Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04617


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Full Text
Auno XXV1II-
Sexta feira .30
de J neiro de 1852.
N." 24.
msa
DIARIO DE m PEM UBICO.
vbec/o sr/cB.iPo\ao.
PiOMKMTO ADUHItDO.
Mr trimestre........ J/
Por acmesire.............,W "
Por ddo ....-...-......I*1
PiOO DIRTIO DUTIWESTII.
Toi quartel......... 4*m
MOTICI*S SO 1MFEIUO
pa,4..... .' ii.- i.in.....Minas... iSdelYovbr.
Maraohao 7de dllo IS.Penlo. '0 delito
(cara... de dito. R. deJ.. I* deJaneiro
p'arahibs. 21 de Deibr|llihla -.. 17de dito.
DA DA linlIfA, AUDIENCIA,,.
36 Seg. S. Policarpo b
ni.; S. Theogenes.
2? Tere. 8. Vltaliano.
18 yuart.S Cyalllo.
!i) Qulnt. S. Francisco
de Sale
.10 Srtl. S. Martinba.
31 Sab. N. Cyro.
I Dom. Ultimo depoi
da Epifana. S. 1 i rrni
JuionV OrpM
r..ai 10 boni.
1. eara do etwf.
3. e6. ao meio-dla.
Fannda.
3. e6.ii 10 hora.
2. tara do eivtl.
4. c sabadoi ao melo-d.
Rilaerio.
Tercas e iibadoi.
iniHnimi.
|Crrsccnttf M, ulhbrasel5mlnutcida m.
[chela,'. -Uo'ra e 48 mlnutoi da ro.
llMingoante i 18", i-l'bara e 48 minuto dam.
I Nova 21, ai 7 horai e 34 minutos da in.
iiiiHin n hOji
I Prlmeira is 11 horas e 2 minutos da roanha.
[Segunda 0 el minutos da tarde.
VAaVriDi.1 BOI OOIBIIOI.
Goianna e Parahlba, is legunda t sextas-
felrs.
Rlo-Criode-do-eTorte,todii ai qulotai-felraa
aomelo dia.
Garanhuos e Roolto, i 8 e 23.
Boa-Vlita,eFlores,il3e28. /
Victoria, is qiilntai-feiras.
Otinda, todos os diai.
NOTICIAS HT.IINOIIBil,
Portugal. I5de Detbi Austria.. 2 de Ilezbr
llespanba. 8 de dito Suissa.... 2 de dito,
Franca ... 1 de dito Succia... 28deUutbr
Blgica... 3 de dllo Inglaterra 8deDczbr.
Italia.... 2 de dito E.-Unldos 23 deNoabr.
Alemania. 4de dito Mxico... 16 de dito,
Prussia ... 3 de dito California lodedlto
Dinaimirca 2deOutbr Chill. 12 de dito
Russia... 1 de Dcib, Kuenos-A. 8dcNovbr
Turqua.. 1 de dito Montevideo ?l de Oulbr
HPMSS^MiaillMMiaH
CAMBIOS DE 3BB> JINE1BO.
Sobre Loudr*. a 27 'J,C27 '/> d.p. 1|
Pars, 340 i 342
Lisboa, 90porcento.
METAEI.
Ouro.Oncas heipanliolai... .7..';'?
Moeda de 6/400 velhai.........
de (W400 noval.........
de4/DC0................
Prata.Patacoei braslleiros...........
Pesos eoluiiinar ios............
Ditoi meiieanos..............
SUMO
16/000
16/200
lio
1/800
PARTE OFFICIAL
'GUVEKNO DA PBOVNCAj
lio som duvida bstanlo p
ra jusUOcir a! ashabiticOes. Nenhuma verdura as acoro-I maisnotivois da ci !ade; ambas om diversas
analoga quo se aprsenla logo o espirito panha, era aaobriga. Uistroaido navi
;''4l5il..qquo vlSS Veneza e Am,ter-|co^ndet^e ao ongocom .M
aqi
i i ii i
Dorm VreTicofl singulares reu-'cumpinario?, doa zimborios, das
cldadei, ellas distinguen]-1 quesurgeni de todas as partes.
os
columnas
.Mu obs-
llarbosa e Vasejncellos o Orlos Agostinho
dos Santos.Igual copia remettoo-so a tlio-
souraria de fazeudu.
Dito.Ao mesmo para mandar por em
liberdado b recruti Manocl do Nascimento
Itibairo, quefoi recolliido ao deposito coin
o nomo de Manocl do Nascimento Flix, vis-
to ler provado isencao legal. Communi-
cou-se ao delegado do tormo do Brejo.
Dito.A thosouraria do fuomla reenvi-
ando a conla corronto documentada da dos-
pesa Taita pela directora das obras publicas
no trimealrede julhoa etemm-'o do anno
passado comas obras do paludo da presi-
dencia, afim deque so proceda n aquella
tbesouraria aos compotentes abonos, de
conformidado com a sua infortnasao.In-
teirou-se ao mesmo director.
Dito.__A' mosmi dizendo que vista- da
informarlo do inspector interino da alfan-
dega desla cidado pode a Imitlir a despa-
cho livro de direitos urna caixa com instru-
mentos de msica, vtulo do Havre, para uso
do corpo de polica, segundo a factura apre-
sentada na mesma alfandega polo comman-
danto do referido corpo.
DitcA magma para mandar adianlar ao
tenento roronol commandanto do quarlo
blttlMo crartilliaria a p, vista do recibo
que remello a quantia de 1:560,000 rs. afloi
de que elle possa occorrerem lempo ao pa-
gamento dos vencimentos do fotoroiro pr-
ximo vindouro das pracas destacadas na
cidade de A'azareth o na villa do l.iraociro,
devendo ossa somma ser levada em conta
nos (prels o relceos do mencionado bata-
lhflo.1'articipou-se ao commindo desar-
mas.
Dito.A mesma int"irando-a de baver
concedido uin mez de licon^a com venci-
mento ao promotor publico da o marca do
Vazurcth. bacharel Jeronymo Salgado de
Castro Acciole para tratar do sua aaude.--
Ni'ste sentido (zeram-se as convonientcs
.' UtlllMIieac 'S.
Dito.A mesma para que vista do reci-
bo quo remeti, mande a lianlar ao lonetil*
coronel coBmandanlc do nono halalhflo de
infant'iiia conforme requisita o marccbal
commandanto das armas, a quantia de
88',730 rs. lim do quo o mesmo tenante
coronel pnssa occorr. r ao pagamento dos
vencimentos do moz do fovereiro prximo
vindouro ds pracas desueldas no rao d'A-
Iho, devendo ess somma ser levada em
conta as relaQes o prets do mencionado
bstalho.Commuuicou-sc ao jnes no ma-
rccbal.
Dito.-A thesouraria da fazenda provin-
cial inteirndo-a de baver concediJo vint?
diasde licenca com ordenado ao continuo
da secretaria da presidencia Theodoro Jos
Tavares para tratar do sua saule.
Dito.A mesma aulorisando-a a mandar
.idintar, em vista do recibo que remelle, e
rio conformidado com a sua informac^o, ao
Ihcsoiireiro pagador das obras publicas a
quantia de 7:035,800 rs. para occorrer os
despesas das obras, que so achilo em exe-
rucn. -- Communicou-so ao director das
obras publicas.
Do.-Ao presidente do conselbn goral
ilesalbridade lntoirando-o de baver olli-
Ciado ao inspector da thesouraria do fazen-
da no seutido de seren despachados iseutos
da direitos os objectoj mandados vir do
Franca por aquello cous'lho para o servido
publico, o bo da thesouraria da fazenda pro-
vincial para mandar pagar aos consignata-
rios da barca Havre, avista di conta por
Smc. aulhentieada, as despezas feiUs com
os roeridos objectos.Nesle sentido expe-
diram*eas convenientes nrdens.
Dito.--Ao juizdepsz do Maranguipo pa-
ra quo procedendo as publicares e mais
diligencias lgaos, fag reunir no dia 7 de
niarijo prximo vindouro a junta qualilica-
dora para a revisao dos volantes no corre-
lo anuo, visto n5o se ter essa reuniSo no
dia marcado por le.
Dito.Ao sesundosupplentedo juiz mu-
nicipal do tormo do llio Formoso dizendo,
quo como juiz municipal supplente, nSo
pode Smc. exercer mais as functOes de juiz
de paz, o ser neslo outro exercicio subs-
tituto pelo immediato em votos.
I'ilo.-Ao commandanto superior di guar-
da nacional de Garanhuns dizendo Mear
scienle d so haverom concluido os traba-
lhos dos consolhos do qualilicar;3o da guar-
da nacional d'oquello municipio, convindo
poro n queSnic cumpra exactamente o dis-
poslo nos iris. 61, 02 e 63 das instruccoe*
de ii deoutubrode 1850. .
Dito.A caman municipal de Goianna
npprovando a arrematicSo quo peranlo a
mesma cmara se fez dos impostos seguin-
les : o repeo dos a^ougues por 165,500 rg.
80 rs. sobre cada urna das cargas de ligu-
iDea quo for ao mercado publico por 465,000
rs. ; a laxa da passagem da barra d'aquella
ciJade por 30,500 rs, o a das canoaa'por
0,300 rg. e bom agsim a arrematafto das
:ilirir;es dos pezos e medidas pela quantia
lo 150,000 is. urna vez que nSo hija espe-
lanca de se oblcr molhor resultado por moio
u adminislra(ao.
Portara.Ao directordo arsenaldc guer
para mandar fornecer a adminisirac,3o do
lestes contrastes, q
doseus principaes traeos
'edificios j o ni asiros o es campinarios pa-'
recnm abaixar-se i visto. Emlim ontra-
umvraLio'denois'd'o "ler"vTstailo Voneza^ sena cidade pela part^ menos intereasante,
(onlia tido o ponsamento do transportir-go o atravozdos canees que secruzam em ara-
logo a Amstcrdam, afim deostabelecer esta bos os sentidos, choga-sefinalmontelomter-
comnanco; mis um intorvallo da quitro-)ra, som, ter-so bom visto i plaga estranba i
oontis n ouinhentis leguas tem devido mui- qual sotacaba de abordar,
tis vozes comorimir um tal desojo, por isso, Do alto da torro de S- Marcos o aspecto
nuo urna til distancia, para ser vencida, nSo he menos extraordinario. Alom da
exigia pelo monos urna penosa viagem do!cidado,donde elevam-so zimbonos, agu-
vinlo dias.. Iloje ilguns das bastara para, Ihas elegantes,|pilacios notavela pelo_crac-
passar, quisi som fadlg, atravoz dos acci- ter siogular de sua architectura, a visfa es-
donl-s topo|raphicos oa mais variados, das tendo-so sobro as irois <\<> circumdam
margons do AdrialiCO D>r'(s do mar" do cidade do todas as partes, monos B9DMMHB
Norte, o o observador nSo ten para ronun-| mar magosloso do quo como um vasto lago,
ciar esta curiosa viagem, nem mesmo oMuilas ilhetas bastante contiguas parecem
pretexto das despozas que elle exige, por-'servir de cortejo metropole ; o Lido que a
que estas esto roduzidas presentemente a separa da Babia do lado do norte, aprsenla
proporcOes accessiveis i pastos a menos 4 pouca distancia sua risoobi linha de ver-
upulenta. dun. Mais longe, as costss orientaos da
Veneza n5o he mais como outr'ora, diffi- llii, a curva prolongada do golfo Adria-
cil do comprebender-so em um itinerario tico quo sobre-pujam os Alpes do Tyrol,
da Italia. Sua posicSo deixou quasi do ser urna multidSo de navios, do graciosis gon-
ccentrici. NSo he mais essa ilha estra- dolasquesulcam a superncio dos lagos, to-
aba, sem verdura, sem passeios, esia ci- do isto forma ora todo encantador, que ani-
dado silenciosa, osse forte, esso basliSo mado por um sol radioso, olrerece um dos
formidavelquedominava ao longo o mar o mais arrebatadores espectculos que he
as praias visinhas. Iloje entra-se nella o possivol comtemplar-ge.
sabe-so som o soccorro dos ramos, com o Amsterdan, quando alguom se aproxima
auxilio da rpida locomotiva o do prosaico das margens meridionaes do golfo, nSo
u-ooon. O campo n3o est mais aastado do aprsenla sonSo o espectculo ordinario
suas praias do quo o osla do suas barroiras. do um porto martimo, 'porra do um vas-
Padua, Viconca, Verona, tornam-so sous to porto e de urna cidado magestosa. O nu-
arraballes; e o viajante em vez do triste mero dos navios quo cobrem suas bacias,
adeos pue dizia, quando parta, escaplas o movimento eactividade quo romam nesta
de San Marcos, dexa-rs liojo com esso sor- immensa plaga dio bom a ideia do um dos
riso quo annuncia o pons miento e a espo- maioras contros do commcrcio europeo ;
ranea de urna prxima volta. porm nada he do mais eslranho neste as-
0 elegante viaducto que atravossa o lago pecio a nSo ser a extensSo das linhas o a
nSohacom cffeito senSo a cabeca de um uniformidado do horisonto Aqu, ao me-
ratl-way, o qual vai brevemeuto prolon- nos, os edificios sSo cercados de verdura,
gar-so atoMiISo. Urna linha do barcos de e comprehendese polas plantices quo os
vapor pelo Lago-Maior, ou pelo do Coma acompanham, o como toJas estas ilhas u-
reuno a capital da Lombardi com os Alpes nom-so entre si e prendem-so i trra lrme.
helvticos, donde por Saint Cothard pe- O porto d&Amsterdan he accessivel a mui
so r.hegar em um dia ao lago dos Quatro- grandes navios. Os ros quo dosaguam no
Conloes. Neslo poni o vapor de Altort Zuyderzeono mar do Norte cavam conti-
em Lurcrna, corresnondo com urna linha nuamenteos baixios desle solo moyedico
de Lucerna a Basila, o esta com o caminho o o genio do homem lula constantomento
de ferro de Basila a Strasburgo. Do Kehl contra esta causa imminente do destruijao:
orail-way da margem direta p le exceder entretanto quo em Voneza as allusOes que
um dia os barcos de vapor do Ithcno, os arremossam no Adritico o P, o Brenta e
m --_.._ -1 ___-! _I^-^I- n Allano a nnmarit mi i llOacilOlllamaillil A
navjosSepocag sedo do um govorno tomvel, d'omie
sahirim revolotees que Ozeram. tremer as
potenciis is mais Tormidavos do mundo.
A consiriieii) do palacio ducal remntalo
seculo XIV, o a oso desgracado Marino Fa-
llero que perdeu a vida no monumento que
havia fundado. Sua forma um pouco gros-
soiri, porem magestosa, lombra so a seu
aspecto as scaoasterriveis das quaesfoi thei-
tro, eo poder desconfiado, absoluto que o
oceupou por tanto tompo. O palacio de
Amsterdan, construido no seculo XVII, no
ostylio grogo o mais puro, de urna archi-
tectura lio nobre quinto elegante, nSo tes-
temunha aeofio opulencia da cidade o bom
gosto de iau magistrados populares. Am-
bis alemais'.oencarra n em seu recinto os
thesonros da cidade, as obras primas de
sousirtistas, is prisOes, o a alguns passos
nota-seo mais esplendido de seus monu-
mentos religiosos.
Mas quo differencas encootram-se na op-
posico dos dous ceos.dos dous climas!
Em llollindi, nSo ^ontam-se mais de qua-
renU dias serenos no curso de um anno;
om" Voneza os"rniroi'i'J'9 nilo sao mais nu-
merosos, o estos mosmos "sodevidos s mais
vezes s tempestades que cahem noTorrc
das do dia. Nada exprimo melhor a ideia dos-
is contriste do quo o aspecto do por do sol,
do alto das torres de Amstcrdim ou de um
dos zimborios de Veneza. Aqu medida
que o sol enterra-seno horisonto inflama-
do, os calidos vapores quo elevam-io das
costas da Italia perJcm-se em urna almos-,
pilera puraalimpida. Os ltimos soguimen-
tos do astro, claramento desenliados, tra-
ca m longos filetes do ouro sohre a superfi-
cie ondulada dos lagos, lulo resplandece a
colora-so destos magnficos fulgores, o este
espectaoulo mgico quando ge esvaece, dei-
sa n'alma urna emocilo o urna embriaguez
quo prolongam-se com o favor dessas noi-
tos deliciosas ospeciies do elmo venegiino.
Em Hollindi pelo contrario, urna atmosphe-
ra quisi sempro annuviada, tinge-so do
purpura ao mesmo tompo, no canir do dia,
em toda sua extencSo ; o astro, cujos con-
tornos silo mollemente entrevistos, ontor-
ra-se em urna nuvem do oiro odopurpura.
Os fulgores que olio projecta tem ni mus
magnificencia, porem mais harmona. Pou-
co a pouco os traeos vivos desaparecom, o
co se descolora o tomando outra vez sua
cor fra o montona, derrama em lodosos
objoctos como n'alma do observador, sua
neva vaporosa osus melanclicos reflexo'.
Comprebonde-se boro que taes contrastes
devem arrastara opposigo dos gostos, dos
usos/odoscostumes. Cono efleito quem ja-
mis pensou em comparar o carcter do llnl-
landez como do Vonozano ? O pimeiro cal-
mo, paciente, flougmatico, doplado de uin
ii'iis nio a pureza das formas. Alguns do I
Bxposlot.
Nao Ihe possivel appresentar-vos urna idea
voM..t.H^
Cos que ello tontou pira sujeitar-se seva-lp e ou sca om|ao de algumas cmaras
ridado da linhas, po'em seus instmctos n!to|muniC|paeii ou por dcclencia de melos, he
tardaram em vence-lo e elle subnrdinou delcerto que illas teem dcliado de entrar no res-
novo a correcto do desenho a seu enthu-1 pectlvo cufre com a* quollsa(Ses que Ihei fo-
siasmo credor e a magia incomparavel de, """ lancidis, difficultando dest'arte o regular
S0U colorido PiRamento das amas, e mais despeas anne-
Soapiotura brlha com um vivo lust'O "" : davia pelos docomcnioi que vos serao
'i'" _____ __...,i ___. presentes, e Informacdei do empregido encar-
ontre os holland7es nSo succodei O mes- } do aM ramo ,fcerv, ?, 0 C0Dhe.
mocara a esculptun. Os monumentos, as>chnenloue qu,e,le BOVerno civil se poierara
prigas publicas nSo aprosentam ah sonaojem pratlca todoios melos, panqu o compe-
em pequeo numero estas estituis, estes; tente regulamenlo fielmente fosie eiecuudo.
grupos, estes baixns relevos que orMm a Vos estaii bem io ficto do augmento innual
maior parto das grandes cidades da Italia, dos eipoitoi, para cuja inanulencao voi tendel
As estatuas de Krasmo, om Ilotlardam, do V"0 obr|ed augmentar o orSamento do
..ourenco Coster em I X^ii^^Vr.'^" ~*'-
cm iraya, os bustos, os mausoleos dealgunslcodc 1852-1843. (se nao tiverdes di devida
philosophos, de alguns almirantes disper-con,deracao o opsculo aue o secretario gerat
sos as igrejss, eis-iqui todas as obras des- dcste governo civil Antonio Tedeira de Mace-
oirtindo deMoguncia ou do Colonia o Adige, augmentaio incessantemente o, jctivi la lo persovoranto o silenciosa; irio
I rpidamente a Arnhein, sentlnella solo de lagos, o i arlo applica-so som des- pdWm sirreirn ; reservado porm integro e
quaos p
\^^^V"^S5MJ^'vS''^i'WM canco a degmbiracir soas abordos para
gmenlo de caminho do ferro separara ain- torm-!os accessiveis a navegado,
da de Amsler.lam. I Doalto da torre do palacio om Amster-
NSo ho somonte aos estudos geographi- dan lom-se dobaixo dos olhos o espectacu-
cos c elluiographicos que oproveitim estes lo de uma cidado immensa, populosa, aoi-
apcrfeicoaroonlos prodigiosos dos meios de mada. Os aionumeotos pblicos nao so
transporte Observaces scientilica^ ain- fazem notar por seu numoro nom por seu
da ha pouco impossiveis do praticar-so, se esplendor, porem os edificios particulares
tem tornado boje facis o quasi vulgares. distinguom-so goralmente por seu aspecto
O mais simples chronoinetro permiti aoide aceio elegante. O movimento e a vida
viajante calcular por si mesmo com uma derramados em todos os pontos annuncum
exactido malhematica as distancias que a riqueza o a seguranca doi habitantes,
percorrono caminho de forro. Ha alguns Alcm da cidade, a vista estendo-se sobre
mezes vencondo eu em menos do doze uma planicie ntorminavol, formada om
horas os 360 kilmetros quoseparam Col-(partepelas agoas do Zuyderzee, do gollo
nia do Ostenio, pudo verificar, pelo atrazojdo l'V o do lago dollarlem, dopois_Por vas-
de um relogio do segundos, a volocidade
da rolaciii terrestre, quo teria sido impos-
sivol, alguns annos pissidos, confirmar
por uma experiencia directa.
