Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04676


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Full Text
Anno de 1842.
Quinta Feira 16
Judo agora d*| liuiiraae cobo prinripiair.os r sarruma apostados roai adniraciio tntre as Nari'ee oais
(^JUB. (Proclamacio da Aaarnblea Geral do iraiil.)
PARTIDAS DOS CORRKIOS TERRESTRES.
fioiar.oa l*raiL e Rio grande do Norte aegundaa e tritas (eiras.
rloniw a arahti*f '-O 24>
('abo Jierinbaen R' Ptumo i Porto Calvo Mari-i e .Magnas sol.*
'aie'i *' Santo Ani.io quintas ferae. Olinda lodos as djas.
DAS DA SEMANA.
la J5J. Antonio F. Padroeiro da Provincia
lt I sin. BMilio Nngno. Ral. Aod. do J. de D. dal. v.
45 Qiart. Victo M. And. do J. de D. da3. ?.
. ("iuot a. Joao Franciaco Regia Mm Aud. do jui da I). da 2. v.
7 Sc'. Tbtre R. Amd. do J. de D da 1. t.
^S Sab. a. Leoncio M Re. Aud. do J. de I), da 3. r,
*9 htm. Juliana de Falconicri V.
, V, e U.
de Junho. Anuo XVIII N. M-
O Diario publicase todoa os dias (tuo nao forem Sanficados : o prec da afeignature
da tres mil teif por quarlel pagoa adiantadoa. Os aniiuii.ios dos astignantea fia maendon
gratis c o* dos pie o nao forem '"'" -a dirigidas a eeU Typogrmfia ru. dns Ciurcs D. o. ou a praca da Independencia loja de TfM
Numero 37 e 3S.
CAMBIOS NO DU lai.KJiMiu. compra
Ouito-iMoed.de 6,400 V. I.i,00
N. 1..30J
8,400
l,7rt
1,700
Cambio aobie Londres 27 d. p. IU.
B a l'aris 3;i0reiap. franco.
u Lisboa y.i por 100 de pr.
Moeda de cobre 4 por 100 de descont.
lde*delelraedehoa firmas le a 1 e{.
j)escontde billi. da Alfandtga I por 100
ao me i.
Pnn
. de 4,000 '
Palares
Petoa ('olumnaree
dito Mrn anas
Btiuda
l,70w
t,0
venda.
15.000
1..50M
S.flOO
1.7S0
1.7*0
1.780
j,?o
Pleamar do din IC de Junho.
1.a a 10 loraa a .i4 m. da manhJ.
2," it 11 horas e IS m. da tarde.
PHA8RS DA LA NO MF.Z. UK JNflO.
Quart, ng. a 1 --A 4 Loras e 32 m. da man.,
l'ii. Nora a S-- s 7 hora e ;>.> m. da lanl.
Ouart. cresc. a 18 ka 2 bor.a e 33 m. da lard.
Lun cheia 22- as 7 liona e 2 m. da lard
DA rio de iebtvambiico.
PARTE OFFICIAL
(10 VER NO DA PROVINCIA.
EXPRIHEISTE DO DA 10 DO CRREME.
Officio Ao juiz de direito do crime da co-
marca do Santo Anlo = Resol vendo a du-
vida que Vm. encentra sobre a jurisdigo dos
juizes de direito do crime para conheceicm
em correicAo dos autos dos juizes do civel e
seus escrives confrontando os rticos 5. e
56 do regulamento numero 145 de 15 de Mar-
go com o artigo 487 do regulamento numero
120 de 51 de Janeiro d'este anno devo sig-
nicar-lhe que os dous regulamentos esto
de acord e que as disposiges dos artigos
5 e 50 do de 115 de Margo nao revogo a ex-
cepto mencionada no artigo 187 do de 51 de
Janeiro que lica sempre subsistindo cm
quanto se conservaren! os juizes do civcl, ej
nao pode se referir como Vm. enlende, aos
actos de correicAo criminal, massim aos de
correigo civil, que pelo cap. 1. secc. o.
das disposiges criminaes se incumba aos jui-
zes do direito ao mesmo lempo que fossem
ascorreigoescriminaes, segundo os artigos
202, 204 207 209 e 210 do dito regu-
lamento. E, respondendo aos trez quisitoi,
que Vm. final propoe no seu officio de 6 do
corrcnle Ihe declaro ; 1. quelhe nao com-
pete conhecer dos actos do Juiz do civel c
seus escrives : 2. que 'o regulamento nao
authorisa os juizes de direito tomarem cun-
tas cmara municipal que sendo pela
Itii de sua organisago um corpo administra-
tivo d suas contas Assemblca Legislati-
va Provincial: 5. quedeveo juiz de direito cor-
reger as povoages de sua comarca para tomar
conhecimento do que praticao em seus dis-
trictos os subdelegados de polica na forma
do artigo 204, periodo 2. do dito regulamen-
to n. 120.
Dito Ao inspector do arsenal de man-
nba, authosisando-o para mandar desman-
char a caldeira da barca de escavano que
se tirou da machina Qm de se aproveita-
rem as chapas para alguns concertos.
Dito Ao commandante superior da guar-
da nacional d'esto municipio, ordenando, que
faga substituir poroulro que tenha a preci-
sa capacidade e robustez o guarda do segun-
do batalho do mesmo municipio Relisario
Saturnino de Souto Maior que, segundo re-
presenta o conimamlanie das armas acha-sc
incapaz do sorvigo do batalho destacado,
por ser bastante achacado, e ter as pernas on-
chadas.
Dito Ao chore da legio de Iguarag ,
determinando que com a possivel brevidade
faga substituir por outros, que tenhao a pre-
cisa robustez, e capacidade os guardas do !>a-
lalho de Iguarag Florencio deSouza, e
Pedro Jo/.e Mendes que conforme repre-
senta o commandante das armas esto in-
icuamente incapases do servico do batalho
destacado: o!, por ser achacado da gola ,
e bastante relaxado e o segundo por men-
tecaplo.
Dito Ao commandanle das armas par-
ticipando a expedigo das ordens dadas nos
dous ollicios precedentes.
Dito Ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes ordenando que forne-
ga promptamenle a quantia que o adminis-
trador fiscal interino das obras publicas Ihe
pedir para o pagamento das madeiras que
Icrn ajustado com Francisco da Silva Moraes.
Dito Ao administrador Ist.jI interino
das obras publicas, determinando, que com-
pre as madeiras oflerecidas por Francisco da
Silva Moraes ; e intelligencando-o do con-
tedo no olficio antecedente.
Portara Ao commandante da Escuna=
1. de Abr! = ordenando que remeta ao
commandante da Escuna = Andorinha be os
grumetes Manoel Lourengo Carneiro Montei-
ro Miguel dos Anjos Antonio Jo/.e da Sil-
va e Manoel Antonio.
Dita Ao commandante da Escuna = An-
dorinha = determinando que siga para a
corte no da 11 do corren te levando a seu
bordo im deserem entregese disposico
do Exm. Ministro da marinha os supra-
niencionados giumetes.
Dita Ao commandante do vapor ssa Cor-
reio Brasilero = para receber a seu bordo ,
e transportar corte o lerceiro cadete do ba-
talho provisorio Joza Rodrigues Soares ,
que Ihe ser remctlido pelo commandante das
armas.
Officio Ao juiz de direito da primeira
vara do crime significando-lhe em respos-
ta ao seu officio d'esta dala que de signa lem-
porariamente para os trabaliios do Jury a ca-
sa onde se fasem as sesses da Assemblea
Legislativa Provincial.
Dito Do secretario da provincia ao I.
da Assemblea Legislativa Provincial narlici-
pando-lhe o con leudo no officio anterior ; e
disendo-lhe naja de por dsposigo do su-
praclado juiz de direito a casa cima refe-
rida.
[>t0 Ao director do collegio .los orlaos ,
ntelligenciando-o deque a entrega dos orfos,
que por despacho da presidencia devem sahir-catlor
F@LHITr.
ItUXA URSEOLA (*)
II.
O pacto.
Em frente da torre, aonda so passava a
scena que acabo de tragar e extremidade
opposU de um pateo oblongo, havia urna ga-
lera praticada entre o aposento da Duqueza
mi e a do Duque reinante. Duas pes-
soas um velho e urna donzella ali se haviam
sssentado e desde o comego do banquete
seu olhar immovel eslava sem cessar fixo so-
bro a tetra absorto n'uma muda contempla-
go. Sbito a douzella eslremeceu dirigu-
se com precaugo para o balco de pedra e
poz-se escuta.... Depois tornando com pre-
cipitago para o velho :
Um juramento horroroso, meu pai, um
Juramento digno desta orgia !.... Elles aca-
bam de volar a morte de Jacques !
A morte de seu irmo repetiu Pedro
atterrado Sua morte quando as cinzas do
pai apenas esto fras dabaixo da sepultura !
Diana impedirei este crime ou morrerei....
Dize que o impediremos replicou
do colegio requerimentode niis e outros
prenles deve sempre ser feita aos lulores ,
que legalmentc forem nomeados pelo respec-
tivo juiz. dos orfos e nao as pessoas que
sollicilo a sada dos mesmos.
COMM NICA DO.
II est juste de detromper le publie,
Ouand il esta crainJre qu'on ne l'abuse.
(Voltare.)
