Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04615


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Full Text
Auno XXV11I
Quarta feira 28
de Jnneirode 1852.

N. 22.
EES
DIARIO DE m PEMAMRim
MUEOO A suncaiFgAo.
i'lOlMINTn ADIlHTADO.
Por trimestre...........
Por semestre c .........
Por atino..............
POO DINTSO DOTtlMEST.
Por quartel............
NOTICIA! do npcmo.
Par..... 2dcJaneirMlna... iSdeNovbr.
Maranho 7 de dito 'S.Paulo. 10 de dito,
t.ear... Pdedlto. IR. de J.. 14 de Janeiro
Parahlb. 2 ne Dexbrleahla... 17de dilo.
4/000
8/000
a/ojo
MMi
DU-Dl IIM1H.
26 Seg. S. Pollcarpo b
tn.; S. Theogenea.
7 Terc.S. Vllaliano.
28 Ouart.S. Gvalllo.
2o ..iiinit S. Frauclico
AUDIENCIA*.
Jm'ioii Orpho
2,e5. s lOtaora.
I. vara do eivel.
3, eO. ao melo-dia.
Paxtnda.
de Sales 3. e 6. s 10 horas.
30 '-<". t. S. Martinba. 2. varado civil.
31 Sab. N. Cvro. 4. e sbados ao melo-d.
I Dom. Ultimo depois1 Hclacao.
da Epif lula. S. Efrcin.percas e aibidos.
irnmiiiori.
I Creacente 2o, as 8 horas e 15 minutos da m.
I Chela a 7, a a horas e 48 minutos da m.
I Mingoante 16, a*l hora e 8 minuto* da m.
I Nova i 21, as 7 horas e3 minutos da in.
lUaJUB DE nOJI
Primelra ai 10 horas e 6 minutos da manbaa.
Segunda siohoras e30 minutos dailarde.
rAnriDAa oa Gofanna e Parahiba, s segundas e seztas-
felras.
Rio-Urande-do-Norte, todas as quintas-felras
aomeio dia.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulnlas-feiras.
Otinda, todos os dias.
NOTICIAS aiTBANOEIBAI.
Portugal, 1Sde Deibi,Austria.. 2 de Dexbr
Ilespanba. 8de dito Sulssa.... 2 de dito.
Franca ... 1 de dito Suecia... 28 de Uutbr
Blgica... 3 de dito Inglaterra 8deDeibr.
Italia.. 2 de dito iK.-Unidos 23 deNoabr.
Ali'umnl'a. 4 de dito Mxico... 1U de dito,
Pruasla ... 3 dedito California 10 de dito
Dinamarca 2 deOutbriChili. 12 de dito
Russia... lde Dexb, Huenos-A. 8deNovbr
Turqua.. Idedllo Montevideo 21 de Outbr
CAMBIOS DE 27 D J i JIlnO
Sobre Londres, a 27 Va -8 d. p. lf Irouxo.
- Pars, 340 por Ir.
Lisboa, 90 por cento.
METAEf.
Ouro.Oncashespanholas...; a 28/bOil
Uoedas de 6/40" velhas. 16/000 a 16/200
de 6>400 novas. 16/000 a 16/200
de4/0C0....... 9/000 a 9/100
Prata.Pata9Sesbrasileiros.. 1/940 a i/Bo
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/970
Ditos mexicanos..... 1/740 a 1/750
ni nnwir 'iii n m PARTE OFFICUL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 21 DE JANEIRO
DE 1853.
Oluclo--Ao coinmandodas armas,trananilllin-
do por copia o aviso do mloisterio da guerra de
31 de deieinbro ultimo, no qual se declara que
o sargento de mi imana Luiz Antonio Scrra se-
guir com passagem para uin dos corpos exis-
tentes no sul, devendo o inesmo commanJan-
tc enviar secretaria da presidencia a respecti-
va guia para ter o conveniente deslino.--Cora-
municou-sca tliesouraila de fazenda.
Dito.Ao mesmo, para fazer constar ao l-
ente coronel Antonio Pedro dcS l'arreto.e ao
alferrs Joaquiu Joi! Perelra Vianoa, ambos
da terceira classe do exercito, que devem pagar
na recebedoria de rendas internas osdireitos c
emolumentos declarados na nota, que rrmetie,
e a apresentar na secretaria da presidencia os
respectivos conhecimentos para poderein go-
sarde licencas, que Ibes foram concedidas pelo
ministerio da guerra par residlrem nesta pro-
vincia, sendo o pritnciro no engeulio Jardiiu,
lregueziade Santo Amaro Jabo*to.
Dito,Ao mesmo, coiuniunicaudo, que por
aviso do ministerio da guerra de 31 de deiem-
bro ultimo, lol declarado, Jo haver Inconve-
niente em que continu no servlco da guarda
nacional o alteres reformado do exercito Fran-
cisco Joaquim Pereira Lobo.-Intelrou-se ao
commando superior da guarda nacional do Re>
elle.
Dito. Ao inesino, transiniltlndo copla do
aviso dominlsli rio da guerra de 3 do correnle,
no qual se ordena que entre para a thesouraria
de lazenda dcsta provincia a somma existente
na callado quarto batalhode arlilbaria a pe,
perteucenie s pracas do srguodo da mesina
arma, que a elle estlveram addidas. devendo a
referida thesouraria exigir os necessarios ex-
clarecimenlos para iiquidacn do que se deve
cada uiua praca, ereuietlero resultado para
seren ellas pagas.Igual copia rcmclteu-sc a
mencionada thesouraria.
Dito.Ao niesiiio, tcmetteudo copla do aviso
do ministerio da guerra de 3 do correle, de-
terminando, que s- nao permita que os cade-
tes couliiliuam para as msicas dos corpos,
nein que se descont aos voluntarios engajados
quautias algumas do premio do engajamenlo
para augmeuto de msica.-Kemetleu-sc Igual
copia a thesouraria de fazenda.
Dito.Ao inesuin, enviando copia do olicio,
em que o cominaudaule do presidio de Fer-
nando d couta do enmportamento do capilfio
dodeciiiiobalallio de infantaria Fernando Au-
tnnio Rosario que regressou preso para esta ca-
pital.i ordem de.se coininando
Uito.--Ao mesmo, remetiendo copia do avi-
so do ministerio da guerra de 30 do dezembro
ultimo, exigindo informadlo sobre o estado da
artilliaria de campauha existente nesta provin-
cia. llcinciteu-sc igual copia ao director do
arsenal de guerra.
Dito.Ao incsuio, commuuicando que, se-
gundo colisin ilo aviso, que remelle poi co-
pla, do iniustrio da guerra de 3 do torrente,
cando corla aquella thesouraria deque nes- Porlaria.Ao agente da companhia dos
tad*la se fazem os necessarios avisos s paquetes de vapor recomiivnJarido i ex pe-
inis repailices, quem interessa o conhe- dicSo desuas ordens pVa serem transpor-
cimenlo do da marcado para a partida do lados para as Alsgoas.no vapor que se es-
monciouado patacho. Nesle sentido (Ize- pera do norte dez caiifles contendo os arti-
ram-se as participacOes to estilo. gos de equipamento e mais objectos men-
Dito.A mesis para Toandsr pinar ao donados na relicto que remelle, os quses
carcaretro da cadeia de Olioda, Jos Pereira serSo enviados para bordo do referido va-
da Silva, a qtianlia de 25,"BOO"rs que des- por pelo direclor do arsenal de guerra.
penden rom o suslcnlo do.Jafricano Manuel Communlcou-se ao mesmo director.
Joflo, dtiranlo o lempo que./Jtevo preso por KclacSo a oh se refere o offtclo a cimd.
ordem do subdeli-gailo di: S. Pedro' Martyr, 300 Mochilas de oleado,
devendo dita qusntia ser descontada'dos 300 Correias de couro branco para as mes-
rendimcnlos do servido do mesmo africano. mas.
Dito.Ao director geral da iuslruc^ao pu- 300 Ditas de dito para espotes. i*
tilica intnirando-o, de haver, em vial de 300 Ditas do dito para marmitas,
sua infonnaejo deferido o requerimento, 300 Ditasde dito para cantsi.
oin (mi )lip>0| t.imtli i Mandello pedia Un- 40 Ditas ile dito para pulidlas de 8 pra-
cas.
1 BaslSo de Umbormor.
1 CordSo com duas bollas pira o dito.
1 Porte para o dito.
16 Caixss de guerra de latSo.
33 Baquetas.
9 Pifaros.
2 Portes de couro branco com caixai de
lato para os ditos.
Dita.Noineaodo psra o consellio de in-
vestiga(So, que dere coabecer do compor-
tatnonto dos segundos commandanles do
corpo de polica Manoel Pedro de Souza o
Antonio Francisco Xavier da Costa, por oc-
casiSo de serem invadidas as villas do Pao
d'Aliio, onde se achava o primeiro noinea-
do, edo Limoeiro, ondo existi o segundo
ambos comtntndando destacamentos do ro-
lando corpo, os ulliciaes abaixo declara-
dos.
Presidente.
O l.o CommanJante I'irmino Tbeotonio da
Cmara S. Tiago.
Vogaei.
O.' Commandanlo Augusto Carlos de Lo-
mos Pacheco.
O2.o Dito Jos Francisco Carnoiro Mon-
leiro.
Mosto sentido flzeram-sa as coavenieutes
oobmqoImoOw.
mente, so um poiler ilictatorial develeri A repblica restsbollocida depois|Jeum
i' mli'i lo a i.ui/. \ip ile.l > en exercito lirFtal ataque, tirara toda a firgadenova con-
o primeiro chamado a responder a estsj vulso popular o do triumplio de principios
quesillo nos termos de sim ou nlo dentraj extremos.
de 48 horas. A eleirjSo popular com a cegoj Ella seria sera duvida muito mais into-
machina do sulTragio universal dever sogjlerante,absoluta, o provavelmnnte aggres-
consultado para a semina proxims futura Islva, do que fura dopois da 1848, e conse-
porem hoje, amanhS, immediatamonlo lguiitemoiite at mais ahorrecivel A massa
recepcSodas ordens do ministro da guerra,Ida communliSo. E qual o modo de osea-
os olllciaes commandantes dos destsmen-l par a esta ultima extremidad senSo acqui-
tos em toda a Franca dovero lomar os vo-| escendo i usurpado. Este argumento de-
tos das tropas, sobre o que jocosamente! ve ter posado sobre as classes mercantis o
secbamou um plebiscito, revestindo Luiz sbreos espritus mais timoratos ou servs
NspoleSo do poder absoluto. O exercito lie do paiz, porin elles enganao-so se imaai-
lossem entregues o requerimento e mais
papis com que se tubililou para entrar em
concurso cadeira do pi uncirs letras de
Fora de Portas.
Dito.Ao commandante do prosidio de
Fernando dizendo ficar inteirado do que
S. S. diz acerca do gado vaceum, cabrum
c langero existonte ti'aquolle presidio, e
ij.-iii assimdo fabrico de cal para as obras
do mesmo presidio, e declaran lo quanto a
iiisuriiciencia dos aviamontos ltimamente
enviados para o serviQo da casa de farinha,
que devo S. S. propor o que julgar conve-
nienl para se fazer em tempo a maior
quantidade possivel de fariaha.
Dilo.Ao direclor doarsenaf de guerra
coucedendo a autorisac despender a quantia do 900,000 rs. com a
acquisifSo em cumprimento do aviso da
reparncSo da guerra de 18 de dezembro ul-
timo losohjecldsquese mandou apromptar
n'aqulle arsenal lim de serom rometlidos
para a provincia das Alagoas.Cuininuiii-
cou-sea thesouraria de lazenda.
Dilo.Ao mesmo para que remella com
urgencia um relatorio circumstanciado do
eslado d'aquelle arsenal, conforme deter-
mina o avrso, que remelle por copia do mi-
nisterio da guerra de 3i de dezembro ul-
timo.
Dito.Ao Dr. Alexandre Bernardino dos
deis eSilva, juiz de dimito da segunla vara
crime desta a la lo transmiltindo de con-
formidade com o que requisitou o Exm.
conselheiro presidente do supremo tribu-
nal de juslica, a porlaria que Ule foi dirigi-
da pelo mesmo tribunal, devendo Smc. re-
moller secretaria da presidencia a respec-
tiva resposta.Iguaes ao juiz do direito Ma-
noel Mendes da Cunta Azevedo, e ao Dr.
Manoel Teueira l'eixoto, juiz de direito da
comarca do Limoeiro.
DitoAo director do lycoo dizendo que
Com a copia, que remette do parecer do
director geral da iiislruccno publica, res-
ponde aoollicio em que Smc. consulta se
EXTERIOR.
cuncedeu-ae balia do i-rvif aoprfintiro ca-ipwJe Uzer-S j etri'ciiva u disposigflo do
eteo primelra a(ali,io .fe infanarta t'ran- -irt. it do rcgulaniL'tO dfl 12 >i tnaiO do
auno liuilo, u >i! por aquella disposiQ5o se
cheo de f arias Leinos, visto ter ubiido o gro
de bacharcl em sciencis jurdica* c sociaes.
inteirou-se a thesouraria de Lnula.
Dito.--Ao un sum, urinainltundo pur copia *
aviso do mloisterio da guerra de 3 do correte
coinmunicando que se conceden basa do ser-
vico ao moldado particular do quarto balalbo
deartilhariaa pe, Joaquim de Unrvalho C-stro
por ter concluido o tempo da leiComuiuui-
cou-iea thesouraria de lazeuda.
IU0.--A0 inesino, remetiendo por copia
aviso da repartico da guerra de 30 de dezem-
bro ultimo, no qual se determina, que faca se-
guir j>ara a corte, aiim de marchar para o res-
pectivo corpo, o capitao da guarnic.o !i\i de
Qoyati Francisco Carlos Ifuenos-Deschamps,
que se acha uesta provincia Igual copia re-
inelleu-e a lhiouraria de fazenda.
Dito.Ao mesmo, tr.'t.smiuindo copia do
aviso do ministerio da guerra de 3 do correnle,
do qual cun>ta haver-se concedidopassa.em ao
primeiro cadete da cumpaubia lita de cacadoies
do Rio Crande do Norte, Thiago Olympo de
l'aula More-ira, para um dos corpos da guarni-
mi desta provincia.CbinuiuDicuu-BC a the-
souraria de fd/.euda.
Dito.\o dc>ciiibargador chefe de polica,
remetiendo copia do aviso do ministerio da
juslica de 8 do correnle, exigintio que S. S. rc-
inctta com a possivel brevldade o relalorlo da
reparticoa sen cargo, e os mappa? dos crlmes
c julgainentus que tiveram lugar durante o an-
uo prximo pa>sado.
1.1 >'---/' tesouraiia de fazenda, transmiltin-
do copia do aviso do ministerio da guerra de
".t de deicmbro ultimo, ordenando que do pri-
meiro do correnle em diante r>e reduza a 30/ a
cousiguaco que de seu sold fas nesta provin-
cia o teueiile-coronel Antonio Fernandes Pa-
dilba.Kemclteu-se igual copia ao commando
das armas.
Dito.A mosma comniunican Jo quo o
patacho Piropama toin deaahir para o pre-
sidio de Femando no da 3 de fevereiro pr-
ximo \indouro e recomoiendando que de as
precisas providencias, afin deque o refe-
rido patacho leve ludo o suppriuiento ne-
cessario ao mesmo presidio, aegundo as dis-
poM(,o>s que lava aextinctv pagadona, -
FLHETIH1.
>BM
OU
lEfflORIAS OE Uffl MARIDO.D
POB EUGENIO SUS.)
XXV.
. Albina Clicvrier a Ucnnancia.
Ucm como te escrevl na tnliiha ultima carta,
debalde suppliquei inaixlnlia que nao rece-
besseMr. Fernando como meunoivo, antes que
me tivcnse sldu possltrel conliece-lo mclhur,
initihas supplluasoo foram aliendidas ; oestes
oito das Mr. Fernando j tein vlndo cinco ve-
7es das qualro s seis horas da tarde.
M.ii/ihIm ou nuil pal eatio sempre presentes
a nossa conversacao, na qual fallamos da chu-
va e do bello tempo. Assegurn-te que isso nao
be alegre. Quando Mr. Kareutin trouxe nossa
(isa Mr. Kernaodu, eu.traiei de obierva-lo a
furto i ii.iii 1 11:1,1 Uve de izer .i maiiiuha que
primara ve* o tinlia visto sem o observar.
Ello h tu com efleito um porte dislinctu, um
111111 lindo rosto, anda que paludo e descarna-
do, como se se tivesse levantado da cama o que
ine nao admirarla, porque lem ainda urna tos-
i um pouco fro raras vezes rl-sc, todava pare-
e benvolo. Nao sel ge ine eogano, mas acho-
llie quasf sempre o ar tic um hoincui que se
enfada ; taires srja pdS* nao poder conversar
mais intimamente contigo. Einsinuia at aqui
elle 11.10 me tctudilonem mais ucm menos lia-
{"j FidoDorioii.20.
devo considerar revocada desde logo a an-
terior conlida na portarla do primeiro do
fevereiro do IN13, devendo Smc. proceder
no sentido do queapiuara em cungregaQ3o
o professorda lingua latina do rnenoio ly-
ceo.
Parecer que se refere officio a cima.
lllin. I'.xm. Sr. --Informan ni COOJO V. S.
me ordetia, sobre o parecer dos professores
do lyceo ej) congiegatiio relativamente as
iii.itnc iln- do mesmo lyceo, sou a dizer,
quo mo conforma absolutamente com o vo-
to unnime de por oa se nSo por cm pra-
lica o .ni 1:2 do regulsmenlo do 12 de maio
do auno prximo passado pelas rssOes al-
legadas, ui -s em iii.-ii humilde entender isto
na" embarga, qu em quanlo esso arligo
eil suspi'iiio deile de se exigir para poder
qualquer uiatricular-se pela prtmeira le
no lyceo o csamede lingua nacional.
Ku vou adianto, e enteudo que ainda de-
pon de posto em pralica o citado artigo,
niiiguem |,n-.-.i ni ai u'ol,ir-,su as aulas fura
das do linguas estranhas, sem exame de
lingua nacional no lyceo porque o que se
aprende as escolas de in-lmrujo elemen-
tar lio a grammalica da lingua nacional,
que como V. Ex. sabe, faz parte, mas nao
he o Ciludo da lingua, e alm dislo limi-
tandu-se para a matricula no lyceo 13o s-
menlo a soilidio do exame de tnstrucfSo
primaria, eaouaada so tornara a cadeira da
lingua uscienal.
(juanto ao latini s diroi que nSo permit-
a Ooos, que eu voja em inuiis dias uiatri-
colaram-seestudauleseai philossphia e em
rheloiici sem o previo exame dessa lingua
ISo impoftanlo. Dos guardo a V. Ex. mui-
los anuos. Uerecloria geral 20 de Janeiro de
1852. luiii c i.mu. Sr. Vctor de oliveira,
presidente da provincia.Miguel do Sacra-
mento Lopes Gamma director geral da ins-
trocQ&o publica.
ai
LONDRES 5 DE DEZEMBRO DE 1851,
Nos dias do rei Luis Felipe,quando a Kran-
pois ordenado a decretar virtualmenta tan-
to por seus votos como por suas armas a
furnia do governo, e anticipar a escolha do
ptWb. Estas ordena militares para urna e-
ieic&o pretonana sao acotnpanhadss por
instruc(0es nSo menos peremplorias aos
agentes civis do governo em loio o paiz.
Os prefeitos receberam urna circular do
ministro do interior, Mr. deMorny, orde-
naiiiin-ihes que demillisseni o substituis-
em por oulros a tojos os /uses de pa-
m a i ros, emais empregados pblicos, com
cujoapoto nao podessem contar que exi-
gissem de todos estes empregados que
cessem por escripto sua adnos3o a grande
medida adoptada pelo governo; que pren-
deasetn immediatameDta qnem quer que
teotasse perturbar a tranquilidade pu-
blica, esuspendessem toda a gazeta, cujos
argumentos fossem boslis a nova ordem
de cousas c
Da obediencia ou resistencia das autoridades
civia e militares da Franca a estas ordens de-
pende presentemente o boin ou tno resultado
desta ousada tentativa, e a questo ainda mais
vasta de proscripeo e guerra civfl.
As celebres circulares de Mr. Ledru Rollin
nao foram mais despticamente revoluciona-
rias, polaalingoagemde todo o governo Impos-
to pela forja tie a inesina ; pcircm com quaulo
nada teuha sido respeitado, e at o triDuual
de Cassaelo, o ultimo sauctuarlo da juslica ci-
vil, Ii'i.Im siilo i n ni.iiii e dissolvido pelas tro-
paa, a obediencia uniforme de um exercito de
400,000 hoinens, de um exercito pouco menos
numeroso de empregados pblicos, c de una
nacao de 36 milbes, a ordens iateiraineule
baldas de um pretexto de legalidade, seria para
nos a hus admiravel occorreucia que nein
uiesuio a revolucao franeexa no proJuxio.
