmas pessoas pretenden) ver no movi-
inento de Sorocaba o resultado infalivel e ne-
cessaro da publicago da lei das reformas e
do consolhode estado. Nada tem nina cousa
com oulra nao se publicassem essas leis que
tudo seguira o mesmo caminho que agora
tem seguido naqueila provincia.
A rebellio de Sorocaba principien no dia
em que a inluencia dos res de S. Paulo foi
cerceada pela nomeaco do ministerio actual,
ou antes olla nao mais do que a manifesta-
do do um desojo nascido apenas sabida a
demissao do ministerio Andrada nao que
esto ministerio exercesse inluencia naqueila
provincia mas porque e s poique deixava
em p os seus reis aquellos (pie a tem que-
rido rduzir a feudos seus edo suas familias.
Se essa rebellio nao appareceu logo foi por-
que 6 partido nao eslava organisado compe-
tentemente disposto porque ainda algumas
esperanzas havia que as influencias decahidas
subissem de novo ao poder. A repulsa da re-
presentago dos mandis sera o ultimo
lampejode suas esperancas se nao fra a
dissoluco da cmara sendo este ultimo ac-
to quasi sem elfeito porissoque os reis o ti
nham porcertoe indispensavel.
A revolta de Sorocaba pois foi um facto que
nao eslava as mos de nnguem fazer com
que nao apparecesse. Dada a queda dos reis'
reconbecila como nao dominante a sua inlu-
encia no imperio, a consequencia ora neces-
saria ellos se revoltariam porque como o
demonio de Milln antes querem governar no
inferno do que serem governados no co.
Continuadamente adiada pelos aconteci-
mentos que se tem succedido a revolta do
Sorocaba rehentou agora porque nao podo re-
bentarmais cedo. Em 1831 ella appareceria
seoSnr. Verguoiro nSo fosse elevado re-
gencia provisoria ; depois de instaurada a re-
gencia permanente se o Snr. Fcij nao fos-
se nomeado ministro da jnstiga. Corada a
revolta do 50 de jnlho os res de S. Paulo
se declarariam conlra o imperio, se o seu au-
tcrata o rival dos Maldiers e Vinagres ,
nao conlinuasse a excrcer no parlamento u-
ma das influencias as mais deploraveis de que
temos noticia. 0 rebelde movendo a sua cau-
da impunha sua opinio appoada em nove
votos compactos c decididos eassim a maioria
resgnava-se sempre para nao perder em
circunstancias to criticas um appoio desta
naturesa e transigir com elle e a dar-lhe
importancia que alias nAo teria merecido. A
revolta teria rebenlado depois da promulga-
cao do acto addiconal R o Snr. Feij nao
fra elevado ao posto eminente de regente
do imperio. Depois da queda desse colosso
de cabeca de ferro c pes de barro estoiraria o
volca o revolucionario se nao fra a desavenga
sobrevinda entre o caudilbo de Sorocaba e o
regente decahido. Dobandados os reis se
con serva ram sem chefe durante os arrufes
dos deozes at que por fim a perspectiva do
perigo em que os ia collocando a administra-
dlo enrgica e Ilustrada de 19 de setembro
dcspertou-lhes os brios e os uni de novo.
Appareceria a revolta a nao ser a graude es-
peranc.a da maioridade esperanca to lison-
geira que nada menos Ibes promottia do
que a reconstrucoo das influencias decabi-
das, a continuco do dominio sobre a socie-
dade brasileira dominio sempre encarado
por elles como a condigo nica da unio de
S. Paulo ao imperio.
Ora adiado successivamente pelos aconte-
cmenloso momento da rebellio, a queda
do ministerio de jnlho e o robustecimento da
antoridade imperial que exclue o predominio
dos-fe reis qualquerque seja a provincia
a que pertencam proporcionavam a occasio
mais asada para o rompimento. Agora se ia
tornando impossivel o predominio da faeco ,
ella nao pode resignar-se e empunbou as ar-
mas assim como teria feitoa mais lempo.
A revolta sorocabana pois nao foi resulta-
do da poltica do gabinete. As leis da refor-
ma e conselho do estado nao sao mais do que
meros pretextos : a causa principal da revol-
ta consiste no desespero da faccao na certe-
za que ella lem de que nao dominar o impe-
rador e o imperio ussim como dominu as
regencias desde 7 de abril ale a demissao vo-
luntaria do primeiro regente.
(Brasil.)
A NACIONALIDADE l'Al'I.ISTANA.
Quando, na loriga luda que desde "1850
sustentamos contra essa faccao que acaba de
largar do todo o vu diapbano com que encu-
brir suas intences diziamos que suas
tendencias cram todas demaggicas e separa-
tistas nao suppunbamos que olla traclaria
de justificar-nos (o completamente.
Seu demagogisnio tornou-se evidente nao
s com a intervendio que don s vaias das ga-
leras as discusses do parlamento como,
principalmente na inluencia eleiloral que en-
tregou aos cueles dos soldados dos Frias r
Gelulios iVenozes e Gdbrieif. Est pois
osla parte de nossa aecusaco fra de toda a-
duvida nem com ella nos oceuparemos.
Cumpre porem advertir que nao le.Ueve ron-
fundir o demagogo com o demcrata ;v o de-
mcrata quer o dominio legal do povo sus-
tenta a necessidade do desenvolvimento da
principio popular na organisacao das socieda-
des modernas ; a opinio democrtica 6 urna*
das indispensaveis no jogo regular do sysle-
ma conslilucional pode ser nobre genero-
sa compativel coin a ordem ea prosperida-
de publica ; o demagogo porem nao ; o de-
magogo aquello que faz da massa menos il-
luslrada do povo o instrumento do seus pro-
jectos illegaes que recorre violencia della>
para subjugar seus adversarios ; o demagogo
sempre um tyrano e tanto mais oppres-
sor quanto opprime em nomo da liberdade.