Se suppozermos esta vclocilade multipli-
cada pouco mais ou menos pelo numero
quarcnla, ella seria igual a marcha do sol
relativamente ao horisonlc, ou agios om
sentiJo inverso, rapidez do movimento
da Ierra gyrando sobro si mesma. Ora esta
hypolhose nada tem de eslranho, quando
so reflocte quo a'marcha do fluido elctrico
as linhas lelcgraphicas dirigidas de Orien-
to a Occidente,-excede muilo a esta velo-
cidad?. Assim, por oMMiipln, um despacho
datado de Vienna ao moio dia, chegaria em
Paria s onze horas; e expodido a mesma
hora do Constautinopli, nos chegaria as
dez horas (U manhSa; realisando deste
modo, seriamente a facecia imaginada por
occasiSo dos comboys decaminhos do for-
ro, os quaes, tendo partido, dizom, nodo-
mingo, chegariam ao seu destino no sabba-
do noile.
A origem de Amstcrdam leve necessana-
mento mais de uma relacSo com a de Vene-
za. Alguns pescadores veem ostabelecer-
- sobre praias deshabitadas, separadas do
enntinonto por lagas, sobro ilhas formadas
pelos sierros de um rio perto de sua foz.
Mais tardo familias fugindo da guerra ouda
oppressSo, ahi se refugiam o lancam os
fundamentos de uma modesta cidade. 'A
aclividade, a coragom do seus habitantes,
a seguranca que Ibes dava sua situiQo to-
pogrnphic*, fuem dola cm pouco tompo
uma cidade importante, que se eonquece
pela navegado o pelo commorcio, que so
faz respeitar por suas armas o que, torna I
opulenta, forte o pacifica, cerca-so dos
prestigios, do luxo o das artes. Todas es-
tas phrases sUo conhocidas na historia de
Amslerdam e na de Vonoza. Para estas,
ellas tem nascimento no quinto seculo da era
christa, e, atravessando toda a mdia idade,
para ni aos pr i meirog fulgores do reaasci mon-
to; para a outra,ollagcomecam no seculo XII,
desenvolvem-sa e prolongando-se at nossos
tos prados semeados de numerosas aldeias.
Esta planicie da qual eleva-so uma multi-
.1.1 i de campanarios o de moinhos de ven-
to fie cortada por um grande numero do
canaes bordados de plantacOes; porm em
nenhuma parte a vista he detida por gran-
des accidentes nituracs, por florestas ou
por montanhas, e'nada iutorrompe a fria
monolania do horizonte.
Comtudo oulros pontos de somelhanta
entro estas duas grandes cidades traz ainda
o pensameito dis anilogias. Amsterdan
c Veneza, edificadas ambas sobre estacadas,
sSo formadas de um corlo numero do pe-
queas ilhas reunidas por uma mullid3o de
pontos. Aqu o Amstcllargo o bello rio di-
vido era duas partes pouco mais ou menos
iguies a cidade Hollandeza cuja planta re-
prsenla um semi-circulo,ou antes um cres-
cente, no qual se detenham largos canses
dispostos o zonas concemontricas.
Estas zonas sSo cortadas por outros ca-
naes, que, semejante, a raios dirigem-so
para as margens do* golfo, isto he para o
porto, como ponto central.
Todos estes canaes sSo bordados de ces,
adornados de edificios, cuja architectun,
geralioente simples, nao he lodavia falla
de elegancia.
Veoeza he igualmonto divida em duas pir-
tes pelo grande canal quo semelbante a'umi
grande gyboia, serpenteia atravez das duas
margens,carregadis de palacios e do monu-
mentos.
Um numero infinito de pequeos cantes
divide tambem acidado, porm ellos voem
banhar o p dos edificios, cujos poiaes de
mirmora interrompom a cada pasao o cur-
so diestreita plaga que o borda ; em quao-
to que em Amsterdau, os caes largos o
plantados do arvores, seculares servem para
a circulado dos peOas o das carruagens o
oflereceai ao mesmo tompo agradaveis pas-
seios.
Uma differenca bem notavel e que salta
logo aos olhos, he a que existe no estylo
gerol das construcOes. Em Veneza encon-
tra-se por toda a parte o gosto mounsco, o
oriental.
O aspecto eiterior dos palacios annuncia
(JllO
patrimonio dns urphSos, mcdunle a" com-'dias. Amslerdam nSo e/a ainda senao uma
plenlo indemnisacSo, com velas do-com-|aldeia no lempo em que Veneza chogava ao
posicao para extincao das formigas qua fastigio do seu poder o de sua gloria, o a por seu todo grandioso, a sumptuosiuaoo
cxistem na cisa e igreja docollegio dos or-i cidido hollandeza chegava ao ipogeo de dis decorares interiores.
phaos.-Commuiiicou-seamcsmaadminij-lsua riqueza o de sua forja, no momento Por toda a parte encontram-se monumen-
' mesmo om quo o islro de Voneza princi-jtoa historicos.rocordacoes do gloria e.de po-
piava a cmpallidecer; do sorto que se forjder. Em Hollando he o gosto llespa-
possivel seguir-so nos fistos desla ultimilnhol que domina, Aqui poucos edificios
a tran/ieo dos lempos inligos pin as ida-1 pblicos, nenhum palacio privado, nonhum
" des modernas, a historia do Amsterdam|vestigio de antiguidados nacionaos, porque
aprcsenti a continuando das tradir,Oes da'Amslordin houmi das cidides asmusmo-
Kuas cidades igualmente celebres por sua idade mJii, chegida quasi sera interrup- deroas da Hollanda ; porem encontramsa
importancia, por sjs riqueza, por suas {o at aos lempos actuaos. I bibiticOes de uma elegancia exquisila, mo-
recoidacOes histricas; ambas situadas no Veneza, vista das praias de Fuzioi ou de i desla ao exterior, commodas no interipr,
lundo de um golfo, uma no Mediterrneo, S. JuliJo das Lsgjms, oflerece um aspee- nis quaes nota-se pouco luxo, POreminallO
mira no mir do N.rte ; ambis edificadas to que n3o so compara com nenhum outro. fe^o; nollas-oina^portod^a p^um^gosto
em um lolo movedico, conquistado s Uma massa de habitados e do monumen-
ipuas do mar, ambas por longo tempo ca- tos eleva-se isoladi, do soio do mar, ni
pitaes do duas repblica prosperas etemi-1 distancia Qe trez ou quatro kilmetros, o
das, lamosas por suas facanhas bolucas, representa muilo b.im uma cidade gubnier-
enrequecidas pelo commercio, Ilustradas gida, Cujissummidido s escspiram i m-
rJelogostoe pela cultura dasartes..... Isto nundacSo. NSo se v sobro que descaucam
EXTERIOR.
VENEZA E AMSTERDAM.
bem entendido de movis e do decraseos.
' Os nicos monumentos que, entre as duas
cidades, poderlam prestar-se i ilgumi c im-
pira^Bo, sao : o palacio do rol, a antig
casa da cmara de Amesterdin, o o pala-
cio dos dogos em Veneza, ambos os edificios
fiar ao seu juramonto. O segundo movel,
indolente, intr.ipido, preguic/>so,.
Em Amsttrdam, os prazeres dominautes
sSo os da familia, do interior; ahi ama-se
todava o theatro, e sobretodo a msica.
Nos dias de 'esta, o poro prefire ir ao cam-
po ao ir i taverna, onde finalmente faz pou-
cos oxcessoi. Em Veneza procunm-se os
devertimenlos externos, os prazeres ruido-
sos, animados. Seto theatros quasi que nao
su ahi sufficionteg para uma populacho do
sem mil almas em quanto quo Amsterdam
nSoconlmsenSo troz para uma populacho
duas vezes mais numerosa. O llollandez
amaasfloroi.os jardins, a verdura. Como
poderiam nascer ou satisfazer-se iguaos
gostosom Vanexi ? Um s passeio, publico
em que a a*le tem evidentemente volco-
tado a nalirez.v'sla quasi sempro deserto.
As pessoasque gostam de andar.contontam
se cora percorror a margem dos- EsclavOes
ou as galeras da praea de Silo-Marcos. He
por isso que aos estrangoiros custa-lbos
muito costimarom-secom ossa vida indo-
lente, porqle o passeio em gndola, prin-
cipalmente, dobiixo da rola(uo hygienica,
nSo pode substituir a marcha. Tenho vis-
to Venezanos quo depois do terem viajado
no teem podido lomar a tomar os costu-
raos sedentarios do sua cidade nalal o re-
signar-so i'privac3o de um exercico tSo
salutar como o do passeio.
Em Ain-Kr.l.im a circulatilo he por toda
a parte aniada ; as ras, no porto, nos
jardins publcos, nos caos, onde ha uma do -
lirada liiein do bellas arvores, ninguem
pensa em circular nos canaes. Assim como
em Veneza iSo se encontr uma carruagem
em Amsteriam, n3o acha-se uma gndola.
Algumas vuiesem Hollanda. apezar das es-
tradas que sSo boas o bem conservadas, o
das linbas d< forro que sao numerosis, via-
ja-so muito )or cima d'agua, mas quo dif-
ferenca ent-e esses bellos navios venezia-
nos, essas giodolas esbeltas a elogales que
sulcam ligeramente o Adritico,eosloa in-
spidos Irccksw/icn, bateis chatos puxados
por cavalloiou por homens, ou antos estes
barcos de vella quo navegam em Hollanda
de u .n port para outro! Concebe so pois
facilmenle que ninguem serve-so destes
tristes vehculos para viagens de prazer.
Ilesa indi que a Hollanda partilhou por
longo temp) com a Italia o scoptro da pin-
tura ; mas como se manifestara o genio
das artes dfbiixo das formas semelnantes,
em paizes Uo oppostos por suas condicOos
geraes? O.jue ha de singular he quo do-
baixo do c tores se teaham distinguido por um vivo
sentimenloda cor, como so tivessom que-
rido dar aos seus quadros o que falta parti-
oularmentt ao aspecto de seu paiz; emquan-
to que na Italia, excepto lodavia a escola
veesiana.os pintores parecero geralmento
ter dado mus importancia forma do quo
ao colorido. Aarte.em Hollando, distinge-
se pela variadade, pelo acabado do trabaluo,
pela reprodujo fiel o minuciosa da mture-
za. Nos asiumptd' religiosos, as scenas
.nieriores, na paisigem, as flores, nos ani-
maos, no letrado principalmente lio que
est a sua glorii, he nisto que ella podo n-
valisar con) asoutras escolas; porm estas
disposicOesniluraes das quaes os pintores
hollandezei apirlam-oe novamonlo, inter-
dizem-lbes por is.to mesmo as vastas con -
capeos da pintura histrica. Seus quadros
de igreja, suas paisigens mesmo sfio ainda
retractos. Para elevar-so alm, lora-Ibes
mistar sacrificar ao grandioso da arte algu-
mas destisfelizes qualidados, as quaes fa-
zem seu principal morito.
Hboos, na verdade, que se liga a esta es-
cola, soube juntar ao preitigio da cor a vi-
riedado e a magnificencia da idea potica,
te genero que possue a Hollanda. Nao se
poderia concluir disso que arte he ahi mo-
nos popular que na Italia? A pintura com
efTeito, particularmente destinada para en-
feites internos, he menos accessivol s vis-
tas do povo, emquanto que a esculptura,
mais geralmento applicida a decoracSo ex-
terna dos monumentos com seu carcter e
son* effeV*.os grandiosos, parece mais espe-
cialmente hdrido a obrar sobre a imagi-
u'(,',i i ila mull I."io. -- _.
So se quizesse ostendor esto paTlHelo s
considerarlas de uma outra ordem, notif-
si-hia que foi Vene7a que nos tompos mo-
dernos deu o primeiro impulso ao commer-
cio e o primeiro exeraplo do genio indus-
trial porm por mais vastas que fossem as
proporcoesdesuasemprezas, ella confundi
ani ideas do gloria o do supremaca nacio-
nal. Nella o espirito guerreiro desenvolveu-
se sempro igualmonto com a alia intilligen-
cia dos negocios; suas conquistas, abrindo
novos canaes de exportarlo a seu commer-
cio, tiveram principalmente por objecto seu
dominio, sua influencia, e talvez fosse ella
sempro mais orgulhosa dos trophoos belli-
cosos do quo das riquetas que trouxc dos
paizes om quo plantou seu estandarte. A
Hollanda, menos preocupada destas ideas
ambiciosas, o3o combata s mais das vezeg
senSo pela sua liberdado, pela independen-
cia^esso solo conquistado por tantas fadi-
gag ao elemento quo a cerca o ameaea. Le-
vando guag armas aos paizes longinquos,
ella prncurou nelles menos conquistas glo-
riosas que novos campos para sua aclivida-
de, o satisfeila a este respelto, nSoapplicou
mais seu ardor guerreiro sonfto na dofesa
do seu territorio edosteg b ms tflo trabajo-
samente adquiridos.
Paremos nostas aualogias e nestes c in-
trasles. Pora pono generoso opprir hojo
cidado hollandeza ondo reina por toda a
parlo a aclividade, a prosperidade, e sua
digna opulencia; citado do fronlo do pra-
ta, como disso um poeta, populaca calma
o ingenua, orgulhosa de seu passado, con-
fiada em seu futuro; a decahida rainha do
Adrinco, ameaca la di ter cm breve tempo
a sorto de llercujanum; a l'almyra dos tem.
pos modernos, que nao entrevi1 em derre
dor do si nenhum elemento de prosperida-
de ou de gloria, cidade do grandes recorda-
Cfles, belleza faada pela idado c pelo in-
fortunio, e que em sua profunda desgrana,
nilo tem mesmo a consolacio de nao ler
merecido seu funesto uostino.
P. A. Cap.
(Illuslration.)
do, vos dedicou sobre a adminisiraca dos
mesmos expostos) nao s para pagamento da
despea desle auno, constante do orcamento
que tenho a honra de vos apresenlar, formado
dos orcainentos parciaes das cmaras, mas tam-
bem parafater dcsapparecer o delud que de-
ver apparecer no um do correte anno econ-
mico de 18511852.
Posso-vos eiiiniiniiiie.il- que se pozeram era
erecucao por te governo civil todam deli-
bcraces tomadas por vi na vossa ultima ses-
sao ordinaria, entre ellas foi a inliinacao c-
mara municipal do Norderte para faier entrar
nu respectivo cofre a quanlia de 1361600, de
que era tv.edora pela despeza feita com o ex-
postos no semestre 4*. Janeiro a junho de 1812,
em prcsencadarepre*enla(o dmesma cma-
ra tal respelto, resolvereis o que uiVlay,"-
vicr. *^"
Commirses tic otirat publijas.
ILHA DE S. JI1GUEL.
A unta ycral ic dalrictn.
Abaixo publicamos o relatorio Icito i junta
Entend nnmr.tr uma commissao, que se en-
carregasse de faier a applicaco da verba des-
tinada para obras publicas neste districto.
Neste met proceder desviei-me da senda de
meus antecessores apartado havia annos des-
ta ilha, nao me era dado conhecer suas necea-
sldades. Ksta commissao ha desempenbado sin-
ceramente a miss'io de que se incumbi, e to-
mado as providencias dictadas pela sua rasao,
em harmona como diminuto creoitoconcedido
no orcamento geral do estado para asobras des-
te districtorepresentado na verba de 4:000/
fortes.Sabis milito bem que tolas as obras
que se teein construido e concertado nestes ul-
ullimns tres annos~incluindo o corrente, lian
experimentado mais ou menos deterioracao,
porque a cstafo invernosa acoinpanhada cuino
he uesla ilba de copiosas chuvas, nao s causa
graves dainos aquellas obras, porque ou as es-
traga, ouas derriba, mas tambem as caudalosas
ribeiras que ic formin, cortara por dias a
coiiiinunicacao d'unspara oulros concelhos. Os
desastres que neste invern teein tido lugar,
i < acudiija elles com lo escassa quanila ? Eu vou,
senhores, levar isto ao conliccimenlodo gover-
lo. vou pedir-ihc a graca da elevacao da ver-
ta das obras publicas a liMiii" foi les.Espero,
Is, ils vos que lancis mo desla verdade para
outro ponto da vossa consulta.
Pomei outra commissao para tratar da fun-
dacao de umasylode infancia desvalida ou de
incndicidadco'ptou a commissao por este, e
conipenctrou-se do objecto, porque o seus
trabalboa at hoje ainda nao tiveram Ira-
goal.
A subscripeo para lini tao piedosoj monta
a 1;800/--o accordo em todas as vontades be
adiniravel, c debaixo de lo lisoogeiro aspecto
posso-vos assegurar que este monumento de
civilisatio, breve vai ser consagrado a esta for-
mosa ilha--pefo mais, que projectais lo im-
portante objhcto.
Nomei tambem uma commissao, para elabo-
rar um projeclo para a fundaco de um.banco
nesta cidade, a ver se por meio deste estabele-
cimento se pode por cobro grande u/un,
com que se contrabem cmprcslimos, e le ar-
ruinam muitas familias. Sei que a zelosa com-
missao, tem quasi promptos seus trabalhos.
Reuoi a coniniisso cncarregeda da factura
geral desle districto pelo respectivo chefe ad-
ministrativo. Estimamos mullo ver oinlcrcssc
que inspirara os nossos inelhorameutoj moracs,, da oca, e ht subir a presenca de Sua Mages-
Oxal que a juma tenliacoinprehcndido a sua Wpc urna representaco, que a commissao en-
elcvada missao .tendeu dever primeiro que ludo dirigir a Sua
Senhores Ha quatro metes que assumi o 'Magcstadc-.c anciosa aguardadla uma favora-
honroso careo, degovernador civil deste dis- I' resolucao do governo, para poder comecar
tiicto, c que tenho empregado todos os meus lao importante trabalho.
esforcos para ser mil a esta Ierra como aut-ri- Cadelas dala cidade.
dade, c como bom filho dclla.-Tenho a agr- J quco n0M0 Por(Uga| tem ficado immovcl
.____-* .1 n.ii jt ,v n I i .>i j> 1f> una 1 mm iln.<
-------. i 5 ItliuliiAi iiuiiriiiin
icrvir de lu no deseinpcnho de vossa unpor- .,, infectada
tantc missao. Mas antes que encelis vosios
trabalhos, permltti, senhores, que cu ainda
que lacnicamente cumpra um dever da lei
que vos de conta do estado deste districto.
Tranquilidadc publica.
Um dos meus uiaiores empenhos tem sido
conservar illesa a ordem e seguranca publica, c
com a maior lallsfaco hoje vos annuoclo, que
este districto sombra da pai tem gosado lodos
os beneficios que s ella nos pode conceder.
Entretanto julgucl uma medida preventiva,
que as patrulhas de noitc andassem munidas
d'apitos, para que usando delles, quando care-
cessem, fossem promptamentc auxiliadasas-
sim como ii/. pi-rliihi,.i i expressa por meio de
uin cdital a todo o individuo que de noite Titea-
se uso dos mesmos, ou d'culros signaes seme-
lhintei para que se nao podesse allegar igno-
rancia, eotransgrcssores foiscm punidos coin
todo o rigor das leia.
Tambem,senhores, cipedi as ordens necessa-
riaspara que as patrulhas nao consintainpessoas
paradas as ras da cidade, munidas de pos,
ou outras quaesquer armas, devendo declarar
aqui, que ein todas estas medidas de polica te-
nho sido promptamentc coadjnvado pelo Eim.
i .iiniii mil ni [i militar, e peloSr. administrador
do conselho, os' quaes se teem mostrado o
maia solcitos na manutencio da ordem pu-
blica.
Emgraciiu para Demernra.
Ella questo, seuliores, mereceu a ininha
maior solicitude vos terels bem presentes na
vossa memoria os frandiilcutos menejos, de que
seserviamosillicadores,paraconduiirem as vic-
timas incautas aqucllc palimortifcro.masigud.
mente deve.s possuir provas de que a autori-
dade velou incessaniemcnte, c que escudada
com a lei, com a justiea c com o verdadeiro
amor patrio, le/, com que as tentativas dos amo-
tinadores da nrileni social Tosscm frustrada!, e
que o patacho Loyal seguissa viagem ievindo
a seu bordo saquellcs individuos, a que a le
nao la de encontralm dos meios que a lei
me faculta, nao poupe os meios da persuaso
para arredar os nossos incautos patricios de lo
fatal emigracao.
