Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04671


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Arwiode 1842.
Quinta Fe ira 9
Tuilo agora depende ale nos msanos ; da nossa prudencia ir.oderic'io e energia ara-
^nueHun como principiin.o e seremos somatados rom adni-aciao entre a* Nactts -
celias.
(I'riirl.iiiiiM.ui ila A'cablea Geral i'o'imil^
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
<,,una l'r'k'* i e Piogrande doNorle, secundase sexta* ffiras.
K,MiiioeOaran Cabo, Se'',n,,,em > Wio ''"rrnoio Porto Cairo Maeci e Ala-oes no I.8
Yt\m\'ii. Sanio Anl'ao quimas feira*. Olin.la lodos oa alias.
DIAS DA SEMANA.
(i See. > Noberlo R. Chae. Aud. do J, de I) da 2. v.
7 Tere, s. Roberto Ab Re. And. do J. de D. da 4. .
S Qua'ri. Salusliano 11 And. do J. de D. da 3. r,
<| (>aiat ss. l'rinio e Feliciano Mna Aud do juii de D. do 2. V.
^(1 ext. Msrgarida R. And. do J, de D da I. y.
II JJab. Barnab Ap. Re. Aud. do J. de D. da 3. y.
t Do. J. Jo'O de S. Facundo, s. Onofre
H.
e 'i
de.Juulio. Anuo XVIII, N. 122.
liOWII I i ii r lllnl ir I II 1-----rirsT" ^KggaaTn'|-m-Tlrl8flCagBBMaalUlfcMllia^
Jf. O Diario publicase indias os alias que n*io forena Santificados : o prece da aiaignalura be
', de tres mil re |ior quMMl Digo* adinnlados. O* annuncins dos assignantcs s.'io inseridla*
gratis e os dofqu* nuo bren 4 rato ale tMreiipor linha, Aa raolaauoOea devean r
(.dirigidas a esta Typografaa ras das Criasen D. 8, oa a praca da Iodopendenci bija de litros
Numero 3? e 38.
CAMBIOS no i>ia 8 he jimio.
Cambio sobre Londres 27 d. p. sU.
M a l'aris 3/aa) rei* p. franco.
.isboa 95 por IDO dr |>r,
Ot'RO- Moeda de C>,Wt) V, IH/lO
N. 15.300
, Je 4,000 R,0
Prata I'ataOs 1.7S
1,72a
1.720
l ...oii
!'uTa l'enu Cnlumnaiea
Meiicana
>i Runda 1,500 a
Moeda i!e cobre 4 por 100 de descont.
Descont de bal la. da Alfind*i 3a/t por 100
ao mez.
Idear, di: letras de boas firma*. 1 r
lt{.
Preamar do lia ) de Junlio
\.K a .i lloras e IS m. da naanh.i.
2. nii horas e 4' aaa. da larde.
PHASES DA LOA NO MEZ UE JDNIIO.
Quirl. min<. a 1 fas 4 hora* e 32 m. da mana,
la Nora 8 ai 7 horas e 58 m. da lard.
Quart. cresc. a IS a* 2 horas e 33 m da t.aad
Lu cheia a 22- as 7 horas e 2 m. di lird.
PARTE OFFICI/iL,
LE. N. 102.
MARCA OS LIMITES DA FREGUESA DE IPOJU-
CA COM A DE SERP.OIAEM.
O BarAo da Boa-vista Presidente da Provin-
cia do Pernambuco. Fago saber todos os
cus habitantes que, a Assemblea Legis-
lativa Provincial ^ecretou e cu sanecio-
nei a Lei seguint'j.
Artigo nico. / A freguesia de Ipojuca li-
mitar dora ern diunte com a de Scrinhaem
pela estrada,, que parte do Porto de Galinhas,
c que paisa peloiengcnhos Serrado, e C-
llele a ponte do engenho = Sibir = de
Santa Cruz = no riaxo do mesmo nome Sibi-
r ern fren/c do engenho ; e d'ahi seguir
a divisao p-jo predito riaxo at encontrar com
os limites da freguesia da Eseada.
FicA'j derogadas toda as disposices em
contvario.
'Mando por tanto todas as Autboridades ,
4 quem o cunliecimenlo c execugo da re-
erida Lei perlencer que a cumpro e fa-
.gocumplir to inteiramente como n'ella se
conten. O Secretario desta Provincia faca
imprimir, publicar, e correr. Cidade do
Hecifede Pernambuconovcde Maiode mloi-
tocenlose quarenta o dous; vigsimo primeiro
da Independencia e do Imperio = Eslava o
o Sello das Armas Imperiaes = BarAo da Boa-
visJa ss Carta de Lei, &c.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 4 DO CORRENTE.
ORcio Ao cammandante das armas, di-
sendo que Ihe ser apresentado o desertor
de primeira linha Pedro Joze quo tbi re-
ineltido pelo delegado de Santo Anto
fias Je que Hiede o competente destino.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
senda remetiendo a relaco dos objectos ,
que depois do praso de um anno tem de ser
necessarios para o servigo do farol da barra
d'esDi porto ; e ordenando que faga encom-
menda d'elles para Inglaterra com acondi-
o do eslarem aqui antes do lindo similhante
praso.
DitoAo Inspector do arsenal de mari-
mha communicando a expedi?o da ordein
precedente em resposta ao seu oflicio de 51
de Maio ultimo emque a requisitava.
Portara Ao commandante da barca de
vapor = Pernambucana = ordenando, que
receba seu bordu e transporte para a Ba-
ha o coronel gradalo Joze Thomaz Henri-
ques e sua familia ; assim como os oTiciaes,
e liaras que oacompanho.
FLM!E TO
Dita Aosupracitudo commandante, de-
terminando-lhe que volle para a Baha ho-
jeas quatro horas da tarde, condusndo a
seu bordo o coronel cima mencionado con-
forme se llie ordenou na portara antece-
den le.
Dita Ao inspector do arsenal de marinha
mandando fornceer ao mesmo coronel as eni-
harcacAes que forem precisas, iim de em-
harenr com sua familia e varios oTiciaes. e
pravas para a Baha na barca de vapor = Per-
nambucana.
Ollicio Ao commandante geral do cor-
pode polica remeltendo o desertor do di-
to corpo Jo/o Bento de Freitas enviado pe-
lo delegado de Sanio Anlo lim de que Ihe
de o conveniente destino.
Dito Ao subdelegado da freguesia de S.
Fre Pedro Goncalves declarando em res-
posta ao seu ollicio d'esta data: I. que os
olliciaes e tripulac/io dos navios de guerra ,
aqui estacionados os marinheiros das barcas
de viga d'alfandega os olficiaes c solda-
dos quo so achao aquartelados as fortale-
sas podem volar una vez que tenhao os
requisitos da lei visto que o seu domicilio
he o seu quartel co navio que perten-
cem : 2. que a junta pode reunir-se no lu-
gar que Ihe conver: 3. que se no pode
espacar a reunio da junta para o Domingo
vindour no caso do se nao poder concluir
o alistamento da freguesia ,- porque isto niio
obsta que se principie o trabalho: i. li-
nalmente que o limite d'aquella freguesia pe-
lo isthmo he a Cruz do palrao.
Dito Ao chefe interino da legiAo de Se-
rinhaem determinando, em presenta dos
seus oflicios do primeiro e quatro de Maio
lindo, e da copia do que Ihe dirigi o com
mandante do primeiro batalhao d'aquelle mu-
nicipio 2 do dito mez sobre a qualilicaco
dos guardas Gabriel Germano de Aguiar e
Joaquim Ribeiro de Aguiar a qual foi re-
meltida presidencia pelo referido comman-
dante que fa^a cumprir a ordem da mesma
presidencia de 2 do Abril.
Dito Ao commandante do primeiro ba-
talhilo de Serinhaem intelligencinndo-o do
con leudo no ollicio anterior.
Dito Ao uiz o mesarios da irmanda-
de de N. S. da Saudo do Pogo da Panella ,
remetiendo para sua intelligcncia o exe-
cucao copia da lei provincial n. 105 de 0
de Maio ultimo, concedendo urna lotera igual
do Rosario da Boa-vista para as obras d'a-
quella matriz.
Dito Ao tenente coronel Antonio Fran-
cisco Cordeiro de Carvalho acensando rece-
bido o seu ollicio em que partecipa ler doi-
xado de exercer as fungos de prefeito d
comarca do Brejo e haver entregado ao de-
legado respectivo os objectos, que estavo ao
AS TRES RA1NHAS.
