Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04670


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Full Text
Anuo de 1842.
Q u arta Fe ira 8
Tuilo agora depende le nos mesmos ; da nos prudencia motloricfto e eneria : con-
.|iiMt-iiii) c.iin |.iiiici|iian.(H e aerawoaarcillados com wlnirneAo cnlie aa iWi>i mu
rtHilm*! (rrftclrtmjilo da Angarillea Cern i'n rrail
PARTtDAS DOS COnREIOS TERRESTRES.
C.ilmina, Fara!.. e lUo grande do Norle e;uiidi.s .scMm f.iras.
BtinitO Gni:ui.' 0 e 2V
Cali, Serinhacm Hi l-'ormnto Porto Caira, Murci e Ala.irn.is no I.5
Il'ijei'i 43. SIO Anl.io quintas feirai. Oliuda todos os di. s.
II.
DAS DA SEMANA.
(i we. a, Roberto It Cli.inc. And, do J. del) da 2. .
7 Tere. I. Roberto Ab llcl. And. do J. de D. da I. v.
S Quart. a. Salnaltaoo II Aud. do J.deD. da 3. r.
|:l Quii Primo e l'Yliciano Min And do juii de O da 2. V.
(,) : ext. a. Margaiida 11. Aud. do .1. de 1) i'a I. r.
|| Sli- Hariiabf A|i. Hcl. Aud. do J. de U. da 3. r.
ii |)m. .1. -lo .o de S. Facundo, s. Onofre
do cFmilio.
Anuo XVIII. N. 121.
auiwa. j !^ff*,f.-'tTtr:>ygypMPg'Z
O Diario publioa-sa iodos o^ das i|M n3o bren Saatificadoa : o precu da assigaatur* ho
le ir-s mi) rea por quartel pajos adianiados, Oaannunciol doa asaij;nantea sfut inserido*
gratis c os dos i|-te o n.io forent i roaad de SO rcis por liulia, A reclamaoes deVStal sar
diri) idas n eala Typografia ra das ('.rutes U. 3, ou a praca da Independencia lnja de lirio
Numero 37 c 3S.
Cambio lire Londres 27 d. p. II1.
,. i> Paria 350reia p. franco.
ii i.isboa il.i | ni
Oi'r.o- Moeda de , o > N.
Ja i,000
PltaTA Pal I
CAMBIOS no da 7 ni: jimio.
i'tut Pern Culumnaiej .4,72(1
o Mciicanoa i.'lW
* inda 4,306 a 4.5011
Moeda de cobre 4 por 400 da descont.
Deioonlode bilh. da Alfanda 3|t|>ar40ft
ao mex.
Mfn. dr letras de Imaa limas 4 y j 1 e
I0
ile (ir.
15.400
45,100
S/HH)
4,7 SO
Premun
I.B t
2. a 4
do da 8 ilc Jimlio
Loras e .'0 m. da maiiL.i.
horas e -i'i "i da larde.
Quart, min*.
I-ua Nova
Quari. creso.
La elie i a
IMUSK.s |).\ LA (\ MEZ E JUMK).
a J -- s 'i lioras c 32 m. da manli.
a s :is 7 knraa e i.i m. da tari,
a 1.) !is 2 lloras e 33 ni. da tanl
a 22- s 7 botas e 2 m. da isrd.
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PARTE OFFICIAL.
LE. N." 101.
AlCTOnlZV O PRESIDIRTE A CONTRACTA!} f..M
Ol'Al.QOER PESSOA, l'E SE OBRIGUE A APEli-
FF.igOAR O FABRICO DO ASSUCAR DE CANA,
E SEIS PRODUCTOS.
O Baro da Boa-vista Presidente da Provin-
cia do l'ernambueo. Faro saber lodos os
seus habitantes que a Assemblea Legis-
lativa Provincial Decreion e eu sanecio-
nei a Le seguinte.
Artigo!.0 Fica o Presidente da Provincia
aiilorisado conlraclar com qualqucr indivi-
duo nacional, ou estrangeiro que se obri-
gue aprerfeigour n'esta Provincia o fa-
brico do assucar de cana e seus productos ,
mediante um ordenado que nao passar Je
quatru con tos de res annuaes cm quanlo
for necessario.
Artigo 2. O Emprebendedor devora, an-
tes de fumado o ajuste ollerecer o plano de
melhoramento para ser submellido conside-
rado do Presidente da Provincia e ser in-
serido na escriplura do contracto cm cu o
caso ser mandado imprimir para ser espa-
Uialopela populacho da Provincia.
Artigo 5. Ser o mesmo Emprebendedor
ohrigado percorrer todos os Engenbos da
Provincia para onde for mandado pelo Pre-
sidente para queem cada um d'elles eslabe-
lega e ensine o processo dos melhoramen-
tos desejados.
Artigo 4. OSenhor d'Engenhoquc sequi-
ser ulilisar dos sorvigos do Emprebendedor,
contraclar com o Presidente da Provincia as
condieces respectivas empresa declaran-
do-se sempre odiaem que deve comegaro
Emprebendedor laborar no Engenbo at
pol-o em estado de fazer bom assucar pelo
inclhodo novo de melboramento.
Artigo 5. Dopois de concluido o trabalbo
rilo artigo anteoedenle Picar o Snr. d'Engc-
nboobrigado prestar urna gratilicago de
em mil res para o Emprebendedor.
Artigo 6." O Presidente da Provincia po
der no lim dos trabalbos do Emprebende-
dor sendo que sejo satisfatorios propor
um premio que depois de approvado pela
Asscmblea Provincial ser-lbe- ofl'erecido em
teslemunho de eslimago.
Artigo 7. Eicao revogadas todas as Lcis
cm contrario.
Mando por tanto todas as Autboridades ,
traen, o conbecimenlo e execugo da re-
ferida Lei pe tencer que a cumpro e fa-
.t}3o cumprir to inteiramente como n'ella se
contem. O Secretario desta Provincia a lata
imprimir, publicar, e correr. Cidade do
Recite de PernambuconovedeMaiode miloi-
locentose quarentae dous; vigsimo primeiro
da Independencia e do Imperio = Eslava o
o Sello das Armas mperiaes = Baro da Boa-
visto = Carla de Lei, &e.
e determinando-Uto, que como tul o reconbo-
ga e expega as necessanas communicaces
ao ins()ector (rallainlega e ao administrador
da mesa do consulado.
Ditos Ao ebefe de polica e ao inspec-
tor do arsenal de mantilla, fasendo igual par-
tieipaco.
DitoA Fernando Biobex, coinmunican-
do-llie terSua Ma^eslade o Imperador conce-
dido o Imperial Beneplcito sua nomcaeiin
para vicc-consul de Hamhorgo n'esta cidade ;
e parlicipando-!be ter expedido s ordens
antecedentes.
Dito Ao inspector da tliesouraria da
rendas provinciaes, intelligenciando-o de
ipieapprova as arrematacoes do imposto de
vinte porcenlo d'aguardentede consumo dos
municipios do Recite, e Olinda por lempo de
trez anuos e pelos precos indicados em seu
oticiode !>0do mez (indo; e disendo-lbe ,
(|ue pode mandar lavrar os competentes ter-
mos.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
nda transineltindo copia do imperial Aviso
de 9 de Maio ultimo ; determmando-lbe em
eumprimento do mesmo Aviso que faca ins-
pecionar pela una do saude aos grumetes
Manoel Andr Antonio Joze da Silva Iler-
culano de Santiago e Jernimo Agostinbo ,
que seacbao doenles ; e ordenando-Iho que
uHicio ao Doutor Joze Eustaquio Gomes, in-
dicando-lbc o da em que dever compare-
cer com os ou tros membros da dita junta,
para *e proceder inspccgo cujo resultado
dever remetiera Presidencia.
Dito Ao doutor Joze Eustaquio Gomes .
dsendo, quecomparega no arsenal de mari-
nlia para o lim siipramencionado com os
demais membros da junta de saude quem
convidar no dia que Ibc for indicado pe-
lo respectivo inspector.
CO.MMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE 1)0 DIA "2 1)0 P.
Dita Ao inspector da thesourara in- do que ndicavo os modelos de n. 1 a 3 que
telligenciando-o que leudo miborado em inclusos acharia, e dando-llie outros eselare-
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 2 DO CORRENTE.
OlTicio Ao commandante das armas, ac-
cusando recebido o seu ofltcio do primeiro do
presente mez, em que informa sobre o reque-
rimento do soldado de cavallaria Joaquim Tbo-
maz de Aquino : e signiicando-lbe em res-
posta queexpedio ordem ao commandante
do vapor = Correio Brasileiro = para o rece-
ler c transportar a corte.
DitoAo inspector da tbesouraria da fa-
senda, participando em presenga do Aviso
de 3 de Janeiro do corren te anuo, ter Sua Ma-
gestade o Imperador concedido seu Imperial
OTieio Ao Exm. Presidente ponde-
rando-lbe em rcsposla ao seu ollifio de bon-
tem que os papis de contabt 1 Jade do des-
tacamento da guarda nacional de Paje de
Flores, relativos aos meses de Janeiro A-
bril desleanno nao estavo em forma orga-
nisados e devio de ser restituidos ao dele-
gado d'aquella comarca para os fazer subs-
tituir por outros ; mas que para nao demorar
por mais tempo o pagamento dos guardas ,
seria conveniente enviar a importancia de
taes papis mediante urna cautella que se-
ria resgatada quando para a tbesouraria en-
trassem os referidos papis cm ordem orga-
nisados.
