Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04624


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Full Text
Auno de J842.
Sexta Feira 8 de
Twio aor depende I e ni cimos ; da nossa prudencia, noderacSo, e energa : con-
tinuemos cono ptieuipiamo, aereasoa apomladoa oon admirar.ao enlre ai Nacoea aaia
(Proclamaco da Aasenblea Geral du Brasil.)
PARTIDAS DOS CORRK)S TERRESTRES.
Coiaana, Paraiba, e Riogranile do Norte, na segunda e sexta fera.
Bonito e Garanbuas, 11) e 24.
Cabo, Seriuhaem, Rio Foimoio, Porto CaNo, Maceift, e Alagoaa no 4 c U, a ti.
Pajea 43. Sanio Antio, quima feira. Olinda todoa oa das.
DAS da semana.
4 Seg. AnnancicSo de N. S.
5 Tere. s. Vicente Ferrer Re. Aud. do do jaizde Dreito da 1, vare,
t Qoart. *. Maa-celijio. Chac. Aud. do J. de D. da 3. t.
7 Quot. s. F.pifanio. Feai Nacional.
8 sext. S. Amando. Aud, do .1, de D. da .t.
'9 lab. a.Daoieiri. Aud. do J. de D da 3. t.
18 D Abril.
Anno XVIII. N. 74
O Diario publiea-ae todo oa din qu* nao fura Sanli&rados: o prr;o da asignatura ha
de trea mil rea por quariel pagot adiaotadoa. Oa anauncio* doa aasignar.ies nao injendoa
eratis, coa dos que u nao forero raiao de 80 res por linlia. Aa recUmicea devem ser
dirigidas a rata Tyvografia na das CrtueaD.S, ou praca da Independencia lojia delitroa
Nmeros 37 e 88.
CAMBIOS so da 7 db Abbil.
Cambio sobre Londres 28 d. p. II
Parie 320reis p. franco.
a Lisboa 80 a 85 p. 1P0 de pr.
Oono-Moada de 0,400 V. 44,501)a 14.700
N. 44.300a 14,500
, a de 4,000 8,400 a 8,200
PaUT PatacOea
1,660 a 1,880
fftlTa- PeioaColumnars 4,660 a 1,680
a 'Mexicanos 4,640 a 4,660
miuda 4,440 a 4,46(1
Moeda d cobre 3 por 400 de diaronto.
Dicunli< de bilh. da AJfandrga 1 e { por 400
ao mes.
Idea de letras de boaa firmas 4 e alej.
Preamar do da 8 de Abril.
i. a 2 horas e 54 m. da minjii.
t. al horas e 48 m. da tarde.
PJMSES DA LOA M *> *> ABB1L.
Qoart, ming. 2 a 4 horas e U m. da tarde.
La Noa a 40 a 8 horas 43 m. da tarde.
Qaatt. erec. a 18 aa 4 heraa e 44 da mah.
La cfceia 24 i* 9 hora e 8 m. da tarde.
"II1A Kl O E I E R W A M BU iW,
------------~~ aiiaaaaamaaaMemmmBWamamwaaa^ nT
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
O Presidente da Provincia em cumprimen-
to do art. 196 do Regulamento n. 120 de51
de Janeiro d'este anno destina provisoriamen-
te para as audiencias das Authoridades Poli-
ciaes, eJudciaras d'esta Cidade do Recito
a casa que tem ltimamente servido para as
sesses do Jury. Palacio do Governo de Per-
nambuco i. d'e Abril de 1842. = Baro da
Boa-Vista.
CONTINUAQA DO DA 2 DO CQRDENTE.
Portara. Demittindo a Florencio Jos
Carneiro Monteiro do Posto de Major Com-
mandante doEsquadro de Cavallara da Guar-
da Nacional do Municipio do Recife.
Ofllcio Ao Commandante Superior da re-
ferida Guarda Nacional communicando-lhe,
que vista dos documentos apresentados
Presidencia pelos quaes se prova exuberan-
temente a falta de respeito, obediencia, e
ubordinacao com que so houve o Major
Commandante do fisquad rao de Ca vallara Flo-
rencio Jos Carneiro Monteiro para com a
mesiiia Presidencia tem esta por Portara
d'esta data demittido o dito Florencio do Pos-
to e Commando do mencionado Esquadro.
Dito Ao Juiz de Direito Substituto da 1.
Vara do Crime, e 2. da Civel d'esta Commar-
ca communicando haver designado para as
audiencias das authoridades Policiaes e Ju-
diciarias d'esta Cidade a casa doLyco que
se achava disposcao da Cmara Municipal
respectiva.
De igual theor ao Juiz de Dreito Substi-
tuto da 2. Vara do Crime, e 3. do Civel, e
ao Juiz de Dreito da i. Vara do Civel.
Dito Ao Juiz Substituto da 1. Vara do
Crime communicando-lhe ter nomeado pro-
visoriamente a Jos Alfonso Guedes Alcanfo-
rado para o Em prego de Escrivo privativo do
Jury do Termo do Recife.
DitoAo Commandante Superior da Guar-
da Nacional d'este Municipio communican-
do-lhe ter ordenado de conformidade com o
Decreto de 9 de Dezembro do anuo p. p., que
se organise n'esla Provincia um Batalho de
Guardas Nacionaes destacados a fim de ser
empregado no servico da mesma Provincia,
e minorar o atrpelo, em que actualmente se
acha a mesma Guarda Nacional que to ac-
tivos como valiosos servicos ha prestado 5
determinando-lhe que com urgencia expeca
as suas ordens, para que dos Corpos da Guar-
da Nacional de seuGommando Superior seja
foraecido um contingente de 180 pravas o
qual dever ser mandado apresentar ao Com-
mandante das Armas com a maior brevidade
possivel -, e declarando-I he, que aos Cheles
dos ditos corpos deve recomiriendar, que faco
a designado dos Guardas, que tem decom-
por o mencionado contingente conforme o
disposto no Regulamento n. 106 de 7 do re-
ferido mez e anno e que faco-se efTctivas
as penas por elle impostas quelles Guardas,
que sendo designados recusarem prestar-
se a este servido.
De igual theor aos Chefes de Legio do
Cabo para remetter um contingente de 60 pra-
cas de Olinda para enviar um contingente de
100 pravas; de Iguarass para mandar um
contingente de. 50 pracas ; de Santo Anto
para remetter um de 50 ; de Na/arelh um de
igual numero; doLimoeiro para mandar um
de 50 praqas ; e ao Commandante do Bata-
lho do Pao doAHio para mandar um con-
tingente de 20 pracas.
da 5.
Dito Ao Chefe interino da Legio.de Se-
rinhaem communicando ter approvado as pro-
postas dos postos vagos do 1. Batalho, e Es-
quadro de Cavallaria da Guarda Nacional de
seu interino Commando, queacompanhro
o seu officio de 15 do passado para que as
fa?a publicar em ordem do dia, determinan-
do aos promovidos, que solhcitem pela Secre-
taria da Presidencia as suas.Palentes ; e de-
clarando-lho em resposta ultima parte do
seu mencionado officio, que elle he competen-
te para organisar a Proposta do 2. Batalho,
de que he Chefe emtora se ache no Com-
mando interino da Legio.
iDito A Cmara Municipal desla Cidade,
para que ponhadisposico das Authoridades
Policiaes, e Judiciarias da mesma Cidade as
chaves da casa que servia para' as sessOes do
Jury pois que ella se acha agora designada
para as audiencias das ditas Authoridades.
Dito Ao Inspector da Thesouraria da Fa-
zenda remetiendo, para que Ihe dcadeyida
execugo copia do Avizo da Secretaria d'Es-
tado dos Negocios da Marinha n. 8o de 5 de
Margo p. p. pelo qual Houve S. M. o Impe-
rador por bem mandar abonar d'ora em dian-
te a quantia de 40*000 reis mensaes a Joa-
quim Jos Alves d'Albuquerque encarrega-
do dadireceo da Enfermara de Marinha.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nha communicando a disposico do Aviso so-
precitada para sua intelligencia e a fim de o
fazer constar ao dito Albuquerque.
Dito a o Inspector da Thesouraria da Fa-
zenda para que mande substar a consigna-
gao mensfil de 30*000 reis que de seu sold
deixra sua familia n'esta Provincia o Te-
nente Coronel Graduado de ^. Linha Joo
Francisco de Mello e envi Presidencia a
guia do referido Tenente Coronel, a lim de
ser abonado por inteiro na Provincia de S.
Pedro do Sul, conforme foi ordenado em A-
vizo Imperial da Secretaria d'Estado dos Ne-
gocios da Guerra de 28 de Fevereiro d'este
anno
Dito Ao Chefe da Legio do Limoeiro ,
participando ter approvado a Propasta para os
Posto vagos do i. Batalho da mesma Le-
gio e determinando-lhe, que a faga publi-
car em ordem do dia, ordenando aos propos-
los que scjllieitem suas Patentes pela Secre-
taria da Presidencia.
COMMANDO DAS ARMAS.
CONTINU.VQA DO EXI'ED. DO DIA 51 DO PASSADO.
