Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04647


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Full Text
Anuo de 1842.
Sbado 7 '1 T-JI III II |l|l, | | ajpj
ludo tora dbpaade nos tnesmoa ; <1 nnssa prudencia, nMlerai.fio, eenercia : n-
inuemes como principiamos, eseremos aponlailos con admiraran entre as Narfs mu
calla. (Proclamarlo ra As>eml>lea Ger.l PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Paraiba, e Rio ;rande do Norte, na secunda e sexta feira.
Rnmio e (iar.inlmna. a 10e?4.
Cabo, Serinhaem, llio Frtanr.o, Porto Caito. Maceio, c Alampas no 1 U, 21.
Paje 43. Sanio Ani.'io, quinla feira. Olinila lodotes das.
DAS da semana.
2 S#(f. a. Atnanaiin B. Cluao. And. doJ. de T). da 5. y.
3 Tero. Insrnciin d* aanla Crm Rodopiano M,
\ Quart. s. Mmica m.ii du Agostinao. Chae. Aud. do J. de D. da3. v.
5 Ouint. -r- Assrne-lo do Sr. Conrerso de s. Asostinlio.
(I Mi. Jo i., muta portara Latinam. Aad, d'> I.ds. da 1. t.
7 Sr>. a. Estanislao B, M. And. do J. de D. da 3. y.
8 Bu*. Appanco de S. Miguel Arckanjo
Aitao XVIIJ. N. 88.
O Diario puhiica-se Indos os das quinlo Corea Santificados n prero da aaiinalBra ha
o iros mil reis por qtiarte! payo minutados. Os anaranc......lea isaignante* sao inseridos
c:ii. eos ilo dirigidas >-sia 1 rpojrafia ra das Ciuies }). 3, ou ,i praa da Independencia loja de litros
Numere 37 e 38.
CU!!;IOS ira ni 6 de Majo.
Cambio sobre Londres 2H d. p. ',' .
h l'ans o4 reis o. franco.
N u Liaba* M)a 1)0 p. lu d* p
Ooao-MoeiladeC,40U V
de 4,oau
FuATi-Patacoe*
PlUfa- PeiorColnuinares l.iSO
Mexicanos J.liSU
Kittfla 1,440 a 1.46U
15,000 Moeda de cobr 3 por 100 di disiento.
li.'JOO Oisconlude bilh. da Alfand-- 1 por 109
iS,2! ao raex.
4 ,f'S!) Iderr, de letras de boa* firmas le ale,.
Precintar do ttia 7 dt Main
1.a a 2 horas e fi ni. da nan!ii.
2. a 2 horas e 30 m. da larde.
loart. min^.
1-ua Nora
Quarl. cresc.
La eheia
IMUSF.S DA I.CA KO Y1K7, DE MAIO.
a 1 is 10 horas e JS ni lia mnnh.
a 10 s 0 horas e IfT ni da mnnh.
a 17 -- as y luir.-is e 42 ni. da niajili,
a 21-- lis 7 hura* e 21 m. d* ir.anh.
I
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE 0 D!A 26 DO PASSADO.
OTicio Ao commandante das arma*, par-
tccipando-lhe que a bordo do vapor =S.
Salvador ;= ehcgro os cinco oliciaes cons-
tantes forme a partecipaco do Exm. Sur. ministro
da guerra em avizo de 14 do corren te a fim
ilc serum empregados no batalho provisorio
desta provincia caso sejo aqui precisos os
seos servigos fazendo seguir para o Cear os
que nao forem necessarios.
DitoAo engenhiro L. L. Vautiiier,
conimunicando-lhe, que a presidencia appro-
vou a mudanga que he conveniente fazer na
estrada de Parnameirim corn as condieces
supplementarias, que Ihe Torio a presentadas
com seo ollico de 23 do corren te e que a
tul respeilo tem expedido as convenientes com-
municaces.
Dito Ao inspector ge ral interino das o--
bras publicas coinmunicando-lhe o cunleu-
do no precedente fllcio.
Igual coinmunicaQao foi encaminhada ao
administrador fiscal interino das ohras pu-
blicas.
Dito-A' cmara municipal do Recite ,
signilicando-lhe que nao temi no seo olfcio
de 21 do presente mez em que reme.Uco as
informacoes exigidas pela Assembla legisla-
tiva provincial, sobre o impreslimo autorisado
pela lei n. 4o informado em que data fez o
contracto cujas condicoes mencionou neni
se estas foro celebradas em consequencia de
nao ter a presidencia approvado o i. contrac-
to ; cumpre quedo ludo d" ihformaQo cir-
cunstanciada para ser presente mesma as-
sembla.
Dito A' mesma significando-llie que
para ser dada a approvaeao do contracto cele-
brado entre a mesma cmara e Antonio da
Cunta Soares Gumaraes sobre a compra das
cazinhas sitas no largo de palacio, era injis-
pensavel que unisse ao seo olllcio de 21 do
correnle em que solicitnu a mesma appro-
vaeao urna copia aulhenlica das condieces
respectivas nao s para que a presidencia
tivesse dellas um explicilo conhecinicnto, mas
tambem para que fusse sciente da data em que
se islo fez, como porcm assim o Di pralcou,
ese limitou a pedir a approvaeao docontracto,
cujas condieces se aciavo no corpa de um
outro otficJo que linha de ser remeltido
assembla legislativa provincial em conse-
quencia de requisis^ao desta ; cumpre que re-
meta secretaria a mencionada copia au-
thentica icando na intelligencia de que as-
sim o de ver fazer sempre que para casos
idnticos se dirigir presidencia.
COMMAND DAS ARMAS.
CONTla'AQA" DO EXPEDIENTE DO DA 26
DO PASSADO.
Oflicio Ao Exm. presidente, rcmetten"
do-lbe competetitemente informado o reque"
rmenlo do 2. tenente Jos Joaquim d'Oli"
veira que pedia o abono de Irez me/es de
sidos adiMilados, para occorrer as suas des-
pezas, e transportar-se ao Rio Grande do
Sul.
DitoAo Exm. commandanle das armas
c presidente da provincia do Cear commo-
nicando-lhe que em ordem do dia ele boje li-
nha feilo publicar a sen tenca proferida pela
junta de justioa contra o 2. cadete Tilo
A. d'Albuquerque Porto-carreiro a fim de
que fosse executada. e remettendo-lhe o pro-
cosso, poj iiivoiver a scnleuca do furriel
Manoel da Cunba Misquita pedia esclareci-
meutos acerca da guartiigo a que ora peilen-
oia o dito cadete.:
Dito Ao inspector da thesonraria re-
quisilando nova guia do altares Manoel Joa-
quim Madureira que se acbava em servido
no Rio Grande doSul,.ou copia da que ja
se Me passou e fui extraviada.
Dito Ao mesmo. conimonicaiido-llie. quo
o coronel Jos Thomaz Henriquos linda de
prestar cuntas dos 14:000,91 doris, que re-
cebera em jullio de 1850, para pagamentos
adiantadosdo batallio que condusio pro-
vincia do Maranho.
Dito Ao juiz de direito interino da 1.
vara do criine remettendo-lhe o processo ver-
bal feito ao cabo d"arlil!cria Claudino Jos
de Mello pelo crime de ferimento ao seo ca-
marada para ser presente ao tribunal dos
jurados, visto ter decidido a junta de jusli-
ca que o crime era civil e como tal devia
delle st tomar conhecimento no competente
foro.
DitoAo capitao commandanle du com-
panhia d'arlilices ordenando-lhe que se
entendesse com o director do ar-enal de guer-
ra acerca do faruamento e corrame que
linha de ser Cornee do sua companhia, cujo
fardamenlo, e corrame devia de ser feito
pelos alfsiates e correeiros da companhia.
DitoAo capitao commandanle interino
do 3. batalho d'artillieria a p. remettendo-
lhe para que fossein archivados os proces-
aos vorbaes dos reos, 1. cadete Jofio Evaristo
Velo/o da Silveira, e parlicalar 2. sargento
Joo Carlos Tavares cujas senlen^as ioio
hoje publicadas em ordem do dia.
CircularAos commandantesdos bata Hules
3. d'artillieria, provisorio, guardas naciouaes
destacado companhias de cavallaria artfi-
ces e deposito mandando licar sem effeito
o disposto na circular de 28 de fevereiro ul-
timo acerca da entrega dos mappas ao com
missario fiscal do ministerio da guerra no
acto das revistas de mostra devendo-se so-
menle entregar alem das relacoes d'altera-
Pessoa do 5. batalho d'artillieria a p, I quaes foro arrematados, produsmjo liquido
em servigo no Rio Grande do Sol. a quanlia de 6^320 rs. que entregara ao
Dito Ao coronel Jos Thomaz Ilennques, procurador para entregar a connnisso do
ili/.endu-lho em resposta ao seo o'Iicio de 2.') liOS| lal decaridade : inteirada.
do correnle que o podia dirigir theaoura-j \ commisso de petiees apresentou o "seu
na e prestar cuntas dos i4:00()j de reis,
(pie em jullio de 1839*, recebera para paga-
mentos adiantados do batalho que condu-
sio provincia do Maraidio.
DitoAo capitao commandante do forte
do Buraco aulhorisando-o a proseguir nos
concertos do mesmo Forte e dando-llie a
este respeilo os devidos esclarecimenlos.
Dito Ao lente coronel commandante
do batalho provisorio, remoltcndo-lhe o
processo verbal do reo soldado Goncalo Jo-
s cuja seu tenga fbra publicada boje em
ordem do dia.
