Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04684


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Full Text
Anuo de 1842. Segunda Fcira 27
lado a^ora depende de nos inemo.s ; da ooi prudencia morleraco e enerjia : rnn-
kMtvaM como prmoipiauoi e seremea apontailos rom admirarlo 'entre a Naeea n.ms
coliai. (rroclamacao da As.se'mblr-a Ceral do'lraiil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
fl.iinna, Paraib e Kio grande do Norte efunda e sextas fcira.
Baaita s Garaaliur.r. .. O 24
Cho Ser'nnaem Rio l'ormoio Torta Caira Maceio e Atenta M. ,11
l'aje W- Santo Antjo qninta fcira. Olinila todo lias.
DAS da semana.
27 ej. Ladilla Rei. Chae Aud, do J. de D. da 2. .
28 -l'jf.i. jejtim. a Leuo 2 P. Re. Aad do J. de D. da i. v.
29 Qisrt. Pedro, e s. Paulo App.
30 Quint. Marca! Ab. Aud do juii de T) da 2. v.
1 Se Thei.dorico Ab. Aud. do J. de D. da 1. t.
2 Sab. Yisitaoao de N. Sara. Re. And. do i. de 1). da 3. t.
3 II i-. a. Jarintho M
de .1 un lio.
Anuo XVIII. N. 135.
O Diario publica-Be todos os das
de trea aail reia por qaartal pagoa ailianiado. Oa aoBoaoioa doa aaaigoaatea ae iaaeridoi
nata a os dos que o nao forem razio de SO rei por linlia. As rerlaruacee dereaa ar
dirieidaaaeaiaTypografia ra daaCnuea 1). 3. ou a praca u Independeacia teja delirro*
Numero 3/ e 3S.
compra venda.
CAMBIOS no da 25 DB jimio.
Cambio aohrr Londres 27 d. p. il
u Paria 850 raiap. franco,
Lisboa Mi por 100 de pr.
Mneda de cobre 6 por WOda doaconto.
.lemdcletra.le bo.s liio.as c a 1 e |.
Descou.od. b.lb. da Alfandaj. por 100
a niei.
Ouao- Moeda de 6,400 V. 40.000
a N. J5.8
. de 4,000 8,000
l'aaii Paiaooaa
a I'etos olumnare
i> dita M'iimi
., a-i mi
-J,H3
I ,810
1,830
1,000
lf.,500
40.000
K.KOO
1..VH
1.860
1.850
I.M0
Pleamar rtn da 27 dtJunho.
1. a 7 lloras r 42 ni, da manda.
2. a K horas a 0 m. da larde.
PHaSE.") UA LA INU tUbZ Lb J.MiO.
Quart. MU. a i 4a 4 hora* e 32 ni. da rnauh.
I.ua Nora a S 7 horas e BS m. da tarJ.
Quart. cree. a IB aa 2 hora e 33 m da tard.
Lna cheia a 22-- A 7 horas e 2 n da ard.
!**.
IHAKIO || E
N \ Hf li u C o.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 21 DO CRRENTE.
OTieio Ao commandante das armas, re-
vertendo os reqiierimentos que acompa
nhou o seu ollicio de 18 do corren te dos
guardas do batalho destarado Antonio Jo-
z Joaquitn Manoel Vieira da Silva e Je-
rnimo Correa de Lima em que pedem dis-
pensa do servido do dito batalho ; o signi-
cando-lhe que nao tem lugar a preleneo
dossupplicantes.
Dito Ao juiz de paz da freguesia de Se-
rrriliaem declarando em resposta ao seu ofl-
cio de 8 do corrente : 1. que as listas devem
ser feitas pelo modo que mais commodo
for, segundo a diviso em quarteres, proce-
dida pelo subdelegado ou seu primeiro sup-
plenle se elle esliver impedido ; e caso nao
estejo ellas feitas pode-se ir fazendo ao
m'esmo passo que se procede ao alistamenlo,
por ser essa urna formalidade accidental, que
nao .leve embarazar a qualificago, que ha
de impreterivelmente no I. Domingo proce-
der a junta criada pelo decreto de i de Maio
pretrito : 2. que os habitantes da fraoco
ii aquella freguesia que passou ltimamente
para a de Ipojuca devem votar na ultima
paroebia por ser a cllcicao primaria um ac-
to que se procede por freguesias segundo
a diviso ecclesiastica.
Dito Ao inspector da thesouraria das
retidas proviuciaes, remetiendo a conta da
despesa l'eita com um armario grande envi-
drando Unas mesas grandes e com gavetas
para escripturacio e outras tantas mais pe-
quenas para desenlio mandadas fornecer ao
gabinete de Engenharia importando em
2lCb580 reis fim de que estando confor-
me mande entregar ao commandante da
companhia dos operarios engajados a quan-
tia de 160*380 reis ficandoade 80*000 rs.
no cofre especial da mesma companhia na
forma do estilo por ser proveniente do jor-
nal que venceo o official que esteva em-
pregado em taes obras.
Dito Ao commandante da companhia de
operarios engajados communicando o contc-
udo no precedente ollicio.
Dito Ao inspector da thesouraria da a-
z.enda transmitiendo, para que tenho a
dovida execuc/io as ordens do tribunal do
thesouro publico nacional os sob nmeros
48, -49, e oO.
Dito Ao juiz de direito Manoel Teixeira
Peixoto nomeando-o para presidir o anda-
mento das rodas da 1. parte da segunda lo-
tera da Igrcja de N. S. do Rozario da Boa-
DIANA URSEOLA (*).
VI.
No entanto, Diana tinha felizmente torna-
do a entrar no palacio sem ser vista de pessoa
alguma pela e.<*ca1a e porta que j havi-
am favorecido a sua fuga. A duqueza dorma:
ella mesma quiz descancar mas seus olhos
nao se fecharam. Urna inquietado febril a
devorava. Ella via as horas escuarem-se o
nada annunciava anda o desfecho que a im-
pacienta va. Emfm depois de urna peni-
vel espera um rumor distante soou em seus
ouvidos. Exctavam-scniil vozes confusas ,
ou antes um s clamor que se exalava aug-
mentando do centro da cidade. No mesmo
vista que ter comeco no da 27 do corren-
te no consistorio da Igr.-ja de N. S. d Con-
cerno dos militares.
Dito Do secretario ta provincia ao escri-
vo da supramencionada lotera, inlellgen-
ciando-o da nomeaco antecedente.
DitoAo coronel Joaquim Joze Ltliz de
Souza 'emettendo o seu diploma de con-
tri buin te para o monte po dos servidores
do estado o qual para esto h'm foi dirigido
presidencia pelo director d'aquelle estabele-
cimento.
Dito Ao supramencionado director, com-
municando ter feilo a remessa de que trata
o anterior ollicio.
Dito Ao commandante das armas orde-
nando quemando dispensar do servico do
hatalho destacado o guarda do primeiro ba-
talho deste municipio Francisco de Oliveira
Silva 5 e intelligenciando-o de que nesta da-
ta tem oiciado ao respectivo commandante
superior para fazc-lo substituir.
Dito Ao referido commandante superior,
oommunicando-lhe a dispensa determinada
pelooQicio supra e damio-lhe a ordem que
em dito olicio diz Ihe foi expedida.
Portara Nomeanda em cu m primen to-
do imperial aviso de 2! de Maio ultimo ex-j
pedido pela secretaria d'estado dos negocios
da marinha para o conselho de investga-
Qio, quesedeve fazer ao segundo Tenente
(erardo Joo Damasio do Souza Freir aos
seguintes otTiciacs : saber : para presiden-
te o primeiro tenente Fernando Lzaro de Li-
ma : e para vogaes o primeiro tenento Carlos
Manoel de Moraes e Valle e o 2. tenente
Luiz Francisco Correa Leal.
Dito Ao primeiro Tenente Fernando
Lzaro de Lima communicando-lhe a sua
nomcaejio ordenada pela precedente porta-
ra : rcmettendo-lhe os documentos com-
probatorios da insubordinaejio e irregular
comportamentodo supracitado segundo tenen-
te que tem de responder conselho : e or-
denando-lhe que de cometo ao dito conso-
Iho convidando aos vogaes nomcados para
comparecerem n'uma das sallas do arsenal de
marinha, que Ibes ser franqueada pelo res-
pectivo inspector para as suas reunioes.
Dito A cmara municipal d'csta cidade
= Foro tomadas em consideraco as razes.
que Vms. expendem em oficio de 51 de Mar-
qo recebido no fim de Abril, para seren
relevados da mulla em que incorrcro por
falta das contas da receita e despesa do an-
no municipal findo e do ornamento do anno
prximo futuro. Posto que em grande parle
concorresse para esta falta a omissodos em
pregados, que Vms. domittiro, e a pesar
d'isto continuarlo nos empregos por deciso
da presidencia a que clles recorrero con-
forme consta do seu dito ollicio nao podeni

( ) Vid.
130, 153,
Diarios Ns.
134.
125 127 120
instante bateram rudemente a sua porta e
Joo se encaminhou para ella levando em
seus olhos a expreso de um occulio furor.