Dito Ao mesmo Exrn. Snr., enviando-
Ibe competentemente informado o requeri-
mento do major do batalbo de guardas na-
cionaes destacado que pedia se [he forne-
cesse a cavalgadura que Ibe competa pe-
lo seu exercicio.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., restituin-
do-lbe competentemente informado oreque-
rimenlo de Antonio Flix de Barros que a-
cbando-se em a liba de Fernando cumprindo
sen tenga pelo crimede dsergo pedia soltu-
ra porsejulgar comprebendido no indulto
concedido por S. M. o I. cm os Decretos de
G de Agosto c 10de Outtibro de l8i0.
dem do da 25 no p.
Ofljcio Ao commandante superior da
guarda nacional do municipio partecipando-
Ihe que d'ordem do Exm. Snr. Presidente
communicada em ofllciosde 2i do corren te ,
foro desligados do Bata lilao de guardas naeio-
naes destacado os guardas Antonio Fran-
cisco Ribeiro Caneca Joaquim Trajano da
Silva e Joo Jo/e Pacheco este do i. e a-
quelles do 3. batalbo desle municipio os
sua saude o Major Antonio Gomes Leal, e
conviudo ao servigo que elle reassumisse o
commando da forlalesa do bru resigna-J
ra a licenea e nesta date tomara o referi-
do commando, do qual lora exonera lo o
capilao Bastos.
Dito Ao capilo Alfonso Honorato Hi-
tos, comniunieando-l'ie o exposto no OIlcio
precedente e ordenando-lhe que nesta da-
la passasse o commando da forlalesa do brni
ao seu commandante Major Antonio Gomes
i.cal.
Dito Ao teen le coronel commandante do
balalbao de gualdas naeionaes destacado or-
denando-lhe a excluso dos trez guardas men-
cionados no ollirio cima do commandante su-
perior.
Dito Ao chefe de polica passando a
sua disposigo o segundo sargento da segun-
da companhid do batamode guardas iacjo-
naes destacado Joze Porrcira Xavier, e guardas
Antonio Calengn da Silva e Manoel de San-
ta Anua do Nascimenlo para contra eJies
proceder como l'osse de direito, pelo crime de
se deixarem alicar para darem a mord oni
camin/ioao preso Manoel Joaquim quecoii-
d'iziao desta capital para a cidade de Goianna,
e remeltendo-lbc para servir de aecusago a
parte dada pelo cajiitao da referida coinpa-
nliia que eslava anexa ao consellio de iuves-
tigagao que se [irocedera na liypotoso de ser o
crime militar.
Portara Ao lente coronel comman-
dante do bato I hilo provisorio, mandando,
em cumplimento ao Aviso da repartigo de
guerra de 10 desle me/. dar baixa ao ctbo
d'esipi.idra .Mar.oe! Ignacio dos Santos Miran-
da e soldado Joo Ribeiro Pessoa aquel le
por nao estar as circunstancias de servir no
Exejelo cesto por ser iilbo nico de viu-
Mai urna irm e
va
ter a seu cargo sua
Beneplcito nomeago de Fernando Biebex quaes devio ser por outros dos referidos cor-
para vice-consul de Hamburgo n'esta cidade ;| pos substituidos.
um irmao menor.
Dita Ao mesmo remeltendo-llic o con-
seibo do dreecao feito ao soldado da primet-
ra C( nior e determinando que o (Isesse reco-
nhecer segundo cadete na forma do Decre-
to de i de Fevorerro de 1820, e provso de
21) d'Otilubro do mesmo anuo cujas dispo-
sieoes picliencbera.
dem do da 27 DO P.
OlTicio AoExm. Prezidentc remetten-
lo-lbe os esclarecimentos pedidos pelo Minis-
terio da Guerra em Aviso de H de Abril desle
auno cuja copia viera involvida no seo o'li-
cio de 25 do dilo mez.
Dito Ao Exm. General Presidente e Com-
mandante das Armas do Cear acensando
recebido o seo oicio de 11) do corren te, que
aeompanbara o Processo Verbal feito ao 2."
cadete Tito Augusto d'Albuquerque Por toca r-
reiro, que icava pertencendoa guarnieo des-
ta Provincia.
Dito Ao Inspector da Tbezouraria re-
metlendo-llie os papis de contabelidade do
destacamento do Brejo, relativos ao mez de A-
bril e Maio, para serem satisfeitos, e a impor-
tancia entregue ao Cidadao Pedro Francisco
de Mello.
Dito Ao Commandante Geral do Corpo de
Poliii com>minicando-lhea falta que bonlem
encontrara na guarda da Cadeia o ollicial supe-
rior do dia, alim de que.providenciasse, como
entendesse.
Dito Ao Descmbargador Chefe de Poli-
cia acensando a entrega do Guarda Nacional
d'Olinda Pedro Joze que aeompanbara o
seo oflicio desta data.
Dito Ao Delegado da Com marca de Pa-
jai'i de Flores remetlendo-lhe os papis de
contabelidade do destacamento pertencentes a
os mezes Janeiro, Fevereiro, Marco, e Abril
deste anuo para serem reformados nosenli-
cimentosa cerca dos vencimentos dodeslaca-
mento.
)l0 Ao Commandante do Batalbo do
Guardas Naeionaes destacado scientificando-
j que se expedir ordem para o Major do mes-
mo Balalh&oser abonado da respectiva caval-
gadura.
Dilo Ao Commandante interino do 3."
Batalbo d'Artillieria communicando-lhe ,
que tora pronunciado c se acba incurso no
Art. 2u6doCod. Crim., o soldado Luis Pe-
dro de Mello Seabra devendo porlanlocon-
serva-lo preso no quartel, como hontcm so
I lio determinara.
Dilo Ao mesmo para que determinas-
se ao Capilo Adelo Lopes de S. Anua, quo
com toda a urgencia inlbrmasse por cscripto,
e circunstanciadamente a crea do n. de prisi-
oneiros rebeldes do Rio Grande do Sul quo
na Corte recebera para oscondusir a esta Pro-
vincia, edesle numero, quantoslivres, e quan-
los escravos ; de quem os recdiera c se des-
le iccebimcnto passara clrese
Portara Ao Capilo Commandante da
Companhia d'Artifices mandando em exe-
cugo ordem da Rcparligo da Guerra de 10
deste mez e oflicio da Presidencia de 25 ,
dar demico ao Soldado Joaquim Mihtio du
Amaral por ter sido julgado incapaz do ser-
vico em inspeceo da Junta do saude de 30 de
Marco ultimo.
TRIBUNAL DA RELAg*0'.
Sesso de 7 do correle.
A appellaco crime do cxliucto juizo de
paz do 1. districio do Pilar nesta cidade ap-
pellante a justica e appellado o inspector do
arsenal Jacinlho Alves Branco Muniz Brre-
lo escrivo Ferreira ; se mandn remeter
ao juizo ern virlude do artigo 21) do regula-
ment de 2 de Fevereiro do correnle anno
U mesmo se praticou com outra appeilago
do mesmo juizo oarfa mesma parte e linal-
niente do mesmo car-torio.
REPARTIDLO DA POLICA.
Parte das occorrencias do dia -4 do crranla.
Foi bontem capturada pela I. patrulha U
praca da Independencia por estar fgida ,
a escrava de nomo Firmina ; e nao oceorreu
novidade segundo a parte boje dada pelo
commandante geral do corpo policial,
dem do dia 5.
Constada parte boje dada pelo comman-
dante geral do corpo policial que foro non
lem presos pelo ollicial de primtira ronda
do mesmo corpo Manoel de Mella da Silva ,
por espancar a urna mulber ; pela sentinella
da ponte da Boa-vista, o escravo de nome
EttevO por infringir as ordens estableci-
das e desobedecer a mesma sentinella ; e
pela guarda da passagem da Magdalena ,
SebastiAo da Cimba Carneiro e o esravo
Luiz por briga : assim como que nao occor-
rea mais novidade.
Parte das occorrencias do dia 6.
Foro bonlem presos pela 1. patrulha do
lugar do forte do matos Roza Delina por
insulto eito mesma patrulha; pelo inspec-
tor de quarteirao da ra do Sol o pardo Mano-
el e a .reta Gelnides por desordem, de que
resuitou ferimcnlo ; e pelo sargento de poli-
cia Antonio Fernandos Padilba o escravo
Francisco por estar oceulto em urna caza com
um ccele e bastantes fundos do garrafa ,
lornando-se por isso suspeitode pertender of-
fender a alguein ; foro todos recolbidosa ca-
deia. segundo a parte, boje dada, pelocom
mandante geral do corpo policial, e nooc-
correo mais novidade.
Pessoas despachadas no das 6 e 7.
Rio Grande do Sul = Jorge, Pedro, Pe-
t.


dro, Fortunata, Joaquim, Bonifacio Ru-
fino pretos osera vos ja Marcelino do Carta*
llio Rapozo ; Manoel proto escravo (Je Joze
Francisco finto Guimares.
Rio de Jamvro = Alberto llore Suisso ,
Jorge Henry Parche Ingle/.
Ilalua = Leonardo Gil natural de Ga-
liza.