Nunca a Imprensa se eleva tanto a altura
de sua nobre misso. como quando echoa
encomios virtude. A razio humana mur-
murara contra a Providencia no meio do
sombro pensamento da morte nao assegu-
rem Ihe todas as probabilidades que se a
nossa jornada nesta vida de peregrioagao he
terminada pela triste perspectiva do sepul-
cliro, o homem ueste mundo involucro nao
possa de um bosquejo do que tem de. ser no
porvir que o aguarda quando tocadas as raas
desta rego de vises se Ihe descerraren! as
portas do paiz das realidades. Ladeados do
senlimenlo de nossa Jestruieo he a certe-
za da immortalidade na memoria dos homens
que suaviza lodo o amertume de nossa ultima
hora. Longe estamos por tanto de reprovar
o proficuo uso das Necrologas Orages f-
nebres Epicedios, e Nenias que sobre seren
urna homenagem rendida a virtude sao o
maior incentivo para as aeges meritorias.
Mas se a virtude quer que o homem de bem
passe a vanle atraz dos evos cuberto dos loi-
ros e elogios da posleridade ella repelle o
capricho, e a fantasa com que profanando
a verdade o Orador, ou poeta ergue urna voz
temeraria para fazer arder diante do demerito
o incens que s ao mrito se devera offertar ,
e muo particularmente quando o circulo da
vida d' individuo nao offereceprobidades suf-
ficientes para recomendar sua sombra pos-
leridade. Veio-nos s mos pouco ha u-
ina mastigada intitulada OracAo fnebre, fei-
ta por um Acadmico de Olinda que mais nos
parecen Cr i pinada de Voltare to que elogio
fnebre. Roen nos o desejo de. apregoar a
verdade d converter os monlogos do gabi-
nete em publica censura que apezar de ser
voz tle estril ermo la vai involla na capa do
Anonymo, embora pague o justo pelo pec-
( ) Vid. Diario N. 125.
Cmica o Ilustre Orador o seu Exordio
Irovejando metforas e fazendo chorar os
sinos com lgubres badaladas -- mas por es-
pecial indulto diga-nos se leu Marmontel,
Mam y e Cicero ? lalvez sejo para SS. bichos
de selle cabegas ou Ihe tenha sido carnizas
tle onze varas. tliz o Cardeal Main y deve ser simples e mo-
desto a im de conciliar ao Orador a benevo-
lencia do auditorio. E lal he com cffeito a
simplicidade com que Rossiiet comegando a O-
rago fnebre de llenriqueta Rainha de In-
glaterra prepara com tinas frazes o audito-
rio faz'.-ndo esperar que vai em um s infor-
tunio deplorar todas as calamidades dos mor-
taes e em urna s morte paknteara caduci-
dade c o nada de todas as grandezas huma-
nas. Nao menos notavel he a destreza e
a engenhoza simplicidade com que Sneca na
sua Tragedia da Troada abre a primeira scena
por um monologo em que Ihe basto tres
simples versos para commover c preparar to-
dos os coraces. Em oulra parte do seu En-
saio sobre a eloqueneia diz o mesmo Cardeal
que se devem evitar no Exordio as imagens
alecladus e as metforas ambiciosas por
que segundo a expresado do Orador Romano
o Exordio nao pussa du avenida do discurso.
E seria por ventura essa simplicidade que ro
comendo tan magislraes Rhetoricos e que
trilhara te autliorilalivos Oradores a que
estradou SS. fazendo chorar os sinos as
torres com lgubres, e commoventes badala-
das ? E a emigrago eterna deste
mundo illusoredc peregrinago-- ? islo he
sublime llora explique-nos respeitavel
Orador como se emigra da Ierra da peregri-
nago e perdoe-nos se o na podemos enten-
der pois no modo de pe.isar de Constancio ,
o, Fonceca que sao alguma coisita mais aullio-
rlativos que o luminoso Orador o termo emi-
grar significa expatriar-sc e peregrinar naO
he outra cosa mais do que deixar a Patria
para percorrer viajando. Estas aulhoridades
parecem ser sulicientes para que SSconfesse
Diana copi enthusiasmo porque eu me asso-
ciarei comvosco nesta obra santa de que l
em cima se nos tomar con las. .
__ Pobre menina tu es joven tu es fe-
liz. Nao te intremettas n'esta vida agitada ,
n'estas intrigas tenebrosas nesle sanguino
so drama. Dexa-nos obrar a nos que nao
lemos mais felicidade a esperar e cuja exis-
tencia vale to pouco....
__ Seguira talvez vosso conselho meu
pai, se Dos mesmo mo nao defiendes. Fia
um s voto em minha vida e eis chegada a
hora de o cumprir.
Explica-te....
Diana pareceu sentir que suas palavras ti-
vessem tornado necessaria a revelago de um
segredo que tinha por tanto lempo occulta-
do. Mas seu pai a interrogava : ella se deci-
di a fallar.
Depois de dous annos que a araisade da Du-
queza mi me tinha dado um to bello logar
nesle palacio o principo Jo2o me persegua
assiduamente. Era um tormento diario, sem
tregoas e sem piedade. Ora em urna bella
noute do esto vellava eu junio do leto da Du-
queza ento victima das afllicges de urna
febrecruel. Ilia suecumbir fadiga eos
gemidos da enferma nao chegavam ameus
ouvidos seno confusamente, quando um su-:
bito estrondo me fez despertar : levantei a ca-1
bega, um homem o principe Joo eslava di-
ante de mim. A magnificencia do Co me
disse elle rindo Ihe tinha inspirado o vio-
lento d tendo encontrado no palacio toda a gente em
socego vinha propor-me urna excurso por
debaixo dos olivaos de Damariona, se por
ventura eu nao preferisse atravessar o bosque
de Xanto caccompanhal-o a Kindaro sua
residencia do esto. Fing, toda trmula
como eslava nao ver seno um brinco n'esta
insolente proposigo-, e com um tom framen-
te severo o convdei cm nome de sua mi
paciente a retirar-se sua habitago. Elle
nao fez caso, equiz entreter-me de seu amor.
Ento minha indignago rebentou em pala-
vras amargas : eu Ihe reprehend a indigni-
dade das suas perseguiges e o ameacci de
nao mais me couter para o futuro em esteris
recusas; mas de o opprimir publicamente com
o meu despreso. Urna irona misturada de
colera se pintou sobre as fegoes de Joo, e el-
le me annunciou com urna tranquillidade zom-
badora que suas medidas estavam tomadas,
e que tinha um meio seguro de triumfar da
minha resistencia e do meu odio. Ao mesmo
lempo agarrando-me fortemente o brago ,
arrastou-me para a porta. Eu soltei um gri-
to : a Duqueza acordou. O' meu pai! este
horrivel quadro ainda o tenho presente na
minha memoria Ella se linha levantado so-
bre seu leito branca como urna defunta ,
esparsos os cabellos as mos dirigidas para
nos delirante na falla e com a febre em
seus olhos. Procura va comprehender esta
scena ; mas seus ouvidos inintelligentes s
ero feridospor queixosossons, que insina-
vam na sua alma lodos os fantasmas de um
terror mortal.... Comtudo sua a misado para
comigo a esclareceu. Advinhou que me a-
meagavam ; quiz descer do sen leito c an-
dar; mas sua fraqneza a trahiu....eu a vi^cho-
rar. Neste momento Jacques entrn......
Vos violenlaes a urna nobre donzella ,
e ultrajis minha mi dis e elle apoderndo-
se logo do braco de Joo Krispo. Sahi, ou
amanh o Duque Francisco nosso Pai, sa-
ber de que nobre maneira truclais o nomo
mais glorioso do Archipelago Um raio
nao teria prodiizdoefleito mais rpido que
esta apparigo do Jacques. Em menos de
um minuto sua*voz dissipou este sonho horro-
roso e cu me achei s diante d'elle A bra-
co i seus joelhos agradeccndo-lhe. Ento elle
me deixou recommendou-me sua mi o
mesupplicouqueperdoas.se a seu iimo es-
queceudo esta fatal noute. Eu devia porlan-
to conservar Jella urna cruel lembranga...
Foi no di i seguinle que se manisfestaram em
casa da Duqueza os primeirossymptomasd'cs-
f




!J5SSEK55E!S > ^^r^'"'^~~ ~: -j
i
ingenuamente a Sua donla todava l va
outro Classico na lingoa
......Quando alevanlarao
Hum por son Capilara que peregrino
Fingiu na Corva espirito Divino"
, Camoes Los. 1.
