Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04688


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Full Text
Anuo de 1842.
Sabbado 2 de
f
Tudo agora depende denos me.nio. : danos.. r *. como pnncipi.n-.os e .ere.IZ^R "*"0 e** ; c"n-
,l,a, P F ee""oi.ladoe cim. a.W.cao entre a. Naefei m.is
.________________(TrocImcao da As.rmbli'-a Ceral do trafil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
tsr. &:; i ?rar.fc do ** '-
.t;/l3erS.brVnl,l F*wVPotC.1,.. Macei Alago.. ol'
fajen 13. *.nlo Anuo qun.il fe.r... Olinda lodo. o. diM.
H.
DAS DA SEMANA.
57 &,. .. Ladi.lu Be. Chae. Aud. do J. de D da ? r
S >'": }Tm' JIe:'2 p Rel- ** io J o- '<*.
25 Q jan. i. Tedro, e l. Piulo App
3(1 QwbI. ,. Maroal Ab. Aud do ju. de D da 2. v
i Ser. Ihe.dortco Ab. Aud. do J. de D. da 4 w.
2 Sub. Vmlacao de N. Snra. Ral. Aud. de, J. de D.da3. T
3 If :.n. .. JaoinIDo M. '
Tullio.
Anuo XVIII. N. 139.
O Diario nublira-ae todo. o. dia9 que nao forem Santificado. : e prec da a.sigaaiura be
del tica mil re. por qunrlrl pago, adianlado.- O. annuncios dos aaignaRlea taa inseridos
gratis e o. dos que o nao foiem raiao de .SO rei. por linlia. A. redamar-oes derea ser
dirigida. aeslaTypogralia ra is Cruces I). 3, ou a praca da Independencia toja de Iitio.
K uiuero 37 e 38.
CAMBIOS no da 1.'
Cambio .obre Londres 27 d. y. 111.
,, a Tari. 350 rei. | franeo.
. Lisboa II.i por I0 de pr,
Moeda de eobre 5 por 1UU de Ce.conto.
dem de letra, de boa. firma. 1 e al ({.
Descont de bilh. da Alfand-a i por 400
ao mei.
dejilho. compra venda.
Ouro- Moeda de 6,400 V. l.uwi 46,200
a N. -lii.sti)
. de 4,000
PaiTi Pataue.
i Pezo. (ailumnare.
n dita Meiicant.
niuda

S.600
1.S3
1,830
1,830
1,000
16.00M
.HOtt
l.HbO
1.S50
1,850
1,620
Prtitnmr do din i de Julho
1. a 11 borai e 42 ni. da manlta.
2. i 42 hora, e 6 m, da tarde.
Quarl.
La Nora
Quarl. ere.e.
La cheia
PHASES DA LOA NO HEZ UE JULHO.
ming. a 30 0 boi.a e 22 m. da tari.
a S -- 4 hora, e 44 m. da m.nli.
a 44 ai 7 hora, e 49 m. da t.ird.
i 22 i. H hura, e 36 m. da manh;
DIABIO 7E~PEr\tAIIBECO.
GOVEP.NO DA
CONTINUACA0 DO
PROVINCIA
EXPEDIENTE
PASSADO.
DO DA
2o
DO
5
reo
OlTlcio : Ao engenheiro Vaulhier, trans-
mettindoo officio do inspector Geral interiuo
das obras publicas de Sdocorrente acompa-
nhado deoutro do arremetante das obras de
Bujar eni que faz ver que os arcos da
ponte podem vir a soffrer com as grandes
chuvas para quo baja de applicar as provi-
dencias que julgar convinhaveis, dando
parle a presidencia antes de mandal-as por
em execuQo.
DitoA irmandade de N. Senbora do
Guadelupe da cidade de Olinda remetiendo
para a sua intelligencia e execucfio um ex-
emplar da lei provincial numero 103 de 9 de
Maio ultimo concedendo aquella irmandade
urna lotera da mesma somma, e pelo mes-
no lempo que foi concedida Igreja de N.
S. do Livramenlo d'esta capital.
Dito Aocommandante geral do corpo de
polica intelligenciando-o de que o aire-
res de 1. linha Antonio de Albuquerque Ma-
r nbo actualmente empregado no corpo
doseu cumulando, se acba reformado por
decreto de 2 de Dezembro de 1839.
Dito Ao commandante do brigue escu-
na = Fidelidades significando em respos-
ta aoseu oflicio que dirigi presidencia
em 14 de Abril p. p. quandocommandava
o brigue escuna ss icteroy =r, que deve le-
var para o Cear a correnle de ferro que
d'alli trouxe fim de a restituir no arsenal
de marinha d'aquella provincia;, segundo Ihe
bavia requisitado o respectivo Exm. Presi-
dente.
Dito Ao Juiz relator da junta de Justina
remetiendo o processo verbal, feito ao re
Serafim Gomes soldado do batalho provi-
sorio fim de que depois de visto o apr-
sente em sessao da referida junta.
Portara Ordenando ao commandante
do vapor = Paquete do Sul = que receba a
u bordo, e transporte para a corte os tenen-
tes de coinniisso Joo Marinho Cavalcante
de Albuquerque e Manoel Cavalcante Bi-
zerra.
Officio Ao commandante das armas par-
ticipando a expedico da ordem antecedente;
assim como ler determinado ao inspector da
lliesouraria da fazenda que mande abonar
aos supramencionados ofilciaes que se of-
ferecero para servir no exercito do sul, dous
mezes de sold adianlado as competentes
comodonas e passar-Ihes guias.
Dito Ao administrador fiscal interino
das obras publicas dizendo que tendo-se
acabado os dous annos de responsabilidade
para as obras de pedreiro do 4. lango da es-
l.ada de Santo Anto e nao leudo o arre-
matante Jo/.e Claudino Leile tomado as preci-
sas providencias para a conservado das ditas
obras o que deo lugar a que a calcada de
pedra da ladeira de S. Joo de Tigipi este-
ja inteiramente arruinada assim como as
cahegas de varios arcos por terom sido em-
pregados em sua construyan lijlos de m
qualidade segundo participa o engenheiro
L. L. Vauthierem oflicio de 21 do correnle ,
convemqueS. m. faga o mencionado arre-
matante cumprir com as condi^oes do con-
tracto pondo as obras em bom estado an-
tes de ser desonerado da responsabilidade,
que se sujeitou.
Dito Ao commandante superior da guar-
da nacional d'eslt municipio ordenando em
ltenlo ao que represenlou Francisco de 0-
liveira Corage, pedindo dispensa do servigo do
batalho destacado para seu filho Bernardino
de Oliveira Corage, guarda do segundo bata-
lho da guarda nacional do seu coinmando su-
perior, e a vista da sua informago sobre esta
pretendo que mande substituir o dito guar-
da por ouli o do mesmo batalho, fim de
seeffeituara dispensa requerida.
Dilo Ao commandante das armas de-
terminando que mande dispensar do servi-
co do batalho destacado o supramencionado
guarda logo quefor remettido oulro para o
substituir.
Dito Ao commandante superior da guar-
da nacional d'este municipio ordenando a
vista do que informa em seu officio de 20 do
correnle acerca da dispensa, que pede Cosma
Damiana da Silva para seu filho Francisco Lu-
iz da Silva guarda nacional do!, batalho
do mesmo municipio em servigo no bata-
lho destacado, que mande quanto antes
substituir o dito guarda poroutro do mesmo
batalho fim de se eflecluar a dispensa pe-
dida.
Dito Aocommandante das armas de-
terminando que mande dispensar o supra-
cilado individuo do aervico do batalho des-
tacado logo que se verifique a remessa de
outro guarda para o substituir.
Dito Ao commandante geral do corpo de
polica dizendo-lhc que na collecgo que
Iheenvia das leis provinciaes promulga-
das no mez de Maio prximo passado acha-
ra a de numero 90 de 7 do dito mez fixan-
do a torga policial para o anno iinanceiro fu-
tura, qual dar a devida execuco pela par-
te que Ihe toca.
Dilo Ao commandante das armaj or-
denando que mande dispensar do servido do
batalho destacado o guarda nacional da quar-
ta companhia do dito batalho Francisco Vei-
gas de Souza.
Dilo Ao engenheiro L. L. Vaulhier ,
aecusando recebido o seu oflicio de 18 do cor-
renle em que d parte de tero arrematante
da barreira da estrada do sul, Thom Perei-
ra Lagos, principiado n'um dos ramaes da
ponte de Molocolomb a edificaco da casa da
barreira quodevo ser collocada na dila pon-
te sem que tiresse pedido a competente cor-
dqaQio ; edeterminando-lhe que faca "pa-
rar esta obra, aloque se de a o referido ar-
rematante a necessaria licenga.
Dito Acamara municipal de Olinda ac-
cusando recepeo do officio em que do par-
te do estrago feito pelas chuvas dos dias \ i ,
12c 13 do correte no aterro, que vem do
lugar denominado = Arrombado = para
Santa Theresa ; e significando em resposta ,
qufdevem cuidar de concertar quanto antes
o dito aterro, visto ser essa obra municipal.
Dito Ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes remetiendo a filiago do
corneta Joaquim Felis engajado para a se-
gunda companhia do quarto batalho da guar-
da nacional d'este municipio no 1. de Maio
prximo passado afim de que Ihe mande a-
brir o competente assen la ment de praca na
mesma thesouraria para pod vencimentos que ihe competirem.