Ass = Francisca lzabd de Rrito Bra-
zileira lavando em sin eompanhia sua IIIm
menor de nome Marta do ('.armo e urna es-
crava de nomo Simploiana.
humo de
PEKWllCO.
A fonte mais perenne e abundante da
nossa riqueza he nquestionavelmente a agri-
cultura : ella nos franqueia todos os gozos da
vida a ella devenios ludo quant. avultamos
na listadas naodes. Nenhum pal'/ Jo mundo
he mais favorecido dos dons naturacs do que
a trra de Sania Cruz. Quera relleer um
pouco sobre a prodigiosa uberdade do solo
brazileiro nao deixar de convir, em que o
Brazil, para ser grande ate onde o pode ser
qualqucr naoo afortunada bastar dar um
paseo = aperfcic,oar a sua industria agr-
cola.
Os povos que se lulo convencido de que a
agricultura he a me fecunda do todas as in-
dustrias, a fiel amiga da paz a maior pro-
tectora da liberdade teem-lhe rendido a mais
sincera veneraco conseguido amaciar os
costumes, e chegado ao apogeo da sua gloria.
Quando os Romanos celebra van os ainbur-
vaes, ou procissoes era honra de Cores;
([liando M. Cunos considerara periguso i Re-
publica todo cid >dii que nao eultivava algu-
masgeiras de trra; quando a charra era
tirada cm triunfo pelas personagens romanas,
a agricultura floreca o foi ento que Roma,
nadando cm abundancia liiguu os funda-
mentos do grande imperio do imperio uni-
versal. A Franca jamis Con neceo das Uta
rzonhos e mais prsperos do que aquellos .
em que a agricultura fez progressos sol) os
auspicios de llennquc t.; e-cotn Indo a Fran-
ca, c com ludo Roma erar antes nacoes guer-
reiras do que agrcolas ; podio-su fazer te-
miveis e opulentas nao tanto pela interven-
cid do arado que pela sorte das armas.
K pois que os brazileiros por sua ndole pa-
cfica nao almejAo o brazo de bellcosos ; que
por seus ampios e variados recursos nao neces-
silao de como os Vndalos disputar con-
quistar, ou extorquir terreno alheio devem
oceupar desde agora o lugar nobre e ventu-
roso que Ihes assignou a naltiroza : rasguen)
a trra a sua propria torra ; melhorem a sua
industria agrcola e files inundaran a Euro-
pa toda de riqusimos productos, e a torna-
rao espontneamente sua tributara. Se as-
sini o nao iizerem os brazileiros dexaro de
ser gigantes para seren pygmeos e quica
nem pygmeos....
Ora he bem sabido, que un dos ramos da
nossa industria que mais faz crescer as nos-
sas rendas he a cultura da canna d'assucar ,
cultura que parece hir-sesensivelmente desa-
nimando o taivez se torne milla se nao se
reiiioverem os malos que a acabrunho.
llum d'eltes lio por corto o defeituoso modo de
fabricar o assucar. Os nossos agricultores
levados de una usanca maquinal ofl'erecem ao
mercado um producto imperfeitissimamenle
elaborado que Ibes nao assegura vantagem
proporcionada fertilidado do solo c ao cus-
to da produco ; por quanto em vez de o agri-
cultor produzndo melhor, e dispendendo
menos, obter lucro maior; ao contraro
produzndo pcior oblem menor lucro dis-
pendendo mais. Su pon ha-se, porexemplo.
que para se produzir urna caxa de mo as-
sucar sao necessaros quatro bracos, e que
ella akanca no morcado o proco decemmil
rs ; he evidente que se o assucar for fabri-
cado com perfoigo ha ver alga no prego c
urna caxa importar por cxemplo em rento e
cincoenta mil res sem todava ter cuslado
mais trabalho ao agricultor o qual, se em
outro anno fizer duas caixS de assucar da
mesina qualdade obter trezenlos mil res .
entretanto que para os haver com mo as-
sucar sera necessario produzir tres caixas :
islo he, emprear muito maior trabalho. O
resultado pois do aperfeignamento ser ou
diminuir o trabalho e dispendio percebendo-se
o mesmo rendimento ou com o menino tra-
balho e dispendio lerem-se lucros quazi do-
brados. E (Paqui se concilio que no melhor
methodo de dirigir a manipulado do assucar
osl.i oganho, que figuramos; e provavel-
mente foi este o pensamento que domnou
a nossa Ilustrada Assemblea Provincial para
nos fazer merco da vanlajoza le, que publi-
camos e que ni ni judicosamente deixa
cuidado da aulhordade publica o examc e
approvago do plano dos melhoramenlos.
Rem quizeramos que a protegi prestada ao
assucar se estendosse a outros ramos da in-
dustria, e que mesmo fosse mais extensa,
le modo que os nossos agricultores senhores
d'Engenho lieassem melhormr-nte auxiliados :
lezejaramos que ellos podessem cm escolas
convenientes roceber nogocs dementares
sua profissao agronmica : que fossem por
cxemplo imbuidos nos principios da phisio-
logia vegetal e historia natural para eonhc-
corem as causas das informidades das plan-
las : que intendessem da arle veterinaria,
para poderem conhecer c curar as molestias
dos animaos que indispensaveis forem ao tra-
fico agrcola: que possuissem mesmoalgu-
mas ideas sobre a qualdade dos terrenos para
com mais aeerlo nsarem d'elles ; e em fim
que nAo fossem hospedes em mutos outros
conhecmentos som cujo soccorro a agricul-
tura nao podo chegar a perfeigAo.
Mas como nao adoptamos a opino dos que
querem ses ou ludo ou nada = estamos con-
ten tissiinos com a le : como nao podemos ,
por ora organizar sociedades ngricolas, e
escolas normaes vamos ao menos tratando
de melhorar o fabrico do assucar pelo modo
que nos lie possivel o que .nos parece nao
poder ser actualmente outro se nao o indica-
do na le: fagamos o ensaio pelo mais impor-
tante ramo da riqueza brazilera e hiremos
criando estimulo, e hiremos accumulando ca-
pitaes para avancarmos mais terreno no ca-
minho da industria. A le, que nos oceupa,
aprsenla ao senhor de Engenho um mostr
intellgont", que ao p da fornalha da mo-
enda ,' o das caldeiras d ligos theorcas e
pralicas aos seus escravos e nggregados me-
danle a indemnisago do cen mil rs. m-
dica cortamente, e mu inferior a quantia .
que se despende com os nOflSOS rolneiros mes-
tres d'assucar e com a dispendiosa potassa.
Adiamos pequeo o ordenado de quatro con-
tos de res mas taivez que se nos allegue o
premio que a le ndica ao emprchendedor ,
que devo na verdade esperar muito da gene-
rosidado brazilera se desempenhar com
vantagem o son engajamento.
Resta pois que o Exm. Prezidente, que
tanto so tem destinguido em promover o bem
material da nossa Provincia em abrilhantar
nossa Cidade, cuide de dar quanto antes
oxocugAo a ulilissima lei provincial; e qual
outro Jefierson faga tambem sentir aos agri-
cultores os cffeitos de sua munificencia e
decidido patriotismo. A occazio nao deixa
de ser urgente, se advertrmos que estamos
a bracos com a cubiga ingleza c torga he que
pelo melhoramento da nossa industria trate-
mos de prevenir a mu sensivel falta que
aos nossos campos mal roteados deve fazer a
dimnuigo da esclavatura. A occazio he
alera disto a mais propicia para emproza tao
til, porque gozamos de paz : o espirito pu-
blico parece oslar boje, c deve estar, intei-
ramente inclinado aos melhoramenlos malc-
raos o reaes, do que a especularles polticas :
as nossas Ierras eslo divididas por muitos ,
e nao accumuladas cm poucos cdados nem
inlorpecidas com regulamenlos feudaes nem
sugeitas a odiosos privilegios que gravem a
condigno de uns para aliviar a do outros ; ha
igualdade de diretos liberdade de commer-
cio, amenidade de clima fortlidade espon-
tanea c exuberante : nada nos falta para p-
dennos prosperar na agricultura : o nosso es-
tado prezenle he muto mais lisongeiro do que
o pausado, o cromos que podemos j hir can-
lando como Lucrecio ;
Suave mari magno, turbantes equora ventis ,
El Ierra magnum alterius spectare laboiem.
VAR1EDADE.
A Rapoza Juiz c o Macaco Escrivao.
( Aos Demandistas.)
Fin cont va i, que boni proveo faga.
Era no lempo quando a bruta raga ,
Com leis e como nos se govornava.
L'm corvo negro de pellada crista
Pelos aros um queijo oarregava.
Mas um carcar do aguda vista ,
Sontndo o corvo sabe com ligeireza ,
Contando arrebatar to boa preza.
J o alcanga quasi as nuvons junto ,
E sem demora intima a que se renda :
Mas dosprezandu o corvo um tal assumpto ,
Travra ambos rispida contenda.
Eis no conflicto do spera refrega ,
O mal seguro queijo se desprega.
A lucia para. E logo atraz do queijo
Precipilao-se os dous em continente.
Mas nenhum saliste/, o seudesejo.
Chocando torra vro gravemente
Sobre o queijo a raposa j sentada :
\<> lado dola va-se um macaco ,
Mu ltenlo a lavrar termo de adiada .
Juzera a raposa c o velhnco
Servia de escrivao ueste jnso.
