Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04681


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Full Text
Annode 1842.
Quarta Feira 22
ludo Rom dependo de nos mesmoa ; da nossa priidarn-ia noderariio e nmi al
ti.ueiios como pn.iCipian.os e temos apelado* rom adiuirao;.o 'entre as iWe u.a.
eaU*-* ____^^_ (Proclania.ao da Ass.mlb'a Geral do vtil.)
PARTIDAS DOS CORREROS TERRESTRES.
GuialUU, ParaiL e Rio grande do Norte, aejundase mUl (eirka
Bolita : Garaalwti '0 e 24-
Cabo Serinhaem Rio l'urmot. Porto Caira Macelo e Al;n. no I.
PhJc 13. Sanio Anulo quintas feiras. Olinda lodoa a das.
11, e 21
DAS DA SEMANA.
* Se*. I. Silveii T. M. Cbaae. And, do .1. de 1). dn 2. v.
31 ;i.i. J.aii Geaxaga. Re. Aad do J. de I), da 1. %.
23 yjarl. a. Paulino h. Aud. do J. de D. da 3. t.
"3 OloI. jejiim Jo.la Sacerdote. Aad do juiz de D. da 2. V.
24 SeJrti + Naicimenlo de a. Jomo Baptista
ti Sab. Cuilheme Ab. Re. Aud. dn J. de I). da 3. t.
22 Dooi. A Pureza de \ Snra.
de .Fuiho.
Anuo XVIII N. lfi*.
O Diaria publica-* iodos os dial de irea mil rea por quarte) piagoi adianladna. O aanaaeiot dos aiaigoaniM a* inseridos
pr.iiis ni dosqu* o nao Corean raio de SO reia por linba. Aa reclaaaaooet devera mi
dirigida) eealaTyaografia rus rlai Cruaei 1). 3, (>u praca da ladependeaM* loja de livios
rturaoro 3? e 3S.
CAMBIOS no da 21 dk jimio.
compra
Cambio solne Londres 27 d. p, iU.
Paria 3)llreisi>. franco.
.isl.r.a 98 por 100 de pr.
Moeda de obre h pal 1UU de ilescoiiio.
dem dclelraa de boa firmas I e I I t i
Detconlode bilb. da Alfand-ya 1 poi 100
aO uir z .
Ol'Ru- Moeda de 6,400 V, 15,500
N. 15.50J
de 4,000
Prar PaiaeoM
Pezoa ('olumnare
n dii Meaicaaei
miuda
S.00O
I,so
I.SU
1,810
vonda.
15.900
15,700'
8,800
1.S4H
1 ,.ViO
1,84(1
1,650
Preamar do lia VI dcJtinlw
1. a 3 nnraa a 42 m. da maulia.
2. s a 4 horas e 6 m. da tarde.
CHASES DA LOA M> MEZ DE JOMIO.
Qliati, min;. a I --4l 4 har) I 32 ni da manli.
La Nova a S- s 7 horas e 55 ni. da lard.
Quart. cresc. a 15 Xa 2 horas e 33 m da lard.
La obela a 22- s 7 herai 2 ra. da lard.
D I A1.1O
B*>
MMI.ICO-
.--------________.__.^^a^aaiaaiiiiiM i
REC.ULAMENTO DA REPARTICAO DAS
OBRAS PUBLICAS DA PROVINCIA
DE PERNAMBUCO.
DECLAlugAo.
A Reparligo creada pelos
artigos 28 m
29 da Lei Provincial de 10 de Junhode 1858,
e regida pelo Regulamento do Presidente da
Provincia de lude Agosto do mesmo anno .
tica estabelecida na forma seguate.
titilo i.'
Atlribuiges e oiganisaciio geral.
Artigo 1. A Adminislrago das obras pu-
blicas lera sob sua direcgao tanto a formado
dos projectos e Orea ment das obras como h
execugo e conservago de todas as que foreni
relativas aos meios de communicago ou mi-
tras quaesquer de interesse publico que j.v
ostejo feilas ou se lizerem na Provincia
cusa tos cofres provinciaes.
Artigo 2. A Administrado ser eomposta
de um Engenheiro em cliefe de um Inspec
tor Fiscal, o dos Engenheiros e Em pregados,
que forem necessarios ao andamento do ser-
vigo conforme a extengao que elle adqui-
CAPITULO 1.
DO ENCEXHEIRO EM CIIEKE.
Artigo 5. Ao Engenbeiro em cbefe compe-
te dirigir em toda a Provincia as obras publi-
cas depon enuvs da respectiva Adminislraciio,
denaxo das ordens immediatas do Presi-
dente.
Artigo \. Tora o Engenbeirj em cbefe
sob suas ordens immediatas os Engenbeiros
o seus agentes secundarios e em geral ludo
oque se r.L'rir formaco de projectos e
sxecuco das obras.
Artigo 5. Compete igualmente ao Enge-
nbeiro em chefe:
1. Redigire mandar redigir pelos En-
genbeiros os projectos das obras, e seus or-
namentos.
2. Regular as condignos especiaes das
arrematoc/ies, submeltendo-as approvagao
do Presidente.
3. Dirigir as obras vigiar na sua exe-
cugao e emfim cuidar directamente de todos
os ramos do servigo fazendo para issoas vi-
sitas necessarias e fornecendo todos os es-
clareoimentos precisos ao3 agentes da Admi-
nistrado.
-i. Dirigir a contabilidade do servico
em tudo o que se referir ao andamento das o-
bras conforme os Regulamentos especiaes.
^ 5. Verificar as conlas relativas s obras ,
fornecidas pelos Engenbeiros dellas incumbi-
dos e passar os certificados necessarios, pa-
ra que os arrematantes posso obter seus pa-
gamentos parciaes ou difinitivos.
Artigo 6. O Engenbeiro em chefe tere os
registros das despesas ,' e prestar sobre ellas
as conlas que exigidas forem pelo Regulamen-
to especial da contabilidade.
Artigo?. Na poca da reunio da Assem-
blea Provincial formar o Engenbeiro em
cbefe um rea torio circunstanciado do estado
do servigo das obras publicas dos meios de
adiantar o mesmo servigo e de tudo quanto
occorrer para o melboramento material da
Provincia.
Artigo 8. Nao poder o Engenheiro em
chefe nom os Engenheiros fa/.er com os fun-
dos pblicos( excepto no caso de urgencia
proveniente do acntecimentos imprevistos )
obias, que nao tenhao sido projectadas, e pe-
lo Presidente da Provincia approvadas, nem
tambem exceder as consignagtfes fixadas pelo
mesmo Presiden le segundo oque determi-
nar o Regulamento da contabilidade.
Artigo !). No caso da urgencia de que
trata o artigo antecedente o Engenbeiro em
chefe informar o mais breve possivel ao Pre-
sident-;, pedindo-lhe autorisago para con-
tinuar os trabnlhos.
Artigo 10. O Engenbeiro em chefe tora no
sen gabinete os Em pregados necessarios ao
bom andamento do servigo.
CAPITULO. 2.
Do INSPECTOR FISCAL.
Artigo II. Ao Inspector Fiscal compele:
I. Verificar toda a contabilidade do ser-
vigo e examinar couseguintemente as con-
las geraes ou parciaes que llie forem forne-
cidas pelo Engenheiro em chefe acompa-
nhadas das relages justificativas compa-
rando-as com os orcamentos das obras.
$ 2. Expedir todos os ttulos de pagamen-
tos a vista dos certificados que o Engenhei
ro em chefe liver dado aos credores da Pro-
vincia alim deque estes posso ser pagos
pelo Cofre provincial.
7). Fazer que nao sejo excutados traba-
llios nao authorisados, ou excedidas as quan-
lias que Ibes forern consignadas.
Artigo 12. 0 Inspector Fiscal no lim de
cada semestre apresentar urna conta geral
das despesas feilas com "as obras, especifi-
cando quinto se ha despendido em cada urna
dellas, c quanlo se dever anda despender
vista das consignagoes.
Artigo 15. Para poder cumplir as obriga-
ges determinadas pelos artigos antecedentes
o Inspector Fiscal lera no seu archivo os or-
gamentosdas obras os contractos de arre-
matagao e todos os mais papis relativos c
necessarios a FiscalisagAo.
Artigo 1 i. 0 Inspector Fiscal lera igual-
mente no seu gabinete os Em pregados que
forem necessarios ao bom andamento do ser-
vigo.
CAPITULO 3.
DOS ENGE.M1EIR68.
Artigo IB. 0* Engenheiros elnpregados no
servigo da Provincia formarn duas classcs .
as quaes se destinguirAo pelo nomes de pri-
meira e segunda.
Artigo 16. Compeleaos Engenheiros:
^ I. Executar sob as ordens immcdialas
do Engenheiro em chefe aos obras que I nos
forem confiadas.
2. Redigir os projectos das obras seus
orgamentose avaliages segundo as regras
nstrueges dadas pelo Engenheiro em che-
fe.
?, 3. Dirigir execugo dos trabalhos, e
vigiar no sen bom andamento.
4. Dirigir a contabilidade do seu servigo,
conforme o regulamento especial delta.
3. Fazer todas as verificaees a lomar
todas as medidas necessarias para chegareni
ao conhecimento dos trabalhos feitos por seus
Empregados ou pelos arrematantes.
6. Fornecerao Engenheiro em chefe as
preeisas informagfles para se obterem os pa-
gamentos definitivos ou por conta.
