Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04680


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Full Text
Auno de 1842.
Ter$a Feira 21
Tudo aROra depende de nos mesmos ; <1 nossa prudencia moderac.o aaaCrga : eon-
n.ai-nos como principiamos e aeremos apoulados rom admiraco 'entre as Nanas mais
mita. (Proclaniaaao da Asae'mbla Geral do rrar.il.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
GffttMi 1'araiL e Kio grande do Norte secundas a senas feiraa.
Ilmiilo 5 (iaraulur.1 a '. Caito Sr''"l'" Kio l'urmoio Porlo Cairo Macei Alagoaa no 1. 4if
Pajea 43. Sanio Anto quintas feiras. Oliada todos as das.
DAS DA SEMANA.
9 Se{. a. Srario P. M. Clianc. Aud. do J. de D. da 2. .
21 filf. a. Loii Goniaa. Re. A mi do J. de D. da i. y.
22 Qi>rt. a. Paulino II Aud. do J. de D. da 3. r.
2J Q.iul. jejum Jo"ia Sacerdote. And do juii de D. da 2. v.
ti ?. .a Naaeimemto de a. Joo Baptiata
2) SjI). a. f.uilhe me Ab. Re. And. do J. da D. da 3. r.
22 I).m. A Torera de N. Snra.
de Junlio.
Anuo XVIII N. 131.
O Diario publica se todos os das que nao forem Santificados : o prec da aasiRoalura te
de tres mil res por qNattei Bago* adinnlados. Os annuiuioa dos asaigiiantes ajo inserido
i.ilis e os dos qua/O n'io forem rai;"io de SO reis por lii.lia. As reclamarles derem ser
dirigidas a esta Typogrsfi.i run das Crutee I). 3, ou a prara da Independencia loja de Iitioi
Numero 37 e 3S.
CAMBIOS no da 20 de jimio.
Cambio aohre Londres 27 d. p. 41)
Paria 350 reis p. franco.
. a .isboa 9d por 100 de pr.
Moeda'la cobre 4 por 400 de descont.
dem de letras de boas firmas le a 4 e f.
DesconU.de billa, da Alfand-ja 1 p'.r 400
ao mei.
Olll
compra venda.
Moeda d 6.400 V. l,700
a N. I>,5J
a de 4,000 S.C00
Prata PaiaoSai 4,8'fl
u I'rini ('olumnaraa 1,820
ii dito Mexicanea 4.S20
ii miuda 4 ,t*f)r)
45.000
45,700
S.800
4..H40
4 ..S
4.40
4,620
Premun- to din 21 deJunho.
4. a 2 huras t .>' m. da mauh.l.
2. a 3 horas e iS m. da tarde.
MIASES DA I.UA NO MEZ 1>E JDNIIO.
Quarl. min<. a 4 a 4 Loras e 32 m. da manh.
la Nora a S-- s 7 horas e 55 na. da tsrd.
Quart. cresc. a 45 ka 2 horas e SI m da tard.
La cheia a 22- As 7 horas t 2 m. da tard.
m
DI A Ii IO > PER MAM BIIC O.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA FASENDA.
DECRETO N. I.')) DIC 28 DE ABRIL DE 1842.
Dando regulamenlo para a arrecadato da
Y-X. de herancas e legados.
Temi ouv'nlo o parecer da secgu de fasen-
da do meu conselho de estado hei por bom
que se execule o regulamenlo que com este
baixa assignado pelo visconde de brante ,
do meu conselho senador do imperio mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da
fasenda o presidente do tribunal do thesouro
publico nacional. 0 mesmo ministro o tenha
assim entendido e faga executar com os des-
pachos necessarios. Palacio do Rio de Janei-
ro em 28 de Abril do 18i2 vigsimo pri-
meiro da independencia e do imperio.Com
a rubricada S. M. o Imperador.FUcende
de Airantes.
Regulamento para a arrecadaeo da taxa
de herancas e legados em co/ifrmi-
ade do artigo 17 da lei de 50 de no-
vembro de 1841 n. 243.
Arl. 1. Todas as herancas, ou sejao de
testamento ou ab-intestato no municipio
ja corte, cujas herdeiros e legatarios liverem
de pagar taxa sarao arrecadadas inventa-
riadas, avalladas e partilhadas com audi-
encia lio procurador da fasenda do juizo dos
feitos d'ella.
.Art. 2. O procurador da fasenda por si .
e pelo sollieitador a que dar as intruegoes
necessarias assistir a lodos os actos da ai -
recadoslo e inventario para fsedisar aexac-
tido da descripgo fi avaliago dos bens das
declaragoes do invenlarianle das despesas
altendiveis e da cerlesa das dividas acti-
vas e passivase para requerer quanto con-
vier expedico do mesmo inventario.
Art. 3. Os juizes parante quem so pro-
ceder arrecadagAo e inventario de bens dos
fallecidos testados ou intestados de que se
deva pagar taxa ou se ja a requerimento de
parte ou ex-officio ordenarn previamente a
cilaco e audiencia do procurador da fasenda,
sem embargo nem prejuizo da assistencia e
proraogao que pertenca ao promotor dos re-
siduos.
Art. 4. Feito o termo de encerramento de
inventario, se proceder liquidacao do quan-
to se dever fasenda nacional da taxa de he-
ranca ou legados ; epela importancia d'esta
taxa se contemplar a fasenda nacional como
qualquer dos lierdeiros para a respectiva par-
tilha e n'esta se Ihe adjudicarn dos bens
inventariados os que necessarios forem para o
seu pagamento excepto o caso de seren as
herancas ou legados de usufructo em que
se proceder da maneira declarada nos arti-
go* 12, 15, 14, 15 e 16.
Art. 5. Julgada a parlilha por sentenca ,
qualquer dos lierdeiros contemplados n'ella
poder dentro de 5 dias oferecer-se a pa-
gar fasenda nacional o importe das taxas
devidas; e u'este caso effectuandoo paga-
mento em moeda corren te dentro de tinte
quatro horas por urna declarado ou add i la-
mento da primeira sentenca se Ihe adjudi-
carn os bens que fasenda nacional se ha-
vio laucado em parlilha sem obrigago de
pagamento de sisa meia sisa nem outro
aleum encargo.
Art. 6. Nao havendo herdeiro que assim
se oflereca ao pagamento o procurador da
fasenda lomar conta dos bens dados em par-
lilha fasenda nacional, e pondo-os no de-
posito publico ou deixando os em poder do
inventariante como depositario judicial, Ja-
vrados os devidos termos requerer ao juiz
do inventario que os faca arrematar em has-
ta publica para o que andarn em preAo 9
dias os bens de raiz ; e trezos movis o se-
moventes ; c recolher o producto ao respec-
tivo cofre com todas as declaragoes necessarias
relativamente heranca e legados a que per-
tcnce.
Art. 7. As arrecadacoes inventarios e
[iardillas sern l'eilas pelos juizos da provedo-
ria dos orfos e do civel, conforma a legis-
larlo existente quando se lhes der princi-
pio dentro de 30 dias contados do fallecimen-
to do testador.
Art. 8. Se dentro d'este prasose nao tiver
dadocomeco arrecadago e inventario, o
procurador da fasenda obligar os testamen-
te i ros administradores e caberas do casal a
virem fazel-o no juizo privativo dos feitos da
fasenda, e ah se seguir os termos expostos
nosartigos2, 3, 4 o 5.
Art. 9. Oque fica disposto nosarligos an-
tecedentes extensivo a todas as arrecada-
goes e inventarios actualmente pendentes em
que liouver divida ta laxa de heranca ou le-
gado e que no liverem sentenca de parli-
Ihas passada em jugado.
Art. 10. O procurador da fasenda, pelos
meios a seu alcance procurar ter noticia de
todas as herancas de fallecidos testados ou
intestados de que se dovo taxas para pro-
mover os inventario. e partilhas na forma
dos arligos 1, 2, 5, 4eo-, correspondendo-
se com os parochos e juizes de paz e subde-
legados do municipio para Ihesfazerem a par-
ticipadlo dos que fallecerem o deixarem he-
rangas ; examinando os cartorios dos escri-
ves dos juizos da provedoria e do civel e os
livros da distribuirlo todas as veses que jul-
gar necessario.
Art. H. A cobranza das taxas, dividas
de herangas j inventariadas e partilhadas ,
ser promovida pelos meios executivos, na
eonformidade das leis havendo o procurador
da fasenda as con las e precisas informaces
da recebedoria do municipio.
Art. 12. Se as herangas e legados consis-
tirem em usufructo ser a decima dedusida
do rendimentn annuodo objecto deixado em
usufructo c sor paga pela forma seguin-
te:
1. Se os bens deixados em usufructo fo-
rem predios urbanos sitos na cidade e lo-
gares notaveis sujeitos a decima urbana ,
se pagar annualmente a taxa do sello do seu
aluguel liquido ou do seu valor estimado ,
deduzida primeiroa decima urbana e as des-
pesas do concert e reparo.
2. Se porem forem sitos fora da cidado ,
no sujeitos ao imposto da decima urbana, o
imposto do sello devidoao rendimento por-
que estiverem allugados ou do prego por-
que poderiao allugar-se no caso de serem
oceupadospelos mesmos usufructuarios ; prc-
cedendo-se para ese lm ao competente ar-
bitramento.
