Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04614


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Full Text
.^l,-4IJ

*.....-
AnnoXXVIU
r asa.
Terca fera 27
de Janeiro de 1852.
N. 21.
DIARIO DE m PEMAMBLO.
DAS DA IIMtKl
*a>QO A SUBCBIKJAO.
PiOtMSNTO ADUIfTiDO.
Por trimestre...........
Por semestre .........
Por nio .............
Piso dbntio DuTimisrm.
Por quartcl............
WOTICIAS DO 1MPIIMO
Par..... 2dc Janeiro Minas... 15 dcNovbr. I 30 Snt. S. Martinha.
Maranho 7de dito S. Piulo. 10 de dito. 131 Sab. 1. Cjro.
Cear... debito. R.deJ.. l4 dejauclroj I Ijohi. Ultimo depois
Parahlba. i. .ie Detbr'ltabia... 17de dito. I da Kpi'tiiia. S. Efrem.
i/000 26 Sea. 8. Pollcarpo b
8/000 ni s. Theogenes.
ItyUM 22 Tere. 8. Vltallano.
28 i,)an.S Cyslllo.
4/500/i.) Quii S. Francisco
de Salea
ADDimCl As.
Ji'o ie Orpklo
i. ti.it 10 hora i.
1. ara ato elttl.
3. e6, ao meio-dia.
Vanada.
3. e6. a 10 borai.
2. rara do civil.
4. e sbados ao melo-d.
Rilf&o.
Tercas e libados.
jCreicente 29, as 8 horas e 15 minutes da m.
I Chela a 7. a 3 horas e 48 minuto* da ra.
I Minjoanta 18, a i hora e 48 minutos da m.
| Nota 21, as 7 horas e 3* minutos da m.
niuum hoj
Prlmeira i horas e 18 minutos da manhfia.
Segunda sO horas e 42 minutos da tarde.
IlETIDiS SOI COBBIIOS,
Goianua e Parablbi, aa segundas e aextas-
felras.
RIo-Grande-do-Rorte, todas ai quintas-felras
ao nielo da.
Oaranhuns e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 113 e28.
Victoria, s qulntas-felras.
Ollnda, todos os das.
TOTICIAl XITHAKTOCIBAa.
Portugal. I.'idel)r/bi
Hespanha. 8 de dito
Frauca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... Jedito
Alemania, tde dito
Prussia ... 3 de dito
Dinamarca 2deOutbr
Russla... 1 de Dczb,
Turqua.. I de dito
Austria.. 2 de Deibr
Suissa.... 2de dito.
Suecla... 28deOulbr
loglaterra 8 de Dezbr.
E.-Unidos 23 deNoabr.
Mxico... 16 de dito,
California 10 de dito
Chili. 12 de dito
Huenos-A. HdeNovhr
MontcTldeo Jlde Outbr
CAMBIOS DE 26 DE JaNElIlO
Sobre Londres, a 11 /, e 28 d. p. 1 f frouxo.
> Pars, 340 por Ir.
Lisboa, 90 por canto.
MTAII.
Ouro.Osteal hespanholas.... a 28/B00
loedas de 6/400 vclhas. 16/000 a 16/200
de 6#400 noTW. 16/000 a 16/200
> de4/000....... 9/tJOO a 9/100
Prata.Patacn brasilelros.. 1/9)0 a 1/9o
Pesos coluoanarlos... 1/920 a 1/970
Ditos mexicanos..... l/ftO a 1/750
EXTERIOR.
PORTO, >6 DE DF.ZRMHIU).
Us grandes, b"n qucciperadut aotjoutecliiieti
los, que noticiamos a nossus leilores em nosso
suppletnento, vleram confirmados"nosjurnaea
de Pars que recebemos pelo paquete. Al.lii
deharmonia que se nolava entre os dous pode-
res independeoles.islo lie, entres nsseinbla le-
gislativa e o presidente da repblica nao podia
deixar de produzir um roinpineiilo, i|ue todos
cspcravaiu, mas nlngiiem esperava i|ue o chele
do poder cxcciitivo i.i ced fulinlnasse este
golpe de estado, auc por qualquer lado que se
encare nao pode deliar de ser olhado como um
alternado coutra a representado nacioual, e
contra a liberdade.
Vio consideramos este acto de brutal deipo- \
lUmo como um acto emanado de um desespero
momentneo, mas sim como o primeiro paiso
para um grande drama, que temos de piesen-
ci.tr. Chamamos-lnc um acto de brutal detpo-
ttsmo, poique nao reconhecemos poder algum
legal que seja superior s Iris, e o presidente
da repblica franceza collocou-se em urna po-
sico ealra-legal, c assumio o poder da Torca
bruta, ou por oulrao pos., quero e manda
do poder al.-olmo. O estado soueit, disse I.ui/.
XIV. -- Luiz Napnleao!
U passo que acaba de dar o presidente da
chamada repblica franceza, foi urna tentativa
feliz do partido banaparllsta; um enaaio afor-
tunado para o imperio, e que inuito duvida-
mos tenha um resultado picinco vista doa
elementos de opposlco, que nao de combte-
lo; e que podeiupr a naco franceza eiucoiu
buitao, e ameacar a paz da Europa:
Vesse que este golpe de estado nao foi apoia-
do pelo partido legltlmlsta, que nao foi susten-
tado pelo partido o>leanisla, c multo menos pe-
los republicanos! Foi urna surpreza a lodo- os
partidos! a Montanha defendeu ai barricadas,
nibas do momelo, ea Montaoha foi inetralha-
da pelos soldados discpulos, ao que parece,
desses veteranos de Marengo, d'Uliu e de Jeoa ;
que zeram assembla nacional o que os ou-
tros icram ao diiectorio.
Vemos que os mafs illustres chefes das diver-
sas parcialidades polticas foram presos em no-
me do Saint Popotu, e o presidente e vicepre-
sidente da assembla nacional. Duplo, c Dar
foram pollos em custodia, por aquelles mes-
mos soldados de liona, c por aquelles cfda-los
dagu&rda republicsna, qtieilnham prestado ju-
ramento de lidcltdade a9scmbla,lilha do su(-
fragio uuiversal!!
asiiiii fer Cesar! asiiin fezCromwel! assim
fea Napoleo, lio do presidente triuniphador.'
Cezar morreu apunlialado! Croinwcl nao dor-
ma dual iiuiits seguidas no mesino quarlo! e
IVapolco exaiou o ultimo suspiro nos rochedos
o rabe e O grego os religiosos que se dedi-
cara i carregar com os Irsbalhos do minis-
terio apostlico.
Dous (lestes -collogroi estfio em Chypre,
os quaes sBo o e Lsrnaoa e o Nicasia, e os
mero de religiosos enviados de Hespanha ( Pr terajudado a resistencia, de que se trata
encarregados da guarda dos Santos Luga-, f;',',"^0 gravemente a um soldado da pa-
re< o dss missOes; fallarei smente das duis
ultimas.
Urna vez por outra os soberanos de Hes-
oulroi dous para o afaulco estilo na Syria[panha concluirn) tratados com os su|tSos>
o em D miase.) e Ariaa. Vinte e cinco igre-
jase trinla e tressatTCtuarios reclam in nos
sa assniua c c instante inlslencia ; como o
coito decente lio indispensavel, somos ov i-
g i lo- a fazer grandes dspotas Na aciua-
ldsde qussl quo nHo sfio bastntes duzen-
tos e vinte religiosos- para des'mpenhar as
Cu nicOas i' sust.'iitir o decoro que exige o
servico doa, conventos, hospicios, grojas
aanctu'agjpaaA escolas da nnssSo e oulroa
iislabAteclaeWtol, entretanto'que nos aunos
pis>ados foram nui* que sullicientes dous
l reos deste numoro; bem como se dixa
ver, he neeessario miior gasto para susten-
taj a tantos religiosos. Por esta reso direi
aqu u na vez por todas que nosss miss3n
mo l'Mii outros fundos nem conta com ou-
tros ren liinentos a tifl > ser a pi.'dade e ca i-
dade generosa dos liis, portn como os
lempos de tristes se tem tornado serenos,
os Turcos nao prestam attoncSo is nossas
r m-as por serem demasiado elevadas esub-
tis para seus entendimentos, o bello sexo
que nunca hivia sido pussivel instruir, he
o que exige agora nossos cuidados e atlen-
ci's com maior desvelo por ser disso que
4epende, quasi que me attrevo a dize-lo, o
maior aproveitamonto e fructo da miss.lo.
A nossa culta Europa he prova sufriciente
disto, o a Franca mais que nealium outro
paiz; ella dive a conservado da religiJo
no moio e durante as calamidades passa-
das, ao favor e constancia do bello e devo-
to sexo; e como para des impenhar o objec-
to desta iostruc;3o, segundo convm, ti-
nhamos nocessi lada de valer-nos, como
um dos melliores meios, de alguna dos infi-
nitos instintos que ornam os paites catho-
lici's; instituto-, cojos n lividuos quize-
rom dodicar-se valorosamenle a esta ardua
quanto formosa ompreza, chamamos em
nosso auxilio as dignas ir.uas de San Jos,
pessoas dotadas, a dizera vordade, de urna
prudencia, de um juizo e experiencia a to-
da a prova, de urna boa vontade sem limi-
tes, de ii o c,r,icoi caritativo quasi levado
ao ex i'-.-i., e muito instruidas em todos
aquelles trabalhus e usos domsticos pro-
piios s mulheres.
Nesti congregacSo se encontram mulhe-
trulha.
t-iiuipriodo-inc declarar a V. Exc. que te-
nho nesta data expedido as necessarias ordena,
nao s ao delegado do Cabo pira que empre-
gue todas as deligencias, afun de prender o
estabeleoendo condi^Oes favoraveis Terra criminoso Manoel Muniz que se evadir, como
Santa e aos religiosos custodios, dando or-ao delegado do termo do Bonito, afno deque
dens expressas aos embaixadores junto dn|instaureprocessoscontra a patulha, que ina-
sublime porta para que vigisssem em sua,,ou o criminoso lanoel Querloo da Costa por
observancia, o que foi causa de serem pre- """10 dl rel,eac'* por este empregada,
sosalgunsdelles Como quer que Fr. JoSo ".* 1ue e"a ju.uliq.ie o seu procedimen-
de aples eacrevesse a Filippe IV, pintan-
iln -lh os msles que aflligiam os santuarios
eos religiosos S. M. lne respondeo : Por
falti dedinheiro nflo so duvem abandonar
estes Santos Lugares, tliesouro preciosissi-
mo da religiSn catholica, a querendo quasi
dizer: vou pensar nisto ; como de feito
pensou, desembolsan lo logo 30,000 colum-
to, assim como pelo ferimento feito era um
dos soldados da puiiulha, informando ao
mesmo tempo sobre todas as circunstancias
dcises factos.
Correspondencia.
Illnis. S's. deputados a assembla pro-
vincial. A instruccSo publica he abase da
nanos e 60,000 em outra occasilo, e esce- commume pirticular felicidade e verdadei-
lian -. il ('.,..I .,1 : .-, ...... .,i,l,-", :,,-,, i n W .
desama Helena!.' yual ser a inorle ele Luiz ro U"o todas as uacOes.COUSa que roe agrada
apo eo! inorrersucegadamente no Icilo ..... bastante ; a cimmunhSo de S. Salvador es-
perlal, ou ser victima da aua auibico, ou do la comuosta de italianas, hesasnholas e
punbal lepubiicano! franezas e at de rabes. Apenas se esiabe-
Sera e.te ealroodoso golpe de estado recebi- |ec .ram D0 hospicio de Jerusalm e de Jaffa,
do pacificamente pelos represenianies de Car- yiam-se louo rodeadas de c-ntenaros de
o^;d7d?cVar;',"r:n,;^
perial se-ba vasuallo do desceodeute d'aquille que as- 'futuras inuslraratn Mibejamente que, dan-
sassiuou o duque e Engliien! iiijeitar-ae-lio do-lhes este uome, as meninas nSo diziam
sem mais desorden! enra Imperial os repu- senSoa pura verdade.
blicanos de Lamartine, c os republicanos de Em outra catla lile fallarei dos obstculos
Changarnier? Duvidamos. que impedem os progressos que o calhole-
veu ao i'. Custodio, que enlSo era o P.
I.o li, dizendo, que o erario eslava aberto
para acudirs necessidades dos santuarios.
Filippe III havia ja concelido 3,000 colum-
oarios de renda annuaes, cousa anterior-
mente estsbeleci lada no lempo de Filippe
II e de Izabel a catholica de Csstella ; ao de-
pois Filippe IV e seu aariijto lilho cuidaram
em reedificar a grande cpula que cobre o
santo aepulohro, A poca infausta de 1793
at 1814 pz os Santos Lugares e os religio-
sos em extrema penuria de descoasolagflo,
porque naquelles lempos nada se cuidava
delles ; de sorte que os religiosos Toreados
por circumslaancias imperiosas sa viram
obrigados a coatrahir dividas avultadas
com usuras enormes, as quaes foram pagas
em moeda correte. Acabada a guerra,
quqmcuidou dalles? A Hespanha smenlo.
NSo serei capaz de contar todo o bem que
tem feito a poderosa inonarctna em benefi-
cio dos Santos Lugares, e para nfio ser ex
tenso conteotar-me-hei em dizer, que nSo
ha urna s pagina de nossas chrooicis na
qual n3o esteja consignado algum de seu*
rouilos beneficios, ueste modo a gneros primeirosanuos.
ns(3u enxugava as la%nmas dos atribula Jos
Custodios e aliviara os males da Terra
Santa.
A ordena dos religiosos menores teve o
ra educacSo dos povo<, e a foule da gran-
des*., e esplender das nac,des, era urna pa-
I i vi a o imico ini'in de fazer o homem bem
para si, e ulil aos seua semelhantes, Daqui
em, quesea mocidale instruida, e bom
educada, he o mimo, e a flor, e a esperanca
dasnac0es;a mocidade ignorante, e sem
educacSo vero semprea ser o flagello das
sociedades. EsenSo, examine-se quem sfio
os sudores dos crimes, que se commeltem,
o muitas vezes nos horrisam, se achara da
nr imano serem homens ignorantes ou a
quelios cuja educat;fio foi na infancia des-
presada. Srs. a felicidade sobre a trra con-
siste na sau le, e as commodidades da vi-
da, ella consiste ainda mais na sabedoria e
na virtude; visto que dellas provem toda a
satisfacSo. de que somos capazes oesta vida
mortal, e de que nSo be menor parte a fa-
ouldade de enmmunicar aos nossos seme-
lhantes, e ont ibuir assim para a geral fe-
licidade. Ora a primeara con Iqo desta pre-
ciosa ventura he a boa educsco ; que com
ludo para que produsa com seguranca ef-
leitos salutares, deve commegar des le .os
A etei na sabedoria nos eosina, o a expe-
riencia nos musir que os costumes adqui-
ridos n i mocidade senSo podem abandonar
mesmo na velhice. Adoleieens jvxta viam
Sera esle passo gigantesco apoiado pelos croa-
tas da Austria, e pelos coisacoi da Kussiaf
Abaiidonaro elles u priuciplo da legitimidade,
ou mili ti i r -ii> em defeza desse priucipio? Ser
a neulralidade de lord Palmerslon um ausilio
sincero? ouum indeUercnllsuio machiavelico?
Appellamoa para o lempo. O successo be aisaz
esirondoso, c uinguem pude calcular os seus
efleitos.
Se a i unannos a islas reflesoes o caracter,vo-
luvel e marcial da naco franceza ; o diverli-
inenlo que Ihe he natural de andar ha tantos
aonos em busca de um gnverno, que a aatisfaca:
se uoirmos a estas rellexes o desejo que os
governos europeos tem de reslabelecer cm
Franca um governo esiavel, nao pudemos tirar
deste acto de despotismo concluso alguuia,
que se tome delloiliva. O que vemos por ora
be opriucipiode um grande drama cora o quai
se despede o auno de l8i.
Politicamente olhado o facto nao nos atreve-
mos a approva-lo, e menos a reprova-lo: as
suas consequencias o lia de qlorilicar, ou co-
bro de execraco. Se Luiz Mapoleo, calcando
as leis salvou a Franca, e com a Franca, salvou
a Europa, quem licitar de approvar o seu cri-
minoso arrojo; mas se promoveu a guerra ci-
vil, scajajerrainou o sangue francez s para col-
locar sobre a sua cabrea a coros, que seu gran-
de lio perdeu uas planicies de Waierloo, nao
passa de um ambicioso vulgar, bafejado pelas
circumstancias, e afagado pelos e&forcos de
una faeco.
Olhando pon ni o facto como cldadao, c nao
como poltico, nao podemos dcixar de lamen-
tar um exeinpln i.io funesto c lo perigoso s
iiberdades publicas. Euibora nos digam que
oseserssos ameacadoies d* liberdade justif-
calo esta necessidae tentadora: qualquer que
eeja a cor ou cores rom que se pert?uda coho-
nestar esta umrpaco, o que nos vimos com do-
loroso espanto he que o poder da forca fez ca-
lar as leiiem Franca '. escarneceu a represeo-
laco Mcioual, dissolvendo a assembla pren-
tl'mo oos carceres pblicos as maiorea nonio
liiiades do paii! derruon e aunullou a consti-
tuico, que o povo havia formado por aeus re-
presentantes, ese der.larou, e proclainou os e
tnico governp da naco franceza i I
Fazeinos votos para que Dos llvre os Portu-
gueses de semelhantes escndalos.
(liraz Tisana.)
cismo desej riafzer. Sem embargo e ape-
gar to com ua fruclos eolbidos durante o anno
que acaba de correr, dos quaes podera Vmc.
coQvoncar-se examinan lo o numero de coo-
VersOeS, abaixo declaradas, e que sfio as
seguiutes:
Lugares Conver- Reconci Baplismot
jo" UacOes de adultos
cuidado de derramar a consolacao nos pal-iuam eUam eum enuerlt noH recelet abea.
zescalholicos, annunciando-lhes que anda Por|(ljo ,,, cjm0 ma|s import,nte e
bavlam custodias no Sancto Sepulchro, e para 0 bgm dos h0fneilsCjUrej qUe a igno-
fazenlo vir religiosos de todos os paizes|; ranc he aoidinaria fonte de lodos os vi-
mas aquello que tem lido tempo de cnsul- Clus. Msjm co,no verdajeira sabedoria
lar oshvros do govemo lera visto quea ne a or em d, ,jr,ud9 e da nossa segura
terca parle delles eram enviados da llespa IroliciilBOe
nha. Aura delles est* seropre confiado o Ss. esla minha esposiefio a vos nfio lie
deposito das esmolas com o encargo esje- Lstranha, em pregarla mal, deceto, o meu
cial de procurar o neeessario para os con- l9,ipose T0 ,,s98 nulara vanlagem que
venios, para os relig.osos, o pira o culto, | lea hoalesbl0 so[lre gnoranle. S-
pelo que lh chamam procurador geral d., mele tenno 0 ues(,jo de ,presenl.r
Teira Snela, uome bstanle coi.hec. lo V0H pesS01s Uo j||u,tradas e tflo dignas
ns ciiiHincas, ellelem lanibein n cuidado
de regular os assumptos contenciosos com
o governo Olloraano Aetaalmenle o digno
S. Salvador em
Jerusalm 33 4 1
Jaffa 2 4 2
Aleno 2 2 2
Alexandria do
Egypto 5 2 2
Cairo 4 3 3
Lsid 4 4 3
Belm 21 4 3
Acre 1 1 3
i.iro-r.M em Chypre 2 1 1
Roseta 2 1 t
Tajun 4 1 1
Adama i 75 1 1
MISSOES DA TBRRa SANTA.
