Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04613


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Full Text
m
^p
i
An.io>*\v"T
He .1 neio de 1 852.
'ejiun-la fe.ira 2ff AagK// < DE PEMAMBICO.
1'lUAUKNt ADUNTADO.
Por trimestre............ 1/000
Por aemeitre ............ 8/HO
Por aunu.............. I.".jfi'-K>
PiOO ln:.\ rao 1.1.1'liIMFSl n I,
Poi quartel ........... 4/0O
roTiciAi so lmrniio .
Para .... 2dr Janeiro Mlnai iftdelVovbr
Maranbao 7de illto S.Paulo 11) ilc . ,
Cear... I* de dito. R. deJ.. H de Janeiro,
l'jrahlb.. II e DrzbrlHabla .. I7de dllo. '
Das Da aBMaira.
lDIIMOIl,.
i 2b' Seg. S. Policarpo b | Juuoda OrphSo
I ni ; S. Theogenea. 2 e6. a 10 horas.
87 Tere. S. Vlialiaoo. l. varado civil.
28 Oart. S Cv "Mo. 3. c 6. ao melo-dia.
2l Qulnt S. f'rauclico Fatenda.
deS.ilci 3, e6. ai 10 boraa.
30 "e-ii S, Martlnha. I 2. vara do civl.
31 Sab. N. "Cyro. A. c sbado ao mcio-d
1 Doi II11.ni. depois! RilacSo.
da Epifana. S. Efrem Terral e aib^doa.
iruuisn.
Creaceate i 29. a 8 boraa e15 minutos da 111-
Obela a 7, a 9 boraa e 48 mlnutoa da m.
Mingoante i 18, a I bora e 8 mioutoa da m.
Nova 21, aa 7 boraa e 34 mlnutoa da m.
niUli MOJat
1 Primelra i8 horas e 30 minute, da manbaa.
Secunda asa horas r il mlnutoa da tarde.
riBTiou Boa COBBI101.
Goianna e Parahlba, ia aegunda e icilai-
fclras.
Rlo-lJraade-do-orte, toda ai qulntaa-felrai
o mel da. ,
Garaubuaa e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vlata, e Florea, 13 e 28.
Victoria, a qulntaa-felras.
Olloda, todoi oa dlaa.
MOTiciaa ariiwt;riB4a.
Portugal. 16 de Drzbi. >ustria.. 2 de Deibr
Heapauba 8 dr dllo Suiaa. .. 2 de dilo.
Franca... 7 de dito Sueela... 28 de Oulbr
Brlgica... 3 de dito Inglaterra 8 de Dezbr.
llalla.. 2 de dilo E.-Unldoa 83 deR.abr.
Aleinanha. adedito Meilco... 16 de dllo,
Pruaaia ... 3 de dito California 10 de dito
Dinamarca 2 de Oulbr (jhlll 12 de dllo
Rusta... 1 de Dezb, aeooa-A. 8deNovbr
Turqua. I de dilo Montevideo II de Oulbr
PARTE OFFICIAL.
caaaBio* or M Da J irilio
Sobre Londres I 37 '/, e 28 d. p. If frouxo.
Parla, 340 por Ir.
Liaboa, 90 por ceolo.
arrau.
Ouro.ticas bespanholas.... a |_
Hoedaa de 6#40" velhas 16/000 a 16
de 6MO0 aovas. lo/OOO a 16/200
dr 4/lK'O...... 9/0O0 a 9/100
Prata.Patacn braalleiroa.. 1/M0 a 1/lM"
Peaoa columoariua.. 1/020 a l/uio
Diloa meiioanua..... 1/740 a 1/740
EXTERIOR.
GUVEKM) DA PHOVfldA.
I 5XPI DIENTE DO III \ 20 HK HNEIIIO
CIliCIO AoGim. oe-i Ionio 1I.1 I" 1 .ni iba
diteii lo quamo a i*, parla do St)u ulliclnd
11 :n rnnc I que as 168 armas, .o qu*
Ir.ilii, j.i segiitratit para :ii| :|i provincia
lio y. por S. Sebasli0, S gutlilo p .1! ni Ou
o director to arsenal, dn guerra, o q'ianlo a
2 que, tendo sido commuuic do a esla
presidencia, por avian da re,>arlic3<> da
guona .le 23 tle dez*mbro uliimu, a remes-
si pelo palaclio Y iey ie, nao do pmvora
tara .1 fiicsiiiii pruvincia, con.o da vano
Obj-Ctos para nutras nilo lile tu favia
S-tr SalisMi I O pe ido lio S Ex pol 11 Ti 1 ter
anda fi ;; 1 lo a esti capiii|tj> refer 10 pa-
tacho, mas I 1.:.1 ij'ie elle chegue seta a
mencionada plvora retn ttida cora a ur-
gencia det.-r niada no cita 10 visu.
Dito. = An comroaiioatito das armas para
dar o conveuien e d'Stiuo ao dse tor do
9. balalhilo de iiifanUiia Vencislao Luil
Paulo que I lio sera aurese.ilado, o betn as-
sim ao do I. d'arl'lhaiia a p Orlos de
MoiilalvAii, que vor doenle so acha reco-
Ihido ao quartel do corpo do pulira, os
quaes forain rem' tlidoa pelo delegad en.
exeicicio do lern o do Cali. (jinniiiini-
cou-seao desetiibargador chefe de pulici.
Dilo. A mist.11 o 1 -, tri'ltiti lo (ara lo-
ra" 11 conveniente desiiun, as guias do Ca-
bo Thiimaz Francisco d Silva ednasolda-
ilosi Francisco Pedro e Jo-quim K-iain-l..
Fenrira, a que se refWe o nllicio, que re.
melle por copia do Exm. Presnienl das
Ahgna. Iiileirou-ss o mesaio Blab.
prosidenle.
Dito. Ao mesmo inleiran io-o de ha-
ver nesta data autorisa.io a lliesouraria da
la/ 11 1 a mandar pgar ao 1. tenenie do
4* b'lalliBo d'a lilhana a | Se-evianu
M-1 luis 1 -. FoOtrOl a quanlia de 50,400'9.
sendo 21:800 is., que se deo ao mesmo
lenle pela con ucfSo de 5 recrulas que
troiixo de Caranhuus e Bucen os para est.
Cl.ilal, e 28800 rs. imiorlancia dt) aiu-
t:u 'i de mu Cavallo qu o Iranspo tou a
qu-li n........-i (lili niu-.se ueste sen-
tido a leleiM liirsuuraria.
Dilo.Ao nii.ni 1 dizendo que se expe-
dio ordem nos a thesuurana do fazen-
dl pa-a mandar abunar a 1 ie-l.ie."ni moiisal
de 108 ra. iue o ten^ntuda 3. elaSS" do e-
eic tu llernar.i Jo.e i* GriQs e.ni-i.na de
Si-u sido para s.-r entifgu a snu etoc .ra-
dor 1 i-.- hu-1-0 de Paula Jleira Lima, como
lam. 111 a agencia don Vaporea para dar
patsa^rm a lanilla uu tnesn o olTicial 1 ara
a pruvincia do Para Nsate sentido expe-
diram-ae as convnienies 01 lDi.
Dilo. A theaouiai-M de f ten la com-i
mullicando queujuiz municipal do teram .
do Pao d'Alho. Jos Mari. Mnscoso da Veiga
l'essoa enlrou no extrcicio de seo cargo no
da 15 do curenlo Seste sentido literam-
seas neceas!las cominuuiratOe.
Dito. Ao bacnarrl Gu'liiermino Ce
nenie Marqu'-s B.calliao oizen.io licar in-
tenadu Uu liase, s. Me. mt'aoo no da 7
do coireule uo exer.io de juiz munici.at
do l uno de Mazarelli por trr o especlivo
juiz "lee, ulo a gozar a licenya, que lue
lu e .lit'-il Ida.
Kilo. Ao doutor Antonio Jus Cocino
aecusandu rccelndo o ollic.o. coi que S. $
coomiuuica acbat-ae exeicen 10 as limiv'i s
de diterlor d'academia de Olinda pur ler
unlralo em uso de remedios o respectivo
director.
PORTUGAL
plcimi
Para a seisao ful dn abertura dat corlet gtraes
extraordinarias da naedo portuguesa reu-
nidas ambas at cambras
Ar. I Ko dia 15 do corrente mez, pe-
las 10 horas na manliAa, se c lehraii na S
Melnii olilans de l.isbna a mi-sa solem -o do
' i ii 1 mi 1, qua| deverao sss'Stir os pn-
res o deputa los, quo seeciiu em na curte.
Art. 2. No mesmo dii, pela uma hora da
tarde lera lugar no palacio das curtes, e 11
sala da c mar* dos aenliores d'putadua, a
aeaa.lu real de ab-rtura das cotes, u que
ser 1-,. 111 ni 1111 i :i luiiiviiualinente a c dos pares e depuladtw no especlivo diploma
convocatorio.
Ait 3 os pares o depulados devem reu-
nir-Mi no palacio das enrttis pelo meio dia ;
h me ma que fui em cheitando, entrarSo
na sala destinada para a sesso, e tomarSo n
luiiar que, segundo a caita constitucional,
Ihes compete.
Ait 4. U presidente da cmara dos pares
('Ocupar a sua ca 'noi ou estrado pequeoo
ab'ixn do ultimo degrao do thruno, a ilirei-
t ; seituir->e-lifli> ug m-is pares do reino do
mesmo lado, eus oeuulados a esquerda do
tu roo. Em cada un.u das cmaras uSu ha-
tera precedencias.
Art. 5. .iigo que as cmaras tlvorem oc-
cupado ns seua respectivos luga'es.na con-
loi niiil,ele du artigo antecedente, o presi-
dente 1 1 ni ar urna depuiato comosla de
12 eB'ea e 12 depulados. a qual devora ir ao
en, ,,ni, n de Suaa kUiiestadeg a porta do pa-
lacio, ac npannara o cortejo, tomando
>8 pares direila, e os depulados a esquer-
da de Suas Mageslades.
Art. 6. Na sala da entrada do palacio
ilas cuites, icxmediala ao vestbulo, aeacna-
i.ui os reis d.nnas, os arautus. e os passa-
vantes, com as suas cutas vestid is, e t por-
leiro da cmara de cavallo do uuinoio,coin
as ticen, de prata, assitn cotilo a msica da
casa ieal, que deve locar logo que suas ma-
geslades cuegare.n e o cortejo se pora
i un.....Iiatii .nenie em niatclia pela ordem se-
1:1111 l" : l' Os seis porieiros da carosiade
111 "i-ir 1 ur estar entre Sua M.gestsiee
O mor lomti-rpor ; as damas lo na 80 a pi
redo do lado direilo do Ihrono. Os minis-
iros a.ssonlar-se-liSii em fenle do lli'Oiio.
Art. 9. Antes de Soas Magestades subi-
ru m tis ilegrain. du thitinti, dever o repos-
(eiro-mor descubrir cadeiradeSua Mages-
tade a rainba ; e um oflicial-mor honora-
rio, para isao Horneado, descubrir a cadei-
ra de ol-rei.
A't. 10 Logo qoe Suas Mageslades se
assentarem, tomar&o asaeulo oa pares e
depulados.
( Ait, II. Sua Magestade a rainha lera en-
00 o di-cU'SO do Ihrono, e declarar que
"St a hera a sesso .-itraordinaiia das cor-
tos ge raes da ItacSo poitugueza.
INTERIOR.
BIR JaNEIiU.
JDRISDICCAO CONTENCIOSA DA FAZENDA
PUBLICA.
Lando o relalnriu do Sr. ministro da fa
zonda presentado na sessfio de>te anno
assembja geral legislativ, nelle deparei
comofactiseguinle:
DiiningosM-rtins Alves, negociante rfa
uaiiia, deapachou eoi 9 de outubro de 1849
pelo consolado da queda ..rovincia a sum<.
ca Hortensia, dt que he p.roprieiario, com
destino ao porto de Pernambuco, transpor-
tando m-icadonas Bujeitas
direitna d
Art. 12. Finia esta aulemui lade, e antes|consumo' 'esnonsaliilisou-se pelo pga-
la 8u 1 curtejo srhua da tais, ese cora em mar.
eha, .vi ..n.l.i toda a confusSo ; e quando
s o.... M .:: .t.iil s se lelriem, o coiidsta-
ve'f 11 inorloui" une o alfeies-inor, la'ga-
mo as suas insignias no lugar on le as re-
c bera ", aos mofos da real cmara, qoe as
entregarn lozn aoa respectivos repostei-
'Os, eb cotejo ac.impanhsi a S .as M-
gestadeg pelo mesmo mo lo segui lo na
riiet'peo ai a polis do palacio das Cantes.
Art. 13. As lorlalcza.se cnilurcaco s de
guerra porlugueas deverao salvar, tanto
ch'gada de Suaa Mageslades ao 1 alacio das
co. tes, como no iiioiiieino da sua partida.
Arl. 14. O. paies e de lUtalosconvparece
13o com vestuario proprio de tao solemne
ceremonia.
Art. 15. A' porta da sala de entrada es-
taiilocollticados dous repost'iros, auxili<-
dos por aoliados da guarda real dos archei-
ros, -1 i iia de reconhecerem as pessnas do
cortejo que no 10 11 ter entra la, e de lh-s in-J
dlcaiem o lugar em que devem esperar a
chegada ds'SUss Mageslades Uniros don.
epo-t-iros o-tarau all, para alte'tiadain-n-
te c.induzirem os parea a iie.iutadus aos lu-
gares que liles uslSu des'ina los no salilo da
sessSu real. Dous porteirus da cmara de
cava lo du numero conduzirao alie nada-
mente os nieinbroi do curpo diploinatico a
restiectiva tribuna
Art. 46 No caso de assisterem se-silo
Sua Magestade a imoeratnz do llr zil viuva
Duqueza de B agan^a. e Sua Alteza Real a
ment dess-s dlr-itus se nSo apresenlasse
o c impetente cerliflcalo de descarga no
prazo de qualru mezs. Como esla disimst 1
no regulamentode 30 de maio de I8M, e
na ordem do thesouro de 25 de novembru
de 1841 E porque o ref-ri lo certillcsdu
nflof.i aprsentelo senSo muito depuis de
ex, irar aquello ere/o, eligi n administra-
dor do cu"sulado, como era do seu dever
que o 1 ro* rieta-io da sumaca pagas-
aeosdireltusqueallancraea multa cor.es-
lOntent.
R Rorreu este para a thosonraria a qual
confirrDi'u a deci-ao lo cmisulado por oes-
pacho de 13 d* abril de 1850. Desle desoa-
choaparte inlerpdz amia recurso paia e
t'ihunal do tti-sou'o, que lh> inlefeno a
pro tenerlo e finalmente para o c nis 1 lio de
o.ImiI ,, cojs consulta, desfaaoravel ao re-
crreme, fui resulvida de accordo cum as
deciMi'. anteriores *
a Terminada a questSo no thesouro, fez
a IhesOuraria da Bihia exlrahir a conta da
quanlia devida pelo 1 rourietano da Horten-
eii, e a e ,vi,111 .10 jtiiz dos felus para pro-
ceaer executi va mente, e ssr a lazeinla paga
do que Ihe era devi lo. O jmz, por n, la-
sendo revivera questSoflnda, recebeue jul-
gou provados os embargus postos a execu-
eflo, declarando que as razO-s deluzias
plo embargante piovavam que nenhum di-
reiloliuha a fazenda publica para Cobrar
que snmpre que as leis reconhecem um tli-
reiio, Ihe abrem um recurao re^ul r tara
a mi sustentadlo, e vice-veisi, sem .>re qoe
as 'eis fscultain esse recurso, presuppoem
a existencia de um dirrito.
Jtnidica 1 eme, poiscunsi.lerado, 'istohe,
cum n-iacaOi ao seo carcter legal, o cno-
lencioso ni 11I111 na .lillieul ia ie pole offere-
cer p.ra a sua exacta apreri.qlo. As leisse
encarregam de o indicar quandu cnc-deai
um recurso, ou estab-lrcem um ili>eito.
O.tro tanto, porm, nn aconlec, con-
siderado Com relaefio, nao a le escripta mas
ana paia cipios que a devem .le rm 1 nar A
lilliciild..(les cum que ontlo surgem a Ca-
la casBO, piinc plmente sm inatei ia admi-
nistrativa, pu a b.'iu exireaaar o domi-
nio do contencioso do q,.rs he apenas tija*
criciun rio ou gracioso. As-i. 11 he que sa-
bo-se, por exeui lo, que interessjs ne or-
dem mliiiiin.iral iva po.lein haver que devao
ser vedados induslna individual -2/ que
outros liase So que pelo cuutrariu devatn
r elevadus a categora de direil s, e como
1 'es garanlidoa do inesmo mo lu que alguna
d-.sles pur seu turno, a despeito de recu-
nhecidos pt-lis leis civls e ja venflcidus,
lev,ui .on c 11 i.s e d- terminad.s tinuoi.-
laucias descor a classe de simples interesses
(3J Sem duvida f.cilmente se comprehe-tiln
e tsnlu estes sacrificios cmni aquellas
CO'.C ssflas poiem ser diiieruito.idti. pelu
i'eiii com tum da nacSu, como u na con,11
cAu in lisp-nsavel para a sua realisajau.
M s quaeaseiau os inteiesses nu devsm
e quaes us que nfl 1 devatn ser equiparadus
aos diretlos, pa
que a seu re.pi" lenha
d.iiiiii-lraein urna laeol.lale dis:iC0-
n-ria, ou |i 1 1 qus sejsm absolulameulo vro 4. til 58, 2) (litio s
nter tictos aos paliculares Quaes sfio os dividuo junto do ranina ca
llNtla .. -..I.1....A ... -.. -.._..... t......_ ....^ :_ ** .
prendem ao contanriosoassim olhado por
ssn lado. Mas decdidamonle alo ellas
i ('pertinentesao nosso proposito. Toman-
'n a iin.socirto tratar da junsdicolo con-
tencio-a da faznda publica, o nusso nico
fim se limita averiguar que especie ou 9-
peci es de jorisdirc,des dovem ser ou de fac-
i sflo estabclecid s peja leg'slacflo positiva
para jolgar e executar o contencioso da
me.m< I.,/-11 I as-iiii h obvio que as
que.lo,. a levantar nada tem de entender
c 1 .. 11 eimt iieio-0 f oi.i.lea lo em ai ines-
mo ; ete seis para nos tal qual as nossas
le. 11 1| or Mi e.lali. lecido. o |,ols inshas-
la cunhecer o aeu valor jurdico segundo a
liussa legislacS.