7. Ter na melhor ordem possivel os re-
gistros e papis de contabilidade para pode-
re m forneccr sempre esem demora ao En-
genheiro em chefe todos os relatorjos con-
taseesclarecimcntosque elle exigir.
8. Transporlar-separa onde estiver o
Engenheiro em chefe quando forem para
isto chamados.
0. Assstir o mais possivel as oIDcinas
das obras importantes visitando porem as
obras ordinarias con) tal frequeneia que na-
da se possa occuMar sua vigilancia.
Artigo 17. Nos casos de urgencia deque
fallios arligosS. e 9. os Engenheiros in-
formaraoo mais breve possivel ao Engenheiro
em cbefe declarando-lhe a despesa feita c
a que se faz ainda necessaria.
CAPITTLO t.
nos EMPREGADOS SECUNDARIOS E 01'TROS.
Artigo 18. Os Empregados secundarios so-
ro denominados Ajudantes efoimaro du-
as classcs que se distinguirao pelos nomos
del.' e 2.4.
Artigo 19. Os Ajudantes serao enea nega-
dos sob as ordens do Engenheiro em chefe e
dos Engenheiros das diversas partus do ser-
vigo das obras publieas.
Outro Sim trabalharo na redacofio dos
projectos tanto no terreno para as operages
graphicas como no gabinete dos Engenhei-
ros ; dirigirao os trabalhos que Ihes forem
confiados e regulars a sua contabilidade
na forma que Ibes for proscripta: assisliro
nasolllcnas todas as veses que o julgarom
uecessario os Engenheiros ; vigiarn os arre-
matantes e o andamento das obras C se
applcarO emfim inlistinctamente o qual-
quer ramo do servico que Ibes for confiado.
Artigo 20. Alem dos Ajudantes serao em-
pregados temporariamente todos os outros a
gentes necessarios ao servigo, como m< slre
d'obras, ollcaes apuntadores. &0.
titilo 2.
Das noieaeoes e accessos aos diversos
graos.
Artigo 21. 0 Engenheiro em cbefe o Ins-
pector Fiscal os Engenheiros e os Empre-
gados dos gabinetes do Engenheiro em chefe,
e do Inspector Fiscal serao Horneados pelu
Presidente da Provincia.
Os Ajudantes serao Horneados pelo mesmo
Presidente sobre proposta e informago do En-
genbeiro em chefe.
Os empregados subalternos sero nomcados
edemiidos pelo Engenheiro em chefe.
Artigo 22. O accesso de urna para oulra
elasse ser feilo pelo Presidente sobre infor-
m ages.
titilo 5.
Das penas.
Artigo 23. Nos difieren tes graos e clas-
sos os Empregados da Adminislraro das o-
bras publicas guardar&O suhordinagao para
com o grao e elasse superiores.
Aitigo 2i. As faltas simples de subordi
naeo ou de exactidao no servico sero puni-
dos com censura ou reprehensiio do Presiden-
te da Provincia sobre informages do Enge-
nheiro em chefe.
As faltas graves de suhordinagao ede exac-
tidao no servigo ou as reincidencias de fal-
las simples sero punidas com suspenso de
ordenados, e do em prego de um asis mo-
zos ; observadas as mesmas formalidades do
artigo antecenle.
As faltas gravissimas que tiverem compro-
mottido o servigo ou os fundos pubicos e
.\ reindicencia em faltas graves sero puni-
das com a destilo gao do em prego prece-
dondo as formalidades referidas nos casos pre-
cedentes.
TITLL0 1.
Dos ordenados e varias despesas do ser-
vigo.
Artigo 23. Os ordenados e mais vencimen-
los do Engenheiro em chefe, do Inspector
Fiscal dos Engenheiros, e dos Ajudantes
o mais empregados dos gabinetes do Enge-
nheiro em chefe e do Inspector Fiscal se-
rn os mesmosque ora percebem ou os que
forem determinados pelo Presidente da Pro-
vincia, como mais conveniente julgar.'
Artigo 20. Ser fornecida pela provincia
nina casa para o expediente do Engenheiro
em chefe do Inspector Fiscal e dos Enge-
nheiros destacados, e osmoveis, instru-
mentos, livros regoas e mais objectos ne-
cessarios ao Irabalho dos Engenheiros, e ao
servigo da Adminitstrago.
titilo 5.
Disposiges geraes.
Art. 27. Todos os instrumentos, livros e
mais objectos ornecidos Adniinislraco das
Obras Publicas serao propriedade da Provincia
e delles far-se-ha inventario em livro especial,
em que se declare o seu deslino <5C.
Art. 28. Todas as caitas planos e projec-
tos de trabalhos redigidos pelo Engenheiro
em Chelo, ou pelos Engenheiros assim co-
mo todas as memorias ou cutios quaesi|iier
objectos relativos ao servigo sorao tambem
propriedade da Provincia podendo porem o
Engenheiro autor de quaiquer das obras
supramencionadas tirar dolas as copias quo
quizer.
Art. '29. Podero os diversos memhros da
Reparligafl ser encarroados de executar Ira-
ha Ib os custa das consignacoes do Orgamento
geral do Imperio, dandt.-lhos o Presidente a
competente autorisago, e fasendo ellos a-
justes particulares com o Coverno (eral.
Art. 50. So o Coverno Coral nao prescrc-
VfcT regias particulares para a execugo daso-
bras sero seguidas as do presente Regula-
mento.
Art. 51. O Engenheiro em Chefe e o Ins-
pector Fiscal organisarao os regulamentos par-
ciaes o inoli tiegoes geraes]necessarias boa
execugo do presente Regulamento e sub-
nietlero tudo ao conhecimento do Presidente
da Provincia para ser approvado o pode-
rem ter o uecessario cumprimonto. Palacio
de Pernamhuco 25 de Maio de 1812
Rara da Boavista.
C O V E RN 0 DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 17 1)0 CORENTE.
Ollicio Ao commandanle das armas sig-
iiilicando que nao pode ter logar o regresso
do 'rente Joaquim Jozc da Silva Lisboa pa-
ra a provincia do Para no vapor = S. Sebas-
liao = por nao baver mais bordo do
mesmo lugar para passageiros do Estado ,
segundo informou & agente da eompanhia dos
paquetes de vapor.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
nha dizendo que pode nomear para encar-
regado dos objectos de arlilharia do brigue =
Capibaribe= durante a sua viagem corte,
o cabo de esqnadra encarregado da arlilharia
do brigue escuna = Nictoroy = que lem
de seguir para a mesma corte por haver si-
do substituido por outro.
Dito Do Secretario da provincia ao Juiz
Municipal e de orfos do termo de Naza-
reth participando ter S. M. o Imperador
por decreto de 2o de Maio ultimo nomeado-
o para o referido cargo : e disendo-Ihe baja
de mandar com urgencia sollicilar o seu titu-
lo pela secretaria de estado dos negocios da
justiga e entrar logo a exercer as funecoe*
dos orphAos.
Do igual tbeor aos Juizes municipaes, e do
orphfios dos tormos de Flores, Limoeiro ,
Roa-vista Po-d'alho Santo Anto Ga-
ranhuns e Cabo; e dos termos reunidos de
Serinhaem e Rio Formoso e de Cmbrese
Brejo.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
senda transmittindo a ordem do tribunal do
thesouro publico sob o n. 45.
Ditos Ao presidente interino da relago,
e ao inspector da Ihesouraria da fasenda ,
communicando achar-se licenciado por qua-
tro mezescom vencimenlo dos respectivos or-
denados lim do poder tratar de sua saude,
o Racharel Urbano Sabino Pessoa de Mello,
juiz de direito da segunda vara do civel d'es-
la cidade.
Dito Do secretario da Provincia ao Juiz
municipal e de orfos do termo de G-oian-
na intclligenciando-o de haver sido nomea-
do para o referido cargo por decirlo de 25de
Maio ultimo : e dizendo, que com urgen-
cia mande sollicilar o seu titulo pela secreta-^
ria de estado dos negocios da justiga.
De igual theorse expedirlo ao juiz muni-


&*

cipa! e de orlaos do termo do Bonito o ao
da secunda vara do Recite.
Hilo Ao agente da compon lita dos vapo-
res nVsla ciilndo significando qo pode fa-
zer saliir para os poi tos do norte o vapor =
S. Sebaslio = depois de completadas as
48 horas de su.i estada no d'esta cidade.
Dito Aojuiz dedireito da lerceira vara
do cvol d'esla cidade remoliendo, etn sa-
lisfago a sna roquisieao de i(> do correle .
copia da ordem circular da presidencia de 20
dejunhode I83&.
Dito Aojuiz municipal da segunda vara
ltate termo dizendo que nchando-se
ein exorcicioos doiis jui/es de direito do cri-
mcd'esfa comarca ecom licenga o juiz da
segunda vara do civel e competindo-lhc
substituir este magistrado liaja de passr
excrceras respectivas fiincooes.
Dito AoJiii? municipal da lerceira vara,
participando o conlolo no officio antece-
dente.
faitjo
INGLATERRA.
Parlamento Cmara dos Communs.
Recebemos por \ ia extraordinaria o princi-
pio da Sessfio da Cmara dos Communs de 29
i'Abril ; os a analyse do debato.