0 Catholico publica urna extena o curiosa
carta escrita de Jerusalm, sobre o estado
dss misses e conventos da Ierra sania, da
quil vamos copiar os psragraphos mais in-
teressanles que sem duvida serio lidos com
prazer.
Ei-l08-aqui:
Jerusalm, convento de Sin Salvador,
8 de dezembro de 1850. Nossa missfio tem
tinte Inca es, dos quaes os religiosos me-
nores desempenham seu santo ministerio;
oito de-tes lugares esto na Palestina, e
sfio: San Salvador, em Jeruaslem, Belem,
San Joan, Ramle, Gaza, Jada, Acre e Na-
zareth. Cinco estilo na Syiia, e sfio : Sai-
ds, Damasco, Aleppo, Trpoli e Lalaquia.
Tres em Chypre, e sfio: L eLimasol. Quat o no Egjjpio, e silo : Ale-
xandiia, Rosetla, Cairo a Tajim. U nume-
ro de amias existontes nest'S logaros sobe
a 21,421, das quaes 1,432 por serem pobns-
simas em extremo so acbam a cargo da mis-joccideolaes. Hensamento grandioso', digno
so que se v na necessidaJe de manle-las,ide um inlelligencia sobe ana, concedido e
e piove-las quasi inleiraments de todo o posto em execuefio por aquello que aos
Este numero compOe um total que passa
de 700 individuos.
Dos protestantes convertidos, dous mere-
cen! que se faca delles menefio particular
por serem pessoas de um mrito pouco
commum, os quaos sfio o Sr. Paiterson, se-
cretario da academia de archilectura de
Otfort, o o Sr. Wyne, deputado da cura de
almas, ambos meslres de bellas arles da
universiJale oxobiense, pormas gszetas
falliarfio a u lem.io deslas conversO--s,
pelo quo deixarei de deler-me mais nesle
assum.to, nao sem repetir que os ditos in
diviluossfio pessoas minio dignas em ex-
tremo e adornadas de urna apurada virtude,
a qual excede os limites ordinarios.
Tinhamos j out'O grande numero de
convertidos desde julho, e actualmente lia
outros muitos quo estilo recebando as ins-
truccOes necessarias. Nest mesmo mamen.
toemque eslou escrevenJo acabamdean-
nunciar-me que cinco ciplos abjuram om
nossa igreja. Para o anno prximo viodouro
as esperanzas Sfio minio boas.
O sepulchro de Jesu-Chrislo em Sifio he a
pedra angular do chrislianismo, b>) a base
do immeuso edificio e nossa pnmeira glo-
ria ; assim o creram oossos piadosos ante-
pas-.i.ios, assim o creram augusta Helena,
os Cesares, seus filhos, osTheodosios e Car-
los Magno; assim igualmente o creu o voto
unnime do Occidente, cujas crusadas o
resgataram. Roberto e Sancho o creram
tambero, pois quizeram resgats-lo, e todos
os monarchoe calmbeos o creram igual-
mente. Desde aquello tempo todos deseja-
ram ser guardas da tfio ioefavel thesouro,
fatendo dalo honra e vangloria e aprecian-
do ests gloria como a mais Ilustre e estima-
da de todas as glorias nacionaes. Nossa ur-
den) leodo-se esiendido em pouco lempo e
feito conhecer em todo o inundo, aehava-se
no caso de poder satisf de todas as nacOes; quero dizer da tapi-
aba, da Austria, da Franca, da Italia eat
da Inglaterra antes do desbragado scisma, e
mais ta.de tambero, das ludias orienlaes e
R. P. Fr. Sebaslilo Ven 11 de Vuasar que oes-
empenha esle cargo, acba-se em Constauti-
iiopla incumbido de urna missfio bastante
interessante e delicada. Dous religioso dos
mais apios sfio sempre os individuos do
veneravel Uiscretono ; oulros estfio em-
pregados no governo dos conventos, e ou-
lros no mii)isterio*apostolico das misses.
Gracssisua boa ndole, conhecimentos e
douirina, a Terra Sancta recebe lustre nfio
' Nicu respeiio, a necessid'Ule urgente do
dar a oda monto nesto corr. uto ii imo ao cur-
so io i mal in lustrial para os artistas, crea-
do pela le da assembla provincial de 48,
cuja ulilidade he palale pelos ramas das
sciencias que este curso abrange, e que sin
a baso da industria e do progresso das ri-
quezas.
Cus dos primeiros ramos do ensino he a
qumica e a physica. A quimca o aphysi-
ca lera creado urna mmensidade de indus-
trias, que be impossivel citar; ella tem
anerfeicoado a agricultura e asarles; na
soporseusbons exemplossenfio pela ass- dc*. ippi?caQoe!1 8a0 numerosis a
teuc.ade seus trabalhos. Longai diidarem, inslanl.. ella aperfeica os medica-
prejmzo a sua patria. d8o conlnbuido para t ,; fej[0" ^ descobertas,
faze.laconhecida,econservar-lheum noma f maielisos a bum,nidade.
?,,0ne1'|te' i'0 ,g?r* f"end0- ,calebre- As su.s applicacfles silo innumeraveis no
Entre elles ha muitos que se distinguen)! d da ^eHdjciva. A qullnica he lam.
por emlaeoles virtudes pelo zelo que moa- D8m inteirarnonie ut,i i0 industrial, que
tram pela gloria de Dos, pubi.canlo obras ,ra oegocai,te que compra pira
em arbico, em al.m, eem sua lingua na- P ^ consumidur que compra tem
Uva, e quandu u turco feroz pedia o sangue lecesli^e do ler COnhecimentos qumicos
de nossos padres em lestemunho da f ca- b d verdadBir0 Mi0r as fszen-
thelica.os religiosos hespanhoos expira-^ e n0,0 Mr eBgin,d0.
'I- a n.iimin. ha urna 01-1
vam nos patbulos, oos carceres e nos
nicntos com todos os csr
.luiros e fortes campeos.
A qumica be urna seciencia, e a indus-
mentos com todos os caracleres de verda- [rja .CiS!.
porem I que a quimica he urna sciencia que enlata
meTa^e e'^sid"8 SUStt&l2^^ '^^ "
riososJinislros do Senbor, que se assim "^ ^c'n^"evtT o s derar como de
continuar, nfio se eocon rara um so dentro imp,iSnc,a, porque tem por on-
de alguns aunos em todo o territorio da fu.T. ,r.. j ^Lm i ,u .tr.
I'aleslins.
Heraldo.)
PERNAMBUCO
jecto as forjas do homem o da natureza nss
applicscOas ao uso da vida.
A mecanicajehou o segredo de ompregar
a execuclo de trabalhos pesados livrando
delles ao bornem, quo desde cutio pode
dedicar-se as outras occupacOes, sem Ihe
faltaron) os meios de satisfazer suas neces-
sidades.
A industria humana tem applicado s ar-
tes diversos motores, com que ella muito
, se ha aperfeicoado ; e sempre que se ha fei-
cusu m ^ue^e^escra^de Mo', a so^ed.de tero "ganho novo
Victoriano de tal, sen/decl.r.cioL "olivo ; a foier, o adquir lo supenorniade sobre os
< _..t.n.< ..n.. ..,^, nnI. un l nwiranni lilil
Reparligu da Polica.
PARTE DO DA 17 DE JANEIRO DE 1852.
Fnra.n prnoiii ordem do subdelegado da ;"', ape"rfciCM
iS.FrelPedroGoncalve du Rec SIV.
>.iiauv uv ni, acui UCI.I irtllllu U IIHIlhH -------- ." --.-,
ord.m do subdelegado da freguezia de Sanio oulros povoS, que por sua Ignorancia nao
Antonio, o preto Rodoplano, escravo do Dr. usam dus mesmos meios. O Culebra Watt,
Francisco Carloa Drandao, para correccao ; e a inventor das maquinas de va.-o., cho^OU a
do subdelegado da fregueala da Boa-Vista, o faB car em urna s manufactura de
preto Wanoel, escravo de Manuel Joaquim Car- gnham crto numero de maquinas
Se,0|i;n.!,^aH"'guaJ^,5"E0ic'e, "" len'es a forca de cem mil cavalloi
?eco 'q m d E'piftl0 aDt plJi Cr' seiecentos mil homens. E ass,m.
nccessano.
Os meninos de ambos os sexos frequen-
tam as escolas que nossa missfio tem esta-
bclleci lo, nas quaes receben) urna dupla
educaefio civil e religiosa; eo serem estas
escolas frequeotadas nSo s pelus calholi-
oluos do mundo podia parecer em extremo
pequeo para tfio grande empreza, o P. S.
Francisco.
Em virtude de urna trplice prerogstivij
a Hespanha excede as outras. naces catho-
licas ese distingue na guarda dos Santos
eos, senfio tambero pelos scismaticoa e tur-1 Lugares, l'.ilo direilo, padroaduquea cons
eos heum grande indicio c prova certa dejlilue e declara padroeira delles exclusiva-
seu prospero estado e boa oluciffio. Qua-1mente ; pels geueroaidade de seus mooar-
tro sfio os collegit/s, us quaes apreodtm < chas, grandiosa sem exageraefio, o pelo ou-
.recca
do subdelegado da freguexla da Boa-Vista, o fb icar em UBI s manufactura de Uirmin-
"" i'".1''j e.,cr,v de MMeliJoquiln "os ou de
s'*iu. unios un iiuiueiia. c "'-mi, senho-
1DBM DO DIA 19. re9> e6la D'"n eonhec Jo que essa nova ins-
Foram presos: a o ordem do subdelegado da truesfio aos aitistas servir ddgranJe ulili-
freguexia de S. Fre Fedro Gon;alves do Reci- dade ao paiz, pois que riles trabalhando
fe, Antonio Jos Alves, Antooio Rodrigues, com meios mais porfolios poderlo produzir
LuUGoncalves, e Lula de Franca, sem deca- a riqueza em maior abuddaocia e com ella
raco do motivo ; a ordem do subdelegado da 0 esplendor e a felicidade da nossa patria,
freguezia de Santo Amonio, os pretos, Antonio, Sounore, gade beoeVolos, torual inleres-
Z^Z^lFJ&itfXZ ?" causa "publica, e m'eluora. qu.uto
cravo Miguel,por furto eadosubdelegado da esliver ao VOSSO alcance a educaefio Uo ar-
fregueiia da ooa-Vista. o preto Antonio, escra- lista, o nos VOS Seremos agradec JOS
vo de Candido lit da Salles, a requislcao de
seu senbor, Rufino e Fernando, escravos de
Manuel Ignacio de Olivelra, Antonio, Manoel, e
Anaitac|o, lamben) escravos, sem declaracao
do motivo.
O delegado de policia do termo do termo do
Cabo, parilclpuu-me por rnelo de 16 do cor-
rente, que na freeueila de Ipojuoa Antonio CARTA DO EARAO' DE KIKIRIKI, EX-DE
Vosso humilde patricio,
Joaquim os de Carvalho Stqueira Varejio
VaKIEDAuE?*.
Joaquim ferira inorialinente com um tiro a
um menor,e que o reo acba-se recolbldo aca-
deia daquella villa competenterneole proccisa-
do, assim como que ua mesma freguezia Ma-
noel Muinr. morador no engenho Camello, as-
aasslnraa um escravo de Antonio Fej, sen-
do que se zera o procesao, bem que se tlvesse
tvadido o assassino.
O delegado do termo do Bonito, tambero me
partielpou em ofclo de 8 do correnle, que
leudo no dia 3 do mesmo mez apparecldo nas
visinbancas da casa de sua residencia a um ce-
lebre criminoso Manoel (Jucrioo da Costa, que
leni perpetrado dlversoMssasildatos naquella e
em outras comarcas, inandou elle prende-lo
por uina patrulha, mas que tendo l loilrido
fogo, e toda a resisteucla da parte desse crimi-
noso, vira-se obrlgado a tirar-lbe a vida, de-
pois de exgotados lodoaos meios de prudencia,
e feilas as admoeslacdrs do estillo, tendo a pa-
traas nessa occasio prendido a Manoel Lopes, '
PUTADO, A SUA ESPOSA A BARONEZl
DO MESMO TITULO.
1.
Sao dea horas : que assim resa
O meu pobre cebolinbo :
Indispensavel trasllobo,
Que no Delaage compre!,
Quaodo no Porto me acbel.
II.
A respeito do Delaage
A senbora que rae dia 7
O francez inda he felli ?
Inda Ibe rende dinheira
A sciencia do ponteiro !
III.
O aabonetc, qne eu tenbo,
Nao he l de grande preco.
Uas decerto queeolouqueco I
Anda-me sempre a parar ;
Anda sempre a concertar.
IV.
Em concertoa, deiconcertoa
Tenho gasto bons tuildes.'
F, gastarla milhdes !
Quem o seu reloglo tem,
Nao pode coalhar vlntem !
- V.
Saber que a Lisboa amada
J fez os seus depulados.
Veteranoa reformados.
Dosbatalbdea progresistas,
Ou por outra setembristas,
VI.
Sao velhos ps de castello,
Porin de carcter vivo I
De novo cu, sirvo o activo
Vo entrar ; gracas urna
E mais sessflo nocturna.
Vil.
fu ule Un, que vai pdr
Este pobre Portugal
Um reino celestial;
J4 se falla em capitaes,
Em estradas, em canaes!
Mil.
Vamos ter vas de ferro,
Desde o Tejo a Hadajoz!
K uina ponte de retros
Assentada sobre bubas
Desde o Tejo at Cacilhas.
IX.
J le falla em coma grandes .
E (ainbem cousas pequeas!
DU-se que leremos sceaas
D'algazarras. grilarias
d'outras mais niotisriai'
X.
Sabio o homem da Blca,
I mais Jos Eatevlaho.
SahioCarlos enllnbo,
E o bom cidado Burjaca,
Tudo gente de casaca.
XI.
Foram soMados outr'ora
Da milicia demcrata ;
Mas boje be tropa pacala :
ros Incendios iiberaes
Sao boinbeiios, nada mais.
XII.
Saber excelsa dona,
Que o nosso graode erculano
Inda nao pilliou este anuo
.'-m 5. Uento urna cadeira,
O que foi inui grande asneira !
XIII.
Os Recrelos conseguir!
Meiier esla nao a pique /
Foi o milagre d'Ouriquc,
Que o erculano negou,
Quem as portas Ihe fecbou !
XIV.
Taubem se di> que o governo
Oeste rato nao gostava !
E por Isso o guerreava!
Oque he certo he que cou
Arrumado, c no pilbou !
XV.
Tambemficou codilhado
O novo -ii-.ii.ii Vieira
Apesar da chiadeira !
Pois be pena I promeltla
Que um bello papel i u i...
XVI.
tem, prima, nao pilbou
O nosso artista h morim '
Teve esperaucas ; mas por lim
Ouando vio fechada a porta,
Ficoucom acara torta.
XVII.
e quem tenho grande pena
le do Lopes com Mendonca.
Confiou na geringonca.
E at foi a Santarem,
A Alpiarca tambem.
XVIII.
E mereca olitterato
De certo ser deputado
Muito mais tendo abracado
Com amor, com sympatbla
O tal-Kossulh da Hungra.
XIX.
Causou sensacoaqui
O nao vir ao parlamento
O mais colossal talento,
Que o grande Douro tem visto,
Cujo nome acaba cm isto.
XX.
Escriptor sabio e profundo,
Que escreve com muita graca.
O qual se dis que teinpraca
lNos Mamt lucos a p
Dopatriarcba Jos.
XXI.
OGalamba nao sanio l
NiQ saino Jos Cabral !
Mas sahio Mendes Leal
Que enriquiceu a naco
Com o Templo de Salomo i
XXII.
Ficou a chuchar no dedo
O nosso padre Jos :
l\o se quiz privar a S
Dos seus servidos que sao
Servicos d'um Uom christao.
XXIII.
Ale eu, senbora minha,
Desta ves fique! de fura /
Perdeu a palria esta escora!
Inda se ha de arrepender
Deste louco proceder.
XXIV.
Que dir a Euporaa isto?
De certo flea baniada .'
' Quaudo un Russta gelada
Coustar este passo uio,
Que dir o iNicolao !
XXV.
Eu tenbo, prlmluba, a chave
Da poltica geral.
Se este pobre Portugal
Tlvesse ires como eu.
Que grande futuro o seu!
XXVI.
Mas quem tem o nrax Xarope,
Que uo vale urna pitada )
Euiais o Malheus Torrada,
Algibebe de obra feita,
Porin sachnsido daSelta.
XXVII.
O que nos vale, Haroa,
E uos inspira calor
lie sera nosso favor
Aquelle grande mestraco
Qut. be de certo um taleotac.0 !
XXVIII.
Alias throuo e raiuha,
Hellglo e monareba,
Tudo, ludo se perdis :
IleioavaS. Theobaldo,
Tudo o mais birla ao caldo !
XIX.
Para o crrelo aeguinte
Lhe direl o mls que ha.
Adeos, senbora ; por l
Passe bem. D-iue um beijmho
No nosso rico flblnbo.
XXX.
Post scriptum. Agora mesmo
Ale annuncia o mea visinbo
Que sahira o Rebellobo
*>i*or um circulo beirAo
Deputado da nttcao I
( Brai Tisana,)
O URSO E O CHLOROFOAMIO.
I'm jornal eslrangeiro refere o segulnte fac-
to, que acreditar quem para laso nSo achar
dlfflculdades.
Por espaeo de um mez, pouco mais ou me-
nos, um urso, aquevcbamavao Gollath, pela
sua estatura gigantesca, incommodou. com su*s
visitas importunas, una povoacao visfoha de
Superbagnere f montanha prniima do valle de
Luchan ). Ha dol das sahirain mullos caca-
dores, para o campo, acompanhados por nove
guias : eram sete horas da manh. a a des e
meiachegarain a Superbagneres. Foi fac aoa
guias o reconhecimeuto do local em que o ur-
so se refuglava durante a nolte. Ao cabo de
meia hora de espera estando tudo em silencio,
appareceu o terrlvel animal. Urna descarga im-
medlata fot perfeltamente baldada, por acaso,
ou por mu pnntria, rscapou urso sem que,
ao menos, urna baila lhe tocasse.
Os caes atfrarain-se corajosamente ao gigan-
tesco animal mas elle, despresando os iiiim-
gos, contentou-seem raigaras enttanhas a um,
e retirou-sc com a maiorplacidei para asua co-
va. Flcouaddiad a coniinuaco da cacada,
retirando-se os cacadores para Luchon, cabis-
baixos e trlsies. nolie, quando elles todos
se quelxvam, o doutor Pegot, um dos mais es-
pirituosos facultativos dos Pyrenos, escla-
mou : Meus senbores; se quizerem seguir o
meuconselho, traremos aqal, morto ou vivo,
o novo Golialh- Levem por bagagem os capo-
tes, algumas mantas de l, e algumas barras de
ferrocompridas e grossas. Partiremos s sete
da manh.
Com effeito no da seguinte nlnguem faltou.
As dez e meia, como na veipera, estavamos do
campo da gloria. Tiuba nevado, durante a
noite : nao se vi-o sobre o gelo as pegadas do
urso suppozemos, por tamo,que aluda estava
u toca o famoso Goliath. Era isso exactamen-
te o que desejava Pgot. Mus senbores, dis-
se o doutor, apruxiinem-se todos da toca, sem
Sre < ii nuil- a cara, e deixem-me manobrar
s guias pegueinnaa barras de ferro, e.fechem
com ellas as entradas da teca. E agora vamos
chloroformisar Goliath, ecoodusll-o a Luchon.
Depois do ler mandado por os capoles e as man-
tas sobre as barras para privar o urso do ar ex-
terior, o doutor, servlndo-se de uina pequea
bomba, Injrctou ua cova o cbloroformfo .