Parece-nos enln tanto que nSo ser des-
tocado e sem n.ie" ss- Observar aqu que o
que p lo dar orijtem ao c mt-nciiso em
mateiia civil pode nSo dar Ihe em mate-
ria admini.tr ti*, isso he, que aquillo
pue a lei civil qualillca um dirrito, e Ihe
concede pur laso um pcj'SO regular tara
111 del. si, 1 ie nSo ter Loaos garantas
pela lei administrativa (j). SiiVa de exem-
lO a de. 11 l"|inac.io d l I .pi le la le de um
pa neniar pelo Estado, quando esle declara
a d. sa innriaijilo de i.tlli lat public, por
ler necessidade de tal propiiedade. Oque
p le o,>por o pru..i i-tarto? A discussao s
lite he enneilida quanto precu da iu-
I'tu nsne:lo. ( Const. ari. 179, 22. Le de
9 le sele i'b'ti de 1826. R Sol. di 12 de ju-
dio de 1815.) Se um individuo, que nao o
Esla ln, leiitass* on Uo tanto, por manir q ,o
foS.e a sua necessida le crin poda e de-
via ser r -p II, lo at d viva fuifa, baslaodo
para IssO a pos-e. (Urdenacao do ienio, li-
mpio : Um in-
t --111 urna l'a-
limitesou retric<'sque cumpre fazer aus biica de'faier alnaiade, queatceito ponto
nossos .lireitos, o ueste caso otile a med la se pode dtzer que ameaca a mi-ha vida.
do sacrificio do bem individual pelo bem Puderia ru legalmente estorva-lo eco sua
culleclivu ? Por outros termos, o que de- industria ? A quilquer prolongan ..linha
vera ser puupado ou conce im ao individuo nesie s nudo resen en .lio e com razio :
cimo direilns, pa a cuja d fesa importaos- a NHu h< offensa positiva de minha paile
l.ihelcc r um r eiiisn, e lenha puis lugar o sua personalida ie ; se sente-ae incommo-
coiileuciosu ? (4) I dado, mu le-se. a O estado entr. tanto o
Para sol-er taes dirfi'uldades, seria me- p le fazer. Recunhcndoque uma seme-
ciso nada u enosqu- oiisido ar o c.nten- ihaute f a quantia nelida enav.nio a u ellaio ex- cmso em si mesmo, cunsolta-lo em seus s a saude -tos que nella trabalham, como
oiitcio para a relacSo, fui pur este liiuunal elmeniuscun.stnulivos, para lah concluir, at dos pro..ros vizinhos, ter o direito do
conhrmada a seolenc de primeira inl-n- t,U, que au pul.r diseriOioM'io da ad-Mizer : Vossa fabrica he eminentemente
c"' minstracSo por s ia nalUaCXa s esto su- inssluhrn, fecba-a. (CODiUllliCiO art. 179,
como o evidencia a simples ex josicffo do' jeitos o simples mtsreaWS do ci tadlo e j- 24 )(6).
fado, qnetextualmeteacabode t'anscro-lmajs os ssus oir it *; que se 0 cuntianu, ,\ i8Zau dessa differenc.a fcilmente se
veroocitilu tela uno, nina decisSo dada afumas vezes ae acha determnalo pela' adninlia. O indvi mus em suas rolara vs
competentemente pelo juizo administrativo legisUcau, be uma declaasiiiC'Cilo legal, seguramente pooem, e devem lano (or
ra<-llu do n unco. 3 Os reis d'armas
3." Os passavanles. 4.* Os arautos. 5." Os 'Sernissima Senhora Infanta D Iwbal Ma-
iinie,i.,!, re, I ca nafa. 6.* (Is guardas roo- na, tera O mor lonio-'.niir minie ido dous
pa, e o porieiro di real cmara. 7.0sba- mugos da real cmara para esperaiem por
roes e viscundes, os ministros de esla lo ho- estas augustas personagens, e conduzi-las
nurarios, os olliciaes-oiores da ca.a e aju- tribuna da familia Real.
il.int .-- de raneo del-iei, e os gran les do Art. 17. Igualmente ornear o mor lu-
icin, indo us ulli i ii 5-iiim a u.iiuei',1 i, e 010 in, um nu ero Milli.-.enle de reposlet-
(is litulaies a niiH'la 8 O Vedor o tneslre rus, que serau collucadus em tudas as por-
Itala, o porleiro-mur e o meninho-mo', o las da munida uo edificio, as.islidos por
rapililo da guarda nal, > estribeiru-mor, e soldados o a guarda re. 1, pata acceilaretu e j '""'le lacio, alia nilo isola lu cumoderlaro tez i't tex mas que n3u pod. r prole ule com os mliviauos poJeiia, nevena licar
i o n.or lomn-mor, nos seus com,>elenle lu- eaamiuarera os bilnetes que se aprsenla- | mesmo Sr. imirsiru, revelava da paite, do, aos loros de uma doulrina, iur mo pasar o n urna posictu de io'>i>lela tgualdade'
ares. 9." O minstenu. 10." O cons Iho 'o', eucamitiliaulo s sennuras para as res- ^ >'";Sottribunae. civis. ou umi grando con- de una ece.;ao maisou menos ailendiacl ,.r\a ptajeUo de.cooliecer de ludu a sua
le estadu. Seguir se-ha a denutacJo dal peotivas tribunas e galenaa ; na inteldgan-j i''j" de Moas sobre os principios decmi- mais ou menos jctillcavel. mistlo, e us n-cesaida es coja aaliafafao
la cantaras, e depoiaSuasMagoala.ies, le- ca de que pessu algoraa s. ra ad nilliua em P l*ncia d.s autorilales j i iiciari e admi-, Atn la tnais. Seria p'ectso averiguar de ella importa : seria sobretudo pieciso Ufo
- dislrativa, ou entilo a conoces"') de que a que origein odem derivar os dlreltOS du contar cun o egosmo indivijual.
aiiloridade administrativa carece absoluta- individuoc im ieiac3o a adiiiinisiraiilo, se n.
mente de junsiiQao para julgar conlencio- mmadialameiita das leis, se du coutatclusl partndo da hy 'Oiheae de que o couten-
samenleqjaesquerqiieslOes, anda quede cum ella celebia ios, se ti oalmeiile e lam- cioso i de ser do oua< especies diversas,
lure/a adm uslr-tiva, resol/i-me a ar- bem de actos da misma adninistr.cao pra- jdiciariu e administrativo, n i evidente que
ticados no exeiciciu de seu poder di-cncio-, prrsupumos a exi-t'-ncia de dos
em uma queslao toda administrativa fin re- segundo a expressu de Chauv.au Adoli.hu estricta juslic-, como por ii.uuia vanlagem
fugada pelos trihonacs ci vis por occasiflo em a sua obra a t mn, eienei.i o junsdiQo ser loamos peto priiicieiu de tgualdada ci-
delnes ser a mes na decia i rem-ttida para admtnisiralivas, que cunvenienie ou nilo vil, guarda em toda a plenitude a sua pr-
cx-cnti-la. Parecen lo-me que um s-ine- S"a preciso respailar pelu principio Dura snnalidade. M s o Eslado etn .na. relaiOes
I ianle fado, alia, nao isola lo cuino declaro lex i-t lex mas que nSo pod. r prole ide com us indivtiuos poJeiia,
Commando das armas.
Cuartel general na cidade do Reafe, 2* de Ja-
neiro de 1852
(ikliKsi DO DU H. 65.
Manda o Sr. marrchal de campo graduado An-
tonio Correa Seaia coininandanle daa armaa
vando a duqueza Cainareira-inor a cauda do Inlhele, sob pena de procedimento contra o
maulo real, e indo accom aullada do gen- einorega lo que o Contrario consentir. Os
til-li nneo de servifo, das damas de sua biiheiesd-vem ser resliluiJus a secretaria
mageslade, e du aju jante de Campo de ser- ne eatadu dos negocios do remo por ordem
vico. Ido iiiordomo-m'.
Art. 7. Antes de chegar entrada da si- A t. 18. U mo dumo-mr designar dous
la da se.>s3o real, o c ,n icslavel, o mordu- dos seus porteirus da cunara de c.i'ailo do
mo-nior, o alferus-mor, e o meirinlio-inor
i unid i > as suas insignias das mSos dos res-
pectivos mucos da real cmara que as lio-
de ler tecobido dos competentes respostni
ros, e, i,"iliiii,ando nos SeuS lugares, ifom-
panharam suas majestades.
A i. s. s porleiros da cmara de civallo
do numero, os res d'a-mas, arautos, e p siviinies, lie.ir.io a eiiinid i da sala real : o
pnrletiu da cmara licara a porta para mo
deixar entrar as pessnas mu. do quo aquel-
las a quem cumpeltr a entrada, sendo para
isso asststido dos poiletros da cana Os
mocos da leal cmara, guardas-roupas, ti-
tulares, olliciaes e cralos da casa, e on-
selheiros de eslado, tomarlo lugar dos
dous lados do ultimo degrao do Ihrono ; o
l'azer publica a guarnido que S. M. o Impera- condestav, I hcara em p cum O estoque
dur bnuvc por bem u.r di crelo de 3l de de- ,|evaiil.du. e a dimita 00 eattado a au le
/e.1,b.oda,.u..fi..do no.i.ear aegundociiur- uu,nrn eo a|fe,es mor com a baiidei-
l.i,, all i, S il" i oi.ii Or uilr On CBerCilU, ao ...,., """ "" "_" "
Sr. Dr ic Zaca.iaa de Ca.valho. que -clual- des ,n''"d" n" n"'s,DO ostra do, doUuo -- -r--------
nenese acliaeui icrvlcoua qualidade de cou- 8queido ; o veJor, oo eslribeiro-inoi, o fusao, s.nu Como a i .tro iuceSo de pesso.s
- que ..o eslejam munidas du cumpeleule
nuil,,' o, cun suas macas, para acjnipanlia-
ru.n a ilc. utac.lo das cortes, tanto na"baln-
ia dn salan paia ti rnceiior Suas Magesla-
des, em cuja uccasioSe umr.lo aos outros
i| u.ilro que .ol a cu no cortejo, como na vul-
la du salilo depois da partida de Sjbs M i-
gesiades.
Art. 19. Nu momento da chegada de Suas
Magestades, e no acto da Sua a-1 da, fazer-
.,' Ii.i.i iiii.nc. lialuiiioiilo 0*3 precisos Sig-
naos, por giran lo-lss, -lim de lerem lugar
as salvas determina ios no anuo 13.
Art. 20 A guarda real dos areneiros for-
mara alas desde o vealibulu at porta do
sal&u das coi les.
Art. 21 O ealribeiro mor determinar o
estado em que SUaS Magostadas liaudo irs
coi tes.
Art. 22. O capitSo da guarda real far
po.tr a guarda, e Ihe ordenara de asaiatir
ao respusleiros, para se evita tola a culi
ti..ia.i,i no prltnelio bilho de Inf Hilaria, co- Cap 9o da guarda real, e o meiriiibo-inr
uonatuu do aviso do inluiairiiu da guerra de nu degrao immedialu; &s d .us priineiros
13, que por cupiafuiao meamo Sr. inarechal de u direita ; e u turceiro e quarlo a esque'da :
campo reiuriiido pelo Kmn Sr. preaideuie des-1 o poruiro-n. e o meslre sala nu oulro
upioviuiia em dala de 11, iu.1.,,du crreme degrao, e do mesmo modoo priuieiru
me., devendo o meamo Sr. segundo ciru'glau uj u s,gunJ 8 esqueida.
estar pron.piu a seguir para a cite no prunei- i ... """ "nt"" "
.ova,!,,, que vicrdonur'ie, eme.eouclj ., or, 'nlomo-mr lom.ia lugar a dirett.
'do Ihrono, o o gentil-liomeni e ajudante
-' o,un,.o de servteo aesqueida,e prxi-
mo as cadenas de -U S M>i ii _s-pi^peaasa
dcoi do Roverao, rmpres.aa em dito aviso.
Candido l.cal /, n o i.
^Ajudanle de ordena euearr. iado dndelalhe.
btloete
Art. 23.Ao mestre-sala pertence indicar a
cada pessoa o lugar quo loe compote no
a cortejo : sua a'>lliorid nhectda e acuda naquelle acto por todas as
pessuasqud Catnpueui o cortejo.
Secretaria ,io esla lus dos negocios do
remo, em lode dezembru de 1851. A'"-
drioo da t'omeca Uayitlidee,
FOLUETLH.
iiiii -i mi de uiali,... e ct*uiciiu-e cum isau..., i"er loucurat; porm Mr. Fernando Duplessis
.M.ilm.,1 Chevrirr: Ah l uieu charo :.u. nii.i ... parece Incrivel ... Ter quarenta e nodiiu que elle nliiiti nao fe* mau usodeaeu
MU ii,i i libras le renda, e uma prupriedade de '>'n >.. j'- para u* oulro*, borneo de negocio!
Ierras, c couteniar-se com oj iioskos cen mil oe um preCedeule ignitioalivu e felU.
escuilo!.... Uso be pura f-iier euduudecer de Madama i_l.evrer : Agora, meu cbaro Sr.
.it. .' i i.. Mas diga-me e que tal be a pessoa Bareuiin. qual o carcter de*sa petaua?
em <|ues(ao? I Mr.Cuevrier: Ab! sun, he bomconbecer
Mr. Chevrfer: ih 1 iin, charo amigo, a o seu carcter.
proposito,, a pesaba? I O uotariu : Fernando Duplesil o que se
O uolariu: O r. Feroand Duplesiis (este chama um raptz excelleute, (rauco, geueroso
he o seu nomej (em vmie ulco anuos. Cu era > prodigalidad*, amaue do bem vlver, <
aiuigu de sua av. que. o creou. Elle foi a prtn- pri-slavel quaulo pode ; uau fallo como uolario
cipi
suaavodeitou o esladu militar pira vver de llUrtl ludas as lufuruincdeB desejavws sobre a
suas tendas. Assim vlo-se em sua maloridade moral.ade de Mr. Uupleiisis ; bem euteodtdo
srnhorde -ij < pess meus amigos, tae* facilidades para divertlr-se, us uamuricus, porque aqui entre nos um li"-
n.i'i venlio, iii/.<:r-iii, -. que Mr. Duplessls se mem u.. ebega aus viule olio anuus tem ter
I portou sempre como um < .11.10. tldo por aqu e por all algumas amauet...
Madama Cbevrier : Nao o crerlamos, Mr. Madama uhetrier:beria preciso ter per-
arentiu. did a rasau para querer o luipustivel.
Mr. fhevrier; Isso nos serla impoisivel de Mr. Gbrvner : ~ S. ria catar oa eaageracao.
crr, cbaro amlgu. I adsma Letrler; 6aiba, cbaro lr. Ha-
0 notarlo: Mr. Fernando Duplesiis tem retia, que se o retrato du seu Mr. Duplessls
pois, como se da, vivido largamente a vida de mi he lisuogeadu, Vmc. Um u direito de uo-
iiapaa; purin entregaodu-se sempre multo a ro propor como um phenixl Diga-nos,como he
seus prairres, nao romeo, nem desperdicou co- elle de corpo, de hi 4 uta / lsto lie muno secuu-
, mo lautos outros estuuvados, seusbeos; pelo darlo mas emfiui, podemos lufuriuarino-uos de
tudo.
sempre departe lodus os anuos uus dea mil Mr. Cbevrier: -"Com o nico fim de ser in-
Iraucos; eu beque teuho sempre administrado formado a este respeltu.
Sfus broa que lenbu sido seu baoquelro, logo O nutaiiu : Mr. l-eniando Duplesais be o
Vinca, podfiu cr-me. Huc e chama um mui Iludo rapas, alto, esbel-
I Madama Ctirviier : -Ate aqu ludo se an- to, de uin porte dlsllucio.... eu.t.m minha cha-
Uiunia propur Ihes um phenix para a sua chara nuucla de melhur a melbor. Um rapaz, senhor ra madama cbevrier (rlod) rile leiu feitu al-
AI|,M'-''. i de si aos vinte e um anuos e que cuuaerva ain- gumas itifrllies.... rb! ehl eb !. umitas nil--
Madama hovrifr : fin casamento.,.. I da sua fortuna, deve ser um rapaz de boiu seu- lliea..., magauo! I>to be diier-lhe ludo.... eb!
O notarlo: Quarenta e sete mil libras de so, I.nt.n, .lie nao trin oceupafio. ;eb>eli!
icnoas, em boa especie, uma prupriedade em O nularin: INao. Madama Cbevrier, rindo tainbem; Ah
i- iy avahada fra do inventarlo rlasucceio, I Madama Che^rler: -- He verdade que com ah ah! vejan* la, esse bello br. leu* frito In-
ha cinco annos, etu inais de ti eventos mil Irn- sua foriuua uo hnecessarlu ter oceupaco. felizes/ Tauo melhur/ os peraltas sao multas
COs- | Mi. '.lu viifi : l'de-se em rigor al pas- veres os melhores maridos.
Madama Chevrler: Ah! meu Dos que sarscmella. I Mr. fbevner, rindo lambesa:--Eb! ebl eb!
dcscoberta.' Porm Isso he soberbo. I Madama Cbevrier : Por oulra parte toda- ellas sao eicelleutes maridos.
Mr. Lhevrler: He magnifico. va uma piulisso tem islo de boin.... que ella I Madama Cbevrier: -- Esla proposta agrada-
Madama Lhevrier: E o noivo sabe que da- oceupa nos tatito sobre mil resprilos, meu char Mr.
,no'-... Mr Cbevrier: O que Ihe d necessarla- Hareuiu*, que_ s tenho um teceio e vem a ser
0 notario: Cem mil escudos de dol, nem meute alguma cousa que faser. que Albina iuu agrade a Mr. Duplessls,
I O nutaitu: .Sem duvida, meus amigos, ai Mr. Cbevrier : ad haveria lato? Se por ex-
1 )Vtd< o Diario h. 1K. 'oclosldade lie perigosa quando leva a gente a etnplo Albina nao Ihe agradasse!
ou
MEmO RAS DE UM IHARID0.O
PO EUGENIO BE.)
XXIII.
I ni r.inli o dia Mr. < Iuu ni c -.uj si o i.or.i re.
, 11,, i .un :i ihii,i de Mr. Il.reniin, meo notario,
Segundo a sua narracao que aei foi mui ve-ldi-
ca, ria-aqul qual lol a convrraa(ao irve logar
un (iii.ii i., ite dormir de sli.Chi-v.ii-r. riiglndo
o notario que ae frchaateiu aa poilaa e que nln-
..nem mal- que .lie, cs'livease |ireaenlr.
Madama tihrvrler : Diga-iue en.iioi, Mr.
jrniiin, po. que nos Taclia aislan? Para que
lodas ralaa pn-cat i oes ?
Mr. Chevrler : Slin, cbaro amigo, para
que toda, estas prrcaucea,
O notarlo: Porque Hala-a'de um negocio, contrario, vivrndo mu bouradaiurnte, puuha
Madama Cbevrier, de um grave negocio.
Madama Chevrler : Qual he emao ?
Mr Chevrier: Slm, qual he?
O iinijiii,; Crelo, meus amigos ter tido
deaia vea a inao iruto I.h/: viole, aem aeri-
naC.r algunas observareis sobre esta as- ucanus uo exeicicio u seu p...ier uiscncto-, presupomos a eil-t-ncta de du s or.iens
unpto. nHu como rtesvanenimoiili ( rnge- nario, como por exeniplo qu-n lueaculheal-'.ie ideas ou ttue.sloes de nalureza ismbem
nuamenlo o cuulesso] de dar-lhe uma solu- guem para um lugar vllalioio, all-nlo o
C'hi ro o. I 11, mas i-un a uniea aspiriefio rjncipio jurdicoRe suo U'.minri munel
de provocar uma discussSi, qu de argum E entrelanlo tssi nao s ra ludo; apenas se-
modo coucorra a impelir a reprodcelo de ii. tneUde do raminlma fazer.
fartos i lenlicos, cuja gravilade e alcance .(.oinu estas, nutras questo s aingu ni ha que possa desconhecer.