Pouco tempo depois da expedigo de Eres-
burgo Carlos Magno reuniu os principaes
bares da Austria na sua residencia de Heris-
tal, que era o berco de sua familia enri-
quecida ao mesmo tempo pelas victorias do
pai e do liho. Todos os arredores estavam
animades pelos aprestes de urna cagada de toi-
ros bravos ; no pateo do palacio real nio se
ouvia senSo gritos de homens sons de trom-
belas rinchos de cavallos e latidos de
caes ; os criados do rei a presen tavam com a-
bundancia aos seus novos hospedes as carnes
salgadas e a vacca assada e faziam circu-
lar ince.santemenU o vinho e o hidromel. O
tempo eslava bom o vento fresco, o bos-
que nao era mui distante e assim tudo pro-
n.ettia urna feliz cacada a alegra brilhava
igualmente em lodosos rostos ede todas as
partes resoavam os cantos de mistura com os
risos. Carlos que era tao ardenle calador
como invencvel guerreiro inc lava os seus
fogosos convidados com a voz e com o gesto;
porem sempre moderado at no meio das
mais arrebatadas orgias e superior em ludo
aos homens do seu seculo, comia e beba com
moderacao, a fim de poder conseivar na ca-
gada a agilidade de corpo agudeza de visla ,
ea exactido de pontana que all sao neces-
sariis. Ao lado desta scena animada e fesi-
va passava-se outra de carcter mui differenle
na parte opposla do castello de que urna ja-
nellaeslreitae sombra deitava para osle pa-
teo onde reinava tanta confusao. Una gen-
til senhora moga de bienes regulares e
delicadas porem abatida plida c de o-
Ihar inflamado pola febre, so levantava a mui-
to casto sobre acama e com urna voz fraca,
e profundamente sentida diza a una don-
zella que estava ajoelliada ao seu lado.
seu cargo : e louvanJo-o pelos bous servicos ,
(jue preslou causa publica durante o lempo,
, em quo esteve encarregado da polica.
1 Dito Ao chefe da legiAo da guarda na-
cional de Santo Anio ordenando que fa-
I ea substituir por outro quo ten ha a neces-
Isatia robustez para o servico o guarda do
primeiro balalbao da legiao do seu coinmin-
(lo, portenecnte ao balalbao destacado, Fran-
' cisco Mendos de Souza quo em conseqiion-
ca de incapacidade (sica segundo participa
o commandante das armas cingindo-se ao
parecer do facultativo que o examinou es-
t no caso de ser excluido do dito bat.illiao.
|)t0 Ao commandante das armas par-
ticipando ter expedido a ordem SU pro.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 28 1)0 V.
Oflicio Ao Exm. Presidente, partici-
pando-lho acbarem-se a bordo do vapor =
Correio Brasileiro = selte pragas vindjs do
Norte que por (lenlos nao podifio seguir
viagein corle e rogondo-lhe a expediceao
de suas ordens para seren desembarcadas ,
o tratadas no hospital regimenlal.
Dito Ao mesmo Exm. Sur. disendo-
lhe que o tenente corone! gradeado (pie o
mappa do primeiro do Marco desto anuo (la-
va como falecido era > commandante do de-
posito Joze da Costa Rebollo Reg Monteirb .
que falecera nodia 8 de Fcvereiro licando
assim dada a explicagfio que {pedir o Exm.
Snr. Ministro da Guerra em Aviso do 2G de
Abril.
Dito Ao inspector da thesouraria ro-
gando-lhc a expedico de suas oidens para
quo fosso entregue a Domingos Ferreir Jor-
ge tbosouroiro da irmandade de N. S. da
Conceigo dos militares a quantia de reis
0.) 100, importancia da sepultura que a
mesma irmandade deo ao soldado Manocl Ru-
mo falecido no mez p. p.
Dito Ao vice-presidente da mesa rogo-
dora da irmandade de N. S. da Conceicao
dos militares comniunicando-Iho o exposlo
no preceden lo oflicio em resposta ao seu do
21 do corrento.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
nha, rogando-lho a expedigo de suas ordons,
pira que fossem desembarcadas do vapor =
Correio Brasileiro sa e conduzidas ao Hos-
picio selle pragas que se aohavao doonles ,
edevio de ser tratadas no hospital rgimen-
tal.
Portara Ao tenente coronel comman-
dante do batalhao provisorio mandando em
virtude d'ordcm de S. M. o Imperador com-
municada em Aviso da repartigo da guerra
do 6 desto mez dar dimisso aos soldados
Joo Antonio Antonio Martins d Olivera ,
Clotilde ajuda-mo quo quero levan-
tar-me; traze os meus melhores e mais lindos
vestidos, c enfoita-mo bem.
Queris levantar-vos queris enfeitar-
vos, minha querida ama e para quo '} O
meu Deus estis to fraca e enferma !
Quera levanlar-me para acoinpanhar el-
rei meu esposo caca quero que me veja e
que me ame.
A esta resposta a donzella cucaron a rei-
nita com urna expresso de admirago e de
dr c sollou a chorar.
Minha Clotilde socega o apre.ssa-to ;
eu l'o rogo. Ves como cstou forte i' I' (pian-
do me adiar aolado de Carlos licaiei inteira-
monle curada. Ai de mim conlinuoii a
Minha dobrando-se a cada instante entre as
niaos da donzella que linha comecado a
vesti-la: elle me despreza e esquece-me ,
porque sempre estou doente sempre de ca-
uri. Kstou corla queso Carlos me visse ou-
Ira vez cavalgandoaseu lado coroada cj-
ICaetano Ferrera d'Aguiar Domingos Cesa-
1 rio -Nunes Joo da Paixo Manoel Joze do
: Nascimento o Antonio l.uiz Pereira todos
' juigados incapases em inspegao da junta do
saude de 30de Marco ultimo.
Dita Ao mesmo mandando quo a res-
poilo do primeiro sargento Marliliano de Bar-
I ros Branco se bservaase o que eslava dis-
posto na resolucao do 7 de bezembro de 182",
mandada oxeeutar pota imperial proviso de 7
ido mesmo mez do auno do 1 SrVi, quanto
aos seus servicos.
Dita Ao mesmo mandando considerar
pragas addidas ao batalhao as 50 constantes da
rehn.ao quo so Ihe enviava as (paos vicrAo
do Norte no vapor = Baliiana.
Dita Ao commandante do Deposito,
mandando rocebor como addidos fiara seren
tractados no hospital reg menta I as selle pra-
gjft que por doentos desembarcarao do vapor
ss Gorreio Brasileiro ss e cujos nomes se
Ihe indicava.
DEM 10 DA .")0 1)0 l>.
Ollicio Ao Exm. Presidente, envian-
do-liio competentemente informado o reque-
rimenlo do altores do cacadoras de linha viu-
do do Maranhao com um conlingenle de tro-
llas no vapor =t= Bahiana =s que pedia se
Ihe mandasse abonar trez meses de sold ,
para seus arranjos de viagcni.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remetten-
do-lho compolenlemcnle informado o reque-
rimente do alteres de oaoadores de linha Joze
Joaquim Meirelles viudo do Maranhao com
uid contingento do tropas que pedia licar
nssta provincia em pregado no batalhao pro-
visorio.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remellen-
do-lbo informado o requarintento do alferes
do conimisso Jusliuiano Joze Pereira, que
pedia o abono do dous meses de sold para
pudor continuar a sua viagcni a corle para
onde ora mandado viudo do MaranhAo.
Dito Ao Exm. Presidente, informando
o reqiierinicnto do alferes de cagadores de li-
nha Antonio Francisco d'Almuida que vin-
do do Maranhao com destino a corle, que-
na licar nesla provincia para sor empregado
como Ibsse comvoniente ao servigo.
Dito Ao mismo Exm. Snr. propon-
do-lbo para substituir o cirurgio Costa des-
tacado na liba de Tornando o cirurgio Jo-
ze Soares de Souza, que (icaria fasendo o ser-
vico que Ihe compotisse no batalhao de guar-
das nacionaes destacado al que se propor-
cionasse transporto para aquella lina.
Dito Ao Exm. General commandan-
te das armas da corte communicando-lho ,
que o alteres do catadores do linha Joze Cy-
riaco Ferrera ; que linha do seguir para ali,
deixara nesta provincia a sua familia a jiros-
legro como nos primeiros dias da nossa unio,
certamente naodeixnria de mo restituir o seu
eoracao. Na verdade '^Clotilde cousa
muito triste para um gratulo rei como Car-
ios, vr quo todos os seus bardes possuem
mulheres lindas fortes, c altivas e consi-
derar ao mesmo lempo que nao Ibes pode
mostrar una companheira digna do si, urna
eompauhoira anda mais bolla mais vistosa
o brilhante quo as dolles.
Assim vai buscar-me todas as minhas
jolas procura dispolas com arte em meu
pescoco e nos meus cabellos jiorque desojo
ser formosa quero ser digna do rei eof-
fuscar todas as tiulias mulboios.
Sim Clotilde posto quo eu hoiivesse de
morror depois quero anda una vez ser a-
mada do meu esposo e moslrar que sou rai-
nha. .
Mas bem depregsa se esvaeceo esta facticia
exaltacoda joven rainha .los rrancezes. ..Meu
Dos! continuava a infeliz llermangarda ,

m


Mi... f l+-**.nr-m*
.-,-- --L*.
a
taco mensal de 15*000 res a contar do 1.
de Junho vindouro deven do dita prestaco
ser disconlada da importancia dos vencimen-
tosaque tivesse direito.
)ito__Ao inspector da lliesouraria com-
nuinicando-llie o exposto no oflicio cima ,
para por d'acordo a contabeldade militar.
Dito__Ao commandante interino do ter-
ceiro balalho d'artillieria ordenando-llie ,
que do 1. de Junlio em diante, tirasse pela
l'olha a prestarlo mensal de 13, 000 res,
que deixaraa sua familia o alferes Joze Cy-
riaco Ferreira que seguir para a corle.