Qnando lhe pareceu quetera produzido eflei.
to, inandou tirar as mantas o urso dorma !
Todava nos tomavamos to as as precauedes-
lVo tenho medo, dtsse o doutor, respondo
pelas vidas de todos. Ligou-ae o urso, deitou-
se em urna especie de maca, e conduzio-se paro
Luchon, ti est, segundo dizera, em urna
jaula, ao p de outm em que mora uina pea
quena ursa, que os homens do campo roubaro
aoscailnhos da mae ?
ANNUNCIO NOTAVEL.
Annunrio ao reipeitauel publico delta cidade. sem-
pre conciso c benigno em proteger os artefactos por-
tuguezes salcicharia em grande =pegada a um
tabellido, ejunto do Arco do Uandeira n.*G<.
Neste elegante c bem ornado ciCabelecTraeu-
to, que nao ejaberlo agora nem por clume, am-
in. .ni, precisao, ou outras trivialidades does-
vi-, mas sim por reconheciineuto, gratidao e
paixo que tem pelos habitantes desta caoital,
seus enormes amigos, encontraro estes, c
quaesquer outras Pessoas adventicias, carne de
poico de todas as especies, c cbouricos de san-
gue, e sem elle, com bastante sanete, molros
ao gosto portuguez e bespanhol, sendo estet a
pimentados para jornada.
Tambem encontraro porcos de todos os U-
manhos c gordura, que tem por costume criar
e sustentar lodo o anno em sua casa, parh 01
apesentar sem acrimonia aos seus nobres fre-
gueses, que lanto o tem instado para isto mes-
mo.
L" cscusado dizer que os presos e acefo sao
muito commodos, chourisos da carne sem uojo
e esmero, salcbixas ao'gosto romano, deven-
ires, la nbas, salgadas c seccas.
HEBTTRG.
Hadias teve logar ao Royal-Soho-theatre, uta
mcrng. numeroso para ouvir uina senhoraame-
ricana, que veio epressamente de New-York,
com o liu de explicar o mereclmento do fato
Bhomcr, e de fazer adoptar alguma medida a
respeito deste novo vestuario transatlntico.
Esla senbora trouxe mais aete companbei-
ras, quatro das quaes sao de sete a quatorze an-
nos, uina de dezesele, eduas.de urna edade
problemtica; entre vinte c cinco e clncoenta.
A que tomou a palavra ter apenas rlnte e cin-
co anuos, e muito galante, parece menos t-
mida e mais cnihusiasta do que as suas com-
panheiras. Acolbida favoravelmente pelo pu-
blico, fallou com urna certa presenca de espi-
rito.
Ua muito que as senhoras Inglezas e ameri-
canas, disse ella, reclamavo urna reforma u-
til e neceisaria no seu modo de vestir, aquel-
las que tomaram a iniciativa, a este respeito,
na America, cabe a honra de se haverem inte-
reisado vivamente em abolir a escravldao.
<,[ momento, oito enhoras vestidas da
ni un ii.i mais eslravagante, entrSo na sala e
loiiio logar. Foi impossivel ao publico conter
o riso por maii lempo ;a hilaridade tordou-sc
geral.
Uina inglesa vestida ; siini-blooraerista, di-
rige-se cun dlgnidade ab publico, pedlndo que
"i. i ainda a juven americaua, que est possul-
da dos sentiinentos mais puros ( applausos ).
A americana continua : As seohoras ameri-
canas relTeciiram q ue ha urna outra eseravido
contra a qual nfio teiu podera religio, amo-
ral, in ni a lei. I.' a moda (risos ). Gom effeito
a moda contra todas ats leis da natureza, che-
gando mesmo a por em perigo a vida das mu-
lheres. Por causa della gasia-se mais du que
se deve gastar, e as barbisdos espartiib< s, com
com que se tortura a mulher, Impedem que ei-
a preste so :ledade os servicos qua devla prea-
tar. A oradora entra em detalQes techoicee a
respeito dos coletes, e conl.nua depois uestes
lerinos.
Qualquer Innova cao provoca sempre mur-
murio*. Quando as senhorss comecarao a mar
paletos dlsU-se qu e a moda nao pegarla ; pare
claqueadavaioves tidascom o$ paletos 'de seu
maridos (riso). Lembra-rae agora que, no
dia em que ama gravura de modas Inglesas
chegou America, urna de miabas amigas ex-
clamou vendo o paleto : Oh? que deliciosa
invenco quando eu tiver pressa d sahir veatl-
rel o palet de William ( Applausos ensoi.
Sea. A. aialoha vicloria, comprebender a
vaotagem desie novo vestuario, estamos cenas-
que o adoptar seno para ella; ao menos para
suaslhaae tereraos pur nos a rainba.
Acabarel fando-vos conbecer a aaolora
desta innovacio t. Amella Bloomer, esposa de
uradis'iucto advocado residente, em Seueces-
Falls, nos estados-Unidos.
(Da Reviita Popular.
O AMOR AO TBABALHO.
sua necescidade e vantagens
Vivo felices o primeiro homem c a mulher,
que a mo Divina ormou, tendo por beranca a
iinmoitalidade, a justl(a e asantidade, ea bsor-
tos nacondemplacao das maravllbas da natu-
reza nao Ihes agitavao o coraco desordenados
| desejos ; mas por Influencias malignas do aojo
Idas trevas, ou em outros termos, do pai da
mentira iufringiro sem temor algum o preceito
; di vino locando nofreuto, que Ibes tlnba sido re-
dado por aeu Creador, Esta sua rebelda e in-
' gratidao, sendo de terrlvel cousequencia para
, sua descendencia, obrigou o mesmo Greador a
I
i
n
j


TT
<
coiiiinnr, ou ntp impnr aoi rtfruurloi i/ Brlgue ioglez -- Eleonor -- farinha bola-
ticna de lirarem da lena o sustento fnrca do I chinhaa.
trabalho. c de comercni o pto coin o auor dol g,cun> Ingle Vetrtiris dem.
seo rollo, at que M tornassem em Ierra de que I n,r croo formado. Como porem urna emelhanW | Brgue \uf\tt reanla mercadorilS
pena nao trousesiea auulqullaco, e oexlrriul-
nlo de especie humana, e uros senda a esuta da
existencia dos tiomcns devesse proporclonar-
Ihrs os influ d'elUs conservare! essa sua exis-
tencia coru inalor, ou menor trabalho, e ja de
anlrinao houveste mandado i ierra, que pro-
dutliie as ervas, e as plantas, as agoas, os aoi-
inaes vvenles,'os pelxes, e os volatelsde toda
a especie, tosquaes abeucoaodo ordenara, que
crescessein e se inulilpllcaascm, todos os seres
creados o devIAo obedecer, e continuar a natu-
resa na produrao dos animaes, dos vrgttaes,
dos inlnerals, tornnado-se somenle mala di-
en ao hoisirm o poder ap'proprlar-ae d'aquel-
lascousas,que fossem Indlspensavris auaaon-
. aarvacio, e acomo.lal-as as auas necessldades
em consequencla d'aquella pena fulminada. Da
qnl pols a obrlgaco de trabalaar, obrigocao
tanto inalor, quaiuo mals crescido i o numero
das preciifle, que o bomein vem a ter por el,
e por a quelles, que tem a seo cargo,, e cor
quem vive Intimamente rellacionado. He por
Unto neoessarlo, que o homem einpregue os
melca llcilns loaaqiiiilcao das cousss. de que
ha mlsier para a ua fellcldade : que trabalr c, do
contrario, se permanecer na Inaccao, se vlver
na Indolencia, e apathia, lecondemnar a mor-
rer na penuria, nao obstante a naturesaforne-
cer Ihe todos os elementos da riqueza Alem
dos males, que a pregulca tras ao phvslco.vii-
tocoino a ocloildade e a causa uiotili de nossa
miseria, c ale antl-hyglcnlca, mullos malea
moraea d'ella resullao, d'entre outrosnao se
vigorar o espirito, c ser a mcsina pregulsca uui
Sieccdo morial. O trabalho Cora de duvlda, a
onte da riqueza, e a caua de todo o inelh.ira-
inento eprogresso material, e Inteleclual. Para
o hoinein ter o pao, a bebida, o panno coi que
cubra a sua nudez, uin albergue, em que se res-
guarde da intemperie das eslacoes, indispen-
savel o trabalho. Para ter alguma noticia sclen-
tlflea. ulile cuiloaa, illustrar o seu espirito,
saber defender os seos dlrellos naluraes e ad-
quiridos, e nao passarpelo desar de ignorar
quasl ludo, e de nao poder fallar, onde esllve-
rem pessoaslitteatas, oecessario appllcar-se,
cultivaras letras, faiendo dcllas a sua enxada,
c de suas horas o seo campo ( permilta-se-ine
asslin exprimir) da inesma orle que o agricul-
tor cultiva a trra coi o arado c a semrnie. O
mesmo trabalho i que o homem fol coudemna-
do porlei dlvloa o que ofelUcila YtniU ai
mt omnei qut laborolh ct ego rr/Uias eos. S. Malh.
He pelo trabilho que o homem pcneliaolo-
tfrlor da Ierra,e das maltas paraenralros inl-
nerals : derriba as maltas virgen, habitat ao de
facas, e aa transforma em abundantes e fe-
cundaa aearaa, domestica os animaes silvestres
c bravios, e os sujelta ao seu servlco edifica
povoados, villas cldadea ; laz erger sobre so-
ledades bases edificios colotsaes | dos troncos, e
dos ramos das arvores faz soberbas nosslem
d'oatras cousas eitraordlnarlas, que cauzao ad-
tnlracao e espanto ao homem rustico e Inerte.
Ora emprega a sua aclividade em mudar_o es-
tado das couias, a fim de as tornar ulcis direc-
ta, ou indiretamentej ora cm separar urna coli-
za de oulra que eslava naturalmeute unida,
oraem combinar substancias diversas, ora; em
ilar-li es nova forma, c ora em conduzlr c mu-
dar os objecios de uin para outro lugar; c me-
diante estai diversas operaefles privactivss da
industria exlracliva, manufaclora e coinmer-
cial que elle cunsegue dar utilidade aos objec-
tos, e se faz productor das riquezas. Ue ao tra-
balho que devemos a invenco dasgrandes ma-
quinas, cujas vantagena sao incontcstaveis'
tanto pela iacilidade.r ecleridade das operscoes
como pela perflelo, e abundancia do produc-
tos, que por isso Bclo ao alcance de todos; e
oblendoo homem por meio di Has a cooperar,:!
da nalureza na obrada produccao, lai obrar se-
gundo a sua vontade breas inlinllamcnlemais
poderosas que as suas He ao trabal!!1-. que de-
vemos o lueliioramcnlo das vias de coinmuni-
cacao, os camliibos, as estradas os cairis de
ferro, os canaes etc. Uc ao trabalho, que o
commrrclo, as ilrnclaa grographicas, e astro-
noma devem o ler chegado ao poni, cm
quesearho. He ao tiaballio, que devenios a
nossa eivtUaacio, e ful elli que fea desaparecer
a antropofagia, que ontr'ora exista entre o-
povossclvagens.quando Ibes faiiavao os recur-
sos, que a naturezi espontneamente Inea
inii-ii i i, Se ovario poslohco nao soubesse
tr.ibalhar enslnando, orando e edilicaudo ma-
terial emoralmeule.se mo se devotasse lodo a
beni da humanidade arriscando a sua vida pelas
brenhas, c ridos campos, exposto as setas dos
niesmus selvaxenssem oulra recompensa q ue a
divina, estaramos anda hoje no estado mais
tosco, e perigoso. Hea trabalho que devenios
as grandes obras Iliterarias, onde aprendemos
us principios de lodas as llnela e os grandes
descobninentos, que as produces mal com-
pleta de engenbo e arte vo apresentando ca-
da da. ,
O quetrabalha na moeldade, e abe econo-
mlsar, guarda o pao par avelhlce, acba em si
o recurao oecessarios das suas preclses, niio
duencas, c nos Incomodo, uo se vi na dura
c veigonhosa necessicidade de pedir, e de
esinular. Tem amigos, se oube coin o ructo
de sua economas toinar-se riro, ou au me-
nos se tem uieios de subsistir; ao passo que a
miseria s por si produi 6 effelto de devorciai
asamisadca-rBipora is futrinte nubila sotas
STi>,colloca o bomein na ituacao mais dcs-
preaivele fas perder estima publica, principal-
mente d'aquc les que nao sabendo apreciar o
Besito, so louvaoi c idolatro o, que vive em
posice elevadas por seu cargas, ou riquezas,
torna o lioineui descoubecido per aquelles
aueaniespcifeiaiueute o coohecio. I\em se
iga, que o cliristianisuio nada lem com o ta-
b.llio, que pilvaclivoda sciencl. econmica;
pois que elle prometiendo o auxilio do Dos
qoem se ajudar a si mesmo, e combalcndo as
paladea auii-ecinomica, Como sej.io a avaresa,
a pordegalldade, n lulo, e inulto vicios, como
a prrguiv, a invrja, o outros que se assenho-
riaoda oossa vontade, que nos tillo afoicae
coragein de nos linponael prlvacfles. c des
trabein o nosso espirito das resolufes nobrrs,
lie por cerlo bum grande auxiliador da sciencia
econmica, e um gr.ude iiiccutivo para o trabj-
ll.ii. Aquello que oao trabalha, e nao ecouo-
misa, na poder exercilar acaridade, soccor-
xendo o Indigente, cuja vliludc e uin dos prin-
clpae precailo do Salvador O lueiiuo Dos,
que ellevou a alaria Sanlissiniasobre os anjos,
que a collocou na mais alia dignidade que se
pode imaginar, a reduzio a viver do trabalho de
ua utaos, oao Ihe dando neste mundo porhe-
ran{a beus terrenos, uco honras, nem subli-
mes dignidades, nem pompas magnificas. Elle
mesmo desde a idade de 12 annos at os Jo, a
excepeo das gorai emque e dedicava a ora-
cao cui retiro e sileucio, para com o seoexem-
plo oo cubiuai a aplicar o noaso tempo no
trabalbo, e uos cxcrcicios espiriluaes, gasta va
todas as suas boras no trabalbo.eosinaodo nos
deste modo, que deveino evitar todo o geoeio
de aciosidade, e nao ter tempo alguna aem oc-
Xudos dovem liaballiareconformar*
Gloy| luslnica VUa larinhi.
Barca portugueza 5. Cruz tnercadoiiai.
Cacuoa dinamarquesa -- Etlen -~ garrafOes
vaaios. |
lliate urasili'iro -- Duvldoto gneros na-
ciouaet.
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo dial a 84 .58 593.052
dem do di* 36.........6A05.09I
lTX5:098,U6
DIVERSAS PROVINCIAS.
RendimenlododialiSU.. .8:561,635
dem do da 26 .... .
conforme isso parecesse mais convunicnle,
requiaico dos mesmos praaos.
4. Que salhadsri pelo fomecimanto do
aastanto de cala um preso tquantia de 160
rs. diarios ; quo este pagamento seria mon
salmele feito, precedendo sltestado do
Sr. ehefe de policia, em que se derlarassn
que e foroecedor cumprira com os seus de-
veles.
5. Que o fornecodor se sugeitava a ser
despedido toda a vez que o mesmo Sr. che-
fe de policia entrasse no conheciuiento de
nfio ter elle cumprido comas condit0es a
que se sugeitura.
6. Qucllieserja dada por esta repsrticSo
lista dos presos pobres existentes na ca-
deia a quem sehouvesse concedido rages
diarias aQm de por ella rogular-se no cum-
prment de seus deveres licando porm en-
tendido que no numero dos presos pobres
no seriam contemplados os escravos em
ra0o do fornecimento do sustento aestes
dever correr por conta do carcereiro, como
he de le e estillo.
7. Que o fornecedor se sugeitava a forne-
Oflr o sustento aos presos pobres recolhidus
a enfermaria di mesma esdeia dando-se-lhe
320 rs. diarios por cada um, e obrigando-se
elle a cumprir oregulamento na parle que
Ihe diz respeito.
Secretaria da polica de Pernambuco 22
de Janeiro de 1852.
Antonio Jos de Freitas.
i Amanuence.
-- A cmara municipal contradi, com
quem por menos fizar o aterro por brs9
91,295
3:655,930
F.xporiacao.
Rio de Janeiro, bares americana Ellen
Horrisan, de 243 tunollailas, conduzio o se-
guid) :--510 barricas farirha de trigo, 1
.:i 'iii rasco cera, e 393 remos
Lisboa. brgu.i braeiliro Marianna, de 238
tiln llmlas', Conduzio 0 seguiute : -- 2622
saceos, 9 caixaa e 6 caras com 136S arro-
base 4 libras de assucar, 53 couros salga-
dos com 48 errobaa e 24 libras, 30 ssccaa
com 121 arrobas e 26 libras de algoJSo, 18
taboas de costado do vinhalico*
ERRATA.
Na revista semanal publicada hontcm.im cubicas, do alagado sobro que tem de cons-
lugar ile-exi6tem em serSIObairisde man- truir-seo matadouro publico : os preten-
teiga francoza, sabio vendeu-se a 310 rs. a denles dirijam-se por carta fchala ao vo-
lihra reidor Mametl, no largo do CorpoSanlo.
HECICItEDOIIIA DE RENDAS INTERNAS GE-REAL COMPANHIA DOS PAQUETES INCLE-
ZES A VAPOR.
No da 31 deste mez,espera-se
o vapor Teviot, commandante
Revell,o qual depois da demo-
ra do coslume seguir para os
portos do Sul : para passageiros, trala-se na
casa da agencis, na ra do Trapiche Novo
--------------------------------:;^------------I0, *2-
rtavtoi entradoi no da 28. 0 arsenal do guerra compra caixas com
Rotter.lam 44 'lias, galiota llolandeza Cu- | f01 ti 3 s de flandres, meios de sola do ssr-
ragSo, de 126 tonelladas, capitSo P. Kuyt, .(j,, COrtidos, pellos de couro de lustro, co
equipagem7, carga genebra, queijus o/bre e IstSo velho : quem laes gneros qui-
niais gneros ;a G H. Brander a Brandis. I zer fornecer, comprela no da 34 do cor-
Cette- 41 dias, barca franceza Jules, de 166 ,ren[8 meIi inzendo sus propostis ieom-
tonellidia, capillo Tombiicl, oquipagem panhadas com as amoetras. Arsenal de
Cavalelros.esblrres, povoegnndolelros.
A sceni passa-se em Veneza em 1643.
Nada faltar!, como cumpre, para o bri-
Ihantismo do seenario a vestuario
0 empresario lendo ludado cum inmen-
sos emhiracos, que Ihe dilllcultavam a con-
linua;9o do cumprlmonto de seus deveres,
pode arrastrar lodos, grabas ao apoio quo
tem encontrado no pblico sensato i-Ilus-
trado da provincia, e 4 Ilustre commissSo
directora, a quem tributa os seus respeitos
ecin ceros agraderimedtos.
Comecar s 8 horas.
Os billietes scliim-se venda no lugar do
coslume.
tH.Er.TM BE ANU.
Dezejando o Exm. presidente da pro-
vincia, assislir ao espectculo do theatro
d'Apollo, odlrrclor emprzrio do mesmo
Iheatro, honran lo-je em extremo com
present deS. Exe., transfero o sou dever-
timenlo para amanha 28 do corrente, vis-
tos Exc. querer tainbem assislir ao espec-
tculo deS. Izabel.
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 36..... 960,046
CONSULADO PRQVINCIAL.
Rendimentodo dia 36.....2:944,145
Movimentodo porto.
15,carga vinho e mais gneros; J. A.
Las-erre & Compsnhia.