Dito Ao commandanle superior da su-
pramencionada guarda nacional intelligenci-
ando-o da expedico da ordem precedente.
Dito i Ao inspector da thesouraria das
rendas provincias transmittindo a conla da
despesa feitacom o sustento dos presos po-
bres de justica existentes na cadeia de Na-
zareth desde 10 de Marco at 30 de Abril
d'este anno, importando em 25ji005 reis
fim de que estando conforme a mande sa-
tisfazer.
Dito Aochefe de polica da provincia,
participando ter dado a precedente crdem ,
em resposta ao seo officio de 17 do correnle ,
em que a requisilara.
Dito Ao inspector da thesouraria das
randas provinciaes, enviando a conta do. que
se despendeo com o sustento dos presos po-
bres de justica do Rio-formoso no mez de
Maio ultimo importando em 24ji 400 reis ,
para que estando conforme a mande satis-
l'azer ao doutor Fernando Affonso de Mello ,
segundo requisita o delegado interino d'a-
quelle termo.
Dito Ao supracilado delegado intell-
genciando-o de ter expedido a ordem ante-
rior.
Dilo Ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes aecusando recepejo do
seo oflicio de 27 de Maio ultimo, acompan-
hando oulro do cscrivo e administrador da
mesa das rendas internas provinciaes no
qual d a razo porque se nao procedeo
nova numeraco dos edificios d'esta cidade ; e
remetiendo o orcamento das depesas que
exige a dita numeraeo: e determin -ndo-lhe,
que mande convidar pelo Diario pessoas que
so queiro incumbir d'esta obra c traga
presidencia as pYopostas que houver de recc-
ber fim de que a mesma presidencia re-
solva como melhor entender.
da Silva e
batalho de
COMMAXDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 17 DO PASSADO.
Oflicio Ao Exm. Presidente, rogando-
Ihe a expediecode suas ordens para que
fosse recebido a bordo do vapor S. Sebastio,
e transportado ao Para o lente do caladores
de linha Joaquim Joze da Silva Lisboa e
boa assim para que pela thesouraria se Ihe
ahonasse alem de dous meses de sidos adan-
lados as comedorias de embarque passan-
do-se-lhe a com pelen le guia.
Dilo Ao mesmo Exm. Snr. tansmit-
lindo-lhe informados os requerimentos de
Joaquim Joze Pereira Yiana, e Luiz di Fran-
ca de Carvalho este primeiro sargento e
aquello sargento quartel niestre do batalho
provisorio que supplicavo as nomeagoes
d'Alferes para o batalho d'infanlaria de guar-
das nacionaes destacado.
Dilo Ao mesmo Exm. Snr. enviando-
Ihe para ser paga pela thesouraria a conta
do que so estavaa dever de vencimentos alra-
zadosao primeiro sargento Manoel Joze Car-
neiio em vista da guia que o acompanhou
do Mamulla o.
Dito Ao inspector da thesouraria en-
viando-lhe um requeriinento do tenente coro-
nel Joo Francisco de Mello aim de que hou-
ves.se de informar se o documento passado
pelo encarregado da caixa militar do exercito
do sul eslava em armona com guia, que
ltimamente so passara ao dito teneiite co-
ronel.
Dilo Ao doutor presidente da junta de
saude para que inspeccionasse o recrula An-
tonio Marques d'Assumpco que amanha
Ihe seria apresentado.
Dito Ao dezembargador chefe de poli-
ca communicando-lhe, que forfio postos
em liberdade os reerutas Manoel Antonio do
Carmo e Joo de Mello por terem provado
as izcmpcesqua aPegaro.
Portara Ao lente coronel comman-
dante do batalho provisorio, remettendo-
Ihe o conselho de Averiguado feito ao sol-
dado da 5. companhia Joaquim Mauricio
Connives da Roza, e determinan do que fos-
se reconhecido cadete da terceira classe.
Dita Ao commandante do deposito man-
dando levantar a nota de sesenjo do soldado
J. A. de L. e passa-lo para a companhia le
cavollaria.
Dila Ao capito commandante da com-
panhia de cavallaria para rece be r com guia
de passa^em o soldado mencionado na prece-
dente portara.
dem do da 18.
Joze Joaquim Manoel Vieira
Jernimo Corris de Lima do
guardas nacionaes destacado.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. levando
ao seu conhecimenlo as razes, que obstavo a
nao seren recebidos na fortaleza de Ilama-
rac os presos de jusliga que para all fos-
se m enviados pelo juiz municipal de Igua-
ra.
Dito Ao Exm. general commandante
das armas da corte remettendo-lhe nova
guia do soldado particular Joze Rodrigues
Soares afim de substituir a que o acompa-
nhaiii por nao estar exacta.
Dito Ao Inspector da Thezouraria remet-
tcndo-lhc a guia do tenente Joaquim Jos da
Silva Lisboa que actualmente eslava em-
pregado no hatalhaO provisorio.
Dito Ao Dezembargador chefe de poli-
ca, rogando-lhe houvesse de dar alguns escla-
recimeutos acerca do guarda nacional Manoel
Jos que Ihe remetiera com seo officio desta
data o qual sendo orlo de pai e mfii, e ten-
do a seu cargo urna irm tambem or nao
eslava no caso de servir na primeira linha.
dem do da 20.
Oflicio Ao Exm. Presidente remetlen-
do-lhe informados para que tlefiris.se como
fosse de justica os requerimentos de Antonio
Oflicio Ao Exm Presidente remetten-
do-lhe competentemente informado o reque-
riinento do guarda Antonio Joze Cavalcante,
que pedia ser excluido do batalho destacado.
Dilo Ao mesmo Exm. Snr. enviando-
llie com informaQo os requerimentos dos
capites do batalho de guardas nacionaes des-
tacado, Maximiao Francisco Duarte e Jo-
o Saraiva d'Araujo Galvo, que pedio o
pagamento do sold de suas patentes, da
data de suas nomeages.
Dilo Ao mesmo Exm. Snr. enviando-
Ihe informado o requerimento do sargento a-
judante do batalho destacado, que suppli-
cava ser nomeado alferes do mesmo bata-
lho.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., remetten-
do-lhe urna requisico dos objectos que se ta-
zio necessarios para montar urna quarta
enfermara no hospital regimental. ,.
Dito Ao mesmo Exm. Snr entregan-
do-! he informado o requerimento do Coronel
do estado maior do,exercilo Francisco Joze
MailHis que pedia licenc.a para hir a corte ,
dar conta ao Governo de S. M. o Impera-
dor da commisso do commando das Armas
da provincia do Maranho com que fora hon-
rado e faculdade, no caso de obter a licenca,
para deixar a sua familia a importancia do
seo sold passando-sc ueste sentido guia
pela thesouraria.
Dito Ao desembargador chefe de polica,
acensando recebido o dezertor Thom da Sil-
va Leito e communicando-lhe que se e-
vadira dos corredores de palacio o recruta
Theodoro Joze de Aguiar em occasilo que
se estavo examinando os documentos que
apresentara e parecio izemptal-o do servi-
do do exercito.
Dito Ao delegado do termo de Santo
Anto pedindo-lhe esclarecimentos acerca
do recruta Joo Antonio que Ihe remetie-
ra com seo oflicio do 1. do crrente.
Dito Ao inspector da thesouraria en-
viando-lhe para serem pagos os papis de
rontahilidade do destacamento da comarca do
Rio-formoso relarlivos ao mez de Maio ,, me-
nos o recibo dos vencimentos do ofliciai com-
mandante que nao estando exacto tinba de
voltar para ser reformado.
Dilo Ao Delegado supplente do Rio For-
moso, devolvendo-Ihe o recibo dos venci-
mentos do Ofliciai commandante do destaca- ~
ment para ser substituido por outro que
estivesse de acord com o determinado na cir-
cular de 11 de Abril deste anno.
Dito Ao Major Chefe interino do Bata-
lho 3. da G. N. deste Municipio, disendo-
lhe que a inspeceo da 3. e 4. companhias

(<

I
1



teria lugar na manh do lia 20 do corrento ,
e a da 5., e 0. na manh do da 5 do vn-
douro mez.
CircularAos Commandantes de ccrpos da
guarda nacional do municipio a lim do no-
tarem na relajo pedida em 12 de .vbril ulti-
mo as pragas que cstavo completamente
armadas.
DitaAo tenenle coronel commandantedo
batalho provisorio :-obre a 'quantia que o
soldado Manoel Alvos d'Abrantes, ficaraa de-
ver a caixa administrativa do corpo de poli-
ca.
Dito Ao Major Commandanle interino
do 5. Batalho d Aitilheria pedindo-lhe es-
clarecimento sobre a entrega das alfaiasper-
tcncentes a Irmandade de S. Joo Baptista ,
que estavo depositadas na Thesouraria.
REPARTICAO DA POLICA
Parte das occorrencias do da 27 do p.
Foro hontem presos pela 2. patrulha do
quarteiro do palacete a preta escrava de
nome Mara por estar fgida ; e pelo ins-
pector do quarteiro do Manguind o preto
Joaquim por llie ser approhendido un chu-
go segundo consta da parte hoje dada pelo
commandante geral do corpo policial.
Dias 28 2).