Interrogue por tanto o loitor os citados Ks-
criptores e concluir cofflnosco que lie tu
llagrante contradice/to o dizer SS. que o (na-
do cmigrou da Ierra da peregrinado, como
errneo o dizer-se que o exilio be a verdadei-
ra Patria e que a mansao dos penates lio a
estancia do desterro, lie todava de esperar
que SS. reduza a porra o nosso argumento
provando que nao passa de urna dvia. Tam-
bem desojarnos saber se o satis da vida be an-
iiunciado incessanlemente 011 de
quando cm quando -- nao nos attrevonios to-
dava aperguittar, porque som duvida nao
Ibe aprazer descer desse eminente alcacar
que occupa para responder a arguices que
dado que alguma coisa sejo mais do que dis-
lates nAo passaro por certo de alicantinas
despreziveis da penna de un Zoilo; o que
porem ale aqu nao nos en Ira em duvida por
mais hatos que demos a ntcllgencia be
que os fnebres dobrcs -annuncia- mas
nao reclamad a victima da mirle-- lie to-
davla obvio (|iie o Orador naO pretenden ex-
primir tai pcnsamenlo mas que esta sua col-
Jocacilo proveio de um lapsa da sua sub rao
penna. Dos queira porem que nao appareca
por ahi algnm relapso. Mas vamos ao que
importa comecada a narraco (que deven-
do ser completa, s abrangeu o lado potico
da vida do hroe,) chovem as exageragoes ,
e byperboles que se adiad reprovadas pelas
regras mais Simplices d'urlc. 0 natural ,
e proj.rio das Oraches fnebres, e dos pane-
giricos, diz Cicero ( Ira Jiioefio do Abbade Co-
ln Vfce amplificar, e ornar.'. fres quidi-
dades, diz Marmontel, sart ossenciaes a nar-
ra^o--clareza, brevidade, e verosmil ban-
ca As duas primeiras rocou o nosso Ora-
dor he justo reconhecei-lhe osle mrito, da
ultima porem afastou-se palpavelmente, be ftr-
coso confessar esta ferrenlia verdade. Con-
siste a verosimilhanca em apresontar as coisas
taesquaes ellas se achilo na nalureza em la-
zer compadecer-so a narrativa com o lempo e
lugar em que se passou a aceita sem apoia-la
sobre o rumor publico e opiniao dos ouvintes.
Ser porem urna rcalidade natural que um in-
dividuo no fogo da ju ven lude cercado de u-
ina atmosfera de p.iixoes ladearlo da corrup-
to e dos vicios do seculo lenlia em predi-
cado as qualidades que podem constituir a
crealura mais privilegiada!'! nao repulir
esse montao de acortes meritorias o vicio de
urna poca da vida humana que se desusa a
travez la viciosidade dos nossos lempos e
dos voluptuosos Epicuristas que sao insepara-
veis de urna reuniflo Acadmica em que os
prazeres da mocidade fallao mais alto aos co-
races do que lodos os principios da conti-
nencia, e dodever? apoiar-se-ha finalmen-
te sobre o rumor publico a sua exagerada nar-
rativa ? e ser a opiniao dos ouvintes cons-
cia desse -- vacuo immenso, e insupprivel__
que dcixou o seo finado hroe ? Pensar
ss. que as trebejantes hyperboles da Oratoria
sejo capazos de abafar o grito do testemunbo
popular, com cujo eclio contrastad assuas
falsas exagerares ?! Por outro lado porque
nao foi ss. mais verdico e delicado na sua!
profeca ? para que vaticino que seria insup-
privel o vacuo Acadmico para que em sum-
ma protandeo apolbeosar o seo hroe victi-
mando a verdade e insultando o genero bu-
mano l'!.' Talvez ignoro ss. que, as regras
Oratorias permittem as amplifica^ues, nas
repllenlas byperboles, e que be urna ofen-
sa feila virtude tecer panegricos supprindo
com mentiras oque denega a verdadeira e liel
'larracao. Mas be fcil dar com o trincho :
ss. ouve dizer que as Oraces fnebres se
permiti ao Orador amplificar a paizagem que
descreve e por isso jislgou talvez que a nar-
raco devia formar por ai um quadro que era
dado liyperbole amplificar, quando a am-
plificarlo be j um retoque que d a imagi-
nario do Orador ao quadro que S a verdade
deve tracar ; c por isso nao bouve por bem
considerar supprivel esse vacuo inmenso
que deixou aberlo a creatina mais privilegia-
da de quem vinte e tres annos de idade ta-
rar, urna serie uo interrompida de acedes me-
ritorias c louvaveis. Parece pois que ss.
evdonciou a palmos que era despido dos mais
triviaes principios de Rhetarica nessa obra
em que prelendeo encampar-nos a manera de
quem arrola eloquencia. Saba tambem ss.
que o termo apaitagio que tanto Ihe barmoni-
sou aos ouvidos be reprovado por Filinto Eli-
sio, e considerado como significativo de tenca
alimentar por Constancio. que o reconhece
improp o e errneo no sentido de predica-
do : be todava possivel que um hroe lo ex-
Iraordinaro como o seo defuncto se alimen-
I lasse de virtudes e sendo assim nada mais
I certo e n itural. Por nao querer sobrecarre-
' gar ss. de mais grave larefa aguardamos pa-
ra quando nos responder ( se o lizer) o pedir
algumas esplicaedes a cerca do seo consol
desconsolado e sobre algumas particulari-
dades relativas syntaxe que ss. bouve por
bem tornar progressiva. A peroraco que fe-
cha o discurso do estupendo Orador be assaz
differenle da quo prescreve o mui respeitavel
Marmonlel, segundo o qual na eloquencia do
pulpito o patheticodesla parte da Oracao tem
um objeclu que nao convem e nao ao*genero
deliberativo ; mas nao se Iluda alguem jul-
gando poder desparte disputar ao erudito 0-
rador a gloria que Ihe cabe em galardo da
sua obra ; pois esse fragmento do seo discur-
so de nalureza tilo heterognea ao restante lie
urna nvenco de ss., quem naoagradou
que a arte Oratoria fosse condemnada inac-
go. Desde j por lauto minio nos arrecea-
mos de que nao Ihe ebricite a cachola para
zurzir as opiniea de Maurv, Quinliliano
Marmonlel, Cicero, Du Manis, el'go-Blair
ale reduzil-os p. C ficamos esperando
pelas suas Sabias I.cortes que muito proficuas
nos serio dse jando porem que melhores
appareco do que essa Crepinada de Volaire
que soll'reo as lucubraeoes de dois mezes.
Pcrdocm snrs. Redactores a curiosida-
de talvez indiscreta com que reverenci-
ando pouco o religioso parce sepultis
do Vate Mantuano ousamos revolver com
nulo temeraria o fundo do sepulchro de um
coco a quem consta nos, revestiao alguns
eslimaveis predicados ; pois tanlonaonos
levou a mana de arranhar os morios, nem
lao pouoo o desojo de descobrir ascompridas
orelhas com que o jumento de Ersmo pre-
lendeo campar com falsas reverendas mas
somente o interesse que julgamos dever lo-
mar cnrque|a proficua invengo do inmortal
(fUttemberg se eneamlahc sempre ao seo ver*
o'adeiro lim.
Sirvao-se pois dar ao prcllo estas luhas ,
com o que muito obrigar o seo Assignanle
respeitador.
I'm abelhude do Recife.
KDIT VES.
te mal inquieto desla sombra languidez., agora se eu completa** a la narrado dan.
que depo,s a tem afastado da Corte Porlan-; do-Ihe oseu ftA^iSd^SXiiS^
' S Poss? mi mrm d" SC "m Perl desoonhecido um abvL o 'p.;
inimiS ZlZ,:!^l^^^^'^ *!-? Se te dissesseLe
Ma inai.
descanco ?
Que segredo! ajuntou Diana com um na-
neo (pie se reconbeceu pela emoc/io da
riosidade : ella continiioii.
Emlim preciso eu Vos faca urna narra- ,
cao, que duplicar minba coragem.... Desde sua voz
Zr&iJUHn "''" V?'0, m""aS mi'S Ve" ll ,e" amor P ^ o Duque Jacnues
/es visitar sua ma, e oslas frequenlas visitas : responden framente Pedro '
me tem ensinado a illlsal-o Oh se vos mm \\,___ ""-1 um.
l.-sseis mor. n. AlnJmas palavras vieram exp rar sobre os
da da me lem revelado una nova face dYstc Na le con lemnn Di-n. m..
SSlSS9Vnt ^maS' ^-a->'-erIH;nde7te,u^cao,"oUr ; C
SnaTrmctol I 'T' ^S me ',io C'* de um sonho impesVivel. Dos perm m
contra o principe Joao tem trescido, tanta a-' que eu lesse em lu-i al mi IJeciu m i
misade consagro Duqueza, e admiro a Jac-1 le e slVvar-le d i n^ ina' mC ChnF'
mmna sy^t,S? ^Tj^lSlS I ~ *?*** T" ** > ^^ Da"a
tado, nem vos me mo m eu na eh 'ana,u,0-s- "'de cu pai. Asseguremos
Tp,t.daMrabi,-a-,,;!'o,,:,,,;:;e'qU^:;: rrover7o7ndoqdesa l "^
esla em engo, lies, tare i de flesencarregar-me I Veneza '
da minha divida para com elle .Vio meo' r i .
pai, nao! e assim como vos eutenho.T nT ^JlSaim- Z M eU nil ,,,e ,n'
eilo de dizer : Eu salvarei Jaeques ou mo "Z RlSoe? 7/ TE" "' UT.:"'
rt.rc; r n. Jaeques, Jaeques elle mesmo .' disse
nm ,;i ni "lana, com um grito snrdo e suflbca' - Bem m.nha "Iba nas que dinas tu | V ambo, co;:;eearan, a bservaTiscena,
Vicente Thomaz Pires de Figuciredo Carnar-
io, Commendador da Ordem de Christo ,
o Inspector da Allandega por S. M. I. e
C. O Sr. D. Pedro Segundo a Quem Dos
(i. c. de.