Que acabo de escutar; Diana? que sig-
nifica este tumulto ? Correm pela cidade cs-
tranhos rumores : a vos pertence explicar-
nos, Jacques dizem, que se apoderou es-
ta nite de Paleon-Oros e libertou elle mes-
mo vosso pai! Nao sci que louco espalhou
este boato pelas aldeias ; mas a faisca se
tem tornado incendio..... Damariona se
revolla; Moni est em armas..... grita-se as
ras de Naxos : Viva Jacques Mas vejamos.
Diana assegurai-me pois !.... dizei-meque os
gritos de um povo inteiro no poderiam tor-
nar a abrir um tmulo cerrado !.... os mor-
ios nao ressuscitam.
Nao, respondeo Diana, cujos olhos t-
xos sobre o pateo da entrada acabavam de il-
luminar-se por um raio de alegra : nao os
morios nao ressuscitam; nas os que dormeni.
Scnhor, acordam!
com ludo ser relevados da multa Vms., que
deixarao de fazer todos os esforcos para e\e-
cutarem aquello precedo da le. E para que
nao continu o servido padecer pela reluc-
tancia caprixosa dos empregados que Vms.
haviaodemitlido allimentada pela divergen-
cia em que se acho alguns membrofl d'essa
municipalidade a presidencia restituc
Vms. o direito, que reelamo de demittirem
livremente os empregados que j seivirao
no qualrienio municipal findo e lhes nao
merocem confianca para o qualrienio concil-
le em que Vms. servem ; por lhes compe-
tir mui clara e expressamente este direito
pelos artigos80 82, c 85da lei do primeiro
doOutubrodc 1828, o ser inadmissivel a
doulrna de nomeaco tacita cm que se fan-
dou o provimento do recurso dos ditos em-
pregados. Espera a presidencia que Vms.
no livre exercicio d'este direito que a lei
lhes conferio, de nomearem empregados
de sua confianza tenhao s por norte a boa
fiscalisaQodas rendas, ea prompta execu-
cao das posturas municipaes.
Circulares Aos juizes municipaes e as
cmaras da provincia remeltendo a collecco
das leis provinciaes de numero 93 108 in-
clusive promulgadas no mezde Maio prxi-
mo passado.
dem do da 22.
Circular Aos juizes de direito do crime,
e civcl da provincia remetiendo a collecQao
das leis provinciaes de n. 07 108 inclusive
promulgadas no mez de Maio prximo pas-
sado.
Ollicio Ao presidente da cmara muni-
cipal de Santo Antao approvando a propos-
ta que fez do cidado Joo Sabino Macha-
do Pimenlel para reger a cadeira de latim
d'aquella comarca durante o impedimento
do respectivo professor.
Dito Ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes communicando o con-
tedo no oficio antecedente.
Dito Ao mesmo remetiendo quarenta
collec-Qes das leis provinciaes de numero 07
108 inclusive promulgadas no mez de
Maio prximo passado, para a sua inteligen-
cia e execuco c alim de as fazer dcstri-
hruir pelos empregados quem convier.
DitoAo commandante do destacamen-
to policial do Santo Anto dizendo que
bem decidi a junta qualificadora d'a-
quella villa respeitodo direito de votar dos
individuos, que compoem o destacamento do
seu commando ; por quanto reputando-se
domicilio dos soldados o seu quarlelamenlo ,
devem os que agora alli se acho provisoria-
mente votar na freguezia do seu quartcl, e
porquecsto impedidos de aprcsenlar-se pes-
soalmente no dia das elei^Oes mandar as
suas listas respectiva mesa paroebia I n'osse
dia ; e (pie he por lauto peante a junta qua-
lificadora da|freguesia doJSS. Sacramento do
Recife que deve fazer a sua reclamado t
se por esta nao liouver sido incluido na lista
dos cidados aotivoi assim como as pracas
do seu commando.
Portara Ao](commandanle do vapor =:
Paquete do Sul = ordenando que receba a
seu bordo e transporte para a corte o coro-
nel Francisco Jo/.e Martns.
OfliciosAo inspector da thesouraria da
a/.enda ao chefe de polica da provincia ,
e ao director interino do curso jurdico, re-
metiendo eluas colleccoes das leis provinciaes
de n. 07 108 inclusive promulgadas no
mez de Maio p. p.
Dito Ao chefo de polica, da provincia ,
communicando haver representado o chefe de
polica da corte o quanto convir que os
presos de justica e mesmo algum orpho ,
ou quaesquer outros individuos que lhe se-
jo remeltidosdas provincias as einbarcac/ies
de guerra vo sempre uns e outros acom-
panhados dos| respeclivos ollicios das auto-
ridades, que os remelterem com inlrmacoes
las causas, que motivaro a remessa a fim
de lhes dar o competente destino; e dclermi-
nando-lhe em cumprirnento do imperial avi-
zo de 25 de maio ultimo que pela parle que
lhe toca d as necessarias providencias acerca
d'este objedo quando tenha de fazer taes
remessas.
loriara Ao inspector do arsenal de ma-
rinha ordenando, que ponha disposir2o
to primeiro Tenente Fernando Lasaro de Li-
ma urna das salas do mesmo arsenal fim de
nella trabalhar o concelho de investigado ,
que se tem de fazer ao2. Tenente Gerardo Joo
Damasio de Souza Freir.
Dito Ao Subdelegado supplente de Santo
Anto signiiicando-lhe que nao podia a
junta qualificadora excluir da listados cida-
dos activos aquelles, que, nao obstante serem
libertos moro na freguezia e tem a renda ,
exigida por lei para votarem naseleices pri-
marias de cujo direilo nao forao excluidos
pela constituic/io que ..ornen te lhes negou o
de serem eleitores: que devia a referida jim-
ia incluir na lista esses libertos, que S. m.
refere cm oficio de hontem, coma nota do
votante, na forma das instruces novissimas:
oque, obrando do maneira contraria, com-
melteo urna infraco da constiluicjio porque
he rosponsavel.
TIIEOLRARIA DA FAZENDA.
EXPEDIENTE DO DIA 10 DO COURBNTE.
Oflicio Ao Exm.Sr. Barao Presidente da
Provincia informando o requerimento do 2.
Tenente Joo Arsenio Barboza.
Joo a a replicar quando Pedro L'rseola
appareceu seguido de muitos soldados.
Joo Krispo disseelle com una voz
terrivel em nome do Duque Jacques ,
vosso e meu Senbor estis preso!
Toda a resistencia era intil. Joo se dei-
xou conduzir torre occidental do Castello ,
aoii.le acliou seus dous irmosconi guarda
vista.
Por meu defunto senhorio de Sainos !
exclamou Marcos vendo-o chegar; para um
homem que quer obrar por si s sois bem
inepto meu irmo Tirai-vo* destes aper-
tos como podereis ; nos nao comprometire-
mos por vos defender, a inocenncia que lo
generosamente nos deixastes.
VIL
Mensagem.
Pelolim da tarde Pedro linela veio a ca-
sa de sua filha. Ella eslava s. Fez-lhe sig-
nal para se assentar junto de si e ella pode
advinhar na gravidade triste do seu rosto, que
elle eslava encarregado de urna importante
misso para ella.
Que faz a Duqueza ? perguntou Pe-
dro.
Descansa e sem duvida embalada
por um feliz sonho porque abraeou Jacques
antes de adormecer.
Diana os instantes sao preciosos. Es-
cuta-me: esquece que sou ten pai e n8o
vejas em mim seno o interprete dos desejos
do Duque Jacques. Respondera mal con-
lianga de quem me envia seno renuncasse
livremente a influencia que me d meu ttu-
lo junto de ti. Nao sou, ncm quero ser se-
no um mensageiro fiel. Passei todo este dia
com Jacques. Depois de ter decidido da aor-
le de seus Irez irmos deciso que resoar
a inanlia em lodo o Archipelago traclou de
lixar a sua e me fez confidente de seus pra-
jectos. Diana. ... o principe Jacques te a-
ma..... e quei cumprir pela mais brilhanj


WV--?3%H3r.r-:ix%MStt*+ '
i
Dito : Ao mesmo F.xin. Sr. dem do Can-
dido Melquades do Carino Porlella.
Dito Ao mesmo Exur Sr ; dora o de
Gabriel Alllbngo Rigueira.
Dito Ao Sr. Director do Arsenal .le Guer-
ra participando a compra rfe S00 granadei-
ras coin baiouclas aos negociantes Me Cal-
mont & C.
Dito AoSr. Inspector da Alf.indcga para
facilitar aos ditos nogociantes o competente
despacho.
iiii;m no da I I
Dto Ao Exm. Sr. Barto Presidente da
Provincia informando o rcqueriiiiento de
Ignacio Pires da Silva.
Dito Ao mesmn Kxm. Sr. dem o de
Francisco Alexandrino de Vasconcellos Calhtca
Dito-----Ao Sr. Inspector do Arsenal de Ma-
rinha pedindo se dignasse informar o requeri-
niento D. Mara Emilia Vital Sabino- alim de
poder aatiafazer ao despacho do Exm. Sr. lia-
rao Presidente da Provincia no mesmo reque-
rimenlo.
Dito Ao Sr. Administrador da Mesa do
Consulado, enviando a relacSonominal ,qne
acompanliou a informaco de 10 do correte ,
das pessoasern pregados naquella Administra-
cao t que se acho as circunstancias de acede-
rem ao lugar vago de Foitor Conferente alim
de declarar nella a antiguidade de cada huma .
tcndocm vista o que a este respeito dispoem
O Rcgulamenlo.