Allowiy -- 56 dias, bigun nglez Premecr,
de 197 lonellada, capilSo James Pub^os ,
oquipagem 9, carga carvSo; a Deane Youl-
le & Compaiiliia.
Rio de Janeiro 36 dias, paticho brasilei-
re Nereida, de 105 tonelladas, caplto Jo>-
quim Lopes da Costa Albuquerque, equi-
pagem 9, csrgi plvora e mais gneros ;
J'i.mi Kraocisco da Cruz.
Rotterdam --22 dias, patacho hollandez Ma-
ra Sophia, de 209 tonelladas, capitSo M.
Gyzel, equipagom II, cm laKlro | a G. A.
tiran ler a Urnndis.
Aracaty -- II dias, hiato brasileiro Duvido-
so, de 43 I |t tonelladas. capitSo Joo llon-
riquede Almeida, equipagem 6, carga va-
rios genetos; a Jos Manoel Martios. Con-
duz 7 passageiros.
Rio de Jiiiiro-- '25 dias, biigue dinamsr-
quezEmmiuuel, de 160 Ion Hadas, capi-
tflo L. P. Noberga, equipagem 10, em las-
tro : a Me. Cal moni & Companhia.
tOlTAES.
guerra 22 de Janeiro do 1852. 0 escritu-
rario. F. Serfico d'Assis Carvtlho.
Pela 4." seccSo da inspectora da fa-
zenda se faz publico, que em vif lude d,or-
dem do Exm Sr. Presi lente da provincia
precisa-se comprar para fornecimento da
ilha de Fernando os objectos abaixo decla-
rados, e a quem convier queirsm compare-
cer na meama inspecloril munidos de auas
prospostase amostras nos dias 24, 36, e 87
do crrenle.
RELACaO DOS OBJECTOS PRECISOS.
Farinha de mandioca 800 sacias, assucir
branro 25 arrobas, bolaxa 25 arrobas, arroz
2 saccas. azoite doce 2 medidas, vinagre
30 medidas, sabQo 4 caixas, sal 4alqueires,
medida velha, toucinho urna arroba, ala-
tria urna caixa, brabante 4 calabrotes,
chumbo em barra 3 arrobas, papel almacn
3 resmas, pennss de escrever 300, lapes 2
carmeles2, folbinhis d'algibeira 3, pregos
caixaes 5000, ditos caibraes 10.000, ditos
ripaes do reino 4000, pregos de guarnic.au
4000, poitas d'emhira de20 brabas 200, coi-
lla urna arroba, gil 3 libras, vossouras de
piafaba 16, garrafOes 5, dobradi(as de cruz
ii.i 1 i 1111 I las 100, cravos de ferro pequeos
400. arco de ferro 8 arrobas.
Quarta s.'CcSo da inspectora da Fazenda
23 de Janeiro de 1853.
us de rito Ingles. 1
Em conaequedeia da diciaSo do Kxjm.
Sr. [residente da provincia, pela directora
do Lyceo se faz publico, que continua em
vigora portaria do i.' de fevjreiro de 1813,
na 1 arte emque se oxige exame de gratn-
matica latina, feito nesle estabeleciment
para a matriculadas aulas do pltilnsoplua,
n rhelorica, e appruvsQSo de lingua mcio-
niil, oblula no mesmo liceo, para as domis
aulas de iustrucr;o superior,
Outro si m, declara-so que o exereicio da
lodas as aulas comnear no dia 1 de feve-
reiro p. vindouro, as mesmas horas Gxadas
nos .111 mis anteriores, a saber : latim das
8 as II ; inglez, geograpbia, e pbilosophia
das 8 s 10; fraocez, lingua nacional, geo-
melria, rbeteric o dezenbo das loaomeio
da.
Liceo, 22 de Janeiro de 1852.
O Amanuense
Hermenegildo Starclined Miranda..
Publicafdes litterarias.
ELEMENTOS
DE
Homaeopathia.
Sshioa luz a segundi pirte desta obra
composta pelo professor homoeopatha Gos-
set Iti -iidiit. Recebem-se assignaturas para
a obra inteira a 5,000 rs., no consultorio
homceopathicoda ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publicaron da terceira parte, o pre-
go ser eleva id 8,000 rs. pira aquelles
que 080 tiverem aseignado. No meamo con-
sultorio, acha-sea venda ludo quanto he
necessario para o estudoea pratica da bo-
mceopathia, como seja : livros itnpressos
para (naturias de doenles, regimens apro-
priados para a provincia de Pernambuco, e
encarrega-se de mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamentos homceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : PafAa|Tniid dos medicamen-
tos brasileiros.
YJemenlos de anatoma e phlitologia com es-
latapaa, paraos curiosos em homoeopalhia.
Roga-se aos seohores assignantes o ob-
sequio de 111 a 111,ir rereber seus exempla-
res 00 consultorio bomceopathico da ra
das Cruzes n. 28. .
TRATA MENT IlOMEO-
PATlllGO.
DAS MOLESTIAS VKrliaSiS,
e conselhos aos doentes para se curarem a
si mesmo, sem precisarem de medico;
pelo professor homoeopatha
Gouel-BImonl.
Sahin a luz aacha-se a venda no consul-
torio homceopalliico da ra das Cruzes n.
88. ni'lu proco de 1,000 rs. __________
do Vigario n 19, srgurirlo fidar ,
ou com o capitn na pfaca.
Para o Havre.
A barca franceza Havre, tendo
j a maior parte de sua carga
prompla, pretende sabir com mui -
ta brevidade : quem quizer carre-
gar, ou ir de passagem, para o que
tem excellentes commodos pode
cutender-se com os consignatarios
J. U. Lasserre & Companhia.
icilfu.
Avisos martimos.
Frela-se para qualquer parte do medi-
terrneo o brigue invlez Salla Rookh, ca-
pilffo J11.V1 Maciaravich. Trata-se em asa
de tlmoel do Nascimento P^reira, ra do
Trapiche n. 13,ou com o capitSo na praca ou
a bordo.
Para o i i o de Janeiro a
.sumaca Santo Antonio, que por
inconvenientes nao sahio no dia
i5 do corrente, seguir o seu des-
tino no dia a8, recebe escravos a
agasalho : trata-se com os consig-
natarios Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo an-
dar, ou com o capilaoa bordo. As
pespoas que tem tratado pnssagem
de escravos, sao rogadas a po-los
a bordo at as 9 horas da manhaa
do referido dia.
Para o Aracaty.
Segu na presente saman*, o bem conhe-
do hiate Capibaribe a mest'e Antonio Jos
Vianna, paia o resto da carga, trata-se na
ra do Vinario n 5. oil com o mestre do
mesmo no Forte>do Hallo.
Para o Aracaty satie impreterivelmen-
ta al o dia 4 le fevereiro, n hiate a Flor do
Cururipe s : quero nelle quizer carregar ou
ir de passagem, dirija-se a ra da Cadeia do
-- O arsenal de guerra precisa deobUciaes n,ocf n.49/ segundo andar,
de corneiros. | para o Rio de Janeiro se com muita
O Dr. los Raymundo da Costa Meneies, juiz
municipal supplente ds segunda vara, e
docominurcio nes'a ci lade do Hocife de
Pernambuco por S. U. I. e C. que Dos
guarde ele.
Faco saber aos que o presente edital vi-
ren), que tendo-se ultimado a instructSu do
processu da fallencia de Nuno Mara de So-
xas, e Jevcndo-se em ronfurmidade dos ar-
ligos132e 133 ilo respectivo icgulamento,
convoc-roscredorcs do mesmo fallido, alim
de verlicarem-seoscrcdilos, por isso pelo
presente chamo a lodosos redores do re-
ferido fallido, cujos domicilios senilo sa-
bem, tanto nesla provincia, como as mies
do imperio, e reinos eslrangeiros, pra que,
depois de quatro m'zes contar da data
deste, no primeiro dia til que se seguir,
que he 14 de maio do corrente anno, com-
,,- i, i,iitu na casa da minha residencia na ra
da Madre-de Deosjn. 1, as 10 horas da ma-
nha, para o dito lim ; Picando certos de
que, na cunformidade do arl. 842 do cdigo
commercial, nao sor* admetudo nenhum
ios creJores por procurador que no tiver
poderes esperiaes para o aclo ; quo a pro-
curadlo nao pode ser dada a pessoa que se-
ja devedora ao fallido, e nenhum procura-
dor represenlar por diversos credores. E
pa>a que chegue a noticia de todos minirei pardiuho que ro aprehendido por esta sub- capitao Domiogoi Antonio de Azevedo .
passar dois do mesmo Iheor, senda um oli- delegada por fgido, com um cavallu russo par, 0 restante d carg, passageiros e es-
xado na praca do commercio, e oatro pu- con cangalha, aeclara-se qua o mesmo con- cravos a frele, para os quaes tem commo-
blicadopela I prense.. Dado niala cidade fessou ser escravo de Vitorino de tal do en- dossufllcientes, trt-se como mesmo ca-
.0 R-cifede Pernambucoon Hde Janeiro genhoTabocaa.deatncto duPau do Alho.cba piuooulcom Luiz Jos de Sa Araujo, na
le 1852. K i Joaquim Jos Pereira dos San- ma-se Claudlno, que an lava ugido. Sub- rua d, (;ruZi n, 33.
delegacia do llecife 22 de Janeiro de 1852., Para n Kin He Inneirn sa-
O Subdelegado, Jos Joaquim de Oliveira. I rara o IUO ae Janeiro, sa-
-- De ordem do lllm. Sr. director geral da he em poneos das, O patacho Iiim-
Instrucgao publica, facobafta quem con- | Confianca para o resto da
v.er, que tendo fallecido o professor dina- 1
truegao elementar do segundo grao da fre- carga e escravos a frete, t atc-se
guesia da S da cidado da Olmda, e cons- corn os consignatarios Novaes &
lando olllcialmente, que o respectivo subs- ,, .. a T 1
titulo ha reuunciadoodireitode piscar a Liompanhia, na rua do Jrapicne
prop'ietario dessa esdeira, est ella posta n 34, OU com O capilao. na praca
a cncurso com o praso de 50 dias, conta- r
dosd.-stadacta. do commercio.
Directora giral da inslrucclo publica, 17 Para o l'orto
de Janeiro de 1852. Candido Eustaquio .. gMoIri com muita brevidadde 1 barca
Cesar de Mello, amanuense archivista. portuguaza Boa-Visgem, capilSo Antonio
--Por ordem do Sr director interino faco pereira Lolta Jnior, tem bohs commodos
publico quo na conformidade do art. !3do e excellente tratqftnto : para passageiros
regulamooto de 12 de mato do aono p.fln lo e ctrB, trata-se n rua do Vigario, n. 11 ou
abiir-se-hiimatriculi das aulas do l.yco /.am capi(Sona pfHoa.
nodli 15 do corrente, eser encerrsda no .. p,ra 0 Porto, sahir impreterivelmen-
ullimo deste mesmo mez, a excepto da de le n0 ja 4 de fevereiro, a barca Espirito
Latim. Lycea 2 de Janeiro de 1852.O santo, capitSo JoSo Carlos Teixeira, tem
amanuense.llermenegildo.MarcellinodeMi- tons commodos e excellente tratamento :
O corretor Miguel Carneiro, far leilSo
no dia quifta-feira 28 do corrente, as 10
horas do dia no seu armazem na rua do
Trapichen. 40, dediversoa trastes novse
usados, um bilhar com lodosos seus per-
(ences, louca, vidroa,candieiros, pistollas
1111 um estojo mui rico, relojos ptente in-
glez, e outros mu i toa objectos que s-rao
enlregues por qualquer prerjo que for of-
ferecido.
Avisos diversos.
Joaquim Luiz Vieira, retira-se para f-
ra do imperio, drixando encirregado do seus
negocios a seu irmo Antonio Luiz Vieira.
- O r. Luiz Antonio Anoes, quejra an-
nunciar sua morada, que se Ihe precisa
fallar.
-- Precisi-se de um criarlo para um ho-
mem solteiro, quo d dador a sua conducta:
quem e-tiver neslas circumslancias, dirija-
se a rua Nova o. 35, psri se tratar do -
juste.
Troca-se urna linda imagen demadei-
ra, da senhora Santa Anns, feita em Liiboa,
nova, e muito bem encarnada : na rua do
Collegio n. 1.
Precisa-se do um feitor de boa conduc-
ta, para um sitio perto da piara : a fallar
na rua da Midre de Dos, loja de fazendas
n. 16.
Tinturarin franceza, no aterro da
lioa Vista n. 17.
Tinge-se toda e qualquer fazenda de 1,1,
algodfio, seda e linho, tanto em obras como
em pec/s e com muito asseio ; assim como
se alimpam casacas e oulra qualquer 111.11
de pao, que livor nodoas, pondo-se como
novas e por presos commodos.
-- Joan Francisco Maya, vende a sua loja
de miudezas, na rua larga do Rozario n. 26,
e se houver quem so or-ponha b este neg
ci, annuncie por esta folha, no praso de
3 das.
O abiixo assignado comprou por conta
e ordem do Sr. Mano'l Caminhas, do Ico,
um bilhete da quarla lotera a honeficio da
freguezia deS. Jos da Corte n. 688.
EslevSo dos Anjos da Porcluncula.
Aluga-so urna ama captiva, ou forra,
que saiba bem cozinhar 1 na rua do Quei-
mado n. 40
Aluga-se o segundo an lar do sobrado,
da travessa doSarapatel, com commodos pa-
ra grande familia, pois tem um grande so-
to com dous quartos : os prelendentes, di-
nj im-se a Cambua do Csrmn 11. 33.
Joaquim Antonio Seguro vai ao A
racaty.
Preciss-se alugar urna loja o um pri-
meiro, ou segundo andar, que n3o seja mul-
to grande, qu he para pequona familia ,
nao sendo em rua mullo esquisita, e que
seu aluguel no exceda de 25 a 30,000 rs..
frete, aos quaes olterece o mellior'mensies : quemtiver, dirija-so a rua das
lho
Em aditamento ao annuncio publicado brevidade por ter parte do seu carrega-
noViartode 15 docorrente, a cerc de um mento prnmpto o brigua brasileiro Animo.
tos o suhscrevi, assignado. Jos Raymun-
do da Cosa Menezes.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Cuimama-
r.les juiz do civel e do commercio desta
ma v do 11 -rile de Pernambuco por S. M.
1. Cele.
Faco saber aos que presente edilal vi-
rem que 110 dia 30 do correte moz se hade
arremalar por venda a quem mais der de-
pois da audiencia deste juizo e na casa das
audiencias, 1 sobradinlio de um andar n. 6,
sito 1.a rua do Forle das cinco Pootas com
17 palmos do largura e quarenta ditos de
fundo, 9(alaf e 2 quartos, maiores o meno-
res,cozinh.i fura pequeas e naslojas o mes-
mo reparlimenlo avallado am 800,000 rs ,
penhora lo por eiecuc3o de Francisco Mir-
i-.ii__...__.. i_. ni.. .1. m:,.;,.
Flores n. 19.
-- Hallar & Oliveira, emharcam para o Rio
de Janeiro, a sua escrava craoula, de nome
Rufina.
-- Precisa-se de alujar um prelo quem
leuda bem de mass-ira parj u na padaria
nesta praca : quem llvar a qoitar aluga-lo,
falle com Manoel Luiz da Velga.
Hoga-se a pessoa quo ttef achado
umacnteira deespa roox, perdida na noi-
< do 25 do corrente, em o balrro de S.
Antonio, contendo 2u0 e tamos mil ris, I
carta, e 1 billiele do passagem da agencia
ingleza, p Ttencento a Joaquim Benxvldea
Seabra de Mallo, que segu no prosimu va-
por desta provincia par a do Rio de Janei-
ro : quo se dirija rua Direita primeiro an-
dar n. 36, onde ser bom gratificado.
Segunda-feira 2 de fevereiro p. futu-
ro, he a fesla de N. Senhora da Assumprjao,
na imperial opcllada Estancia de lleiiri-
ques Dias, onde S. II. I. he o Juiz perpetuo
o protector por recordarlo a mesma Sra. da
Assumpcao no seu da alcangou contra os [ionio esquita podem rceeber dos admi-
hollanlezes : o pregsdor da festa como ja |dislra dores, o que Ibes toca em rateio
O Abaixo asstgnado tendo liJc n0i
Diariotde Pernanbuco de 23 o 21 do cor
rente am avita firmado por Francisco j0j
Duario Carnario relativamente a um escr.
vo de nome Antonio, apressa-se a deca"
rar; i. que fora elle, quem, como proen"
rador de JoSo de Barros Silva, da Provrncil
ilas AlagOas, requerera o obtivera no da
vinte do corrente a entrega do dito e-cra-
vo medame fianga que preitou perante
Juizo Municipal da 2. Vara d'esta cidade-
2. que o referrdo escravo fol e he proprie'.
dado do cazil do dito JoSo de Barros de
cujo poder Wra loriado em 1848 por Manoel
Antonio Correia de Queirs, cumo u;.',
plenamente justificou perante aquella ju.
zo Municipal 3." quo o reffeiido t
cravo fura prezo no smente em onss.
quencia das revellacGes de Queirs, revel"
lar;(Jes de que o mnciooado avizo fazmea-
(Su, mas tsmbem por que tendo vind a"
esta cidado JoSo de Barros, e encontrand.0
pedio a sua captura a Subdelegicia des
Jos, perante quem ello confessara queni
era seu Sr., e quem o havia furtado & 1 -1,
que por cssu faci, Msnoel Antonio Correii
de Queirs ja est prezo na cfcdeia de......
nhuns, e que elle abaixo assigoalo muj
breve vir a esta cidade afim de haver de
quem for de direito os dias de servic/> do
dito escravo, as despezss quefizera paran,
r-lo da cadeia e o mais que por dereito Ifte
competir. E por que no til avizo o uieuio
Camarco diz, que acerca do escravo o-.,
quo-tao pendo letigio perante o Tribunal
da Relac^o entre ello o sualnulher, o abaiio
assignadojulga conveniente declarar, i|ni
i'--i' letigio provem, de que, tendo Camarca.
dado a sua mulher o dito escravo em pag,
do alimentos, e sabendo ella que ello en
propriedade da Joo de Barros Silva, nSo o
qniz rereber, e exigi d'elle outro escravo
uii seu valor.
Manoel de Cirvalho Furtado.
I'recisa-se de um homem
quesaiba trabalhar em machina de
imprimir estampas, paga-se bem:
na rna larga do Kozano n. 35 i,
andar.
Madama Rosa 8, Martin retira-se di
provincia com seus lilhos menores, para o
Rio de Janeiro.
Os credores do falecido llenriques Ci-
millo Ferreira podem mandar receber o
rateio em casa de J. D. Malfliappo & Com-
panhia.
Jos Francisco de Arroda embarca pnn
o Rio de Jim ir.1 os seus escravos Raymundo,
crioulo,e Victorino, crioula.
Aluga-se urna preta escrava par* lodo
.1 scrvieu dn urna casa de familia: na rui
da Alegra, n. 44.
-- Joaquim Ribeiro Pontos tendo contas
e letras de alguna senhores que tem deixa-
de pagar-lhe, uns por amizade, outros pnr
rolaxaffio tanto da parte do seu cobrador
como dos devedores, roga pelo presente
aos mesmos Srs da virem quanto antes pa,
gar seus dbitos a rua da CadBia du Recife-
n. 54 assegurando toda acontempliQao nos
juros ; e se assim o n3o llzerem pas a ser demandados, oque ser urna vergo-
nha para os devastaros alem do abuso cun
mettido, algunsate ha 15 annos.
AltencSo.