Dito Ao lente coronel commandante
do balalho de guardas nacionaes destacado,
remettendo-lhe por copia, as tabellas den.
4 a 5 a primeira relativa ao lrdamenlo, e
sua duraco a segunda do armamento e seu
valor e a terceira do valor do cada urna das
pecas do armamento.
Portara Ao lenle coronel comman-
dante do balalho provisorio para passar a
bordo dos vapores viudos do norte com tro-
pas e proceder a escollia de i-erlo numero de
pravas que se lhe indicar.
Dita__Ao mesino, para excluir, c embar-
car no Vapor S. Salvador que seguia para a
Corte 49 pravas cujos nome* se lhe indica -
va em urna reto(}ao,devendo enviar suas guias
a Secretaria Militar.
Dita Ao mesmo para receber e con-
ciderar pentencentes ao Balalho as 30 pracas
desembarcadas do Vapor S. Salvador viudo do
Norte descriplos na relaco que se lhe enviava.
CMARA MUNICIPAL DEOLINDA.
1 sf.ssao ordinaria de 31 demweibode
1842.
Presidencia do Sur. Cucdes.
Abrio-se asesso estando presentes os sis.
Vereadores Maciel Montero lavares Laa-
ge Jnior, c Leal, faltando com cauza os
mais snrs. elida a acta da antecedente foi
approvada. O secretario dando con la do ex-
pediente mencionou um llicio do Exm. sr.
Presidente da Provincia no qual remellia
exemplares dos Decretos do overno de ns.
182, e 183, e de 186 188; bem como da Le
n.l84, o outro do mesmo Exm. sr. parleci-
pando ter presente o Cilicio que esta Cmara
lhe inderesson com dada de 1 do mez prximo
passado no qual felicitara pelo motivo de
aahar-se pela segunda vez na Presidencia des-
ta Provincia ; e que agradeca os obzequios e
expressoes com que o traclarao : outro do
mesmo Exm. snr. Presidente participando
ter encarregado da execucfio do art. 52 perio-
do 5. da Lei de 18 de Agosto de 1831 ao
Tunenle Coronel Commandante das Armas ,
pelo que respeila a este Municipio que esta
Cmara lhe remella copias das listas dos C.
Nacionaes desle Municipio do servico ordi-
nario edas listas da rezerva* as quaes de-
vern estar no archivo, em conformdade do
art. 32 da mesma Lei, informando circuns-
tanciadamente em (piantos Balalhoes Com-
panhias ou Seccoes de companhias reparti-
do os Guardas Nacionaes alistados para o ser-
vico ordinario e a rezerva e como se fez a
repar'c&o por companhias dos Guardas Na-
cionaes da lisia de rezerva em forma do art.
19 periodo segundo da dt. Lei dando igual-
mente conta do estado actual dos Balalhoes ,
se elle* esto de conformdade com o que de-
terminao os arls. 3(5, e 57 da sobredita Lei ,
quanto ao numero de Guardas e quaes tem
sido formados na hypolhese figurada pelos ar-
tigos 5. e 53 ; e se a vista do que tem mos-
trado a experiencia devein ser conservadas as
paradas que logo depois de sua organisaco
lhes forao" marcadas em execucodo dito art.
52, fazendo por igual menco dos Ksqua-j
droes Companhias ou seccoes de compa-
nhias de cavallaria que se tiverem criado oes-
te Municipio, se esto de conformdade com o
disposto nos arlgos -i-i t 45 da mencionada
Lei. Dar-lhe-o finalmente todas as infor-
maceseexclarecimentos que pedir, com mu-
llicando a elle mesmo Commandante das Ar-
mas ou ao (inicial por elle encarregado,
tudo que for a bem desla commisso requisi-
tada. A Cmara do tudo ficou interada e
deliberou que quanto antes se informassea
S. Ex. Outro officio do Fisral das Salinas ,
remeltendo um termo de mulla contra Mano-
el da Cunha, pela uexactido da cordiaco
de urna propriedade que edificou na estrada
de Bellem como demonstra o mesmo termo
de adiada. Outro officio do Bacharel .loo
de Soiiza Beis communicando ter aceitado a
nomeaco que esta Cmara lhe fizera para
seu Advogado : a Cmara ficou inteirada.
Outro ofiicio do Emx. snr. Presidente pe-
dindo com a maor urgencia a quem pertence
o pantano formado pelas aguas do Bio-Bebi-
ribe as vezinhancas do os arrendamentos ou aforamentos os
lugares baldos ou os que Naco perten-
eem : a Cmara ficou inteirada e deliberou
que se satisfizesse a S. Ex. com a urgencia
pedida : a Cmara deliberou que se officiasse
ao chefe de Legio pedindo lhe que houves-
se de dar suas ordens a lim de que os com-
mandantes dos corpos da Guarda Nacional re-
mellan scni perda de lempo o alistamento dos
Guardas Nacionaes de seus Batalhes visto
que desde a creaco da Lei de 14 de Abril de
1856, deixara de assirn o fazer segundo a
Lei. Declaro que em lugar do Vereador Ta-
vares, he o snr. Vereador Padre Pereira.
Ilouverao requer meo tos do partea, e forao
despachados. E dada a hora o snr. Presi-
dente levanlou a sesso de que para cons-
tar liz a presente acta. En Joa Paulo Fer-
reira secretario a escrevi =s Guedes Pre-
sidente == Leal= Maciel Monteiro= Padre
Pereira =: e La a ge Jnior.
EXTERIOR.
PORTUGAL.
Solemne apresen lcelo da rosa de ouro feita
a S. M. Eidelissima a Snra. D. Mara II, Bai-
nha de Portugal e dos Algarves na Capella
Beal das necessidades na manh de 24 de
Abril desle auno, por Monsenhor Vizzardell,
em nome de S. Santidade o summo Pontificio
Gregorio XVI.
llavcndo S. Santidade acceitado o convite
que Suas Magcslades Fidelissimas lhe fizeram
de ser Padrinho do Serenissimo Snr. infante
D. Joo e querendo dar a Portugal Eu-
ropa, e ao mundo Calholico, un solemne tes-
tcmuuho da alta consderaco em que S. San-
tidade tem a nossa Augusta Soberana resol-
veu enviaraS. M. a Bainlia a rosa de ouro ,
que os Bomanos Puntillees desde o seculo8.-
ou desde muito anles, segundo alguns cscrip-
tores coslumam benzer c consagrar na Do-
minga Lcetare quarta da Quaresma e que S.
Santidade bava consagrado na mesma Domin-
ga da Quaresma do corrente auno a 0 de
Margo.
O Santo Padre por seu breve Apostlico de
I 4 de Margo desle anno dirigido a Monse-
nhor Vizzardell, o aulhorisa e constitue com
plenos poderes seu delegado para entregar
e a presentar a S. M. a Baiuha a rosa de ouro,
que rom o mesmo breve lhe enviou. S. Exc.
Monsenhor Capaccini delegado e Internun-
cio Apostlico nesta Corte recebeu por esse
mesmo lempo as inslrucgoes necessarias que
quesesenlia quasi desfalecer, porque serei
eu assirn abandonada ? Ser talvez por estar
j muito mudada '.'... Mnha Clotilde flla-
me com sinceridade lerei eu merecido o a-
bandono de meu esposo. Ter desapparecido
inteiramente essa belleza que se em mim
notava .'
Oh '. mnha querida senhora respon-
deo a donzella se alguma coisa tem muda-
do certamente o coraeo do rei, porque
eu nunca vos vi tao formosa, e principalmen-
te to sensivel c to digna de ser amada.
Mas nao Carlos anda vos ama : as guer-
ras que incessantemente se succedem urnas
s outras sao que oaparlam da vossa ama-
ve! companhia e (piandoellas acabam entao
a caga
Eu nao sei como os homens e os res gos-
tam de derramar tanto sangue !
E a paz a doce paz nunca nos ser con-
cedida ?
Na corte de Desiderio mcu pai conli-
j nuou Ilerniangarda em urna triste distraerlo ;
todos os principes Lombardos se ajuntavam
em torno de mim todos exageravam a mi-
nha formosura esollicitavam a honra deob-
ter a minha mo porem o mcu coraeo pe-
i nhorou-su da gloria do grande Carlos ai de
I mim e tambem a sua belleza e juvenludc ,
, seu olhar agradavel e altivo seu rosto cheio
de magestade e sua figura alta e nobre nao
tiveram menores incentivos para mim : eu
despresei todos os principies meus iguaes at
me esqueci de que elle eslava casado com ou-
tra mulher e que o divorcio reprovado na
presenca de Dos e dos bomens. Ah Car-
los Carlos nao me castigues ; se le apras,
deixa-me toda a vida neslecanlo do palacio ,
porem nao me expulses de ti, nao me repu-
dies ; sera melhor morrer do que sollrer es-
ta vergonha.
Para que sao to funestos pensamentos?
replicn Clotilde descorando o rei nAo se
leinbra de vos dar urna rival, Como ello a-
leveahonra de parlicipir verbalmenle a S.
Magestade tendfl para isso pedido licenca e
dia 5 e esta noticia de S. Santidade mandar
nossa Augusta Bainha a rosa do ouro que
havia mais de tres seclos nao se ofl'erecera aos
Snrs. Beis destes Beinos leu grande jubilo
aos Portugueses fiis subditos da Bainha ,
e devotissimos fllhos ila Santa Igreja de nosso
Snr. Jess Quisto.