M. Milncr Gibson pergunta a Sir Robert
Pecl so faz algum osforgo poderoso para repri-
mir a esclavatura no lia/il. Existe entre a
Inglaterra e o Brasil 11111 tratado que declara
Ilegal o trauco dos escravos e o colloca no
numero dos actos de pirataria. Km viride
d'esle tratado o Coverno Brasileiro be obri-
gadoa parausara imporlaoo dos escravos no
Brasil. Cu quisorasaber se o bonradissimo
baroncte est resolvido a fzer executar o
tratado desojara igualmente saber se os
dous governos se teem entendido relativa-
mente poca em que deve cossar de le-
vigor o tratado de conimercio entre os dous
paizes.
Sir Robert Pee! : Responder] como prin-
cipio geral, que o Cioverno da Rainha est
sempre disposto a respetar as suas obriga-
ges para com os poyos cstrangeiros. e a ex-
igir da parto desles povos a execucao das suas
convenges. O Govcrno declarar (pie nao
pode eulender-se com o do Brasil sobre a po-
ca da expragao do presento tratado. Ono-
bre Lord anteriormente secretario d'Estado
da Repartigo dos Negocios Estrangeiros (Lord
Palmerslon) leve razio em sustentar que o
tratado s devia expirar em Novembro de
1811. 0 Coverno Brasileo pelo contrario
be de parecer que o tratado deve deixar do ter
efleito no mez de .Novembro do correte anno.
lia negociac.oes pendentes : mas nao posso di-
zer Cmara que o Cioverno Brasileo aceite
a nassa inlerpretaco do tratado. Quanto ,
s restriegues mais efiieazes que se baja de dar
ao trafico dos negros no Brasil os dous Cc-
vernos teem aberto negoeiagbes a esse respe-
to ; porem ato aqui ellas nao teem tido re-
sollado.
Lord Palmerslon sollicila da complacencia
do bonradissimo baroncte algumas expliea-
ges se julga poder dal-as sobre a nature-
za das novas estipulagoes propostas ao Gover-
no Brasileiro com o lint de fazer cossar o tra-
uco. Pcrmllii essas eslipulagbes ao Co-
verno Inglez o obrar mais clTicazmeule ou
sern" s simples onifenhos tomados polo Go-
wrno Brasileiro i1 Ku quzera saber se se ba
dado novas facilidades aos nossos vasos que
andan a corso para a suppressab do trafico;
mas confesso que novas convenges sejao el-
las quaes fbrem contrabidas pelo Govcrno
Brasileiro, nao me contentaran se nao me-
diocremente.
Sir Bobert Peel: o nobre Lord certamen-
te nao tera respondido questao que acaba
de dirigir-me. O Coverno Inglez anda nao
recebeo resposta dos despachos enderossados
ao Govcrno Brasileiro. Nao posso dizer mais.
( Morning-llerald.)
FRANCA.
DIRF.ITO DE VISITA.
A opinio publica nao lia niister de ser mais
esclarecida sobre as consequencias desastrosas
do direito de visita. Os abusos commottidos
pelos Inglezes em nomo dos tratados prece-
diles teem frito bem comprebender que a
jatcagao do tratado de ISll dara un golpe
mortal ao poder martimo da Franca. En-
tretanto; ate que M. Guizoltenba tomado a
rcsolugo <|ue elle reserva BSSegura-se que
ale depois das eleicoos ser importante pu-
blicar todos os tactos que se referem a esta
questao. O paiz poder assim apreciar com
as pecas na mao tola a responsabilidad)! do I polas abarlas Ibes communiearam o logo.
Ministro que Consagrar delinilivamenle a ver-1
gonha o a ruina da Franca.
Fis-aqui oque lomos n'uma carta dirigida
a um Jornal por M. Petil do Baroncourt
prol'ossor adjunto de Historia no Collegio do
Bourhn.
h Senbor.
l'm dos mous amigos vollando do fazer o
alborque na Costa d'Afrca n'nm navio do
Havre me encarrega de vos Iransmittr os se-
guintes apontamentos :
Nao por acaso nem por engao foi o na-
vio Senegambia conduzido a Serra Loba, jul-
gado e conliscado em menoscabo dos tratados
o ile todas as leis que regem os povos civilisa-
dos : mas por efleito d'um plano o d'um sys-
loma delineado para se estabelecer nesla co-
lonia insalubre o tribunal da grande supe-
rintendencia dos mares a que a Inglaterra
aspira, querendo, segundo aexpressodo
Timos, obrar como condeslavel e guarda
dos costumes a respeto de todas as nagoes.
Oulros factos revelao e.la pretengo mons-
truosa que ameaga lodos os povos do mundo
na sua independencia martima. Urna ava-
nia semellianle do Senegambia foi experi-
mentada pelos Estados-Unidos, l'ma em-
haroaco de New-York (pensa-se que secia-
mava John) vollando da costa d'Afrca com
um carregamenlo de denles d'elefante vio-
so dolida em Santa Helena, onde tinba aporta-
do para faser aguada e foi conduzida a Ser-
ra Loba .ara ser julgada como suspeita do fa-
zr o trauco. Porem o Caplo Americano
recusando submelter-so a esta eslranha juris-
diego relirou-se para o seu paiz com a sua
equipagem abandonando o seu navio ao Co-
verno Britannico, e declarando-o conlis-
cado.
O navio nem por issodeixou de ser julgado;
foi reeonhecido innocente mas nao se acbou
quem o reconduzisse America. Na passa-
gera do navio Fiancez eslava elle abandon-
nado no porto de Serra Leba havia vinle me-
zes sem ninguem a bordo ecabindo aos pe-
dacos.
tribunal de Serra Leba j he mixto; tcm
dous magistrados lira/i le i ros um dos quaes
he o cnsul d'aquolle Imperio para julga-
rom os seus nacionaes e nada iguala os
ultrages que sofTrem os negociantes e navios
do Brazil na Costa d'Afrca Tem-se-lhes
medido o numero de caadas d'agua conta-
do o numero de colheresque Ibes be permit-
lido ter a bordo sob pena de serem tratados
como piratas e negreiros. Alem d'isto Ibes
prohibido possuir especie alguma d'arma, nem
espingardas nem espadas nem pistollas ,
objectos considerados pelos cruzeiros como
instrumenlos de trafico.
r Esta probbigo acabava da causar urna
horrivel desgraga na passagem do navio Fran-
cevt. Acliando-se urna galera Brazleira pa-
ra fazer o alborque na Cabo Lakou em Gui-
vio-se assallada pelas canoas d'uma tri-
bu de negros ; o navio por falta d'armas para
se defender foi saqueado laucado costa
pelo-selvajjens e a equipagem levada para
o interior. All suecumbio toda excep-
co do capilo que pode ganhar Serra Leba ,
coberlo de foridas com um marinbeiro. P-
de-se fazer aflirmar estes factos no Havre c
ein Pariz e fcil tiraras consequencias
d Viles.
Honro-mc de contar-me no numero dos
conservadores dos amigos da monarqua e
da paz ; mas necessario entendermo-nos
sobre o que queremos conservar ; se he a
honra da nossa bandeira eo respeto dos
nossos direitos ou sao as invasbes leoninas
da Inglateira e os riscos d'uma guerra pr-
xima ?
Petitde Baroncourt .
( Le National. )
INCENDIO DE H.VMBURG0.
Le-se no Monileur os scguinles porme-
nores :
(i de Maio as 2 horas Quase que nao ba
esperanga de suspender o progresso do terri-
vel flagellu. Os habitantes refugianj-se em
chusmas nos arrebaldes com tudoque podem
carrogar. He um espectculo horrivel. Nao
tem havido porem desordem alguma nesta
destruigo de urna grande cidade.
Befere-se um facto grave que poderia ex-
plicar a rpida extenso do tlagello. Pensan-
do desemba raga rem-sc de materias que natu-
ralmente devio augmentar o incendio al-
guns habitantes langaram nos canos azeite ,
leos e espirites ; mas estes lquidos nllam-
mera-56 o acarretarab o incendio d'um quar-
teiro a oulrT), e quando menos se esperava ;
porque muit>s desles canos passo poi baxo
de casas de diversos quarteirbes da cidade e
nbeiro e livros do banco eto salvos. As
perdas sao enormes c julga-se qu> passarao
do lOOmilbbes. As com pan hias de seguro
nao podem resistir-Ibes ; muita genle licara
lodiizida miseria. Sabe Dos onde parar
o incendio ; cousa alguma indica n seu lim.
Grande numero de casas foi demolido para a-
lalhar o incendio ; mas nao se obteva o resnl
lado esperado. Nem carias se entregan,
nem jomaos apparecem tres typograpbias
foram destruidas.
dem, tarde Falla-se do i500casas
queimadas. Oscaiiosostabsfccos. As casas
derribadas de nada lem servido, leamos
as inos de Dos ; se 1 ceo nos nab enviar
soccorros nao vemos quaes sorab as parles
da cidade que poderao ser salvas.
0 incendio marcha em horroroso progres-
so : treze ras estao inteiramcnle destruidas ;
os homens estao" extenuados 5 lodos cuidam
soinenle em salvar-so : nab se procura ex-
tinguir nem atalharo fogo.
8 de Maio de manha -- Dura o incendio.