Dito Ao commandanle interino do 3.
batalho d'artillieria, remettendo-lhe as guias
do sargento quartel mestre Jos AI ves Mo-
reira e soldados Manoel Gomes e anuario
da Silva Fraga para em vista dellas orga-
nizar a con la do que so Ibes devia envian-
do-a em triplcala secretaria militar, para
Idr conveniente direceo.
Dito Ao capitao commandanle da com-
panhia de cavallaria authorisando-o a con-
tinuar com os concertos do respectivo quartel.
DEM DO DIA 28.
Dito Ao Exm. presidente, rcmeltendo-
Iho aconta do que se eslava a deverde fal-
damentos ao cx-sol.Iado Jos Ramos d'Oli-
veira, da companhia d'arlilices, e rogando-
ihe a ex pedicelo de suas o'rdcns para que
fosse dita confal satisfeila pelo arsenal de guer-
ra por onde fornecitlo o farda ment da
referida cmipanhia.
Dito Ao mesmo F.xm. Snr., signiican-
do-lhe que no batalho de guardas nacio-
naes destacado, existio praeas que temos
precizos requisitos qmra servirem na quali-
goes, e mappa que anteriormente SO COStu- jdade de cadetes, o perguntando s^i estando
mava dar, urna ndacflo dos docntes tfssigna-1 como esl este batalho sujeitoao mesmo re-
da pelo respectivo facultativo, ou pelo com- i gulamento \ e disciplina da tropa de linha,
mandante do batalho ou companhia on-j podio taes pravas darein suas juslilicacdes,
de nao houver cirurgt-o. Tambem determi-
nava que as obse vac/ies das destacados ,
ou em diligencia, se devia declarar a natu-
reza desla e onde se achav aquellcs.
1DKU do du 27.
OfiicioAo Exm. presidente, remetten-
do-lhe competentemente informado o reque-
riniento do coronel Jos Thomaz Henriques,
nomeado conimandanle para o batalho pro-
visorio da Rabia que pedia se lhe mandasse
ajuslar con las pela thesonraria, e a seo lilbo
o alfares J. T. P. Jnior em vista de suas
guias e que se llies mandasse aionar come-
dorias de embarque be na como ao cadete Fi-
liciano yiiintino Ladislao Henriques, que
tambem seguia para a Rabia.
Dito Ao Exm. general commandante eqi
chefe do ejercito do Rio Grande do Sul ,
coBimonieando-lhe que do 1. deste mez em h
diante. Cora elevada a 5O.>000 reis a pres-'
taco mensa! de 2200 reis, que dexara em
socorro de sua familia o cirurgio adan-
lo Jacinto Dornellas Ribeiro Pessoa deven-
do-se dedusir dos vencimenlos do dito cirur-
gio ajudante a importancia da referida
prestago.
Di lo o coronel chefe da legio de 1-
guarass commonicando-lheern resposta ao
seo oflicio de 25 do crrente que licovo fi-
fi seren reconheeidas.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remet-
leiido-Ihe emduplicata, para ser paga pela
lliesouraria o ajuste de contas das praeas
ltimamente recolhidas da IIha de Fornando
de Noronha de vencimentos a que lem di-
rejtos relactivos ao lempo quo serviro antes
de pertencerem ao S. batalho d'arlilheria.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SKSS.VO lATAORDINA'UV UE 27 DE JANEIRO HE
18ic2.
PRESIDENCIA DO SMir. BARROS.
Comparicero os Srs. Costa Monteiro 0-
li*eira,.;'Carneiro Monteiro, Maicede Mello
Cavaicanlc Ricardo do Reg e Doulor VI-
lella faltando com cansa o Sr. Maciel. A-
hej-la.a sesso o lida a Acia d'anteedenli ,
f<)fapcrovada. O secretario dando con (a do
espediente., mensionou osseguinles olficios.
Um da Cmara Municipal da villa do Huid-
lo participando ter recebido o cilicio que
esta Cmara lhe dirigi em 7 de Dezembro do
auno passado de haver turnado sposse do go-
verno d'esta provincia o Exm. Raro da Boa-
vista : inteirada.
Outro do inspector da Thesouraria pedindo
copia do termo espicial da ultima e gerl a-
gados ao batalho desteado, os guardas Ma- i puraco dos depulados que sollkao dedos
noel Fidel"s Florencio do Souza e Ppan-j jwraa legiaiatur p, vindoura : equesero
cisco Flor, mencionados na relago que a- J niettesse dita copia.
companhou- o seo dito ofiicio. Outro do engenheiro cordiidor dando o seu
Dito Ao inspector da thesonraria, Com- parecer a respeito dorequerimentode Manoel
monicaiido-lhc que, do 1. dcste mez em Joaquim de Souza c Domingos Antunes Vila-
diante se mandou elevar a 5G\> reis, a pres- ga : inteirada.
tago uieijsal de 22j reis que deix&ra nesla | Outro do fiscal d'este bairro narticipando .
provincia, e cnurgio ajudante J, D. R. haver feito aprehender alguna poicos, os
parecer acerca dos > pretend Dtea do lu^arde-
guarda da sapde do porto o procedendo-se
a ncinciico por escrutinio secreto sabio eli-
tocom a maioria do4votos Joq afoze Lavares,
mantjando-su logo[ussar u competente Di-
ploma.
A mesma commisso apresen tou oseguinle
parecer que posto em discusso depois
a votaco foi approvado volando contra os
Srs. Costa Monteiro, Oliveira Mello C-
vale-ante, c Carneiro Monteiro; desempa-
tando a favor o Sr. I'rcsidenle Burros, e re-
solveo a (-amara que se lirasse d'ella copia e
se remetesse juulamonte com o rejiueriuiento
docidado Joaquim Bernardo de FiguUrcdo.
A Cmara resolvi que se chim;i.-.se a a|-
guns arrematantes, e fiadores das lojasdaproca
da independencia para assignarem os res-
pectivos autos de arrematadles.
Resol veo mais ipie se olciasse ?.o Exm.
Presidente participando que foro arrema-
lados o auno passado os contratos e mais bcn.i
pertencentes ao patrimonio d'est Cmara e
que se publicasse pelo diario o mais Colhas ,
que o contracto da afierico dos pesos e me-
didas deste Municipio ira em praca no dia 5
de Fevereiro p. v. conjuntamente com as
cazos nmeros 25, e2i da [iraca da indepen-
dencia.
Reslveo mais que o piwurador desistis-
se da aego que move esla Cmara centra
o proprietario Frane seo Aulnnio dOliveira ,
a \isla dos documeolus que Jhe foro pre-
sentes donde so v (ne edilicou as cazas
por detrs da r ua da aurora debaixo de todas
as condicoes e xigidas as posturas municig
paes.
Parecer. AcoQmisso encartegada do a-
presentar osen parecer a respailo do reque-
rimento que oa Exm.' Presiden! i da pro-
vincia dirigi o cidadu Joaquim Bernardo do
Figuere'dq que sendo chamado por esta Cq-
niara para lomar assento na qualidadede \ e-
reador e recusando Case-k) em consoquen-
cia deexercer o lugar de fjjitor conerente da
alfandega. reqnerao Exm. Presidente se dig->
ne em virfcide do artigo vinte da lei do pre-
meiro de Outubro de mil i: oito ceios o vinlo
e oito ordenar Cmara chame o i-romddja-
toem votos, reflexionando sobre os funda-
mentos d'relk'iido requerimento e al ten-
deudo as determinantes Ordena do governo
de vinte esetc de Abril, e vinle e tres de Re-
sembr de mil oito cenes c trinta e tres, cir-
cular de vinte oquatro de l)> sembr do mes-
mo auno mandadas cumprir pelas ordens de
dozede Junho eonzfl de Novembro de mil
9oiloconloao% quare:Jae um a> >n;tos todas
declararo incumpalivl o exercicio dos em-
pre:os municipaes |ielos oliciaes de fasenda ^/
enlendu que devendo ter execucao as ordens
do governo, visto ter elle obrado na rbita de
suasaltribuices, e nao podeudo a vislad'el-
las servir o lugar de \creador os ofiieiaes de
fazenda por isso que a sua assstend as-
sidua lio necessana em raas repartigdes e
nao podem comparioer a Cmara cujas ses-
ses em virlcde da lei do primeiro de Ou-
tubro de mil oilo ceios e viole e oito arti-
go vinte e nove, deven) principiar as nove ho-
ras, sem que 'altem a reparlicao oi;Je esto
siigeilosa um poni, t; onde as suas Callas
nao sao justiiieaveis por se aehareni servindo
o lugar de Verendor : ras ja tetu o ci-
dado Joaquim Bernardo <}e l'igueredo em nao
vir lomar posse do limar de Vereador em
consequencia d ser l'citor con furente da al-
fandega e isto pelo elarissimo motivo de
que lhe sendo fixicamenle impossivel euiiiprir
conjuntamente as obripagas de um e outro
Cargo
deve neces-ariamenle esausar-se de


a-x"; nm e este nAo pode dcioh.tr de sor o de Ve-
reador a nao querer preferil-o aoseo lugar
io feilor : por quanto do lugar de feilor cs-
cus.t-o o artigo desenove da lei do primeiro
ile Outubro de mil oito cont e vinle e (ito ,
eas lermmanes ordens do governo, entre-
tanto que nao podara servir o lugar de Ve-
reailor sem que faltussea Ma reparcao por
O
rota que provavi'lmente a causn foi natu-
ralmente seguida da dosorganisagao da exer-
cito eu resto da intentada retirada licou re-
duzida a urna serie de estenos desesperados
e inconstantes nos quaes a mmensa supe-
rioridade de numero do inimigo e a sua oc-
oupac.ao de todas as posic/ies lurtes os ha-
bilitaran a deslruir todo o exercito |elo
11 m motivo Din justificado o que equivale a i miudo escapando somento alguns desgar-
largar ainda que temporariamente o ejerci-
cio de *eu emprego falta considerada como
um crime por nossas leis criininaes a vista
por tanto do expendido, enlende a coiumis-
sao cpio a Cmara deve informar o requeri-
mento do oidado Joaquina Bernardo de Pi-
gnorado iui seguinte sentido : Que nao sendo
illegal talcicfto de olliciaes de fazenda para
Vereaoores a vista da lei do primeiro de Ou-
tubro dc.mil e oito ceios e vint- coito, e
temi por consequeneia clles nao obstante
a nconipalibilidade dos seus empregos coin o
le Vereador, o dimito de optar cumpla a
tmara aluciar aocrdado Joaquim Bernardo
dti Figueredo pariicioando-Hie pie Ihe com-
pela lomar assento n ella por isso qu nen-
huma impossibilidade ir de que o metano
ridedo qoisesse renunciar oseo emprego de
tasenda para ser Vereador e por que pu-
dendo este impedimento removerse devia
ser o cidadao inteirado de que havia inere-
.it os votos dos seus concidados para o
cargod*s Vereador a lim de vir tOQiar perno,
(liando eosso o mesmo impedimento mas
qne continuando o rell'orido cidadao no em-
prego de (aseada e substituido por eonse-
quencia o impedimento de ser Ven-ador, a
(limara tendo ja cbamado o iuuiiediato em
votos reconbeceo como I gitano Vereador
em lalta do Vereador o Sr. Francisco Carnei-
n> Machado Ros aceitando n ligitima escu-
sa do cidadao Joaquim Bernardo de Figuere-
do. Salla das SessAes da Cmara Municipal
do Rocife vinle e sele de Janeiro de mil o oito
ceios e quarenla e doas. Doutor Joaquim
Vilella de Castro lavares Francisco Mame-
de d'Almeida.