Taes feilos parecen) mais aconspiracao-de lal-
let do que os autos deliberados de um grande
partido. Elles iiascem de um mu pequeo nu-
mero de individuos que nao tein ainda assegu-
nam que toda a auluriilado da lei pode 8 T
restaurada pelo mesmo poder que acaba
minando quaes as autoridades que rica va m
encarregadas do julgatnenlo e rxecueflo das
auas causas, assim como o resoectivo pro-
cesso das mesmas. O julgamento he conHa-
do a um conselho designado da fazenda,
composto de mambros amoviveise de no-
meaQito da coroa. K execu(3o he igualmen-
te confiada a esse conselho, do qual he de-
signado um membro para cada causa. O
processo por sua parto bstanlo simples
consista no seguinle
O iheaouro formulava a sua conts, o a re-
meltia ao procurador da fazenda, que era
obrigtdo a dar-lhe prompto andamento,
transmiltin lo-a a seu turno, por interme-
dio do ic, ortivo escrivSo, ao conselho.
de deslrui-la para lint itiloiramente pea-.Ksle, apenas a recobia, mandava intimara
soaes. Se um tal poder for estabellecido| parle, assgnatido-llie dnz dias improroga-
pels obodiencia do exercito, sor coreado|veii, dentro dos quaes deveria vtr com em-
portodaa especie do conspirado secreta ejbargos que o revelassem de condemnafSu,
resistensia aberla. os quaes s podiam s ir de quila e paga por
Ello ter su Mordoau, o podo lorseudu- so considerar fondada e liquidada, assim do
que doEnghien, pois anda mesmo a gloria 'laclo como de direito, a intencilo da fazen-
do primeiro cnsul nao o salvou d um con-
flicto implacavel cqm niinigoi que esma-
gou at por meio do crime. A Franca vsi
entrar om um periodo de suspeta, coer;3o
e anarchia supprtmida ou cminonle a quo
da. Fiudoo praso, eram os autos cobrados
pelo escrivSo, que sem outro despacho os
divolvia ao procurador fiscal para dar a sua
i 's yi-i i, seguindo-soepois a decisSo, que
era immi-diatamente nolilicaila parte eao
ca ainda era urna monarchia constitucional, railo aUUc,i(l 0^va QC enhuma classe
elimitava sua ambicao militara urna cam- maior, excepto o exercito, que tein obrado por
pan hit na frica septentrional, observadores f disciplioa e obedieucia passiva. O nomes das
perspicases disseram algumas vezos que o
futuro Sr. da Franca estava provavelmento
escaramuzando as garg utas do monte A-
tlas, e que o exercito africano e seus cliefes,
educaJosl nessa rule escola da milicia bar-
baresca, fariam um dia seu paiz soffrer o lio
da espada tela no sangue rabe. O tem-
po de-la pi. iliur,,io hu agora chegado. Pa-
rs vino a ser a scena da ultima razzia do
general S,Arnaud ; e tudo o que realava
de randeza ou de independencia as as-
sembleas polticas da Franca foi metlido,
como gado, emcurral pelos salteadores mi-
litares que d3o a lei na capital desta grande
nacSo. Para este lim se lem gasto um sem
numero de milhOes e de vidas na obscura
guerra desla dependencia argelina.
l ni exercito foi formado e Itsongeado pe-
la indulgencia de seus despticos, rapacas e
sanguinarios instihetos, al que da guarda
prolissional da ordem publica olio tornou-
se a base da ugurpar3o.e do governo abso-
luto ; e deste eslalo maior de ofliciaes, sur-
dos aos direitos easleis da liberdade euro-
pea, e desptezadores das formas do governo
constitucional,.os hoDMns de acc3o foram
por lim escolliidos; nSo pela superior qua-
lidade de seus servicos, mss pela UxidSo de
seus principios e pela op-ergia desuaambi-
i'i. Taes sao os instrumentos pelos quaes
esta revoluto foi comecada, e talvez mes-
mo seja consumada ; tses s3o os hociens pe-
los quaes o governo mpetial de Franca, so
isto ne possivel, ser restabelecido.
Presumimos quo nenhuma duvida pode
existir de esjirito no nosios leitores a cor-
cada verdadeira natureza desta calastrophe.
Nai he urna appellacSo para a uacSo ; n3o
lio uina dissoluguo ua assamblea nacioual
que dever ser seguida pela convocscSo
de outro corpo cotislituinle e pela rovisilo
da constituidlo por qualquer autoridade
electiva, med Ja quo as cucumstancUsdo
caso e a approvai3o subsequonto da na(3a
poderia tilvez ter justificado. Se o presi-
dente tivesse limitado sua ntervenc,3o ar-
bitraria ao objeclo da rovisSo que o paiz
pedir, linha anda em suas proprias m3os
urna causa que se acha heje muicompro-
ni' tuda pela violencia e pela precipitarjSo
de suas ultimas icfOM ; porm a queslSo
agora proposta pelo governo he simplos-
nalidadcs do que loas as uulras pestoas qu
vem oossa casa.
Duas ou tres vexes maizinba ine tem man-
dado locar como para l'axcr ostentaco do meu
talento; (se fie que tenhu um talento); isto
me pde em supplicio, mas nao ouso recuxir
toco a lorio e a Uireto. Mr. Fernando nao he
msico, elle nao se apercebe nein das notas fal-
sas, nein da falla de compasso, c dirige-me ne
oessariamenie bellos coinprnnentos ; o que me
impacieuta ainda mais ouvir continuamente
ameupai c a ininba nii em presenfa de Mr.
Fernaudo, conversaces como esta.
Meu amigo dix por exeiupto minba ini
un u pai Lembras-te do que nos dixia sem-
pre a meslra de Albina? Oh! Madaineaella
Cbevrler nao leiusqualidadesbrilhaotes, tein
qualidades solidas, ella ser um dia una mu-
Itier essenciai para dirigir nina casa : be a or-
dem e a ecunomia etn pessoa,
A ordem e economa em pessoa respon-
de meu pobre c boin pal, segundo seu costu-
me. E mamauaccrescenta diriglndo-se a Mr.
Duplessis.
He verdade o que meu marido dix, Mr.
Fernaudo; nossa Albina lem cuuiprido o que
prumeltia: aqui ella me auppre,Jnlsi em tudo,
nada Ihe escapa; toma couta iJsoxlnheira, e
nao ha risco deque um erro de addico Ine es-
cape ; einliin, Vine, a ver em obra Mr. rer-
uaudo, Vine, a ver.
Nao, nao, uoquizemos faier della urna des-
sas omitieres Involas e ociosas, que s cuidara
em eufeiur-se e diverlir-se, eiu faier de gal-
lantes, ou de bein fallantes que querem maca-
quearas mulberes de espirito. Gracas a Dos,
nossa Albina ser oque se chaina uina honra-
da e boa mal de familia, que s cuida eiu seu
marido, em sua familia, em seus filbos.em por ha pouco te dlsse, comprometier meu futuro,
ordem e economa em sua casa. Kmflm Vine, (.atigrado meo; recusarla este sanenlo, di
a ver Mr. Fernando, Vine, a vera. ria firmemente : niJo.
Esempre: Vinca verl E porque d.rlaeu o"? Eu te digo: Mr Fer-
Esempre: Ella.ser aua mulher! ai nein me agrada oem me desagrada.
E eu lenho a fraquexa, aloucura, a limldei fcmmeus momento de sabedona, isto he,
de deixar d.ter lato dianlede inlm, sem respon- quando me simo disposta a ouv.r os bons con-
der, seu. dlxcr nao; e assltn pouoo a pouco, e I aelhos de m.nha mal, digo a ..un mesmo ; nu-
ooutra iinuba voulade me comproiuelto pelo
meu silencio.
i ainhciii te coufesso que a priuclpfo achel
muito incivil que minha in.u poiesse ininba
lalla de espirito no numero das miiihas quali-
dades de mulher essencial... Dalu resulla que
ajudado da minha timidez, Mr. Fernando deve,
assim como tantos ouiros, crer-mee achar-me
estpida; o que depois me couiolou dos louvo-
res de minha mal he que primelra vista Mr.
r'ernando me tem felto experimentar, nao sel
porque essa/We, que me tira toda a confian-
ca, e me paralysa ; lu e tua boa mal, pelo cou
liarlo, tendea sempre sido dessas pessoasque
me desligam a iimjoa, dam-mc vonlade de con-
versar, auimam-iiie e iospiram-me tanta se-
gnranca, que digo ludo o que me vem cabeca.
Madama o'Afhberville, amiga iotima dessa/ii-
mua madama Haymundn he aui la deste nume-
ro, c eu inc resigno mullas vezc* triste opl-
nio que se fax oc inliu um minha familia, lem-
brando-m que rnada'rmvKariiiuudo, esse pro-
digio vivo lem alguulas veces dilo madama
d'Ainberfle que fallava de mim : Vine,
da-rae um vivo deiejo de coubecer madaine-
selia 'dievrirr, cun o que della me conta.
ih.' chara Hermnela, nao ser eu urna mada-
ma Raimundo 1 NSo fallo de sua belleza tao ui-
crlveiuiente conservada, pelo que diseio, ape-
lar de seus quarenta e cinco a quareala e seis
aonos, que inultas mocas envejarlam,seu lalhe,
e seu roslo encantador I Fallo de sua raso su-
perior, de seu nobre e graode carcter digno
dos lempos heroicos, desse carcter pelo OjUal a
amiga de toa amiga nos faualisou. Ah! se eu
foiae assim dolada terla urna tnteira t em mi-
ubas linpresses, emmcus julios; nao teria es-
ses desfalleciincnlos, essas ladecises de von-
lade que boje me alQigcn ; nao deixaria como
pessoas designadas pelo presidente para lorina
urna couimisso cunsulliva, sao ou os de suas
creaturas mais dedicadas, ou os de hoineu
cujo .i'nuni, nt i para lomar pirte em um lal
corpo nao foi pcdidu uem oblido. tm Uestes,
pelo menos, dirigi una carta a Luis Napolcao,
na qual ebeio de ludlgaaoo, cslrauha o usu
que >c fe de seu nome, e declara que o uuico
euiprego que lem lie aquelie que diriva do po-
vd. Com exfolio ha muito que a iuimeiisa ma-
cliloa militar e civil de governo a Franca, o
exercito e a polieia, parece ler sido posta em
inoviinento par um poder iuvisivcl, c espera-
se queella dar aforca queso pode servir pa-
ra transmiuir.
OliluloreaI.de Luz Napole3o, grati-
doda Franca e conllsnga da Europa aquel
le que sempre temos sido piomptos em ad-
mlllir, ora ler dalo traaquillidade a urna
nacSo mu la convulsa por um paroxismo do
revuluc3o, o ter rospeitado as cji.lieos da
paz exterior ; e o principal motivo para d -
sejar a prolongacSo de seu poder pelos
meios lgaos era parecer este ser o uuico
tnetlioJo do apartar outra revoluc3o, po-
rm os fados cansifiim idoi nesles ltimos
dias lem tnleiramonte mudado sua posicSo.
Son poder s podo agora ser prolongado
por urna revoluto ;o em vez da lallaz tran-
quillidade em que a na{3o'esperava des-
cantar, ella lio mergulltada em um novo
c.Hilliclo, do qual s pole sahir ou sacri-
ficando suas liberdades a urna autoridade
dictatorial, ou destruindo esta auto ida.lo
pelo furor de urna convulsSo popular.
0 principal argumento em favor de Luis
NapoleSo parece que be ainda mais dillicil
os proprios horrores da guerra civil pooni' procurador da fazenla, que a poda ombar-
ser chamados a por termo. I gar dentro do praso de cinco dias. Se entilo
A' vista da immensa somma de recursos \ a parte era absolvida, estava o processo fin-
militares do governo e da cruol determina-| do; se condemnada, extrahia-se do julga-
(3o com que elles s3o empregados, n3o he do urna caria executoria, quo passava s
de espirar que nenhum esforco feliz de re- i m3os de um dos mininos do conselho, quo
sisteucia popular possa ser feito em Pars.! era designado para Ihe dar execucSo, o que
.Vio obstante isso, logo pila madrugada de' por isso mandava proceder punlnir.i, anv-
hontem as ras da capital e especialmente matarlo e mais termos, at integral mbol-
os bairros de S. Antonio e S. Martinho, tes- sod^fasenla, n3o podendo admittir em-
temunharam urna venerarlo das sconas de hargos estranhos aos refiiridos termos da
carnificina quo tantas vezes tomos tidu que ex-r ir.in e ao modo della. No caso de ap-
recordar e deplorar. parecerem na execugSo pmhnrgos oppostos
liulialJo o ministro da guerra tlecretou por turceiros, na qualidade de senhores e
que l i i.i a pessoa presa no uclo de levantar poisoidures, ou como credores preferentes,
barricadas seria tratada secundo as mus o juiz executor os deferia ao conselho para
rigorosas leis da guerra, ou emoulras pa- delles conbecer, visto nSo se tratar ent3o
lavras, seria mmediatamente espingardoa- do urna parto ine j tivesse sido ouvida e
da. As barricadas foram levantadas, e de- condemnada. Exhibindo os embargantes as
endidas pola indomavel coragem da po- provas da lexilimidado de pessoa, o os titu-
pulacSo desdo o meio dia at as cinco horas los n documentos comprobatorios do seu
da tarde contra as Torgas do oxorcito sus- direito, o conselho Ihe conceda anda um
tentadas por artilliaria. termo do dez dias para juntarem lodosos
A insurreicSo fui supprtmida, sogundo mais ttulos e provas que livessem, tendo
so diz, mas receiatnos que esta conflicto be depois lugar a resposta do procurador da l.i-
smeuto o precursor de mais geracs distur- z inda, e alinal a seulen?, que immediata-
bios, que n3o poJerSo ser esmagados gento monte era communlcada ao juiz executor
por actosde ingualificilo ngur;ocomo lio pura Irte daro llovido cumprimento com re-
posstvel quo um governo submotta suas lacSo execucSo de quo estava cncarre-
prelences deuisSodo paiz pi'lo suffragio gado.
universal, oulretanlo que esta questoi est acibaros do fazer
realmenti pendente entre o caunuo do ex. r- t] p,rece-nos que se pode afirmar
cito e as birncsdos ilo povo. N3o duvida-
musquo Lniz .\ i...., ,io, o qual tein mostra-
do iniisputavel liruteza na direojlo d'Sta
revolucao, deseja profuadametite evitar um
conflicto sanguinolento, o que deplora qu i
quo al corto poni satisfizia ella os prin-
cipios di sciencia administrativa com pal-
p^v.il interesse da fazenla publica. Sem
esquecer o respeito devido aos direitos in-
dividuies, para cuja discnssoo defnsa os-
. ,. ,- _,__ .iituk, i,:,, i'.ii'i i..,| un1 ii-.i.iiiu ii,
o golpe attrado i.ni.c.palmeul.. Contra os ,|a;,elec, aranli,ls J0 pI,)COj!l0 pure|la ado-
5eusnvaosnaasse,..bloacai,isse com odo h aminis.
seu pesosol.ro o povo; llrilMM*M r/ralif ,,, mesrni [alen\ ,rsom juv.
lorriveisco.isequcnc.as i a responsabilidad* prompto. Se algum
e que le u incurr lu .Ella lem qu ene.. H i V em
rar um partido. republicano determinado proeil;aol,ireUoco'ecliro quahoiinpta.
om tolas asedados da tranca e o aocwlj- aquinhoado. E poij he incontesta-
;no rural do muiloa departamenlos hile J f ,ch e.n pleno
tem que u.spor do urna assembla nacional acc*riio CQ,n > scjencja aj,njllistrilt;vi-
c.|,tivaodeumaimprcnsisupprim a El- locoinoMl d(| tivainos occas^o
lo lera logo quo prever por uina PO.Ci'f ^i de observar. consiJora > celeridad como
privada do trabadlo por esta penlin* re- j vanlagem, e at
novagSo de um pettoio de desordom e
mesmo admoltindo quo elle lie revestido do
poder dictatorial, lem que preenchor urna
larefa da qual o mais sabio governo as
mais fortes mosrocuaria do espantado.
[Times.)
INTERIOR.
JimiSDICCA CONTENCIOSA DA FAZENDA
PUBLICA.
Arligo segundo.
i.in i I i ao ixamc da nossa fegislacSo
administrativa, procuraremos passa-la um
resenta, mas na parte conoorrenle sumen
.. ao ministerio da faiend, como nos have-
suggonr outro expediente. Os partidos mos preeeriptn. Para osso lim cinvehiremos
monarchicos est3o om um eslado de lotal pela lei de 12 do dozembro de -1761, quel)
decomposic,3o; e as miseraveis intrigas dos tuvissinvi decreto n. 736 de 20 do noveuiliro
Orleanistas especialmeute s tom sorvido do anuo passado no art, 79, manda applicar
para o pretexto desta conspira;3o du go-
verno contra as condjc,0es de sua propria
existencia.
A repblica ton ja perdido a forma em
que fora aceita pela nac3o, e o homein quo
fura eleito em 188 como um refugio a suas
naturaes leo lenciss o inconvenientes. Al
o partido conservador que oxercera duran-
te algum tempo por meio da assetnbli o
poder gradualmente recobrado dopois da
revolucao de fevereiro ; esta agora baltido
divi lulo, preso, e exhausto.
rulo por marino, tanto vale casar com Mr. Fer-
nando cuino com outro qualquer; em uina pa-
lavra, isiohe o tnesmoparaman. ...
Mas Hermnela, seiissu boinP Tem a gente,
por assim diter, o direito de casar-se guando
isso Ihe he indijjcrentc.....
Se devo julgar pelo exeinplo dos casamentos
que i 'nii i ildo vista.
Ucviu ter siito indijferenlc a meu pai e a minba
mal o casarem-se.
Devia ler sido indi/ferenle a meu lio e a mi-
nba lia de Ifordeos o casarein-se.
U mesmo devia ter ildo lugar a respeito de
doui ou tres esposos mocos coni'quem temo
amisade, entretanio coofesso que uao me pare-
cem infehxes.... smente.... (tiermancia no
escarnecas de luin;; smente tojas as pessoas
de que fallo, maridos ou mulhcres, mu....... a
meus oluos pelo menos, nao' lem arde seren
casados.
Nao sel como te eipllque meu pensamento,
isso talvcx venlia das singulares ideas que as
veces coraigo faco do casamento.... imigiiio
que isso deve mudar completamente noisa vi-
da, que deve ser cin una palavra uina especie
do saliida de eoltegio, sim que a existencia mo-
ntona e collegal de uina moca, deve succeder
quando ella se casa, uina exlsleucia toda diver-
sa, cliea de praxeres e de deveres lo doces co-
mo praieres, coinpartilhados por ain marido
muco como ella, jovial, animado como ella, e
como ella o mais felix possivel por toda a sorte
de cousas encantadora., at enlao tamben) dcs-
conhecidas delle; porque ao casamento pirc-
ce-uie que elle deveria ver taioi>axa urna saltdia
de eoltegio.
Nao sel se me coiupi cheudcs; que te dlrei?...
parece-me que para don. esposos unidos se-
gundo a minha ideia o casamento devia sera
fesla e a alegra de sua moeldad.... emquatiio
durar essa mocidade I l'orum se d'aqui a um
mi'/ eu casar com Mr. Fernando, onde estar a
alegra? onde estar a festa de inlnha mocida-
de? Elle tem o ar fri c enfadado, entretaulo
que cu me sin lo chela de vida ededesejode
direrlir-me! Elle tem visto mullo o mundo, t
cu nao/ Elle sabe tanto quanto eu Ignoro, e
na parle que se Iho nSo oppe pelo quo to-
ca ao processo exoculivo,
Lei de 22 de dezembro de 1761.
Esta lei, segundo se coln do seu contex-
to, tuve em v -l i regular o procedimento de
direitu da fazenda publica, para servir de
complemento a uulra lei da mesma data,
que urgantsou o atiligo erario, e se havia
limitado a regular o procedimento do Tacto
>|a mesma fazenla. Assun pois oceupa-se
ella nica e gimplestiiento da jursdic{3o
voluntaria o contenciosa da fazen la, deter-
sinlo que tere! sempre junto delle o ar de uina
nescia, nao ousarei admlrar-mc de nada.... es-
tarc acanliada, liunnlliada como com um rrr/ie-
nor uu com luluha mli, em ve&de estar a meu
cuiuiiiodo coinocoiiitigo, como com um igual,
um u.iiiiarada sabidura eoltegio cuino eu !