5. A mesma disposigo do paragrapho
antecedente extensiva aos predios rsticos
deixados em usufructo.
4. Nos usufructos consistentes em fun-
dos da companhias ou sociedades qualquer
queseja a sua naturesa ou dcnominagAo se
deduzir o imposto do sello do rendimento li-
quido annual. que couber aos usufructuarios
em rateio fazendo-se a conta vista do res-
pectivo dividendo e no caso de o nao ha-
ver pelo ultimo balango ou conlas das
mesmas companhias ou sociedades.
5. Nos usufructos de dinheiro o imposto
do sello devido do* juros da lei, quando o
usufructuario o conservar em seu poder bu
dos juros estipulados no caso de o ter em
giro.
Art. 15 Nos bens movis e semoventes,
se dedusir por urna vez somente melade do
imposto do selo sobre o valor em que forem
arbitrados nos respectivos invenanos c.im
declarago porcm de que o escravos menores
de 12 annos s ficAo sujeitos ao imposto denote
de completaren! esta idade.
Art. 11. O arbitramento urna vez feito nao
poder ser renovado durante a vida dos usu-
fructuarios salvo provando que os bens tem
diminuido consideravelmente de rendimento.
Art. lo. Parase fazer a cobranga da laxa
das berang.as e legados do usufructo de que
trata o artigo antecedente o procurador da
fasenda promover o cumprimento das dis-
posiges testamentarias c lavrados os res-
pectivos termos da entrega c quitacto do*
herdeiros c legatarios usufructuarios com
todas as especificadas declaragdes da qualida-
de c valor dos bens enviar as certides
'.'ellas recebedoria do municipio afim de
se arbitraren] contasaos ditos lierdeiros e le-
gatarios.
Art. 16. Quando for preciso o arbitramen-
to em alguns dos casos dos arligos anteceden
tes ser feito por louvados nomeados pelo
administrador da recebedoria, o por este con-
firmado, com recurso para o tribunal do the-
souro publico nacional que podero inter-
por as parles que se julgarem tesadas den-
tro de 15 dias improrogaveis c contados da
data da intimago que Ibes ser feita do ar-
bitramento.
Art. 17. Para facilitar os meios da iscali-
sago d'esta arrecadago nenhum testamen-
to se mandar cumprir definitivamente sem
que seja primeramente apresentado na rece-
bedoria do municipio e n'elle se lance a ver-
ba da apresentago assignada pelo adminis-
trador sob pena ao juiz de pagar urna multa
de 504 a lOOj reis e ao escrivo de ameta-
de alem das em que incorrer pela respon-
sabilidade.
Art. 18. Na recebedoria do municipio se
fara inscripgo de lodos os testamentos em
que houverem herdeiro3 ou legatarios su-
jeitos contribuigAo da taxa do sello em um
livro para esse fim especialmente destinado ,
aberto numerado e rubricado pelo inspector
geral do thesouro publico nacional.
Cada inscripcAo ter o titulo, debito e cr-
dito do testamento.
1.0 titulo constar : 1. do numero do
testamento pome do testador sua profis-
sAo dia do seu bito, logar da sua residen-
cia ao lempo de'stee data da approvaco a-
bertura e aceitngSo.
$ 2. No debito serSo designados es nomes
dos herdeiros e legatarios, a naturesa dos
legados ou heranga por elasses com espe-
cidcagflo do que consistir em dinheiro, apo-
lices ." aeges bens movis semoventes e
deraiz, e outros effeitosque constarem dos
testamentos.
5. No crdito serAo laucados pela ordem
chronologica os pagamentos da taxa do sello
que efectivamente se realisarem com indica-
cSo e com referencia a respectiva verba do de-
bito.
Art. 19. Da mesma sorte se proceder a
respeito dos inventarise partilhas dos bens
dos intestados cujos herdeiros forem sujei-
tos a taxa ; ordenando o juiz as sentongas
que sejo os autos apresenlados a recebedoria
do municipio para se proceder inscripgo ,
quesefar na formado artigo antecedente,
oque se nao extraiAo do processo, nAo se
entreguen) formaes nem acceitem quilncoes
judiciaes emquanto nos mesmos auctos nAo
estiver langada a verba da apresenlagao sob
as penas do artigo 17.
Art. 20. A inscripgo a respeito dos bens
deixados em usufructo de que se dever ta-
sa ser especilicadamcntc feita contendo
o nome do testador e dos usufructuarios c
os objectos que constituem o usufructo; lan-
cando-se as verbas do debito e crdito na for-
ma do artigo 18. Rio de Janeiro cm 28 de
Abril de 1842.Visconde de Jbruiitts.
G0VERN0 DA PROVINCIA.
F.XI'KDIKMi: 1)0 DIA 16 DO COUHKNTE.
Officios Ao commandaiite das aunas,
>. ao inspector da the.-ouraria da fasenda, re-
metiendo copia do impeiial aviso de 25 de
Maio ultimo sobr os vciicimenlos que de-
vem ser abonados aos olliciaes reformados ,
em pregados nos eorpos destacados da guarda
nacional.
Dito Ao referido inspector da tbesoura-
ria diseiido que tendo o Exm. Presiden-
te da Provincia de Santa Catharina represen-
tado que, para poder mandar pagara pen-
sAo tie meio sold, que compete a D. Felicia-
na viuv.n do alferes de primeira linha Ber-
nardo Antonio di Silva ora residente n'a-
quella provincia era necessario que ella a-
presentasse no thesouro publico nacional o ti-
tulo do venciinento que tem ; cumpro que sa-
tisfaga esta exigencia visto ter odilo olli-
cial pertcncido a esta provincia remetiendo
igualmente a respectiva guia com declaragAo
do que se eil dever das vantagens da cam-
panha de Panellas e Jacuipt*.
Dito-- Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nha ordenando em cousequencia de au-
toi isacAo conferida pelo Imperial Avizo do
9 de Maio ultimo que mande dar guia de
desembarque aos Grumetes Manoel Andr,
Antonio Joze da Silva Herculano de Santia-
go e Jernimo Agoslinho, visto se acharem
iiicapazes de todo o servigo segundo consta
do resultado da inspecgo da junta de sau-
de quo remetteo em seu ollicio de 1 4 i-
corren te.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DU 7 DO CORRENTE.'
OllicioAo Exm. Sr. Presidente rogan-
do-llie a expedico de suas ordens para que
fosse concertada a priso onde na fortalesa
de Tamandar se acho recolhidos os presos
de juslica.
DitoAo mesmo Exm. Sr. pedindo-llie
providencias para que fossem derribadas as
arvores que (omavao a vista da fortalesa de
Tamandar pelo lado do norte c para que.
em terreiro perlencente a fortificago se nao
edilicassc e lisesse plantages.
DitoAo mesmo Exm. Sr. requisitan-
do-lhe o concert do quartel do forte do
Gaib.
DitoAo mesmo Exm Sr., requisitan-
do-'lie a cxpedigAo de suas ordens para que
fosse recebido a bordo do vapor Crrelo Bra-
sileiro- e transportado acorte, ocirurgiio
mor do excrcito Antonio Coneia dos Anjos,
ubonando-se-lhe as comedoriasde embarque ,
e passando-sc-lhc guia pela thczouraria.
DitoAo chefe interino do 4. batalhfio da
guarda nacional deste municipio, remetten-
do-lhe o requerimento de Joaquim Fornan-
desda Gama para que iuformasse sobre sua
pre'.engo.
DitoAo lenle coronel commandanle
do batalhAo de guardas nacionaes destacado ,
para que fsesse constar aos guardas Malbias
Joze Gomes e Antonio Manoel da Silva, que
o Exm Sr. Presidente, indeferira os seus
requerimentos nosquaes pediAo ser exclui-
dos do batalhAo.
DitoAo major commandanle interino do
3. hatalhao d'artilharia disendo-lhe quo
como nao havia parto olTicial do falecimento
do ajudante do batalhAo devia passar a f
d'ollicio que fra requerida declarando no
tinal della que constava ter o dito ajudante
perecido na campanba do Maranhao.
dem do da 8.
OnicioAo Exm. Presidente, transmi-
tindo-lhe, para que fessem dcfiritlos orno en- ,
tendesse acertado os requerimentos de Vi-
cente Rodrigues Sejxas e Joaquim Joze de

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1

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Santa Anua que padio sorem excluidos lp | car da goii coral alom de ser bastante rela-
balalho desuardas na i n i s destaca lo.
Dito
da cort
- Correio Brasileiro
Ao Exm. Commandante das
participando-lhc qu no
- guia a ser-lhe
armas
va ii
apre-
sentadoo cirurgio mor Antonio Gorreiados
Aojos que viera iraclando dos prisioneiros
rebeldes do Rio Grande Jo Sul o que tinha
de responder a concelho de guerra, conformo
lisera constar oseo antecessor cm oflicio do
20 de Fcverciro ultimo.
DitoAo commandante do vapor Correio
Brasiteiro communicando-lhe que alem
dos cinco recrutas que Ihc devifio ser envia-
dos pelo Com mandan te do deposito, outros
recebara anda para serem entregues na cor-
tean F!xm. Ministro da guerra: assiin como
ocirurgio mor Antonio Corre.ia dos Anjos.
que o deveria apresentar a i com mandan te das
armas respectivo.