Os maiores lyrannos do mundo l'urarn mul-
tas vezes demagogos ero o foi; quando a-
battia sem remorso todas as cabegas dos va-
ros distinotos de seu lempo ; D. Miguel o
foi ; quando ajudado por urna plebe fanali-
sada ergua cadafalsos para quanto Portugal
linha de mais nobra abra masmorras para
quantos queriam regenerar a palria em nome
da liberdade : assim demaggica a facgfto
contra que ludamos fio que queira ella o
dominio constitucional do elemento popular
na organisago social brasileira isso o que
lhe importa; quer porem soltar toda a furia
popular conlra seus inimigos, contra todas
as leis com tanto que seus chefes dominem ,
debaxo da proteceo honrosa do ccete.
Isto posto rosta-nos somonte provar as
tendencias separatistas da faego c nessa
parto felizmente foi ella milito alero do
que lnliamos previsto e esperado.
Defensora das franquezas provinciaes ma-
nifestouella essa tendencia quando se oppoz
quer no parlamento quer na imprensa com
as mais violentas declamages importante
lei da interpretadlo do loioadd cional, pian-
do constantemente procurava suscitar emba-
ragos lcaos resistencias de municipalida-
des aeco legitima dos poderes supremos
da naco ; nunca porem suppozemos que cho-
gassem ao arrojo de oppor grande naciona-
lidade brasilira outras pequeas nacionali-
dades : o Tobas porem o fez. Leia-sc essa
estupida proclamago com que quiz elle faci-
litar aos sous soldados a conquista da capital
da provincia o dillioil nao ser reconhocer o
espirito que a anima. Embora o inepto cau-
dilbo finja fementido lespcilo ao monareba
brasileiro, elle s se dirige aos Paulislas ,
s engrandece suas glorias s lastima o
sangue delles que se vobrigado a derramar...
os mais, os Brasileiros sao inimigos que os
Tobias nem-um d lem de sacrificarem a sua
ambigo !
Deha muilo que essa faego inslenle em
S. Paulo jorque ah se julgava forte foi
disseminando ideas dessas ; nem-um de seus
membros se esquecia de quanto podia con-
correr para dar elasterio a um estpido bair-
rismo ; queriam influir ellos meia duzia
de ambiciosos sem titulo, nos deslinos do
imperio queriam governal-o a seu geito ,
os mseros e nao queriam que o imperio in-
teiro governasse S Paulo, influase nos
destinos dessa provincia proclamavam que
os Paulissas estavam vilipendiados porque o
Sr. Paula Souza nao era o rei do parlamento ,
porque no ministerio nao havia Paulista al-
gum porque o Feij nao era supremo con-
selheiro do monareba e achavam que o im-
perio interu nao se julgaria vilipendiado ,
se tivesse sem embargo das novas tenden-
cias que em todo elle se manifeslam de ce-
der ao dominio de meia duzia de presumidos
reis, de meia duzia de insignificantes villas!
Dahi vieram essas expresses de arribados,
de espumas estrangeiras com que eram quali-
ficados os Brasileiros mais dislinctos resi-
dentes em S. Paulo, o que ahi exerciam cm-
pregos ou influencia. Nao tem outra origem
esses continuos engrandecimenlos do nome de
Paulista essa ridicula byperboe oom que
sempre e em toda a occasio deeantavain a
gloria dos ousados aventureirosdo lempo mais
remoto dessa provincia. Apenas descobri-
mos essa tendencia, procui amos comba tlcl-a,
indicamos sua existencia ; o mal era a_rave ,
cumpria aos nossos estadistas procurar em
lempo remedial-o 5 nao o li/eram : e a fu-
nesta somonte germinou como todas as plan-
tas nocivas que nao curamos de para logo
1 1


?>


extirpar e Moje eil-o que se ostenta na blas-
pliemia da nacionalidade paulista... Ou domi-
nar no imperio ou nao fazer parte do i m pe-
no eis a alternativa nica em quesecollo-
caram. Tohias que cora o seu e com o alheio
dinheiro de que dispoem linha, conseguido
como pagador da faceto ser por ella apre-
scnlado como sou chefe capacitou-sc deque
poderia por e dispor deS. Paulo a seu bel-
prazer eenlrou na especulago arriscada de
l'nzer urna revoluco. A nacionalidado pau-
lista que nofoi como devera ter sido com-
batala por lodos os modos quer as ds-
cusses do parlamento ja pelo raciocinio j
pelo ridiculo quer em actos governativos
bem meditados como fosse a formago da
provincia de Coriliba e a restituido pro-
vincia do Rio de Janeiro do municipio doBa-
nanal foi por elle invocada. O plano era
bom foi ptimo por isso que no combatti-
do ; felizmente para baldal-o tivemos o bom
sensodos masmos Paulistascom quenocon-
tava o Tobas, temos o espirito de ordem ,
e de trabalho que reina em todo o imperio ,
e mu principalmente em urna provincia a-
grirola. Nao os Paulistas reconhecero lo-
dos que I he* mil vezes preferivel fazer par-
le do imperio brasileiro chamarem-ie Bra-
sileiros, terem por amigos eirmos homens
da mesma origem da mesma lingua dos
meamos costumes da mesma religio sub-
ditos do monarcha a quem elles e nos to-
dos adoramos do que serem simplesmente
Paulistas escravos de un Tobas subjei-
tos a todas as calamidades da guerra civil con-
tra o imperio, e de multiplicadas guerras
intestinas ; porque desde o instante em que
as autoridades nao assentam na larga base da
lei e sim se originam da torga bruta da
revolla ninguem as respeita revoltam-se
contra ellas quantos dispoem da torga bruta.
Perguntemo-lo s miseras repblicas de lin-
gua pespanhola : seu exemplo nos dir que
Tobas teria inmediatamente mulos com-
petidores que Soracaba mesma, ou outra
qualqiter villa contra elle e a favor de ou-
tro ambicioso se sublevara como hoje con-
tra o imperio e a favor delle se subleva.