Faz saber aos donos dos volnmes despacha-
dos f ggos e pipas ) que se achilo defronte da
porta e sobre o caes da mesma, que vai fazer
cumprir o Arl. 232 do Ilegulamento cuja
ntegra a segine. Os volnmes sabidos .
que no dia seguinte anda se eonservarem de-
fronleda porli, pagarn a mulla de dous mil
reis cada um alem da despesa de remoco ,
que ser feila pelas f'apatasias. Outro sim
faz saber o mesmo Inspector aos donos das
lachas de ferro que se acho sobre o mesmo
caes que as devem despachar e d*ali remo-
ver al o lim do presente mez por ser ne-
cessario o lugar, que ellas oceupo para de-
posito de materiacs para a obra do concert
do Trapiche. Alfandega I i de Junho de 18i2.
V. T. P. deF Camargo.
= O mesmo Inspector faz saber que no
dia 17 do corrente ao meio dia na porta
d'Alfandega se ba'le arrematar ni hasta
publica por 2.'0. rs. trinla challes de seda,
impugnados pelo Olanla Ceminianno de A-
zevedo Mello, no despacho por factura de
Ro!l! & Chavannes ; sendo o arrematante su-
geito a direitrs o expedienta. Alfandega la
de Junho de 18*2. V. T. P. deF. Ca-
margo.
ODontor Joze .Nicolao Regueira Costa Juiz
Municipal da segunda vara do Termo do
Recife por sua M. I. que Dos guarde &c
Fa?o saber que pelo Donlor Juiz ile Direi-
todal. vara do crime desla comarca Joa-
quim Nunnes Machado me lora feila a parl-
cipaco do baver nesta termo convocado para
o da 28 do correnle pelas 9 horas da maiib
a primeira sessao ordinaria dos Jurados deste
anno par.io qual sahirao sorteados os (piron-
la e oito Senhores que se seguem.
Francisco de Paula Comes dos Santos.
Antonio Dormitas Cmara.
Joo Crrela de Araujo.
Joo Cavalcante de Mello e Alhuquerque,
Joo Francisco Duarle.
Antonio Teixeira Copes Jnior.
Vicente Joze de Brito.
Antonio I.uiz Ooncalves Ferreira, Pai.
Joo da Silva Santos.
JozeRabelloPadilba.
Bruno Antonio de Serpa Brandfio.
BentoJoze Fernandos Barros.
Joze Francisco Pinto Guimares.
Joo Bernardino de Vasconcellos.
Francisco Antonio das Chagas.
Thomaz de Carvalho de Souza Brando
Joze Piulo da Molla.
Antonio Joaqnim de Souza Ribeiro.
Bernardo Joze Muniz Pereira.
Francisco Joze da Silva.
Joaquim Canuta de Figueredo.
Joze Diogo da Silva.
Caetano da Costa Moreira.
Manel Francisco de Paula Cavalcante de Al-
huquerque.
Doutor Jernimo Villela de Castro Tavares.
Joze Maria Freir Cameiro.
Coronel Joze de Barros Falco.
Ximo Maria de Seixas.
Antonio Gongalvos Ferreira.
Jezuino Joze 'lavares.
Joze dos Santos Nones de Oliveira.
Joaquim Francisco do Mello Cavalcante.
Maximano Francisco Duarle.
Francisco Xavier da Molla.
Joaquim Xavier Vianna.
Miguel Felico da Silva.
Cuiz Antonio de Moraes.
Canuto Joze Velloso da Silveira.
Francisco Joze Silveira.
Joze Pereira Vianna.
Francisco da Silva Santiago Jnior.
Joaquim Elias de Moma.
Flix Miguis.
Francisco Manoel da Costa.
Doutor Felippe Lopes Netto.
Antonio Avelino Ferreira Lopes.
Doutor Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
Luiz da \eiga Pessoa.
Osquaesho de servir durante a referida
primeira sessao para oque s3o pelo presenta
edilal convidados a comparecer assim como lo-
dos es inleressados no dia e hora designados
.obas penas da lei se faltarem. E para que
ehegue a-noticia de lodos mandei lavrar o pre-
sente que aera publicado pela imprensa e af-
fixado nos lugares mais pblicos deste Ter-
mo. Eu Joze Affonso Quedes Alcanforado
Eserivoescrevi.
Joze Nicolao Regueira Costa.
Conlinuaro da Lisia geni rio* Jurarlo*.
Joo
H

loma re para
me i-nga-
mudos de espanto e a alma entregue a todos
os tormentos do pavor. A cada instante criam
ver scinhllar o fulgor do um punhal e Cahlr
o cadver de Jaeques.
Consumiam-se em querer interpretar esta
silenciosa fantasmagora de sombras, que pas-
sayam e repassavam por detraz dos ia/esdes-
eidos. Entao um dos convidados pegou em um
cashcal, e seencaminhon para a porta. A direc-
<;ao da luz indicou que se diriga gallerie
Alguem vem disse rseola 5 re i rem-
nos depressa ecada um da sua parte procu-
re um meio de advertir Jaeques.... loma para
casa da Puqueza... eu, eu entro n, ofiicina. .
Adeos mcii pai, Igo que o sol nasca.
vire, pergunlar-vos o que a vossa sabedoria "li-
vor resolv.do evosdirei tambem o que Dos
me livor acouselhado !
O volho medico se retirou promptamonte.
"ana lovantou um repostoiro que cubra
uma pequea porta, e desappareceo. Ella des-
ceu com precaucio retando a rrspiraeo e
sunocandu pelo vagar compassado da sua mar-
chaateoru.dodeseuspasscs: por-m chega-
da anfundo da esca.la acl,ou fechada a gra-
le que urna hora antes Ibe havia dado passa-
gem. lornou a subir e delcndo-se detraz do
reposteiro vio, ntravez dos intarvallos do es-
tofo Brosse.ramente tecido ao cla.o plido
da luz que elle Irazia na mao. o principe Joo
/'emendes da Cruz
Frauciicd bastos.
de liveira.
,, Hrk'a Quinte U .
/einarriino de Vasconcellos.
6'crman i de l'aula
Hermenegildo /?rj;es Un'n.
/guaci d i "e!{o.
I/id i o I,ojien Limo-
/Vout.-r Jo:o /'Vneia d:i Silva.
J.o 7oie l.opei.Juuiur.
da VI il, de .l/.i.-mria (,'aslro
,, M.-.rinh Pais //rrelo.
,, Moreiia IMaiqucf.
i Pacheco .SMv.i.
i, Noririqui's de Aliranda.
do //< > A'arrus
,,' Cl-avier Carneiro da 6'uuln.
Valenti* Villela.
/Votitor 7eioiiimo ,, de Castro Tur vn.
,, Jtaquin n'Aquino Zoncera.
Joequin Claudia Afm leiro.
., F.anc'sco />'astof-
,, Joze ri'Abreo Jnior,
i. ., A i ves de Albuquerque.
,, Feneira.
,, /'Vanea.
,, Pint .
,, l.uis de Mello Cu (lea.
,, Mara ric Carvalho
Dr. Villlfi de Caslrj Tavares.
Jorge Vctor /-Vrieira Lopes.
lo e Antonio Alan.
Doutor Joze Hoi Anjos Vieira d'^moriin.
Jote jtnlnio da Silva Mda Jnior.
dapito Joze enti> da Cosa.
Doutor ,f dj Cui.ba figuereda.
Cor.H.el ,. //ernanl < ^algueiro.
Joze llama d n > de Sena.
,. Candiel i de //arrjs.
,, Cordiiro de Carvalho Leile.
, 6'onegundes da S Iva.
Krispo em cujo rosto a languidez da orgia
pareca ter impresso rugas sanguinolentas.
- Sim murniurou elle deixando escapar
de seus labios o pensamento que inleiramen-
ta o oceupava. Sim, melhor que seja assim.
hu quera antes esperar para manh; porem
Jaeques mesmo se vem oflerecer ameuodio!
Tardar seria loucura.... Que morra e ma-
nhl quando Mareos e (uilhernie acorda-
rem da sua embriaguez, elles que fallam e
ni5o obram elles serlo obrigados a confessar,
que nem s no eonselho mas as aeces,
son irmao Joao anda seu Scnhor.
Diana en tendeo jalavra por palavra este
monologo c redobrou a atten^Ao. Joo pare-
eco rellectir ainda um instante, e depois de
ler lanzado uma vista de olhos sobre a torre,
aonde MarcoseCuilhcrme continuavam a cear
em companhia lo Duque de Nasos foi direi-
to a um canto inleiramenle Occupado por um
quadro da escola de Veneza representando
Pedro de Courtenay no momento em que
recebia a rora imperial das mflos do papa
Honorio. Inlroduzio urna chave em um dos
ngulos inferiores do Caiiilho e a almofada
corren direita para a esquerda ; depois adian-
tando a cabera chamou duas vezes com u-
ma voz surda :
Lionello Lionello !
( Continuar-se-ha. )


II
1*
Joze /nidio Ferreira.
,. Feliciano Porlell.
,, Francisco Pinto (ivm%
(hnm aTklflbeioi
f, liigino de >l-randa
,, /nac Fereir e Silva.
.. Joaqu m Da Fen andes.
l.rSo f* Castio.
I,opas Rosa.
Lu* Netto .le Ve .!cnca
., Pcrei'a.
, Maria da Cru.
jVairall no ,', ,l/acr'iado Frene Perefr* da Silre.
,, ]\a ciso {'amello.
,, Pedro ilo Reg.
., lUhello l'adllia.