DitoAo mesmo disendo-Ilie qu loje
pelas 5 horas da larde Ihe serian aposenta-
dos cinco recrutas do deposito que deverifio
ser entregues na corte ao K m. Ministro da
guerra e I sargento c ti furrieis lo hata-
lliao provisorio, ao comnbndnrita das armas
respectivo.
DitoAo commandante do deposito or-
1 denando-llie que pelas i horas da larde,
renietloso para bordo do vapor- Corrcio Bra-
sileiro os cinco recrutas da Paradina cu-
jas guias remetiera rom seo oflicio dusta dala.
DitoAo commandante do batalho pro-
visorio ordcnando-lhe o embarque do sar-
gento Bclforte c furrieis Concalvcs Fer-
reira e Gonst mtino do .Mello.
DitoAo commandante do deposito, de-
teriftiflaiido-tlieeni additamento ao ofliciodos-
la dala, qu lisessu embarcar no Correio
Brasileiro cor.j ueta mente com os ."i recru-
tad Parabiha Indas as nacas existentes
no deposito em "-lado de seguir viagem ,
devendo enviar suas guias a secretaria militar.
PortaraAo commandante do batalho
provisorio, mandando passar para a compa-
nhiad'artilices o cabo d'esquadra Rymun-
do Rodrigues dos Santos.
DitaAo commandante da companhiad'Ar-
tiicos auMiorisando-o a receber com pass.-i-
geni o cabo d'esquadra deque trata a anteri-
or portara.
DitaAo com mandan le interino do 3. ba-
talho d'arlilharia mandando, em execu-
efio da foi dar baixa ao soldado du 3. com-
panhia Jofio Antonio Rodrigues, por ler con-
cluido o seo engajamento.
DitaAo commandante do deposito, man-
dando excluir do mesmo por terem de seguir
para a capital do Imperio a 1 praca, sen-
do 6 dcsta provincia ."da Parabiba c 5
do 2. batalho d'artilharia
(carao por docntes.
dem do d!v 0.
OllicioAoExm. Presidente, remelten-
do-lhe as guias das 19 pracas que lorfio des-
ligadas do batalho provisorio c seguiro pa-
ra a corte no vapor S. Salvador.
DitoAo mesmo Exm. Sr. cornmuni-
cando-llieem ad dita monto ao ollicio do 1. des-
te niez que desembarcarao por docntes c
lorao recottiidas ao hospital rgimen tal 0
pravas viudas do norte no vapor ~ Correio
Brasileo e 1 no Badiana.
DitoAo mesmo Exm. Sr. rogando-lhe
a expeijico de suas ordens para que fosse
receido a bordo do vapor Correio Brasileiro ,
a transportado a corle, o 1. cadete Jofio
(.arlos Manofl de Sahoia que se hia enror-
porar ao seo batalho l>. de caeadores no Rio
Grande do Sul e bem assim para que a the-
youraria Ibe Ibone as comodonas ilo em-
barque.
DitoAo mesmo Exm. Sr. enviando-lin-
as guias de 1 i- pracas, que fonio desligadas
do deposito e embarcadas no vapor Correio
Brasileiro com destino a corle sendo ( per-
tencenles n esta provincia 5 a Parabiba e
.'> ao '2. batalho d'artilharia a p que no seo
regressodoMaranho aqui licaro por dn-
enles.
DitoAo mesmo Exm. Sr. cnviando-lhe
opret das pracas do contigente da guarda na-
cional destacada na commarca de Nazafeth ,
alim deque l'osse pago pela tliezourara .
visto terem as reanles hegado as raaos do
commandante do batalho de guardas nacio-
naes destacado, (piando j.i w havia pago e
prcl geial do batalho que nao con ton com
taes pracas.
DitoAomesmo Exm. Sr. rogando-lhe
holivessede darordem para a exclusa.) dos
guardas do batalho destacado Belizaric Sa-
turnino de Souto-iiiaior Florencio de SoU7.a
e Pedro ioz Aienu'es estes do batalho d
#Jguarac e aquello do 2. desle municipio ,
0 i. por ser achacado ler as pernas incita-
bas e nao poder culcar-se o 2 por pade-
a pe que aqui
xado e o 3. por ser mentecaplo.
DitoAo Exm General o commandan-
te cm chcfo do exercto do Sul fasendo-lhe
ivm \ssa da guiado I. cadete Jofio C, M. de
Sahoia que segua para a corte rom des-
lino a encorporar-se ao seo batalho 0. de ca-
radores em servico no Rio Grande.
DitoAo Exm. General Commandante das
ninas da corle commun cando-lhe (pie no
vapor Correio Brasileiro segua com des-
uno a servir no exercto do Sul o i. cadete
do6. balalbfo de caladores J. C. M. de Sa-
hoia que devia para al seguir logo que se
offereceu opportutfidad".
DitoAo coronel Francisco Joze Marlins ,
menibro da eommisso quallicadora dos c-
rurgies o capelles do exercto nesta pro-
vincia pa-a que coinparccesse na secretaria
militar pidas 10 horas da manh do da 14 ,
ilin, dse dar principio a referida qualifi-
caeflo.
No mesmo sentido ao major Manoel Igna-
cio de Carvalbo Mondonga e aos doctores
Joze Eustaquio Gomes. Joaquim d'Aquino
Fonceca e Joan Joze Piulo.
Dito \n inspector da thcznuraria, remel-
tendo-lhc os papis de coivtabilidade do das-
laca ment da com marca do Bonito, perten-
eenle aos me/es de Abril e Maio do Cor-
rente auno para que fossem pagos ea im-
portancia entregue ao sargento Antonio Fran-
cisco da Silva.
Dilo Ao mesmo, remeltendo-lhe na mes-
ma conformidade os papis da com marca de
Xazareiii pcrlencentes ao mez lindo, cuja
nportaneia devia de ser entregue ao vice-
cnsul .1. .1. dos Res.
Dito -Ao major chefe interino do 5. bata-
lho de guarda nacional desle municipio, n-
tellgencando-o de que ai 9 horas da manhfi
do da I!) do correle teria lugar a inspec-
eao do archivo e de duas cornpanhias do seo
batalho e darido-lhe varias desposiertes para
este lm.
DitoAo delegado supplente da commarca
de Nazarelh disendo-lhe que se receberao
os papis de rontabildade do destacamento ,
relativos ao mez de Maio ultimo e que a
respectiva inportancia fora entregue ao vice-
cnsul J. .1. dos Ris.
DitoAo major commandante do 3. bata-
lho d'artiharia, pedindo informaco a cerca
da pretenefio de Francisca Xavier d'Assump-
co cojo requerimento Ibe enviava.
DiloAo tenente coronel commandante do
batalho de guardas nacionaes destacado, dan-
do-lheos esclarecimentos que pedir cm olli-
cio de 31 de Maio ultimo a cerca do paga-
mento dos fretcs da condueco dos uteneis
das cornpanhias destacadas tora da capital.
DEM do da 10.
(inicio Ao Exm. Presidente, restituindo-
liic informado o requerimento de James Pin-
chos, que pedia ser excluido do batalho de
guardas nacionaes destacado
DiloAo mesmo Exm. Sr. reenviando-
Ihe com informaco o requerimento do Fran
cisca Xavier d'Assumpco que peda o pa-
gamento de sidos atrazados que se licaro
deyendo a seo nado irmfio soldado Joao Ro-
drigues d'Assumpco.
DiloAo mesmo Exm. Sr. particpan-
do-lhe que havia encarregado ao major d'ar-
tiharia Fernando da Costa de examinar ,
e orear o concert da prisfio da fortaleza de
Tamandar e doquarteldo forte de Gab ,
vencendo em quanto ueste servico estivesse
empregado as vantagens de estado maior de
l. classe.
DiloAo coronel F. J. Marlins presi-
dente do concelho de guerra do capito Ana-
cido Lopes de Sania Anna discndo-lbe ,
que alem (los ofllcioa da presidencia e aviso
imperial junto por copia a portara de nomea-
eo do concelho nenhun outro documento ,
ou leslemunhas tinha a dar para a forinacfio
da culpa e que nao obstante o concelho de-
via progredir em seos Irabalhos e julgar ao
reo como fosse de dreto.
Portara Fncarregando ao major d'arli-
iharia Fernando da Cosa de examinar, cor-
,;ar o concert da prisao da fortaleza de Ta-
mandar e odo quartel do forte de Cab
o alem (lestes aquel!es que fossem de ne-
eessidade urgente para o servico o, reclama-
dos pelos respectivos eommandanles, a quein
devia apresentar a presente portara
IDBM 1)0 DA 11.
rimen lo de Joaquim Fernandos Cama que
pedia l'osse excluido do Batalho destacado
Andr Alvesliama, que leudo sido liberto sob
condieces que anda nao preenchera lora
por sso impropria mente qualiicado.
Dito Ao Exm. Commandante das Armas
da Provincia do Maraiiho procurando saber
o destino de varas [iracas do 3. Batalho de
artilbera a p que para al marcha rao em
Agosto do 1859, as quaes constavo da rcla-
co que Ihe Iransniltia.
Dito Ao Auditor de Gueria communi-
cando-lhe que licavo passadas as ordens ,
para logo que fosse nomeado qualqiier conse-
Iho em que tivesse de exercer as suas func-
co es Ihc ser apresen lado um ordenanza pelo
corpo a que pertencesse o Beo devendo o
ordenanea ser despedido cim a ti rminaco do
eonselho.