Devo dlier-vos que em dita de 8 de Miem-
bro ultimo dirig ao governo de Sua Mageitadc
um omclo para que zesse estacionar neste
Porto um ou duas canbonelras, para que a lin-
eal isacao dos navioi luspeitos como era o Loyal
se podeise a todo o momento verificar. Alm
de eu entender ser ene o remedio mais cmca
pira oa gnves males que est causando a esta
ilba a emigra(ao para os diversos pontos da
Guianna Ingleia.,deve adopcao desla medida
traier ptimos resultado! ao lervlfo fiscal da
alfandega desla cidade. Se em um dos pontos
da vossa consulta voi qulxerdei oceupir deite
objecto, conceder-lbe-heis a atteoco que elle
merece.
Foi este, senhores, por certo o pensamenlo
que dominou a junta geral em 1849, quando
na consulta que fez subir ao conbecimento de
Sua Magestademostrou o estado a que se a-
chavam reduiidas as cadeiai desla cidadepe-
la sua construccao insalubre, c verdadera-
mente Impropria do seu i'nn' reclamando do
governo urna quantia applicavel edinca;o de
uma casa adquada, para ajuntar ssommas que
o municipio podes!* destinar para obra to
prnvcltosa.
Era meu rnelo de 30 de setembro ultimo
uma igual peticao dirig ao ministro do reino,
mas sem Ibe fallar nasiommaiqueo muni-
cipio podesse aggregara qualquer quantia que
o governo votasse para esta obra, pois estou
convencido que a cmara municipal dista ci-
dade, precisa igualmente de uma casa, c que
tempo vira se nao se acudir a esta necesaldade,
em que a cmara delxar defater as suas ses-
scs com o justo recelo de ficar um dia envol-
vida as ruinas do pajo do conselho,
lnstai pois Srs., ainda uma vez com o go-
verno dlzei-lho que a transferencia de
2,500,000 rs. mensaes que se opera na al-
landega d'es'.a cidade para o districto d'An-
gra do Herosmo, priva o nosso districto de '
tas valioso cabedal, que com juslifa, se n'So
toda, ao menos uma parte, so poda di'spen-
der em proveito nossoque a tercoira con-
ta j varios estabelecimentos proficuos, que
tem uma boa cadeia, uma j6a casa de c-
mara, um passeio publico, em quanto nos,
Srs. que ludo istolpodiamos ler, temos s
a possibilidade da o hay,.,- um da !!
I ns ruerno publica.
A instriiec.no publica, como um dos agen-
tes miis ellicazes para a moralidade dos po-
vos he um dos assumplos mais importantes,
o que lie digno de toda a vossa rellexfio. As
hahilitacdesjpara oi|professrfres d'instruccao
primaria sao talvez excessiva-y atienta.a fal-
ta de conhecimentos, ao ordenado insigni-
ficante, o a conveniencia de dillunVii", .'liis
a instrucSo, creando-so maior numero'Jo
cadeiras no districto.
A ioatrucc3o publica acaba de receberum
poderoso auxilio com a nomea;3o que o go-
verno do S. Magostado ultimamoote se dig-
uou fazer de commisairio dos estados do
disArioto, na pessoa do abalisido professor
o reverendo padre mostr Jlo Jos do
Amanl este nomo de per si s ha uma ga-
rantaa organiiiclo difllnitiva do lycoo
desla cidade incumbe especialmente aquel-
lo distincto cavalboiro, e de combinac30
com elle farei o possivel para que quint0
MUTILADO


n-

*r
r
'Ates se levo a effeito, tilo proficua quSo Ul-
tmente dcsejid obra.
Parece-mo pols Srs. tor-vos mostrado que
rifio me srin deaconbecidas as necessidades
d'este dislrictp-ajadadopor un babil, hon-
rado, o iQcaosavel secretario, nio na te-
nho descuidado da sua indagac^o.--Pft les-
semosns provA-las da prompto remedio !':
mas ja que isso oto est ao nosso alcance
concilio pedindo-ios, que tos oocupeia das
vossas altnbuicfles consultivaaae delibera-
tivas, consignadas na scelo quarta do c-
digo administrativo e do vosso carcter,
e zlo, e reconhecido merecimonto, tem es-
ta districto tudo o confiar.
Senbores~em nome de Sua Mabestade.
A ramlia est aberta a sess&o ordinaria d'es
te anno.
Governo civil de Ponta Djlgada 1." de de-
zembrode 1851.
Flix Borges Medeiros.
(Co'reio Uichaelense)
LONDRES, 9 DE DF.7.EMBRO DE 1851,
A ordem reina em Parta. A plena algn'""
cifao deltas familiares e portentosai palavral
nao deve tmente ser procurada na ccisaco da
peleja sobre as barricadas; no triumphode
una enorme torca militar sobre urna resisten-
cia nio organlaada, na qifal o operarios dos
Faubourgs nio toraaram parte-activa nein uni-
da, ou na completa proatraefia de toda opposl-
cao constitucional. Ellas significan! a sujeicao
absol uta de cada acto e de cada pala va da po-
pulacho inlelra vonlade do governo, repre-
sentado pela jurisdieco suinmaria de commis-
soet militares permanentes. A ultima procla-
natao do presidente be tem duvlda destinada a
calmar as palxes que foram dalladas, porm
uina appellaen para o povo debalxo de taes
clrcuinslancias he uina mera burla, porquanto
nao banenbum poder que Ihe tome cootas ou
que ae Ihe oppooha. O golpe ltimamente da-
do cabio nao tanto sobre a populaca que era do
Interesse e da Inlcnc-ao de Lu/. Napuleo con-
oiliar, qaantoaobre as classes medias, cujo po-
der Ihes tlnha certamente escapado.
A guarda nacional que representava essen-
cialmenlc a bourgeolsie armada de Parla deade
sua criaco cm 1790, que contribuir para a
revolucia de feverelro de 1848 abandonando
uin governo que infellamente conflava em seu
lluctuante apolo, acha-se agora substituida por
un poder mui differente. A simples possesso
das armas e dos equipamentos de guardas na-
cionaes ha promptamentc interpretada em um
crunej aaus offielaei eleltos sao demlttldas c
substituidos pelos agentes mats dedicados do
novo governo; e be fcil de prever-se que a
corporace ser brevemente dissolvida aflin dej
desarmar inteiramente esta classe porm a forja material $ urganitaeo militar
desta milicia c.iuadaa so elementos de menos
consJd^,v^ao n0 ett.do do que a influencia des-
jfporco intellfgente da coinmunho pela qual
a oplnio publica he formada c propagada.
Tudo o que pensa e falla, ou escreve e discu-
te tem panado per bal do Jugo. A Imprensa
parisiense expirou na noite de tdedesembro
s maoa de mudos. ISem urna gszeti appare-
oeupcla manhaa do dia seguin te excepto para
disseminar as proclainacdes do governo, ou os
mala audaz.es fellos publicados por ordem do
prefeilo de polica. Nosso respeilado contem-
porneo, QJournaldcs Deban, he a nica excep-
(io na Imprenta indcpendente,porm elle obte-
veesta miaeravel concessao tmente com a con-
dlco de limitar-sc a uina escassa teleccao de
anedoctaa sem Interesse, ou de procesaos Mil
minies.
Os correspondentes ilaa garetas de Londres
em Parla contlnuirain a cumprir aeus arduos
deveres com a diligencia c coragem que lhea
alo propriat, pois algumas de suaa cominunl-
caooei foram eacrlptas libremente em um cir-
culo da fogo, quando o carro era atordoado pe-
laa descargas de mosquetaria e de pecas, porm
Itz-se-jhes aaber que aeus despachos e.tavam
pralicamente debalxo da Insprcco ua polica
que nada que o governo desapprovasse serla
permiltido passar, se podesse ser prevenido 1 e
que elles eraui inteltainenle dependentes do
governo relativamente t noticias das provin-
cias e tranimltio de inensagena telegra-
pbicaa.
ous de nossos contemporaneoa, o Olobr, mi-
nisterial, e o JUirni/ig-Chronie/e, conservador,
os quaea tiveram o animo de aflrontar esta9
ameacas, e algumas gacetas belgas, foram j
cm coutequencla disso Interdictaa de entrar
em Franca, e os proprios correspondentes rc-
ceberam a inihnacjo de sahlrem do paiz. Seu
ctime he a pubflraco da verdad*, c sua recusa
de lser da imprensa da Inglaterra o vehculo
daa mentiras da polica frauceza pois pode-
mos bcni compreheuder que um governo que
tem exmelo toda luz no coracio de sua pro-
pria capital ha de procurar apartar de suas
fronteiraa todo o ralo que ah quelra penetrar.
Estas occorrenciis rnvolvem Importantes Ule-
reases nacionaes e sao urna violacio dosdlrel-
tot Unto quauta da propriedade dos subditos
inglezetem um paiz amigo.
Uonflainoi portanlo que ellca mcreceram a
iuiu.cdi.iu atientan de nosso proprlo governo,
e as medidas tomadas por lord Paimerstnn para
obter repararan serao urna bella prova da pro-
tec{ao qu* S. Exc. d aoa vassallos da ralnha no
exterior, tanto quanto da sympathla que tem
recentemente eipressado com lauto calor pelas
naeds que tem perdido sua llberdade. Os aub-
dilos britanolcoi no exterior sao sem duvida
obrigados a viirer pacificamente debalxo dos
govemos dos estados cstraogelroa, quaesquer
que ellas sejam; porm a tentativa de eteravi-
aar ou de illudir a Imprensa desle pais pela in-
tervencao de urna polica eatrangclra he um
acto de despotismo ao qual s temos uina res-
posta. Noata correspondencia nos paites es-
trang.lros nao he dirigida pata o fim de tomar
neobuuia parte individa cm aeus negocios, po-
len para a informado e uso do publico desle
pala, onde tmente estas coimnuolcacoes sio
publicadas.
Porm esta eccorrencla que he assim trazlda
oossapropria noticia, he urna parte Insigni-
ficante de um STStenm qe supprlme toda a io-
lelligencla e actlvidade da nacao fraoceza. Por
uro dos ltimos bandos do general S. Aruaul,
todaipeasoa, qualquerque seja suaprofissao,
que lor achada em algum meetlng ou assocla-
fao (endent a organlsar qualquer resistencia
ao governo, ou a parausar luaaccao, sera con-
siderada como cmplice na lnsurrelco, e con-
aeguinteineute levada as commlisdet militares
permanentes prlat quaea um cousideravel nu-
mero de preaos tem sido espingardeados. Coin
taes edictos a vida e a liberdade de todo o clda-
aaoeslao a disposicao absoluta do governo: e
como o curso ordinario da jusllca est auspen-
ao prandendo a autoridad.- militar, aecusando,
Gondainnando e execulando a quem Ihe apraz,
o terror inspirado por um tal governo be uiais
completo, porque aua acelo be inals esterna c
hJ.0!"!" 5! 1ue 1a sobre que se tem at
hoje apoiado nenhuma outra forma do despo-
tllino lrancez. ,*^
^-f^M.'.''i*DC' contr* Promulgacao destas
-uedidas procedeu, repetimo-lo, multo menos
,n'.'lo*0CU"*U.ou iot que enche-
"e?818d-raHCa?"a' Cln-abr"' "' "i"
nfJ ,,Zf.LVJ"" p?.rt5 "as classes media.
Nlo perdemos da Vista o facto de que a nacSo
franceta, e provavelmente a inalor parte das
nacOes do continente, sao de um temperamen-
to proprlo a acquleseer com mal. faeltidade do
que ae poderla auppor, a eale trlumpbo da vio-
lencia feliz. A adininijtracao centrallaada da
Franca apolada pela forca unid do eaerclto
constltue uina machina de enorme lores ; e
poito que teja moda declamar oeste paiz sobre
a omnipotencia da oplniao -publica e do poder
moral, o etlado do continente he urna terrivel
deinonstraco de que?a autorldade, como a vic-
toria, est cniiuiiimcnic da pane dos inals cer-
rados batalhc.es.
Com eOelto, em Fran;a onde cada governo
successlvo he o producto de alguma nova vio-
lceo da lei, o lempo e a l'orea communicam
01111 especie de legalidade espuria s inals ar-
bitrarias assumpces do poder, e duram at
que alguma forca inalor os cxpcllc a ten turno.
He urna grande prova da falta de coragem cvi-
ca na popubeo franceta, o ter achado ella
inals ollcnsi va de todas a parte da proposta de
Lulz Napoleo que acabou c-sm o voto por es-
crutineu secreto. Sem ette modo de votar ne-
nhum homcm em Franca te eontiderava tegu-
ro ou terla Ido votar, por isso sobre este ponto
smente. Lulz Napoleo cedeo. A elelco te-
r agora lugar debaixo da inspeccuo absoluta
dos prefeitot c do excrcito, e o nico protesto
que se pode fazer com algum effeito he refutar
tomar parte em urna tal traosaeco; porm
em umpaiz javultado c corrompido pela vio
lafo cotiyiiuin dos principios polticos, pela
frequenlc dcstruicao das tnstitul^dcs liberaes e
por urna servil paixo pelo engrandecimepto,
um numero inconsideravel de hoinens prestar
sempre sua prostituida obediencia a qualquer
novo poder que di.ponha de enorme patronato
e ii-rc-i-uvcl forca. A necessldade de uns e a
levlandadc de outros nao tem deizado jamis
de povoar as antecmara, de cada governador
ephemero al mesmo a. de Mr. Marrast; po-
rm oramos, em honra da Franca, que o. lin-
leos que tem brllhado com real eminencia em
-nas aasemblat e gabinelea constitucin es se
abaterao de dar um lo degradante patio; c
resolutamente negamot qnc 01 ebefet legili-
inlttas, ou ot seus correligionarios, tinham of-
ferecido seu apolo a esta nova usurpacSo.
nanlo inais elevada he a poslcd de taes ho-
oii os cm estafan e lutelligencia, tanto inals
forte he sua aversao a uina inudanca quecollo-
ca toda a dlstlocco pessoal aos ps do exercito,
c todo o poder intellectual debalxo da forca
bruta, porm ot inlerestes das classes ricas e
os recurtot da porco commcrciaute da com-
munhao aa tem preparado para toda aJmNBp>
liado.
Os fundos franeczes atrave^iram o golpe de
estado com pouca pflsrbteio, eatsublram
medida ,,uc as liberdades da repblica des-
apareceran.. < .un tudo mesmo ua llolsa de
Paria esta conHanca pode ser alguma cousa exa-
gerada pela inlluoncla da polica. Admiltindo
que o governo de Lulz Napoleo tem gaoho a
batalha, e camagado a opposlco quanto ao
presente, elle nao est seguro seno por urna
s ancora, e he tmente 00 excrcito que pde
toda sua contanca. lie do espirito de um tal
governo c do carcter prodigo de seu ebefe,
augmentar o excesso de despeza sobre a renda,
por uina profuso immoderada, e pela louca
tentativa de comprar o pas coin seu proprlo
dlnheiro. A gente rica perde toda essa segu-
ranza em teus intercttes que conserva eaiquan-
to ns actos de um governo eslo debaixo da ins
pe cao de urna legislatura nacional, A mera
vonlade do presidente ou do teu minittro da
1 aieuda pode agora por era prallca as mals et-
pantoaas mudanzas.
Temos raso para crer que algumas mudan-
cat deltas na taxaco do paiz to actualmente
contempladas por Lulz Napoleo, comquanto
elle nao teoha acbado fcil obter o consenli-
incnlo de uenhum fnanceiro para referenda-
las ; e um goveruo que acaba de violar os uiait
tolemnet comprometimientos polticos iuspi-
ra-nos certamente pouca conlianca em sua in-
tegrldadc linanceira, e na inanulenso de aeut
coutrstos com ai nacci ettrangeirat. Elle tem
ltimamente dado ao mundo urna grande pro-
va de que o interesse pessoal de seu ebefe he
sua nica lei, e devenios concluir que nenhum
principio mus alto regular sua poltica tanto
110 interior como no exterior.
Um boato correu houtem tarde, o qual te-
mos raso para crer .que nao lie Infundado, de
que o principe de Joiuville e o duque de Au-
uiale tinham partid.-) de Claremont 24 horas
antes, para o lira de tentar fortuna em una
expedico Franca. Suppoz se que os princi-,
pes mili mi partido coma Intencao de ac traut
portaicm, te lito for possivel, a Lilla.
Times)
M
F.XPOSICA ODB LONDRES
Enlreai inBnltus dlversiet, thtatros cespectcu-
los que por occasiodaezpoaicZo de Londres offe-
receu a capital daOria-Rrelaoha, ehamou multo es-
pecialmente a attencSo dos viajantes o famoso
edilic.o chamadoColisrn/n No malo de ipande
numero da espectculos queadmiiavio cdeleiniVSo
a vista dos coocorrentei, ha um neotraiqs donde,
leve toda a maigem do Tej ale Listaga opio l-l
propriedsdee perfmcao que assomlira. sumoveniCii-
to das figura!, ala da lea, ai oodas.icW mar, os
navios e edificio, parecem qu fudo> concentra
vida e movimento. Num instante, porm escuVce.
o horizonte, chove, troveja, cahem riiesco-iaco has
um tacremoto, e por ultimo conveitc-se era ruinas
to grande Paiiagera, As embarca oes que au-
frugavam vista do espectador, e o siulllo dos
rentos fazein-ca estremecer.
De um lado ve-s urna caverna de clemetltis i -
uimilailaaonatural da Spizhergquj lazerica os ca-
bellos adniirandn avisti: do outro aspecto que a
presenta) as rocas crystallsadas de grandes di
menses, salios de agua de prodigiosa forca ai
replia descouUecidos; e para que a illuso aeja
mals completa sentc-se um fri glicial ao Iravess
aaros oorredoresepteos.
Outra cousa que sobremodo desperta a attcnco
assomhro de quanlos n comtemplo, a visla de Pa-
ria ilLiimiiia.il. Do poni em que o puhlio se col-
loca v elle todas as pracis. ras, edificios, lojas,
monumeutos, e purlicularidBclcs que conten aquella
grande cidade, sem que Ihe falte a inais pequea
eousa
2
01 progeifMijo e]p-lr-magnrlMu.o Com effei-
to, o nifio- 4e real.str prbmptsintnic todo? os
inelhoraineDtos -pi |6 desejam. por diipttsl-
c5o da in'Jufttra quanto antei ai machlnat que
libemos oonitrulr, embora tejam iiuperfeias,
s&ucndcndo-M ao valor akioluto da for*;a e da
dfspi'ta: por fjuanto existe agora entre a llico-
rlaea pratic urna reciproclaade de servidos,
que se explica perfeitamente pela soliduriedade,
8(!innrui aajfment, da ciencia c da Indus-
tria, A oflicina deve milito ao laboratorio, c <>
Ihe te'r ingrata. A fipplica^lo Industrial dos
descobrfmcntos pode eriglr*se em methodo de
InvestlgacSo.
Asexpeiianclai delu*. Aristide Diunonl foram
feilaa em duas machinas eMcnoia.mcnt dille-
rentes nas turcas e nas co'ndicfles de andamento:
uina de NkU(io( outra de movimento directo e
alternativo. A, pllha de que se servlu era a de
Punsen.
A machina de rotaco consiste n'uma cruze*
ta como a das atas ou velas dos motnhos de
vento, de ferro fundido, montada sobre urna
construcelo de madeira, e munida na circumfe-
rencia de 26 chapas de ferro temperado, entre
as quaes se collocam outras placas de madei-
ra para sut>trahlr a clrcumferencia da cruicta
Influencia do magnetismo; direlta e esquerda
sobre a base de madeira se poicram quatro
clcctro-imans dous de cada lado.Gada par
deelectro-lmans est dlsposto no sentido inverso
do outro ; os da direita corresponden! ao cen-
, Apparcceahlococomasconsicllaccsqucilro da du" Prximas chapas de ferro tempo-
conhcccmos o brilho das estrellns como seu espen- jado- da querd acham-se em frente de
dor incerto c os obievtos mal pequeos com urna dua8 chapas de madeira. A corrente da pilha he
eiatidSo que espanta. Fol felo este trabalho s dr,8!di ,,uc^ei9!Tae?te m
por hum Ingles, a quem custou vinte e cinco annos
de trat>alho e desvelos, Com esta vistajdc Pars pa-
dem conhecer aquella capital os que nao houvercm
ali estado, aiuda mulliorqueoa proprios habitantes.
(Heraldo)
ASMOEDAS AMERICANAS.
E' l)cm curiosa a colleccSo das moedas america-
nas, sobre tudo as que datara da guerra da indepen-
deucia. As prlmeira peras trazem a efUgie de Was-
hington; mas ou fosse modestia, ou receio de sus-
citar desconfiancas democrticas o grande homeui
por fim recusou formalmente essa homenagem nu-
mismtica que Ihe era tributada.
No setendo podido vencer sua resistencia, adou-
direlta e da esquerda per um distribuidor de
electrlcldade ou commutaoor ordinario eolio-
cado no eixo da cruzeta.
A segunda machina consiste simplesmente
n'um clcct-o-iinsm munido da sua armacoou
garnicao, que est fila na eztremldade de urna
alavanca que levanta um peso. A communica-
cao ou lnterrupcflo da corrente tem logar pelo
proprlo movimento da armaco.