E por ser dada a bon alevanlou-so a ses-
s.\o e para constar mandaran fazer o presen-
te em que assiguarao. Fu Francisco Anto-
nio R.bello de Carvalho secretario interino
o ,",crevi. Barros Pro IV Cosa Mon tetro,
tM'veira Carnciro Mcmleiro Hamedo,
Mello Cavalcmlo Bicardo do Rogo Doutor
Vd.lla.
fcvmtioK.
I.ONhltKS II l>K HABCO l)K 181*2.
Tememos que baja agora pouca esperanga
radas (juasi por milagro para .lellalabad ; en-
tre os quaes seconla o Doutor Brydon que
all ebegou n'um estado inanido e quasi mo-
ribundo no dia 18 quinze dias depois do co-
meto da fatal retirada. A narracAo do Dou-
tor Brydon acha-se no Times e concorda em
substancia coa as nutras poucas noticias que
temos visto. Te ve o Doutor Brydon a infeli-
cidade de lestcmunhar a morte do selle dos
seus ir roaos ollciaes entre os quaes se no-
mcAoo Brijjadeiro Anquetil o Major Ewart.
eoTenente Siurl. File tambero testemu-
nbou a captura do General Elplinstone cdo
Coronel Shelton (prova de que primeiro
nao tinlia morrido como se dizia ) e a de-
sorgaitisarao do exercito. Ainda nao saber
mos com individuacAo da maneira por que el-
le cscapou. Tal a mais rcenle niais com-
pleta e segundo eremos a mais exacta
noticia d'esto melanclico acontecinento, Uto
deplornvel em si mesmo quantu infeliz em
sua influencia potitiea. A esta hora sem do-
vida ja a honra Ingle/a tem sido vingada ple-
namente ; mas coin que sacrificio .' A' cusa
de se lomarem para sempre implaeaveis ini-
ini;;osdo nomo lnglez os occnpaiitesila por-
ta "da India. A morte de Bu ras e M
Naghlen (leve de ser vingada, a perfidiae
crueldade de Mabommod khbar devem de
ser punidas alias loda a nossa influencia na
India tirar abalada al o centro. Porcm co-
mo se peder fazer isto appareccr senAo .''mil
modo injusto e lyranicn para os Affghans ini-
quamente invadidos ? Taes sao sempre as
rebributivas consequencias do primeiro desvio
i\o recto caminlio.
( The Standard. )
PARA'.
a' pedido.
Portara.
Tendo-sc-me queixado Manoel Fernandes
Barbosa do injusligas que Ibe f.i/.ia o Juiz de
Direito Chele (! Polica d.i Comarca desta Gi-
dade Joaquim Rodrigues de Souza em man-
dar prender e soltar quasi ao mesmo lempo
um escravocom quem liiiga para escravisa-lo,
e contra ipiem ja obteve sentenca chegando
albo indiferir-lhea linal um requermento em
d alguma mitigoslo das deplorareis noticias que pedia obrigasse pelo menos o osera yo a
do \fhfhanistan. Hontem ultima hora as- prestar turnea na lonna da Ord. I- o." Til.
v.vt-r.unos que a noticia rece Inda na repart-
cao da Meza da Inspeccao ( Bord of Control )
(niilirinou sohejamente as peiores noticias que
nreulavao mas como pareca que estas po-
licas nao eran mais do que cebos repetidos
das unpressies do governo Indiano, forma-
das sem informacao olucial ou aulhenlica ,
abracamos a esperanza deque as anlhrida-
ih's locaes tinliao sido mal informadas. Miii-
.tas cutas particulares li/.erao-iios ahandonnar
essa esperanza. Estas noticias que coin
Hundo !hes falte o carcter ollicial sao as-
signaveis n itrigens cortase dignas deconlian-
n concordao em dar o seguinte csIkco do
Inste desastre.
A S de Janeiro a forrea Inglesa em numero
de cerca de i.(KM) homens salurn do cam-
pamento inlrinclieuadU de Cabul sol a con-
vcMicit ^ajustada entre o Major Pottillger Maliomed Fkhhar As condicoes- da conven-
qAo se achao descriptas smente at o ponto
em que garanliao a inclume retirada dos In-
gle/es at .lellalabad coin alguma vantagein
equivalente que devia ser concedida aos in-
surgentes, para cuja segurane,a liearo em
('linsseis olliciaes Ingle/.es. Todava a con-
\i'ik;.io foi feita so para ser violada como de-
ve de ser heni patente a lodos os que conhe-
oeni o pedido caracler dos Aflghans ; porque
apae' lnhAo os Inglezes apparecido na parle
e\iernr das suas Innchcuas qiiando forao
atacados pir lo,a a forca Allghan provavcl-
mentu dezveles superior aoaeu numero; coin
ludo elles disputaro o sen caininlio por
um longo eperigoso ihvsliladeiro at o ponto
em que elle era mais eslreito no Posode Ko-
llrd Caluil \ktIo de H) ou l mullas diatan-
te de Cabul. 1ornando-sc aqui a sua pos-
(;o totalmente desesperada elles despedirn
as inulheics que io em s'ia rouipaiilua en-
tregando-as a una escolla Allghan que as le-
voii para a eidade. Km Te/ei'n nouco a-
diailt'' do passo foro aprisionados o Cene-
ral Klphinstone. e o Coronel Sbcllon. Ksla
pe da dos pnneipaes olliciaes 0 a cruel der-
7>l e tendo en mandado responder aquello
Magistrado e declarar se expedir ou nao os
mandados de prisao, e soltura em occasio em
que estavao em scu poder os Aldos lauto
para eonhecer das razoes coin (po me infor-
marse se com juslica ou sem ella lizera
prender o escrave litigante e depois soltar,
equaes os fundamentos poique ndctlriraV)
requermento do A. pedindo Ranea ao senten-
ciado, e jnlgado, necessaria no caso em ques-
lAoem que bein poda, o pode evadir-seo
Bo e nulliliear assiin o elleito da senltn-
ea 0 estoicos daquelle; como para ver se Ibe
compela ou nao estes actos preparatorios
do processo que em regia pertencem aoJui-
zo Municipal ; negou-se a responder-me%-
quelle Magistrado o me dezobedeeeo formal-
mente sol pretexto de independencia do Po-
der Judiciaro, que assm quer confundir com
independencia .disoluta dos Juizcs de Direi-
to e sua irresponsaheliii.ide independen-
cia que na qualidade de Magistrado sei pre-
zar c sustentar qiianto devo ; mas que a
vista das l.cis e principios enlendo que
consiste em nao poder Aiithoridado alguma de
qualquer Jeiarchia que seja ilictar, nu contra-
riar os despachos, e sentencas legaes dos Jui-
zcs, e queja mais poderc estender opinaoile
que sejao por elles irresponsaves aquellos Ma-
gistrados, eque possao negnr-SO quando man-
dado* respoii |er pelo Presidente da respecti-
va Provincia authorisado pelosa *J f.'.0 e 5."
da Le de 7* de Outubro de I85ipara execular,
e fazer executar as Leis exigir dos Km-
pregados as inforni.lcrtes e parlioipacoes
que julgar conveniente para boa execucao das
Leis e inspeeioiiar todas as Beparticoes pa-
ra eonhecer o oslado deltas, e dar providencias
precisas, c particularmente pelo8." do
mesmo artigo Lei de lide .lunhode ISI .