Dito Ao Tenente Coronel Coinmandan-
lo do Batalho de Guardas Nacionaes destaca-
do ordnando-llie a remessa da fe de oflicio
do 2. sargento Joze de Almeida Lima.
Dito Ao mesmo. delerminando-lhc ,
que izesse partir lomar o oommando do
destacamento da Commarca de Nazareth, o
Tenente J. F. C. Montero oqual antes de
seguir a son deslino, deveria vir receber as
competentes ordens.
Dito -- Ao mesmo mandando excluir do
Batalho os guardas Fels dos Santos Silva ,
Angelo Joze Thomaz, Paulino francisco da
Silva Manoel .Nicolao de Barros e Francis-
co Mendes de ssuza por nao eotarcm as
circunstancias de continuar no activo servico.
Portara Ao Commandante da Compa-
nhia de artfices, mandando cm cumprimen-
to a Lei dar demsso ao artflco de logo Ma-
noel Ignacio Montero, por ter (nalisado
o sen engajamento e assim o haver re-
querido
Dita Ao Tenente Coronel Commandante
do Batalho de Guardas Nacionaes destacado ,
mandando d'ordem do Exm. snr. Presidente,
excluir com guia para os respectivos corpos ,
os guardas Belzario Saturnino de sonto mai-
or, Florencio de souza e Pedro Joze Mendos,
por incapazes do activo servico.
BEPARTICAO DA POLICA.
Parle Jas occorrencias dos das 18, elOdo
crlente.
Forao presos no da 18, pela patrulh-
rondanlc em Pora de Portas Joze Francisco
Thcmoteo por ser desertor de Marn ha ; pe-
la do Carmo o escravo de nomo Pedro por
furtar alguna cobres a urna preta ; e pela das
Cinco ponas, Ignacia Mara por ler acoli-
tado em sua casa a '.;ma preta escrava c
fgida ; forao lodos recolhidos cadeia : e no
da 19 pelo Inspector de quarteiro da ra
da Madre de Dos Antonio Brrelo e Po-
dro da Costa de Moraes; pelas patrulhas de Po-
l'cia rondantes, direita e esquerda da
mesma ra Bernardo dos Santos por in-
sulto ; felo a urna das ditas palmillas e
Francisco Pereira de Souza e Theodoro por
briga ; pela palmilla da ra do Mundo novo ,
o prelo de nome Roberto por suppol-o f-
gido ; e pela da praca da Boavista outros 2
pretos de nome Joo Manoel, c Dnz este
por Ihe ser apprehenddo um caivete e a-
quelles por conduzirem em alta noile o cada-
verde urna preta para a porta da Igreja on-
de o depositaran tornando-se por isso sus-
petos.
liava-se minba sabida de 000 a 1000 ca-
zas, earmazens incendiados, una centena
de pessoas moras ; nao se sabia o numero
do.-, feridos. Em consequencia d'este desas-
tre nao pude obler todos os conhecimentos
necessarios carregago Anda nito se ti-
nha podido vencer o fugo minba pailida
sal i de HapihurgO a 7 de Maio meia hora
depois da mea-noile.y
C Le National. )
IlNTEUIUH.
E o que consta das partes boje dadas pelo
Commandante Geral do Corpo Policial.
A DISSOLl'CAG da cmara.
Art. III.
Antes de continuamos na demonstraco
das irregularidades assombrosas commcllidas
as elecoes das provincias, voltemos um pou-
co alraz, aflm do mais clara e terminantemen-
(e dcstruirmos as censuras que homens obce-
cados no erro e desajosos de acharen) um
pretexto ao incitamento das paixcs ms da
multido, dirigem au ministerio de25 de mar-
co por haver salvado o paiz dissolvendo a
cmara temporaria.
O decreto do 1. de maio dizem clles ,
ordenou urna dissoluco previa e dissolugo
previa fundada em um principio Ilegitimo e
falso Ilegitimo porque o governo nao he
ucm pode ser juiz da validade das cleic,oes
dos deputudos falso porque o governo phan-
tasiou lacios i)ue nunca existirn) deo crdi-
to s calumnias da imprensa e nao conflou ,
como devia na fidelidade virginal das elei-
cesde 1840, mais puras e inmaculadas que
as Vestaes.
Assim, pois, a dissolugo previa a incom-
petencia do governo em materia de eleices ,
e a- inexaclido do fundamento allegado no
relalorio dos ministros sao os tres grandes
principios com que alguns membrosda oppo-
sico contestan) a legalidade do decreto do \."
de maio. As quesles, porem que clles susci-
tan) podem ser reduzdas a duas to smente ;
por quaato o principio da dissolugo previa
est nteiramente subordinado solucoda
questo da validade das eleices. Com eflei-
lo, se se demonstrar que o governo eslava no
seo direilo dissolvendo a cmara por illegal-
menle chuta, fica demonstrado que a occasio
em que elle o fez fo a mais apropriada posst-
vcl, como j disemos em o nsso primeiro ar-
tigo. Entretanto, vejamos primeiro em que
consiste a censura da dissoluco previa.
A censura da dissoluco previa consiste ,
segundo entendemos em que o gorerno nao
devia dissolver a cmara s pelo tacto de sua
constituico, mas em virlude de manfestaco
de seos senlimenlos contrarios poltica do
governo Na opinio dos antagonistas do de-
creto do 1. de maio, era essa manifcslaco a
causa nica que poderia legitimar a dissolu-
co da cmara temporaria. Certo este argu-
mento seria procedente se o poder moderador
tivesse de dissolver a cmara por ella Ibe ser
hostil; nesse caso, a manifestarlodessa bosti-
lidade era a condico sino qua da sua disso-
luco ; mas, argumentando desla maneira, os
antagonistas do decreto deslocam a q uesto,
collocando-a cm una hyhpotese diversa da
bypolhese vertente. So o poder tomou por
fundamento da dissoluco outro principio is-
EXTERIOR.
PARIZ 1 I DE MAIO
Ollicio-- Ao Exm. Presidente, remellen-
ilo-lho o Processo verbal felo ao Capito A-
naeleto Lopes de Santa Anua a fim de ser
presento Junta de Justica e nella obter
linal scnlenca.
Dito Ao mesmo Exm. snr., remetten-
do-lhe competentemente informado o reque-
DE 1812.
L-se no Jorn.il do Havre o seguinte :
O Capito Vasse commandante lo Pa-
na lendo che^ado de Hamburgo nos da
noticia d'uma horrivel catastropbe de que foi
victima aquella cidade.
Cm incendio consideravcl leve bigamo
(ha 3. Julgou-se por um momento po-
der-se vencer o fogo ; mas aconteeeo o con-
trario pela manhfi o vento soprava com bas-
tante forc ; o incendio fez progressos espan-
tosos : em menos de tres horas foi devorada
urna ra inteira eo logo eommunicou-se a
nimios quarlenes. A 6 a cidade olereca
um espectculo medonbo : nao so va senfio
nujdancas de movis ; s se encontrava por
todos os lados pessoas (|ue Carregavos cos-
tas adunia parle Ja sua mobilia. ISo se po-
da adiar carros; todos os bateisestavo tam-
bera carregados de movis e parados sobre o
Wgo. A s quatro horas depois ,] mcio da o
Boerenhall a Bolsa a Igreja de S. Nico-
lao lorio destruidas nm instante. Ava-
lo he a niilldade das eleices para que es-
perar a manifestaco da opinio da cmara
acerca da poltica adoptada pelo gabinete ?
Sanara essa opinio, qualquer que ella fosse,
as nullidades inonstruososas das eleices do
Maranhfio e Cear ? Certo que nao.
Tomando por fundamento do decreto do i
de maio a nullidade das eleices o governo
nada mais tinha que esperar seno o acto pe-
lo qual a cmara se conslituisse passanco a
esponja por todas as Ilegalidades e pedisse
ao imperador dia e hora para a sua installa-
Co. A acquiescenca desse pedido nada me-
nos importava que o icconhccimcnlo solem-
ne da illegitimidadc com que a cmara se
constituir, admiltindo em seo seio falsos pro-
curadores do povo. Ora se o imperador ins-
taurasse a assembla e dest'aite houvesse
sanecionado as deliberares escandalosas do
dia 30 de abril, pergunlamos, poderia o gover-
no djssolver ao depois a cmara quatriennal,
fundado em que ella havia sido illegalmente
eleita?no dira a > depois a opposico: Que!
o poder nos dirige a palavra tr-ta-nos pelo
titulo que a constituico confere aos legti-
mos representantes da naco e depois dis-
solve a cmara como illegalmente eleita? Es-
ta argumentado era de cerlo irrespondivel,
e o governo que por tai maneira procedesse
seria indigno de presidir aos destinos de urna
naco zelosa de seos direitos.