Recorrer justiga foi preciso ;
E os litigantes tondo exposto o foi lo ,
Seguiq-se logo o mais rendido pleito.
A trapaca e chcana sobe ao come ,
Libellos, religos, descompostura,
Tudo ferv. Os autos cm volume ,
J tinhao mais de palmo do grossura.
O termo da sen lenca em lint chegado ,
Diz a raposa com mollina e pausa :
Tudo quanto se colhe rfesta cansa ,
Igual direto a ambos tem provado.
E logo era dous o queijo despedaea.
A motado proseguo lie da justiga ;
a rasa som dolo nem cobiga .
Pois nao he justo trabalhar de graea.
Quanto oulra melado om hom direito ,
Aos dous pertenee. Est julgado o feito.
Parte anda a melado em dous pedagos ,
E um o outro prompamente entrega ;
Mas eis que surgem novos em baragos :
A recebarlos cada qual so noga ,
Por ser a olho o queijo repartido :
Pois bem diz a rapoza eu ja decido ;
O' l meu escrivao venha balanca.
Teve logo o macaco urna lombranca.
u Nao ha balanga diz mas nao importa ,
n Todo se arranja. > E mui depressa coi ta
Um pao e dous sipos, que nello prende ,
E bem a meo o todo elle suspende.
Dos dous sipos ento foi nos extremos
Cada um dos quinhoosdependurado.
Que scena curiosa agora tomos !
O iincico o a rapoza em cada lado ,
A regular os pesos se destina.
Se a ba'anca dolado desla inclina ,
O no queijo a rapoza urna dentada ;
Mas se olla pende para a outra banda ,
Oulra dentad* O mono Ihn desanda.
Desto modo a balanca improvisada
Nunca os pezos gimes equilibrando ,
Vo-so os dous s dentadas, regalando,
At que entro a rapoza o o macaco ,
Todo o queijo so foi de naco om naco.
Os litigantes tarde rellecliro,
E murchos ambos logo se retio.
Curo
Do Brasil no Solo amono evo.
Imperador Brazileiro
la lera o llrazil jocundo
Por tanto ledos hradomos ,
Viva D. Podro Segundo.
Giro
Do Brazil no Solo ameno &C.
E D i T A L .
O Fiscal da fregueria do S. P. M. da cidade
d'Olinda &C.
Fago saber aquom convier que as postu-
ras municipaos prohiboni dentro da cidade e
povoacoes fogn solt como buscapes e as
possoas que delle lizorcm tizo se rao multa-
dos em oQa rs. e 8 das de pristo ; e para
quecheguo aooonhocimento de todos o nao
se chamem a ignorancia mandoi publicar o
presente. Olin.la 6 de .limbo de 1842.
Antonio Manool Lobo.
R E C L A R A C A .
E vsteimosos cogos demandislas ,
Aprendei no julgado desle pleito ;
Que em libellos aggravos e revistas ,
Fica soa justiga do proveito. ( X )
(Pobres do P. )
A PEDIDO
A Coroaco do Augustsimo Sor. D. Pedro
II Imperador, o Perpetuo Defensor do Rrazil,
Soneto e llymno recitados na Sala do Snr.
ReverendoVigario Periquito, cm Paja de
Flores na noite do solemne fausto da da
Coroago pelo sen Autor Jozc Joaquim de
Olveira Macel, perante urna numerosa As-
semblea das pessoas mais gradas do Flores, on-
de se achou tambem a nobre ofiicialidade que
regressava de Caxias.
SOMETO
Estampemos as pginas da Historia
Da C'roagao o Da glorioso ;
Dia para o Rrazil to venturoso
Fique eterno no Templo da Memoria.
Marte ornado c'os Lomos da Victoria,
As Musas entoando um Hymno honroso ,
Parando Phebo o carro luminoso ,
Lodos applandom desle Da a glora.
Protege Jve o Povo Rrazleiro ,
Racha a Ierra e Cora oFlho Augusto
Do magnnimo Here Pedro Primeiro.
Eia Rrazil exulta a Hasta o susto ,
E sustenta no Throno o Verdadeiro ,
Legtimo Imperante todo cusi.
HYMNO.
Tal qual foi em Roma um Tilo ,
("m Marco Aurelio um Trajano ,
Ha-de ser Podro Segundo
No Solo Rraziliano.
Coro
Do Brazil no Solo ameno
Impera Pedro Segundo ,
Que ha-de ser qual Tito om Roma
Delicias do novo Mundo.
Iloje o fausto, alegro dia
Dn Sua Coroago ;
Exaltemos Brazileiros ,
Brazileiros unio.
Coro
Do Rrazil no Solo ameno ove.
Ha-de auxiliar Minerva ,
Eos prudentes Conslheiros
O Joven Imperador,
Para o bem dos Rrazileiros.
s= O brigue escuna Nacional Andorrana ,
de que coramandante o capilo lente An-
tonio Joze Francisco da Paixo sai para o
Rio do Janeiro no dia 9 : recebendo a malla
ao meo dia.
T H E A T R O .
programAa
Do variado exp;claculo que ha de ter lugar
no Thoalro Publico desla Cidade, Quarta fei-
ra 8 de Junho debaixo da direceo do Artis-
ta Joze dos Rois.
Concluida que soja urna agradavel sinfona
lera a honra do so aprezontar Madama Emilia
Amanto a rantsr o grande e famozo rondo da
norma conhecido com o titulo da casta diva
muzica do celebre Bellini. Em seguida a mes-
ma Senbora c Joze dos Rois cantarn" com to-
da a sua scena o delicado c gracioso duelo
da opera a Italiana om Argel finalisando,
o Artista Joaquim dos Res desempenhar com
o maior valore intrepidez a difioultosissma
experiencia da viagom antipoda andando
por o tecto da caixa do Thcalro com a cabeca
uara baixo com toda a franqneza e desemba-
razo posgo esta muito custosa e difcil de
verificar.
Logo se exocutaro diferentes e variadas
surtes equilibrios e evoluges do mais apu-
rado gosto, e sa lisia lorio desempenho ensi-
ma do rame frouxo polo Director. Dopois se
cantar ( muito lempo pedido ) um novo e
gracioso duelo em Portuguez da opera o enre-
dador por o mesmo Artisla e Madama Emilia
Amanti a qual sent o nao se poder bem ex-
pressar nesle idioma; por isso roga aos benig-
nos espectadores que I he desculpem qualqucr
impropriedade de termo, lendo com olla mais
esta altengo liberalsandosc mais esteh-
vor. Dando fim a to excellente e escolhido
dive limento com a nova e engragada farga
em Pantomima nunca executada no Imperio
do Rrazil que se intitula Huma corrida do
toires em huma aldeia de Hespanha.
O'seu enredo as vizualidades e galantes
apariges produzem o melhor effeito com
espccislidado na occasio de sabir o Toiro
( fingido j se sabe ) Praga ao toque de um
clarim a onde oespero com impaciencia todos
os valentes que tencior.o bater-se e divertir-
se com elle porcm depois de difierentes sol-
los e graciosidades que se executo o Ani-
malzinho enfurecido comega a pular e a fazer
diabruras com a cabega que forma tal con-
fuso e desorden! que se imagina ser to na-
tural que faz Iludir as vistas pareceodo real o
que nao passa de imitago.
O Director disvellado em adquirir a publi-
ca sololude nao descanga em preparar no-
vas diverges, que Ihe conduso recreio e pra-
zer nica maneira com que mostra saber
avahar tantos favores com que o protege um
Publico o mais amavel e generoso.
Principiar as horas do costura.
N. R. Os Camarotes se acho venda de^-
de j em poder do Snr. Zebedeo Cezar.
O Director e Artista Gimnstico Joze dos
Reis partecipa ao respelavol Publico que pa-
ra maior brilhanlismo do Espectculo que ha-
de ter lugar Quarta foira 8 do corrente Ma-
dama Emilia Amanli cantar no fim da Pan-
tomima urna nova e graciozissima cango Es-
pantada com coros sendo a mesma que cos-
tralo contar os sganos e siganasem Hespanha
no fim das corridas de Toros quando se re-
tirlo no meo da conuzAo e alegra ; adver-
tindo mais que os ditos coros sero dezempe-
nbados com mu ta jocozidade por os mes-


*>
=53
mosque acab.lo dHouriar c levar Roleus na
ini'm i Pantomima.
COM \l ERGIO.
ALFANDEGA.
Randimenlo Jo da 7 de Junho 6:207j lOj
DESCARIIEGAfi HOJE 8 DE JIMIO.
Rrigue Portuguez = Afi cano = Vinho vi-
nagre azeile c parns.
flarca Austraca =Ss Robcrt = Carrito r
forro.
Parca Austraca =s Gara = Farinlia albos,
e passas.
cestos vasios erva doce
cniiios em 1.1 s i! o \.
Eni25bj Abril.
Londres 55 5 | i. por 1 000 rs. 50 d.
a 51. por. M) d.
Amsterdsrm 45 11-i D. por 400 rs. 5 m.
Ilamb. 48J|2E
Trieste 455 L.
Genova 525 L.
Leorr.e.
afiles. .
Pars 528 L
%\ 4 0. por 1 rs.
. por florim.
. por 5 L. n.
. por 1 L. F. .
. por 1 Dd. .
por 5 ir. 100 d.
dcC.
U
i.
Madrid.....por 1 P.
Cdiz..... .