Felizmente se o plano de constituir a na-
cionalidade paulista est bstanle descoberto
para justificar as tendencias separatistas di-
que aecusamos a faceto e para obrigar o go-
verno a tratar de dar-lhe remedio nao esta
to adiantado que seja por ora perigoso. S.
Paulo respondeu ao brado do Tobas erguen-
do-se para combatel-o para lavar no sangue
dos seusassalariados a ignominia de desleal-
dade, que llies elle pretenda lancar. S.Pau-
lo esl ein pe para dizer-lhe que quer ser
opulenta e industriosa parte de um grande
imperio nao mesquinha e pauprrima re-
pblica.
Se sao essas as tendencias da faceto nao
para admirar o consenso unnime da nagSo
brasilera em abominal-a e combalel-a se
h que admirar que baja homens que liguem
duas ideas e que nao esperem ver-se adju-
dicados os retalhos do Brasil que dem as
iii;'ios a esses planos e applaudam o faca-
nhoso tyrannete dos Sorocabanos, e inven-
lem mentiras para odarem como triumphan-
te. Confessamos que nada ha que mais tol-
de a intelligencia do que es odios polticos,
mas tambem nada ha to fcequente como es-
sa famosa exclamado censurada pelo vate dos
Lusiadas Nao cuidei!
Possam todos os homens do sizo reconhe-
cer que o ai do arrependimenlo nada remedia,
e que as lulas polticas que travamos, quaes-
querque sejam alias nossas opinies mi-
nisteriaes opposicionistas, convem quesem-
pre o semprc fique salva a unidade brasile-
ra. Conbatel-a de certo o maior attenlado
que para ludo quanto se presa de ser Brasi-
leiro deve existir.
(dem.)
COM M ERGIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 5 de Julho 11:469*391
DKSCARUEGA HOJE 6 DE JUI.HO.
Brigue Portuguez = Conceigo Flor de Lis-
boa = Vinho e fazendas.
Brigue Dinamarquez Melitta lijlos.
Brigne Inglez == Cora = gigos de louga, va-
rinhas de cobre caixas de tullas de
(landres ditas de cobre sabu ,
manteiga taxas de ferro.
Recapilulaco dos rendimentos d Alfandega
de Pernambuco no anno linanceiro de 1841
1842...........a saber.
1841=Julho.......159:094*722
Agosto...... I 6:784*139
Setembro ..... 123:031*910
Outubro...... 163:6! 2*868
Novembro..... 148:007*424
Dezembro..... 100:710*757
l842=xJaneiro...... 100:592*405
Fevereiro..... 100:408*399
Marco...... |04:342.043
Abril....... |00:7oc2j00X
Maio....... 97:220., 271
Junho....... 152:075.w9l
Joze Joaqun Alves carga diversos g-
neros.
Rio de Janeiro ; Brigue Americano Poultney,
Can- James Mowat, em lastro.
E D l T A E S.
Rs. I:582:070.>9i0
Alfandega 4 de Julho de 1142.
O Escrivao da Alfandega
Jacome Gerardo Mana l.umachi de Mello.
Rendimento da Alfandega de Pernambuco no
mez p. p. a saber.
Direitosde 15 porcento 09:738*310
Ditos de 48 1 |2 por cento de
bebidas esperiluosas .23:138*200
Ditos de 50por cento da plvora 337*078
Ditos de 30 por cento do cha 8:029*440
Ditos de 2 por cento de reexpor-
tagao........ 170*500
Ditos de 5 por cento de relogios,
c varios utencis de ouro e
prata......... 10*820
Premio dos assignados de 1 112
porcento ao mez .... 1:810*493
Expediente del 112 por cento. 8:009*505
Armazenagem de 1|4 por cento
aomez........ 773*072
Dita addicional de 3 1)2 por
cento.........19:379*093
Emolumenlos-de certides 4*080
Rs. 132:075*791
Alfandega 4 de Julho de 1832.
O Escrivao da Alfandega
Jacome Gerardo Mara Lumachi de Mello.
Rezumo do Rendimento da Meza de Rece-
bedoria do Rendas Geraes internas de Per-
nambuco no anno inanceiro lindo de 1841
1842, a saber :
Rendimento Applicado ao
geral papel moeda.
Julho..... 9:773*516 3:485*000
Agosto .... 8:845*510 5:380*010
Setembro 5:463*080 3:409*150
Outubro.... 10:473*407 2:415*080
Novenbro 5:444*901 2:509*480
Dezembro 5:114*820 5:255*130
Janeiro .... 2:404*752 2:019*400
Fevereiro 9:079*950 1:923*930
Margo .... I9:542.>588 2:414*0f0
Abril.....6:651*055 2:508*270
Maio.....7:324*747 2:127*150
Junho .... 4:614*516 1:547*420
94:755*578 52:799*530
Somma total....... 127:554*708
Recebedoria 1. de Julho de 1842. = O Es-
crivao Estanislu Pereira de Oliveira.
Rendimento da Meza das Rendas internas
Geraes desta Provincia de Pernambuco do
mez de Junho p. lindo.
Rendimento Geral A sabr :
2. Decimas de maomorta 709*000
Direitos Novos e Velhos .... 498*300
Di re tos de Chancellara 7*800
Dizima da mesma...... 7*985
impostos de letras ajuizadas 180*724
Matriculas do Curso Jurdico 51*200
Carlas de Rachareis..... *
Emolumentos de Certides 2*280
Foros de terrenos de Marinha 4*875
Laudemios......... 12*500
Siza dos bensderaiz- .... 2:750*400
Sello adicional....... 269*900
Taxa de 2* rs.porescravo 40*000
Decima Urbana....... 92*080
4:614*516
Rendimento applicado ao papel moeda.
Imposto delojas....... 22*000
Imposto de Barcos...... 14*000
Imposto de Seges...... 12*800
Taxas de 1 rs. por escravo 527*000
Sello do papel.......1:171*220
6:161*750
Recebedoria de Julho de 1842= Escri-
vao Estanislu Pereira de Oliveira.