Havera sera duvida dissoluco previa se
o governo dissolvesse a cmara antes de estar
constituida por quanto como j dissemos,
I


wm
ella anda poda conquistar sua dignidade, le-
galisar-se procedendo a exame rigoroso m-
parciai dos diplomas de seos memhros e re-
cusando ajuelles cujas irregularidades fossom
infernasteis. Assim como no caso de adoptar
por fundamento da dissoluco a manifestaco
da cmara em contrario poltica do ministe-
rio o poder moderador dara um golpe de es-
tado dissolveria previamente a Cmara se o
fizesse antes dessa manifestacao : assim tam-
ben adoptando o fundamento da nullidade das
cleicfles, dijs.dveria a cmara previamente se
Jancasse modessa medida antes que a cma-
ra se constituase, antes que manfestasse sua
opinio acerca da nullidade das elecoes. A
manfestac/io, portanto, existi, o existi ua
questo cm quo a sua existencia era necessa-
ria para que se tornasse legitimo o fundamen-
to allegado pelo governo. Em verdade ora
irrisorio c pueril que o poder moderador ,
querendo dissolver a cmara por illegalmen-
te i'leita esperasse que ella se declarasse em
bostilidade poltica do ministerio.
,VE que Se o governo pretendesse dissolver
a cmara previamente esperara que ella se
reunsse i* Para que ? Com que fim incommo-
dar amigos e inimigos manda-Ios transpor-
tar da to enormes distancias s para enva-
los de novo s suas provincias ? 0 governo
esperando queacamaraseconstituisse, evlou
o lerrivel cscolho da dissoluco previa deo
tempoaque se constituisse manfestasse a
sua opiniAoe se declarasse legitima.
Foi ella que desconheceo o perigo da sua
posico as consequencias legitimas das deli-
beracoes do da 50 de abril, e com incrivel
brulalidade suicidou-se provocando a disso-
luco, como urna medida indispensavel e ne-
cessaria. Tivesse ella procedido comodevia ,
com imparcialidade e justica na verificaco
dos diplomas dos seos memhros, que ler-se-ia
purificado das mazelas que Ihe notava a im-
prensa. Ento, com o prestigio resoltante da
imparcialidad!; das sas decises, conquistara
as sympalhias da naco repeliria o governo
da posico forte em quo o constituir aap-
provacAo das eleices do Maranho e Cear ,
e o obrgaria a esperar a manifestado da
maioria do parlamento contraria sua polti-
ca para eutodissolv-lo. A cmara tempora-
ria porem ou por demasiado cavallieirismo,
nao querendo sacrificar seos alliados do Cear
e Maranho ou por cobarda indesculpavel
nao tendo animo de salvar o todo pela amputa-
do do algumasdas suas partes, ou, o que he
mais certo estouvada,ou por inetlexao pro-
ducida pela violencia das suas paixes certo,
repellio o nico recurso de salvaoo que Ihe
resta va e eiilregou-se de ps e mos ata-
dos ao poder. Ser um da pbjecto de duvida
para a posteridad.', a existencia de urna maio-
ria to inepta e imprevidente como a que di-
rigi as decises da cmara do 1812.
Ora admittidj o principio de que o gover-
no poda dissol vi* a cmara de 1842, est ca-
balmente demonstrado que a dissoluco nao
foi previa, .porque nao poda ser feita seno
na occasifio em que o governo a decrelou ,
porquanto antes seria injusta e Ilegal por
restar anda cmara o recurso da purifica-
cao depois seria um verdadeiro golpe de es-
tado porque era um acto de mero capricho ,
um effeito sem causa.
A questo pois devo versar sobre direito
do governo de dissolver o parlamento no
caso da cmara quatrienal ser legalmente
eleita.
Para mais facilitar a soluco desta questo ,
nos a conceberemos na sua accepeo a mais
abstracta desembarazando-a de todas as re-
laces da actualidade dcixando de parte es-
te governo tal como he e a cmara dissolvi-
da foi eleita e constituida. Assim pois estabe-
ieceremos o seguinte problema : Dada urna
cmara illegalmento eleita qual ser mais
conforme coro os principios do systema, as re-
gras imprescriptiveis do justo e interesse da
ociedade o dissolvcl-a o poder, ou reconhe-
cel^a por tfto legtima e pura como se nenhu-
ma irrcgulardade houvera na sua eleico ?
'I'alvez nos engaemos mas parece-nos que
nao ha um s intelligencia por tal maneira
espess e bronca que nao concorde que em
Ues circunstancias a dissoluco nao se deve
considerar como o exercio de um direito,
mas como um dever, nao como um beneficio,
mas como um dever. nao como um beneficio,
mas como rigorosa necessidade.
Se ha poder no estado que neeessite ser
puro para ser crido livre nao s de toda a
suspeita mas de toda a sombra de suspeita
para ser apoiudo he o poder legislativo. Sua
forca consiste na sua honcslidade, sua in-
fluencia na pureza e (idelidadedasua origem.
O poder legislativo s vive e se sustenta pola
opinio. He com a forca moral, resultante da
opinio que elle se arma para combater o
poder execulivo com suas baionetas, seos em-
pregose suas gracas e o poder judicial com
seo direito de vida e mort<\ O depulado nao
he forte por si, mas pela opinio daquelles
que se suppoe representar. O deputado pois
illegalmentceleito he una parodia ridicula,
um falso procurador que nada representa a
nao ser suas opines e nterosses individuaes.
Ora organisai com individuos dessa especie
urna cmara e vos a lomareis o alvo do rid-
culo : com essa cmara componde um parla-
mento e esse parlamento ser fraco e impo-
tente por Ilegitimo e desacreditado.
O quesera pois do systema representativo
com urna cmara que se nao apoiasse as
convcertes que nao tivesse por s o prestigio
d* legalidade ? Que direito teria de intsrvr
na direeco dos negocios do estado ? As con-
sequencias que dimanariam de um tal estado
de cousas sao obvias e nos j as aponamos
em o nosso primeiro artigo.
Se pois he inquestionavel que uma cmara
illegalmento eleita deve ser dissolvida a
questo da illegalidade do decreto dol.de
maio desapparece. e deve de ser substituida
pela da veracidade do seu fundamento. O
que os antagonistas do decreto devem discu-
tir he nao o direito da dissoluco mas a
legalidade das eleicrtes pois que admiltdo
o fundamento apresentado pelo relatorio dos
ministros, o direito he inquestionavel, o
governo dissolveo a cmara porque o poda
fozor.
A questo pois he nao de direito, nem de
facto.
Ora nos provaremos que as eleices de
1810 foram feitas com as mais assombrosas ir-
regularidades. S.
(J. do Commercio.)
EDITAES.
Rarca
Barca
descarrkgao hoje 21 de jimio.
Francesa = Casimir de Lcvigne =
vellas queijos e bata-
Manteiga
tas.
tri-
Vcenle Thomaz Pires de Figuciredo Camar-
go, Commendador da Ordem de Christo ,
e Inspector da Alfandega por S. M. I. e
C. O Sr. D. Pedro Segundo a Quem Dos
G. te, &c.
Faz sabor que nos armazens desta Alfan-
dega ; existen alem do tempo permittdo pe-
lo Rcgulamento cinco caixas da marca S em
diamante c travcsso de n. 73 74, 93 ,
07 o 98 entradas em 11 e 10 de Junho do
anuo passado viudas no Brigue Hambur-
guez Fortuna pertencentes a Nuno Mara de
Si'ixas que se dentro de 30 dias as nao des-
pachar se proceder sua venda em hasta pu-
blica por sua cont e sua cusa sem que
Ihe fique competiudo allegar cousa alguma
contra o oficilo lesta venda. Alfandega 21
de Junho de 1842,
V. T.
P
de F. Camargo.
Francisco Ignacio de Alhayde Juiz de Paz
Supplcnte e Presidente da Junta Parochial
da rrcguezia do SS. Sacramento da Boavs-
ta em virtude da Le &c.
Faz saber aos seus Parochianos que de
conformidade com oart. 7. do Decret. num.
157 de \ de Maio do corrente anuo, so acho
alixadas na porta da Igreja Matriz as listas
dos fgos, e dos cidados votantes e elegi-
veis da mesma Fregue/.ia ; pelo que os cida-
dos que tiverem reclamages a fazer a cerca
das mesmas listas as podero dirigir a mes-
ma junta, no praso de quinze dias, orde-
nado no mesmo artigo do citado Deere lo.
E para quo chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente que ser afixado
na porta da Matriz, c publicado pela Impren-
sa. Freguezia do Santissmo Sacramento da
Boavisla 19 de Junho de 1842= Francisco
de Barros Correia Escrvo o escrevi =
Francisco Ignacio de Athayde, Juiz de Paz
supplente e Presidente.
DECLARACAO.
= Os snrs., que a presen la rao as suas
prepostas para o fornecimento de diversos
objeetos, que nao seja bolaxa pao, carne,
taboado, sacos e arinha ; sao convidados polo
snr. Inspector comparecerem nesta secreta-
ria no da 23 do corrente pelas 11 horas da
manli a fim de estarem presentes conclu-
zo da arrematado dos mesmos objeetos ;
advertindo-se que o arroz he por alqueire e
nao por arroba. Secretaria da Inspeccao do
Arsenal de Marinha de Pernambuco em 90 de
Junho de 1842. = Alexandre Rodrigues dos
A njos secretario.
COMMERCIO.
Austraca = Gara = Farinha de
go ac e alhos.
Patacho Porluguez = Paquete da terceira =
Vinho.
Brigue Americano = Poultney = Fasendas.
cha, e farinha de trigo.
Polaca Sania = Daro = Vinho azeite e
massas.
Sumaca Brasileira = Bom Successo = Fu-
mo e amendoas.