,, Hiliero !' //maifil.
, do ?ant ( .\eves.
Qifcvie. Kiiislino ritmos.
., Ilenrique J/ Justino Pereira de Furia.
Juttini.no A iioiijo ila Four.eca.
Jeo Lopes G'mar!es.
Joaquim /'ia .1/ ura.
,, /'liiic seo de Mello raleante.
.I.ze Maria fezar do /maral.
. I.oiirenco da o'ilra Jnior.
,, Rpifaneo DurSo.
Antones Cniifariies.
JoSo Manoel 3/endei da Cunda.
.1 i/.i' Lino da Silva Castro.
Muri:io de iiVeira /Vacie!.
,, i'a Silva (>uienai5e* Jnior.
Co'bnel Joze de /farro* ruIcSo.
IMajor ii Maiii /delfonc-o.
joaquio (Jeraldo A.ve* da A'ilv.
Jo.e J laquim lliavier Sobrera,
.loaqinin Aivtt i'n .Vilva
.Tno /ibeir i Peaoa de Vasconcell. s.
Tjente Coronel Joaqun da AnnunciacSo Cu-
queira Vaieijo.
Joze /guaci da Cos* Mont. iro.
Jo5 > Pacheco de Qoeiroga.
Jote Francisca de Aleve.-.o l.i-boa
Joo (Rancio Pereira Frtire.
Ignacio N tires C neia.
Jote Antonio dos Santos Silva.
Maria Freir Gameirn.
,. J aquim Biam Cavalcante.
Antonio de Azcvtdo Santos.
Thomaz de FreiUs.
,, dos Sa it s Nunt-j de Oliveia
,, Maiquea d. C sta Soares.
Joo Pedro de Aratij guiar.
,, /raptista Pei'.-ira Lobo Jnior.
,, Gonralves da Silva.
Pires /'erreira.
,, .V lv.. untos.
Joze Rodrigues dos Pacos
Coronel JoS > Francisco de Chali.
Joze Pi es Ferr.iia.
Joaqaira Caudillo Comes.
Joo Pinta e Lento.
Ji.kq un Ccelli Cintra.
Dmitoi Joze Eustaquio '>'ninr>
.Ijj ra un ila Sil a GuinaiSes,
loe //.'unos de Olive u.
Julio /o1 ge i o c .I ves.
Coronel Joze de //rito /ngltz.
Joze Francsco Feneira Ca'o.
//.nitor Jomo Dotniugnei da Silva.
Joaqun Corieia da Casta.
Jesuino Joze Tavarea.
Joze Antonio Ai%ta Soma.
Major Joze Gabriel de Moraes M.ver.
Joze Pedro Vellos da S I reir.
., Alves de Sansa//..iig|.
Joaquim de Al-neda Cnlanho.
n Ca-iuti de Figueredo.
_,. Ignacio de Carvlho Mendone*\
Juno Ho3 o'anto Fernandcs.
i, Francisco Ouiite.
Joze K-teves Yianuii.
(Continaar-sa-ha.)
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Ingle*
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10

Luiz Francisco do Mello Cavalcante, Escrivio
o Administrador da Meza de Rendas Inter-
nas Provinciaes desla Cidade 4c.
Faco saber a quem convier que do dia 1.
ao ultimo do corren le mez sao contados os
trinta das marcados para o pagamento a boca
do cofre da decima dos predios urbanos dos
trez bairros desta Cidade e Povoacu dos A-
fogados do 2. simeslre do anno financeiro
de 1841 a I82 c (indo o prazo marcado por
le, sero ejecutados todos os devedores, nao
s> pelo Bimestre lindo como dos annos ante-
riores pelo principal e juros na forma do
Art. da Le Provincial n. 91 do prezentean-
no. E para que o referido conste a quem pos-
sa interessar, mandei publicar o prezente pe-
lo Diario de Pernambuco. Meza de Renda*
internas Provinciaes 14 de Junho de 1812.
Luiz Francisco de Mello Cavalcante.
.. Mez%ef >omes Aulas Faltas
Abril e Mato jJozo Lopes Roza de Francez *
Albuquerque. .
Antonio Gamillo dos
Santos.....
Joze dos Santos.
.loaquimTavaresRo-
dovalho.....
t Joaquim Ferreir -
Chaves.....
Francisco de Assis da
Silva Ferreira. .
Galdino Joo Jacinto
Rorges.....
Maio Manoel Ignacio do Medeiros
R'go........
Manoel Jo:'.e dos Santos. .
Joaquim Trajano da Silva.
Joo Pereira da Silva Gui-
nianles.......Geometra 8
F rancisce de Paula Sales J-
nior....... 8
Francisco Xavier d'Oliveira G
Antonio Rofino Severiano
da Cunha. ..... ({
Secretaria do Lyceo 10 de Junho de 1812.
0 Secretario
I nao Facundo da Silva Guim irles.
T H E A T R O .
O Einprezario grato ; os briozos habitantes
de rernambuco, que durante o espado de 21
annos nao tnm cebado de Ihe dar decedidas
provas de protejo e estima dezeja quan-
to cabe em suas debis forcas cooperar para o
bem dos mesmos habitantes ajudando com
eu diminuto contigente os patriticos exfor-
i;os do (ioverno Provincial na construyo da
projectada caza de correco lo indispenca-
vel em huma Cidade tal como esta e cuja u-
lilidade a bem da moral e decencia Publica
se acha exuberantemente demonstrada. Pa-
ra dar principio a esta ofTerta vai no dia de
S. Pedro a 20 do corrente fazer a primeira
representa^ao com a grande Per;a -- 30 annos
da vida de lium jogador o Director cantar
huma Aria de carcter da Peca a Dama
Bianche e o muito aplaudido Duelo das Pis-
'.olas rematando este expectaculo com a to
aplaudida Pantomima o Alardo na Aldeia -
Este Expectaculo he bstanle extenco-, maseste
exesso he lillio do dezejo que o mprezario
tem de se tornar proficuo sua Pati ia adop-
tiva e grato aos setis compatriotas; poreo
todos estes exforcos sero inuteis so a brioza
populacho desta Capital n5o cooperar para
hum fim to til : pelo que espera, c pede s
lllustres Sociedades que fazem o brilhante
mmenlo desta Capital hajAo de coadjuvalo
em sens trabalhos pois que da sua parte se
compromete a fazer todas as despezas.
Para coroar o brilhantismo do Expectacu-
o o mprezario espera que o Exm. Sr. Ba-
rio Prezidente da Provincia se dignar com-
parecer no seu Camarote que estar ( assim
como todos os mrs) decentemente decorado.
Principiar chegada de S. Ex.
(ilisposar em Pariz porcm que despresou pe-
los toaos conselhos de Roberto e que n este
lempo se chava elevada ao cume da grandesa,
la complacencia, e morte de seu bemfeitor,
e esposo o labelio (ermont. Ao reconhe-
ce-lo se assomhrou e horrorisou do estado a
que se achava reduzido aquelle outr'ora opu-
lento e lastimando-se da sorte do infeliz o
culta as pesquisas da polica que andava em
leu alcance, e conseguindo seus desejos o
faz rcgrvssar a aldeia que os vio nascer para
ondo foi tambem habitar em sua compa-
nhia.
Eis o programa de tao excellente peca, que
elogios alem do que se acha exarado nao
s so torharia> superiluos mais athe faslidio-
sos. Pela licm acertada d(-stribuii,ao tos
papis pode aliansar-se urna perfeita repre-
sen laco, e tambem porque o beneficiado nao
Doopar dispesas para hir conforme pede o
seu auctor.
Rematar to brilhante espectculo a mtii
jocosa farca = A Parteira Anatmica.
A impossibilidade do beneficiado por seu
estado de molestia o priva de procurar todos
os seus benignos protectores aiim de o favore-
eereip como costumo c por isso I lies roga
o queiro obsequiar por esta vez na compra
dos bilhctfls do platea e camarotes.
COMMERCO.
ALFANDEGA.
Ilendimenlodo dia l'i de Junho n;8ir>.> 1 (
DESCARHEGA II0JK 10 I)K JIMIO.
Barca Inglesa = Manchester = Racalho.
Barca Austraca = Gara = Farinha de tri-
go.
Brguo Hespanhol = Florentino = Vinho ,
vinagre azeitc.
Brigue Inglez = Floravelle as Carvfo de pe-
dra.
DECLARACAO.
- Pelo Lycjo desta Cidade, se publica a
fieguinte nota dos Esludan les que incorrera
na disposicart do art. 20 das Instrucces Re-
gulamentares de 2a de Outubro de 1837,
dando as faltas nao justificadas que se seguem,
a saber.
Mfzes Nomes Aulas Faltas
Abril e Maio Marcoljno Ferreira
da Costa. Francez 27
" Francisco Ferr irada
Cunha. 21
Augusto Cezar de Me-
deiros.....n jo
Francisco Simplicio
da Paula Freir. 18
Antonio Rento da
Costa.....( | .4
Qtiinse Annos de Pariz ou o AldeAo Per-
vertid} = Novo drama em 3 epochus = ,
escolhido para o beneficio do auctor Joze M-
ximo de Almeida Cabral, que tem lugar sex-
ta feira 17 do corrente.
Primeira epoclia = 1812 = A Heranga.