Foro presos no dia 28, pela 1. patru-
lha do atierro dos A (Togados o escravo de
nom Narciso por ter dado urna bofetada
ora um portuguez ; e pelo inspector do quar
teiroda praga da Boa-vista, Manoel de Je-
ss Ramos por estar ebrio, eemdezordem:
e no dia 20 pela 1. patrulha do lugar das
oponas, Justino Joze Ferreira por infrac-
gaodas posturas da Cmara Mnnicipal
E' oque consta das partes diarias, dadas
pelo commandante geral do corpo policial.
Das partes semanaes das authoridades dos
differentes pontos da provincia consta igual-
mente que nao tem occorrido novidade.
Pessoas dispachadas nos dias 2;" 27 28 ,
e 50 do p.
Porto-Calvo = Joze Joaquim Theotonio
de Mello brazileiro ieva em sua compa-
nhia seu lilho menor de nome Francisco e
os escravos Alexandre Getrudes Paulo ,
Cacianno Moizes e Joo.
Cear = Manoel Bezerra de Albuquerque,
brasileiro leva em sua companhia seo escra-
vo de nome Norberto.
Rio de Janeiro = Joze Francisco Rosas
portuguez ; Constancia preta escrava de
Manoel Joze Narciso ; Luiza e Benedicto es-
cravos de Manoel Joze Vianna.
Loanda = Thomaz Pinto Caldas por-
tuguez.
Cear = Francisco Raimundo dos Santos ,
brasileiro.
S. Matheos = Caetano Antonio brasi-
leiro.
Rio de Janeiro = Antonio Joze Ribeiro
Vianna portuguez.
Aracaty = Joaquim Francisco Sarment,
brasileiro ; Joze Maria Sarment.
Aracaty Russas e provincia do Cea-
r = Luiz Joze de Soua porlugez leva
em sua companhia seo cscifevo de nome An-
tonio.
Cear as Manoel Nunes de Mello por-
tuguez.
As suas observages foro lo imitis como
as primeiras ; c o gorernador declarou que
nao poda deixa-lo partir svm expressa ordem
do Pacha de La Roche governador superior
da cidade. M. Cars quiz embarcar forga ,
porm um soldado dos que estavam de guarda
porta do mar se lancou a elle, e o agarrn
violentamente pelo meio do corpo. M. Cars
procurou desaggravar se dcste insulto com
um esloque que trazia ; porm osoutros cn-
sules se oppozeram a quelevasse mais adian-
to a sua resistencia estando j bastante ma-
nifest o insulto e a violencia que se lhe fazia.
Os cnsules reuniram-se, e resolvern) que
o americano apresentasse urna queixa ao Im-
perador pedindo a demisso do governador ,
e o castigo do soldado que linha ousado por
a mo sohre o representante dos Eslados-
l'nidos.
Esperava-se que o Imperador nao duvidaria
dar satisfaco deste insulto desculpando-o
como urna falta de intelligencia ; mas a res-
posta de S. M. foi concebida nesles termos:
Os meus servos cumpriram o seu dever,
porque nao ignoraos, que nenhum cnsul po-
de sahir dos meus Estados som que tensa-
rnos expedido urna ordem para esse lim.
Esquecemo-nos de dar essa ordem, hoje a da-
mos e podis partir levando cora vosco to-
do o bem e mal, que tenhaes recehido.
Apenas M. Cars receben esta resposta, jul-
gou que a offensa tinha sidoaggravada e di-
rigiu urna circular ao corpo consular infor-
mando-o da resposta do Imperador. Decla-
rava ao mesmo que ia abaixar a sua .bandei-
ra e que nao a tornara a igar seno depois
de ter recehido urna satisfaco sufficiente pela
affronta feita ao "seu governo. Com eTeito ,
elle abateu logo a sua bandeira eembarcou
no dia 7 sem outro algum obstculo sendo
acompanhado pelo corpo consular ; que quiz
dar assim a demonstrar authoridade mou-
risca que a violceo das attenges e privile-
gios devidos ao carcter de que se achava re-
vestido o cnsul americano, fizera urna pro-
funda impresso nos seus collegas.
ros, matar gente, queimar navios e cidados,
para obrigai- o governo china a permiltir-lhe
a introduego d'um veneno lerrivel cujo
eoinmeicio Ihes rende muito dinheiro.
A guerra que os inglezes fazem as costas
da frica e da America nao he ao trafico da
escravalura he navegago ao commer-
cio e aos estabelecimentos ultramarinos das
oulras nages Acharara o pretexto da es-
cravalura aproveitam-o mas o seu lim he
so elles navegarem s olios terora commer
ci e colonias algodo o assucar. Porisso
os seus cruzeiros atacara e roubam lodos os
navios ; he urna verdadoira pirataria : se al-
gcra se queixa he mentiroso ; se algtiem
pede urna satisfaco ellos negam-a e pe-
dem duas. V l alguem brigar com elles !
Nao importa ; agora esto de cima um dia
eslaro debaixo !
( Nacional. )
INTERIOR.
EXTEBIOB.
NOTICIAS DE MARROCOS.
J sabido haver-se suscitado urna grave
questo entre o governo de Maocos, e o cn-
sul geral dos Estados-l nidos. Em Tnger
fallava-se de un golpe de mo que prepara-
vam os americanos cuja esquadra se reunt
as agoas de Gibraltar. Eis-aqui os fados:
O governo dos Estados-Unidos tinha nomea-
do para outro logar o seu cnsul geral om Mar-
rooos, e quando lhe communicou esta ordem.
lhe deixou a facnldade de se demorar alea
cliegada do successor ou de se retirar imme-
diatamente. O cnsul adoptou este ultimo
partido, e tendo feilo os seus preparativos de
viagem cstava j para embarcar quando o
governador lhe intimou que o nao poda fa-
zer sem urna authorisacSo do Imperador. To-
das as observadnos de M. Cars foram inuteis ,
e nao teve outro remedio seno esperara li-
cenga do Imperador que nao se demorou
muito.. M. Cars aproveitando um vapor, que
sahia para Gibraltar ia embarcar quando
foi detido por urna nova ordem do governador.
Seus collegas que o acompanhavam apoia-
NOTIC1AS DA CHINA.
As delicias da China chegam a lo de Feve-
reroSir Henrique Poltinguer que che-
gou a Hong Kang a I do mesmo mez tinha
renunciado a atacar Canto e dispunha-se a
concentrar as suas forjas para as dirigir sobre
Pekn tinha-se recusado em consecuencia
disto entrar em negociaces com os comm.s-
sarios enviados pelo imperador nao que-
rendo tractar com este soberano seno directa-
mente.
A 28 de Dezembro os vapores Sesostris ,
Nemesis e Phlcgeton subiram pelo rio pelo li-
toral fronteiro a Bhusan conduzindo uns 700
homens os quaes tamaram sem disparar um
tiro a cidade de Yojo. 0 inimigo tinha-se
retirado nao se podondo aprehender nem um
s chim. Tambem so tem tomado um for-
te a cinco mihlas de (pejao e fez-se voar o
armazem de plvora A cidade de Tiskee ,
situada n'um Ierren mais baixo foi toma-
da depois. Oschins tambem fugiram eo
governador inglez apenas chegado cidade ,
fez distribuir populacho as provisoes ar-
mazenadas com o que ficou muito conten-
te. Deslruiram-se as forlilicages sem fazor
damno piara.
A 10 sahiram os vapores de Ningpoo pata
outra expeJico. Tomaram a cidade de
Punghra som obstculo algum. A 12 ti-
nliain voltado victoriosos os vapores a Ning-
poo.
( Diario do Governo. )
Duina carta d'AngoIa copiamos o se-
guinte :
Ocommercio est mau porque os in-
glezes lomara tanto os navios que vera cora
carga licita como os d'e-cravatura. Os ne-
gociantes tera-se retirado para o Rio do Ja-
neiro. Ha pouco lempo roubram os ingle-
zes um navio que eslava descarregado o fiin-
deado em Benguella aotide de noile o fo-
ram tirar; tomram depois um navio carre-
gado de mercadorias e que at trasia a bordo
cavallos e urna carroagem. Ha poucos dias
d oso raba rearara no Dando o atacram a ca-
sa do Begente e o roubram. Em lim este
paiz precisa um governador que sesaiba ha-
ver com elles pois que ou estou persuadido
que a Inglaterra nao poder a levar a mal que
nos casiigassemos estes insultos nos aggresso-
res.
Achamos notayel a simpleza e boa f do
S. PAULO 50 DE MAO.
Desdo o dia 26 appareceram no alto do
Pirajussra alguns rebeldes e foram sompre
debandados por pequeas forjas imperiaes ,
apenas se approximarara e avancaram para
essa posico. No dia 28 tarde tornaram a-
quelles a apparecer no mesmo logar e ten-
do dado alguns tiros fugiram precipitada-
mente logo que a urna pequea guarda a-
vangada das forjas imperiaes foi dado o sig-
nal deavancar. No dia 29 tendo Picado de
emboscada no alio Pirajussra 50 homens
das forgas imperiaes foi sorprendida urna
partida rebelde que procurava esta posico
pela madrugada; e tendo recehido urna dos-
carga fugiu em debandada deixando no
campo um cavalloarreiado e alguns signaos
de ferimento do cavalleiro. Das 6 para as 7
horas, o Exm. General, doixando guarne-
cidos todos os pontos da linha partiu do a-
campamento com 150 homens do batalho
12 e 10 cavalleiros para fazer o reconhe-
cimento ; e tendo seguido pela estrada da
Cutia d'ahi procurou a estrada velha de Y-
l explorando todo o espago compreheniii-
do entre as duas estradas ; e quando se ap-
proximava estrada velha os 10 cavalleiros
que marchavam na vanguarda dovisaram as
vdelas dos rebeldes armados de lances, e
tendo carregado sobre ellas a todo o galope ,
as perseguiram at o acampamento rebelde ,
tendo dirigido Ires tiros sobre outros que se
foram encontrando na visinhanca da estrada.