Dabaixo desle pensaoiento redigi os ar-
tigas juntos Se nellns enxergar Vm. algu-
ma utilidatK, rogu-lheque os publique no
seu bem aceito Jurnal Mas devo pieveni-lo
biJo valore diflicil solui;."io coitainenlu se
[2) Pela DOIII legisla(3o .'tus s5o as es
pecias de industria v. dudasas que se
- oppuem aos coslumes pblicos, a sexuranga
para completa inlelligancia do nosso pen- 0s.u ie dos ciadaos-, o as que o Estado
sanelo, de que considerando a que.ta.i SH resorva por mono olio, cnio por exom-
tneortca e prcticamente, na an.lysi da le- |o m m ou,r |e,po vei,,)a ,,a p|.
islagao limitei-me a parle oncernente ao ;ora 0 d p iinu< ;, a ,,0 uao Brd.
ministro ds f.ien.la, islo be precisamente a zl| elc (Cons, ,79i 2V. c.rts regia
especie que o fado contempla. ; d(, 8 j jelro 'te 1801, D ciot de 26 de
ou fevereiro de 1810. Portara doiHUe jullio
Ignacio ioaqnim Barbosa. B 1817)
S. C, em a9 de d -ie ,bro de 1831. | w 0, terrenosdiamantinos, porexemnlo.
ARTIGO I.' Un indvi iuu he propnrl.rio oe um leireuo
I. mas ses* .lescobro ser rile diamantino im
Eb materia civil, como em materia ad- meii tunete dria de Ihe i.prlencer, e
niuiislraliva, contencioso se diz ti lo o de- passa a ser pruprirdade-la narjlo (Lei '<
bate entre partes conloem oulro casa, a de 21 dsele nbm de 1731 e resulucSo n. 371
fesa dedireitos he oubj'Clo e fl n do con- de 24 deselembro de 1815, irt.9 ) E o qu
tencioso, e conseguinlemeule este s pule he mats. para o ar-en i'm-nlo dos terrenos
lar lugar quanJo se da, ou se presuma dar diamantinos o concessionario he preferiro
a ofleiisa de um direito (i). Dsbi resulta so prupnelaiio du solo onde existe a lava.
^^aaa liam- Mima a arrendar-se. ( R-gulamento n.
11 M Chaveau. Principios de Compo- l'i'> d- 17 le .un-iu -i.- isi;, n r; /
i-lien e dn lons ii.-".ti ad ..intstta'ivas. D (i, Vi leCnaveau cil., nu cap.Doscarac-
linguagemadministraliva. l"res ti ibui rt lupiul -rC'i'it'i'iei .so.
O notario: -- Albina he mullo Iluda respon- p.-.sua, de que Viucs, se puderau iiiluiiuai su-
do de antemao que eHa agradarao meu rapaz, bre o meu cliente.....
Alm de que quando a gente fe caa aus viule ................ .....
oilo anuos iu de gozar a pal, adocuradavi- Tal foi a conver.acao que meu notario eve
da de familia une-se maia aocoraco e ao carac- com o pal e a mi de madamczella lbiua Clie-
ler ipn figura. Tiaiiqiidliseiii-ae puii a eale vricr,
rcipeito, Ku s qunera certeza deque mada-1 XXIV.
uiezel.a Albina aceitar a Mr. Uupleasii
Madama Chevrier: Po-le Vine duvidar dia-' Seleinbro de i.s-.il.
lo? porveiuura minha lilha lem voniadei? Por Fui bontem ao laran de Mr i'arentio, meu
ventura deiiarA de fazer ludu o quequizermos? notario Vi uiadaiiieaella All m Chevrier, sua
Por v.-o una o o mil Ihe duermo. : > Mioha II- pbjrslonomii he di.ee e mullo agradavel r ella
Iba, lemoi um soberbo caaameoio para li, elle lem freacura. bell>a nlhos, bellos deules, esla-
ooa convena lodua oa.reapcltoi, lugo deve cou- tura elegante, bella pelle, belloa cabelloi, pea
vlr-la lambeiu.a Ella n-> responder : emoo e oaos lindaa ar modeslo e bem dniiucto ; po-
iiialzinha elle ru coovm....- Para que o con- r.-io he loma c eu nio goalo daa Inuras,
divo Si que o podem motivar. Mas s--,i
isso urna verdade com re ;,1o as discussOes
em que pode ser parte a i.i/.-ii,I;i pumici?
Serao de facto duas as ordena de qu tis
ou pleitos em que pode ella iulervir? Por
certo he esta a primeira queslao que natu-
i .loienie na a exaiiiiuar-sn para a nossa so-
iueao da nossa these a jtirisdirjao conl en-
dosa da fazenda publica.
Dous s3o, sguuilii as leis do nosso paiz
OS caracteres dnbaixo os quaes pode O es-
tado'ser considerado Cuino pessoa moral,
particular ou como oac,1u, imperio, um >a-
lo nacional. Como pessoa moral, o esta lo
i'Je adquirir, e possuir ; de faci, elle pus-
sue estabelecimentos ruraes proprtedades
urbanas, e outros beas de miz, sbreos
(3) M Hicirel, Curso de direito a Iminis-
trativo, til. t O carcter particular li-li.c-
t Co das lea a lininistrativas he que ellas
coiistiluem geralmeiite modiflcafOes ss le-
gras bagadas oela lei natural, ou pela lei
civil, r.-.sii u\6 as facul lades que estas
nos conceden ou reconhecem.
(6, 1'eli leaisl.(,1o frauceza o simples ci-
Is i3u tem os- direito. Enlende-se ah ( e a
meu ver com razo) que o intoiesse do Hi-
ladlo ne-te Caso t>e bstanle importa tile pa-
rs queseja equipara lo a um direito, e tenha
..i l luto o.o recurso jori lico paia sua de-
f sa
l
leniiuientu de Albina? Neui meaiiio uo deve-
moa oceupar com liao.... Agrade ella a Mr Do-
plesils que tudo eslai feitu, dou-lbe a uiiuha
palavra...,
O uocarlo: Maravilhoaamente rli aqui co-
mo gosio de tratar oa negocio..... Diga-ine se
ai luformacei queliver a reapeito de Mr. Ilu-
plenis fnreui aalisfaclorial, baver alguin In-
coDveuienle em ir paliar a larde do domingo
em mioha caa9 com a sua chara filha e Mr,
Cbevrier, atiin de proporcionar aoa iiiocoa a oe-
caaio de ae vcrcin.
Madama Chevrier: -- Perfeitomenle ueste
interno tomaremos nonas luforiuacdei a re-
pello de Mr. Dupleiiis regulaudo-uua pelaa auaa
odicaedea, he pura formalldade. Porque I.-
Mioa toda a coofiaoca ein Vmc, eu cbaro Mr.
Harenlin.*
Ur. Chevrier: Urna confianca llllmltada.
ooiario: Nao obuanie esta confianca,
elijo que lomein iiiformacAea.
Mailama Chevrier; Pula bem at domingo.
O notarlo : Pica entendido, prevenire
inanhia a Mr. Fernanda Uuplesili dai boai ira-
leuces de-Vmc. a aeu reipeilo.
Madama Cbevrier: E principalmente aque-
ea-o liem, como diieni, porque neui todua oa
llaa le encontra um partido igual. Quarenta
e lele mil librai de renda e urna propriedade
de terral, he magulfica!
waamOSBHBHBBDBaBBaB
poiuvci* com u andar do lempo aa ligc6es
amuroaai.
M ..I no. /., II.i Chevrier rene poli physlca-
iii, ni,' ludo o que he preclao para nao me ins-
pirar nem de.ejul, nem repugnancia, e para
nem hinii loar, uein lii-'ngear u meu amor pro-
.1,', de ni,,,,ii. Ou eu me engao muito nu
este Rttaao termine me oS'erecera garantas qua-
si ceilaa de repouio ede felicidade.
O Sr Chevrier pal de madamerella Albina
me parece um bom hoinem, ou por oulra uiu
pateta creado e posto oo momio para repetir
cuino um reapeiioso e tmido echo tudo o que
diz madama Chevier; eiia deve ter aido oque
te chama uma bella mu lier ; demala aru eiplri-
to he vulgar, e ella he essenclalmeote burgue-
za ; eatuu luoge de me queiiar diin pelo que
me toca. Albina creada portal mal oo ter
i ni ai I .i il.n a o ezemplo deasai grandes inanei-
rai, denrs modo, prrtrncioios que fazeui tan-
tai iinv.ii Inanpportaveli. Aa puucaa palavras
que uvi minha noiva dlzer, me faiem peuaar
que ella tem um espritu alales e ulvez limi-
tado. Praza a Deoa que aaalin leja! meui votoi
eitsriam ctuipletoa. laio qoe ie chama urna
o.iilher re eapiriio me porla em cunnoua dea-
r'io.ii m i oaoa pelo contrario, e com direito
me tniplra nuil ieguranr;a rio que urna lulelli-
gencia negativa, aijaiada de eiceltentea prin-
cipios de vlriudea-lidas. e de urna fervorla
tes s amei urna luura madama Haymundo, e
nao peruiiilu s outrai mulhere. lerem luurai.
E.lrauha penl.lencia da lembranca de ma-
dama Rayruuudo.
Vi-a uma vez.... durante urna hora.... eu li-
nha detasieiiaunoa. E depois..,. lalvezaeno
lenha panado um dia em inioha vida lem que
o peiiaameuto delta adoravel mulber me teuha
vindo memoria.
Srr |i i -ter sido ella a prlmeira que fez ba-
ler o.-o corceo aduleicenie?
Ser una imr.lsiencia de remorao pelo mal
que minha leviandade Ihe cauuu ?..,. i>o le;
ji.'i .ni ella he certamenie a molher em qu.
ai. teuho peuiadoui oui.lia vida! ...,
Volteo,os a oailiuiesella Albina Chevrler. Jpiedade, porque In.iiw Brinemenle ein que
Ella he loura, e cho tao deinropuiliado que ] minha mulber aeja devota, tur luimiiaa (aurl-
aleuem ouie ser luura depoii de madaineiella Illa Cbevrier me parece mullo insignificante
RavuiuiiJu que nunca qulz ler amantea seoao ,'lsio da-me pouco cuidado porque ae me casar
murena, e ca.tanhai. ^ | p.rtlrel para ierrynodla.egulute.odaa.nl-
Rasu de mala pira tomar urna molher loura; nbas bo Islo augrueulai a reserva, dire qoasi a fii.aa, I
que lem fallar mesinu de imperiu.aa rasei de I Depoli de maduras reexSe, c admittiodo
-..unir, tuilouinaildoaabioeeiperiuienlado de- que minha prlmeira impreasao nio me lenha
ve (er ua vida conjugal. '.nga ado, a aaber admiliindo que iiiadameael-
I rain ulna uiullier como ae fura uma aman- la Albina he uuia limplei e boa moca, aeu pai
le, be riciiar, he desenvolver nella uma ur- um patela, aua nial uui. mulber, decidi-iuc
dem inteira de lensacei e de Idelaa que le tor- a e.ie caiamentp.
nam perigosas precedente!, logo que, irgundo Meu medico tem rasan, algum anooa mala da
o cuiau latal das colisas o lempo tem gelado o vida de rapaz eu estara perdido; inioha saude
arilio doi primelro uiezei do calamento. necesiita de tralameuio*, de grandes cuidados;
huiln he absurdo procurar um piofuodo re* a vida do campo me aera aalubre e aera ioteira-
Ur. Cbevrier: Urna propriedade de Ierra e J pou.o no cliau.nio, se se be balame I.meo mente du meu goslo, legondojulgo pelo enfa-
quarenu e sete mil lihraa de renda he mberbu!'para nelle lan(ar eisra fermeulu. apais .nados do, pela aacieuade que me iniplra cada ves
O notarlo: Logo Ibes enviare! a lina das que toruam lo agitadas, tao febril, t.io iosup. mal a vida de I'aris que me eigota e me eite-



a
quaes, semalhintemente a qualquer parti-
cular, Ihe he licito estipultr toilos o con-
tractos permltliJo pelas leis, como da r-
rendamento, praioiforeiros, escaoibo, ven-
da, etc. Como nic.9o, o rilado lem un
iwceiU, constante doi tributos com quu flu-
t.ni a populadlo, sob as diversas denoml-
nacOeide iiiruitu de imporlacto, expurta-
clo, rendas internas, etc.; e igualmente faz
di--. 17.1S chii o pagamento de material e
pessoal do exroilo armada, vencinentos
de jui-s, exactores, e lodos os denmis func-
ciouaribs empegados nos diversos leos
de servido publioo, p.nses, lenca, apo-en-
tadoriss, trabalhos i 11--<-, juros de apo-
lices, etc. (Cunstuicao, art. 15, 15. Car-
ta regla de 8dejulho de 1800. Dita de 28
de Janeiro de 1808 Lei de 4 do outubio de
1831. Dita de 17 deselembro de 1851, n.
688.) (7)
Ora, quer n'um, quer n'outro caso, lie
fia de duvida qoe o estado so p le adiar
engajado em pleitos om os particulares
o primem caso pode ter elle de defender i
sua propriedade particular, .de quaesquer
uiiirpr;Bn sem Invasor ; isslm como de
sustentar ou rescinilir os contractos quu por
ventura sobre ella t inha feilo. No segundo
caso, da niesina maneira o esta lo polo ir
u'cessilade .le inlervir em pleitos, para fa-
jit effecliva a ni io i!;<.: 11> ila sua receila, e
liqudar pagamentos, ou se]i com os seos
exactores, e arrrmatanles de imposto*, ou
s j i com iis -i mili'-, particulares.
Poi tanto (e nos parece ser esta urna con-
sequencia rigorosa) dus, c bem diversas,
lio al especies de pleitos .em que pode to-
mar paite a faienda publca, visto como dous
e bem diversos sSo tambero os caracteres
com que a mesma hienda pode demandar e
Ser demandada. Accresco que, qufndo o es
tado demanda como podpr, os inleresses em
discussSo pe'lenceo a urna ordem divoisa e
Inquesliunavelmente mais elevada do que
aauelia a qu* podem peitencer os inters-
sea que porvenlura derivem de queslOes de
sua piopriedade particular e coniiactos so-
bre ella eslipulaous : para conbcccr o valoi
comparativo desses inleresses, bastar al-
lemler a que aquellos impnrtam a aplica-
rlo oe um principio de ordem publica, e
atlectam por isso o bem ser, a existencia
niesmo da sociedade, emquanto que esse
apenas se podem resolver om urna quesillo
de augmento ou dediminnicSo da [atend
particular do estsiio, sem a qual alias bem
se ronce be que a nit,lo ( le siver e pros
perar. E assim, anula por essa razio lie pre-
ciso ouvir que Ooas silu as ordens de ques-
lOes de natureza diversa que podem molivar
o contencioso da hienda publica.
Sera agora preciso accrescrntar que esse
conlencioso pe lencera ordena judiciaria
se as queslOes que o esl, do tlver a susten-
tar furem sol ro a sua p op> iedade oo sobre
os contractos nella ass< nados, isto he, quan
do for todo particular o carcter com que o
estado discutir; e pelo conlraiio a oroem
administrativa, so ellcs ilerivarem de actos
pralicados pelo catado oo scus preposlos
oomo poiir, isto lie, como representantes
dos inleresses geraes da nacSo?
Ssbe-se qoe as queslOes de propriedade
essencmlmeiile perleiicem a materia judi-
ciaria (8), e at mesmo constiluem a parte
mais importante c notavel do uosso direilo
civil. A circumslanci de ser o estado um
dos litigantes, evidentemente nada pode
alterar, visto como nesse caso he elle um
simples pessoa moral, e portaoto iual a
qualquer particular (9). Por outro lado,
como duvidar de quo as queslOes em que o
estado entro como poder pertciicem ma-
teria administrativa? Qu.m.to oulra ratfo
nao houvcsse, por esclusan Me deveiian,
ierlenccr, poli que, sendo tais queslOes de
nleresse publico, sSo absululament cstra-
nl as materia ju licia ia, que por sua nalu-
reza s contempla oa Interesses privados,
II. todava urna iszlo positiva, e he que
essns queslOes, ou s>ja directa, ousejaoc-
i.i-imi hi.eni lem sempie a sua migein
em actos admiuisirativos, ji purquo he poi
meio dells que o oslado, quando intervm
como poder, so ach em contracto inme-
diato e dir. co com os peliculares de modo
a po ler dar-sc a i.iT usa real ou presumala
dosdir. ilos destes, ja porque s contra lae
actos as nnssas leis conceoem um debate
ou i .cu' o regular.
A accSo do esta lo, quando obra como po-
der legislativo, pode, he verdade, urna ou
oulra vez ser espec al, e por i-so achar-se
cm contracto directo e immedialo cornos
in'eresses desle ou daqoelle individuo, mas
este entilo s t"ia o di'i'i o de reclaniac|n,
quflixa ou petiQo consanrado pilo art. 179,
30, da consliluicSo, e jamis o de um de-
bate, ou recurso jurdico, sorn duvida pur-
que o corpo legialuli'o nos limites de soas
atlriuuicoaeheoproprioaquem a consli-.nSo pode esta prescindir de urna iusti
tuiX incumbe regular os nosaos inters- propria, o, pois, parece que se Ple fll-
res e direi.os, e nesto sentido al ae plelm.r que urna justic. d^trativa n o6
dixero.-par omnia .ocal (10). No mesmoHa coosentane. com a nona conslituiclo,
o.sose.clia o poder execulivo quando os mas ale delta se dirivt como urna conse-
leus actosnfio sao mrmente administra-|quoncia rigorosa
tivos, mas governamentaes ou polticos.
poia que aendu enlSo por sua-nalurexage-
ra a o n3o especiaes, jamis poderBo pro lu-
zir um litigjp eulre um individuo e o es-
tado.
He por isso certamente que contra taes
actos a constituirlo d como nico correc-
tivo legal o principio da responsabilidado
dos ministros e a sua rrusiiilu e julga-
menlo pelas dual cmaras da asamblea le-
gislativa. (Conslituiclo, arla. 3fia.*7)Se
contra os abusos ou exessoa da adminis-
11 i;'i'i, alm deasa responsabilidade a que
i iiiilie a est lojeita como urna das attr-
buicOes do poder execulivo, as leis dam
outras garantas mus imme lalas, como a
da um .recurso juiidiro he precisamente
porque a arelo na administrarlo pode-se
acher em directo contacto com o* direitos
do individuo, o causar-ili-s urna offeosa.
lMuque 10.a aos oulroa dnus poderes
que a nossa constituir;!,i eslabelece, o mo-
derador e judie! irio. a sua acjilo igu.lnvn-
le podei jamis dar lugar a um pleito en-
tre o particular e o estado com carcter pu-
tilica vi>lo como, segundo a mesma consli-
tmcSti, o primeiro s ple sr gracioso
com relacBO ao Individuo, isto he, nada tem
de entender com pleitos, qualquer que seja
a sua natureza, e o segundo apenas se h-
mitla a apphcar a lei s queslOes dos parli
culares entro si ou com o estado quando
simples pessoa moral, ou antes quando
lautiem simples particular. Comojistica
criminal, o poder juJicial evidentemente
sovolveem urna ordem de ideas muito di-
versa; o estado entao nJo demanda, pune
III.