\ Cunara Municipal da Cidade do Recife e
seu Termo &c.
Faz saber, que tem nomeado sem esti-
"':iilio algum ao cidadao Francisco das Cha-
gns Bezerra para fiscal da freguesia de S. A-
maro de JaboatiSo. E para que chegue no-
ticia de todos mandou publicar o presente
pela mprensa. Recife em sesso ordinaria
dol. de Julho de 1842.
Manoel Coellio Cintra
P. Presidente.
Manoel Ferreira Accolo
Secretario interino.
= Pela administrarlo da meza do consula-
do se faz saber que no da 7 docorrenlc mez
se ha de arrematar porta da mesma admi-
nistragao vinte duas botijas de genebra oi-
tocenlos charutos, e quinhentos cigarros .
aprehendido ludo pelo guarda commandante
da 1. barca de vigia por embarcar sem des-
pacho ; sendo a arrematado livre de despe-
sas ao arrematante. Meza do consulado de
Pernambuco 4 de Julho de 1842.
Miguel Arcan jo Monleiro de Andrade.
= Pela adminislrago da meza do consu-
lado se Faz saber que no dia 11 do correte
mez se hilo de arrematar a porta da mesma
adminislrago duas caixas do assucar masca-
vado aprehendidas pelos respectivos empre-
ados do trapixc novo por inexaetido das
taras e urna saca de miiho aprehendida
sem despacho pelo guarda commandante da
I. barca de vigia ; sendo as arrematacoes Ii-
vres de despezas ao arrematante. Meza do
Consulado de Pernambuco 5 de Julho de 1842.
Miguel Arcanjo Monleiro de Andrade.
= O fiscal do barro do Recife faz sci-
ente aos proprietarios c moradores do mes-
mobairro, que tenho as testadas e calcadas
de suas moradas limpas, e concertadas por
estarcm em muilo mo estado principal-
mente das cazas das ras da guia senzala
nova e velha Amorim moeda Cordo-
nis, Burgos cacimba becos da lingueta ,
A breo, Torres do porto das canoas Miu-
dinhas, largo das almas c crioulas es-
tando estes tres ltimos quase intranzihvel ,
pelas mutas muodices e agoas sujas Janea-
das pelos mesmos moradores que prejudi-
cio o transito e saude publica. E infalvel-
mente sera o multados se depois de oto dias
da publicago d'esle encontrar os obstculos
referidos. Recife 4 de Julho de 1842.
O fiscal
Manoel Ignacio d'Oliveira Lobo.
i
urna
Brigue
DEC CARACA .
= A arrematago dos remos lemes ,
moitoes e outros objectos arruinados que
foro do servigo das barcas de vigia lica
transferida para hoje (i do corren le ao meio
dia na porta da Alfandega. A avaliago dos
referidos objectos he doze mil reis.
MOV1MENTO DO PORTO.
NAVIOS SA111 nOS N0DUO.
Aracatv ; Sumaca Brasileira Delmin., Cap.
A VISOS MARTIMOS.
tST Para a Baha segu com toda brevda-
de a Sumaca Nacional Aguia de Mangaratiba
de boa marcha e forrada de cobre ; quem
quiser carregar ou ir de passagem dirija-se a
Gaudino Agostinho de Barros na pracinha do
Corpo Santo D. 07.
ssy Para a Babia segu viagem com (oda
brevidade o Patacho S. Antonio Triumpho ;
quem quiser carregar dirija-se a ra da Ca-
deia casa de Amorim Irmftos
oy O muilo velleiro Brigue Brasileiro Em-
preza de que he Capito Francisco Ferreira
Borges, est a chegar do Cear para onde
voltar com brevidade ; quem quiser carre-
gar ou ir de passagem dirija-se ao Escriptorio
de Francisco Severianno Rabello no forte do
Maltos D. 9.
LE LOES.
S^ John Calis por estar prximo a mirar-
se para Inglaterra far leilo por interven-
gao do Corretor Oliveira, Quinta feira 7 do
corrente as 10 horas da manh na casa de
sua residencia ra do Hospicio contigua do
Sr. Commandante das Armas da excedente
mobilia de sua dita casa quasi toda nova ,
por ter sido feita de encomenda a poucos me-
zes e consiste principalmente em mezas re-
dondas e compridas de meio de sala dilas de
jogoede jantai sof, cadeiras modernas,
espelhos lindsimos aparador com tampo
de pedra marmore tapetes leitos cmo-
das lavatorio? carteira porttil de mogno,
taboinhas venesianas para jancllas porcela-
na muito fina para mesa cha &c. ulenci-
Iiosde cozinha e muilos outros objectos di-
gnos de atrahir a concorrencia de pretenden-
tes tanto pela qualidado como pelos precos;
haver mais a venda urna linda coleco de
livros muilo estimados dos authores Byron
Gibbon Irving e outros assim como
carroga e arreios para urna cavallo que per-
tenceo a fabrica de moer trigo e um ptimo
escravo chegado no ultimo vapor do Para ,
acostumado a cortar e serrar madeiras e
proprio para engenhoou qualquer servigo.
tsrO Corretor Oliveira fazl eilo por conta
de quem peitem-er d'ordem do Cnsul do
S. M. F. nesta Cidade o em sua presenca
ou de um Delegado do panno vergame ,
mcame polame, ferros correnles, fogo,
cabrestante, roda de lome, c agoada &c. ;
salvado do Brigue Portuguez Afl'ricano, aban-
donado ldgalmentc pelo sen Capito Silverio
Manoel dos Reis ; QuarU feira 0 do corrente
as 10 horas da manh no trapiche do Viauna.
izr O Corretor Oliveira continuar a fa-
zer leiloes por conta de quem perteneer ,
d'ordem do Cnsul do S. M. F. e em sua
presensa ou de um Delegado Sexta feira ,
Sabbado e Segunda feira 8, 9, e 11 do cor-
rente as 11 horas da manh no trapiche do
Vianna dos restantes salvados do
Portuguez Allricano.
s= Francisco M. de Lemos far leilSo por
conla de quem perteneer de urna partida de
50 barricas com manteiga vindas de Liverpool
no Brigue Inglez Cora sahindo da alfando
da alfandega hoje 0 do corrente as 10 horas
da manli no armazcm de Dias Ferreira de^
fronte da cscadinha da alfandega.