Perlo de 2000 casas pegaran logo. Alguns
inglezes tem sido maltratados em diversos
pontos da cidade por so haver espal.'iado o
boato de que operarios desta nar/10 que ha-
viam sido despedidos de urna fabrica onde 1ra-
balbavam tinham por vinganga posto logo a
esta fabrica c occasionado assim inmensos
desastres.
dem Outra carta A cidade est 0111
grande parle destruida ; T>0 4(1 mi! pessoas
estabsem azilo 5 falta o pao : a desorden: es-
t no seu auge 5 nao* ha mais polica. Al-
guns individuos entre elles operarios ingle-
zes suspeitos com rasAo ou sem olla de
haverem contribuido para ontrelor o fogo a
im de roubarom tem sido entortados pelo
povo qu esl em um estado do oxasperagao
impossivel de descrever. Chogou nesle ins-
tante um regiment do dragos Dinamar-
quez para ajudar a reslabelecer a ordem. A
esperanga momentnea de suspender o fogo
de novo se desvanecen ; o venlo tornou a mu-
dar. A inquietagao redobra continuamente ;
nunca se viu cousa igual. S rosta a desos-
peracao aos habilanles desla infeliz cidade.
dem De tarde-- As adegas do Banco ,
onde se acba o dinheiro foram ebeias de a-
goa. Lt ras tem sido abrazadas 4 mais
011 menos, as mais no todo, o grandes edi-
ficios entre elles a groja do S. Nicolao.
Le-se osta tarde (13 de Maio ) em um jor-
nal do Governo : Escrcvem dellamburgoa
7 de Maio:
O fogo t'm lem inteiramcnle destruido
mais do ler^o desta desgracada cidade. Os
mais b'llos quarteirbes, mais ricos e mais
populosos j nao existem. As grojas de S.
Nicolao e de S. Pedro o Senado todas as
casas que bordam o Alsterdo lado do anligo
Jungfersting a cadeia ixc. foram pieza tas
cbammss.
Foi com grandes esforcos e domoliiido al-
gumas casas que seconseguiu preservar de li-
ma ruina total u lado da baca do Alstcr,
chamado novo Jungfersting.
Os arredores da cidade atulbados de trastes
e de infelizos parecem um acampamento. As
pessoas mais ricas rerarnm-se para Aliona.
Ac bou-se esta cidade se a Providencia se
nao apiadar dola. Os soccorros que ebegam
do Hanovre o Holstein alliviam os trabalha-
dores exhaustos de forgas ; mas pouco ell'eilo
produzem porque mal he comprimido o Pe-
go de um lado, jdeoutro apparece mais
violento.
As 5 horas da tarde Vm rijo sudoeste ,
que so levantou a algumas horas deo nova
actividad ao incendio.
Diz-se que os mdfeHoresse lem aproveita-
do da dosordem para langarem fogo nos quar-
teiroes que anda estavam isentos. Lma par-
te da plebe entregou-se a bebedeira. Te
havido algumas prisOes.
A noile ser terrivel a julgal-a pela 11-
tensidade actual do fogo que devora ras in-
teiras ao mesmo tempo.
(Le National.)
KRANgA.
Pars 8 de Maio.
Um aconlecimcnto espantoso derramou bo-
je a consternagao nos suburbios de Saint-Ger-
main e Saint-Jacques. Soubi-se pelas 7 bo-
las que acabava de ter lugar um accidente
horrivel no caminho de ferro da margem es-
querda. Boatos talvez exagerados equasi
lodos mu difiranles mo nos permittem ex-
plicarmo-nos sobre a causa e extenso d'osla
desgraga. Todava eis-aqui o que no meio
de mil detalbes afllictivos temos colindo de
testemunhaa oculares:
A conduego que vollava de Yersalhes, pe-
las seis horas, tinba ebegado sem estorvo
entro Y'oIIm e Bcllevue quando do repente
piraran as duas locomotivas. A rapidez do
inovimonto impollio as duas prirneiras cario-
cas que se orgiiorAo do chao e forao Cava'j.
gare quebrar as chamiris das locomotivas,
lisiascarrogas iiillammarao-selogo, aque so se-
gi:ia, foi immediatamente derribada,edspeda-
gada: asduas primeirasnao IbrmarAo logo mais
doq'uin nionlao do fragmentos. Oquchouve
do mais horrivel, foi que os infelizes viajantes
que nao l'oriio morios pelo abalo foro devo-
rados pelo incendio sem que tinba sido
possivel pr-'star-lhes socorio algum ; e era
um espectculo medonbo o ver estos restos
humanos calcinados aos trez qnarlos, sem
terem mais Ibrina tirados nn; aps d'oulro
d'estas cariocas quase inteianiente consumi-
das.
Fallava-se em *00 pessoas niortas ou feri-
das : oulros diziao que o numero das victi-
mas nao passarao de 0 a 100. No momen-
to em quo se acodio queflea lugares 'ara
procurar descobrir a causa do accidente as
duas locomotivas eslavao urna sobre a outra
em meio-arco, o tender d'uma d'ellas tinha
volteado e achava-se do lado opposlo ; um
p.iuco a par eslava nina car roca meia quei-
iiioda e doilada de ilharga ; mais algum
tanto distante estavo os trilitos corlados
ou enterrados O esliendo que precc-
deo ao accidente nao foi oda detunagao
que faz urna caldeira que arrbenla ; o mes-
mo corpo das locomotivas nao apresentava
vestigios d'uma fractura violenta ; e o que
mais fazia admirar ora que a guarita do
guarda que eslava a par, licou arrombada
como pelo efleito d'uma exploso.
Um immenso concurso foi attrabidoao the-
alro d'aquella scci'a horrivel : o transporte
que parta do ariz foi obrigado a doler-
se : os viajantes que livoro a frlicidade de
ficar intactos voltaro a p e Irouxerao
para a capital esta noticia que faz esta tarde
objecto d'uma aligao universal. Urna gran-
dissma qiianlidadede feridos foi transporta-
da aos hospilaes.
(Lo National. )
IiNTI-lilOU.
A DISSOLICA0 UA CMARA.
Arl. IV.
A queslo da dssolugo da cmara disse-
mosemoarligo antecedente, nao de di-
reito mas de fado, isto nenhuma duvi'a
pode haver a respeto da sua legalidade ; l.,
porque da allribuigo do poder moderador
dissolvor a cmara 5 2., porque as irregu-
laridades das eleicbes davao a esse poder o di-
reilo de langar mao dossa medida para cohibir
os desmandos do parlamento. 0 nico ponto
pois que podo ser contestado o fundamento
dodecrelo as nullidadcs das eleicoos.
Ero ou nao millas as eleigoes de I8i0 i1
Lis o ponto da questao.
Para resolvermos alirmativamenle a ques-
tao proposta continuaremos a provar com do-
cumentes irrecusaveis que na maior parte das
provincias do imperio as eleigbes de 1840 fo-
ro antes o resultado da fraude eda violencia
que da espontancidade das consciencias. A'
vista do quadro que vamos tragando o leilor
poderia julgar por si e deduzir a synlhese
dos factos qfle forein apresenlados. Passemas
s eleicbes na provincia de Minas Geracs.
IVincipiaremos polo municipio de Bacpen-
dy um daquellesem que mais se palentcou
o principio brutal proclamado pelos trium-
pliadores de julbo ; vencer a todo ocusto.
Formada a mesa parochial na freguezia da
villa suscilou-se questao cerca do recebi-
menlo das listas de um volanle e bavendo
empale na votagao o juiz de paz presidente
dosempatou com o vol de qualidado em virlu-
de de insliu&es especiaes que recebera do
presidente da provincia. No da seguinle .
vendo o paroci.oe mais dous membrdS da me-
sa os abusos que necessariamente dimanario
de um tal principio por isso que o juiz de
paz armado do voto de qualidade e ajudado
por dous dos membros da mesa creaturas suas,
aceitara s as lisias dos volantes do seu credo
poltico, nao quizero reun r-se nem opa-
rocho nomoar um sacerdote que fizesse as a-uas
ve/es. A' vista desles successos o ju.z de
paz oficiou aos membros dissidentes e Ib'*' fi '
respondido que passavao a representar ao mi-
nistro do imperio como com effeito reprc-
sentrao em requermento que subi pre-
senta do dilo ministro uo dia 2o de novembro.
Km laes circunstancias tomou o juiz de paz
a resolugao de propbr a asscmbla parochial
outras pessoas que supprissem a falta do se-
cretario escrutador ausentes, e sendo ap-
J^


TT
o
a a proposta, conlinuroos Irabalhoslora recusava hstas porque os nomes dos vo-
les. Ateim organisada amesa envi-tanies nao eslavo nos editaos que svvirao
provad
deitoraes
ou ao ministro do imperio un officio rom da-
la de 5 de novembro de 1810 dando parti-
do occorrido e S. Ex. houve por bem ap-
provar o procedime uto da mesa por aviso d<
10 do mesmome/, eassim se Iberio aselei-
i cs sem assistencia do parodio com mani-
IfSta violado das instruccoes de 20 de marco
de !8ft!.