Pedido por S. Exc. Monsenhor Capaccini
licenca edia para que Monsenhor Vizzardell
se apresentasse a S. M. F. a pedir dia, hora,
e local, para a aprescnlacfio da rosa dn ouro ,
foi-lhe concedido o dia 21 do correnle pelas
doze horas do da o a Bainha recebendo-o
com a poldez e affabildade que fanto a ca-
ractersam lhe assignou odia 2i de Abril,
pelas nove horas e meia da manh na Real
Capella do Paco das Necessidades.
Pelo Ministerio do Beino mandn S. M, a
Bainha participar o dia local e hora desta
solemne ceremonia ao Em."'0 Patriarcha
Corte aos conselheiros d'estado aos minis-
tros d'eslado effeclivos e honorarios aos of-
ficiaes mores da casa e Beino s damas ca-
maristas c officiaes menores deS. Beal Casa ;
e pela mordomia-inr. o repartalo do Duque
estribeiro-mr ordenou que se apromptassem
todas as cousas necessarias para to solemne
acto e para que o delegado de S. Santidade
viesse Capella Beal como compre ao repre-
sentante do chefe -vesivel da Igreja.
No dia 21 estando a Beal Capella armada
com a maor elegancia aceio e riqueza, guar-
necida desoldados da Beal guarda dos archei-
ros em grande uniforme, desdedo Atrio at i
Nave chegou Monsenhor Capaccini s nove
horas sem eslado, vindo particularmente
assistir i Ceremonia separado do prestito, e
apoz S. Exc. chegaram os titulares, grandes
do Beino oMlciaes mores e menores a Cor-
te e um grande numero de possoas da maior
distincefio.
A's nove llorase um quarto chegou porta
principal da Beal Capella Monsenhor Vizzar-
dell n'um choce da coroa puxado a oito ca-
vallos brancos e trazendo outro coche de hon-
ra com tres ecclesiaslicos, Monsenhor Vizzar-
dell vinha acompanhado de um ecclesiastco,
e apeando-se do coche porta principal da
Beal Capella trazendo as maos o vaso com
o ramalhele de rosas de ouro foi recebdo e
acompanhado ate ao altar mor pelo conselhei-
ro esmoler-mr de S. Magestade, e pelos Be-
verendos CapellAes da Bainha repicando ao
mesmo lempo os sinos e locando os orgos.
Monsenhor Vizzardell collocou a rosa de ou-
ro sobre o altar em frente da cruz, e acompa-
nhado d') clero veio Capella do Santssimo
Sacramento onde fez breve oraco reco-
lliendo-se depois Sachrislia a paramenlar-se
para celebrar missa.
A's nove horas e tres qnartos desceran! do
Pago pela casa da tribuna Suas Magostarles Fi-
delissimas acompanhados da Duquesa cama-
reira-mr das Damas do Patriarcha Arce-
bispo eleito de Lisboa Capello mor, camaris-
tas, ofliciaes mores e menores, grandes, con-
selheiros ministros d'estado titulares, mi-
nistros d'estado honorarios e chegando ao
templo Suas Magestades foram Capella do
Snntissimo Sacramento, onde com a maior de-
vogo izeram oraco. Depois Suas Magesta-
des se dirgiram a Capella mor, e subiram ao
throno. O Em "" Patriarcha eleito e Mon-
senhor Capaccini tomaram lugar em frente
do throno dando o Em.rao Patriarcha a d-
reta ao representante do Santo Padre nesla
Corte.
S. M. I, a Snra. Duquesa de Braganga ,
Suas Altezas as Senhoras Infantas D. Isabel
Mara c D. Anna de Jess Mara ficaram na
tribuna Beal de S. M. Fidenssima e dalli
inda se acha inflamado da guerra que leve
cornos Saxonios esev glorioso dos seus
rpidos triunfos por isso so cuida em cele-
brados com os seus bares ; porem veris que
tambem vos ln de chegar a vossa ves ; e bre-
vemente vira pedir-vos o descanso, o mais
doce ventura.
Oh minha Clot'Ide quanto me a-
nimas. Di/es bem nada deixarei peree-
ber aelrei nem por minhas palavras nem
por minha tristeza. Brevemente vers o es-
forz que farei para me mostrar alegre ; anda
depressa prende esse pente de esmeraldas
nos meus cabellos. Bem agora estou con-
tente disse liermangarda vendo-se a um es-
pellio de metal polido ; agora chama um pa-
gem para que mande sellar o meu pala-
frn! .
Oh meu Dos de que vos lembraes ,
senhora quando apenas vos podis susler em
p. L melhor que mande aproinplar a vossa
liteira nao assirn ?
ouviram missa e viram todas as ceremonias
desta solemndade.
S. Alteza o Principe Beal, e S. Alteza o
Sur. Infante Duque do Porto tomaram lu-
gar em outra tribuna.
Logo depois, o por ordem de S. Magesfade,
saiu da Sachrislia o prestito Beligioso para a
eelehraco da missa, e no fim Monsenhor Viz-
zardell paramentado de riquissimas vestes
brancas recamadas de ouro. Tocando sem-
ine os orgos Monsenhor Vi/.zardelli coine-
cou a missa e lido o Evangelho o esmoler
mor servindo de Sumillier da cUrlina levou
o mssal a Suas Magestades que com toda a
devoQo beijaram o Santo Evangelho, em
quanto o Beverendo thesourcire mor levava
outro missal a S Exc. Monsetrfior (Capaccini,
e ao Em.""' Patriarcha, que devotissimamen-
te beijaram o S. Evangelho.
Logo depois do Agnus Dei o conselhciro es-
moler mor sahiu ao altar e beijando-o rece-
ba-a paz do celebrante e este beijandoo
porta pax S Exc. deu a paz a Suas Mages-
tades e passando o porta pax ao thesoureiro
mor este a deu a S. Exc. o Internuncio, ea
S. Em.a o sr. Patriarcha Arcebispo eleito.
Dito pelo celebrante o ite missa esl, Mon-
senhor Vizzardell se retirou para o lado da E-
pislola, lieando com o roslo em frente do thro-
no de suas Magestades e logo o Reverend-
simo Parodio da Parochial de Nossa senhora
do Loreto desta Cidade Servindo de Notario
Apostlico leu em latitn o breve de s. santi-
dade que traduzidoem portuguez, da ma-
ncira seguinte :
Gregorio Pontifico Papa XVI.
Para constar perpetuamente. Movidos por
um singular senliment de benevolencia para
com a nossa dilectissima filha em Jess Chris-
to a Bainha de Portugal e dos Alga ves D. Ma-
ra da Glora resolvemos dar a s. Magestade
um testemunho perenne da nossa vontade mui-
to propensa em seu favor. Por isso resolvemos
mandar a sua dita xagesiade a rosa de o.uro ,
que a exemplo dos Pontfices Bomanos notos
Predecessores consagramos na I.' Dominga da
Quaresma do correnle anno; e por isso ordena-
mos ao nosso querido filho o Presbytero, Este-
vo Vizzardell nosso camarista particular e
supranumerario pelas presentes letras apos-
tlicas que em nosso nome aprsente e en-
tregu mesma serenissima senhora D. Mara
da Gloria Rainha Fidelssima de Portugal e
Algarves, a mencionada rosa de ouro ; e pelas
me'smas letras Apostlicas constitumosedecli-
ramos ao mesmo Estevo, nosso delegado, com
todas as faculdades necessarias. Jess Christo
Nossosalvador a quem esta flor de ouro figura
e representa, juntamente com a santissima Vir-
gen Maria sua m que mancha da rosa
enche o Ceo e a Ierra do chero de anglica
suavidade annua aos nossosardentes votos ,
para que esta rosa seja para aquelles neinos
precursora de toda a prosperidade, e que nel-
les a santa aelego Catholica vigore Horeca,
e lenha cada dia maior incremento. Dado em
Roma sob o aunel do pescador aos 14 de Mar-
co de 1842. = ( Assignado ) A. C. Lam-
brusschini.
Lido o breve Apostlico, Monsenhor Vizzar-
dell veio ao meio do altar tomou em suas
mos o vaso com a rosa o dirigindo-se em
frente do throno apresentou a rosa a s. m. w.
a Rainha que a locou com sua augusta mo
e logo foi colloca-la sobre urna credencia cu-
berta de veludo crtr de purpura com guarni-
Qesdc ouro que eslava ao lado do throno ,
junto cadeira da nainha e logo Monsenhor
Vizzardell sempre em frente da Rainha re-
petiu em latim a allocuco que traduzida
em Portuguez oda maneiraseguinle :
necebei, senhora, das nossas mos a ro-
sa que por especial commisso do santo Pa-
Nao nao quero o mcu palafrem. Se-
r por ventura na minha liteira que poderei
seguir caca? Digo-te que quero andar jun-
to do rei o mais possivel ; a sua vista me da-
r as forjas necessarias visto que ainda con-
servas alguns temores tu montars de ga-
rupa comigo e se me sentires desfalecer ,
en to me a j miars.