Nao izeram elles a menor resistencia e an-
tes fugiram a redea solta deixando no cam-
po as armas que traziam. Estando muito es-
pesso o nevoeiro os cavalleiros da forga im-
perial chegaram as raias do acampamento re-
belde a!n roponlaram todo o gado que li-
ndara na sua frente, e tal foi a confusoe
terror em que os rebeldes ficaram que nao
deram um s tiro ; e se onviu distinctamenle
o dialogo seguinte i Meu compadre eu
vou-me embora e responda outra voz
que pareca ser a do chefe que os commanda-
va : Pois que isso meu commpadre !
Nao tenha medo que aqu est seu oompa-
dic !Depois de tudo isso, retirou-seo
Exm. General com a pequea forga com que
tinha ido reconhecer os postos ayancados e a-
campamentos dos rebeldes e tendo deixa-
do no alto do Pirajussra 50 homens do bata-
lho 12, recolheu-se tranquilamente ao a-
campamento dos Pinheiros sem que desde
ento al a noile ousassem os rebeldes ir re-
colher aquella forga. At hoje nao teem as
forgas imperiaes recehido o mais leve feri-
mento.
Chegaram hoje ao acampamento das forgas
imperiaes toda a ai Miliaria e duas mil armas
de infantaria e cavallaria com suas compe-
tentes munigos. O Exm. General 24 ho-
ras depois de sua chegada capital sahiu
para o campo deixando aqu o seu ajudante
quartel mostr general encarregado de orga-
nisar em eorpos todos os guardas nacionaes
d'este municipio e paisanos que se teem a-
presentado ; e a disciplina e apparencia d'es-
tes eorpos cresce todos os dias. Aguarnigfio
d'esta capital se acha confiada ao batalho de
guardas nacionaes de Jacarehy que para a-
qui marchou commandado pelo seu digno
commandante o tenenle coronel Francisco de
Paula Machado a um outro batalho provi-
sorio de guardas nacionaes da cidade ea ou-
tros que se esto formando do negociantes e
acadmicos que com louvavel enthusiasmo
se offereccram para debellar hm rebeldes ao
llironoe s leis. A capital est-se fortifican-
do e o trem de guerra da provincia se acha
de Campias se lera organisado urna forga de
mais de 400 homens para os quaes se tem
enviado armamento e muniges. Na villa do
Mogi-mirim toem-se reunido mais de 500 de
infanlaria e 00 do cavallaria muito bem
montada ; na do Jundiahy outros tantos o
em breve oslas forgas en traro om operagos ,
de combinagocora as da capital e da comarca
ileCoriliba. O batalho do fuzileiros que-
marchou para esta capital por torra dever
estar j era Taubal no2. corpo de arli-
Iharia que o governo mandn por S. Se-
bastiao acha-se j em Snelos.
O Excellontissimo General acaba de nomear
commandante de toda a cavallaria d'esla pro-
vincia ao coronel Joo da Silva Machado cu-
jos sentimentos d adheso grande causa da
monarchia o da unio do imperio sao attesta-
dos por muitose importantes servigos que tem,
prestado n'esta provincia.
*.
Urna portarla do chefe dos rebeldes
0 prcsidenle interino da provincia ha por
bem suspender ao Sr. Bacharol formado Fer-
nando Pacheco Jordo do cargo de juiz de di-
reitoda i M comarca: o que lhe cmmnica
para sua intelligencia e puntual execugo.
Palacio do governo em Sorocaba 17 de Ma-
io de 1812. Baphael Tobias de Aguiar.
E'sem duvida urna pega digna de sor apresa-
sentada ao publico esta portara que acabamos,
de transcrever do propio orignal! E' interes-
sanle ver o fidelissimo que levanta o grito de
sedigo por ter sido rasgada a conslituigo ,
rasgal-a no mesmo momento em que proclama
aos Paulistascontra o governo, fazendo-se pre-
sidende por um aclo ilegal o sedicioso e sus-
psndendo a um magistrado por um outro acto
nao menos inconstitucional! Nao nos deve isto
admirar, pois tal tem sido conlanlementea
marcha de todos os rebeldes: ao principio pa-
ra ganhar proselylos para adquirir forgas ,
procuram Iludir aos incautos bradando con-
tra o abuso das leis prometiendo a mais fiel
execugo d'ollas eo mais snelo respeilo s
garantas e diretos que a constituigo confere
aos cidados. Mas como possivel que rebeldes
posam cumprir taos promessas? A rehelio em
si um acto o mais revoltante emaisatten-
talorio das leis das instiluiges da seguran-
ga da tranquillidado de um paizje dado esse
passo de desprezo a tudoquanto ha desagrada
em urna nago em urna provincia como
esperar que retrocedan! da carreira criminosa
que encelaran!? como esperar que habituados
intriga Ira gao calumnia ligenga
em urna palavra a todos os crimes conver-
tam-se em um momento e ento em um mo-
mento o mais porigoso, aquellos era que por
esses mefosabominaveis chegaram ao poder?'.!!
Nos ainda veremos nos curtos dias quesup-
pomos lera de durar a autoridade do chefo dos
rebeldes outros actos por elle praticados nao
menos oflensivos s leis constiluigia e
moral.
ANDA O BRASIL E A INGLATERRA.
Ha onze annos que o augusto fundador do
imperio cedendo aos impulsos de seu corago
magnnimo abdicou a coma eque o Brasil
geme debaixo dos estragos de continuas revo-
Ingoes que lhe lem custado a vida de innme-
ros cidados consumido grandes somas dis-
tradas de outros urgenlissimos mistores e
concorrido sobremaneira para o enorme dficit
que lhe sobreposa 5 ha onze anuos que urna
faego immoral, sem oulro motivo mais que a
srdida anihig" do mando e ouro sem outro
impulso que a perversidade desmedida que lhe
serve de guia estorva seu adiantamenlo e
progresso empecendo a marcha patritica
das administragoes parausando as fontes de
riqueza e prosperidade publica e pondo a li-
berdade e a honra nacional mece do soberbo
e ambicioso estrangeiro que por entre as es-
pessas nuvens que enlutam nosso horizonte
poltico descortina um futuro todo propicio
s suas vistas e intenges. A' medida que nos-
sos males augmentara que nossas forgas phy-
sicas e linanceiras se apuram assoberba-se
a Inglaterra insulta-nos e sem atteuder
sua posigo insignilicanto e ridicula ordem
que a natureza lhe dera no mundo conhocido ,
som prever as consoqueneias terriveis de tan-
tas o to injustas barbaridades ousa tornar-so
tarbitra de nossos destinos impondo-nos Ira-
hados e leis que diz fundados em p rncipios de
umanidade que nao condece e jamis conhe-
cora:
auctordesta carta. Cuida elle que os ingle-
rara vivamente as suas reclamages e acn- /es s por amor da humanidade he que fazom
selharam-ho que embarcasse fundando-se guerra ao trafico da escravalura.
na licenga que lhe havia dado o Imperador ,' A humanidade dos inglozoz est piovada no I a o,000cartuxos.
para partir quando quizesse. idescaramenlo com que vao China atirarli-J Sabo-se por via ofiicial que na cidade
na maior aclividade ; fabricara-se por dia -4
O trauco de escravalura, diz ella, br-
baro o inhumano 5 eonvem oxtinguil-o, o
ainda mais libertar aquellos que tonham sido
importados de18 51 em diante.-Bem; tliasse-
ro estas vozes as vozes do corago ; sero es-
tes sentimentos dictados pela sinceridaed 0
. ~
ILEGIVEL


philantropia o filhos de urna consciencia de-
sinteresada? N;lo por certo. As colonias ingle-
sas esto po.adas do um sem numero de esera-
vos 5 debaixo do jugo de um ignominioso ca-
liveiro gemem milhares de victimas sacrifica-
das sanha feroz d'essa naco altiva ; o a pre-
go das lagrima de mInfles d lia sahido da miseria e so iia elevado cate-
gora que tanto a ensoberbece mas que um
da quando a libordade despertar aos brados
da vinganga ha-de por certo abaler. 0 culti
vo de suas trras feito por bracos africanos
que roubados por seus cruzeiros sao Jeva-
Jos s suas colonias quando pedia a to in-
culcada bumanidade qne fossem elles restitu-
idos patria. Mas nao : a inglaterra trema
ante o progresso de nosso commercio e agri-
cultura ; nao po.lia vr a prosperidade do vas-
to Brasil; era forgoso cortar sua marcha e
outro meio nao viu mais conveniente a seus
intentos que prival-o de bracos abolindo o
trafico! Assim pensou ella fica esse im-
perio impossibilitado de progredir ; e nao po-
dendo substituir por outros esses bragos que
Ihe roubamos nada nos deixa a receiar de
um futuro que jamis ver realisado. O assti-
car e agurdente que T segundo o nosso clima ,
usos e costumes elevaremos a um grau mais
forte, em breve abundar em nosso mercado
e abastecer os demais fabricado o destilado
a nosso paladar. Isto ser para esse paiz um
golpe de morte que nos tornar senbores abso-
lutos de suas matas e trras. Goitada! quan-
to est engaada! Dia vira em que escarmen-
tados os IJ ras i le i ros das dissenges que o grog
poltico tem originado caneados de uffrer e
le curvar-se ao jugo infame de estranha voli-
tado acordarAo ao horrivel estrepito do tro-
vAo qne os ameaca ; e entao..... A soite
decidir.