AVISOS DI VERSOS.
tj~ Preciza-se alugar um sobrado de um
andar, ou mesmo um primero andar ainda
que seja pequeo o qual he para punca fa-
milia e que sou aluguel nao esceda de 12*
reis mengaes e que seja no bairro de S. An-
tonio annuncie.
tS" Aluga-se o primero e terceiro andar ,
e armazem do s il ra lo de 4 andares da ra do
Amorim defronte do ferreiro Cae la no o
armazem ni'ii proprio para qualquer estabele-
cimenlo : a tratar na ra do Vigario D. 12.
bs Os abaixos assignados aviso ao arrema-
tante do imposto das agoas ardentes que dei-
xaro de vender a mesma as suas vendas ,
sitas em fora de portas D. 18 e 19. Mano-
el Joze Ferreira -- Antonio Joze Nunes Gui-
mares.
S3^ No dia 5 do corrente furtaro do Hos-
picio de N. S. da Penha d'esta Cidade um dos
poucos calix que havi^o no Hospicio : por
tanto o Prefeito do mesmo Hospicio roga por
caridade a toda e qualquer pessoa a quem
for offerecido por venda osobredito calix, e
mesmo a aquelles, que delle tiverem noticia,
tenho a bondade de o lomar ao sacrilego ,
que oapresentar erestilui-lo aosupradito
Prefeito pelo que ficar no mais ingenuo a-
gradeclmento
t^ Joo Gomes Martins solicitador nos
auditorios desta Cidade tem mudado sua re-
zidencia para o principio da ra do Rangel D.
38 o que faz publico e particularmente as
pessoas com quem tem negocios.
cr Alugo-se duas canoas grandes qun
carrego a prmeira 1,500 tijolos de alvena-
ria e a segunda 000 ditos; por prego cmo-
do na pracinha do Lvramento n. 29.
ssy- Joao Gatis director da companhia da
fabrica de farinha de trigo tendo de se re-
tirar para Inglaterra aviza a todas as pessoas
que tiverem con tas com a mesma fabrica de
pagarem com a maior brevidade aos Snrs. Jo-
nes Patn & Companhia osquaes fico co-
mo procuradores da mencionada fabrica.
tj-' Precza-se alugar um cilio annual, que
ten ha pasto para 6 ou 8 vacas e que nao te-
nha de distancia desta praga mais d'uma le-
gua ; quem o tiver dirija-se ao atierro da
Boa-vista loja D. 10 ou annuncie: jissim
como vende-se 2 quartos por prego bastan-
te cmodo.
ss^- Boga-sc ao Snr. Emprezario do Thea-
tro, queira levar senna, o grande drama
os Sette Infantes de Lara que imengos a-
plauzos tem recebido nos Theatros da Euro-
pa e ltimamente no Rio de Janeiro on-
de foi por vezes bem reprezentado e alianga-
se-lhe grande concorrencia se a companhia
caprixar no seu bom dezempenho.
t^- Roga-se ao Sr. Manoel Joaquim An-
tunes Correia o favor de declarar a sua mo-
rada para negocio de seu inters.



*~4
vsr O ahaixn assignado procurador dos
hcnleirosdo fallecido Antonio Montciro de
Moli avisa ao teslaincnleiro c hcrdeiros da
viuva do dito Montciro que nada disponhao
ipor issoquc inda nao foi Coito o inventario, e
elle lem a reclamar o direito dos lilhos do
tallecido e como llie consto que dito tesla-
menleiro e herdeiros tenhfto ou quero ds-
pordc ditos bcns fago sciente para que pcs-
soa alguma contrato negocio algum com ditos
bcns pois todo e qualqucr nullo inda mesmo os teitos pela viuva.
Joze Joaquim de S Pegado.
CF" l1!!) rapaz brasiloiro de 28 anuos so
olfereco para caixeiro do qual(|iier negocio na
praga ou no mallo ou mesmo para adminis-
trador de engenho para o que dar liador a
sua conducta ; quem se quiser utilisar de seu
preslimo annuncie.
tSF O abaixo assignado partecipa ao ar-
rematante do consumo de agoa arden te que
deixou de vender o dito genero em sua taber-
na na ra de llorlas D. 8 por Ibe ser coleta-
do em porco que nao consom desdeopri-
meiro do corrente.
Jozo Francisco do Azcvedo Oliveira
ST Precisa-so do SOOj a premio de um e
meio por centoao mez dando-se para segu-
ranza hypotheca em dous escravos : quem
quiser dar annuncie.
SU~ Alugn-se urna prota para vender toda
qualidade do venda por ter milita pratica :
na na ruado Vigario n. 27, ou annuncie.
tSF" Roga-se ao Snr. Fiscal respective o fa-
vor a beni da bumanidade fazer efectivas as
posturas Municipaes relativo a una padaria
existente na cambo a do carmo que nao s
cncommoda a visinhaca com a pancadaria de
seu trafico e calor de seas fornos, ainda mais
com urna poreo de lixo. e agoa putritioada ,
que continuadamente corre pelo porto do
mundo quintal ou antes xiqueiro de porcos
quealemdo mo cheiro irnpede o transito
daquelle lugar.
ss^- Aparecen em um sitio do Arraial um
preto bugal quediz chamar-se Antonio; quem
sejulgarcom direito ao mesmo preto diri-
ja-se a ra do Sol casa de Elias Baptista da
Silva que dar informaces.