Poucos instantes depois montaran) ambas
em um dcil e robusto palafrem a quem o
freio reprima a impaciencia que lhe desper-
la va m os bellicos sons da Cicada. Hermangar-
da reanimada peloar fresco e pela esplen-
dida scena queso desenvolva diante de seus
olhos. sentio una energa momentnea e
suas faces pouco anles to descoradas se co-
briram de viva e purpurea cor. Excitada ao
mesmo lempo pelo desejo de tornar a ver Car-
los Maguo e inquieta com a lemblanca de
Como seria recebida por seu esposo apenan
responda s tibias saudaees que os ha res


>
licosummo Pontfice Gregorio por divina
IWideneia Papa XV| deste nome a nos
ala, vos entregamos. Por esta rosa se ex-
prime o jubilo de urna e outra Jar usalem, isto
, a Igreja Iritimphante e militante, pela qual
-si- nianifesta a todos os fiis de Chrislo aquel-
la ilor especiossima que a gloria e a co-
roa de todos os sanios. Recobe-a pois, snra.,
que no mundo sois nobre, Ilustre, poderosa,
c adornada de militas virtudes para que se-
jais anda mais nobililada cm virtudes por
nossosnr. Jess Cbristo maneira da rosa ,
plantada junto da coi rente das agoas graca
aquello Dos trino e uno que vive por todos
os seculos.
Sua Magestade a Rainba respondeu :
No honroso e santo distinctivo da rosa de
ouio, que acabaes de me apresenlar por parte
do santo Padre Gregorio XVI recebo cnm
grande jubilo um indelevel testemunho da be-
nevolente vontade de sua sanlidade. Muito
grato ao meu coraco por certo o ver reno-
var no meu reinado esta prova plena e au-
thentica da reciproca amizade e considerado,
que existirn) entre meus augustos p.edeees-
sores e os do santo Padre. Firme na cren^a
o. nos prcceilos da santa neligio de nosso sr.
Jess Cbristo e nao menos no desejode ver
prosperar estes Reinos espero confiadamen-
te com o auxilio do Ceo que os actos do
meu Reinado correspondero s benvolas in-
tencdes de sua santidadc.
Logo depois o Em.m8 Monsenhor Capacoini
tomou da credencia a rosa e a collocou sobre
o altar o celebrante deitou a bcnco, o aca-
bou a missa.
Suas Magestades, acompanbados da Corte,
e de todas as pessoas acim mencionadas fo-
ram ao altar do santissimo sacramento fize-
ram oraeao c subirn) ao Palacio pela escada
da tribuna.
Sua Magestade convidou a um esplendido
almoco a sua Magestade Imperial a senliora
Duqueza de Braganca a suas Altezas asse-
nhoras Infantas D. Isabel Mara e I). Anna
de Jess Mara os Monsenhores Capaccini e
Vizzardelli o Em.n"' Patriarcha os Duques
da Terceira e Palmella, Duqueza Camareira
mor osconselherose ministros d'estado e
os officiaes-mres, Camaristas Damas e
Ajudanles de campo de servico. Ao meio dia
icabou o almogo e cada um se relirou da
inesma maneira que havia viudo.
Grande concurso de povo concorreu a ver a
ceremonia e admirar a rosa de ouro que
ser collocada no altar-mr da Real Capella
nos das de grande solemnidade.
( Diario do Governo. )
OS DF.SORDEIROS.
Des.lc que se soube em Pernambuco, que
oExm. snr. Baro da Boavista tornava a vir
ocupar a Prezidencia desta Provincia que
ilo dignamente exercra por espaco de mais
de trez annos principiaras os seus inimigos
o desafectos a fazer-lhe a mais injusta guerra
pelos orgos, que tinhonojornalsmo, e
ordens e emissarios viera da Corte, a fin
de que obstassem a sua posse, e assim revi-
vessem desgragadamente as desagradaveis sce-
nas que outr'ora tanto perlurbara esta Pro-
vincia no desenvolvimento de sua prosperida
de e riqueza. Apezar porem das vociferacoes,
das calumnias, c das injurias asquerozas e
revoltantes das folhas da oppozico, apezar
da actividade dos agitadores, ento domi-
nantes, a Provincia nao se deixou arrastar
ao vrtice das desordens e rusgas para que
austrasios Ihe dirigiam de caminho e nem
sequer reparava na mudanza de nianeiras e
negligencia dos criados do re para com
ella.
No momento em que a rainha chegava di-
ante da porta principal do palacio, Carlos Mag-
no sabia acompanhado dos seus mais Ilus-
tres bares, eamontar acavallo. Quando
vio a rainha franzio as sobrancelhas ; porem
um segundo olhar que lancou disfarguda-
metne sobre ella fui mais brando porque
havia notado um vislumbre da primeira for-
mosura que o prendera e que um esplendido
ornato anida mais rcalcava. Ento deu al-
guns passos para ella, o dis.se-lhe com voz
quazi terna :
Hermangarda, ento ha veis ja expul-
sado essas febres to tenazes ? Pelo que vejo ,
minha querida parece-me que eslaes dis-
posta a seguir-nos caga ?
8m Senhor meu e esposo quando
a empuxara seus falsos amigos, e recebando 1
eom agrado a noticia que afliga um pu-|
libado de individuos som nome, moslrou-sei
entliuziasli > Exm. snr. Bario da Boavista e ueste de-;
posilou toda a sua conlianea que tinho fci-
to desaparecer alguns mezes em que urna
Administraco pusilnime, parcial, Jesui-!
ta e ignorante dos seus verdadeiros inters-1
ses tinha por infortunio dirigido os seos
deslinos.
Dillicil porem he collocar a sociedade no
agitar-se. A revolucfio de 25 de Julho, cuja
fatal inlluencia se hade por muito lempo sen-
tir a tinlia abalado ale os alicerces e se nao
Ibsse a previdencia e Sabedoria do Monarcha
Brazileiro, quem sabe o paradeiro de males,
que a abysmario ? quem sabe se o Imperio
*inda boje se conservara em sua integrida-
de ? quem sabe se o Rio Grande nao estara
desamparado aos rebeldes, que o talo'.'
quem sabe se j nao teria apparecido a Ban-
carrota Publica o a guerra civil com lodos
os seus horrores. Todo o empcnho pois do
Governo Imperial devia ser e tem com ef-
feto sido restabelecer a sociedade Brazileira
no seu anterior estado ; promulgar leis que
dessem forca a Authoridade e garantas aos
cidados ; e nomear agentes, que as Pro-
vincias dcsempenhassem as suas vistas ben-
ficas e fizessem execular fielmente as leis.
Nesla Provincia forao os esforcos do Exm.
snr. Baro da Boavista dirigidos restabele-
cer as couzas no estado Urilhante de paz de
seguridade e de prosperidade cm que a t-
nha entregue ao seu successor ; e de certo j
teria conseguido o resultado delles se alguns
dos sectarios dos intitulados MonarchsUs que
amo de coraco o systema Representativo ,
lemendo a dissoluy/io da Cmara dos Deputa-
dos e receando-se da impossiblidade de
entrarem iToulra a cuja eleicose procedes-
se legalmente nao almejassem um novo 23
de Julho e com os seus tramase insidias ,
com suas calumnias e injurias com suas
mentiras e talsidades nao assustassem a po-
pulacho que s qur ordem e liberdaile co-
mo duas aryoros que s podem cresccr unidas
e enlajadas entre si, e que definho e raor-
rem apenas desligadas polos arrancos da de-
senfreiada anarchia.
A coaeco do Joven Monarcha Brazileiro .
o Despotismo inminente sobre o Imperio a
rccolonisaco deslo por Portugal sao os mo-
tivos que allego os castelos cm que se in-
trincheira os anarchistas de toda a parte,
esses arquitectos de ruinas, esses homens
que ludo tem galibar e nada perder com
as revoluces ; esses entes em fim que com
a ruina do Paiz querem satisfazer seus odios ,
suas vingan^as e suas ambires. Que! O
Monarcha Brazileiro est coacto, e os ho-
mens de todos os credos acho em seu Pala-
cio franca audiencia c ate o rodeio como
seus Empregados, e nao o esclarecen! sobre
o estado do Paiz ? Que O despotismo ave-
xa o Imperio, dizeis vos ; e que actos citaes,
que comprovem urna tal assercfto a nao se-
ren os que reprimem vossa audacia em in-
fringir as leis, vossos planos de desordem ,
vossas rusgas comecadas, e logo abafadasao
nasccr ? Que! Portugal pertende-nos ro-
colonisar e Portugal, que vive dividido pe-
los partidos e revolucrtes trabalhado pelos
apuros financeiros reeeioso da mslauraeo
de D. Miguel,. sem recursos alguns em fim
Portugal digo ," ha de tentar sugeilar-nos ao
seu jugo, que outr'ora repel irnos e que
nao pode elle impor-nos em melliores cir-
cunstancias ?
Taes sao as rutis e miseraveis aecusaertes ,
que hoje fazem a rale dos sectarios de Julho
aos seus antagonistas polticos, e :n \r deManoel Joaquim Ramos e Silva ; sendo',o
perlendem embar o povo nao cuidosos que arrematante sugeilo a direitos de expedante.
o povo j os conhece j se nao Ilude com as Alfandega 3 de Junlio ile I82.
pilulas douradas, que elles pretendem dar- V. T. P. de F. Camargo.