Barca inglesa = Manchester = Bacalho.
tsr O Corrector Oliveira far leilo de urna
completa mobilia de casa entrando louca ,
vidros c miiiosoutros objeetos de adornos;
Quinta fe ira 23 do corrente as 10 horas da
manh em ponto no segundo andar da ca-
sa de J. O. Elstcr ra do Vigario.
AVISOS DI VERSOS.
MEZA DO CONSULADO.
Paulados procos correles do assucar algo-
do e mais gneros do paiz que se des-
paeho na mesa do consulado de Pernam-
buco na semana de 20 a 20 de Junho de
1842.
Assucar b.
n.
Dito dito velho
1.
2.
3.
4.
o.
6.
I.
2.
3.
4.
.;.
o.
i.
2.
1.
2.
Algodoem pl. 1.
2.
..
sor te
Dito mase. n.
Dito dito velho
1*900
1,>800 I. q. 1800
I #700
l#530
1400 2. q. 1400
1 #280
I #700
\ #000
i #500
I #330
I #200
1*150
L>lO0
i #000
900
800
i. q. leoo
2.q. 1200
2. q. 1100
I.
q. 900
5#500
l#S0O
3#5C0
Joze Alfonso Ferreira.
Francisco Jos Marinho.
MOV MENT DO P0RT9.
NAVIO ENTRADO NO DA 19.
Havre de Grace ; 53 das Rarca Franceza
Casimir de Lavigne de 191 tonel. Cap.
Lasserre equip. 13 carga varios gene-
ros : a R. Ltsserre; passageirosbrasileiros
Joze Inicio Correia Antonio de Moraes
Gomes Ferreira Maximiano Antonio de
Lemos o preto Sales, e o Ilespanhol Cor-
dova.
IAIII DO NO MESMO DA.
Aracaty ; lliate N'ac. Olinda Cap. icm Gon-
salvesSimas, carga varios gneros; pas-
sageiros Rrasileiros Alexandre Joze Pessoa,
Nemezio Pereira de Lira Antonio Mano-
el Rozal Padre Francisco Aires de Miran-
da Andr de Souza Miranda Ignacio Go-
mes de Castro e sua familia Francisca
Iza bel de Rrito, e urna escrava, e os portu-
guezes Joo Francisco Martns e I escravo ,
Antonio Joze Nunes Guimares.
sumios no da 20.
Lisboa ; R. Port. Feliz Destino, Cap. Joze
Francisco Lessa ; carga assucar. Passage-
ros, Padre Manoel d'Olivcira Silveira, Ma-
noel Joze de Magalhes Rastos, e Miguel
Joz AI ves.
Dito ; R. Porl. Tarujo I. Cap. Manoel de
Oliveira Faneco ; carga assucar. Passagei-
ro, Antonio Lopes Ferreira.
ALFANDEGA.
Rendimentodo da 20 de Junho
i:85O#840
AVISOS MARTIMOS.
tsr Para o Cear ate o fim do corrente mez
segu viagem o Patacho Nacional Laurentina
Capito Antonio Germano das Neves ; quem
no mesmo quiscr carregar ou ir de passagem
dirja-se ao seu proprietario Lourcnfo Joze
das Neves na ra da Cruz n. 32 ou ao
Capito.
tfP Para o Maranho partir o Rrigue Es-
cuna Laura ate o fim do correte mez bem
conhecido nesta praca pelas suas rpidas via-
gens tem a maior parte de seu carregamento
prompto e anda recebe alguma carga a fre-
a e escravos o para passageiros ollerece
os mais excellentes commodos ; os preten-
dentesdrijo-se ao Capito Luiz Ferreira da
Silva Santos, ou ao Consignatario Firmi-
no Joze Felis da Roza na ra da Mocda nu-
mero 140.
LE LA OES
tSf Crabtree Heyworth & Companhia fa-
zem leilo por intervence ilo Corrctor Oli-
veira, de um perfeito sortimento de fazendas
inglezas de prompta extrajo Quarta feira
22 do corrente as 10 horas da manh no seu
armazem na ra da Cruz.
tST1 Antonio Joze Riheiro Vianna subdito
Porluguez retira-se para o Rio de Janeiro.
C7" Quem precisar de una ama para todo
o servido de urna casa de homcm solteiro ,
dirija-se a ra das TrincheirasD. 2.
ts?" Aluga-se nina grande casa nova na es-
trada de Joo de Rarros, a qual consta de dtias
grandes salas duas alcovas com portas de
vidracas c retiro c mais dous quartos gran-
des duas janellas cnviilra^adas, porta de
ra, eouha nooilo |iara o quintal, toda
nova e hem pintada eosnha lora com fogr.
inglez boa cacimba e um grande quintal
com algumas arvores ou mais antes um pe-
queo sitio : quem o pretender falle na ra
do Rangel I). 2.*i, na quina do beco do car-
ce re ro.
tsy Aluga-se o primeiro andar da casa'na
ra da Guia N. 15 com muitos commodos
para familia : os pretenden tes dirija-se a
Boavisla na Iravessa |>ara a Gloria ao pi-
do lampio a tratar rom o seu proprietaiio
Silvestre Antonio de Laage.
Xi^" Boga-se ao snr. M. L. G. P, que baja
de iinportar-se com sua vida e nao eom a
das pessoas que nao sao de sua conducta e
coslunies ; o que noapplique o seu desojo
a pessoas que nao tem e nunca liverao senti-
dos respeilo ao que anda publicando a todas
as pessoas de seu conhecimento : isto Ihe pe-
do urna'pessoa que se sent agravada.
tw O abaixo assignado subdito porlu-
guez laz publico que cm 1830 assignava-so
por Antonio Ferreira e por haver igual no-
me no mesmo anuo muda para= Antonio
'lavares Ferreira.
cr Na ra do Queimado I). 10 por cima
do armasem de louca se poem ilhozes de
metal a 2 40 rs. a duzia.
= Hoje vinle um do eorrente pela pri-
meira vara do civel se deve arrematar o so-
brado do 2 andares na ra do Ro/ario eslreita
D. 24 pelo mdico prego de 4:030# rs.
= Rebate-s urna divila da Ihezouraria
provincial no valor de 000. rs. : quem esto
negocio peitendcr annuncie para ser pro-
curado.
S3T Alluga-sc o segundo e terceiro andar
da casa I). 5o, na ra da Cruz : no primeiro
andar da mesma casa.
tsr Alluga-se urna canoa grande quecar-
rega 1500 lijlos de alvenaria, por preco c-
modo : na Pracinha do Livraniento n. 29.
tzr Alluga-se um sobrado de dous andaros
COm*quintal o cacimba, na ra da Florenti-
na : na ra do Crespo, D. 7, lado do Sul.
V3" Prec sa-se de um bom refinador de as-
sucar. e nao se duvida dar bom ordenado : na
ra do Arago, no deposito de assucar refi-
nado.
CT O abaixo assignado leudo no Diario de
Segunda feira 20 do corrente, na parte ofiici-
al ter sido prezo um de nomo Joz Francisca
da Costa, por isso partecipa ao Respeitavel
Publico que nao se entende com e//e a dita
parte, morador na ra Nova, D. 25.
Joze Francisco da Costa.
= Quem precizarde um feitor proprio pa-
ra sitio servico de campo, e plan tacos ; di-
rija-se a ra da Conceico da Roa-vista D. 6 ,
lado da Igreja.
as Preciza-se de 100. reis a juros com hy-
polhcca n'uma escrava ; quem os livor an-
nuncie, ou dirija-so a ra de Joze caza D. 18,
que ah se dir quem lie.
= OSr. administrador da moza de rendas
internas geraes fique serlo que so se deve
de facto no da do vencimento e nao fal-
tando dezaseis das como se ve do seu an-
nuncio no Diario de 1-4 do corrente por tan-
to a Ordem 5. do S Francisco desta cidado
so deve o 2. semestre da dcima em 50 de
Junho do corrento auno.
= 01. secretario da soeiedade Natalen-
se faz sciente aos senhores socios que os b-
Ihetes da recita do da 25 do corrente prin-
cipio-se a ileslribur quarta feira ( 22 ) do
meio da em van te ; na ra do Crespo D. 4 ,
lado do norte. Outro sm avisa aos socios em-
pregados d'aquelle dia bajo d'enviar as pro-
postas dos convidados para ocuparem suas ca-
deiras acommisso administrativa que se
reunir no dia 24 as dez horas da manh.
er Precisa-sede I50#000 reis a premio
por tempo do 0 inezes dando-sc urna boa
firma e tora de ouro ,'-e piala se far o
negocio que agradar; quem quiser annun-
cie.

'
-
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l



/;-!'
PILUI.AS VEUSTAES K L'M\T.l'.SU.S AMKICWVS.
Estas pilulas j bem condecidas pelas gran-
des curas que teni frito, nao requeren] nem
dieta e nem resguardo algum ; a sua coan-
posicao lao simples que uo fa/.em mal a
mais tenia crianza : cui lugar de debilitar ,
fortifico o sysiema pnrilicao o sangue ,
migmento as secrcges em gcral : lomadas ,
seja para molestia chronica 011 gmente co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
tem apparecido por nao deixar o estomago
naqnelle estado de constipadlo, depois de sua
operaco como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mu lacis a tomar e nao
causaran incommodo nenhum. O nico de-
posito dellas em casa de 1). Knolh, agen-
te do aullior: na na da Cruz N. 57.