6 arl. luida Constucao do Imperio par.i
suspender os Empregados Pblicos o os Ma-
gistrados depois de ouvi -loa, do quebecon-
sequencia dever responder-me o supradito
Magistrado sem que o possa deixar de fazer,
e desobedecer pretexto de que n;i quer dar
occasio a invazoes do Poder Judiciaro como
se I he competisse decidir desde logo o motivo;
porque tal informacao Ihe be ordenada e nao
livesse occasio posterior de se negar ao cum-
plimento de qualquer ordem que depois de
informado Ihe dirigis.se o Presidente da Pro-
vincia contraria Lei aos principios de
Independencia do Poder Judiciaro; c nao foa-
se esta recusa esta denegaco de resposla
urna bonflssao tacita dos abusos sobre os quaes
he mandado responder : o porque esta formal
desobediencia a minha ordem naobeum acto
izolado ; mas urna continuac/io de abusos e
crimes de que se tem fe i lo culpado aquello .1 u-
iz ja suscitando questoes o conlllictos de
jurisdieco contra Juizcs Municipaes, que en-
tenda deverem receber ordens suas, sob o
Ululo de Instrucees, c reformar por ellas
despachos, e sen tencas sem ser pelos meios
de recursos o que decid em contrario em of-
licio de l!2de Agosto do anuo p. p. ; j sol-
lando eom ordem de babeas Corpus preso sen-
tenciado, ecumprindo sentenca, cscravos
litigando com seus similores que por nio te-
rem prestado Qanca idnea ao sentenciado ,
e julgado haviao sido recolhidos a Cada como
nico depozito seguro ; j negando recurso as
partes, o cometiendo violencias censuradas
pela BelacAo do Distiictoem AcoordAos de 9
de Agosto", o IS de Novemhro de IS! ; ja
se insurgiiido contra advertencia leca I que
em Acor Io de L27t de Janeiro de 1811 Ihe di-
rigiua UolacAo do Dstrcto 0 responiieudo
desrespeilosa e insolentemente (.m des-
pacho de 27 de Abril do mesmo auno do
(pie proceden o Accordao de 4 d Setemhro do
(lito anuo em que be mandado processar pe-
los tormos injuriosos c pouco respeitoaos
ile que se servio para com a BelacAo e linal -
mente j declarando-se contra a l.'Aulliori-
dade da Provincia pelo simples laclo de urna
decisao sobre o Thealro desta Cidaee e sus-
penAo arequisiAo da Thesouroria degrali-
liearo nAo marcada em Le e se birlando
prestar como Cliefo de Polica o apoio e
servicos que deve Administrar;So da qual
se queixou ao Governo Imperial |>or aquello
laclo ; j negando-se acintemente em 7 de
Janeiro ultimo a commtii)icac,Aq do dois pro-
cessos de rebeliao pedidos pura examinar,
e rspondemlo aos attenciosos ollicios desta
Presidencia con insultos e calumnias ; j du-
v'nlando proceder ou mandar proceder em X
do Fevereiro a una busca em casa deuimoia-
da di ter moeda falsa fasendo demorar por
21 horas diligencia que devera executar i-
mediatamente procedemloa ella sem assis-
tencia do Cnsul respective o ousando nao
contente coin tanta incuria sustentar
que era contra Direito a reclamado feita pe-
lo Cnsul de S. M. Fidelissma por nAo ter
sido convidado paraassistir a bllica queren-
do assim suscitar diliculdades ao Governo, c
desharnionia com os Subditos, e Cnsul da
Nagfin a tantos tilulos amiga e a censurar a
ordem da diligencia que devera ter cumpli-
do, e nao inulilisado; j negando-so a cou-
correr para a concessAo de amnista subdi-
to leal ilo Imperador., persegniudo em Juizo
por rebelde que debelara e que recorren-
do ao Governo em busca de remedio sua in-
justa prisao lngara inAo esto para o livrar
delta no iiieio da amnista para que est au-
thorisado, oque mais prompla e menos
dispendiosamente assegurava a aquello a hber-
dade que Ihe era dovida e a protce>> ,
que merece do Governo a quem la bem ser-
vio combalendo constante as lileiras da leca-
lidade em prol da ordem publica ranquilida-
deda Provincia o inlegridade ilo Imperio ;
j finalmente lazendo publicar pela Impreiisa
seus insidiosos ollicios. dando assim o terrivel
excmplu de fazer alarde de sua desobediencia
ao Governo cm Provincia cujas ferdas ainda
sangrentas al testan seus terriveis oIKmIos o
os abusos da liberdado da Imprensa; o pondo-
80 em guerra aherta e declarada contra o
Presidente da Provincia aquella mesma Au-
Ihoridade que para seu socego o tranqui-
dade mais que outra alguma cumpria obede-
cer suas ordens respcita-lo e conservar-se
com elle na maior harmona; do qne tud*i he
consequeneia nAo poder continuar nu lugar de
Chafe de Polica da Capital c passar interi-
namente a se-loda Provincia coiu a execugao
ila Lei deode Dezembro doanno p. p. o so-
bredilo Bacharel Joaquim Rodrigues de Sonsa,
nao so pelo terrivel exemplo que causara a
imptinidade de sua desobediencia para com o
Presidente da ProviflCa e de seus outros cri-
mes como porque exige a exeeucfio da Le
sugru harmona completa entre as duas An-
thoridades e Magistrado enrgico inteiro ,
c justo; acrescenilo a todas as razos expos-
tas, qne ainda hontem o do Abril concedeo
aquello Magistrado passaporlc ao Estrangeiro
Manoel da Bocha Cadete sem que para issrv
estivesse authorisado orno Chefede Polica da
Comarca e nAo Ibo compelindo arvorar-so
ja em Chafo d Polica da Provincia, e porem
execugAo a Lei de 3 de Dcsembro, que anda
nAo foi nella publicada nom. mandada exe-
cutar pelo Presidente da Provincia a quem so-
mente tal authoridade compete o que lodo-
torna necessaria a immediata suspengao e
rosponsabelisago daquelle Magistrado e u-
sando da altribuigao que me concede o 8.
do artigo 5. da Lei de 5de Outubro do I85i
he por bem depois de ter mandado respon-
der o Juiz do Direito Chefe de Polica fiesta
C pital Bacharel Joaquim Rodrigues de Son-
sa suspeude-lo do exercicio de suas funeges ,
c o Promotor Publico oaecuzar cm Juizo
com ptenle.
Palacio do Governo do Para G de Abril do
I8t.
Sousa Franco, Vicc-Presidente.
C0MMK\G10.
ALFANDECA.
Rcndimonto do da 0 de Maio 2:llG,>t00
DBSCABBKAO IIOJE 7 DE MAIO.
Barca Americana = Globo = Farinba bo-
la xinhas, o barricas.
Brigue = Eui'ope = Carvo de pedra.
BESLMO
Da Exporlaco da Provincia de Pernambiico
no mez de Abril de.l8i2.
Algodo saccas 888 com 5:221 @ \ Ib.
Assucar oaixas- 12:591) -
Feixos- 45-
Banicas- 15:480-
Saccos-- l.8S2_-
Caras o Latas 27-
Agoardenle pipas-- 21H)
com 255:825
12 libras.
6:
1] com 51.5IB caad.
Quartolas-
Garrafes-
Couros salgados .
Chrrres ....
Calf ....
Doces ....
Fumo ....
Melaco pipas 18)
Cniai lolas 5J com 6:436 caadas.
Barriz ?>)
Madeiras paos
Taboas ....
Peles de animaos .
Iloupa feita .
Sola o Vaqueta .
Toueinho
Tatajoba .
Moeda R*. 10:001*100
Gneros muidos o gasto 5:715^550
Valor da Export. Bs. 407:400*851
Dito dos Direitos 40:000*158
SalflraO para fora do Imperio 10 navios,
sendo 1 Brasileiro, 0 Britnicos 4 Portu-
goezes, 4 Americanos, 2.Austracos, i Sar-
do o I Oriental.
(1:050
11:522
21^
1:0871b.
50$
55
55
40
455 pessas.
0:071 meios.
45@
515 qq.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
Tendo-se de reunr-sc amanhA a assemblea
geral dos accionistas da companhia de Beben-
be julgo do meu dever dizer alguma coisa a
cerca lio projecto de encanamento dasagoas
do rio Bberibe que submet consideracAo
do seo consclho deliberativo e das vaii.lagens
que irclle poda tirrosla Provincia, prefe-
rindo-o ao dos srs. Conrado e Beltegarde a-
doplado pelo sobrediloconcelho.
Apenas chegado em Pernanibuco Uve a
honra de ser cncarregado pelo Exm. Presiden-
te do examinar o projeclo do encanamento ,
offerecido pelo sur. Boyer o para desempe-
nharcomo cumpria essacommsso, estuJci
o assunipt com o necessario zello e aclivida-
de, o preparava-me para redigir o meo rela-
toro alai respeto, quando. em Fevereiro
da anuo passado os snrs. Conrado c Belle-
garde convidados previamente pela mencio-
nada companhia, viera to Bio de Janeiro ,
eelaborara um projeclo que foi approvado
pelo referido concelho.
Incumbido tambem pela Presidencia da
Provincia do examinar os trbateos (Pestes 2
Engenbeiros achei-me inteiramentc diver-
gente (Pellos cm tres pontos capitaes : a saber,
o volume da agoa trazada para o consumo da
Cidadc ; a seguranga dos meios para isto eiti-
pregados ; c a importancia das obras res-
pectivas.