Nova fabrica de chapeos de Sol no atierro
da 11 a-V,-ii n. 22, acha-se um grande
sorlimento de chapeos de Sol muita
em conta, tanto para homem,como psra se-
nhora, como seja de seda ou dpanninho, a
grande sorlimento de pee s dn seda ede pa-
panninho para cubrir os chapeos de Sol ji
u.-a lo.tamban Cunearla os dittos peol pni;a
mascouimolo duque em oulra i^ualquer
e parle com toda promptidfio,
No dia 21 do correte sahindo a vender
tapioca como he costum* o africano de no-
mo Amonio; levando um taboleiro de pos
oliados de encarnada e una bandeja ; levou
caiga azul anda em folha ecamisa de uva
do tambem azul 1 como al o prsenle uao
ha aparecido roga-se a quem o pegar leve-o
a rua Augusta easa n 33.
--Contrala-sa a compra de 2,000 estacus e
s ni varas, tudo de madeira, sendo as esta-
cas de 10 palmos de altura, e 4 polegadas de
grossura, pouco mals ou menos ,- e as varas
da 11 na palmos: a casa n. 24 atraz da i-
greja do Pilar, da parta do mar : na mesma
casa vende-ae urna poifSo de sement do
inliame.
- O cuntractador da conducfSodos cada-
veres para o cemiterio publico em carros
acha-se estabelecilo na rua estreita do Ro-
zario. n. 3, Onde acharan luimein c,ii\ -
de 111 "leu a para euterramentos.
Oscrodures du fallido Francisco An-

1
tinsFerreira contra Jos Elias de Oliveira.
i: para que chegue a nolicia de lodos man-
dei passar editaes que sero publicados na
praca do commercio e casi das auliencias.
Dado e passado nesta cidade do Reeife de
Pernambuco aos 10 de Janeiro delS52. --
.Manuel Jos da Costa escrivSo o subscrevi,

DecJarayoes.
OSr. desembargador chefe de policia
da provincia tendo de contratar o ansenlo
dos presos pobres da cadeia desta cidade
pelo tnmpo de um anno. assim o manda fa-
zer publico alim do que as pessoas que a
isso se quizerem propor comparecaai nesta
leparliffio com as suas propostas, dentro do
cunacao.
se com a sua sorie.ambiclaoando avineutebu-[Custodio Manoel da Silva GuimarSes.
ina prosperidad liiia ecoinpalivel com a exis-
tencia dos ouiroa no estado social. Tcdude-
vem viver couiu pessoas. Mui lepreheoslvel be
o pii.i-eiier d'.iquelles, que, cm lugar de cm-
uru ireiu o seu ieui|iu uu trabalbo licitu, vlveiu
enlrlgaiido. caluiiHiiando requcalando, depti-
mUds o crdito, earepuUcio alheia, engaan-
do o seus tawilhaoics com ariiliciosfiaudu-
lrnXS, caluiesiiidaetc. Mu reprehens vel be o
proceder daquellcs, que com um trabalho oilli-
ello qutreiu o icar da nolle para o dia, trafi-
cando coin pessoas como coozas, e nao respei-
tando a persoaalidade humana, que em todo
o lempo (leva sr (agrada ; que emitiera em
circu rii la Isas moedas com viuljc.au do dii el-
los luigrtalaiico. e abuxo da boa le da quelle
rom que comiuercio. Dediquem-sa todotao
trabalho, ajudem-se reciprocamallte, baja ct'
l>irilod*asociacau, de.app.iref a o indiv.dua-
lismo, e feudalismo industrial, que desapuare-
cer nessaiiauenle o paupensoi>,ea perpetrajo
de tantos crliu.es, que a ocioldade, e us vlclu,
uc della partem, dam lugar. Feliz a socleda-
e, que nao n ver ein si um su de seu assocl-
ados ecloso e vadlo, c que lodos procurareiu
fruir ein pai o fruclo de seu Iraalhq.
P.* a*.no /ryinuiilo Atvim.
raoda.
J
para passageiros e o resto da carga, trata-se
na rua do Vigario o. 11, ou como capitSo a
I bordo.
I Pira Lisboa com brevidade o brigue
pnrluguez I.na de que he capltam Jo- de
Abren, para o resto da carga e^passageiros
para o que tem os melhores commodos : a
0L0R1A. (POHBACHAR ja RESTA- filar com o mesmo c.pito na pr.a do com-
\ mercio ,ou com Francisco Sevenao Rabello
BELECIDA.) iliJbO.
Depois da execnc;o de uma brilhante ou-' Para o Para em direitura ,
verlura, pela orcheatra, sub.ra a acea, pela | bem conneci j. ecuna brasileira Emilia .
TBEATRO OE S IZiBEL.
27.a RECITA DA A8SIGNATURA.
Ter<,a-t'tira, 27 de Janeiro ai 1852.
KSTIlA DA SENHORA D. MARA DA
primeiraveznesteuie.troom.goilicodra- im e pr.liCo Antonio S,lveira M.cie'l
praso de 15 das da data deste ; certas de I ma de grande aparato, om 5 aoios e 8 qua- F __-- ___1_____. ..i ai..i
Theodora
i
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
llendimento da dia 26. 7:979,631
Deicarregam hoie 27 de Janeiro.
Galera ingleza Rendisr mercadorias.
que as can lidies ilo ultiiiio conlaelo que drOS.
devem servir de base s9o a seguintes :
1. Que se darla a cada preao por almo(o
una tigela de caf, e um pilo de vinteoi.
2. Que para o jaotir qUo seria a 1 hora
da tarde, se dara nos domingos, segn las,
e quintas feiras uma libra de carne fresca,
ecaldo, el/16 do uma quarta de farinha;
as tercas e quartas folias meia libra de
carne seca com feijo em proporfSo, e o
mesmo t/16 de farinha as sextas feiras e
aabbados 1/2 libra de bacalho, e o meamo
1|l6de farinha, acresceotaudo-se nos dias
de carne 10 rs. de toucinbo e 4 reis decOvo
por cada preso.
3. fPue a comida aeria dada pelo forne-
cedor prompla e com a necessaria limpesa
feita na cosinha dacaleia edestribuida em
bandejas de madeira, ou Je estanto, ou a
cada preso ou por turma de dous ate cinco,
O Bravo
Salfien
O conde de IM la mon te
Luilg, goniloleiro
MaffeO
O marquez de Ruffo
Um senador-
Um esbirro
Um gondoleiro
Violeta
Daaa damas mascaradas.
Jnior, tem de seguir pira o Para em direi-
tura, com 1 maior breviJade posaivel, por
terqoaei toda a carga ja engajada : quem
pretender eogajar o resto, ou ir de passs-
gem pede entender-se eom o capilSo da
mesma, ou com J C.Augusto da Silva, na
ASr7D"Maria da doria.|fu" di Cr% "mtl(m [3i
Os senhores.
Germano.
A Yenesians,
00
O Bravo da Vcnesa.
Perionageni.
Bizerra.
Rais.
Mooteiro.
Coi ni lira.
Silvestre.
Pinto.
Raymundo.
Dito.
D. Emilia.
O. Julia.
D. Rita.
Para a Baha.
O brigua brasileiro Almirante ,
Torrado e pregado de cobre, de su
perior marcha, egue impreteri-
velmcnte no dia arj do corrente ,
recebe alguma carga e passageiros,
aos quaes offerece excellentes com-
modos: trata-se com os consigna-
tarios Machado &c Pinheiro, na rua
disse he o Rvm. Frei Lino, provincial do
convento de .Y Senhora do Carmu ; e a noi-
te o Rvm. padre mrstre pregador imperial
Joo de Capislrano Mendon(a. Na veSpo'a
como ja disse, depois da bandeira se ha de
benzer um painel de N Senhora da As-
sumpcSo, para cubrir o respaldo sobre o
Himno 1 espera o abaixo assignado que lo-
dos es Srs. devotos comparecam e assistam
ao dito aclo. Francisco Jos de Mello.
-- Precisa-se de alugar uma preta capti-
va, que saiba fazr to lo o servido de uma
casa de pouca familia; paga-se mental-
mente 10,000 rs.: na prsrja da Independen-
cia n. 38.
Precisa-sede um homem portuguez,
que ontenda de plantacfles para feitor de
um ongcnho perto desta |n ic 1 : quem esti
ver neslas circumslancias, dirija-se rua da
Cuncordi, ultimo sobrailu dn la lo do Sul
a fallar com Mano I F. Ferreira.
Antonio Jos de Siqueira .el ladSo por-
tuguez, retira-se para fora do imperio.
Al'>ga-ae o terceiro andar e soto da
casa da rua da Moe la n 7 : a tratar na mes-
ma, de meio dia at 2 horas da tarde.
Offerece-se um rapaz de 15 a 16 annos,
pira c nxoi 1 o de vend, da quil tem alguma
pnlica : na rua do Collegio n. 5, se dir
quem he.
-- Precisa-se de uma ama para tratar de
uma Sra. doei,te, em casa de pouc familia,
aonde tem escravos de servido para (ora, pa-
ga-se bem agradando : annuncie para ser
procurada.
Justino Antonio Pinto embarca para
o Rio de Janeiro, o seu escravo de Na;ao S.
Thom, Damingas.
Promette-S' uma boa gratifcafSo a
quem descobrir onde existe uma porreo de
11 boas de cnstadinho d'amarello, que foram
Tortadas da ob,ra da ponte da Tacaruna, en-
tendendOse a respoito, com o ajudtnle do
Engenbo Mattos, ou com o secretario da Re-
partirlo das obras Publicas ; na dita lle-
partico as horas de expediente.
AlugSo-se os2 anlarcs da casa da rua
da Madre de Dos n. 26, defronte da Igreja :
a tratar na rua da Cadeia do Reeife 11. 41
1.1 andar.
Antonio Jos Rebeiro Basto embarca
para o Rio de Janeiro, os seus escravos JoSo
c Luiz crioulos, o 1.1117.a parda.
Jnlo de Freilas Guimares, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro o seu escravo crioulo de
nome Caetano.
Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minlia.) para vender, nos armazens de Dea-
ne Ionio & Companhia, no becco deGon-
ealves.
No pateo da ribeira deS. Jos n. 15,
lavi-se e engomma-sc com perfeif O e ac-
ceio.
Quem quizer comprar cinco vaccas
fillias do pasto, uma parida de novo, c
quatro em dias de parir : a pessoa a quera
convier dints-se ao sitio Eagenbob, no
1; 11 e im que achara com quem tratar.
JoSo Francisco Maya vende a sua loja
de mindezas na rna larga do Rozario, n. 26,
e sa houaer quem seopponha a este nego-
cio, annucie por esta folba no prazo de
tres dias
Arrenda-se um sitio, ale uma legoa
distante da praca. no qual so possat vaccas de leile e planta de capim : na praca
da Boa Vista n. 14.
-- Precisa-se de um caixeiro, quetcnlia
bastante pratica de venda, para tomar cun-
ta por Ih laen : na rua do Cano, venda nu-
mero n. 2.
Precisa-sede uma mulher capaz qua
saiba cozinhar e engommar, para ser ama
de casa de um nomcm viuvo sem familia
na rua do Colorniz n. 1.
- Manoel Amonio de Carvalho tai a Por-
tugal.
O senhor JoSo Francisco da Cosa
morador em Olinda queira enteoder-sc
com Luiz Jos de Sa Araujo, na rua da Cruz
n. 33, a negocio que Ihe diz respeito.
Precisa-se de um trabalhador de ma-
eeira, na rua larga do Rosario, padaria
n. 48.
--0 abaixo assignado declara que o se-
nhor JoSo Lucio da Silva MerguihJo ho o
encaregado a receber todas as | contas per-
tencenlea a mesma casa.
Jos Ribeiro de Brito.
Quem precisar de ronpa lavada e cn-
gommada, com asseio e promplidSn, por
proco commodo: dirija-se a rua de Hurlas
n. 40. Na mesma casa cima apromtam-so
bandejas com boliohos para fra e fazem-
ae bolinhos de diversas qualidades, tudo
em conta,tambem se vendo velas de carnau-
ba, i" supeiior qual i da : o.
' Na primeiraau lioncia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feitos dalkxenda.so bao de arrema-
tar os seguintes objeclos : um engonho de-
nominado Uarbalho na fregueaia da comar-
ca do Cabo, com lodas as suas Ierras, mat-
tas a logradores, casas do engenbo, de vi-
venda e do purgar, com 30 furos e 3 balrfies
grandes, senzalla para prelos, 1 moenda, 4
tachas e um parol de caldos, tudo de ferro,
e outros objectos avallados em 18:000,000 rs.
e da mesma forma vilo a praca os bus an-
nunciados em o Diario de Pernambuco de 28,
17 e 28, de novembro do anno p passado,
a excepc.no de alguna que ja foram arrema-
tados.
Precisa-se alugar uma escrava, pira al-
iins servidos do casa, anda mesmo nao sa-
sndo cozinhar e engommar : na rua do
Caldereiro n. 44. ,


*
Aluga-se urna escrava, pira todo ser-
vicode un casa : na ra do Aragflo n. 40.
O abaixo assignado faz pu-
blico, que se acha encarregado da
administraco da casa do reveren-
dissimo Sr. conego Jo5o Rodrigues
de Araujo, por procuracHo que a-
caba de receber do Rio de Janei-
ro ; os devedores e inquilinos do
mesmo reverendissimo Sr. hajim
de entender-se em Ulioda com o
annunciante. Salvador Henri-
que de Albiiquerque.
Existe preso o escravo croulo por no-
me Luis Aotonio, quedlz pertencer um Sr.
Cavalcnlee ler pnrtencido ao I)r. Alexsn-
dre Bernardino dos Reis Silva morador nes-
ta cidade; julga-se o escravo ter mudado o
nome porem sau Sr. o conheenr molhor
peina signaos, lie alto, secco, tem Taita de
denles na frente e tem bastante barba .-
quem sejulgar com dimit ao dito escravo
dirija-se ao atierro das Ciuco pontir no ran-
cho da llellinlia que achara o appreben-
sor.
Precisa-se alugar urna osa terrea em
ama das roas segintes : Cruzes, Flores,
Bella, Florentina, Orlas, Aunas-Verdes,
Trincheiras e Direita. Quem tiver annun-
cie, ou dirija-se ao segundo andar do so-
brado n. 20alrazdo Tneatro Velho.
-- Rogase aus moradores de S. Amaro,
Bollen] e utros arrobaldns, que no 22 do
Oorroiite desippareceu urna vaca com o bi-
zerro, a qual andava paslando, com um
molatinho que por descuida noa procurou
sendo na hura de querer se retirarpara o
Recilfe, o como ate o presente no tenlia-se
echado, roga-sea pessoa que a tiver em seu
poder de a inundar conduzr ao alterro da
Boa-Vista n. 17, que se pagar s despegas
havidas, os si^naes da vaca s3o asseguin-
tes; cor sinzcnta, galhos com es puntas
ruidas e na cota um 8, o bezerro he de cor
castanho.
Aluga-seo segundo andar e soto da
casan. 29 da ra do Vigrio: a tratar no
armazem por nano do masmo. Precisa-se
de um caixeiro para casa de purgar: de
cngenbo : quem estive nesta circunstan-
cia dirija-se ao mesioarmazom
?**#*!*
41 Precisa-se de urna ana secca ou 9
mesmo urna escrava para lodo o ser-
i vr'ii de urna casa de mi' i Tamil a, e 0
# que de fiador a aua conduela quem 0
8 esliver nestaa circunstancias apareja ?
0 na rus do Vigario n. 0, quo se dir ?
9j quem precisa. ">
OJAROl'l DAS DAMAS.
1 sic peridico, lodo dedicado instrueco e
recrelo do bello seio, he, segundo se declarou
no prospecto j publicado neslc Diario, divi-
dido em ilu partes, parte instructiva e parte
recreativa. Na priuieira ir dando em forma
de dialogo e em artigos separados os conlirci-
inentosque urna senhora deve ler para poder
dii.er-sebein educada; Islo he ir apreientan-
do de modo proporcionado a coinpichenso de
suas leiloras desenvolvlinenlos inais ou menos
cstensos sobre a histo'ia sagrada e profana, so-
bre as scieucias naturaes e positivas, sobre os
direitos e deveres proprios da mulher, sobre
lilteralura, etc. A segunda contera poesas,
romanses, dramas, contos para meninos, ane-
doclas, jogos de prendas c receilas litis c cu-
riosas.
Lodos os nmeros do lardiiu das Damas, n
qual sahir duas vnes por mes em folheliiu de
Ib' a ?1 paginas, serao acntupanhados, ora de
gurinos representativos das modas mais re-
cenes de Paris, ora de lidos riscos de borda-
dos, ora de bonitos motiles d<* labyrlrillius .
alt'ui dlsSfO ,i./ii ii n das Damas dar dentro de
cada i|uartel da asignatura nina mndinha bra-
sileira com acouipanhaiuenlo para plano; o
melhor presente que um pal pode fazerastia
lha, um Irinao a sua Iriuaa, he porlanlo sem
duvfda nenhuma urna assignatura do Jardiin
das Damas, pois elle satisfaz a todas aa ucces-
sidades do bello seso.
O primeiro numero sahlu a lu e se acha
di'poslco do publico na praca da Independen-
cia luja n. 0 e 8; na qual se recebein as assig-
ualuras a raso de 2; rs. por serie de seis n-
meros, filo he por lempo de tres metes. Alm
do que coniem na parte instrnctiva, o primeiro
numero do Jardiin das Damas conten na par-
le recreativa duas poesas cscolhidtts, dous bo-
nitos romances, dous cotilos para meninos, um
j'>go oe prendas c varias receitas ulels, perfa-
zendo ludo 24 pagiuas de impresso em lor ma-
lo grande e mullo elegante.
At'i;iii,aiiii.nii a este numero duas estam-
pas, urna grande, toda cheia de delicados
riscos de bordados Inipressos em lima azul
sobre campo i:or de rosa, e urna mais pe-
quena com' bonitos moldes de labyrinlhos.
U Jardun ss Dama? no avppareceu logo
no principio do mez, como foianuunciado,
por ler sido preciso refazer-si lo la a chapa
dos bordados, quo da primeira vjz no lt-
hira perfsils, alm de varios outros emy-
ra(cs quesempre encontram em principia
as emprezas desta ordem, principalmente
cm urna cidade como a nossa, na qual as
artes se acnam anda loo atrazadas ; elle
porm envidar todos os esforcos para ven-
cer as dilliculdades com que esta lucan lo e
lem de luclar, alim de apparecer regular-
mente e suliofazer as bellas que se digna-
rom bonra-lo com suas Bssignaluras.
O Sr.bernardo de Aiuuquer-
que FernunilesGama., queira man-
dar pagara subscricao deste Diario.
Koga-se ao Sr. lUymundo
.los Pereira Bello : queira com-
parecer na ra do Queimado n.36.
Emilio li.vuch, retratista ale-
mo, tem a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publico des-
ta praca e provincia, prometiendo
executar com promptidSo e per-
feico toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utuis-ir-.se
de seu prestimo, he rogado de di-
rii>ir-se a casa de sua residencia ,
na ra do Trapiche Novo n. a, ter-
ceiro andar, em todos os dias uteis
das 9 horas da manhaa at as 4
horas da tarde.
-A8 dias que me procurou para com-
prar a creouli Pastora duendo era escrava
do Sr. Antonio Jacinto, Sr. do engenho ca-
nil ilo, freguezia de S. Bento, termo de Por-
toCalvo, eque para mais de 6 mezes anda
tora, islo poslo sendo a queira vender at-
l' ndi'iii.'o semelhante proced ment ;e por
sao nSo tem valor,comtudo arriscare i omeu
dinheno se for por preco commodo, alias
mande ou venba vende-la ou cooiluzi-la,
que se mu;'o auzentT, se lbe far a compe-
tente entrega,equsndo assim venhaou man-
de, seja rom camella afino de se evitar nova
luga, sitio captlinha, 26 de Janeiro 1852.