Augusto Gervasio pobre aldeao de 20 an-
nos de idade tendo vindo a Pariz receber
urna heranca por morte de um seu to ape-
nas chegado aquella cid de encontrou logo
Roberto, e (Jrivet, inculcados amigos que
com anciedade o esperavo o qual elevado
or seus depravados conselhos des;>resou os
de seu feitoro honrado Germont, resultando
aquelles no que passa a descrever-se.
Segunda = 1810 = o baile. Roberto
um dos inculcados amigos que Augusto en-
controu logo que chegou a Pariz a quem es-
te tinha feito depositario de tojo o seu cabe-
dal, eem quem mperava a maior dovassido;
consomn'esle lempo, naos' osavullados
bens que possuia a viuva a quem desposara,
como tambem todaa fortuna do aldeo, fican-
dod'esta maneira este reduzido ao mais deplo-
ravel estado.
Tcrceira = 1827= o roubo. Augusto ,
no maior auge da miseria roto, equasi ex-
pirando a fome seeneonlra em urna noite
de invern na ponte das artes com Grivel
( cuja aparencia inculca um refinado ladro )
que o induz a assallar c roubar urna casa, no
que conveio Augusto a grande custo. In-
Iroduzidos na casa trataro de por em pra-
tica este horrivel projecto em cujo conllic-
toforosurprehendidos pela dona. E quem
era ella? A joven camponesa (entao Baro-
nesa d'Ombreral ) pr'ma de Augusto que
este tinha mandado yir de sua aldeia para a
MOY1MENTO DO PORTO.
NAVIOS NTRADOS NO DIA 1 .
Rio de Janeiro. 22 dias Sumaca Nac. Rom
Sucesso de Hl tonel. Cap. J. da F. Mor-
qii-s. equip. H carga diversos gneros :
a Joze Manoel Fiuza.
SAIUUOS MOMESMOIIIA.
Boston ; Patacho Americano l.ucy Cap. S.
M. Towle carga assucar ; passageiros
Alemes Joze Lindmcyer o sua mulher ,
e Ricockholl'.
ENTRADO NO DIA 1 o
Rio Grande do Su| 44 dias, Sumaca Nac.
Emilindra de 113 tonel. Cap. Manoel An-
tonio de Oliveira carga carne: ao dito
Capillo.
Cutinguiba; 4 dias Hiato Nac. Especulador
de 38 tonel. Cap. Bernardo de Sonza ,
equip. 3 carga diversos gneros : ao dito
Capitao: passageiros Hamburgueze.s Chris-
lovo Disto, Joo Ebeliquc c o brasileiro
Pedro Rodrigues Dantas de Mello.
AVISOS MARTIMOS.
13- Para Lisboa segu viagem no dia 24
do Jrrenle o Brigue Porluguez Afiricano ;
quem quisercanegar ou ir de passagem di-
rija-se ao Capitflo na praca ou ao consigna-
tario Thomaz de Aquino Fonseca na roa
Nova.
cy Para o Rio de Janeiro saldr impre-
lerivelmente no dia 10 do corrente o Patacho
S. Amaro Capitao Manoel Juze Ribeiro o
qual anda admitle passageiros e escravos
trata-se com Gaudino Agostinho de Barros ou
com o dito Capilo.
tw Para o Maranho segu viagem att^ o
fim do corrente o bem conhecido Brigue
Escuna Laura por ter grande parte de seu
carregamento promplo com tudo recebe al-
guma carga a frete e escravos e para pas-
sageiros onerece excellentes com modos os
prelendentes dirijo-se ao Capitao Luiz Fer-
rara da Silva Santos oua ra da Moe.la a
rirmino Joze Felis da Roza.
tzr Aluga-se o'prjmeiro e terceiro andar ,
e armazem da caza da ra do Fagundes com
bastantes cmodos para grande familia, e por
preco cmodo; quem pertender dirija-sea ra
da Cadea vellia n. 5S.
r?~ O Snr. R. que por quatro dias cra-
penhou em um escritorio da ra da Moeda 2
medalhas de ouro para Snra. pela quanlia
de trinta mil reis queira as hirdezempe-
nhar dentro do prazo do tres dias, do contra-
no tratar-sc-h de as vender para dito emhol-
co sem puder o mesmo por alguma duvida
a respei lo.
CT Quem tiver para alugar urna caza ter-
rea cu um sobrado de um andar nobairro
do Recite que tenha cmodo para pequea fa-
milia o que nao seja em ra esquezila, dan-
do-se alguna mezea dientados, ou um bom fi-
ador ; annuncie para ser procurado
w Em caza de Francisco Antonio d'Oli-
veira no atierro da Roa-vista perciza-so de
um criado de meza: na mesma compra-se um
molatinho do bonita figura de idade 12 at
18 annos.
=ss lina snra. do bous coslume se pro-
pOea tomarcriaOoas impedidas, edesem-
pedidas para se criaran com ama ou sem a-
ma: mora agora na ra do Livramento so-
brado I). 2 junio do sobrado da viuva de Jo-
o Cailos Pereira de Burgos.
= Precisa-sede um forneiro quo enten-
da bem da olficlna de padaria; na ra
do azeile de peixe na padaria de Mano-
el Ignacio da Silva Teixeira que dir
que/n precisa.
= Perciza-se de lOOj rs. a juros dedois
porcento ao mez com hvpotlieca em um es-
cravo ; quem quixerdar annuncie ou diri-
ja-se a ra de S. Joze 1). 18 que ahi se di-
ta quem .
= Quem annunciuu precizar de um cont
e dii/enlos mil rs. dando por hypotheca urna
casa le rea iiq h.iirro de Santo Antonio sen-
do hvre e dezembaracada dirija-se ao so-
brado D. 21 junto a tone do Livramento,
por cima da botica.
= Da-sel 00,> reis a juros sobre pinhors
de ouro ou piala ; na primeira venda do at-
ierro da Boa-vista que ica ao pe da ponte ,
se diz quem he.
= No dia 17 do correnle pelas quatro ho-
ras da larde a porta do sr. doulor juiz do ci-
vel da 1. vara so hade arrematar ( por ser
a ultima praea ) urna venda na ra de Ap-
| pollo ao pe do porto das canoas com os
lundos de 0 reis, por execueo conlra Joio
dos Ros.
i ~ ^r- ,''l'ant'sco Joze Machado de Sam-
laiu queira dirigir-so a ra do crespo D. 3 ,
lado do norte para receber urna carea vinda
da Parahiba.
= Aluga-se o armazem do sobrado de 4
andares da ra do Amorim defronte do fer-
i eiro Cactano c a caza terrea do beeo do
marisco N. 3 e a da ra Augusta junto ao
sobrado amarello N. 2 ; trata-se na ra do
viga rio D. 12.
= Otenhor Manoel Joze Soares Avilar ,
dirija-se a ra do Torres em caza de joze An-
tonio de Lima que milito Ihe dezeja fallar a
negocio de seu inleresse.
Quem quizerdar dinheiro nesla cidade
para o receber na do Lisboa dirija-se a pra-
ea da independencia loja D. 2.
A pessoa que por engao levoii um cha-
peo biamo novo deixando um maisvelhoda
caza de Novaes & Bastos uo dia 14 do tor-
rente queira restilui-lo na mesma caza.
AVISOS DIVERSOS.
SOCIEDADK APOLNEA.
No dia 18 do corrente ter lugar a par-
tida do corrente mez.
Pereiza-se alugar urna criada preta ou
parda que entenda do arranjo de urna caza,
eque esteja as circunstancias de acompa-
nhar urna pequea familia para a cidade das
Alagoas ; a pessoa que Ihe convier este ne-
gocio dirija-se a camboa do Carino no 2. an-
dar do sobrado D. 11.
Perciza-se de duzenlos mil reis a pre-
mio sobre boas firmas por lempo de quatro
mezea; annuncie.
Dezeja-se saber quem he o sr. comissa-
rio na Roa-vista do lieco do Veras pois ja so
tem perguntado e nao ha quem diga.
Roga-se ao senhor Antonio Joze Ribei-
ro Guunaraes o obzequio de annunciar a sua
morada pois se Ihe perciza fallar.
I. f .? Dpctor da sociedade Thealral-Phi-
lo- I haha avisa aos mais membros da D-
rercid, que d'ora avante as sesses ordina-
rias serao asquarlas feiras felas 0 horas da
larde na sua casa ra do Rangel D. 13 ,
e franquiados os seus trabalhos a todos os so-
cios que quiserem assislir.
ts^ Precisa-sc alugar um negra para o
servico de urna casa que tem pouca familia ;
quem a tiver dirija-se a na dos Martirios la-
do da lgrej.1 D. 11.



PULULAS VECKTAK E l!XI\ I.RSVKS AMERICANAS.
Estas pilulas j bem conhecidas polas gran-
des curas que tem feito, nao requerem nem
dieta e nem resguardo algum ; a sua com-
posigo tao simples que nao fazein mal a
mais tenra crianga : era lugar de debilitar ,
fortiflteao o systema purilicao o sangue ,
augmento as secrccoes cm geral : tomadas ,
seja para molestia chronica ou somente co-
mo purgante suave-, o melhor remedio que
tem apparecido, por nao deixar o estomago
naquelle estado de cons ti paci, depois de sua
operario como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a tomar e uo
causarem inojmmodo nenhum. 0 nico de-
posito dellas em casa de D. Knolh agen-
te do autlior: na ra da Cruz N. >7.