Nao obstante essa divergencia lo conside-
ra vel, por motivos estranhos a esta corres-
pondencia o Governo accollico as ideas dos


2*
snrs. Conrado c Rellcgarde sem que me fos-
se possivcl discutil-as cm presenga do conce-
Hio deliberativo da companilla como havia re-
clamado c ardentementc desejava.
A retirada doses snrs. para a capital do
Imperio, parausan Jo a empreza deo-me
tempo para reflectirde novo sobre a materia ,
e estudar outras bases talvez mais conveni-
entes, em que deVia assentar o encanamento
projoctado ; e ento ajudado pelos snrs. Bou-
litreau e Milet, depois de grandes fadigas
inherentes ao escrupuloso exame do terreno ,
conceb outro plano de encanamento a meo
Vcrcrcdsr das simpalhias da companhia, e
doGoverno, por salisfaser ao mesmo tempo
alem do fim prindpal, o brnecimento d'agoa
potavel cidade do Recife a mais dois lns
igualmente importantes. o dessecamento do
pantano de Olinda e a navegado do rio B-
beribe.
Como era de esperar estas ideas sendo bem
recebidas do Exm. Presidente-, e de muitas
pescas entendidas e z-losas da prosperdade
da Provincia, no principio do Toverciro do
corrento anuo a pedido do concelho delibe-
rativo appresentei-lhe um projecto compos-
to neste sentido com as plantas, memoria ,
e ornamento precisos ; o qual posto que rc-
geilado depois pelo referido concelho, conser-
va ainda na minha opinio, ao menos a
superoridailc que Ihc attribui sobre o pro-
jecto dos snrs. Conrado e Bellegarde, como
se ver da seguintecomparago.
O projecto do sur. Conrado conduz do rio
da prata para doslribuir nesta capital por
meios de conduego que sem desp"zasconsi-
tioraveis nao podem fornecer maior poroso
d'agoa, um pouco mais do dois palmos
cbicos por segundo, isto be somento a
<|u;:ntidade nocessaria para abastecer em treze
lloras a urna populago de 50 mil habitante ,
na raso de um barril diario por habitante ,
quando a populado desta cidade e de seos
irrebaldcs excedo j de 70 mil, e quando o
exemplo de todas as cidades Europeas prova
tante he o menor que se possa calcular.
O meo projecto conduz dorio Biberiboe
dcstribue nesta cidade, por meios de con-
luccfto que sem a menor mudanca podem
fornecer maior quantidade d'agoa o volume
de cinco palmos cbicos e meio por segundo ,
isto he a quantidade necesaria para abastecer
em de/, horas a urna populacho de cem mil ha-
bitantes na rasaode um barril diario por ha-
bitante.
O primeiro projecton Jo ministra mios de
destribuir as agoas as casas, cima do pavi-
mento terreo porque sendo somente produ-
7.ido o seo movimento nos tubos de destribui-
tto pelo repuxo d'ellas na caixa d'agoa onde
sao elevadas 14 palmos cima do nivel meilio
da cidade evidente he que uo podem subir
as casas se nao urna altura inferior a es-
ses 14 palmos, o que pouca ou nenhuma van-
tagetn produ/ir.
O segundo pela propria natureza de sua
construegao permitte realisar nos tubos de
destribuigo o repuxo preciso para elevaras
agoas ate o ultimo andar de qualqucr sobra-
do da cidade.
O primeiro conduz as agoas por um tubo de
forro seguindo debaixo da trra todas as si-
nuosidades do terreno, que dilllcilmente ser
visitado ha de ter quatro ou cinco mil jun-
turas que offerecer.io outros lautos pontos de
fuga para as agoas e cujo dimetro nos pon-
tos baixosdiminuir-se-ha pelo deposito das
agoas: nos
~m><
materias trasidas de envolta as
pontos altos pela accumulago doar; e em
todo o resto de seo desenvolvimento pelos se-
dimentos das materias alcalinas, cujos effei-
tos sao to conhecidos que nao ha Engenbeiro
que projectando conduzir agoa por um tubo
de ferro nao calcula o seo dimetro de tal
modo que possa o tubo despejar no principio
urna vez e meia o volume definitivamente nc-
cessario.
O segundo conduz as {joas n'hum canal de
declive regular, guarnecido de lijlos, onde
as agoas correm pela acgo da gravidade co-
mo n'hum leito natural.
O primeiro destribue as agoas na cidade
por oito cbafarizes.
O segundo as destribue por desoito.
O primeiro emprega pela maior parte obras
de ferro fundido executadas quase todas cm
paizes estrangeiros.
O segundo pelo contrario he executado qua-
se lodo por operarios nacionaes.
O primeiro nao appresenta vanlagem aigu-
ma alem do forneciraento das agoas.
O segundo, alem disto appresenta as va u-
tagohs seguintes : O dessecamento do infecto
v nocivo pantano de Olinda restiluindo assim
agriculttra urna superficie immensa de ter-
reno j a navegaco do rio Biberibe para Olin-
da ou para esta cidade e condcelo em am-
bos os casos s portas desta capital de um vo-
lume consideravel d'agoa doce approveitavel
para industria banbos e lavageus ; a possi-
bilidade de estabelecer n'huma das suas beiras
a primeira Icgoa da estrada do norte &c. O primeiro nao ministra meios de filtrar as
agoas operago indispensavel para as agoas
de bebida.
O segundo pelo contrario contem meios de
filtrago poderosos.
O primeiro ern fin, importa em 521 con-
losou 588 accrescenlando 60 contos de admi-
nistrago e despezas eventuaes, resultando
cssa avaliago de um orgamento feito em trezc
linhas, e cuja veriicago be sobremaneira
dilficil.
O segundo em fim importa cm 428 contos
somente noque diz respeito s obras relativas
ao encanamento em 580 com os Irabalhos
annexos e 800 contos accreseentando a som-
ma immensa de 220 contos para adminislra-
go e despezas eventuaes geraes ou parciacs ,
resultando essa avaliago d'um orgamento fei-
to vista dos riscos circunstanciados das o-
bras, e dcnlhado lo miudamento que pode
ser contrastado cm todos os pontos com im-
mensa fcil idade,
A vista desses fados expostos na memoria
junta ao projecto esperava que minlias ideas
fossem julgadas dignas de serias dseiissf>os ;
porem, a despeito das boas intengrtes do con-
celho nao tendo sido chamado sua presenga
para justificar as minhas ideas e resolver as
duvidas que ellas por ventura produ/issem
no espirito de alguom tive o dissabor do ver
o meo projecto regeitado e o que mais he,
pelo nico motivo de empregar maquinas hy-
draulicas para elevar as agoas do Canal de coii-
duego na caixa ou deposito d'e'Ias o que
nao mereca a confianza segundo me infor-
ma rao de alguns accionistas da companhia.
Sabc-se perfeitamente que at' ao lim do se-
cuto passado oempregodas maquinas ainda
imperfeilas e pouco condecidas foi considera-
do- como cousa o pouco segura ; poiem
desda o* immensos progressos da mecha-
nica p< tica csses receios desvanecero-sc com-
pletamente, eoemprego to universalmente
adoptadodasmacbinasparadistiibuicodc ago-
as as cidades, prova exuberantemente que sua
adopgo nao lio. de maneira alguma arrisca-
da ; ecaso o fosse com urna machina nao o
seria com duas iiruaes e de forga suffieionte
cada urna para fazer o trabal-.o neoessario ,
assim como o tinha cu projeclado. Doste mo-
do nao proceda a objeccao, c suppondo mes-
mo que algumas ideas contrarias s machinas
sejaogeralmcnt' admitidas pelos accionistas
nao duvido um momento que a breve exposi-
go dos numerosos fados positivos actualmen-
te condecidos sobejaria par a mostrar o seo
palpavel erro.
"He sem duvida para sentir-se que o conse-
Iho deliberativo da companhia levado por csse
motivo condemnasse irremissivelmente um
projecto que tantas fadigas eustara privan-
do-se das vanlagens que a sua oxecugo tra-
siaaopaiz eaos accionistas da companhia:
pois se monor precipitago houvesso nossa
condemnago e se coiisullasse como muitas
veses propuz alguns Engenln-iros estrangei-
ros acerca dos dois projectos rivaes remet-
tendo-os para Inglaterra ou para Franca ,
tenho muitas e boas razos para acreditar que
os Snrs. C nrado c Bellegarde nao triunfa-
riO da lucia nem osla provincia ficaria com
obra imperfeita e aquem das suas preci-
ses.
Verdade he que me compromettia a em-
prcitar a dircegao da obra e a alguem pare-
eco exagerada a primeira proposta que a
tal respeito fiz ao conselho deliberativo da
Companhia mas se atlender-seque em meo
nomo e no de mcos conipanheiros modifiqoci
depois as respectivas condiges e sequzer
rellectir nos lucros verdadeiramento enormes
que a companhia ha do tirar do encanamento,
operado segundo o nosso projecto e na jus-
tiga com que reclamamos urna retnbuigao ra-
zoavel dosnossos t>-ahalhos, fadigas o conheci-
mentos, propriedad' a mais legitimadobomem,
vor-se-ha que entiava militnos nossos clcu-
los o nobre desejode deixar-tnos nesta Capi-
tal cujo servigo nos adiamos urna obra de
maior importancia e durago capaz de per-
petuar a memoria de nossa viuda a Pernam-
buco e do recommendar-nos estima e con-
siderago dos Brasileiros.
Sou Snrs. Redactores.
L. L. Vauthier.
E DITAES.