Nas experiencias feitas com a machina de ro-
tatito apllha funecionava coindcxeseis elementos
e operou s com seis elementos nas que se luc-
ram com a segunda machina.
Na prlmeira mnchina o dcsemvolvimento fol
por segundo, termo medio, de ao|100 de kllogra-
tarao a eflii'ic da mulhcrdc Washington, culo ele- .
gante perfil oraou durante dez annos a moeda da jo- meto ; e o pezo do zlnco quelmado em cada
o incessan- elemento, de 7 *?.viuias50 por hora. Resulta,
venrepu bllea Mas as democracias
tes : a Sra. Washington leudo envellicddo, enthu-
siasmaram-sepela bctN indiaiif focabontas, e grava-
ran, moedas com a*w eiSigie ; depois de Pocahon-
1 as, !t>ye si ii vez a Sra. Jellerson ; a esta srguio-
sc a bella Patterson, mullicr do director do banco.
ISo parece uto aos Icilores urna bomenagem ori-
ginarprestada por urna democracia ao lyranntcopo-
der da belleza?
[Dia.io do Governo)
UMA ASSOCIACA PHILANrHHPICA DE
LITERATOS.
pS9,-*iie'i machina de rotacao coinumir ia~poi
hora, e por forca de cavallo, 45 kilogramm as de
zinco pelo que a machina de rotacao. alias com-
moda pelo emprego iminedlato da forca pro-
iln/iiii, mu vantajosa no que loca despea.
A forca, termo medio, desenvolvida pela
segunda machina fol de n\iM de kilogrmetro.
Como se v. he pelo menos tres vezes inais con-
slderavel do que na machina de rotacao, posto
que se empregasse um s electroimn e a pl-
lha operasse com seis elementos em vez de de-
l Alguns literatos franceses c inglezes. catre enes o que representa, guardada a proporc>o
fcdtimos osSrs. EUtton Bulwer, Douglas jITO|d do numero dos elemenlos da pliae dos cletro-
(autor iBe/ul d'Or) Carlos Dickens e Forstc, ,,nan e^pregados, urna Torca trhita e duas ve-
mstlluiro ba pouco urna associacSo dramtica des- Iz *
tniaili a crear um capital capaz de por seu rend-
ment soccorrer os komens de letras, artistas, histo-
mBSBBBBBSOBSSBSBmBBSH-
CONSULADO GERAL.
llRtidimonto do dia 1 a 98 70:027,010
dem do dia 99......... 5:740,137
75:767.1*7
DIVERSAS PROVINCIAS
Hoiiilimontodo dial a9H. 2;93i,00O
dem do dia 99......>. 80,301
:i.iiH,:ioi
I',\ pii lii-ao.
Liverpool pelsParahiba, barca ingloxa Re-
indier, de 426 touelladas, i- mii/.u) o *e-
guinte: 800 saceos com 4000 arrobas J
assucar, 100 tonelladas de peiira eferro.
Boston, bsrea americana Solite, de 236
tonelladas conduzio o seguinte : -- 4400
saceos com 22000 srrobas de assucar.
Triestre, patacho suco Alert, de 23 to-
nellsdas, conduzio o seguinte : 3100 ase-
os com 15500 arrobas de assucar.
Canal com escala pela Parahiba, brigue
inglezQueen, de 283 tonelladas, conduzio o
seguate: ~ 1200saceos com 6000 arrobas
de assucsr.
Rio de Janeiro, sumaca brasiloira S. A'nto
nio Vencedor, conduzio o seguinto : 10
eaixas TazenJas, 1 barrica cora amarella, 70
caixasgarrafas deazeite doce, 8 pranchas
0l2taboss iln iiiii ull.i. 8 pipas e 3 barris
azeite de carrapato, 3712 meios de sola ,
590aaccos com 2950 arrobas de assucar, 130
saceos com arroz, 5c'ix0es com 340 barris
de doce de calda, 3 ditos calcado, 3500 c
eos com casca, 8 sacets com 42 arrobas e 30
libras de algodo, 6 20 barricas com garra-
fas de polpa de tamarindos
RECEBEDORIA DE RENDAS INTEBNAS GE-
iim;s de pernambucu;
Rendimento do dia 99..... 789,459
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 29. 2:183,204
Movimento do parto.
pono.
mals cousideravel- do que no prlmeiro
i.
No enlanto nao augincotou a despeza de zin-
rijdores, erulilos oiie em su. velhlcc, apezar deum 1 c ""> a mesilla porpocao; porque foi termo me-
reconhecido tlenlo, se acharen, destituidos de meios ''"> {* ginnias 10] isto .para produ.lr una
PERNAmBUCO
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commer-
cio da provincia de l'orn imbiicn se faz pu-
blico, de ordem do mesmo tribunal, que
foram uovamento nomeados avaliadores
para as causas commerciaes no corrente
anno, cm virtud* da execucOes commer-
ciaes, osSrs. Manoel Connives Ferrelra e
Silva, o Jos Jacinlho da Silveira, para os
P'edios rsticos e urbanos ; o Sr. Vicente
Antonio do Espirito-Santo, para osobjectos
movis e sememoventes, comprehendendo
os metaes precisoB; e o Sr. Salustiano de
Aquino Ferrnira para os gneros de impor-
Uotoe exportadlo; os quaes se acham em
exeroicio por terem tomado posse e presta-
do o juramento na forma da lei. -
Secretarla, 28 de Janeiro de 1852.
Afarimiano Francisco Duarli,
''Hu .1 ni.iinr interino.
O Sr. L. Bulwer doou associaco uin terreno
destioado coiistruccSo de um eifiticio especial;
alm disso compz urna peca de tbeatro cm cinco
actos guc pelo Sr. Macrcady foi lida aos .ssociauos
cm das dome iiroiimo passado, deslribuindo-lhcs
depois os diHerenics papis. Esta companhia de ac-
tores de ora especie deve reprsenla!- nas princl-
pnes ei.lailcs it Gra-Hretinha a obra |lida por Ma-
crcady, c dar aiii espectculos, cujoslienclicios, bem
nao quelma tenao a quinta parte do zinco quel-
mado pela de roUeso, Donde te ooncluluque
a aegunda machina consom por hora e por
forca de cavallo 8 kilograminas 28o de zlnco
tmente.
Mi Aristide Dumont tomou ette retultado
parbase de seus clculos sobre o custo aclual
da forca electro-motora. Saguiidocsscs clculos
a machina de movimento directo c alternativo
i.v.ii.y, t urtl lllt5MCfcl.li;illl"ltu I..HI.IIIIII.IU..U.... -.^
como oproduclo dasperas do Sr. Hulweredeseut !no, despenda por hora jenao 20 cenlimci a0
assoclados. formarao o primeiro capiul dosla sin- '"" l0. produziudo uina forca media dcb/|100
guiare generosa empresa. de kiloeramclo por segundo.
PIIF.NSA. LlTilCKiRAPLlICX A torca obl-.da como te ve pouco contidera-
Estava-socoi.struin.loemP.iMS, na olcina do Sr. I e mui cara; 18 cenlimes por hora para pro-
Brissct, mecnico, urna piensa litliograpliica de duzlr urna forra electro-magntica que se ele-
urna dimenso enorme. Pode tirar umipedra de va a B7,l0a kilogramenlro, representa nina des-
um metro o sesenta centrimetos de comnrido peza de 20 francos porforca de cvalos epor hora
(71:16 palmos), e um metro c.lez centmetros de ofaadeapeza pela machina devapor nas mesin as
-go(t0/l0 palmos). E'uma das maiores pren-
sas que existen! no mundo. Um homem so po-
de manobrar esla preusa ; o meoaiiismo alias mul-
to simples lio todo novo. Foi eucommendada
pela casa C y, de Londres, sobro o modelo que
existe na exposiro. Seu peio he de mil kilo-
Lrammas (-2.0(10 libras prximamente )
MKDECIN. EM CONSTaUTiNOPLi,. f
O anllo da l'urqula est dando repetidla pro
circunstancias nao passaria de dez cenlimes-
Isto i duzeutat vezes menos do que pela machi,
na elctrica.
E de tudo isto tiraremos por consequencia
que a forca electro-inotoranaosej. por ora sus-
ccplivel de emprego alguna ? Muito pclocon-
i trarlo ; pols que o seus usosodem ser nume-
rosos. Ha uiullidSo de ofllcios que dispocm de
pequeos capitaes, onde smente se carece de
iVatiibr enirauoi no dia 29.
Assu' 7dias, hiate brasiloiro Novo 01 in-
da, de 85 tonelladas, mestre Custodio Jos
Vianna, equipagem 8, csrga ail e cera; a
Manoel Dias.
Rio de Janeiro 21 dias, brigue inglez C. T
Sutton, de 197 tonelladas, eapitSo John Le
Baun, equipagem 12, em lastro; a Le
Bretn Schramm &Companhia.
Mar Pacifico, tendo sahido de New Bedford
hal6mezeg, galera am-ricana China, de
371 tonelladas, capilo R. P.'Rreynard ,
equipagem 27, carga azeite da peixe ; a
llenry Forster & Companhia Veio refres-
car aegue para Naw Redford.
Assu' 6 das, hiate brasileiro Anglica, de
82 tonelladss, mestre Jos Joaquim Alves
da Silva, equipagem 8, carga sal e palha;
a Thnolfio Sove A Companhia.
Rio daJanoiro 18dias barca Lubckence
Redlchkect, de 350 tonelladas, capit3o
Carlos Gustavo Severin, equipagem lo.em
lastro; a N. O. Bieber & Companhia.
EDITAL.
do Lyoeo ae faz publico, que continua em
vigora portara do l." de evarelro de 1813
oa parte emqua te exige exame degram-
matica latina, foito noate estabeleciment
para a matrioula das aulas de philosophia
erhetorlca, a approvacSo de lingua nicio-
nal, obtlda no mesmo liceo, para as demn,
aulas de inslrucfo superior,
Outro sim, declara-ao queoexerciciodj
todas as aulas comefar no da t ,i. i .v
reiro p. vindouro, aa meamas horas lixadaj
nos annos anteriores, a saber : Istim .
8 s II ; inglz, geograpbia, e pbilosojliia
das 8 ia 18; lrancez, lingua nacional, gen-
metria, rbatorica e dezenbo das lOaomcio
dia.
Liceo, 92 de janeirode!85-2,
O Amanuense
Hermenegildo Marclino de Miranda.
--Por ordem do Sr.director interino (den
publico que na conformdade do art. iii,,
rngulatnento de 12 de maio do anno p.nlo
ibi ir-se-ha a matricula das aulas do l.yceo
no dia 15 do corrente, e ser encerradi no
ultimo deste mesmo mez, i excepto da .
Litim. Lyceu 2 de Janeiro de 185i,-.(i
arnanuense,llermenegildo;Marcellino de Mi-
randa.
1
illHll ll AI'IILLII.
20." RECITA DA ASSIGNXTUItA.
Sabbado, 3i de Janeiro de i8i.
Subir de novo scena, com
nova devisSo de papis, o muito
applaudido drama
OSINEIRO DES. PAULO.
Finalisaraodivertimento com a
jocosa comedia
D0I8 GENIOS IGUAKS NAO FAZEM LKiV.
Principiar s 8 horas.
multo nuf so ompcnlia em qu. Ilorer-am as urna tenue potencia mecanloa, e onde o retul-
scicncias, c parliculaiineiite'a medicina. Foi cm <-do*iue mait te deseja produzir a forca ou
peaaoa homar a scsso do enceiramculo da es- laSBaJae, instanuncanicntc, e quando se quei-
cola. Esta escola tena um curso dcestu.los com- r-sem que resultcm deata irregularidade per-
pletos. Frcquentaram-no o anno prtximopassado "a aentlveit. Ora, estas condiedes dilii-ilui.-n le
41-1 esludaiucs. Ha clnica foram traidos 010 do- "e realisam por meio do vapor, que exige tem-
entes; fizciam-se 100 operaces vacciuiiose Prc -Prelhos dispendioso., e que multas vezes
11,000 prssoaa ; e deram-se consultas gratuitas a *e ">rnam lincomodos nas pequeas industrias.
11,000 doentes. bin ot catot numerotot em que te oarecei de
Talvca militas escolas de paites me prcsuincm pequenat forras, o electrp-inagnellsmo presta-
ser inais civilisados n!o apresentem aosiseua alumiioa emeazet tervlfos. Pode introduzir-se em to-
tanlos elementos de entino praticot. i da a parte sem pengos tem grandes despezas,
AURORA BOREAL. i tubdivide-se Inlinitamente com os aparelnos
Obscrvou-so esle pbeuomcno lumiiosoem Pm- mecnico mals simpllt, e penetrar nos orgaos
kellas a ? de oulubro, c por essa occaa3o pu- "als variados e man ntimos deste apare-
blicaram es jornaes a seguinte nota : 1 ?'
As pertubaces da agullia magutlca do ob-l. .P''>B>BI um exemploja forca de 67,l0a de
servatorio de Bruxallaa causaram suspeitas, nodla kilogrmetro produzida com a segunda machi-
a de oulubro, pela Urde, da eiisteicia de una na de ,e', elementos, e com a despea de 18
aurora boreal. Com efl'eito por espieos de inais cenlimes por hora, lera sulUciente para levar a
de hora e ineia se pido gozar do lonoso espec-' scl' "etrot de altura, n'uma hora s de traba-
taculo que oll'ercce esto phenomanl, mui raro Ibo, adagua necettaria para o trafegocasciro de
VARIEDADES.
.!,. d*Sonipleta e.crayldo mimar.
A tentaUva para dajipelar esta reslsienela co-
ggy s'l. d" P'lbagto comeeado por aaltea-
,,mfY d,r,f,d0J Pe' Befe, .oclali.t.., fol
urna das mala audaciot\i Inveucea utadas pa-
ra laucar o poyo aterrfiaado nas bracos de
'g Antonio flearafc cstranhot luta. po-
/w^JS"' d 10Dnicl0 ">e'hor parte dos
JSgS*-? ,,raJ condicio de multas dat
nauieut:8; f00""'"' rflWa contra cata.
*%ESL V ?M '"" "anhum republicano
a. n ? V" P""1. Pvam earamente
la..^ a K""00 antea e.m.gar as
classes media, que elle tabla Ihe eram oppos-
umaT. q".e ""." PPult- A exitteneia de
\J c?"Ju"f' socialista era urna grotteira
,..SWaS! e0m. conJ'a,ao attribuida ao
general Changarnler contra o pretldente. Ei-
*_e i?"*?1! ." P*10 contrario ecu.ado bst-
nadaueuta crer
no perlgo, e recusara lomar
precaucei contra elle. odot o. membiot da
asscinblca presos fo,.m achadot em sua, ,*-
pnaa catate na cama, nao obstante ter-te afir-
mado o contrario. Ettat nollciaa sao aipalha-
dat .m priuielrq lugar para juttificar a violen-
c.a do presidente contra ogeneraea, aos .mae.
ncnhuuia aecusacao fundad fol nein pude ser
feiU; etmaegundo lugar para obrar sobre o.
terrore dat classes mediat ao grito de Ulna rc-
volucao loclalltu. ""re
ARELIGIAO' NOCAUCAS0
Os povos m.homataoos do Cauc.so c^uservao
iii.il..- cerlinonias posto qie desfiguradas, do
ebristlauismo que parece tercm professado em
antigos tempos A! m das fustas naclonaesquc tem
relelo com. do Salvador, ai d. Sania Virgem
conscrv.ro-ae naquellas remides em nielo do isl.-
ntitmo e at da Idolatra. Certas tribus scleinniso
no dia 7 de Abril a fest. da Annunciarao que cha-
mao Waouir*.tae. quequer dizer dediva ios flores
freseai, nesse da as dontellas vao em r.incl.oi nu-
inerososcnlher pelos campos flores de que faiem
recprocos presente
Quando ae Ibes pergunla donde Ihes veio este
uso oa velhos responden! que lomro de seus an.
lpassados em memoria de um. flor oderecid.. pe|0
aojo a Virgei no da da Annunciacio. Haoutra
festn chama Tgagrepk listo i lilh. de Dos o d-iSc-
nbor: nesse dia cadadone zrlla levaum frango a
casa d. ora9lo onde sepreparaum banquete parao
povo etodotse cmnpri nentSo mutuameute como
es i.i.vn- dili.ia.i pela pa.clioa c bous annos. Co-
nici-ai-iii.l um jijinii cm hour. da Mal de Dos,que
dura urna semana e termina por urna grande futa
denominada Tagcluinc palay significa J/ui de
Otos, pira aquauha can tlcot especi.es.
CASA DE FELTRO
Um habitante de Batignollet Monceiux, acaq-
de Inventar uin extravagante lyttema de contlruc
fio. Fez urna casa completamente impermeavel
s ni um peda{0 de |. cha, semum puchado dear-
5amara ou de cal, e nicamente fabricada de ma-
eira efellrode chapeos velhi. E nao te julgua
qi.o istodum. noticia chimenea, um canard ou
putraiih ; casa de que fallamos lie ailuada em fl-
tgnolles ao p< do theatro. Vinte e tras mil chape-
o. velhos se empregrao oa conslruccao. Teui no-
ve melrot de coiupndoa, quilro de largo a oiiod
altura, com a vuulagcm de m amovivel quando
te quelra transorta-la: pode alojar umi fa-
milia d. op.r.rloa. remove-sc para oulro lugar
por ni to d um carro rasteiro de quatro rodu
especie de grande sorra aobre que cali allantada;
nein obsta isso o seu peso, que nao ch.ga a 4000
kiloqrainmat.
NAVKGAgAO DE VAPOR NO MARES E
ROS Dh FHANCA
Docu ncnlos olllc.aes recenUmoule publieado
do as seguiutes particularidades sobre a navaa-
j.o por vapor noa marea c riot da Frano.: ba *Si
vapores, sem Incluiros de guerra, qu do otoul
de 40,410 toueladal, com torca J 10,771 oaval-
lot,empregados not dT. rentes servicos di mari-
ulia e o.vegaco interna. Estes barcos no auno de
uina familia de quatro pettoaa, contando 60 li-
tros par cabeca e por dia.
Cuinpre accrescentar, que na conla da despe*
i. se deve fazer deduccSo do valor do aulphalo
de zlnco produzido, e .Hender a que noi apare-
Ihoi algum tanto contlderaveis, a nieima pilha
la ao nascer. De todo ettei ponto "des-' poderla ervlr siinultaueainenlo parea produc-
pediam-se a intarvalloa para o xenili paveias lu-I *0 da >rca c da lu
em nossa legio.
a Pela volta das nove horas um c-guiticnlo circu-
lar obscuro cercado de um arco llminoso es-
bi-.inquicado oceupava todo o liorizont ao noile ;
dahi a meia hora o arco dilatou-se rpidamente;
illiimjnava o eco com um chulo biilliaiitu como
o ti
miosas verticues, de 40 graos de lito, primeiro
braucas, depois vermelhas, que se nioviam ora
para o natecnte, o tineiani as vezis tocia essa
parte do co de um cambiante vernauho canden-
te, semelhaoie o ciado de um uceadio.
Essca lasciculos luminosos cessaem pelas de
horas e um quarto ; porcm s dea o meia ainda
I lia, portanto, fundamento para acreditar
que una forca motriz nova tomar logar entre
as que lervem ao genero humano; e ser por
certo um grande aconteclmeuto.
Por n'um citado de depeodcncla que por ai
consume urna etpecit de domettlcidade poten-
cias naluraes, propriedade djnamlcas da ma-
lempo
completamente.
ii Aa pertobaotei magntica chjaram ha sua
maior iuiiplitude s dez horas e ucu, vollando
lentamente as agulhas de dcclinacio e de iutciisi-
dade sua posiciio primitiva. Em toda a noitc
loprou vento sul mu rija.
Gomal do Comnertio.)
O ELECTRO-MAGNETISMO COMO
FORCA MOTRIZ .
Ua vinte anaoiquete trata de aplicar o elec-
tro magncllimo como forca motra, para o que
te tem Felo numerlos csalos oa,Europa e na
America.
Em 1888, com auxilio de urna biieiia galv-
nica de voume aiiat mediocre, Jtcobi fet mo-
ver aobre o Neva, a raalo de Ira raiha por ho-
ra, um barco de 78 asa de eonapiimelo 7e
meio de largura, que demandav tres pz de
agoa equipado com 14 penuaa ,- a eaperienola
foi repetida muitat vocs, ora eicendo ora
lubiodo pelo curso do rio,
Em a de deaembro de 1842, urna locomotiva
electro-magntica, construida por M. Davidion
fol en.aiada no camlnho de ferro di Edlmbnrga
a Glasgow. A locomotiva parcoareu perto de
milita e meia a razio de 4 uillhae por hora: o
peso que potara era.de 6 toaclads/;oun kilo-
grainiuasj. .