N. 11. Cada caixinha vai einlirulliada em
seu receituario rom o sello da casa em la-
cre preto.
%sr Os abaxo assignado administradores
da casa do Tallecido Joaqun Copes Macha-
do rogo aos devedores do dito fallecido, de
virem pagar os seus dbitos a mesma admi-
nistragao visto se aciiarem legalmentc au-
tborisados : no escriptorio do primeiro abai-
xoassiguado. = Ileniy Forster & Companbia,
A. Scliramm.
cj- 0 abaiso assignado subdito portugus
retira-se para Cora do Imperio e avisa ao
publico que dcixa por seu bastante procura-
dor o seu sogro o Sr. liento Joao Cordnzo e
roga a seus devedores queirao ter a hondade
mandar-lhes satisfa/er s::asdi vidas do que Ibes
licar obligado.=Rodrigo da Costa Carvalbo.
tsr Ningucm faca negocio algum com Luz
Francisco Concia Comes de Almeida com
um sobrado sitio e casas terreas qu ja es-
to hypotbecadas e embargadas.
tsy Precisa-se de 2 homens para assenta-
rem praca pelo t-'inpo da le. em qualquer
doscorpos de linba desta provincia, c albe
mesmo no de artfices, se este ultimo mdhor
convier aosquaesse dar a gratilicagao que
se ajusfar ; quem es ti ver nestas circunstan-
cins de acceilar esta proposta dirija-sc a ra
da Cadeiado Recife D. 59 primeiro andar.
tsr Thonias Roberlson, subdito inglez re-
tira-se para fora do imperio.
tsr Victorino Francisco dos Santos de-
clara a seus amigos e freguezes que mudou
sua residencia do atierro dos Abogados para
ra do Rangel, entre os snrs. Mendello, e
Farias fabricante de vellas e abi espera os
seus amigos e freguezes que seru bem ser-
vidos.
tsr O Snr. Francisco Raimundo Salena
Souza e Abreu ou alguem por elle aulhori-
saclo dinja-se a reparligo do Crrelo a Joao
Das Rarboza Macudum para negocio de seu
interesse ou annuncie sua morada.
cy Aluga-se um armazem com grandes
commodos para urna padaria, c com loja para
vender, e porto de embarque. Vende-se man-
dioca era carga ou em pequeas porgues.
Resapareceo no dia 12 do corren te urna es-
crava crela de Dome Mara cor prela es-
tatura media corpo chcio vestida com saia
de clila a/ul. .Na na da Gloria sobrado de
um andar junio ao convento das recolhidas.
tsr O Thesoureiro da Sociedade I'bilo-
Thaiia, comprou por contada mesma o meio
bilhetc da primeira parte da segunda Lotera
do Roza rio 11.2041.
tsr Quem precisar de urna mulber para
ama de casa de bomem solteiro que sabe cu-
ser lavar, engommar e cozinbar, dirja-
se a ra do Calderciro D. 5.
tsr Precisa-se de urna crela forra de meia
idade para tratar de um bomem : na praci-
nba do Livramento I). 50.
Mr Francisco Gonsalves da Costa faz
sciente, que por haver outra pessoa nesla pra-
ga de igual nomo de boje em diante se assi-
gnar Francisco Gonsalves da Costa Cabral.
tsr )a-se 500 a 600 a juros de dous por
cento ao mez sobre pinitores de ouro ou
prala : na loja fraaceza da ra do Calinga
que faz quina para a das Trincheiras.
c? A (rmandade de S. Renedicto erecta
no Convento de S. Francisco, faz ver ao res-
peitavel publico, que no dia da festa do San-
io rao lia procissao ; visto que ando uns
certos Irmaos bulando por ras vociferando
que cujas bulas be para a procissao de S. Re-
nedicto; quando a meza regedoura nao con-
ven) em nada disso. = Escrivo da liman
dade.
tsr Antonia Mara da Solidade viuva de
Leandro Ramos vende a sua casa na ra da
Conceigo dolado do Rozio n. ti : a fallar
com seu ilho BrazRamos Chaves na Soledade.
tsr Aluga-se um sitio na futrada da es-
trada de S. Amaro com casa de podra e cal ,
4quartos, duas salas cozinba boaagoade
beber bastantes fructeiras com porto na
mesmo lugar sitio de Joio Raplisla Claudio
Tresse.
isy() botequm da Cnio na ra dusQuai-
leis I). 8, precisa diariamente de urna caada
lie leile que mi tenha agoa e quo possa
chegar ao botequim at as G horas da manha ;
a tratar no mesmo.
ist Quem precisar mandar fazer servigo
por carioca com cavallo dirija-se a ra No-
va lado do norte penltima loja.
*v Piecisa-sedc urna ama que saiba co-
zinbar o ordinario : na ra Nova R. 26 se-
gundo andar.
tsr Joze Mendes deFreilas, subdito per-
UlgUez retira-se para fora do Imperio.
tsr Joze Francisco Roza retira-se para o
liio de Janeiro.
tsr Quem annunciou precisar de um ca-
vallo para fuzer urna viagem dirja-se a ra
vclha I). 20 confronte ao bec de Joao Fran-
cisco.
tsr I)eseja-se saber se exite nesta Provin-
cia um Portuguez de nome Manoel Joze Pe-
reira natural da freguezia de Choronte, vin-
do para esta Cidade na Fama do Rouro na
primeira viagem ; quem delle souber ou der
noticias dirija-se a praga da Roa vista R. G
lado do sul ou annuncie : na mesma casa a
una negrinhl moca sadia e bem vistoza
para se lugar a qual sabe vender na ra ,
cozinbar e fazer todo o servigo de urna casa.
tsr A pessoa que annunciou querer com-
prar a obra de Vollaire, sendo queira urna
em francez dirija-se a ra Nova botica I). 29.
tsr Joaquim Joze Lisboa de liveira re-
tira-se desta Provincia.
tsr Manoel Rezerra de Albuquerque re-
gressa para o Cear.
COMPRAS
tsr l'm bom habito de Christo : no arma-
zem por ba i xo do sobrado do Reverendo Vi-
gario do Recife.
tsr Moleques e negrinhascrelas e da an-
gola de bonitas figuras para fora da pro-
vincia assim como negros de oflicio de pe-
dreiro carpinas e ferreiros que sejo de
bonitas figuras e mogos : na ruada Camboa
do Carino R. 11 no segundo andar.
cy Rarris de mel de 4 em pipa: na ra
da senzala nova n. 25.
tsr Urna (arroga que seja forte cornaca-
vallo ou sem elle : na ra nova lado do nor-
te penltima loja.
i7- lina negra de idade que seja boa
lavadeira de varrclla que nao seja viciosa ;
um boto de bom ouro para abertura sem
feitio : na ra de Hortas sobrado de um andar
D. 55.
tsr Tres vaccas que sejo boas de le te e
que tendi os bezerros de dous a 5 mezes :
quem tiver annuncie.
isr Escravos de ambos os sexos de lia
20 a unos na ra da Cruz D. 46.
^c^ O Jornal Panorama do mez de Agosto
de 1841 : na ra da senzala velba jnnlo/a
resllagao.
VENOAS
dita estrada ; quem o pretender dirija-se ao
W O Fado novissimo livro ou jogo de
sortes engragadas oflerecendo um gostoso
cntretenimentodas companbiassociaes e di-
vertidas ; dedicado a todas aquellas pessoas ,
que em bella sociedade quiserem rir-se com
os desparales de urna fortuita sorte e por
meio de 5 dados vir cada um no conheci-
inento do estado riquezas, herangas, amisa-
des fortunas, contendas, goslos : etc. que
lera. Segunda edigo brasileira correcta,
mui augmentada, e mais completa que todos
os livros de surtes at hoje publicados : na
praga da Independencia loja de livros n. 37
e 58.
tsr Urna escrava do gento de angola de
20 a 27 anuos ensaboa boa quitaudeira
da por da 480 a vista do comprador se di-
r o motivo por que se vende : na ra do
Mondego O. 05.
tsr Um preto de bonita figura sem vicio
nem achaque, por 400. ao comprador se
dir o motivo da venda: na ra da senzala
velba n. 41 segundo andar.
tsr Urna negra muga cozinbaoordinario
e mais oulras habilidades propria para o
servigo de una casa e por prego commodo: na
ra das Cruzas R. 8.
tsr Erna negra crela de bonita figura ,
de 20 unos boa cozinheira, engomma liso,
cose cha relina assucar e faz varias qua-
lidadea de doces, pao de lo e bolinbos : na
rua da camboa do Carmol). 11 no segundo
andar.
tsr lina negrinha e um moleque por
prego commodo ; na rua do Vigario n. 7.
tsr Fm fogo de Ierro por muilo Inrato
prego : na rua da senzala velba casa contigua
a rcslilago.
tsr Superiores vellas do carnahuba em
porgo a 280 e a relalbo a 300 rs. a libra : na
niaeslreita do Rezarlo defroiiic do armazein
de vnho casa de duas portas pintadas de ver-
des R. 29.
tsr Farinba de mandioca de S. Galbana,
de boa qualdade, a bordo do hilacho S. An-
tonio Triunfo lundiado na praia do Colegio,
a relalbo e em porgos por prego commo-
do : a bordo ou na rua da Cadeia I). 21 ,
em casa de Amorm Irmaos.
tsr Erna venda com poneos fundos com
bastantes commodos no forte do Mallos I).