Qflco Ao Commandante interino do Ba-
talho d'artiUieria dizendo-lhe em resposta
ao seo oflicio desta data que o soldado Agosti-
nho Servlo Advogado, bendo sido diliniti-
vamente sentenciado pe!o Jury da Comaroa
do Limoeiro a 7 annos de priso simples e
estando addido ao Deposito, fradelle exclui-
do eremetlido com guia Prefeitura desta
Comarca a 6 de Dezembro do antio passado ,
a lim de fazer executar a referida sentenca j
pelo que o Batalho devia averiar em seos
assentos esta occarrencia e considera-lo ex-
cluido aquella data.
Dito__Ao Prefeito da Commarca dbanlo
Anliio, ilizendo-lhe que recebera, e assen-
taro praca os recrulas Joaquim Manoel da
Silva Manoel Martins da Rocha Francisco
Pinto Soares, Pedro Jos Barbosa Jos Ale-
xandri do Amorini, e Romualdo Abade,
constantes da relaco involvida no seoollicio
de 28 do corren te.
Dito Ao Prefeito interino da Commarca
do Becife dizendo-lhe que o remita Jos
Francisco de Lima assentara praca.
Portara Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Batalho Provisorio, mandando ex-
cluir com guia de passagem para a Compaohia
d'Artifices o soldado Francisco Borgcs Ca-
valcante.
Dita__Ao Commandante da companhia de
Artfices, aiilhorisando-o a receber eom
passagem o soldado mencionado na Portara
precedente.
REPARTICAO DA POUCIA.
Parte do dia 6 de Abril de ,1842.
O Commandante Geral interino do carpo'
Policial participa terem sido hontem presas
pelo Sub-Dulegado da Freguezi do Recife as
preta Felicianna Mara Fclicidade, c Claudi-
na Maria da Conceigo, por seretn de con-
ducta incorregivel ; e pelaPalrulha, que ron-
dou no lugar do Corpo Santo a pela lgnacia ,
escrava por suppol-a fgida : foro remet-
lidas para a Cadeia.
Abril 5. Passou-se Fassaporte a Francisco
d'AssisBrito, Portuguez para o Rio do Ja-
neiro afianzado peto Ex ni. Senador Fran-
cisco de Paula Cavalcante d Albuquerque ;
c guia para a preta de nomo Joaquina des-
pachada para o mesmo lugar por Manoel da
Fonceca e Silva Brasileiro.
Abril 6. Passou-se Passaporte a Jos Vi-
cente A preto para o Bio de Janeiro le-
vando em sua companhia um seo cscravo do
nome Vicente.
Passou-se Passaporte aChristovo Dicstel,
natural de Lubeck, para Sergipe. Afliancado
pelo Negociante Joo Henriquesda Silva.
IIIUIIO DE PERNAMBl'CO.
[FOL&ITO
AttRHAS POR FORO d'HESPAKHA(*).
1371 2.
. Seja pois como queris : disse oalfai-
ato-mus vede o grao risco a .que me ponlio
por vsoulms. .Fallapeieu aelpe com liber-
rdade iwrtugueza : preperei vosso agravo e a
deshonrae feio peccadodesua.wal senhoria,
.mas necessario que vos todos quantosah
sois, estelis de alcateia eaoromperd al-
va no alpendre de S. Domingos. Dizem que
a adultera mulher de grande corago e ou-
sados pensamentos ; em Lisboa esto mu toa
cavalleiros seus parentes e parciaes. Bestci-
ros deste concellro que nao vos esquegam
em casa vossa bstas e aljavas Poada de
Lisboa levai vossas azevans Ostronseen-
genhos do castelloaccrescentou o alfaiate
em voz maisbaixa e hesitandonao vosa-
jwquentaro anda que elrei o quizesse ,
porque o alcaide-mr Joo 'Lourenco Bubal
nao dos etleicoados a D. ^Leonor Tees.
Nada ha mais dillicil do que avahar o siste-
ma poltico e as yislas governativas de urna
administraco nascente quando um concurso
de circunstancias especiaes, e nao um pensa-
menlo parlamentar aturadamente debatido, o
por fim victorioso combinara seus elemen-
tos e determinara sua organisa^o : tal foi
verdaderamente a'hypothese em que se aehou
o actual gabinete no momento da sua orma-
co e mesmo na poca em que teve de apre-
sentar-se perante o corpo legislativo para for-
mular seu programma govcrnatnental, o res-
ponder pelofl seus aclos bem que at entao
pouco significativos. Sem embargo, os prin-
cipios polticos bem condecidos Je cada um
dos ministros, sua decidida adheso pessoa
augusta do monarcha eemlim suas vistas de
reorganisoyo e de ordem claramente indicava
que o successo poltico de inar?o nao era um
facto estril em si mesmo e sem consequen-
cias, e que a nova administraco succeden-
doao delirante e obcecado gabinete de julho,
tinha almda importancia que lhe resulta-
va desta circunstancia peculiar, um valor
proprio cujo quilate era proporcionar-lhe
tolalidadc do crdito e reputado de quego-
savo os seus membros. Seja porem como
for indubitavel que conjuncturas houve ,
em que o ministerio pareceu to tmido to
pouco penetrado do apoio robusto que lhe
prestava a naci que com razo se fez sus-
peito de fouxeza e debilidade da parte dos
seus aliados e de varillado e incertesa da
parte dos seus antagonistas : taesso sempre
(*) Vid. oDiario N. 71 e 72.
Santa Maria e Santiago sejam comnosco
Alcacere alcacere pela arraia muida A
repousar amigos
Alcacere, alcacere respondeu a
turbamulta.
Morra a comborca grilou Ayras bil
com voz de trovo. Morra a comborca
repetiramosgaliotes as virtuosas matronas
doscoromens d'arraz e cintos pretos que
assistiam quelle conclave.
Olha Ayras que S. Martinho fica per-
to e contam que D. Leonor tem ouvido su-
til disse 'Fr. Roy ao petintal com um
sorriso diablico. .
,< Dr de levadigas te consumam Ira-
do i replicou o petintal. Quando eu
quero que me oucamque falloalto. Alca-
cere por sua sen horia o bom rei-D. reman-
do Deus o livre deCasteilae de felieos
O petintal emendava a mo como podia. E
entre morras e alcaceres ; entre risadas e
pragas; entre ameacas vas e insultos inuteis,
aquclU vaga de povo contida na taberna de
messei-Folco, espraiou-se pelas ras, de-
rivou-se pelas queUias, vielas e-beeos em-
bebeu-se pelas casinhas e clioupanas que
nessa epocha jaziam muitas vezes dcitadas
junto s raizes dos palacios feudaes na velha e
opulenta Lisboa.
Com os bracos cruzados o alfaiate eon-
templava aquella multido que diminua r-
pidamente e cujo sussurro alongaudo-se era
similhavel ao gemido do tufo que passa de
noite pelas cargas d'uma campia bravia. A-
inda elle tinha os olhos titos no portal poronde
sahira o vulto indelineavol chamado povo e
jninguem ahi estava salvo os dois caval-
leiros que se tinhairi conservado immoyeis na
mesma postura que haviam tomado, o Fr. Roy
que se estirara sobre um dos bofetes, e jaron-
cava e assobiava como em sorono profundo.
Os dois cavalleiros ergueram-se e descu-
briram os rostos : a um anda a barba do ho-
mem nao punga as faces : o oulro na al-
vura das melenas brancas, que trazia cni-
da sobre os hombros moda de Castella e
no rosto suicado derugas,cerllicava ser jbem
largaabismria de sua peregrinado na Ierra.
O manceboolhou para FcrnoVasq ues que
pawcia absorto, e depois pra o veltio copr
um gesto de impaciencia. Este olhou lam-
bem para elle e sorriu-se. Depois o anco
chamou oatfaialeem vozbaixamasperceptivel.
Este, como se cahisse em trra da altura
dos seus pensamentos, estremeceu esal-
tando do escabello onde ainda se conservava
em p ncaminhou-se rpidamente para os
dois cavalleiros:
Senhor infante que vossa merc me
perdoe e o Sr. Diogo Lopes Pacheco -A-
f que no meio deste arruiJo qtiasi me es(jue-
cra deque eris aqui. Estis desengaaadospop
experiencia propria de que posso responder
pelo povo e que manh nao faltaro em
S. Domingos ?
Na verdaderespondeu o manceboque
tu governas mais nelle que roeu irmo com
seriei! Veremos se manh le obededecem
como le ubedeceram boje.
E's um notavel capitao accrescentou
Diogo Lopes rindo e batvndq, no hombro do
alfaiatese fosses capaz de i-eger assm em
hosteuma bandeira d'homens dUrmasmere-
cias a alcaidaria de um castello.