Admita a dualid.de dceapecies no con-
tencioso da laxen 'a publica, ser urna con
sequencia iudeclinavel-a dualidade de ju
u-ilii;. i para julg.-lo, ass'm enmo para
execuiar as deci.-O sdaia, sobre elle? Em
OUtToS termos, OS tribunaes judiciaiios,
como coiiliecem de to las aa que-tOes .que
se ventilan) entre os particulares, nBo serSo
lambem os mais proprios e competentes
parajulgar e execuiar todos os pleitos em
que lr paite a l'azenda publica, qu' sejam
dumaleiia judiciaria, qur de materia ad-
ministrativa ? Ser antes conveniente aos
inleresses da l'azenda, e mesmo indispen-
savel a vista dos piincipios da nossa cons-
liluicSo e da nalurrza da ai- .1 > adminis
i a i iv a existencia de urna jusilla espe
en I destinada para n contencioso a linin s-
trtivo da (azenda puldica, reservando-se
para as justicas ordinales Uo s i ente
aqii.||s de soas queslOes que forem de
nntuieza judiciaria? Como se v, be pre-
cisamente a qurslao cuja soluc.3o nos (la-
vemos proposio, mes por ora encarada s-
inente por um de s-us lados, oqoe deejse apanagio
ser, oque convem que seja. Oex>me da'
nossa legisl'CSo positiva parece
pois esta mais naturalmente, e c
vaiitagem podera ler lugar
era remtalo das preoccupac'Ofs de en-
190 pelos grandes abusos do poder abso-
luto, assim como mai< tarlo o vicio nppos-
to sobresahia na nova organis-c^o adminis-
trativa do imperio, qu', coherente com
Accrrsce anda quo a nossa conlituicSo es
tibele^e o principio, posteriormente des-
onvolviao.n lei de 15 deoulubro de 1827,
da responsabilida le dos ministros, que pela
mesmiconstituicao sHo os primeirosagen-
t"S a lministraiios, a quem se arham su-
bordina los tolos os oulroa funecinnarios
da jerarchia administrativa. (Couslil lic.lo,
arts 102. I3inl33 ) Ms que.apidicaclo
rasnavil opossivel poleria ter um t.l irin-
cipio, tenlo os tribunaes judiclarlos o di-
reilo de modificar e annullar os actos deste
poder, pois que tanto im 'Orla o direilo de
julgar as queslOes admiiistrativas? Evi
deulomente este principio, ou aeria urna
mentira, ou urna grande injustici, porque
a accSo do poder 'administrativo tena sido
constantemente rstorvada e allorada. O
julgameoto do contencioso administrativo
p. las autoridades judiclaes loria, pois, an-
da por conseqiiencia immediata lornr inap
plicavel o prinripio da reaaonsalnlid 'de dos
ministros, e al mesmo dascnhecar a sua
rasSo de existencia, vsto que llcaria annul-
lada a libe dide de accBo, que pio presupOe, e de que os mini-I 0J caie-
cem para responder por seus actos.
Considerando a natureza da acclo a imi-
nislraliva, parece-nos tambem que nao com-
porta ella uini soluto diversa. Ci>m eff i-
to, eninguem nega que a celerid.de ou
pr un. n i.in, assim como o exame da con-
veniencia e oportunista le, sSo condicos
sem as qnaes nflo he dado enncebor a aceflo
administrativa ( 12). lias como podera sl-
liar-se a satisfago de laes CinlicOns com
.as formulas esencialmente taidias dos tri-
bunaes judiciarios e a obrigacBo em que
ellcs esto do fazer urna eslncta e rigorusa
applicar;ao da lei ? ') i mi memo algum
tribunal juliciario fosse investido, como
na Inglaterra, de decidir segundo a equi-
da le, lena istosulci nte para apreciar ques-
lOes de conveniencia e oportuui late, paia
as quaes lhe tallariam todos os dados pre-
cisos ?
Iiir se-ha talvez que o contencioso admi-
nistrativo he o resollido da ucean adminis-
trativa que lhe Ja origem, O que por is>0
nflo deve s-sr com ella confundido. Porm
semelhante distinego perda todo o seu va-
lor desda quo se al .-lder a que a solucBo
ou decisBo do urna questSo a irninisir ti -a
nala menos imporli qoe o comploroento da
ni-.; in a lo i .i-liiiiiv:. deque diriva, eide
le toda a connexlo com artos pendentes,
e al Ser o principio ou coudi(9o de oulruS I
Segundo a feliz exnressBo de um celebro
as
vistas polticas de'se'u chele, havfa nullili-
cado o prlociiio electivo, ao poni de fazer
Inlervir a aceBo do poder na escolna dos
membros das assmblas oa enrpos loc.es,
onamados unlcainme a bel rrazer e auxi-
liar a accilo dos agenlls administralivos.
Mas qui em una, qur em Oulra organisa-
(9o, assim cuino em todas as que ile^ois, se
Ibes seguirn), si encintrava por lo la a os-
ala da Jerarchia administrativa urna Justi-
(a ou tribunaes taoibom administrativos,
a quem eram euiiiin lli i s queslOos des-
sa natureza. lie que o grande principio de
qie a autoridade administrativa o autocila-
io Judiciaria sBo inilependentes urna da
oulra, que havia sido inaugurado na famo-
sa lei da 21 le a jo.n da 1790, fd depois
repetido e reconhecido por tudas as cons.i-
tuic'-a que sesuccoderam n I-ranea.
A nieS'ua revulucla de Keveieiro pur que
acaba ella de passar, e que ae ple dizer
que cliam a todo* os inleresses, tolos o
piincipios, a jusliliorem su. l'gilimidade,
pois que, como se sal > fui ella mais qu
'ulitica, fui uma revolu<9n social prnfiii-
llamele aocial ; sim, a mesma revolucBo
de Kuvereiro respeitou samprea esse prin-
cipio de ordem, aceitando as suas provas
de mais dn um mein secuto. A Justina ad-
ministrativa,'os tribuii-os administrativos
nunca cessrBo de funccionar, e quanjo se
lia ou de dar uma cnnslitoifBo franpa,
nella se consagrou o principio de sua Igi-
liiui tada. Para tudo dizer em uma pala-
vr, esse principio, ou se se quer, o da res
ponsabilidade dos ministros, que lhe ho
correlato, lem si lo to guardado que anda
subsistes disposi<;fio da lei, sem duvida
consecuente, msale cerlo ponto odiosa,
que otuiga a impetrar do gnverno a com-
petente auloriaacflo para levar aos tribu-
Dees judiciari -s os funccionarios "admiuls
ti anu-, pr actos priticados no exercicio
de suas funccOjs.. Como a r anea monar
chica, a Franca republicana estendeu que
uadali.via a recaiar da.Juatii'a administra
Uva, pois que, semelhante j islica civil,
pode ella ulfereoer todas as garantas aos
direilus do c da IBo. E ne-t ennv.ee.ao ja
de alguos trabalhos de reformas adminis-
trativas si tem oceupadb a aasembla le-
gislativa, segundu colhemos da leilura de
gaietas fraucezas
l'un io termo s nossasobservar;es sobre
.rigoroso ln>crno, tanto apeoas encontrada,
no povoqu ixas ciint-a o novo regulammlo
do registro de o scliminios e bitos.
Temi o onaelho de salubrid.de publica
i' coludo inf irrn'QOsn areica do desenvul-
vintenio da feb'O amarella em alguna na-
vio, fundeadoi no porlo, mandou por umi
coinmisSdo pnicader au divido exanv. o
l r.do verificado a eiactidlo d'ellfs, rom -
ilialaiiiciilo parlicipou ao Exm. presidente
da provincia, a quem pedio a 'onioeau dos
referidos navios para o lanvi 3>, caso n9o
fuaso po8ivel transppitar oa doen'es para .
illia do Pina, ondo seria mais bem tr.it.-, I,,,
do qoe a bordo. 3. Exc altendendo a e,v.
. pedido, mandou arrendar a casi da dita
te a ser privado da '.cuidado de venders .||ia_ p.|, a d,sp0siefio dos consignatarios
su>s mercadwrias pela ralla c mvencionada | J()S nlyloJ mp,.9la,io, prohibludo que par
do compradores. Assim por ejemplo, M ci lanc.adopelaassociacocomm rcial do lo-; ila0(|() &s Cipll,f> dos mesmos a r.xerem
gisl-sdeslacidadeuinir.leidicioocasa Jua. enlf>ni w ,,mej,ao flo qU,,er,.in
Sr. Alamsonllaowio&Coropanliiapelasra-n u|,j|,i,opico offerecimenlu do
zO'S do que ja om oulra uccasia demos I ,: '
tonta; porm lando a mesma cas A coma.issBo do conselho infor-na qi.eu
PERNAMBUCQ
HECIFE, 2 DE JANEIRO DE IS5I
AS 6 ii'iaas DA 1-illnK.
BIIROiriCIO SEU
Cslavamos persuadidos de quo os inter-
dictos eram da aleada exclusiva da lareja,
chamandu-ae assim as seuleurjas pelas quaes
a privaos liis do usa de certas cousas
santas, taes como os sacramentos, os olll-
ci"S diviuus, elo.; mas hoja ciinhecemoso
erro em que laboravamos, pois que o com-
mercio lambem os emprega para com os
eus membros, vindo em tal caso o pacien-
te agora, que tudo inva.de, mistura e con-
funde, nada mais l ra nos quo ditor,depois
de nos h.iv. i mus eonies. i io vencidos; mas
a preverifo, com que eslamos, nos leva aio-
da a suppr que ha urna coiifus9o esc isa la
no einprogo da palavra interdicto, cummer-
ei.ilini'iii" fallando ; podando ser ella subs-
tiiuida pela de inler lici;0o, que, em geral.
se enteude o acto pelo qqal se priva a urna
pessoa deexercer as lunee.ie, de seu cirgo
ou os empregos de sua pro'ls9u. Veran-
eque isto ndo passa de urna questBo de
palavras, o am esta d> hornee ipatha para
cortarem-na c in o sou imperativo cathego-
rico remom verbu.
As noticias recebldll do Rio da Prata po-
los vapo es S. Salvador entrado a 19, e V-
vern a 21, nBo nos permiltein dovidar da
infallibilidade da queda pioxima de llosas,
vislo os' acontecmienlos favorabilisssimos,
de i foi precedida, o srguda, a oassagem
de rquiza para o outro ia lo do Paran.
Esta, porlaulo, o pal da Sra. Manoelita
vendo-se as amarcil is, ou em c.li;as par-
das, c.imoll dizeui, contando ja de menos
com o auxilio da populacSo de Sania Fe
que se pronuncia a lavor. do seu antago-
nista Do que us nSo gnslamos no de ler
principala a chamosca logo pelos sollados
brasileiros, que csliveram aperlado na
l es barrancas de Tonelero, doude omlin,
a proficujdadeecoiisliiucioialidadedeuina >se sHfaram victorio.a-mente.
jurisuiCBo especial, cuja missito j. jul- I Q,at0 a cite do Itio do Janeiro, nida
gareexcularo contencioso adininisiiali-' nos trouxerain de novo os ditos va.iores.
vo, sera latvez conveniente declaiar, para S a cruel tropos, inimiga encarnicada do
aerniusbemetilandidoa, qne assim racioci-; principio da vitaliciedade, contina na sua
oliosa tarefa do renovar a cmara dos an
ciBos, nonvcri'Mi i i o mal de uos em bem do
outro*.
lia Ir una soubemos, pelas barcis Reinder
as su.s dicisfles serem execuladas sem au- entrada a t), tyUvre a 21, que Luiz Naco-
dleuciae desiacliouu ordem do ministro ledo prosegue intrpido na Carraira dos ac
s grandes. A sua panilla do CromWell
ssulvendo o Con/ Pardamente, e do 18
..rom u de .V'ii ile.lo lem ido mais longe
mesmo sentido, se de do.^ca."'.'lue. ?_.IS^J '1 D* do que se pensava.
ipreheuder
ictl) adninistraliva
exanieda Se da i.-tureza da acc.30 administrativa "nci. e nos ..cno un oraem oom.aia.ni )e
lues'de- emgcal olhamos para os inleresses fiscae fespecl.vo, que asmando cum,,rlr. para lu
ora niaior i da zonda publica. CUmpre aceitar as mes-, Ji '"B O P"nc,pio da re-pon. a- j |
Um mas conclu-Oes. E poderiam Les inters-, 5'" (7) Mesmo como naci 0 estado possue
bens, nas de urna ordem diversa, como os
m.res adjacentts, os porlosde mar, os rins
nav -gaveis, etc., sobre os quaes se ufl po
deSD rnnceber litigios entre o oslado e os
partirularcs. Dizem se e>t"Sbens nacio-
naes,eosque pessuo como pailicular
proprios nacionaes. Vidc compendiu de
diieiio iinaoeeirn pelo Sr. conaeleiro Maia.
(8) Uaferrire, Curso de Direilo publico
be administrativo, liv. 2*, lit. prelimin.,
$48.
(9) A alienaba dos bens da fazend, an-
da em execueso de eentenoa contra ella, so
pode ser decretada pela assembla geral
ConsliluigBo, art 15, 15 Mas este privi-
legio de cerlo nflo deruga a doulrina do
t-xlo.
nua ; definitiva
e ca me caarei
^a"
acule se issu calgeiii de mi.i
a.s quo omesuio'polerexeeutivo. quan- eslrangeiro. vemos que naquelle o./de,
lo ossus actos nao ten um carcter de coi O a Franca e a Blgica por exemilo, a
{oneraliJ.do, mas apenas especial (II), -cienciado uiroito administrativo lem sido
lio pode ser p.ivado dessa direilo s-m uia- o>ais culluada, acco.dam os publicistas em
nife-ta aberrac3o d'aquelle principio. sustentar na,, s a conveniencia, c.mo mes-
Jlas, sendo sslm. pergunlo eu : Podr"1". indispensabilldade de urna jusiica es-
le dlxer-se llvre com o luig.mento pelos P"1"1 l'SJolgar o contencioso administra-
Ibunaea ju llciarioS de todas as quesees ,,lvo Enlende-se gerslmente nfss.s panes
que.se lovantarem sobre seus aclo.' Se- 1"e co"""r sus tribunaes jii leanos o co-
uielhant'S tribuna, s, alheios intei ament jiihecimenlo das questes admimstralivas
ao verdadei o sentido, e ate a boa sorle da nada'menos importara que a amiullc.ilu
aCQBu administrativa, nBo pod. rao. lano do poder execulivo ( I3J.
por cm como OSIDO por ma volitada, iu- I E di fado as insliluicues dessos paizes
terprclar mal os actos desse ,o er, e assim ten acompanhado os seus trabamos esae-
entorpecer a sua marcha ? E quando mes- .culalivos, e porventura mesmo os anleci-
n,o osados desse poner sejam Uo claros 'paJ'-s. como aconteceu a Franca, quejase
que sobre o seu verdadeiro sentido se nao acliava dotada de uma notavel organlsaelo
nossa mover duvid., commetiem-se aos adii.Miislraliv que Mo le^nu a illuslradu
tnbunai s judiciarios o jutgameuto das que!- asemble constituinle do 1789, quando ap-
le., administrativa, nBo s, In.s lera dado perec.ram pt seus primeirus escriptos a I-
ipsofaclo a faculdade de cond< mnar e an- mnnslrativos. Nessa urgani,acao obSr-
uular os artos do poder aJminislialivu i" va-se lalv.z p erro do enervar.se a ac-
or.,, qur n'um qur i.'outrn casu, he inne- '6o admiiitslraliva tornaulo-a de(ou-
gavel quo rs-o |Oier ficara em uma posiydenti de uma voulade collectiva o que
ego falsa sujeito a immediala fiscalisagao
i o ;i.> a ser o seu tutor.
i 12) Este principio so echa reconlieci lo
ios tribunaes judiciaiios que oessa lrma ,egulamento de 5de Fevereiro de 1812,
E entao ondo e.ta- FonC$i I Sem prejuizo da cel.ridade
administrativa.
. ..lores apenas, se-
.iprmc.pio de|gl]rlilucr()j0 MMi 0 duque de B.oglie e Ba-
ra a independeuca e separarlo dos poderes llldUpell!,,C, a mcli*
l oliticus do est.do ? He pr.ciso Conv.r que |)0l)g WB eJcri,
sem grave ulie.isa de u,n tal prmoipio de j Ju cr-j MM, 0 duqub ,
organiaaelo poli Ice, sem quebrar, d'ga-,5 te, ,,ret-ndido o. contrario, aquello
molo a-sim, a autoridade administrativa em u;n |f|/)) t ro?j|U |failCcz,, ,8te em
(101 M. Vivien, Estudos Alministralivos. urna obra sobre os cuit/Helo: O pnmeiro
lia administra.ao eu, suas relafOes com o P*i, pompa daanccBo e eloquencla agrad
ucez, leseen Ionio daquelles, que
lerceiro. que lonha agentes proprios com a los L. jescaicos acoinpauU.ram a NaaoleBo
jundiccJiMiHces.aria pa-a execuiar as suas cum seu prestigio, o suas glorias, pioliram
decisOe, como lie mdispens.vel para coa- pur muito lempo as salcnicnas o o cliampa-
pl.t independencia do poler administra-- m.e de Sarlory, com que vam sendo engo-
tivo, mas que aemelhanle junsdiccBo nBo dUoa, as giandiosas recordaces dos cam
se enlenda ao ponto de serem taes agentes ps de batalha. Isto diz alguem, poriu i
Compet ules para o conhecimoolo das ques- quefrsoar.
tOesquesesuscitaiem na execuc.Bo, quan- ( No d|> 23, depois do 5 horas da tarde
do estasiverilicsra pelos meius previstos cahm a mar de urna das carroiras do aise-
nas Ids ems, laeacomo penhora, sequeslro, n,| do mirjnn, a |rc,, dacscavaefio, que
piisfluesobre os ditos nietos oo seu em-, d8V8 gJr,jr ||0 potlo d MaranliAo, a qual
pegse levantaren, essa queslOes. Pois te(n 80 pcj comprimenlo, 20 de bocee
quecompenodo%applicacac d.s regras do pj C(im .!,,,,, de poui,|. r0
proceasociviledodireitocommum aosln- el|a C0s,ruijHi 8uU a direccBo do digno
riuiiaesjudiciarin, aest-8 deve o seu co- inspector do referido arsenal, com madei-
iihecimentoser reservado, pur amor do pro- ras d pai do ptimeira qualid.de, soudo
P'io principio da independencia dasautho- ,,Teit/ 0 cncvilhada de cobre,
ridaoea administrativa e judiciaria, nada. A,glst,ramaoacioo Exm. Sr. presdeme da
deven lo importar que essa penhora, si- piuvinci., coiiimsndant., das ar.n.s, e mui-
que.iro ou pnsSo linhBo sido aflecluadas l(S ou,ras (iess0ilS dsl,nclas com grande
por aquellos agentes, como os execulores c ,,.,s;) ,ie p,)V0
das;decis0e3almiiiisirativas( 15) ft0 m-smo dia cima chegoii so hospicio
Coutmu a I doN. s da P-nlia de.-la cilade oiev-iondo
loma/doaommercio. Vte s basUBo, que sabira, como lia lem-
_____ pos noticiamos, para lussionar na provin-
cia iludo Can le do Norl^, onde eliVctiva-
IV. H. Como complemento deate diario ajun-
loaqul mullas carlaa de inadameaella Albina
Clnviler a reif>?llo do aro casamento comigu;
nao prrti-o di/er que a llrr conheciineiiln
desaa correspondencia mintu lempo depois ila
uosaa mu.i i, maia adlanie eiplicarel porque
saccesioa eaiai r.rias enliiiau, em meu poder.
Albinn a Hermaieia
Eii-aqul, chara llerinaocia, palavra por pa-
lavra, a sem irflesdia nem prembulo a con-
ve. s-.i.o que uve It.iiilein con, inuinba ao val-
annos de um sarau cm caa do notario de no -
nh.i familia.
Sinha, me dase ininha mil, lenil,ras-te
que esla noiteconveisaiiios sobre varias couaas
com Mr. Ilareniiu t..,,
alin ui.oMiilii.
.s ib a que no mi-io de nossa converiacea
entrn mn rapai e eonreraou com no,co?
Sim maliinha.
Kque (al achas esle mo;o?