Apezar deltas tentativa! que mincionamo
por excmplo, poitoquc poderla ntar-ie um
cento, a machinas electro-motora, anda no
foram cinpregadas nas grandes operaedes in-
ilns laet. Comtudo ha um trabilbo especial
em que levara a tod.n decidida tanlagem.o
que divido 4 diligencia de M. Priment. Kite
hbil conslruclor de intruiiieuloi, un dot ho-
incns mal competenla na mattria, fabrica
inachiias eiectfo-tnoloras, cujas diiposicdcs
variadat o toda mu enginhoaos, e usa ael-
las para por em movimento maquinal de d.vi-
dr, em eipecial ai que tracem divkdes notllm-
bos dot circulo desllnados medcodeangutos
A grande recularidade dJago dt suas machi-
nas permitte aloancar-M neale trabalho delica-
do extrema preoiao. -Ai de mala fticae qu M,
Fromeut tem construid*. OSO excedeui a for-
ca de um cavallo.
Um engenheiro que ha dois anaoa te ocupa
com saber e periereranca nai dlveriat applica-
ccs da eleclrleldade, deu-ae (ainbcm ao al-
isto condutlro 1,11,3,323 pa.sageiro. com aumpto de que fallamos; as sua npeiienclas
107,131 tonelidaspelaamercadorlaaOmovimainta tiveram por alvo o dispendio da ferc c Jeter-
projjiessivo o aegulnie: em 18Jl bsvia 7i vapore* minar exactamente a natureza do tarvlco que
7ii em 1840,868 em 1814, e 291 aclualmaol, pode prestar no estado presente du coubeci-
alcm de 30 ijne exi.iem em d.versos pontos eiu-i ment humano.A direefao que M. Dumont deu
pregados como barco de reboque. I ao leus trabalbes e a que ceuvetu para activar
se descolara o arco esbniuquicado que fol mu-! terl .adquirir o poder de crear o vontace
dando de lugar a pouco e pouco paa a banda do l inulHpHear Inlinil.m.nle a anlmacao servil
occidente, al se desvanacei- em breve lempo 'dess populacao de tnachuias, paciente,dcil,
babil, Inlaligavel: be por consequencia libertar
o hornera de trabalbos xecettlTOi e penosos: be
a miseria vencida, o bem eitai" conquistado; o
botnem xeillluldoi vida da intelligencla e do
scntiuiento, detenpenbando o sen cargo de ad-
ministrador dasoolsas creadas, decollaborador
da potencia creadora.Em quanto nao forera
conquistada toda! as forca, fallar um llnr.io
suacoroa, urna provincia ao seu imperio, nlo
ettaria competentemente armado para a tarefa
ainda tnytleriuia que Ibc incumbe neate inun-
do : faltar-lbe-ba um elemento de proiperida-
c de poder, de dignldade. fiada einsummaha
maistoleranee magestoao, mals dramtico do
que eales estudot, em que a multldo nao se
Julga loterettada, por que ha ait rail annos
tem-na cnsinado aeraprea largar a preta pela
ombra.
O inglez Pare asseverava n'uma assembla
reunida em Birmingham, que todas ai machi-
nas da vapor existentes no globo em 1833 re-
nreaentavam trabatbo de 4000 milhocs de lio-
iiieiis, isto trabalho Igual ao de quasi meta-
de da populacao de loila 'a trra. E em que pro-
poreo noaugmentou de.de 1833 esta raca de
eacravos, cuja fecundidade nao tem outrnt limi-
te teno ot que o hornera Ibe qulaer aisigna-
lar ? Nao lemot presentes algariimoiexaclot;
uias.se obtervarmot que em 1827 asmacblnat de
vapor exlitentet repreietavara (soraente o tra-
balho de200 milhdes de homens; n:i.i pulire-
mos duvidar, que hoje o leu trabalho excede
multo o de todo o genero humano reunido
Por lito se avalla o lomease poltico e locial
que oll'ercce o eitudo daa forca. Lougede a-
i'iuxar e.te movimento, manifest que eat
mui prximo do aeu ponto de partida, e que a-
inda nao adqoiriu toda a tua veloeldade '
Da r.vla unitxriaHionence.
COMMERCIO.
0 l)r. Jos ll,iymuii lo da Costa Menczes, juiz
municipal suppleote da segunda vara cm
ejercicio oeale termo por S. M. o.lmpera-
dor quo lieos guarde, etc.
Faco saber, que pelo r. Alexandre Bcr-
ii,ir lino dos Res e silva, juiz de direilo
criminal da segunda vara da comarca do
Recife, mo foi participado ter convocado
para o dia 9 do prximo vindouro mez, a
primeira sessSo ordinaria deste anno, cujo
sorteamento levo hoje lugar, e para a qual
sshiram sotteados os quarenta e oito juizes
de facto que so seguom:
D'. Jos Zacharias de Carvalho
JoiTo Jacinlho de Souza
Joaquim Teixoira Peixoto
Thumaz Jos da Silva CusmSo Jnior
Ignacio de Barros Brrelo
Ignacio Jos de AssumpcSo
Manool Eleulerio do Rogo Barros
lulo RodriguesPaes
Manoal Joiquim Pascoal Ramos
Jo8o Policsrpio dos Santos Campos
Antonio Joaquim de Almeida
Co'iolano Silvcrio de Amaral
lir. Judo Ferreira da Silva
Jns M.ria da Cruz
Manoel dos Santos de Olivcira Con;ilves
Jo.lo Miguel da Costa
Jos Francisco dos Santos
f.uiz Gomos Ferreira Jnior
Francisco Camello Pessoa do l.arcrda
Brigadeiro Antonio Rodrigues de Almeida
Jeronymo Cesar MariohoFalclo
Jos Mana da Trindadc
Augusto Carlos de Lcinos Pacheco
Antonio Cirneiro Machado Ros
Antonio l.ui/ do Freitas
Francisco Jos Raposo
Msnoel Jos de Almeida Soares
Antonio Bernardo Quinteiro
Jouquim Rodrigues de Almeida
Manoal Bezerra Cavalcanli de Albuquerque
Jos Esteves de Olivelra
!in da (.mili- Magalhiles Jnior
Vicente Antonio do Espirito Santo
Antonio l.eile de 1'iiiIm
JoSo Arcenio Barbosa
Constancio da Silva Nevos
Juan Jos de Miranda
l.uiz Antonio dos Santos
Jos Jeronymo Monteiro
Pedro Cavalcanli Wanderley
Manoel Francisco Duarte
Fraocisco Sergio de Mallos
Jos Francisco de Miranda
Dr. Braz Florentino lienriques de Souza
Antonio Carlos Pessoa de Saboia
Mauoel Baptisla de Souza
Jos Marcelino da Rosa
Anaatacio Jos de Couto
Os quaes hSo de servir durante a referida
sessSo, para o que s3o pelo presente convi-
dados, devendo comparecer ; assim como
os interessados, no dia e hora designados
sob as penas da lei.
E para que chegue a noticia da todos
uiaii li.'i passar o presente, que ser publi-
cado pela imprensa calmado nos lugares
mas pblicos deste le mu.
Dado e pissado nesta cidide do Recife,
aos 27 de Janeiro de 18S3. F.u Joaquim
Francisco de Paula Eslavos Cismante, es-
crivo lio jury o escrev
Jos llaymundoda Costa Menezes.
Publicarles .itterarias.
ELEMENTOS
oa
llomaopulhia.
riSahioa luz a segunda parte desla obra
composta pelo profeasor homccopatlii bos-
set liiiiitint. Recebem-se assignaturas pan
a obra inteiraa 5,000 rs., no consultorio
homojopathicoda ra das Cruzas n. 28. De-
pois da publicaran da terceira parle, o pre-
50 ser elevado a 8,000 rs. para aquellas
que nSo tiveram astignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda tudo quanto he
necessario para o estudoea pralica da bo-
moeopathia, como seja : llvros impressos
para historias de doentes, regimens apro-
priados para a provincia de Pernambuco,e
encarrega-se de mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamentos homceopa-
thicos, tsnto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : falhogtneiia dos medicamen-
tos brasil eiros.
Elementos de anatoma e phiiioloijia com es-
tampas, paraos curiosos em homceopailiii,
Itoga-se aos senhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exeiupli-
res no consultorio bomoaopathico da rut
das Cruzes n. 28.
TRATA MENT 110ME0-
PATHICO.
DAS MOLESTIAS VENREAS,
e consellos aos doentes para se curarema
si mesmo, sem precisarem de medico;
pelo professor liomceopatha
Gosset-Bimont.
Sahio a luz e aelia-se a venda no consul-
torio homcaopathico da roa das eraan.
28, pelo preso de 1,000 ra.
Avisos martimos.

1

Dcclaniyoi's.
i
ALFANEGA.
Rendimento do dia 39. 5:913,660
Descarregam lioi 30 deJaneiro.
Barca portugueza S. Crux mercadoi ias.
Barca ingleza -- Fary Qui* assucar e
cbifrej.
Patacho inglez -- Ffmri-- breu e carne.
Brigue inglez Giaucus -- bacathao.
Escuna dinamarqueza Ellen merca-
dorias.
Patacho brasileiro Nereide geooros do
paiz.
Aula de Obstetricia.
A matricula estara aberta desdo o pri-
meiro at ao ultimo de fevereiro, aa licos
prlncipiarSo no dia 16.
Pela segunda seceso da meza do con-
sulado provincial annuncia-se aoa colleta-
dos no i 111 .Misto de 3 por cento, e bem assim
aos de casas em que so vendem bilbetes de
loteras de outraa provincias, e lojaa de mo-
das.que a cobranca dos mencionados impos-
tos deve principiar no dia 3 de fevereiro
vindouro.
REAL COMPANHIA DOS PAQUETES INGLE-
ZES A VAPOR.
No dia 31 deite mez, espera-se
o vapor Teviot, oommandanto
llevell, o qual depois da demo-
ra do costante seguir para os
portos do Sul : para passageirosr- trata-sc na
casa da agencia, na ra do Trapicha Novo
n. 43.
Em consequedeia da dicisSo do Exm.
Sr. presidente da provincia, pela directora
Frela-se a barcaca Tentadora Feliz pan
qualquer portu do Norle ou Sul, com prefe-
rencia para o da Parabiba e tambem se ren-
de dinbeiro ou apraso ou por troc de os-
cravos correspondentes ao seu valor, os
pertendentes deumaeoutra cousa poJem di-
rijir-se a ra larga do Rozariu n. 18, que
acliarA ocom quem tratar.
Frela-se para qualquer parte do medi-
terrneo o brigue inglez Salla Rookh, ca-
pitHo JoSo Maciaravich. Trata-so em casi
de Manool do Nascimenlo Peroira, ra do
Trapiche o. 13,ou com o capilfio na praca ou
a bordo.
Para o Aracaty.
Segu na presente semana, o bemconlie-
do hiate Capibaribe meslie Antonio Josc
Vianna, para o resto da carga, trata-se ni
ra do Vigario n. 5, ou com o mestre do
mesmo no Forte do Mallo.
-- Para o Aracaly sabe mpretehvolmcn-
te al o dia de fevereiro, o tliate Flor do
Cururipe : quom nelle quizer cirregar 011
ir de passagem, dir:ja-se a ra da Cadoia do
Recife 11.VJ. segundo andar.
Para o Rio de Janeiro sao, com muili
brevidade por ter parte do aeu carrega-
ment prompto o brigue brasileiro Animo,
capitdo Domingos Antonio de Azevedo:
para o reslanto di carga, paasageiros e cs-
cravos a frete, para os quaes tem_conimo-
dos su lucientes, trata-so com o msmo ca-
pullo ou (com Luiz Jos de Sa Araujo, n.
ra da Cruz, n. 33.
Para o Rio de Janeiro, sa-
lte em poneos dias, o patacho bm-
silciro Conlianca : para o resto da
carga e escravos a frete, tiata-sc
com os consignatarios Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, ou com o capitao. na pra;a
do commercio.
Para o Porto*
-- Seguir com muita brevidade brigue
portugueza Doa-Viagem, eapitSo Antonio
Pereira Loila Jnior, tem bons commodns
e excellonte tratamento : para passigeiros
e carga trata-se na ra do Vigario, n. II ou
nm o capilo na praca.
~ Para o Porto, satura impreterivelmcn-
te no dia 4 de fevereiro, a barca Espirito
Santo, capullo J0B0 Carlos Teixeira, tem
bons commodos e excedente tratamento
para passagelros e o rosto da carga, Irata-se
na ra do Vigario n. II, ou com o eapitSo '
bordo.
Para o Para em direitura ,
a bem conbecida escuna brasileira Emilia,
capilo o pralico Antonio Silveira Macirl
Jnior, tem de seguir para o Para em direi-
tura, com a maior brevidade possivel, for
ter quasi toda a carga j engajada : quem
pretonder engaj.r o tost, ou ir de passi-
gom pode enlender-ae com o capilo da
inesina, ou cora J. C. Augusto da Silva, ni
ra dn cruz, armazem n. 13.
Ea> 6 de fevereiro prximo sabe pan j
Lisboa o brigue poituguez l.aia, capitn
Jos de A-breu : para o resto da carga tra-
ta-se com os seus consignatarios, Francisco
Severiano Rabello & Filho.
Para a Baliiu.
U brigue brasileiro Almirante,
forrado e pregado de cobre, de su-
perior marcha, segu impreten-
velmentc no dia at do eorrente, I


MUTILADO



**r
w
II '
Aviza-so a quem convior, que Capel-
la da .Senhora Santa Anua do no doce filial
do carato da S, he proprledade do poyo,
quoo sitio anexo a mes.ua Cipella Ibe es-
ta sugei.to pela quantia de sois mil ra. an-
nuaespara paramentos & como melkor se
poder ver na Cmara Eccleiiastica ; e isto
I ara nSo haverem duvidas do futuro.
-- Alug,.-se o lerceiro e quarto andar do
sobrado da ra larga do Rosario o. 36; a
fallar com Bartholomou Francisco de Soma.
Madama Rosa S. Martin retira-se para
o Rio de Janeiro, levando cm sua compa-
nhin seus (litios menores Affbnco, Amelia,
llypolito e Carlos.
Precisa-se de urna ama de leite forra,
ou captiva, para criar um minino: na pra-
q da Roa Vista n. 7.
Agostinho l.u 1/ Fernandos, subdito por-
tuguez, relira-se para fra da provincia.
-- O Sr. Jos Mauricio Teixeira d'Albu-
querquequeira apparecer na roa da Praia
n. 49, a negocio de seu interesse. .
Os senbores que flcaram a dever, no
armazem de molhados da ra da Cadeia do
Recite n. I, a I ino Jos de Castro Araujo, e
que com elle nfio tom outras relac,0ea, siio
rogados a satisfazerem seus dbitos, com a
maior brevidade posslvel : dirigindo-se pa-
ra issoaoaeu escriptorio, ni praca do Cor-
po Santo n. 2, ou ao mesmo armazem, ao
Sr. Jos Jorge Pinto, que I lies dar quitacSo.
~ Prolende-so arrumar para caiteiro de
ra, loju, armazem de assucsr, ou outra
qualquer occupa^So, um moco do 16 an-
nos, natural do Rio Grande do Norte: quem
delie precisar, entenda-se nr ra Imperial
i. !67 ,- ou ni travessa da Madre de Den,
armazem n. 7.
Precisa-se alugar urna prela, que com-
pre e venda, e que seu senhor, seresponss-
belise pela meaina : no pateo do Carmo, es-
quina que volts para a ra do Hurtas, segun-
do andar.
O Sr. Francisco Jos de Ssnta Anna,
morador no Ctqui, queira dirigir-se a ra
do Queimado, luja n. 18, no praso de 3dias.
Aluga-se o lerceiro andar, da casa da
ra do Queimado n. 9, a tratar na loja.
I'recisa-se de um feitor para olsria ,
que tenha alguma pratica ilota servico: na
ra da Aurora n. 41.
unci pumicaao no mano uo runiamuucu Josepha Epifana da Fonseca, esl jus-
de '28 do corrente, em nome de Francisco u com o Sr. Matheus Jos Gomes, a comprar
Jos Duarte Camarco, declara pela segunda ao dito Sr., o seu sitio da Capunga : quem
vez, que muilo breve voltara a esta cidade, I tiver alguma rcdamacSo a fazer o faca nes-
para judicialmente entender-se oom o mes-j (es 3 dias.
ino Sr. Camarc.0.
Manoel do Carvalho Furtado.
Nodia 23 de Janeiro de 1852, desapa-
roceu um escravo de nomo Antonio, cujo
oscravo, tom os signaes seguintes : he cre-
oulo, do idade de26 a 28 annos pouco mais
recebe alguma carga e passageiros
sos quaes offerece excellentes com-
inodos: trata-se com os consigna-
tarios Machado & Pinheiro, na roa
do Vigario n. 19, seguodo andar ,
ou com o capitSo na praca.
Avisos diversos.
Nodia4 do corrente desappareceu da
rasa do abaixo asslgnado o preto africano
Aurelio de estatura regular, cheio do cor-
po, ps isrgos, com urna marca em um dos
lados do rosto : quem o capturar sera gra-
tilicado.
Rodol/o oto Ilarata a Amolda-
Aluga-se urna negra creoula, moca,
para criar, cora muito bom leite : quem a
pretender, dirija-so a ra Velha n. 24, ou no
aterro da Boa Vilta, loja n. 78.
Precisa-se de urna creoulinha, com 9 a
to annos de idade, livre de achaques e vi-
cios : quem a tlver e quizer vender, annun-
cie para ser procurado.
Napolen Gabriel Bez, embarca para o
Rio de Janeiro, os seus escravos, Francisco,
cabra ; Quintiliano, pardo; Vicente, pardo;
Benedicta, e Anna, cr. nulas, e Manoel, de
nacfio africana, de idade de 40 annos.
Aluga-se um sobrado de um andar, na
ra de Hortss, com commodos quintsl
gran le com sahid 1 para a rus de Santa Tho-
rea : quem a pretender, dirija-se a ra
das Aguas Verdes, casa das sfericOes.
Deseja-se fallar aoSr. capilKo Antonio
Bonedicto de Araujo Pernambuco: na ruada
Cadeia do Recite n. 54, para se Ihe entregar
uma carta e uns papis v 1 mos de Macei.
Desappareceu no da 26 do corrente ,
uma escrava preta, de nome Maris, cornos
signaos seguintes : cara desesrnada, cor
fula, olhos pequenos, nariz chato, bocea ras-
gada ps acamhitados, haixa o bastante
magra; levou vestido de chita escura j mui-
lo desbotado 1 quem a pogar, leve-a a ra
da Assumpcfio n. 24, que ser bem recom-
pensado.
- O abaixo assignado em resposta ao an-
ncio publicado no Diario de Pernambuco
-- Dezeja-se fallar aos Srs. Jos Rodrigues
lima, lienrique Antonio Rodrigues e Joa-
qu 1 ni dos SaotosGrsc a negocio de seus
interesses: na ra da Cadeia do Recife n 54.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado
da'ra Direita n. 120, com commodos psra
ou menos; de boa altura, "cor fusca, bem; grande familia : a tratar na loja do mesmo.
falto de ps, emos; temen) sima de uma
p uma marca de ferida, sabio com camisa
No pateo da ribelr de S, Jote n. 15,
lava-seeemommi-ie com perfetajlo c-
caio.
-- Aluga-se orna preta escrivf pira todo
o servido de uma casa de familia : na ru
da Alegra, n. 44.
JoaquImRibeiro Ponas teode oonta
e letras de alguns senhoras que tea delza-
de pagar-lhe, uns po*r amizade, outros pin
rolaxacSo tanto .da parte do eu coJprjdor
como dos devedores, roga pelo presente
sos meamos Srs de virem quanlo aptas pa,
gar seus dbitos 4 ra da Cadeia do Rscifo-
n. 64 aisegurando toda a contemplado nos
juros; leasalm o 0S0 flzerem pssmrXo
a ser demandados, oque ser urna verga-
nhs para os devedores alem do abuso oom-
mettido, alguna ate ha 15 anuos.
Attencao.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da Boa-Vista o. 22, acha-se um grande
sortimeato de chapeos de Sol nimia
em conts, tanto para homem.como para se-
nhora, comoseja de aeda ou de panninho, e
grande sortlmento de peci de seda ede pa-
panninbo para cubrir os chapeos de Sol ja
usado,tambem concerta os dittos peol preco
mas comino io do que em outra quslquer
e parte cora toda promptiddo,
-- Precisa-se de um moco que queira co-
brar dividas dentro da praca, mediante a
porcentagem que se convencionar : na bo-
tica de Bartolomea Francisco de Souzs, na
ra larga do Rosario.