Insisto nesta cuuiparacao porque ella te ex-
plica o meu pensamento; se un rtsses das
iliraset, euaiada te dlri., que quando pens no
casamento, segundo iniobas ideias, ineu cora-
co bale e se perturba.... sinto em inlm todas
as sones de aspiraedrs, de presaentimentos va-
gos, porm de una docura indulta, que s que-
rem voar como uina mohada de psaseos, para
nao ei que palxencantador.... e....
Pois bem, j acabaste de rir? Malvola ? Nao
acabarel minha bella compara(Ao... Queque-
res? eu nao sou uina mi lama Raimundo, urna
mulher tao grande pelo carcter como pelo es-
pirito, e pelo peiisainento. Dir-le-hei simples
e tristemente que louge de alkentregar.a vi-
ses loucas algumas veics, met coracao para -.......-------------
emeu sangue se gela quandu cuido em casar i madamesella Albina; mas crea'luesm'o toua
com Mr. Fernando... Todava nao ouso recu-la Importancia dos U"?"J ^"'."J"'-'"0
sar este casamento.... he ao mesmo lempo fra- limpie, e hei de cumpr I-losco ""* u0"
quexa. falsa vergoulia. temor de desgo.lar mu ?^SZ^tto~$*
indeclinavel da acjilo administrativa em
geral.
Por outro lado, e som pretendermos en-
carecer a lei, fie ainda preciso convir que,
tirando elle dos tribunaes judiciarios o jul-
gamento e i'vi'j i das quosles adminis-
trativas da fazenda publica para commetter
estas atlribuices a um conselho de nature-
za administrativa, leve o ment de com-
prohender a necessida le de urna juslica
ospecial lui'n a decisSo de taes quesles.
N3o desconhecemos que a orgnnisaijSo des-
se conselho ii.ii poderia sor boje sustentada
em face da nossa constituico, pois que,
no sendo ello um simples conselno como
sei nome o iudicava, mas um verdadeiro
tribunal, de cujas decises nio havia recur-
o, he innegavel quo bom poderia baldar os
actos do ministro da fazenda e estorvar-lhe
liberdade de accSo quo a constituic3o !be
attribue como urna necossdade e conse-
quencia do principio |de responsabilidade
dos ministros por ella consagrado. N3o des-
conhecemos mesmo quo o conselho do fa-
zeuda, assioi or/anisado, tornava-so como
os tribunaes judiciarios, a quem substitua,
inteiramente ihdependenie o superior ad-
ministrarlo activa da fazonla publica, e
nao urna unv.iu.ii da mesma, como o exi-
gom os interesses da fazeuda de accordo
com os principios da sciencia administrati-
va. Mas nem por isso seria licito duvtdar
nando licou idcoinlgoi maldnia pretexten ler
de escrever uina carta, c nos delxou ambo
sos.
El a nossa conversa. Mr. Duplessis comc-
cou aislm: \
Quasl que estimo a ausencia da aenhora
sua nuil, ntadainesella Albina; pelo menos pos-
so dizeg-llie todo o Iniu que pens della..,. He
ao mesmo tempo a expressao da verdade e do
recouheciinento ; porque a seuhora sua ini
dignau-se continnar miabas esperaaf as, asse-
guraado-me que a asslgnatura do nosso coa-
traclo de casameolo eslava, lixada para depois
de .un inliaa.
Senlior.... se miaba mi Ihe disse isso.,..
isso assim deve ser.
Educada como a seuhora tem sido, mada-
mesella Albina, dolada das qualidades ctsen-
ciaes que leune, nao poderia obrar de outro
modo ;'esla diferencia aos desejos de sua fami-
lia he para mira do mais felis agouro.....pois o
casamento he urna causa bem grave, bein seria.
pal e iniuha mal.
li depois eraftin, cuinpre ser franca, minha
pouca vonta le uo se basea em neahuma raso
sena ; porque agora que te leoho piulado Mr.
Fernaudo, tu me dirs sem duvida que neste
casamento tudo lie couveuieule, eque cu bou
louca.,.. cm nao aceita-lo resolutamente.
Slin lalveiscji eu louoa.....todava....
Eu hesilava em coullnuati mas a ti digo lu-
do ; acabare! poii minba carta por urna ulti-
ma conusso.... depois da qual nada inaisac-
crcscentarel.... porque crelo que curarla dian-
te do meu papel. _
Esta coulmio, el/ft*
misso de esposa, nao be assim madamesella 1
Sun, senlior.
Rao teremos mais que una so vonlade ;
tudo uic dix que esta vonlade era a sua, porque
ella ser sem duvida saina e sensata; o Sr.
seu pai e a senhora sua mal m'o tem dito mul-
tas vexes; e depois que lenho lido a honra de
ve-la cada dia, lenho podido reconhecer que
seus charos pas dizlam a verdade.
A senhora nao hc.iuadaiuesella Albina, dessai
Jovens frivolas, queso veem nocasamealo urna
ui u.im.o de vaos praxeres, de loucas dlsslpa-
edes s quaes succede sempre o enjo c o des-
Ur Fernando lu- b'm\ multo bem... Imlaola...; gosto, quando uao tem consequencias mal fu-
_ nenhum dselo lenho de abraca-lo. j estas. Gracas a Ueos! a seauora comprehen-
.- riti der melhor seus deverc depoa; e collo-
Albina C. 'cara na altura dessa vida grave, occupada.scm-
Albiaa C. a imaneU. pre parlilhada entre o cuidados da casa, e mal
llootcm pela primelra rti, ha tres semana tarde a educaco dos lilaos; essa vida de ahue-
que elle Vem quasl todos os dias aqui, Mr. Fer- \ eac0 que he urna Iroca de dedicacoei recipro.


'. t*
r-^"
de que a le com eaaa reforma perporroa
nielade do oaminho quo serla preoiso para
um melhoramento completo, pola que,
quando roanos, reconheceu toda a incon-
veniencia da justifa ordinaria para aa ques-
lOes administrativas da hienda publica, e a
naooaaidade de una justic* especial de na-
tural! administrativa pira subsiliui-la.
Cooceituando por este modo a lei de 22
de dezembro de 1761, reconhecemos loda-
via que conla ella dous grandes defeitos,
naaci ios porveotura das ideas falsas de en-
tio sobre a fazenda publica. Assim he que
com manifesla preterlfSo dos principios de
competencia Java esta lei ao conselho de
fazen la, tribunal de naturezi administrati-
va, a jurisdicfSo de conhecer das questOes
um que a mesma fazenda apenas inlervinh"
como simples proprielario ou pessoa mo-
ral, eem que portanto nSo podia invocar
nuiM'u auxilio as conveniencias ou princi-
pios Qscaes. O outro grande defeito, quinto
a nos, conaisle em se ter dado a esse tribu-
nal a junsdiccao de conhecer das questOes
que se suscilssseni na execufio das deci-
sfles administrativas en todo e qualquer
caso, isto he, ainda quando os meios de exe-
cufio tivessem sido os de direito civil. Cur-
tamente muito deve convir i antondade al
mintstialiva ter agentes proprios que exe-
cutem as suas decisOes, e nem niesmo se
pode conceber que a sua .icono seja com-
pletamente independente e livro, sem que a
jurisdicclo especial encarregadado julgar
o contencioso administrativo seja acompa-
nbada da de execular as suas decisOes,
como ja tivemus occaslio de observar. Mas
iaso nao quer, e nem pode dizer que um tri-
bunal administrativo deve conhecer de
questOes esseooialmente jud'ciarias, so por
que apparecem ellas por occasiSo da exe
cufio un suas decisOes : justica admiuis-
tralira Irla alm de sua razio de existencia
vas i questto do servio publico, sua orgl-;
nisafio interior e retacees respectivas dos'
agentes superiores e inferiores, isto he, so-
bre o que era materia puramente regula-
meoiar e tecbnica. Este deu as jultifas ter-
ritoriaes juriidicio para decidir as queatdes
administrativas que fosssem relativas sodi-
reito administrativo propiamente dito, isto
lie, aos direitos e ohiigacOes entre os admi-
nistradores e administrados, que, como se
sabe he o que fsz o objeclo precisa e u-
nicamento do contencioso adminiatrali-
vo(l).
Porec-noes quo urna nica limitafio ou
excufo ontflo havia tal divis5o.de altri-
bui(Oes, e essa mesma derivada nao la Jei
de 4 de outubro de 1831, mas do deorelo de
27 do agosto de 1830, que, posto lhe foise
anterior em dala, nio foi e nem podia se
considerar revogado por ella, porque tratava
'deumobjecto espeoial qu aquella lei nSo
leve em vista. Com effeite esso decreto,
circumscrovendo-ae a trater da orgamsifio
das coleclorias e dos imoostos por ellas ar-
recadados, diz no 8. i quo os collecta-
dos,quando nio convenham no lancamento
poder 5o socorrer-se aojuizo arbitral poran-
nos lalvez a chave pira aa'olufio da pergun-
ta, le evidentemente nio foiaa ella ahi col-
locadaenicontraposicSo & palavracrimos.
P te-so ai es rao dizer qne no lempo em
que foi confeccionada esta lei ss questOes
administrativas, embora contiveisem ma-
tara essenslilmente contenciosa, por ver-
ssroui sobre direitos e obrigarOes definidas
pela loi, nio eram consideradss verdadei-
ros pleitos ou causas; qualquer que fosso o
valor que tnlio so ligassa. a tacs questOes,
quaasquar que foisem ^recursos estanto
cidos pelas leis para a garanta dos diroilos
nella envolvidos, a justioa administrativa
pareca n5o merecer os foros do verdadeira
justifa, talvez pela falta de jurisdifio nro-
pria para'execular as suas decisOes, talvez
pela sua organisicjo ainda pouco definida.
Seja o que fOr, d'ilii resultl que a palavra
civeisnenlium prestimo pode ter para
explicar o genuino sentido da loi com rali-
fio i sua comprehensflo; esta, segunde
parece, resalta do proprio termocausas-
cu|a sigmficafio prat'ca entre nos lem sem-
pre excluido o contencioso administrativo.
Accresce que constituindo este urna materia
especial, e havendo leis que a regulavam,
considerar comprehendido
2
te a justicido paz, com recurso para o toe-, nio se podia considerar comprehoud,. o
loara na provincia do Rio de Janeiro, e para as disposicOes desta le para o effoito de
souro na provi_..
as juntas ou dminislrsfOes da fazenda lias
oulras provincias. O decreto logo posterior
de 7 de outubro de 1831,-lando instrucio
para a socuello do referido decrelo de 27
de agosto de 1S30, h>mou a sua doulnna,
e tirou toda i duvida de quo nSo Ilcou es-
te revogado ou prejudlcado por aquella
leu .
Entendendo assim a lei de de outubro
do 1831 sera preciso dizerqualo nosso jui-
zo sobre a sua boudade ? Sem serenos a-
penados de inconsequenles, parece-uos que
nSo poderia elle ser duvidoso, ou antes la-
vorave! depois do que distemos por occaslio
irativa irlaslem ae sua razso ue existencia, vurave uopo uo tino u--~ r ,;.,
e quebrar o principio de competencia em daanalyseda loi do 22 de dezembro de 1IH
que se ella asseola.
Le de 27 de junho de 1808.
Como se sabe, depois da lei de 22 de de-
zembro de 1761, vejo a de 27 de junho de
1808, que creou nesta cidade o erarlo regio
semelliaufa do de Lisboa. Esta lei, se-
gundo della se vi, reuna em si o que era
relativo Unto i dminislrafio activa, como
deliberativa contenciosa da fasenda publi-
ca, isto he, e citada lei de 22 de dezembro
de 1761. e i outra da mesma data quo bavia
regulado o procedimento da acia da fazen-
da. Mas nio ton.lo cssa circumstancia im-
portado innovacio alguma na legislafio an-
terior sobre a justica administrativa, puis
que nem se quer trouxe a concentrado as
mesm .s mios das duas allribuioOes de obras
a julgar, acreditamo-nos dispensados de
demorar-tos sobre urna semelhanle lei ; e,
pos passaremos 1 apreciafio da que se lhe
sequo, com data de 4 de outubro de 1831,
pela qual foi organisado o nosso the-
zouro.
Lei de 4 de outubro de 1831.
A lei de 4 de outubro de 1831, longe de ter
melhoradoessa lei sobre a justica adminis-
trativa, em nossa opinio, ainda mais se a-
partou das conveniencias db servico pubii-
co, com absoluto olvido da independencia
e liberdade que a nossa constituido atlrl-
bue ao ministerio da fasenda nos negocios
de sua repartifio. t .
O conselho da fazenda, creado pela le
de 22 de dezembro de 1761, comquanto nio
estivesse organisado com as conuicOes pre-
cisas, como observamos, era todavia do
natureza administrativa, e por isso at cer-
lo ponto sujoilo ao ministerio da fazenda,
cujos interesses de algum modo partilhava.
Mas osjuizes lerntoriaes, que o substitui-
rn!, certamente nio se achavam uo mos-
mo caso. I'erfeitameote livres e superiores
a toda a accio do minislerio da fazenda,
a quem eram completamente estranhos,
mais fcilmente poJiam lornar-se um obs-
tculo srio ba administracio dos inte-
resses da fazenda, at oorque essa segrega-
?io os prlvava dos meios que pela poslfio
Segundo secolhedo seo art. 6-i, $8., c, inversa ou"vam o conselho, piraile os-
arla. 90 e 91, a lei de4deoulubrodel831 cl-recerem e decidirem com acerlo e van
extingui o conselno de fazenda, e passou a
mu jmis lii'o'io contenciosa sem destinefio
de administiativa ou judiciariasasjustnas
territoriaes, reservando para o tribunal do
. Ihesnuro a jui isdicfie voluntaria do mesmo
conselno.
Oart. 0., i.', estabelece, he verlade ,
a competeucia do tribunal do Ihrjoaro para
a ilrn-.li) do todas as questOes aJininislra-
tivasque possamoecurrer sobra a arrecada-
So, dislribuiciu ecunlabilidado das rendas
publicas, e isso de algum modo in.ni/ a crer
quet foi dada as juslicas territoriaes a ju-
risdiccio contenciosa judiciaria, ficando
reservada ao tribunal do thesouro a do con
tencioso administrativo. Porai nem essa
foi nunca a inlelligencia daoa por laes jus,
tifas, pois que sempro conhecerm do con-
tencioso administrativo, nem mesmo nos
parece que seria ella a mais jurdica, n3o so
porque as juslifas territoriaes substituirn'
o conselho de fazenda, que pela precitada
lei de 1808 tinlia a attnbuifio de julgar sem
limitafio alguma o conteucioso adminis-
trativo, como porque lendo a lei feilo ex-
presas excepto da jurisdicfio voluntaria,
nada de semellianlo declarou aquello res-
pe i lo.
poderiamos linda acressenlar que a juris-
dc3o do conselho de fazenda era cmplela,,
pois quo as suas attribuicOes estendi5o-se,
nio sa ao julgamento, como tambem a exe-
cufio E sendo assim, pergunto ou : a
quem passou a parle daexecuco? D>
1." do art. 6, be fura de dnvida.que nenhum
argumentoso pode tirar para aitribui-la o
tribunal do Ihesouro, visto como esse artigo
serve-se da expressiodecidir que na la
lem de com mu ni com a doexecular.-Mas
se se admiti que ella passou para as justi-
cas territoriaes, ou antes que a juiisdicoilo
contenciosa, de que falla oart. 91 da le de
4 de outubro de 1831 na parte administra-
tiva, s importa a allnbuicflo da execofio,
como admillir-seque esse mesioo artigo na
paite judiciaria lem maior alcance e com-
preliende lano a exrcur;5o como o julga-
mento ? Onde a distinefio, onde a decla-
rado feita pelo artigo paraapour urna tal
diOerenca ? Se, pois, he verdade, como
ninguem o poderia contestar, que a jurisdi-
eSo do contencioso judiciario passou intei-
tagem.
Felizmente todos os rogulamentos, do-
pois la lei de 4 de outubro de 1831, oram
confeccionados e expodidas pelo govorno
no inun:o de melhorara arreeidafSo e lis-
calisafio dos impostos de impoitafio o
eX|K)itao.1o em virtule de autorisagOes da-
das o governo pelo corpo legislativo, com-
prchenderam melhora neces*idade de una
justica administrativa, o procuraran! repa-
rar os inconvenientes d'aquella lei nesla
parle. Assim he quo o rogulamento de 25
do abril do 1832 ( que foi o primeiro, e so
se mandou execular provisoriamente na al-
fandega oesla corte), ao art. 21, 4.% dis-
pOe que ao inspector daalfandoga com-
pete deci lir verbal o summarlamente todas
as duvidas que occorrem sobre ocumpri-
mento do mesmo regulamcuto ; finando as
>parles o recurso para as thesnurarias as
provincias, e o tribunal do thesouro na
corte. Igual disposicSo se enconlra no
rogulamento posterior de 20 de selembro
de 1834, e no de 22 do junho de 1836, que
anda boje vigora, dizendo este no art. 23,
4.', que < o inspector lem altribuicio
para decidir verbal e summaiiamenle as
llovidas que occorrerem sobre o rumprimen-
to do niesmo regulamento, e no que Mr
nelle omino nB parte puramente adminis-
trativa, ficando s partes o rocurso ( que
ser interposto dentro de um mez, allias
llcar perompto) para a ihesourana da
provincia, o d.-lla para o tribunal do thesou-
ro, e directamente a osle na corte. Tra-
tando es'poealmonto das multas e apprehen-
sOos, etatoe e-te regulamento no citado
arl. 33, l.", e no art. 287 quo as decisOes
sobro ellas serio dadas pelo inspeolor da
alfandega com recurso para as thesourarias
e president'S de provincia, e destes para o
tribunal do Ihesouro. Se dos reglamen-
tos das alfandegns passamos aos nos consu-
lados e moss de rendas, idnticas disposi-
fOes se notam uo regulamento-de. 26 de
UlaTfo de 1833, c no que se lhe seguio com
(lata de 30 de mai de 1836, qua anida hojO
vigora, correspondendo-lhes neste o art.
36, 3." e 6.", e art 198.
Lei ile 29 de novembro de 1841.
Por esta lei, como todos saben), foi crea-
do um jui/o privativo do primeira instancia
para couhecer das causas em que, por qual -
ra do conselho de fazenda para osjuizes' uer m0(i0j fOr interessada a fazenda pu-
territoriaes tambem o he que outro tanto |,|rr Ma!1 co,n qU9 ,.,,USjs da fazenda en-
severificou como contencioso administra-1 tendo ella ? Seria todas e quaesquer cau-
tivo. I las da fazenda, qur judicieriaa, qur ad-
Em nosso acanhado pensir o I. do arl. ministralivas? A palavra-civeisde que
6. leve por fim regular urna parle da admI-1 gB serve 110 p,ra designar a especie de
nislraQo muito diversa da quella sobre que| causas qu0 contempla, poderia offerecer-
legillou o arl. 91. 0 primeiro deu ao tribu-: .
nal do thesouro jurisdifio para decidir asi "
nuestOe administrativas que fossem re1ali| (I) Mr Crrando, jibra citada
se dizer revugada a legislafio respectiva,
sem urna declarafio expressa.
Se he, porm, vordade quo esta lei nio
d ao juizo dos feitus jurisdifio para co-
nhecer das causas administrativas, e sim
smente das causas propriimente civis,
donde Iba vom a jurisdifio com que execu-
ta elle as decisOes da juslifa administrati-
va? Ha urna duvidi que naturalmente de-
corre d'aquella intelligencia dada lei,
mas que para logo se desvanece, atondndo-
se a que o juizo dos feitos substituio as jus
tifas territoriaes, equeostis unham a ju-
risdifio de execular as decisOes dadas sobre
materia conlencioia administrativa, com a
nica reserva da jurislifio voluntaria. So
as juslifas territoriaes, quando as substi-
tuioojuizo dos feitos, j nio linbam a ju-
risdifao de julgar o contencioso administra-
tivo, (oi em virlude de disposifOes espe-
ciaes posteriores lei de 4 de outubro de
1831, laes como os regulamentos de 30 de
naio e 22 de junho de 1336; mas estes,
tirando-lhes a jurisdifio de julgar o con-
tencioso administrativo, nio Ibes tirario
a de execular ai decisOes didas sobre elle,
e porlanto passou esta pan o juizo dos
feitos.