Acho-ocoitio todos os mais.
lito nao hereapondrr. Eu le pergunto se
o acha. bem ou mal parecido?
Poique me pergunta tsao?
Itespoude sempre omo o adasf
i)ue quer que en diga?.... Eu nao o acho
bem nem mal parecido.
~ i' mliio ser elle de leu goslo ?
a" Denieu goitj?
Meu Dos, Albina, tu na* Impstenlas
com tuas admlraca^es e com o leu ar do nutro
mundo! Vej irnos, auppde que cate rapaz lie
um preieudrute que nos apresentam para li,
diie-mc convir-te-hla elle?
Como maiilnba, esse rapaz ?,... um pre-
tndeme ?
-- Sim...,
E Vmc. media lato agora!.... ae ao menos
eu tivesse sido prevenida, te-lo-Ma observado
de oulro modo.
-- O que he qne me diiei com o ten de outro
modo ?
-- Emfim eu teria observado esse Sr. como
ae observa a um prctendenle.... em uma pala-' ter de qualquer ? Querer! dlier com uso que
vra, a uma pessoa que pode acr um marido. I querea aaDer se cj,c muco lem bous coatu-
- Pola bem, agora sel que ha dous modos mea ? ae he polldo, beaa educado etc ? PorCn,
de observar ai peana,. i bem aabf. alnb, que >e te apreaeotainos Mr
- Vmc. me Interroga, eu lhe reipondo. 1 Fernando Duplessli ( be esl o nome do rapas)
poder legislativo. A le be soberana, o
cidadSo nao i' ni contra ella ueubuin recur-
so jurdico : e-le t lem lugar contra o
aclos da iiiliniiii-liee.io H.-.S si.a-i relaces
liredas com o cidadflo.
II) II. thaveau, obra citida, do peder
execulivo puro.
MajMHMaaOTSaaMVavaSaVaaTJaSa'BBVa'BBSSaSBBB!
-- I u me respondes urna cousa que nao lem
seulid.i, por.|ue eitill.u de que maneira terias
i .cii.o ulo ese rapaz aeaoubasses que uo-lo
propiiiiliam como um marido para li ?
Piada sel, mf.Uiiha. puicm parecc-me que
o teria obsc vado de oulro mudo.
Uciaa-me pon tranquilla, Isso he creanci-
ce e de qualquer uiaueira que lenhas encarado,
ene rapaz devea ler vialo que elle lie moreno,
alto e bello.
Sin, inizinha.
Que leu, UHia prrsenca encantadora; em-
fim que he oque se chama uiu mu lindo ho-
rneo,. *
He posalvel!....
Lui.io, suma, tu achas esse sanbor do leu
gosto.
Nao lhe posso dizer precisamente isso.
-- Eu urna palavra se por multas ratoes esta
propolla nos c^nvlease lenas alguma repug-
nancia em te casar com este rapaz ? falla pois
primeiro que ludo, iniuli i lidia, queremos dei-
xar-te ab-olulaiucnie livre em la escolba,
que/e,nos nao le coosiranger em nada.
Se eu conhecesae melhor esse aenhor.. ..
se o tivesse melhor observado, poderla respou-
der-lhe aiitliiha. e dlier... se elle me couvm
ou na.; porm como quer Vmc, que por le-lo
visto durante om quarto de hora.... apenas,,..'
be que islo se pode cbamar ver urna pessoa......
eu im liona, eipllcate francamente, que ru-
ten des lu por: couhecer melhor.... ene se-
nhor?
--. He si in,. k i limite, saber qual o seu carc-
ter.
Fallas como crianca que l. Saber qual
o leu carcter? Por ventura cre queae couhe
i-.-assim iiiiuiediatamente o carcter dai pes-
soas f
Immediatanienle, nao,
Hem! eolio.... como.... ?
Vendo inuitaa veiea esse senhor, malil-
nba, couversando com elle, al que possa diser
mlm me.na, eii un, carcter queme agrada
ou que me desagrada.,..
Prime i rau nte, que emendes pelo ca rae
e p le mesmo arrestar o espirito, mas cer-
lo uSo convence. O segundo visivelmenie
escreveu debaixo da uniesso dos abusos
de poder do governo di Ca los X. Os.u
p. mcipal igaiiieiilosaoai Mi"iirs do p-
der execulivo as alIril/ulcOei do poder ;uuic-
iion'o.
de direilo adiiuuisl. Iiaocez : tu manei- --" """'" ir'--- -i- -
ra de proc-demos negocios do contencioso "' missOes colheram os habitantes des-
.dmii.i.lr.lrivo.......a Em presenc. do in- sel diversos lugares, quo tiveram a dita de
tere.e publico e dos di.eitos do Estado ss ver para eJific.cao sua o ma.s perfeilo ac-
a,rese..lamtn.bemd.reilos privados mai codo entre as palavras e as accOes do digno
u menos absolutos, que exigen lambem locnaavel mmisno d, beuhor, a quem
iustas aarantiaa l""'uS e Uu valiosos semeos devem a reli-
( 15 )M. Maearel, obra eit Da execu- t.'*0 e sociedade.
C-io las d-'c s'ies dadas sobre o ceutencioso
administrativo
Ilaixou o reveieiido capucliinbo loda a-
quella penvincia en eat w en principio de
o a s.oi c publica ex'O-ti a"S poigns do
um co tagio IBo te ii'ol pela imprudeucii
ou capricho de um ou ouuo particular,
A semana esteva Cilmoga. embora em
varias nuiles apparecessam alguuus chu-
ras.
Eutraram 20 embarcefies o saliiram i2.
Rendeoaalfandega 51016,826 res.
I'all' cmaiii 40 p'S-oas; 35 livros e5c;-
eiavo-; entro aquellas 16 homena, 7 OJO
Hieres, r.i prvulos; entre esla 3 bomous,
e a prvulos.
MARIO DE PERNAIBUGO.
P.ECIFE 25 DE JANEIRO, DE 1852.
No dia 22 do corrente recolheo-se da vil-
la do l.'lll"i'llo, | IIS-.'III lo | C as lo \o, :
e Iguara-su', o Sr. lenle coronel lli.'ino
Jnse Coelho com a tropa do aeu co amando,
tenlo deixado as dua primeiras fortes
destacamentos. Em sua marcha nBo en-
controu o mesmo lente coronel indicio
algum, qoe lizesse temer pela tranquilidad!
niblica, a qual, grabas a Providenciare
d'aqui pordiante.
Ponen conscio dos seus direitos, le pre-
s 'iilliol'i talveZOS i u'-ooin|., los, que ll llu-
via aearrelar a exuCueBo do regulsmenlo
relativo ao registro dos nscimenios e bi-
tos ou niesmo impellido por malvolas
suggesldes de um ou outro bomem au e
ignuraute, o nosso povo do interior cahio
no deplorsvel e repretensivel excesso de
tentar oppor-se a execocBo do dito regu-
I.menlo com as armas as mBns, eausan.lo
grave deliiment aoseu paiz, O .lesnientiii-
do por um aclo irrrfleclido e tresloucdo
o carcter generozo, e a boa ndole que to-
dos lhe reconbecom.
A commarca de Pao d'Alho foi aquella,
em que os sedjciozos, reunidos em nurrero
mais consideravcl e animados de intencita,
tnaishosli, nraticarBo maioies altentadn,
pondo om fuga algamas das aulhori lado,
iion leu lo mitras, e alii and i sobre a tropa,
que para ali se derigira, com o lio de cohi-
bir os seus desatinos, quando os rneio,
hrandos osuazonos. empregados pelo du-
iio canuchinlio P ei.'ili, da Peiilia, fossera
insufficienles ; conflicto esse, de que resul-
lou a i; uno de dous Miida.los o o feri-
m nl.i de cinco i.-siui como al^un, i
perla da parte dos sublevados.
As comarcas deNaza eth, oianna, S. Au-
llo, l.M.u a-sii. Itio-l''.,i tnoso ; as freguezias
de Ipi'jnC.i, comarca do Cabo, Bu'que de
Garanliuos, Jaboat^o, S. Louren^o.o Morihc-
ci da caiutal, l'.ir.ui tambem thealros de
mov,liento- e pe Im b i cues mais ou menos
pronunciadas no mesmo sentido, sem que
toda namn n- nhuina deltas soli'ressa tanto a
seguranca individual o de propriedade dos
. .lu ios pacifico, como em Pao u'Alln,
onde alguns asssssmatus e ruubos, seguudj
Cuusta, imam perpetrados.
Durante essa crise, assustadnra pelas con-
siquencias faties, que em seu desenyolvi-
iniMito poda piinlii/ir, alenlos os precun-
ccitos e falsas aprebensOes, de quo se mus-
travam umboidos alguns dos amuliuados, os
similores de engenlio, que por sua posicu
social aspiram a serem considralos como
oulros lanos elementos de ordem e coope-
radores da paz publica, (ossuidos de um
pnico admiravel, alian lona .un precipita-
damente as suas propriedade, deixaniode
embregara inliuencia o piesligio adquiri-
dos no momento em que por todas as cuo-
siderac,Oes oa ileviam fazer vler.
i-vii/.oi.-nti! as mellas prudentes e ade-
quailBS, que edoptuu a presidencia com i
cu oljii v.o; io activa doSr. command.nle d armas, e com nandante anterior da gu-rli
nacin.) Francisco Jacintho l'e. eo i, I. i -
ram o desejado elloiio : a tranqoillidada
fui restituida a provincia a despeitu, talvez,
de algum cgo inler. asado na desurden!, e
a i-mli .li.;.!, que inspiraVam os setos de iin-
pai.cialid.de e moderar-So do seu adunis-
Irado', firlificoii-se anda mais pelo zelue
sollicitude, com que procurou ello iraa-
qolll S.r o. am o i- do lo los 10 lis! ne a '
le, mostrndose surdo a insinuaces do
ea nrito de partido, o combaten la a sedujo
, fiao la euverguulia*
UnrVaTriVii,s'e" o iemu'a besa ; prtase desi modo, i bumllh.,
leiespondeinosporelle. agora legue bem es- ser, la
i.r.....iiiiiii ; de duaa uiua I ou Mr
lem o rscellenie carcter que Ibeauppomos. ..
,,a.i o lem. ae-bla, q
E... ae nao o liver?
- Se nao-oilvec? be porque ter sido baa. maei aaoselvag
lame velh.co, bastante dia.Lulado para en- | O queheque me eilalioonl.ndo ?
_ Ealive no cllegio oina Ellen Davy,
liil ai na i III --
seu carcter sem csame utos que nao vali.ui cerlamente esse de
inieous que agora se traa. Ja se u.illograram. porque
' oceulos mil flancos de dol
..-culo .. cerlamente... Mas o que
Fernando rallar da Inconveniencia deises dos Inielroi que agora ae
romos o I-asados junio de urna mot. ? Na verd.de dlr- i|ue.ia, qual.
lomos, ou l J taact, enlre ,P|vagens... em ve. de irez
- Eilaoc.Amerlcanoa.o.logle.s.osAlle- beque le faz levantar o, ombro.
Scoselvagcns? ~ &*?"P2'*'X?"?Z!*
;.raderL.ep;...;rd.7m.l. nonada. Ea.ive no clleg-o com El.en Davy. ame- a--o
qu" c'enhece... ha auno, e que der.m delle ai ricana. cojo, p.li babliaram por mullo lempo WP*
uelhorea inr.rmajei. na Ioglale.ra.
_ Pola bem .'.. malslnba. Julgue pni. qual *>' t que man ?
nao ser a mintaa desgr.ca ca.audo com un. ho- "' lambem oocolleglo Uelmina Bluin,
un, bailante relhaco para Wr engaado lo- alleo.aa. ._,_.,.___s.,.
d.a enaa pei.ua. ? Wa. onde queie. tu Ir com tuas allemaeso
_ 'je elle foi bastante velliaco para Isio... tual loglezaa
Sem duvid., um notario.
e- banqutlio depoil..... Disio le
o?.
|H l tlIfll'O
MU III US
i|Hrcu-j piotliit luiuha atine s;.i..
le dizer cuus4t> tJesbs ?
Vmc. nao me o'pr-'Ce deixar- me caar
segundo o meu goaio ? F'is aun ; aceito...
huilln, Albina, m me iii!|ciciiua faea
o que jidea par* un alorineiiwr ; a inni ue
souuiio da la l'.-ln i i idi- ; uso lie indigno !
Jess niisinha, eu no a ufleitda, u.". :
recuso auKuliKameiile esse senhor.... mas que
quer que lhe diga : eu nao simo uada nem piu
no in cuntra elle.
He Justamente o que couvm para una
moca caaar-se e caar se bem.
Parcce-mt chara inaisiuha... que....
Calla-ie. lu nao l u* senso uouiUiUilli Pu"
in i urna exc< lente tllha. Anda abiaca-n
um
em
ir dizes. Conhroer o carcter de urna pes- losaiu felue.
soa... Ah! nifrtia chara rllha, multas ves nao ctb*,fei!
basta para"Issua vida luUira ... K demai* sao -*>,mi
palavias cafada que vejas com Mr. Fernando
tu rstudaras bem a teu cumiuodo... o seu ca-
rer
seinp
U noineicadejou ; concordou quasl logo com
Mr, ltavenltiii'tobre todas as quesides de dl-
_ Como nao s.gracal)eo, nem allemaa, -W lufor.nacoe que teniun sobre esse
nem americana, nmmgle.a, me dars o pra^ mogo aa esce.lente.. tile te. viute o.to an-
' ... .1 ...,i- lia> mis i le 1 ,.i,l,i ni ,,itni'. :i i
_ _*ni me terein sequr visto, ellei de- Hca entendido nos preveniramos a Mr. Fer-
balliaiii sobre o couipulod'j meu dot* ? loaiidode que he aceito; Mr. .naremiui no-lo
Como iso ie i sempre Mas donde aa- [trar mannaa alarde...
hes agura? Eis-te anda raciocluaoJo como | porm niisinha,.
rianca deduusdias? Por ventura uau se fco ha mais porm mlsloha. est con-
traa prUuriro dos negocios de luieretse, para reDclouado, eu vou J screver ao meu uuia-
tralar-ie dai pessoas ? rj0 IU(I) st-mpre se encontra um casamento
desses; cumpre bajer u ferro emquaato esf
queme.
Jess / inansinha, eu lhe rogo. ,
Smto inulto Tazer-te choiar, chara lilua.
mas he preciso raciocinar por ti, um dia uic
agradecers.,..
b in.ii-.inha sahlo deixan Ihada eui lagriman, lis o estido em que uic
aoho, ininha chara Hermanea. Ah I queiicsgra-
(a nao catares aqui para me aconsclliar. Ha
muito lempo que te lenhu dito cluusabe>>
miuhaiu.il nao compreliende nunca as t-ouaaJ
como eu. As>lm como tantas outra, ella me
lo puuco me Importa. Coustraijo-ine diante
delta, e abro-me cumilgo.... Maa boje traia-iC
de urna cousa multo tena ; eu tatuque teutio
rasa o, niaisiuhacnganase.c comoeu seria a prl*
meira. c uulca victima do erro au quero ceder
sem lula. En te iuformarel de tuda.
Adeos, braco-te irisiemenie.
nos. tu i. /.uno,
he uma exc-|leule
he i
pruporcao
i^'i.jV.S: b,r.daernU^!V..,Vede..?.0,n ber com quem me compro.-et... .-. a .1 o.t., quaudo e- qulaer a o.o
" i Ti l'orm. renlto, us o sabemos, noi que quiicrr
Z S." u'einbor. ; lu desarr...... Comor ^"u.i.JreU pe. u. f.UCd.de. Sao Temo, oulra I Poli esle he o eeito que
Albina C.
lasnUiMWr-M-.;


&
segundo verddelra cor, com que II ae
IhH .presentiva.
Nada (liria pode restir, portanto, dem
borrase passegelra, seno descooflrica e
racoins Ja parle dos inexperto nab'l.nies
do cenlro, que o lempo e conducta do
poverno farao cerlameute dosapparecer.
Eatrelanto, se nos fone possivel fazer che-
car aos sus ouvi los > imssas plvrs n-
lli.sdssinceridsde.ose, aluda nnis, (mu-
yramos tomado obre ni m miao
poltica, nos !hes (riainos lenlir energic.
e ince.sanlemenle que, nSo he logo empu-
iiliandosrms, que un povo hvre deve
opi r-se a eiocucflo dea leis, que o podem
vexr: n ?im pelo contrario usando do Ui-
reilo pirineo de poiicflo que o seu cdigo
fun liinrnial reconhecee eoiisagra, a menos
uuequeira evtllar por suss accOS um no-
Die, o u u carcter a tantos respeitos fa-
mosos. do
Prla barca Sania Cruz chrgada bontem
Porlo recebemos peridicos daquella cldad
oiuuaetalcancam a 18 de deiembro prximo
pastado. ,
Priugal lodo licira tranquillo, aa corlea tl-
uhain afdo aiiertaa pela ra.oha em peaaoa uo
i'ii 15 do dilo mes, "arado .iia.nenao povo
a G A.
medicina, altalo, que o Sr. M.norl Pacheco 3 ditas bras de ferro batido
lo Heien le lem urna hernia inguinil do D lurgeo.s. .
lado direito, muilo dilatana, que s. n.lo 80 barril180 meios ditos minteiga, 1 c.i-
pde conler co n tunda. Esta molestia lio xa de ferro, i ditas porcelm; a Jd Jorony-
incuravel, e o paciente no estado em que moMonloiio.
da 15 do dito inei. "rnto iiBinento o- povo
da capll.l >|ue eoucorrera a eile aclo : a iiale-
rla. da camara eiliveraui chelaa de aenhora da
mal alia caihrgoiia.
Em oulio lugar os leltores enconlrarao o
prnurainuia publicado pelo iiilnlilerio do rei-
no liara a tetao real da abertura ilaa corlea.
En aqu a falla que leu a ramha nesti occa-
Vigno, pares do reino c senhores Hepulaios da j jumenta pre-lar-se ao llis leve servQO
nacan portuguesa | militar, que Ihe serla cm eitremo preju-
Vrnhorrllcilar-iue comunico por ver reunida ajiCa|. O referido he verdade. e eu oafjlr-
emlOruodo u^u ihrueiuareprrieiilataonacio-| m0 em f j, meu pro. Recif I de He-
se acha, h inhbil para o sertifO militar.
Panno refeiiJo na verdade, o que alrmo
em fe de meu grao flecife 30 de Abril de
1833. -- nulor ht Eustaquio Gimes, ( Es-
lava reconhocido. )
8. Eu, abaiso assignsdo, cirurglso
p.irovado por o Jury, e clrurgiHo do l).ta-
ludo dos guardas ncionaes do birro de
Santo Antonio do Itecife, do qual o p-.cient.<
Hanoel Pacheco do Rezende neqoaliflcado,
tiesto, que elle padece d guinal do lado di'eilo, j muilo dtliladi,
conforme os certificados Juntos, 0 segundo
o exsme que fiz, eoando esta mosma en-
fermldade no enfermo,'o neste estado mr-
bido em que se Cha, dse ser dispenso do
servico oiilitar por nSo poder fazer a mais
peqoena Torga, e exercicios accelerados.
Por ser verdade o expend lo juro, sen lo
pr-dso. Ilecif3 deJIalo de 18i5. -- Sim-
plicio di Sousa Lint. Eslava reconhectio.