nha t Jrr?a?P g,' an,miCa<> a mari- dos da data deste ser posto em arremala-
A Z !' nifnuact"ras estrangidras.... Igao por quem menos fizer, o empedramen-
Auctor^d, i gaP dZOr l5 bem aos l0 e 'gotamenlo do atierro da Boavista :
a coshnnrf T q"? Se "OSSO povo se i M |)essoaS 1ue qserem Jangar comparego
sim mlmS o! quUUS' ^usivaroentfl de em cae* de suas sessoes no referido dia mu-
SSnSu m Se,'a <,Ue ,hC nJl0 m,,"S ,,C fiadores i(,oneoS- As Plantas P>"0-
deTr1!^/!?*^Vfr^^,^^-,,J'''*los, ornamento e mais condiges para a
irre^wdLnf0*! *}*"*<*<" servndo sobrad i ta obra acho-se na mesma casa pa- i
r'2lnto ,,ePnlo intermediario en-1 raserem consuladas por as pessoas que
lie o negociante e o consumidor tanto Ihe
~--------^ c u iruiisumiuor tanto Ihe
faz vender mercaderas Inglezas como Fran-
cezas Americanas, ou Portuguezas. Ese
ouvavel cm tanto que nao fosse a cuita a-
moa ) qe dao aos gneros de suas colonias
qutrem ali redusir os pregos de suas manufac-
turas para augmental-os no Brasil e outros
paizes o povo do Brasil saber to bem at-
pnjir ao que melhor Ihe convem em cazos
taes e ento saber preferir a quem melhor
satisfaga suas necesidades. Que se lembrem,
..lemd.sso que, nem com a Franga, Esta-
os-ln,doS, Bussia, Prussia e Alemanha
po'iea Inglaterra compettir a respeito de mui-
ws cousas e que os seus cen milhfles de sub-
quiscrcm Jangar. E para que ebegue ao co-
nhecme'nto de todos mandn a Cmara pu-
blicar o presente pela Imprensa. Recite- em
sessSo ordinaria do 30 de Junho de 1842.
Manoel Conlbo Cintra Pro-Presidente.
Alanoel Ferrada Accioli Secretario inte-
rino.
O Coronel Joaquim Bernardo de Figueircdo ,
Juiz de Paz do Bairro de Santo Antonio do
Recite.
%sr A nova loja d'alfaiate, onde se fazo-
bra a mais barata e se vende casacas, cal-
gas c coletes de difiranles fasendas por
muto baixo prego mudou-se para a loja de
Antonio Luiz Gongalves Ferreira D. 3, no
atierro da Boavista : os pregos das pegas fei-
tas lm-se no Diario de hontero.
ts*- Ainda est por arrendar o armasem da
senzalla vellia annunciado hontem c anle-
lionlem.
CORRESPONDENCIA
Snrs. Redactores.
Em additamento ao que publiquei no met
opuscolo a cerca do novo systema do ven-
das das mercadorias dos negociantes Inglezes
oque offereci a considerago dos ineus estima-
veis collegas Mereadores ; eu quisera ainda
perguntar aos Auctores d'esse ruinoso syste-
ma com o qual escandelso gravemente a
classe com quem mais se devio edentificar
se onerando d'esl'arte ao Mercador, preten-
den! redusir as demoras que enconlrao nos
embolsos, abaz resultantes das grandes quan-
idadesde mercaduras que obrigao a impor-
tar o Pa.z ? Se assim ser precizo faser-
Ihes ver que depois de arruinarem com tal
systema a alguns mercaderes, para subtituil-
os por outros que hirfl apparecendo em
|.r.porgo do empenhoque mostrar a Inglater-
ra na maiorextrago possiveldas suas merca-
duras ; lohge d obstar as demoras ellas con-
linuaro comod'antes, nao resultando de lu-
do sejiao o diablico empenho de fazer mor-
rer a uns ( seja-nos permeltida a frase ) para
ressuscilar a outros sem talvez ganhar m.
troca, fcena antes mais convenante aos Auc-
lores do systema que se dignaro de nao le-
var a mao caminho o parecer que Ihes vamos
dar e e de reiterarem as supplicas aos po-
deres de sua afio unindo suas voses ( e se
noestiveraqui amaior promptido d seus
imbolgos, menos a achar na ruina dos mer-
eadores) aquellos Peticionarios que por inter-
medio de Lord Sandou em G de Marco de
1833 levaro suas queixas ao Parlamento ,
a quem representavo os motivos de que fa-
sendo a Inglaterra um grandissimo negocio
comio BrasilI nos productos e manufacturas
do Remo Lnido sofra todava graves per-
das pela dfficuldade de obter os meios de
unos das Colonias noconsomem todos, com-
parativamente o que Ihe consom so o
Brasil.
Assaz rendida e dificultosa to bem vai sen-
do a soluego da queslo sobre o direito de
visita nos navios de Fianga e da UnniSo, e
ella lem dado lempo ao Brasil, como a toda
America em pensar menos favoravelmente
da filantropa Ingleza acerca de aboligo da
escravatura persuadindo-se muito pelo con-
trario, que menos o gemido da humanida-
de sob a escravido que affecla os Inglezes :
que o ensejo de fazer sobre sahir os produc-
tos agrenlas de suas Colonias com a ruina
total dos nossos. 0 Seculo nao para illu-
zfles Nem os meus estimaveis collegas
se illudao em seus deveres: assim Ihes recom-
menda e a Vv. ms. Snrs. Bedactores mui-
to agradecido licar com esta publicago,
O umillissimo Mercador.
= Aluga-se urna casa terrea no Coelho na
ra dos Prazerescom duas sallas, c trez quar-
tos feitas a moderna, cozinha fora e quintal;
por dez mil res por mez : quem as perten-
ilerdrija-se a mesma ra a fallar com o abai-
xo assignado. Francisco Joze Arantes
= Na ra da Senzalla nova do Recife n.
23 dezeja-se fallar com a mulher do Snr. Ga-
millo Perreira Madeira que marchou em alfe-
rasem 1839 para a Babia parase Ihe en-
l*az saber, que j se acho alfixadas na
porta da Igreja Matriz as listas dos cidados I; .......w *""" "'" i""* ac :
activos e fogos da mesma Fregue/.ia, de I gar uma enc0lmpnda de seu marido,
conformidado com o art. 7. do Decreto de 4 = I recsa-se alugar pretas e moloques na-
de Haio do corrento anno ; e assim os cida-; ra venderem azeile de carrapalo as tardes : na
daos que liverem reclamagfles a fazer as pode- rua das larangeras lado do poente D 7
.'fl dirigir a Junta no prazo de 15 dias como
determina o referido Decreto : e para conlie-
cimento de quem convier, mandei passaro
A requer monto de Joze Das da Silva .
como Inventaran te dos bens da finada Anas-
tacia Joaquina de Carvalho e pertencentes
. ---. --------- rH.. V|-------,...,...>, vi tuiiiu c uerivno
f "i 'i i "T0 tJe ^nlo' Anloiiio do Reci- j ditos bens a Ezequiel Joze do Carvalho se
nho de I 12. En Innocencio da ade arrematara portado Ilm. Snr. Do'utor
COMMERCIO.
Cunha Goianna. Escrivo o escrevi.
Joaquim Bernardo del'igueiredo.
= Pela AdministragAo da meza do Consu-
lado se taz saber que no da o do corren te ,
so lio de arrematar porta da mesma Admi-
nistragAo duas calzas d'assucar, limado
branco e out.-a de mascavado aprehendi-
das pelos respectivos Empregados dos Trapi-
ches Novo, c Companhia por noxactido
das taras ; sendo a arrematacao livre de dos-
pezas no arrematante. Moza do Consulado
de Pernambuco i. deJullio de 1842. = 0
Administrador Miguel Arcanjo Monteiro de
Andradc.
Juiz do Orlaos desta cidade, a quem
der tros negras una com um lho de anno
e meio duas engomo lavo c cozinho a
urna com princio do cusiera chao, os pre-
tendentes comparego no dia 2 do Julho que
he a ultima praga.
sa Arrenda-se o segundo andar'da casa
n. 382 na rua do Fogo : a tratar na pracinha
do Livramcnto sobrado D. 22.
D E C L A R A C 0 E S.
ALFANDE6A.
Rendimeoto do dia I. de Julho 11:270*009
DESCARHEGAfl HOJE 2 DE Jl'I.HO.
Brigue Inglez = Cora = Taxas maquinas
e caixas com pnrtences.
Brigue Dinamarquoz =P. Carolina Amelia=
Tintas, potassa, manteiga, e o resto
da carga.
Brigue Portuguez = ConcdgSo Flor de Lis-
boa = Vinho vinagre carnes ,
miudesas, e trastes.
Brigue Americano = Poullney= Farinda.