No requerimenlo apresenlado pelos diss-
dentes ao governo se mostra a razo porque el-
los dcsamparrao a mesa o foi a recusa de
lisias s pelo fado de pertencerem ao lado da
opposicAo a repulsa dos expedientes lemhra-
ilos para que houvosse conciliacto. Ahm dis-
to apparecero outras oceurrencias maja gra-
ves aquecumpre attender. Ojuiz de paz
havia anticipadamente requerido ao presi-
dente da provincia una cousideravel Corea de
permanentes oque nao tendooblido re-
quereu ao coronel chele de legio da villa .
entrega de todas as armas da guarda nacio-
nal ; o que tambem nao conseguio. Nao po-
dendo contar com este apoio, o partido en-
tilo ministerial vendo-se em minora tr-
tou de vencer pela violencia. Assim, na ves-
pera das eleicos apparecero na villa bomens
desconhecidos indigitados como destemidos
ecapazes de praticarem qualquer violencia ,
incutindo o terror por toda a parte e repol-
lado com sua presenea e ameacas os ci-
dados pacilicos que io votar. Anda assim
foi preciso recorrer fraude ,< de modo que
votro menores de 88 annos sem as habli-
taces da lei. Africanos livres das fazendas
e pessoas miseraveis. Inicuamente votado
aos interesses ministerias o juiz de paz che-
gou a ponto de nao mandar prender indivi-
duos que se aprsenla vil mesa armados a
pretexto de que nao havia denuncia contra el-
les como se isso lora necessario para ser pre-
so um criminoso em flagrante. A1 vista de
taes escndalos o digno parodio e maisdous
membros da mesa preferirlo retirarem-sea
serem cmplices de taes altentndos.
Em Pouso Alegre uccorrero outros que taes
disturbios. Da representado dirigida pela
mesa ao governo com dala de lo denovem-
bro de 1810 se collige que accordro os
membros da mesa em aumittir toda a lista so-
bre cuja votadobouvesseempate, e assim su
procedeu no primeiro dia: no seguinte porcm
ojuiz de paz nao quiz estar pelo primeiro ac-
cjrdo e assumio o voto de qualidade. Dahi
reuhida discusso entre os membros da mesa,
querendo uns que se seguisse oque eslava d -
terminado do principio e outros que so esti-
vesse pelaopinio do juiz de paz. Empatada
a deetso desla queslo prejudicial, foi sub-
mettida por intermedio do presidente ao mi-
nistro do imperio que sanecionou o proce-
dimenlo do juiz de paz
A' vista dos escndalos eommettidos as e-
leicoes muilos dos moradores da freguezia
do Carino representro assembla gera! ,
allegando a m fe com que foro Iludidos na
formaco da mesa. Sendo a maioria desla
freguezia infensa administrado de julho e
contando infallivel a victoria as eleices, en-
tendeu quedevia ser generosa para com os
seus antagonistas e assim adoptou para for-
maren) parte da mesa pessoas inteiramente
voladas ao partido ministerial. Mas para lo-
go vio o engao em que tinha cahido por-
quanlo o juiz de paz apresentou-se armado do
voto de qualidade e assim fez com queso
coinmettessem osmais escandolosos abusos. As
listas ero primeiro examinadas antes de se
julgar da capacdade do volante, de modo que
s i ero aceitas aquellas cujos candidatos ero
ministeriaes. Alm disto, introduzirio-se
cit-coonta a sessenta listas falsas na urna.
Em Tamandu houve verdadeira anarehia :
os nimos se exasperrao com as violencias e
fraudes dos ebefesdo partido ministerial, que
eai minora quera por fore.a vencer a todo o
custo. Nao podendo alcancar a victoria como
pretendio baralhro ludo a ponto de nao
se poder proceder as eleiges. O nobremi-
nslrodo imperio por aviso de 19 de feve-
reiro de 1841 approvou, como era de crr,
a suspenso das eleices.
No Serr quasi que se reproduziro as mes-
mas scenas que presenciou a capital do impe-
rio. Tambem aquella cidade teve o seu di-
rector das eleices lo ousado e destemido co-
mo o do Rio de Janeiro. Nao querendo os ci-
dados presentes approvar a nomeaco para a
mesa de pessoas pertencantes ao pactido mi-
nisterid, que se conservava em diminuliss-
nia minoria a guarda policial invadi o tem-
plo de espadas desembainliadas e baionetr.s
aludas, e impz aos cidados reunidos os
nomes do partido ministerial lembrados pelo
juiz de paz. Composta amesa por esta ma-
ncha, praticou (oda a especie de Ilegalidades;
para a elcieo dos veroadores ora aceitava
outras que estavo nas mesmas circunstancias
ior serem remettidas polos juizes de paz de
tamb e S. Conealo. Mullas listas ero re-
pellidas s porque a maioria 'la mesa nao oo-
nhecia os volantes. N'.io contente* o.nn osles
altentados, os membros da f.i.c'io trininphati-
te custa das espadas o baionetas noiiu'- j
ro sem consultar a assembla parochi.d -ni i
tros membros que substituissen, aquellos q:i j
se relirro por nao serem cmplices de taa
asquerosas atrocidades. O escndalo anda
Coi a ni8s ojuiz de paz nomoou um sacer-
dote sem nenhuma delegaco para fazer as
vezes do parodio !
Como nao vencer commetlcndo ta-s indig-
nidades prosliluindo por tal maneira a ma-
gostado dos templos e das lcis i'
Na Campanlia iguaes scenas se reprodu-
ziro. Homens armados pertenfriiiles a urna
das capdlas filiaos, ontrro na cidade na ves-
pera das eleices depois decommelterem os
maiores altentados pelo caminbo a ponto de
ferirem um cidado ? porque nao quiz vo-
tar na chapa ministerial. Esse grupo com
pareccu na Igreja no dia das eleices ; mas ,
apezar disso deu-so comeco aos trabalbos e-
leiloraes. Ao receber as listas dos outros dis-
Iriclos ojuiz de paz notou queestavo hor-
rivelmente augmentadas e por isso as recn-
sou recober propondo um expediente que
n3o Coi adoptado. Dahi questoes violentas, a
irrilagodos nimos de modo que para evi-
tar o emprego dos sicarios, ojuiz vio-se obri-
ffalo a suspender as eleices. Por aviso de
20 de novembro de 180 o ministro do im-
perio reprovou o procedimentodo juiz de paz.
sem duvida por nao ser governista.
Tambem na cidade Diamantina Coro adia^
das as eleices eemMarianna, segundse
veda representadlo da assembla provincial ,
as eleices Coro annulladas pelo presidente ,
a pretexto de serom presididas por juiz com -
ptente ; entrelanto que as do Serr fcitas
por urna mesa nulla, sem assistencia do pa-
rodio tivero sorte muito diversa
Appensa mesma representadlo da assem-
bla provincial exist oulra do grande nume-
ro de cidados da froguezia da Ponte Nova,
queixando-se das atrocidades ali praticadas.
O juiz de paz e vgaro ero irmos e eslavas
mancomunados ; impuzero assembla pa-
rochial os secretarios e escrutadores que jul-
gro mais decididos no seu partido. Debal-
de cento e sessenta opposicionistas os regeita-
vfio contra a opnio de uns trinta ministera-
listas quando muito: o juiz de paz c o viga-
rio declararlo approvada a mesa. Os opposi
cionistaslembraro o arbitrio que em taes ca-
sos se toma que contar os votos de um e
do outro lado e nao Coro attendidos. A
nica resposla que tivero Coi o emprego da
forca armada. O destacamento que o presi-
dente havia mandado para aquella parocliia
carregou as armas e dispoz-se a invadir o
templo. O offieial do destacamento entrou e
Cez retirar um alteres, Joo Chrysostomo, que
orava propugnando pelos direilos de tantos ci-
dados apresentando-lhe um papel fechado
que se suppz ser ordem de priso mandada
pelo presidente no caso de que insistisse na
sua opposieo.
Em presenea destes factosos representantes
retirro-se Picando enlo o partido minis-
terial senhor da urna que vergon liosa mente
encheu de cdulas de cativos menores, men-
digos e al de estrangeiros.
Nao foro os abusos que vo referidos os l-
meos eommettidos pelogoveriioooseimolento
partido na provincia de Minas, para triumph'ir
nas eleices Numero avultado deofficiaes da
guarda nacional foro demittidos ; muilos ju-
izes de paz foro de proposito suspensos ; sem
utilidade publica se erero dez collegios ele-
toraes e o numero dos eleitores foi escanda-
losamente augmentado !
Como nao vencer desta maneira i' O aug-
mento de quatrocentos e tantos eleitores e a
violencia eis as duas causas principaes da
vidoria do governo de julho, na provincia do
Minas Geraes.
Asquerosa victoria 1 S.
( J. do Com. )
A' PKDIDO.
Illm. Sr.Temos prezente o seu oflicio
dactado de 59 de Abril prximo pretrito ,
em que nos communica que se demiltirado
emprego de thezoureiro da lotera a favor da
obra desla Igreja de N. S. do Rozaro da Boa-
vista. Extranhos inleiranieute a cauza Ueste
inesperado proccdimonlo de V. S. c chcios
d'extremo des.ra/cr pela conviego de que
foi voluntaria : saudozamento Ihe agradece-
mos nao s o zelo actividade e satisfago
com quo dezempenhou as Cuncges do di lo
emprego, como a particular altengo com
que sompre nos traetou.
Dos Guarde a V. S. Consistorio em
meza 4 de Maio do 182.
Illm. Sr Molino Joze Correia d'Almeda. |
Romualdo Antonio do Sacramento, juu = ;
Ladislao Cotutantino Alves doNascmenlo ,,
scrivo -= Braz Ramos Chaves mezario = '
\ulonio Kerreira da llora = Joo Fel's dos|
^i azeres = Joze Francisco Cabral = Bene-
dicto Gomes d'Oliveira= Joo do Monte de
Jvjzos = Joze Pedro de Santa Anna procu-
rador = Domingos do Sacramento = Lliiz
Joze da Cosa = Francisco Lourenco = The-
moli da Silva = Geraldo Franklin do Mel-
lo = Pedro Gongalves de Sania Anua =Fran-
ciscodas Cliagas Ramos procurador = Pe-
dro Clemente Correia procurador do patri-
monio Narcizo Lopes da Prociiincu'a.