--Pretende-se comprar o armazem n. 6
da ruada Senzalla Velha, que pertenceo so
fallecido Jos Affonco Rigueira ; quem se
julgar-com-direito ao aiesmq, anuncie por
este Mario t odia 30 do corrente mu de
Janeiro. \
O Sr.Bernardo delAlbuquer-
que Ternandes Gama, quVra man-
dar pagara subscribo deste.,Diario.
Quem precisar de roupa lavada e en-
gommada, com asseio e promptidao, por
preep commodo: dirija-se a ra de Moras
n. 40. Na mesma casa cima apromtam-se
bandejas com boliolios para fra e faze.ri-
se bolinhoa de diversas qualidades, ludo
em conta,tambera se vende velas de carnau-
ba d' superior qualidade.
Na primeira audiencia do lllm Sr. I)r.
juiz dos Ir 1 los da fszends,so hilo de arrema-
tar os seguintes objectos : um engenho de-
nominado Barbalho na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas Ierras, mal-
tas e logradores, casas do'engenbo, do vi-
venda e de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
grandes, senzalla para pretos, 1 moenda, 4
tachas e um parol de caldos, ludo de ferro,
e outros objectos avaliados em 38:000,000 rs.
e da mesma forma v3o a pinja os Iros ao
III II
loja um lindo sorlimento de fizendas frin-
cezaa e tudo que lia de mais moderno em
Paria ; ricos charcos do seda do tudas as
cores, dito de palhs d'italia abarlo, muito
bonitos chapeosinhos de seda e de palha re-
dondel para meninos e meninas de um i
seis annos, com abas largas de lindos en-
talles ede todas escores; um liado sorli-
mento de" trancase franjas tanto pretis co-
mo de eores; capellas de Qorea muito ricas
e modernas ; um grande sorlimento de
fflls de todas as quallJades ; muito linios
manteletes do (li preto; chales, mantas,
manteletes e capotilhos de seda do melbor
gosto ; chamelote preto; (llores (as, man-
guitos de bico para senhoras o mais mo-
derno gosto, setim, tafets de todas as co-
res, plumas do crese brancas para eufeite,
atacadores para botins de sonhor, ricas lu-
vasdepelica psra senhora e senhor, luvas
pretas para senhora, bicos de linho verda-
dero, ricas rometras bordadaa, ricos tou-
cados de senhora pira bailes ou thcaln, j signado por todos, nfio he um simples an-
chapeos do montarla, lencinhos de seda, (i-1 nuncio publicado 00 Diarto n. 20, que o
tasde veludo para punlios e pescoc.0, de ve- desonera dessa rosponsabilidade, e se al-
- Antonio Pinto de MagalhSes faz sciente
a todos os oredoros pertencentes a venda
lita comfronte o oitfio da igreja do I.ivra-
mento n, 38, que Um apartado a socio lade
que tmha a dita renda com Jos Luiz de
Maltes e por liso he justamente a pesaos
que (loa obrigada a pagar todas as transarles
que a mesma venda estirar a 9ever,pols que
elleannuncisntu da,data desteem dianteae
acha de todo desonerado por assim soler
convenclonado no apartamfntoda socio la-
do e para que chegue a noticia a todas faz o
prsenle annuncio.
-- Joflo Francisco Martina, retirase para
Portugal.
o sr. Antonio Pinto de MagalhSes he
reaponaavel pelo debito contrado pola so-
ciodado de Mallos & MagalhSes eitabeleci-
dos cora uma taberna defron te do oitfio do
livramcnto n. 20, em quanlo nfio forera pa.
gos todos os -rus cnvloros, ou que espreca-
meute odesonerem por um documento as-
1 pui
dei
de algotSosinho transado azul, e calca da
inesma fazeoJa, nilo lem barba nenhuma :
quem o prender conduza ao eogenho Papl-
c, que ah ser recompensado do seu tra-
balbo.
A. Ilenriques Willmer, tendo de ven-
der a grande parle que lem no sobrado do
dous andares sito na nr | mperial, onde est
a fundiefio, d'accordo com o Sr, Joo Jos
de Carvalho Morses, como possuiJor de una
parte, roga portanlo a quem for aulorisa-
dn, por uma pessoa da cidade da Victoria,
que tomtambem uma parle no mesno so-
brado, h j 1 de apparecer para tratar-se des-
so negocio : na ra do Sol por cima do ar-
mazem decapim.
-- Tendo de ir a prac,a por venda o sobra-
-O Sr. Gervasio Rodrigu* Campello, nunciados em o Diario de Pernambuco de 26,
tom urna carta na loja da ra do Rozario' 2" 8 28. ae novombro do auno p. passado,
n. 21, para se lhe entregar vinda da Pe- excepco de alguns queja foram arrema-
rahvba. lidos:.
Um rapaz; brasileiro, queja foi caixei- ." Aluga-se uma escrava, para todo ser-
r de uma casa estrangeira de grosso trato, vigodo uma casa : na ra do AragSo n. 40.
o da qual tem muito bom atlestado de sua' Precisa-se alugar uma casa terrea em
conducta ; se offerece psrs caixeiro de qual- ras seguintes : Cruzes, Floros,
quer outra para cass ou cabranc.as de ra. |j Floroolina Orlas, Agoas-Verdes,
dando conbecimento de sua pessoa : na ra Trincheires e DireiU. Quem tiver annun-
da Soledade n. 44 indo pela trempe. ce, ou dirija-se ao segundo andsr do so-
-- OSr.Bernardo Jos da Costa boje empre- 1)raJo 20 Taz do Theatro Velho.
gado 110 cemilerio publiico queira ter a Aluga-se uro escravo moco que sirva
bondade de ir a padaria do patoo da San- P.r criado de uma casa estrangeira, e que
la Cruz, n. 6, a negocio que nfio ignora. sejahumildo, efiel; quem otiverdinja-sea
- Nanoitedodm a6 do cor- ru! do T"PJch? n-
mao, tem a
dar-se ao respeitavel publicn des-
tii praca e provincia, prometiendo
executar com promptidao e per-
eiriio toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisar-se
de seu prestimo, he rogado de-di-
rigir-se a casa de sua residencia ,
m. SfSf.,u!.?eJ,.cLFA.r-,i0. v!oz"io! aa ra do Trapiche Novo n. a, ter-
rente, desemeaminhou-se perto
da Soledade um cao preto, novo,
dinho sito na ra do Forte, por oxecucao de .1.1 _____ 1, .1
Francisco MartiosFerrelra, contra o abaixo calcados de branco, e ponta da
asignado, declara este que o mesmo sobra-1 cauda tambem branca, de raca Tcr- Pirecer, que tenham a bondado de virem a
dinho se acha ppn/iorado por Luiz Jowi da I ,. ____Mi ,1- ,. casa de sua residencia na ra do Rozario
r.osUA.io.im.assImcomoquocaben.loao ira-nova, com cote ira (le couio, iargan.30,para o poderlmcaremn.de seus
abaixo assignado u moncionado sobradi-| urna cliapa, e
Opirurgifio Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a lempos lhe l'.i-
laram o mearnos quem convier e quizer.pa-
ra por meio deum ajuste razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possam ap -
ludoproto, lencos de Cambraia para senho-
ra, llores c ramos de flor de larauja; na
mesros loja\fuzem-se vesiidosde casamen-
to, de baptisado, tocas de menino ede se-
nhora, capolinlioi de todas as qualidades,
com perfeicSo e proco commodo recebem-
se todos os mezes Qgurinos mqdernos, que
impretta a seus fregueses.
AOS DENTES
J. A. S. Jane dentista, tem a honra de
avisar ao respeitavel publico, que se acha
reziilindo na ra Nova n, 19 primeiro an-
dar, aonde estar sempre prompto a qual-
quer chamado, desde s 9 horas da manhSa
ate as 4 da tarde; o annunciante encherta
de um a todos os denles, que por isso tem
um cmplelo sorlimento de denles artifi-
cia'.s, incorruliveis e de porcelana,mui de-
licados e do ultimo gosto ; e todos os mais
accessorios tendente! a sua proficuo, ssse-
versndo a todas aa pessoas que se quizerem
utilizar do seu presumo que nSo exige pa-
ga alguma, nfio lieando os denles bem pos-
tos que ufio se posaa deferencar dos proprios
naturaea, e podendo-ie mastigar com os
mecir.as loda e qualquer comida' sem sentir
s monor dor nom ter mulo dJJS quebrar,
tambem chumba os denles naturaos fora-
dos da caria com ouro, prata e melal bran-
co, pravenmdo assim a conlinuacflod* ca-
ria, dores e masmo ovitando por issu a for-
ma de passar a caria dos denles turados para
osoutrus saos ; tambem tira pedras 011 ca-
rias dos dentes em goral, que tanto os dam-
nellca e coopera para o mao alilo da bocea,
nfio sondo lirado: o annunciante a 10 an-
uos quoexerce a sua profiscfio nesta cida-
de, e os minios exemplos que tem dado
nesse longo lempo, sera quanlo basta para
se garantir.
- Anna Joaquina do O', faz saber a quem
convier, que conlinua com o seu estibele-
cimontn de ensinar a lor, oanrevo, contar
as i|ii.it-o especies princlpaes, doutrina
christfia ; e bem assim a cozer, nfio s liso,
como bordar, e laborinto : ludo isto ensi-
na por commodo preco, na ra da Guia
d. 45.
- Emilio Bauch, retratista ale-
honra de recommen-
fivella de latao : dientes.
ceiro andar, em todos os dias uteis
nhoemiigitimapor ohito de seu pai 'o|'auem SQUhr diriia-^e a ra do Qaem.tem pn'ra .,rrend" UB,,.sl1tio Pe" das o horas da manh5a ateas 4
do Oliveira, osla sugcito as dividas quo ol Jj," 4 quono pert0. do lleClf8 anJo na Soledade, -
Trapiche-Novo n. 3, que sergra
tuteado.
Joaquim Luiz Vieira, retira-se para f-
ra iloimperio.deixandoencarregado de seus
negocios a seu irmfio Antonio Luiz Vieira.
- O Sr. Luiz Antonio Annes, queira an-
nunciar sua morada,
fallar.
inesoio ficou a dever, visto como no invon-
lario nfio (oram as mes m- justificadas, us
credores pois do casal do referido pai do
abaixo assignado, preparem suas oxecucOes
por ser este o un tu bem queo annunciante
I ossue. Jos Elias de Oliveira.
Servidos prestados pela homoeo-
patliia ao publico.
OSr. Manoel Pacheco de Rezende, por
causa de uma hernia inguinal, reputada
quasi incuravol pelos mdicos, tem sido al
agora isento do servido da guara nacional;
mas gracas a homceopathia esl curado!
PJe portanloser qualilicado para o servi-
i;o sotivo. A lio 11 nr patina deu mais um
soldado guarda cvica.
Reparamos a admiracfio do autor do an-
nuncio supra, e por isso o convidamos a dar
um passeio al a casa do Sr. Pacheco, pa-
lo do Paraso n 14,eali indagar do msmo
Sr., so esta ou nfio curado.
Sentimos muito dizer ao Sr. L., nSo, que-
remos di/.er o autor do annuncio, que a
guarda cvica nfio polo ter mais eslaacqui-
siefio, apezar de se adiar curado o Sr. Pa-
cIh' : por isso que o seu regulamento cx-
cluoos de 50 annos do servico .... Fican
UJS^t\tSltS7SS!mm o' d
ra do Hospicio ou outro qualquer lugar qu horas da tarde.
seja perto,annuncie por ost foiha,ou dirija- -.^
se aessa typographia. Kf.
OJAnoiM DAS DAMAS. < Paulo talBiiouif, dentista f
Eelc peridico, todo dedicado natrueco e frunces, O He re ce 0.11 prexll-
recrelo do bello jcio, he, seguodo ae declarou ? 11111 a 11 pUMlM pura tallos OS
no prospecto j publicado neate Diario, divi- gQ nii-t( 11 ,'1' >,ia proflsso :
que se lhe precisa dido em dual partea, parte Instructiva parle jet nAAon* 11 roc 11 l'ililo a ii.i.il
recreativa. Na primeira Ira dando em fr~-
,- ,ici' hora e m sua cnsa, na
- Precisi-se de um criado para um ho- df dl" e em rtlgos separados os conhecl- J d rtozario, 11. 3G,
_...!. .,^An.anr.renn,t,.ri.. i lentosque uma senhora deve ter para poder ? riiu ia;b a
mem solteiro, que d dador a m,conducta: 7SS2BEXSr^&S.
quem cstiver neslas circumstancias, dirija- do demodo proporcionado compiehenslo de
se a ra Aova 11. 35, para se iratar do a- (Uaa leltorai deaenvolvimentoa mal
juste. eateoioi aobre a hiatoiia sagrada e pro
Troca-se uma linda imagen) de madoi- bre aa scienciaa naturaea e poaillvaa,
- deverea proprioa da mu"
elo. A segunda cont
*
i
I
9 ge guiido anda1'
ra, da senhora Santa Anna, feita em Lisboa,
nova, e muito bem encarnada : na ra do
Collegio n. 1.
Precisa-se de um feitor de boa condue-
la, psra um sitio perto da praca : a fallar
na ra da Madre de Dos, loja de fazendas
n. 16.
direito
litteratur .
romanses, dramas, conloa para menl
doctas, jogoa de prendas c receitas utels'c cu-
riosas.
Lodos oa nmeros do Jardiui das Damai, o
qual aahir duaa veies por mea em folhelim de
it a 34 paginas, aerao acompanbadot, ora de
Tinturara franceza, no aterro da ngn/tooi rcpreientaiivos das modas man re-
,, ., cenle de Parla, ora de lindos rltcoa de borda-
lioa Vista n. 17-' 1 doa, ora de bonitos moldes de labyrlnlboa;
Tinge-se toda e qualquer fazonda de ISa, alm disao o Jardn das Damas dar dentro de
algodfio, seda e linho, tanto em obras como cla,d 1uartel da assignatura urna modinha bra-
1 em pecase com muito asseio; ass.mcomo ^%^g^J?,gl
S,l ,A,!nJ),_n! Cf:laCM_?. U-tra..1U,aJq".e"6i! n'ha.un. irmao sua Irnsa, be portanlo sem
ou meaos ^ ^ a 4*+
iCaltarafiD
nios, aoe- ^9^
gum documento tem que o desonero quei
ra publicar por esta folln.
Aluga-se a loja do sobrado
n. g da ra do Apollo com porto
para o becco, bem concertada e
pintada, com commodos para fa-
milia e mesmo propria para haver
nella refrescos e bolinhbs a venda
as noites de theatro por licar em
frente ao mesmo : na ra do Quei-
mado, loja de ferragens n. 37 A.
Arrendase, e tambem permuta-so,
por uma casa de sobrado de dous andares
no bairro do Recife, S. Antonio, e Boa-Vis-
ta, com commodos auQioientes para grsnde
familia, um sitio muito perto da praga, por
ser logo ao sahir da Soledade para o
Nanguinho, com nilo poucos arvoredos de
fructo, chaos proprios, com grande, e de-
cente casa de sobrado, esotfio, toda envi-
dracscia, contundo 15 quartos, um algrele
na frente, o qual he todo murado, e engra-
dado, com 2 portos de (erro, e 4 columnas
com 4 lees, e no fundo uutro porlfiu, aTuas
grandes estribar ias para 7 cavallos, e 2co-
cheiras, cnia pTS i reos, ecoiiuha, gran-
de poco d'agua de beber, e J."Jue para ba-
nho : a quem convir osla permla ou arr,'-
damenlo, dirija-se ao mesmo sitio a qual-
quer hura do di.1, a tratar como seu pro-
pietario, que nestocasa vender umexcel-
lenle, e novo carro de 4 rodas, e urna boi
parelha de cavallos.
Antonio de Oliveira eniz, faz publi-
co, que niogunm faga negocio algum, com
uma morada de casa de Manoel Baptista Ro-
drigues da Ressurreico, sita na villa da
Alhandra ra da Matriz n. i, cuja casa est
liypothecada ao mesmo annuncianlo pela
quantia de 200,000 reta.
Compras.
Na ra do Vigario n. a3, se-
gundo andar, compram-ae escra-
vos de ambos os sexos, de i2 a 3o
annos de idade, pagam-se bem a-
gradmdo.
--Corapra-se um escravo da idade pou-
co mais ou menos 40 annos : na ra da Sen-
zalla velna n. 06.
Compra-se uma loja do fazeoda com
poucos fundse em boa ra: quem tiver
annuncie.
-- Compra-se uma porefio de formas de
9 em libra, para fazer volas de carnauba, c
que sejam muito exatas no peso : na praca
da Boa Visla n. 17.
Compra-se efficti va monto papel Dia
rios a 3,200 rs. a arroba : oa ra larga do
Rozario n. 15.
Compra-se um oscravo de nacfio, mo-
to, com principio de cozioheiro, ou habili-
daae para oser : trata-se na ra da Cruz n.
4, primeiro andar.
Na Ra Nova, n.-63, compram-se bi-
cos e reudss fcilos na Ierra da largura de
um dedo al um palmo.____________
Vendas.
annunciante j a lenlia esquecido.
novas e por procos commodos.
-- Jofio Francisco Maya, vendo a sua loja sidadea do bello aexo.
duvlda nenhuma uma assignatura do Jardim
das I lamas, pois elle satlslz a todas as neces-
m SSTSLuSr^rSS Zn?" emiudozas, n. ru. I.rga do Rozario D.M, I O primeiro numero s.h o itaMarti
que estoja habilitada para curar doentes
psra so llio entregar um molequinho que
esl com principio de ums dyarrha de
ssngue : a IraUr na ra da Cadeia do Ke-
cife, n. 54.
Na ra da Cadeia do Rocifa, n. 49 se-
gundo andar vende-se muito boa cera de
carnauba a 5000 rs. a arrolla, saceos de
gomms, pelles de cabra mui graudes, e
chapeos de palha a 10/000 rs. o ceuto viu-
dos ltimamente do Aracaty.
-Fernando Jos Ja Rocha Pinto embar-
ca para o Rio de Janeiro, o seu escravo ra-
bian, preto de nacfio Angola.
-- Dasappareceo ou furtaram da Sole-
d ule de casa do Sr. Davis, na noite do dia
27do corrente, um cavallo castanho com
dous ps calcados, una estrelinha na tests,
cm meias carnea, faca, sem andar e de sete
annos, presume-se ter fug'do por ter dei-
xado um pedaco de corda com que eslava
amairado, conduzindo o resto : quem del-
ie dr noticia dliij-se encuerna na ra da
Gula, n. 1 quo se recompensar o seu Ir-a
balho. e so i garfio todas aa despezas.
--Antonio Jos Ribeiro Barros embarca
para o Rio de Janeiro as suas escravas par-
das de Domes Faustina de 18 annos e Marce-
lina de 19 annos.
-- Precisa-se alugar dous moloques : na
ra da Cadeia n. 13.
lnstruccao elementar.
0 estabelecimento de ioslruccfio elemen-
tar, dirigido por Jos Xavier Faustino Ra-
mos, no aterro da Boa Visla n. 5, acha-se
cm cffectivo exercicio, desde o dia 12 do
correle Janeiro.
-- Quem quizer enearregar-sede una co-
branza, nolvnedo, aendo que d garante
faz-se-lhe bom interesse : a fallar no paleo
do I'araizo n. 20.
-- Olferece-se um moco bralileiro, para
caixeiro de venda, do que tem bastante pra-
tica e he pessoa muito capaz : na ra do Vi-
gario n. 14.
k) O cirurgi Jos Antonio Marques, tj
% mudou sua residencia, para a ra da rt
i Senzalla, casa n. 140, primeiro andar, #
1 junto da casa da senhora Viuva Las-
I sorre.
e se liouver quem se oi-ponha a este neg- diposco do publico na praca da lodependen-
cio, annuncie por esta folha, no praso de aloja n. 6 e 8 na qual se receben, as asslg-
ajo naturas raaao de 2| ra. por serie de acia nu-
.', ... -. meros, isto he por lempo de trea mezes. Alin
-- Aluga-se uma ama captiva, OU forra, do que coolm na parte Instructiva, o primeiro
quo saiba bem cozmhar : na ra do ijuei- mllM,.ro ,] jar,i|U, das Dauaa coolm ua par-
ma Jo n. 40. | le recreativa duas poeaias escolbidas, dous bo
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
letra e por preco commodo.
rtajajaja^ff***:****^*
1 D. W. BAYN0.N. I
a____ Cirurgifio dentista ame- $
f>) |^a ricano, avisa ao respe-
a ^icfBfl? lavel publico desta cidade
ter recentemente voltado dos Estados $
Unidos, e que se acba prompto a fazer 4
toda a qualidade deoperaco perten- t>
a>l cen-te a sua arto segundo os me-
IV II101 amentos mais 1110 ionios: pode se
10 procurar no hotelFrancisco.
* ******************** i
Flores de gomma,
para cabello a cima de mesa, bonecas, ole. ,
Veode-ie uma preta, mooi, sem viciog
eeom habilidades : na ra utrs da matriz
da Boa Vista n. 26, primeiro aadar.