Presumindo ser esta a verdadeira intelli-
gencia da lei de 29 de novembro de 1841,
ho fcil ailvinhar que em nosso conceito
nio sgr ainda por'sua vlrtude que o juizo
dos feitos, ou os tribuhaes judiciaros po-
dero dizer-se oompelentes para julgar o
contencioso da administrafio, jevogando
as di-cisOos sobre elle proferidas pelo juizo
administrativo E com effoito limitando-se
a sua jurisdifSo nesta materia a execular
as decisOes que para esse li ni lhe sio trans
miltidas pela autoridade administrativa,
parece que o seu podor s cornaca onde
acaba o poder da juslifa administrativa, e
porlanto que a sua aefio s ser legitima
lei-i lindo as questOes que so suscitaren
relativamento a execuflo o ao modo della,
i'j.mi is ii.lnn indo 0 julgado.
Nio estando no nosso proposito discutir
as vantagens e inconvenientes do jui/o
privativo dos feitos da fazenda, smen-
te observaremos muito do pas^agem que
as questOes jodiciarias nos parece ser
elle desnecessario, e direi inesnu prejudi-
cial aos interesses da mesma fazenda, pelo
monos como se acha organisado. Desne-
cessario, porque os procuradores dos feitos
tem pelas leis a faculdade de usar de toJos
os meios que entenderem necessarios para
promover os.interesses da mesma fazenda.
Prejudicial, porque centralisa a sua acrjfio
as capitaes, deixando quasi que em aban-
dono os interesses da fazenda em todos os
demais termos. O arbitrio das delegafOes
em pessoas idneas, permiltido pelo $ 2.
do art 16, pouco ou nada tem aproveitado
aos interesses da fazenda, como a pratica
o lem demonstrado, e nem mesmo eremos
que jamis possa vir a ser de grando utili-
daJe.
Poderiamos accrescentar que neohuma
rasio se d para que a fazenda lenha um
juizo privativo as suas causas judiciarias,
pois que nesla interven) ella como um sim-
ples particular, poden do-so por isso consi-
derar sufllcicnles para a liscalisafo e ga-
ranta dos seus direitos a aefio dos stus
procuradores ou prepostos, e a natureza
ospocial do seu processo.
Pelo que toca s questOes administrati-
vas, ja por vozes temos feito sentir a con-
veaieucia o necessidade de dotar-si a jus-
lifa administrativa dos meios de execular
as suas decisOes, reservando-se apenas aos
iribunaes judiciaros o conhecimento las
questOes que apparecerem na exocufo com
relacio aos meios de direilo civil.
processo civil, instaurando contra Joio Jos
da Cruz, encerrando essa exposifSo, alm
de Inumeraveis orros typographicos, que
lhe alleram o sentido, defeitos e supres-
sOes, que aviciam, desvair n a opinloem
desjeito da veidade, e reputafio de Cruz,
parece conveniente por em resumido qua-
dro, diante dos olhos do publico verda-
de, tal qual ho, despida do expesso veo de
obscuridade, com que diversas circunstan-
cias a i-ii run l.nn ; e publicar o accordio
do supremo tribunal de justifa.
Nio pode passar sem reparo, que preten-
dendo Gudinho instruir, supprimisse, o
que pode eselarecer, assim como que, se
soccorresse, a meios obliquos, compromet-
iendo al pessoa empregada no correiojlo
Maranhio, o quo manifesu decisio do
supremo Uibuncl, i prdem do governo
i esse respeilo e a correspondencia publi-
cada no Jornal do CommerciO de 2 de
julho ultimo, a e reimpressa no Diario
de Pernambuco, n. 4.
Esses factos mostram desconlianfa, e
onsciencia de falta do razio e justifa ;
pois que estos nio precisam, antes repel-
lem e devem regeitar os meios obliquos.
Estando Joio Jos da Cruz em Nevv-
York, para ali mandou Antonio Gonfalves
Macnado 800 libras esterlinas, sendo 450 a
elle pertoncentes, o 350aoulros, com or-
dem expressa, doemproga-las em fazen-
das, e enva-las a Luiz Antonio de Oliveira,
( lucimiento llafl. 360 dos Autos). Na for-
ma do mandato, remolteo Cruz as fazendas
pela escun i Centurulo, consistentes em 43
volumes, marca 7, distinctos dos volumen
a outros perteucentos p>do numeio 3 ; com
que foram aquellas asslgnalados. Essis fa-
zen las compradas com as 450 libras ester
unas, portencentesa Machado, foram con-
sgnalas, vendidas no Para pelo dito Luiz
Antonio de udiveira, e seu producto, por
este recebidocm cautellas, que enl.lo all
circulavam; ligurando em conaequencia
do segredo, recommendado na "r i -m --
B, tambem Cruz, na consignafio, Uli-
veira de dono dos volumes n. 3, pertoncen-
tes a Machado. Chegando Cruz dos Esta-
dos-Unidos, apresentouGliveira o producto
das fazendas em cautellas; e ten lo aquel le
de receber de Machado o producto do car-
regamenio da escuna Palestina este dedu-
zio o valor do produelo dos 43 volumes,
marca 7, o. 3, carregados por sus conla
da escuna Cenlunio, para Cruz receber
esse valor as cautellas om questio; e
passou do valor liquido, recibo n. 1 fJ. 31.
Nio foram pagas, essas cautellas no Para,
o intautou Cruz urna aefio contra a fa-
zenda, na qual entre nutras c.ousas allegou
o fiscal, que as cautellas lhe niu perten-
ciam, e eram roubadas do thesouro. lio-
claaiuu Cruz, da casa de Machado, o valor
dolas em quantia liquida, recebida a II.
34, documento n. i ; visto eomo sendo a
remessa de fazondas foitas a Oliv lira por
ordem expressa de Machado, recebido por
essas caulelias, quo se mosUavam Incobra-
veis, nio poda Cruz ser quem perdess,
repeliendo Machado valor real constante do
dito recibo a Q 34 (documento n. lj, quan-
do a espoculafio era sua, e reconhecida esta
razio de Cruz, om cunclusio foram passa-
das troz lellras pela casa de Machado, em
pagamento da quan.ia, deduzda do car-
rdgamoutu da escuna Palestina, e o valor
dessas letras, he que dodinho, casado com
a vluva de Machado, chama indaviJo,
gado dosta ropartifio Joaquim Raimundo
u'Oliveira Fonseca, que voc bem cenhece ;
vejo-me completamente embancado para
lhe expor oircumitanciadamentea occorren-
cia relactiva demora dos seui auloi, nio
obstante i sua recommeodafio. No dia 26
de Maio, depois di cbegida do vapor S. Se-
bastian! vindo do Para, advert ao dito Fon-
s-i-a, quo tivi'sso muito emvista a remessa
dos autos, visto que no outro dia 27, eu
tiuli i de faltar ropartifio em consequencia
do impedimento no Collegio eleitoral como
eleitor. es suelos esla ram depositados em
uma.oaixa especial com outros seguros, cu-
jas dievos estavam em poder de Fonsecs,
urna, e a outra no de Barbosa Jnior, visto
estar doenteo BanJeira administrador inte-
rino.
Fonseca despacha as mslas do vapor; ti-
ra-se da caixa e remelte-se os outros segu-
ros, e os suctos licam retidos pretexto
d'esquecimonto /.' No dia immediato, au-
tos de hir para o Collegio, vou reparli-
f5o, e sou informado deque os autos n5i
foram ; revoltei-me com este procedimento,
e Fonseca pede-me por favor que nio diga
nada ; porm nio foi possivel calar-me
vista de slmelhante indignidade o Iratei de
d unuciar o lael >. A opinifio publica, inde-
gita este empregado como pei'ado pelo Go-
diniio ; o mais notoria se torna esla cir-
cunstancia, parque o tal Godinho perma-
ii'-cu'i na admloisirafio por consentimento
do Fonseca. ( que a diriga ) alh o- fexa-
mento das malas. To lo este negocio esta
aleclo ao Governo, e os mais furtos docu-
mentos tem-so lhe exigido por iiifornia-
fes desta adminisirafio. Meu charo Sr..
eu estou. complelameote peoalisado vista
ileate caso, porque lalvez um jui/o pouco
l'avoravel voce lenha'de formar de mim,
mas encarecidameule, pnfo-lhe nio me cul-
po porquanlo estando fura da repartifio e
nio desconfan lo eu d'aquella mesmo com
quem voce tranquillamente conversava na
occasiio de segurar os autos, esli claro
que niu ha razio para se Conspirar' cohtra
mim. Por este acontecimenlo receia-so al-
guma eslrallada nesta infeliz repartifio, e
por isao eu m'apreco procurar a sua vali-
osa protecf i o, ali m Je que voce interceda
por mim se por ventura eu tambem que nio
sou culpado, venha a padecer por crime
comettidn por oatrem. Por portarla do
Presidente da Provincia datada do hontem,
foi suspenfo o refTerido Fonseca do exerci-
ciode suas fonciOes, e amanhi vamos as-
sistir um exame que se val proceder na
casa da polica, nos mesmos autos.
Tenho a saptisfacfio de ser seu venerador
obrigado o cria lo.
Raimundo Clemenllno da Silva Lisboa.
M ii .unani 3 de Junho de 1831.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 27. 28:453,891
Descarregam hoje 28 de Janeiro.
Galera ingleza Reniier mercadorias.
Barca ingleza Fanj Qitin saceos de as-
sucar e cintres.
Patacho inglez ~ Vetruris familia e bola-
chinhas.
Brigue inglez -- Glaucas -- bacalho.
Brigue inglez llrelania mercadorias
Escuna bollandoza -- Curacao' queijos e
balatas.
Barca franceza Jules vinho.
TTllT^0 ?ilUr8\e C?l;de,P- "rea oTug^:.T;j--mercadorias.
!m JL"'"^-.".1"-0' SSShJXnSr Hiele brasileiro Aguia lira.Urra gene-
ros do paiz
clda sem reclamafio no termo legal, Ord.
Liv. 4 Til. 51. Nao sendo Cruz sociu de
Machado, como prova o documento B-,
esedemonslrou nos ombargos a II 356, he
incoutestavel a razio, porque ficou res-
pontavel a casa de Machado, visto que as
cautellas, nio pagas, silo o producto das'
faiondasde Machado, veudidas por Olivoi- '
lliate brasileiro ()uvidozo idem.
Patacho brasileiro Nireide plvora e
ornamento.
Importa cao.
Barca portugueza Santa Cruz, vinda do
ra. Allendilaa reclamafio de 'cruz, pas- Porto, consignada a Francisco Alvos da Cu-
sadas as letras, fui exigida escriptura do i "ha Companhia, manifostou o soguinte :
cessio a II. 19, para que podesse pro-' t pacota panno do linlio, cothurr.os e
gredir a aefio iotentada, em uome de Cruz, I moias ; a Miguel Jos Alves
contra a thesouraria do Para ; e essa vor-
dade se prova com o documento a 36, o
qual musir, que pedindo Cruz, urna re-
1 caixio castanhas e mafias ; a II. Vioira
! Coelho.
3 ditas velas de cera, 1 pacote obras de
salva, respondeo o administrador da casajouro; a Manoel da Silva Nogueira.
{ornal do Commercio,)
Correspondencia.
Srs. Rodadores. Rogo-lh.es o obzeqiuo
de publicar no seu: accreditado Diaria o
communicado e carta juntos, em sdilamen-
lo ao acordio, e correspondencia doJoraal
do Commercio, publicados no Diario n. 4
de 7 do em rente ; no que muito obzequia-
r o de V. M. alenlo venerador e cria-
do.Jodo os daCrus
Recifo, 22 de Janeiro de 1852
Tendo Manoel Carlos Godinho, sob pre-
cas imillas veies inesiuo de sacriciu enlre o
marido e a aaulher.
OSr. me luongela. .. nosri so triihii..,:
se Mrei lodaa aa qualldadea que.,., me suppe.
Eita inodrslla me isiegurarla disio, ina-
mameaella Albina...., ae eu nio conhcene a,
aannora oomo conheco; lenho alguma eipe-
r i zj: i ___" '____ '-!L
leudo dado aoia horas, como elle be a mesma
exaclio, deUou-nos sos.
Api ii.-ii Mr. Duplessia sahio, me lancel aolu-
pndo noa i>i i;-oi de muiuha ditendo-lhe :
Eu lhe aupplico, nao me leca catar com
Mr. Fernando.
Ralalouca! Elle acaba de dizor-rae que
rleacia da coracao humano, e ludo me diz que tudo calava Justo entre il e elle e que eu me
sonriera cumprlr semprc com dlguidade a
mliHo quasi divina de mal de familia...., divi-
na por seus santos davere, por aoua praxeres
sanios e por soua Irabalhos tambem aanlos Ili-
go-lbe isto nao para assumbrar o quadro do fu-
(uro, seoo porque agente ae fonlflca de ante-
ino oonlra as pmvafes da vida proveodo-as,
aaalm como o entina a religiao a proposito de
religiao sel, madametella Albina, que a aeuho-
ra be muito pirdoaa, e u aiilmarei, faciliiarei
com todo o meu poder o cuiiipriinenlo doa seus
dverea religioaoa ; eu inetmo vollarei a ettaa
praiicat que InfeUiinenle ba lano lempo leulio
deaprezado aem com ludo perder f; ambos
liraromot da rellgUo noval anima(ea para oa
Doaaoa neveros. Quauloa nossa vida material,
poderemos gracaa a nossa posfcao de fortuna,
e a uina sabia economa vlver aenao na opulen-
cia, pelo inenot, em una mu graude commo-
. dfdade; teremos una eicellenle casa, lodosos
seua desojos scro taliifeitul i a aeuhora goila
mullo do campo, ni habilareinot de prefe-
rencia a iiiinlia propriedade de Berry, que vou
mandar alfaiar iiileiramcnle de novo ; em uiua
palavra, inadamesella Albiua, prometi solem-
nemente cin aua presem i que me esfurcarol
por tornar aua eaitlencla amala felis que fur
poasivel; espero'que a mais doce recompensa
dos meus cuidados, de minlia dedica[ilo lera
re-la fellcitar-se um dia pela cscolha (jale fea
conllando-ine o cuidado do seu demlno.... una
ii I urna palavra niadaineaella Albina: ajustei
com su t m., e penao que a aenhora nao me
censurar por iaao, deliar-lho o cuidado de
preparar a prenda que lhe doro dar; cllaco-
nhece seus goslos, suat prelerenclas, c meu
mais viro detejo be tatitfase-Ia.
Neate momento miuha mil cnlrpu e conver-
sn em voz balita com Mr. Fernando ; depois
encarregaria de preparar a prenda :.... pde pa-
ra iaao sesaenta mil francos nosiadlapotlco..,
Itto he aoberbo.....e vejo-te agora debulhada
em lagrimal,
Nao quero saber nem de Mr. Fernando,
nem de tua prenda, nao quero casar-me.
Iaao he demencia, Alliina. Como.' quan-
do tudo est concluirlo, quaodo ha um instante
apenas que Mr. Fernaado me diase que eslava
encamado de ti,.... de tuas resposlaa.,..
__u nada dse.... eile fallou szlnno... ah I
cu liona o coracao mullo afllicto e nao pude
responderlhe)
O coracao aicto ?.... c porqu ?
Porque medida que elle me fallara de
seus projectos, da inaoelra de encarar o nosso
casamento, parecia-ine que um fri mortal se
apoderava de mim..... se me tivetiem fallado
da minha morle e do meu tmulo, laso nao se-
ria mais triste, mais glacial; repito, antes que-
ro iicar solleira toda a minha vida do que casar
com Mr. Fernando.... Matai-ine-hao, mas nao
me obrigario a isso!
E donando minha mil lio estupefacta quan-
to irada, toruci a entrar no meu quarto, cuja
porta fecbei, recusando jantar, a li ni de poder
chorar uiloba voulade e escrever-te o que se
passou.
Minha mai me trata deloiica; tu lam i >l
ve/, o meaino, morntenlo df poia de ter I do o
que me dase Mr. Fernando, cujas patarras te
refer quasi urna por urna.
Sem duvida me dirs que he iinpossivrl a
um homein fallir com mais sabedoria, mostrar-
te mais honrado do que elle fea. Isto he possi-
vel, be verdade, ae queres, c todavia, corno j
dlsse a minha mi, sua lingoagem gelou-me o
sanguc nal veas i a perspectiva de una celia
de Bento Goncalves Machado, que nio ora
necessaria; porqne a viuva de Antonio
Gunfalves Machado, lhe havia passado lat-
irs, pelo importe das cautellas. De ludo
isto que com as cireumslancias concomi-
tonles, consta dos autos, documentse
tostemunhas, se v com clareza, qne as fa-
zendas de Machadl foram na escuna (>n-
lunio, sob n. 3 o marca 7, lemettilas por
sua ordem O.ireira; e que este as vondeo,
reebendo cautellas e depois lendo Macha-
do de pagar a Cruz o carregameuto da
escuna Palestina, deduzo o valor das cau-
tellas, producto da remessa feila na escuna
Cenlunio; e Cruz -renouhecendo, que
essas cautellas eram incobraveis, como
roubadas a thesouraria, reclamou o valor
real, que Machado linha deduzido,recebi-
do, lia loi ni i constante do recibo ln. II .
34; e aceita essa reclamafio, como justa,
passou a casa de Marhedo trez lellras a
Crozlogo a acfiu ia-debil intentada por
Godinho, casado com a viude Anlouio Gon-
calves Machado, lie improcedente, como
declajoou supremo tribunal de juslifa;
porque nio podando a casa de Macnado
locuplolar-se com a faciur de Cruz,
reclamafioe a entrega das lellras, assenla
omjuslifi natural e civil
N. B. O documentos aqui citados nos
aulos, podem ver-se na exposifao que os
A. A. tem feito distribuir nesta cidade, a
paginas 112, 16, 101, 9 e 18.
Amigoe Sr. Cruz. No momento em que
texto de esclarecer, urna parto do publico, ,, "
("do Maranhio, ) feito imprimir, e corror ll19 ecrevo estas hallas, para lhe partici-
umfiliiPto, com u titulo de Pxoosifio rto|piiroe^cijiilalosoi^
de convento para semp.e nao SS loria p.recuo cura "perduavel. acabe por cre-lu aislu., por
mala trille mal sombra. ilct Eeu que olhava o casamento como dead0 i vra a nieu pal, e a minha mal com a Orine in-
r a festa da inioha mocidade I 'e5a<>de cumprir uunba prometa. Desde en-
No, nao, repito; matar-ine-haoraai nio me
torearan a calar cora Mr. Ftrnando.
Nio teiquando poderei envlar-le estacarla.
Tua amiga desesperada at a morle.
al. C.
Esla caria eslava escripia
ra Hermnela
ha dous dial, cha-
lau me linio nao inaia alegre, nio mala feliz,
porm perfeiuraentc calina, esta decisao, pelo
menos, inepoupaai inquietacei, alalos e ago-
nas destes ultiinoi dial.
ludo esi.i terminado agora ici o que bel de
fater. O futuro dir ae meus preiteulluientos
eram justos ou intntalos, ie eu era raioavel
abro-a da novo para te diier ou louca.
que nio me lualaram, e que eu casare! com Ue,n,l, n* ""l mu" inlml8a dc. "''"> ""-
Slr. Hernando i noisoa banhoi foram publica- ma para prucurar agora agerar de fea a po-
dos, nosso contrato foi aisignado bontcm sicao que livremenle aceltel.
Tultvaotart oa hombros de pledade, dir-1 finalmente nao me casanain porforca, cu nao
inlr-haa que nio sel o que quero, que nio le- liC a coragem de ler uinJonlade, ouvlr au-
nho carcter, que lou verstil e capricho tet meus peniamenlos, mloba ropugnacos.
que quere, rengoo-me, bem tabes, que cu nao 'l"e, 1uc 5C cnoordop de tunara >a. sou uina madama Baymundo. tanto inelbor ou tanta petor para mim. mas
Todavia iuro-teque nao ced ic.n difliculda- lerla P" fulur0. dlre'10 de 1f'""-ne '
de, tem colnbate, lem derramar muitas lagri. l" Poi' D,e'" resolvida a tirar o methor par-
mas i porm se loubesacs oque era para raim '"lo P"'vel da no ola condicao. Isto me ser
vrmeu pai, ora minha mSi ora aflictos sup- talvez man fcil do que creio ; fgradeco mes-
plicaodo-me em nome de minha felicidade, e nio a Mr. temando o ter-ae logo a principio
dadefleique nio nerdessetao b.im casaineo, Irancamenle mostrado raioavel e fro, em vea
tu ora iridos contra mim ciprobando me mi- de ter Ungido u.n humor e um carcter diver-
nba falta de ternura, minha loucura. minha in- so doi seui. Pode ser que coma coniinuacaodo
gralido, minha na cabe5a, emliul ser alor- lempo elle ae torne in.noi lerio, eu mais gra-
menlada, d'a inauhia uoiie, e sentir-me, ah I ve
1 caixa camisolas; a Carvalho & Irmflo.