EDITA L.
O Illm. Sr. Inspector da Thesonraria desta
Provincia om cuni|>riinento da ordem do Tri-
buna! do Thesnuro publico Nacional de 7 do
Marco prximo rindo manda f.ucr publico o
\rt 20 da Le de 30 de novembro do anuo
passado e os capitulo* 209 c 210 d<> regimen-
t da faienda abaixo transcriptos. Secreta
ra da Tlics.mraria de Fazenda de Poi'namhucn
S de Abril de 1842:
Joaquim Francisco Bastos,
Ocial Maior.
Art 20 da Lei de 50 de Novembro de 18ti
Do I.3 de anciro de 1S4-1 om diento nao
ter mai* lugar inscripgan aljjuma de divida
p;issiva liiclunnte mandada fundar pola lei
do l de novembro' de 1827 a eveepcao da
quellas que nessa poca so ach.irciu cm liqui-
dago ou pendercra de pruvesso judicial ti
cando interinamcnle prescriptas, e perdido
para or credore* o direito de lequerorem a l-
quidacao o pagamento dclla Da nemn da-
ta cm diaute ficio cm vigor os capitulo 2l)ff,
e 210 do regiment da (alenda assim polo qne
respeita a divida passiva posterior ao atino de
1826 existente at boje e a divida futura ,
como pelo que. respeita a toda a divida activa
da nnc.ao. O governo dar toda o pul licid.ide
disposigo (leste artigo, c dos referido ; en
plelos.
Capitulo 209.
Que passaudo cinco annos as partes qui-
nches nao eequererem as dividas, quo
Ibes Elrei dever, perco seu direito.
Por quantn al agora ni no*sa faienda mni
tas veius aconteca alunas pessoas deixarcm
em alguna anuos de tirar e requerer sua* ten
cas as8cntamintos corrigimentos e man
tmenlos, que denos bavio de ha ver e so
dSo ordenadamente cada anno na dita nossa
fazenda por nossos Ufticiacs quando pelas
partes s:lo requeridos ; c quando vinbo pedir
scus despachos era fadiga c trnbalhns bus
narcni so livros 0 registo* dos jnnos passad para ver so os linbo tirado ou nao c nindn
sobre isso se recrescio outras duvidas que
umitas vezes os taes dinlieiros Ibes ero tirados,
ou passados ou por outros respeites e justos
impedimentos tirados porque os nao devian
liaver, ou por nosso mandado ou por satis
fagas ou por erros ou trocas ou outras
coiuas ; e quando isto depois se requera em
nossa fazenda nossos Ofieacs nao ero em
lembranca das taes cauzas por se nao esoreve-
rom algumas vetea ou se errarem os ttulos
dcllea nos registos e umitas vezes acontecia
de Ihcs serem despachados e irem duplicados
os ditos dinbeiros o pagos duas vezes e as
sim os donos ou scus berdeiros c outras al-
gumas pessoas estarem sobre isso om grandes
debates o duvidas nao sabendo qne os ti
nhao j assim havidos ou assim mesmo se Ihe
nao despachavao sempre lieavao em duvida se
verdaderamente Ih'oa dcviaiv, nu n.*io ; oque
pela quantia dos anuos e mudanens de nossos
OfBoaes c grande negocio de nossa fazenda
a verdade verdadeiraii.ente scn.'io podia saber: e
querendo nos a isso nrover determinamos ,
queremos e madamns que daqui cm diaute
qualquer pessoa de qualquer sorte c qualida
de que for que dentro de cinco annos nao ti
rar ou requerer as cartas e desembargos
dos ditos despachos cima declarados dahi
em dianto nao Ihcs sojo mais dados era se
jo as partes sobre isso mais ou vid is. Outro
sim pelo dito modo mandamos que a dita ma
neira se tenha em todas as dividas qne nos de
vamos a que sejamos obrigados de nossa fa
tenda assim por nossa8 cartas al varaos, de
sembargos certidocs e lembrancas c dos
redores de nossa fazenda o contadores que
fiara isso nosso poder tiverem como quaos-
quer outras obrigages de maneira que den-
tro dos ditos cinco annos bajo disso despa-
cho ou se mostr como as taes dividas reque
rero na dita nossa fazenda e houverao dos
ditos nossos vedores certidao nas eostas de seus
despachos como se Ihes nao podero pagar ,
porque do dia que tal certidao for posta trao
lugar para outros cinco anuos poderem reque-
rer e havrrem seus pagamentos assim de
cinco em cinco annos quaudo fossem taes as
dividas que por alguns respeitos se nc po-
dessem pagar no dito tempo : e quera assim
o nao fizer queremos que dahi em di-
ante assim mesmo no seja mais ouvido nem
conhecido de tal divida ; porque por boa orde-
nacflo o regiment de nossa fazenda e por
evitarem duvidas bavemos por bem qwe se fa-
ca assim : salvo quando a parle mostrar tal
cauza, por onde se mostr no dito tempo nin
poder por si, ou por outrem requerer nem ha-
vc-r certidao cima conteuda.
Capitulo 210.
Do tempo que so podem demandar asdi-
vidas do Flrc.
Mandamos, que por nossas dividas se n3o fa-
ga penlnira iicni execucao nem outro algnni
cuiislrangimeiito depois do serem passados qua-
renta annos salvo se por nossa parte e em
notan no me for allegado e pro vado que foi
l'cita inteiTiipgo que l'or.'io estas dividas po-
didas un ti dovedores peuhorados houve<
ron de nos ospago ou por nutra senicihanto
maneira : e do tempo da inlorrupco nao forera
ai oda passados os quarenta anuos
DFCLABACA O.
t2?" Ilojn lio arremataco de urna caixa do
assuear branco na Mesa do Consulado.
THEATRO DE TARDE.
A's i horas em ponto Da de S. Joo '
grande Kxpoctaculo posto do reprcseiilaco de Brlela em msica.
Bancas e Cantonas = Entrada geral 500
res.
CO.MMKRCIO.
ALFANDEGA,
Rendimenlododa2l de Junho 4:5o94i580
UKSCAItKEGA II0JE 22 DE JIMIO.
Barca Francesa = Casimir de Lavigne =
Huma alvarenga com ferragens esti-
vas drogas e batatas.
Briguc Americano = Poultney = Huma al-
varenga farinhade trigo.
Sumaca Brasilera = Boni Successo = Hu-
ma lancha com amendoas um cai-
xote com ceras em vellas e um dito
com ntiudcsas.
MOV MENT DO PORTt.
NAVIO ENTRADO NO DIA 21.
As 5 05ilias, Brigue Escuna Brasileiro S.
Joze de 148 lonel. Cap. Joze Rodrigues
Freir equp. 10 carga sal e mais gene-
neros: a Dellino Gonsalves Percira Lima.
I'ai aliilia
SAII11)0 NO MESMO DIA.
Iliate Brasileiro Especulador, Cap.
Bernardo de Soiiza ; passageiro portuguez
Joze Antonio d Souza Machado.
AVISOS M ARIT 1MOS.
C3- Para o Cear ato o fim do corren le mez
segu viasem o Patacho Nacional Laurenlina ,
Capilo Antonio Germano das Neves ; quem
no mesmo quiser carregar ou ir de passagem
dirija-se ao seu propietario Lourenco Joze
das Neves na ra da Cruz n. 52 ao
Capilo.
c*" Para o Rio de Janeiro partir com
brevtdade o Brigue Ten tacto de superior
marcha e com modos para passageiros ; os
pretenden tea para carga e o mais que seibo
oHerecor cntendo-se com Firmino Joze Fe-
lis da Boza na ruada Moeda n. 1|0.
tsr Para Lisboa o Patacho Portuguez Pa-
quete da Terceira ; quem quiser carregar cu
ir de passagem dirija-se ao Capito Augusto
Anlonio do Cotilo na praca doCommercio, ou
ao consignatario Thomaz de AquinoFonseca
na ma Nova D. 22.
tsr Para Lisboa segu viagem no dia 24
do correntio Brigue Porluguez Allricauo ,
recebo passageiros ; traanse com o Capilo
ou com o consignatario Thomaz de Aquino
Fonseta na ra Nova D. 22.
LE I LOES.
tsr Hoje as 10 horas he oleilo de fazen-
das de James Crablree A Companhia.
tsr Hoje 22 do correte haver leilo no
armazem do moleta por con la de quem
pertencer de 55 barriscom mtnteiga viu-
dos do Havre deGrace na Barca Camelia.
Em presensa de um Delegad*? de S. M.


X
4
F. e or copla de quem proleneer, oCor-
rolor Oliveira far* l.oilo sabbado23 do cor-
ren le as 11 horas da manhii ein ponto, na
prenca do Mendunca no Forte do .Mallos .
ile todo o cobre vellio da Barca Portugiieza
Real Principo D. l'edro, cliegada este porto
com arrutada toreada na sua actual viajen)
do Moeamlmiue com deslino a Boston nos
Estados I nidos.
cy Guimaraes Fer reir faz leilao de urna
partida de vinagre hranco edi pipas e qoar-
lolas, em lotes a volitado dos arroma Untes ;
Quinta feira 2o do frrente as 10 horas da
man ha no arniizem do Sr. Cnnha no (orle do
Maltos.
jy O Ci rrector Oliveira fara leilO de nina
comph'la mol) lia de casa entrando louoa ,
vidros e muitosoutros ohjectos de adornos:
Quinta feira 25 do corrente as 10 horas da
nianh oni ponto, no secundo andar da ca-
sa de.l. O. Elstcr ra do Vicario.