C7* Preeisa-sc de um marcador de bilhar :
no botequim do theatro.
cal Joze Thomaz das Noves subdito por-
tuguez retira-se para portugal.
= Urna Sra. branca de idade se prope
a desmamar crianzas ou para ama de caza ,
menos cozer engomar ; annuncie.
ssr Preciza-se alugar um sitio com boa ca-
za porto da praga para um eslrangeiro que
promete tratar bem do sitio ; quem o tiver ,
dirija-se a loja do Sr. Meroz, na praga da In-
dependencia.
ssy abaixo assignado faz publico qu3 dei-
xou de Tender agurdente na sua taberna si-
ta na ra do Colovelo n. 15, desde 25 de Ju-
nho p. p., e para que chegue ao conhecimen-
t do arrematante e de todos faz o prezente
annuncio.
Severino Joze de Almeida Lili.
tsr Acha-se em hasta publica para ser ar-
rematada de renda trienal a morada do caza
de sobrado de tres andares e soto com lojas
da frente e do oitao n. 41 sita na ra da Ca-
dcia do Recife, que foi do tinado Capilo-mor
Antonio Joze Quaresma pela quantia annu-
al de rs. 1 : 750*000, pagos a quarlais: os per-
tendentes podem comparecer a porta do Snr.
Dr Juis de orfos defronte da caza da Opera,
no dia 14 do corrente as 4 horas da tarde, que
he o da imprelerivel d'arrematago por ja
estarem lindos os das da l.ei.
*3T Preciza-se de um menino portuguez
de idade de 8 a 10 anuos, que di'- fiador a sua
conduta para andar na ra vendendo com
urna prota o recebendo o dinheiro ; na ra
do Cabug loja de miudezas junto a botica.
= Aluga-se um sobradinho de um andar e
soto no principio da ra do Fagnndes I).
5 sendo a pessoa que de iader c nao v es-
tragar a caza; a fallar na mesma, ou por de-
traz na primeira serrara.
tsr O abaixo assignado faz sciente aos seus
credores para Ihe aprezentan-m as suas contas
no pra2o de odias da data deste.
Braga & Fortes.
Constando a VIa Regadora da Irmnn
dad* de M. Mene co erecta no Convenio '<
S. Francisco dc-ta Cidadi que Snr. A
Ionio la Co>ta Ferreira, una -gam i|deixado c otra ella por li ive promovid o
ii'sp'-ijo do sidiradode don- Cruz, que diz o Snr. Costa F-rrei.a anen
da; a por y anuos, pagar.d 35(iUono ria, n
no.es e ind.t mais rcn'ra o Sur, Dnu'o
Juiz doCivol da 3. vara, que con tdeo
mandado, e pudendo ni onl< -re que algu-n
leiado pelas lamtii ti do Sur. C ia rW'Ci-
ra faifa qualquer juico desfavo avel tanto acer-
ca da [rmanddde como a rrspeit d.> Sni.
Juiz do Civel ; declara o segunte. l qn
o Sur. Co-ta le reir apos.-oii-se do sobrado
do que se tiata por ha* peco que Ihe Hiera o
Snr. Joif F'ei naiults Eira con'ra vontarfe !.
Meza Rege-lora exctplodoex Juiz hidoro
Francisco Antonio eoulros, 2: que o Si-
Costa Ferreira nSo ten titulo algum i'e ar
icndaunnto por g tinos como in uIm ; sim
hum dc-paxo lavrado pelo Reverendo ("api 1
lo di Jr.i andade n'homs petigo sua con-
cedendo o arrendamento sendo assignado
nica mene pelo tal ex Juiz tCapello, e
out>'o quoalem da nao ter vol deliberativo
etn Meza foi quem lancou os nenies dos M-
zanos rumo se pode ver nos actos denuhdade
lo contracto existente noCarlor'o do F.scri-
vo Santos. 3 finalmente que achando--a
n Sur. Cusa Ferreira a dever 6 inetcN da
aluguel do sobrado e estando ete no estad
de completa ruina segundo a Vitoria, e or-
ea me uto procedid i no menino, a requei men-
t seu miater e lazia concerla- o o que
nao hera possivel fazello sendo habitado,
Aluga-se hurn terceiro andar do sobra-
do no becodo peixe frito D. 3, con piquenos
commodos para familia; na ra do Padre fio
i anuo venda que Pica junto o beco lapido
unimro 63.
Quetn precisar mandar faaer servicio
com carrossa e cavallo, para conducir alguna
objictos convenientes, dirija-se a ra nova
lado do norte penltima lo]3.
O Snr. Manoel Jjaquiu Pereira Lobo ,
tenha bondide de vir a cinco pontis quantn
antes pois que nao ignora a que negocio
tsr No dia 12 de Junho p. p. dezapare-
ceo do lugar de Palacio Velho urna canoa aber-
ta que pega 500 tijollos d'Alvenaria, e na pou-
pa tem as letras seguintes I. P. ; quem da
mesma der noticia dirija-se a ra do Colle-
gio D. 2, quesera bem recompensado.
UFA segunda parte da quinta Lotera a fa-
vor das obras da Igreja de N. S. do Livramen-
to desta Cidade ; corre impretenvelmente no
na praeada Independencia N. ">5c 7>, ou an-
nuncie.
uy Fernandos C. pintor oni miniatura e
aquarella chegado de Paria se otrerece ao
public pard tirar retratos : as pessoas que o
quiserem honrar com sua conlianca podem
procura-lo na casa dos Srs. Robert & Compa-
nbia na ra Nova segundo andar desde o
meio dia at as i horas da tarde.
CT Desaparecen com a cheia urna canoa
usada (pie pega m 800 tijollos, da passagem
ila Magdalena sitio ilo abaixo assignado.
Tem a proa urna chapa de forro para atracar
a madeira Olafi'lada de novo, nina argolla
lina no paneiro de re e j comida do tempo ,
e um camarote lechado de eorredica na po-
pa : quem da mesma souber leve-a seu pro-
pietario que recebar gratificacilo.