O Brigue francez Circonstance sabe
para o Havre amanh e recebe a mala em
casa de seus consignatarios Avrial Freres boje
pelas \ horas da tarde.
tsr Joo Manoel Carnero de Lacerda,
Sub-Delegado supplcnte da Preguezia do Mo-
rilieca faz scente ao respeilavol publico ,
que pelo Inspector do ;". Distrcto Ihe foi re-
meltido um preto de nome Mathous : quem
Ibrseu snr., di rija-se a mesma Suhdologatu-
ra a lim de o justificar e Ihe ser entregue.
A VISOS MARTIMOS.
MOV MENT DO PORTO
retorno, eisto porestarem os negociantes
Ingleses restringidos so a compra do algodo,
genero que por si so nao prehenxia n valor
ds mercadorias a que o Brazil se ava habi-
tuado a consumir so de Inglaterra ; sem com
uio poderem os mesmos negociantes concor-
rer no mercado de assucar, cacao cafie e
agoardenle pela prohibigo que a Inglaterra
usa a sua importagSo redusindo-a a uma
mu estrella sabida no tranzito a imoondo-
fce execessivos direitos para proteger'-se o*
niesmos gneros das Colonias ; gneros que o
povo Britnico consuma quas por um prego
aiiphcad^daquelle que Ihe podia fornecer o
jfazi fan(0 que ees negocantes ( vendo 0
|azi| dar ampios meios de pagamento as
i suas requissimas produgfles se vioobriga-
los desembolgos por no screin admissiveis
"tes productos em termos rasuaveis para uzo
e consumo de Inglaterra. Que em conse-
queocia d'essas Lcis prohibitivas orsando o
oiismv.o das mercadorias Britnicas em cer-
c do 4 milhfles esterlnos mais de metade
valor era toreado a procurar outros ca-
MAVI0S ENTRADOS NO DIA 50.
Para, Maranho, e Cear ; 17 dias; Vapor
Brasileiro Parahense de 240 ton. ; Com-
mandante Joo Frederico Berrizo; equip.
21, a Joaquim Baplsta Moreira : passa-
geiros brazileiros = Capito Tenente Se-
bastio Boque da Cunha Joaquim Luiz
Simfles Lyrio 2. Tenente d'Artilheria Jo-
ze Antonio Barboza D. Boza Candida da
Silva, e 4 filhos menores ; Antonio Morei-
ra Martins Joze Baptista dos Santos Ca-
de! Augusto Carlos d'Amorim, Frederi-
co Joze Correa Manoel da Costa Bravo ,
Joaquim Mendes da Cruz Gama Antonio
Manoel Alves Bibeiro, Joaquim Antonio
de Oliveira Joze Gongalves Vilano e o
Francez A. Deletrez. Traz maisdepassa-
gem um 2. Sargento um soldado invali-
do e 2 escravos a entregar.
NewZealand; 190 dias 5 Barca Americana
Tenedos dr 245 ton.; Capito Charles
Chester ; equip. 24 ; carga azeite de pei-
xe : a Joze Bay. Segu para New-London.
Sedney; 103 dias; Barca Ingleza Charles
Hewrtly de 101 ton.; Capitafl Hopper ;
equip. 15: passageiros 5; crgala: ao
Capito. Segu para Londras.
N*\v-Bedford ; 21 mezes ; Barca Americana
Seive de 287 ton. 5 Capito H. Adams ;
equip. 24 ; carga azeite d'espermacete : a
Joze Ray.
Buenos-Ayres ; 28 dias ; Brigue Dnamar-
quez Meiilta de 184 ton. 5 Capitafl len-
ry W. Jacobson ; equip. 11 ; carga tijolos,
e fructa ; a M. Calmont & Comp.
= Ainda recebe passageiros para o Bio de
Janeiro o brigue americano Potiltney, an-
nunciado hontem.
= Recebe passageiros e carga para o Rio
o bergantim brasileiro Imperador D. Pedro ,
hontem annunciado.
= dem dito para o Araraly o Patacho
Maria Luiza o a Sumaca Delmira ; dem.
L El L 6 ES.
= Iloje he o leil) de James Crabtree z C.
de 120 cestos de champagne e outros
objectos.
= Manoel Joaquim Pedro da Costa, faz
leilo de 30 jacazes com toucinho por con-
ta dos snrs. Joaquim Percha de Souza Gomes
& Comp. boje (2 do crrante) as 10 horas
no armasem de Dias Ferreira.
= 0 Corrator Oliveira far leilo no Tra-
piche do Vianna Segunda feira 4 do corren-
te s 10 horas da manh por ordem o Cn-
sul de S. M. F. n'csta Cidade, eem sua pre-
senga ou de um seu Delegado de 117 barri-
cas de asiicar limpas c 36 ditas avariadas ,
salvadas (lo bordo do Brigue Portuguez Afri-
cano Capitafl Silverio Manoel dos Res o
qual abandonou legalmenle o dito Brigue.
AVISOS DI VEBSOS.
EDITA ES.
A Cmara Municipal da Cidade do Recif e
seu Termo to.
Faz saber que no praso de 15 diasconta-
=Hoje as 10 oras saeon. 27 do Carapuceiro.
Trata dos dolidos: lambem toca nos atravessa-
dores e monopolistas dos gneros de primei-
ra necessidade 5 e conclue em uma Variedade
com o caso d'hum bodinho, que anda em p,
e do sobre-casaca, cousa de faser pasmar a
gente. veli.. so j.- p...ava djJ uepi.n{jenci..,
loja delivros N. 37e38.
= Na rua da Cadeia loja de Joze (ornes
l>cal existe uma carta para o snr. Joze An-
tonio Forrcira vinda do Bio Formoso.
= Pedro Rodrigues Dantas e Mello sub-
dito Brazihnro
perio.
t*r l'urlaro do quintal da casa D. 50 na
rua imperial do atierro dos Afogados por um
portoque deita para o sitio de coqueiros do
snr. Muniz depois de meia noite do dia terga
Feira 28 do crrante um forro vergalho qua-
drado de 2 polegadas e demais de 14 palmos
de comprimento como peso de 3 arrobas
pouco mais ou menos ; pede-se a qualquer
mestro de ferreiro ou outra qualquer pessoa
a quem for ofierecido dito ferro, haja de o
apredender e participar na loja do ferragens
dcima 14 na rua do queimado quesera gra-
tificado. Admira que os autores deste furto
oscapassem a vigilancia dos inspectores de
quarteiroes daquelle districto a cujos senrs.
se roga o obsequio de pesquisar quem os au-
tores ou autor do referido furto para ser
punido conforme a le o determina.
= Na noite de 29 para 30 de Junho p p. :
do quintal do Collegio dos Orfos urlario
cavallos os quaes tomaro a dirego do Re-
cife o que se colegio pelos vestigios dos ras-
los at o Brurn : os cavallos lem os signaes
seguintes um alazo pequeo, do meias car-
nes bom tarregador baixo cauda aparada,
frente aberta trez pes salgados, signal en-
coberto, malhado de branco pelo lombo e
por isto bem conhecido cujo cavado he de
meo mano Marcolino Firmo das Chagas Por-
tella morador nessa praga na rua do Jar-
dn) : o outro hecastanho cauda aparada ,
carregador baixo dous ps calgados pouco
athe o piador estrella na testa, signal enoo-
berto magrero. orelhas alguma couza a-
cabanadas; uma belide no odio direilopor
eauza de uma pancada ; mas esta logo hade
desvanecer quando desenflamar acontuzto :
esto cavado perlence ao abaixo : roga-s ppr-
lanlo a qualquer Sr. encarregado da Polica ,
ou outra qualquer pessoa, a quem offrecer taea
cavallos que os tome, icando na intelligen-
cia de ter gratificago e pagar-se qualquer
despe/a : podem ser entregues ao supracitado
mano, ou ao Sr. Bente Gomes Perera na rua
doBangel com venda ou ao mesmo annun-
ciante em Olnda se forera levados pelo mes-
mo ladro dar-sc-h IOji reis por ambos,
guardando-se sogredo inviolavel e ensinan-
do atbe onde tem muitos sem carecer arrom-
bar portas. Do contrario protesto perseguir
com o rigor da Le onde quer que os achar.
Padre Joo Francisco do Espirito Santo.
O Sr. A. J. B. 3. aii va-sc tir p*gr o
que deve no bof< qiiim d.i Estrea de,de u
abertura como ja Se rsteja enfadado e
cr.sent annun ir, hfim de
ver se assim ,e recebe; do contrario de-
darara o nome por ebteuco.
Sabio o N. ao do Esp. Ido das R-l!as
com os ulig, s seguidles. B)virrias e peni.
melos discripcio do liajo de una sendo-
ra copida q .i t< xlua'nujiiie de um fo-
li a ronselho de disciplina formado a um
guma narioral, o Fareria.
AlugH-se o 3.andar da asa
-Kug.iinnf u 11 por cima
letira-se para fora do lm-|da botioa da rua do queimado D. 8 : a -Ilar
a mesma.