E podis estar certo que o entregara


M^
n
iimil i
as impresses causadas pela coneiliago quan-
do esta procura operar sobre grupos ou peque-
nas massas e'nito sobre individuos, o que,
rm verdade desacert ; visto que o vincu-
lo que liga um partido poltico to cheio de
exigencias e pretences exageradas e to
palpitante anda do principio revolucionario ,
que Ihe deu existenlencia nao podia que*
brar-se seno por meio de urna total derrota
o combate, e nunca pelas (locuras nial sen-
tidas da coneiliago, que ( atada o repetimos)
s pode obrar em urna rbita circunscripta, e
apoucada como a dos intcrcsses individua-
os. Todava outra nao podia ser a marcha
daadministragao na pocha que indicamos:
1." porque ella se compunba d elementos
que nunca se haviam reciprocamente adiado
om presenta uns dosoulros; 2." porque a ex-
periencia anda nao tinha pronunciado a sen-
tenga condemnatoria quchojeha fulmina-
dlo contra alguns dos falsos monarcliistas de
julho ; 3." porque, carregudos com o peso
do anathema nacional e do oprobrio al.-
guns dos chelos das cohortes revolucionarias
parcciam resigoar-se sorteque asna impru-
dencia Ihes havia preparado c volver nul-
lidadede sua posicao sern murmurago e
sem recalcitrar. Mas (cousa nolavel ) a
medida que o ministerio por alguma conces-
so aos interesses do partido opposto se mos-
trava mais brando mas complacentc o an-
tagonismo poltico se reveluva com inas in-
tensidade e os seus orgAos na tribuna e na
imprensa redobravam o vigor da sua grita e
augrnentavao o volunte das Mas loucati exi-
gencias : occasio houve em que julgando
covardia o que nao era seno condescendencia
c leviandade so arrojaro no seio mesmo do
corpo legislativo a ameacar com a revolu-
go se por ventura o ministerio nao acct-
desse s suas pretenges c inlercsseiras vis-
tas, asquees, como fcil de presumir,
tendam manif''stamente a mantcr uas pro-
vincias algumas das suas influencias absoluta-
mente necessarias para que a ruina e anni-
quilago do partido nao fossem totaes e li-
vesse anda ah de permanecer um certo n-
cleo de forca apto a dosenvolver-se ao favor
de qualquer evenlualidade possivel. reliz-
mente a virulencia da sua linguagem a ou-
sadiadesuas pertencos, a injusticia da sua
causa e mais que ludo o desacatamenlo e
irreverencia que votavo ao monarclm, a dcs-
vendarao administraco que conscia da
sanclidade de sua niisso e penetrada da sua
immensa rosponsabiliJadc tralou de oppor
nina barreira insuperavcl aos trasbordamen-
tos revolucionarios de tal partido procuran-
do francamente o appoio da maioria das cama-
ras legislativas e ilos verdadeirosamigos da
ordem. JN'o momento em que a administra-
cao comprehendeu a necessidade de urna tal
rosolugao e estabeleceu com clare/a os dog-
mas e as mximas da sua poltica reorganisa-
iora como por encanto se achou rodeada
da naco inteira que amostrada pela ex-
periencia industeiosae Ilustrada s vena
paz os elementos da sua futura opulencia e
prosperidade e na reforma d#ssas leis vicio-
sas e hadequadas os pcnhores da conservado
das nossas inslituigoes monarchicas da or-
dem publica e da liberdade. Estabeiocida
assim em solidas bases a confianza recproca
do govcrno e do corpo legislativo, um novo
horisonte offerecia o paiz s vistas do observa-
dor e se at cnto tudo era ineerto e-
quivoco e fluctuanle desde logo nnguem
ousou maispdr emduvida a estabilidade das
nossas cousas nem to pouro desconhecer
as probabilidades de r.ipido mclhoramento.
no alto e no baixo irado e pagado d? noi-
le on de da, aquello que de mim livesse
preito e monagcm.
Do que (ico certointerrompeu o velho
Pacheco no mesmo tom em que comecara-
que tu ja estudaste a forma do preito para o
que dsse e viesse. Mas ainda quizera ter mais
urna certeza e de que nao me ser preciso
cozer pona de punlial a boca de quemousar
dzerque o infante I). Diniz e Diogo Lopes
Paeiuco cruza ram esta noile aporta da ta-
berna do genovez Folco Taca.
Ouando estas ultimas palavras pronuncia-
rlas lentamente sahiram dos labios do que
as proferia os roncos e assobios do beguino
quedormia foram mais lapidse trmulos.
()uem aquelle eremita ? proseguiu
Diogo Lopes apontando para Fr. Boy com um
Testo de desconfianca.
E' um dos nossosresponden o aifai-
um dos que mais tem encarnicado a ar-
a miuda contra a feiticeira adultera; na
'iada dpsU tarde foi um dos que mais gri-
to deronte dos pagos d'clrci. Por osle
ndoeu. Nao tereis senhor Diogo Lo-
Taesesperanzas se rcalisaram em tola a ex-
tenco; visto que em pouco mais de dous me-
zes de trabalhos e fadigas foram discutidas,
approvadas o sanecionaiias a importante lei
dos vi ce-presidentes ,jnje^tai>ta h/rga deu ao
governo; a do destacamento da'guarda Na-
cional para fora da provincia S que o habli-
tou parasuffocar eiricazment^.qyalquer com-
mogo'poltica que surgir possa ; a do con-
selho de estado que to til ser para o e\-
ercGio do* poiler moderador e boa gesto dos
negocios administrativos, e emfim a das e-
mendas ao cdigo do processo que veio re-
organisar o poder judiciario e assental-o em
bases verdaderamente sociaes e razoaveis.
E nem as vociferaces da opposigo e suas
roncas nem as suas insidias e cavillages
embargaram a promulgagode taes medidas ,
mil veses uteis e indispensaveis eso contro-
vertidas e eslorvadas pela oposico em ra-
zAo do effeito bem sensivel que ellas tem de
pioduzir desmontando um por um todos os
elementos de resistencia e de perturbago e
reconsliluindo o poder e conferndo-llie a
naturesa protectora da sociedade que Ihe ca-
be cede mister, par que elle funecione
utilmente, e desempenhe seus verdadeiros
lins. A medida porcm qne taes meios eram
conferidos ao governo com sollicitude, e mes-
mo agodamento poressa cmara patritica,
que ta bem mereceu do paiz pelos seus ac-
tos de illustragSo durante a ultima legislatu-
ra ; medida que a administraco ia assim
alcanzando to aS9gnalados triumphos, os
corypheos da anarchia respeilosos c em de-
lirio dirgiram ao tbrono pedidas ameacas
e sinistras alluses no intuito provavel de
abalar o moral do moii.ircha e fazel-o re-
cearnelo sen futuro quando em verdade ,
se existsse no mundo algum principe adora-
do, 6 o anjo tutelar que a Providencia nos
concedeo para dirigir nossos destinos, pro-
mover nossa felicidade, e fazer a sua propria
gloria. 0 embuste nao produsiu effeito, e
os ungidos amigos dothrono llcaram desmas-
carados e conhecidos por verdadeiros revo-
lucionarios. Nesta occasio leve o ministerio
de passar por urna severa prova : mas houve-
se com a diguidade de um governo que se
respeila; e o homcm de Santa Helena e Holy-
Hooil vu despedagar-se o frgil talismn de
um nome que s a yaidado da deumncia ,
ou o insincero interesse de um partido cos-
tumava engrandecer e exaltar. Em fim o se>-
nado brasileiro nao teve a magoa de contar
em seu seio csse homem desleal e vertigino-
so. Este ultimo fado teve no paiz una in-
mensa signilicago e por ultimo convenceu
a faeco desorgansadora que as avenidas do
poder estavam trancadas paraos seus apost-
los r que s duas nicas sendas Ibes era
permiltilo seguir asaher.a resignago ou
a revolugo.-Beduzido a esta extremidade
desesperadora o partido aguador nao podia
hesitar na escolha visto que do momento
em que suas tendencias se modlifassem c
seu ardimenlo arrefecesso os ambiciosos,
os descontentes, os demiltidos e os turbu-
lentos de prolisso que sao as quatro classes
donde elle deriva os seus elementos hastoa-
riara urna nova bandeira proclamaran! ou-
trnschefes, e em fim luctariam at urna der-
rota que os dispersasse os anniquilasse c
li/.esse pesar sobre clles a vinganga da lei.
O pensamentoda revolugo foi pois abragado,
c o norte do imperio cujo espirito mal com-
prehendiam cscolhido para thealro dos pii-
meiros ensaios : em quanlo porm taes ma-
chinaces se concertavam nosconventiculos
tenebrosos do partido em quanto os emis-
sarios da propoganda partiam para aquellas
paragens o governo ltenlo o vigilante pro-
cucava cautelar os oireitos da conspirago.
Nao obstante, o presidente da Parahyba
barbarament accommettido e recebe o tiro
que Ihe desparra a opposico armando um
braco mercenario e obscuro : mas ainda des-
ta vez a Providencia salvou a vida preciosa
do benemrito cidado e no momento em
que a lei a obrar contra a ferocidade e o ca-
nibalismo urna reaego de toda a populago
patenteia-se e esmaga pela forga da opinio os
audores de lo nefando attentado. Em fim
o estampido do arcabuz j nao repercute em
nem-um outro ponto do imperio c o gover-
no firme em sua poltica, e appoiado no sen-
limento nacional, cerra os ouvidos aos cla-
mores da opposigo que naquelle mesmo
conflictoousavaaecusar a victima, e descul-
paros assassinos; que a tanto diego a immo-
ralidade de um partido 0 Sr. Pedro Cha-
vos conservado no seu posto e a Parahyba
boje a provincia pacifica por excellencia.
Malsuccedido em taes tentativas e vendo
com profunda magoa o estado de absoluta
tranquilidade das provine as do norte e suas
felizes disposiges para urna paz duradoura e
inalteravel o partido turbulento vae-se al-
bergar na provincia de S. Paulo visto que
mesmo em Minas Geraes frustaneas foram to-
das as deligencias para concitar o povo re-
volta. Nao obstante as ameagas da opposigo
e seus embustes o governo sabia que os Bra-
sileros j se nao movem o agitam ao grado do
qualqUer homem averitureiroe perdido que
pretenda elevar-se no meio das ruinas da pa-
tria e fazia justica populago paulistana ,
quando acreditava no seu espirito de ordem ,
econiava na fidelida-le que sompre ellaconsa-
grou ao tbrono e consliluico.