O Aico-Verde.
Precisa-sa de um vendedor de pBo,
prcfetinUo-se um que ja tenha alguma fre-
guesa, pagando-se assim um mellior orde-
I nado : na ra larga do Rosario padari
I d. 48.
Agostiobo Luiz Fernn Jos, subdito por-
Uuguez, relira-se para fra da provincia.
1 sfreguezes de bolachinha doce de lei-
la americana as pdenlo procurar junto
mesina tajara em orna venda.
elle olo mande buscar um serrote que entre-
gou para consertar, ja ba S mezes que a
mesmo ser vendido porconta delle.
ChristovSo Broger.
Precisa-se de 600,000 ra., e d-se de ga-
rantir una hypotheca em urna casa terrea
neata cidade : quem quizer este negocio an-
noncie.
Aluga-se padaria ndva do Mangui-
nha, com todos os seus periences: quam a
pretender, dirija-se i c isa junto a mesmo ,
que achar com quem tratir.
I'recisa-se -alugar urna preta captiva,
ou forra, que faia todo servido de urna ca-
sa de pouca familia, preferindo-so captiva,
paga-se hem : ra praca da Independencia n.
22, se dir quem a pretende.
-- Jos Hendes de Freitas, embarca para
fra da provincia, o seu escravo creoulo,de
nome Lucio.
Precisa-se alugar urna escra-
va, que seja boa cosinheira e com-
pradeira, : quem* a tiver diVija-se
a ra da AssumpcSo ou muro da
l'enhi n. 16.
Banco de Pemambaco.
A iIti''v'io do bancotendo em considera-
rjo os pedidos que algumas pessoas desta
provincia lenhSo feito para se Iho reservar
algumas aces que queri3o assignar,lomou
a resolufHo de reservar um pequeo numero
de acfdes para estas pessoas que convida a
vir assignar no esciiptorio do Sr. Hanoel
Con^alves de Souza t o dia 31 do corrente
mez do Janeiro fechando-so nesae dia asas-
signaturas por todo o capital effectivo do
Banco por haver pessoas quo querem to-
mar o restante que nesse dia houver.
Madama Roulicr modista franceza
Rua-Nova n. 58.
Participa ao respeilavel publicoeprinci-
palmente a seus freguezos que tem em sua
iojaum lindo aorlimenlo de fazendas fran-
cezaa e tu lo quo ha de mais moderno em
Paris ; ricos chceos de seda do todas as
cores, dito de palha d'ltalia abnrto, muito
bonitos chapeoainhos de seda a da palha re-
dondos pare meninos e meninas de um
seis sumos, com abas largas de lindos en-
felese de todas as cores ; um liado sorli-
mento de trancas e franjas tanto pretas co-
mo de cores; capellsa de flores muito ricas
o modernas j um grmde sortimento de
filos de todas as qualidades ; muito linios
manteletes de fil preto; chales, mantts,
manteletes e capotilnos de s?da do melhor
gosio ; rhamalole preto; (llores Anas, man-
guitos de bico para senhoras o mais| mo-
derno gosto, setim, tafets de todas as co-
res, plumas de cores a brancas para enfeile,
atacadores para botins de sonhor, ricas lu-
vasdopelica para senhora e senhor, luvas
pretas para senhora, bicos de linho verda-
dero, ricas romeiras bordadas, ricos lou-
cados de senhora para bailes ou ttientro,
se- chapeos de montara, leocinhos de seda, A-
6 '____I.r-; las do veludo para puntaos epscoco, do ve-
gundo andar, copia-se com periei- |U,.opre,0iimi;0S de Cambraia pra senho-
cao qualquer papel em muito boa ra, Aores e ramos de flor de laranji; na
i ^.j- mesma loja'fazem-se vestidos de casamen-
letraeporprecocommodo.___ l0idebaptisadp. tocas de menino e de se-
9 nhora, capo'.inhos de todas as qualidades,
\V BAYiNON 2 com pe'feicao e preco commodo recebem-
se tolos os mezes ligurinos modernos, que
* .-m. CirurgiSo dentista ame- m mpresta a seus freguezes.
-jj ricino, avisa ao respe- i __ ,, umbelina Wan lerley Peixoto, pro-
Jx "Cuo.lt (avel publico desta cidade W fesSora d'aula paiticular da ra da Cadeia
?> ter recentemente voltado dos Estados # (| santo Aolnnio no segundo andar rto so-
>, Unidos, eque se acha promplo a f^zer a> brado n. 14 da esquina, avisa ao rospeitavel
e> todaa quelidade de operaco parten- ti pU|,|jC0 que. os ejercicios de sua aula co-
9 cen-te a sua art-, segundo os me- me?aram no ,], 7 do corrento mez, admitte
Ir Ihoramentos mais mo lernos: pdese ff |U)nn,s pensionistas, meias pensionistas,e
G) procurar no holell'raneisco. W externas; ensioa a ler, escrever, as dilini-
'> j^v*s*********i|*"* l;Oes de arithmetica e as quatro oper.cOes
Justino Norat francez fiz seicnle ao em nmeros loteiros.grammatica portugue-
respeitavel publico, que chegou ultimamen- zi> doulnna rlirisISa, cozer, bordar de lo-
to com graudis sortiment de joias de ouro, das as qulidados al de ouro, lavarinto,
e brilhanle : como sejam relogios de ouro ; marcar, emlim todas as mais prendas pro-
aderecos completos, e de oulras qualidades; priasdoseo. A annunciante lembra o smi
corrent 1 psra lelogios, brincos, botOet, p- estalielecimenlo aos senbores pais de fami-
ra peito, a I fineta para dito, o nutras muitas has residentes fra da cidade. assevorando
obra, tudo do ultimo gosto de Paris : quem aos que quizerem conAar suas lilhas aos
pretender comprar qualquer urna destas cuidados da annunciante, quo suas lilhas
joias, dirija-se ra do Trapiche Novo, n. receberSo da anuunciante eluca^So e os
9, hotel Francisco. mesmos desvelos, que cada urna recebe no
AVISO 8ATISFACT0M0.
O abaixo assignado, agente do Dr. Brin-
drelh, faz seiehte ao respeitavel publico,
que pelo bngue americano Jaoiei Crosby
vindode Roston entrado no correato mez,
receben novo provimento de pilults vege-
tues de seu proprlo autor; estas celebres pi-
lulas sSu recommeudadas por milhare de
pessoas a quem ellas tem curado de phtisi-
ca, iaAuencia, catarros, indigestos, dis-
pepsia, dores de rabeen, dores ou pezo na
nuca, que geralmente silo simptomas de
apoplexia, ictericia, febres Intermitentes,
billis, esca>latinas, febreamarella,eluda a
elaase de febres, asma, gota, rheumaiismo,
ooi'i un l ules nervosas, dores no ligado,
pleuresa, debilidsde interior, abatimento
da espirito, roturas, inflammacOes, incha-
cOes dos olhos, accidentes, parlisis, hidro-
pesa, boxiga, sarampo; enfermidtdesdos
meninos, tosse de toda a classe, colicis, co-
lera-morbus, dor de pedra, lombrigas, de-
sialeria, sur.le/,vagados de cabeca orisipel-,
la, ulceras algulas de 30 annos, cancros, tu-
mores, inchacOes nos pese pernas, almorei
mas,errupfo de pele, senhos borriveis,
pezadellos ; toda a qualidade de .luios e
molesliaa de mulheres, como obstrucfOes,
relacliacOes etc. ele. ; he um medicamento
i litio ra iiieiil e inofTencivu, podoinlo applicar-
se atoas orencas resceopacidas; ltima-
mente se tem applicado, aTu)a enfji mida-
de de molestias julgadas eocuraveis, de cu-
ja applica(So se tem lirado tilo felizes resul-
tados que parece cada vez mais rusolvido o
problema de um remedio universal : ven-
dem-se com o seu receituario, i.a ra da
Cadeia-Veiha n. l, botica de Vicente Jos
de Brito.
Precisa-sj) alugar urna preta, que sai-
ba cozinhar e engommar : na esquina da
l.ingaela n. 32.
Aluga-se um escravo mogo que sirva
para criado de urna casa ostraogeira, e que
seja humilde, e Ael quemo tiver dirija-se a
ra do Trapiche n. 8.
.MI o ni. i ii.
Um homem som^familia, do 40 annos de
id : .le, se iill'rrec para administrar qualquer
engenho, do qu lem muila pralica e de to-
d-s as i l-.nt-ieOes. sejam quaes frem ; e o
mesmo sWobrigara a ensinar aos lilhos do
mesmo senhor de engenho A primeiras let-
tras, grammatica poitugueza, armetica e
francez; quem do seu prestimo se quizer
utilisar, anuuncie.
Na ra do Hospicio n, 52, precisa-se de
urna ama que engomte bem ; prefere-se es-
crava, e pagasse bem.
-- Precisa-se alugar urna preta escrava,
para servido de muito pouca familia: na
Ponte Velban. 14.
Cali^mfit.
Na Ra do Ai
D.
Previne-.se a quem quer que for offere- seio de suas familias. Poslo que o molhodo
ila urna neg.-a ciioula de 1 lado de 18 a adoptado pela annunciante proscreva o cas-
20 annos pouco mais ou menos, pea senho ligo de palmatorias, todava pelo lado do
ra Thoreza Mara do Jezus ou per pessoa amor proprio e do pudor so as meninas re-
porella enesrregada, que a nllo pode ven- primidas o nhngalas a aspirarem certas
der por Iho ler sido deixa la comacondi- honras concedidas quell n'ni .1 lor vi en, e depois voltar ao doador genhores pais de familias que quizerem ma-
ou seus herdeiro, como ludo se v do pa- incular suas fillias polom mandar buscar
pe de doacHo o qual devo apresenlar caso os estatuios em casa da annunciante.
haja de a querer vender. AOS lliMTES
I'n-ris i-s alugar um preto ou mole- _r j. a. S. Jane dentista, lem a honra de
que para servir externamente : no pateo avisa,' ao respeilaval publico, que se acha
doCollegin, casa do livoazul. rezidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
(l ahaixu assignado, alteres do 9. bata- drj aoode estar sempre prompto a qual-
IhSo do infantaria de lintia, tendo concluido ,..... chamado, desde s 9 horas da manilla
sua prestacilu de coalas, na qualidada de at as 4 da larde; o annunciante encherta
apente que fui do conselho de administra- je um a todos os (lentes, que por issu tem
i'.Vi ii." m mi batalliilo, e julgando em sus um completo sortimento de denles arlifi-
consciencia nada (lavar a pessoa alguma.as- cieSf ncorrutiveis e de porcelana,mu de-
simo faz constar pelafolha publica, peuin- |icaio3-8 do ultimo gosto ; e todos os mais
do a alguem qu 1 se julguo ser-lho o mesmo accessorios tendentes a sua proficuo, asse-
abaixo assignado dovedor declare pela verando a tu las as pessoas quo so quizerem
mes uta folha, certo de quo lbe nflo pagara utilizar do seu prestimo que nSo exige pa-
sem essa declaracSo. Recife, 22 de Janeiro g, alguma, nDo ficando os dentes bem pos-
de I s j.-jos l-'i ii.i'i-eo de Uoraese Vascon- [0S qUe no se possa deferen?ar dos proprios
sellos. naturaes, e podendo-se mssligar com os
Flores de gomma, mesmos 10 la a qualquer comida sem sentir
p.ra cabello e cima le mesa, bonicas, etc. menor dor nem lar tcalo lHkWi
fazse com perfeicSo, naturalidade e bum Umbem chumba os deutes naturaos fura-
gusto : na ra do AragSo n. 12, segundo <1< -1 cana com ouro, prala e metal bran-
lndr co, preveninlo s.ima conunuacSoda ci-
OcirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo ria, cloros e mesmo V'.^lD,,0*0lrir,"1* ff;
faz acianto aa pessoas que a lempos Iba a- "> pa.sara caria Md lar.memesmoa quem conviere quizer, pa- os outros sflus ; tambem tira pedras 01 ca-
ra por meio de um ajuste raznavel, ostratar "aa dos dentes em geral, que tonto < d
annualmente das molestias que possam ap
parecer, que teoham a bondadede virem a
casado sua/ffjldncia na ruado Rozario
larga n.30,para os poderl1n9aromn.de seus
clientes.
indica e coopera para o mu aillo da bocea,
nSo sendo tirado : o annuncianlea 10 an-
nos que exerce a sua profis$So nesta cida-
de, e os muitos cxemplos que lem da lo
nesse longo teuipo, sera quanlo basta para
.Muga-so a salla de frente e tresqnar
tos da casa terrea, n 23 da ra das Laran-
geiras proprio para rapaz solleiro.' a tratar
na iiicsma.
"Thomaz aisria embarca para o Rio de
Janeiro os seus escravus do nome Domin-
gos, Antonio, Maximiano, Simao, crioulos
o Benedicto pardo.
Precisa-se de um caixeiro de 10a 12
annos com alguma pralica, para um depo-
sito de pflo, na ra do Collegio, .11. 17:
a tratar no mesmo.
Quem annuciou no Diario de 22 do-
corrente querer 600/000 rs. rom hypotheca
am urna casa, quernn lo 500^000 rs. dirja-
se a ra de S. hereza, n. 21 que se dir.
--D-se a juros de2porcenlo ao mez e
sobre pinhorOs de ouro e -prala, a quanta
do .280/uuo rs. : na ra do Caldereiro, n,
82 se dir quem oa d.
-- The ai,no I meeting of lbe subscri-
ben to the Brilisn Mechanics l.ihrary & Ais-
tltution, will be held on Tneslay tno 3|rd
F. eb y, al 7 dock, at their rooms na ra
da Aurora em S. Amaro. Richard Pilson
Secly.
Aluga-s o segundo andar de um sobra-
do da ra do Rangel defronte da botica : a
fallar na ra do Cahug loja de Joaquina Jo-
s da Costa Fajoges.
-- O abaixo assignado declara ao respei-
tavel publico, principalmente aos seus cro-
dores, quo desaparlou a sociedade quo i-
hha na sua venda na ra do l.ivramcuto n
28, com a firma de Halos & Magalhlos, II-
cmdo o abaixo assignado desde hoja res-
ponaavel pelo activo o passivo. Jos Luiz
de Maltes.
-- Antonio Pinto deMagalh.les faz sciente
a lodos os credores pertenci-ntes a venda
sita comfronte o oito da igreja do Lina-
meato n. 38, que tem apartado a soci^Jade
que tinha na dita venda com Jos Luiz de
Mallos o por isso be justamente a pessoa
que lies obrigada a pagar todas as transacOes
que a mesma venda estiver a dever,pois que
elle annunciante da data deste em diante so
acha de todo desonerado por assim soler
convenciouado no apartamento da socic la-
de e para que chegue a noticia a todas faz o
presente annuncio.
-- A pessoa que quizer consultar on tra-
tar-se do molestias agudas ouehroncas, pode
lirigir-se ra larga do Rosario n. 30, aon-
daest rczlindoo Cirugiflo Bernardo Pe-
reira do Carmo, que est promplo e exercer
aua faculdade em qualquer hora. Para com
as pessoas pobres se prestar grates, a pes-
soa que o queira consultar por cscripto de
qualquer aso a que perlenca, devera em ter-
mos claroae precisos declararas seguintes
principaes circumslancias. Primeiro sua
idade, temperamento, constituico, dbil ou
valetudinaria,se vigorosa ou sadia, hbitos,
occupacl, accrescendo, se fr do sexo fe-
minino, a leclaracSo do estado de suas re-
ras, numero de filhosquetiver tido, se Ibes
era de mamar ; incommodos mais nota-
veis nos seus partos; se gravida.de quin-
tos mezes. qual o padecimento ou mal que
mais a afigia porsemolhaule motivo. Se-
gundo o lugar do sua habitac.lo, se hmido,
seceo.areado ou ventoso, sujeilo a febres ou
outra iufermidade. Terceiro so na familia
lem apparecido casos de molestias por des-
posiQilo hereditaria ou adquenda. ~ Quarto
sedoente dosyphilis pela primeira, segun-
da ou mais vezes, em que lempo o foi pela
primeira vez, o lempo ou intervallo que me-
diou no soflrimento do urna s oulras,
quaes os principaes symptomas que oiito
exnerimentar, remedios &. de que usn,
effeitos do irritifilo ou incommodo do uso
do mercurio, ou outro qualquer remedio,
de que so lembra Ihn fra S'ibministr-ido, e
em que dose. Quinto se o mal de que prc-
ci 'iilnmente se trata, fr precedid >, acom-
i*hadoou seguido de algum outro acci
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou anlmaes.
Rodas d'agoo, monhos de vento e sorra 3
Manejosindependeotes para cavallos
Rodas dentadas.
AguilhOea, bronzes e chumaceiras.
CavilhOes e parafusos-de todos os tama-
itos.
Taixas,partes,crivos e boceas de fornaiha.
Monhos de mandioca, movidos a mo ou
por animoes, c preusaspara adila.
Chapas do fogaoefrnos de farinha.
Canos de ferro, torneras de ferro e de
lironze.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a mo, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchse macuco.
Prensas hydraulicas e do parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Cu I o n mis, varandas, gradse portdes.
Prensas do copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mito e arados de ferros
ele etc.
Alm da suporioridade das suas obras, ja
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remellidos
pelos senhores que so dgnarem de fazero
llics cncotnmendas, aproveitandoa occasiae
para ogradecerem sus seus numerosos ami-
gos o Ireguezes a preferencia com quo teem
sido por elles honrados, o asscguram-lhes
que nao pouparSo eslorc,os o diligencia
paracontiouarem a merecer sua-conlianca.
tatos e vigsimos, a beneficio da 4
lotera da freguezia de S Jos do
Rio de Janeiro.
tlmfto de Nanttia a
800 rs.
Vende-sn a historia de simSo de Nantaa,
a 800 rs. : na hvraria da praga da Indepen-
dencia n. 6e8.
(J. )tarT S (Jompanhia,
Respeitosamente annunciam que no seu ex-
tenco estabeleciment'o em Santo Amaro,
continua a fabricar, com a maior perfaioo
e prompti lo, toda qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navogaco e
manufactura, o quo para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico
em geral, tem aberto em um dos grandes
arinazens do Sr. Mesquita na ra do Brum,
atraz do arsenal de marinha, um
Deposito de machinas,
construidas no dito seu estabeleeimenlo.
Alli acharo" os compradores um comple-
to sortimento demoendas do canna, com
todos os melho'amentos (alguns delles no-
vos e originaes) de que a experiencia de
muitos annos lem mostrado a necessidade.
Machinas do vapor de baixa* e alta pres-
s.'iu, tachas de todo tamsnho, tonto batidas,
como fundidas, carros d mo, e ditos para
con.Iii7ir formas deassucar, machinas para
moer mandioca, prensas psra dito, tornos
de ferro batido para farinha, arados da fer-
ro da mais approvada cnnslruc;ilo, fundos
para alambiques, crivos e portis para for-
nalhas, e urna inlinidade de obras de (erro,
que ser infadonho enumerar.
No mesmo deposito existe ums pessoa in-
telligente e hatiililada para roceber todas as
enco omendas, etc. etc., que os annuncian-
tcs, contmdo com a capacidad do suas of-
linas e niaclitnismo, c pericia do seus ofli-
',, r,- nTAm.i.r uiih ciriiuiiiii na ua-a, em pul
ciaes, se comproinelten. a azer executar btf H ru. da Cruz
com a irmor presteza, perfeiciio, e exacta (0',;,,
conformilade cm os mo filos, ou dse- "" nmr.__________
Lotera do Hio de Janeiro.
Aos 20:000,000. 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000,000 e 1.000,000 de rs.