anana
tmurrj^ssr^tJim >yM'tj
tsr Precsa-se de urna senhora branca ou
parda livre e desimpedida e de bous cos-
tumes que saiba coser, engommar e mais
servico de urna casa de um homem viuvo :
na ra Nova casa de marcineiro junto a lgre-
ja ou annuncie.
tsr D. Joanna do Rozario Guiraares Ma-
chado com os mais administradores do falle-
cido Joaquim Lopes Machado, vende para pa-
gamento de dividas o sitio do mesmo nos Af-
fogados com casa de vivenda senzalla pa-
ra escravos onde lem um quai lo forrado para
enlermaria casa para feitor estribara para
tres cavallos duas cacimbas, murado na
frente com gradiatnento do ferro porlo ,
tem um jardim com boas llores 200 parrei-
ras que todas do uvas de muito boa qualida-
de psde larangeiras limeiras, romanzei-
ras goiabeiras e frucla pao coqu'-iros ,
o cajueiros planta de campan suliciente pa-
ra dous cavallos e um bom viveiro no fun-
do : para ver enlendaO-se com a mesma se-
nhora na ra Direita e para tratar com A.
Schramm ou Henrique Korster & Companhia.
PILLA8 VEGETAES E UNIVEUSAES AMERICANAS.
Estas'pihilas j bem conhecidas pelas gran-
des curas que tem feito, nao requerem nem
dieta e nem resguardo algum ; a sua com-
posgo to simples que no fazem mal a
mais tenia crianza : em lugar de debilitar ,
fortifico o systema purilico o sangue ,
uugmento as secreges em geral : tomadas ,
seja para molestia chronica ou somente co-
mo purgante suave; o nrellior remedio que
tem apparecido, por nao deixar o estomago
naquelle estado de constpago depois de sua
operago como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a lonlar e nao
causarem incommodo nenhum. O nico de-
posito dellas em casa de D. Knoth agen-
te do author : na ra da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
tsy A pessoa que em o diario n. 137 de
50 do passa Junho annunciou querer com-
prar um par de pistolas de (nal j com prefe-
rencia as de espoleta pouco mais ou menos
com o tamanho que Ihe convem procure
no deposito d'agoa junto ao Uieatro.
tsr Arrenda-se o sobrado de dous andares
n. 22 ta ra da senzala velha com grande
armazem proprio para o trafico de assuoar ou
recolhimento de gneros : na na da Cadeia
do Recite a tratar com Bento Joze Alves.
tsr. Joze Antonio Ferreira portuguwz re-
tira-se para oCear
tgr OSr. Joaquim Joze dos Santos quei-
ra procurar urna carta do Maranho na ra
da camboa do Carmo sobrado de dous andares
no primeiro.
f Vespera de S. Joo perdero-se uns
poneos de diarios com urna carta amarrada a
elles para o Sur. Tenente Coronel Dorain-
gosde Soua Leo do engenho Carauna ;
roga-se a quem os achou o favor de os man-
dar entregar a Joze Joaquim de Lima no for-
te do mattos que lhe ser muito agradecido.
tsr Pede-se encaressidamente a pessoa
que annunciou por este diario ja lempos,
remedio para a vista queira de novo an-
nunciar que alem de se Ihe comprar se Pica-
r asss agradecido.
tsr D-se 500* a premio sobre pinhores de
ouroou prata ; e mesmo com hypolheca a
dous por oento ao mez : na ra da Cadeia ve-
lha n. 6.
tsr Quem precisar de um homem de meia
idade para administrador de escravos sendo
nesta praga annuncie.
tsr O Sr. Manoei Nunes de Mello que a
pouco chegou do Cear dirija-se a Cidade
de01inda,rua do Amparo n. 5 para rece-
ber nma carta de sua familia.
tsr Alugo-se 5 canoas abertas : alraz dos
Martirios casa de 5 portas verdes.
tsr Precisa-se alugar urna casa terrea em
qualquer ra do bairro de S. Antonio nao
excedendo o seu aluguel de 8 a 10*.
tsr Domingo 3 do corrente pelas 4 horas
da tardo ha sessfio da sociedade Amisade nos
Une na casa de sua reunes para ser con-
tinuada a dscusso dos novos estatutos.
tsr D-se a juros 1:200* a deus por cento
ao niez cora pinhores de ouro ou prata ou
alguma propriedade em que se faca hypolhe-
ca estando livre edesembarassada : no pa-
teo da S. Cruz D. 3.
t*^- Precisa-se alugar um segundo ou ter-
eeiro andar de um sobrado as ras princi-
paes do bairro de S. Antonio com tanto que
tenha soto 6 que as duas salas sojSo claras,
e o sou aluguel nao exceda de 200* aonuaes;
promete-se o asseio da casa e conservado
nella pois at se pode convencionar o arren-
damento com papel passado pelo lempo que
a quem convier este negocio an-
agradar
nuncie.
tsr Avisa-se aoSnr. J. B. F. S. C. que
quanlo antes venlia tirar o relogio que em-
penhou na ra do Livramento pois bem sa-
be que a muito se venceo o praso do ajuste.
SsrRoga-se ao Sr. A. de A. P. morajor no
Monteiro, venha quanlo antes pagar o que de-
ve na ra do Queimado D. 3.
tsr Quem tiver costuras de alfaiate para
coser e engommados ludo com perfeigo ,
dirija-se ao estaleiro de Joo Thomaz Pcreira.
tsr A pessoa que annunciou querer com-
prar um jogo de pistolas dirija-se a ra de
S. Rita Nova casa defronte da lgreja D. 17.
tsr Conceria-se toda a qualidade de cha-
peos de sol com toda brevidade seguranza,
e prego com modo : na ra do Queimulo De-
cima 11.
tsr Precisa-se alugar urna preta captiva ,
pagando-se 10* mensaes para fazer o ser-
vico de urna rasa de duas pessoas ; atraz da
Matriz de S. Antonio casa do Cirurgio den-
tista francez.
tsr Joo Chardon faz scienlc a todas as
pessoas que lem pinhores de ouro ou prata
em seu poder, os venho resgalar imprete-
rivelmente at o dia 8 do corrente do con-
trario passando.esle dia, os vender para seo
pagamento.
S2F* Aluga-se o armazem da casa D. 1 da
ra larga do Rozario : na mesma ra botica
de Barlholomeo & Ramos.
tsr AlugSo se o segundo e terceiro andar
do casa n. 5o na ra da Cruz ; a tratar no
primeiro andar da mesma.
tsr Pede-se ao Sr. Vicente Eloy da Fon-
seca Silva que se retira para a Cidade do
Loanda como fez certo peb Diario n. 136 ,
tenha a bondade de mandar pagar a quantia
de 80* que pedio emprestado em o primeiro
de Oiilubro de 1834, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 12 e que talvez por esquecimento
nao ten lia satisfeito.
O Bacharel Francisco Bernardo de Car-
valho mudou a sua residencia para a ra do
Queimado D. 8 primeiro andar aonde conti
nua a advogar.
tsr A pessoa que annunciou querer com-
prar um violo em meio uzo dirija-se a ra
Nova D. 15 junto ao caldereiro.
tsr D. Antonia Joaquina Borges Franca ,
declara que o nome de Manoei Thomaz da
Silva comprehendido na portara do Vigario
Geral impedinJo o casamento de seu filho ,
he Manoei Thomaz dos Santos e morador as
5 ponas.
tsr A segunda parte da quinta Lotera a fa-
vor das obras da lgreja de N. S. do Livramen-
to desla Cidade ; corra impreteriYelmente no
dia 26 do corrente, e os bilhetes estaO a ven-
da nos logares seguin'es ra da Cadeia, lo-
ja dos snrs. Vieira cambista e Joo Joze de
Carvalho Moraes ; ra do Collegio loja do
snr. Menezes } ra do Cabug loja do snr
Baffdeira e botica do snr. Joo Moreira Mar-
ques e ra do Crespo loja de Joze dos San-
tos Neves Thezouroiro da mesma Lotera.
tsr FurtraO do Estado-maor da Artilhe-
ria a p, no Brum 60*000 rs. sendo em
una Sedula da 50* e oulra de 10* rs. ; e co-
mo supptt-se terem sido raptadas por algum
soldado: roga-se a qualquer pessoa a quem
ellas forem offerecidas para trocar, o obze-
quo de declarar para conhecer-se somente
quem foi o ladro: a sedula de 50* rs. est
um pouco queimado em urna ponta.
tsr Arrenda-se um armasem ou quintal
grande dentro do Recife e que tenha embar-
que para recolher taxas ; annuncie ou en-
tenda-se com Fox & Stodart, ra da Sen-
zalla nova D. 1.
tsr O armasem de Fernando de Luca se
mudou da praia do collegio', para a ra da
cadeia velha D. 17 no 1. andar que oceupou
o snr. Albert Hosch.
taT Una mu'her branca de 32 annos of-
ferece se para servir em casa de pouca lamilia
de portas para dentro tanto para cozinliar
como cnsaboar engomar e todo mais ar-
ranjo de urna casa : quem a pretender dirja-
se a camboa do Carmo casa terrea N. 20.
tsr Desapireceu com a cheia urna canoa
usada que pega am 800 tjollos,|da passagem
da Magdalena, sitio do abaixo assignado.
Tem a proa una chapa de ferro para atracar
a madeira calafetada de novo, uma argolla
fina no paneiro de r ,' e j comida do lempo,
e um camarote techado de eorrediga na po-
pa : quem da mesma souber leve-a seu pro-
pietario que receber gratificago.
Antonio da Costa Ferreira.
tsr Quem annunciou no Diario N. 136
querer comprar um selim em bom uzo ; diri-
ja-se a ra de Hortas D. 23 lado do poente.
Na mesma caza vende-se 3 porlas novas que
ainda nao fora servidas.