N. B. Cada caixinha val cmbrulhada em
seu reccituario com o sello da casa em la-
cre preto. ,
tsr O Bacharel Joze I" rancisco de Paiva ,
propoem-se advocar ; as pcssoas que para
isso o quiserem procurar dinjo-se a ra do
Rozario estreita D. 50, primeiro andar.
tsr Acha-so na loja Independencia n. 57 c 7>H urna encommenda
para oSr. Victor Manocl de Vasconcellos, que
morou na Provincia das Alagoas, e do quem
ha noticia inorar actualmente ucsta Provincia:
se o mesmo Snr. Nasconcedos quiscr ali apa-
recer, ou pessoa por elle authorisada Ihc ser
entregue a referida encommenda.
tsr AntonioG mes da Silva retira-se pa-
ra lora da Provincia.
= O Cnsul interino da Confederado Suis-
sa em Pernambuco desejando ter noticia de
Joo Henrques Paulo Noblatz, natural do
Canlo de Soleure na Suis^a o qual se-
gundo varias indicaces, emba cou-se em
Lisboa em 1828 para esla Cidade ; pede as
pessoas que possao dar alguma informacao
sobre o dito Noblatz queirao ter a bondade ,
de as transmittir ao Consulado Suisso ra
da Cruz N. 41.
tsr Deseja-se fallar com o Snr. Antonio
Joze Alves ou a seus herdeiros a negocio
de seu interessc : na ra estreita do Rozario
botica nova D. 51.
tsr A pessoa que annunciou precisar de
1:200,* com hypotheca cm urna casa no bair-
ro deS. Antonio queira declarar a ra e o
n. da dita casa assim como a sua moradia.
tsr O Sr. Francisco Xavier Cavalcanti de
Albuquerque Administrador da mesa das
rendas geraes internas tenba a bondade de
excluir a Ordem Terceira de S. Francisco ;
do seu annuncio que fez no Diario de 14 do
corren te por se ter ja pago o primeiro se-
mestre de I81 a 1812 em 51 de Margo do
oorrenlc ana o.
tsr Aluga-se c arma/.em da ra estreita
do Hozario D. 2) ; os pretendentes dirijo-se
a ra do QueimacK) loja de Ferragens D. 7.
tsr A pessoa que annunciou tor para ven-
der um casal de pombos mariolas dirija-se a
ra do Queimado D. 5 lado do poenlc.
tsr Aluga-se urna caza terrea na ra da
Roda com um grande soto, e muitus com-
modos para urna familia : a fallar as o pon-
tas D. 23 onde tem lampio.
tsr O Snr. Bernardo de Barros Brrelo e
a Senhora D. Rellena Mara da Conceieo ,
dirijo-se a ra da Cadeia nova I), -i para re-
ceber urnas cartas vindas do Maranho ou
9r*
tsr Quem precisar parda forra dirija-se a ra da Cadeia II. 1.
\sr O abaixo assigriitdo avisa ao publico ,
que desde 1858 sempre se assignou e se assi-
\sr Precisa-se de urna ama de casa : na
ra Nova I). 0 lado da Matriz.
BP- Joze Vicente retira-se para Loa ma no
Brigue Pernambucano.
COMPRAS.
Cm par de adragonas para Capito,
qucsejaodebomgosto, o novas; quem ti-
ver annuncie.
tsr Escravos de ambos os sexos para fo-
ra da Provincia com vicios ou sem ellos ,
com tanto que sejSosadios : na ra do Cole-
gio botica 1). 3.
x. sy O lvro dos ejercicios espirituaes de
S. Ignacio pelo Padre Salazar, que esteja an-
da em bora uzo : quem tiver annuncie.
VENDAS.
vs- Bilhetes da Lotera
de Nossa Senliora do Roza
i o da Boa visa cujas ro*
das correm infalivelmen-
le a 7 do corrate : aa
ra da cadeia loja do Sr.
Vitira, ra do Col I egi o na
do Sr. Ucuezes, na ra
do Cahug botica do Sur.
lloreira praca da Boa-
vista Sr. Saraiva junto a
Matriz.
tr l'm preto canoeiro com urna canoa ,
por preco commodo : em Olinda na ra da
Boa Hora no sobrad ao pe da Igreja.
.ssr Cortes de castor de cores e branco para
calcas o corte a 710 cortes de vestidos de
chita franceza a 5. meias curtas escuras a
140 o par, chitas finas a 2l0 o covado cha-
peos de palha americana a 520 c em duzia a
5j520 lencos do cambraia com floies de
cor para as senhoras trazerem as mos, cam-
braias lisas e finas cassas de lislras finas ,
madapolao, algodozmho de todo o preco ,
gangas francezas de litras bicos e rendas
franeczas ludo por commodo prego : na ra
da Cadeia velha n. 54 junto a casa de cambio
do Sr. Vieira.
SST Duas bancas de Jacaranda, modernas,
um d la deamarelo uzada para meio de sala,
um balco que foi de venda urna picadeira
de prala para bride, tudo por preco commo-
do : na ra estreita do Rozario D. 50.
s.tsr Novos mappas topogrficos da planta
baixa da Cidade do Porto ; dados para o jogo
de sortes : na praca da Independencia n. 20,
e na ra dos Quarleis D. 3.
tsr Cera de carnahuba dita amarla ,
couros cortidos, bez.erros, sola do Ass ,
tudo por proco commodo ; as 5 ponas De-
cima 15.
tsr Fssencia de aniz, primeira qualidade,
annnnciem suas moradas para Ibes ser entre- por preco commodo, na ra da Ladea do lle-
gues.
tsr Precisa-se de um official que sama en-
vernisar obras com perfeico sendo na casa
do pretendente paga-se bem ; quem cstiver
nestas circunstancias annuncie.
ur Manoel Joze Alves subdito portu-
guez retira-se para fora do Imperio.
' tST Na ra da calgada alta ao lado da
Igreja de S. Joze aluga-se o segundo andar
de um sobrado com duas grandes salas 5
quartos soto com cozinha e quintal com
estribara : quemo pretender dii ija-se ao seu
proprictaro Joze Lopes Roza na contabelida-
de rnelitar ou ao tercero andar do sobrado
do pateo da Matriz junto ao em que mora o
Sr. JooMoreira Marques.
tsr D. Joanna Francisca de Menezes, avi-
sa as pessoas que tem pinhoresde ouro e pra-
ta em seu poder bajo de os vir remir no
praso de 20 das alias passar a vende-los
para seu pagamento ; queiro procurar na
ra de Agoas verdes D. 6.
tsr D-se um cont de res a juro commo-
do a quem der pinbores de ouro ; annuncie.
tsr A pessoa que annunciou querer com-
prar o Archivo Theatral dirija-se a ra das
Trincheiras sobrado D. 9.
tsr Deseja-se fallar ao Sr. Joao Henrques
de Mallos para negocio que muito o inters-
ea, ecom muila brevidade annuncie sua
morada ou dirija-se a bordo da Sumaca Bom
Sucesso viuda do Rio de Janeiro.
cite D. 14 lerceiro andar.
bs* Sacas com milito boa fazenda por
preco commodo : no caes da Alfandega arma-
zem de Antonio Annes Jacomc Pires.
tsr 13ma negra moca sem vicios : na
ra da Florentina na primeira casa do muro
de S. Francisco.
tsr Fm molequede nago de 14 annos
muito experto e oplmo para todo o servico;
una negrinha de lo annos com principios de
costura e cozinha o ordinario, ambos se do
a contento : na ra Direita D. 20 lado do L-
vramento. -
tsr 50 espanadores : na ra do Vigario
n. 22 no primeiro andar.
tsr A posse de 100 palmos de frenlo, e
800 ditos de fundo com um terreno alaga-
do o qual bota frente para duas ras e pa-
ga de foro 80 rs. por cada palmo sendo o
dito terreno no alinhamenlo da ra do Hos-
picio : no alterro da Boa vista loja de alfuia-
te na quina do beco.
jtT Mantas de seda de blond de diversas
cores c de mudo bom gosto. por 5ji meias
de linbo curias muito finas a 6 o masso,
ditas cruas para bolins a 58t0 a duzia, ditas
ilc algodao feitas em portugal, muito fortes a
5j2<)() adiizia chapeos de sol de seda do
Porto a 8c500, pocas de habados de linho lar-
go com 50 varas a 4| tudo da melhor qua-
lidade : na ruadoFagundes D. 4 sobrado de
um andar do lado esquerdo.
tsr l'ma cama de cazal de madeira an-
gica com seus competentes enxcrges e col-
xoes linio em bom uzo : na ra da praia
no primeiro andar do sobrado do Sr Pacheco.
tsr Thesouraj de Gnimaraes para alfaiate,
e barbeiro ltimamente chegadas do Porto:
na na Direita I). 8.
t, KT iNolica verdica dos acontecimenlos
que tivero lugar no cerco do Porto ; vida ,
trabalhos eaccOea de I). Pedro durante es-
te mimoravel sitio gloriosos feitos dos h-
roes liberaos as libas dos Acores e seu
desembarque as praias de Portugal, enca-
dernadas a 480 c em broxura a 210 : na
praca da Independencia loja de livros n. 37
e58.
tsr Um cavallo caslanho gordo muito
proprio para carrinlio por preco commodo :
na ra do Collcgio D. 4.
tsr Duas casas na Cidade de Olinda com
terreno suficiente aos lados para se fazer mais
casas e terreno para plantacSo de capim ,
na Boa Hora denominado ponte velha : na
ra lo Amparo a fallar com Antonio Joze do
Espirito Siinto Barata.
t^" Fns caixilbos proprios para loja de
miudezas, duas caixas vasias do Porto gran-
des, que furo de tamancos, e algumas caixa s
proprias para hahuzeiro : na ra do Cabug
loja de miudezas 4.
tsr Superiores caivetes mulo finos, de
mola de botar a penna e sabir aparada por
pre^o cmodo : na na do Cabug loja de
miudezas junto a botica.
tsr l'm guarda roupa novo, feito de ama-
rcllo por prego commodo, urna canoa de
carreira nova e pintada que pode earregar
12 pessoas : na ra da praia serrara do Car-
dial.
tsr Pilulas de familia verdadeiras l-
timamente chegadas cm o navio Tentadora ,
em frascos de 5*0, por preco commodo: na ra
da Cadeia do Recite loja de ferragens n. n. 45.