TRIBUNAL DA RELAC M)'.
Sessfo de 28 do corren te.
Na appellac/io civel desla cidade appel-
lantes Joze Yellozo Soares c Francisca Ala-
ria da Graca appelldo Manoel Joze Pereira
'lavares d- Mello escrivao Ferreira ; foi jul-
gada a conirinaco da sen tenca recorrida.
Naappellacao cive! desla cidade, appel-
lantes 1). Marianna Thereza de Je/.us Siquci-
j-a c Joo dos Santos Porto appelldo Joze
Goncalves Torres escrivao .lacoino ; foi jul-
gada pela con&rmacfio da sen lenca.
Na appellaco crime desla cidade appel-
lante a Justica, appeliados Domingas da Res-
surreico e oulras escrivao Jacomo ; se
julgou improcedente o recurso.
Na appellaco crime do juizo de paz da ci-
dade das Alagoas appellanle a justica U[-
pellado Matheos de Araujo Caldas Chexeo.
escrivao Ferreir ; foi julgado improcedente
o sumario e absolvido o appelldo do crime.
Na appellaco crime do jui/.o de paz de Be-
biribe appellanle a Justina appelldo An-
tonio Jernimo Lopes Vianna escrivao Ran-
deira se mandn remeter o processo ao
juizo respectivo na forma das inslrucoes de
doisde Fevereiro do con ente auno.
Na appellac&o civel desla cidade appel-
lante Joze de Souza Pimenlcl appelldo
Manocl da Costa Lima escrivao Poslliumo ;
se julgou pela ronlirmacjio da sentenca appel-
lada.
Na appellaco crime da villa do Aracaly da
provincia do Cear appellanle. o juizo e ap-
pelldo Antonio Joze Monteiro lmbiriba ; foi
confirmada a sentenca recorrida.
A revista civel do Rio de Janeiro recor-
ren tes Joze de Freitas Brando c Joze An-
tonio Gomes Guimaraes recorrida a fazenda
publica oscrizo Posthumo 5 se julgou a fa-
vor dos recorren tes.
Os embargos de Joze Francisco Delem con-
tra Manocl Ribeiro na appellaco civel des-
ta cidade escrivao llego Rangel ; Porto des-
prezados mandando-se cumprir o accordo
embargado.
Us embargos de Joze Joaqnim Di/erra Ca-
valcante de Albuquerquc contra Dent Joze
da Costa na cauza de appellacao civel desta
cidade eserivO liandeira ; foro despresa-
dos.
Os embargos de Manoel Cavalcante de Al-
huquerque contra Eslevo Cavalcante de Al-
buquerque na cauza de appnliafSo civel des-
ta cidade escrivao Reg Rangel ; foro re-
eebidos e julgados provados o reformado o
accordo embargado.
DIARIO DE PERXAHBl'CO.
.No dia 2i do corrento pelas 8 netas .da
maiiha houvo um desaguisado no engenho G-
qui urna legoa desta cidade cujos resul-
tados Corto bem desagradaveis para os pri-
meiros motores dclle Fma patrulha de sol-
fiados do Balalho de Guardas Nacionaes des-
tarado rommandada por um sargento con-
luzia de Tjip para o A (logado urna moia
ilu/.ia de recrutas ; na altura d'aquelle enge-
nho e no lugar da barreira os soldados que
acompaahavflo os recrutas marchavo na fren-
te o resto delles vinhao dispersos, e o sar-
gento o o inspector que os conduzira vinlio
na recta-guarda': na mesma barreira acha-
vo-se alguna pretos do sr. coronel Manoel
Cavalcante proprielario do dito engenho .
eom banca e hacia pedindo esmola para S.
Benedicto cuja imagem eslava patente
um dos primeiros soldados dispersos ao ras-
sar pelos pretos disseQue santo lo negro
coin os Sen les to arreganhados O negro
que presidia o adjunto, retorquio-lhe --He
mais branco do que voce O soldado que se
ollendeo de que S. Benedicto fosse mais bran-
(o do que elle, deitou-se ao negro com a baio-
neta e deo-lhe ; os outros pretos quizerao
defender o p.-irceiro 5 mas a patrulha voltan-
do alraz e desamparando es recrutas para
tomar partido pelo seu camarada cabio sobre
os pretos que erao ein numero de (> ou 7.
A senhora do engenho,,que eslava a janella ,
vendo isto clamou para seu marido, que S'j a-
chava com ella na sala, que os soldados Ihe ma-
lavao os eseravos ; esto chega a janella gri-
ta pergunlanJo que barulho era aquello e
vendo que ninfuem o allende que os sol-
dados Ihe espanco os eseravos desarmados ,
toma um ccete desee grita para a fabri-
ca d naquelk's assassinos os pretos ar-
m;lo-sc de estacas e paos queacharao e re-
pellen! os soldados para alem da barreira ,
deixandoalguns bem maltratados ; o sargen-
to havia entretanto chegado ao lugar do con-
flicto mas uo era en to possivel entender-
se ningucm com o barulho, que so cesson
(piando os soldados foro de todo expulsos do
cercado do engenho e o sr. Cavalcanti po-
de chamar ordem os 50 a 60 eseravos que
haviio temado parte na conlenda osquaes
por ser dia santo estavo todos as senzalas.
Osrecrulas vendo-se abandonados escapa-
ro-se todos; (cando assim frustrada a dili-
gencia e os soldados espancados ; por que o
sargento nao cumprio a sua obrigacao, o ins-
pector nem lie pessoa de considerado alguma.
nem eslavaem estado de dirigir-.e os sol-
dados teni semprc propenso para desordeiros,
quar.do nao tem superior que os cohiba e
ninguem gostaque Ihe balo os seus eseravos.
O que levamos referido he o resultado de
indagacoes feitas por pessoas imparciaes,
(pie DO-las-comm un icario e podemos asse-
verar que he a verdade do que se passou.
COBB ESPONDENCI A.
BRIPOSTA AO COMMINICANTE = ABELHL'DO
110 RECIFE.
Se nh ores Redactores.
Ao 1er o acrimoniozoCommunicado inserto
em sen Diario n. \Ti de 16 docorreiite a-
creditei ver n'elle hura tremendo libetlo em
i|lie por parte de Vollaire Maury Quintili-
auo, Marinontel, Cicero, Du-Marsais UgO-
Blair c\e o profundissimbCommunicanle1 me
aecusa dos horrives crimes de lesa-bumaiiida-
de lesi-Oraloria ( c ath, meu Dos, de le-
so-Guttemberg!) por inim commeltidos n'liuin
elogio fnebre que liz em honra de hum li-
nado amigo e que por desgiaca minha bap-
lizei d'Oracrio fnebre crismando-a S. S (-re-
pinada de Voltairuv
Mu resignadamente Snrs. Redactores ,
me curvara seni vociferar sob o pe/o enorme
ile tamarilla aecuzaeo e deixaria correr
revelia a causa do meu crdito Iliterario, que
ainda apenas na massa dos possivcis j he
Tante mfio tao cruelmente atacalhado 1); me
curvara digo senfio visse que esse char-
lalo encasquetado d'erninente crtico ousava
converter os monlogos do seu gabinele=(ou
antes do seu immundo quartocom honras de
gabinete)ern publicas pirrases desdouradoiiras
Ja gloria de hum Ilustre mancebo, cuja uncir-
te a Academia toda deplora c que ainda rio
silencio do tmulo nao esl ao abrigo dos in-
sultos d'esse ente desprezivel que com nio
profana loi desencovar seus ossos venerandos
para aboeanha-los.
Mas Snrs. Redactores nao quero d'in-
volta com o nomo de creatina tao indigna
traclar do nome Ilustre. que por honra de
sua memoria callo ; moito principalmente,
quando n'esla parte me acho assas vingado
pela honrada e sensiia classe Acadmica que
tem sabido condemnar execraQo mais des-
peitosa esse entrn hado Philosopho, a quem
tambera approuve estigmalisa-lacorn o carc-
ter da eschola d'Epicnro. Mseravel pedante!
a forga de querer passar praca d'entendido na
Philosophia sislemalica incaixou o seu vo-
luptuosos F.pieiuistas sem simportar de ol-
lender o ultrajar a Ilustre mocidade Acadmi-
ca digna sem duvida de ser mais honrosa-
mente qualifcada.
Agora improvisado Bhelorico, j que pe-
guei dapenna permita que entrando o/a-
rena para ipie me desaliou com tanta arro-
gancia faca Jas tripas coracao para bracojar
com S. S., se bem que com indesculpavel te-
meridade poisque pouco cavallwiro contigo ,
assim como pouco generozo para com os mor-
ios S. S. bou ve por bem fulminar-nie pre-
viamente a senlenQa da derrota a hum
pygmeo como eu alem disso derrotado
nao pode sem excessiva loucura entrar em lu-
la to arriscada e arcar com semilhante gi-
gante circiinivallado de todas as suas Autho-
ridades aulhoiitatvas. Mas o que Ihe pro-
meti he c] 110 se escapar com vida nunca mais
me melterei em carnizas de onze varas, nem
com bichos de sete caberas.