Ihe para os seus ins particulares, e que s
tem em resultado a perda dos bens a ruina
doscidados, a retrogradado do Paiz. A
estes homens se ajunto alguns individuos por coUstuoo DE portical.
nao terem obtido um lugar que prelendiao
para si ou para algum prente; oulros por1 s^r Pelo presente se faz publico, que no
terem sido demiltidos dos empregos, que inal \ sabhado 11 do con ente polas I horas da ma-
lenhaesgosto nisso respondeu a rainha es.
tremeeendo de alegra.
O que estimamos que nao cstejaes
mais enferma e approvamos muito que dei-
xeis a cama pelas planiees c bosques : o ar
vivo e a corrida festival, sero muito mais
saudaveis para a vossa formosura do que todas
as regras da nossa farmacia. Vamos, senbo-
res ajuntou o re voltando-se para os seus
bares vnde dar os parabens rainha para
bem vos haverdes porque principalmente
diante das damas que cumpre dar os mellio-
res golpes.
E os bares admirados de que o rei t-
vesse restituido o seu agrado sua esposa ,
cercaram a Hermangarda c Ihe renovaran)
as demonsiracoes de veneragaoe respeito de
que a tinham privado depois que o mesoio
rei Ibes dera o exemplo.
Em quanlo a joven rainha aortunada ,
e tomada de alegra Ibes pagaya as suas in-
I) E C L A R A C A f>.
a revoluces emissarios de clubs nao se
saclfto com couv.a alguma, c quaes aves carni-
ceiras seembevecem nos males da desordem ,
e no sangue derramado pelas guerras civiz.
Confiado Pernambuco a um Adminisfra-
dor, que s tem por divisa a prosperida-
em um esciavo roupas e movis do seu
u/o. O inventario e as condioos doleilo
sern patentes em o acto d'arrcmalaco. Con-
sulado de Portugal em Pernambuco 8 de Ju-
uhode 1842.= J. B. Morena Cnsul.
tsr O V&por Corrcio Rrasilciro recebe a
de da Provincia e que se moslra mparcial; malla para os Portas doSul boje (9) as 10 ho-
em lodos os seus actos, a paz em Pernam- ras do dia.
buco ser nianli.la a despeito dequanto pos- %sr 0 Briguc Escuna Carolina de qu he
sa vir acontecer, suas aulhoridadcs nao dor- Capitn Francisco BernarchidG Mallos, sabe
niein e esses emissarios que to sofregos ex-
CUtfiO as ordens dos revolucionarios do todas
as pocas verlo seus esforcos baldados, e
lalvez nao cscpos s pesquizas da Poli-
tenho de ver seus feitos punidos, polas
na ,
lois.
para o Maranbo no dia 20 do corrate.
T II F A I R O .
= O: Irez Yiciozos ou Destino c educa-
eao ; que a podido de inihlas pessoas se r-
presonta a Beneficio de Podro de Sania Roza ,
Domingo 12 do corren te no Thealro publi-
co = Personagens. = Loredano rico pro-
prietario, (ama. = Florndo dado a sen-
suahdade, Aulonio Fonos Riheiro ssa Ro-
COM MU NICA DO.
Se a variedade lo Diario X. 117 sobre des-
pedidas polas folhas nao sahisse to breve ..
.'publico, gostanto da critica edocazoana- mUflK, dado a embriaguez
logo, nftoapplica-la-iaaos que recentemen-Ij6an
dado ao JOgo, Eleuterio= Mal-
vadio Cunha Guimares = D.
te aslizero cuja censura liea muito mal a i 1,u"1'". >'un" '" ,'"" ""'""'Tl^i
seuauthor.....tal voz o maior comodista, e fredenco jogador, Joze Mximo Ul.ra =
unidos que receuesse saudoz despedida de m >^|a o h.o de Janeiro Joao Joze
um dos criticados.....Qntlndo em geral com ; topes- '" ffi"al 5?^ 'T," '>
ello direi, que una idade mais avanzada ,
incomodo de saudc e um habito de nao sa-
| f I f I I .VI I lilil ------- I 11111/ IIMIII" UI"UV.
lira ra, podem (azor urna despedida de ... .-. r .. .,,., ... ,
,i Chavas = I. Fu a ha lula da Ijii
porta em porla quasi mpraticavel a uns ; as- ,, L i- ,,. r,
'. -, i j i llenrniiiela, Joanna de I*relias lia
sini como um numero crescido de rolacoes ,. ,'.. ,. ,. t i.m,h
dentro o fura da praoa adqueridas em qua-
se treza annos, pode tambem desculpar
ou'.ros posto que nao faco urna viageui
precipitada, e nao se achem embarazados
em negocios ; servindo os mesnos annnnci-
os de advertir aos seus amigos auzentes, do
que se Ihe nao deven) dirigir mais esta pro-
vincia : para estos foro ellas foitas e min-
ios con hecendo polas qualidades dos aniiunc-
anles a sinceridado de suas expresses, vie-
rto elles mesmosreceber oadeos da amizade.
A variedade a que se refere o artigo a cima
transcripto n&o foi dirigida a pessoa alguma
em particular e menos ao aulor do artigo ,
pois que exislia no archivo iiavia mais do um
mez quando foi publicada c por tanto eslava
reata muito antes que a pessoa que dola se
doo lizesse as suas despedidas polo Diario ;
e nem a critica Ihe pode caber pelas circuns-
tancias em que se achava.
Os RR.
E D I T A L .
Roza = O correlor do Florindo Pedro da
Silva = Eduardo Juiz de Dimito, Sibastiilo
Alinda Pedro creado .Modesto das
ia= D.
mboa=
I). Ade'lle Jozefa Candida do Mello = Mada-
ma Lucinda Fui/a da Concoico = Sola ,
croada Mara Joaquina. = Parte 1.== O
Roubo e o Jogo =s Parte 2. = A Embria-
guez e o Incendiosa Parle 3. = Sensualid*-
de e Assassinio. Os inlervallos sero prehen-
chidos por escolliidas overluras. Rematar
o Espectculo com o Pantomimo == A Re-
crula na aldeia.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Camar-
go Commendador da Ordem ile Chrislo O
e Inspector d'Alfandega por S. M. I. c C. ,
Sor. D. Pedro 2., Que Dos Guarde Ove.
Faz saber que no dia 9 do corren te, se
hade arrematar em hasta publica ao mcio
dia na porta da Alfandega iScadeiras de ja-
caranda no valor de I77.>000 rs. e (i me-
zas de dito no valor de 75000 rs. ludo
impugnado pelo Guarda Francisco Antonio
da Silva Cavalcanle no despacho porfaclma
COM M ERGIO.
ALFANDEGA.
Bendimcnfo do dia iO.*i
DESCARREO.ld HOJ 0 DE II XIIO.
Barca Austraca = Roberl= Carvo.
Barca Austraca = Gara = Farinlia de tri-
go, cestos vasios passas, urva doce ,
e azelo.
Brigue Poi lu. uo/ = Africano = Vinho vi-
nagre azeilc e carnes.
Brigue Ingle/. = 'lena Xova =s Bacalhao.
MOV MEMO DO PORTO.
teresseiras homeiiagens com sorrisos e pala-
vras agrada veis seo lio-se um grande movi-
niento entrada do poleo era Vinemero ,
principe da Suabia que enlrava acompanha-
(Ig de seus fiis criados e de sua ilha llil -
degarda prnceza muito linda anda mais
linda pelos seus cabellos negros. 0 rei sahiu
ao encontr do novo hospede que receban
com disliucQo c loz principalmente l'or-
mosa Hildegarda o maisafivol aeolhimonlo :
com elFeilo a pnnceza da Suabia era linda ;
mas ninguem lauto agradava como a (lar-
Ios Magno : porque to meiga e dbil era a
rainha Hermangarda quanlo a joven espiri-
tuosa e viva: una linha os olhos a/.ues lan-
guidos e maviosos, os grandes olhos pretoa
Ja outra scintilvam de graca ovivacidade :
louroscabellos e una extrema alvina desbo-
l.ivam por assim di/.or as bellas teiees da
prnceza lombarda ; trancas negras o uslro-
sas como o a/oviche cor inoiona un pouco
tostada do sol, e laces de purpura davam
NWIO SVIIIDO NO PA X.
Barcelona e Malaga: i<) das Irazendo do
ultimo porlo 2li dias Brigue llospanhol
Flore..lino de 185 tonel. Cap. Jacinto
uarislany cquip. 13, carga vinho e mais
gneros: a mc. CalnionUv Compaiihia.
gracaencanladora prnceza sueva. Herman-
garda melanclica e piedosa dava-se a Ion-
gas rozas dedevoco, c comprazia-sedeou-
vir os cnticos sagrados sob as raagestpsTs e
sombras abbalas do templo,e noite encos-
lado lnguidamente .o bracosobieo peitoril
de i:ma janella contenplava em doce medi-
laeoo andar da la errante por entre as nu-
veus : Hildegarda esbelta rdeme, e vigo-
rosa sobresaltava-s de prazer ao som das
trombetas e clarins, o saltava de alegra mon-
tando n'iini fogoso e ligeiro corsel. Por isso
nao podia Carlos Magno apartar os olhos desta
prnceza Hijo natural vivissimo e altivo
liarinonisava p.'il'i ilamonle com o seu : ea
ufe i/ Hermangarda era j esqnecida e j;
a roda dos crteseos que la ules solcitos a
obsequtavarn se ia pouco a pmico v/rando
para a linda ostrangoiiM.
ntiniiar-se-tia. )

f
,


j se?sstl*'j^*-<..'z~- ^jL^^-f^t?1??*'**'*^-*' y-*-*'i'.if-^y ^b
4
SABIDOS no m;:smoi)1a.