De accordo com taes eonvcges o gover-
no conferea presidencia daq-iella provincia a
um cidado Ilustre pela sua alia posigo so-
cial e digno da confimgu dos Paulistas, que
sempre Ihe tributavam nao equivoca eslima ,
o Sr. baro de Monte -Alegre em fim no-
meado presidente, c o seu nomo o o seu
prestigio sos deram um profundo golpe nos
planos da agilago, estabelecendo um ponto
de apoio c convergencia para os uu me rosos
amigos da ordem na provincia de S. Paulo.
Apezar da idelidade da populago e diree-
go do seu espirito vollado todo para o traba-
lito e a industria os caudilhos do partido
nao dcsistem do funesto empenho ; e pensan-
do respirar o ar livre da almosphera paulista-
na quando alias nao respiravain seno os mi-
asmas perigosos do antro caliginoso em que
viviam ei-Ios que so abalangam a dictar
proceitos ao governo uirigindo-lhe essa in-
qualilicavel mensagem, na qual o desarra-
zoamento da doutrina s pode ser excedido
pela crapulosa insolencia da linguagem.Este
acto dcscortinou todas as vistas a ndole e
a nalureza da poltica que segniram, e ao
mesmo lempo foi um signal de guerra para
os zelosos mantenedores da constitugo do
imperio, que clarameule enxergaram os
golpes que Ihe pretenda de.sfechar usse par-
tido ambicioso que cm nome da mesma
eonstluigao exiga do governo, na violago ,
seu despresoA ou antes seu aniquilarnonlo.
Nesie onsojo toda a energa era necnssaria da
parle do governo de paiz para defender o pal-
ladlo dos nossos diroitos e as altas preroga-
liv.is da cora. Elle a mauilosloii oportu-
namente ; e se em alguma occasio se tem
podido admirar a sabedoria do governo
sem duvida na serie das medidas adoptadas
cerca deste importantissimo incidente. A for-
taleza do gabinete e seu religioso respeito
pelo'deposito que a cora Ihe confiara des-
concertaram por tal geito os planos dos atra-
llanos que tiveram de recuar ante a for-
midavel perspectiva que Ihes offerecia o im-
perio unido forte e disposto para defender
amonarchia e a constituigo.Em fim o san-
gue brasileiro nao ensopou o solo paulistana,
e gragas aos esforgos de alguns homens pru-
dentes embora desafeigoados ao governo o
ferrete da rebelda nao ficou ainda impresso
na fronte da opposigo.
Por urna coincidencia singular e feliz,
quando nesta capital ebegou a noticia de taes
successos, os amigos da ordem e do tbrono
applaudiam com transportes o triumpho ob-
lido pela legadade, em Camacuau con-
tra o chefe da rebelda, que battido, e sem
recursos quasi que paga com a vida os males
causados patria que elle apu'nhala e dila-
cera.Esta porem nao a nica victoria al-
cangada pelas nossas armas durante a presen-
te administrago e confiando altamente nos
esforgos e no zelo incansavel do ministro que
dirige os negocios da guerra brevemente o
paiz tora de contar novos distnetos feilos ,
que levaro a confuso e o desanimo s luci-
rs dos rebeldes e enChero de gloria e do
esplendor a causa, que defendemos.
Progrida pois o governo no caminho que
com tanta vantagem tem trilhado caminho,
que Ihe foi tragado pela opinio nacional ;
empregue todas as suas forgas suas faculda-
des e energa no desbaratamenlo das faeges;
applique lodo o sen zelo e desvelo execugo
da lei da reforma judiciaria ; atienda para os
graves assumptos de poltica externa que
reclamam sua attengo e cuidado, e certo
continuar a merecer as sympalhias do paiz ,
que em um acto mais de resolugo e de cora-
gem opportunamente praticado achara o
remate da grande obra da paz publica e da
consolidago das nossas instituiges: este
acto nao mister menconal-o.
$ Do lirazil)
pes de Ihe cozer a boca pona de vosso pu-
nlial.
(( Ilespondc por ti honrado capito da ar-
raia miudareplcou o velho cortezoQuem
me responde por elle o seu dormir profun-
do: quem me responda por elle, se acordando
nos visse aqui seria este ferro de Toledo que
tragona cinta. Agora o que importa. Em
quanto manh elrei se demorar em S. Do-
mingos um trogo d'arraia miuda Desle-
ros ha-de commetlcr o paco e ou do terre-
io ou rompendo nos aposentos interiores ,
necessario que urna pdra perdida um ti-
ro de bsta disparado por engao urna aze-
van brandida em algum corredor escuro nos
assegure que elrei nao pdedeixar de atten-
der as stipplieas dos seus leaes vassallos, e
dos cidados de Lisboa.
Morta exclamou o infante enm um
gesto de horrorNao nao Diogo Lepes ,
nao ensanguenteis os pagos de meu irmo ,
como...
Como ensanguentei os pagos de Sania
Claraatalhou Pachecodizei-o Trncame f
le ) porque nem remorsos me ficaram e
dentro. Senhor infante vos esqueccsles-
vos disso porque eu posso e valbo com elrei
de Caslella Senhor infante a ambgo tem
que sallar muitas vezes por cima de vesti-
gios de sangue Vos passastes avante e nao
vistosos do sangue de vossa me Porque
hesitareis ao galgar os do sangue do Leonor
Telles r1 Senhor infante quem sobe por sen-
das ingremes e por despenhadeiros tem a cer-
teza de precipitar-se no fojo se covarde-
mente recua.
D. Dini/ tinha-sc tornado paludo como um
cadver: nao responden nada : mas dos o-
Ihos rehentarani-lheduas lagrymas.
Ferno Vasques escutou a prelecgo poltica
do velho matador de D. Ignez de Castro com
religiosa attenco. E resolveu tambem l
comsigo nao se deixar cahir no fojo.
Far-se-ha eemo aponais : disso elle
'aliando com Diogo Lopesmas se os homens
d'armas e hesteiros de Joo Lourengo Buba
descerem do castello...
Nao le disse ainda pouco ha que Joo
Lourengo (icaria quedo no meio da revol-
ta ? Podes estar socegado, que nao te cer-
EDITAES.
O Bacharel Umbclino Ferreira Cato, Juiz '
Municipal supplented'Olinda e seu Termo.
Faz saber a lodosos Municipenses da dita
cidade o seu Termo que acha-se no exerci-
cio do dito cargo e tem marcado para as au-
diencias os dias Torgas e Sextas feiras uteis,
no antigo logar do costme as quaos tero
principio no dia 12 do corrente moz as 10
lloras da man ha.
E para que chegue a noticia de todos man-
dou passar o presente por elle Juiz assignado
e sellado que ser publicado pela imprensa.
Olinda 7 de Abril de 1842.
Umbelino Ferreira Cato.
OTenentc Coronel Francisco Mamede de AI-
meida Sub-Delogado da Froguezia de S.
Fre Pedro Gongalves do Becife.
Fago saber aos meus comparochanos, quo
me ado empossado e em exercicio do referi-
do cargo de Sub-Delegado ; e que as audien-
cias sero nos dias Tergas feiras as quatro ho-
jas da tarde e sendo dia santo ou feriado nos
immedial'is ; assim como me acharaqual
quer hora protnpto a despachar na casa de mi-
nha residencia, na ra do Vigario N. 3. Bair-
ro do Becife 0 de Abril de 1842 Eu Mano-
cl Joze Fernandes Barros, Escrivo do Juizo
de Paz e do Sub-Delegado o escrevi.
Francisco Mamede de Almeida.
tifique disso s para animares o povo. E' a
realidade. Agora tralo de dispor as cousas
para que nao seja um dia intil o dia d'ama-
nh.
Pegando ento na hio do infante, o fe-
roz Pacheco sahiu da taberna, e tomou com
elle o caminho da Alcacova. Ferno Vas-
ques ficou um pouco scismando : depois sa-
hiu dirigiiido-se para a porta de ferro, e
repelindo em voz baixa : Nao me precipi-
tarei no fojo !
Passados alguns instantes de silencio Fr.
Boy tlevuntoudevagarinhoa cabega assen-
lou-se no bofete e poz-se a eseular : depois
saltn para o chao apagou a lampada que
arda no meio da casa, abandonada por Folco
Taca, logo que o povo tumultuariamente a
inundara chegou a purla escutou de no-
vo alguns momentos manso e manso cnca-
minhou-se para a torre da S da banda do
norte, c como um fantasma desappareeeu co-
zido com a negra e alta muralha da cathe-
dral.
( Ccntinuar-se-hi).


o
3=~
declarares.
= D'ordem do Hlm. Sr. Inspector do Ar-
senal de Marinha se faz publico, que se tem
de contratar por lempo de 3 mezes u for-
necimento para os Navios da Armada dos
seguintes objectos: agoa-ardente, azuite doce,
spermacetc ferro da Suecia papel almaco,
e pennas de escrever. As pessoas a quem o
dito fornecimentoconvier sao convidadas pelo
mesmo Hlm. Sr. Inspector aapresentar as suas
proposlas na Secretaria do mencionado Arse-
nal at odia 15 do correte mez. Secreta-
ria da Inspccgo do Arsenal de Marinha de
Pernambuco em 6 de Abril de 1842.