13 : a tratar na mesma.
tsr Fm bergo e um leilo para crianga ,
com ar mage era bom estado por prego com-
modo : defronte do passeio publico loja de fa-
zendas R. 2.
tw l'm relogio para cima de mesa de
pedra marmore : na rua do Nogueira R. 9 ao
p de um sobrado de 2 andares.
tsr l'm lindo rc'ogio de cima de meza ,
bom regulador por prego commodo na rua
do Nogueira R. 19.
^\tsy l'm silbo com sua mana e com
nidilo pouco uzo por prego commodo : na
praga da Independencia n. 9.
tsr l'm bom cavallo russo pombo com to-
dos os andares por prego commodo : na rua
daMoedan. 140 a fallar com Firmino Joze
Felis da Hoza
tj* Todo capim d>: planta de um quintal,
adverle-se que be ordinario : em Olinda rua
da bica de S. Pedro casa n. 46.
tsr Sacas com feijo braneo muto novo ,
chegado prximamente, lendocad*saca um
alqueire id medida velba por prego commo-
do : na praga da Indfei endencia n. 28 e 29.
tsr Castanba do MaranhAo a 100 a libra ,
c em arroba t J.>.Mio nozes a 120 a libra ,
mantenga propria para bolos a 520 a libra ,
presuntos, paios lngoigas sevada a 80 rs.
pedra pome acem rs. barricas vasias que fo-
ro de cerveja azeite doce a 610 a garrafa ,
e a caada a 5,> : na rua Nova venda I. 25.
tsr O verdadeiro ungento sancto bem
condecido pelos seus milagrosos eleitos pa-
ra quemaduras feridas ou chagas chegou
novamente de Lisboa : na rua Nova delronle
da Igreja da Conrcigao, n. 105.
*\3r Urna machina elctrica nova e com
todos os seus competentes aparelhos de bote-
llias de Leyde e conductores: no Jardim
Rotanico.
tsr Taxas de ferro coadoe batido era bom
sortimento assim como algumas ferragens
mais para engerido : na ruado Vigario n. 7.
tsr Ailbrigo S. Martin com loja France-
za na rua do Cahug R. 2 lado direito quem
vai para a Hoavisla tem para vender, alem
de muito bons objectos concernen tes a lojas
de canquilliaras, as fasendas seguintes : boas
sedas do gosto mais moderno para vestidos de
senhoras; blom bicos de seda de fil de li-
nbo e d'algodo ; fitas muito boas ; capellas e
ramos de flores ; challes de seda de bom gos-
to ; chapeos de seda 1. quaMdade em gos-
lo c fasenda para senhoras ; ricos capotes de.
seda com capucho para quando as senhoras
sabirem do Tbcatro do Raile ao Sars pa-
ra preservar d'algnmaconstipagSo, porquan-
na mesnia rua sobrado que tem lampio jun-
io ao ferreiro.
tw Uai novo e lindo bote com vellas
novas proprio para deverlimenlo por ser
muilo bom de vella o que se podo experi-
mentar, ou para qualquer emharcago : na
rua do Cotovello casa de 5 portas verdes junto
a do Sr. Quaresma.
tsr Travs de 40 Ao 50, 53 c enxa-
meis de 20 palmos : na rua da Aurora no pri-
meiro andar do quarto sobrado.
tsr Sacas com alqueire de farinba de man-
dioca fcila na Moriheca tanto da muito
lina o alva cmoda mais ordinaria : na rua
da Cruz R. 12 escriptorio de Joze Antonio
Gomes Jnior.
ESCRAVOS FGIDOS.
tsr Fugio um moleque de nome Tilo, na-
go angola idade 18 a 20annos com um
dos tornozelos do pesquerdo enxado mui-
to ladino parecendo croulo ; be pintor e
bolieiro: suspeita-se estar trabalhando de
pintor ou srvenle d'obrascm alguma obra
nesta idade e particularmente em Olinda ,
e acoilado em urna casa nos anombados, on-
de ba S para 5 armes esteve e foi pegado ;
he jogadur, por cujo vicio faz frequentcs f-
gidas : quem o pegaron livor noticia se po-
der dirigir a rua do Vigario ( no Recife ) I).
12, que se gratificar com 20* rs.
tsr No dia 24 de Maio prximo passado ,
fugio do sitio das estradas dos Atbelos per-
tencente ao snr. Joze Joaquim de Mesquita ,
urna escrava de nome Caetana nagao cabun-
d, alia, retinta, testa grande, cabello
rente ao casco com urnas sicatrizes as ca-
ndas de feridas antigs : quem a pegar le-
ra boa recompensa, levando-a ao menciona-
do sitio ou a rua das Agoasverdes D. 38.
ts?m Fugio no dia 14 do corrente um escra-
vo de nome Gongalo nago rebolo porem
j a muitos anuos nesle paiz, e porissohe
muito ladino e trelozo tem pelo que repre-
senta para mais de 40 anuos, seco do corpo ,
e alguma cousa alto algumas marcas Jebe-
xigas um lano apagadas pelo rosto, tsm fal-
ta de denles na frente do queixo superior,
['crnas e tiraros com alguns cabellos e j tem
alguns cabellos brancos pela cabega e barba ;
levou vestido caiga branca carniza d'algodo-
zinbo colete de verbutina cor de roza j ve-
Ibo, com botoadura amareila : costuma a ga-
libar na ribeira ou em descarga de canoas ;
gosta baslanl* de agoardente: desconfia-se
que se tenha amiziado oceultamente no enge-
nlio Paralibe, onde existe a mulber lavando
roupa : pede-se por lano aos snrs. encarre-
gados da Polica ecapiles de campos que
sendo diloescravo capturado de o entregaren)
a seu snr. Joze Francisco l'ereira da Silva,
no sobrado R. 2 junto a escada da cadeia
desta id.de.
tsr No dia Terga fera 14 do corrente fu-
gio um ue|ro de nome Joaquim nago a-
hund representa ter 19tinos doidade, al-
to o estomago saliente porem bonita figu-
ra cor bem retinta], nao be mal parecido ,
tem os ollios afiumagados nao tem marca do
nagao se nao urna em cima do cangole e
urna sicatrz de chicote ainda fresca no braco,
quando anda bambalea algum tanto o corpo
to sempre se est suado, quando d'estes ad- e ln os fez grossos ; levou vestido carniza de
jnelos se sae : gapatos de polimenlo bru-
zeguinsdito; gapalosde setim de duraque.
de marroquim e chinellos para se andar por
caza, tudo para sendoras ; como lambem
toda a qualdade de calgado para homens e
criangas; meias de seda de todas as qualida-
dts tanto para sendoras como para domens ;
luvas de pelca de 1. qualdade e outras de
cabrito de seda e de algodao tanto para
senhoras como para domens ; veos de fil de
lindo de 1. qualdade ; lencos de seda de
garga e de fil, como de cambraia para mao ;
pentes de tartaruga para tranca ; ditos de di-
ta para desembaragar ; ditos de bfalo ; di-
tos de tartaruga para marrafas ; e ditos finos
de maiim ; caixnbas com agulas francezas ,
bem surtidas a 480 rs. ; perfumaras de toda
a qualdade e de 1. sorte ; bonnetsde pao,
de ganga rscada e de viludildo lano para
domens como para meninos; oculoscom do-
nitas armages para todas as vistas ; chapeos
de sol dos meldores que h ; sortimonto de
fundas e suspensoes para quebradura de ho-
mens &c. Ac. Contina a vender os bons se-
lins Inglezes, chamados regaMadores por
serem de araes de barbalana como tambem
para senhoras de todas as qualidades ; ludo
como j se sabe muilo barato e bem assim
marroquins de primeira qualdade a JujOOO
rs. a duza.
tsr Em terreno com 120 palmos de frente,
ja com aliceroes e J40 de fundo : a fallar
chita azul, c caiga grossa de estoupa ou brini
de listia vscuro de algodo porem pode ter
trocado a roupa porque be bastante ladino ,
tem bonet de negro ganhador em que se oc-
cupava : quem o pegar leve-o em casa de A-
lexandre MacKay & Companbia.
tsr Fugio na tarde de 18 do correnle Ju-
ndo urna prela de nome Domingas, nagao ca-
gange com ossignaes seguintes: estatura
baixa grossa do corpo, vagarosa no andar,
fula tendo patente urnas sicatrizes no pes-
cogo de alporcas, rosto radondo, nariz da-
lo ; vestida de saia preta de lila vestido
branco com llores azues, e pao da costa :
roga-se por tanto as Autboiidades que a en-
contrando a aprebendo.
tsr Desapareceo du casa do abaxo assig-
nado das G horas da manh do dia Domingo
19 do correte, urna escrava por nome Au-
na nago benguella, idade pouco mais ou
menos 40 annos seca do corpo, levando
com si;
Carlos
preta desbotado e panno da costa e o mo-
leque camisa de chita roxa com palmas ania-
rellas : a pessoa que a troucer leve-a a bolica
no Mondego, que ser generosamente re-
compensado.
Joo Cando Pereira Ferreira.
.o urna cria de 2 anuos por nome
, levando dita negra vestido de chita
RECIFE N A TYP. DE M. F. DE F. = W


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