A V I SOS DI VERSOS.
tsr Sabio o N. 21 do Carapuceiro tra
ciando de assuinpto niui serio e inleressan"
te. Moslra a necesstdado de lazennos guer"
ra iniplacavel a polilica Ulglcza que coi.se"
vandoem suasposscssQesda India milharesde
cscravos braueos (|iier a todo o custo 6 de
repente soh cor de philantropia extinguir a
osera varia negra do Brasil a lim de dar cabo
da nossa agricultura. Tambera faz ver o
nenhum fundamento com (pie arteiramen-
te pretendem os- desordeiros aligar de novo a
rivalidade contra os nossos roncidadaos nasci-
dos ern Portugal : vende-se na praca da In-
dependencia loja de livros n. .~>7 o 58.
tST Os propietarios das duas casas cabi-
das na ra dos Martirios quelrSo annunciar
snas inoradas ou dirijao-se a praca da In-
dependencia loja de livrosn 57 e 58 para Ira-
lar da divisio do material.
t5W O snr. que annunciou querer com-
prar un relojo de ouro sendo que ainda
quena un com urna corrente pequea lam-
bem de ouro : dirije-se a ra do Torres no
Recife casa confronle ao oitaodo snr. Joo
Pinto de I.emos da quina do beco pri-
meiro andar.
tsr AUuga-se o segundo e terceiro andar
da casa I). Stf, na na da Cruz : no primeiro
andar da mesma casa.
I2T Aluga-se nina preta que sabu fazer
todo o servico de nina casa e vender na ra:
quem a perlender dirija-se ao sobrado do be-
co da viracho.
i.j- Joze Mendes de Frcitas subdito por-
tuguez rol ira-so para lora do Imperio.
tsr Joze Francisco Rozas retira-sc para
o Rio de Janeiro.
tsy Antonio Jo/e Ribeiro Nianna subdito
Porluguoz rctira-se para o Rio de Janeiro.
tsr* Precisa-sede 1>0>000 res a premio
por lempo de O me/es, dando-so urna boa
Urna, e lora de ouro e prata se far o
negocio que agradar; quem quiser annun-
eie.
O" Os Srs. assignanles du Universo Pit-
toresco podem irrecebero n.lOdo mesmo
Jornal, e levar 4#800 da assignalura deste
anuo : najrua da Cruz n. 22 em casa de Ma-
noel do Nasci ment Pereira.
ssr Roga-se ao Sr. Antonio Joze Rebello
Guimaraes que leve loja de encadernardor na
ra do Collegio o obsequio de annunciar a
sua morada que so Ihe doseja fallar.
tsr Precisa-se de um rapaz brasileiro ou
porluguoz para caixeiro de halco : na ra
da senzala velha I). 50.
tsr Qualquer Sr. Sacerdote tpie quiser ser-
vir de Capolan lora da praca queira cnten-
der-se com o morador do primeiro andar do
sobrado da travessa deS. Joze para a na de
Mauoel coco que he o nico dessa Iravcss.i .
o foi do fallec Jo Major Costa.
tsr Aluga-se o armazcm I), 1 da ra lar-
ga do Rozario : na botica de Bartholomeo
Ramos na mesma ra.
tsr Os credores da casa de Francisco Igna-
cio da Silva que ja tein legalisado as suas
contas coi rentes siio por osle indo avisados
que o primeiro dividendo esl ja promplo na
casado James Crabtree & -Conipanhia na na
da Cruz n. i." o os ditos convidao aos ines-
nios mandar em cari.' fechada aa quanliasdas
snas respectivas contas quanto antes o entre
os dias 2." o ."O do presente niez de Junbo vir
rece be r o rateio que ha de locar a cada um.
CJ* Precisa-se de urna rapaz portuguez
com pouco lempo de tena de 10a Mannos,
para caiveiro da venda ao entrar da ruado
Fagundes D. 1.
Fazem-se bo'os de hacia e pao de l
para encommendas lauto em porcao gran-
de como em pequea ludo muito beiu
feito, e a vontade dos pretendenles : na ra
da Cruz perto da Capella do Bom Jess n. 8
no segundo andar.
IMLUI.AS VKCETAE E UNIVKRS.VKS AMKUICVNVS.
Estas pilulas j be ni conhecidas pelas gran-
des curas que tem feito, nao requerom nem
diela e nem resguardo algum ; a sua com-
posieo tao simples que nao fazem mal a
mais lenra enanca : em lugar de debilitar ,
fortiico o systema purilico o sangue ,
augmento as secreces em geral: tomadas,
soja para molestia chroica ou somente co-
mo |iurgante suave; o melhor remedio qui-
te m apparecido, por nfto deixar o estomago
naquolle estado de constipado depoisde sua
operacao como (piase lodos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a tomar e nao
causarem incommodo nenhum. O nico de-
posito del las em casa de D. Knoth agen-
te do aulhor : na ra da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
sen receituario com o sello da casa em la-
cre prelo.
tsr O abaixo assignado subdito portuguez
retira-se para lora do Imperio e avisa ao
publico que deixa por sen bastante procura-
dor o seu sogro o Sr. Bento Joao Cordozo o
roga a seus llovedores queiro|ter a bondade
mandar-Ibes salisfazer suasdividasdoquelhes
licar obrigado.=Rodrigo da Costa Carvalho.
isr Ninguem faca negocio algum com Luiz
Francisco Correia Gomes de Almeida com
um sobrado sitio e casas terreas que ja es-
tilo hypothccadas e embargadas.
SSS" Precisa-sede 2 homens para assenta-
rem praca pelo lempo da lei em qualquer
dos corpos de linha des'ta provincia, e albe
mesmo no de artfices, se osle ullimo melhor
convier aos quaes se dar a gratificarlo que
se ajstar ; quem estiver neslas circunstan-
cias de acceitar esla proposla dirija-se a ra
da Cadeia do Recife D. 30 primeiro andar.
tsr Thomas Robertson, subdito ingloz re-
lira-se para lora do imperio.
tsr O Snr. Francisco Raimundo Salena
Sotiza e Abreu ou alguem por elle authori-
sado dirija-se a repartido do Correio a Joo
Dias Barboza Macudum para negocio de seu
inleresse ou annuncie sua morada.
tsr Joaquim Joze Lisboa de Oliveira re-
tira-se desla Provincia.
t*P No primeiro andar do sobrado da qui-
na da ra das Cruzes aonde se aprompto
bandejas de bolinhos e mais iguarias de do-
ces ; tambem se fazem bolas de S. JoAo, com
toda perfeico, enfeitadoscom allinim a
conlentodas pessoas que os ancomendarem.
tsr OSr. Lourcnco da Cosa Lourciro po-
de ir ou mandar buscar na ra dos Quarteis
I). ."> urna carta vinda de Lisboa com recomen-
daeao : na mesrna se vende bum t-xcellenle
escravo crelo mogo o bem robusto hbil
para lodo o servico c milito particular para
botica do que tem alguma pratica.
ts?" Joze Antonio Lourengo Joze Anto-
nio Bastos o Gregorio Anlunes de Oliveira ,
fazem sciente ao publico que ellos tem esla-
belecido urna loja de cambio na ra da Cadeia
do Recife n. 48 cujo estabelecimento prin-
cipiou o seu giro commercial no dia 20 do
crrente de baixo da lirma de Lourenco, Bas-
tos &Compantrta sendo caixa do estabeleci-
menlo o socio Gregorio Antunes de Oliveira.
t?" Christovo Diestol avisa ao publico que
(em liquidado a sua casa de cambio da ra da
Cadeia do Becife n. 48 o que se relira desle
negocio por ter cedido amigavelnoenfe este es-
tahelecimenlo em 18 do corrente aos Srs. Joze
Antonio Lou rengo Joze Antonio Bastos e
Gregorio Antunes do Oliveira e que se al-
guem se julgars u credor queira apresenlar
snas contas no praso de 8 dias para ser logo
einbolcado e as transac/ies em que o anmin-
ciante se acha responsavel com a sua firma
commercial pelo giro da sua casa de cambio
ora exlincta qiu-irao procurar os seus direi-
tos na casa do Sr. A. Schramm aonde se acha
resldlndo o annunciante.
tST Fazem-se bolos para S. Joo do to-
llas a? qnalidades por preco commodo : na
camboa do Carmo lado do jioente D. 7.
%SF" Perdeo-se no dia de Corpo de Dos ,
una toalha de esguio bordada toda a roda,
com bico de Hamburgo com o bordado ir ruo
do da li.alha : quem a achou leve a ra de
Hurtas D. 36 que ser recompensado com 20
patacas.
"compras.
tsr l'ma ou duas vareas de leite que este-
jao paridas de pouco e boa leiteiras : no de-
posito de assucar refinado da ra do Arago
cr Tartaruga em qualquer porcSo pen-
tos velhos e quebrados e lainbem so conser-
la loda Obradelartaru-'a por proco muito em
eonla : na ra do Aragio no deposito de a<-
sucar reunido.
tST Fin escravo de meia idade que sejn
fiel o nio sej vicioso o acostumado a todo
o serv(;o !c campo : na ra do Livramento
. 7.
tsy Fma secretaria em meio u/o : na na
da Florentina 0. lo.