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Secretario.
cr O Racharel Formado Francisco Car-
los Rrandrao Delegado .do 1. Destricto
do Termo desta Cidade d audiencia as
quarlas feiras, e sabbados pelas nove horas
da manha na caza para este lim destinada
pelo Exra. Sr. Prezidente da Provincia, e
em sua caza despacha todos os dias uteis.
THKATRO.
ss 0 Val da Torrente Grande Drama do
especial Archivo Theatral de Lisboa se re-
presentar pela vez primeira Domingo 10
do-corrente no Thealro publico primeira
parte O Orpho segunda parte O
Assassinio terceira parte O Suicidio.
A beleza deste insigne melo-Drama he as-
saz'conhecida por todos os amadores que leem
o archivo Theatral da publicacao dosbons
Dramas e a grandeza da peca impossibilita
os socios Empresarios de Ihe adicionar outro
divertimento ; na certeza de que este ser
bastante para deixar salisfeilos todos os Es-
pectadores.
Principiar s horas do costume.
AVI SOS DI VERSOS.
= Precisa-se de 800.) rs. a premio sobre
hypolheca do um sitio livre e desembargado
em Olinda com casa terrea de bonscommo-
dos com bastantes laranjeiras pinheiras ,
romeiras e oulras mu i tas arvores de fruc-
tas capim de planta-, um outro sitio separa-
do sercado com sercasde limo para plan-
tar-se ou criar com olaria e fornos de li-
jlo. O mesmo arrenda-se por prego muito
com modo por seu proprietario ter de reli-
Tar-se : a fallar no mesmo sitio junto a Igre-
ja de Guadelupe, com Ignacio de Loyola Cal-
lado.
= Quem annunciou no Diario primeirodo
corrente dar um cont de res a juros so
bro hypolheca queira declarar sua morada
para ser procurado, ou declarar a alguma pes-
soa nesta cidade para este declarar a quem
pretende dar o predio, que he urna legoa dis-
tante do rerife.
as O aBaixo assignado tendo adminis-
trado por espago de 8 anuos na Comarca de
Serinhaem o grande Engenho Jassir deque
he Proprietario o Illm. Senhor Coronel Mcnc-
ses ; avisa aos em pregados qne servirAo du-
rante a sua administragao que offerecendo-
se-lhe alguma duvida em suas contas ea
queiro disfazer dirijao-se a casa d sua resi-
dencia confrotando com a Igreja do Snr.
Rom Jezus dos .Martirios : casa de tres por-
tas verdes.
Jos Mara de Figuerido.
= Qualquer Snr. de Engenho que preci-
sar de um administrador que tem suflicientes
vonhecimenlos de agricultura ; he primeiro
Piloto approvado por S. M. Fidelissima, tem
o curso Mafhematico todo completo em que
-lie nelle approvado plenamente examinado
as linguas Francesa e Inglesa he soltciro ,
e d liadores idneos a sua conducta ; dirja-
se a mesma casa cima.
= Quem quber comprar dous cavallos ,
sendo um muito novo e bom carregador, o
outro serve para ambas as sellas e esqipa,
he forte e bom para andar um pagem diri-
ja-se a mesma casa cima.
= Quem annunciou no Diario de hontem,
precisar de una ama de leite para criar tima
Cria tica em sua Casa dirija-se a ra d'Orlas
l). 51 do lado do puente que achara com quem
tratar.
se O Snr. que pertende Comprar um dc
cionario Inglez e portuguez pode dirigir-sea
ra da Praia serrara de Constantino Joze
Raposo, das 11 horas alie ao meio dia ,
c das 5 da tarde em diantc.
as Precisa-se alugar. urna casa terrea no
Rairro de Santo Antonio, e que o aluguel
nao exceda a lOj reis mensais. Quem ti ver
annuncie para ser procurado.
= No da 5 do corrente desapareceo um
menino pardo forro de nome Jos com cami-
sa de madapolo caiga escura e descalco;
quem souber aonde existe, dirija-se ra do
Rosario da Roa-vista casa de AlfaiateD. 18.
= Quom precisar deum homeni casado pa-
ra caxeiro d'algum Engenho o qual se pro-
pe a cnsinar primeiras letras com perfei
go e tambem a muzica : c igualmente sua
Senhora tambem ensina primeiras letras a
coser, lavarintos bordados de susto d'ou-
ro eprata, e llores dePinha. Quem de
seu presumo sequiser utilisar dirija-se a ra
de S. Joze D. 18, lado direito olhando [ia-
ra a Igreja queahi se dir quem .
= Quem annunciou querer comprar s
panoramas dos meses de Fcveroro e Agosto
de 184! dirija-se atrazdos dos Martirios ca-
sa de tres portas verdes; assim como vende-se
.ete partes dos outros meses at Sctcmbro
de IKtl.
= Joze Joaquim deNovaes mestre alfaiate
chegado ltimamente da Cidade do Porto cs-
tabeleceo a casa de sua residencia nu ra do
Queimado I). 16 primeiro andar por cima do
Armascm de louga onde se acha promplo a
mostrar ao respcitavel publico as abilidades
ile seu oflicio com as obras que Ihc encanc-
garem usando das ultimas e mais modernas
modas pelos fgunns recentemente chegados
tendo sempre em vista a bein de seus fregue-
ses a boa execuQo e promplido de suas
obras. Tambem acharo promptas quaesquer
pegas de obra que precisarem acabadas com a
maior perfeico da moda ludo por precos c-
modos, omesmorecebeo ltimamente um bel-
lo sortimenlo de vellidos para coletes tanto
para bailes,orno para lodo o uso, tambem tem
um bello sortimenlo de canarios e pombos de
superior qualidade.
= A Direcgo da Sociedade Amisade nos
une convida aos Socios a reunirem-se no dia
10 do corrente pelas 4 horas da tarde na casa
de suas cessoes (icando serlos os Snrs. Socios
que ser aberla a sessao com os Socios que s
acharem presentes, isto em conformidade
com os Estatutos
= O abaixo assignado roga a pessoa que
tem em seu poder escondida urna escrava de
nome Jozefa de nago alta seca do corpo
idade 40 annos pouco mais ou menos com
um buraco em urna das orelhas ; hajaquan-
to antes ir entregar na ra Dircjta sobrado D.
20, lado do Livramento do contrario ser
publicado seu nome para conitecimento do
publico.
Joze da Fonceca e Silva.
= Em resposta ao annuncio inserto no
Diario de hontem, adverte-se a quem convier,
que Luiz Antonio Gongalves nao deve, nao
pode, nao pretende e nunca pretendeo tras-
pasar o arrendamenlo da casa sita na ra
do Livramento D. 4 j e nem haver quem se
queira sujeitar a um contrato que v d'cncoii-
tro a Le, visto que sendo como sao duas
lerdas partes da dita casa pertencente a or-
phos ella nao pode ser arrendada se nao
em hasta publica e a requisito de quem
competir.
= Faz sciente ao respcitavel publico Joze
Marinangeli, Romano, professor retratista ,
discpulo da Academia de S. Lucas de Roma ,
que nao he verdade o boato arteiramente es-
pal hado ( por pessoa j bem reconhecida por
compositor de historias, o como tal indigna
de crdito) deque,o annunciante pretenda
ausentar-se desta cidade elle pelo contrario
declara positivamente : que sobremaneira pe.-
nhorado do bom acolliimento com que os be-
nignos habitantes deste bello paiz o tem hon-
rado ; e apreciando extremamente a salubri-
dade deste clima pretende aqu morar, e
tem aberto urna Aula de desenlio, pinlura a
oleo e miniatura na ra Nova N. 3 2. ani-
dar, casa onde out'rora habitou Mr. Labou-
lier e onde ser encontrado a todas as horas
dos dias uteis : outro sim se ollerece para lec-
cionar em casas particulares ; esperando no
desenvolvimenlo do sen magisterio continuar
a merecer a eslima das pessoas queja o hon-
ro com sua amisade c das que se propose-
rem a aprender as materias indicadas.
= A senhora D. Anua Perpe ua Stacb e a
senhora D. Garlla Emilia Lopes de Miranda
Loureiro, sirvo-se mandar receberddas car-
tas qf! viero do Maranhao n rila da Cruz
2. andar da casa N. 8, 0U no armasen! de
assucar N. 42 da mesma ru.
== Antonio Joze da Roza faz sciente b
publico i que tendo-se-lhe dsenoaminhado
urna Letra da qiianlia de 700j rs. sacada por
Antonio Francisco da Silva morador na Vil-
la do Aracaly em data de II de Margo do
corrente anno, e aceita por Joze Francisco
da Silva morador nesta cidade, em 22 de
Margo, a vencer a 20 das depois do aceite ;
por sso ninguem poder faser transaegao al-
guma com dita Letra pois quo o annuncian-
te est prevenido a tal respeito, e para firme-
za faz-se o presente annuncio.
= Nao me tendo sido possivel despedir
pessoalmenle de todos os meos amigos, e
pessoas a quem devo multiplicados obsequios,
eattenges: rogo-lhes desculpa desta falta
iuvoluntaria ; e me oflerego na Corte do Rio
de Janeiro com a mais sincera vontado e
jratido para quanto for do seu servico.