Quem precisar de um rapaz bra/.ilciro
de 16 anuos para caixoiro o qua'l he de
illibada conducta sabendo bem 1er escre-
ver e contar ; dirija-se a ra estreila do Ro
/.ario D. 51 1. andar.
tsr Precisa-se fallar a Senhora t. Mura
Joaquina do Sacramento, 'uva de Jerni-
mo Joze da Rocha ou a pessoa de sua fami-
lia para negocio que lhe diz respeito por
isso queira aiinunciar a sua morada.
COMPRAS
Uma negra que seja moga c propria
para o servido de casa: na ra dos Martirios
D. 11.
VENDAS.
Um sobrado de 2 andares 8 soto na
ra das Cruzes onde morou o Dr. Meira: na
ra da Gloria serrara de vapor.
tsr Um cabra de 25 annos com officio de
canoero, e vaqueiro : na ra do Queimado
D. 8 no primeiro andar.
tsr Bolaxa para escravos a 1* rs. a arro-
ba : na ra Dir ta padaria D. 10.
tsr Uma porco de botijas vasias: no at-
terro da Boa vista na primeira venda ao p da
ponte.
tsy 8 caderas americanas duas bancas
do Jacaranda de modello antigo e por prego
eommodo : atraz dos Martirios casa de 3 por-
tas verdes.
tsr Presuntos inglezes proprios para fi-
ambre e quejos londrnos ; n praca do
Commercio armazem de Joo Carroll & Fi-
lho.
tsr Um terreno com serrara com 60
palmos de frente e 260 dios de fundo, com
caes de pedra ; 6 escravos serradores ; e uma
casa terrea com bons com modos*: a tratar na
serrara de Joo Antonio Baptista Muniz, jun-
io a ribeira por detraz da ra do Fagundes.
tsr Uma negra de nacjio bonita figura,
bom lete e uma bonita cria de 6 mezes ; e
uma bomba de patente : no principio do at-
ierro dos affogados em casa de Silvestre Joa-
quim do Nascimento.
tsr Um escravo com principio de pedreiro
proprio para lodooservieode engenho ou ro-
ca: na ra da camboa do Carmo sobrado de 2
andares no primeiro.
tsr Um escravo de 19 annos bom pa-
deiro e cozinheiro ,' a vista do comprador se
dir o motivo da venda : na ra do Livra-
mento IK 2.
tsr Um cabra sapateiro : na ra do Co-
legio botica D. 5 de Cypriano Luiz ta Paz.
tsr Urn engradamento para casa e urnas
portas novas : quem pretender annuncie.
tsr Uma negrinha de 14 a 18 annos sem
vicios*icm achaques de bonita figura : na
ra Augusta quina defronle do beco do Pei-
xoto.
tsr Acha-se a venda na loja do Bom Bara-
leiro deGueira Silva & Companhia na ra
Nova D. 6 o verdadeiro purgante e vomitorio
de Le Roy ; e tambem acaba de receber o Le
Roy fabricado por Carlos Ratto em Genova o
qual tem aprovado muito nao listante ser
mais barato que o primeiro obrigando-se o
vendedor a restituir o importe quando possa
deixar de operar eficazmente primeira dose.
tsr Na padaria da viuva do Machado na
ra Direita vende-se por ter 3 do mesmo
officio um escravo de 20a 22 annos per-
feito forneiro e querendo o comprador po-
de experimentar 3ou 4 das.
tsr Carlas portuguezes a 1*200, ditas
fi ancezas a 2*600, papel de peso a 2*800 a
resma dito de meia holianda a 3*, luvas de
seda de todas as qualidades a 500 de pelica
600 da algodo muito finas a 300, bande-
jinhas proprias para presentes agoa Ido co-
lonia de Piver essencia de rosa muito fina ,
banhas francezas macass perola fsforos
de pentes e de caixinhascom vidro pos pa-
ra dentes pennas de ac/> com caetas para
algiheira agu has francezas em calxinnas ,
e oulras muita miudezas baratas : na ra do
Livramento D. 5.
tsrCh isson de primeira sorte, rap areia
preta em libra tinta de escrever preta e en-
carnada dita azul, tudo em potes ricos
pentes de marfim de tirar piolhos, travessas
de tartaruga ricas abotuaduras para casacas
Unlo de veludo como de relroz e massa do ul-
timo gosto ditas de metal amarello de dfe-
ta de padre bicos, rendas e fitas de todas as
qualidades as verdadeiras plulas da fami-
lia em frascos de 50 com o competente foiheto
para se saber tomar bixas ltimamente clic-
gadas de Ilamburgo tudo por pregos rasoa-
veis : na praca da Independencia n. 20.
E^- Um mulato sadio rebreado de 18
annos boliero borrador que sabe tratar
de arreios carros e cavallos entendo de
noria e jardim e de boa figura : na ra da
Cadeia na casa por cima da loja de chapeos
ao lado da cadeia ; vende-se por nao querer
servir a seu snr.
tsr Uma preta de 20 annos bonita figu-
ra sabendo engommar e cozinhar com toda
perfeicao ; uma dita com as mesmas habili-
dades com uma cria de 5 mezes muito bo-
nita duas pretas mogas de muito boas figu-
ras e todo o servido ; uma dita lavadeira de
sabo e barrella ; dous prctos proprios para
todo o servico ; um moleque de 16 annos ;
3 negrinhas de 12 a 14 annos muito bonitas :
na ra do Fogo ao p do Rozario D. 25.
tsr Um violo quasi novo e por prego
eommodo : no atierro dos allugados defronte
do viveiro do Muniz D. 11.
tsr Uma preta de nagao boa figura do
26 annos cozinha ensaboa e muilo boa
quitandeira : na ra Direita padaria D. 43
junto ao beco do Serigado.
w Farinha de varredurasem sacas, pro-
pria para galinhase porcos por prego eom-
modo : no armazem de Joaquim Marques da
Silva Mallo na praia do Rangel confronte ao
trem e no mesmo tem boa farinha de S Ma-
theus.
tsr Tres pares de casligaes de casquinlia
tina, lavrados sendo o lavor em prata 2
pares de jarros grandes de flores uma cole-
go de 8qnadros grandes com a moldura la-
vrada tudo de muito bom gosto e com pou-
eo uzo : na ra da viragao casa de marci-
neiro.
tsr Uma maquina de vapor de forga de 6
cavallos para moer assuoar, da mais nova in-
vengo ; esta maquina est daclarada por lo-
dos os engenheiros a melhor que tem vindo a
esta praga para vender-se e tem avantagem
de cozinhar com muilo pouca lenha e quasi
inteiramente com bagago. Uma maquina
para agoa de moer assucar, muito boa, do
uma das fabricas melhoresde Inglaterra (llo-
rsley Jron Worko ). Uma maquina de caval-
los para moer assuoar da nova invengo, mo-
enda pela moda do assentamento com muita
facilidade e rapidez da mesma fabrica ( Hors-
ley Jron Worko) o mais se espera com cer-
teza uestes 8 a 15 das, bas maquinas de
agoa para moer assucar tu.lo do ferro das
mesmas ja csto trabalhando diferenles as
Provincias de Sergipee Bahi, e tem sido re-
conhecidasas melhores obras que lem apareci-
do para vender-se. Os riscos e plano pode-se
ver em casa de A. Schramm na ra da Cruz ,
onde se dir o lugar onde estas maquinas es-
ta armazenadas os pregos saO muito com-
modos etrata-secom CristovaO Diestel.
tsr Bichas pretas boas : na praga da Boa
vista botica D. 10.
tsr Queijo parmezaem libras por preco
eommodo: na praga do Commercio venda
numero 1.
tsr* Anda se vende o sobrado de 2 anda-
res e sotaO, com grande terreno e embar-
que &c., hontem publicado e cujps preten-
dentes devem annunciar-se.
ESCRAVOS FGIDOS.
tsr Anda "est fgido o preto Joze hon-
tem annunciado pertencente a Joo Gomes
Martins que d 100*000 rs. de gralificago
au aprehendedor.
tsr No da 8 de Julho de 1838, fugio do
I. andar do sobrado do snr. Joze d'Oliveira ,
as o ponas uma negra de nago benguella ,
de nome Dellina tendo chegado a esta cida-
de vinda de Macei a poucos das antes ds-
ta data cima com os signaes seguntes : es-
tatura alta seca do corpo cor fulla testo
lisa tem duas pintas pretas na ponta da lin-
gua beigos rouxos boca grande, com to-
dos os denles na frente na p direita tem
certos calombinhos e no brago direito tem
unas letras grossas ; suppoe-se que sta ils-
crava fosse furtada c que talvez ella n*o s li-
ba do nome de seus snrs. em raso de t'" si-
do comprada em Macei em um dia e ter
I sido embarcada no outro para esta, comprada
rentes gostos, ditas com letreiro de Pedro se- a p0(jro joze (]a Cosa casado com Theresa
gundo ditas para mannha ditas com a le- j,ja (josta > pretos forros : roga-se a qualquer
tr. A para guarda da Alfandega, ilhs parabo- pi!S..,oa qUe della souber a apiy-hendo e levem
lar em coletes brancos e prctos cordiio de ao c2. andar do sobrado 1. 1 na camboa do
rolroz francez para banclar casacas brincos e ( ..m j quesera recompensado com 50* rs.
aderemos (le lilagi preta papel de peso e al-____________________________________,
masso em resmas, filas de vellido estreitas
^ara cabello fita de retroz propria para vol- RECIFE N A TYI. DE M. F. DE F. =1842


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