*.* Alteslo, que o Sr, Manoel Pacheco
do Rzende lem o ainal Inguinal direito
cmsideravelmente dilatado, e pelo qual os
intestinos e introducen!: o que rrma urna
hernia do mesmo nome. Esta moten la he
entina, tu-io oinlica, ej* qoasi que esta
cima dos recorsos d'srte.jS onperac.lo a
fazer he das mais perigosas. Este enfermo
no estado em que se acha, nSo ple ebso-
ual. que lie o eu mis seguro p.do, e de elijo
concur.o e.lou cena paia completar com lir-
n.' i e prudencia a grande obra da reforma
que foi ptuclamada, qne naefio abracoue a
que eu cnrdcalinenie adher. _
B. condecida a orceaaidade da rrvlo da le
Mu I.1U..-M .1 do EiUdu, era miuha prlinnra
2'
* mase .
bar. csac. branco .
"> mase ....
refinado.......
Algodiu oro pluma do 1* qual.
Dilo ....... 2'
Dlo.......3a
igo|ardento caxaga20 graos Pipi
tmhro de 1835. -Doulor Simplicio AntQ
nlo Mavignic. { Eslava reconutcldo. )
5* -- Eu, abaixo assignado, cirurgiSo
approvado, atiesto, que o Sr. Manoel Pa-
checo do lleendetem urna hernia inguinal
do la lo dire obriKacaocoiiauliardefdeloiioovoio nacional, ,0|um,isa> e muj suj0t, a eslrangulsmen-
maiidaodo proceder a noval elrlcdes. ,s csiB nial lie incuravel ; he preciso urna
..A. laludeuuia le elelioral que arguraaae B lazriand cautella. princpxltnentfl em forcea,
,,i. ,,,-no i llberdade da elricao me ""'*"; S0|Tie m.jj vertigens gerebraos, em conn-
geu a.........r.. **?** f Jj qneucia ue ataque* hy.norroiJ.es ; esternal
que o-ri para a rrgulir. h a aupreina in u" i
ialvac."o publica me Impoz o devrr de suppilr
cun a uilulia auiorldade a queja nJoera po-
sivel que lUeascuiat corlea, nn eatadu em que
ae achara o pala : decrelrl a t, vi.3 i, e uiaudel
que os uuvua t-leiioi vleasein niuuldoa dos po-
deres necesaarma para ella.
Os meua mluUIroa ealio encarrrgadot de
vos apreieuiar a propoala de uin aclo addlclo-
nalacarla cnoatliuclonal da tnonarclila, que
vos coiuiderateis em rusta aabed.irla, para que,
Ine lem posloem um estado de nlo pode,
saliir ra pelas frequenles re.ielisoes, que
lem tldo : lu nan i,--u nabelne, parasen
gyro de negocio, como assiatenle que tenho
sido paasoo referido, o que afll'mu deba>-
x do juramento de minna re. Itecife S
ilePnvrreiro de 181t>. -- 'ranciico os Cy
rillo l.i'il (Eslava reconhecilo. )
in.n.'-s pois o Sr. Gosset Bimont rece-
vos,a ,jt.p,l., |^. i ,c r------------------------ .,
sanccluiiadu por m..... f.iuem d,evidainenle re- ber OS Votos do meu C0ra3o reconliecido
i ri,i...... aquellea arilgoa da nona comlliui- por 13o milagiosa cura, e vrnh.io os ti
;ao, quea eapeilencla lem molUado ser Indis- !cerliticsrein-s^ da Vrrlade.
pri.aarrl ciirrigir e aperfeljoar^ para melhur j Negnr este fado he impossivel, pois por
i de 20 anuos fui origado a usar da
i e que des le malo do auno passado
prnsarrl curr.glr e aperle.coar. por. ...., Neg
garanta da llberdade. da inuuaribla represen- le,ul-0
....... e doa Inalieravris principios rmquea |, /
lueima caria a uuli rstabalecer e conairulr.
que o dilo Sr. me ru un, gis^as I
ju-ii.u livre d'ells
llocifo 10 do Janeiro de de 1852.
Manuel Pacheco do Itezende.
Largo do Paraiso o. 1*
Publicagoes a ped
Tendo .. p. i n i- i |..- rr.l, nuil aubre lodos mul-
lo amado lilh.i, completado a Idade legal, elle
vli pretiar no nielo de ro o sulrmue Jura-
lin-nto contliliilcan di estado, que me gluilo
deassegurar-vos, ha de taber guardar e inan-
... i ...... h li.i innie nel de I). Pedro IV.
As i. v i. v i deongas do prucesso elelioral,
a urgrncia das clrcuniilanclai, e a necessidade
urgenie de acudir com prnuiplo remed a va-
nos ramos da ailmlnilracSo publica, me aulo-
11- ir.un a usar dos iiiesmo. pode.esescepcionaea
jiara decteiir algumas providencias de iiiani-
't-sia uliliilade, ijue lancarain na fuudainenios
da reforma, e facililaia.ii as minias mais que lie
preciso tomar.
0 inrus iiilnisljos vos apresenlar5o essas
providencias lomadas, o moiivus especlues que
as .i..........ni .mi, e as propostas de lei que el-
las necessilain paro seu conipleuieolo, e para
que si-ja c.ilicceme e elBca a reforma que me
prio le liavcr coine^ado, e que seguramente
coufi.i hei de completar com o auxiliu dos rc-
pregentantea da nacan.
Seulioiea depniad./a d. naeoo porluguea :
.ls ..rtieiii-lan da fa,elida publica obligaran a
acnclos que lodos partllhiuos. Para que el-
les nao sejaoi esteris, lie preciso orgauisar
cooi to pi'raeverauente economia as nosaaa
detpeas, e irformar a tal ponto o sysleuia lis-
cal, que mam i. .t iiin-ii.i- li'i ..rio seguros os ser-
vi!.... e credures do calado de que nunca
ni.... .ni im.ij a ter necessarios loo violeutos
saciilicius.
Ui.lriliunlos melhor os encargos, mala regu-
larisadososltnpostos. e o inelhodo de seu lan-
cauenio e cobranca, urge, aio menos, liabili-
: ii in..-i.... ,i i im i di-, /1, productivas e fo
mentadoras da industria, do cominercio, da
griculiura, das sciencins e das arle, que aug-
iiieiilaiu e ditigeina civilifac.ao. Na gvernau-
ca e adininiirac" geral, na cccleslaallca, nos
itmbrlrclmenlusile beneficencia, nat hab.lila-
idci. acces.os e reformas dos servidores do ca-
lado, compre fa/ei mullos inelhoraiiicntos que
a expeciencii iecla.ua, e paia os quaes se uc-
ccis.ia a intcrveiico legislativa.
U augiiienio .- a facilidade das vas publicas,
c dos meios d coiuiiiuuicacao, he o (|iie mais
reclama as nos.as ailencdes e cuidados.-Con. Rendiinentn do dia 2t.
Ddus ve-
QvnrUl do commnmh do batalkao 9 de ia-
/' ninria no Hospicio 21 de Jaaei'r de
1852.
Ordem do da n. 1.
O decreto d i de sgosto de 1851, quali-
li.-an iu- ine para servir na arma de inl.nl'-
n, deslinou-meocommando deste bala-
Ihao, n qoal re achava ennfudo ao muilo
'ligno Sr. inajordo I.' JoSo Nepomucenn da
Silva PoilelU : boje pois, que em conse-
quencia ds ordenado tsm.Sr. marechal
.e campo commaiidanle das armas acbo
Je assumiilo, nilo posso deixardo manifes
lir o pra.erquesinlo ior me ver a fenle
lo um balaii'iao com,iosio oe tilo bnoius
cainaradas, e que me nSo so dnsconbeci-
dus por seus-feitos./quer na provincia de S.
Pedio do Su|, %uer neatt j espero que os
S olli ni os possuiJos dos maiores dezejos,
me cosdjuvem na coiueivac&o da disciplina
lo balaliiuo, e que ludas as pravas se con-
vi'in;.iu do que a cega subo'dinaf ao he a ba-
so i i iiii-i.ioi, o brssao mais forte, que em-
oohrece e careciente ao vtrdadeiro militar.
Etou cello que o 9 hain.li.io que tenho a
honri docommaiidar, jamis se I v.n. de
lito ligoroso dever. Kicm em vigor todas
as ordena de meu antecessor. Jos Fenei-
ra de Azcvedo.
?.jnaaaaagMiamg^rr. i'iiaw^aaiiaigaaisar-
C0MMEC10.
ALFANOECA.
1 caixasjjpa ;! A. SliMIl 'illin.
50 barril a 60 meios daos mintelg, SO
ctizas quaijos | Le Bieluii Scl.iaiiiin V
Companhis.
50 cestos champagne a C. A. Itondorf.
6 vului.es e 17 oatxas diversos lecidos, 2
duna n.iudezas, 1 volme idpa feita, X em-
brulhos anio-t'as a Kalknann Fires.
2 fardse 9 raisa.da orsns lecidos, I dita
obras de pa le.ira, 1 dita couroa prepara los,
1 dita bijoulerlf, 3 omhrullioa amostra, 2
quitnlas \inlio a SImII.'I ni t Tublar.
caixis modas, 1 d'il typos, 1 dita cha-
peus para Jiomem, I dita eaparlilhos, spa-
los* e'cularinhds para senhora, 1 diti porce-
lana, vidros e outros objeclos; a L. Anluoio
deSiqueira.
2 i.ir ins p.'.p lo., 2 < 11 x s uleneis para
cllapeleiroa, I diti sel^insja A. I. Slrawz.
2 caitas livros fraucezes ; Machado &
Piuhelio.
2caixas chapeos, I dita teciJos de seda,
2 ditas pndulas, 1 dita bunets, 1 dita l-
celas com msica, i embrulho amostras ; i
L. Sii.il r & Compan'iia.
I caixa relogios; a llolen.it.
* c.nxas. 1 l'ardu lecidos divnrsos, lcai-1
xa relro2, 2 dilts enerados, 1 dita 2 em-|
brulhos amostras ; a C. J. Astley &. Compa-
nhia.
I caixa sedas e objectos para chapeos de
sol ; a J. F 1 caixa livros, inslrumentos de phisica e
perfumara ; o r. Aquino.
100 cestos champagne ; a M. Calmont &
Companhis.
1 caixa i'spolhos, 4 ditas quinquilharias;
a C. Kruger.
I caita ferragens ; a Brender a Itrendis.
5 Caixas, um carro e seus pertences, 3 di- Dito com casca .
tas uiu%g"uardarou|> com espelho o masob-1 Carne scoca .
jeclos, t| lila um consolo, 1 dita urna penuula 'Coucosoom casca .
de brouze; a Elias Uiplists da silva. i Charutos bons .
7 caixas lecidos divorgos, 24 ditas pape', | plo, ordinarios.
Detoonloi. Lettras a vencer em maio
a 1 1/6", a a vaiicsr em
jullio a 1 1/4
ao mes.
Flcaram no porto 7\ embarcaeesi sando 6
americana,, 2 auairlaca, 2rj bratllelral, 2 dl-
natnarquetaa, 8 franceza, % hamburgueras.
10 Inglesas, 7 porlugueat, t arda e H tuer-
cas.
dor representar por diversos credores. E
pa a qoe chegue a noticia de todos ni mil"
por ceuto passar dois do mesmo Iheor, sendo um afi
a lo na prc do eommereto, e outro pu
blioado pela Imprensa.. Dado noala cidarJe
do Recifede P.-rnambuco n 13 de Janeiro
de 1852. Bu Joaquim Jos Pereira ifoi San
los o subscreri, assignsdo. Jos Rayuun
do da Cosa JHenezes.
Paut
ilos precot corrate do ansucar, algodo, e
mus gneros do pali, que te detpacham na
meta do comulado de Pernambuco, na se-
mana de 24 a 31 ( Janeiro de I S.'i 1.
Assucaremc. branco i'qual. Arroba
2,000
1,600
1,300
ii
Dila de canna .
Dita. .
Dita resillada.
Dila .
Gencbra. .
Dita .
Licor ....
Dito .
Canad
. <(
, Canad
.Pipa
. Canad
. Canad
. Botija
. Canad
Garrafa
3 040
4,000
4, 00
3,800
34;O00
200
52,000
8H0
42,000
240
360
180
400
1M0
Arroz pilado i arrobas um Alqueira 4,000
Araras.......
Papagaios......
Bolachas.......
Biscoilos.......
Cafe Imiiii......
Dilo rcslolho, ',"",",'
Urna
Um
Arroba

a
i ditas ameixas, 1 dila livros, 1 diti cha-
Di o 1 el ip1i 1 e primor
pus, I ditabuucls. I dit. caiga.lo, 2 ditas! "I" :"r""r
uloosis para sapaleiro, I dila urna burra del *;era "ecarnanba .
ferro. 1 dita porfsoiaria. 9 dit.s diversas J Couros de lloi salgados .
nuil lezas, I dila canetros, 12g'gos cham
pagne, 1 embrulho couros preparados; a
Avrial Freres OLCumpauhia.
I caita papis a Autter.
I Cala aiercearia, 2 dilas courog prepa-
rados, 1 dila iWageus. 1 dila chapeos para
Sra. ; a Croco & Cumpaubia.
4 caixas lecidos diversos, 2 ditas miude-
zm, I dila lypos, 2 ditas eni.nis para ho-
ineiii, 1 dita hun Li; a Croco & Compa-
nhis.
2 caixas puntes; a llosa Braga o Compa-
nhia.
6 ciixasvidrose porcelana, I dita bonels
1 dila sedas, e rendas; a A Kobert.
40 barrts 20 inems ditos manleiga, a cai-
tas lurts, flores artificiaos, o c.ixas cofh
msica, 2 .lilas camas de ferro, 1 dita cartas
de jugar, 2 ditas lecidos diversos, I dita
bunela, 1 dila calcado, 1 dita objeclos para
cnapeleiros, 1 dita amondoas; a Cais Fio-
res.
9 caixas vidros, 4 ditas prensa e pe.lras
lithograiihicas, I dila inslrumentos de mu-
Dito espixadns .
Dito de once .
Dores do calda .
Ditu .le goiaba .
Dito secco.....
KstApa nacional .
Farioha de mandioca
Feijo......
Fumo bu tu.....
Dilo restolho ....
Gomma......
Gengibre.....
I.eiili.i de odias......
Dilo de loros.......
Prancliasdeamar.de 2 oust.
liras de looro......
Co lado de amarello de 35 a
40 p. de ce 2 Ja 3 de I. .
Dito dilo usuaes.....
Cosladinliodo dilo.....
Soalbo de d.lo......
Forro deaJitu
12,000
3,200
3,500
5,000
4,000
2,700
4,000
9,880
4,000
1,600
700
3,000
5,000
122
145
14,000
400
240
. 500
. Arroba 200
. Alqueiro 1,280
. 4,000
. Arroba 5,000
. o 3,000
. Alqocire 2,000
. Aroba 2,80)
a
Cento


Arroba
Libra
Um

Libra

Cento

Um
i-ica, 14barril I0 caitas 2 fardos drogas e Costado de lauro
I _. a l_i ^ 1 1 1 i 1 I _
tigos de botica, 4 caitas oleo de vitriolo,
20sccs salitre; a J. Soum.
7 caiX'S leciios diversos,'6 ditas chapeos
para humem, 1 dita ditos para Sra., 6 ditas
Costadinho de
Sn lll.il ill' dito.
Forro de dito .
dilo
. Quintal
. Dozia
espccialidaiie vos aera apieseniada urna pro-
13601,917
Peicarregam hoje 26 de Janeiro.
poiia'Ue le para auluiinar o governo a empre- n ,.:-.
hender um L......ho de ferro que n..s ligue con. Barca ingleza ~ R'ndi'r mereadoriai.
Escuna brasileira Em///a mercadorias.
remo da turopa, aviventaodo o trafico Inte- jllrigu" inglez Glnucus bac
rior do pan, e esllluindo a Lisboa o en.porla
cruiral i osdous iiiund.i, cutre os quaes eat
situada.
Jila*ios pareado reino, e teuhoret depuladoa
da nacan portuguesa : Asjiusa va.las po.ses-
ies de Alrlca. e as de Atia e O.eaaia, occupaiu
a miuha mai, desvelada solicilude. Restitui o
amigo riin-ciiiD olii.iiii.il um para dar neso c
c^labilidade con.lante aua complicada adini-
nitiiracao ; tenliu pruvido eilraurdinaiiaiuenie
a alguiuaa deauaa mais urgentes ne.etsldadet.
A. mai.oes sao clieitai a.sna. relaedes com a
nieimpole, augiucnur a uosta iiiaiioha, fu-
iii. ni ti ali a inducirla, desenvolver a civihsa-
;.i.i. e espaldar a luz do evangeilio : para ludo
latoto piemos recursos, he necestano que a
o .ii patria lace .ii i..le ii, moral e pliyc-ainenle
...|.i. II.. vatios baldos, donde Ine ho de vir
incalculavris vanlagens, e a mai. solida ga-
raniia da notta esistencla e Independeiela na-
cional.
Com a Sania t* tenho renovado negociacOes
para a definitiva tolucaii de alguns poolos que
iuteretsaiii o bein espiiltual loa povs,'e a dig-
niJade da aasiua portugueza. Continuo a recc-
brr de todas us uaces amigas eallladat at mais
seguras provas de amigado eliaimouia. Cun
cui Uagetiade Imperial o Imperador de todaa
as ltusaits celebiei um tratado para firmar aa
hu.sa mutuas r. lacet de rommercio e nave-
gaco. ... i. i o.. nn a Repblica francesa
para reconhecer, por una copveocao, ot direi*
luida pruiniedade lllleaila. do mesmo mudo
que u fiiera a Saidrnha, e que depuit o le a
i. ... .i. i e o II mover, alio, de cousituir o
que cm breva ser o direilu coiuiuuinde lodos
o. povos civili.adoa.
Cunlucomopairiotis.no das cortes para ha-
bilitan m u neo govrino a fazer o scudever,
i... 11.. i.,!., as i >pi i .un. .n da patria.
Est abena a teasao. |
___UJ
11 ho.
Patacho inglez Vitruvius, vindo de Phila-
delpiiia consignado a Fosier & Companhi.
maiiifesluu oseguinte ;
75 fardos 20 caixas IcriJos de algodSo,
1103 barricas la tnin de trigo, 100 ditas bo-
riaue i [ilUz Eleonor--ttiaht e bola- lcna, 500 ditas bolachinna, 2 gigos canalla.
Chinlias 50 liarns carne salgada, 226 ottus brou, 14
Galera ausinaca-- Vela larinha. caix-s dous carrinhos, e seos pertences;
nha e bol.ch.iihs. CNSUI.ADO CERAL.
Ilrigue americano Victorino bacalhao. ftendimenlo do di. I 23 .57:101,81
Escuna ingleza Vetruris V farinha e bo- IdemdoduS.........1^91^103
lachiiihas.
58593.052
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlodo dial |23.. 3:521.619
dem do dia 24........ 39,986
Cumuiunicadu.
QUEBRADURA CURADA PELA .
IIOJIb'OI'AlHlA.
S a homopaltna mu poda curar da 1.1 -
i \e. .mli" un 1.1 e j,iie padeca ; recurri pun
a;. Illin," Sr. Cussel Uiiiioul que me oiiuis-
liou os seus saolus remedios, n depois de
22 das de l'taui'iiln, achei-uie livre d'uma
lliulcalia julgada ini'iira.cl pur alguna dus
mtiishatieis l'iol. smjiiS desla Capital, como
cuosla dos alicatados sivuinii s :
1.* Eu, li.iixu .asignado, cirurgiSo
apirovaiu, alteslo, que o Si'. Mauuel l'a-
i'in eolio lii zei.de tem urna hernia inguinal
do lado diieilo : esta lolura he bastaiiic-
menle vulumosa, e moi sojeila a eslrangu-
launinus: esto mal lie iucuiavel, e exige
urna grande cautella, p iuCipaluieute em
loreP; em allen^Bo ao seu mal o julgo inha-
bil p.r. o Servil 50 militar. mferido lie
veruade, e afllru.0 em le de tniniia irte.