1 embrulho panno de linho, cothurnos e
ni ca-. ; a Joio Jos Rodrigues Men les.
2caixas velas de cera, 7 ditas hutas, pen-
tes, panno de linho e palitos, 2 ditas e 1 cu
nhetc ferragens, 30 canaslras alhos, 2 far-
dos pon.ras,- a Antonio V. da Silva Barroca.
1 caixio panno de linho e cothurnos; a
JosMamede Alves Ferreira.
I caixa foixaduras e chaves, 20 pipas vi-
nho ; a Manoel Diario Rodrigues.
2 meias pipas dito; a Daano Youlo & Com-
panhia.
9 caixas ferragens; a Jos Alfonso Moreira.
I :i canastras albos ; a Autonio Joaquim do
Sou'a Riheiro
8caix0os velas do cera ; a Joaquim For-
r. ira Mendes Guimaries.
30 barr--, azeile, 5 caixas ferragens, 3130
rasas de sal, 375 rodas de arcos de pao, 48
cestos o -Manila--, 150 ancorelas azeilonas ,
20 canaslras alhos, 20 barricas foijio, 10 di-
tas covada, toditas puoso, 72 balaios de
viiii-, 8 ae ifii -s, 3 con lecas o 18 costiiihos,
2 tornos deconlefas; aos consignatarios.
1 sacco pilih'o's, 1 barril vinagre; a Joa-
quim Pinhoiro Jacome.
2 canaslras ourifos, 2 ditas batatas, 2 di-
tas ceblas; a Domingos Jos l'ereira da
Costa.
I embrulho toalhas, panno de linho e co-
thurnos ; a Jos Antonio Pinheiro.
1 caixio plantas e r.u/.os de Reres ; a Jo-
s Joaquim da Silva Maya.
3 cusas figos, 17 barrissardinhas; a Jos
Vicente de Lima.
a
dando aaiiin cada um lado alguna passoa
bem preciso coofesaar, Incapaz de responder a P'a diminuir a diflereoca de carcter que noi
esias quettoei tempre reiler.dat : lepara e que en me eiagero provavel.nen-
-. Que icni.ta.que dizer de Mr. Fernando I te, Ulvea encontremos uina felicidade com-
anresenia-nos hua aueixa, urna boa razao qual uium. _____
que., que aeremos o prlmelrot a romper ene Felizmente Mr. Fernando nao deiconfiou um
calamento. o instaute da minha indecnao, porque noi
Folio eu era bem obrigada a reconhecer que dous diasque ella durou, mantona dme pru-
. denleinente que eu ettava indiiposta
te do auno, o que ilevia- acoutecer te Hr. Uu-
|il -sis quizeste, segundo os leus prinieirot
projectos quasi lempre habitar no lioirv Ella
perspectiva me presageava um enjo mortal.
I-. .i/in- ule Mr. Duplessis tem sido muito
araavel : elle promelteu a minha mil que a li-
canamos no campo o lempo que me conriet-
le. Se eu quiter passar nove uu des ni /es do
auno em Paris passaremos, tnieute como et-
tamos ainda na bella estacao Mr. Fernando pe-
dio que paitiisemot para Berry logo depois de
nosso casamento ; l eslareuiusat os los dede-
zembro, e viremos passar o invern em
Paris.
Parece que elle tem em Ribxlliae (elle he o
uome de aua propiiodadc jura castcllo gothlco
com ioninia-, i.iualiii. minha chara:.' i,ir-
ruid n ?... tu me vz agora castellaa. Mr. Fer-
nando nao comprar nova mobiliaicmiaberqual
o meu goslo. Esta rasao motivar nolsa promp-
la part ia para llerry Mr. Fernando val man-
dar preparar um oratorio com viIium. de co-
res, cquadrot para mim. Tem tambem a idea
de mandar couslrulr uina capaila junto ao cas-
tollo. Mr. Fernando me parece muito religioso,
quer que eu und i um coufenor, e que rae con-
fesie de oiio coi oito dial.... de oito em oito
dial lito m parece luo coinmungar pela
paschoa, como uo collegio creio que be muito
ulHoiente.
Muito me divertir arranjar este castello, es-
colher ai tintas, os movis Eiquecia-m< dl-
zei-te que teremos mu phaeloule para os nossos
passeloi not afre,loros.... Mr. Fernando man-
dou vir houieiii para dianlede nonas janellaa
o meu carro como elle cbama ; beuinmul lindo
couiic mai puchad i por dous encautadorea ca-
vallus pardo-escuroi; as libri lao aiuet e pra-
4 barril coxidii; s Francisco Xavier .Mi-
tins Bastos,
3 caixOes peru leccas ; Francisca.
Fe vi rlieerd.
20nncoretn izeltoms; a Antonio Mar-
tirio Vieira.
100 rodas d'areos de pao ; a Nirclzo Jo*
de Cirvalho.
4 barricas castanhas ; i Antonio Dias Gui-
arnos.
50 ancorlas azeilonas, I pipa vinho, n
barris sardinhas, 3 barricas amendois, i
caixa miudezas; a Francisco Alves de Pinlio.
42 pipas vinho; a Guimaries & Manrique
1 caixa panno de linho, 9 caixOes e 2cu'
nbetes diversas miudezas ; a Manoel Jos
Soares Guimaries.
1 barril peino salgando ; Jos Pereira di
Cantil.
1 ciixiii chapeos de Ifil, 1 barril vinho;a
Manoel Luiz Ferreira.
9 barricas cevidi ; a Novies Com-
panhia.
1 caixa doce; Caetino da Costi Morcin.
1 barril vinagre; a Jos Antonio Brigi
Jnior.
1 caixio Hvros ; a Anlonio Jos de Ferias
Machado.
' 1 dito obras de prst; a'Moreira & Duarle,
100 cu nbetes volas de sebo ; Joio Fran-
cisco da Cruz.
2 caixas ferragens, 6 ditas linhas, 1 dili
retroz ; a Tarrozo & Companhia.
2 barris vinho ; a Manoel Ferreira da Sil-
va Tarrozo.
1 caixio cascos para chapeos; a Joaquim
de Oliveira Maia.
1 dito obras de prala; a Jos Antonio di
(Hulla & li nulo.
2 lats carne salgada, 30 caixOes abitidos;
a Jos Joaquim da Costa Maia.
3 caixas e 3 caixotes diversas miudezas,
12escovas de i i i sala, 17 canaslras alhos;
a Domingos Rodrigues da Andrade.
1 caixa bonecasde barro; a Anlonio Fcr-
naii les I li une.
I74cadeiras de pi ; a Jos'Antonio de
Carvalho.
a cimbeles ferragens, 9 csixas lamneos,
5 ditas cseos para chapeos; a Antonio Joi-
quim doa Santos Andrade.
2 ditas castanhas e macies ; a Luiz Jos
de 8a Araujo.
I dita baetllhas ; a Antonio Francisco do
Mora es.
5 canaslras castanhas; a Jos Joaquim
Lopes de Almeida.
5 volumes ferragens ; Jos LeSo de
Castro.
I cunhete dlnheiro ; a Rozas Braga i
Companhia.
Accrcscimo ao mesmo manifest.
I caixa chapeos; a Manoel Gomes de Pinito.
1 embrulho lenfes ; a Bento da Silv
Roza.
1 lata carne; a Manoel DiasSoutu.
1 lili dita ; a Antonio Francisco Mol
2 ditas dila ; a Manoel Dias de Piuho.
2 molnos de louro, 5 canaslras macies;
a Joaquim Martins.
1 ancoreta azeilonas ; a Thomaz Fernan-
das da Cunta.
1 barril vinagre ; a Luiz Augusto Fer-
nandos.
1 dito presuntos ; a Barboza &Olivein.
1 caixio bacalho ; a Manoel Jos da Silva
Porlo Irmios.
5 pipas vinho ; a Miguel Antonio da Cos-
ta e Silva.
130 resteas ceblas, 1 caixiosinho obns
de prala, 2caix0es retroz, 1 barril psinso,
37 canaslras ceblas, tO barricas sardinhas,
I moiiio eoin bengalas da India ; aos con-
signatarios.
1 caix5osinho obras de prala; a Manoel
Gonf alves de Oliveira.
'2 siuolas canarios, 6 canaslras e 1 barrici
frutas seccas, I barril vinho, 2 dilos peixe, 1
cansstra macies, 1 ancoreta azeilonas, 2
caixOasinhos doce, 1 dito figuras ; a Manoel
Jos da Silva Porto.
10 barricas amnndoas; a Francisco Joso
Pacheco de Oliveira.
1 lata encapada comouro ; a Jos Mendes
Rodriguos <.impeli.
1 caixio Hvros ; i Manoel Duarle Ro-
drigues.
1 dito com um bon ; a Joio Pinto Regis
de Souza.
1 embrulho livros ; a Jos Antonio dos
Sanios Andrade.
I dito lenfes de linho; a Manoel Joaquim
Ramos e Silva.
1 dito folbetos impressos ; a Jos Moreira
Lopes.
1 dilo luvas de seda ; s Jos Joaquim da
Costa Maia.
1 c ii loso ouro; a Francisco Moreira Piulo
Birboza.
1 embrulho retroz ; a Francisco Alves do
Pmho.
1 lata carne ; a Manoel Luiz Ferreira.
6 gaiolas e t viveiro passaros, 1 sacco p<-
inso ; a Manoel Soares Guimaries.
I embrulho lenfss ; a Antonio Francisco
de Moraes.
70 resieas ceblas ; i Manoel Fnnciict)
Nogueira.
Brigue brasileiro Saggltario, vindo dc
Santa Catharina, consignado a viuva Carn-
eo, maniTeslou o seguinte :
8,920 alqueires farinha de mandioca;
orden".
lliate brasileiro Aguia brasileira, vindo de
Acarac, consignado a Manoel Gonfalves d>
Silva, manifeslou o segninte:
6,916 meios de sola, 3 caixotes, I pacoti-
nho e 2 nmbrulhos queijos, 72 couros sal-
gados, 123courmhos, 22 magos do ditos, i
caixio pennas de ema, 1 dito urna rede, I
barril carne, 1 caixa e 1 caixio ovos, I dito
lia, 1 caixute e I barrica ovos ; a ordem.
luid modesta colinda burguesa de nosti
velha Mariauna. .
Esquecla-me diier que 1 prenda he inagnih
ca. Mr. Fernando fez loucuras: tem um ade-
resso de turquezai e de brilhantei e um bello
collar dc diamantes com brincos soberlios, c
plumas para toucado ; nao sel o que mais deva
admirar, le um chale de casimira verde, ou ou-
tro que he de um atul lio bonito e dc um de-
aondo lio arrebatador que me estallo a consi-
derar ambos, ha tambem renda e blcos da
mais bella oscolha, c vestidos de todas as qua-
lidadei, qualro dos quaes sao de velludo dc
.lillerentes cores, emiii Mr. Fernando, devo
fazcr-lhe justica, lem obrado como principe....
Tu me acharas bem mudavel: tcr-teescrip-
to ncita mesma carta que me malariant ut
que nao' me obrigariam a casar com Mr. Fernando
e termina-la quasi alegremente ; que "quere,
escrevo, como perno, e como obro, nao tou
nina mulher dc erando carcter urna madama
ftaymwtdo, sou una pobre mofa que val onde
alevam. Tenho tido de vez eiu quando alguns
pequeos estreinecimenoi, cuidando no Cuiun)
bem que me divina mono com brincos dciuj-
nha prenda, porm j te disse minha deoisao
est tomada, quero procurar tirar della o me-
luir pailldo possivel. .
Deiii.il. vejo meu pai e minba mil lao felise,
lao contentes com este casamento, lio reco-
nhecidos pela minha submissao d seus desojos,
iueicu contentatnenlo se me communlca.lc em
alta da felieldade, como a tlnha entendido, go-
ao da dalles.... Adeot, chara Hermnela,ale la-
go, tua amiga que nao desespero mais, que pe-
lo contrario coinmeca a esperar um pouco.
A. C.
P. S. Fica entendido que lu chegari aqu
nenes quatros dial, o mais tardar, pois quero
que lejai quem me asiiata as bodai.
FIM DO PRIMEIRO VOLUME.
(t-'oalnear-ii-ria-)


i^m
p
**^
mm
Pancho brasileir* Htrelda, *indo do Rio
de Janeiro, consignado a JoSo Francisco di
Cruz, manifestou o seguinte :
100 barricas farinha de trigo, 8 caixi li-
cor, 6 dit'8 salsa, 5 pipas agurdente de Pal-
ma, 2 caixes eha e bombas de fogo, 100 li-
tas bisooitos, 1,000 caixas sabio, aoosiccil
familia de mandioca; ordora.
Aliim da mercaduras cima declaradas
trai miis o seguinte :
2 caixes livro pira o Cear e Pira, 19
ditos armim-nto para Aligois, Para e Ma-
ranho, 192 barria plvora ; a ordem do
Exm Si-, preaidenle da provincia.
Galeota hollandezi CuracSo, viuda de
Kotter lam.oonsignacia a Brander a Brandis,
mu f'>lni o seguinte :
Mucamas Tullas de flindres, 100 ditas o
40 barricas genebr, 200 botijas oleo de II-
nbaca, 26 volumei rotim, 188 ciixn quei-
jos, 50 presuntos, 400 peca de ferro em bar-
ra, 50 saccas farelos, 25 caixas vellas, 300
gigos batatas, 5 saccas ilpisla, 200 meios
gn .itrios ; a oidum.
Barca fraoceii Julns, vinda de Celte e
Marseille, consignada a J. H. I.asserre de
Companhia, manifestou o seguinte:
200 pipas, 40 ovias ditas, 160 barril, 20 cal-
zas e 6 quartolas vinho, 4 barricas lores.d
alfazeroa, 50 caizas velas, 50 barfls el8
caizas a7eito de Oliveira, 0 barris oleo de
linhaca, 4 barricas amendoas, 4 nina comi-
nho, 70 balai papel, 20 caixas enxofrf, 60
ditas msssis, 4 birricis pimenti, 20 barris
chumbo, 100 barrica farinhi de trigo, 120
caizai pasan, 2gigos, l,214pecas, louci,6
jar> ii e 149 visos para flores ; a ordem.
,-Hiate braiileiro DuviJoso, vindo do Aea-
rac, consignado a Joi Manoel Martina,
mauifestuu oae^uinle:
100 sarcas farinha de mandioca, 52 ditas
goman. ditas feijSo, 17 ditas algo.lflo, I
dita peonas de ema, 1 dita cera amarella,
83 ditas dita de ciroiuba, 300 esteiras, 22
molhos de ditas, 23 ditoi e 1 300 peles cou-
i ds de cabra, 71 couros silgados, 180 vaso
de barro, 4 fardos sipatos, 1 dito chapeos
de palha, 33* meios do sola ; a ordom.
CONSULADO GEItAL.
Kendimenlododiil 26 .65:098,146
Idemd0dil27.........2:457,938
doui do mesmo theor que serlo afixa los
na praca do commercio, u can dai ludirn-
cias, e impresioi nos Jomaos. Dado e paa-
sado nesta cidade do Recife de Pernambu-
co loa 8 de Janeiro de 1852 --Eu Manoel Joi
quim Baptiata escrivSo interino o escrevl.
Joi Riymundo di Costa Menezes.
DeclarajSes.
J^;
Avisos martimos.
'
67:556,084
DIVERSAS PROVINCIAS.
liciid i mciiln do dil 1 126..
dem do dii 27.....
2:635,930
157,108
2:813,038
Etporlaco.
Rio Grande do Sul, brigue-eaeum bnsi-
leiro ii S. Jii.'D Vencedor de 134 toneladas,
conduzio oseguinte : 1,200 alqueires sal,
1 caixote, 3 caixas e 1 caixotmho fazendas,
500 barricas com 3,020 arrobas e 9 libras
assucar, 1 caixa calcado, 3C0 cucos com
casca.
Pararnos, hiato brasileiro N. S. dis He-
ves de 20 toneladas, conduzio o seguin-
te:-130 barricas bicilho, 55 ditas fari-
nha de trigo.
dem, liiate braaileiro Espadarte a de
27 toneladas, conduzio o aeguinte : 6 far-
dos fazen las, 2caix>s ditas, 1 picote di-
tas, 2 c.iiies utensilios para seleiro, 5 gi-
gos Champanhe, 50 barricas farinha de tri-
go, 5 barris e 4 melov ditos manteiga, 2 di-
tos vinho branco, 1 fardo papel, 2 caixas
massas, 4 ditas passas, 1 fardo nove, 1 em-
brulho canella, I sacca erva-doc', 20 gar-
rafies va/i.is, 1 einl rulho li, t pipi e 2
batris vinho, 150 barricas bicalhio, 4 bar-
ris pregos e laixas, 10 caixas vellas do
carnauba, 6 ditas com 756 libras dita, 19
saceos com 43 arrobas de bulaxas.
dem, biale brasileiro J'arahbano a do
37 toneladas, conduzio o seguidle :I cal-
zte drogas, 2 saccas salitre, 2 barris e 3
meios ditos manteiga, 5 ditos violio branco,
30 barricas f.rinha do trigo, 20 ditassardi-
nhis, 8 caixas fulha de Flandres, 2 ditas
zinco mi barra, 1 caixao miudezis, 200
quinlaes de haca h.io. 4 caixOes, 6 caixas,
3 fardos e 1 pacote fazendas, 50 barricas
de trigo, 2 saccas com 10 arrobas de caf,
20 ciixis folha de Flandres, 12 bicias de
dita dito, 2 l.iiiipn'i-s.
RECEBEUOIIIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBL'CO.
Rendimento rio dia 27.....1:710,676
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dil 27.....2:907,789
MTmentO do porto.
A cmara municipil contracta, com
quem por menos (lzer o aterro por bracM
cubioas, do alagado lobro que tem de cons-
trulr-se o mitadouro publico : os preten-
demos dirijam-se por carta fechadt so vo-
reador Mamed, no largo do Corpo Santo..
REAL COMPANHIA DOS PAQUETES LNGLtV
ZES A VAPOR.
No dil 31 doste mez,eipera-ie
o vapor Teviot, oommandante
lleven, o qual depoia di demo-
n do coslume seguirl pan os
porloidoSul: pinpasssgeiros, trati-ieni
cisi di agencia, na ra do Trapiche Novo
a. 4. ,
Pel 4. seccBo da inspectora da fa-
zenda se faz publico, que em virtude d.or-
dem do Exm Sr. Prosi lente da provincia
preciw-se comprar para forneciment da
ilha de Fernando os objectos abaixo decla-
rados, e a quem convier queiram compare-
cer na mesma inspectora munidos de *uas
progpostas o amostras nos dias 24, 26, e 27
do crranle.
RELACAO DOS OBJECTOS PRECIOS.
Farinha do mandioca 800 saccas, aisucir
branco 25 arrobas, bolaza 25 arrobis, arroz
saccas. azeite doce 2 medidas, vinagre
30 medidas, sabSo 4 caizas, sal 4 alqoeires,
medida velha, toucinho urna arroba, alo-
tria una caixa, brabante 4 calabrotos,
chumbo em barra 3 arrobas, papel almarjo
3 resmas, peonas de oscrever 300, lapes 2
caniveles2, folhinlus d'algibeira 2, pregos
caizaes 5000, ditos caibraes 10.000, ditos
ripaes do reino 4000, pregos de guarnido
4000, poitas d'emliira do20 bracas 200, col-
la urna arroba, giz 3 libras, vossouras de
piacaba 16, garrafoes5, dobradiew do cruz
para jan das 100, cravoa de ferro pequeos
400, arco de ferro 8 arrobas.
Quarta seccSo da inspectora da Fazenda
23 de jmeirodel852.
Josa" de Brito Ingle:.
Em consequedeia da diciso do Exm.
Sr. presidente da provincia, pela directora
do Lyceo se faz publico, que continua em
vigora portara do 1.* de fevarolro de 1843,
na liarte em que se exige exime de gram-
matica latina, fcito neste estabelecimento
ra a matriculadas aulas de philosophia,
nuaes para paramentos de como methor le
poder! ver na Ornara Ecclesiastlca ; e isto
pira nao hav/reni duvilas no futuro.
-Preleiide-j'e comprar o irmizem n. 0
da na di Semilla Velha, que pertenceo 10
fallecido Jos Atronco Riguiiri; quem se
julgar com direto ao mesmo anuncia por
este Otarlo t o dia 30 do Borrante mes de
Janeiro.
OSr. Antonio Pinto de MigilhSe he
responsivel pelo debito contrado pela so-
ciedade do Mallo* & Magalhfea estabeleci-
dos com urna taberna defron to do oito do
livramento n. 20, em quanto nSo forom pa-
gos lodos o seuscredores, ou que espre'ca-
mente o desone em por um documento as-
signado por todos, nBo he um simples an-
nuncio publicado no Diario n. 20, qoe o
desonera dessa rosponsabilidsde, e so il-
gum do-umento tem que o desonere quei-
ii publicar por esta folha.