Antonio Joaquim de;Mello.
= A olri na ru da Florentina tem
ptima telha de barro d posso tijlo Ae la-
drilho por nova forma mais fornido e gran-
de ; e tambem tpame los: a tratar na
mesma com o feitor ou seu proprietario no
Quartel de polica daJ 9 as 2 horas dos das
uteis.
= Quem precisar d urna pessoa para lec-
Cidnar de primeiras Letras e Latim em ca-
zas particulares; annuncie. Tambem rece-
bo alguns que se queiro a isto dedicar, e
nao posso gratificar; Outro sim ofterece-
se para adiantar alguma escripturago que
exista atrasada e por um prego muito ra-
soavel do que outra qualquer pessoa : an-
uuncie.
= Perdeu-se pelas ras do Calinga Trin-
xeiras cstreita do Rozari do Collegio e
Crespo un meio bilhete da Loteria do Ro-
zari da Roavisla N. 3223 : quem o adiar,
queira restituir ( o snr. Thesoureiro j esta
prevenido ) no palio da Santa Cruz pada-
ria defronle da Igreja qiie muito se Ihe a-
gradecer.
= Francisco Chabrilhc Professor de Sci-
encias naluraes do collegio de Lion em Fran-
ga parlecipa aos amadores de historia natu-
ral que elle empalha com toda a perfeigo ,
qualquer especie de animaes, tanto para col-
lecges, como para decoros de saldes, &c. :
quem precisar do seu prestimo, dirija-se ao
botequim francez da ra Nova. O dito d
tambem liges de Historia natural t e de Ta-
xidernia.
= As pessoas que annunciaraO querorem
fallar a Antonio Francisco do Reg Dar ros ;
dirijo-su ao seu engenho Ginipapo de Seri-
nhaem jugar de sua residencia, ou ao seu
sobrinho Manoel Sebastio de Mendonga Lins,
na rui Direita sobrado de dous andares ,
quina do beco do serigado.
= Deseja-se alugar urna pequea casa de
sobrado que tenha quintal, e seja perto do
rio e ao bairro de Santo Antonio ; a qual
deve servir paraum estrangeiro muito conde-
cido nesta praga: quem a tiver annuncie por
esta ful ha.
= Quem precisar de um rapaz, que d
fiador para fabrica de chapeos, do que tem
minia pralica ou para outra qualquer oceu-
pagao; dirija-se a ra do Queimado hija
D. 7.
sb Aluga-se o segundo andar de urna casa
na ra Nova com commodos para urna fami-
lia : a tratar na ra da cadeia velha do Reci-
te por baixo da casa da residencia do corre-
tor Oliveira.
= Quem precisar de urna mulher para a-
ma de una casa, e que tem muito bous cos-
tume*, e d fiador a sua conducta ; dirija-
se a ra Direita, sobrado D. 20, que achara
com quem tratar.
= Aluga-se a excellente casa terrea, sita
na Soledade N. 447 com commodos e arran-
jos a moderna com sen corredor ao quintal
independente com um grande quintal todo
murado de pedra e cal, lodo plantado com
diversas arvores de fructo e cacimba pro-
pria : tambem s permuta por outro predio ,
anda que seja de maior valor, com tanto que
seja no Recite 011 em Santo Antonio : quem
pretender faser qualquer negocio, dirija-se a
fallar com Joo Antunes Guimares na pra-
ga do Corpo Santo.
COLLEGIO DE SANTO ANTONIO.
O abaix assignado julga de seu dever de-
clarar aos respeitaveis Habitantes desta Cida-
de que o honram entregando-lhe a educago
de seus Filhos c aquellos que para este lim
depositarem nelle a sua conlianga o seguin-
te Extrato do Regulamento ordenado para o
Collegio que tem a honra de dirigir.
Do Collegio e suaDirecgo.
O Collegio admiti o numero de alumnos
que a capacidade do edificio poder comportar.
Os alumnos dividem-so em internos, mei-
os-nensionislas c externos.
Sam alumnos internos os que habitam per-
manentemente no Collegio subjeitos a toda a
sua. disciplina.
Sam meios-pensionistas os que vem de ma-
nh para o Collegio assistem a todos os ac-
tos do dia e vam no lim da tarde para suas
cazas.
Sam discpulos externos os que frequentam
somente as aulas do Collegio, e, lindas ellas,
seretiram.
ADirecgaodo Collegio com posta do Di-
rector, dos Professores das differentes disci-
plinas de um Secretario que ser um dos
Prpfessres o do dous Prefeitos.
Incumbe ao Direc.tor prover a tutio quanto
respeita boaeducago religiosa Iliteraria e
civil dos alumnos ; cuidar dp sustento ; do a-
ceio e economa do vestuario dos internos, en-
tendehdo-se para esse fim com os seus pes
ou correspondrntes, e fazer manter a ordem
em todo o Collegio
E'da obrigago dos Professores fazerem
conservar as aulas o respeito e a decencia ;
serem assiduos e empregarem toda a dili-
gencia no adiantamento do seus respectivos
discpulos.
Compele ao Secretario trazer em dia a es-
cripturagao do Collegio e fazer as actas das
sesss a que nelle se proceder.
E' da obrigagso dos Prefeitos habitarem
prximo dos dormitorios, vigiarem as ac-
ges dos alumnos aconcelharem-n-os e pre-
pnrarem-n-os para as aulas tirando-lhes em
seus estudos as duvida* sobre que forem
consultados. .
No Regulamento do Collegio se marca ni
mais explicitamenle as obrigages da rada em-
pregado.
Materias de ensino.
Rudimentos Doulrina Christ Civilida-
db Ler Escrever Contar. ,
Linguas...Porlugueza Latina, Fran-
cc/.a Ihgleza Italiana.
Sciencias;..Historia... Sagrada Antiga,
Grega e Romana, Da Idade Media, Moderna.
GeographiaPhysic Descriptiva Ma-
thematica.
Rhetorca e Potica.
Mathematicas Puras e Applicadas.
PhilosophiaRacional e Moral.
Aulas de PrendasMuzica...Vocal e Ins-
trumental Desenho Danga.
Haver tambem um curso theorico -pralico
de Commercio logo que se apresentcm do/.o
alumnos que o queiram frequentar.
Todas as oulras disciplinas eslam cm exer-
cicio eas horas do ensino disposta de tal
modo qu qualquer alumno pode frequentar
diariamente mais de duas aulas.
Economa do Collegio. '
Sam admssives alumnos internos de Cat
16annos, porque ha dormitorios separados
para as diferentes idades.
Os alumnos que mais se dstinguirem no.i
seus estudos serm premiados, a fim de por
este modo se estimularen! os outros, e adqui-
rirem amor aoestudo.
Os castigos physicos sam applicados como
ultimo recurso e sempre com a devida e nec-
cessaria nioderagia.
Duas veses no anno se dar cpnta aos pes
do adiantamento de seus filhos bem como do
gran de capacidade que nelles se descohrir.
Cada alumno interno paga ao Collegio 25j
rs. mensaes; cada meio-pensionista 1 la rs. :
cada externo o rs.
O Director persuadido do que ha grande
conveniencia em que os mininos sejam bem
instruidos tos primeiros rudimentos e que-
.rendo facilitaros meios de inslrucgo esla-
belece para os alumnos externos que s f-c-
quenlarem a aula de Primeiras letras a relri-
buico mensal de 3ji rs.
Os outros alumnos externos, ainda que
frequenlem mais de duas aulas so pagarn!
por mez a retribuigo de 5 rs-
O pagamento das mensalidades feito sem-
pre por trimestres adiantados.
As aulas de prendas sao pagas em separado.
Os alumnos que adoecerem poder ser
tractados em casado seus paos, tutores ou
corresponden les ou no Collegio custa des-
tes cessando no caso de molestia que os im-
possibilite de frequentar as aulas por mais do
um mez a pensSo do Collegio.
O enxoval com que os alumnds devem en-
trar he o seguintc :
Farda caigas e bono dduniforme, 12pa-
res de caigas brancas e pardas, 4 infantes do
ganga azul, 2 grvalas ou lengos de seda pa-
ra o pescogo. Cama e travesseiro 2 cober-
tas, Olengoes, 24 camisas, 10 lengos deas-
soar, 24 pares de meias 6 toalas para ros-
to 2 pares de sapatos 1 dito de botins, 1
ponte de marlim 1 dito de deserribar'gar ,
1 espelho urna thesora pequea 1 talher,
urna tigella de lavar. Urna mfcs pequea,
una cadeira macaixa para roupa. A la-
vag m eengommado da roupa dos internos
ser fella em casa de seds pas od correspon-
dentes, e s<) pelo Collegio se mandar apromp-
tar a daquelles qde sendo de fora da Cidade ,
trouxerem essa fecmmendago ao Director.
Collegio de Santo Antonio no Rccife ru
da Aurora, N. 4 --- G de Margo de 1842.
O Director Rernardino Freir de Figuei-
redo Abrcu e Castro.

ti


ifflia.-.-
Ayi^By*J^H
4
fe** Altiga-seo primein sitio pausando a
; onle doMangninho aesqucrda : na ra da
vniz n. 17 ou no mesmo sitio.
W Qiem Iqftser tomar cena nitl reis a
' ...)!..-. iu ouio correspunden-
' '>; a 'i'.Jjpe.idi'iicia luja D. 2.