Na ra da Cadeia do II ole n. 24, loja da
Viuya Vieira & Filhos, aimla existem os
mu afortunados bilhetei, meius, quartos,
uitivos e vigsimos da quera loletia a be-
neficio da freguezia do S. Jos, dus quaes
vem a lista no vapor quo deve chegar no dia
3 a 4 do mez prximo futuro.
-- Vende-so, na luja de livros do baratui-
ro, na ra do Crespo n. II, attlas de Seman-
cour, a 8,000 rs. ; magno lexicn, a 5,000
rs.; diccionario fraiicez-iuirluguez-portu-
guez-francez, 2 v. 3.000 rs. ; dito portu-
iio-inglez-inglez-purlugiiez 3,000 rj.;
Virgilio, 3,000rs., dito a'2,50 i rs. ; Cornelia
Salusli, a 1,800 rs.; grauimatca latina a
1.000 rs.; compendio de theologia moral
evanglica, 6 v. 6,000 rs. ; promptuario de
theologia moral. 4 v. 2,00) rs. ; cevrea deJ.
II. Puguelin de Moliera, 7v, 4,000; memo-
rias histricas da provincia de Peroambuco,
3 v. 2,000 rs ; synupsis ou deduce-so chro-
u-ilo -ir.i da historia do brazil, 3.000 rs. ; II-
cesde eloquencia nacional 3,000 ra.; ins-
t st iiu,-i>i'-; oratorias-quintiliano, 9 v. 3,000
rs.; Panorama 3. v 2,000 ra ; historia do
llrazil, 12 v. 8,000 rs., ornada com 12 es-
tampas ; geographia elementar Vellez, 1,440
rs. : no niesmaloja ac la-se um grande sor-
tmenlo de obras classicas, lamo em por-
tuguez, como em latim, francez e ingles.
-- Vendem-se muito bons presuntos, re-
centemente chegados, como tambem mui-
to boa carne de imciro, salame, queijos
londrinos, concervas de todas as qualida-
des, mauleiga muito frescal em frascos,
mustarda e muitos outros objectoi : na ra
da Cruzarmazem n 15.
Vende-.se um pardo de bonita Agura, e
sem niai'lias .ir lillas,- o que le aUaofa :
na ra da Senzalla-Volha n. 38.
Vende-se farinha fontana
muito superior e nova no merca-
do : a tratar cotu Manoel da Silva
S ni lo s na ra do Amorim n. 56 e
58, ou no armazem do Annes no
ces da alfandega.
-- Vendem-se pelies de cabra curtidas,
o de eieellenle qualidade, em purefio, por
do Reci-
nlius, o nstrucc.6Ys quo
cidas.
paoinaoo ou aeguiuo no isjuih "'" ""i'-if cjisultu
v.'iitiouenferinidade. quer de origem di-) 5g DE pesambucs. V
-ersa, quer precedente da mesma syphilis.ig Derigiaopeh Dr. Sabito Olegario Lud- *
- Sexto omfim, quaes os symptomas quer, J J ,ro Viaht <#
naelfortivo padecimento de mal veneren ou | ^ R T,H che Noyo n. 15.
oulro qualquer ies,^"2['^^"t'Z' ^ 1
ram-se ou existem sem alteracao apreci.vel, | 2 e reme,|jos de grac. aos pubres.desie
pola in-.iiho, al as duas horas da tar-
a menos importa que a declara-'! t? e remedios de grac
(So do lempo da molestia, sua osaecie
respondonciase inifurma- f
a sua residencia para a ra do Collegio n. ]
20, primeiro andar, onde continua a enea-
dernar, e espera a mesma consideracSo e
favor que seiipre tem recebido. Ah vendo
livros lanto dedireilo como de bellas lettras
e linguas, mxime a latina de que tem um
completo sorlimento,troca e compra lodoe
qualquer livro com lanto que nSo lhe falto o
tullase l-m para ven ler tanto em poreflo
cuino a relaiho cartas de A. C tsboadas,
cartillias cathecismos de differenles e HcOes
e pregos, verdade aos meninos, sinopses,
Fleury, deveres dos homens, apudaulas
procurares bailantes, rotlos para garra-
ras de Yinno, e livros, letras, conhecimen-
tos, rollinhasde lemnranQas, edico-de Pa-
ris, traslados, nvros em brancj etc.
lbe furom torne- v'" lo-se "m c,vllo de sella que ser-
vo lamhom para carga, muito possanie o
cor bi, por prc^o commo lo ; quem o pre-
'V **?***? ^'???P^tjrf- lfiilerdinja-so a ruada Cadeia do Recifu
"i ffi CJIS3UI.TUBIU CKNTIlAt linSIOiOPSTIIICO 0) 5*'
Vende-se camm de planta por com-
modo proco : no sitio da trompe, u.4.
Ven le-se na mada Cadeia do Recife,
n. 54, loja de J.iiquim liibeiro Pontes, chi-
tas multo bonitas pelo diminuto prego de
i,oo i, 4,501) e 5,000 rs. pessa e a covados
do 120 a 160 rs assim como corles de chita
' i.,-1 :-i : j.-oo i i. e muitas mais fazendas
quese venlerSi por biratu preou. Na mes-
ma luja so venitit urna purgAo decaixas
folha do I mi;e-i vinlas com fizan las;
como bemuma porcHo do taboas de ama-
relio e de I o oro muito seccas, e paos de
sicupira muito cm cunta.
Vendem-se queijos londri-
nos os mais iiiivos possiveis, por
prego muito commod>: na ra lar-
ga do liozario, na esquina do hec-
co do l'eixe brito n. 9.
Vendan se dous cavallos, sendo um
dsela, carregador baixo a meio. e outro
de cangallia : na ra do Rozario da Boa Vil-
la n. 2.
poca do app
leslia actual, e descnpco minuciosa, Jf
dos signaes ou symptomas quesolTrer M
-Quem lem para arrendar um sitio pe- se garantir,
queno perto do Recire, sendo na Soleda le, ~ Qualquer Sr. cipilo de campo ou era-
rus do Hospicio ou outro qualquer lugar que pregado de polica, polera prender o escra-
seja pe.to.annuncie porete folha.ou dirija- do abaixo assignado po-nome1 Jos ,011-
aa ansaaivnnarauhia cial de marclneiro, con pona de barba e
se ae.aaiypograiii.. consto andar pelo Poco eMonteiro quemo
Nova fabrica de chapeos de sol pegil.,eM.0,llo,i0vd,pontedDch6a ou
tinturara, no aterro da Boa VIS- na ra da Cruz do Recife n. I2,que ser gra-
, .tiAcado. JoSoLeite Pilla rligueira
id 11. n. ... -- Precisa-se raMar como Sr. Ignacio dos
Nesta nova tobnca o respeitavel publico santos Nunes ou. com sua mfii Felleciana
achara um completo sortimento de chapeos'Mara da cqneeigno, podem dirijir-sea loja
desul do seda epaninho, tanto para ho- do Sr. Jos da Rocha BrandSo, defronte da
mem, como para senhora, e cuncerta igual-
mente, por procos mais commodos do que
em outra qualquer parte; para este mesmo
islabelecimenlo se acha mudadas tinturara
franceze da ra Vcllia n. 74, llnginda-se to-
da e qualquer razenda de sed j, 13a, algodSo
e linho, tanto em obra, como em peca e
com muito asseio, assim como se alimpam
casacas e outra qualquer ropa de panno,
que tiver nodoas, pondo se como novas, e,
por precos muitu commodos.
*
0 Paulo (Jalgnoux, dentista 9
ki francez. olTercce sen prest- *
9 mo ao piiuco para lodosos 9
mi-ii 1. s de -un proflsso : #
pode ser procurado a qual- 0
quer hora e m ana casa, na rualnigadoRozario, n. 30,
si-sumi andar. #
fms?*
Eu ntixo assignado avilo ao Sr. Car-
los Herbiter, que quandodehoje 6 8 dias
matriz doS. Antonio.
Precisa-se de um caixeiro para venda,
que tenha j pralica da mesma oceupacHo e
que d Aador a sua conducta : a fallar na
ra larga do Rozario 11 46.
Francisco Ribeiro Pires, embarca para
o Rio de Janeiro, a escrava parda de nome
Vcioria, a entregar ao Sr. Jos Joiquim de
l.acerda.
-- Auna Joaquina do 0', faz saber a quem
convier, que cunlinua cumoieu estabele-
ciinento de enainar a lor, eanrevo, contar
as quat'o especies principaes, doutrlna
clirista ; e bem assim a cozer, nSo s liso,
como bordar, elaborintu : iudo i9lo ensi-
m por commodo preco, na ra da Cuia
n.45. t / ,
Jos Pereira de Hendanha embarca
pira o Rio de Janeiro o seu escravo creoulo
de nomo A timbal.
Do-se tresentos a quatro cantos mil
reis a juros, na Boa-Vista, ra d'Alegni.
casa 11. 34.
CoS-Jtdrio horneo
patlHCO..
% Ruado Collegion. 25, pr- #
8 mro andar.
S O Dr. T. A. Lobo RIusco- 9
* so, d consultas gratis aos 9
i pobres, todos os dias das 8 a
as 1 a horas da manhaa. Fra-
* tica qualquer operacao de ci- .,
l.rurgia, ou de partos. Rece-
9 beescravosdoentes para tra- p
. tar dcsuasenfermidadeSjOU 4
g fazer qualquer operacSo, por J
* jii'fcii commodo. *

BOWMAN 4 MC. CALLUM, engenhiro
ros macliiniatase fundidores de Trro mu
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprietanos de engenhos, razendeiroS, mi-
neiros, negociantes, labricantes e ao res-
peilavel publico, que o seu estabeleeimenlo
de ierro movido por machina de vapor con-
tina em efectivo exercicio, ese acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
CsOmpras.
--Compra-se um portito de ferro, ou de
taboa para sitio que tenha 10 palmos de lar-
gura, o outro tanto de altura ji serv ioj
mas que esteja em bom estado : quem tiver
annuncie.ou falle na ra do Sr. II. Je/u*
das crioufas venda por baixo do sobrado de
2 andares.
Na ra do Vigario n. a3, se-
gundo andar, compram-se escra-
vos de ambos os sexos, de i2 a 3o
annos de idade, pagam-se bem a-j
grad nido.
Compra-se um escravo da ijada pou-
co 111
; >li vaina n. 96.
compra-se una loja do
poucos fiindos-8 e<" Ua rua: 1uem
lii'im militar a 800 rs., o corte de
calcas.
Vende-sebrim ontraiisilo branco deal-
godo lino, para calsa, pelo baratu prego de
duus cruzados o corto de calsa : na ra do
Queimaio o. 8, luja defronle da botica.
(ilutas .i 120rs. o covado.
Vendem-se chitas de bonitos pa IrOos, a
seis vinlens o covado, e lu os de cambraia
,VU. "l'Z'ld.'s!.,," co> b'c<>f n,aa desennora c meniuas ,
"a ru" ua b0"", a dose vintes cada un : na ra do Queimado
,.,. ,- I n. S, loja desmonta da bolici.
raianda com J J fU> di) Qo|01,j0> loja n. 18/ von-
' de-se urna canoa dd carruia.
annuncio. \ Vendu-se doce lino da entre-casca da
i3- Compram-se ?SCruVOS de goiaba.em caixiuuas de 4 libras, em gran-
1 t' I 1 mi,, dse leuuenaa porcOes : 1111 ra Jas Cinco
ambos os sexos, para fra -a Pro" ,.ouiasn.82.
vincia de 6 .1 i5 anuos t3u vende-seum.sitio com magniHca casa
habilidades e de bonitas figuras frj*^jm*^*f^
paga-se muito bem: na ra das JqOi,^e0i, '"u'j autoio opai-
Larangeiras 11. 1 segundo andar. mus de frente e 90 de fundo, com terreuude
-- Compra-se um sitio pequeo perto do mais de mil palmos de comprmanlo egran-
Itecife, sendo na Sol lade, ra do Hospicio,, de baila de capim : a trator na ra de S. A-
uu outro qualquer lugar : annuncie por es- marn. 16.
ta folha, ou dinju-se a esta lypographia. Vende-seum bonito bote, com lodos
_- Compa-seumrelogio para sonhora :, os seus perleuces ede mullo boaconstruc-
na ra do Livramento n. 10. I Ao : trala-se na rus da Cruz do Recife, ar-
Compram-se o primeiro e segundlo-1 uiazem n. 15.
mos dos dicionarios de Raquel, em segn- Vende-se, ou troca-se por boas obras,
da mo : quem os Uver, annuucie por esla um rico diccionario francez de Mapoleen
folha para s r procurado. llaland.
-Compra-se urna porco de formas de Vende-se cerveja para mimos, em bar-
9 em libra, para tozer velas de carnauba, e;ncas de3 a3 l|2duzias cala urna : a tratar
ue sejam muito exatas no peso : na praca no armazem de Jos Rodrigues Pereira, na
a Boa Vista n. 17. ra da Cadeia do Recife.
Vendas.
FLI11NI1AS PARA i85a
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Baha.
Vendem-se folhinhas de porta ,'<9- Vende-seem casa de Domingos Al-
*" ves Hatheus, na ra da cruz do Re-
sa-
la*-
i
,, vos, assiui como lio proprio Para
J desdepescar e pavios para veilas,
desejam mais particularmente chamara vincia: vendem-se nicamente na
:ePmDr,,LlndeP;^gmeKp^pPto: pr-- da Independencia n. 6 e 8yZ^^S^Ui
as quaes construidas na sua fabrica pdem] Lotera do Rio de Janeiro. m*Bm^^mmvmmmmmmmmimmm
competir com as fabricadas em paiz es-1 ., on-oon ana rl<> r* r j n; r .,n,in ,1,. Snl
trangeiro. tanto em preco como em que- VT Aos 20.000,001 de rs. Graxa do Rio Gniide do dul.
lidadoda materias primas e mo d'obral Na luja de miodeaa da praca da vende-se graxa do Rio-Grande do Sul
J>"-= 1K A Independencia n 4, vendem-se bi-rm "'^ *''n\ .W""* P.
Machinasdevapor da melhorconstrucgao .. r 5 V preco cummauo n
Moondas de canna para engenhos de u>-jinetes inteiros, meiOS, quartos, 01-_i.ondar.
ra da Moedi n. 93,
MUTILADO


X
2 5

,-y 3 libras de Ma'rmellada por
5oo res.
_ uso ba coma tSo barata, que o igual*
oor S libras da ntarmelada por 500 j>. : a
ollaa rapaziada que breve ae acaba, na ra
estrella do Rozarlo o. 43.
Vende-se por prego coromodo, um en-
cllente sitio no lugar das curcuranas, de-
nominado Salinas, com boa casa de viven-
da, trras com planteles, e alguna fes de
coqueiros, sendo muito porto do mar; quem
o quizer dirlja-se : a ra do Crespo n. 11.
Vende-se o engenho Lameiro, na serra
da raz de fabricar assucar termo da villa de
Guarablra da provincia da Parahyba com 2
leguas de Ierras de grande producgao.naoso
de canaa como de algodSo caf, mandiooa,
milhu, feiSo e fumo com acude pertencente
ao sargenio-mor JoSo Jos da Costa, quem
o perlender tsnto em Pernambuco, como
na Parahiba pode annunciaralim de qoe o
propriatario estabelega as condiccOes da
venda.
Vende-se urna negra de /jo
annos, pouco mais, ou menos, qui-
tandeira elavadeira, por preco c-
modo ; na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 7 lojade miudezas de An-
tonio Lopes Perira de Mello. Na
mesma loja vende-se urna porco
de penas de ema, por preco com-
modo.
Couro de lustro patente.
No alerro da Boa Vista, loja de calcado n. 58, junto ao seleiro, vende-se superior cou-<
ro de lustro a 2560 rs. a pello, nao lem de-,
feito ; a ellefreguezes. que a pechincba be; s%
pouca. a
Cortes de sapatos de tapete. | g
Superiores corles de sapatos de tapete. | f
bordados, de linio goslo a 480 rs. o corle, g.
e em duzia a 5000 rs. ; assim como sapalos
da mesma hienda ja promptos : no aterro B<
da Boa Vista, loja de calgado D. 58, junio ao -
seleiro. .
Farinha de trigo superior
chegaram recentemente siguanas
fflftHifit! ir
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barricas de farinha de trigo,
de
urna marca nova neste mercado, e
de qualidade muito superior ein-
teiramente igual as melhores mar-
cas, que aqu se vendem; tem mui-
ta acceitacao no Hio de Janeiro e
na fiahia onde he considerada a
par da melhor de marca gallega, e
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No aterro da Boa Vista n. 58, vendem-
mesmo a de Trieste : vende-se na. se"COrds p-,ra rabecca, mas barato do que
ra do Trapiche Novo n. 16.
He baratissmo'a 3ao rs. o covado.
>a ra do Queimado defronte do bfleco do
l'eixe Frilo, loja n. 3, vende-se ltela roxo
muito encorpdo com um pequeo toque
de mofo, pelo admirado pre^o de 320 ra. o
covodo.
Vendem-se 2 canoas abrts em bom
uso, que pegam em 1000 tijollos.e outra em
800, ou se troca por lijollos de alvonana
groaseis: no armazem do caes do llamos
n. 2.
Diamantes para vidra-
eeiros ,
chegou urna pequea porcao de
excellenlc qualidade, e vendem-se
na ra do Trapiche Novo n. 16. '
Ra do Crespo n. a3.
Vendem-se corles de casimira muilo finas
e modernas a 5,000 rs ; chapeos do Chile
pequeos a *,000 rs. j corleado brim escuro
para calca a 60 rs. ; cha hysson a 500 ra. a
I ibra ; meios chales de 13a a 6o rs filo de
cores para vestidos a 480 rs. a vara ; lencos
de I3a e seda a 480 rs., e outras fazendas
baratas para fechar contas.
Vidros pura vidracas,
de ptima qualidade e muito me-
lhor sortimento : vendem-se na
ra do Trapiche Novo n. x6.
Aos ao.ooo'ooo e aos lo:ooos'ooo
de rs.
Na ra do Queimado loja n. 18. vende-se
bilhetes, meios, quartos, oitavos e vigesi
ni os da 4.a Lotera a beniiicio da freguezia
deS. Jos. Na mesma loja vendeu-se o
meio bilhete n. 255 da 3 lolena da fregue-
zia de N. S. da Gloria cm que sabio os
20;OOK/U00
Papel para imprimir,
de excellente qualidide e preco
commodo : existem por vender al-
guma- caixas, na ra do Trapiche
Novo n. 16.
l'ctassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 exlate urna pequrna porco de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior nvalisa com a da Hussia: vande-
se por prego razoavel
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, leciJos a dous fios, muito
grande, lem todaspi>licafo em urna casa de
familia, por servir para meia de rngom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
voa, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
ra do Creapo o. 6.
Pannos e casimiras ^
pretas e de cres,~faienda de qua-
lidade muito superior : vendem-
se por precos muito commodos, na
ra do Trapiche Novo n. 16. A
mesma casa tambem recebeu re-
centemente algumas caixas com ri-
cos sortimeutos de tapetes de lin-
dos padieo
Grande labrica de chapeos de sol,
de J. Falque ma do Collgeio
n. 4-
Nesle novo estabelecimeoto recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sol doa ltimos gostos, tanto de seda como
depaninho pora homeus e senhoras, de ar-
maciio de baleia e de asso que se vendem
por menos prego quo em oulra qualquer par-
le; grande aoriiinento de chamalole, sedaa
o paninbos em pega de todas as corra e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armagOes servidas. Completo sor-
timenlo de baleas para vestidos espartilnus
para aenhuras, fazem-se um bellas de igrejf e
conceita-se qnalquer qualidade de chapeos
do sol: lodos osobjectos acuna mencionados
se veedem em porgSo e a relalno, por prego
quo agradara aos freguezts a vista da quali-
dade.