RecifeMdeFevereiro de 1833. -Miguel Fe-
lino de Silva. (Estova r, coiiliectdu. ;
2." tu, abaixo asaiguado, doulor em rii; a Clirisuaui Fieros,
lni|ioi'(acaO.
Barca franceza Havre, viuda do Havre ,
consignada a J R Lasserre & Companhia ,
manilestoii osegoinle : .--------------
I quaitola azeite; a F. Coolon. 2:561,635
29 gigos champagne, 1 barrica qaeijoa, 1 ------
caixa morceaiia, 2 dii.s bijouteria, 1 dita RECKBEOHIA DE lil-.MiAS INTERNAS CE-
f rragens, 1 dita moldes, 1 dna chapeos de RAES DE PEItNAMUUCU.
sol, 31 ditas e 2 fardos diversos tocido', 5 Rendimeno do dia 24 .", 1:158,638
. J Keller & Cum-
embrulhos amosiras
pallllia.
2 quarlolas viriini; a E Bolli.
2 caltas uorcelaoa; a Manuel Joaquim Ra-
mos e Silva.
3 ditas diversos teuidns, 1 diti couros pre-
CaNsUI-ADO PROVINCIAL.
RendimenlududU23......1:046,315
PRAfA DO ecTfE, 24 DE JANEIRO DE
1852, AS 3 HORAS HA TAII'JE.
Bivisla semanal.
paradoslsiisVardinhs", \ embrulho a- Cambios.------------Sacaram-se cerca de
musirs, I d lo impressos, 60 barris e 40 50,000 Ubrs pelo paquete
.urios ditos manleiga; a N. O. Bieber & inglez Seiiem 28 o27 3/4
t:ou,.nhia. 27 d. por 1,000, .e-.lo m
40cetoschampagne,5caixasdiversoste- ltimos saques de 27 1/4 e
cidos, 3 ditas couroa preparados. 1 dita es. '27 i/i; r sobre Pars de
pellios, 2 ditas gummal'CCa, 5 oilas miude- 3*0 a 342 p. f.
as, 2 ditas bonels, I dtti uu.dros, 2 ditas AlgodSo. A entr.da foi pequea, e
opa ; a ordein. fez se venda do da primer
19 d.tas e avnlumes diversos lecidos, 2 surte de 4,600 a 4,800
emb. ulhos amostras ; a J. II. Gorinsli. res 1 or Troba.
i coixasconservas alimentares, 2 ditas vi- Assucar. Esleve um pooco animado
o nie'cado, e hzeram-se
vendas do branco de 1,850
n 2,11)0 por arroba confor-
me "a qu.li.lade; e do
m.seavauu de I,30 a 1450
e mais se leria feito se
ai ordens illu limitsssom
precos, os quaes S90 mf :-
riores aos existentes.
osgre, 4 ditas azeite ; a F. Bieber.
1 dila metas de algodSo, 2 dilas chapeos
para liomem, I dila Olios deso, I dila 111 -. 11 -
l lelo-, 2 ditas calcado, II ditas diversos le-
ci los; a 1. Bruguire.
2 volumes piauus ; n J. Vigoes Ain.
I b .inca e 1 quarlula tiubu, 1 Caixa doce;
a Heuruu & CuUipaiiliie. 1
7 ciiM moicoaria o mais mercadorias, 6 .
ditaaboneis, 4 ditas perfumaiias; aFeldel Bacalho.----------Relalliuu-.e de 8,000 a
Pinto & Companhia. 9.500 *or b,,riC,,'-%nf'
3 ditas porcelana, 3 ditas conros prepara- 'aro em deposito 8,70
dos; a ll. Didier Aio. .^ barricas.
50 cestos cnainpague, 3 caitas perfuma- Bolaxtntia. Ven leo-se a 3,500 a Darri-
. ias, 6 ditas chapos para lio.uein, 2 ditas di- Jf*'4****
tus para seiihor, I dita mostarda em pules, T.arne secca. Nao na.
I dil.uuiaburr.de ferro, 12 dius merca.- Cha.......Veiideo-se d. 1,5*0 1,600
na, 1 dita armages para cnapeus de sol. 3 a Iibra ''OJlJ**0"'
dis bttouleiia falsa e couserv.a, 8 dil.s Canella.-----------JJem de 700 a libra^
s.rdiuh.s, 1 dita Dures rtiUci.os. 33 dilas, Louca......Uem de 255 a IM per
jo meiasd.ias, 48 qu.rlus ded.Ls ameixas jeoto de premio lobre a
o paseas, 2 ha.ris gurdenle, 33 barris al- ctur'- .. .. ol
catro, o .tilos eso meios ditos manleiga; Manleiga.---------*>** Te.ndra.:im!le^
os oontignatanos. "" r
9 canas cnapeus de feltro, 1 dito meroia-, u"a
libra, e da
S10 ris a
ma
Canad
Lm
marmores 1 dila papel, 2 dilas obras de j Ditos de cedro .
m-deira. Sditts attigos para selleiro. 1 di-, 1 oros de tatajuba
la nsii iiuii'iiins .le 11111si.n1, 4ditiS vi Irose ( Varas de |i n i'i-ir.i .
luiillail 1, I Olla foiragon.s, I dita nlij.'i'l s |l ,,, ,|,. a^inniila- ...
-...1.1 i'ii.; cieno, 1 iliti enceradus ; a J. P* < Ditas de quiris.......1
Adour & Companhia. Rdasdeticupira para carros Par
1 caixa mod.s. a E. Gallyol | Ejv)5 d(J djla a d|os ,
4c.ixs couros proparadoi, e pertences rj
parasapalos; a L. Dmessei Companhia. ^fJJX.'......j
I caixa luvss, cale nlo etc.; a L. G. Fer-
reira.
1 caixa molas ; a M. Milhchau.
2ditas 1 ferio, 1 bsrnl drogas diversas;
allartbolomeo F. deSouza.
7 raixas vidros e nutras mercadorias, 2
barrica cadiuhos, II caixas chapeos 13
dil.s lecidos diversos, 1 dita perfumaiia,
2 dilas papis pintados, 1 dita bonetes, 2
diXas p.pel, 3 dilas se las, luvas e objec-
tos de panu, 3 ditas Caitas de jo^ar, 3 ditas
chapos de sol, 2 ditas instnimeiiltis de mu-
lies,I dita ferragens, 3diUsquinquilhanas,
1 dita couros. I embruluo grvalas de al-
godSo ; a F. Sauvage & Companhia.
Cento
quarlolas
barirs. .
Millni.....
Pedras de amolar
Ditas de filtrar -
Pona, de boi .
I'ia-.'ilia.........Mnllin
Sola ..........Meio
Sarca parillia.......Arroba
Tapioca.........
TJobasdoboi.......Cento
Coqros de cabra..... "
Azeile decairapato.....Canad
1,00(1
9,000
22,000
8,500
28,000
16,000
10,000
8,000
4,500
6,400
C,200
3,800
2,500
3,200
1,6110
1,280
1,601)
2,080
40,000
18,01)0
34,000
190
6,80'!
TBEATRO DE SIZABEL.
" 27." RECITA DA ASS1CNATRA.
Ter<;a-I'cra, 27 de Janeiro ae 1852.
ESTRA DA SENHOKA 1). MARA DA
(il.olllA. (PDR SE ACHAR JA RESTA-
BELECIDA )
Depois da execucSo de orna luilliante nu-
veilura, pela urcheatra, subir a srena, pela
primeira ve< noste ineslro o magnilico dra-
de grande apralo, em 5 aclo e 8 qua-
A Venesiain,
ou
O Bravo da Vneta.
Personagent.
ASr." D. Mri|da Gloria.
Os senhores
m
dros.
Tbeodora
O Bravo
SalOari
(leude de Bellamonle
Lu igi, g.mdolciio
Hkffeo
o m.rquei de Rudo
Um senador
U n esbirro
Um gondoleiro
Violeta
i;." .1 ......
Bizerra.
Mi.
tlonteiro.
(.1 In. Ina.
Silvestre.
Pinto.
Raymundo.
11 in
D. Emilia.
D. Julia.
D. Hila.
Alqueire 1,440
l.'-'OO
6,000
3,-JOO
180
1,900
18,000
1,600
200
18,000
640
Movimenlodo nmio-
Nuvios suhidos no dia 24.
S. M11I1 ni lancha brasiUira Concei(Si),
meslre Manuel F. ricira de Huraes, carga
va. ios gene os.
Copeuhagem brigua dinamarquez Cora,
CapilSoJ P. Plum, carga 1-.ni'ar.
Navios entrados no dia 25.
Parahib.--2 dias, l.iate brasileiro Tres Ir-
11 ilns. de 30 tonelladas, mestre Jos Duar-
|e i).- s.in/a, equipaRom 4, Carga assucar
ealgodo; a Jnaajuun Doaite .le Azcve-
do. Paasageiros, Jos da Silva Ram.lho,
. tiannel Remigio Barboza de Mes |uit<, Ma-
noel FerreiraPinto, e Alexaodnno da Cos-
ta Silva.
Liverpool-. dias, brigoe inglez Bretannia,
de 169 tonella las, capitflo William II.1-
bertsun, equipagem 9, carga fazeodas; a
Rozas & Braga.
S. Camarina--31 dias, brigae brasileiro Sa-
gitario, de 266 loorlladas, capillo JoSo
de I) -os Pereira, equipagem 14, carga fa-
rinha ; a D. Mara Florinda de Castro
Carrlcp.
Hamburgo -- 53 dias, escona dinamrqoeza
II "lene, de 122 tonelladas, capillo J. F.
Benrmaun, eqoipagm 8, carga f.zendas
e mais geuerus ; a Kalkmanu irmSos.
Valparaizo --80 oias, barca ingleza Berwick
Cas.le, de 311 tonelladas, capillo A. Lu-
lo, equipagem 14, carga guano; ao capi-
tflo. Veio receber ordena.
Cdiz 30 lias, brigue ingjez Hacer, de 193
tonelladas, c.pil3o A. Peronet', equipa-
gem II, carga sal; aoca pililo.
1TAL.
0 De. Jo> HaymuoJo Ja Costa Meneses, juiz
muniipal supplente da segunda vra, e
1I0 cummeicto oes'a ci lade do Hecife do
Pernambuco por S. al. I. e C. que Dos
guardo etc.
Kaco saber aos que o presente edital vi-
rem, que tendo-se ultimado a nslruceSodo
procesan da fallencia de Nuno Maria de Se-
xas, e Jevenlo-aeemco.iformida.de dos ar-
tigos 132 e 133 do respeclivu legolamento,
convocar os credores do mesmo f.llido, allin
de ver.ficaiero-se os crditos, por isso pelo
presente chamo a todos os rr ferido fallido, cojos domicilios senflo sa-
bem, tanto neala provincia, como naa maes
do imperio, e reinos estreogeiros, para que,
depois de q o a tro mezes acontar da dala
deste, no pritnairo dia ultl que se seguir,
que he 14 de maio do crtente anuo, com-
r.-11 en in na casa da mmha residencia na ra
da Madre-de Deosju. 1, a 10 horas da ina-
nlia, paia o dilo liui ; ficando ceitosde
qoe, n cunfurmidade do art. SIS do cu ligo
cummercial, nao ser admetudo nenlium
dos ere lores por procurador que nao livor
poderes especia) para o acto; queapro-
Cor.cSo oo pode ser dada pessoa que se-
ja devedora ao fallido, e neubuoa pracura-
Duas damas tussesradas.
Cavaleiros.esbirros.povoegnndoleiios
A scena passa-se m Veneza em 1543.
Nada faltar, eolio compre, para o bri-
Ihantismo do ssenario e vestuario.
O empresario leudo lodalo com immon-
sos emb.reos, que4hedincullavam a con-
liiiiiao do compriiDonto de seus deveres,
10 le arrastrar lodos, grs?as ao apoio que
tem encontrado no publico sensato e Ilus-
trado da provincia, o Ilustre cooimissao
directora, a quem tribua os seus respoitos
orinceros agrad^cimedios.
Comecar. as 8 lloras.
Os biluetes achatn-se venda no lugar do
cosiume.
T1IEATR0 DE MILLO.
RECITA EXTuAilllDI.MAItIA
7'erca /eir 27 de Janeiro de 1852.
Em beneficio do actor Francisco
de Halles Gumar3es e Cunta.
Depois de urna e.colhiJa ouvertur su-
bir, escena pela primeira vez neste theatro
o bello drama
A Gargalhada.
Personagens e clores.
Andr -- 0 senhor 1.111 m.raes.
Esleno oseoiior Cosa.
Bernardo -- o senhor Cyrillo.
r. Leclerk o senhor Senna.
Leopoldo o senhor Amodo.
Adelle-. senhora D. Leopoldina.
Mme. I.agrange a senhora D. Joinna.
Magdalena a senhora I) Soledade.
Um criado o senhor Cselano.
FindOque seja esta drama, seguir-se-lia
a i.-pi .~ niac o du excellenle drama em 2
actos
Ceg e a Leilora.
Porsonagens e actores.
O capilloSir Colingil.ocego oSr. Senna.
' lactwon os'nhur Cyrillo.
Atthur -- o senhor.Amo lo.
E igar ~ o senhor Jorge.
I'ony o senhor Sania Hoza.
LadyCerald a sen.'iora D Jo.nna.
Carolina -- a senlioia I). Leopoldina.
Varios rapazas caladores amigos de Arlhur,
c dos. ele.
O beneliciado quem o publico tlluslrado
lem da lo provas de eslima e sympaliita, es-
pera que oseuiepeeticulo seja acceito be-
nignamenle, pelo que de.dej protesta um
puro eet-rno ag'decmeuto
Principiar as 8 huras.
BJJM
al' lili.
- 0 cir/elor Miguel Cainetro, far leilao
nodiaquaita-feira 28 do coirenle, as 10
horas do da 00 seu aroiazem na ra du
Ti.pichen. 40, de diverlos Ir.stes novos e
osados, um buhar com todos os seus per-
(ences, louca, vidros, candi-iros, ptslollas
em um eslojo mui rico, reloj os pstiiile in-
glez,e oulios muitos objeclos que strao
eniiegiies por qualquer prejo que or of-
fereoido.
Avisos
1 mmmmJmmmmv
diversos.
T-
Alega-tea salla defr tos da csa terrea, n 23 da ra das Laran-
geiras proprio para r.paz soltero: a tratar
na meema. "
Jos Pereira de 'Mendanna embarca
para o Rio de Janeiro o seu escravo creoulo
de ..orne Annibal.
Tliomai Mara embarca para o Rio de
Janeiro os seus escravos do nome D imin-
gos, Anlooio, Maximiauo, SimSo, crioulos
, Benedicto pardo.
Precisa-se de um cxero de 10 a 12
anuos com alguma pratica, para uin depo-
sito do pao, na ra do Collegio, .n. 17:
a Iralar no mesmo.
-- 11 .em annociou no Diario de 22 do-
r renle querer 600/dOO rs. com hypolhec
m urna cs<, queimlo 500/000 ra. dirja-
se I roa de S. Ihereza, n. 21 que sa dir.
Mije he a ultima niara do sobrado da
Rua-Nova, perlencente aos herdeiros de
Jos R.mos dehveira.
.- lia se a juros de 2 por cento ao mez e
sobre pioliores de ouro e prat., a quantia
de 280/000 rs.: na la do Caldereiro, n,
82 se dir quem os da.
Dilo-se tresentos a quatoo cantos mil
res a joros, na Iloa-Visti, ra d'Alegrii.
casa ll. 34.
a cmara municipal contracta, com
quem por menos fizer o aterro por bracas
cuhcas, do alagado sobro que tem de cot.s-
l.ni'-.-e o maladouru publico : os piulen
lentes dirija in-se por c.rt. fechada ao ve-
reador Mamede, no largo do Corpo Santo.
-- Ihe Annual meelingof the subscri-
bert lo tbe Briusli Mochauics Libr.ry & Ins-
tilo 11011, will De held on Tneslay Ine 3|rd
F. eb y, l 7 i) dock, t Iheir ruoms na ra
da Aurora em S. Amato. Richard pilson
Secty.
Aiuga-se o segundo andar de um sobra-
do da rus do Rangel defronle da botica : a
fallar na ra do Canuga ioja de Joaquim Jo-
s da Costa Kajoges.
O abaixo assignsdo declara ao respei-
a '' '
la vind do Porto doma familia : na pra;
la Moa-Vista 11. ti
As pc-so.sque teem essignsdo parios
bailes de Carnaval no theatro de Apollo, te-
nham a bondad de dirjir-se hoje pelas6
horas da larde ao mesmo thealio, para ele-
gercm a Oireccfio
AVISUSATISFACTOniO.
0 aballo asignado, agente do Dr. Hran-
ilrelh, faz sciente o respeitavel publico,
que pelo hrigue americano James Crosby
*in lo .le Ilusin entrado no correnlo mez,
ce.beu novo provnnenlo ds pilulas* vege-
tael de seu proprio autor; estas celebres p-
lulas silo recomme .dalas por miniares de
pesi isa a quem ellas lem curado de 1 hlisi-
ra, infloeiicia, catarros, indigostOes, dis-
icpsi, rtoies de cabera, dores ou pezo na
nuca, q o geralmenle .iln simptomas da
.poplexia, Ictericia, febres intermitentef,
billis, c. a lii mis, febre amarella, e toda
dasse de febres, asma, gola, 1 lien 1 ni- inn,
enf.'i iiu.iarl s nervosas, dore no ligado,
pleuresa, dei'iii i.-.il interior, abat"eoto
do espirito, rotura', iml .iiunarlas. ineba-
res dos nl'ins, accidentes, par.lisl., i liu-
pesia, bxg, saram.'o; enfermedades dos
'".'iiiiin-, tosse de toda a classe, eolicis, e.i-
lera-moibus, dor de pe.lra, Inmbrjgas, de-
stnleria, sur lez,vagados d el era erisipel-,
la, ulceras algnlas de 30 anuos, cancros, tu-
mores, inclu.0 's nos n>, e pernas, almurei-
mas, errupcSo de pelo, sonhos hurriveig,
pezadnllns ; leda a qosdade de dores a
mulesliaa de mulheres, como obstruc(Oes,
relachacOes ele. ele. ; lio un me. lira.....nlo
inloiramente nuffencivo, podendo applicar-
seaias creancas rescemnacidas; altinia-
meniB se tem ptlicadu, a urna i-nf 1 uml 1-
dede molestias jilgadas encuravls, de cu-
ja iip; I 1',11,'an se tem lirado Ifiu felines res li-
tados qoa parece cada vez mais resolvido o
problema de um remedio universal : ven-
dem-ae com o seu reiHtu.iio, i-a ra da
Caleia-Velha n. 61, botica de Vicente Jos
de Brito.
Precisa-sa do um vendedor de po,
pn In iii'ln-s um 1100 ja l 11I1. alguma frr-
goasjl, pagando-seassim um melhur orde-
nado : na ra larga do Rosario padaiia
n. 48.