SJf I'/VL'iia-ss fallar ao Snr. Joze Marque/
fia Cruz morador noengenho Canavieira pa-
ra concluir corto negocio, ecomosSrs. J-
le Xavier Antunes Correia e Manocl' Antu-
nes Concia de Queiros Jpara o mesmo fim ,
/Moradores no engenho (.alego: na ra da
praia serrara do Antonio Das da Silva Car-
didl.
S^" O Sur. Jozc l.ourengo da Silva Jimior,
queia manda.- recetor duas cartas na ra da
radeiado Recito loja 1). 57.
cy Pede-se aos Srs. -n car regad os da Ven-
da dos bilhetesda Lotera de Vienna d'Aus-
ttia de dizerem se anda nao he chegadi a lis-
ta dos premios da dita lotera. = Um que
cfthft) com seus cobres para a mesma.
tsr Manocl Jozo Machado faz sciente ao
res|ieitavcl publico que por haver otilro de
igual notne de boje avante se assignar Ma-
nuel Joze Machado Guimares.
sj^ ivscravas pagando-se por cada urna 10 j rs.
metisaes dirija-se a ra Augusta casa de 3
portas delrontedo ultimo sobrado de Joze Ma-
ra Placido Magalhes.
tsr Ignacio Adriano Monteiro, avisa ao
Snr. Colector do novo imposto
moz de Outubro prximo passado deixou
de continuar com o seu assougne da passagem
da Magdalena, como prova com toda avisinhan-
ga do lugar e como tambem nao tem tois
ingerencia em dito assougue.
OT A pessoa moradora no bairro da Boa
vista que Ihe fallarem duas barricas de fari-
nha de trigo, desde o mez de Janeiro prxi-
mo passado dirija-so a padaria do pateo da
S. Cruz defronte da [groja que dando os
signaos Ihe ser entregue.
tsr Procisa-se de um pequeo brasilciro
do 12 14 annos, que .saiba ler, e contar, de
.boa conducta: na ra Nova loja de alfaiate
i). 10.
5S- Para Liverpool liaren "Ingleta Tho-
maz Mellors Capltao James Palethorpe te-
r pouca demora neste porto e tem lugar
para alguns couros ealgumas sacas de algo-
do a frete ; quem pretender dirlja-se aos
consignatarios Russell Mellors & Companhia.
LEILO
tsr Russell Mellors & Companhia fazem
leilo por intervenga do Corretor Oliveira ,
e em casa deste Sexta feira 8 do Gorrente ao
mcio da em ponto, de urna grande coleco de
1vros de autbores grogos, latinos, portuguezes,
nglezes, francezes, italianos, e hespanhes,
proprios para aquellas pessoas que seguem a
Ydti commercial a jurisprudencia finalmente
I para literatos, e curiosos que dosejao instruir-
Iseo deleitar; adverte-se que tudo se vender
ndubitavelmente pelo maior .prego que seoffe-
recer cm um ou mais lotos a vontade dos pre-
tenden tes.
E^- C. *. Brendes a Brands faz leilo
Sexta tora 8 do corrento as 10 horas da ma-
nda de urna partida de cerveja branca em
barricas de 4 duzias a qual se vender im-
preterivclmente pelo maior prego que se ofe-
recor ; na ra da Cruz D. 4.
tST 0 Corretor Oliveira faz leilo sabbado
9 do corrente de uns queijos londrinos ,
presuntos de fiambre e batatas chegadas na
Barca Ingleza Thomaz Mellors em muito
que desdo o boa condQao.
COMPRAS.
tsr Pos de sapoti e de fructa pao : quom
tiver annuucie.
v^?" Um Diccionario de Moraesem bom es-
tado : na ra do Vigario D. 7, ou annuncie.
VENDAS.
BHhetcs da 2. parte a
1. Lotera concedida
i ni) a nd a de do Rosario
tsr recisa-se de um rapaz para aprender Hfc
o cilicio de alfaiate : na ra do Qucimadu D. BOa-VISta, CtljaS 1*0 (fos
I por ema da loja de louga | aU(Jt~l0 ipreterVekCIlte
18 do corrente; nos lu-
ga res do costil me.
** tsr Sapatos de couro de lustro a 2*240 rs.
e ditos de bezerro a lff-140 rs. : em Olinda
ra tsr Pennas de emma e cera de carna-
hnba tudo de superior qualidade e por prego
com modo : na ra da Cruz armazem de tras-
tes n. 51.
ss^ Urna escrava de nagao meia ladina, e
ptima para todo o servigo : na ra Dircita
D. 20 lado do Livramento.
tsr Taboodo de pinho de Suecia costado,
costad i uno assUalho e forro proprio para ca-
sa e fundos dt- barricas, de meia polegada a
5 quartos de grossura remos de faia ver-
gontas para mastarcus e pipas com agoa ar-
denle chaxaca ; tudo de superior qualidade e
por prego commodo : no armazem de Joze
Antonio da Silva Yianna na ra da Moeda.
tsr Optiinafarinha de mandioca etn sacas
por prego muito conrmodo : na ra da Cruz!
armazem Je Antonio Pereira daCunha nu-
mero 14.
SST 'Urna mesade meio sala um par de
bancas de angico novas edo uifl por pre-
go commodo : na ra de Agoas verdes tenda
de marcineiro D. 55.
TST ExceHente taboado de Pinho da Sue-
cia e Americano, e duas mil'barricas vasias
promptas para assucar : no armazem atraz do
theatro da parte da mar.
tsr lima cama de ermaguo que ainda nao
foi servida : na ra otraz dos Martirios De-
cima 52.
sr Fma cabra biso parida de poucos
das e d -bastante leite ; e sement de co-
entro a 480 rs. a garrafa : etn Olinda ra do
W Artenda-se-imetade da prenga que foi
de Alexandre Lopes Ribeiro, no forte do mat-
tos a qual serve tanto pura prenga como pa-
ra recolhimenlo de molhados e seceos por
prego commodo : na ra do Vigario n. 7.
SS" Quem precisar de urna ama parda para
casa de um bomem solteiro, oude pouca fa-
milia a qualengomma e faz todo o mais
iervigo de portas a detitro dirija-se a ra de
Manocl Coco casa terrea D. 7.
13T Prccisa-se de urna cozinheira que seja
fiel: atraz da Matriz da Boa vista no colegio
de meninas.
MST Joa se desta Cidad at o da 11 do corrente.
eyEpifaniodos Reis Paria deixou de ser
caixeiro da casa de Joo Pinto Lomos & Fi-
:iho.
S2T Roga-se ao Sr. J J. D. do R. queira ter
a bondade de satisfazero saldo de sua conta
de 10,kH40 rs. no forte do mattos.
tzr A pessoa que ajustou as pontas de boi
na casa n. 27 defroirte da ribeira da Boa vista,
pode as ir buscar.
tsr Antonio Pinto Fernandes Tavares re-
t ra-se para:Rorttigal.
C5" A mulherquese propoe a tomar cri-
angas com ama para criar com leite impe-
didas e desimpedidas tambem recebe as que
eslivercm desmamadas para se acabarem de
criar com todo o mimo e amor, e mora
agora na ra de Manoel Coco D. 6.
AVISOS MARTIMOS.
Para o Havre de Grace segu viagem
impreterivelmente al o lim do corrente mez ,
Barca Francesa Hrtense, Capilao Morvau
Keval, a qual recebe passageiros que para isto
l.:m excellentes com modos : quem quiser ir Amparo D. 7.
de passagem dirija-se a ra da Cruz D. 60.
527- Para o Rio de Janeiro segu viagem
entro em mui poHeos das o Brigne Esauna
ador por se adiar quasi em meia carga e
,)arte engajada para passageiros tem excel-
entes commodos recehendo ainda algumo
carga a firwte e escravos: trata-secom Firmi-
noJoze Felis da Roza amada Motdan. 140.
tsr Para o Porto o Brifiuc Flor de fieiriz
satura impreterivelmente Qt dia 12 do corren-
te 5 quem quiser carregar (o poucoefue resta)
ou ir do passagem para o que tem excellentes
cor;;modos dirija-se a roa .da Cruz n. 57 ou
ao Capilao Jozo Thomaz detLima a horda ou
;i3 praya do commcrcio.
tsr Urna escrava da'costa de bonita fi-
gura, de2oannos, Cozinha o ordinario, la-
va de sabao e lie ptima vendedeira com
particularidade por ja o ser a 8 annos: na Boa
vista aojen trar da ra do Arago a esquer-
da o segundo sobrado no segundo andar.
s*P* Caixas com velas da conipanhia Stea-
rina Luzitana, ditas com vinho do 'Porto de
1852 licores agoa de Colonia superior ,
rebiques, fsforos, alfasema insenso em
lagrima gomma arabia muitoflna e mais
outros objectos : a ra do Vigario D. 1^ a
fallar com SehtefTer.
tsr Lmmulalinho de^PB-annos por ne-
cessidade : na ra das Cruzes n. \9.