Joze Comes Tavares.
PILtILS VEGETAS* E UNIVEHSAES AMERICANAS.
Estas pilulas j bem conhecidas pelas gran-
des curas que tem feito, nao requerem nem
dieta e nem resguardo algum ; a sua com-
posico tao simples que nao fazem mal a
mais tenia crianza : em lugar de debilitar ,
fortifico o systema puriiicao o sangue ,
augmentao as secregoes em geral : tomadas ,
seja para molestia chronica ou somonte co-
mo purgante suave; o nielhor remedio que
tem apparecido por nao deixar o estomago
naquelle estado de constipado depois de sua
operago como quasc lodos os purgantes fa-
zem e por serem mui facis a tomar e nao
causarcm incommodo nenhum. 0 nico de-
posito dellas em casa de D. Knoth agen-
te do author : na na da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
vr Joo liaplista Herbster vai a Euro-
pa com seu lilho Joo Adolfo Herbster.
Walter Grainger subdito Britnico reti-
ra-se da provincia.
t** Quem precisar de um meslre padeiro
para forno dirija-se ao beco da Pol D. A.
COMPRAS.
es* 0 Diccionario Thcologico., da segun-
da edico as Decadas por Joo de Barros ,
continuadas por Diogo de Coulo ; e o Diccio-
nario Geogrfico Ilespanhol : na ra da Ca-
deia do Recife n. 4 ou annuncie.
C7" Um transelim ou corrente grossa de
o uro sem foitio : na rna das Cruzcs no ter-
ceiro andar do sobrado que faz quina para a
prac/i ou annuncie.
13" Escravos de ambos os sexos negri-
dia 20 do corrente, e os bilbetes esta a ven-1 nn88 e moloques de 12 a 20 anuos que se-
da nos logares seguintes : ra da Cadeia, lo- jj0 de bonitas figuras e com vicios ou sem
jaidossnrs. Vieira cambista eJoo Joze de ellos: na camboa do Carmo I), lino segnu-
Carvalho Moraes ; ra do Collegio loja do do andar.
snr. Menezes ; ra do Cabug, loja do snr, i cy Dez compendios de Ccnuence em la-
Bandeira, e botica do snr. Joo Moreira Mar- tra no Convento de S. Antonio a fallar
ques, e ra do Crespo loja de Jozs dos San- com Fr. Apolinario de S Liborio ou em
tos Neves Thezoureiro da mesma Lotera. Olinda com o Padre Guardo Fr. Joao Baptis-
CW Aluga-se a casa n.# 1 do atierro da la do Espirito Santo.
Boa-vista pintada de novo e com excellenles; tg- Urna porco de tartaruga : na ra da
commodos para urna grande familia e outras Cruz D. 54.
mais acabadas de fazer na ra d'Aurora, do
Sebo e da Solidado com bom quintal e
cacimba ; urna dita no sitio de S. Amaro ,
VENDAS.
ludo por medie- prego ; a tratar com Fran- j tsr Instrucgoes de Infanlaria : na praga
cisco Antonio d'Oliveira ou com o seu cai-1 da Independencia loja de livros n. 37 e 38.
Hoje 0 do corrente, se hade arrema-
tar em hasta publica por ultima piara o
resto da carga que a barca Brazileira Erme-
linda conduzia para Loanda na viagem em
quo foi aprezada pelos cruzadores Britanni-
cos sendo depois restituida em Serra Lea ,
donde regressou a este porto : nao s os noti-
ficados na carta d'ediclos ( e com a devida ve-
nia os agentes Britannicos )como os que pre-
tenderen! dita (cuja relago se achara em mo
do porteiro) ; podem comparecer boje, no
Trapixe denominado do Angelo.
xeiro Manoel Joaquim da Silva.
tsw Arrenda-se o sobrado de dous andares
n. 22 da ra da senzala velha com grande
armazem proprio para o trafico de assucar ou
recolhimento de gneros : na ra da Cadeia
do Recife a tratar com Bento Joze Alves.
t*^ Joze Antonio Ferreira portuguez re-
tira-se.para oCear
x&~ D-se 500. a juros de 2 por cento so-
bre pinhores de ouro; e maior quantia so-
bre hypotheca : na ra das Cruzes loja D. 3.
xsp- Joo Gatis subdito inglez retira-se
para forado Imperio, levand em sua com-
panhia a sua Senhora.
ssr JooChardon faz sciente a todas as
pessoas que tem pinhores de ouro ou prata
em seu poder os venho resgatar imprete-
nvelmente at o dia 8 do corrente do con-
trario passando este dia os vender para seo
pagamento.
tsr Arrenda-se um armasem ou quintal
grande dentro do Recife e que tenha embar-
que para rccolher taxas ; annuncie ou en-
tenda-se com Fox & Stodart, ra da Sen-
zalla nova D. 1.
tST" Aluga-se urna casa terrea na ra por
detraz do atierro da Hoa vista com commo-
dos para grande familia: a tratar na casa me-
diata.