-- Desiaparecou di ni lade da Parahiba em
o dia 9 do corrente um escravo ifricaao de
nomo JoSo, cerca de 35 anuos do idaderboe
estatura, espadau'do, ps grosaos, andar
achamboado o um pouco inclinado pan
diante, olhos rasos, labios um tanto encar-
nados, piuca barba, e macules agudas, len-
docm urna dellas, ao pe do final do olho,
pequeas cicalrizes, que parece terem sido
do contusSo. Levou vetido calcas de ra
p___
e rhetorica, e ipprovacdin de lingua naci
nal.obtid no mesmo liceo, para as domis com os consignatarios Novaes &
aulas de jnstruccao superior.
Prela-ge a barca Tentadora Feliz pin
qualquer porto do Norte ou Sul, com prefe-
rencia para o da Parahiba e ttmliom le ven-
de dinbeiro ou api-aso ou por troca de os-
cravoi correspondentes ao seu valor, os
pertendentei deumaeoutra cousa podem di-
rijir-aa arui larga do Rozarlo n. 18, que
acharS ocqrn qneui tratar.
--Frela-se pan qualquer parte do medi-
terrneo o brigue ingloz Salla Itookb, ca-
pilflo JoSo Maciaravich. Trata-Se em cosa
de Manoel do rtasTlmento Peroira, rui do
Trapicho n. 13,ou com o cipilSo ni praca ou
a bordo.
- Para o Rio de Janeiro a
sumaca Santo Antonio, que pof
inconveniente* b3o sabio no dia
s5 do corrente, seguir o eu des-
tino no dia a8, recebe escravos a
fretc, aos quaea offerece o meihor
agasalho : trati-se com os consig-
natarios Machado & l'inheiro, nu
ruado Vigarion. 19, segundo an-
dar, ou com ocapilaoa bordo. As
pesfoas que tem tratado pnssagem caitoazul,cimiza de aigodaosiuho,
j _.j i.,a Peo de palha, e foi montado em um
de escravos, s8o rogadas o po-los russso.^eJfo'z com canKaI1)a, um
a bordo at as 9 horas da manhaa
do referido dia. ,
Para o Aracaly.
Segu na preaente semana, o bem conlie
do hinto Capibaribe mest'e Antonio Jos
Vianna, para o resto di carga, tnta-se na
ra do Vigario n 5, ou com o mestre do
mesmo no Forte do Malto.
-- Para o Aracaly sne impretervelmcn-
te alo o dia 4 le fevereiro, o hiato Flor do
Cuiuripo > : quom nelle quizer cirregar ou
ir de pissagem, direja-se a ra da Cadeil do
Recife n.49, seitondo an lar.
-- Pira o Rio do Janeiro sao com muita
brevidide por ter parle do leu carrega-
mento promptoo brigue brasileiro Animo.
capitSo Domingos Antonio de Azevedo:
para o restinte da carga, pisgageiros e es-
envos a frete, pira os quaes tem commo-
dos sulllcientes, trata-se com o mesmo ca-
pitaooulcom Luiz Jos de S Araujo, na
ra da Cruz, n. 33.
Para o Rio de Janeiro, sa-
ne em poucos dias, o patacho bra-
sileiro Confianca: para o resto da
carga e escravos a frete, trata-se
Outrosim, declara-so queoexercicio da
todas ss aulas comisar no dia I de feve-
reiro p. vindouro, is mesmas horas Usadas
nos minos anterioies, a saber: latim das
8 sll ; inglez, geograpbia, o philosophia
das 8 Is 10; francez, lingui nacional, geo-
metra, rhetorica o dezonho das lOaomeio
dia.
Liceo, 22 de Janeiro de 1852.
Amanuense
Hermenegildo Marchito de miranda.
Em aditamento ao annuncio publicado
no Diario de 15 docorronte, a cerca de um
pardinboquo fui aprehendido por esta sub-
lelegacia por fgido, com um cavallo russo
co 11 cangalHa, declara-so que o mesmo con-
fessou ser escravo de Vitorino de tal do eh-
genlio Tabocas,destriclo doPau do Alho.cha
ma-se Claudino,oque anliva fgido. Sub-
delegada do Recife 22 do Janeiro de 1852,
O Subdelgalo, Jos Joaqum de Oliveira
Companhia, na ra do Trapicbe
n. 34, ou com o capito, na praca
do commercio.
Para o Porto
Seguir com muiti brevidarle ^brigue
portuguaza Boi-Viagem, capitSo Antonio
Pereira Loita Jnior, tem bons commodns
o ozcellente tretimento : para passageiros
o carga trata-se na ra do Vigario, n. II ou
i'iiio O capilSona pri;a.
Para o Porto, sahir impreterivelmen-
te no dia 4 de fevereiro, a barca Espirito
Santo, capilSo JoSo Carlos Teixeiri, tem
bons commodos e oxcellente tralamento :
para passagoiros e o resto da carga, trata-se
na ruado Vigario n. II, ou como apuno i
bordo.
Para Lisboa com brevidide o brigue
portuguoz Laii de que he capitam Jos de
Abreu, pin o resto di carg e passageiros
- De ordem do lllm. Sr. director geral da I para 0 que tem os me|hores commodos :
ffaiiioi entrados no dia 27.
Acaracu' 13 dias, Imite brasileiro Aguia
Brrsileira, de 53 tonelladas, mestre Fran-
cisco Juso da Silva Rates, cquipagem 6,
carga varios gneros j 1 Minoel Goncalves
da Silva. Passageiros Fredenco Rodri-
gues Pimental, Firmino Gonijalvos Freir,
Alexandie Carneiro da Costa e 2 escravos
a entregar.
Calcuta -- 111.". dias, barc ingleza Fairy
Queen, de 319 tonelladas, capitSo II Re-
cnardson, equipagem 18, carga assucar e
linio ; ao capilSo. Veio com agoa aberta
oseguo para Dublio.
Ilambnrgo-- 36 dias, barca austraca Graf
Apponye, de 268 tonelladas, capullo G.
i.ain lie, equipagem II, carga fazendas e
niitis gneros ; a N, O. Biebcr 4 Com-
panhia.
Parahiba 14 horas, hiate brasileiro Exa-
la<;9o, de 37 tonelladas, mestre Antonio
Manoel Alfonso, equipagem 4, carga assu-
car e loros; ao mestre. Passageiros, Tbo-
ii,.is lin-, Alexandre Jos Machado, Cae-
tano Augusto lliierr'a E. Mendes da Sil-
va, JoSo Francisco Q laresroa, Manoel Joa-
qiiiin de Oliveira, e Tintino Aquino dos
Santos
Navios sahidos no maimo aMa
Rio do Janeiro barca americana Ellen Mor-
rison, capilSoJamesGavet, carga parte da
que trouze.
Rio Grande do Sul eportol intermedios
bnguo brasileiro Principe D. Affooso, ci-
pitaoManoel Luiz dos Santos, carga sale
palha. Conduz 31 esciavos a entregar.
Lisboa briguo brasileiro Mariana, capitSo
Jos da Cuuha Jnior, carga assucar.
Paribiha hiate brasileiro Nossa Seohora
das Neves. mestre JoSo Francisco Martins,
InslruccSo publica, Taco saber a quom con-,
v.er, que lendo fallecido o proleasor d'ins-
inicc.io elementar do segundo grao da fre-
guesia da S da cidado do Olinda, e cons-
tando oHIcialmeote, quo o respectivo subs-
tituto ha renunciado o diroilo de psssar a
propietario dessa cadeira, est ella posta
a c-'ncurso com o praso de 50 dias, conta-
dos desta darla.
Directoria garal da instruccSo publica, 17
de Janeiro do 1852. Candido Eustaquio
Cesar de Mello, amanuense archivista.
--Por ordem do Sr.director interino fa?o
publico que na conformidade do arl: 13 do
regulamonlo do 12 de maio do anno p.lindo
abiir-se-ha a matricula dasaulas do Lyceo
nodia 15 do corrente, e ser encerrada no
ultimo deste mesmo mez, ezceptSo da de
Latim. Lyceu 2 de Janeiro de 1852.O
amanuense.HermenegildoJUarcellino de Mi-
randa.
THEATRODES IZ\BEL. -
28," RECITA DA ASSICNATURA.
Puna-fera, 29 de Janeiro ae 1852.
Subir scena o ezcellente e ruuito ip'
planudo drama em 5 actos
O Mjrinheiro de San-Tropez.
ou
(1 Fnupnpnnmenlo. "" O corretor Miguel Caineiro, far leilSo
U l-.nvenenamento. nodiaquarta-fein 28 do corrente, as 10
Terminara o espetacolo com a nov e horl8 dl) dja no geu armnem na ru, do
graciosa Tarca.
falarcom o mesmo capitSo na praca do com-
mercio ,ou com Francisco Severiuo Rabello
& bino.
Para o Para em direitura ,
a bem conhecida escuna brasilcira Emilia ,
capilSo e pratico Antonio Silveira Maciel
Jnior, tem de seguir para o Par em direi-
tura, com a maior brevidade possivel, por
terquasi toda a carga j engajada : quem
pretonder engajar o resto, ou ir do passa-
gem pode entender-se com o capitSo da
mesma, ou com J. C. Augusto daSiIvs, na
ra da Cruz, irmizem n. 13.
Para a Ualiiu.
U brigue braiileiro Almirante,
forrado e pregado de cobre, de su
perior marcha, segu impreteri-
velmentc no dia ab do corrente ,
recebe algtnna carga e passageiros,
aos quaes offerece excellentes com-
modos: trata-se com os consigna-
tarios Machado & Pinheiro, na ra
do Vigario n. 19, segundo andar ,
ou com o capito na piara.
de poco d'igua de beber, o tanque pifa ba-
nho : 1 quem convir esta permuta ou irran-
damento, dirija-se 10 mesmo litio a qual-
quer horado dia, a tritir como leu pro-
pietario, que neste caaa vender um ezcel-
lente, e novo carro de 4 rodas, o orna boi
parelha de cavallo*.
Antonio de (iliveiri Deniz, fiz publi-
co, quo ninguem faga negocio algum, com
urna monda de casi de .Man n I Baptista Ro-
drigues di RessurreicSo, siti ni villa da
Alhandra rua da Matriz n. 5, cuja casa est
iiypoiliaeada ao mesmo annuncianto pe
quantia de 200,000 ris.
Em rsposta ao annuncio publicado
em iioma de Manoel da Carvalho Furtado,
que sa diz procurador d'um tal JoSo de Bar-
ros Silva, no Diario de hontem 27, tem o
abaizo aasignado a dizer, primeiro quo aj-
mira que tendo o escravo do que le trata.
existido em seu po ler nesta cidade, vista
e face do todos, por espado de dous anuos,
nSo fosso reclamado por pessoa alguma, e
logo que passou pan o poder desui mulhcr,
Joanna Mara Man, pouco mais do dona
mezes depois apnarecesse o proprio quo o
vendeu, denuncian lo-o i policia como tur-
lado; segundo que estando csse vendedor
preso na oadeia de Caranhuas, senundo diz
o Sr. Furtado, lia mais de seis mezes, nSo
tralisso elle ou seu conslituinte de proce-
e cha- der criminalmente contra csio que se diz
cavallo hver furtado o escravo, para aqu aproson-
par de tu ni niili s liten.;.! condemnatoria que
mallas do couro cru' com cabellos verme- ssim JtlIglHi, nico meio Icuitimo di-
Ihos, cinco sacos d'algodSo umi medida de provar que o escravo fora com elTeito fur-
medir farinha, e 9 ro. Esaeescnvo lie conhocido nesta cidado ISo inleirado do litigio que pende entren
do Recifa com o nome do JoSo cascalbo, e abaizo asssignado eaua mulher, o tomenel-
ja pertenceo a um pescador de Fora d-i Por- le tanto interesse. como se fura parte o to-
tas chamado por alcunho Jgnacio sem-ci- davia linja ignorar que o escravo foi por
roulas ; depois passou a Domingos Jos Ma- ella acollo, eesteve mais de dous mezes em
chado, que leve venda no Arco do Sr. Bom poder della, que depois disso tontn vende-
Jesus dos Portas, o deste passou a Antonio lo, dando-llie bilhetes pan procurar se-
JoSo Ramos, em cujo senhoiio se mandou nnor; sendoassim inezactoo Sr. Furtado
para a Prrahiba. Quem o pegar pode con- em suas declararles. NSo ha pu- n por
duzi-Io naquella cidade a Antonio Rodri- annuncios dejornaes queso spuram, e fi-
gues Segismundo, que ser generosamente ?m valer direitos; mas sim pelos meios
recompessado. judici es, pira os quaes se reserva o abai-
-- O abaizo assignado, administrador di zoassignadoque desdo j protesta nSo dar
imperial capella de N. S. da AssumpfSoda mais resposla a annuncios t>es como o pu-
Estancia, tem de apresentar ao respeitavel blicado em nome do Sr. Furtado, venham
publico a carta regia abaixo transcripta so- donde vierem. Francisco JosDuarte Ca-
br a faculdadeconcodida a seu antecessor marco.
o meslrn do campos Domingos Rodrigues T"!*JKftffiS
Carneiro sobre a imperial capel.'a por el-rei 9 Francisco u'Assis da Silva Ferreira, ?
o Sr. I). Julo V. Carta regja. Francisco da *> Dr. em medicina pela laculdade do (O
Coiti Moraei. -Eu cl-iel, vol envi mui 9> Rio de Janeiro, avisa ao respeitavel a)
-ni la i; miodando ver no meu conselho ul- 9 publico queso icba morando na rua ?
tramar o requerimento quo nessa o mestre do Livrmenlo n. 24, segundo andar, 9
de campos do terco da gente preta Domm- # anudo pode ser prjcurado para as 9
gol Rodrigues Carneiro em seu nome e dos func^Oos do su 1 prolissSo. ?
nata ollloiaes delle sobre a ruina em que se @Sf jT#ffS>#^~
acha a capella quo fez o meatre de campos Daseja-se fallar ao Sr. Antonio Nunes
llourique Das na Estancia em quo o tal ler- d'Azeno jo Campos, nal un da Ireguesia de
coassisle; e por esta se nSo poder nella fa- S. Beoto, da villa do Porto-Calvo, a neg-
zer a fosta de N. S. da AssumpcSo que secos- co de seu inleressa o do sui familia : o
turna fazer em acgSo de gnea pola Victoria rua do (Jueunado loja u. 7.
que no seu dia alcancou contra os bollan. -- JoSo Francisco .Martins, retira-se para
lo/es, nein di/.er jnissii com a decencia ne- Portugal.
cessaria, cujo damno nSo poJia ler remedio Piecisa-se do um amassador de pda-
se eu nfio concorresse da fazenda real com o ria, que desemponhoo sm lugar: na rua
custo da redilicafSo di dita capella por el- do Domingos Pires 11. 44, nSo se olhi o or-
les nSo terem posses para o fazerem : sendo donado,
tambem necessario capelMo para Ihe diter
missa e administrar os sacramentos, e or-
namentos precisos para a mesma capella.
Fui servido resolver que pelas sobras dos di-
Compras
Compra-se uaia casa terrea 110 bairro
zimos so Caca a roediflcicSo desta capella, deS. Antonio, cujo preco nSo exceda de600/
do que me pareceu avisar-vos, pira que nes- rs un.-n i|Ver annuncio.
la forma fagis pOr em execu^So esta miuha ..jf, |{ua-Nova, n. 63 compram-se bicos
resolucSo, e ao provedor da fazenda se avisa e rendas feitos na trra da largura do um
Leilao.
Trapicho n. 40, de diversos trastes novos e
1 usados, um buhar com todos os seus per-
! (enees, louca, vidros, candieiros, pistollis
em um estojo mui rico, relojos patente in-
glez, e outros muilos objectos que serlo
uomecara "', dn entregues por qualquer preco que for of-
Os bilhetea iclum-ie a venda no lugar do utJijJ0i K H F M
O tolo fingido.
que linalisir com o coro da
GALOPADA.
Cu mugara as H lloras.
coslume.
Avisos diversos.
faa
un: vriui de apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Bofe, 28 de Janeiro de 1852.
carga varios gneros.
dem-hiate braiileiro Espadarte, mestre,
Manoel supino di Peoha, carga virios ''
gneros
Rio de Janeiro brigue americano Victori-
ne, capitSo G. F. Brown, em lastro.
Dezeji-se fallar aosSrs. Jos Rodrigues
Lima, llenrique Antonio Rodrigues e Joa-
qum dos Santos Craca a negocio de seus
inleresses : ni rua da Cadeia do Recife n.
Em bendicTo do actor Francisco 5t;.Palrneir. & BellrSo. com tTmtsem da
de Salles U111 maraes e Lunilla. molhados no largo doCorpo-Santo, acahSo
Depois de urna escolhid ouvertura su- de receber verdadeiros maresquino de Za-
bir a scena pel primein vez neste theitro ra.queijos londrinos.e presuntos para liim-
o bello drama
A Gargalhada.
Personagens o actores
Andr osenhorGnimarSes.
EstovSo osenhor Costa.
ED1TAL.
O Doutor Jos Haymundo da Costa Menezcs
juiz municipal suplente da segunda va-
ra e do commercio nesta cidado do Re-
cite de permmburo por S. M. I. e C. o Sr.
D. Pedro II., que Dos guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
rriii que do dia 88 do corrente mez, na casa
das audiencias, depois de meio dia se ha de
arrematar em praca publica por vonda um
terreno na nuva travessi que segu di rua
da Soledade pin a estrada da Estancia, com
II palmos de fronte u-125 de fu n.lo,alguna ar-
voredos de fruclos, sem beoefeilorias, chSos
proprios, deudo pelo puente com o sitio de
Antonia de Cadaval Pinto, e pelo oascento
rom outro terreno 'lo ezecutido avilia-
de 1 or150,000 rs., penhoradoa Jos A-
delo da Silya porexecuc.lo de Manoel Fon-
sera de Medeiros : e pira que chegue a no-
ticia de todoa mindei pissir o presente, e
Dr. Leclerk o senlior Senna.
Leopoldo o senhor Amodo.
Adellu-- seohora D. Leopoldina.
Mme. Lagrange a senhora D. Joanna.
Magdalena a senhora Ii Soledide.
Um criado o senhor Caetano.
Findo que leja este drama, seguir-se-ha
a repreaenlicSo do ezcellente drama em 2
ictos
O Gego e a Leitora.
Personagens e actores.
0 capitSo Sir Cobrigd, o ceg oSr. Senna.
1 laetwon osenhor Cyrillo.
Ai tliur -- o senhor Amodo.
E igar o senhor Jorge.
Tony o senhor Santa Roza.
Lady Gerald--a senhora D. Joanna.
Carolina a senhora D. Leopoldina.
Varios rapazes caladores amigos de Arthur,
criados, etc
bre & &.
Quem annunciou querer sabor sonde
mora Luiz Aulonio Annes Jacomo, dirija-se
a rua das Agoas-Verdes taberna n. 48, que
so Ihedir aonde mora.
Precisa-se de urna mulher de Ma eos, transase franjas para quaresma ; man-
idade, para fazer companhia a urna senho- i las de bico preto para missa ; um so'ti-
ra, e algum comparec 0o rerceiro indar da casa n. 20,
queassim oezecuti. Escripti em Lisboa
a 14.de agosto de 1703, com 1 rublica do
el-reiAntonio Jos C.irreia.llavendo sido
oztincto o corpo dn llenrique Dias, a cuja
corporacSo pertenoe o abaizo assignado, he
njjuito de seu rigoroso dover continuar na
.n.\ -inisii-H<;,io desta capella como urna pra-
;a daqindia eztincta corporafSo at quo S.
II. o Imperador, como juiz perpetuo e pro-
tectordesla, sedigne resolver o contrario
a sobre dita caria regia.
Francisco Jos de Mello.
Antonio Jos Ribeiro Bastos, embarca
para o Rio de Janeiro os seus escravos JoSo,
e Luiz cronulos, e Luiza parda.
Servicos prestados pela homeopa-
tliia ao pulilic >.
O Sr. Manoel Pacheco de Rezende, por
causa de urna hernia inguinal, repulida
quasi incuravel pelos mdicos, tems'do t
agora isento do servico da guarda nacional;
mas gragas a honiccpathia est curado! Pote
porlanto serqualilicado para o servico ac-
tivo. A homcepathia deu miis um soldado a
guarda cvica. -
Aluga-se a loja do sobrado
n, 9 da rua do Apollo com porta 1
para o becco, bem concertada e
pintada, com commodos para fa-
milia e mesmo propria pira haver
nella refrescos e bolinhos a venda
as noites de theatro por ficarem
frente ao mesmo : na rua do Quei-
mado, loja de ferragens n. 37 A.