Antes porem d'incetar o pleito huma cou-
za peejo a meu esforzado contendor : e vem a
ser que cuino eslou inteiramenle inerme ,
e destituido de Authoridades S. S. uzando
comigode alguma bizarra das muitas que
tem. me ceda ao menos o velho Quintilano ;
que Ihe prometi nao abuzar d'clle assim co-
mo abuzei do i ni mortal Guttemberg de
quem S. S. he to generoso vingador; e4iiu-
nido somente d'essa arma arroslrarei o seu
hatalhao de Rhcloricos poslo que sem succes-
so nao porque o velho Quintilano nao valha
alguma couza la para o sabio Critico que se
dignou contempla -lo lia lileira dos Mam > s ,
Marmonteis vC mas por nao saber eu mane-
jado. Porem nao ha remedio; agoraou dente ou
queixo, e assim a troncos, e abarroncos l vai.
(1) Aqui talvez o olho perpicaz do atilado
critico ache contradicho e entao realisa-se o
seu propbetisado relapso.
le das realidades as vergonhosas e Ilusorias porque tu o sabes Diana, a paz do Archi-
promessas de Joao. Lile quer que amarilla ,
hora que seus irmos escutarem sua sen-
teiiQa o povo le saude Duqueza de Naxos,
Vos me engais ; isso impossivel 1
Reliro-te as mesmas palavras d< Jacques.
Mas deixa-me acabar. Antes de ser o servi-
dor do lilbo era amigo do pai e o Duque
Francisco moliendo me instiliiio guarda de
' um deposito sagrado, lloje deveria descar-
regar-me da minha misso. Trata-se de um
convenio assignado em urna conferencia re-
cente pelo defunto Duque Francisco e Gaspar-
de Somerive Senhor de Andros. A clau-
sula principal deslc acto que assegura ao
novo Duque do Arcipelago um podeoso ai-
liado o casamento de Jacques com Flo-
rencia de Somcrives, lilha du Gaspar. A'
execuc^o deste tratado esl unida a gloria a
'seguranza de Jacques talvez mesmo o bom
xito da guerra que elle vai sustentar contra
Mahomct. Eu Ihe disse todo o meu pensar,
pelago a gloria de meu Senhor o idolo
ilos meus caucados anuos e teniendo es-
pedacar outro dolo, a felicidade de mi-
nha lilha suppliquei, repara bem, sup-
pliquoi a Jacques que uo deslruisse com
urna so palavra este ediheiode urna sabia po-
ltica qne traba costado a seu pai tantos
clculos profundos,e esforcos lo laboriosos...
E que respondeu elle & essa suplica de
um servidor alleigoado ?
Pedro Urseola me disse elle eu devo
tanto a la lilha como a meu pai : ella me
restituio a vida (pie elle me havia dado. Por
lestcmunhar meu respeito aos morios eu
nao serci ingrato para com os vivos. Parti-
cipa! meus desejos a Diana. Ella que decida,
e eu me submelterei.
Vosso conseibo ? perguntou Diana.
Ai disse Pedro ; pode este conselho ser
impareial i1 ese a razo do conselbeiro qui-
zc 1 fa/er-se entender o coraco do jai nao
O melindrosissmo Rhelorico atordoado lo-
go coin a tiovejante nielaphoia carpirem si-
nos invoca Cicero Marmontel e Maury ,
e impoe-me por con I a d'este o preceito da
siinpl'idaile e modestia que deve caraC-
terisar o exordio e querendo dar d'isso hum
exemplo traz a passagem de Bossuet, com
que o mesmo Maury exemplilica a habilidade,
e destreza.com que se ha de arranjaro exordio;
e nisso ( perdoe que Ihe diga) mostrou a inep-
cia mais indesculpavel em Critico do seu qui-
late. Por me dispensar de repetir aqui as
palavras do Cardial remello o leilor para as
LQ(ies de Lilteratura e moral de Noel et La
.Place Tom. I." pag. iOI e 92, onde come-
es Te I est l'arl de Bossuet > &c. e ah ver,
que d'insdustria(2) ( quero fazer-lhe Justina,
pois traduz soffrivelmenlo ofrancez) tradu-
zio o francez \ arle > para simplicidade: e por
que o fez sapientsimo critico ? Sera du-
vida para mostrar maior arle era combater da
que Bossuet em exordiar.
Lastimo pois o mo successo da sua espei-
teza e estimo que seja mais bem sorlido no
segundo exemplo o que em verdade nao me
parece. Com eleito lo viciada como a pri-
meara apparece a passagem de Sneca com
que o mesmo Cardeal Maury continua a exem-
plifiear a arle e agilidade que deve reinar
no exordio ; e certa mente he o que se obser-
va as referidas passagens onde sem pie pre-
domina a destreza oratoria que o Snr Com-
muncante nao soube, ou nao quiz distinguir
da simplicidade parecendo-lhe que ludo o
que he simples he artificioso e vice-versa.
Tudo porem quanto fica dito no heseno ar-
gumento ad liominc n, que nem de leveofen-
de a regradeMaury tambem recommendada | or
Quintilano, a respeito da qual somente le-
nho de observar ao meu contendor quedes-
pindo-se do seu catholicismo para com as re-
gras oratorias reconhega com o mesmo Quin-
liliano que S. S. se dignou considerar au-
thori.lade, que dos preceilos oratorios s dous
sao universaes, e inalleraveis, a saber o quid
deceat e quid expediat, sendo todos os
mais subordinados as circunstancias.
At aqui pois cathegorieo sur. no meu
humilde entender o seu formulario Rhelorico
nao passa de palavrorio. Mas como nao me
avisava eu que nao tinha anda transposto o
lugar da derrota? Oh que ah vejo o ya-
iente Carnpio de Constancio, Fonceca, e Ca-
mes, na mo, arrogante impedir-me o passo,
e annuneiar a minha inevitavel ruina. Sim
aemigraco eterna d'este mundo de perigrina-
Qo nao lera sabida : he rnister pois ceder
e confessar ingenuamente a minha derrota.
Porem, Snrs. Redactores, he muilo feiodar
as costas sem reniexer-me e respingar ao
menos; e assim verei se era to grande aperto
o meu velho Quintilano anda me fornece
contra lo temivel gigante huma arma de
defeza.
Felismente as suas Instit. Oral, deparo
com a seguinle observado : As palavras me-
taphoricas nao podemos saber se o sao se nao
unidas com oulras. Daqui pois concilio eu
que huma palavra que tomada izoladamen-
te tem hum sentido proprio unida a outra
pode te-lo figurado ; c he justamente o que
no prezente caso succede com a palavra emi-
gravo a qual significando izojadamente o
que o author do communicado nos ensina ,
junto a mundo forma com elle huma expres-
so metaphorica que quer dizer mortc ou
passagem d'este mundo para o outro; e n'csle
sentido he que os Classicos Latinos a cada
estar ali para u desmentir ? Colocado entre
dous abismos nao me constranjas a una es-
colha igualmente terrivel.... Diana fallo-
me torcas para esla dupla responsabilidade...
toma-a sobre ti. .. D/.e urna palavra ; e para
o lado desta palavra, que a balanza pender.
A alma de Diana se despedaza va. A espe-
ranza que se Ihe antolhava, era como um
fanal inclinado no cuno de una rocha na-
cessivel. Ella entrevia o porto ; mas um mar
ebeio de escullios delle a separava. Teria el-
la coragem de o tranapor ?
Dai-me noule para rellectir meu
pai, disseellaemQm.com resigna(ao. A ma-
nila vos tereis urna resposla para levar ao Du-
que Jacques.
Pedro se retirou triste e silencioso e Dia-
na depoia de ter enxugado algumaa lagri-
mrs cabio n'um profundo delirio.
MIL
_7 Irm Diana.
O da seguinle a alluencia foiconsideravel
(2) Outra contradigo:' vislo que eu ja dis-
so que tinha huvido inepcia. Mas quid inde ?
Que a industria foi inepta assim como o meu
consolo desconsolado.
1 na sala do throno ducal e inuita a surpreza
ao ver os tres irmos Krispo que a voz pu-
blica altamente acusava entrar sos e tomar
logar nos assentos de honra para elle prepa-
rados. Depois de reflexo Jacques tinha
resol vido punir sua ingratdo com a clemen-
cia esta vingan^a das almas nobres. Elle
i mesmo apareceu logo acompanhado s de Dr-
nela. Lmaestranha inquielaco se pintava
; sobre as fei^Oes do velho Diana tinha dei-
xado na vesp ra o palacio fazendo-lhe sa-
ber que vria em pessoa depor sua resposla
aos ps do Duque. Pedro nao sabia que pen-
sar desla ausencia e d'esta promessa ; e
l mil suspeitas se succedio em seu espirito.
Depois das felicilacoes do costume Jacques
subi ao throno, onde o ouro e o escarate
tinham substituido os negros veludos da ves-
pera e lixando sobre seus irmos urna vista ,
que os fez empalidecer.