C?" Pela Adminislrago da mesa do Con-
sulado se faz. saber que no da 0 do corrontc
mez se ha do arrematar k porta da mesma .VI
niiiiistracao duas caxasde assucar branca a-
prehendidas pelo respectivo Em pregado, do
Trapixe ^{ovo por inex-atidaodas taras; sendo a
arrematago livrenle despesas ao arrematan-
te. Mesa do Consulado de Pernambuco t de
Maio de 1842.
Miguel Arcanjo Monteiro d'Andrade.
= Pela Alfandega se faz saber que no dia
9 docorrente ao meio da ena porta da mes-
ma se ha de arrematlar em hasta publica vio-
le e urna moendas no valor de 9:528ji000 rs.
impugnadas pelo Ajudante do Escrlvo de
descarga Francisco Sergio de Mattos no des-
pacho n. -4025 por factura de Fox & Stordart,
sendo dita arrematago sugeita a Diretos e
expediente. Alfandega 0 de Margo de 1842.
Vicente Thomaz Tires de Figueredo Ca-
mal go Inspector.
DECLAR AC ES.
THESOLRMU.V DAS RKND.VS PnoviNCIABS.
sgr O Thesoureiro paga no dia 7 do cor-
rente os ordenados dos Empregados I'rovincia-
es que n;o percebem emolumentos perten-
ce n les a o exercicio lindo. Thesouraria 0 de
Maio de 1842
Joflo Manuel Mendes da Cunha Azevedo ,
Thesoureiro.
= O Subdelegado da Freguczia da Boavis-
ta faz publico que acha prezo na cadeia o
escravo Joze cabund, que di/, ser seu snr.
um bomem que lem canoa d'agoa morador
ue Fregue/.ia T II E A T B O .
Domingo 8 do corrento representar-se-h
o sublime, e sumptuosissinio Drama de gran-
de carcter A Cabega de Bron/.e ou o
Principe Beconhecido !... IVogramma.
1. parte -- O razamonto clandestino o rival
banido da corte as nupoias projectadas
as bodas sem clleito a disergo e a confi-
dencia o segredo da estatua -r a curiosida-
de e a surpreza a dcscida ao subterrneo
o desfarec e a fuga os clamores do cons-
trangido as suspeilas bem fundadas o mis-
terio descoberto o confidente julgadq trai-
dor a ordem de captura os offeitos da
vinganga. 2. parte A pesca os signaos
d'intolligencia a perseguigo do fugitivo
a trovoada e o encontr pernicioso os ef-
feitos do terror as suspeilas e a busca na
cabana-- a retirada falga e a emboscada os
elidios da seiicibilidado a fgida pata o
bosque a esposa desfargada o desembar-
que no lugar aprasado o encontr bem suc-
cedido-o attaque improvisto, o o combate
desigual a resistencia misteriosa o venci-
menloe a precipitago. 5. parte. Os cum-
plices prisionciros as lembrangas do passa-
do os remorsos pungentes- a conferencia
suspensa a prisao do culpado- o conselho de
guerra a sentenga de morte o rompimento
do segredo -- a exocugo da sentenga a cons-
ternago e o arrependimento a salvagao do
innocente o premio da fidelidade e o re-
conhecimento paterno. Finalizando to mag-
nifico e pomposo Expedaculo com a jocoza
Taiga = O aprendiz de Ladro =
N. B. Para maior satisfago dos snrs. As-
signantes era contada esta recita no n. das
da assignatura e os socios Empresarios nao
se pouparo despezas nem trabalhos para
apresentarem esta pega rom a magnificencia e
brilhanlismo que recommenda seu insigne
Author ; c espero que os amadores da scena,
Ihes prestarn o auxilio preciso para nao fi-
carem os empresarios por falta de expedi-
dores esmagados debaixo do enorme pezo
da grandissima cabega de bronzo !
Principiar s horas do costume.
AVISOS DIVERSOS.
II he tes (la % parte da
6. Lotera concedida
favor das o bras da Ma-
triz da Boa vista cuja-
rodas andao im preter vcl-
njcutc II de Maio ; nos
ares do costume.
t~r Ao respeilavel publico de Pernambuco
Thomaz Gosling, agente geral no Brazil ,
para a Medicina Popular Americana, faz
scicnte ao respeilavel publico que acaba de
estabelecer o seu deposi lo geral, no Rio de
sesTiTr. rtii Mra^ii i i h asa.
Janeiro ra do Onvidor N. 145. Aprese-
Undo este invaluavel especifico aogeneros"
povo Braziteiro, elle tem em vista a ser de
utilidaile ao scus semdhanles, e o pouco
tempo que est conbecido na Varo o bom a-
coOirmenlo que tem lido, combinado nos
grandes beneficios tirados por muitas pessoas
alllictas lia aiiiios, mostra bem que osseus
fracos esforgos nao tem sido debaldes. Ain-
da nao bien tres mozos que a Medicina po-
pular foi inlroduzida no Imperio do Brasil,
e j as vendas sobem a 5* caixas. Que me^
Ihores provas pode-se querer de seu grande
merecimeuto ? As numerosas pedidas para
agencias, tanto no interior da Provincia do
Rio de Janeiro, como as de Matto Grosso ,
Minas S. Paulo Santa Catharina &c, sao
outros indicios da eslimago que vai tendo em
varias partes do grande Imperio. A Medici-
na popular est re.com mondada para todas as
enormidades procedidas da impuridade do s-
gUH, como molestias do ligado, rheumatismo ,
Rtla, alecgoes cutnea?, febres, inllamma-
goes, escrfulas, ulceras antigs cancros,
bemorrlioidas hy.lropezia retengao das ti-
rillas c., molestias das Senhoras >ic. ve. ;
nai^ entrando em sua compozigo nem azou-
gue, e nem outro qualquer metal ou mineral,
e parlieularmente adoptada aos climas quen-
U's como os muitos annos que tem sido em-
pregado com os maii felizes resultados as
Indias, tanlo Orientaes, como Ocodentaes
lem mostrado. As caixinhas tem maior nu-
mero de purgantes que outro qualquer reme-
dio desta natureza e vo acompanbadas com
direcgOes bem explcitas em lingua porlu-
gueza ; o vende-sa na caza cima dita a 1 jOOO
rs. cada caixinlia, e em |>orgao mais
cotila.
en
lll^
Pillas vegetaes e universaes Americanas.
Estas pillas j licm conhecidas pelas gran-
des curas que tem feito, nao requerem nem
dieta, e nem resguardo algum ; asua.com-
posigo to simples, que nao fazem mal a
mais tenra crianga : cm lugar de debilitar ,
fortifieo o systema purificad o sangue, n
augmentao as secregoes em geral : tomadas ,
soja para molestia chronica ou somente co-
mo purgante suave ; o melhor remedio qo
tem apparecido, por nao dcixar o estomago
naquelle estado de constipago depois de sua
operago como quase todos os purgantes fa-
zem por seren mu facis a tomar e nao
causarem incommodo nenhum. 0 nico de-
posito Helias 6 em casa de D. Knoth agen-
te do author: na ruada CruzN. 57.
N. B. Cada caixinha vai cmhrulhada em
seu receituaro com o sello da casa em la-
cre preto.
w Alug3o-se prctos a dez mil rs. men-
saes, dando-se o competente sustento: quem
tiveralgura que queira alugar, dirija-se a lo-
ja do Joaquim Gougalves Casco na ra da
cadeia do Recifo. que so dir quem pre-
tende.
SST Acha-se um sitio de lavrador devoluto
em um engenho muito pcrlo da praga, e com
milito boas torras com suficiencia para tra-
balhnr com 20 enchadasou mais muito boa
casa bom cercado o muito grande c com
algumas socas ; quem o pretender cntenda-so
com Antonio da Silva Gusmo na ra do
Queimado.
= A mesa regedora da Irniandadc do Di-
vino Espirito Santo erecta no Convento dos
Religiosos do Santo Antonio, desta Cdado
do Recife convida a todos os seus frmos ,
a reunirem-so Domingo 8 de Maio pelas novo
oras da manha no consistorio da mesma pa-
ra se proceder a Elleigu da nova Meza.
= Jos Joaquim faz sciente ao respeitaveL
publico que de hora em vanto se assignara
Jos Joaquim da Motta Botclho.
= Padre Manoel Jos de Olivcira c Sil
, retira-se para porlugal.
0 abaixoassignado retira-so para Por-
, c nada deve nesta praga.
Placido Jos do Reg Couto.
Quem tiver para alugar una prota que
seja capaz para vender na ra dando-se 10j
rs. por mez com almogo jan lar seia e
cama; seo donoquizer ou ento ira dormir
em caza de seu senhor : dirija-se ao aterro da
boa-vista junto ao tanque.
A pessoa que annunciou no Diario de
quarta feira 4 do eorrente querer talar com
Josefa Mara da Conceigo; declare a sua mo-
rada par se. I he fallar.
%sr Digo eu abaixo assignado. que don
lodos os poderes ao snr. Joze de Lima Soa-
ros para poder vender njinba venda lita
em Fora de Portas D. 05, junto ao Barbeiro ,
pprovando. eu toda e qualquer traiisaccao
que o dito snr. lizer, relativa a mencionada
venda: os pretendentes podem dirigir* se
mesma. Antonio Joze Nunes Guimaraes.
ve ira
lugal


ffWy^gWB' iii^*mr^&ij!***&
-
AVISO Mi respeituvel publi-
co. Quo acabu do chegar o sr.