--1) passado urna preta de nome Maris, nac,So
Benguella que reprezonta 30 anuos de ida-
do tem falta de um dente na fronte, urna
marca no braco de huma fenda queja teve,
pea grandes, alta do corpo ; tem-se enconlra
do pelo Manguinne o Capung, quem a pe-
gar faca favor dea levar a rua da Senzalla
Velha n. 100 ou 108 1. andar que sen re-
compensado.
Casa dem odas francezss, Mdame Millochau
lluessard rui do Atierro di Boa-Vista
n.l.
Pelo navio llarve recebeo-so um lindo
sorlimento das ultimas modas de Pars; em
chapeos de Senhoras, manteletes o enfeites
de cabes;a e de vestido. Ricos chapeos;
capotiuhog de reda de reros de cores bor-
dadas, ditosde bico, ditos de cambraia.; di-
to de seda, enfoilos de cabesca e toucados
para senhoras ; ricas litas, flores e luvas ;
cabecOes de blondo e de lioho bordado, Ro-
meiras e camisinhas de bico bordado ;f-
mantas de blonde para noivas; ricos bicos
o bailados ; mangas de luco ricase simples ,
lencos de cambraia de liuho bordados ; bi-
at 3 palmos.
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miutlezas da pra$a da
Independencia n 4, vendem-sebi-
Ihetes intuiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da 4
lotera da freguezia de S Jos do
Rio de Janeiro.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 e 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira avisa ao r.-sp -itavel
publico, que no dia 3 do prximo
futuro mez, deve chegar do Sul o
vapor da companhia brasileira
conductor das listas da 20. lote-
ra do theatro de S. Pedro de Al-
cantara, e da 4- lotera a beneficia
da Ireguezia de S. Jos, que cor-
reu no dia x'S deste mez, e paga
iiiiikmI.iI,tinente logo que receber
as listas, sem descont algum, to-
dos e quaesquer premios que sahi-
rein nos bilhetes, meios, quartos,
oilavos e vigsimos, vendidos na
nraca da Independencia n. i3 e id,
loja de calrad 1 do Arantes, e na
rua da Cadeia do flecifc n. 46, lo-
ja de miudezas. Estilo expostos
venda os bilhetes e cautelas da 4-
lotera de S. Jos.
Bilhetes
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
MawrkaWas,
des; gravalinhas de lili de vellido e pul-
reiraa com as flvellos ricas de madre de
perola
Faz-se sempre tudo o que enconimendirem
segundo as modas do Par spor preco com-
modo.
I)eseji-se fallar com o Sr. Bernard o
Jos Lopes, pratico da barra a negocio que
ignora : na parca da
O beneficia-do a quem o publico illuslrado rangeiras o. 23.
da rua larg| do Rosario,
~ Precisa-,*) dn unj uiiuui que i|ueua co-
brar divldaa dentro da praca, mediante a
po 1 cenia ge 111 quo su convencionar : na bo-
tica de Uartolomeu francisco de Souza, ni
rua larga do Rosario.
Alug.-se o lerceiro e quirto indar do
sobrado da rua larga do Rosario n. 36 ; i, que o meimo Sr. n;1o
fallar com Bartholomeu Francisco de Souza. lndepedencii, n. 15'
Madama Rosa S. Martin retin-se pira ~ Arrendi-so, e tanftem permuli-so,
o Rio de Janeiro, levaudo em sui compl- por urna caaa do sob(*foo3Je dous andares
nina seus lilims menores Affooc.0, Amelia, no biirro do Recite, S.vAjtoaio, e Uoa-Via-
llypolito e Carlos. ; la, com commodossuillcWntas paja grande
~ O Sr. Jos Miuricio Teixeiri d'Albu-' familia, um sitio muilo portojlavpiaca, por
querquequeira apparecerna rua da Praia ser logo ao sabir da Soledade, para o
n. 49, a negocio de seu interesse.. Manguioho, com u3o poucqs.-ajvoredos de
Precisa-se alugar urna ama para o ser- fructo, cnSos proprios, com,grande, e de-
vico de casa e rua : a tratar na rua das La-cenle casa de sobrado, e sotao, toda envi-
dracaua, contundo 15 quartos, um algrete
tem dado provas de estima e sympithii. es- viza-se a quem convier, que a Capel- na frente o qua Iho todo mura do e engra-
pera uue. o seu espoctaculo soja acceito be- I da Senhora Santa Auna do rio doce filial dido, com a portOes de ferro, e 4 columnas
nignamoote, pelo que de.de ja protesta um do cralo da S, he propried.dedo povo, e[ com 4 leOes, e no fundo outro porta9 dua,
puro eeterno agradecimento queo litioennexo a mesma Capella Ibe es- grendesestribaras para 7 cava los e 2co-
Principiar com a ebegida de Si. Exci. U sugeito poliqumtia de eels mil ra. an-cheiras, esa pan pretos, econohi, gim-
- Vrn lo-so urna loja de calcados Instan-
te afreguezada : os preten lentes dirijam-se
1 rua Olreita n. 65 que acharflo com quem
tratar.
Cera de carnauba barata.
Vende-so cera de carnauba eai por(3o o a
retalho de superior qualidado, vinda 00 ul-
timo navio do Aracaty, por preco commo-
do : na rua da Moe'la. n. 23, primeiro m-
dir.
Graxa do Rio Grande do Sul.
Vendo-so graxa do Rio (rande do Sul em
bexigaa, de muito boa qualidade por preco
commodo : na rua da Moeda n.23, primei-
ro andar.
Vellas de carnauba.
Vendem-se vellas de carnauba bem fabri-
cadas, e se faz o lortimeoto dos tamanhoi a
vontade dos compradores, por precio muilo
commodo : ni rua di Muoda n. SS, primei-
ro andar.
Ven le-so a tiborna n. 67, da rui Velhi
na esquina quo volts pan a rua da Alegra,
muito afreguesada para a trra, e com mui-
to bons commodos para tamil a, indepen-
demos da mesma liberna : a tratar ni rui
do Aradlo taberna n. 8.
Vende-se um buhar em bom estado,
ouse d sociedade em urna parte do mes-
mo : na rua da Cruz do Recife n. 43.
-- Ven.10 -,r um 1 noic.lo do saceos com
feijo miudo, proprio para pretas quo fa-
zem comer para venderam polas rual: ni
rua da Cruz do llecife n. 43.
Bichas de Hamhurgo.
Vendem-sa e alugam-se as ver ladoiras
bichas dn ll iiibur.;o, navalhas para fazer
barba, e bonitas perfumarlas, ludo por pre-
cos commodo ; na rua da Cruz do "Recife n,
43, loja de Jo 1 111111 Antonio Carneiro de
Souza Azevedo.
Vende-so por preco muito commodo,um
trreno com 30 palmos de fente, e mais de
300 d efundo: na rua Imperial do atierro dos
AlTogados, pouco adianto doviveirodo Mu-
niz ; I tratar na mesma rua cun o Sr, Ma-
nuel Carneiro Leal, na aua fabrici de cal-
dereiro.
-- Vende-so a mellior farinhi que existe
no mecido 1 bordo do brigue Sagitario en-
trado de S. Catherma no dn 25 do corrate
quem perlenderquilquer porcSo dirija-so a
bordo do mesmo brigue, ou na rua do cole-
gio n. 17, 2.* andar.
Velas de Espnrmacete.
Vendem-se velas de esparmacete
cm caxinhas de 30 Ib, em casa de
Augusto C, de Abreu .-na rua da
Gadea do Recife n. 48.
Vende-se urna casa terrea no
pateo de S. Pedro, n' i5 com bs-
tame commodo, quintal murado
e cacimba, tambem vende-ae a
melade de um sitio com muito
boa casa de vivenda, na rua do
l'ires do bairro da Boa Vista
quem pretender pirija-se rua do
Collegio, n. 15 terceiro andar.
-Vende-se cebla nova vinde de Lisboa
'iesn011c.1iaun.il molhos, por prejo cora-
modo : na rua da Cadeia, n, 18,
Palitos de panno.
Laurlano Jos de (tarros, mestre alfaiale,
moradornarua do Queimado sobrado da
quina do-, 0.1 iir 1 (.' ,111 s, com escada para
a travessa do Rosario n. 18, vende palito*
de panno cor de cale, cor fixa, e com mui-
to bons aviauiciiios, e feitos do ultimo gus-
to, pelo commodo proco de 22,000 ris.
Ilnli is d'ilamburgo
chegadas neste ultimo navio, muilo bois e
grandes, vendem-se aos cemos : na traves-
sa da M oir- icii ...s n. 9, assim como tem
bolacinha muilo nova, da quadrada e re-
donda ; barricas com dita grande tambem
nova, massas, pasis, figos, ameiiis, nozes,
amendoas, vinho, vinagre branco e tinto ;
papel almaco aparado, dito florete, farinha
fontana o imlho ; caixas com euxofre, di-
las com ago, ditas com espermacete, e mais
gneros, tudo por prego commodo para nSo
escandalizar os compradores.
Continua-sea vender manteiga ingle-
za nova a 48)rs., caf a 140 rs., cha hison
1 1,920e 2,400 rs. a dinheiro, de S. Paulo a
1,600 rs.. e iiiiuijos a M )i| rs. : no pateo do
Carmo taberna nova n. 2.
Vende-sena rua Direita di cidide da
Parahiba do Norte, urna armacSo de botica,
o casco res jectivo, e os restos das drogas
existente, que pertenceu ao falecido Joa-
quim Izidro da Costa Gomes Vieira, e no
bataneo montou tudo em 400,000 mil .rs,
quem quizer comprar pode dirigir-se ao
abaixo assignado morador na 111 suia cida-
de que esta authorizado para fazer a venda
a dinhelTo ou aprazo.
Miguel Antonio Ribeiro.
"-- Na noite do da a6 do cor-
rente, desemeaminhou -se perto
da Soledade um cao preto, novo,
calcados de branco, e ponta da
cauda tambem branca, de rae* Ter-
ra-Nova, cni coleira de couro,
urna chapa, e fvella de lati :
quem souber dirija-se a rua do
Trapiche-Novo n. 3, que ser gra-
tificado.
I Na loja pernambucaua, rua
do Crespo n. 11 Z
vendem-ie perfeitlssimos peitos, pu- 9
nhos, e colannhos, de lioho e fio de 9
escocia. 9
???*#* # MMili
Cigarros de palha de milito.
Vendem-se os famosos cigarros de palha
de milho, na loja de charutos ni rui estrei-
tl do Rosario n. 45.
Msicas modernas.
Acbam-se 1 venda,na loja n.8 ni ra Non,
muscas para plano, de autores modernos ;
por preto multo diminuto
Vende-so um cavallo bom carregador
baiio, meib e por cima, muito manteudo,
com irreiosou sem elles. por preco com-
111 1 lo : na rol di Praia armazn) n. 18.
Ven lu-.-o um quarto novo e forte pira
carga, por peco commodo : ni rua da Praia
_ armazein n. 8
Lotera do Ro de Janeiro. ~ Vende-se una casa nova no corredor
Viuva Vieira & Filhos anda existom os, "'" mesma
mui afortunados bilhetes, meio, quartos,!^.. Vendem-se duas grammaticas deftan-
oitaTos e vigsimos da qu.rt lolena 1 be- portuguez em meio uso, por ban-
nehcio da freguezia de S, Jos dos quaes c ^ Je c|) 6 .o'p do Ar-
vem a lisia no vapor que deve chegar no dil J J ,'
3a 4 do mez prximo futuro.
Vende-se dma espada de roca em Atlen^So.
meio uso pelo diminuto prego de 8/000 rs., Na rul eJlrelU do |l0s.irio, taberna n 11
na rua do Collegio, n. 3.loja demijiaezas. que faz 8squina pjra boceoda rua doRo:
rara bailes de mascaras. ) sirio, vondem-so muito superiores pissis a
Na loja da rua do Crespo n. 10, vende-se 160 rs. 1 libra, mermelada em ciixlnbis de
excellente merino de cores, proprios pin libra, figos de calda, imoixis, nozes, aoien-
bailea de mascaras, pelo deminto preco de doas, queijos muito novos, e que tudo se
2,500 rs, o covado. vende por menos rrego do que em outra
-- lloje eslaro a vend na rua da Concor- qualquer parte, o na mesma se dir quem
dia, 211 na naos, feitos ao pasto. v ende 100 espanadores muito bem feitos.
MUTILADO
w*m***


___ Vende-se farinhu fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n. 5fl e
58, ouno armazem do Annes no
caes da alfandega.
Vende-se, ni toja de livros do baratoi-
ro, ni rui do Crespo n. 11, Hilas de Soman-
cour, i 8,000 n. ; mgno lexicn, a 5,000
rs.: dlcciomrio francez-portuguez-portu-
guez-francez, 2 v. 3,000 rs. ; dito portu-
euez-inglez-inglez-porluguez 3,000 I, l
Virgilio, 3,000rs., ditos 1,500 rs. ; Cornelle
Salusli a 800 rs.; grammatici lalina i
1,000 rs. compendio de theologia moral
evingelici, 6 t. 6,000 rs. ; prompluarlo de
theologia moni, v. 2,00 rs.; covres do J.
B. Poguelin de Moliere, 7 f. 4,000; memo-
rias histricas da provincia de Peroambuco,
3 t. 2,000 rs. ; synopsis ou dedcelo chrp-
nologica da historia do brazil, 3.000 rs. ; li-
gOes de eloquencia nacional 3,000 ts.; ios
UtuicOes ontoriis-quintiliano, 2 v. 3,000
rs.; Panorama 3. v 2,000 rs ; historia do
Brazil, 12 v. 8,080 rs., ornada com 12 es-
timpis; geographia elementar Vollez, 1,440
rs. : no mesma lojaacha-se um grande sor-
timento de obraBclassicas, tanto om por-
togoez, como em latim, francez e inglez.
Vendem-se muito bons presuntos, re-
cenlemente chegados, como tambem mui-
to boa carne de fumeiro, salame, queijos
londrinos, concervas de todas as qualida-
des, manteiga muito frescal em frascos,
mustarda e muitos outros objectos : -na ra
da Cruz armazem n. 15.
Vende-se um pardo de bonita (gura, e
sem mazellas oceultas, o que se atlanga :
ni rui da Senzalla-Velha n. 38.
Vendem-se pellos de cabra curtidas,
o de escolente qualidade, em purgSo, por
baratisaimo prego ni ra da Cruz do Reci-
fen. 14 1. andar:
Vende-se um escravo do nicSo costa,
de bonita figura e de dado do 28 annos,
sem vicio de qualidade algum, o qusl se
lian?a ao comprador : na ra dos Tanoei-
ros n. 5.
Vende-se capim de planta por com-
raodo prego : no sitio da trempe, u. 4.
Vende-sena ruada Cadeia do Recife,
n. 54, loja do Joaquim Ribeiro Pontes, chi-
tas muito bonitas pelo diminuto prego de
4,000, 4,500 e 5,000 rs. pessa e covados
de 120 a 160 rs., assim como cortes do chita
cag por 2(000 rs., o muilas mus fazendas
que se vndenlo por barato prego. Na mes-
mi loj se vende umi porgo decaixes
folhi de Flandres vindas com fazendas;
como bemuma porgo de taboas de ama-
relio e de louro muito seccas, e paos de
sicupiri muito emeonta.
Vendem-se queijos londri-
nos os mais novos possiveis, por
Farinha de trigo superior
chegaram recentemente algumas
barricas de farinha de trigo, de
urna marca nova neste mercado, e
de qualidade muito superior e in-
tegramente igual as melhores mar-
cas, queaquise vendem; tem mili-
ta acceitacjSo no Hio de Janeiro e
na Babia onde be considerada a
par da melbor de marca gallega, e
mcsino a de Trieste : venu\e-se na
ra do Trapiche Novo n. iG..
He baratissmo a 3ao rs. o covado.
fia ra do Queimado defronte do becco do
feixe Frito, loja n. 3, vende-se lifel roxo
muito oncorpsdo com um poqueno toque
de mofo, pelo admirado prego de 320 rs. o
covodo.
Diamantes para vidra-
ceiros ,
chegou urna pequea porcao de
excellente qualidade,e vendem-se
na ra do Trapicbe Novo n. 16.
Ra do Crespo n. a3.
Vendem-se cortes de casimira muito finas
e modernas a 5,000 rs chapeos do Chile
pequeos a 4,000 rs.; cortes de brim escuro
pan caiga a 640 rs. ; cha hysson 500 rs. a
libra ; meios chales de 13a a 640 rs ; fil de
cores para vestidos a 480 rs. a vara ; lengos
de n.i o seda a 480 rs., e outras fazendas
baratas para fechar contas.
Vidros para vidracas,
de ptima qualidade e muito me
Ihor sortimento : vendem-se na
ra do Trapicbe Novo n. 16.
Potassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgao de potassa
americana, chegadi recentemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vnde-
se por prego razoavcl.
Papel para imprimir,
de excellente qualidade e pre90
commodo : existem por vender al-
umas caixas, na ra do Trapicbe
lovon. l6.
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
irentes cores, lecidos a dous fios, muito
grande, tem todaapplicagocn uina casa de
familia, por servir para meia de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
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Farinba de mandioca.
Vende-se sicois con superior frQh
de mandioca i pregos risoaveis: a tratar
com i. i. Tssso Jnior rui do Amoiim
o. 85.
Damasco de seda.
Na loja do sobrado imarello dosqoi-
tro cantos da ra do Queimado, n. 39 ven-
de-se damasco de sola de todas as cure;
por prego muito commodo.
Oh !
Que sSo chegados os excellentes sigarro
de pslbi de milho : na invessa di Lingued
n. 6.
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preco muito commodo: na ra lar- vos, pelo diminuto prego de l,*i0 rs.: ni
ga do Rourio, na esquina do bec- rua < creP n. 6.
5o do Peixe Frito n. 9. Pannos c casimiras,
- Vendem-se dous cavallos, sendo um pretas e de cores, Tazenda de qua-
lidade muito superior : vendem-
se por precos muito commodos, na
dsele, carregtdor baixo a humo, e outro
de cangalba : na rua do llozario da Boa Vis-
ta n. a.
Brim militar a 800 rs.-, o corte de
calcas.
rua do Trapiche Novo n. 16. A
mesma casa tambem recebeu re-
Vende-sebrim ontransado branco de al- cenlemente Mnimas caixas com ri-
eodSo fino, para calsa, pelo barato prego de I ._ _,r ii.i_ ,1. |.
dous cruzados o corto de calsa: na ra do CM SOrtimentOS de tpeles de lin-
Queimado n. 8, loja defronle da botica.
Chitas a iaors. o covado.
Vendem-se chitas de bonitos padrOes, a
seis vinlens o covado, e lengos de cambriia
com bico, para mSo de senhora e meninas ,
a dose violes cada um : na rua do Queimado
n. 8, loja defionte da botica.
-- Na rua do Queimado, loja n. 18, ven-
de-se urna canoa de carrea.
Vende-se doco fino da entre-essea da
goiaba.em caixinhas de 4 libras, em gran-
des e pequeas porgues: na rua das Cinco
Ponas n. 88.
-- Vende-se um sitio com magnifica casa
a beira do rio, ten lo grande sala adiante, 2
gabinetes e2 alcovas, sala igual atrs, com
Squartos e cozinba, tendo ao todo 70 pal-
mos de frente e 90 de fundo, cem terreno de
mais de mil palmos de comprimento e gran-
de baixa do capim : a tratar na rua de S. A-
maron. 16.
Vende-se um bonito bote, com todos
;dos padreo.
[Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do C'ollgeio
n. 4.
. Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapos de
Sol dos ltimos gostos, lano de seda como
de paninho para homens e sonhoras, do or-
maclo de balis e de asso que se vendem
por menos prego que em outra qualquer par-
te ; grande sortimento de chamalole, sedas
o paninhos om pega de todas as cor.-s e qua-
lidades para as pessois que quizerem man-
dar cobrir armagOfs servidas. Completo sor-
timento de baleias para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas do igreja e
concerta-se qnalquor qualidade de chapeos
do sol: todos os objectos cima mencionados
se vesdem em porgao e a rctalho, por prego
que agradar aos freguezes vista da quali-
dade.
No aterro da Boa Vista n. 58, vendem-
se rnnins para raheces, mas barato do que
em outra qualquer parte.
Vende-se um civallo rudado com to-
dos os andares por prego commodo : na rua
da praia n. 17.