-- Vende-se um sitio pequeo, cora casa
Je pedra e cal, por 800,000 rs., mullas plan-
tas do fructo, vivoiro e bom banho : a tra-
tar no Mangulnho n. 35.
Farello a 3,000 rs.
Na rba da Cruz, armazem n. 13, de J. C.
Augusto da Silva, vende-se farello o mais
novo que ha no mercado, a 3,000 rs. a sacea.
Vendem-se 12 cadeirss, sendo 6 de as-
sonto de pao, americanas o j usadas, e 6
novas cora assento de palha, sendo do Por-
to, por preco commodo : no caes do lla-
mos n. 9.
A 3,000 e i, 100 rs.
Na ra Nova n. 18, loja de M. A. Caj ,
vende-se pelo preco de 2,000 rs. o corte de
palito de ganga amarella, franceza, de qua-
ilro o lista, e 1,200 rs. o corle de calca, fa-
zeoda muito lina, e que nada desmerece ;
tem um sorlimento de panno de todas as
crea e qualidades; merines, brins brancos
o do coros; um grande sorlimento de obras
feitas de (oos ss qualidades; fazeoda para
se fazer qualquer obra para liomein; cami-
sas brancas ede cores; bonols para senhora
montar a cavallo; ditos modernos para pe-
quenos, tudo por prc^o muito commodo,
Jinheiro a vista.
Vende-ae carne de vacca salgada, pro-
pria para embarque, ou engenhoa, em har-
ria maiorea e menores, e por preco commo-
do : a tratar no acougue grande da Ribeira
de S.Jos.
Ovas do Serto.
Vendem-se ovas do Serillo muito frescaes;
cheguem freguezes antes que se acabem,
por:so esta rom ven don Jo muito barato : na
ra do Queimado loja n. 14.
-- Vende-se uma loja de sapateiro muito
sfreguezaJs, e cora commodos para fami-
lia ; a fallar na ra Direita n. 55.
" Vende-se um sitio no lugar denomi-
nado Florala, na cidade de Olinda, com
casa de taipa, e bastantes arvoredos de fruc-
to, baixa de capim : a tratar na estradado
l'oiiilnl, com Leonardo Bietlz.
-- No escriptorio de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recite,
vende-se por pre$o commodo cal virgen de
LishAa chegada no ultimo navio, bozerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fei-
chaduras do Porto, pannos e easemlras
de Ifia.
t f ?'**^ **?**? SSSSS
Na loja pernambucana da #
ra do Crespn. ; ~n-
* vendem-se neos vestuarios 9
| para ballet de mascaras, todos de (1- $
* no veludo, com ditTeientes cores, os 9
mais moJemos e inleressantes quo se e
ay tem visto at hoje : oa procos sfio >,
tjt mdicos e os uniformes ioteiros, ten- A
4 do cada um o competente figurlno.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000:000 ,
2:000,000 e I 000,000de rs.
Na ra da Cadeia do Recife a. 24, loja da
Viuva Vieira & Filhos, anda existem os
mui afortunados bilhetes, mors, quartos,
mii vos e vigsimos da quarta lotera a be-
neficio da freguezia do S.Jos, dos quaes
vem a lista no vapor que deve chegar no dia
3 a 4 do mez prximo futuro.
es
Vendem-se relogios de ouro, patente
inglez, por preco commodo : na ra
do Vigario, no primeiro andar do so- brado n. 9.l
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado, nitoa romancea, doua contos para meninos, um| faz-se com perfeicfio, naturalidade e bom
da travessa do Sarapalel, com commodos pa- jogo deprendas e varlaa receitaa utels, perfa-
ra grande familia, pois tem um grande so- : "do ludo 24 paginas deimpreaaao em forma-
too com dous quartos : os prelendentes, di- ,0 f rDde e muit0 '.
rijam-se a Cambua do Carmo o. 33. Acompanham a esle numero duas ettam-
-- Joaquim Autonio Seguro, yai ao A- >"' n. grande, toda chela de delicados
racaty .riscos de bordados Impressos em Unta azul
-- Bailar 61 Oliveira, embarcara para o Rio sobre campo cor de rosa, e uma mais pe-
de Janeiro, a sua escrava oreoula, de nome J"6""0?01 bonitos moldes de labynnlhos.
|. [,,,., 1 1 Jardim das llamas nfio sppareceu logo
-- Precisa-se de alugar uma preta capli-, no Principio do raer, como foi anuuneiado,
va, que aaba fazer todo o servico de uma ; Por l.w 8,ldo preciso reazer-se lodaachapa
casa de pouca familia; paga-se meocal- ; dos bordados, que da primeira vez nfio s-
mente 10,000 rs. : na praca da Independen- hlra Perfeita, alm de vanos outros eraba-
- .' facni ma aam uro ounnrilro ni mu i.i'iiwmiihi
ca n. 38.
Precisa-sede um hornera poriuguez,
quo entenda de plantajes psra feitor de
um engenho perto desla praca : quem esti-
ver neslas circunstancias, dirija-se ra da
Concordia, ultimo sobrado do lado do Sul :
a fallar com Manoel F. Ferreira.
-- Antonio Jos de Siqueira ,ci Ja J.lo por-
iuguez, retira-se para forado imperio.
Aluga-se o lerceiro andar e aotBo da
casa da ra da MoeJa n. 7 : a tratar na mes-
ma, de meio dia at a horas da larde.
Precisa-se de ums ama para tratar de
uma Sra. doei.le, era caa de pouca familia,
aonde lem eacravos de servico para fura, pa-
ga-se bem agradando : annuncie para ser
procurada.
Justino Antonio Pinto embarca para
o llio de Janeiro, o seu escravo de .Nacfio S.
Thom, Damingas.
-- Acha-ae lrinha nova de SSSF, (de ra-
minba) para vendar, nos armazens de Dea-
ne J/oule & Comranhia, no becco de Con-
calves.
AlugSo-ae os 2 andares da easa da ra
da Madie de Dos n. 26, dofronte da Igreja
a tratar na ra da Cadeia do Recita D. 42
(.* andar.
Os credores do falecido Ilenriques Ga-
millo Ferreira podem mandar receber o
rateio em casa de J. D. Ifalftiappo & Com-
panhia.
reos que sempre encontrara em principio
as ompnvas desla orden), principalmente
era uma cidade como a nossa, na qual as
artes se achain anda ISo atrazadaa ; elle
porm envidar lodos os estoceos para ven-
cer as difficuldades com que esl lucan lo e
tem de luctar, alim de apparecer regular-
mente e salisfazer as bellas que se digna-
rem lionra-lo cora suas assignaturas.
Nova fabrica de chapeos de sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
ta n. aa.
Nesta nova fabrica o respeitavel publico
achara um completo sorlimento de chapeos
de sol de seda e paninho tanto para ho-
rnera, eomo para senhora, e concerta igual-
mente, por procos mais commodos do que
em outra qualquer parte ; para aste mesmo
eslabelecimentossacha mudada a tinturara
franceza da ra Velha n. 74, tingindo-se to-
da e qualquer fazenda de seda, Ifia, algodfio
e linho, tanto ero obra, como era peca e
com muilo asseio, assim como so aliapam
caaacas e outra qualquer ropa depanno,
que tiver nodoa's, pondo-s como novas, a,
por precoa muilo commodos.
Madama Koutier modista francesa
Rua-Nova n. 58.
Participa ao respeitavel publicoe princi-
palmente a seua freguezes que lem em sua
gosto : na ra do Aragfio n. la, segundo
andar.
-- Aluga-se 1 padaria nova do Mangui-
nli j. com todos oaseus perteoces: quem a
pretender, dirija-se casa junto a mesma ,
que achara coro quem tratar.
- Precisa-se alugar uma preta captiva,
ou forra, que fa?a todo servico de uma ca-
sa de pouca familia, preferindo-se captiva,
paga-se bem : na praca da Independencia n.
i, se dir quera a pretende.
Precisa-se alugar uma escra-
va, que seja boa cosinbeira e com-
pradeira, : quem a tiver dirija-se
a ra da Assumpco ou muro da
Fenlia n. 16.
Banco de Pernambuco.
A 1i1rec5.l1) do banco tendo em conaidera-
raefio os pedidos que algumas pessoas desla
provincia lenhao feito para ae lhe reservar
algumas aces que querifio assigoar.tomou
a resolucfio de reservar um pequeo numero
de acces para estas pessoas que convida a
vir assignsr no escriptorio do Sr. Manoel
Concalves de Souza li odia 31 do corrente
mez de Janeiro fechando-se nesse dia asas-
signaturas por todo o capital effectivo do
Banco por baver pessoas que querom to-
mar o restante que nesse dia bouver.
Francisco d'Assie da Silva Ferreira, )
"* Ur. em medicina pela faculdade do
Rio de Janeiro, avisa ao respeitavel
publico que se acha morando na ra ffi
do Livrmenlo n. 34, segundo andar,
aonde pode ser procurado para as
TunccAes de sua profissfio.

Precisa-se de um aoiassador de pada-
ria, que desemponhe o seu lugar : na ra
do Domingos Pires n. 44, nfio se ollia o or-
denado.
FOLiUNIlAS PARA i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo uma del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vndem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
si mao de Mantua a
800 rs.
Vende-ae a historia de Siman de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudexas da pra5a da
Independencia n, 4i vendem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da 4
lotera da freguezia de S Jos do
Rio de Janeiro.
Lotera do llio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 de rs,
O cautelista Salustianode Aqui-
no Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que no dia 3 do prximo
futuro mez, deve chegar do Sul o
vapor da companhia brasileira ,
conductor das listas da ao. lote-
ra do theatro de S. Fedro de Al-
cantara, e da 4- lotera a beneficio
da freguezia deS. Jos, que cor-
reu no dia a3 deste mez, e paga
immediatamente logo que receber
as listas, sem descont algum, to-
dos e quaeaquer premios que sahi-l B
rem nos bilhetes, meios, quartos,
oitavos e vigsimos, vendidos na
praca da Independencia n. i3 e i5,
loja de calcado do Arantes, e na
ra da Cadeia do Recife n. 46, lo-
Attenco.
Na ra Nova loja de alfaiate n. 14, de Dio-
go Jos da Costa vende-si todas as qualida-
des do obras feitas, palitores de ri sea do,
dito de pao (no, calcas de casimira, dila
de brim de Iinno,dit0kde meias chegadosa-
gora a pouco t-:mpo, coletos de setim preto,
jaiiuetss de pao, ditas do riscado e outras
mais obras, tudo por um precinho rssoavet
que faz agradar os freguezes que vem com-
prsr : tsmbem se vende cortes de casimira
de bom gosto por preco commodo, dito do
ganga franceza a 1,200, pao fino preto pro-
prio para palito a 5,000 rs., o covado, carni-
zas brancas, a 3,000 rs ditas de riscado a
1,600 rs.. sobrecasaca depenoflnoazul pa-
ra militar cheguem logo a pichincha antes
quo se acabara: ao bom e barato.
--Vende-se muito bom doce da primeira
qualidade tanto de golaba como de arac
por preco muito eommodo : na ra Direita
n. 16 quina de S. Podro,venda que tem lam-
piSo.
iiap PauloCordeiru.
recentemente chegado do Rio de Janeiro.
vende-so na ra da Cadeia do Recife loja n,
SO, de Cunha & Amorim.
S. Feliz.
Vendem-se os verdadeiros charutos deS.
Feliz 1 na ra do Queimado n. 9.
Sementes.
Vendem-se semenlea dehortalices de to-
das as qualidades, chegades prozimanronte
do Porto, muito novas, epor procos com-
modos : na ra Direita, venda n. 76, esquina
do becco dos Ceceados Mortaes.
-- Vende-se pombos bons batedores mas
5 pontas n. 116.
Deposito de teciilos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Baha.
Vende-se era casa de Domingos AI-
vea llatheus, na ra da Cruz do Re-
cife n. 52, primeiro andar, algodio
transado daquellafabrica, muttopro- ^
prio para saceos e roupa *
de escra-
vos, assim como (o proprio para re- ^
dea de poicar e parios para vella, .4
_. por proco muito commodo. .
A*iA*OAMA**A**i
Sobrado ein Goianna.
Vende-se, muito em conta
um bonito sobrado sito
na

ra
, -- urn ijuiiii.ii ouuinuv .. ua uo
ja de miudezas. Estao expostos a ^ ^.^ n 58 j avalado em
' a:ooofooo, em o qual tem parte
rsula Maria das Yirgens e sua
loteria de S. Jos.
Bilhetes aa.ooo
Meios 11,000
Quartos 55oo
Oitavos a800
Vigsimos i,3oo
Vende-se urna escrava da costa, cozi-
Dhoira, engommadeira, lavadoira, eptima.De superior qualidade : vendem-se noar-
quitaodeira; sera o menor defeito fsico oujmazem de Kalkmann Irmos, na ruada
moral : em Olinda ra do Amparo n. 37. '
irma Joaquina Alvos de Paiva na
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija-se a caza de Kal-
[kmann lrmSos,ruada Cruz,n. 10.
Charutos de Havana
Cruzn.lt).
MUTILADO



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l e*
B C
8?
S.ffl
C
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OJ3
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5'g
"Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 56 e
58, ou no armazem do Annes no
caes da alfandega.
Vendem-se muito bons presuntos, re-
feotemente chegados, como tambem mili-
to boa carne lo ftimeiro, slme, queijos
londrinos, concervas de todaa as qualida-
des, maDteiga muito frescal om irascos,
muatarda e muitos outros objectoa : na rui
da Cruz armazem n. 15.
Vendcm-se palles do cabra curtidas,
o de encllenle qualidade, em purgao. por
baretissimo prego na ra da Cruz do Reci-
fen. 1 l.'andar.
Vende-se na sjua da Cadea do Recito,
n. 5*. loja de Joaqnim Ribciro Pontea, chi-
tas muilo bonitas pelo diminuto prego de
4,000, 4,500 e 5,000 rs. pesaa e a novados
de 180 a 160 rs., assim como cortes de chita
caca por 2*000 rs., e muitas mais fazendas
que se venderOo por barato prego. Nt mes-
an loia se vende urna porgao de caixes
folln Je Flandrea viodas com fazendas;
como bemuma pqrgao de taboas de ama-
relio e de louro muito seccas, e paos de
sicupira muito em cunta.
Vendem-se queijos londri-
nos os mais novos possiveis, por
preco muito commodo: na ra lar-
ga do Rozario, na esquina do bec-
co do Peixe frito n. 9.
Vendem-se doua cavallos, sendo um
dsela, carregador beixo a meio, e outro
de cangalba : na ra do Rozario da Boa Vis-
ta n. 2.
Brim militar a 800 rs., o corte de
calcas.
Vonde-so brim entransado branco de al-
godao fino, para calsa, pelo barato preco de
dous cruzados o corle de calsa : na ra do
Queimado n. 8, loja defronte da botica.
Chitas a 130 rs. o covado.
Vendem-se chitas de bonitos padrfles, a
seis vintens o corado, e lentos de cambraia
com bico, para mo de senhora o meuinas ,
a dose Tintes cada um : na ra do Queimado
n. 8, loia defronte da botica.
Na ra do Qucimado, loja n. 18, vojr -g-^ o
de-se urna canoa de carrea. _,-^'
Vende-se um bonito bote, com todos
osseus pertences edafliOiTo boa construc-
-S&.U-lrAl"ff1 ra da Cruz do Rccife, ar-
mazem 11.15.
-- Vende-se cerveja para mimos, em har-
neas de 3 a 3 l|2duzias cada urna 1 a tratar
no armazem de Jos Rodrigues Pereira, na
tua da Cadeia do Recife.
-- Vendem-se 3 escravas mogas de boni-
tas figuras e com varias habilidades, 1 rao-
latinhode dado de 16annos, muito lindo
e propriopara pagem.Sescravos de servico
do campo, eum pardo de idade de 22 an-
nos : na ra Direilan. 3.
Vende-so urna preta que engomma,
cosinha muilo bem e faz todo o mais arran-
jo de nma casa, 1 preto creoulo mogo, sem
oflicio, que serve para o campo ou ganha-
dorde ra por 300,000 rs., e 1 parda para
ama de casa, mesmo de homem solteiro
por nao ser bonita e tor boa conducta, tam-
bem por 300,000 rs. : isto para ajusto de
contas antigaa: na ra larga do Rosario lo-
ja ii. 35.
Vende-se por preco commodo, um ex-
cellente sitio no lugar das curcuranas, de-
iiiiiiiiii.io Salinas, com boa casa de viven
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Vende-se capim de planta por com-
modo proco : no sitio da trompe, u. 1.
Palili de fanno.
Lauriano Jos de Barrus, mestre alfaiato,
morador na ra do Queimado sobrado da
quina dosQuatro-Cntrs, comescada para
a travessado Rossrio n. 18, vende palitos
de panno cor de cafe, cor fixa, o com mul-
lo bons aviamenios, o foitos do ultimo gos-
to, pelo commodo prego de 22,000 ris.
Bichas d'lamburgo
chegadas neste ultimo navio, muito boas e
grandes, vendem-so aos ceios : na traves-
sa da Mdre-de-Deos n. 9, assim como tcm
bolicinha muilo nova, da quadreda e re-
donda ; barricas com dita grande tmbem
nova, massas, passas, figos, ameias, nozes,
amendoas, vinho, vinagre branco e tinto ;
" papel almaco aparado, dito florete, fa
, 'fontana e milho ; caix'as com cnxofre, di
d>, terraa com piantces, o alguns pos de| ta> com ,^o, Uites comospermacete, emais
coqueiros, sendo muito periodo mar queo generoSi tuu-0 por prego commodo para U0
o quizer dirija-se a ra do Crespo n. II. escandalizar o compradores.
Couro de lustro patente. (**mm&t;99&- P4
1 patente.
No aterro da Boa Vista, loja de calcado n
58, junto ao seleiro, vende-se superior cou-
ro de lustro a 2560 rs. pelle, nSo tem ue-
feito ; a elle freguezes, que a pechincha be
pouca.
Cortes de sapatos de tapete.
Superiores cortes do sapalos de tapete,)
bordados, de lindo gosto a 480 rs. o corte,
o em duzia a 5000 rs. ; assim como sapalos
da mesma fazenda j promptos : no aterro
da Boa Vista, loja de calgado n. 58, junto ao
seleiro.
Moinhos de vento
om bombas do repudio para regar bortas
&m&t*G99P- 9***9*999&9
# a loja pernamoucana, rua
^ do Crespn. 11
m vendem-sn perfeitis9imospcitos, po>
nhos, e colarinhos, de linho e lio de
escocia.
Cigarros de palha de milho.
Vendem-se os famosos cigarros de palha
de milho, na loja de charutos na rua estrel-
la do Boaario n. 45.
Msicas modernas.
Acliam-se a venda,na loja n.8 na rua Nova,
1 de autores modernos
-- Contimia-sea vender mantoiga ingle-
II nova a 480 rs., caf a 140 rs., cha hison
a 1,920 e 2,400 rs. a dinheiro, de S. Paulo a
1,600 rs., o queijos a 800 rs. : no pateo do
Carmo taberna nova n. 3.
Vende-se por preco muito commodo,um
terreno com 30 pilmes de fente, e mais de
309 d efundo: na rua Imperial do ni Ierro dos
Affogados, pouco adianto doviveirodo Mu-
niz; a tratar na mesma rua com o Sr. Ma-
noel Carneiro Leal, na aua fabrica de cal-
dereiro.
--Vende-se a mclhor farinha que oxlsto
no mercado a bordo do brigue Sagitario en-
trado de S. Catherina no da 25 do corrente
quem pertenderqualquer porgan diiija-se a
bordo do mesmo brighc, ou na rua do cole-
gio n. 17, 2." andar,
Velas de Esparmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
em caixinhas de 20 Ib, em casa
Augusto C, de Abreu : na rua
Cadea do Recife n. 48.
Vende-se urna casa terrea no
pateo de S. Pedro, n- i5 com bas

Vende-se por-preco commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo : no armazem de
Pi-s Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes & Compartida,
na rua do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernagSo, a 500 rs.,
cada um : na livrarian. 6 e8,da praga da
Independencia.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
rua do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnaulia imitando
omDomuaauaru|>ui.uu p....oB.. ">-- muscas Dara piano, de auli
d b.x.sdecaplm: vendem-se na '*a C" preco muito diminuto.
de Bowman & Me. Callum, na rua do Brum ( p0_r_p{$1,d_,e um qu,rto novo e forte para
ns. 6.8 e 10. i cargg( por prego commodo : na rua da Praia
armazem n. 8
He baratissmo a320 rs. o covado.
Na rua do Queimado defronte do becco do
Peixe Frito, loja n. 3. vendo-so tafet roso
muito encorpado com um poquono toque
de mofo, pelo admirado prego de 320 rs. o
covodo.