^j- Fscravos de ambos os sexos do 14 a
20annos : na ra da Cruz ). to.
Y E N D A S .
O LIVIU) DOS DF.STINOS,
^ AiGMKimno i:ow 10 thkmas,
Fntrc os quaes se offerece aos vidos olhos
dos Candidatos prsenle legislatura o mai>
importante, o mais sublime, o mais Con-
veniente, o mais divino e, ao mesmo lem-
po o mais endiablado assurnpto Se ser
eleilo Depulado Esta interessante materia
lem sido a causa occasional do memorandas
incamisadas. Urnas roiibadas urnas em
procisso cacetadas lacadas, tiros, per-
das deoflicio descomposturas promessas ,
transaces arrependimeritos actos de con-
trico", lagrimas do sangue ludo linalmen-
le se ten visto por causa das elleicoes !
Pois eslo sanados todos estes males com n
apparico desle livro salutar e feiticeiro. O
que se adiar com barbas para dizor asneiras
no Congresso nao deve recorrer cabala e s
vias de facto ; recorra Sen hora D. Sibylla.
Seellalhedisser que sim v discancar ,e
rod mesmo despedir-so logo por osle Diario
de seus amigos e dar as devidas gracas aos
Eleitores porque infalivelmente o bao de
elleger. Mas. se a tal Senhora Ihe disser ,
que nao perca de lodo as esperances que
tal forquilha Ihe pregaro os partidos que
outro recurso Ihe nao reste que s<*r escrivo
de JJuz de Paz ou Commissario de quar-
teiro.
Ivste problema tambem interressa ao bello
sexo : pois segundo os mais abalizados po-
lticos o Brasil nao pude medrar se ter um
congresso de mulheres o que hem se pode
intender das profecas da Sibylla.
Compraeo livro, Frcguezes,
Qu' de valor sem segundo.
Podis por elle obter
Tudo o qu' til no mundo.
Vende-se na praca da Independencia loja de
livros n. 57 o 08 pelo barato proco de duas
patacas.
V.C7- Bragos de batanea grande : o oncha-
meis de 20 palmos por preco commodo : na
ra Nova loja d ferragens D. 10
ssy Por barato proco de 1:.'i00.) una mo-
rada de casa terrea na ruada Gloria D. 10 ,
com tres quarlos quintal murado cacimba
e em chaos proprios : a tratar no manguinho
vendado garapa.
tsy Farinha de mandioca de S. Catbarina,
de boa qualidade, a bordo do Patacho S. An-
tonio Triunfo fundiado na praia do Colegio,
a retalho e em porgos por prego commo-
do : a bordo ou na ra da Cadeia D. 21 ,
em casa de Amorim Irmos.
tsr L'ma venda com poucos fundos com
bastantes com modos no forte do Mallos D.
15 : a tratar na mesma.
CT Dousquartos um para sella o outro
para cangalha um pouco descarnados mas
muilo fortes, e nao sao velhos, por prego com-
modo : no atierro da Boa vista D. 10.
tsr Telhas em milbeiro a 57.> e a reta-
lho a 40 rs lijlos de alvenaria a 2o rs. ca-
da um caibros para cobertas de casas en-
chameise travs : no sitio que (can fundo
do tinado Monleiro.
**ssy A Iradngo do Mello Freir pelo Ba-
cbarel Manoel Correia Lima por S : em
Olinda na ra de S. Pedro novo casa terrea
em frente a Igreja.
t-y Por 10j o primeiro e segundo tomo
dos Excercicios Espirituaes : na entrada da
ra do Rangel D. O.
cr Duas canoss fechadas com mais de
00 palmos de comprido duas duzias de la-
hoado costado de amarello um quarlo mui-
to pinito novo ; e nina porgode caixas vasi-
M do Porto: na padaria de Joo Lopes de
Finia.
b l ma cscrava moga lava de varrella ,
cozinha o ordinario de urna casa e lem bom
leite : na praga da Independencia loja n. 1.
tsr Saeas de farinha de mandioca de su-
perior qualidade : no beco do Pcixe Frito
armazem do Arantes.
cr Chapeos pretos de massa francezes ,
modernos a ('<-400, riscasdos de quadro de
puro linho proprio para rudaques a 400 rs.
o covado e se d as amostras para os com-
pradores conhocereni a boa qualidade velu-
dos pelos a ;'>.>200 alem destas um comple-
to sortinieiito de fazendas |)or prego barato:
na ra do Queimado loja de T> portas I). I.
S3T Um sitio na estrada do Bozarinho com
baixa para capm e vaccas do leilo coni
bastantes arvoredos o casa de sobrado; una
cazirha pequea na ra da Alegria ; um es-
cravo de bonita figura mogo e de nage, pa-
ra lodo o sefvigo o he a trepador : na ra
da Conciicao da Boa vista caza de Rufino Go-
mes da Fonseoa.
tsr Gonima de araruta superior e nova ,
cliegada recentemento sag farinha de ta-
pioca manteiga a 800 e a 520 : na praga da
Boa vista venda I). 0.
%rf Vinagr muilo proprio para conservas,
em pipas e quartolas a 50* a pipa Cerveju
branca em barricas de \ duzias genebra su-
perior de Hollanda a 0^400 a frasqueira ,
charutos a 400 a caixinha : na ra da Cruz
I). 4.
tw Bombas de ferro para cacimba, folbas
de ferro, cartas portuguezas muito finas a
I,>o00 papi-l almago azul de superior quali-
dade a 5. a resma : na ra da Cruz D. GL
tsr Duas canoas abortas proprias para car-
regar lijlos ou enlulho por prego commodo
o faz-se todo o negocio com o comprador : na
ra nova da Florentina I). \7>.
*y Itlhclcs da Lotera
de Nossa Senhora do Hoza
rio da Boa vista cujas ro>
das eorrem iifaUveliuc,!i*
te a *27 do corrente : n< s
lugares do coslume.
1_J- Cacleias de l)alanco cjin assento A* pnll.i-
iiIi ecnc slo da mesma marqueza de condu-
r nielas de janlar camas le venlo com irn a
rao cadenas coin a>sentn de palliinlia americanas,
cama de vrnto muito heai ledas a kff oo dit-'S r.e
pinho a Sjjtico t pinlio da Suecia com 3 polcadas
de groMUra, dilo serrado ludo mais cm ron.a do
que em oulra paite ; na roa da l-'loientina em caa
de J. Zi'tr t'ger.
E S C B A V 0 S FGIDOS.
i_7* Fugio na larde de 18 do corrente Ju-
nbo urna preta de nome Domingas, mc,ao ca-
cange com os signaos segimites : estatura
baixa grossa do corpo, vagarosa no andar ,
fula, tendo patento unas sicatrizes no pes-
coceo de alporcas, roslo redondo nariz da-
lo 5 vestida de saia preta de lila vestido
branco com llores azuos, e pao da cosa :
roga-se por lano as Anlhoiidades que a en-
contrando a apivhendao.
tT Ainda estilo fgidos o molalo acabeeo-
lado Apolinario e o negro Joze annunciados
nos Diarios de 2 o '20 do corrente pertencen-
tes ditos escravos ao morador da casa I). 02
da ra da cadeia vtlhi ; e pela aprehensfio de
cada um a" el les se d lOOj rs. de gralili-
caQio.
ssy Ainda est fgida a negra Caelana ,
annunciada no Diario de 20 do corrente do
morador do sitio do Mosquita nos Afilelos o
da casa D. 58 da ra d'uguas verdes.
tsr No dia 12 do corrente mez se ausen-
tou um negro de nome Agoslinbo nago an-
gola representa ter 40 anuos pouco mais" ou
menos, coin os signaes seguinles : estatura
alta seco do corpo nina eoroa na cabera ,
de carregar quebrado na verillia pos gran-
des com os dedos cavalgudos sobre os oulros ;
levou vestido camisa c caigas deestoupa um
colele preto, andava vendendo frutas, e
qiiartinhas, em um taboleiro grande : pede-
se a quem delle liver noticia o poder pren-
der e lser conduzir a casa de sen snr. An-
tonio Fernandos do Azevedo no seu silio na
estrada do Hospicio que vai para Santo Ama-
ro passando o quartol ; cujo sitio he mura-
do o a casa he dentro do sitio que ser re-
compensado.
tsw No dia 14 de Maio p. p. fugio um
escravo de nome Antonio naciio congo ,
idade 50 a 40 anuos, baixo, cheio do corpo,
rosto redondo pouea barba cabello gran-
de pe curto, e o esquerdo largo, temo
dedo grande um tanto borlo; levou toda a
roupa com sigo; e j foi do sertao de Piauhy :
pede-se a lodas as aulhoridades policiaes e ca-
pilaes de campos que o apreendo e lvem-o
ao seu snr. Francisco Joze da Silva Mayor na
ra da IVnha I). 12, que serO generosamen-
te recompens dos.
tsr Ainda est fugido o escravo Gongalo .
annunciado no I iario de hontem e que deve
ser entregue a Joze Francisco l'ereira da Silva
junio Cadeia 1). 2.
RECIFE N A TYl\ DE M. F. DE F. =1842
/
1


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