No escriptorio de Novaes &
Gompanhia, na rua do Trapiche
n. 34, vendem-se osseguintes ar-
tigos, por preco commodo, para
fechar, contas: chapeos de palha do
Chille em poredes de cincoent?;
inhas de roriz e de nmeros; cu-
nhetes com arcos, e carneiriis de
cores: a tratar no mesmo escrip-
torio.
Vende-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, cher-
gada pelo ultimo navio, por preo
muito commodo : no armazem de
DilS Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes & Gompanhia,
na rua do Trapiche n. 34.
Vende-se por preco muito
commodo, para fechar contas, sac-
cas con superior farinha de man-
dioca, muito fina calva, nos ar-
mazens de Dias Ferreira e Antonio
os seus pertences e de muito boi construc- .. Na rua do Passeio Publico, loa n 9,
gSo : trata-se na rua da Cruz do Recife, ar-; vendem-se 300 varas de bico e renda da ter-
mizem n. 15. ra, atacados, a 160 rs., e juntamento 18 ca-
Vende-se, ou troca-se por boas obras, 'xjihos envidragados e promptos pjra qual-
uin rico diccionario fnncez de Napolen quer obra, por prego commodo
llalaod.
Vende-se cerveja para mimos, em bar-
ricas de 3 a 3 l|2duzias cada urna : a tratar
no armazem de Jos Rodrigues Pereira, na
rua da Cadeia do Recife.
Graxa do Uio Grande do Sul.
Vende-se graxa do Rio-Grande do Sul
em bexigas, de muito boa qualidade Jlor
prego commodo : na rua da Moeda n. 23,
1. ondar.
-- Vendem-se 3 vitellos muito gordos,:
proprios para rancho de navios : a tratar
com Mrnoel Luiz da Veiga, na casa de sua
residencia em S. Amarinho, ou no Passeio
Publico loja de chapeos n. 33.
Vende-so para liquidagOes de contas,
um sobraao em muito bom estado na ci-
dado Nova de S. Amaro, com terreno, e vi-
veiro de poixe bem cimentado, procrio par:
qualquer proprietario de engenho ier urna
casi do regallo na praga, porque offerece no
andar terreo grande armazom para depsi-
tos de assurar, agurdenle ou niel, com por-
to de embarque, e muito fresco : a tratar
com Manoel Luiz dt Veig, na fabrica de
chapeos n. 23, do Pssseio Publico, ou ni
cisa de sua resiaencii em S. Amarinho.'
Vendem-se 3 escravas mogas de boni-
tas figuras e com varias habilidades, 1 mo-
ltlinhode i Jado de Hialinos muito lindo
e proprio pin pigem, 3 escravos de servigo
do campo, o um pardo de idade de 22 an-
nos : na rua Direita n. 8.
Vende-so urna prett que engomma,
cosinha muito bem e faz todo o mais arran-
jo de nma oasa, 1 preto creoulo mogo, sem
oflicio, que serve para o campo ou ganha-
dorde rua por 300,000 rs., e 1 parda para
ama do cisa, mesmo.do humem solteiro
por nSo ser bonita e tec boa conduela, tam-
bem por 300,000 rs. : isto para ajuste de
comas antigs: na rui larga do Rosario lo-
ja n. 35.
- Vende-se por prego commodo, um ex-
cellente sitio no lugar das curcuranas, de-
nominado Salinas, com boa casa de viven-
di, terris com plantages, e alguna psde
coqueiros, sendo muito perto do mar; quem
o qaizer diriji-se : a rua do Crespo n. 11.
Couro de lustro patente.
No aterro da Boa Vala, loja de calgado n
58, junto ao seleiro, vende-se superior cou-
ro de lustro a 2560 rs. a pello, nfio tem de-
leito ; a elle freguezes, que a pechincba be
pouca.
Cortes de sapatos de tapete.
Superiores cortes de sapatos de tapete,
bordados, de lindo gosto 480 rs. o corte,
e em duzu a 5000 rs.; tssim como sapalos
da mesma fazenda ja promptos : no aterro
da Boa Vista, loja de calgado n. 58, junto ao
seleiro.
-Vende-se doce Uno de goiaba em caixas
do libras mnito barato, no pateo do Pi-
riizo, o. 20.
toalbados de linho e de algo-
dam.
.Na lula do sobrado amarello nos quatro
cantos da ruado Queimado n. 29, ha para
vender loalhasde linho e de algoddSo e to-
dos os lmannos e larguras, tssim como
em pega para vender a varis ; e mais um
grande ortimento de guardanapos de
linho de varios taoianhos, ludo por prego
muito commodo.
Na loja do sobrado amarello dos qua-
tro cantos da rua do Queimado n. 29, ven-
de-se as seguintcs fazendas finas e de gosto,
por pregos de agradar ao comprador, corte,
de vestido de cimbris com barra e babados,
fizenda de nimio gosto e muilo modernas
dilo de caminis de seda igual a blonde de
rico go:io, dito do seda do cores a 20 e 25/
ditos de seda furia-cores e tambem seda de
furia-cores em corado, chales e manas de
seda superiores, manteletes pretos e de co-
res da ultima moda, chita francesa padrOes
de cassa e cores lixes e outras multas fa-
zendas de gosto.
Vende-se urna proprtedade que existe
em um dos milhores lugares do bairro de
S. Antonio, cuja proprledade faz quina para
a rua da Roda e para a praga dr> Capim, l'.i-
zendoesta todo fundo da praga, a beira do
Capibaribe, com toda sua frente olhamlo
para o templo dos protestantes, lugar este
que daqui a muito pouco lempo nno ter
nada a invejar daquelloi que hoje gozam do
boa inundada, com 134 palmos de frente, o
33 de luirlos, mullo bous alicerces, cordSo,
iiombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
CundicSo de Ierro.
Vendem-se velas de espermscete, em
caixas.de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
Deposito la fabrica le Todos os
Santos na Bahia.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, tlgodSo transado da-
I un la fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
' Vendem-se ealugam-se bichas, che- 9
Qi gadas ltimamente de Hamburfio, por #
C> preco commodo: ni rua de S. Amaro ?.:
t> 11. 28.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. !\i.
Vendem-se amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
Cal vilgem de Lisbo 5.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto C.
i de Abrcu, na rua da Gadeia do Re-
Annes no caes da Allandega: a tra-l .* '
tar nos mesmos, ou com Novaes & j Ve-nde.s; uma preU com w annos de
Gompanhia, na rua do Trapiche! idade pouco mtisou menos, de muito boa
n.34,
Moinhos de vento
om bombas de repudio para regar hortas
d blixas de capim : vendem-sena fundigilo
do Bowman & Me. Callum, na rua do Brum
ns. 6.8 e 10.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
DEVERES D.OS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio iprovado pin
s aulas, em meia encadernagSo, a 500 rs.,
cada um : na liviana n. ti e H, da praga da
Independencia.
Superior cha nacional
em caixinhasde 2 libras, e da melhor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
rua do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de soleiro da rua da
Cadeia do Recife n. 36.
-- Vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comet, em casa de Deaoe
Yulo ; companhia : na rua da Cadeia.
Para baile mascarado.
conducta e propria para todo o servigo
armazem de Vicente Ferreira da Costi ni
rua da Madre-de-Ueos.
FARINHA DE S. CATHAR1NA.
A melhor farinha de mandioca
e mais recentemente chegada ao
mercado, yende-se por pre^o mais
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al-
mirante Tundeado confronte ao
caes do Ramos : trata-se a bordo
do dito brigue, ou rio ecriptorio
dos consignatarios Machado & F-
nheiro, na rua do Vigario n. 19.
FARINHA DE BALT1HOBE.
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na rua do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo.deposito de cal
~ Vende-se um eseravo de 85 annos, qUS
cosinhi bem o diario de uma cisi o engom-
01, um dilo bom pidelro, 3 ditos miiiu
mogos e robustos, bons pira todo o servi-
go, um dito com defeito pequeo em an\
peina porm muito robusto por 350,000 rs,
um pardo de 25 annos bom pira todo o ser!
vigo, 1 preti que engomma e coziohs b m
1 dita de elegante figura graiida e sem ha-
bilidades, 1 dita de meia idade porm ro-
busta, por prego commodo : na rua da Ci.
cimba n. II, onde morou o finado vigario
4o Recife.
.-vende-se um sitio no lugar denominado
Santan* defronte do de Nicolao Rodrigues
da Cunta, o qual tem casa para mura la
con. capia* fura e he lugar muito fresco tem
diversos pus de arvoredos de frutas bom co-
'pslarangeiras.maogueirasquem o prelei-
dar comprar dirija se ao dono na vendan.
5, ruado Livramento, ou rua doiQuarlcij
de Polica loja n. 22, pois se vende por pra-
go commodo.
Papel pira piquete.
Vende-se papel pin paquete por preco
mais commodo do que em outra qualquer
parte; na loja de miudezaa da rua do Collc-
gio n. 1.
Vende-se sapatos de couro de lustro
para senhora a 640 rs., ditlos de marroquim
de Lisboa para homem e senhora 800 rs.
na loja de calgado da praga da independencia
n. 35
SALSA PAURILHADE
SANDS.
Este excollenteremedio cura todas as on-
fermidades as quaes s3o originadas pe|a
impuresa do singue ou dosystema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumaiismo, erupgoos
cutneas, brebuthas na cara, almoroidas,
duencas chronicas, brebulhaa, bortoeija,
tinha, onchagdcs, e dores nos ossos, e jun-
tas, ulesr, doengas veoerias, citica, enor-
midades que attagilo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa uma vida
extravagante. Assim como, chronicas de-
sordensdaconstituicSo, ser3o curadas por
esta 13o til, e approvada medicina.
A admini.stragSo deste belo remedio, nos
-- Vende-se superior cal virgem de Lis- ataques mais estraordinarius tem sido sem-
boa vinda pelo brigue Novo Vencedor no proseguidos pelos mais felices resultados
passeio publico loja de fazeudis n. 15, pre- nassuasoperagOes ; porm, o seu principal
go mullo commodo. I objecto he de purificar osangue, e limpar o
Sebolas. 1 systema de qualquer influencia de mercu-
Na travessa da Madre de Dos, irmasem no-, No seu modus operandi, he direcla-
n. 19 vendem-se muito bois sebolas s 320 o menle cmo um remedio iltentivo, anda
cento. j que, indirectamente serve ao systema como
Talxas para* eneenlio. i uln verdadeiro tnico. Doengas nos ossos
Na fundigao de ferro da rua do Brum, ? n T,'J"> grandular; assim como as
acaha-se de receberum completo sortlmen- J""". e ligamentos, s3o inteiramenle cu-
to detaixasde 3a 8 pilmos de bocci, as das pelo uso deste remedio, sem que o
quaos acham-sea venda por prego com- doento fag resguardo algum, quando usar
modo, e com promptid3o embarcam-se, ou esle "medio. A opperagSo deste remedio
carregam-se em carros sem despezas ao con8lsie em remover a desordem do sysle-
comprador. Dla' e em breve tempoodoente ganhar a
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Vendem-se muito boas navalhas ingle- 8U!,(!*^ zas para barba, tanto ero estojo de uma ..," H
como.de duas.eslos trates sendo bons,como *,"" L
estas o sSo, tornam-sc indispensaveis em "." .5**
um clima como este a raga humana, o alo
objectos de estima, a ponto dedeveiemeer
tem ganbado por muitos
nnos uma alta reputagao, de ter curado
doengas mu dillicultosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de sabnr que a Salsa Panilla he
soleiras, ombreiras e verbas de boa pe ira ;
paredes muito grossas, com 10 portas do
custadinho de Vinhalico, boas ferrsgens e
fechaduras em todas as portas, est devidi-
da em armazens que se alugam para reco-
Ihercapim; esta propriedadetsta na altu-
ra de um primeiro andar, com todas as sac-
cadas de pedra tentadas em seus lugares,
toda travejada com raadeira de qualidade,
est coberta toda como so fosse meia-agua.
I'.in fim he um dizer geral de todas ss pes-
soasquepassam por esta praga que esta bem
collocada esti propriedide, o seu proprio-
lano 1 vende para pagar uma divida que
existe encravada no mesmo predio; os pre-
tendeutes dirijam-se ao Sr. Antonio da Sil-
va Pimental, em um dos armazens da mes-
ma propriedide ; o comprador ver' outras
obras.que existem, e deixam-se de mencio-
nar.
___Vendem-se barVis com breu,
por preco commodo, e em lotes a
vontade dos compradores : na rua
do Trapiche n. 36, escriptorio de
Matheus Austin & Gompanhia,
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
-Vendem-se mascaras de cera o de pnn- _,.; ,.;_ m J.
no por prego commodo na rua larga do Ro-1 multo perior cal nova em pedra,
zario, loja de miudezas, n. 44.
- Vende-se no armazem de Vicente Fer-
reira da Costa na rua da Madre-de-Deus,
luga azul fina avulso, apparelhos do meza
e cha dos melhores modellos e qualidades,
por prego commodo.
Munida superiores.
Ni fundigSo de C. Stirr & Companhli,
em S.-Amero, acham-sea venda moudas
do caima, todas de ferro, de um modelo e
construcgBO muilo superior'
ptimo vinlio branco-.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinlio branco de Lisboa,
da melhor qualidade que apparece:
trata-se na rua da Cadeia do Re-
cife n. 48..
Vende-jje ,. em casa de A-
damson Howicfe Gompanhia, na
rua do Trapiche n. 4'-" panno de
algodao para saceos de assucar ,
muito superior c barato.
Na rua tnr f gario n. 19,1. andar che-
gou recentemente e se acha a venda a su-
perior bolaxiuha e Lisboa propria para
cha, linis-ima mermelada en latas de li-
-- Vendem-se chapeos de tranga e ci- bra, e excellente chocolate de todas as qua-
hello para senhora pelo prego de4|OO0rs. liJadcs medicinaes, onde se vende por
niruidoCollegio, n, 3. 'juntoouem porgSo.
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus -
sia, novae de superior qualidade.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, ipprovido para
as aulas de primeiras letras, a 4S0rs. : na
praga da Independencia, livmna n. 6 e 8.
Deposito de cal virgem.
Cunha ti Amorim, venden) (larris com cil
em pedn, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Hargarida, pop menos prego do
que em outra qualquer parte: na rui da Ca-
deia do Recife n. 50.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
nta a hayer um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas .de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmanu lrm3os_Rua da Cruz, n. 1Q
inventariadas, quando seu dono se retirar'"."f0* ma'a "l"0*" remedios que o.
de urna vez para S. Amaro; o autor dellas """'es usSo em toda a parte do mundo;
foi premiado pela descoberta da tempera fu,m Vls' de ganharem a cura pelo uso de
que soube dar ao ago de que ellas sao fetas; remedl vegetal. Porm, deve-se de
metas brancas de lio da Escocia ; thesouras D0 que nem i0"*s *s l,essoas "abern pre-
finissimaspara unhas; grampas envernisa- R"rar esl 1rBm'">. ^'^ como esco-
das; oculos para todas as idades, a 800 rs n,erem melhor parlo que se deve usarem
esporas finissimas de agocom correia ain- PreP"C3- Um celebre Med;coescrip-
gleza ; escovas de falo; linhas prelas para lor'(l"8 residi por muitos annos no lugar
sapateiro ; espelhns de gavetas os maiores ? Vf* me'hor ProducgSo da Salsa Pa-
quetem vindo, a800rs. cada um e maiores a,SS8 : ,>elou oilo especies deslas
mais baratos, e outras muitss miudezas em lzes 1ue crescem nestos bosques, admua-
conta, para liquidar contas velhas : na rui emque nf POdesse_ac(iirl se no uma,
larga do Rozario n. 3, loja do Lody. Sm.. ? e Pr"P"edade da verdadeira
lie dignes 1 Pirula, que se possa recommendar
--Ossegundos e terceiros cantos do Con- ,?"* medl,cina ; P?'" mais era,n insiP'-
gilvesDiisa 1000 rs. a obra: no pateo do Sn ""It3, Porm. como os mdicos
Collegio, casa do livro azul. Z se d? ao trabalho de azerem as
V.. ,- nm ..-l suas PrPr'*s medicinas, mas sim cuniiam
-- Vendem-se cera em velas 0, seus habis boticarios, para a prepara-
fabricadas em Lisboa e no Rio de rem>e comporem diflerentes drogas, i'o-
Janeiro, em caixas de ,00 libras W^W^^tt
sortidas, de 1 a 10 em libra, ctam- cultativoe o publico ficassem bem fiadas
befn de um s tamanho, por me- "a8,,prepara,,?01es,d9 Sala Pa"ilhaa .<
' I *" melhor qualidade. Pois he osle n genuino
nos preco do que em outra qual- vegestavel, que se offerece ao publico; nes-
quer parte : trata-se no escrinto- lese.vcoimD'nidosoui7ciim : a. \i lj s l>- 1 Iem "U'nilos casos em que o doente espe-
rio de Machado & 1 inheiro, na rangas algumas tinha de viver, o grandes
rua do'Vicario n. 10, segundo Quntidades de remedios experimentados,
an,iar i massem resultadoa demelhoras; mascn
anuar. ^ | esta pura Salsa Parllha, suas curas tem si lo
Vendem-e selins e silhdes i infaliveis, pois os certificados que tomos
infrlezes de couro de oorco da recebld0 d,e Pess8 que tom usado deste
ingiezes, ae couro ue porco, U8 puro remedio, allrmam da sua boa elllca-
primeira qualidade: em casa de A- ; estes cenificidos temos 1 honra de
damson Howie & Companhia, na iTn*?'" ao. respeitave publico, para
que fiquem certos, o que acuna so diz, lio
verdadeiro. Os proprietarios deste reme-
dio tem por muitos annos empregado todos
os meios para prepararen) este iSo til, e
essencial remedio da raiz da Salsa Parilla,
qne por fim, conseguiram as suas vistas, em
prepararen! um tSo valuoso remedio, e seus
tjo lindos resultados tem enchido os pro-
pileanos 1I0 gloria, e triumpho de taren)
preparado uma linda composigJo contra
rua do Trapiche n. V'-.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de >lc. Cal-
raoatSt Companhia, acha-ae conaiantemente
bona aortlmcDtoa de taixa de ferro coado e
balido, (anlo rasa como fundas, moendas n-
eiras (odaada ferro para aniuiaea, agoa, ele, |
dilaa para armar em raadeira de todns oa ta- :
manhos e inadelloa o mala moderno, machina -,
horlsonlal para vapor, com forca de 4 caval- doengas, que o seu Om ha destruir o corpo
los, coucoa, paaaadeiraa de ferro estannado humano. Esta composigfio he quimica o
para casa de pulgar, por menos preco que 01 nova. Esta Salsa Pirilhl be combinada com
de cobre, eacovena para navios, ferro Inglez outros engredientes que todos elles perten-
lanioem barras como em arcos folhas, eludo cem classe vegetal, e todos com o ooJer
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Gadeia
do Hecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Gasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que e offerece muitas garantas
a seus uonos ; na rua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
da ferro ; na fundico da rua do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Cazemiras de cor.
Na loja do sobrado amarello nOi'auatro
cantos da rua do Queimado n. 29, ha para
vender um grande sortimento de ciicnuras
do cores de superior qualidade o parirOos
muilo modernos pelo baratissimo prego de
,000 rs'. e 5,500 cidt corte.'
de purilicarem o singue. O doente quo usar
desli composigSo, pude contir que tem o
miis elllcaz remedio, para a sua eofermi-
dadeusa. O nico agente nesti cidade lio
Vicente JosdeBrito, na rua di Cadeia do
Recife botica n. 61.
Escravos Fgidos.
10/000 de gratificagao
Pela entrega do escravo Valerio, fgido no
dii 5 de novembro p. p. do engenho S. Joo
do Cibo, de Manoel Lins d'Albuquerque
sendo dt Costs, alto, grosso, cara chata, o
curta, olhos pequeos, um pouco gago, ca-
ncilla finas, pos chitos, tendo os dedos
grandes separados dos outros, e uma cica-
triz no pe esquerd, junto aodedo mnimo:
ser entregue a gratificagao de 10/000 1
quem o levar 10 dito engenho, ou 10 Mon-
dego casi do commendador Luiz Comes
Ferreira, ou ao engenho Fragoso, do Manoel
Joaquim Carneiro da Cunha.
Desappareceu no da 15 do corrents
uma escrava criouta de nome Benedita de
idade de 33 annos comprada a Jos da Fon-
seca e Silva, cuja escrava foi daSra, D. Joa-
quina liara da Conceig.lo moradora em
Iguarassu.sendo os signiei, meia fula, e tem
uma sicatrisdebaixo do queixo quem a pe-
gar, leve a a casa do Sr. Jos Mara ce Alnu-
querque Maranhao, no atierro do affog'do
sitio n. 209, que sor bom recompensado.
: vv'ni' n M.r.rir r
MUTILADO


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