Jamis se duvidou disse elle da minha
araisade para comvosco. Quero portanto dar


pssso esto dizendo : emigrare e vita, ex hoc
munlo&c. Pelo que pois sabio contendor ,
ainda iiuma vez peccou S. S. grosseiramonte
c-mtraQuintiliano (|uando examina separada-
iiienle huma palavra que estava com outra
formando huma expresso inetaphoriea. Tai-
vez porem S. S. queira prscrever a metha-
phora assim como j banio a hyperbole ; (I)
mas como isso nao passa de suspeila conlinu-
arei a aclarar com alguns exemplos o meu
pensamento metaphonco. Assim se, qaeren-
do exprimir a sua vastidode saber disser ,
que a sua cabera be bum armazem de conhe-
cimentos uzo de huma melaphora por que
S. S. bem sabe o que significa a palavra ar-
mazem tomada erh sepirado ; e para me ser-
vir de hum exemplo sublime fornecido mesmo
por S. S., a sua bella descabida alimento
de virtudes he huma expresso melaphori-
ca posto que insultadora dos inanes do meu
amigo. Finalmente o seu gabinete nao hese-
nao metaphorico;oquehefacil de com preen-
der se advertir que essa metaphora he tira-
da da semclhanga que tem o camarim onde
o soberano com os seus Ministros lavro e
expedem decretos aos seus subditos com o
quarlo onde S. S. com todos os seus Magis-
Iraes Rhetoricos forjou e fulminou decreto
de banimento contra a sempre saudosa hyper-
liole ; e onde ruminou algumas paginas de
Noel et La Place para impingir-m'as a titulo
de monlogos sem o mrito ao menos de es-
tarem bem digiridas ( nova e trovejante me-
taphora e que talvez v aturdir os ouvidos
melindrosos do sabio no Tundo do seu meta-
phorico gabinete ) meo Dos que inania
lie esta a minha Perdoi-me Ilustre sabio ,
seno sei contemporisar com o seu bom gosto.
Salvo pois ao que me parece d'esse pe-
rigosissimo transe j agora cahe aqu, le-
vanta acola vou Coi a passando logo ao bello
adiado de reclamo dos sinos que a meu
ver e de quem noestiver fascinado deesfai-
mada critica sem a menor diliculdade pode
referir-se morte, cuja posse designada pelo
possessivo seu. Mas nao duvido que a peri-
phrase que exprime a morte fosse o queem-
haragasse o critico perspicaz a pezar dos
tractos que deu a sua poderosissima intelli-
geneii. Km quanto a confuzo, que lhe eau-
saro os adverbios ncessan temen te e de
i|uandoem quando basta dizer-lhe que hum
he nioililic.itivo do verbo vem e o outro o be
do verbo anuncio, e nem parega que ha nisso
incoherencia, por que nem sempre que alguem
morre os sinos loco e essa differenca he o
que exprimen) os dous adverbios.
Pelo que respeita as regras, que o profundo
Reformador d'Arte me prescreve para a nar-
radlo digo-lhe que as reconhego com o meu
Quintiliano sub entendida porem a limita-
go que j (iz ; mas he preeiso fazer notar a
meu Contendor (ecom espanto) que ellas
nao lhe aproveito nad para o cazo ; por
quanto na minha Crepinada nao se lubri-
ga narrago alguma nem to pouco descrip-
eo de paizagens e isso he o que se deprc-
hende do periodo que cometa : Neste mo-
mento de dor, &e. Talvez poremoCampio en-
tenda em sua Rhethorica de gabinete ou de
alguma holorenta postilla que a narrago he
(1) Kis aqui o decreto que dicidio da sor-
te de to necessario tropo e na opinio de
Quintiliano o de muita gente boa hum dos
inais bellos. Sao as formaes palavras do Des-
pota Rhetorico = As regras Oratorias per-
mittem asamplificages, mas repellem as hy-
pei boles. E esta ? Ah funesto monologo !
como nao Picaste para sempre entre as paredes
d'esse gabinete para agora convertido em ir-
re vogavel decreto nao vires tirars peroracoes
toda a sua forca o belleza.
d'ella urna prova na presenta de toda a Cor-
te. Tiro da minha coroa tres das suas mais
bellas joias para oflereccr urna a cada um de
vs....Sim Senhores continuou elle diri-
gindo-se assemblea cedo a Joo e Marcos
as ilhas de Nio e Therasia. Quanto a Gui-
Iherme gozar de hoje em diante os ttulos
do senhorio de Namio.
Um murmurio de espanto circulou entre os
assistentes : os tres irmos abaixaram a ca-
leca; Jacques desccu os degros do estrado ,
e veio direito a elle.
Kste perdo replicou elleem voz bai-
xa nao urna garanta de impunidade.
Part \ mas noesquegais que este throno ,
quederramou sobre vos os resplandores da
minha misericordia lanzara tambem o raio,
(! que o castigo dos rebeldes seria to terri-
v snssinos !
Tolo o concurso seafastou para dar logar
duas mulheres cujo austero traje contras-
huma neeessidade indispenssvcl de todo o dis-
curso.
Por ludo pois quanto lenho dito j bem ve
todo o mundo, e labem pode confossar o tal
Rhetorico sem licar denotado que o seu
celebre Formulario he todo palavrorio e pa-
taeoada. Ve-se mais Senhores Redactores ,
v-s- que nunca foi o lito do incomparavel
Communicante defender os direitos da huma-
uidade de Gutletnberg e os direitos ora-
torios de Marmontel Maury Quintiliano ,
&C. advogando to mal a sua causa e alhe
trahindo-us como hei demonstrado. Iliini
outro fim pois aspirou elle, o que bem o-in-
dico as dentudas atroces, que solIVeo o to
bem intencionado ( e mesmo dito ) iusup-
privel com que s. s. tanto se eslomagou ,
dando a entender claramente ( que vergo-
uha ) que he blgum Acadmico cioso de la
lento transcendente que por si s se julga
capaz d'indemnizar a Academia de todac(]iial
(|iier falta, que porvenlura lhe possa causar
a peda de um seu Alumno hbil, e ta-
lentoso.
Sem com ludo deixar passar por alto as in-
orepagrtes d'exaggeraQOes hyperbolicas, men-
tiras &c. que ehoverart na imaginaria narra-
gao ou paizagem a respeito de ludo res-
pondo com a seguintc observago de Cicero :
m Facile eslveibum aliquod ardens notare ,
id que ivslinctis jam animorum incendiis ,
irridere lie com ludo de advertir a s. s.
que talln despejadamente verdade quan-
do disse que en apresen tara os 25 annos de
vida do meu defunto como urna serie na
interrompida de acortes virluosas ; pois que
quando mais nart fosse devia descontar o tem
poda sua irracionalidade, ( deixe-me assim
dizer) e tartbem o quedormia. No igualmen-
te s. s. menos inexacto quando afiirma que
Constancio considera errneo no sentido de
predicado o termo apanag'O quando smen-
te elle o reconhece improprio; e para que o
em prego que liz delle nart fique sem atitho-
ridade um celebre Kscriptor que s. s. nao
ha de desconhecer, fallando de poltica diz :
lie principio corren te em poltica que o po-
der he o apanagio da intelligenca c da ri-
queza.
Falla-me ainda, snrs. Redactores, a pe-
rorarlo para a qual o insigne Rhetorico or-
gart infiel digo fiel de Marmonlel nos entina
um precedo e vem a ser que na eloquen-
eia do pulpito o palhetico da peroragart tem
um objeclo que s con vem ao genero de-
liberativo. Ora dga-me Ilustre Commu-
nicante se s. s. Pedantissima tivesse lido a
Quintiliario no seu cap. dos gneros de cau-
sas onde di/ que no discurso o genero he
demonstrativo ou deliberativo segundo as
cousas, que se tracta, sao objeclo de Iou
vor o vituperio, ou de deliberago i. e ,
passadas ou futuras (i) se o tivesse lido ,
digo entendera tart mal a Marmotel dan-
do a sua regia a extenso que ella nart tem ,
e nem elle quer que tenha quando continu-
ando o que s. s. sedignou mutilar ( secun-
dum morem ) diz que o lal objecto do palhe-
tico he inspirar ao auditorio compaixart para
com sigo mesmo horror para'com os seus
proprins vicios e terror para com os seus
proprios pergos? Nao vOque aqui Mcrmon-
tel falla propriamente da predica i1 K estara
eu pregando algum serm), ou elogiando bc-
grtes virtuosas passadas ? Rellicta e decida-se
sem perigode queeu o queira derrotar.
J cansado snrs. Redactores com o meu
vcllio Quintiliano de tart tremenda lula em
(I) As cousas passadas podem ser objecto
de deliberago, mas somentc nos tribunaes ,
onde se tem de julgar da justiga ou injuati-
ga dos fados commeltidos.
lava singularmente com o hrilhaiite ajunla-
mento desta Corte em habilos de alegra. Re-
conheceram-as logo pelas Superioras do Con-
vento de Santa-Clara Tra/iam pela mo
urna donzella cubera desde a cabega at aos
pos com um veo de garga branca. Chegada
diante de Jacques ella se ajoelhou apresen-
tando-lhe um pergaminho do qual penda o
sello do Kstado
E's tu Diana', exclamou o Duque com
angustia. Mas para que sao estes vestidos ?
Tomai este tractado Senhor e pen-
saiem vosso pai. Do fundo do seu tmulo ,
elle vos conjura, bedecei despozai Fio-
renga de Sommerive que assim preciso.
A filha de Urseola nao teria lido forga para
renunciar-vos... a Irmo Diana vem dizer-
vos adeos.