Vienna 45o L. .
Valor dos metaes e papis de crdito.
v.
d.
d.
d.
d.
d
d.
d.
d.
d.
d.
annos climatricos donlrina que {a ser
onda do mundo serla um regido para lo-bs
os velhacos mal procedidos \. &. ; von 11
se na pmca da ndepemj.moia loja de livros
n. 57 o 58.
iiT- M. S. Mawson errgfio dentista in-
glez, avisa ao respeilavel publico, que di-
nudou sua residencia da ra do CuiH'in, pa-
ra a ra da Cruz do Rccife n. 37 ( luja ) .ion-
de continua a exercer sua prossao. M. S.
Mawson. tendo praticado sua profissao a IS
mezes nesla Cidadc eslava para se retirar :
mas cedeo as instancias de seus Amigos de
licar por mais 5 ou 4 mezes. Para melhor
esclarecimento elle abaixo declara o praco
das suas operaces cujos sao os soguinles :
tirar um denle 2,> separar inn dtol ti-
rara pedra e limpar a dentadura \s chum-
bar um com composiefiogj dito com prata
, diloccm ouro A) de por um denle
com chapa de ouro 10.) dita pula impressfio
almospherica O urna dentadura inteira
280* um paladar artificial ISQjOOO. Ven-
de pos dentifricios a lfOOO reisaoaixa, liqui-
do para lavagem das gengivas a I j rs. o vi-
deo.
tsr- lia oeste bairro de Santo Antonio ,
pessoa habilitada para ensinar as prineiras
Letras e as Gramticas e Lingoas Nacio-
nal c Latina : na luja de cera do snr. Ange-
lo Custodio dos Santos na ra do Calinga .
sedarn exactas mformacocs a os Paos de fa-
milias sobre a capacidade do Professor lu-
gar da sua morada o o mais que se julgar
necessario.
bom se ajusta a secoa dirija-so a ra da"" da Silva visto que impossiyel se lornou of
Cruz do Recite por baixo do deposito do ra- feeluar a venda do citado stabeleciment,
> fabrica de charutos. por urna quantia que fosse sulcicnte para
tST Precisa-so de um homem le moia ida- irulemnisar os credores do mesmo filando
de que esteja em circunstancias do poder ser porein a sen cargo indemnisal-os pela manai-
Pdlor de um engenho de poiica maquina, fe- raque com ellos concordar, e eu livre de toda
ra testa Provincia : a fallar com Francisco e qualquer responsablidade presente, e fuc-
Carcia do Amaral em linda ra do Malinas tura. Temos pois concordado no que cima
Forren a. fica expendido e me don por quitee satisfeito
tsy \!uga-se um sitio milito grande to- de todas as tranzaeces que ate hoje tenbo Ji-
lo eoh^rto de arvoredos de frncto na ostra- do Com o referido snr. Francisco Soares da
di do Pombal. com mudos com modos e Silva podendo o mesmo de hoje em diante
lodo aereado de paos nativos ; a fallar as 5 i gozar do mencionado estahclccimcnlo como
ponas D. 25 onde lem lampio. j sen que fica sendo isto he ; com a clauzula
zsy Quaquor Sr. de engenho que precisan de cumprir, como Oca estipulado no prezen-
de um administrador annunoie, ou dirija-so te acto de dizistenrU o pagamento aos crs-
ao engenho Crusahi.
t^j* OSr. Manoel Fernando esludanto da
Academia de Olinda, queira dirigir-so a Ircni-
|io fabrica de rape a rea piola que se lhe de-
soja fallar.
AlugAo-se duas canoas que ennduz ca-
da urna mil o tantos lijlos de alvec.aria, com
Objectos Comp.
Pecas de 7500. 7*790.
Oncas liespanholas. 14*400.
Soberanos..... 4*440.
Ouro cerceado 1*910.
Dito em barra,, 2o.
Patacas despalilllas. #920.
Ditas brasileiras. *9I7.
Ditas mexicanas. #905.
Prata em barra. 28 a 28 i
V.
. 7*820
. 14*540
. 4*460
. 1*950
26
. 923
,9-20
*!)I0
4
MOV MENT DO PORTO.
NAVIO SAIIIDO NO DA 6.
Para Cruzar; Rrigue de Cuerra Inglez Ditera,
Coinmandantt Carrey.
ENTRADOS NO DA 7 .
Rio do Janeiro; lidias, Rarca Bresileira
Firmeza do 300 tonel. Cap. Narciso Joze
de s. Anna equip. 11 carga familia do
mandioca e carne secca : a Antonio Fran-
cisco dos Santos Rraga.
Cap.
S Mimos NO MESMO DA.
Liverpool ; Rarca lngleza Col um lies,
Danil Creen carga algodao o assucar.
Ro Grande do Stil; Rrigue Brasleiro Austral.
Cap. Antonio Joze Perera carga diversos
gneros.
MaranbAo ; Rrigue Escuna Rrasilero Ama-
lia Cap. Estanislao Joze Rodrigues car-
ga diversos gneros.
AVISOS MARTIMOS.
ey Para Loanda sahir at o da 15 do
corren te o Brigue Brasleiro Pernambucano
Capilao Francisco Joze Correa, e roga-se ao*
carregadores que nao lem mais carga a em-
barcar levem os seus onhecimeutos na ra
da Cruz n. 57.
t=y Para Benguella e Loanda saldr aU o
flm do crrente a Barca Brasileira Temeraria;
quem quiser carregar ou ir de passagem para
o que tem excedentes commodoi drija-so a
a ra da Cruz n. 57.
LEILES
ssy Adolfo Schramm faz leilo por inter-
voric,Ao do Corretor Olveira de grande sor-
timentu de ferragens finas, e miudezas e en-
tro ellas espedios cartas francezas e porlu-
guezas para jogar oculus bracos de batan-
ea facas de pona esporas escovas para
denles, curdas para guitarra, pennas papel
de parede violoes e couros de lustro gros-
sos c. os quaes artigos se vendero infa-
iivelmente para liquidacao o por qualquer
preco Qnarta feira 8 do correte as 10 horas
da manh no seu armazem da ra da Crue.
cr* Amerim Irmos fazem leilo quinta
feira 9 do Crreme no armazom de Fernan-
do Joze Braguez de fumo e toucinho por
conta de quem pertencer.
AVISOS DIVER SOS.
PULULAS VKCF.TAES E UNIYEnS.VES AMERICANAS.
Estas pillas ja bem conhecidas felas gran-
des curas que tem feito, nio requeren] nem
dieta e nem resguardo algum ; a sua com-
posicAo to simples que nflo fazem mal a
mais lenra crianca : em lugar de debilitar ,
fer ti (lefio o systema purilicAo o sangue ,
augmentad assecre$0esem geral: tomadas,
seja para molestia chroica ou somonte co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
tem apparecido por nao deixar o estomago
naquelle estado de constipadlo depois de sua
operaco como quaso todos os purgantes fa-
zem e por seren mu facis a tomar e nfio
causarem incommodo nenhum. O nico de-
posito dolas em casa de D. Knnth agen-
te do aothor: na rna da Cruz N. 57.
N. R. Cada caixinha va embrulhada em
seu reeeitiiario com o sello da casa em la-
cre prelo.
tsr Manoel Joze de Magalhes Basto re-
tira-so para Lisboa a halar de sua saude.
IS* Manoel Jozo Machado retira-se para
a Europa a tratar do sua saude.
Kiy Roga-so ao Sr. Silva Medeiros assigna-
lario da rifa de um escravo e oulrosobjectos ,
queira annunciar o lugar que se paga ditos
bilhetes vislo estarem prohibidas dilas rifas.
X3T OSr. Joze Mara Teixeira queveio pa-
ra Pernambuco no annode 1828 ou 1829 da
Cidade de Lisboa na Galera S. JoAo Oaptista,
queira dirigir se a ra do Colegio D. 8 a ne-
gocio de seu inloresse.
sar O Secretario do Arsenal de Marinha
tem em seu poder urna carta para o Sr. Theo-
doro Augusto de Azedo e Silva. Esle snr. quei-
ra pois a ir receber na secretaria do mesmo
Arsenal.
tiy Quem precisar de urna prela para to-
do o sorvico do urna casa por proco com mo-
do dirija-se a ra da S. Cruz defronte do
oitAo da mesma Igreja D. 9.
os seu canooiros : no prineo do atierro dos
Affogados no obrado do Lima.
tSF" O Bacharel Formado JoAo Antonio de
Souza BeltrAo do Araujo Poreira professor
adjuneto do Rb<*torica o Potica do Liceo avi-
sa a quem convier que vai abrir um ctirsn
particular de geografa para o qtial ja se
achSo alguns alumnos matriculados ; quem
so quiser ntilisar do seu presumo dirija-se a
ra de S. Francisco segundo andar do so-
brado em cujo primeiro andar mora o Snr.
advogado Joze Narciso.
tir Precisa-sede um sobrado do um an-
dar, on o ultimo andar d'qnelles que forem
tledous, em boa ra d0 bairro de S. Antonio:
no armazem do carne secca le Antonio Cal-
das la Silva ou anouncie.
5^" O abaixo assignado faz ver ao respei-
lavel publico que so rosoiveo a nAo ir para
a Rabia e por isso continua na sua oceupa-
<;Ao de solicitador donde espora no mesmo
publico sua protecAo a respeto : ra das la-
rangeiras D. I. = Joo Pacheco das Morco/.
cf" A pessoa qoe estivor as circunstan-
cias de ser ama de urna casa saben do bem
cozinhar, e tratar de urna casa; tambem
compra-se urna escrava que saiba cozinhar o
ordinario ensalmar e comprar na rna : na
ra Nova D. 20 no segundo andar.
tST A pessoa que a mais de um me/, loi-
xou na nia doC.ibug n. i. urna bengalla le
pinhorde l*28o, queira ir tirar quanto antes,
lo contrario ser vendida.
C3" Quem quiser dar 100* a juros sobro
pinhures de ouro ou piala annuncio.
tr Alug'io-se o primeiro e segundo an-
dar de urna casa naruada Cuia n. 15: d-
rijo-se a Iravessada Cloria da Roa vista casa
da viuva D. Mara.
<" Sonjean lvrador e gravador sob to-
dos os molaos se offerece ao publico para
qualquer trabalho concernente ao seu officio,
oqualfarcom toda promptidAo : no paleo,
da Matriz n. 8.
ssy Madama Sonean parteira franceza,
moradora no paleo da Matriz de.S. Antonio
D. 8 avisa ao respeilavel publico que so
acha prompta a exercer nAo s a facuhlade parteira como a de sangrar e vaccinar; para
o que as pessoa que se quiserom aproveitar lo
seu prest mo a acha rao sempre prompta a
toda e qualquer hora e mostrar o grande co-
nhecimento que tem da sua faeuldade.
tsr Precisa-se de 1:200* com liypolheea
dores da casa : Jeclaro (inalinentc qupalo
mesmo sur. loraii-ine entregues todas as fer-
rameolas, trastes, e pedras de filtrar que
para a asa liuhadado. Recife 27de Majo
isy Precisa-se augar una negra para o m urna casa torrea em urna das ras prnci-
serviQO de urna rasa : na ra dos Martirios
lado da Igreja D. 11.
tsr Roga-se aos irmos da IrmanIade do
Divino Espirito Sanio que tem canas em
son poder haja le ir ou mandar entregar
na ra das Cruzes em casa do Snr. Antonio
Francisco de Lima Guimares, pois tem de
seren entregue a nova mesa no da 24 do
corrente ; isto nAo se entende com aquel es
IrmAos que 6o da mesa regedora.
%sy Um homem | soltero ltimamente
ehegado do Porto de 25 annos que sabe
ter, escrever, contar, e he ptimo hortelAo :
na ra da Cadcia velha n. 46.
S^" Alexandrina de Lima Alhuquerque ,
paes do bairro de S. Antonio; quem quiser
dar annnncie.
tsy Quem precisar de urna ama para casa
de um bomeni solt i ro ou le pouca fimilia
dirija-se a ra Nova loja do marcinciro junio
a Igreja da Conceicio.
u?- Os Snrs. Joaquim Joze da Silra Jo/o
.Inaquim la Silva, Joaquim Lopes de Frailas .
Francisco Morena Dias o Joaquim da Silva,
queirAo ir a travesse lo Rozario D. 12 para
receberem urnas cartas.
CJ" Quem precisar de urna ama de leito,
dirija-se a ra das Trincheir.is sobrado I). 25
qw faz frente para a rna estreita do Rozario.
=Conio me eonsla que alguem haver me
de 1842. =s Podro Muller.
F.stava reconhecido.
aa Rita Mara da ConceicSo, vende para
pagamento de seus credores, um sitio no lu-
gar da Magdalena na estrada que va para
o Remedio, com boa caza de. vivenda sen-
zalla para protos e caza para feitor cacim
has le boa agoa e com bastantes arvoredos
de varias especies baixa para capim olarla
e barro para a dita no mesmo sitio quem
o pretender dirija-se a ra da Cruz no Re-
cite N. 16.
= O abaixo assignado avisa aquellas pes-
soas que com elle tem contas, que Joze
Raimundo Pe reir deixou de ser seu con-
Ira-mi'Slre desdo o dia 5 de Abril prximo
passado mol i vado por molestia que o priva
deste mesmo Iraballio por isso que desde a-
quetle dia que nao poda receber conta algn-
ma, porteoceiite ao abaixo assignado; e por
isso avi/a nao levar em conla qualquer recibo
daquclla dala em diante.
Manoel do Amparo Caj.
Preciza-se do urna ama para caza de fa-
milia : na ra do Rangol I). 17.
zsr l'reciza-so deserventes para as obras
da Matriz da Roa-vista; a falar ao administra-
dor das niosmas
S2F" 0 administrador das obras da Matriz
da Boa-vista, provine aquellas pessoas, que
eosliimo desembarcar material, Icnba ma-
deira \c. no atierro da ponto velha ; quos
poi lenco dita Matriz (porque foi feito com
dinheiro da Igreja ) desembarcar material no
dito aterro principalmente agora que se vai
dar principio novamentc obra.
S3" O abaixo assignado como testamen-
lero de sua falescida mai, Ignacia Francisca
do Espirito Santo tendo por duas vezes es-
criplo ao Sur. Francisco Peixoto Flores mo-
rador em Manguape Provincia da Parahiha ,
[ladraslo de um dos herdeiros ( cujo nomo ig-
nora o por isso a elle se nao dirigi directa-
mente ) daquella falescida como marido da
Snra. D. Margarida lilha do falescido Anto-
nio Vicente de Mello ; para que tivesse a bon-
dade de avisar por parte do mesmo abaixo
assignado n dito henieiro seu enliado, a lim
do vir o esta Cidade ou mandar pessoa com-
petentemente habilitada fiara assistir a prooe-
dor-se uo Inventario e parlilha dos bens ;
4jao tem al hoje rocebido resposla alguma ,
nao obstante seren passados dous mezes, que
taes cartas lhe derigio : por isso convida por
moio deste annuncio ao dito herdeiro para o
indicado lim.
Pedro Francisco de Mello.
isr Joze Manotd Pinto retira-se para o
Rio de Janeiro.
C 0 M P R A S
Professora publica de primeiras letras do bar- duvide o que o estaholecimento que posso ,
ro de S. Antonio faz sciente a quem convier na ra da henzalla nova nao me pertenca ,
que acha-se com aula aberla na ra eslreita ou se ache ombaracado polo snr. Pedro Mui-
do Rozario D. 24, primeiro andar. ler; para desengaar essas pessoas, roso aos
Ul AiugAo-se 4 escravos dispostos para lo-; snrs. Redactores do Diario, me facAo inserir
do o servico e tambem enUndem de tirar no primeiro N. a sabir esto preliminar o o
areia e tanger canoas pois ja estAo feilos a
^ tsT O livro intitulado Alvelar ; quem
livor annnncie.
C7 2000 lijlos de alvenaria grossa 500
ditos de ladrillio, 500 toldas 4 canoas dn
areia postas na ponte do manguinho : na ra
da eadeia loia lo chapeos n. 42.
S^r Ima tipoia ainda mesmo uzada que
esteja em bom estado, com cortinados ou aem
cites : na ra de Agoas verdes tefronte du
Sacrista de S. Pedro sobrado de 2 andares do
va randas de forro de cor amarella : ou no
largo do Terco sobrado D. 12.
tar Urna comvnda da ordem da Roza:
quem livor anminoie.
sry Escravos mo^os de 12 a 10 annos, com
tsr Sahio luz o n. 20 lo Carapuceiro.
irac(a da celebra e engenliosa doulrina dos
theor do documento junio no |iic mtiilo o- offlcio ou sem elle bem como escravas oom
este servico : a tratar no segundo andar do brigar ao seo muito respeitador. liabolidades com tanto que sojo de boas fi-
sobrado ao entrar na ra do AragAo defronte Francisco Soares da Silva. guras, e page-so bem para fora da pro-
da botica do Victorino. Eu abaixo assignado declara que desisto ,' vincia : na rna da Madre de Dos n. 21.
ss^ Quem precisar de um moco portoguez como de tacto desistido tenho de toda a parte, V O primeiro volume da Geografa por
le 20 a 22 annos solteiro para qualquer ar-j que posea pertoneer-me no estabelecmento Malte Brun, irnpressa m Pariz em 1805 o

mazem ou outra qualquer occupac.Ao me-
nos venda, e d fiador a sua conducta tai-
da ra da Sen/alia nova Decima dezenove ,
em que era socio com o snr. Francisco Soares
nao so olhaa proco : na ra da Cadeia velha
ii. 48,


i"UMy yyjo
VE NDAS.
SS5M
4
Sabio a luz e vende-se na praga da In-
dependencia lojade livros n. 57 e 58 as no
tas e Rellexos a alguna artigos do regula-
monto das Alfandogns. Esta obra nao lie s
interessante para os empregados como para
os negociantes capites de navio e pes
soasque despacho mercaduras pois llie d
conhecimentosque nao podem adquerir coni
a simpe* leilura do regulamenlo.
CS* Dous escravos mocos e robustos ccos-
tumados u > trabalbode campo : no pateo da
S. Cruz sobrado de 2 andares que lien con-
fronte ao oito da Igreja.
ey Um moleque de 12 annos de bonita
figura sem vicio muito esperto para qual-
quer servigo : na rua Nova armazem D. 84.
tjy Urna duzia de cadeiras de Jacaranda ,
muito boas e novas por prego commodo : na
ra de llortas 1). 25 lado do poent-.
%S9~ Vende-se ou aluga-se urna canoa que
carrega 800 tijolos de alvenaria grossa : na
ra da praia serrara de Constantino Joze Ra-
pozo.
$sy Urna venda com poucos fundos na
quina defronleda Igreja dos Martirios, que
foi de Constantino Fer reir Alves : a tratar
lia ruada scnzala vclha armazem de mulha-
dos D. 1.
tar Lgica de Poncl lo dita de Geruze/ :
na praca da Independencia toja de livros n.
37e58.
cy Japonas de bato dobrado proprias
paraembarcadigos que navegfio para patees
frios por seren muito quenles e como
nunca viero a este paiz : na ra da Cadeia
doRecife ao p do eco largo n. 15 Joja de
Joze Dias de Souza.
ty Um moleque ladino do genlio de an-
gola, de20annos; na ra de Crespo ). 5
lado do norte.
ES" Un selim inglez clstico com to-
dos os pertenees com muito pouco uzo : na
asa junto a cadeia cm que lem fabrica de
chapeos.
tsff" Tijolos de alvenaria com i dedos de
altura a 25 rs. cada um dito de tapamen-
to caibrosde boa qualidade superior te-
Iha a 40 rs. cada urna encharnela de lomo ,
ripas escolbidasa vontade do comprador 100 a
duzia len.u.a de mangue a IjOOO o cento :
no terreno que lica no fundo do sobrado do
tinado Monteiro.
= Urna venda somonte com armagoe os
pertenees com soto para familia as 5
pontes a dinheiro ou a prazo : quem a per-
tender dirija-se ao largo do terco venda I). I.
= Um escravo j de idade : na ra da
CruzN. 50.
=b Um mulato escuro canoeiro e com
principios de carpina com 22 annos de ida-
de robusto e sem achaque algum : quem o
pretender v ao 2. andar do sobrado na ra
de S. Francisco em ctijo I. andar mora o se-
nhor advogado Joze Xareizo.
= Rallas do dados para jogar agulhei-
ros com agulhas surtidas perfumaras mui-
to finas e rap rolao hamburguez em garra-
fas : na ra da cadeia N. 7.
es 18 cadeiras com assento de palhinha ,
um canap quatro banquinhas ludo de ja-
caranda urna estante grande enllocada so-
bre dous arcos e guarnecida com quatro co-
limas fcil decondugo por se desmanchar;
em diversas pessas e um ptimo br go de
ha langa com correntes conchas e 1 4 arro-
bas de pezo sendo urna dividida at'5 urna
quarta, e seis socadores para armazem de as-
suca r ou outro qualquer eslahelerimento, t-
de por prego cmodo : na praca da indepen-
dencia n. 20.
= Urna chamarra para qualquer padre que
seja seco e baixo ; n ra nova loja de alfaiale
D. 16. e na raesma caza lem obras feitas
de todas a qualidades para homem tildo por
prego cmodo : nao se ingcilar de vender
qualquer obra.
= Urna barretina para ofiicial de ai tilda-
ra com seus aparelhos; Saduslo Tilo Li-
rio traduzidos ao p da letra e Lgica por
Genuense em porluguez na ra das aguas
verdes D. 50.
= Tres prctas de 20 annos de idade bo-
nitas figuras engomo cozem cozinho,
lavo roupa 5 pretos mogos bons para lodo
o servigo tanto da praca romo do campo um
nuilatiuho de 18 annos bom servente de urna
caza e para pagem : na ra das agoas ver-
des D. 57.
= Vinagre muito proprio para conserva
em pipas e quartolas a 50* rs. a pipa cerve-
ja cm barricas de i duzias a 2. rs. a duzia .
ginebra de Hollanda superior qualidade a GiOO
rs. a frasqueira charutos da Baha a 400 rs.
i caxinha : na ra da Cruz i.
isy Panos linos de todas as cores a SfGO
o covado c preto mais fino o de todas as co-
res a 5.) di lo e superiores de todas as cores.
algodozinho madapoln e mitras mais fa-
zendas por prego commoilo, chila azul a lio
o covado gangas de lislras proprias para cal-
cal de escravos a 200 rs. o covado, e meias
de linlio a 5200 a duzia : na ra do Lvra
tsy Penetras de rame lecido proprias
para relinagoe padaria : na ra do Livra-
monlo l). 2t.
%sr l'm violo de excellentes vozes por
prego commodo : na ruado Oucimado D. 2
lado do nasecnte.
XT l'ma casa terrea na ra do Fagundes
D. 9 : a Iratar na ra do Crespo!). 7 lado do
sul.
C7" Duas canoas aberlas proprias para car-
regar lijlos ou entulho por prego commodo
e faz-se todo o negocio com o comprador : na
ra nova da Florentina D. 15.
C7- O bem conhecido cavallo melado com
carro c todos os arreios proprins da fabrica de
farinha do atierro da Boa vista; para levar
um peso menso nao ha cavallo nenhum capaz
como este pois pode andar muito fcil com
8 barricas com farinha no carro ou outra
qualquer cousa que seja do mesmo peso: na
mesnia fabrica do atierro da Boa vista.
tS" Vinlio do Porto superior engarrafa-
do de 1852, que se venda na ra do Viga-
ro n. 18, acha-se agora a venda no arma-
zem em frente do passeo publico en s. Anto-
nio 0.12.
\~y Superior farnha de trigo das marcas
SSSF e SSF chegada ultimameate : no es-
criptorio de N. 0. Bieber i Companhia na
ra da Cruz n. 05.
cy Vellaa de carnauba muito alvas, fei-
tas f or formas guaes as do espermacete e
que nao deixo vinco na vella : de 0 em libra
a 100 res ; na ra de Manoel coco vndo
ila Penha a segunda caza depois do sobrado
I). 8.
*y= Panos de meza de meio de salla a Ij
rs., chales de niitm de lindos padrites a 1200
chitas a 5j 5500, e 6* rs. a pessa brim
trancado de lisia 400 a vara dilo branco
lzo a lOO rs fustoes de 520 e 400 rs. o co-
vado cortes de caga pintada com 1 i covados
a2i00rs. pao finos pretos e de cores por
barato prego ganga azul liza e de lista a
140 rs. o covado cassa de cordo-snbo pin-
tadas a 200 rs., vistdos de cambraia de mui-
to bom gosto tanto para menino como para
sen hora a 7# rs, chila azul muito ernconta e
larga a 120 o covado, murcelins com 10 112
varas boa fazenda a 2000 rs. a pessa alem
distooutras multas fazendas por barato pre-
go : na ra do Crespo I). 12 loja de Manoel
Joze de Souza & C.
= Urna cadeirinha de bragos em muito
bom uso, urna marqueza le condur com
asenlo de pao e urna cama de casados de
angico, e em excedente uso ; todos estes ob-
jectos do-sc por cmodos prcos : na ra do
Bangel D. 17.
= Marques za na ruado Amorim e no trapiche da al-
fandega os seguintes gneros por prego como-
do sacas com arroz de casca, chocolate,
pagas em meias caixas, e quarlos papel
meia olanda dilo de pezo e pardo charu-
tos fumo cm cstriga dito em folha paja
charutos vinda da Baha sag a 180 a li-
bra e copos de meia garrafa.
= Dois moloques de lo a 16 annos boni-
tas figuras, um moleco pessa de 18 a 20
anuos, urna preta de bonita figura de 20 a
22 annos perfe la engomadeira cozinheira e
eoze com todo o aceio urna dita 20 a 22 an-
uos ama de leite com una cria de 5 mezes
muito bonita : saliendo a negra engomar,
coznhare ensaboar ludo com perfeigo, esem
vjcio algum duas das cozinho lavc do
barreda e sabao e muito boas quitandeiras
quedojSOrs. por da, tres negrinhas de
12 a 1 i annos um negro de todo o servigo :
na ra do fogo ao p do Rozario D. 25.
=e Um preto d'Angola sadio que re-
presenta 20 annos de idade ptimo para to-
do servigo, urna marqueza^-de condur em
bom estado umacarteira de sima de meza ,
urna banquinha una grammalca ingleza de
Sircte historia Prorkcl Lbrari 5 voluntes ,
lgica Ediiardc Job. Melaphisica e um Sa-
lustk) : no principio da ra do Rangel loja
do sobrado I). 39.
bonitas figuras ; um hecozinheiro, um dilo,
dado 18 annos sem vicio algum bom pagem .
eozir.hi'iro e trabalha bem le alfaiale mu
bonito mulato ollcial de lanoeiro un* dito
por 450.) rs. um escravo bom canoeiro c
carniceiro : na ra das aguas verdes i). 58.
= Silicios da nova invengan para marca
roupa com a sua competente caixa de tinta
preta e encarnada a qual se allianca que
nao desbota e nem queinvi a roupa : estes
sinetes lambem serv.Mii para fechar cartas .
fazom-sedu letras manuscritas o ditas ini-
ciaos ligadas : na ra do lUugel I). 24 da
parto da riheira noprimeiro andar ; na ra
da cadeia loja do Bourgard I). 7 e na piara
da independencia loja d relojoeiro do Sur.
Justino Meroz onde os podero encomen-
dar da forma que quiserem os pretenden tes .
e faz-se igualmente toda a numeraro e to-
do o alfabeto em letras separadas.
mm Bombas de ferro para Cacimba folhas
de ferro cartas porluguezas muito finas a
1500, papel almagn azul de superior quali-
dade a 3tf rs. a resma : na rua da Cruz I). 64.
ESCRAVOS FGIDOS.
tST Roga-sc aos srs. encarregados de po-
lica capiles de campo e pessoas parlicu-
laros aprehencao de um cahrinha acahoco-
lado de nom-' Ignacio que representa ter
onzeannos; cabellocaxiado", peinas arca-
das e um lauto barrigudo cabega bem re-
donda rosto piqueno porcm largo e lem
urna sicatiiz no beico de cima do um talho
que levou e levou no corpo una carniza de
chilla azul, e calca de c.izemra escura: quem I ter no meio de urna das candas um enxaco ,
527- Nanolo de 19 do p. p. fugirSo um ne-
gro e una negra com os signaes seguiliti's ,
u negro bolillo, de nonio Antonio Pedro'
ladino bom Talante que pareo; croulo por
ter viudo minio pequeo da sua Ierra que
diz ser Benguella bem parecido altura or-
dinaria grosso do corpo tendo j suas pin-
las do cabellos brancos pela zionornia nao
representa ter mais de 50 annos de idade
tem um sigual mu dislnclo em sima de un
p que lio unta marca redonda do tamanho
de quatro vintens de piala por Ihe ter cabi-
do cm dito lugar mel quento na refinagao ile
assucar em cujo emprego j estove levou
alem da roupa do corpo alguma xcais de sur-
tmenlo dentro do um sur rao de pele de car-
neirobranca carnizas, seroulas dcalgo.lo
da tena caigas, e jaqueles de diversas fa-
zendas e cores j uzadas, levondo mais urna
rede de algodo quazenova e baila verme-
llia : esto negro foi escravo do Sur. Leonar-
do Bzerra Cavalcaule do brejo da Madre de
Dos, do Sur. Joze Peres Campello do Enge-
nho Cangass do Sur. Joze Mauricio de Oli-
veira Maciel depo/.ilario geral edoSnr
Ignacio da Roza. A negra bode nago costa,
de nnie Catherina reprsenla ter quareuta,
e tantos annos de idade bem parecida de ca-
ra nariz afiliado grossa do corpo peitos
grandes altura proporcional um ralo na
cabeca de carregar labollero talhos de sua
trra cm ambas as faces principiando os
ditos tullios logo debaixo das mages Ihe aos
cantos da bocea, como arquiados una perna
mais grossa do ijue outra pez apapagaiados ,
leudo um signal mu vizivcl, que vem a ser ,
= Por percizo urna linda molatinha mu-
camba recolhida idade
bem educada e prendada ,
das sem vicios cozem ,
e cozinho com perfeigo
locla idade 18 annos ,
10 annos, muito
tre-; escravas par-
engomo lavo ,
, urna bonita mu-
duas ditas idade
12 annos, duas escravas por cmodo prego ,
tres moloques de nago, idades 12a 16 annos,! sado.
o achar leve-o a rua do Bangel sobrado de 2
andares defronte do beco que entra para o
trem que ser generosamente recompensa-
do : assim como o sr. do mesmo protesta ten-
tar com todo o rigor da le contra quem tenha
dito cabra oculto.
= Do engenho Jangadinha freguezia dos
Affogados de/.apariceu um escravo de nonio
Estevio anda bucal com os signaos seguin-
tes : altoe grosso com muita barba cor
fula parecendocabra levando vestido cami-
sa ile riscado e caiga de estopa quem o
prender leve ao niosmo engenho assima ou a
Joze Candido Barros : na rua nova que se7
r bem gratificado.
= No dia 16 de Abril do corren le auno fu-
gic da padaria do l.uiz do (lastro e Olivera ,
um negro de nago congo de nomo Domingos,
idade 20 annos nariz e becos grossos, den-
tes limados o a boca meia acangulada altura
pequea corpoe peinas groases pos meio
apalhetados o Invenios tem una pequea
coroa na cabega de carregar algum pozo: quem
o pegar leve o ao seu sr. o lenle coronel
Varejao na rua velha da Boa-vista iic se re-
compensar generosamente ; alem de toda
dspeza quo so livor foilo.
= Da-se de gratilicaco dez mil reis a
quem entregar o preto Domingos a Luiz da
Costa Leite dono do tal preto na rua no-
va ao p da ponto da boa-vista lado do norte
penltima loje ; cujo prelo fugio a 19 de Se-
tembro p. p. he um tanto coixo por que
o calcanliar do p di re lo mo asscnla no xo
por causa de feridas das quaes lem algumas
ou dellas signaos, baixo, cara redonda, cabello
j pintando branco e assim lambem a barba ,
a qual bes no queixo inferior eno bugo ,
de nago congo falla explicado, j traba-
Ihou no engenho Cruass cm serinhem ,
c falla-lhe o dedo mnimo de um dos ps.
= Fugio no dia I. do corren te urna negra
de idade pouco m'is ou menos50 annos de
nome Roza de nago Cambinda a qual em
lempo da sra. a quem eu comprei, vendia
de larde grude, e agora em meo poder ven-
dia de manh alelria em um taboleiro coberlo
com um pao verde e de tarde vema azei-
tc ella lie bastante preta com os olhos gran-
des apilombados cafitmagados Com falta de
denles a diente levou no peseogo urnas mi-
gangas brancas tem os peilos todos horda-
do, infeitesde sua Ierra, eas costas lizas, le-
vou vestido de xita com assento b anco e llo-
res cor de raza saia de lila prela e pao
azul grosso a qual se tem visto a qui em S.
Antonio Boa-vsla, e Olinda ; roga-se a
qualque aullioridade, ou capites de campo ,
(|ue a pegar levem a seu senhor atrs dos
Martirios I). 27 quo ser bem recompen-
sado.
= No dia 24 do mez de Maio p. p. fugio
do sitio do sr. Joze Joaquim do Mosquita, na
estrada dos Allilos una escYava preta de no-
me Catarina de nago calmuda alta re-
tinta e secca do corpo, tendo mis sigfMM as
'anelas de ferida antiga : quem a pegar quei-
ra lvala ao referido sitio ou a rua das agu-
as verdes N. 58, ino sera bom recompon-
en eclombo : levou no corpo saia de ganga a-
zul"j usada e cabeco de madapolao j vo-
ltio, panno da costa quaze novo, levando mais
de subsolento i vestidos j uzados sendo
de chila e um de cassa com palmas azues.
SabirflO todos na mesma hora tanto o ne-
gro como a negra por serem lodos parecei-
ros e escravos souber e os pegar baja de leva-Ios ao Sur.
dos ditos na rlia Velha da Boa-vsla sobra-
do da esquina quo volla para a rua da Alegra,
que ser geuerozamente pago de todo seo tra-
badlo ; assim como prolesla-se proceder com
todo o rigor da le contra qualquer pessoa que
os lver amiziado se depois deste annuncic-
os nao lizer conduzir ao seo Senhor, pelo meio
qu! for mais onvoniente.
tW lrugio no dia 5 do correte urna escla-
va de nomo Ingracia do nago Mogainbqin;,
de idade de 17 a 18 annos levou vestido de
chita verde com llores encarnadas lem um
signal de urna ferida na canella da perna cs-
querda tem urna velida no olhodireto mili-
to pequea ; roja-sfl aos Snrs. Capites Campo eaulhoridades a quem perlencer o
lambem qualquer capitn de navio ( porque
desconfiarse levarln na rua da Cadeia do bairro de S. An-
tonio, por baixo do sobrado de S. Exc. o Mr-
quez do Recife quesera recompensado.
tsr Fugio no dia 6 do corren le as nove ho-
ras do dia o preto de nome Luz nago An-
gola ollcial de sapateiro o qual alto se-
co falla muito explicado, tem unta marca de
Ibgoent urna perna, e he muito conhecido por
estar sentpre trabalhando na loja do abaixo
assignado, de quem o mesmo preto escravo;
quem o pegar ieve a rua do Lvramento D. 10,
loja do couros.
Julio Portolla.
C^- No dia 2 de Maio fugio do Engenho I-
Iha do Flores um cabra a cabocolapo de no-
me Felis idade 2a annos tem falta de den-
tes na frente cabellos finos e andados tem
em'unia das pernas urna, ferida j antiga mais
pequea lem bixos nos ps boa altura, se-
co do corpo, andar angero tem olicio de
carreiro foi cativo do BritoSnr. do Enge-
nho Machado, por isso he de supor que por l
ande ; da-se 50,>000 res de gratilicaco a
'juem o pegare levar ao dilo Engenho cima,
ou nos Affogados Canuto Joze Vellozo.
SS5" Fugio no dia 29 de Maio p. p. um ne-
gro com os sgnaos seguintes nago costa ,
baixo grosso cara larga carnuda e feia bar-
rigudo com um grande embigo nao muilo
moco de cada banda das fon tes tem um risco
signal de sua trra he beicudo, nariz chato,
levou caigas e carniza de algodo americano
suja as caigas esto discozidas entre as per-
nas e levou um colele de gurguro sendo es-
te comprido anda de vagar por cauza de cra-
vos que tem nos pes, chama-se Joze e por
alcunho capito : quem o pegar leve-o a rua
d'Agoas verdes D. 12, quo ser bom recom-
pensado.
RECIFE NATVP. DEM.F. DE F. =1842.


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