I\ua do Crespo n. a3.
Vendem-se cortes de casimira muito finas
e modernas a 5,000 rs ; chapeos do Chile
pequeos a 4,000 rs.; cortes de brim escuro
para caiga a 640 rs. ; cha hysson a 500 rs. a
libra ; meios chales de ISa a 640 rs ; fil de
cores para voslidos a 480 rs. a vara lengos
de 13a e seda a 480 rs., e outras fazendas
baratas para fechar contas.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vclha, n.
12 existe urna pequea porgSo de polassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com a da Russia : vande-
se por prego razoavcl.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, lecidos a dous fios, muito
grande, tem todaapplicago em urna casa de
familia, por servir para meza de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,410 rs.: na
rua do Crespo n. 6.
Grande iabrica de chapeos de sol,
de J. Falque tua do C'ollgeio
n. 4.
Neste novo estabelecimento recebeu-so
um novo e lindo sortimento de chapos de
Sol dos ltimos gostos, tanlo de seda como
de paninho para homeos e senboras, de ar-
mago de baleia e de asso que se vendem
por menos prego quo em outra qualquer par-
te; grande sortimento de chanialote, sedaa
o paninhos em pega de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armagOes servidas. Completo sor-
timento de haleas para vestidos esparlilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: lodos os objectos cima mencionados
se vendem cm porgSo e suretalbo, por prego
que agradar aos fregumes a vista da quali-
dade.
Na rua do Passeio Publico, loja n. 9,
vendem-se 300 varas de bico e renda da ter-
At ten rao.
Na rua estreita do Rosario, taberna n. 11,
que faz esquina para o becco da rua do Ro-
sario, vendem-se muito superiores passas a
160 rs. a libra, marmelada em caixinhas de
libra, figos de calda, ameixas, nozes, amcu-
doas, queijos muito novos, o quo ludo se
vende por minos proco do quo em outra
qualquer parte, e na mesma se dir quem
vende 100 espanadores muito bem feitos.
Na loja da rua do Crespo n. 10 vnde-
se pelo diminuto prego panno fino muito
bom azul, e preto a 3000 o covado, seda li-
za furta cores para vestido a 1,300 o cova-
do.chitas francezas a 240 o covado, challes
de seda a 5,000 e 6,000, palitos, cizaca de
brim de linho a 5,000.
Vende-se por 450,000 rs. urna escrava
sad ia e do todo o servigo, a qual d por mez
14,000 rs. por aluguel: na rua do Collegio,
loja n. 9.
Na loja da rua do Crespo n. 10, ven-
dem-se pessas de madapoln) com 20 varas
a 2000, cortes de casimiras a 2800, a 4800, e
5000, mantas de seda para menina, e para
grvala a 640, mantas de crep bordadas a
5,800, ditas muito ricas a 8,000, lengos de
seda de cores a 1,000.
Na loja da rua do crespo n. 10 vende-se
por diminuto prego, manlelletese capoti-
nhos do seda prelos,(e do cores a 10,000
13,000,brins meiclado de linho proprios
para palito e cazaca a 320 o covado, lengos
decambraia de linho a 320, riscado laraa
szul para roupa de escravos a 120 o covado,
sarjSo de algodSo largo a 320 o covado, o
outras muitas fazendas que so vende por
menos |pacgo de que em outro qualquer
parte.
Vende-se urna preta creoula quo cose,
engomma, cozinha, o faz todo o mais servi-
go, e tem um moleque filho da mesma os-
crava com 5 annoa, quo val 300,000 rs.; e
ludo se vendo por 700,000 rs., oque lie mui-
to baralo pelo tempo, isto para liquidar :
na rua larga do llosa no loja n. 35.
Vende-se a taberna n. 67, da rua Vclha
na esquina que volta para a rua da Alegra,
muito afreguesada para a trra, e com mui-
tp bonscommodos para familia, indepen-
dentes da mesma taberna : a tratar na rua
do AragSo taberna n. 8.
Vende-se um buhar em bom oslado.
ante commodo, quintal murado ;Sffi?3i?!i:?&?e "tolr "* "" "'
e cacimba, tambem vende-se a vende-se champagne da marca amiga
melade de um sitio com muito;ebem conhecida, Comet.em casa dcDeane
, 1 1 j Yule& Lompanhia: na rua da Cadea.
boa casa de vivenda, na rua do Para baile mascarado.
Fires do bairro da Boa Vista:. -Vendem-se mascaras de cera e de pan-
quem pretender piriia-se rua do no por prego commodo na rua larga do Ro-
? 11 > r _j-_ zario, loja de miudezas, n. 44.
Collegio, n. 15 tercetro andar.j .. Vende-se no armazem de Vicente Fer-
Vende-se cebla nova vindo de Lisboa rera da Costa na rua da Madre-de-Deus,
despencada eem molhos, por prego com- j |uoga azul fina avulso, apparelhos de meza
modo : na rua da Cadeia, n, 18, le cha dos melhores modellos e qualidades,
Vende-so um cavallo bom carrogador
baiio, meio e por cima, muito manteudo,
com arreiosou sem ellos, por prego com-
modo : na rua da Praia armazem n. 18.
Na loja do sobrado amarcllo dos qua-
tro cantos da rua do Queimado n. 29, ven-
de-se as seguintcs fazendas finas e de gosto,
por pregos de agradar ao comprador, corte,
de vestido de cambra ia com barra e babados,
fazenda de muito gosto e muilo modernas
dito de cambraia de seda igual a blonde do
rico gosto, dito do seda do cores a 20 e 25/
ditos de seda furta-cores e tambem seda de
furia-cores em covado, chales e mantas de
seda superiores, manteletes pretos e de co-
res da ultima moda, chita francesa padrOes
do cassa e cores lixes e outras muitas fa-
/rulas de gosto.
Vende-se urna propriedade que existe
em um dos milbores lugares do bairro de
S. Antonio, cuja propriedade faz quina para
a rua da Roda e para a piaga do Capim, fa-
zondoesta todo fundo da praga, a beira do
Capibaribe, com toda sua frente olhando
para o templo dos protestantes, lugar este
que daqui a muito pouco tempo nao ter {?
?_.!- -____;... .!.......... ..... I............... (., !l
ra, atacados, a 160 rs., e juntamente 18 ca-
xilhos envidragados e promptos para qual- ou se dsociedade em urna parte do mes-
quer obra, por prego commodo. i mo : na rua da Cruz do Recife n. 43.
ti_.ii.. 1- 1 i- 1 1 Venuesc urna porgUo de saceos com
Atoalhado. de linho e de algO-!fejjSoS08, proprio par. pret.s que fa-
dam. zem comer para venderem pelas ras : na
Na loia do sobrado amarello nos quatro rua dsruzdo Recife n. 43.
cantos da ruado Queimado n. 29. ba para Bichas de Hamburgo.
vender toalhas do linho e de algoddBo eto-, Vendem-se e alugam-se as verdadeiras
dos os tamanhos e larguras, assim como bichas de Hamburgo, nayalhas para Tazer
em pega para vender t varas ; o mais um barba, e bonitas perfumaras, tudo por pre-
grande sortimento de guardanapos de gos commodo na rua da Cruz do Recife n
linho de varios lamanhus, ludo por prego 43, loja do Joaquim Antonio Carneiro de
muito commodo. >8ouza Azevedo.
nada a invejar daquelles que hoje gozam de
. boa nomeada, com 134 palmos de frente, e
33 de fundos, muito bous alicorees, cordSo,
soleiras, ombreiras e vergas de boa pedra ;
paredes muito grossas, com 10 portas de
custadiobo de Vinbatico, boas ferragens e
fechaduras em todas as portas, est devidi-
da em armazens que se alugam para reco
Iher capim ; esta propriedade est na altu-
ra de um pnmeiro andar, com todas as sur-
cadas de pedra tentadas em seus lugares,
toda travejada com madeira de qualidade,
est coberia toda como se fosse meia-agua.
i:m li ni he um dizer geral de todas as pes-
soas que passam por esta praga*que est bem
collocada esta propriedade, o seu propie-
tario a vende para pagar urna divida que
existeencravada no mesmo predio; os pre-
tendeutes dirijam-se ao Sr. Antonio da Sil-
va Pimentel, em um dos armazens da mes-
ma propriedade ; o comprador ver outras
obras quo existem, o deixaovse de mencio-
nar.
Vendem-se barris com breu,
por preco commodo, e cm lotes a
vontade dos compradores : na rua
do Trapiche n. 36, escriptorio de
Mullais Austin & Gompanhia,
Vende-se por preco muilo
commodo, para fechar contas, sac-
cas com superior farinha de man-
dioca, muito lina e alva, nos ar-
mazens de Dias Ferreira e Antonio
Annes no cacada Alfandega: a tra-
tar nos mesmos,ou com Novnes &
Companhia, na rua do Trapiche
n.34, .
por prego commodo.
Munidas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior '
Oprimo vinho branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
da mclhor qualidade que apparece:
trata-se na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Vende-se em casa de A-
damson Howie & Companhia, na
rua do Trapiche n. l\i panno de
algodao para saceos de assucar ,
muito superior e barato.
Na ruado Vigrio n. 19,1. andar che-
gou recentemente e se acha a vonda a su-
perior bolaxinba de Lisboa propria paru
finssima marmelada em latas de li-
bra, e excedente chocolate de todas as qua-
lidades medicinaes, ondo se vende por
juntoouemporgSo.
AGENCIA
da fundico Low-Aloor.
RUA DA SENZALLA NOVA S. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e laixas de ferro balido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
FAHINHA DE BALT1MORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na rua do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus
sia, nova e de superior qualidade.
Vendem-seamarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez 1 na rua
'da Senzalla Nova n. !\i.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na rua do Amorim n. 35. _
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se esto compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480rs. : na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Vende-se urna preta com 40 annos de
idade pouco mais ou menos, de muilo boa
enducta e propria para todo o seivigo : no
armazem de Vicente Ferreira da Costa na
rua da Madre-de-Deos.
FARINHA DE S. CATUAR1NA.
A melhor farinha de mandioca
e mais recentemente chegada ao
mercado, vende-se por piuco mais
commodo do que em outra qual-
quej parte, a bordo do brigue Al-
mirante fundeado confronte ao
caes do Ramos : trala-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Machado & Pi-
nheiro, na rua do Vigario n. 19.
Cal vilgem de Lisbo :.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio: trala-se com Augusto C.
de Abr-, na na da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicSo de ferro.
Vendem-se velas de esperncete, em
canas, de superior qualidade': em casa de
J. Keller & Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 5S.
Deposito In fabrica Santos na Itahia.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber & C.,
na rua da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muito propriopara saceos de
assucar e roupa do oscravos, por pregocom-
modu.
% Vendem-se e alugam-se bichas, che- 9
a> gadas ltimamente de Hamburgo, por 9
> prego commodo: na rua de S. Amaro >
#>i) n. 28. 11>
Casa de commiss3o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos na rua da Cacimba
n. ti, primeiro andar-
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com camban de sicupira e bracos
da ferro ; na fundirn da rua do
Brum ns. 6, 8 e 10.'
Cazemiras de cor.
Na loja do sobrailo amarello nos quatro
cantos da rua do Queioiado n. 29, ha para
vender um grande sortimento de cazemiras
de cores de superior qualidade e padrees*!
muito modernos pelo baratissimo prego de
,000 fs. e 5,500 cada corle.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de >lc. Cal-
montst Companhia, acha-ie coDitanlementc
bona sortimentos de taixa de ferro coado e
batido, tanlo rasa como fundas, moendas la-
dral todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar eui madeira de todos os ta-
manhos c madellos o mais moderno, machina
huriMnii.il para vapor, com for^a de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos prefo que os
de cobre, escreos para navios, ferro ioglez
tanto cm barras como em arcos folbas, eludo
por barato prcro.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
do Recife n. ia, ba muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra,"~s-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra,etam-
bem de um # tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Finheiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Vendem-se selins e silhoes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson Howie & Companhia, na
rua do Trapiche n. 4a.
-- Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa vinda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja de fazendas o. 15, pre-
go muilo commodo.
Para bailes de mascaras.
Na loja da Tua do Crespo n. 10, vende-se
excellente merino de cores, proprios para
bailes do mascaras, pelo deminuto prego de
2,500 rs. o covado.
Talxas para niscnio.
Na fundiglo de ferro da rua do Rrum,
acaba-se de rocebor um completo sortimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo, e com promplidfio embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a presos rssoaveis: a tratar
com 1. J. Tasso Jnior rua do Amorim
0.35.
Damasco de seda.
--Na loja do sobrado amarello dos qua-
tro cantos da rua do Queimado, n. 29, ven-
de-se damasco de se ia de todas as cores
por prego muito commodo.
Oh !
Que sSo chegados os excellentes sigarros
de palba de milho : na travessa da Lingueta
n. 6.
vende-se um sitiono lugar denominado
Santana defronte do de Nicolao Rodrigues
da Cunha, o qual tom casa para morada
com cupi fora e be lugar muito fresco tem
diversos ps de arvoredos de frutas bem co-
mo larangeiras,maogueirasquem.o preleo-
der comprar dirija-se ao dono na venda n
5, rua do Livramento, ou rua doiQuarteis
de Polica loja n. 22, pois se vende por pre-
go commodo.
Vinho de Chanipaffrie
esuperior qualidade: vende-se no arre.
em Kalkmanu IrmSos'Rua da Cruz, n ia
Na loja da rua do Crespo n. 10 on.
dem-se chapeos brancos castores a 8 ooo"
muluiioas com lista na frente 700 rs. a vj,,'
ciaas cagas decores 800 rs. a vara. '
Sebolas.
Na travessa di Madre de Dos, irmascm
n. 19 vendem-se muito boas soblas a 3300
cento.
-- Vende-se um escravo de 25 annos,qu
cosinha bem o diario de urna casa e engoV
ma, um dito bom padeiro, 3 ditos muita
mogos e robustos, bons para todo o servi-
go, um dito com defeito pequeo em m[
peina porm muito robusto por 350,000 rs
11 m pardo de 25 annos bom para todo o jtr!
vigo, 1 preta que engomma e cozinha bem
1 dita de elegante ligura grvida e sm ha-
bilidades, i ditademeia idade porm ro-
busta, por prego commodo: naruadaCi.
cimba n. 11, onde morou o Tinado vigarm
do Recife.
Hoje estarSo a venda na rua da Concor.
dia, 2quartos, feitos ao pasto.
-- Vende-se bom fumo om folha da Babia
para charutos : na travessa da Madre d
eos, armazem n. 7, de Campello l'ilho; as-
sim como para milo a 4,000 rs. a arroba.
Vende-se om terreno com duasolarias
casa para familia, senzalla, estribara,casi
para feitor, barro para toda a qualidade de
obra, a margem do rio com toda a mar)de
embarque, com duas canoas e todos os mais
utencilios, para fabrica monto das obras : 01
rua da Aurora n. 44.
Vendo-se na rua do Queimado, n. (9
cortes de casemira a mais superior quo lia
no morcado a 4500, corles de cassa de lin-
dos padrOes, a 2000, chitas escuras de cores
fixasa 140 o covedo: acba-se um grande
sortimento de fazendas do todas as quali-
dades.
--Vende-se urna casa nova no corredor
do Rispo, com muito excellenles cotnmoJos
para familia, por ser necessario pagar umi
hypotheca, e igualmente se vende 130 pal-
mos do terreno junto* mesma casa t a tra-
tar na mesma.
~ Vendem-se duas grammacas defran-
cez para poituguez em meio uso, por bara-
to prego : na luja de chapeos ao p do Ar-
co de S. Antonio n. 9.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na rua da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra quslqner parte.
Vendem-se os seguintcs livros: I Tilo
Livio, 1 obra d llora lio, 1 dita de Virgilio,
2 Cornelios, 2 fbulas, 1 Salustio, 1 Selecta,
1 Diccionario magnum lexicn, 1 dilo da
composigo, 1 compendio de pbilosophia
por Ccruzez : na rut da matriz da Boa-vistt
n. 22.
~ Vende-se urna porgo de barricas va-
sias que foram de farinha de trigo : na rua
Matriz da Boa-Vista n.22,
Railes mascarados.
Na ruada Cadeia do Recife loja n 50, de
Cunha & Amorim, vende-se viliudilhos de
differentcs, o brilhantes coros, para vestua-
rios de bailes mascaras, e roupas de ilcito
ehegadus pelo uliuno navio de Fraoga ; as-
sim como caigas de meias ; e a troco c di-
nheiro se vendom por barato prego.
~ Vendem-se duas tergas parles do en-
genho Pereira de cima, sito na fiegueiadc
Agoa Preta, bom d'agoa, o do Ierras, cjm
muitas matas, eextenso sufllcieote para se
levantar mus dous engonhos, ambos tam-
bem d'agoa : quem pretender dirija-se a
esta.typograpbia.
Vende-se urna mulata recolhida, do
bonita ligura, de 20 annos de idade, com
todas as habilidades : na rua dos Pires n. 9.
Escravos fgidos.
Desappareceu em dias desle mez o mu-
lato Joto, conhecido por Jo3o grande; he
canoeiro, tem um talho no rosto, magro,
estatura regular, foi escravo do finado lose
Joaquim de Mesquita, o hoje pertencenlo a
viuva do mesm ; roga-s>) as autoridades po-
liciaes, capitSes de campo e mais pessoas
que o encontraren] deagarra-lo e leva-loa
rua de Santo Amaro, casa n. 6, quesopa-
gar3o as despezas quo com o mosmo fi-
zcrem.
Desaparecern] na noile do dia 27 do
corrente do engenho Tapera, freguoziado
Jaboato dois escravos, de nnme Narcizo
e Andrcujos signaos caracterisliossSo os
seguintes, o primeiro do altura regular seco
do corpo, olhos vivos c salientes, denlos li-
m nl.i-, pouca barba, espadoas largas, par-
tas finas, e representa de ida In 26 annos, e
o seguinte de altura regular, bastante choio
do corpo, testa grande olhos um pouco ves-
go, peitos salientes, pomas arquiadas e
gressas, pus grandes ; represenea: de idade
35 annos o no tem barba : recommenda-si
pois aos capitSes de campo a captura dos
mencionados escravos, pelos quies teraffl
a gratificaglo de cen mil rs. luvando-osao
sobre dito engenho. onde acharan) com
quom tratar.
Dessaparecnu em Dezemhro do anno
passado urna preta de nomo Mara, iu., >
Benguella quo reprezenla 30 anuos de ida-
de tem falta de um dente na frente, uma
marca no brsgo de huma ferda queja leve,
pos grandes, alta do corpo ; tem-seencontra
do pelo Manguinhe o Capunga,quom ape-
gar faga favor de a levar a rua da Senzalla
Velhan. 100ou 108 1. indar quesera ic-
compeusado.
10/000 de gratificago
Pela entrega do escravo Valerio, fgido no
dia 5 do novembro p. p. do engenho S. >'">
do Cabo, de Manoel l.ins d'Albuquerque
sendo da Cosa, alto, grosso, cara chata, e
curta, olhos pequeros, um pouco gago, ca-
ndas finas, ps chatos, tendo os dedos
grandes separados ilos nutres, euma cica-
triz no p esquerdo, junto ap dedo mnimo:
ser entregue a gratificagao de 10/000 a
quem o levarao dito engenho, ou ao Mon-
dego casa do commendador Luiz Comes
Ferreira,ou ao engenho Fragoso, de Manoel
Joaquim Carneiro da Cunba.
Dessapareceu da cidado da Parahiba em
o dia 9 do correte um escravo africano de
nome Jo.lo, cerca.de 35 anuos de idade, boa
estatura, espadan'Jo, ps grossos, andar
achamboado e um pouco inclinado para
diante, olhos rasos, libios um tanlo encar-
nados, pouca barba, e mages agudas, ten-
do em urna dellas, ao po do final doollio,
pequeas cicatrizas, que paroce terem sido
de conlusSo. Levou vestido caigas de ris-
cado azul, carniza de algodaosinho, c cha-
peo de palha, e foi montado em um cavallo
russso-i edrez corr cangalha, um par do
mallas do couro cru' com cabellos verme-
Ihos, cinco sacos d'algodSo uma medida do
medir farinha, e 9/e tantos is, en dinhei-
ro. Esse escravo no conhecido nesta cidada
do Recife com o nome de Jo9o cascalbo, e
j pertenceo a um pescador de Fora depor-
tas chamado por alcuuho Jgnacio sem-ci-
roulas ; depois passou a Domingos los Ma-
chado, que leve venda no Arco do Sr. Ilotn
Jess dos Portas, c desle passou a Antonio
J0J0 Ramos, em cujo senhoiio se mandou
para a prohiba. Quem o pegar pode con-
duzi-lo naquella cidade a Antonio Rodri-
gues Segismundo, que ser generosamente
recompessado.
v-.'n i'.nr M.Vir. Fa.'i
MUTILADO


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