Vv tsr A maquina de vapor que est assenla-
da no armazem que foi do sal na ra da praia,
com forca de 12 cavados paa fundico e
serrar maderas. a qual ja tem terreno prom-
pto para fundico e mulas ferramentas per-
tencente a ferreirn urna canoa aberla de
rarreira em bom estado com assento para
10 pt-ssoas : a tratar na mesma maquina.
tsr Cera de carnahuba dila amarella de
abelha eouros de cabra curlidos bezerros,
meosdesola, resina de angico em porga o
e a retalho por preco commodo: no atierro
dr Boa vista D. 10.
tsr Sal do Ass a bordo do Brigue S. Ma-
ra Boa Sorte ancorado defronte do trapiche
novo : a tratar com Joze Gonsalvcs Cascao na
ra da Cadeia do Recite n. 4o ou a bordo do
mesmo Brigue.
tsr Urna escrava crela de bonita figura,
de 20 annos cozinha bem engomma liso ,
cose cha lava de sahu refina assucar ,
e faz varias qualidades de doces : na ra da
Gamboa do Carino sobrado D. 11 no segundo
andar : assim como urna cama de condur
para casal.
^tST Pcntes de tartaruga da moda aber-
tos e lisos e tambem de marrafas assim
como se conserta toda obra de tartaruga e
compra-se qualquer porgo de tartaruga : na
loja de lartarugueiro no sobrado da quina do
paleo do Carmo que volta para a ra das
Trincheiras.
ssr l'm relogio de saboneta de ouro ori-
soutal, muito bom regulador : na ra dos
Torres casa da quina defronte do Snr. Joo
Pinto de Lemos.
tsr L'm selim inglezcom lodosos perten-
ces e pouco uzado : no ru* do Crespo D. 5
lado do norte.
t^* Urna mulata de 20 annos sem vicios,
engomma ensaboa e cozinha o ordinario :
no paleo da S. Cruz D. 2.
tsr 5 pares de castigaes de casquinba
muito fina iavrados sendo o lavor em pra-
ia dous pares de jarros grandes de flores c
una (.'ollecao de 8 quadros grandes com a
moldura lavrada tudo de bom gcslo e com
pouco uzo ; um guarda roupa e urna meza
dejantar : na ra da Vrago casa de mar-
cineiro.
tsr Candeiros mui elegantes e de nova
invengo e modelo mui bem trabalhados ,
e que do por isso urna luz mui hrilbante pro-
prios para qualquer thealrinbo particular, ou
outro qual'juer eslabelecimento chegados
ltimamente de Franga : no beco do Abren
na praga do Commercio em casa de Joze Tor-
quato Pinna junio ao barbeiro.
tsr l'm pelo crelo de 22 annos cano-
eiro muito doligente, robusto, esem acha-
ques, ao comprador se dir o motivo da ven-
da : na ra estreita do Rozario Dcima 50 no
primeiro andar.
tsr O bem conbecido cavallo melado com
carro c todos os arreios proprios da fabrica de
farinha do alterro .da Roa vista; para levar
um peso imenso nao ha cavallo nenhum ca-
paz como este pos pod andar muito fcil
com 8 barricas com farinha no carro cu oa-
tra qualquer couza que seja do mesmo pego ;
adverte-se que se vender ludo junto ou sepa-
rado : na mesma fabrica do atierro' da Boa
vista.
tsr Cm preto ladino do gento angola de
20 annos : na ra do Crespo D. 5 lodo do
norte.
= Dados para gamito e para sortes de
S. Joo na ra do Cabug loja do Bandei-
ra.
tsr Cadei as de halanco com assento n ps||,i-
nlia cneoslo da mesma marqutzai de condu-
r mezas de jantar camas de vrnto comarn.a-
c.o caderas com ausento de palliinha ameiicanas,
camas de vrnto muito bem ieitus a t# oo ita <
piiho a ijf5oo t piiho da Suecia com 3 poli Rada
de grossur, dito serrado tudo mais om con.a do
3ue em outra parte ; na roa da Florentina em cita
e J. Zfcianger.
~SC R AV O S FUG I D 0S~
tsr A 11 do corrente de madrugada e
montado em um cavallo selado fugio o ne-
gro Pedro angola muito baito grosso ,
cara lar;a pouGa barba mos pequease
muito grossas as palmas, ps tambera peque-
os csparralhados urnas caigas de riscado
escuro e jaqueta de chita. O cavallo he de
meio caslanho carnudo um tanto barri-
gudo estrelinha na testa e risc da estre-
la a baito dinas grandes e cabidas raaos
raleadas, em branco cauda comprida. J til -
ga-se que o negro lera seguido para Iguaras-
s estrada de Goianna : Quem o levar ao
Snr.-ma ra velha sobrado junto ao do Viga-
rio Padre Bacalho ser saiisfatoriamenle
pago e protesta-se contra quem dolosamen-
te o tiver abrigado.
tsr Era Margo do corrente anno fugio a
escrava Joanna de naco angola cor fula ,
a qual foi do Capito Nicolao Tolentno de
Vasconcellos da Parahiba do Norte, cujo si-
gna! mais visivel que ella tem be um dedo do
p alejado : quem a pegar leve a ra do Pa-
lacete no primeiro andar do sobrado amarlo
que ser recompensado.
tST Na noite de 19 do p. p. fugiiio um ne.
gro e nina ne^ra c.m os signaes eguinles,
0 ne^ro he lulo de moj e Atil.ii o Pedro r
1 idilio bem falio'e, que parece cn'oul p.r
le v uto muit > pequeo da sua l' ira qu
(Iist Hfiigui IIj ueui paucido, abura or
diara, gros-o dncuipo u-ndo j -i;. pin-
las de cabellos brancos pela fiziunomia nio
reprezeutd ter mais de 5o unos de idade ,
leni um signal mui distinelo em sin.a p que he una inaiva redunda do l.innulio
de qiiaU'o viult ns de pi.Ma por Ihe le cabi-
do tmditu lugar niel quelite na icfin Ja
Miucar em cu jo empteg j 1 aleve : levou
ulem da roupa do corpo, alguxa niaia de S'.ir-
tinienlo dentro de um tuna de pele de cai-
nf.ro bianco camisas, seioulas de a>o 'o
da Ierra calcas e jaqueta de diverjas fa-
tendas, e cores j uzadas levando mais urna
iede de algodo quate nova e baeta verme-
Un : e*te negro fui escaio do Snr. Leonar*
du Bizerra Caralcante do brejo da Madre Je
De;*, do Snr. Joie Peres CamptIK do Eng'-
i.h'Ciig ss, d Snr. Jota Mauricio deOh-
veira Mac el, depazitinio geral e du Sur*
Ignacio da Roza. A negra he de lucio co>la,
de uonie Caiberiua, lepre/ciita ter qiiirmta,
e lautos annot de idade, beul parecida de ei-
r naiiz filLdn grossa do corpo peins
graudci aluna prop .rci cab>ca de earregar lauolleiro lalha* de uua
tena em ambas as lacea principiando os
ditos lalhos logo debaixoda m-caV llie aos
canto da bocea, como ai qu'u L-a urna pern
mais gi o .-a do qn <>uira pea ajiapagaiados,
leudo um ^iglaI mui viziv.l, que veiu a .'e
Ur no meio de uina d.. tantllaa uan eiixno ,
ou colon, bo : levou no coipo nata de ganga "
zul j u a Ja e 1 alucio de madapoli j *"
dio, panno da co>ta quaee novo, levaiido ais
de subselente 4 vestidos j uzadoi .tendo 3
de chita, e um de casan com palmas azucs.
Sabii lodos ni merma bota lanU o ne-
gro como a negra j or aeiem lodos parecei-
rod c escravos do mesmo Sur,; quem delira
souber e o< pegar, baja de lea- ol a Sur.
dos diios 11a ra Velha da B la-visU sebra-
du da isqoina ijue volta para a ra da A'*"
gria, que scrgtnerozainente pago de todo se"
trabadlo; aatiifl cuno p.olesta-e piotd r
cjin lodo o rigor da le loutia qmdquer ps-
o que oj livi-r imiziado se dpo: deate an-
nunt'in os nao fuer couduzii' aa eo Sr. pel
itieio que for 11 ais (-;n\ emente.
RECITE NA TVP. DE M. F. DE F; = 1 W


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