= Precisa-se alugar um andar de sobrado
em ra nao esquisita e cujo aluguel nao ex-
ceda de 200> reis por anno o que tenha c-
modo suflicicnte para familia nao pequea :
%? Instruyes de Cerimonias Historia
sagrada de Rhomont Historia Ecclesiastica
do Betti Paraiso Perdido de Milton tradu-
zido por Leito Bossuet discursos sobre a
historia Universal Hopas Luzitanas Con-
seibo Tridentino em latim e portuguez Bi-
tual de Paulo 5. Dito Breve Recreaco do
homem sencivel Lines de eloquencia Na-
cional por Carvalho : na praga da Indepen-
dencia loja de livros n. 57 e 38.
ts^ Um sobrado de 5 andares em chaos
proprios na ra do Livramento D. 15: a
tratar com Manoel Coutinho.
tsr Urna casa terrea cita em um bom local
desta Cidade : no beco da Pol venda D. 7.
tSF 00 ou 70 ps de coqueiros novos para
plantar : na loja de Joze Estoves Vianna qui-
na do beco da Congreco D. 21.
tar Para fora da provincia um mulatinho
de 15 annos, por prego commodo por ter urna
perna torta : na ra da Cadeia do Recife loja
de forragens D. 57.
vtsr Sacas de farinha de mandioca de Ma-
go superior chegada recentemente alquei-
re cogulado medida velha a 0.^500 na ra do
Collegio D. H.
ss^ Um methodo de muzica para violo
( de Mollino ) por prego commodo; na ra do
Cotuvello caza de duas janellas envidracadas
defrontc da manguoira.
tsr Urna olaria de pedraecal bastante
grande com bom forno e com barro para
toda qualidade de obra ; annuncie.
imuzir": """-----."--,_
tsr Na loja franceaa da ra do Cabug que
faz quina para a das Trincheiras ha excel-
lenles ehpeoa de sol de seda para homem e
senhora, um grande soi tmenlo de bandejas
linas de varios tamaiihos cassas 'rancezas
para vestidos de differontes cores e bom gog.
lio. candioiros de maquina crcel de dille-
rentes modelos suspensorios elsticos cas-
tigaos de easquinha grvalas do selini cor-
do e cbelo lengos p re tos para grvala ,
ditos de seda e garga para senhora ditos do'
cambraia para mos camisas de cassa para
homem sapatos de marroquim duraque e
courode lustro para senhora borzeguins pa-
ra senhora e outras muitas fazendas ttirlo
pelo mais mdico prego que em oulra qual-
quer parle.
ssr Conlinua-sea vender os verdadeiros
pos parisi msos purgativos anti-ayphiliti.
eos, anti-darlrosos, e anti -biliosos como
competente receituario recentemente che-
gados do Frasea as lojas seguintes ; de
chapeos na ra da Cadeia do Recife n. 45 de
Meroz relojoeiro na praca da Independencia ,
e na ra Nova n. io defrouje do oito da Ma-
triz.
tw Bilbetes e meios ditos da Lotera do
Theatro : na loja de chapeos no largo de pa-
lacio.
ss** Superior tabaco simonteda Bahia rni
latas de urna libra a 400 e sem a lata a 560,
massas de todas as qualidades superiores
linguicas a 500 a libra paios a 2*400 vi-
nhos de todas as qualidades queijos flamen-
gos alguidarcs grandes vidrados da Bahia a
2*880 cada um, azeite doce a caada a 4*400
e a' garrafa a 000 toucinho de Lisboa a 200,
manleiga de tempero a 100 a libra dita de
porco a 400 ludo superior : no largo do
Tergo venda D. 4.
SSf* Encordiagoes completas para pianno
chegadas prximamente por prego commo-
do e vende-se separado cordas, bordes ,
caremuga e pergaminhos : na praca da In-
dependencia loja de miudezas n. 21 c 22.
tSF" Una cadeirinha pintada c envernisa-
da forrada de seda na moda e milito bom
hosto : na praga da Boa vista D. 15.
i_j- Bixas pretas as grandes a 400 e as
menores a 2i0 : na praga da Boa vista D. 10.
SS" Urna escrava de nago de 24 annos ,
boa lavadeira de saboe barradla sem vicios
nem acbaques a muito robusta : na Boa vis-
ta ra do sebo casa terrea com soto*
&?- oalqueires de feijo mulatinho a 5* o
alqueire, toucinho de Santos a 5000 arroba e
120 a libra lombo de toucinho milito novo
proprio para f'eijoada a 80 rs. banlu de
porco muito nova a 140 a libra : na venda da
quina da ra do Aragoque volla para o pa-
teo da S. Cruz I). 22.
ts^ Bilbetes o meios ditos da Lotera do
theatro : na praga da Independencia loja do
relojoeiro Meroz.
tsy Tros mil lijlos de tapamento de mu
to boa qualidade e proprio para sobrado :
no buco largo da Matriz de S. Antonio I). I.
ssr Um negro de bonita figura canoeiro,
e pescador por prego commodo : na ra da
Cruz D. 00.
CT Alviois do Porto calgados de ago, fou-
ces grandes e pequeas proprias para onge-
nho por prego commodo: no atierro da lloa
vista loja de ferragens D. 55.
tsr Vende-se (yi troca-se por oulra aqu
no Becifeou por escravos, urna morada de
casa cita na ra de S. Joo com um grande
quintal para plantago cercado em chaos
proprios ponto alto com 50 palmos de
largo eOOdilos de fundo : a tratar na ra
da senzala velha n 54.
ty No Becife ra da Cruz escripto'io D.
12 de Joze Antonio Gomes Jnior se vende
por prego commodo sacas com alqueire de
farinha de mandioca feita na Munbeca tan-
to da muito lina e alva cmoda mais ordina-
ria.
$-? Cadenas tte bataneo coiti assento de psliii-
nha eencoslj da mesma inarquezas de condii-
r mezas de jautar camas de venlu con arma
cao cadeiras com assento de palliinl-a americanas
cama de vento muito liein (eitas a ift oo ditas i e
piuho a 3#5oo e pinlio da Suecia com 3 polcadas
de grottura, dito serrado ludo mais em con.a do
que en outra parle ; na rua da Florentina em caza
de J. Z/erMiger.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 2 do corrente fugio o preto
Francisco moganibique seg de um olho ,
levou caigas de algodo da tena e camisa do
mesmo de mangas curtas e bstanle suja ;
quemo pegar leve a casa de Joo Leite Pita
Urtigueira m rua da Cruz n. 90 que gratifi-
car.
RECIFE NA TVP. DE M. F. DE F. =1812
w&n


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EJCY006AY_RB7RKT INGEST_TIME 2013-04-13T03:01:53Z PACKAGE AA00011611_04691
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES