Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04668


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Full Text
Anno de 1842.
Segunda. Feira 6
Tuilo agora linueinus como pri ir-inian.os c seremos apuntados con admiraciio entre as Nacas nms
cultas. _^_____^^^ (Proclamarlo ila Assenbls Ceral lo traiil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
toianna, ParsiU e 11 u> grande do Norte, sequilase sextas feiras.
Bonito e GaranLui.: u O e 24-
Cabo Serinliaem Rio Ponnozo Torio Calvo, Maeei e Alagoas no 1. => ,11,
l'ajei'i 13. Santo Aiituo quintas feiras. Olinila toilos os .lias.
DAS DA SEMANA.
6 Seg. Noberto II Chnnc. Aud, ilo J, de D. ila 2. v.
7 Tero. s. Roberto Ab Re. Autl. do J. de D. da i. v.
S Oiiarl. Salustiano 11. Aad. do J. de D. da 3. r.
i) Quint. ss. Primo c Feliciano Mu Aud do juii de D. da 2.
1!) -eit. s. Margarida R. Aud. do J. de D da I. v.
j Sb. Bernab Ap. Rol. Aud. do J. de D. da 3. r.
42 |)un. J. Jo'io de S. Facundo, s. Onofre
v.
do Junlio.
Auno XVIII. N. 119.
I
ILM11 uiisassssraswsJSBV v**IAMaLWr?-i^,.irWBtUXimKMX'-r:;rrT!
O Diario publica-M todoi os das que n.'io fortn Santificados : o piafa da assignatura lio
dfl tros mil ri'is pof quniiel pai;os adinnlados. Os annuiiiMus dos sssiaaBBtas. sfio inseridos
gratis e os Ataque o ao forem '< ratita da SO raa por linlia, Airaclaaaacdea devem ser
a dirigida* a esta Tvpografia ra das Cruiea I). .'!. ous prae da iDdeuendenei loja de IrriOl
\\'limero 37 c 3<
CAMBIOS no da (i de Anuo.
Cambio sobre Londres 27 d. p. 11'.
w l'aris u.iO res y. franco.
a u Lisboa 93 por IOU de pr,
Ocro- Moeda de 0,400 V, 1S.400
,, N. 15.200
, de 4,000 S.fiO
Plata Paiac&ea 1,780
pRfi Patos Coluanaras
>< Metictnas
ii mnela
1.750
1.910
4.500 a 1,500
Moeda de cobre 4 por 100 de descont.
Descont da biib. da Alfandtga 3|4 por 10Q
ao mei.
dem de letras de boas firmas 1 e
al
I-
Prtainar do da
i." a 2 lloras r i
2. a 3 lioras a IS
G Je. Jim/io
m. da man!.!,
ni. da tarde.
PHASES DA LOA I\ MEZ UE JUM1.
Qoarl, ming. a I i'is 4 Imras e 52 m, da manli.
I.ua Roto a S-- s 7 horas e 5o m. da larJ.
Quarl. rese, a lii -- 2 lunas e 33 ni da tard
La clieia a 22-- lis 7 limas e 2 m. da iaid.
OIA I,
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
a
EXPEDIENTE DO DA 28 D) PASSADO.
OlTicioAo Agento da Companhia das
barcas de vapor intelligenciando-o de ter
resolvido fazer seguir para a corte no vapor
= S. Sebaslio=a tropa, que elle conduz
do Maranhao ; em consequencia de seren -
gora domorudas as viagens para a mcsjna cor-
te em navios de vela pela loica dos ventos.
Portara Ao administrador do correio ,
ordenando-Ilie que faga remetter com toda
a urgencia por estafetas extraordinarios os of-
ficios que se lhe remeltcm, dirigidos aos vi-
garios juizes de paz e subdelegados das
freguesias das comarcas de Flores, Boa-vis-
ta GaranhuDS Rrejo Cimbres Boni-
to e Santo Anto.
Ollicio Ao inspector da thesouraria da
fasenda remetiendo em cumprimetilo d<>
imperial aviso de f do corrente, expedido pe-
la secretaria d'estado dos negocios da guerra, o
requer monto do teen te reformado M a noel
Cavalcante de Albuquerquc lim de que fa-
ca veriliear o pagamento dos sidos por elle
requerido em oilo pagamentos mensaes.
Dito Ao agente da companhia das bar-
cas de vapor, disendo que pode fazer se-
guir para os porios do sul o vapor = S. Sal-
vador = depois de findo o prazo do estilo.
Dito Ao commandante das armas par-
ticipando ha ver S. M. o Imperador por avi-
so de 6 do corrente approvado a resolucao da
presidencia de mandar considerar como te-
nenle do batalho provisorio do maranhao a
Joo Marinho Cavalcante de Albuquerquc ,
que d'alli voltou com licenca ; e declarar o
dito aviso que na organisaco do quadro se
deliberar, que corpodever ficar pe ten-
iendo o referido oTicial.
Portara Ao inspector do arsenal de ma-
Olficio Acamara municipal do Becife ,
remettendo cm cumprimento do imperial
aviso de 50 de Abril prximo passado dous
excmplares du peridico mcnsal publicado na
corle pela sociedado auxiliadora da industria
nacional pertoncentes aos mezes de Agosto,
e Setembro de 18 l fim de que lenha sci-
encla dos importantes artigos de que el les
se compoem eos conservem no archivod'a-
quella cmara facilitando a sua leilura aos
lavradores que quiserem consultal-os.
De igual theor s cmaras de Goianna ,
Bio Formoss, Pao do Alho e Olinda.
rinha ; determinaifdo que forneca o carvao
de pedra, que for preciso para o vapor = cor-
reio brasileiro = seguir para a corte; e man-
de pagar guarnico do mesmo vapor se-
gundo requisita o respectivo commandante.
Dita Ordenando que*Nse passe portara
nomeando supplentes do jujfc municipal de
Iguarac os cidados seguintes : 1. o bacha-
rel Joo Antonio Cavalcante de Albuquerque:
2. o advogado Joo Joze do Espirito Santo Lo-
pes : 5. Sebastio Antonio de Albuquerque
Mello: \. niajor Raimundo Nonato de Arau-
jo : 5. lenle coronel Joo Gomes Ferreira
de Abreo e Mello: Q. capito Luis Moreira de
Carvalho.
FOLHIITII
O ROMNTICO B O NERVOSO.
Fortuna te d Dos que o saber pouco te
basta diz Ta Mchaela un. adagio Cas-
lelhano, e sendo adagio nao ha que gastar
lempo em provar a sua veracidade Os ada-
gios sao o sal e pimenta dos discursos os
pontos redondos das questes. A fortuna
ena vivifica e immortalisa cousas que sem
o patrocinio d'esta Senhora ficario em si-
lencio. E' to forte Ta Mchaela a influ-
encia da fortuna que at as palavras neces-
sito do auxilio desta Divindade. Um hornera
profere urna palavra ah temos urna pala-
vra immortalisando um homem Ven i, vid,
vixi s proferiu um da o Senhor Julio Cazar,
e o Senlior Julio Cezar lcou immortalisado
A palavra Impossivel deve riscar-se do1,
Diccionario dos homens de Estado disse. Na-
poleo e ja nao ha rapaz de Eschola que nao
repita a palavrinha Nos nossos das a pala-
idem do da 30.
Ofllco Ao commandante das armas,
participando para sua inlellgencia e cx-
pediefio das ordens necessarias ter o exm.
presidente da provincia do Cear concedido
Alexandre Joze de Moura passagem para a
guarnicao d'esta provincia ; segundo eomnin-
nicou om ofllcio de 27> do corrente, declaran-
do que nao remeltia a gua porque por
descuido fora entregue parte.
Dito Ao rnesmo significando em res-
posta aos seusollicios de boje nos quaes in-
formava os requerimenlos dos alferes de ca-
ladores Antonio Francisco de Almeida, e Jo-
ze Joaqum Meirelles vindos ltimamente
do Maranhao que os pode admiltr no bata-
Ihao provisorio d'esta provincia; visto as boas
informages que d'ellcs teni.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
senda ordenando, em cumprimento.do im-
perial aviso de 27 de Abril prximo passado ,
que remeta com urgencia ao commandante
das armas as fes ila ollicio de todos os Capel-
les, cirurgios mores, e cirurgie:; ajudantes
do exercito, pertencentes esta provincia.
Dito Ao coronel Francisco Joze Martns,
disendo que deveudo proceder-se inspec-
caodo estado sanitario de todos os capelles,
cirurgioes ntores e crurgiOes ajudantes do
exercito existentes n'esta provincia se-
gundo determina o imperial aviso supracita-
do nomeia-o para memhro da commisso ,
de que trata o artigo 2. do regulamenlo n.
22 de 9 de Oulubro de 1858; a qual ser pre-
sidida pelo commandante das armas que
lhe far aviso do da, em que a referida com-
misso comecar os seus trabadlos : e segni-
ficando-lhe que espera, desempenhe esta
missocom ozello caclividade, que o ca-
racteriso.
De igual theor ao niajor Manoel Ignacio de
Carvalho Mondonga,, e aos doutores Joze Eus-
taquio Gomes Joaquim de Aquino Fonceca,
eJoo Joze Pinto.
Dito Ao commandante das armas, re-
mettendo copia do citado aviso : oommuni-
cando ter expedido ao inspector da thesoura-
ria da fasenda a ordem dada pelo ollicio su-
pra este dirigido: participando ter no-
meado para a commisso, de que trata o artigo
2. do regulamento n. 22 do ) do Oulubiode
1858, os cidados supramencionados : o re-
commcndando-lhe que fega aviso aos no-
meados do lugar, o dia, em que devoran com
parecer para dar comego aos seus trabalhos,
os quaes convem muito, que se conckio com
vra Salvaterio arranjou um banco na Immoi-
talidade ao nosso homem do Gil Vicente e o
Nimio de Guincho singularisou a burjaca do
Juiz de Fra do Pico !
Nao ha remedio Tia Mchaela seno dar
as mos p Imatoria e confessar que lia pa-
lavras afortunadas que sao moda. Entre
as que boje esto no grande tom merecem
distinelo logar as palavras Romntico e
o Nervoso. Todo o mundo romntico ,
e lodo o mundo nervoso Estas duas pala-
vrinhas sao boje urna especie de earapuga, que
serve em todas as cabegus a assim como o mo-
Ihode l'astclero que serve em todas as cas-
sarolas Deixemos o Nervoso para oulra vez,
e traciemos. boje do Romntico islo se a
respeitavel Ta Mchaela est disposta a sof-
frer urna massada.
Kslou ao seu dispor, Sr Mestre ; em quan-
to eu vou engommando este mcu vestido do
chita, pdeVm. desenfen ujar a lingoa co-
mo for do seu goslo. Pois entao Tia Mi-
chaola principio.
isse eu que a palavra Romntico c^l
DitosAo chufe de polica ao inspector
do arsenal de niarinha e ao inspector da
thesouraria da fasenda rrtlligcnciando-os ,
em consequencia da communieaco feita em
aviso de 10 de Marco do corrente anno que
S. M. o Imperador llouve por bem approvar
a nomenco que fez o Cnsul (eral da cida-
de livre e ansetica de Lubeck de Antonio
Marques de Aniorim para vice-consul de Lu-
beck n'esta cidade.
Dito A Antonio Marques de Amorioi ,
communicando ter mandado cumprir a sua
nomeago para vice-consul da cidade livre e
ansetica de Lubeck n'esta cidade ; e partici-
pando a expedigo das ordens preceden-
tes.
Dito Ao niajor commandante interino do
batalho do pogo disendo, que, se nao
tendo completado o numero dos guardas na-
eionaes que foro pedidos do batalhfio do
seu interino commando mande entregar ao
lente coronel chefe do mesmo batalho ,
que se acha empreado no commando do des-
tacado, e baja por qualilieados, todos os guar-
das que elle designar.
Ditos Ao supracitado tenenle coronel ,
e ao chefe interino da legio de Olinda par-
ticipando-Ibes o contedo no ofllco antece-
dente.
Portaras Nomeando ao lente coronel
Francisco de Albuquerquc Cavalcante Mara-
nhao para subdelegado da fregiwsia de Goi-
anna ; e ao coronel Joo Joaquim da Ctinha
Bego Barros para subdelegado de Guianni-
nba.
Ollicio Ao chefe de polica da provincia,
scientlicando-o das antecedentes nomeages.
Portara Ordenando ao inspector,to ar-
senal de marinha que mande fornecer ao
commandante das armas as lanchas e esca-
lores que elle requisitar para o desembar-
que de algumas das pragas vindas do norte
no vanor = Correio Brasileiro =.
Oficio Ao commandante do cont ingen-
ie do pragas existentes no vapor = Correio
Brasileiro =s : participando, que o comman-
dante das armas tem ordem de faser desem-
barcar d'entre as pragas do contingente sob
seu commando as que houver de cscolher.
Dilo Ao commandante das armas auto-
risando-o para escolhcr d'entre as 125 pragas;
viudas do norte no vapor = correio brasilei-
ro = as, queJulgar conveniente, que de-
sonibarquein : c intolligenciando-o de ter da-
do as ordens expedidas pela portara c olli-
cio anteriores.
Dito Ao agente das barcas de vapor, au-
torisatido-o para fornecer as necessarias rages
s 120 [nagas, e 2ollicaes, que seguem pa-
ra a corle na barca do vapor=S. Sebastio=,
DitoAo inspector do arsenal de marir
nha communicando o contedo no ofiicio
anterior ; e disendo que ica sem efleito a
ordem que lhe dirigi a 2S do corrente pa-
ra fazer aquello forneciinento.
boje servindo para milita cousa ; restat pro-
baudum. Venda o v. g. Desobedece una
ilha a seu Pai varre-lbe as gavetas, c fo-
ge com o seu amante desfargada cm trajes
masculinos. Ougamos a Minina ; segundo
ella diz nao ha cousa alguma de esputar
ueste seu procediinenlo. Se araou a cul-
pa foi da madre natureza que a dotou de
nina fibra sentimental muito alunada !
So limpou as gavetas do Pap nao fez mato
que ensaiar a Le Agraria foi urna opera-
cao financeira una anticipago sua legi-
tima Se fugiu com o seu amante foi por-
que a Biblia diz, por este deixars teu Pa< ,
e iua Mi e para se nao similbar genera-
lidadc das muflieres classcas que nao sanen)
dos patrios lares sem a previa licenea paterna
oii materna V. se vestiu as pantalonas do
su Adonis, foi para seguir Eschola Romn-
tica que consiste no niaravilhoso !
Oraaqui tem Vm. Tia Mchaela, urna
Menina Romntica que forneceria assump-
lo a um bello Drama para edificaefio do bello
sexo, que anda usa desaia c roupinhas
TRIBUNAL DA RELAC-O*,
Sesso de ido corrente.
A cauza de Dia de apparecer da viuva o
herdeiros de Joo Carlos Pereira de Burgos
Poncetle I.eo contra Antonio Clemente Este-
ves de Larras escrvo Bego Bangel ; foi
julgada improcedente.
Na appellaco civel desta cidade appellan-
te Marianna There/a de Jezus Siqueira o
appellado Joo Baptista Bibeiro escrvo
Bandeira ; sejulgou pela conlirmago da sen-
tenga recorrida.
Na appellago civel desta cidade appel-
lantc a viuva e herdeiros do finado Manoel
Rodrigues do Pago e appellados a viuva Cos-
ta & Filhos escrvo Reg Bangel; foicon-
lirmada a sentenga de que se appellou.
Na appellago crime do juizo dos jurados da
commarca do Bonito appellantc Manoel Bi-
zerra da Silva appellado o promotor publi-
co escrvo Jacomo ; se nao tomou conheci-
inento della por se apresentar fora de lempo.
Na appellago civel da villa do Cabo, ap-
pellantc Benlo Joze da Cosa appellado o
Exm. Mrquez do Becife escrvo Postumo,
se raandou remeter os autos ao juizo de donde
v;ro para l toniar-se conhecimentodos em-
bargos que foro remeltidos e julgar-se a
mesnia cauza.
Os embargos de D. Anna Triste de Alen-
car contra Joze do Monte Furtado esorivo
Postumo ; foro reeebidos e reformado o ac-
cordo embargado.
A appellago crime do Bio Grande do Nor-
te do juizo contra D. Mara da Conceigoe
Anuda se niandou remeter ao juizo compe-
tente na forma do regulamento de 2 de Feve-
rciro do correle anno escrvo Jacomo.
Na appellago crime da villa do Sobral da
instiga contra Joze Bodrigues Lima escrvo
Bandeira leve o mesmo defferimenlo.
Aappellaco crime do mesmo juizo da villa
classica. Anligamenle o Sexo femenino era
mais tmido que urna Pomba e mais inno-
cente que um menino de mama Uoje esta
querida porefio de natureza arrosta os peri-
cos como qualquer granadeiro c tem mais
malicia quo 5 cambistas juntos !
Tialo vai do Progresso Mas nao sao so-
mente as meninas solteiras as que seguem a
eschola romntica : esta enfermidatie da
quadra ataca a casada o a viuva. Venha o v.
g. ; Vm. Tia Mchaela, condece perfeita-
mente a sua visinha D. Esmeralda : pois li-
ma casadiuha romanlica Tem marido mas
o pobre homem >' urna especie de Escudciro !
accompanha Madame aos bailes mas ja mais
(langa com ella : o seu par favorito um fas-
sionable do grande lom de gapatinho de po-
limeuto : que. walsa com Madame e lhe espe-
vita a senshilidade !
Vai a Fsposa romntica ao Theatro: o ma-
rido lhe empresta o brago da etiqueta :
ci-la no camarote: ao v-la a Platea aman-
tetica comeca em operagoes ; aponto-
sc os oculos e Madame recebe os lou-
/

s-


TU... .- ,a,T.".-a --M-
do Sobral da Justina com Joaquim Ribeteo d
Silva cscrivo Bandeira ; foi defienda ae-
melhantemcnle.
A appollacao crime ila com marca do Rio
Formozo appellanto a justiea e appellado
o coronel Luiz Elier cscrivo Ferreira lo
veo mesmo destino.
Aappellago crmc da oommarca do Sobral,
appi-'llanle o juizo eappelladosos varea-
dores da cmara do mesmo municipio cs-
crivo Bandeira; foi tao brm mandado reme-
ter ao juizo competen le.
A appellacjio erme da oommarca do Rio
Orando do Norte ippellante > justiea ap-
pellado Joze Barboza do Araujo, eserivio
Ferreira; foi deferido como as antecedentes.
EXTEiUB.
Tivemos mais alguns nmeros do Diario
do Governo c do .Nacional de Lisboa, osqua-
csalcancoat ido Maio p. p. ; te bem que
pouco adanlte as noticias anteriormente ro-
cebidas: todava d'elles copiuremos os arli-
gos que mais posso interessar acuriosidade
d'um leitor eslrangoiro.
As folhas de Madrid chegavib data de gi(i
d'Abril ; mas nada offerecite de notavel
genio a prxima mu.lauca do ministerio cm
que muilo fallavio os Jornaes da opposieo .
ao paasoqueos ministeriaes desmentio taes
rumores.
Era Lisboa continuarte 03 partidos coliga-
dos Miguelista Sotembrista, e ('.artista, cha-
mado da oposicao a guerrear os (iovernistas
pela imprensa ; eda urna eleitoral esperoa
victoria as prximas eleQes que fazio
tambera o objecto principal da solcitude do
Governo, e da poltica dominante.
Da liba Tercena sabia-se que nodia i de
Abril se inaugurou o novo caes d'Angra que
tinha sido destruido pela tempestade de 5 de
Desembfo de 1839. Tinlia-se alli recebido
at fina de Marco a quanlia de 12:000* de
rois em moeda insulana para s.-rem applioa-
dos reedificaste dos edificios arruinados da
Villa da Praia e pVoaQte circumvisinha ,
pelo terremoto de 15 de Jullio de 1841.
Lo-se no Nacional de 30 de Abril o segurn-
te trecho, a que os nossos leitores darao o va-
lor que enlenderem justo :
Um correspondente de Pernambuco quei-
Xa-se ->a desgrana a que esto sujeitos os ha-
bitantes dos Acores pela falta de providencias
sobre a eraigraQio. Pouco depois do Natal
chegou a Pernambuco um navio procedente
de S?. Miguel arregado de colonos para se-
ren vendidos como escravos O capito pe-
dia por cada individuo 30 pataoous e cada
um podia ir a bordo e traser para trra esses
nfelises Portugueses carregandodopoiscom
clles para o serlo d'onde nunca mais lorno
a apparecer. Os passageiros queixavo-sc
fortemente do capilao que os tinha engaja-
6 Governo de S. M. F. tinha mandado
proceder a um exame phrenologico no crneo
do justado Mattos Lobo de cuja execuQo
demos noticia em o nosso numero lio e de
cujo exame transcrevemos o resultado no lu-
gar competente por ser de bastante inte-
resse para a verificacao da sciencia phrcnolo-
gica
que vae Parabiba por ordem do Excellen-
tisbimo Presidente da Babia para onde viera
emeommisste do Governo imperial, equfl
locou posfe porto para entregar um obcioda-
quelle Esm. Presidente para o desta Provin-
cia Por este oflicio consta (pie na cidade de
Sofocaba da Provincia de S. Paulo houvera
urna sedQte para oppor-se posse dos empre-
ados da polica c que a gctito que se arma-
ra marchou alguns dias depois para a > illa
do'lt consorvando-se a capital em socego-,
nada porem sabemos dos pormenores deste a-
contecmento pois que da copia do aviso do
Exra. Ministro da Guerra que abaixo trans-
crevemos nada se colhe a este respeito, e nem
gazetas nem cartas tivemos da Baha ou Rio
que nos pozessem em estado de poder muda-
mente informar os nossos leitores. Muito sa-
tisieitos porm deve deixar os amantes da or-
dem esse aviso a vista da certeza que nos da
,1a promptido o energa que desenvolveo o
Governo Imperial no efnprego das sabias me-
didas que tomou para chamar ordem os d*s-
vairados comprimir os revoltosos e garantir
a sp"uranca dos botis habitantes daquella Pro-
vincia que' por sua desgrana tem de pagar as
costas da ambicao tresloucada, do ridiculo or-
seus filhos que em seu despeito julgo que
com um pugillo de aventureiros e ociosos bao
sediQo seja sufocada no seu najemento. -
Deus guarde a V. Exe. Palacio do Rio do Ja-
neiro era 23 de Maio *?-fOj;
mente Pereira Sur. Prezidentcda P.ov.n-
cia da Baha.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
de aechar ordens ao 'I brono c impor leis a
Nacfio. l'.ssas providencias do Governo lm-
Hjrial nos dcixo esperar com todo o funda-
mento que a sediQo ser como elle pensa,
al.afada cm seu nascedouro; que os intentos e
deaejos dos scclerados anda desta vez ficarao
frustrados.
Sabbado quatro do corrente fundeou no
lameirte o Vapor Brazileiro Pernainbucano
Ulm c Exm. Sur. Podcndo ser que te-
nhn chegado cssa Provincia noticias exage-
radas do movimento sedicioso que no da 13
do corrente se manifestpu na cidade de Soro-
caba da Provincia de S. Paulo julgo con-
veniente informara V. Exc. que ludo se re-
dil/ por ora reunio de um grupo de 200 a
OO homens que no referido dia se levantarte
em Sorocaba com o tim de se opporem pos-
sedos novos em pregados nomeados em exc-
cnco da Le das reformas entrando os mes
mos homens armados quatro diss depois na
villa do It consorvando-se a Cidade de S.
Paulo tranquilla al o dia 10 data das ulti-
mas noticias com urna forte guamiQo de
urna companhia de Linha o Corpo de Per-
manentes, e Guardas Nacionaes.
endo a noticia recebida aqu no dia 16 pe-
las 8 horas da tarde, no da 17 pelas 3 horas
da tarde tinha ja sabido pasa Santos o Bata-
lllao decacadoresN. 12, que ali desembarcou
na madrugada de 18 e devia ter entrado em
S. Paulo no dia 21. O Batalhte de fusileiros
marchou por trra no mesmo dia 18 e oN.
2. d'artilharia a p para S. Sebastio a 19 ,
e neste mesmo dia parti Umbem para Santos
o Barte de Casias commandante em ehefe das
torcas de operaQoes de S. Paulo que agora
me partecipa ter ali chegado em 21.
E porque o Governo previa este movimento
sedicioso, havia mandado marchar no princi-
pio de corrente o Batalhte Catharinense de
Santa Galharina para aCoritibae villa lo Prin-
cipe c consta quo abi chegra no dia 14 ,
forte de mais de 000 homens, achando-se re-
unido elle o 1. Esquadrte de cavallaria 1-
geira deS. Paulo : nos dias 18 e 22 embar-
caran para Santos armamento e correiame pa-
ra mil homens d'mfanteria e quinhentos de
cavallaria. O espirito da maioria de S. Pau-
lo he bom, e consta quo muita gente est cor-
rendo pegar em armas contra a sediQo.
A vista do exposto he bem de esperar que a
A DISSOLIXU) DA CAM.UiA.
Entre os actos do Governo que mais llie
assegurart a affeicao e gralido nacional *>-
bresahe o de recente data com que dissolvto
a Cmara dos Deputados ; medida reclamada
pela utilidade publica e pela jusl.ca oque
|,8o menos abona a energa c prudencia do
Poder do que a civilisaco do paz que tao
devidainente a tem sabido avallar.
A Cmara temporaria de 1812, nao repre-
sentaba em sua generalidade a nacao, era or-
gao de um partido, que chegando por des-
^raQa do Estado conquistar o poder que-
ra n'elle conservar-se lodo o custo e 00-
nhecendo a vantagem de cllocar no recinto
d'Assemblea Geral as notabilidades da fa-cao.
nao houve expediente por subversivo das i-
berdades publicas nem plano por immoral e
deshonesto, que nao pozeaseem pratica para
conseguir o desejado triumpho. De fado tri-
umphou esse partido anti-nacional; mas, o
P.rasl intero o sabe, primeiro foi mister,
que a lberdade de votar cssa base do sysle-
ma representativo toase |ior toda parte ala-
cada e destruida. O Governo representativo
ia entre nos tornar-se urna chumera na pr -
senca de urna Cmara nulla e sem miaste,
se o Govorno, atalhando o mal em sua ori-
gem a nao dissolvesse em tempo.
N'o s pelo que diz respeito ao passado,
mas quanto ao futuro, mostra-se digna dos
mais serios louvores a dissolucao da Cmara
lilil."' "!'" ""------------- -
quatrenal. Era necessario que os partuios
polticos no Brasil conhecessem que o Poder
que gyra cm urna espbera superior regio
das tempestades eleiloraes tem direito para
conlel-os proposito quando arrastados pelo
furor de fazer triumpliar suas ideas aecu-
mularem crimes sobre Crimea a hm de ele-
var representaQ0 nacional individuo-; do seo
credo. Esta lico enrgica foi-lhes dada com
a dssolu<;ao do I. de Maio-, d'aqui cm chan-
te gracas esta resoluco do Governo as
eleiQes sero provavelmcnte feitas com mais
ordemmoralidade.
A dissolucao da Cmara tem merecido ge-
ral approvaQo. A Capital do Imperio deo
signaes nao equvocos de ver n'este acto urna
medida salvadora ; e a noticia transmittid
s provincias nao surprehende era j espe-
rada. Nunca o Governo marchou mais de a-
cordo com o voto nacional!
Entretanto alguns descontentes alaco a
dissolucao qualificando-a deanti-conslitucio-
nal. Os seos argumentos segundo se de-
prehendem do celebre protesto, que corre
mpresso sao somente dous ; que passamos
examinar.
A dissoluQo da Cmara nos termos do
art. 101 o da Constituicfto s pode ter lu-
gar depos de installada, quando por seo pro-
cedimento e opinies se mostr perigosa ao
bem do Estado. Eis o primeiro argumen-
to. A lettra da le he a melhor refutaco de
semelhanle sofisma, art. citado confere
Bealesa a prerogaliva de dissolver a Cmara
dos Depulados nos casos cm que o exigir a
salvaQo do Estado
He essa urna proposiQo geral, nem aqu se
distingue se os casos em que a salvaco pu-
blica reclama a dissolucao da Cmara Sfto
ros do seu triumpho, cm quanto 0 Escudci-
ro do marido se lhe colloca as trazeiras ora
commentando a Per.a ora pendurundo o
chale de Madame ou o chapelinlio de palha
de Madame Eis apparece exhalando perfu-
mes o romntico fassioiiable, apaixonado gra-
tuito dos diverlimenlos scenicos : dirige o
Bou soir para Madame. c as boas noiles pa-
ra o marido Scnta-iC na frente ao lado de
Madame, e com o maior cuidado pela sua
importante saude lhe pergunta como passou a
notc como vai do seu delluxo l inquire-
Ihe com a mais escrupulosa ancieda 'e pelo es-
tado do seu nervoso receita-lhe caldas ,
banhosda Foz quentes de tarde e fros de
manha" applica-lhe os leites de jumenta ,
do que elle tambem usa para dar vida ao seu
moribundo estomago e acaba por lbe con-
tar a genealoga de um calo hereditario que
o mortifica i
Veja Vm. Tia Michaela a vitiva do Sr.
Sinfronio. E' orna viuva romntica e que
vive no grande tom. Aquelles gritos atordoa-
dores que ella soltava arquejando quando.
dizia ella perd o melhor dos maridos a-
quellas caramuribas que ella fazia quando en-
tre ella e o cadver do seu querido se le-
vanlou aquello terrivel porta infer
que f../. arripiar os cabellos aquelles ais tao
sen limen taes e tao feridos mais temos que
os ais de urna gata quando est com as dores
da mafcernldade; tildo ato, Ta Michaela, co
mais que pede a formalidade acabou !
A Vi uva do Sr. Sinfronio tem so 3iannos,
que podem ser fructferos segundo o amaiiho.
Tem urna casa entregue a criados que dela-
pido ludo : precisa d'um arrumo que a faQa
respailar Ei-la de baile em baile de soire
emsoire; boje partida manha Tbeatro !
para salvar a decencia, procura um Primo pa-
ra a acompanhar Ja os olhos temos ando
cm commissao O movimento epistolar cm
aclividade Ei-la na estrada do Romntico .
c urna noite nupcial o remate da Comedia .
Mas nao ha somente Senhoras romnticas ;
lia tambem homens com este achaque. Vra.,
Tia Michaela ha dcconheccr o Dr. Salvo se-
ja (juc acaba do se formar cm Coimbra.
anteriores, ou posteriores sua nslallacao :
a ConsliluiQo ileixou, como cumpra ao
Chele Supremo da afio loda latilude para
anplicar Ijii beneliea providencia quando lhe
parecesse hecossaria sendo jndubitavel, que
nao s o pode ser quando a Cmara ja est n,,
excrcieio de suas fu:iccoes como nao estan-
,| installada nciu por coo^equecia anda
reconhecida.
No ha duvda que em regra a dissolucao he
remedio t|iie se emprcga contra una Cma-
ra j installada o que no decurso da legisla-
tura aberra de sua niissao tornndose in-
fensaaos direitos, o inleresses daiaco, que
devera dofli 1er e promover. Este abuso
inesperado, este proccdimenlo contrario a
expectaQo do paz he cntfio justa c ellicaz-
menle reprimido pelo Poder, que conscio da
insuficiencia de seo veto centra as tendencias
icrigosas de urna tal Cmara, dissolve-a ap-
pellando para a Nacao bem de seos inleres-
ses. Se porem he esta a regra geral a respei-
to de dissolucao el> se funda na supposie/io
de (pie tambem feralmente os eleitos sao ver-
daderos representantes da vonlade nacional ,
,. leudo em seo favor a presumpQSo de corres-
pondoieni sua miaste, nao podem soll'rer
,ima dissolucao antes que por fados se mos-
Irem indignos da conlanga que n'ellos de-
positarao seos eommflenles.
Mas quando a fiaude a violencia, c todos
os meios Ilcitos sao em pregados por um par-
tido, lim de recahir a eleico em pessoas
de seo crculo quando os Depulados nao sao
representantes du Paz porem mndatenos
d'uma faeco, he obvio, que a saudavel medida
da disshfeo para conseguir o desejado ef-
fclo, deve ser em pregada antes que a Cma-
ra co'meoe trabalhar. O que se pode espe-
ar do urna Cmara eleita tumultuariamente
sol) a influencia de um partido anli-nacional ?
Todo oempenho dolevar effcito os planos
da faeco -- o mal e a ruina da Patria. Nao
ha pois quo retardar a dissoluQo de urna lal
Cmara.
Os Diputados ro;m!armerito eleitos, que
renen) o voto nacional s se lorno perigo-
sos por s-'o proeediinento ulterior pelas o-
pinie ms (ue desenvolvem nasdiscussoes,
quando em urna palavra a posse e gozo da
authoridade legislativa anv.sta-os como or-
dinariamcntfl aeonlceo n qum tn ern anas
maos urna parle do poder publico ao abuso,
e ao despreso de seos sagrados deveres. He
claro que urna Cmara composta de taes
membros s pode ser dissolvida depos de sua
nslallacao. Mas aquella que- nasce do
criminoso triumpho de urna faeco he desde
sua origem um ameaco de perlurbacao publi-
ca iiivolvc perigo inminente da salvado do
Estado he de mais um escndalo contra os
quaes enrgicamente prolesto o interessedo
Paiz, aJuslica, c a moral. O Poder que
consentisse una tal Cmara encelar trabalhos
legislativos para enla dissolvcl-a procedera
como o Medico que m vez de curar a en-
fermidade em seo principio, deisasse o mal
crescer para ento applicar um remedio tardo
e infructfero, esquecido do pieceito :
(, Principiis obsta : ser medicina paratur
Curn mala per tongas invaluere moras.
0 dever mesmo, a necessidado de evitar
urna transgresso ca I.ei, obligaran o Poder
a dissolvi-r a Cmara temporaria de 1842 an-
tes de installada. Seo Governo procedesso
de outra maneira saneconava os abusos do
toda a qualidade quo se praticara por occa-
sio das eleiedes tornava-se cumplice de ta-
maitos excessos e entrando o Senado c a
Coma para a factura dasleis em concurso
com urna Cmara de Deputados nullamcnte e-
Poisah tem Vm. um romntico seus ca-
bellos ando Saneimoniana um bigode ho-
norario lhe adorna o labio superior a peri-
nha e o passa-piolho o aformoseo. Ei-lo
no Tbeatro; ao sen tar-se cabe com estrondo
a taboa da cadeira para se fazer notavel pas-
sa cm revista os Camarotes da ordem Eques-
tre e da ordem plebea UQamos este H-
roe ; diz elle. Aquella que est no Cama-
rote n. tantos um estupor! traz sobre os
descarnados hombros todos oslils, blonds,
grosdenaples da ra dos Clrigos mas nem
assim tem sabida na rapasiada !
Aquella que est de meia esguelha no Ca-
maroleda frente nao deixade ser peixe mas
tem os dentes podres. Aqucll'oulra das fitas
azues mulher de Fulano namora a pan-
nos largos ? bem bom arranjo para um A-
cademicoda Lusa Alhenas c assim vai elle
enlrctcndoo faslio dos entre actos.
Toca acampauhia sobe o pao e appa-
parecea delambida Actriz cuja gratidte sa-
r eterna. Eisonosso lomanlico com ella
dcvolla! Elle arruma ao seu Ysinuo a ima-
ginada biographia da lal Artista que prmet-
piou por Cmica trepou a Actriz e go/a
agora das honras de prima Dona Absoluta.
Esta mulher, diz elle dando-se grande im-
portancia ; um caco velho foi Corista na
scalla e Mo; mas tem sabido crfnservar-^
a poder de caio e d'agoa de colonia. Esta poi
conta do Negociable Fulano que a traz de
sege aos Domingos! brevemente Ha coma
leja cm pantana E remala este discurso ,
picando pateada pobre Cantora para mos-
trar que entende de msica. O' Tia Michae-
la quer que lhe abane ao fogareiro ? o Mi-
me est amortecido ; quer que lhe aqueca o
ferro ?
Nao Mestre obrigado ; os mcus engoni-
madose^tao concluidos: cu ca son de poueo
luxo. E entte que mi diz Vm. Tia Michae-
la ao lal Romntico? Na rainha consci-
encia Mestre que lhe nao de allcucao al-
euma: cm quanto Vm. fallou estivo a pen-
sa i so terifto chegado as folbas para recebero
meu ordenado de Mestra de Mnicas.
FUI.



sai
m
11

loila c que por lauto era um ramo viciado
nuo nao poda estar parados outros, vrnha
i consentir o auiu"i isar a niais flagrante vio-
laCO ti Coi)sliluic>>.
Mas insislom os descontentes e lie este o
secundo argumento o Governo dissolvendo
i Cmara com o fundamento da nullidadedas
Kloicoes, arrogou-sc indevida, e culposa in-
gerencia no juizodas oloiees populares, que
|ho nao Competo e >'" a Cmara confoi mi; o
j gi ,]:, 'CoiistiInicuo. O Governo nao
'Irrogn-se ingerencia no juizo das EleicOeS ,
iiero usurpou dircitos'da Cmara. Foi a C-
mara quein livicmente conheceo dos poderes
de seos nenibios: .mas n'isto procedeo too
irregular e escandalosamente que, como hr
mblico abusn do inn modo extraordinario
. nunca visto do direito que llic compete o
cerca de verificacfto de poderes. Ora esto -
huso sem excmplo Coi o que o Governo se pro-
no/, cofrigir c reprimir com a dissolucao, e
ho o que inoontcstavelmente elle poda fzer ,
nois que a misso do Poder Moderador con-
formo "oralmente se ensina lie conter os on-
IroS Poderes polticos, e icpriinir-lhes os cx-
cessos e abuzos, sendo bem fcil de comprc-
heoder, que quando assira procede elle nao
se ingere indebidamente as altribuicOes dos
outros Poderes Polticos, mas impedo que
faci d'ellas um uzo Ilegitimo. Assim co-
mo nao se pode dizer com acert que o Poder
Moderador quando perda a pena imposta por
urna sentones menos justa arroga-se altr-
buicoes c diretos do Poder .Indiciarlo, se nao
que corrige um abuzo, que applirecra na
administracao da justica tambem no acto de
dissolver urna Cmara, que abuzara singu-
larmente do juizo que llic compete na veri-
ficacftodos poderes de seos membros, nao he
acertado ver usurpado c arrogoslo do di-
reilos que lite compelan porein urna justa
reprsalo de seos desmandos. 0 Poder pois
nao Iranspoz os limites de sua authoridade
constitucional dissolvendo a Cmara tempo-
raria antes do installada.
Mil louvores ao Governo que dissolveo a
Cmara de 1812. Resta agora que a Nacan .
para quein elle appellou saiba aproveilar-se
da experiencia o se nao deixo Iludir na es-
culla de seos represenlanles. llum poyo .
que tein direito do influir no (overno do Es
tad'o mediante seos mandatarios tem as
proprias maos os seos destines.
O Brasil devocouliecer o mal inmenso que
lhe lia provindo das legislaturas pela m es-
colha de representantes: pode o deve agora
ser acauteilado e circunspecto as prximas
eleicd-is, confiando seos diretos e intereses
do cidados que os possad fielmente repre-
sentar e proteger.
Nao lie tao acanliadoo crculo das capaci-
dades Brasileas que se nao possa apurar li-
ma Cmara de representantes de saber e pa-
triotismo, que sejao capazes de realizar os
grandes mellioramentos, de que a NaclO pre-
cisa eJfcflUG lem direito. Se amamos a Mo-
narchia" Conslitucional como nico rgi-
men que convem ao Brasil cumpre mais
que tudo arredar da urna pessoas d'csse cir-
culo dijo cliefo pondo em dosliarmonia a
cabeca e o corago diz alto o bom som -- que
ama a Monarchia pela cabeca e os governos
populares pelo coraeao. Felizmente lia no
Brasil muitos liomens distnctos, que nao con-
centrao uo cerebro o amor Constiluicao e a
Forma de Governo que ella estabelcce, mas
lhe consagra cordial alloigo. D'elles se deve
compor a Cmara que se tracto de eleger.
Edificio da mesma, avahada em lOj res. Al-
fandega -4 de Junbo de 1842.
V. T. P. de F. Cannrgo.
0 Padre Miguel do Sacra monto Lopes Gama,
Commendador da Ordemde Christo, Prc-
gador, e Conego honorario da imperial
Capella Director interino d'Acadomia Ju-
rdica de Olinda por S. M. o I. Que
Beos Guarde &C ixc.
Faco saber a quein cortvier que achnndo-
se vaga a Cadelra de Latim do Colegio das Ar-
tes d'Academia Jurdica de Olinda em ob-
servancia do Art. 2. Cap. 2. dos Estatutos
ponho a concurso a dito Cadeira com o prazo
de quatro me/es da data (leste dentro do
qual devero habilitar-so os que quizercm
concorrer. Recife 1. de Junbo de 1842.
Miguel do Sacramento Lopes Gama ,
Director interino.
Luiz Francisco de Mello Cavaicantc escrivo ,
c administrador da meza de rendas inter-
nas provii.ciaes desta cidade &c.
Face saber a quem convier que do (lia I.
ao ultimo do pro/ente mez sao contados os
trinta dias marcados na le para o pagamento
a boca do cofre da dcima dos predios urbanos
dos tres bairros .lesta cidade e povoaclo dos
aMocados do 2. siniestro do anno financero
do 1841 1842, e (indo esse prazo serlo e-
secutados lodos os devodoros pelo prinepal,
o juros na forma do artigo 58 da lei provinci-
al'n. 91 do correte anno. F para que o
referido conste a todos a quem possa inlores-
sar mandei publicar o presente pelo Diario
de Pernambuco. Meza do diversas rendas
provinciaes2de Junhode 1812.
Luiz Francisco do Mello Cavaicantc.
Q gen enredo as vizualiddes c galantes 600 e 850 [res por sobre o ferro conforme
runodVs, produzonromelhoreffeitoj con. n qualidad ; e em Maio prximo de 600 a
>sp?cislidadc na occasiao de sabir o Toiro 70o ms. !
fingido ja se safe) Praca ao toque de um <> m M;uo d, lc.4i-;. ven^o-se o
claHm a oiulo o espero com impaciencia todos 6 n Maio ultimo do 5*400
risvatentes que tencionfio bater-se e divertir- a S800-- ..*-
iocon elle porom depote dediferentessor- 0 Cambio sobre Londres estove constante a
l03 e graciosidades quese executo, o Ani- 31 d. pt#em Maio de 1811 eemltoo
malambo enfurecido comeca a pular e a Rfcer ultimo de27a 27e 1|2 o por mu i poneos
Ijahrurascom a cabeca que forma tal con- .lias no principio lo mez a 28-d. por 1. rs.
fusilo e derdem que se imagina ser l.> na-'
turalque faz Iludir as vistas pareceodo real o
quenfiopassa deimilaco.
O Director disvellado em adquirir a publi-
ca solicilude nao descansa cm preparar no-
vas divercoes, que lhe condus'io recroio e pra-j
zor nica maneira com que mostra sal; r
avaliar lanos favores com que o protege um
Publico o ni'iis amavel egeneroso.
Principiar as horas do eostume.
N. B. Os Camarotes se cimo venda de>-
dc j em poder do Sur. Zebedeo Cezr.
MOV MENT DO PORTO.
COMMERCIO.
NAVIO ;:M".'..\res NO DM ".
Lisboa V 21 di:,s dias BgUO PorlllgUOZ
AITrieanodeo; I inel. Cap. Silverio Ma-
equip. 27, carga varios g-
neros : a Thomaz do Aquino Fonseca; paa-
ii vi -s' larctdino Jozc Anlo-
i Antoi n i-i'-' Rodrigues Anto-
nio Joaquim Ferro e Antonio Joaquim da
Silva Castro, Bra ::l dro.
; lajul, tendo sabido de Havre de Cra-
ceaitimez >, Galera Franccza Elizabcth
do i Lqucl. Gap" Domandosis equ'p.
DE CL ABAQA O ES.
cj- O Brigue Escuna Nacional Amalia, Ca-
pitao Estanislau Joze Rodrigues, sao para c
Maranbao nodia 7 do corren te ; recebera a
mala no da fi do correte as o horas da tardo.
xsr Pela Administradlo da Mesa do Con-
sulado se faz sab r que no da 7 do corren-
to se ha de arrematar porta da mesma Ad-
mitTiStraclo urna caixa de assucar branoo
aprehendida pelos respectivos EmprcgaJos do
Trapiche Novo, por incxatidlo da tara; sen-
do a arrematoslo livredo despezas ao rre-
matonte. = Meza do Consulado do Pemam
buco 2 deJunho de 1812. = Miguel Arcanjo
Monteiro de Andrale.
x*' A Cmara Municipal desta Cidade do
Recifo faz sessao extraordinaria no da 9
do corrento. = Fulgencio Infante de Albu-
qnerque e Mello Secretario.
Os donos das laxas de forro que so achao
noces da Alfamlega, SO avisados para as
despachar e d'ali remover por todo o corren-
te mez do Junho por haver do principiar-se a
obra do novo Trapixe e ser preciso o lugar
que ellas oecupa para madeira e outros ma-
lcraos. Alfaudega 1 do Junho de 1812. =
V. T. P. de F. Ca margo.
E DI T A E S.
Vicente Thomaz Pires do Figueiredo Camar-
O Commendador c Inspector d'Alfan-
dega por S. M. I. c C. o Snr. D. Pedro II
quo Dos Guarde ove.
Faz saber que no da ) do corren le so ha
de arrematar em hasta publica ao mcio da ,
na porta d'Alfundega um corle de pao fino
para casaca, vellido para gola e botes de me-
tal domados para a mesma ludo avahado por
Za res ; sendo apprehendidos esles objectos
pelo Guarda Joao Baptisla d'AraujO quando
desembarcarlo sem despacho do Brigue Ingles
Chedabuct. Outro sim se ha de arrematar no
mesmo da lugar cora, vinte quatro du-
zias de papis de rebique quatro rosarios de
vidro, tudo avahado em 24- res tambem ap-
ineliendido sem despacho pelo referido Guar-
da a um pratcnnledo Brigue Portuguez Pri-
mavera ; sendo oslas a nema tacos livres de
diretos ao arrematante. Alfandega i de Ju-
nho de 1812.
V. T. P. deF. Camargo.
O mesmo Inspector.
Faz saber que no dia 6 do corren lo ao
mcio.dia na porta da Alfandega se ha de arre-
matar urna porfo do madeira vellia lirada d0
T II E A T R O .
PROGRAMHA
Do variado expoctaculo que ha de ler lugar
no Thealro Publico desta Cidade, Quarta loi-
ca 8 de Junho dobaixo da direccao do Artis-
ta Joze dos Beis.
Concluida que seja urna agradavel sinfona
tora a honra de se aprezentar Madama Emilia
talante a cantar o grande e famozo rondo da
norma conhecido com o titulo da casta diva,
muzca do celebre Bellini. Em seguida a mes-
ma Senliora e Joze dos Reis cantaro com to-
da a sua scena o delicado o gracioso duelo
da opera a Italiana em Argel hnalisando.
o Artista Joaquim des Beis desempenhar com
o maior valor e intrepidez a dificullosissima
experiencia da viagem antipoda andando
por o tocto da caixa do Theatro com cabeca
para baixocom toda a franqneza e (lesemba-
rago, posiclo esta muito custosa e difcil de
verificar. .
Logo se ejecutarlo diferentes e variadas
sorles equilibrios 6 evolucos do mais apu-
rado gosto e satisfalorio descmnenlio ensi-
ma do rame frouxo pelo Director. Depois se
cantar ( muito lempo pedido ) um novo o
gracioso duelo em Poi luguez da opera o enre-
dador por o mesmo Artista e Madama Emilia
Amanli a qual sent o nao se poder bem ex-
pressar neste idioma por sso roga aos benig-
nos espectadores que lhe desculpcm qualquei
ALFANDEGA.
Bemlimentodo dia de Junho 9:411)112
DE8CARREGA0 HOJE <) OF. JIMIO.
Brigue Africano = Fnsendas, miudcsis, dro-
gas ferrage:na, cha.
Brigue Portuguez = Feliz Deslino = Vinho
vinagre e azeito'.
Barca Austraca = Gara = Farinha de tri-
go.
Brigue Ingle/. = Terra Nova = Bacalho.
Barca Austraca = Robert = Ferro, e car-
Vio.
Brigue Ingle/. = Mary QucenOf Scols = Fe-
sendas.
PR.\(;.\ no recife i f. jNno DE 1812.
Revista Mercantil.
Cambio = Contina a 27 d. por I, rs. leu-
do sido limitadas as tranzaefies.
Algodo= Tem havido vendas de 8:000 n
."i:700 por (i,.
Assucar = As tranzaeos da semana regula'-
rafl de ()0l) a 6S0 rs. sobre o ferro.
Couros salgados = Tem regulado a 135 res
por libra nao tendo o lempo clm-
vozo dado lugar a embarques por
isso fqrafl limitadas ns Iran/aroe.s.
Azeito doce = Vend'eo-se a 2:000 o galaO.
Bacalhu = Pouca saluda eomelhor Umi-
se retolhado a 8000 a barrica.
Camode charque = Com uai carreglmenlo
chcgai'o n'csta semana sobe o de-
posito a 20:000 arrollas a bordo iW
cinco embarcico '.s.
Farinha de trigo = Entrou um cirregamento
de Trieste quo inda nao foi ven-
dido ; a Franccza tem-se vendido
a 21.)000 a barrica.
Lou?a Ingleza ordinaria = Vendeo-so a \11J
por cont sobre a factura.
RFZI.MO
Da cxporlacilo da Provincia para fora do Im-
perio n mez iie Maio de 1812.
Algodo saccas 1:020-- com 5:646 ". S Ib.
Assucar caixas l:8' \
Fechos loft .
Pnicas 8:499- ( 181:18" Ib.
Saccas 2:093 ~
Latas 24-
, carga azoil
le pcixe : ao Capilfto.
ENTRADOS NO 1)11. .
Rio de Janeiro o Baha 10 dios, Vapor Bra-
sileifo IVruambucano, Commandante Ma-
nos! dos Sanios Ornellas.
:, ; I do .'.'. tonel. Cap. Daniel Green, eqnip.
IV ca i : a mc. Calmont& C.
LEI LO
Latham & Hibbert, precisando fechar
umscuntas, oiimpar o sen armazem fa-
riio leilo lerpa fera 7docorronte pelas 10
horas da manlt de urna por^o de corveja ,
o um resto de birricascom farinha do trigo
franccza no armazem de sua casa na ra da
Alfandega velha n. 9 entrando pola ra dos
a'rbein s.
s. / Lenoir Puget & Companhia fazem
leilao por inlerveiiQo do Corrutor Oliveira
de um grande sorlimouto do fazendaso niiu-
dozas, coi icambraias, hrinsdo lslras
e lisos chales de seda camhraas e lil,
setim lisos e lavrados para coletos tirolenno
em cortes de vestidos fazenda nteiramenlo
nova chegada ltimamente pida Galera Ca-
melia fitas de todas as qualidades pisto-
las papel de piso de cores um formato pc-
queno proprio para listas oleiloraes ; Teiga
I'('ira7 do correnteas i(> horas da manha em
ponto cora agente quoestiverno seu arma-
zem na ra da Cruz.
Adolfo Schramm faz leilo por inter-
vil;'") do Corrotor Oliveira do grande sor-
limen lo de ferragons linas, o miudezase en-
tro ellas espeUios carias francezas o portu-
guezas para jogar, oculus bracos da batan-
ea, fuCasdo pona et>>oras oscovas para
denles, cerdas para guitarra, peonas papel
de parodecVc. os quaes arligos se vender*
infalivelmentc para quida^oo porqualquer
prego Quarta feira 8 do corren te as 10 horas
da manha no seu armazem da ra da Cruz.
AVI SOS DI V EBSOS.
Agoardento pipas 226 )
Barr/. 14- )
Couros salgados ....
Churos.......
Cobre velho......
Doces.......
Fumo.......
Genebra botijas ....
Licores garrafas _
Melaco quartolas e barriz
Madciras paos e taboas .
Pelles miudas de animes .
Rap.......
Sola c Vaqueta lieios .
Cencos miudos gasto o fabrico. R;2:479,)303
Mo"da.....
Valor da Kxportacao.
Dito dos diretos
37:974 Ca-
adas.
3:589
7:800
1:864 Ib.
900 Ib.
21
i!)l -
48 -
I O.) caadas
71 --
320-
100 Ib.
2:181 -
ConduzirlO os gneros cima de/acote lia-
I Offorece-se em liomcm portuguez do
dado de 30 annos paracaixeiro de ru ou
armazem ou para outro qualquer arraiijo ,
inda mesmo Tora da praca oda fiador a sua
conducta; quem precisaranoupcie.
= No dia 2 do corrento furtarSo da por-
ta da fclfan lega a lo rolheres de hto,
por i so roga-su a qualquer sr. quo lhe forem
nffei cidas, quetenhaa bondade do aa apren-
der o ilar part' na ra nova D. 15, que
se lhe Picar agradecido.
-- O abaixo assignado faz sciente ao res-
paitavel publico e principalmente ao snr.
M. P. M. Tu va res que o sobrado do 2 anda-
es e Ira pe ira da ra do Padre Floriano lhe
csl hypolhepado desde 25 de Novembrode
1859 ,' como poder ver-rio cartorio compe-
! ule das hypolhecas -, c por isso faz este an-
nunci para que ninguem so chame a igno-
rancia.
Manuel i\.\ Suva Lopes.
O abaixo assignado previne ao rospei-
, ,0:1 lave! publico quo ninguein contracto nego-
Bs. 380:863*175Icio algum com a senhora Manela Mara Joa-
d 33:397813 quina da Conceujito viuva do finado Lino Jo-
| "...............------TI"" '---------------------------
zo IU1 mtarroios, a c.-rca do um escravo
de nomo Manoel, nago Benguefla. pois quo
ll0s espectadores, que.no "*%? .'. -- ; ^ Hra/ilei.os 7 Britnicos, 1 do mue Manoel nacao Benguefla pois quo
2KSSS! liteXn^Tals raSt Franca 4 PoSugVezes 2 Americanos escravo pertence aos .hos menores do
esta attenco,
Dando lim a tao exceliento e cscolhido
vor. Dando lim a laoevceiieiu.; u -^uim.u. i uumu. ,.,y!i ;,,i( ,,
em Pantomima nunca executada no Imperio
do Bra/.il que se intitula Huma corrida de
toires em huma aldeia do Hespanha.
1 Sueco '''
Fernando Francisco d'AguiarMontarrQWS.
m rT ^410*136- 633--: sendo apenas Rs I 'Ah is moradas do ss* na
706,200 em moc ra a trelar u rui do Rangaf na
O Assucar cm Maio de 1841 variot entre' casa do Doulor Pereira.


.4
var Ufa noel Rodrigues
Cam pello, Tl.esoumroda
LoteriadcN. S. do Hoza-
rio da Boa vista, avisa que
a mesma corre infalivel-
mente a 27 do corrente
Junho; os bilhetes se axao
a venda, na ra da cadeia
loja do Sr. Vieira, ra do
Collegio na do Sr. llene-
zes,na ra do Cabug
botica do Sur. Morena ,
praca da Boa vista Sr. Sa-
raiva junto a Matriz.
PILl'LAS YEGETAES E LN1YERSAES AMERICANAS.
Estas pilulas j bem contiendas pelas gran-
des curas que tem feito, nfio requeren] ncm
diela, e Bem resguardo algum ; a sua com-
posigo Uto simples <|iie nao fazem nial a
inais tenia enanca : em lugar de debilitar ,
fortifico o syslema purificad o sangue ,
augmento as secrcccs cm geral : tomadas ,
seja para molestia chronica ou somenle co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
tem apparecido por nio deixar o estomago
naquelle estado de constiparlo depois de sua
operaran como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mu facis a tomar c nao
causarem incoinmodo nenhum. O nico de-
posito dellas em casa de D. Knoth agen-
te do author: na ra da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulbada em
seu receituario com o sello da casa cm la-
cre preto.
o Aluga-se a casa e parte do sitio per-
tencenteao Exm. Senador .Manuel de Carva-
)ho Paes de Andrade ; na estrada que vai pa-
ra a Soledade : os pretendentes dirij.lo-se ao
Corretor Oliveira.
E II M IT A GE.
cr Nova fabrica de Joaquim do Reg Bar-
ros Pessoa em Apipucos, para refinado de
assucar ao modo da Europa de varias qua-
Jidades licores linos, conservas alimenti-
cias vellas, cbarulos &C. o deposito be na
ruada Cadeia de S. Antonio armazem do Sr.
Cardozo D. 4.
cr Da casa n. 8 da parte do nascente na
ra do Collegio cabio a ra do urna janella ,
sabbadoa tardinba um caitat ou poico
do matto pequeo anda com urna corroa de
duas fivellas ao pescoco c um pedaco de cr-
renle de ferro ; quem o acliou leve-o a casa
a cima que se lbe dar de adiado o valor do
bicho.
cr Joze Fernando Basto com loja de cal-
gado defronte da Cadeia convida aosSrs. que
tiverem pinhores em sua roo os vao tirar no
praso de 50 das contados de boje cm diante
c na falta sero vendidos.
cr Manoel Domingues Moreira faz sci-
cnte ao respeilavel publico que por haver
outro de igual nomo de boje em dian-
te se assignar Manoel Domingues Moreira
Jnior.
cr Quem precisar de urna ama para casa
dirija-se ao beco da bomba defronlc do sobra-
dinho.
cr Aluga-so a loja do sobrado D. 23 na
ra estreila do ttozario ; quem a pretender
dirija-se a ra do Nogueira D. 12.
cr M. S. Mawson cirurgio dentista in-
gle/ avisa ao respeilavel publico que elle
inudou sua residencia da rua do Collegio, pa-
ra a rua da Cruz do Becife n. 57 ( loja ) aon-
de continua a exercer sua profissao. M. S.
Mawson. tendo praticado sua prolissoa 18
mezes nesla Cidade eslava para se retirar ;
mas cedro as instancias de seus Amigos de
licar por mais 3 ou 4 mezes. Para melhor
esclarecimento elleabaixo declara o prego
das suas operaces, cujos sao os seguintes :
tirar um dente 2 separar um dito \$ ti-
rara pedra e limpar a dentadura \$ chum-
bar um com composieo2l> dito com prata
3* dito com ouro 4,* de por um dente
com chapa de ouro lOj, dita pela impresso
atmospherica 9,y una dentadura inleira
250 um paladar artificial ioOjOOO. Ven-
de pos dentifricios a leOOO reisacaixa, liqui-
do para lavagem das gengivas a 1 9 rs. o vi-
dro.
cr Frecisa-se de um administrador para
um engenho perto desto Cidade que ten ha
pralica e saiba desempenbar o seu lugar, e
se possuir captivos e quiser entrar com elles
para o engenho se arceila o partido e se ta-
ra o ajuste que convier quem cstiver tiestas
circunstancias dirija-se a Joze Antonio Alves
da Silva morador naS barreiras do bairro
da Boa visia.
cr O Tenente Coronel Ignacio Antonio
de Barros Falco comprou por conta do Bc-
vorendo Conego Joao Bodrigues de Araujo ,
o bilhete inteiro de n. 552 da primeira par-
to da decima lotera do theatro publico.
tsr Doseja-se saber onde se assigna nesla
praca o Museo Pittoresco de Lisboa,
er Alugo-se duas canoas de carregar
agoa : em fora de portas a fallar com Fausti-
no de Carvalho primeira caza passando o
Arsenal.
cy Deseja-se saber se existe nesta Cidade
ou Provincia Antonio Moreira de Azevedo,
para se Ihe fallara negocio d S9U ntoresse ;
annunciesua morada.
cr lina crela ama de leite moga e de
bons costumes vinda do matto para criar
um menino que morreo de \ mez de apople-
xia, se offerece para criar; quem a pretender
annuncie.
cr O abaixo assignado faz sciente aos mo-
radores da rua Direita cujas moradas nao
foroeomprehendidas no seu annuncio publi-
cado no Diario n. 111 que acaba de ser no-
meado Inspector de Quarteiro de toda a rua.
Caetano Pinto de Veras.
cr Deseja-se fallar com o Snr. Manoel
I.ourengo da Silva Macieira o qua! vcio da
Baha no Brigue Beboogas, na rua do Cres-
po loja D. 6 da parte do sul ou annuncio
sua morada.
cr Precisa-se de 1 :200ji com hypothcca
em urna casa terrea no bairro de S. Antonio
ero urna das principaes ras; quem quiser dar
annuncie.
cr Aluga-se um primeiro andar proprio
para escriptorio com urna sala e alcova na
frente c outro tanto atnrz mas so tem fu-
go para carvo : na rua da Cadeia velha nu-
mero 5.
*- Aluga-se um sitio na entrada da estra-
da de S. Arnaro com casa de pedra e cal,
com 4 quartos duas salas cozinha fora
com boa agoa de beber bastantes fructeiras,
com porto na dita estrada : a fallar com Joao
Raptista Claudio Tresse.
cr Xa rua Direita sobrado de um andar
n. 15 ao p de dous de varandas de ferro cu-
radas se fazem bolos de diflerentcsqualida-
des e de deferentes massas e do melhor
gosto e tambem bolos chamados de S. Jo3o,
enfeitados com cpela de alfinim flores, ra-
mos e mesmo com S. Joo do mesmo alfi-
nim, conforme for o gosto de quem os quiser.
cr Quem precisar de um rapaz de idade
de 14 anuos que sabe 1er, escrever, contar,
e alguma couza de grammalica portugueza ,
para caixeiro de loja ou venda dirija-se ao
beco do Padre casa D. 3.
cr Tomou-se a um preto, que andava
vendendo por meia pataca urna camisa de
cassa de cordozinho com suas rendas, anda
em bom estado a qual he de menina de 6
para 7 annos ; quem tiver direireito nella v
recebe-la na rua da seozala velha no primeiro
andar do sobrado do Braga.
cr Aluga-se um sobrado de um andar e
soto com seu quintal no atierro da Boa vis-
ta ao p de Francisco Antonio de Oliveira ,
ou a tratar no mesmo a Joaquim de Oliveira
e Souza.
cr Urna senhora de bons costumes se pro-
poe a tomar enancas com ama para se cria-
ren! com leite impedidas e desimpedidas ,
e tambem se recebem as que estiverem ja
desmamadas, para se acabarem de criar com
todo mimo e amor ; moia agora na rua do
Livramento D. 2 junto ao sobrado da viuva do
Joo Carlos Pereira de Burgos.
cr Ofierece-se urna pessoa capaz para en-
sinar em casas particulares a tocar piannos
e por prego commodo : quem se quiser uti-
lisar, dirija-se a rua do Fagundes D. 6 la-
do esquerdo vindo da ribeira das 5 horas, a
0 da tarde.
cr H neste bairro de Santo Antonio ,
pessoa habilitada para ensinar as primeiras
Letras e as Gramticas e Lingoas Nacio-
nal e Latina : na loja de cera do snr. Ange-
lo Custodio dos Santos, na rua do Cabug ,
sedar" exactas informacoes aos Paes de fa-
milias sobre a capacidade do Professor lu-
gar da sua morada e o mais que se julgar
necessario.
cr Antonio de Souza Bangcl, arrenda o
seu sitio da Magdalena quem o pretender
dirija-se ao mesmo Bangel.
cr Qualquer animal recentemente morto,
a saber pasearos e quadrupedes menos ani-
maes domsticos bem como cavallos caes
&C. ou galinlias, penis e patos, pois estes
nao sequerem para cm palhar : na rua do
Collegio D. 8 e no atierro dos Allegados de-
fronte do vivero do Muniz cm casa do admi-
nistrador do Correio.
ver Lgica de Ponelle ; quem tiver an-
nuncie.
car Duas cscravas mogas que saibo engo-
mar coser cozinhnr que nao sejao vicio-
sas e lenho bonitas figuras um escravo
que nao seja vicioso 5 c cabo velho : na rua
de Agoas verdes D. 58.
VENDAS."
C 0 M P B A S
Portugueza
cr O tratado da Nobiliarchia
compleja e com estampas nao so olha
prego : na praga da Independencia loja de li-
vros n. 37 e 38.
K*r Acasos da Fortuna ou livros de sor-
tes divertidas, em que por virtudede dous
dados vem cada um no conheciment do
estado riquezas, herancas amisades for-
tuna &c. que lera e outras militas e ga-
lantes sortes annunciadas no principio da
mesma obra. Ultima impresso expurgada
dos muitos erros e defrilos das procedentes.
Augmentada com um novo mclhodo de fazer
mais de mil Decimas nicamente com o tra-
balho de lancar os dous dados. Um tratado
dassinas ou dos effeitos e prognoslico dos
doze signos do anno : por Amarilio Amarilis
de Amaral : na praga da Independencia loja
de livros n. 57 e 58.
cr Cem a duzentos ps de coqueiros pe-
queos para smente, por prego cmodo;
quem quizer comprar dirija-se a praga da
Boa-vista botica 1). 10, que achara com quem
tratar.
cr Bilhctes c moios ditos da lotera do
theatro que corre no dia 7 do corrente mez :
na rua do Cabug loja de miudezas junto da
do sr. Bandeira.
Xcr Na rua nova caza do ndame Meleau-
chau modista francesa ha as seguintes
fazendas a saber : cassas francezas milito fi-
nas brancas c de cores para vestidos sedas
de muto bom gosto para vestido vludos
pretos c de cores para vestidos mantas e
chales de seda coleirinhos e golas borda-
das grande sortimento de bons ou toucas
para senhoras meninas, c meninos vesti-
dos bordados brancos para senhoras e meni-
nas engos de cambraias bordadas muito ri-
cos um grande sortimento de llores e plu-
mas muito finas assim como ha sorlimen-
to de bicos e blondas para ornar vestidos fi-
tas de todas as qunlidades e bom gosto es-
partilhos lencos de algibeira de um gosto
moderno e utras muitas fazendas que se-
ro patentes aos amadores da boa fazenda e
bom gosto e por prego muito razoavel ; as-
sim como se fazem todas as obras tendentes a
modista.
CT Bilhetes e meios ditos da lotera do
theatro que corre empreterivelmente no dia
7 do corrente : na rua da cadeia do Becife
loja de fazenda N. 53 junto ao cambio do
sr. Vieira. .
cr Um moleque sem vicio nem achaques,
e dous bate loes na rua do Nogueira sobra-
do de um andar com varanda de ferro.
cr Um escravo pardo de bonita figura ,
de 17 annos, mutofiele sem vicio, muito
bom pagem e com algum principio de al-
faia le : na rua da Cruz do Becife casa n. 57.
CT Excedente taboado de pinho mais
barato doqueem outra qualquer parte por
se querer desocupar o armazem : atraz do
theatro armazem do lado da maro.
CT Um negro crelo proprio para todo o
servigoe tem bastante pratica de tratar de
sitio, por nisso se ter em pregado algum lem-
po e tambem bom servente de botica na
rua dos Quarteis D. 5.
CT Barris de vinho do Porto de superior
qualidade de 4 empipa, sacas com farinha
de alqueire da medida velha a 0,1 : no arma-
zem do finado Moleta no caes da Alfandega ,
e Vasconcellos rua da Cruz a tratar com F.
Marques Bodrigues & limaos na rua do Tra-
piche quina dos Tanuerosn. 12.
cr Bilhetes e meios ditos da lotera do
theatro que corre no da 7 do corrente: na
loja de chapeos do largo de Palacio.
CT" Urna canoa quasi nova que pega em
800 lijlos urna dita de carrera duas car-
rogas com ravallo e os competentes ai-reos:
na rua Direita padaria da viuva de Joaquim
Lopes Machado.
cr Urna escrava cabra com um filho de 5
mezes tem bom leite e boas habilidades :
na rua do Colegio venda D. 8.
tsr Superiores caivetes de mola que se
bota a penna e esla sabe aparada, por prego
com modo : na rua do Cabug loia de miu-
dezas junto dado Sr. Bandeira.
CT Lampreias de escabexc, em latas de
diversos lanianhos chegadas ltimamente
por prego commodo : nj rua do Viga-rio D-
cima 15.
cr Urna morada de casa terrea na rua ve-
lha da Boa-vista D. I : quem quiser com-
prar procure o morador da mesma case.
CT Um cavadocastanho de carro, m'uilo
gordo e bem mango : na rua do Coiletrin
D. 4.
cr Um sortimento de relogios patente
e horisontal ditos de parede com desperta-
dor por prego commodo : na rua das Cru-
zes casa do relojoeiro D. 4.
Mr Tito Lvio Horacio Terencio; (Jvi-
vidio Eutropio Epstolas de Cicero Offi-
cos de Cicero tudo por prego commodo: na
rua Nova D. 4 lado da Matriz.
cr Muito nova e boa salsa parrilha a
pouca e.'-.egada : no armazem de Fernando
Joze Braguez junto ao arco da Conceigo.
cr Urna escrava do naeo com bonita fi-
gura lava bem de varrella e de sabo ou-
tra dita de naco de meia idade por' pre-
go commodo ; um mualo com bonita lisura
ptimo para pagem ; um escravo de naci
trabalhador de enchada : na rua Direita D
20 lado do Livramento.
%g'- Um relogio de sebonele de ouro lavra-
do orisontal marca pequea, e muito bom
regulador por prego commodo quem a
pretender annuncie.
o- Superior farinha de trigo das marcas
SSSFe SSF chegada ultimameate : no es-
criptorio de N. O. Bieber & Companhia na
rua da Cruz n. 03.
cr Bois mangos de carro ou Cirroga fi-
Ihos do pasto c se afianga a bondade por se-
ren experimentados; no sitio grande defron-
te da Capellados Afllctos.
cr Vendc-se ou afora-se terrenos a maor
parte plantado de excedentes larangeiras qua-
si todas de embigo na estrada do mangui-
nhosegundo sitio dolado esquerdo passando
a ponte: no mesmo sitio nos Domingos e dias
Santos ou na rua da Cadeia loja de chapeos
n. 42 nos dias uloifl acharo com quem tratar.
cr Urna vacca de leite muito boa e um
quarto : no atierro da Boa vista na loja ou
no segundo andar do sobrado onde mora o
Sr. Dr. Seite a enlender-se com Frederco
Chaves.
cr O engenho do Poco da Pedra (tarrifo
de mocos conimarca de Goianna grande
propriedade para algodo com excelentes ma-
tas e madeiras de todas asqualidades de
sena lugar proprio para todo o negocio e
compra de algudao terreno mais productivo
que se conhece e junto a esla praga; quem
pertender dirija-se a rua da Madre de Dos
D. 21 ou no Monteiro a Talar com Francis-
co de Pau'a de Albuquerque Monte Negro.
cr Um preto crioulo bom canoeiro o
lo bem tem officio de sapateiro : quem o
quizer comprar dirija-se a rua da paz venda
da quina que axar com quem tratar.
CT Cadeiras de balanco com assento de palhi-
nha e encesto da mesma marquezas de condu-
r mezas de jantar camas de vento cnmarira-
co cadenas com assento de palhinlia americana',
camai de vento muilo bem leitas a tffLoo 1 tas <".e
pinlio a 3#5oo e pinho da Soecia com 3 polrgadas
de grossura, dito serrado tudo mais em coma da
que em outra parte ; na rua da Florentina em caa
de J. A'eranger.
ESCBAVOS FGIDOS
cr Na tarde do dia 27 do mez de Maio p.
p. desapareceo urna negrinha em carniza ,
hindo comprar biseotos na padaria France-
sa no aterro da Boa-vista cuja escrava cha-
ma-se Paula e tem os seguintes signaes :
representa ter 10 annos de idade pouco mais
ou menos altura correspondente cor ful-
la rosto bastante carnudo beigos grandes,
dentes largos e alguma coisa acangullados ;
corpo reforgado tem urna secatris na perna
e tem por costume abolelar-so em alguma ca-
sa disendo ser forra: a pessoa que souber ou
a tiver em sua casa queira fazer o favor ,
dirigir-so ou mandar a rua do sebo D. 4 quo
ser gratificado.
cr Boga-se aos srs. encarregados de po-
lica capiles de campo e pessoas particu-
lares aprehengo de um cabnnha acaboco-
lado de nome Ignacio, que representa ter
onze annos ; cabello caxiado pernas arca-
das e um tanto barrigudo cabega bem re-
donda rosto piqueno porem largo e lem
urna sicatiiz no beigo de cima de um talho
que levou e levou no corpo urna carniza de
chilla azul, c caira de ca/emira escura; quem
o achar leve-o a rua do Bangcl sobrado de 2
andares defronle do beco que entra para o
Irem ; que ser gt-ncrozamente recompenga-
do : assim como o sr. do mesmo protesta ten-
tar com todo o rigor da lei contra quem ten ha
dito cabra oculto.
BECIFE NATVP. DE M. F. DE F. =1812,


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