Barricas grandes e pequeas do sardi-
nha superior por prego commodo: no ar-
mazem de Fernando Joze Braguez.
vtT m compendio de Rbetorica, histo-
ria Ecclesiastica, nma obra por Geauense em
latimdephilosoa, Methafisica por Carduzo
em portuguez historia de philosophia pelo
Padre Mestre.Joo Rodrignes de Araujo ins-
truego sobre a lgica elementos de philoso-
fia moral. compendio histrico e universal
de todas as sciencias e arles o novo guia da
conversago em portuguez efrancez e o se-
gundo tomo de Selecta : na ra da Cruz ar-
mazem de trastes n. 51
OT Rapareia preta a 900 rs. S libra, de
superior qualidade vellas de carnahuba o
520 rs. a libra, barretes para Padres a 2# rs.
e charutos da Bahia em caixas por prego
muito commodo : no atierro da Boa vista fa-
brica de charutos D. 15.
tsr Urna negra moga de bonita figura ,
sem vicios cose engomma faz lavarinto,
e renda tudo com perfeigo o motivo da
venda se dir ao comprador : na ra da Glo-
ra D H.
v S27" A obra de Horacio, Salustio, Tito Li-
vio tradusido ao p da letra Lgica de Ge-
nuense em portuguez por Faria Gergica de
Virgilio em portuguez : na ra de Agoas ver-
des D. 56.
tsr Rap de Superior qualidade e tam-
bem se vende e aluga-se louga e vdros de to-
das as qualidades por prego commodo ; e
papel de peso a resma a 5,>200 e o quader-
no a 50 rs. na ra do Livramento O. 5.
C7- Urna va cea boa leiteira : no Hospicio
terceiracasa passando a do Sr. Pinho Borges.
tsr Urna bomba de ferro de patento ,
propria para canoa d'agoa ou cacimba ; e um
moleque de nagao de 15 annos proprio
para aprender officio : no principio do atier-
ro dos Affogados em casa de Silvestre Joa-
quim do Nascimento.
tsr Urna negra de nago cabinda la-
vadeira e quitandeira : as 5 ponas Deci-
ma 52.
> Chitas muito finas em retalho a 120 e
1G0 rs. e chapeos de sol de seda preta bous
a 4ji rs. : na ra do Queimado loja de Cario-
ca & Selle D. 15.
ssy Sag graxa enchadas de ferro ,
papel de pesu e almago e garrafas brancas ;
tudo por prego commodo ; na ruadas Cruzes
D.7,
tsr Joze Antonio Gomes Jnior continua
a vender por prego mais barato do "que at ao
presente no seu escriptoro ra da Cruz D. 12
sacas com alqueire de farinha de mandioca
fcita na Muribeca tanto da mullo fina e al-
va como da mais ordinaria.
tsr 0 Patacho Amalia prximamente che-
gado do Maranho de 158 toneladas, for-
rado e pregado de cobre, de primeira mar-
cha e prompto a seguir viagem ; os prelen-
dentes podem ir a bordo examina-lo e so-
bre prego e condiges trata-se com Machado
& Santos.
tsr lima preta de 40 annos, cozinheira,
c engomma liso : na ra do Encantamento
no armazem por baixo da moradia do Reve-
rendo Vigario do Recife.
cr Urna duzia de edeiras um canap ,
um jogo de bancas e dous espelhos grandes
tudo de madeira ingindo magno por prego
commodo : na ra do Fagujsdes D. 18.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugiro na Sexta feira 2 do corrente ,
do engenho Barra do Pago 5 escravos com
os signaes seguinles : urna mulata de noaie
Francisca, de 20 annos baixa clara na-
riz chato, cbelo pixaim e cortado, corpo
mediano. Vicente, crelo, casado com a dita,
bem preto barbado, baixo,,grossura media-
na, bonitote de20 annos. Francisco, ore-
lo de 18 anuos est bugando cor Tala ,
pernas e corpo cheio de boa altura 5 con-
duziro um quarlo castanho escuro tem um
pcalgadoe silva na testa: quem os pegar.ser
bem recompensado de seu trabalho, sendo
nesta praga entenda-se com Antonio Francisco
*Maia na ruado Vigaric
tsr Fggio no da 5 de Abril do anno de
1856 da casa de seu Sr. Joze Fernandes Ei-
ras boje morador na ra da Florentina 1
um moleque de nome Joze, ladino,, de 18
annos allur-de 7 palmos secco do corpo ,
ps bastantes apalhetados cara redonda no
queixo de cima os dentesjacangulados o destes
um quebrado Calla muito descansada a bo-
ca sempve aberta por cauza dos denlas: quem
o levar ao dito Sr. recebet lOQjf rs. de .gra-
tiMgo.
323- T.m a noutedo dia dous do -conrente
pelas 7 horas fugio a preta crela de notne
Felicia, cor lisa olhos pequeos e aperta.
dos denles aberlos cabellos crescidos, bei-
gos algum tanto cabidos representa ter per-
to de 4o anuos feia do cara tendo um si-
gnal de queimadura no braco dicoito junto m
cotovolo que presentemente est mais pretr*
que lodo o de mais corpo tevou vestido de
chita de pintas encarnadas e assento braneo,
o panno da costa ja uzado e mais 5 outros
vestidos um de paninho branco de babades ,
e 2 de chita sendo um de cor roxa e outro
ex-Yerdeadc assim como urna saia de lila
preta que muito bem pode mudar de trajes
quando Ihe parecer. Esta preta tem estatu-
ra regular efinge-ee forra quando foge mu-
dando o nome para meltaur andar sem pro por
estas ras, que suposto tenha relages para a
Matriz da Varzea onde tem estado todava
nao gosta de estar se nao na praga. Consla
{Jer-se dirigido para aparte do Ahogado, e
duvida-se se atravessaria pelos Coelhos para a
Boa vista aonde na ra do Cotovelo tem casa
para oceultar-se ou seguira para a Varzea.
quem della souber ou mesmo a poder apa-
nhar a leve ao Ajudante Joo Arsenio Barboza
no atterro dos ATogados onde mora em urna
das casas do I avo.
tsr Desapareceonoda 5 do crrante da
casada quina da ra do Crespo que vira para
a ra do Colegio o moleque Marcos de an-
gola de 11 a 12 annos, altura proporciona-
da a idade cor fulla olhos grandes com 2
denles limados levando caigas escuras des-
botadas sem camisa nem chapeo com
jaqueta de ganga roxa tambem desbotada
quem o pegar leve a dita casa que ser gra-
tificado.
tsr No da 24 de Maio desapareceo um
negro de nome Joo, Benguella alto pouca
barba falla bastante atravessada : quem o
pegar leve a ra do Amorim onde tem fabrica
de moer cal de Antonio Vaz de Oliveira que
gratificara com 50,) reis.
t^" Fugio do lugar do Riacho termu da
Cidade da Parahiba eminsdomez passado,
um escravo crelo de nome Joo fu lio bai-
xo, grosso barbado, cara .grande, com ca-
bellas pelas pomas ps torios e apalhetados,
com marcas de panos brancas pelos peitos e
costas com urna cicatriz em um lado do
queixo ; descoiifia-se que viera para esta Ci-
dade para sentar praga por ser muito fulo que
parece cabra : quem o pegar leve ao referido
lugar a seu senhor Francisco Pereira de Vas-
concellos que gratificar generosamente.
tsr Do engenho Malmajudas fugirao dous
escravos, o molecote Joo crelo de 16a
18 annos algum tanto fula olhos grandes ,
c bem limpos ecom quanto ainda nao este-
ja cm altura regular ja he meio reforgado ,
bom fallante e bonito de cara sendo esta
bem redonda : o qual no dia 50 de Margo de-
pois de disparar um tiro de espingarda fina
em sua sonhora a viuva D. Anna Ferreira
de Mello pde-se evadir carregando em
sua companha urna escrava do abaixo assi-
gnado morador no mesmo engenho a qual
escrava he de nome Roza cor fulla acanela-
da cara descarnada beigos nao grandes, o
iguaes altura regular, pernos e bragos finos,
um tanto secca do corpo representa 2 a
5o annos e tinha as maos inchadas de pal-
matoadasque levou no dia 29 de Margo, e
acompanhou o referido molecote no dia 50 :
as pessoas que os pegarem nesta praga, entre-
guem ao Snr. Francisco Joze Silveira na ra
do 'Vigario ; na Comarca de S. Antao ao Sr.
Teen te Coronel Joze -Cavalcanti Ferrs do
Azevedo ou ao Snr. Antonio Joo de Lima ,
ou ao abaixoassignado no.dito engenho Mal-
majudas d>i mesma comarca de S. Anto, quo
gecSo recompensados generosamente.
AntonioBaymundo de Mello.
MOV1MENTO DO POTO.
MVI0S ENTRADOS NO DIA 7.
Costa de Patagonia ; 50 das Escuna Ame-
ricana Enterprise de 94 tonel. Cap. John
Groen cquip. 18, carga azeite de peixe
e pellesdeobo : ao Capito ; vem refres-
car.
Rio de Janeiro; .18 dias, Brigue Brasileiro
Bom Jess de 225 tonel. Cap. Joo Ro-
drigues Amaro equip. 16, carga farinha
de mandioca e calo : a Gaudno Agostinho
de Barros.
Terra Nova 59 dias Patacho Ingloz Alchi-
medes de 188 tonel. Cap. VVilIiam.Hart,
equip. 9 carga bacalho: a James Crabtree
& Compartida.
S AIII DOS NO fllESMO DIA.
Nexy York; Tatacho Americano,Mar,y Averell,
Cap. DavisHutch carga .assucar.
Bahia ; -Barca Sarda Sansn Cap. Antonio
Sagarara carga lastro de areia.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F, ==_l3*f


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