Jacques deu um pequeo grito e perdeu
o uso dos sentidos. Km quanto o soccorri-
am Diana abragou seu pai e dcsapareceu.
que s tenho estado na defensiva nao he
meu intento agora accommetlor o meu a poten-
tado Rival; e nem com critica satnica analy-
sar o seu Formulario Rethorieo e negar-lhe
a originalidade dos seus bonitos pensamentos:
nart, a tanto nao me chega a ouzadia. Mas,
snrs. Redactores religioso de coraeo nao
posso subtrahir- me ao rigoroso dever de, com
a venia do profundo Pliilosopho repellr o
principi humoral e perniciosissimo de que
a gloria mundana he o nico allivio para quem
bale s portas da morte. Sim snrs. Redac-
tores outra cousa nart quer dizer o sabio Phi-
losopho neste seu pensamento sublime :
Ladeados do sentimentodc nossa deslruigo
lie a certeza da inimorlalidade na memoria
dos homens que suavisa lodo o anierlu-
me de nossa ultima hora. Aqui la-
deados (nos agonizantes) sao as p ssoas
que fallao homens as pessoas de quem
se l'allao o (pie por tanto nao se podem con-
fundir a nao me falharem as regras da Syn-
taxe que sem me sentir tornei progresi-
va Por lauto na opinio I;: do Philosopho
todo o hornero nudeolirio do tmulo se con-
sola com a certeza da sua inimorlalidade na
memoria dos outros, que lhe sobreviven!, i. e,
com a certeza da gloria. K aqui nao caba
perguntar a s. s. qual lie o consolo daquelle ,
que nart praticou d'esses fados eslrondosos
quo o mundo aprecia e quo. acho echo em
todas as idades? ou tohem qual a consolaco do
Eremita que passou urna vida ignorada do
resto dos moraos ? .Mas para que he comba-
ttr tal principio, que somonte por desaviso
escapou a s. s. '.' Quem nao v que elle nun-
ca levo tengo de eniittil-o ; elle que abre o
seu encyclopodicoCommunie.adocom uro prin-
cipio tart luminoso consolador, e de s phi-
losophia qual o da inimorlalidade d'alnia ?
Nao me demorarei pois em condemnar csse
lapso de razart de corto mais culposo do que o
.( da penna e concluirei a minha arenga d-
zendo a meu sapientissinio Antagonista que
nart sou tart presumido que julgue lel-o com-
batido victoriosamente e que saja como Ibr,
s. s. contente-se com esle meu achavascado a-
ranzel, pois desde j entregue s mullas
oceupaortes escholasticas cedo-lhc o campo ,
o a palma ; quo se na disputa de mrito lilte-
rario ( foi o seu lito nao s'illuda ) sou leva-
do de vencida lica-mc a (loria dn boa inten-
eo com que publiq<;ei, e destribu pelos
meus amigos o polos do meu dolunlo a
minha tart causticada Crepinada de. Voltaico ;
e mesmo a satisfago de ter defendido como
pude os direitos da humanidad*, da oratoria,
,' nao sei se de Gutlembcrg ) acabando assim
por faser o papel, que s. s. pr.iniptleu fazer
na sua epigraphe e exordio. A Dos .Ma-
gistral sur., ato mais nunca.
Queirartsnrs. Redactores, dar publicidade
a este com pido e enfadonho arrasoado ,
(|ue lhe promolte em outra nao se metter
t|iiem desta vez por folicidade sahe somonte
corrido e
Derrotado.
= Hoje he a arromatago na Alfandega dos
boldes e brinco:; pelos annunciada no Kd-
tal publicado no ultimo Diario.
= Ainda se nao comprarart as madeiras de
que precisa o Arsenal le Guerra annuncia-
das no Diario antecedente.
COHMEKCIO.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do da 2S de Junbo 72lj2zl
DF.SCVUr.KGArt IIOJF. 27 DE JIMIO.
Brigue Americano = Poullney = Farinha do
trigo.
Barca = .Navarro = (lli e Caderras.
Brigue Dinaniarquez = Caroline Amalis =
l'asondas, ferrageos papol, drogas,
caixas com queijos ditas com vidros,
latas com bolaxnhas o miudezas.
PBACA DO RKOIFE 2.*> HK .11 MI l)K IS2.
Revista Mercantil.
Cambio sobro Londres = llouverao transa-
eoes a 2(1 l|2 e *27 dinheiros por mil
reis.
' AlgodAo = Pequeas vendas do secoo quo
havia em deposito a 0,U00 por ar-
roba e do que tem entrado duran-
te a semana e que conserva hu-
millado a 5:7Q0t
: Arroz Pilado = Vendeu-se de Sj a lOjOM) o
quintal.
Bacalho = Existem em ser r>:8U0 barricas.
: Dtalas = Vcndcu-se a -iOO rs. a arroba.
' Call = Ideinde 5:400 a i.> a arroba.
Carne secca = Knlrou um carregamenlo do
Rio de Janeiro inclusivo o qual ex-
islem 5(1:000 arrobas de qualidado
ordinaria bavendo falla da su-
perior.
! Cha llvsson o Porola =s Vendeu-sc a l:i)60a
libra.
Espingardas Lazarlnas= dem a 4:200 urna.
1 Farinha de Mandioca = mercado est sup-
prido e tem se vendido de laOU a
5000.
Manteiga Franco/a s=s Tem-se vendido de
20 a T)00 a libra conforme a qua-
lidado.
Milho = dem de 5:200 a 4:000 a sacca.
[Queijos Flamengos= Idom do 1:05*0 a 1200
cada um.
1 Vinagre de Portugal = dem de 50> a 40 a
pipa.
Vinho linio do Lisboa =a De 8oji a 122* a
pipa.
DKCLARACES.
= Polo Lyceo desta Cidade so publicad as
fallas nao justificadas, dos Alumnos d'aula
do FiJosophia em os meses de Abril o liaio
I1-
Joze Alhana/.io Texeira Castro
Rafael Antonio Coelho
Rodrigo Castro d'Albuquerque Maranho
Leopoldo Baptisla Madureira
Manoel Kleuterio do Rozaro
Joze Rizerra de Barros Cavalcante
Simio de Azevedo Campos
Liceo 25 de Junho de 18i2 = O Secreta-
rio J. F. S. Guimares.
11
\:\
8
7
7
8
i
A um signal de Pedro a mullidao se relirou
precipitadamente.
Diana murmurou Jacques tornando a
abrir os olhos ; Diana onde est ella ?
No convento de Santa-Clara, aonde pro-
nuncia n'esta hora votos irrevogaveis.
Pedro VOS nao lhe havieis dito que eu
a ama va !
Ella o sabe. Mas o cuidado da vossa
gloria a arrebatou sobre o do seu proprio a-
mor. Klla triiimphou de si e de vos. Imi-
tai-a Senhor, e provai-lhe por um brilhan-
te sacrilicio que o sou nao tom sido intil...
Est tra-tado....
Oh perdoa-me hoje Pedro deixa o co-
rago de Jacques dobrar-so em sua dr sola-
da. Nao faltar lempo de recordares ao Du-
que do Naxos um poder e um logar que elle
lera pago com a sua prosperidade.............
Poneos dias depois celebrou-se em Na-
xos a victoria alcangada por Pedro Loridan
M O V 1 M K N T O DO PORTO.
NAVIO BWTRADO NO DA 2.
Pbildelphia ; 40 dias; Barca Americana Na-
varro de 22 ton. ; Cap. Henry Col ; e-
quip. 15; carga farinha de trigo eh ,
fazondas mobilja c mais gneros : a L.
G. Ferreira o Comp.
OIISICKVA^OES.
Nos dias 25 e 24 nao entrarart o nem sa-
l i rart ombarcagrtes.
No da 20 deu fundo no mosqueiroa Escuna
de guerra Lebre, com 10 dias de viagem do
Rio Grande do Norte e Parahiba, conduzioa
seu bordo 50 rocrutas Commandante 1.
Tenente Hilario Joze Evangelista.
Acha-sc na praia o Rrigue Africano que
indo sabir baleu na barra e abriu agoa.
AVISOS MARTIMOS.
= A Barca Brasileira Temerario, segu
contra Giali-pach parto do Gallipol. Os
tres irmos se tinham apossado de seus no-
vos feudos e tratava-se activamente do ca-
samento de Jacques com Florenga de Somme-
rivo.
No meio de urna das feslas que se fize-
ram para celebrar lo felizes acontecmentos ,
Pedro Urseol recebu da irm Diana, e raos-
trou ao Duque do Arcbipelago um escripto,
que terminava com estas palavras : Li a
carta de Jacques.... O'meu pai! Pedi-lhe
quo mais me nao escreva assim. Esta carta
conlinha urna palavra que me tem assus-
tado urna palavra profana que nao deve
resoar debaixo das abobadas da minha santa
piisSo. Dizei-lhe que meu corago est no
Ceo e que nao posso amar seno a Dos....
Dizei-lhe tambero que tenha sincera resolu-
go e que cu oro por elle. >
FIM.


/
3
ago^ga?jex---io^ 'nmt wywSoyw ^fWjaLn mm r m
*aa
ej
4.
1/
para Renguella c Loanda ale 50 do corren le
e anda receba alguma caiga miuda.
L E I L A o .