Palermo; Brigue Napolitano Gabielle Cap.
Constantino do Bartholo carga assucar e
couros.
Macei ; Sumaca Brasi luir Bom Jess dos
Navegantes C>p. Joo da Silva Porto ,
carga diversos gneros ; passngeiro o por-
tuguez Theodorio Ferr ira do Figueiredo.!
AVISOS M Mi I TIMOS.
cy Para Benguella e l.oanda sihir at o
fim do rorrenle a Barca Rrasileira Temeraria;
quem quiser carregar ou ir de passagem para
oquetem excellenlescommodoi, dirija-se a
a ra da Cruz n. 57.
= Para o Coar com a maior bevidade pos-
ssy Antonio Joze da Roza subdito Hes-
paubol retira-se para o Aracaly.
OT Ciando, Rafllin(, retira-so para fora
do Imperio.
'0Sp Micho, Minero, retira-so para fora
do Imperio.
T%tsr Quem aniiunciou no Diario de 7 do
Corrento querer fallar com Joaquim Joze de
l'inlm annuncie a sna morada.
cy D-S* 100. a juros sobre pinhorrs de
ouroou prala eem quantias pequeas ou
todo: na nu do Nogueira sobrado D. 14, das
as 0 horas da tarde.
cr A Commissao Administrativa da So-
ciedade Terpsichore convida aos Snrs. So-
c s para comparecerem boje pelas G horas da
tarde na casa da inesma Sociedade para
drodo grossura quina viva, sen! btoao,
piulhu OU raxadura o que soja madeira d< M:
na ra da Cruz n. 22 era casa de Manoel do
Nascimento IVreira.
cy A mitacao de Cliristo por hompis :
quem liver annuncie.
VENDAS.
TT I clin U UVrtlU V.UU muivi .,-.. ,.- r--,
velo patacho Nacional Laurenlina quem jprovacao de Candidatos, e se tratar de
no mesmo quizer carregar ou ir de passagem '
ou-
dirija-se ao sen proprictario Lourengo Joze
das Neves na ra da Cruz N. 52 ou ao ca-
pitao do mesmo Antonio Germano das Ne-
ves.
L E I L 0 E S
1'ILII.AS VEUKTAES E UMVEKSAES AMEHICANAS.
doCorretor Oliveira para Sexta feira 5 do
corrente da escolente mohiiia que guarne-
ce o sitio da residencia da Senhora viuva do
fallecido Drr Classen no Manguinho papa mfjag, sobre a capacidade do Professor lu-
terra nao se tendo olleeluado enconsequen-;a|. (ja sun m0rada e o mais que se julgar
ciado mo lempo licou tranferido para Se- neCessario.
gunda feira 15 do crrente as !() horas da ma-
nda ; e adverte-se que a grande variedade dos
objectos e o prego qualquer que seja porque
se rao vendidos multo deve convidar 6 con-
correncia dos Srs. Arrematantes.
XST Amerim Irmos fazem leilao quinta
feira 9 do crreme no armazem de Fernan-
do Jozo Braguez de fumo e toucinho por
conta de quem pe tencer.
**- Bilhcles da Lotera
de Nossa Senhora do Roza
rio da Boa visa cujas ro-
das correa) iifaliveltucii*
le a <27 do correle : na
ra da cadeia lo,ja do Sr.
Vieira, ra do Collegio na
do i\ Ilenezes, na ra
do Cabiig olica do Sur.
Iloreira praea da Boa-
vista Kr. Saraiva junto a
Matriz.
Njcy O Fado novissimo livro ou jogo de
sortea engranadas ollerecondo un gustoso
eniretenimenlodas companhias sociaos e di-
vertidas; dedicado a todas aquellas pessoas ,
que em bella sociedade quiserem rir-se com
os desparales de urna fortuita sorte e par
meio de 5 dados vir cada um no conheci-
Estas pillas ja bem conhecidas pelas gran-, ment do estado riquezas, hdrancas, amisa-
des curas que temfeito, nao requercm nem {des fortunas, con tendas, gos los : etc., que
dieta, e nem resguardo algum ; a sua com- ter. Segunda edicao brasilea correcta,
t3F" A Commissao Administrativa da So-
ciedade Euterpina em virtude do paragrapho
quarlo do artigo 14 dos Estatutos convoca a
Sociedade para se reunir nodia 15 do corren-
te a lim de se proceder a eleico da nova
Commissao.
tsr ll neste bairro de Santo Antonio ,
pessoa habilitada para ensinar as primeiras
0 leilao annunciado por intervengan Letras, e as Gramticas e Lingoas Nacio-
nal e Latina : na loja de cera do snr. Ange-
lo Custodio dos Santos na ra do Cabug ,
se darn exactas informacoes aos Paos de (a-
A VI SOS DI VERSOS.
XST Precisa-se fallar aos herdeiros de Lu-
la Ribeiro tendente a negocio que o dito
fallecido Uvera com o linado Padre Francisco
Xavier de Veveiros em beneficio dos mes-
mos herdeiros.
BT Silva Medeiros responde ao Sr. que
no Diario de 8 do corrente pergunta aonde
se pago bilheles da rifa dissolvida que ba-
ja do receber o respectivo importe da mesma
pessoa que Ihe vendeo o bilhete.
tay Precisa-se da traduf&o do francez em
porluguez de um receituario de medicina ,
que oceupa urna folha de papel paga-se bem
ao traductor : na entrada da ra do Fagun-
dos vende D. 1 ou annuncie.
XST" Achou-se no dia 7 do corrente pelas
10 horas da nouUi no bairro da Boa vista una
negrinha ainda nova que nao sabe dizer
quem he seu senhor quera se adiar com di-
reito a dita escrava dirija-se a ribeira da Boa
vista em casa de Camilo Joze do Nascimenlo ,
que vive de carregar carnes para os assou-
gucs.
%3f A pessoa que encomendou as cartas
para a Irmandade de N. S. da Conccigo ere-
cta na Igreja da Matriz da Boa vista pode
manda-las buscar, pois eslao promplasa mui-
tos rlias.
cy Aluga-se urna canoa aberla e de boa
construcao que pega em 1200 lijlos; quem
posigao lao simples que nao fazem mal a
mais tenia crianga : em lugar de debilitar ,
fortiflcAo o systema purilicao o sangue ,
dugmonto-assecreges em geral: tomadas,
seja para molestia oh roica ou somente co-
mo purgante suave; c o melhor remedio que
tem apparecido por nao deixar o estomago
naquelle estado de constipado depois de sua
operacao como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a tomar e nao
causaran incommodo nenhum. 0 nico de-
posito dallas em casa de D. Knolh agen-
te do author : na ra da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai enibrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre relo.
rar Joze Manoel Pinto retira-se para o
Rio de Janeiro.
tsy O Bacharel Formado Joo Antonio de
Souza Beltro de Araujo Pereira professor
adjuncto de Rhelorica e Potica do Liceo avi-
sa a quem convier que vai abrir um curso
particular de geografa para o qual ja se
adulo alguns alumnos matriculados; quem
mui augmentada, e mais completa que todos
OS livros de Surtes at boje publicados: na
praca da Independencia loja de livros n. 57
e58.
S^ Mma negrinha de nove anr.es de
milito bonita figura, ladina, cnlendcde com-
pras c faz todo o servico de urna casa : na
ra do Bangel I). 50 primeiro andar.
tST Rap niiiceza de Lisboa ullinjani.-ii-
te chegadd de supcior qualidude : ua ra
do Crespo I). 5 lado do norte.
SSF I m faldamento completo para olfuial
de guarda nacional por mdico prego ; ra
ruada Cruz n. 17.
tflr Bolaya propria para escravos a 1^280
a arroba : na ra Di'rcita padaria D. 12.
ey T.'-.esouras de (iuinaraes para alfaiato
c barbeiros chegadas ltimamente co Por-
to : na ra Direila I). 8.
s?y Quejes muito frescaes por prego com
modo : na ra do Encantamento armazem
por baixo do sobrado do Reverendo Vigarlo
do Reeife.
tf Urna vacca parida com cria que da
duas garrafas de leite por dia, acostumada ao
pasto e muito mansa : na venda dentro da
ribeira da Boa vistar.
ssy Dous batelde.s novos, urna rede de ar-
rasto e urna caixa pequea de msica : na
ruado Nogueira sobrado de uti andar com
va randa de ferro.
ey L'ma cama decondur, urna marque-
za 5 mangas de vidro, um cspelho grande,
5 mezas una empeada para bilhar e a|'
gumalouga de vidro umacommuda: no pa-
teo do hospital doParaiso D* 1G.
cy Lina cabra queda garrafa e meia do
leite cria meninos e muito manca ; no at-
ierro dos Affogados delronte da fabrica de
rap casa de 5 rotulas verdes.
cy Um relogio grande c novo de fabrica
ingjeza que corro 8 dias sera se dar corda ,
proprio para alguna reparlico publica, urna
duzia decadeiras duas bancas, urna mar-
queza, um aparelho de porcelana para cha,
e um escravo de bonita figura : na ra Direi-
la padaria do Machado.