Theodore Malhieii cirurgo
dentista de S(ja Real Mages-
dt! a Senhora D. Mara Segun-
da I'.hiiiIi.i do Portugal ,
partecipa au ivspeilavel publico que poc den-!
tes incenuptiveis desde un al; urna comple- niart J
ta dentadura : estes (lentes resistem ao fogo J "at,ul
lima e todos os acido e nunca se altera a nrar.
legoas, para se edificar tira engenho poi*
para este lin ofterece as mais apreciareis pro-
porgoes tanto na largueza e fertelidade de
turren, pela maior parla coberlo de matine;
virgen*, corno rMsvntageT3 pura a edifica-
ba da obra | a quem convier dirija-so a rus
do Padre Floriano casa do Secretarlo da C-
e (mu Olinda na ra do Aljttheeasa D.
ina que dessepara a bica de S. Pedro
serven, maUigacao e prean- *f AilMjo Joze Gomes d'Oliveira re-
cia. Tira a podra sem causar a mnima dor | m-*> *a Provincia para a Europa a tra-
nneracfto esta que Caz desapparecer o man tar decide. .
clieiro da bocea e impedo a cominean dos den- *&- O Sr. Antonio Moreira Pinto Bar boza
tes Pal paladares artiliciaes c todas as o- i peracOes da tirurgia bocal com toda a pvrfei-:. lina tyieirl faer o favor de ir ajiislar suas
uo Preco dos denles artiliciaes nrori up-!(:onUs cnm Antonio Ferreira da Costa Braga,
tivtfis det mil rs. tVcrodas operacoes da desde o tempoque foi seu caixeiro pois por
bocea Tirar un dente dous mil rs. ; pa maisdeligencias que se tem fetlo nao teui 81-
ra chumbar <:m denle com o celebre mineral j do possivel poder fazer com que o raesmo Sr.
sucedneo, cnmposig.lo que fot approvada pe- aparessa para ajustaras ditas con las rt nao
la fatuidades de Pariz e de Londres, cnmUparecendodeMre** 24 horas se proceder
ouro dous mil rs. i para separar um dente conforme a lei.
a Um de rasguardur os nutres do contacto da W Aluga-se um bom armazem propno
cana dou* mil rs. \ para tirar a podra dos parase vender trastes oti para loja de marci-
dentcs, calculado conforme o trabalho que
tnha do fasur desde tres seis mil rs. ate
oito mil res. Os procos cima asslgnala-
do sao em casa do professor ; sendo porein \
chamado para qualquer casa particular, o |
proco ser augmentado conforme a distancia ;
do caminlio. Vende pos dentifricios a mil rs.
a caixinha ; balsamo odontalgico que serve
para mitigar as dores dos denles e para cu-
rar as chagus que se aclio na bocea causadas
pela pedra que se cria ao redor dos dentes e
para fundas recentes, mil res o vidro;
escovinhas para dentes e fundas para todas
as idades e ambos os sexos.
Desejando Theodore Mathieu quo todos os
iobres desta cidade gozem dos mesmos bene-
icios que desfruclra os de Parias, de Madrid,
de Lisboa e do Rio de Janeiro, tcm determi-
nado que das 7 as 8 boras da manila se
prestar a faser extractes de denles gratuita-
mente a quem nao poder pagar. Achar-se-
h sempre na casa da sua residencia das 7 ho-
ras da raanh ate as o da tarde, excepto quan-
do for chamado para qualquer casa particu-
lar. Mora na ra Nova D. 7 lado da Matriz
nesta cidada. Faz saber que se houver al-
guma pessoa nesta cidade que seoecupe as
operagoes da bocea, e que queira comprar mi-
neral sucedneo Iho vender a viole mil r;.
tonga e lliu ensinar a raaneira de se ser-
vir delle ; c querendo com ajusto tambem
se Ihe ensillar a receita. E tambem se
houver algn.) facultativo quo queira assis-
tir s suas operagoes nao pe duvidaalgu-
ma em executal-as em sua presenga.
COMPANHIA DE BEBIRIBE.
ds Os Snrs. Accionistas da Companhia do
cncanamento sao convocados para urna reuni-
do que lera lugar no da 7 do correte pe-
las H horas da manha na salla do commer-
cio por cima da arcada da Alfandega. = B.
J. Forpandes Barros, 1. Secretario.
ey Victorino Anlunes da Silva subdito
Reir na ra esimita do Rmarie D. 52 : a
fallur com Ihuiiiu Gonsalves Ferreira na nies-
ma casa terceiro andar.
Kir Precisa-se de uma ama do leitc; quem
liver annuncie.
tsr Antonio liamos, faz publico que des-
de 1855 sempre se tem assignado e uzado de
Antonio Joan Ramos, por ter encontrado ou-
tro de igual nome.
SST FurtarAo de cima do balcAo da loja de
miudezas da ra do Cabug n. 4, um colar
com o peso pouco mais ou menos de 5 oitavas,
que se julga ter sido por um moleque que
tinha levado urnas amostras de litas ; roga-se
a quem for oflurecido de o tomar e levar a
mesma loja que sera gratificado.
tST Precisa-s litigar uma escrava preta
que tenha bom ieile para criar um menino :
na ra do Fagundes sobrado de um andar da
parte da maro D o.
tsr O Sur. Antonio Moreira Pinto Barbo-
za que se retira para Angola no Patacho Fran-
celim faca o favor de ir pagar a conta que
deve na loja da ra do Queimado D. 1 do
contrario se uxar dos meios da leis.
tsr Manoel Joze Fernandos Barros escr-
vo de Paz e do sub Delegado da Freguesia de
S. Fr. Pedro Gonsalves do Recifu lem mu-
dado a sua residencia para u segundo andar
do sobrado D. 4 na ra da Cadeia velha.
tsr Precisa-se de um criado que saiba
cozinhar o ordinario de uma casa de um !><-
memsolteiro, e que se jujeite a andar vesti-
do de libr : na nn do cabug loja de Anto-
nio Rodrigues da Cruz.
tw Aluga-se urna grande casa na estra-
da de Joao de Barros ao p da Cpela de N.
' S, da Conceico a qual consta de duas gran-
des salas 4 quartos dous adiante com por-
tas de vidraga, ditas de retiro toda pintada, l
porta de frente e duas janellas em vidracedas,
porta no oilao para o quintal, armarios, cozi-
nha fora com fugo inglez forno e pia
poi luguez recentcmenle chegado do Bio de P-ra despejo das agoas da cozinha grande
Janeiro, retira-se para Portugal a tratar de cacimba de exrellente agoa quintal mui o
sua saudc, nao tem contascom ningueni nes- grande ou pequeo filio com algumas arvo-
ta praca. res (' ^ruc^ e porto na frente que admite
5- Francisco Joze Machado faz sciei:te ao j carros ; quem n pretender falle com o pro-
respeitavel publico que mudou o seu nome; prietario na ra doRangel na quina que vira
desde primeiro de Janeiro de 1837 para Fran-j para o beco do Carcereiro D. 25.
cisco Joze Machado Guimares por haver ou- *&" Aluga-se o terceiro andar da casa da
tro de i"ual nome. ruado Amorim : a tratar no forte do mallos
= Padre Jos de Mattos e Silva retira-se prensa de CarneiroMonteiro.
para a Capital do Cear. *$ abaixo assignado faz sciente aos mo-
Antonio Jos Nunes Guimares faz radores da ra da Viracao e pateo de S. "Pedro
t o sobrado que faz quina para o beco que
jane para a ra do Horlas que acaba de ser
nomcado inspector deste deslricto com pe-
lindo-lhe as atribuices do artigo 66 do re-
gulamento de 51 de Janeiro do crreme anno.
Fes Francisco de Souza Magalhes.
sar O primeiro Secretario da Socicdade
Na tlense avisa aos Srs. Socios que hoje
ha sess.io pelas 6 horas e rneia da tarde, mes-
mo pela disposico do artigo 29 dos estatutos.
%-j" Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da ra do A si or m O. 1IS prefer ndo-se a
quem alugar ambos es andares e bridndo-
se a fazer alguna pequeos conscrtbs : na ra
velha IX 57 ; h mesma vtxtdc-st ura pelo ,
ciado agoa, partidos de varsea e maltas vir-
gens o de alto muita torra de ro^a com
mei* legoa de frente e 5 quartos de legoa de
fundo bom cercado por fazer-sc ; quem o
pretender dirija-seno mesmo engenho a fal-
lar com o seu preprietario que por falta de
toree, o arrecida por 6 annos en faz alguma
socedadecom quem lirer alguns esclavos,
que posso ambos lirarem provito e de
maniarem o dito engenho.
AVISOS MARTIMOS.
tsr Para o Rio de Janeiro segu viagem
at o dio 9 do corrente o Berganlim Nacio-
nal S. Joo Baptista Capito Joo Gonsalves
Rocha nao recebe mais carga alguma e
so nente alguns passageiros e escravos a
frete para o que trata-se com Joaquim Ba-
ptista Moreira no seu escriptorio na ra de
Apolo ou com o capitAo a bordo.
ir?* Para o Rio de Janeiro a sabir com to-
da brevidade a Lscuna Nacional Virginia ,
CapitAo Joze Mara Regis ; para carga es-
cravos a frete ou passageiros trata-se com o
seu proprietario Joaquim Bar. lista Moreira,
em seu escriptorio na ra de Apolo ou com
o Capito a bordo.