= Frederico Robilliard far leilfto de um
bom cavallo, bem feilo, forte, cjensina-
do para pusar un cirrinho o qual chegOU
proximamenle do Cabo da Boa-Esperanza o
he mu proprio para tirar raga : Terca ft'ira
28 do corrente ao meio dia em ponto, na
praca do coinmercio.
AVISOS DIVERSOS.
manh c se lite patentearo esludo da tocatas
cusa.
isy Joo Pereira da Silva Guimaraes par-
tecipa ao respeita/el publico que por se adiar
impossibilitado para bem dirigir os seos nego-
cies, fez entrega delles a seu genro Jo/.e Alfon-
so Moreira com quem todos os Snrs. se podem
entender a tal respeito.
BT" Aluga-se o terceiro andar e soto da
casa da ra Direita defronte do beco do Sen-
gado por prego com modo quemo preten-
der dirija-se a Antonio Joaquim de Mello ,
defronle dooito do Livramento ao entrar na
ra Direita.
133" Joaquim Joze da Cesta Lisboa abri
a sua loja de encadernador ao pe do arco de
S. Antonio*
tsr Mauricio Joze de Goveia rendeiro de
Kngenbo Roa vista nos suburbios de Goianna
ras formosas quando se enraivecem : diz ira.spassa a sua escriptura de arrendamento ,
qual era o ordinario trajar denlas 80 anuos |que ajnja iem oito anno o be commodo o
= Saino luz oN. 25 do Carapuceiro ,
cujo contedo be a nlil'dadedas paixoes
( quando bem dirigidas j se sabe. ) Faz-
ver como fieo feias c borrendas as senho-
terra : econclue entuma variedade I
na nossa
com a Fbula do Macaco que foi convertido
em papagaio, e depois em bomem Fbula ,
que ho mesnjo urna earapuga ou bon para
certos sujeitos. Vendc-se na naca da Inde-
pendencia loja de livro N. 57 t 58.
cg- O armasen) de Femando de Luca se
mudou da praia do collegio para a ra da
cadeia velba :. 17, no I. andar que oceupou
0 sur. Albert llascb.
prego a qualquer pessoa que Ihe paga o res-
tante das bemfeitorias que nello fez igual-
mente suas lavouras e lambem de animaes
mangos ; quem pretender dirija-se a ra da
Cadeia do Recife a fallar com Manoel Gonsal-
da Silva ou ao mesmo engenho.
CW Joze Antonio da Silva subdito porlu
i guez retira-sc para o Rio de Janeiro.
OT Quem annunciou no Diario de Sabba-
; do precisar de um refinador, dirija-se a ra
%rj- Precisa-so de nina ama deleite: na doragao tenda de ferreiro Irancez.
ra do cabug loja francesa D. 2. tsr I{0ga-se uoSnr. Antonio Ras Rarreto o
= Quem tiver para vender um metbodo favor (jt r a rua a Alegra da Roa vista casa
de msica para violfio qne es leja em sofri-
vel estado em o deposito de agoa junto ao
tbeatro se dir quem compra; bem como
ah se dir quem vende por cmodo prego u-
ina boa (lauta de bomba com cinco chaves ,
e um methodo para a musina o qual tem
pouco uso.
= Quem pLMdco una canoa de carreira ,
pequea a berta pintada de verde por den-
tro com qualro cavernas panciro na proa,
e una corren le nova de para tuzo no meio e
no fin e pegada canoa por argola ; esta
canoa foi adiada no lugar do Zumb, com o
casco para sima : quem for seu dono dirija-se
ao atierro dos Ahogados lado esquerdo onde
tem urna gamileira no meio da campia caza
de palba de Joze Antonio
= Flienne Pintor retira-se para fora do
impone*
= JozeMaiia Sarniento subdito porlu-
guez retira-se para o Aracuty levando em
sua companhia o seu ilbo Joaquim "Francisco
Sarment, c dois criados Joo V'ieira Lo-
pes e lnnocencio Correia ambos pardos.
= Pergunta-se ao sr. Joze Antonio Fer-
nandes de Araujo se pertende-se retiiar-se
para Maranbo ou Para sem pagar a seos
credores pois que vaga esta noticia e pas-
sa por serlo; se assim a juste primeiro suas
contas para que nao merega o nome proprio
de quem assim obra.
= A viuva do falecTdo Joaquim Leocadio
d'Oliveira Guimaraes convida os credores do
mesmo falecido a comparecerem na caza de
seu irmo Rernardo Antonio de Miranda na
rua do Torres n. 4 em o dia 30 do corren-
te Junho pelas II horas da manda ; a lini
de conliecerem do estado de sua caza.
ssr Aluga-se um sobradinbo na rua por
delraz da rua Nova com com modos para
una pequea familia e bem assiado : quem
o pretender dirija-se ao primeiro andar do
sobrado D. 7 da rua Nova lado do norte.
tsr Asseliui Martins Jambo brasileiro ,
retira-se para o Rio de Janeiro.
tsr Domingos da Silva Patricio subdito
porlugaez retira-se para o Angola.
PlLl'LAS VEGETAES E CMVERSAES AMERICANAS.
Estas pilulas j bem conhecidas pelas gran-
des curas que tem feilo, nao requerem nem
dieta c nem resguardo algum ; a sua com-
posigo to simples, que nao fazem nial a
mais tenra crianga : em lugar de debilitar ,
fortifcao o systema purico o sangue ,
HUgmentAo as secreces em geral : tomadas ,
seja para molestia di inica ou somonte co-
mo purgante suave; o melbor remedio que
tem apparecido por nao deixar o estomago
naquelle estado de conslipagao depois de sua
operago como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a lomar e nao
cVusarem incommodo nenhum. O nico de-
posito dellas em casa de D. Knoth agen-
te do author: na rua da Cruz l\. 57.
N. R. Cada caixinba vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
cy A viuva do fallecido Antonio Joze Tei-
xeira Bastos convida aos credores do mes-
mo fallecido seu marido a firn de compare-
cerem cm sua residencia ras 5 ponas 1). 22
emodia 28 do corrente pelas 10 horas da
terrea do Sr. JozeJacintho quo se lhe de-
seja fallar a negocio urgente ou annuncie
sua morada.
nr () dentista Mawson mora na na da
Cruz n. o7.
UT Para um engenho no Rio Formozo se
precisa de urna mulber idosa abonada por
algucm c seja de que cor for, para se en-
carregar da casa e tratar dos escravos doenles;
annuncie.
cr I). Joanna do Rozario Guimaraes Ma-
chado com os mais administradores do falle-
cido Joaquim Lopes Machado, vende para pa-
gamento de dividas o sitio do mesmo nos Af-
fogados com casa de vivenda senzalla pa-
ra escravos onde tem um quarto forrado para
enfermara casa para feitor estribara para
tres cavallos .luus cacimbas, murado na
frente com gradiamento de ferro porto ,
tem um jardim com boas llores 200 parrei-
ras que todas do uvas de mulo boa qualida-
de ps de larangeiras limeiras, romanzei-
ras goiabeiras e frucla pao, coqu-iros ,
n cajueiros planta de campim suficiente pa-
ra dous cavallos ft urn bom viveiro no fun-
do : para ver cnlendaO-se com a mesma se-
nhora na rua Direita e para tratar com A.
Sed rain 111 ou Henrique Forsler & Companhia.
tsr I.ni/a Chrislna Teixeira declara que
ninguem contrate negocio de qualidade algum
com o seu genro Joaquim Joze da Costa so-
bro duas escravas crelas, Razilia e Pul-
quera e urna morada de casa terrea na rua
da Roda D. 19; porque sendo estes bens doa-
dos como por corita de legitima futura
sua lilha Getrudes de Rrito casada com o
mesmo ; e fallecende esta sem deixar ilhos ,
que por morle da doadora podesse represen-
tar sua mai, e cniao berdar o que douvesse
de lhe tocar: a annunciante tem proposto con-
tra o referido seu genro a acgo competente ,
e em consequenciaos bens a cima mensio-
nados se acho letigiosos e como taes nao
podem ser alienados.
ssy Precisa-se de urna senliora branca ou
parda livre e desimpedida e de bous cos-
lumes que saiba coser, engommar e mais
servigo de urna casa de um bomem viuvo :
na rua Nova casa de marcineiro junto a Igre-
ja ou annuncie.
tsr O abaixo assignado faz publico a to-
das as pessoas que tem pinhores de ouro ou
prala em seu poder os venhb resgaslar im-
pretcrivelmente at ao ultimo do corrente
mez do contrario os vender para seu pa-
Silva, o qual ja foi morador na Villa delgua-
rass occupanlo o em prego de escrivo de
Orlaos ; lilho da San hora D. Joaquina ( por
anlhnomazia docena ), a negoeio de grande
nteresse: na rua de Agoas verdes D. 50, ou
annuncie sua morada.
es- Manoel Antonio da Silva Mola pre-
cisa de um feitor para o seu sitio na ponte de
l'cdoa sendo que entenda de borla e que
trabdlio de enchada ; quem estiver nestas
circunstancias entemla-se com o mesmo na
rua da Cadeia do Recife n. 0.
tsr Anua Miiaella dos Anjos viuva do tal-
lecido Manoel Joze de Medeiros, avisa aos
credores do seu casal que por o Juiz de Or-
fos desta Cidade escrivo Pereira se est
procedendoa inventario em lodosos bens do
seu ca?al para dar parlilha aos herdeiros ; e
quem se julgar com direilo a ser pago v jus-
tificar insse Juiso o que o casal lhe dever do
contrario (icaisem pagamento.
ey 0 Sur. que por cagoada mandou ver
em urna loja na rua Nova dous pares de sa-
palos de Rezerro de urna sola em nome do
Sur. Manoel Germano Guedes faga o favor
de os entregar porque ja so sabe quem he ,
do contrario ser publicado o seu nome.