= Urna cadeirinha do bracos em muito
bom uso urna marqueza e condur com
asiento de pao e una cama de casados, de
angico, e em excediente uso ; todos estes ob-
jectos dao-se por cmodos prgos : na ra do
Bangel D. 17.
= Um mulato escuro canoeiro e com
ssr
Sacas com farinha de mandioca de su- principios de carpina com 22annos de ida-
perior qualidade por prego commodo : na
ra da Cruz n. 52.
ET Duas pelas de bonitas figuras, e com
algunas habilidades : na ra da Cruz n. 52.
xsi Dous escravos mocos, robustos v
de bonitas figuras acoslumados ao trabalho
de campo : no paleo da S. Cruz sobrado de
2 andares defronle to oilao da Igreja.
SST Fin iniilalinho de 15 anuos, proprio
de robusto e sera achaque alguin : quem o
pretender v ao 2. andar do sobrado na ra
de S. Francisco em ctrjo 1. andar mora o se-
nhor advogado Joze Nareizo.
ssy Panos linos de (odas as cores a 260t)
ocovado e preto mais lino e de todas as co-
res a 3a dito e superiores de todas as Cores,
algodozinho madapolAoe outras mais fa-
zendas por proco commodo, chila azul a 110
se quiser utilisar do seu preslimo dirija-se al branco chegado prximamente do Porto ten-
ruade S. Francisco segundo andar do so- ido cada saca um alqueire da medida volita :
brado em cujo primeiro andar mora o Snr.
advogado Jozo Narciso.
ssy AlugAo-se o primeiro e segundo an-
dar de urna casa na ra da (uia n. 15 : di-
rijao-se a travessada Gloria da Boa vista casa
da viuva D. Mara.
w Somjean lavrador, e gravador sobre to-
dos os metaos, se offerece ao publico para
para pagem por ter bonita figura : na praci- covado gangas de lislras proprias para cal-
gal de escravos a 200 rs. o covado e meias
de Iinhoa5j200a duzia : na ra do Livra-
tsr Um violo de excedentes vozes, por
prego commodo : na ra do Oueimado D. 2
lado do nascente.
ssy Fina casa terrea na ra do Fagundes
D. 9 : a tratar na ra do Crespo D. 7 lado do
sul.
nha do Livramento loja de fazendas D. 19.
i2T lina venda na ra da scnzala velha
defronledo befo do Campelo : a tratar na
mesma.
tsr Sacas com muito bom e novo foijo
na praga da Independencia n. 28 e 29.
E7* Um molecode 15 annos: na ra das
Cruzes D. 7 lerceiro andar.
qualquer trabalho concernenteao seu oficio, j ca de Ponelle em porluguez : na ra da Flo-
o qual far com toda promptidao : no paleo, I rentina nova casa ultima que faz quina para
da Matriz 1). 8. a ra de s. Amaro.
Madama Somjean pa.rteira franceza, C5~Dicionario Jurdico por Pereira e Souza,
S" Cadeiras de balanco com assenlo de pH i-
nha ee tiesto da mesma in ai (piezas de condu-
I r mezas de jautar camas de velo com arn.a
*-SS~ .NiIUStio Iradusido ao pe da letra, em- 9i5o cdei.as com assenlo de iialliml.a ainciicaii,
liriiMii'.i meia encadernagao ; e encaderna- cao intuir Lavaler Part de cannaitr les P'"1'0 3#5o l,in,' da Suecia com 3 pol-gadas
hommes par la physionomic, BoisteDiction- ?ffi*ur!' d,tolM,rdo l"do.mais "" <***
r V. qf em oulra parte : na na da Moreotma em caza
naire umvcrsel do la langue frangaise Log- | de J. Bem
"Re- _______________
ESCRA V 0"s~F U G ID O S .
nha pralica e dix fiador a sua conducta : no i u que as pessoas que se quiserem aproveitar do
pateo da S. Cruz padaiia defronte da Igreja. | sen preslimo a achanio sempre prorapta a
cy Precisa-se de urna ama de leite : no i toda e qualquer hora e mostrar o grande co-
pateo da S. Cruz sobrado de dous andares de- nhecimenlo que tem da sua faculdade.
fronte do oilao da Igreja.
tsr
C7- No botequim da estrela precisa-se de
Fazem-se bolos de S. Joao muito umeozinheiro, que seja bom para ajudan-
bem feilos : nos i cautos da Cidade de Olin-
da 0.81.
or* Joze Francisco dos Reis Norbin para
le ainda mesmo que nao saiba trabalhar em
niassas.
= Antonio Joze de Souza Monteiro iet-
no ver mais molestado seu crdito por mal ra-se para a com marca do Ass a Iractar l
intencionadas pessoas ; declara que nao he de sua Advogacia : a pessoa que se quizer li-
mis olficial pharmaceutico na botica n. I da lilisar deseo prestimo para o encanegar de
praga da Boa vista; por voluntariamente se
ter daspedido da mesma botica e roga ao
administrador da dila baja declarar se exis-
t rao faltas por elle cometidas no cumplimen-
to de suas obrigaces.
tsr Sahioo n. 18 do Espelho das Bellas ,
con tem o seguinte: o A B C moral das Bellas ,
facecias continuagao do resumo da historia
da provincia.
Sr* Manol Joze Machado Malheiro re-
tira-se para a Europa a tratar de sua saude.
%SF~ Precisa-se alugar una pela para o
servigo interno C externo de urna casa de pe-
quena familia : na ra Direila loja de fazen-
daD. 11.
alguns pleitos, ou recadages, dirija-se a
sua casa, ou na de Joao Lopes de Lima,
as 5 pontas ; o mesmo declara levar familia
e um seucamarada.
ssy Quem quiser alugar urna preta que
saiba fazer o arranjo do urna casa de pequea
familia pagando-so mensalnlente 10,> di-
rija-se a i no Augusta casa terrea de 5 portas
delronte do sobrado pequeo de Joze Mara
Placido Magaihacs.
COMPRAS.
ssy .> travos para coberts, de 5i palmos de
comprido, e de U a 12 polegadas em qua- 11 por cima da loja de chapeos.
gundo andar do sobrado da quina do hoco do
Ouvidordefrontodo theatro, de manha aleas
9 horas e a tarde das 5 em diante.
ssy Saeos vasios que forao de farinha a
240 e 2 llandres que forao de azeite de car-
rapato por metade do valor 2 harris de 1
em pipa : na ra de S. Tnereza venda 15.
W l-na cmoda de amareio em bom es-
tado urna mesinha de meio de sala de A
ps deamarello duas bancas de Jacaranda
modernas urna cadeira de balango feita por
um modelo esquisito, um balco que foi de
venda e lambern algumas tahuas da arma-
gao ludo por prege commodo na ra es-
treitado Rozario D. 50.
cy Fm bom cava I lo com bons andares ,
para sela e lambern serve para carregar: no
Manguinhoao peda ponte primeira venda.
W" Uma negrinha de nacao angola de
bonita figura e muito experta, e sabe coser:,
na quina da pracinha do Livramento por ci-
ma da loja que foi de llerculano Jozo de Frei-
las.
SST lina negra muilo moca e bem pareci-
da com habilidades : na ra da Cadeia do
bairro de S Antonio, casado 5 andares D.
ssy Antonio, de nagAo Camondongo do
-28 annos cor preta cara redonda denles
rnadas uma orelha fu-
los grandes e cabidos,
corpo reforgado falla
mal porem entende-se alguma couza. ale-
gre no fallar ; levou ves^lo camisa do chila
azul calcas brancas ecarapuga velha ; fu-
gio no primeiro do corrente : quem o pegar
leve ao principio do atierro da Boa vista em
casa do Quaresma ou na praga da Indepen-
dencia u. 21 e 22.
cy Fugiu no dia primeiro do corrente o
escravo Manoel de nagAo Cacange estatura
regular corpolento cara larga tem um
dedo minimo de uma das mos alejado com
um ferro ao pescogo emhrulbado em um pao;
quem o pegar leve a ra da Aurora em casa
de Joo Francisco Sanios do Siqueira que
ser gratificado.
xsy No dia 7 do corrente pelas 7 horas
da uoule fugioa crela Maria Renedicta filha
da Parahiba com vestido de chila e cami-
sa alem disso uma Iroxa com vestido de cas-
sa de lislras e sapa los he alta e gorda tem
muilo poucoconhecimi-nto desta Cidade por
ter raras vezes sabida : quem a pegar leve ao
escriptorio de Lenoir Puget & Companbia na
ra da Cruz (|ue ser recompensado.
REC1FE NA TYP. DE M. F, DE F. =1842,
MUTILADO
i
1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EZMUHW2K1_ZYPWUS INGEST_TIME 2013-04-13T02:40:32Z PACKAGE AA00011611_04671
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES