Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04665


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Full Text
A nno de 1842.
Quarta Fe ira 1.
Tudo sor* depende de nos mesmns ; danossa prudencia moderarlo, e energa ; con-
liemos como principiamos e seremos aponladoa com admiracao entre s Naifes mais
'ili, (Proclamaefio daAscmhla Geral do rrnxl.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
.' '.na 1'araiL e 11 io grande do Norte, segundase geilai fei
C no Serinhaem Rio Formoio Porto Calvo Macci c Alagoas no 1. *
r'""e W- Santo Antao quintas feiras. Olinda todos os dias.
DAS DA SEMANA.
til See Femando Bei. Cbanc. And. do J, deD. da 2. v.
Vi rZ'c retran-11 V, M Bel. Aud. do J. de D. da i. v.
\ Quari. Firmo M. And. do J. de D. da 3; t.
Ouint, iejum s. Marcelino M. Aud do juit de D. da 2. v,
| Se*t- '* ^S. ^"r f5 de Je,us- O"'1 B.
, c,b. t. Franci:i;ri Caracioli Re. Aud. do J. de D. da 3. v.
5 l)om. Marciano M. s. Bonifacio B. M.
11.
de Jnnlio. Anno XVIII. N. 116.
O Diario publioa-M todos os dias que nao forem Santiricailns : o prejo da assignatura fct
de tres mil tais por quarttl ptgoi adianladoi. Os mbiucos dos aatignaates sao inserid
gratis e os dos q>i o nao foium ra/.io de BO reil por linha. As reclamaffies deron es
dirigidas a esta Typugrafia ra das Crines D. 3, ou a praea da Independencia loja de litro
Numero 37 e 38.
Cambio sobre Londres 27 d. p. iV.
a a I'aris 350 reis p. (raneo.
,. Lisboa S'Ja 1)0 p. 100 de pr.
Oono-Moeda de 6,400 V. d!>,100
N. l.OO
Je 4,000 8,300
PbT I'alaces 1,720
CAMBIOS no da 51 de maio.
Piiata PetosColumnares 4,720
Meiicanes l,?2l)
miuda 4,500a 4,500
Moeda de cobre 3 por 100 de descont.
Descont de bilh. da Alfandega 4 por 400
ao mei. ,
dem de letras de boas firmas 4 e 4 e f,
'reamar do din I. de Junlw.
4. rt a 40 boras e ;>4 ni. da nianhj.
2, a II horas e IR m. dn tarde.
P1IASES DA LOA NO MEZ UE ABRIL.
Quart, ming. a I --as 4 horas e 32 m. da manb.
La Nora a 8 s 7 horas e 55 m, da lard.
Quart. creso, a 45 -- as 2 hnrss e 33 m da tard.
La chei a 22-- s 7 horas e 2 m. da lard.
IHAliO >E PERNAHBVCO.
AVISO.
yj Proprielario do Diario de Pernambuco
ro"a a lodos os seus assignantes de fora da ci-
dade, que receban as folhas por intermedio
de pessoas aqu moradoras, queiro tera bon-
dade de se fasercm inscrever na lista dos subs-
criptores na loja de livros da Praga da Inde-
pendencia N. 57 e 58 onde sero entre-
gues lodos os nmeros do Jornal aos seus
portadores com exaclido e pontualidade, ga-
nhando elles com isso o terem as folhas lim-
pas e nao amarrotadas e talvez sem inter-
rupges.
determinando-lhe em attengo ao que re-1 no precedente ollicio : remettendo-lhe algu-
PARTE OFFICIAL
LE. N. 98.
CONCEDE AO P. LAL'RENTINO ANTONIO M0REIRA
DE CARVALHO O ORDENADO QUE VENCA ANTES
DA REFORMA DO LYCEO.
O Baro da Boa-vista Presidente da Provin-
cia de Pernambuco. Fago saber lodosos
seus habitantes que a Assemblea Legis-
lativa Provincial Decretou e eu sanecio-
nei a Lei seguinte.
Artigo nico. O antigo professor de Geo-
metra do Lyceo o Padre Laurentino Anto-
nio Moreirade. Carvalho continuar a per-
ceber o mesmo ordenado que venca antes
da reforma do Lyceo, e da Lei provincial nu-
mero quarenta e trez.
FidO revogadas todas as Leis em contrario.
Mando por tanto todas as Aulhoridades ,
quem o conhecimento e execugo da re-
ferida Lei pertencer que a cumpro e fa-
i;o cumprir to inteiramente como n'ella se
conlem. 0 Secretario desta Provincia a faga
imprimir, publicar, e correr. Cidade do
Recifo de Pernambuco nove de Maiode mil oi-
toecntose quarenta e dous; vigsimo primeiro
da Independencia c do Imperio tsa Eslava o
o Sello das Armas Imperiaes = Bardo da Boa-
visla = Carta de Lei, &c.
presenlou o ex juiz de direito interino d'a-
quella comarca Joo Nepomuceno Xavic de
Mendonga participando ter sido sentenciado
apena ultima pelo jury do lugar o reo cabra ,
de nome Antonio e pedindo ordem para exe-
cugo d'esta sentenea que cumpra o que dis-
pe >> decreto de 9 de Margo de 1857, remet-
iendo presidencia copia da sentencia, acom-
panhada do relatoriodo juiz declarando to-
das as circunstancias do facto a lim de ser
encaminhada aogoverno Imperial na forma
do artigo 5. do citado decreto, do qual llie
envia um exemplar.
dem do da 21.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 20 DO CORRENTE.
Oficio Ao inspector da thesouraria da fa-
senda remetiendo as con tas da despesa fei-
a com o sustento de recrutas pelo ex prefeito
da comarca do Bonito, desde o primeiro de
Janeiro at o ultimo de Margo prximo passa-
do a lim de que, estando legalisadas, man-
de satisfaser a sua importancia ao capilo Jo-
zeda Silva Guimares segundo requesitao
mesmo ex prefeito.
Dito Ao referido ex prefeito communi-
cando o contedo no antecedente olficio.
Dito Ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes transmeltindo para
que mande abrir os competentes assentos a
liliago do corneta Manuel Ferreira da Costa ,
engajado para o segundo batalho da legio da
guarda nacional de Serinhaem em lugar do
corneta Manoel dos Reis, que foidemitlidono
dia primeiro do corrente por ter lindado o
lempo, porque se engajara; e ordenando, que
fga por as competentes notas nos assentos
d'este.
Dito Ao chefe interino da legio da guar-
da nacional de Serinhaem participando ter
dado a precedente ordem.
Dito Ao administrador fiscal interino das
obras publicas significando-lhe que po-
dando servir em certos casos a madeira velha
tirada das pontes do recife e affogados nao
tem lugar vendel-as como propoe em seu olfi-
o de 9 do corrente ; e que a faga conservar
em melhor guarda para que nao continu a
ser extraviada.
Dito Ao juiz dp crime de Garanhuns,
Olficio Ao juiz municipal supplento da
pri mei ra vara d'este termo, disendo que
fica scientede ter nomeido para servir inte-
rinamente como escrivo especial, d'aquellc
'uiso ao ex notario Luiz Francisco Correa de
trito o qual dever sol I citar o seu titulo ao
governo imperial, na forma da lei.
Portara Romeando em virtude do
6. do artigo 5. da lei de 5 de Oulubro de
1854 ao bacharcl Hcnrique Jorge Rebello
para exercer interinamente o lugar de juiz de
direito do cvel da comarca do Bonito.
Oficio Ao supramencionado bucharel,
remetiendo copia da portara antecedente, a
lm d". que passe quanto antes exercer as
funeges do lugar para que foi nomeado ,
como convem ao sorvigo publico debaixo do
juramento que j prestou.
Dito Ao commandante do cter = Es-
peranga de Bebiribe = significando em
resposta ao seu ollicio de 14 do mez lindo,
que pode desembarcar os marinheiros estran-
gcros Thomas Irus e Tyodores Leuden ,
que segundo informa completaro o lem-
po de seu engajamento.
Dito Ao commandante do patacho = Pi-
ra pama = ordenando que ponha dispo-
gao do administrador liscal interino das obras
publicas toda a podra de calgar que bordo
do patacho de seu commando conduzio da I-
Iha de Fernando ; c mande apresentar ao
chufe de polica da provincia os individuos
sentenciados que transportou da dita llha ,
onde cumpriro as suas sentengas e o reo
Miguel Antonio dos Anjos que tem de con-
cluir o lempo de sua sentenga na cadeia d'es-
ta capital.
Dito Ao chefe de polica da provincia,
communicando o contedo na ultima parle
do oficio anterior, e transmeltindo cinco au-
tos de vistorias feitas, na supracitada Hha ,
nos cadveres de quatro individuos que fal-
lecero no respectivo hospital, e de outro ,
que sucidou-se firn de que lhes de o con-
veniente destino.
Dito Ao commandante.das armas par-
ticipando ter ordenado que seja despedido o
destacamento de guardas nacionaes existen-
te na comarca de Na/.areth, e substituido pe-
lo contingente, que alli se acha organisado
para o batalho destacado continuando o
mesmo contingente ser commnndado pelo
segundo commandante de polica JoaqumJo-
zcPimentel que ao lente coronel do dito
batalho destacado dirigir os prets e re-
quisigo do que for necessario para o respec-
tivo fornecimenlo.
Dito Ao commandante geral do corpo de
polica intellgenciando-odcque osupracita-
do segundo commandante fica permanecendo
na referida coraarea na forma cima decla-
rada.
Dito Ao inspector da thesnururia das
rendas provinoiaes communicando ter ap-
provado a nomeagSo que fez a cmara mu-
nicipal do Pao do Albo do facultativo Sim-
plicio Lins Fontes para eacarregado da vacci-
na n'aquelle municipio.
Dito A' Cmara Municipal do Pao d'A-
Iho approvando a nomeagode que se tracta
mas laminas de puz vaccinieo e communi-
cando-lbe o contedo no ollicio supra.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
4.a SESSA0 ORDINARIA DE 8 DE MAltgO DE
1842.
Presidencia do Snr. Barros.
Comparecerao os Snrs. Costa Monteiro -
Mello Cavalcante, Mamede, Oliveira, Ricardo
do Reg, e Doutor Tavares ; faltando com
causa Jos mais Snrs. Aberta a Sesso e lida a
Acta da antecedente foi approvada. O Se-
cretario dando corita do expediente mencio-
nou os seguintes oflicios.
Um do Exm Prezidente da Provincia re-
metiendo urna Portara pela qual impunhaa
esta Cmara a mulla de 150*000 reis paga
prorata pelos Venadores Secretario e Pro-
curador por nao ter apprezentado as contas
da Receita e Despeza do anno lindo nem o
Orgamenlo do anno futuro. .A respeito do
que fez o Veriador Mello Cavalcante, a seguin-
te proposta : Proponho que esta Cmara
ollicie aoExm. Prezidente da Provincia dando
os motivos que levo para nao a presen lar no
dia 1. de Dezemhro o Ralango da Receita e
Despeza e orgamentodo anno futuro, a im
de que o mesmo Exm. Snr. a absolva da mul-
ta que llie acaba va de impor era Portara de
7 do corrente ; tendo o Veriador Oliveira fei-
loo seguinte aditamento. Devendo a Com-
misso de Polica fazer a representagao que
tem de ser dirigida a S. Exc. poisque esla-
va encarregada de apresentar o Balango e o
oreamenlo ; cuja proposta c aditamento fo-
ro approvados. **
Outro do mesmo Exm. Prezidente parteci-
pando haver approvadoa arrematago do con-
tracto da aferigo e reviso dos pesos, e me-
didas deste Municipio por tempo de um anno:
e quanlia de 2:170,> reis e das casas da Pra-
ca da Independencia ns. 25 c 24 por lem-
po de 5 annos e quanlia de 150* reis cada
anno : inteirada.
O Snr. Veriador Oliveira fez o seguinte re-
querimento : Bequeiro que se autorise a
Commisso de Polica para contractar com
Manoel Figueiroa de Faria a impreso dos
trabalhos da Cmara urna vez que nao teve
lugar o contracto feito com o Boma ; cujo re-
queriinento foi approvado.
A requerimento do mesmo Veriador deli-
berou a Cmara, que se officiasse ao Engenhei-
ro para fazer o orgamento do niyellamento
do atierro da Boa-vista.
O mesmo Veriador requereo que se olfi-
ciasse ao Exm. Prezidente da Provincia soli-
citando saber se esta Cmara poderia con-
tractar com oEngenheiro Boulitreau parase
encarregar dos trabalhos da Municipalidade ,
ou se isto era incompativel com o contracto ,
que o mesmo Engenheiro houvesse feito com
a Prezidencia ; cujo requerimento foi ap-
provado.
Outro oficio do Juis de Direito interino
marcando odia 50 do corrento para tor prin-
cipio a 1. Sesso ordinaria dos Jurados : ad-
diado.
O Fiscal da Boa-vista aprezentou o rellato-
rio das necessidades do dito bairro: inteirada.
Despacharo-se alguns requenmentos.' E
por ser dada a hora alevantou-se Sesso e
mandou-se fasera presente em que assignaro.
E eu Fulgencio Infante dAlbuquerque e Mel-
lo Secretario a escrevi. Barros Pro-Prc-
zidente Costa Monteiro Mello Cavalcante ,
Mamede, Oliveira Ricardo do Reg e Dr.
Tavares.
TRIBUNAL DA RELACE O'.
Sesso de 51 do p.
= No processo crime da queixa do vigario
do Cabo contra o doutor Casemiro Joze de
ssBsBBBS
Moracs Sarment como juiz interino de di-
reito do crime desta cidade escrivo Ban-
deira ; foi o denunciado absolvido do crime
imputado.
Os embargos do procurador fiscal da fazen-
da publica interino contra Bernardo Ferreira
de Loureiro na cauza de appellago civel es-
crivo Ferreira ; foro desprezados at por
serem segundos embargos.
a appellago crime do juizo da villa de
Campo Maior appellante o Juizo eappel-
lado Rento Freir, escrivo Jacomo ; se man-
dou remeter/) processo para o juizo compe-
tente.
Na appellago crime da villa (de Porto Cal-
vo das Alagoas appellante o juizo e appel-
lado Manoel Alvos Teiieira e oulros escri-
vo Jacomo; se mandeu remeter o processo ao
juizo competente.
Na appellago civel da cidade da Fortaleza ,
appellante a fazenda nacional, e appellados
Hcnrique Alves e Manoel CaetanoGovea se
julgou pela confimago da sentenga appel-
lada.
Na appellago crime do juizo de paz do 2.
deslrieto de Olinda appellante o juizo, e
appcllado o Reverendo Francisco Antonio de
Oliveira Roselles escrivo Jacomo se man-
dou remeter o processo ao juizo competente.
Na appellago civel do juizo desta cidade ,
appellante o juizo appellado Francisco An-
tonio tutor de menores/esorivo Posthumo,
foi julgada pela eonlirmago da sentenga re-
corrida.
Na appellago crime do juizo de paz da ci-
dade da Parahiba appellante o juizo e ap-
pellado o vigario Manoel Lourengo de Almei-
da se mandou remeter o processo ao juizo a
quem compete escrivo Ferreira.
Na appellago crime do juizo de paz do 4.
deslrieto do barrio de Santo Antonio appel-
lante o juizo, e appellados o juiz de paz Ma-
noel Correa Maciel, e o inspector Bento Go-
mes Pereira escrivo Ferreira se mandou
remeter o processo ao juizo competente.
REPARTICAO DA POLICA.
Parte das occorrencias do dia 28 e 29.
Foro presos segundo a parte dada pe-
lo commandante geral do corpo policial, em
o dia 28 pela primeira patrulha que ron-
dn na ra da Senzalla velha um America-
no por querer ferir a urna creoula com um
canivele ; e por outra patrulha da ra Nova ,
Manoel Vicente do Nascimento, por estar e-
brio ; foro ambos recolhidos cadeia : e no
dia 29 pelo subdelegado da freguesia do Re-
cife dois estrangeiros eoesrravo de nome
Antonio, este por furto d'um fardo de fasen-
da c ai piel les por briga e ferimento ; pela
patrulha de Fora de Portas o escravo Roi-
no, por espancar a urna mulher ; pelo sub-
delegado d'esta freguesia, Manoel Joaquim
Carlos Omena, por ser encontrado depois das
nove horas da noite em o quintal de urna casa
alheia ; e pelo subdelegado da freguesia da
Roa vista o portuguez Joze Marques por
se faser suspeito e os escravos Romo e
Mathias cujo crime nao menciona : e final-
mente que nesta cidade nao occorrera mais no-
vidade.
EX.TEIUOK.
LONDRES 2 DE ABRIL.
I'UPTUGAL.
(t Parece que os habitantes do sul da Euro-
pa andam sempre em busca de alguuia cousa
em que se ocupem. A Italia tem urna peque-
a cmeuto tiesta ou daquella naturesa u-
ma Yez por mez. Vcrdade que a origem
nem sempro se aprsenla como das mais su-
blimes; pois urna desordem por causa de qual-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


2
quer danzarina nova 03 attraclivos de um
pulichint'llo i) de aples as ligeircsas de
um politiqueiro de Roma sao sulficientes
para excitar os furores (tota povo excessiva-
nipnteseusivel to depressa cuino urna in-
vaso.ou urna revolucao. A Ilespanha lam-
bem tem ueste ultimo anno aprescnlado duas
commocoes de urna qualidade muito govcr-
uamental > e anda promelte urna oulra
quando se tratar de tirar as casas e tenas aos
ftades(que lisero voto de eterna pobres;)
obrigando-os a experimentar os ceitos da
mendicidade ou a traballiar honestamente
pelas suas proprias mos.
Mas Portugal parece ter ganho a palma
pelo que respeita a revoluces. Km seis an-
nos outras tantas tein havido eos partidos
acham-sc de tal modo contundidos que che-
gamos a ponto de nao ser possivel distinguir-
lhes a cOr. As mudanzas teem sido to repeti-
das que fora da nossa comprehenso o distin-
guir, se os individuos que se acho no poder
pertencem ao partido Constitucional ou ao
absolutista se sao Pednslas ou Miguelistas,
90 patriotas de 50, 31, r>2, ou se pertencem
aoutra qualquer sub-diviso se governao
bem, ou se seguem urna poltica errada se
sao leaes ou rebeldes da extrema esquerda
ou u juste milieu Similhaiite estado tem
certamente feilo andar a cabeca a roda a mui-
tos dos nossos compatriotas e n3o duvida-
mos que outro tanto succeda aos mais apu-
rados polticos d'entre o Tejo e o Douro.
Mas ainda que a lihcrdade de discutir
seja cousa magnifica pois sem ella nem po-
lticos nem palradores leriam seu nicho no
tempk) da fama julgamos que proporcao
que o patriotismo se eleva o publico se a-
bysma na pobresaque medida que oso-
radores prosperam os negociantes decahem
e que quando se chegar a alcanzar o Go-
verno mais perfeito possivel, teremos de
nos despedir do ultimo real.
As cartas de Portugal pinto o paiz n'um
estado brilhante pelo que respeita a liberda-
de, emiscravel pelo que respeita a modo de
viver__d-se patriotismo de graca mas o
pao est carissimo urna colheta nunca vis-
ta de saber e de discursos brilhantes, a par
de urna eousa que muito se parece com a fo-
me e a total estagnaco nos negocios de v-
nho fonte perene do pobre Portugal.
india.
0 Sul de Marselha d os seguintes porme-
nores acerca da derrota das tropas inglezas
no Afhaganistan :
A' datadas ultimas noticias da India nao
havia resto algum do exercito inglez em Ca-
bul. Depois da morte do enviado britannico,
Sir H. Macnahten assassinado nao por
Ukhar-Kan mas por um fantico da sua co-
mitiva oi assignada urna convenci, em
26 de Dezembro, pelo general inglez Elphms-
tone cuja morte nao foi verdade.
As tropas britannicas obrigaram-se por
esta convengo a evacuar o Affhaganistan ,
Chimne e Candahar. A retirada dos in-
glezes cometjou em 0 de Janeiro m direc-
cao a Jellalahad a 20 milhas de Cabul. Des-
de o primeiro dia a capitulado foi violada pe-
los insurgentes que a tacara ni a retaguarda.
0 terreno eslava coberto de nev e o exer-
cito forte ainda de 5,500 soldados e 6,000
escravos e serventes do campo ou guardas
de bagagens viu-se obrigado a passar por
uns desfiladeros para cuja defeza bastar-
an! alguns homens decididos ; mas abando-
naram a artilharia e as armas, e para cumu-
lo de desgrana a indisciplina declarou-se as
tropas nao se reconheciam os ofilciaes e
alguns forom al acutilados. Seis dias depois
da sada de Cabul s havia do exercito uns
500 homens. O doutor Brydon o nico eu-
ropeo do exercito de Bengala quechegou a Jel-
lalahad e que deu a noticia lestes desastres.
Tres indios chegaram pouco depois ; estes
quatro individuos, o pequeo numero de
pessoas que lcaram em refens as mos de
Ukhar-Kan eunsiOou 50 prisioneiros sao
os nicos que sobreviveram a um exercito de
quasi 6 mil homens c igual numero de em-
pregados, serventes &c.
Assegura-se que os prisioneiros silo bem
tractados, porem quasi impossivel acredi-
ta-lo em ra/.Ao das umitas crueldades que
soffreram. O Major Sale, que com manda
em Jellalahad, recusou-se a obedecer s or-
dens que linha dado o General Elphmstone ,
para que evacuasse o Peahaivar conforme o
que se estipulara na capitulado de Cabul.
Ukhar-Kan eslava perto de Jellalahad e oc-
cupava as alturas prximas cidade. Seria
muito diflicil que os Inglezes podessem sus-
tentar-so all.
O Times tic Bombaim recapitulando as
perdas experimentadas pelos Inglezes em Ca-
bul compara-as com as que soffreram as tro-
pas britannicas em Watcrloo. Resulta des-
ta singular compararlo que em Cabul o nu-
mero dos ofilciaes morios 6 de 125 ; em NVa-
lerloo foi de 105. Os soldados morios em Ca-
bul foram 5:500 ; em Watcrloo 1:556. Em
Cabul pereceram 6:000 empregados do cam-
pa em Waterloo nenhum. Tolal; em Ca-
bul morreram 11:625 homens ; em Water-
loo 1:641.
O mesmo jornal d as seguintes noticias da
China :
As noticias da China alcangam at 18 de
Janeiro. Nenhuma occorrrncia importante
tinha tido logar desde a tomada de Chusan e
Ch inghac. As forras bri tan nicas dispunham-
se para atacar Canto. Assegurava-se que os
Chinezes linham em Canlo tres ofilciaes en-
genheiros europeos e que se nolavam na
cidade e na beira-mar, preparativos de de-
feza que pareciam indicar urna tctica mui-
to diflerente da Chineza.
de administrado financeira econmica e
dirigida por bons principios css^s recursos
augmentarn todos os dias Assim a Porta
poder sustentar, sem inconveniente, os
encargos de um armamento passivo. Esta
armamento tem por fin: 1. previnir novas
revoltas as provincias em resultado de in-
trigas cstrangeiras ; 2. defender a integn-
dado do seu territorio ; 5. provar s poten-
cias europeas que a Porta asss forle para
manter sem
inde-
TLRQtiA.Conslanliiiopla 26 de Feve-
reiro.
Segundo o Correspondente do Morning
Chronicle em Constantinopla o seguite me-
morndum foi dirigido pela Porla Ottomana
aos seus agentes diplomticos as di Aferentes
Cortes cstrangeiras. Este documento pos-
to que tifio seja de urna provada authentici-
dade nao pode deixar de ser lido com in-
te resse.
A Porta Ottomana est fatigada desse
systema de submisso s opinioes muitas ve-
zes rvaes dos governos europeos, cujas exi
gencias desgracadamente tem ido muito Ion-
ce. tempo de ella ver por seus olhos e
de se governar por suas proprias mos.
Algumas reformas tem sido imprudente-
mente introduzidas no imperio turco. Estas
reformas feitas pela imitaco de usos e cos-
tumes europeos que nao podem convir ao
carcter, e usos dos vassallos do Sulto ,
tem produzido desagradaveis resultados. Por
este motivo o Governo est resolvido a dar re-
medio a este mal, e se enpenhar em resta-
belecer os antigos usos. Se a Providencia
tem determinado que o imperio ottomano pe-
reca melhorque elle acabe conservando a
sua individualidade do que sendo metade
ottomano metade europeo.
Assim as leis > e as instiluices maho-
metanas sero postas em vigor, com as mo-
dilcacoes que o proeresso da civlisaco tor-
nar necesarias. Esta resolucao nao pode
deixar de obter a approvaco das potencias es-
trangeiras porque conciba o progresso com
a ordem e a tranquillidade e d urna nova
garanta de forca ao imperio.
<( A Porta Ottomana nao atacar ninguem
sem provocado porm defender com ener-
ga os seus dire tos i ncon testa veis e este
systema augmentar a sua inlluencia externa,
e desconcertar os planos daqucllcs que per-
ten Jerem destruir a sua authoridade.
<( Tal o systema firme e moderado que a
Porta Ottomana se prope seguir a respeito da
Grecia Ella deseja ter com este paiz rela-
ces amigaveis ; mas nao lhe far concessAo
alguma e sustentar as medidas de precau-
co que tem adoptado em quantoas ques-
tes de poltica interna ou externa nao fo-
rem resolv.las. A Porta o melhor juiz do
que exigem a sua seguranca e tranquillidade
pertence-lhe o direito de vigiar pela inte-
gridade das suas fronteiras. Nao pode por-
tanto submetter-se ao desojo manifestado pe-
las potencias europeas de intervirem n'um
objecto que sdiz respeito poltica interior,
assim como essas potencias nao consentiran)
urna intervenco similhante da sua parte.
Esta observaco applicavel a todas as partes
dos estados do Sulto.
Pelo que diz respeito s ulteriores nego-
ciages da Porta Otlamana com a Grecia pa-
recera que as potencias medianeiras queriam
obter eondicoes mais favoraveis para este
paiz do que aquellas que foram estipula-
das n'um tractado cuidadosamente elaborado,
e assassignado pela Sublime Porta. Admit-
lindo que estas potencias estejam animadas
das melhores intences nao isso um moti-
vo para a Porta. O negocio da mais alta
importancia para ella ; necessario por con-
sequencia que ella se determine pelos inte-
resses da sua poltica e nao pelas combina-
ces das potencias estrangeiras. A magna-
nimidade e as concessdes do Governo Otto-
mano tem-lhe dado novos motivos de dissa-
bor. Continuar assim seria animar as per-
teneces do Governo Grego e nesse proce-
dimenlo haveria mais urna prova de fraqueza
da parte da Sublime Porta.
A Turqua rica ; possue recursos a-
bundantes. Sob a influencia d'um systema
auxilio estranho a sua
pendencia e a sua dignidade.
Quanto mais poderosa for a Porta tan-
to maior ser o valor da sua allianca aos
olhos das naces europeas. Importa que a
Turqua seja urna alliada prospera e poderosa,
capaz de defender os seus afilados c nao
forcada a recorrer a elles mais pequea e-
ventualidade desfavoravel. A existencia do
imperio turco essencial conservacao do
equilibrio poltico da Europa. E preciso
por concequencia organisa-lo vigorosamen-
te. Fraca e dependente a Turqua s pode
animar as intences hostis de seus amigos.
Pelo contrario forte e poderosa ella intimi-
dar os primeiros e ser til aos segundos.
He verdade que neste caso talvez a Porta pos-
sa inspirar sentimentos de rivalidade ; porem
a Porla deve seguir como regras do seu pro-
cedimenlo as indicages da sua poltica c
nao nao ceder s influencias do ciume dos ou-
tros gabinetes.
Qlianto aos assumptos da Syria a Porta
Ottomana pretende estar livre para o futuro ,
e reclama inteira justici pelo passado. Este
principio he applicado pelos seus alliados em
suas relaces polticas. Mais de urna vez a
Porta tem mostrado quanto est disposta a ce-
der aos conselhos dos seus alliados ; porem
ella nunca resolveu tomando posse da Syria,
submetter-se para governal-a a urna tute-
la estrangei ra.
Todos os gabinetes europeos sabem,q'a Por-
ta Ottomana concedeu aos seus subditos chris-
tos da Syria lodos osdireitos, vtagens, e pri-
vilegios compaliveis com a sua seguranza pes-
soal ; entretanto estes gabinetes tractando
nos seos Parlamentos dos negocios da Syria .
nao teem confessado este faci ; isto he injus-
to porque a Porla em razo das suas ins-
tiluices nao dispe dos mesmos meios de
publicidade que teem os oulros governos ,
e acontece por isso que as intences sao mal
conhecidas, c os seus actos mal avahados.
He necessario pois que a Porta Ottomana a-
dopte as medidas necessaras para obter que
se lhe faca justica e para poder reivindicar ,
em seu favor, os principios elementares a que
adherem enrgicamente as outras nacOes.
(Diario do G.)
CORRESPONDENCIA.
Dr.
Srs. RR. Convem-me fazer constar que
nao tenho parte alguma na publicado no seu
Diario de artigos que digo respeito ao Exm.
Brigadeiro Coelho Presidente do Ceara e
para isto quizera merecer-lhes o obsequio de
declararem quanto for possivel tal respeito
e sobre ludo si esses correspondentes ou in-
fluentes tem certa cathegoria e se sao Ba-
chareis ; pelo que Ihes licar muito obliga-
do &c. *
Urna s correspondencia tem sido publica-
da nestes ullimos seis mezes em nossa folha
essa he de um nosso amigo cujo nome tem
as iniciaes A. J. M. F. : quanto aos outros
artigos sua publicarlo tem sido em grande
parte de nossa espontanea vontade e outras
pedidas por pessoas que tem parentesco por
afllnidade com o Exm. Presidente do Ccar,
excepto urna que tem um titulo acadmi-
co estraHgeiro. He quanto nos parece suffi-
ciente para a justificado do Snr. *
Os RR.
E D1T A E S.
= Pela administraco meza do consulado
se faz saber que no dia 4 de Junho se bao de
arrematar porta da mesma administraco
duas caixas de assucar branco aprehendidas
pelos respectivos empregados dos trapixes do
Angello e Pelloirinho por inexactido das
taras ; sendo a arrematarlo livre de dispe/.as
ao arrematante. Meza do Consulado de Per-
nambuco 50 de Maio de 1842.
Miguel ArcanjoMonteiro d'Andrade.
Continuac'o da lista d >s J arados.
Joo do Reg Barros.
, Chavier Carneiro da Cuulia-
Tbeodorio daCiuz.
, Valenlim Vilella.
Dr. Jernimo Vella de Castro Tavares.
Justino /'creira de Finias.
Justiniano y/utonio da Foiicec.
Jenuiuo Joze Tovares.
Dr.,
Jo ge V ctor 7/erreir Lo|>e..
Juli) Jorge G.nr.alve.
Uncio Antonio Uorges.
> l'inno Cliavier.
, Francisco Pereir.i Dutr.
, Mnn >el Vigas
, Neri il f'onceca.
, d.)S eh C'ampello.
, Toleiilini le //igueredo. Lima.
Jacomo (ierald > Mara Lum.cl.i de Mello
Jauuario Aledri.ioda Silva Kabello Unce.'
Louranr.) Joie das Neres,
Luis yritcnio de Si^usir'
Vieira.
Cezario do Reg.
, da Cost i Porto-carreiro.
. de Fianca da Crux Ferreira-
* e Mello.
, Francisco ^aibalho
de Mell > Cavalcante.
, Ign.c.i /il.eiio /foina.
, Pi-es Fe-rrira.
, d P nho Jorges.
, Preira fap zo
(ion es ei reir,
da Veiga Pessoa.
Joze da Silva (iuima Ses.
Frai cisca Coirci Gomes d'Almeida.
Luis de Franca Muni lavares.
Leopoldo Jos da C >sta Aran jo.
Manoel vUes Guerra.
Ignacio de Oliveira Lobo.
Joe da Silva Biaga.
uartc Rodrigue.
Antero efe Souia /eis.
Joaqun Pedro da Costa,
da Fonceca Silva.
Ignacio de Oleira.
da Silva Teixeira.
Joze Martin ta Costa.
Antonio da Silva Molla.
Ribeiro da Cmz livcira.
Goncalves da Silva.
Joze Duarte.
Cardozo Ayres.
Goncalves d C u.
Luis" Goncalv**.
Joaquim Rarao Sil,
Joo de Amoiim.
de Sique ra 6"anpel:o-
Antonio de Je;us.
Camello Pires.
Cardozo da Fonceca.
Carneiro de Souza Lacerda.
Antonio Monteiro de Andr.i.le.
6'ncllio Cintra.
Eleutetio do /ego Bur*.
FeYn liamos.
Feneira a Silva.
, Autui;e. Villaca.
Feli| pe de i*'aria.
demandes (a Cruz,
/"'loiencio Al ves de Maraes.
/'igueira de Firia.
/<'rancico de IWoura.
, da Silva.
Goncalves Fcrreira e Silva.
Ifigeuio da Silva.
Joaquiro /'eireir.
, <;..mes.
, Pe eir L- l>o.
, Pa.choal Ramo.
Jzc Galvo.
, Lopes /fraga.
, Pereia.
, Teixeira Hastos
Ferreira de ^roeida.
Maiques Grangeiro.
Romo de Carvalho.
da Re cha Parankos.
', da Silva Ferreira.
, Jnior.
, Silvestre Ferreira.
, Luis Vires.
do Naseiraento da Costa Monten o.
, Zephinno dos Santos.
, Joze da Silva Guinares.
, /fernardino Monlenro.
, da Fonceca e Silva.
, Antonio Simoes do Aaral-
, Jouqulm de Oliveira.
, Lopes Maciel.
, Netlo de Souza Bandeira.
, Pacheco de Queiroga.
, Joze Martin Pereira.
, Peregrino da Silva.
, F.lias de Mouia.
, Moreira de Jezus-
, de muza Rapozj.
, Joze >iai lins Bibeiro.
, Joaquim Ferreira Jnior.
, Pires Ferreira.
, Cela no Soares Carneiro Monteiro.
, Rodrigues dos Anjos.
, Tliom-z /fodrijues Campcllo.
, Pereira Teixeira.
, Paulo Quintilla.
, Cvalcaule de /lbuquerque e Mello.
Tenente Coronel Manotl Antonio de ^Iroeida.
M.jor Maooel d'Azevedo do Mascimento.
, J?izerra do Valle.
Miguel ^rcaujo Moni, iro n'A drade.
, Antonio Pereira de Oliveira.
, Felicio da Hlva.
, Joze de .Imeida Pernambuco-
, Joze da Molla.
, yfllonso Ferrera.
, Art-anjo de Figuereilo .
Marcolino oncalves da Silva.
, Ferreira Calo.
Marcelino J>ze Lope.
, Antonio Pereira.
( Continuar-e-b. )
Dr.,
DECLARAQAES.
= 0 brigue Astral recebe a mala para o
Rio Grande do Sul hoje (1 ) as 4 horas da.
tarde.
MELHOR EX


0
s
= O Arsenal do Guerra compra porgSo de
covados de pao azul que seja proprio para
factura de capoles para a Tropa : quem o 1-
ver apresente-se cora amoslia na sala da Di-
rectora do dito Arsenal nos das I. e 2. do
corrente.
= O Arcon.al de Marinha tem precisSo de
comprar os ."guintes o1)jectos : travs de 28
palmos de <" imprmenlo s o polegadas de gros-
?ura cer.n ; Jilas tle 36palmos de compri-
menlo ditas >\e 44 ditos de dito e de 8 ditas de dita ,
dezo,,io ; ditas de 30 ditos de dito e de 8 ditas
de dita trinta e cinco ; ditas de 40 ditos de
jilo e de 6 ditas por 9 ditas vinte ; ditas de
30 ditos do dito e de G ditas de grossura, vin-
te ditas de 35 ditos de dito e de 8 a 9 ditas
de dita, sete: as pessoas que os tiver, po-
dem comparecer nesta Inspecgao tratar do
ajuste com o Illni. snr. Inspector. Secreta-
ria da Inspecgao do Arsenal de Marinha de
Pcrnambuco 28 de Maio de 1842. Alexan-
dre Rodrigues dos Anjos secretario.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
DESCARREGA" IIOJK 1. DE JIMIO.
Brigue Inglez=Mary Queen Of Scots = Lou-
Qt.
Galera Brasileira = Brasil ss Bacalho.
Brigue Porluguez = Feliz Destino = Pedras.
Barca Austraca ssj Robcrt sa Louga e car-
vfio.
Briguo Inglez = Terra Nova = Bacalho.
NOTICIAS COMMERCIAES.
Do Bolelim do Governo do Estado da India,
N. 51 do anno de 1841 se extrahiu para
conhecimento dos navegantes, oseguinte:
Avizo relativo ao Farol de rotaco na pona
de Agoada entrada da barra de Ga.
O novo Farol de rotceo, constituido so-
bre a anliga e colossal Torre do Facho da
Fortaleza da Agoada, na la ti lude N. 15,
29', 3t", elongitudeE. de Greenwich73,
48', 53", avisla-se a 12 milhas de distancia
sem se poder confundir pela regularidade
doseu movimento com alguma luz, ou es-
trella : a sua rotagao completa no esparo de
l.'i minutos sendo a metade deste espado de
Juz brilhante e a outra metade de eclipse.
'Quem demandar o Porto da Agoada pela
^arte do N. pode por a proa ao Farol se se
achar ao largo logo que este Ihe demore a
E. SE., nao devendo porem passar de 8 bra-
cas de fundo ; e logo que tomar esta sonda ,
deve deitar ao S. ate lhe ficar o Farol a E.
NE.; e entao pode demandar o Porto, com
pradeE. 4NE.
Quem vier do O. pode navegar dircitamen-
te ao Farol ato chegar s ditas 8 bracas de
luudo ; e chegando a ellas., e marcando co-
mo cima o Farol a E. NE. fazer o mesmo
rumo de E. 4 NE. para tomar o fundea-
douro.
Quem demandar o Porto viudo do S. deve
navegar com proa de N. NE. direito ao Farol
ate as 8 bragas, era cuja sonda deve prehen-
cher a marca do Farol a E. NE. para deman-
dar o ancoradouro como cima.
Marcages dentro do ancoradouro.
Farol N. ] distancia 1|4 mi-
Ponta da Agoada NNO.) Iha fundo 4
Gabo S.SE.] 112 bracas.
Farol .... N NE.] distancia 112 mi-
Ponta da Agoada N. ) Iha fundo 5
Gabo % SE. ] bragas.
Farol .... NNO.] distancia 1|2 mi-
Cabo .... S.SE.) Iha, fundo 4 br.
Farol .... no. 4 n] distancia 1 |2 mi-
Cap, des. Lourengo n 4 ne.) Iha, fundo 4 bra-
Cabo S. SE.) gas escassas.
N. B. A machina da rotago he construida
sobre a de um grande relojo que faz soar as
horas mui longe, vibradas por um sino de
bronze de 150 arrobas.
Eui officio do Encarregado de Negocios de
Portugal em Stockholmo, foi remetlida ao
Governo de Sua Magestade Fidelissima a se-
grate noticia relativamente ao eslabelecimen-
lo de um Farol na llha de Hallo, a qual se
manda publicar para conhecimento dos nave-
gantes ;
Avizo.
" A Administrago da R<-al Marinha faz pu-
blico para conhecimento dos navegantes,
que se est actualmente construindo um Farol
na llha de Hallo, situado na parte exterior de
Kungshamn no Scheren Septentrional da
Provincia de Bahus quatro milhas distante,
poueomais ou menos, do Farol Conductor,
situado em Saln na latilude N. 58, 20'.
50", e longitude E. da Illia de Ferro 29, 25',
45", ou 11", 16', 45" E. de Greenwich.
Este Farol que devei accender-se no lini
deste anno ou antes do 1. de Junlio do anno
prximo, he destinado a ser d<> espellio cir-
culante o lempo medio das luzes ser es-
sencialmente diferenledos do Farol de Murs-
tiand e em devido lempo se publicar a sua
descripgo c quando deve principiar a ac-
cender-se.
Para conhecimento dos Navegantes se faz
publico o seguinte avizo da Administrago Ge-
ral das ponles e calgadas em Franga relati-
vo ao
Farol da Pona de Chnuvau ( llha de R.)
Ficam prevenidos os Navegantes, que des-
de o. de Margo do presente anno em diante
accende-se fia luz xa no alto da torre lti-
mamente construida sobre os rochedos da
Pona deChauvau, na extremidado meridio-
nal da llha de Re em 40, 8', 2" de latitu-
do e 3', 5C\ 39" de longitude O.
O foco desle aparelho luminoso, fica 22
metros cima do nivel do praia-mar dose-
quinoxios.
A sua luz poder ver-se, em lempo claro ,
da distancia de 12 a lo milhas martimas, e
por consequencia avislar-se da entrada do Per-
tins de Anloche.
Este novo Farol n3o pode confundir-se com
a luz de porlo da Rochella ( feu de port) ,
por quanto este nunca se ver do mar, sem
que ao mesmo lempo se aviste o Farol de
Chauvau sendo por tanto mui fcil de dis-
tinguir pelas differengas de collocago e de
brilho.
A respeito da luz de porto da Rochella ,
cumpre observar, que ella se acha collocada
em urna posigo tal, que se evitam os roche-
dos de Chauvau e a eminencia do Lavardin ,
quando se governo de modo que aquella luz
de porto nao fique eclipsada pela torre da
Lanterne.
Torna-se necessario lecordar que, ha ja
um anno o cachpo do Lavardin he denota-
do de dia por urna torre pintada de branco
a qual excede dez metros o nivel do praia-mar
dos equinoxios.
CAMBIOS EM LISROA.
Em 28 de Abril.
Londres 53 3|4 por 1* rs. 30d. v.
54 .... por 90d. d,
Amsterdam 451|4D. por 400rs. 5 m. d
Hambr. 481|2e483|8l por 1* rs. d,
Trieste 455 D. por florim d.
Genova 525 L. por 3 L. n. d.
Leorne..... por 1 L. F. d,
aples..... por 1 Dd. d.
Pars 528 L. por3fr. 100 d. d.
Madrid..... porl P.deC. 15d.
Cdiz...... >
Vienna.....
mente no dia 5 de Junho o Brigue Escuna
NacionaJ Amalia Capito Estanislao Joze
Rodrigues tem nicamente praca para cem
barricas de assucar recebe passageiros e
escravos a frete : os pretendentes dirijo-se a
Machado & Santos na ra do Amorim ou
ao Capilo a bordo.
%j- Para Lisboa to 15 do corrente o Brigue
Porluguez Tarujo 1. pur ler a maior parte
le seu carregamenlo a bordo ; anda pode
receber alguma carga assimeomo passagei-
ros para o que tem muito bons commodos :
quem se quiser utilisar, dirija se aos Consig-
natarios Mendes & Oliveira ra do Vgario
D. lo, ou aoCapitado referido Brigue,
Manoel de Oliveira Franco.
Valor dos melaes
Objectos.
Pegas de 7*500 .
Ongas hespanholas.
Soberanos .
Ouro cerceado .
Dito em barra .
Patacas hespanholas
Ditas Brasileiras .
Ditas mexicanas .
Prala em barra 28
c papis de crdito.
Compra. Venda.
7*770 7*800
14*500 14*600
4*440 4*460
1*910 1*950
25 26
*92() *925
#917 *920
*905 *910
a28l|4
(Diario do G.)
MOVIMENTO DO PORTO.
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 31 DO P.
Trieste por Gibraltar 75das sendo do ul-
timo porto 31 dias Barca Austraca Gara
de 280 tonel. Cap. Raimundo Ragusin ,
equip. 15 carga farinba de trigo e azei-
tedoce : a N. O. Bieber& Companhia.
8AHIDOS NO MESMO DIA
Macei Baha e Rio de Janeiro Vapor
Brasileo S. Salvador Commandante John
II. Otten.
Baha 5 Brigue Brasileiro Lizia Cap. P. Jo-
ze de Oliveira carga diversos gneros.
Macei; Sumaca Brasileira Bom Jess dos
Navegantes Cap. Joo da Silva Porto ,
carga diversos gneros.
AVISOS MARTIMOS.
ssy Para o Cear o Hiale S. Antonio Flor
do Brasil prompto a seguir yiagem ; quem
no mesmo quiser carregar ou r de passagem
dirija-seao becoda Lingoeta n. 126 ou ao
mestre Henrique Joze Vieira da Silva.
tST Para o Maranho sahe impreterivel-
L E I L O E S
= A Senhora Viuva do fallecido Dr. Clas-
sen far leilo por intervengao do corretor
Oliveira da excelente mobilia que guarnece
o sitio da sua residencia no Manguinho pa-
pa-lerra sexta feira 5 de Junho s 10 horas
da manh3 ; e adverte-se que a grande va-
riedade dos objectos e o prego qualquer
que seja porque Berilo vendidos muito deve
convidar a concorrcncia dos snrs. arrema-
tantes.
%~r Lenoir Puget & Companhia fazem
leilo por intervengao do Corretor Oliveira ,
no scu armazem da ra da Cruz hojo Quarla
feira l.de Junho, de um grande sortiinenlo de
fazendas a saber : brins de linlio e de algo-
do para caigas vestidos de novo gosto, cam-
braias de gosto e padro chinez fitas, per-
fumarias bicos sedas de todas as qualida-
des, e urna grande porgo de miudezas.
AVISOS DIVERSOS.
= Sabe hoje luz o N. 18 do Carapucei-
ro que se acha venda no lugar do coslume;
assim como todos os outros nmeros desde
o!.
= As rodas da 1. parte da 10. lotera do
Iheatro tendo sido annunciadas para o da 11
de Junho corrento pelo presente se faz pu-
blico que ellas terSo seo empreterivel anda-
mento no da 7 do mesmo corrente mez.
= Manoel Joze de Rastos, cazado em Por-
tocalvo provincia das Alagoas e nella mo-
rador at 1853, e dahi em diante nesta
praga; declara ao publico que por aver outros
do igual nome de hoje em diante se assig-
nar Manoel Joze de Bastos Oliveira. -
= A commisso administrativa da socie-
dade Terpsichore convida aos srs. soci-
os para comparecerem hoje pelas seis horas
da tarde na casa da mesma sociedade a fim
de serem approvados os candidatos.
= Aluga-so um negro muito fiel sabe
cozinbar proprio para qualquer homem sol-
teiro ; quem o quizer dirija-se a ra do No-
gueira D. 6.
ss Osenhor Antonio Coclho de Mello Su-
r, daija-se a ra da Cruz N. 17, parase
lhe entregar urna carta.
= Precisa-e de urna ama que tenha bom
leite pagando-se bem annuncie.
= A irmandade das almas da freguezia do
Recife previne ao publico para que nin-
guem contrate as chaves da caza terrea da ra
da senzalla velha em que leve padara o de-
funto Antonio Maxado da Cunha visto que
a mesma irmandade s a pertende alugar a
certa pessoa com quem se axa comprometida.
= Percisa-se de dois ou tres mogos portu-
guez de dez annos para sima para serv rem
de feitor na agricultura em ura lugar desta
provincia muito saudavel e muito produti-
vo ; quem quizer dirija-se ao patio do Gamo
quina da ra de borlas D 1.
= Adverte-se ao sr. Vencelo Ignacio da
Conceigo que no prazo de oito dias contado
da data deste v tirar os seus pinhores na pa-
daria da ra direita D. 15, do contrario se
vendero para pagamento de principal e juros.
= A quem lhe faltar urna pega de fazenda,
urna jaqueta ainda nao concluida cujos ob-
jectos foro aprehendidos a um preto por se
suspeitar serem furtados : dirija-se a sub-de-
legatura da Boa -vista que dando os signaes
certof lhe se rao entregues.
= Arrenda-se um sitio na estrada de San-
to Amaro que vai para B-dem com grande
caza para 5 familias baixa para capim dois
viveiros ras de larangeiras ditas de ja-
queiras ilha de coqueiros e outros muitos
ps de fruleiras que com a vista se vero ; tam
bem se vende 5 vacas de leite, 2 garrotinhas,
e 1 garrote : na ra do Rangel D. 6 lado
do nacente.
= Arrenda-se um sitio na estrada do Ro-
zarinhocom boa caza esoto. bastante c-
modo para grande familia., muitos arvoredos
de varias quahdades, e cacimba com boa agoa
de beber : quem a pertender dirija-se a ra
do Rozaro estreila D. 26 que axar com
quem tratar das sete horas da manh at A
oito c das duas at as tres daMardc. Q;? 4Jfc
= 01. secretario da sociedade Nova Pas-
toril convida aos senhores socios da mes-
ma a compai icerem sexta feira 3 do corrento
as 9 horas da manha para reunio da socieda-
de e roga aos sis. socios hajo de nao falta-
re m.
; O primeiro secretario da sociedade
- Na tlense faz scienle aos senhores socios
que a sesso ordinaria de boje (1. de Junho )
pelas 7 horas da noite.
:= Prcci/a-se de loo* rs. a juros por dois
me/es pagando-se a 2 e meio por cento; hy-
potecando-se um moleque ou da-se firma a
contento ; quem quizer annuncie.
= juizde direito dal. vara do crimo,
Joaquini Nunes Machado entrou hoje em exer-
cicio e d audiencia na caza da ra do Li-
vramcntoN. 25 das 9 horas da manha as 3
da tarde.
= Desta provincia se retira Leonardo Gil,
natural de Santa Maria do Pranos em Galiza,
rezidente nesta provincia a 8 mezes vivendo
de criado no collegio de S. Antonio ; para a
provincia da Babia \ o para constar faz este
annuncio.
ssr Vendo a resposta dada pelo Sengor ,
da sociedade Nova Pastoril, a pergunta do
sbado 28 do passado outro socio tem a res-
ponder-Ihe qual o motivo de nao apresenlar
as con tas nos dias 29 e 50 do passado quo
se achava a sociedade reunida para esse fim
sendo o mesmo sengor convidado ; julgo
nSo serem os socios seus criados para estarem
a espera at as 9 horas da noite. Agora lem-
bro ao mesmo sengor quo quando recebeo as
contas nao foi de um socio mas sim da socieda-
de c a ella he que as deve entregar em ocasio
de reunio.
Um socio da mesma.
tiw Joze Teixeira Bastos subdito porlu-
guez retira-sc para Lisboa com sua Senhora
dous lillios e urna filha Picando sua casa do
negocio girando de baixoda firma de Bastos
Filho& Companhia, sendo a companhia Mar-
cos Joze dos Santos.
ssr Tomas Fras Cidado Boliviano, re-
tira-se para Inglaterra.
tsr Jo3o Antonio de Moraes, retira-so
para tora do Imperio a tratar de sua saude.
t^" Joze Tavares da Gama,Brasileiro, re-
tira-se para o Bio de Janeiro a tratar de seus
negocios.
= Joao Pereira de Carvalho e Cunha ,
subdito portuguez retira-se desta provincia
para o porto de Loanda.
Piorre Le Neveu; retira-se para fon da
Provincia.
= Aluga-sc o segundo andar do sobrado
da ra do Amorim : a tratar no Forte do
mattos, prenga de Carneiro Monlero.
= Quem precisar de urna ama para casa
de homem solteiro dando fiador a sua con-
ducta ; dirija-se a ra Nova loja de marci-
neiro junto a Igreja da Conceigo dos Mi-
litares.
= O snr. Joze Silverio da Rocha tem
cartas do Rio de Janeiro no Coeiho primei-
ro sobrado, passando a Igreja de S. Gon-
galo.
= Aluga-se um sitio na estrada do Pombal
com casa de vivenda, bastantes arvores de
fructo e Ierras para plantages : quem a pre-
tender dirija-se a ra do Livramento N. 12
primeiro andar, a Iratar com a sua proprie-
taria.
c? Manoel Soares deSouza Galvo con-
tador da Bellagao repele o annuncio que a
muito fez de ter-se mudado da ra do Rangel,
eque nos dias uteis podia ser procurado na
ra do Arago bairroda Boavista em cazas
da rezidencia do Escrivo Joze Affongo Gue-
des Alcanforado, hoje Escrivo Privativo do
Jury.
S2s" Peranto o snr. Dr. Juiz de Direito da
3. vara do Civel se hade arrematar no dia 4
do corrente Junho por ser a ultima praca ,
urna loja de louga na ra do Livramento,
penhorada a Luiz Antonio Gongalves, por
execugao de seus credores.
tsr Ofl'ercce-se urna pessoa capaz para en-
sinar em casas particulares a tocar pianno,
e por prego commodo : quem se quiser uti-
lisar dirija-se a ra do Fagundes D. 6 la-
do esquerdo viudo da ribeira das 3 horas as
6 da tarde.
tsr Quem annunciou no Diario de 30 do
p. p. querer alugar ou vender um preto pa-
deiro e official de gapateiro ; qunrendo tro-
cal-o por um molatinho de 12annos, que
tambem est aprendendo o officio de gapatei-
ro para se lhe voltar o resto do dinheiro que
for o preco do dito preto: annuncie.
I
|
XEMPLAR ENCONTRADO


fc i *r
4
~
PILULAS VEGETAES E UN1VERS.VES AMERICANA8.
Estas pilulas j bem conhecidas pelas gran-
des curas que tcm felto nao requeren) nem
dieta e nem resguardo algutn ; a sua com-
posigao tao simples que nao fazem mal a
mais tenra crianca : em lugar de debilitar ,
fortifico o systema purilico o sanguc ,
dugmento as secregoes em geral : tomadas ,
seja para molestia chronica 011 somenle co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
tem apparecido por nao deixar o estomago
naquelle estado de constiparn depois de sua
operaco como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a tomar e nao
causarem incommodo nenhum. O nico de-
posito dellas cm casa de D. Knoth agen-
te do authof: na rua da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
V Aluga-se a casa e parte do sitio per-
tencenle ao Exm. Senador Manoel de Carva-
Iho Paes de Andrade ; na estrada que vai pa-
ra a Soledade : os pretenden les dirijao-se ao
Corretor Olivcira.
= Manoel Antunes Villana em vista do
irrisorio annuncio da Viuva de Manoel Joze
de Medeiros langado no Diario de 27 do cor-
rente peloqual, (|uer a mesma enculcar-se
Credora do annunciante pelos documentos
graciosos que ajunlou a sua reconvenci a-
presentada ao libelo que corre pelo cartorio
doEscrivo Vasconcellos, be com efleito de
admirar quando alias ncnbuma prova a mes-
ma deu e nem aquellos documentos podem
ser jamis attendiveis como se acba demons-
trado nos autos-, e nio bavendo a mesma Viu-
va procedido o inventario dos bens do seu fi-
nado marido a mais de 0 annos ; e tendo o
mesmo em sua vida compromettido-se a pagar
a seus credores pelo compromisso claro ica
que aquella mencionada Viuva e seu Genro ,
nao pode dispor dos bens do cazal.
tar Precisa-se de um bom reinador de as-
sucr, pagando-se bom ordenado quem es-
tiver nestas circunstancias annuncie.
tsr O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico que deixou de ser seu cai-
xeiro desde o da 50 do passado Joze Anto-
nio de Amorim por conseguidle ica prohi-
bido qualquer recebimenlo feito pelo mesmo
Amorim. Joze Alves de Carvalho Porto.
tsr Alexandrina de Lima Albuquerque ,
professora Publica de primeiras letrasdo Bair-
ro de S. Antonio acba-se com aula aberta ,
os paes de familias, que tiverem de matricu-
lar as suas tilhas a podem procurar na rua
eslreita do Rozario D. 24 primeiro andar.
u- 1
de sobrado que
em algumas das
Becife
ecisa-se alugar
lenba
ras se
Vigario Cruz ,
um primeiro andar
alguns commodos .
;uintes : cadeia do
Collegio Crespo ,
Queimado e Cruzes; queni tiver annuncie.
tsr Alugo-se 5 canoas urna quecarrega
agoa c duas abertas urna carrega 1200
lijlos e a outra 000 : atraz dos Martirios
casa de 3 portas verdes.
tsr Alugo-se dons pretos que enteodem
de padaria para o Irabalbo da masseira : na
rua Direita D. 33.
O" 0 Sr. Teqente Joaquim Joze da Silva
Lisboa prximamente ebegado no Vapor do
Norte queira annunciar a sua morada que
se I tic deseja fallar a negocio que Ihe diz res-
peito.
tsr Lanternas com casiieaes de casquinha
e de vidro mangas bordadas lapidadas e
lisas aparelhos para cha de porcelana mui-
to fina chegada prximamente d9 Franga ,
galheteiros para azeile e vinagre de casqui-
nha e de pao copos para venda de contra-
melade athe duas garrafas tudo vende-se
muilo barato : na rua do Queimado loja de
louca D. 10.
E H M I T A G E .
tsr Nova fabrica de Joaquim do Reg Bar-
ros Pessoa em Apipucos para reinago de
assucar ao modo da Europa de varias qua-
lidades licores tinos, conservas alimenti-
cias, vellas, charutos &c. o deposito he na
rua da Cadeia de S. Antonio armazem do Sr.
Cardozo I). 4.
tsr Tomao-se escravas para se ensinar a
coser, bordar, fazerlavarinto
de 17 annos muilo fiel b bom na geni com
principio de alfaiale : na rua da Cruz n. *7.
tsr Bo'axa propria para escravos a I* rs.
a arroba : na rua Direita padaria 1). 10.
tsr Unta escrava de naco de 24 a 2o an-
nos sadia lavadeia de sabao e varrella ,
e propria para todo o servigo : na Boa vista ,
rua do sebo casa terrea que tem sotao.
tsr Um sobrado de 2 andares e sota o na
rua de Agoas verdes : a tratar na rua do Li-
vramento botica D. 11.
tsr Dous casaos de rolas da India ambas
com filhos pequeos por prego commodo :
na rua de Agoas verdes D. 35.
tsr Duas cabras pretas milito boas leitei-
teiras que dao urna garrafa de leite diaria-
mente urna parida a 15 das com dous ca-
britos e a outra aparir por instaules : de-
fronte da Matriz di Boa vista D. 41.
tsr Urna casa terrea na rua da Boda des-
taCidade D. 25 : a tratar na rua das.Trin-
xeiras loja do sobrado n. 19.
100 pecasdo cunho velho : na rua de
Borlas D. 35.'
OT Manteiga ingleza superior a 560 e
040 a libra passas a 200 rs. cha isson su-
perior de caixa grande a 2*400 a libra ,
azeite doce a 640 a garrafa sevada a 100 rs.
tapioca muilo alva a 140, chourigos muilo
novos a 500 espermacete de 5, 6, e 7 em
na rua das Larangeiras venda
linho
Augus-
c lavar de sabo e varrella ; na rua
ta casa de urna porta e duas janellas envidra-
gadas defronte dosobrado que se est fazendo.
ss- Precisa-se de um cont de reis by
polhccando-se urna grande morada de casa
em linda pelo tempo de 2 annos a qual
propriedade athe se vende, com muitas agra-
daveiscondiges para o comprador por ser
ella excellente ; quem pretender annuncie.
C O M P B A S
tsr Os Srs. assignantesdo Universo Pit-
toresco podem vir receber os n. 15 e 15 do
mesmo na rua da Cruz D. 22.
sr- Precisa-se arrendar um sitio que seja
nos seguintes lugares : Bozarinho Allictos,
e Cruz de Almas que possa admitir at 5
vaccas com pasto dentro do sitio ; quem
tiver annuncie.
ty O abaixo assignado procurodor bastan-
te de D. Maria Antonia da Conceigo faz sa-
ber aos Srs. arrematantes do imposto do ca-
pim que no seu sitio no Manguind nao
vende mais capim. = Manoel Joze Lopes
Braga.
cy O Sr. Miguel Martins Costa Bibeiro ,
queira annunciar sua moradia para se lhe fal-
lar ou dirija-se a rua do Vigario em casa de
Lima Jnior & Companhia para se Ihe entre-
gar urna carta.
tsr Da casa n. 8 da parte do nascente na
rua do Collegio cabio a rua de urna janella ,
sabbadoa tardinha um caitat ou porco
do matto pequeo anda com una correia de
duas fivellas ao pescogo e um pedago de cor-
rente do ferro ; quem o achou leve-o a casa
a cima que se Ihe dar de achado o valor do
bicho.
tsr O Thesoureiro da Sociedadc Theatral
Philo-Thalia ( outr'ora Recreio & Inslrugo )
avisa aos Srs. Socios da mesma que princi-
pia hoje a destribuir os bilhetes para a re-
cita de amanh na sua casa rua da cadeia
velha n. 1. guardada a disposigo do 6 do
art. 11 dos Estatutos.
cr Precisa-se de um caixeiro de 12 a 10
annos : na rua larga do Rozario botequim da
cova da onga.
s~y A Dirego da Sociedade Theatral Philo-
Thaha avisa a todos os socios e mais pes-
soas que se julgarcm credores a SocicdaJe ,
apresentem todas as suas contas no prelixo
praso de 5 das para serem Iegalisadas e
promptamente pagas na ruadoRangcl D. 17
no segundo andar.
ar Os Srs. Joze Antonio de Amorim do
Valle Porto e Joaquim Bogerio de Souza
Basto, queiro procurar cartas de sua fami-
lia em casa da residencia do Exm. Snr. Dez.
Tbomaz Antonio Maciel Monteiro.
Escravos de ambos os sexos prefe-
rindo-se athe 10 annos com habilidades ou
sem ellas : a bordo do Brigue Brasileiro Pa-
quete de Pernambuco, fundiado ao p das es-
cadas do passeio ou no forte do Mallos, casa
que faz quina com a rua da Lapa a tratar com
Leopoldo da Costa Araujo.
tsr Qualquer animal recen temen te mor lo,
a saber passaros e quadrupedes menos ani-
maes domsticos, bem como cavallos caes
de. ou galinbas, penis e patos, pois estes
nao se querem para em palhar : na rua do
Collegio D. 8, e no atierro dos Aflbgados de-
fronte doviveirodo Muniz em casa do admi-
nistrador do Correio.
vsst" 0 segundo volume da novella de Aflbn-
go de Lodive : na loja franceza da rua do Ca-
bug que faz quina para a das Trincheiras.
tsr Para fora da provincia mulatas creo-
las e negras de nagao com prendas ou sem
ellas de 14 a 20 annos e negros da mes-
ma idade sendo de bonitas figuras ; no be-
co da Boia perto do forte do mattos pegado
ao sobrado do Sr. Bellem das 10 as 5 horas da
tarde.
VENDAS.
er Decreto n. 157 de -4 do corrente mez,
que altera as leis e instruges das ElleigOes ,
prego 100 e reunida toda a legislago sobre
elleiges a -400 reis : na praga da Indepen-
dencia loja de livros n. 57 e 58.
nr 'laxas de ferro coado e balido em bom
sortimenlo, assim como algumas ferragens
mais para engenhos : na rua do Vigario n. 7.
tsr Dous escravos ainda bugaes, por pre-
go commodo : na rua do Vigario n. 7.
** tsr Excellentes maquinas para fazer esf
fcilmente e com asseio : na rua do Quei-
mado loja de ferragens D. 18.
tsr 5 pipas de agoa ardente de 20 a 21
graos por prego commodo : na rua da moe-
da n. 151.
tsr Erna negra perfeita lavadeira de sabo
e varrella : na travessa do Bozario D. 12.
tsr Vende-se ou Iroca-se por urna escrava
moga que saiba cozinbar, e engommar urna
negra moga de bonita ligura que tem prin-
cipio de cozinha : na loja da quina da rua do
Crespo que volla para a do Queimado.
cr Urna carroca e boi filho do pasto ,
e mango : na rua eslreita do Bozario D. 26 ,
das 7 as 8 horas da manh e das duas as 5
da tarde.
tsr Espermacete superior a 720 a libra :
na rua do Queimado loja de miudezas D. 11.
tsr Urna venda com poucos fundos na rua
do logo D. 10 : a tratar na mesma.
sy Em escravo pardo do bonita figura ,
libra a 720
D. 8.
tsr Urna casa terrea nova na rua nova
dos Prazeres a ptimeira que fica detronte do
sobrado do Sr. Gadault onde hoje he cole-
gio de meninas : na rua do Collegio D. 5 no
segundo andar por cima da botica.
tsr Quejos londrinos presuntos inglezes
para fiambre conservas de differentes qua-
lidades por prego commodo : na rua da Ca-
deia venda de Joze Gongalves da Ponte.
tsr Panno de linho em pegas de 18 varas,
e algumas bandejas de gosto moderno que
se vendem por prego commodo : na rua da
Cruz D. 25 casa de Hermano Mehrtens.
tsr Em excellente chronometro do author
Murray & Stracham por prego commodo:
a fallar com Leopoldo Joze da Costa Araujo a
bordo do Brigue Paquete de Pernambuco fun-
diado ao p da escada do passeio ou no forte
do Mattos na quina da rua da Lapa no segun-
do andar.
tsr Sebo em rama superior as arrobas,
e carne secca propria para fabrica muito em
conla ; a bordo do Brigue Brasileiro Paquete
de Pernambuco fundiado ao p das escadas do
passeio.
N tsr Chitas fiwasa 120, 140, e 160 o cova-
do, cassas de llores de cores a 200 rs cam-
braias de llores a 520 a vara mantas de fil
de linho bordadas de cores a 2j brim tran-
gado branco para caigas a 52o a vara cassas
de lislras de cor a 80 rs. o covado xadrez
largo de cores a 12o dito brim trangado de
listra a 400 a vara peno de palha da India a
160 o covado castor para caigas a 240 dito ,
longos de cassa de quadros de cores c flores
tecidas a 200 rs., riscado do bom lom a 200
rs. o covado, chilla azul em retalho a 100 rs.
dito lilas tinas em retalho a 24odito pes-
sas de ganga azul da India de 14 covados a
640 grvalas de cores a 240, cambraias bor-
dadas de la a 400 a vara lengos de garga a
120, pannos finos mais baratos do que em
outra qualquer parte assim como outras
muilas fazendas por prego muito baralo : na
rua do Crespo I). 12 loja de Manoel Joze de
Souza & Companhia.
tsr Erna escrava cabra de bonita figura,
cose chao engomma bem sem vicios de
22 annos com urna cria macho muito luzi-
da com 9 mezes de idade, vende-se por pre-
ciso : na rua por detraz da Igreja dos Mar-
lirios casa que faz quina no beco que vai ter a
mar que tem defronte o lampiao.
cy Em mulato de 28 a 50 annos proprio
para pagem e perito oflicial de sapateiro :
na rua Nova D. 9;
ey Em preto bom pescador socador de
assucar, e proprio para lodo o servigo : na
rua de Apolo casa junto ao theatro.
= Sal do Ass : por prego commodo a
bordo do Brigue Tentago: a tratar com o Ca-
pitao ou com Eermino Joze F. da Boza; na
rua da Moeda D. 140.
= Tres pares de castigaos de casquinha fi
na lavrados sendo o lavrorem prata, dous
pares de jarros grandes de llores e urna col-
leco de oito quadros grandes com a moldura
lavrada ; tudo de muito bom gosto e com
pouco uzo e um guarda-roupa : na rua da
virago caza de marcineiro.
= Barricas com farinha Americana di-
tas com dita, farinha de mandioca, condecas,
macolla, sevada, pilulas da familia, barris
com pregos ripates ditos com dils balel
grandes e pequeos almofagas chapos
de braga macos de mcias de nnlio gai.
Iesde palheta, rendado dita barris com
tinta em massa verde c azul resmas do
papel bollandez, remos para escaler tudo de
superior qtialidade e por prego cmodo : na
rua estreita do Bozario D. 11.
= Acha-se venda na loja do Bom Bara-
teiro de Guerra Silva & Companhio na rua
nova D. 6 os seguintes objectos : lindas
sedas de todas as qualidades para vestidos do
sra., chales de seda mantas do ultimo gos-
to chapos de seda para sra. lindas flore
dedillerenles qualidades, loques de papel
ditos de seda, lindas fitas de todas as quali-
dades metliodos para flauta ditos para pia-
no flautas d'ubano de 4 chaves de prata ,
ditasde buxo de 4 ditas, dilasdeuma vio-
los muito ricos com as suas compelentes
caixas ditos mais ordinarios rebecas finas
e ordinarias ricas clarinetas d'ebano com
chaves de prata ditas de buxo cornetas a
5 pistons pralos para msica militar me-
didas para alfaiate de umi nova invengao
superiores candieiros para cima de meza, do
ultimo gosto castigaos de casquinha e de vi-
dros de differentes modelos, superiores ben-
galas de balea e de outras qualidades lanler-
nas de casquinha, e cristal 'ricos jarros com
llores candieiros de todos os modelos pro-
piios para estudantes livros em branco pa-
ra escripturago mangas de vidro de diffe-
rentes gostos papel para forrar sallas, o
verdadeiro purgante e vomitorio de Le-Boy ,
superiores cafleteiras de fazer cafle pelo di-
minuto espago de cinco minutos obra de nova
invengao lindas bandeijas de di Arenles gos-
los e tamanbos envornisadas bules de metal
do principe ricos estojos de navalhas com os
scus competentes aparelhos ricas caixas com
superiores tintas finas para desenho, e outros
muitos objectos lindos e do ultimo gosto.
tsr Dois molecotes de nagp, idade 16 an-
nos, sem ycos cozinho bem, um dito idade
15 annos una mulata e urna muleca re-
colbida com habelidades, urna parda idade 50
annos, engomadeira e cozinheira, 2 escravas,
e urna molecota idade 15 annos, um pardo mo-
go bom carreiro um dito bom pagem um
dito otimo servenluario de urna caza por 450*
reis, um escravo idade 50 annos bom padeiro,
um dito para todo servigo ; na rua d'Agoas-
verdesD. 58.
tsr Erna prela de 20 annos de bonila fi-
gura olima cozinheira costureira de cortar
e fazer carnizas de homem e vestidos de St-
nhoras ; faz mui bem lavarinto 2 ditas com
boas habilidades 2 prelos bons para todo o
trabalho, tanto da praga como do campo, 1
molatinho de 18 annos, bom servente de urna
caza e bom pagem urna molata de 40 an-
uos boa ingomadeira e cozinheira prc-
pria para ser ama de urna caza por ter bons
costumes ; na rua d'Agoas-verdes D. 57.
ssy Erna morada de caza terrea mui bem
edificada no atierro dos atlogados junto as
cazas que fora de Antonio Luis Bibeiro de
Brito, urna frasqueira de frascos brancos mui
bem arranjada, e\ima caixa de amarelo gran-
de ; na rua Direita D. 58.
tsr Erna venda muito boa, com 4 portas do
frente, e 1 para o beco na rua d'Agoas-ver-
des ; a tratar na mesma.
ESCRAVOS FEGIDOS.
tsr Fugio a lempos, a Joaquina Roza (pre-
ta Gege ) da Babia um escravo de nomc An-
tonio nago Gege carpina de idade de 20
annos pouco mais ou menos orelhas viradas
para dentro, signaes miudos pelo rosto, e um
grande na testa alto e magro consta que
anda nesta Provincia ; quem o pegar leve-o a
caza de Antonio Francisco da Costa na pra-
cinha do Livramento que receber degra-
tiiicago 50* reis.
== Boga-se aos snrs. encarregados de Po-
lica capitaos de campo e pessoas particu-
lares aprehengao de urna negra de nomo
Joanna gento de Angolla estatura alia ,
grossa do corpo, representa mais de 40 an-
nos de idade, cor fula falla muito explica-
do falta-lhe denles na frente pernas e pez
grossos que parecem enxados ; o qual sabio
para o engenho Muguahipe, levando um pe-
queo pan--icum com algumas couzas. e ves-
tido urna saia de melni preto, carniza com
cabego de cassa do quadros: de prximo foi
encontrada em os logares de Bemedio Pra-
zeres e Caxang e traz una carta com subs-
cripta a D. Joaquina Violante Veloza de Azc-
vedo : queirao por bondade leval-a a rua da
cadeia do Recie N. 12 segundo andar on-
de sero generosamente recompensados do
trabalho.
RECIPE NATYP. DE M. F. DE F. =1842,
MELHOR E)


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