"1L E I L A O'
tSJ" M. 4. de Souza Carneiro far Ifilo
por intervengan de Cor-retor Olivoira Terca
(eir 20 do corrente as 10 horas da manha ,
na ra do Viga rio D. 10 primeiro andar de
porcAo de moblia e umitas obras preciosas
de ouro prala e brlhantes a saber : os
trastes consisten) em um esplendido oratorio
com seus pertences, mezide jantar candi-
eiros de globos mangas de vidro, lanternas,
bancas para meio de sala solas cadeiras ,
leitos bercos, cmodas, cadeirnbas para
ra banheiro carteira pequea para escri-
ptorio e varios outros objeclos ; as obras de
prata consislern em lindos aparelhos novo e
completos para cha ditos uzados, caslicaes,
salvas jarro e baca faquoiros colheres ,
prato e thesouras para espevilar ; escarradei-
ras esporas e outras obras velhas ; as de
ouro consisten) em colares cordes de varas
qualidades, grossuras e feitios correntes pa-
ra relogos (velas contas linas do Rio de
Janeiro bote&, urgolas redomas, alfine-
tes com cornelinas. aneles alfinelcs com
brlhantes, ditos com esmeraldas c.
COMPRAS.
\SF~ L'm escravo moco robusto de bo-
nita figura sem vicios nem achaques que
ienlia ou nao officio : na ra da Cadeia ar-
mazein de assucar D. 2.
S27" L'ma toalhade lavarinto bonita, no-
va e que sirva para baplisado nao se olha
a preco ; quem liver annuncie.
VENDAS.
publico quedinge-sc ao Aracati a tractar do
seo negocio.
S^- Manoel Jos Narciso retira-se para a
corle do Rio de Janeiro.
X3T" No da 9, 10. e II Maio corrente tcm
de vender-se imprcterivelmente em bosta pu-
blica a casa da ra do Apolo, pertencente
ao casal do faliescido Joaquim Antonio Fer-
reira de Vssconccllos islo para pagamento
de seus credores : esta casa tem no fundo li-
ma j edificada com 57 palmos de frente ,
e 400dilos de fundo trarejada om primeiro
andar sotSo e a da frente acha-se om res-
paldo tendo 40 palmos de frente, c!17 di-
tos de fundo ; e entre urna e outra chaguan
de 20 palmos, com porcao de terreno foreiro I <^ um habito de aviz.
ate a baixa mar em parte atlerrado : i* op-1 OlTeraea-se om ewoo porhiguez para
timo para uma perfeita difleaco de todo o caixeiro de qualquer casa de negocio, escri-
genero e tambem um bom trapiche. ptoro ou de ra o quai sabe bem 1er es-
Oferece-st um moco portugus de I84ewer contsr ed fiador a sua ronducta :
a 20 anno para caixeiro de qualquer oecu-
Mcfit : quem precisar annuncie.
t* O Snr. Antonio Joze de Jess Moraes
queira dirigir se a fora de porta venda I). 47
para negocio do sch interesse.
tW Da-se pele tempo que se mvencinnar
proprtseWiie de-torras ao aul da prara 9
quem de seu preslimo se niiser utilisar diri-
ja-se a ra do Colegio loja de livros D. 12
tsr Precisa-ae de um feitor pare um sitio
perto da preoa : m iiii ib Crue fabrica de
charutos.
r Arrenda-se o engobo Jardim em Pt-
ratibe mosnle e errento eom abumlan-
tssr Uma escrava de angola de 28 a 50
annos de bonita figura : na ra da ser.za-
la velha D. 26.
CF" Um moleque de lo annos muto es-
porto e de bonita figura: na ra do Livra-
mento loja de louga e mulhados D. 10.
K3T" Vellas de cebo misturadas com esper-
niacote de superior qualidade o por preco
commodo : na ruada Cadeia do Recife venda
da viuva do Radar.
^ssy* Carros ingleses do 2 e \ todas, para 1
e 2 cavallos com coberta e sem ella e com
seus pertences : na casa de Me. Calmont &
Companhia.
S3s** Piannos Inglezes do bem conhecido
author John Broadwood Sons : em casa de
Me Calmont & Companhia.
tsr Lina negra de nacSo angola de 20
annos bonita figura cozinha o ordinario,
lava bem, elem principios de engommar na
ra da camboa do Carmo D. 11 no segundo
andar.
tsr Lm moleque de nacAo anda sem
barba sem vicios nem achaques, por preco
commodo : na ra da Madre de Dos loja d
Joze Antonio da Cunha.
tsr Urna escrava de nu^So de linda fi-
gure, cozinha engomrAa, cose e lava de
sabo e varrella e propria para o arranjo de
uma casa de familia por 580* a vista do
comprador se dir o motivo da venda: em
fora de portas n. 10 ou na ra do trapiche
n. 12.
w Dous oaxorros atravessados muilo
brabos, proprios para guardar al um sitio:
no atterro da Boa vista na fabrica de farinha.
tur tJm escravo pardo oflicial de sapateiro
esabendo servir os arronjos do uma casa ,
vende-se por preciso de se fazer um pasa-
mento : na pracinha do Livraraento D. 53.
ts?* Mao de vacca muito bem feita a 1(30
a mfto : na casa de pasto da ra dos Quarteis
D. 2 defronte do botcquim do falecidoBranda c
cr Bar s com sardio has mui boas : no
armazcm r|e Fernando Joze Braguez.
0 tsr Damascos de la a imitado he seda, de
lindosgostose padres modernos, proprios
para colxasde cama forro de cadeiras e
coeiros : na ra do Crespo D. 6 lado do su!.
tsr Superior manteiga em meios barris,
chegada prximamente na Barca Ortence : no
armazem de Dias Ferreira ao p da alfandega
a preco de 00 rs. a libra.
tsr Castanhas do Maranhaoem porco e
a retalho e i pipas com agoa arden le ludo
por prego commodo : no pateo do Hospital do
Paraso vende I). 21.
tsr lima venda com poucos fundos em
muito bom lugar na Boa visla e tem casa
para familia e o alugu he muito barato:
no botequm junto ao tliealro a fallar com o .
Vianna.
tsr l'ma rmaciio de venda no armazem
da ra das Cruzes D. 7 muito bem feita o por
proco commodo : na mesma ra D. 9.
tsr Doce de calda de todas as qualidades ,
feilo com todo o asseio en) porga o e a reta
Iho : a ra da Cadeia de S. Antonio no se-
gundo andar do sobrado por cima do tanque
d'agoa que flca ao pedo theatro.
V.S5?* Madapoles finos de 5# 5#500 e 4 a
pega, chapeos de sol de paninho a 1|200,
ditos para meninas a \ e chapeos de palha
do Chile a 6ji : na ra do Queimado loja D.
15 de Carioca ssy L'ma negra de nago de 24 annos ,
propria para o servigo de campo : na ra ve-
iba casa de 5 rotulas verdes D. 41.
tsr Urna porgo de garrafas vazas : na
ra da Roda venda que tem lampiAo D. 24.
t3f" A casa terrea n. 9 na ra do Noguei-
ra: a fallar com Joo Joze Ferreira de Aguiar.
tST l)m relogio de ouro, patente hani-
burguez por prego barato ; quem quiser
annuncie.
tsr Um escravo muito bom canoeiro, bem
mogo c sem o menor achaque ao compra-
dor se dir o motivo da venda-: na ra eslrei-
la do Rozario D. 29 no terceiro andar.
tsr Lm bonito pianno, com muito pouco
uzo c de boas vozes por prego commodo:
na ra do Crespo D. 6 lado do sul.
tsr Sacas com farinha de superior quali-
dade : na ra da Cadeia n. 16 armazem de
Manoel Joze Martins da Costa.
tsr Pannos de todas as cores proprios
para f. las fazendas por commodo prego: .va ma do
Livramento casa amarella D. o.
tsr Taxas de ferro coado e batido em
bom sorlimento e alguns ferragens mais
para engenho : na ra do Vigario n. 7.
tsr Urna escrava de naco de 2o annos ,
bstanle ladina e hbil para todo o servigo :
na ra do Celegio sobrado de um an dar D. 5.
tsr Tres vaccasde leile crelas e muito
mancas, e boas de leite : na ra Dueita t.
2 no segundo andar.
ESCRAVO S~f1Tg 1D O S"T
tsr No dia 4 do corrente pelas nove boras
da noute fugio da casa de seu Sr. Dr. Sar-
ment uma escrava de nome Auna preta
crela fallando muito a manejra do matlo ,
visto que tinha vindo do sertfto da Paral)iba a
pouco lempo levou vestido de chila azul e
camisa be baixa e gorda ; quem a pegar
leve a casa do mesmo Sr. Doutor no Hospicio,
ou no escriptorio de Lenoir Puget.i Compa-
nhia na ra da Cruz quesera gratificado,
MOV1MENTO DO PORTO.
NAVIOS SAI11D0S NO DA 5.
Macei ; Escuna Brasilera Legalidadc, Com-
mandajile o ). c Tenento Joze Mara Ga-
Brigue Inglez Hebe Capito C.
lhardo.
Ilamburgo
J. Andrison carga assucar.
Rio de Janeiro : Brigue Brasleiro Oriente do
Brasil Cap. Luiz da Costa Ferreira car-
ga varios gneros ; passageiro o portuguez
Joze Joaquim Pinto.
sonido no da 6
Angola ; Patacho Brasileire Francelina, Cap.
Candido F. de Lace-rda carga varios g-
neros 5 passageiros portuguesas Antonio
Fernandos Joze Antonio Antones Joa"
quim Duarte Joaquim Joze da Si veira ,
Brasileire e Antonio Me ira Hespanol.
RECIFE NA f YP. DE M. F. DE F. = S2


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