SST Precisa-se de nina ama capaz para
todo o servigo interno de urna cas de pouca
familia : na ruado Rangel D. 7.
tsv Responde-se ao Sr que fez o annun-
co por este Diario de n. 129, 130 e 151, que
pessoa alguma fizesse negoeio com Luiz
Francisco Correia Gomes de Almeida com
asparles de un sobrado sitio e casa terrea
na povoagao dos Allbgados D. 5 que s exis-
te urna hypotheca e he (algo estar embar-
gadas e nem se pode fazer embargo um
proprietario que tem bens de raiz e nem
he de fuga.
ts Quem annunciou querer comprar
meias garrafas vasias para purgante de Le
Roy : na praga da Roa vista D. 16.
CF" Ou"t;rece-se urna pessoa branca com
bom leile f ara criar urna crianga em sua casa
na povoagao dos Alfogados ; quem convier
procure na casa de Thom Pereira Lagos.
DT O Coronel Francisco Joze Martins nao
podendo pela rapidez da sua viagem Corte
do Rio de Janeiro despedir-se de seus amigos
e das pessoas a quem he devedor de obse-
quios, cumpre por este meio com esse dever,
assegura-lbes a contiuuagao dos seus senli-
mentosdeainisade e all Ibes otlerecc o seu
diminuto presumo.
COMPRAS
tsr Botijas de genebra vasias: na resta-
tilago de S. Rila.
ey Alada se compra a ancora que est
no caes da allndega se a vende o seu dono:
na rua da Cadeia velba D. 59,
VENDAS.
^ C5" Collego de leis Provinciaes do presen-
te anno a 480 : na praga da Independencia
gsmento e faz publico para que se nao cha-
men) a ignorancia em lempo algum,
Jernimo de Abrcu
S^r Aluga-se na estrada da Capunga um
pequeo sitio com casa acabada de novo, leu-
do duas salas 2 quartos cozinha fora, com
poco de boa agoa ; quem o pretender dirija-
se a rua do Crespo sobrado de 5 andares na
quina da rua do Quciiuado.
tsw- A|uga-se una morada de casa na rua
de S. Gonsalo ; quem a pretender dirija-so a
rua dasenzala velba n. 41.
\sr Aluga-se um segundo andar de um so-
brado na rua do Rangel confronte a casa
que foi das diversas rendas : a tratar no pri-
meiro andar do mesmo.
ssr Precisa-se encaressidamenlc saber da
moradia do Sr. Joaquim Joao do S. Auna e
loja de livros n. 57 e58.
\Sy Urna orthograia de Madurcira em
bom uzo e por prego commodo : na praca da
Independencia loja n. 10.
%& Familia de mandioca fina a bordo
da Sumaca S. Antonio Triurnpho chegada l-
timamente de S. Catharina a qualorze pa-
tacas o alqueire, e no armazcm da rua do Vi-
gario n. 7 a 4i800 ensacada.
or l'm bom cscravo por prego propor-
cionado : na praca da Independencia n 20.
tir Richas grandes ltimamente chegadas
de Hamburgo por prego commodo : na pra-
ga da Independencia n. 20.
cy Cm moleque de angola de 14 annos ,
sem vicio ; e um aparelho de lerragens dou-
radas com escamas, pasta, talim, ludo no-
vo para official montado da guarda nacional,
por prego muito commodo : na rua Nova ar-
mazem D. 54.
%S- Pannos para meio desala a 1 <* cha-
les de inetiin de lindos padtesa l.>20o hrim
trancado de 1 sras a 400 a vara, dito tranca-
dc liso a 400 superior ganga azul lisa a 120 o
covado dita trangada a I 4o e trancada com
listras decores a 140, corles de vestidos com
6 varas e meia por 5,>400 pessas de cam-
braia bordada de cor boa fazenda para cor-
tinados com 8 varas por 4600 chila azul
encorpada a 120 o covado chitas finas a 160,
180 e 200 rs. bons pannos pretos e de
cores por commodo prego alem destas ou-
tras militas fazendas por barato prego : na
rua do Crespo loja D. 12 de Manoel Joze de
Souza i\ Companhia.
cy Panno encarnado muito fino e case-
mira de todas as cores : na rua do Cabug
D.7.
ts Dous moloques de nago angola do
bonitas figuras de 14 a 15 annos, proprios
para tocio o servigo : na camboa do Carmo
D. 11 no segundo andar.
tsr 800 garrafas vasias por prego eom-
modo : no altcrro da Boa vista D. 7.
tsr Bichas prelas grandes da mais ex-
cellente qualidade que tem vindo a este paiz
no atierro da Roa vista I). 19 junto ao beco do
Ferreiro.
tjr Cem pegas do 6 400, ecem ditas de
ia : na rua do Queimado loja D. 7.
tS3" Toda colego dos Panoramas ja enca-
dernados chegados prximamente de Lis-
boa por prego commodo : na rua do Cres-
po D. 7 segunda loja voltando a rua das Cru-
zes.
cr Camisas de chila d muito boa quali-
dade a 560 cada urna e urna rede propria
para despescar viveiro por prego muito com-
modo : na pracinha do Livramento n. 29.
ssr L'ma preta moga perfeila engomma-
deirae cozinheira ; duas ditas lavadeiras de
sabo e varrella e quilandeiras ; dous pre-
tos de 20 annos de todo o servigo ; um mo-
leque de 16 a 18 annos canoeiro ; 5 negri-
nhosde 12 a 15 annos, sem vicios nem acha-
ques : na rua do Fogo ao pe do Rozario De-
cima zo.
ss^-Sacas com alqueire de farinha de man-
dioca feita na Muribeca lano da muito fina
como da mais ordinaria na rua da Cruz D.
12 escriptorio de Joze Antonio Gomes J-
nior.
v r Espirito de vinho ; na restilago da
rua de S. Rita.
tsr Purgantes e vomitorios de Le Roy ,
bolos armenios e vinho de salga: na loja de
Didier Robeat & Companhia rua Nova D
7e8.
UV Tres quarlos passeiros e possantes :
na rua da Conceig't da Roa vista no arma-
zem do Rufino.
tsr Tres moleques de 12 a 16 annos de
bonitas figuras ; duas protas de boas figuras,
cosem engommao o cozinho ; dous pre-
tos por 525ji cada um ; e urna mulatinha do
llannos com boas habilidades : na rua de
Agoas verdes D. 57.
tsr Um lindo reJogio de cima de meza, em
armago de marmore bom regulador c por
prego commodo : na rua doNogueira D. 19.
r Cm cavallo le bonita figura de excel-
lentecor, e sem achaques : na rua larga do
Rozario venda D. 11.
tsj- Azeite doce de Lisboa a garrafa a 560,
e a caada a L>50 lamparinas de bronzo
de nova invengo para ponpar azeite, por
prego commodo : na rua dos Quarleis Deci-
ma 5.
ESCRAVOS FGIDOS
tszr No dia 20 do corrente fugio um mo-
leque de nomo lierculano de 16 annos, ten-
do hido comprar carne o qual deixou a car-
ne no porto das canoas venda D. 25 aonde
furtaro um peso de 8 libras, um dito de 4,
e um dilo de 2 todos de bronzs por isso
roga-se a quem forero offerecidos os ditos pe-
sos toma-los e aprehender o vendedor para
assim se descobrir o dito moleque c qual le-
vou vestido camisa de riscadoroxo de mangas
curtas caigas pardas, os denles da frente
bastantes grandes, e elle bem preto: quem o pe-
gar leve a rua Direita padaria D. 45 junto ao
beco do Serigado.
es* No dia 19 do corrente fugio um negro
de nome Joaquim de nago ('abunda de
20 annos sem barba bem retinto tem
urna pequea ferida ou signal no queixo por
baixo do beigo e em um dos bragos marcas
de urna ou duas sipoaJas nao tem marca de
nago se nao dous pequeos risquinhos em
cima do cangole he estamaguda, porein
bonita figura e bem parecido, olhos afuma-
gados falla alguma couza rouco, lumu mui-
to e sempre charuto; tem sido visto continua-
damente na passagem da Magdalena e tam-
bem na olaria do engenho da torre, estrada
nova e Allegados e estando dia de S. Joo
em urna venda na passagem, leve noticia quo
se.u snr. o dia buscar e por isso fugio pelos
Affogados estrada de Tigipi at as areias
aonde se escondeo por ir perseguido, levava
enlo urna camisa de madapolAo com babados
no peilo de um em oulro lado e bonet de
negro ganhador porem talvez ten ha muda-
do pois quando fugio levou urna troxa em que
levou urna camisa de chila e chapeo de pello
preto ; roga-se a todas as pessoas que virem
que o queira prender e remete-lo ao Recito
rua do trapiche novo D. 15 no primeiro an-
dar que ser recompensado com toda genero-
sidade.
RECIFE NATYP. DEM. F. DE F =1842


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