-- Ma ra do Passeio Publico, loja n.9,
vendem-se 300 varas de bico e renda da tr-
ra, atacados, a ICO ra., e juntamento 18 ca
xillios envidragados e promptos para qual-
quer obra, por prego commodo.
em outra qualquer parle
Vende-se um cvallo rudado com to-
dos os andares por prego commodo : na rus
dapraia n. 17. .
.- \nula se continua a vender a superior
manteiga inglaza a 720 rs. a libra : na ra
do Colegio n. 5
No escnplono de Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, vendem-se osseguintes ar-
tigos, por preco commodo, para
fechar contas: chapeos depalha do
Chille em porcSes de cincoenti;
linhas de roriz e de nmeros; cu-
nheles com arcos, e CJrncirdS de
cores: a tratar no mesmo escrip-
torio.
Vende-se por preco commo-
do, cal virgein, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo : no armazem de
L'ws Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche n. 34-
Vende-se por preco muito
commodo, para fechar conlas, sac-
cas cooi superior farinha de man-
dioca, muito lina e alva, nos ar-
mazens de Dias Ferreira e Antonio
Annes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos,ou com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34,
Moinhos de vento
com bombas de ropucho para regar borlas
bombas de ferro,
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do brum ns. 6, 8 10,
fundico de Ierro.
__Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Deposito da fabrica lo Todos os
Santos na liahia.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar eroupa deescravos, por prego com-
modo
(f Vendem-se e alugam-se bichas, che- 9
t gadas ultin,amonte do llamburKo, ior 0
f prego commodo: na ra de S. Amaro #
t n. 28. ,?
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4a*
Vendem-se amarras de ierro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Cal vilgein de Lisbo i.
V_j_____i i i ;.i.. j-_resporas finissimas de ago com corris a ln-
ende-se cal de Lisboa, deop-i def.to: linhas retas oara
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de i. 1. Tu-
so Jnior, na roa do Amoro) o. 35
Oh !
Que aBo ohegados os excellentes sigaTos
de palha de millio : na travesa da Lingueta
D. 6.
Damasco de seda.
Na loja do sobrado amarello dos qua-
tro cantos da rui do Queimado, n. 29, ven-
de-se damasco de se la de todas aa cores
por prego muilo commodo.
Na ruado Vigirio n. 19,1. andar che
gou recentemente e se acha a venda a su-
perior bolaxinba de Lisboa propria para
cha, flnisiima marmelada em latas de li
bra, e excellente chocolale de todas as qua-
lidades medicinaos, onde se vende por
junto ou em porgSo.
Para baile mascarado.
Vendem-se mascaras de cera e de pan-
no por prego commodo na ra larga do Ro-
zario, loja de miudezas, n. 44.
Vendem-su chapeos de tranca ca-
bello para senhora pelo prego de4f000rs.
na ra do Collegio, n. 3.
Vende-se urna espada de roca em
meio uso pelo diminuto precide 8/000 rs.,
na roa do Collegio, n. 3 loja demiuuezas.
Vende-at hi escravo de ngo costa,
de bonita .Onn e de Idado de 28 annos,
sem vicio de qnalidade algum, o qual se
i. iini;-i ao comprador : na ra dos Tanoei-
ros o. 5.
Vende-se urna propriedade que existe
em um dos milhores lugares do bairro de
S. Antonio, cuja propriedade faz quina para
a ra da llodi e para a praca do Capim, fa-
zendoasta lodo fundo da praga, a beira do
Capibaribe, com toda sua frente olhaodo
para o templo dos protestantes, lugar este
que 1I11 iiii a muito pouco lempo nao te 1 a
nada a invejar daquelle que lioje gozam de
boa nomeada, com 134 palmos de frente, e
33 de fundos, muilo bous alicerces, cordSo,
soleiraa, ombreiras e vergas de boa pedra ;
paredes muito grosas, com 10 portas de
custadinho de Vinhatico, boas ferragens e
fechaduras em todas as portas, est devidi-
da em armazens quese alugam para reco-
llier capim esta propriedade rstt na altu-
ra de um primeiro andar, com todas as sac-
cadas de pedra aeoladas em seus lugares,
toda travejada com madeira de qualidade,
est cubera toda como so fosse mea-agua.
Em lim he um dizer geral de todas as pes-
soaaque^as^sam por esta praga que esta bem
collocada es'ta propriedade, o seu nroprie-
tario a vende para pagar urna divida que
existe encravada no meamo predio; os pre-
tenderes dirijam-se ao Sr. Antonio da Sil-
va Pimentel, em um dos armazens da mes-
ma propriedade ; o comprador ver outras
obras.que existem, e deixam se de mencio-
nar.
Vendem-se Larris com breu,
por preco commodo, e em lotes a
Vente-se superior cal virgem de Lis
boa vioda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja de fazendas o. 15, pre-
go muilo commodo.
> .. j a a^' rv ..m...m "ontade dos compradores : na ra
Na travessa da Madre de Dos, armasem rp
o. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o do trapiche n 30, escriptorio de
c*nt0- Matheus Austin & Companhia.
v f T?* W" eH,,gf; Z' itrom V(""'-s um escravo de K annos, que
Na fundigo de ferro da ra de.Brum, cosinh. b..m o diario de urna cas e engom-
acaba-se de receborum completo sortlmen- ,, umdUo boB1 pa(leiro 3 dil08 |
to de is.x.s de 3 a 8 palmos de bocea, as r(jbuslos> fons pra loio 0 servi.
quaos acham-sea venda por preco COg- v ^ _.
modo, e com promptidao embarcam-se ou v muito robusto, por 350,000 rs.,
carregam-se em carrossem despezas ao um pi,Jo ,je25anuos bom para lodo o ser-
comprador. _i|w- vigo, 1 preta queengomma e cozinha bem,
--Vendem-se uvas maiMUl da mllhor iiu de e|egHin,e Ugura gravida e gm na.
qualidade : na Boa-Vista, ra da Conce.gao bili.lades, 1 dita de meia ld.de porm ro-
Ja ";, .. ,. _.,. buta, por prego commodo: naiUadaCt-
- Vendom-se muito boas navalhas ingle- cjlnb, n. II, onde morou o finado vigario
zas para barba, tanlo ero estojo de urna d uecfe
como deduas.estes trates sendo bons,como ..veni)9.se um sliono ,u(?ar denominado
Pklnil u onn I 1 .1 nQajvi i:a indiat\anaft Wiliai Hfn .O ,
um u\
DE
As ouo.oroaaa experiencias feitas corno
uso da salsa parrilba em todas as enfermi-
dados, originadas orla impureza dusaniuc
e o bom xito obtido na corte pelo 1.1,,,'
Sr. I'r. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eeui
sua afamada caaa de aaude na Gambos, ne.
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, m8.
dico do exercito a por varios outros oiedi.
eos, permiltem hoje de proclamar altamente,
as virtudes cllicaies da
SALSA PARRILHA
DE
estas o sao, lornam-se indispensaveis em g t defrote do de Nicolao Rodrigues
."j t!',0* VSRVSSSi& daCunha, o qual tem casa par. morada
pbjeeioi.de estima, a ponto dedeve.em e .. f J JP f
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto C
de Abreu, na ra da Cadeia do He-
cife n. 48.
Vende-se urna preta com. 40 annos de
idade pouco mais ou menos, de muilo boa
conducta e propria para todo o servigo : no
armazem de Vicente Ferreira da Costa na
ra da Madre-de-Deos.
FA1UN1U I)E S. CAMARINA.
A melhor farinha de mandioca
e mais recentemente chegada ao
meias br.ncas de lio da Escocia ; thesouras dep0|ici. loja n. 22, pois ae vende por pre-
finissimssparaunbas; grampas envernisa- cocomrnodo 'Hoisae vomio Pu v
das; oculos para todas as idades, b 800 rs.; .; ,,
espora, flnissima, de ago com correi. a ,n- Vende.8e '/ **, por preQ0
tSrrZ&LSSZ'SZEl commodOPdoPque S^TJg
Nota. Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilba de Bristol he
garanlida, puramente vegetal sem merca-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara (ongalvcs Ramos : ra dos
Quarteis pegada ao 00ariel de polica.
mmmmmmmmwi-mmmmmmtem^
SGantois Failhetck Companhia.
I Continua-se a vender no deposito U
V geral da ra da Cruz n. 52, o excel-
H lonioe bem conceituado rap areia ff
preta da fabrica deGaotois Pailhet& |
Companhia da Baha, em grandes e %
pequelas porgues pelo pregoestabe- Q
ajj lecido.
mmmmmmm:mm-mmmmm^a
l.ivros em branco.
Vene-se em casa de Kalkmann IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
-- Vendem-se 3 vitellos muito gordos,
proprios para rancho de navios : a tratar
com tlrnoel Luiz da Veiga, na casa de sut
residencia em S. Amarinbo, ou no Passeio
Publico loja de chapeos n. 93
Vende-se para liquidagdes de contas,
um sobra 10 em muito* bom estado na ci-
dade Nova de S. Amaro, com terreno, evi-
veirode peite bem cimentado, proorio pan
qualquer proprietario de engeohu ter urna
casa de regallo na praga, porque otT.rece no
andar terreo grande armazem para deposi-
to* de assurar, sguardente ou mel, com por-
to de embarque, e muilo fresco : a tratar
com .Manuel Luiz da Veiga, na fabrica de
chapeos n. 23, do Passeio Publico, ou na
cssa de sua resiaenefa emS. Amarnho.
Vendem-se 3 escravas mogas de boni-
tas figuras e com varias habilidades, 1 mo-
lalinho de idade de 16 annos, muito lindo
e propriu para pageni, 3 escravos de servigo
do campo, e um pardo de idade de 22 an-
nos : na ra Direila n. 3.
- Vende-so urna preti que engomla,
cosinha muito bem e faz todo o mais arr.iv
jo de nma oasa, 1 preto ceoulo mogo, aero
odelo, que serve para o campo ou ganhs-
dorde ra por 300,000 rs., e 1 parda pa'a
ama do casa, mesmo de homem solteiro
por nao ser bonita e tor boa conducta, tam-
bem por 300,000 rs. : isto para ajuste de
conlas antigs: oa ra larga do Rosario lo-
ja n. 35.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Irmaos.ruada Cruz n. 10,
Charutos de llavana
De superior qualidade : vendem-se no ar-
mazem de Kalkmaon IrmSos, na ruada
Cruz n. 10.
CANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann IrmSos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
espelhns de-gavetas os maiores
qrt'eTvndra'soo rTcVd."m e m.iole, $i "** '" Colle
dd couro de lustro
ttos de marroquim
uo i-.....1 i'.M.i iiuuioui e senhora 800 rs. :
rara Daiie ae iuaBcaradOS. nalojadecalgadodapragadaindependenci
Vende-se um vistuario de couro, comple- o. 35
mais baratos, e outras muilas mqdezasem *10 "v-,, .. oi. a
conta, par. liquidar contas velk.s : na ra ~ Ven";se P os,d.'
larga do Rozarlo n. 35, lojWo Lody. ggg'".""omene
ii baixas de capim : vendem-se oa fundigo mercado, vende-se por preco mais
deilowman&Mc. Callum, na fui do Brum comm0(|0 do que em outra qual-
ns. 6.8 6 10. __.^ 7__j. ._ ,1
quer parte, a bordo do brigue Al-
mirante fundeado confronte ao
caes do Hamos \ trata-se a bordo
'.rados de ferro.
Na [undigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
* DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para nheiro, D J do Vigario n. 19
AitilMlA DE BALT1MORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus
sia, nova e de superior qualidade.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiraa letras, a 480 rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Deposito de cal virgem.
Cuuha & Amorim, vendem barra com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarda, por menos prego do
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
as aulas, em meia encadernagao, a 500 rs.,
cada um : na livraria 11. 6 e 8, da praga d
Independencia.
Superior cha na^';onal
em caixinhasde2 lib;aSi e da nielnor qua-
lidade; vende-;, por preco commodo,-na
ru*_4Sry>i-Sanlon. 2, primeiro andar.
yTas de carnauba em libras.
I '.'endom-so velas de* carnauba imitando
espermacete : na loja de seleiro da ra da
Cadeia dullecife n. 36.
-- Vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comel, em casa de Deane
Yule & compauhia : na ra da Cadeia.
Farinha de mandioca.
Vende-se surcas com superior farinha
de mandioca a precos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
- Vende-se no armazem de Vicente Fer-
reira da Costa na ra da Madre-de-Deus,
louga azul fina avulso.apparelhos de meza
e cha dos melhores modellos e qualidades,
por prego commodo.
Uoeudus superiores.
Na fundigo de C. Man Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, todas de ferro, de.um modelo e
con.strucc.3o muito superior
ptimo vinlio branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinhd branco de Lisboa,
da melhor qualidade queajiparece:
trata-se na ra da Cadeia do He-
cife n. 48.
__ Vende-se, em casa de A-
damson Uowie S Companhia, na
ra do Trapiche n. 4* > panno de
algodo para saceos de assucar ,
muito superior, e barato.
-Vende-se doce Pno de goiaba em caixas
de 4 libras mnito barato, no pateo do Pa-
nizo, n. 20.
to, chapeo, pernelras, gibilo, guarda pe toe
sapatos: na ra do Queimado, loja n. 14.
He de graga.
Os segundos e terceiros cantos do tion-
galves Diaa a 1000 rs. a obra : no pateo do
Collegio, osa do livro azul.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Hio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra., e turn-
('azemiras de cor.
Na loja do sobrarlo amarello nos quatro
cantos da ra do Queimado n. 29, ha para
vender um grande sortimento de cizemiras
do cores de superior qualidade e padrdes
muilo modernos pelo baratissimo prego de
5,000 rs. e 5,500 cada corte.
Atoalhados de linho e de algo-
dam.
Na lola do-Siibrado amarello nos quatro
._!,, "c"fos"3a ruado Queimado n. 29, ha para
bem de um SO taSWriG, por me- vender loalhasde linho e de algoddao e to-
nos Preco do que em outra qual- dos os lmannos e larguras, assim como
awn r.Q n.r. ..na m va... .. Q]a9 UO
apos de
dodito brigue, ou no escriptorip quer'parte trata.se no escripto- LM3^*THB
dos consignatarios Ma.Cnao &c rt-
dea do Recife n. 50.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
ItUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste Mtabeleeimento conti-
na a liaver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmauu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
rio de Machado ck l'inhciro, na lioho de varios tamaitos, tudo por prego
ruado Vigario n. 19, segundo TXr^Tso^o amarello dos,.-
andar. tro cantos da ra do Queimado n. 29, ven-
Vendem-se selins e silhSes dese seguimos hiendu finas o de gosio,
, por pregos de agradar ao comprador, corte ,
mglezes, de COUro de porco, da de vestido de cambraia combarra ebabados,
Dnmeira qualidade: em casa de A- f.zenda de muito goslo e muilo modernas
r ir o i i" dito de cambraia de seda igual a blonde d
damson llowte & Companhia, na rjc0 gosto, dito do seda do coresa20e25/
ra do Trapiche n. Ul. ditos de seda frla-cores e tambem seda de
a va m furta-cores em corado, chales e mantas de
Agencia de Jidwin JHaw. seda superiores, manteletes pretos e de co-
Na ra de Apollo n. 6, armazem de *lc. Cal- rfS da ultima moda, chita francesa padrOes
moni 8 Companhia, acha-se conalantemente
bons aortiineDios de taia de ferro coado e
batido, tanto rasa como funda., moendas io-
elraa todaade ferro para anirnae., agoa, ele,
dlia. para armar em inadelra de iodos oa ta-
maohoa e raadelloa o mal. moderno, machina
horiaontal para vapor, com forca de 4 c.val-
los, coucos, paaaad.iraa de ferro esta o hado
para caa de pulgar, por manos preco que o.
de cobre, escovena para navios, ferro Inglez
tanto em barra como em arcos folbas, e ludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doUecife n. ia, ha mito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a pregos muito rasoaveis.
Casa de commissio de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se oiierecc muilas garantas
a seusdonos : narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
da ferro .- na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
MUTILADO
do cassa e cores lixes e outras multas fa-
zenlaa degusto.
MOBILUS DE FERRO.
Vetidem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmaos, na ra
da Cruz n. 10.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Sobrado em Goiunna.
Vndese, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 58 avahado em
aioooooo, em o qual tem parte
rsula Maria das Virgens e sua
irmaa Joaquina Alves de Paiva na
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija-se a caza de Kal-
kmann Irmos,ruada Cruz,11. 10
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
r
, K1111 do Collegio 11. *.
Novo sortimento' de chapeos de sol, pan
homem e senhora, a saber : --chapeos de
sol de seda, armago de baleia, de 4,r,no r
para cima; ditosditns para senhora, de*,000
rs. para cima ; ditos de panno fino, dear-
mac.Vi de baleia e de ferro, de 1,600 a 3,200
rs.' ; ditos ditos de armagto de junco, do
1,200 a 1,800 rs., todos limpos: grande sor-
lmenlo de sedas e pannos, em pegas para
cobrir os mesmos, baleas para vesliduse
espartilhos de senhoras. Concertam-si> to-
daa as qualidades de chapeos deso, tudo
com perfeig3o e por meos prego do que era
outra qualquer parte.
Palitos de pao.
I.aun .no Jos de barros, meslre alfaiale,
morador na ruado Queimado sobrado J<
quina dos quatro cantos com escada pan
atravessa do Itozario n. 18,vende palito-
pao cor de caf, cor fixa, cero muilo boas
aviamentos e feito ao ultimo gosta, pelo
commodo prego de 22,000 rs.
Escravos futidos.
10/000 de gratiflcagflo
Pela entrega do escravo Valerio, fgido no
dia 5 de novembro p. p. do engenho S. I0S0
do Cabo, de Manoel Lins d'Albuquerquo
sendo da Costa, alto, grosso, cara chati, a
curta, olhos pequeos, um pouco gago, u-
ncllas linas, ps chatos, tendo os dedos
grandes separados dos outros, e urna cica-
triz no p esquerdo, junto ao dedo mnimo.'
ser eqtregue a gratiflcagSo de 10/000 1
quem o levar ao dito engenho, ouaoHon-
dego casa do commendador Luiz Comes
Ferreira,ou ao engenho Fragoso, de Manuel
Joaquim Carneiro da Cunba.
Desappareceu no da 15 do correte
urea escr.va cnoula de nome 11 nedua de
idade de 22 annos comprada a Jos da Fon-
seca e Silva, cuja escrava foi da Sra, D. Joa-
quina alaria da ConceigSo moradora en
IguarasMU,sendo os sigoaes, meia fula, e ten
urna sicalris debaixo do queixo quem a pe-
gar, leve-a a casa do Sr. Jos alaria de Albo-
querque Haraohto, no atierro do a*og sitio n. 209, ijos aera bem recompensado.
No dia 9 do mez de agosto do aono p-
passado, aa 5 horas da manhfia, fugio ua
cabra de nome Antooio, de Idade de 30 an-
nos pouco mais ou menos, com oa signaes
seguidles: alto do corpo, cabello cncolhi-
do, nariz afiliado, barba fechada, elle ta
ollico de sapateiro, e lio natural do Sertao,
do lugar chamado Ttioar diatricto de lu1"
muns, e toca viola ; roga-sel todas as au-
toridades policiaes ou capiUes de campoo
capturen! e leveni-o a ra da Concordia vin-
do da ra .Nova a direila, primeira casa qu
tem lampino na esquina, no Recife, que se-
r generosamente reecompeosado do seo
trab.lho.
y. v T\1r.')i; M.TVvt: F\i\j
Eagr.


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