No dia 9 do mez de agosto do anno p.
pasudo, as 5 horas da manliAu. fug'O um
cabra de nome Antonio, de Idade de 30 an-
uos punco mais ou menos, com os signaea
seguinles: lio do corpn, cali,lio encolhi-
do, nariz lilla lo, barba fechada, elle trnu
uflicio de sap.Uiro, e ha natural do Serillo,
do lugar cnamadn Tho.r disticti de Inha-
muns, e toca viola ; ro toridades policiaes ou capilfl>is de camaoo
1:11 111. o n o levem-o rus da Concordia fia-
do di ra .Nova a direito, primeira osa que
lem la tuno na esquina, no R-cife. qoe ae
r generosamente reecompeiisaao do sen
trubalho.
O abaixo assignado faz pu-
blico, que se aclia encarregado da
inlmiiii-ti'.triio da casa do reveren-
dissimo Sr. conego Jo3o l.oilrigues
de A i- lujo, por procura9o que a-
caba de receber do Rio de Janei-
ro ; os ilevodores e inquilinos do
mesmo reverendissimo Sr. hajiuj
de entender-se em Ulioda com o
annu iciante..... Salvador Henri-
que de \lbiiquerque.
A 8 dias qun me procorou pn com-
prar a crenttla i'..-io a dizeudo era escr.va
doSr. Antioio Jacinto, Sr. do engenho ca-
nil 'lo, fn-gueii. .ie S. Beata, termo de Por-
10 Calvo, oqtn pata mais de 6 mezes aola
lira, isio puslo sen Iu a qu.'ira vender al
l'ndendo semnlhantn procedimetito ; e por
iMo nSo te o .In .''nuil 1 10 m-c .!' i o meu
'111 .en.1 se f.ir pur i.iei.n co.n lllildll, alis
mande ou venha vende-la ou coniluzi-ii,
queso .en in ,111/ nit 1, se lhe fara a compe-
l-lito enl 1 o.' n,c quaudo as.1 ni vetilla ou man-
de, seja com cauella afim de se evitar uuva
fuga, silio capeliuha, 26 de Janeiro 1852.
O Arco-Verde.
Antonio Piolo de Magalhiles faz acieolo
a todos os credores pmlene ules a venda
sita comfronte o oilSo da igfeja do Livra-
mento n. 38, que tem parlado a socieJade
que iiuini na diti venda com Jos Luiz de
Maitns o por isso he juslainente a pessoa
que lica obrigada a pagar todas as traes .r \s
que a mesma Venda esliver a drver,puis que
elleannunciante da dala deste emdi.nlese
acha oe todo desonerado pur assim se ler
coovenciou.do no apartamento da socieJa-
de e par que chegue a nolicia a todas faz o
prseme anouncio.
Ja Precisa-se de urna ama secca OU 191
# mesmo tima escrava para todo o ser- 9
V vico de urna casa de poue. famil a. e
IV que d dador a sua conduela quem 4
w esliver neslas citcutislancas apareja fl
-- na ra do Vtgano 11. 9, que se dir *
? qcem precisa. 9)
-- Jan de Frei.as Guimar3es, embarca pa-
ra o Rio de Janeito o seu escravo motilo do
nome Caetano.
Compras.
- Compra-se um porlo de ferro, ou de
taboa para sitio que lenha 10 palmos de lar-
gura, e outro tanto de altura ja serv 'os,
mas quo estejs om Jiom estado : quem tiyer
annuncic, ou falle na ra do Sr. II. Jezus
dascnoolas venda pur baixo_do sobrado de
2 andares. ,
Na ra do Vigario n. a, se-
gundo andar, compram-se escra-
vos de ambos os sexos, de i2 a 3o
annos de idade, pagam-se bem a-
grad indo. __
m
Vendas.
F0LHINI1AS 1MBA i85a.
Vendem-se fjlbinlws do porla ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
l'ereirtes qualidades,seodo urna del-
tas Com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente n
praca da Independencia n. 6 e 8j
SiiuAu de M'autua a
00 rs.
Vende-se a historia de SimBo de Nantua,
a 890 rs. : na livraria da praca da In depen-
dencia o. i-
Lotera to Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4) vendem-e bi-
Ihetes inleiros, meios, quartos, o-
^^aX^T^^d^t tavos e -v,gesi,os, a beneficiosa 4
nha na sua venda na ra do l.ivrametilo n [|0teria da l'reeuea de 3. Jos dO
it, com a Arma de Malos at Magalhaes. fl- -
camn.o abaixo easignado desde hoje res- n0 poovel pe o acl.vo a pasmo. Jos Luiz Precisa-ie alug.r urna am., pin aw-
de Maltoi. vio de casa e ra : a tratar na ra das La-.
-- o Sr. Jos Dias di Coila, tem umacir-, ringeiras 0. 23.


^y 3 libras de Marmellada por
5oo reis.
-NSohacousa to barata, que se iguala
comSIibr-sde marmelada por 500 js. : a
ellas rapazia'a que breve se acaba, na ra
estrella de Rozaiio u. 43.
-. Ven ie-se por prego enmrondo, um ex-
collente sitio no lugar das curcursnes, de-
nomina lo Salin', coni boa casa de viven-
da, Ierras ornn piaiil-goes, e alguna ps de
coqu' iros, send o mullo periodo mar;quem
o quizer dinja-se : a rUa do Crespo n. Jl.
-- Vend -ae t> engenho Lameiro, na sorra
da raz do fabricar is......ir 1-rmo ita villa de
Ouarabira da provincia da Parahyha com a
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do C'ollgeio
n.4-
Neste uovo estabelecimento recebeu-e
um novo e lindo ortiinenloda chapos de
Sol doa ltimos goslo, lano de seda como
depaniibo para homens e senho as, de *
magllo de baleia e de asso qe se vendem
per menos piegoquoem oulA qoalquer par-
le ; grande soitimuitn de cliamalole, *eda
o paiiinhoseii pega de todas as corrs equa-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armactjis servidas. Cmplelo sor-
tmenlo de baleias para vest los esparlilhos
para senlioras, tazem se umbras de igreja c
legn de li ras de grande producslo,n8os conceita se qnalquei qu ii<1mi]<> de chal
decanas C"Oio de algodao caf, mandioca
muno, frijSo e fumo com acude pe>lencente
ao srgenio-mor Jofio Jj>s da Coala, quem
o pnrlenler tanto em Pernambuco, como
na Paralnba pode anounciar alim de qne o
proprielario estabeleca as condicgOes da
venda.
Vende-se urna negra de /o
anims, pouco mais ou menos, qui-
tandeira elavadtira. porpr'ecocS-
modo ; na ra da Cadeia do Keci- ..
A. n m l..;n(1o mmdf7sde An- ullimamenle ci gados na loja d,
le n. 7 lojode miuoeztsae tonio Lopes Per'na de Mello. Na
rne-ma loja vende-se urna porcao
de penas de ema, por preco com-
modo.
- Vendem-se na ra dos Pires n 28, 2
cavallos. grandes, carreeadoies e csquipa-
dores, chegadosno dia 22, da malte, e por
barato proco.
Cuuro de lustro patente
de sol: lodos os ohjertos acuna mencionados
ae vendem om poigflo o a rMalho, por preso
que agradara aos frguezesa vista daquali-
daie.
Na ra do Passeio Publico, lo|a n 9 .
vendem-se 300 varas de bico e renda da tr-
ra, atacados, a 160 rs., e juntamente 18 ca
xilhos envidragados e promplos psraqual-
quer obra, por preco conunodo.
I'arece inipussivel.
O baralo prego de 4,500 rs., porque se cs-
tSo vendando, chapeos prelos fraiidzes,
de chapeo..
2.
-"- Veiida-se um cavallo rudado com to-
dos os andares purprego comuioJo : na ra
da praia n 17.
-- Ainda se continua a vender a superior
manleiga inglaza a 720 ra. a libra : na ra
do Col-gio n. 5.
Vende-se urna cama grande de jaca-
randa, nova, com armado e conloado mul-
to bonito, wnde-se muito em cunla: na ra
do Queimado o. 10.
o escriptorio re Novaes &
Noa'ertoda Boa Vista, loja de calcado n.i
58.juntoaoseleiro, vende-se superiorcou-Compantiia, na ra do trapiche
ro oe lustro a 2560 rs. a pella, no temde-'^ 3. ven,lem-se osseguintes ar-
ouca'. e"9 're8U,,"S' qUe PeC *" or ore? commodo,
Corles de sapatos de tapete.
Superiores corles de saptos d- lapet'
tigos, por preco commouo, para
fechar contas: chpeos depalhado
Chille em porcSes de cincoentt;
bordados. '|e|'"'Ros,0"*8*:*;0Vrar.os'lionas de roriz'ede nmeros; cu-
o em duna a 5000 rs ; assim como saia'os ._; jq
damesma faze..da ja prompios: ao aterro ribetes com arcos, e crneiros de
Boa Vista, luja de calsadon. 58, junto ao^ies, & iratar no mesmo escrij)-
torio.
d
seleiro.
No aterro da Boi Vista n. 58, vendem-
se cord-s pura rabecc, mas barato do qne
em outra qualquer pane.
Attencao.
Vendo-se um ptimo piano inglez, ainda
novo, por preco commudo : no armazem de
taboados defnmte de S francisco, se dir.
Vende-se 1 cavallo russo, de estribara,
gordo o com todos os and-res precisos: a
tratar na ra Direita dos Afogadusn. 22.
Farinl.adeti.go superior
chegaram recenlemente algumas
barricas de farinha de trigo, de
uma morca nova neste mercado, e
de quilidade muito superior ein-
teiiarnente igual as melhores mar-
cas, queaquise vendem; lem mul-
ta acceitagao no Rio de Janeiro e
na Babia onde lie considerada a
par da mellior de marca gallega, e
mesmo a de Trieste : vende-se na
ra do Trapiche Novo n. 16.
lie baratissmo a 3jo rs o covado.
Na 1 ua d.i i.ii., 1 11 .1.1 defronto do I ecco do
PeJXf fnlo, loja 11. 3, vende-se tef'la rolo
inuilo eucurpsdo com um pequeo loque
de mofo, pelo admirado pr.go de 320 rs. o
covodo.
-- Veede-i-se 2 canois ab'rtas em bom
uso, que pt-gam em 1000 tijollos.o uulra en
800, ou se irona por tijollos de alvooana
grossos : 00 ai 111 azora do caes do Hamos
n.2.
Diamantes para vidra-
ceiros ,
chegou urna pequea pon-o de
excellente quali lade, e vendem-se
na ra do Trapiche Sovon. 16.
Atteu^ao.
Vende-se as segundes obras em bom es-
tado, a Geograpbia Universal,por llslbi, Ma-
nual Enciclopdico, A bella de Senangne, o
Diccionario f rancez l'urluguez.Les Aventu-
ras de Telemaaue : na ra larga do Kozano
esquina do b> ero do 1' ixc Krilo o. 9.
Hua do Crespo n. a3.
Vendem-se cortes de casimira muilo finas
o modernas a 5,000 rs ; chapeos do Chile
piqueos a 4,000 rs.; Cortes de brim escuro
f,.ra cale a (1H11- ; cha hys*on a 500 rs. a
ibra ; meios diales de lila a 64o is ; tilo de
c.6res para vestido* a 48o rs. a vara ; lencos
de 13a e seda a 480 rs., e outras fazendas
baratas paia f, char Cunlas.
Vitlios pura vidrar^as,
de ptima qualidode e muito me-
lhor soi'timento : vendem-se na
ra do'Trapiclie Novon. 16.
Aos ao.'ooos'ooo e aos lo:ooosooo
de rs.
Na roa do Queimado loja n. 18. vende-se
bulles, meios, quarlng, oilavos t> vige.-i
mos da 4." Lulenaa ben hcio da freituezia
de S. Jos. Na mesma loja ven leu->e o
meto biliiete n. 255 da 3 'Idiera da firgue-
zia de N. S. da Clona em que sanio os
2O1OOO/.OO
laju para iiiipriinir,
de excellente qualidule e preco
com modo : existe m por vender al-
goma- caixas, na ra do Trapiche
Novo n. 16.
Vende-se uma preta de 35 annos, cozi-
iib', eogomma. lava ropa, efaz todo o mais
Minio de una c-sa : na ra do Collogio n.
21, se oir quem vende.
I'otassa iiineiicina.
__No enligo deposito da esddis v> Un, n.
12 existe urna pequea porc3o de putassa
americana, chegada recenlemente qu por
superior rivalisa com adaltussia: vaude-
se por prego razoavel
Cobertores de algodao.
Suoeriores cobertores de algodSo de di-
ferenlea corea, leciJos a dous fios, muito
gran le, lem toda >pplica{oem urna casa de
Familia, por seivir para me/a de engom
mado e forrar camas e mesmo para escla-
vos, pelo diminuio prefo de. 1,410 rs.: na
ra o Crespo 11 6.
Vende-se por preco commo-
do, cal virgem, muito nova, ebe-
gada pelo ultimo navio, por prego
muito commodo : no armazem de
Dis Ferreira, no caes da All'jnde-
ga, ou com Novaes&Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
__ Vende-se por prego muilo
commodo, para fechar contas, sac-
cas coai superior larinha de man-
dioca, muito fina e alva, nos ar-
mazens de Dias ferreira e Antonio
Annes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos,ou com Novnes &
Companhia, na ra do Trapiche
n.34,
Moinbos de vento
om bombas de repucho para regar hortas
d baixas decapim : vendem-se na fuudic.au
de liowmaii Me. Callum, na ra do Uiuui
ns. 6.8 e 10.
\rados de ferro. #
Na f.iinlii;.ii da Aurora, em S. Amaro,
voudem-se arados de ferro de diversos m-
jelos.
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernagSo, a 500 rs.,
cada um: na livrana 11. 6 e8, da praga da
independencia.
Superior cha nacional
em caixinhas de 2 libras, e da melnor qoa-
I na.le; vende-se ror prego commodn, n
ra uo Corpo-Sanlo D. 2, primeiroanoar.
Velas de carnauLa em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete 1 na loja de s-lcnu da ra da
Cadeia du Hecife n. 36.
Vendo-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comel,em Casa de Deaae
Yule & i. un |i- nina : na ra da Cadeia.
Farinha de mandioca.
Vende se saccas com superior farinha
de maudioca a precos rasoaveis: a tralai
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiiai
n. 35.
-- Vende-se no armazem de Vicente Fer-
reira da Costa na ra da aladra-de-Deu*.
louga azul fina avulso, appaielhos de mena
e cha dosmrliiores inodellos e quslidades,
por prego commodo.
Vende-se, por prego commo-
do larinli 1 de mandioca muito
siipeiior, a bordo dn patacho Ale-
gra, chegado de Santa Cathariua,
o qu.>I se ocha tundeado ao p do
caes do Collegio: a tratar a bordo
d> mesmo, ou com NovaesSt Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
mne ma- superiores.
Na fuud:g9o de C. Marre; Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, ludas de ferro, de um modeloe
eiuisl 1 iicg.in ini.ilii mi pe 111 r
ptimo VIT10 bramo.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
la melhor qualidode que a, parece:
trata-se na ra da Cadeia do'lte-
cife n. 48.
Vende-se em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. l\i panno de
algodao para saceos deassucar
muito superior e b-rato.
aja Vendem-se e alugam-se bichas, che- <
e, gadas ultiii.amenledeHamburgo, por #
41 prego commodo: na ra de S. Amaro $
n. 28.
Pannos e casimiras,
prctas e de cores, fazenda de qua-
lidade muito superior : vendem-
se por pregos muito commodo*, na
ra do Trapiche Novo n. 16. A
mesma casa tambem recebeu re-
cenlementf Igumas caixas com ri-
liombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na ra do firum ns. 6, 8 e 10,
lundigao de Ierro.
_Vendem-se velas deespermscete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companbia: na ra da Cruz nu-
mero 55. ,
Deposito da fabrica ile 1 ortos os
Santos na Baliia.
Vende-se, em casa deN. O. Hieber&C.,
ns ra da Cruz n. algodSo transado da-
SALSA I'AIULHADE
S*NDS.
Eite excellente remedio cura todas as en-
iirnihla.:es as quaes s2o loi-imd s pela
impuresa- do sangoe ou do syatems ; a sa-
ber : c-ciofiilai, rheuniatismo. eruncOes
eulaoea, b cholhas na cara, almoroidaa.
doengas clin nicas, brehulhas, in.rio. i j.
iinha. eneiiagiies, e dores nos nso, ej n-
las, ulcr, doengas vcneiias, citica, enf-i-
midades que aliaran pelo g'Slid' USO do
mercurio, hidropesa, exposlosa orna vida
extravagante Assim como, chronicas de-
sordons da constituidlo, serSo curadas por
esta 13o til, e approvaia medicina.
l adminiatrago desta be|o remedio, nos
ataques mais estraordinsrios tem sido aem-
prn seguidos peros mais felices resultados
lina Mas uperaco S ,* pinlll, o sen principal
objeclo he de purificar o sangue, e limpar o
svslema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu motlus oprrandi, he directa-
mente como om remedio alterativo, anda
que, indirectamenie serve aosyslema como
um verdadeiro tnico. Doengas noa ossos
e no syatflma grandular; aasim como as
juntas, e ligamentos, silo inlelismeiiin cu-
radas pelo uso dsle remedio, sem que o
doente faca resguardo algum, quando usar
esle remedio. A npperigto desle remedio
consiste em remover a desordem do sysle-
ma, e em breve lempo o doento ganhaii a
sin saude.
A Salsa Parilhs tem ganhado por inultos
annos uma alta repolagiiu, de ter curado
doengas mu difllculiosas, que nenhum ou-
troaitigo de valor em* mate curado, lie de saber que a Salsa Panilla be
um dos mais valerosas remalips que os
docto es usSo em toda a parle do mundo;
com vistas de ganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Po'm, deve-se de
notar, que nem todas as 1 essoas sabem pre-
parar esto remedio, assim como esco-
Iberem a mellior parle quese deve usar em
tal preparsgo. Um celebre Med cotscrip-
tor, qoe residi por mullos annos no lugar
aandehaa melho' producgSo da Salsa Ca-
rilla disse : Seis ou uilo especies destas
1111/.es que crescem oestes bosques, draos-
me que. no podesse adiar, se 1180 uma,
com o gosto, e propriedade da veidadeira
Salsa Carilla, que se ossa recommendar
para medicina ;. poisas mais eram inspi-
das e inertes, a Horm.cumo os mdicos
uilo se dSo ao trabaIho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim conliam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
rem, e enmporem dfferenles drogas. l'o-
1 e o de tudas as preparagdes de Salsa Pan-
illa devia de ser da genuma, para que o fa-
cultativo e u publico li.a-si'in bem II.dos
as preparagflesde S-lsa parrilha a ser da
mellior qualidade. Huis he estengenuino
vegestsvel, que se offerac.- ao publico ; 11 s-
A salla parrilha deBrislol dala desde 1832, e leiiTconslantemenle manlido sus reputa- te se v6 combinados oulile cum dulce ; pois
cSo, sem necessidade de recorrer a pomposos aununcios de qoe as nreparsgfiesde me- em infinitos casos em que o doeute espe-
iiin podem despensarse. (I sucesso do Dr. Brisiol tem provocado infinitas invejas, e rangas algumas tioha ue viver, e grandea
entre outras, as dos Srs. A. It. 0. Sands, de New-York, preparadores e proprielanos da quanlidades de remedios experimentados,
salsa parrilha conhecida pelo non e de Sands. mas sem resoltados de melhoras ; mas com
Estessenhoressolicilsraoem 1812 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nSo esta etira Salsa l'arllha, suas curas tem sido
opudessem ubter, fabriCaiSo urna imitagSo de Bristol. infaliveis, pois os certifica los que temos
Eis-aqui a carta que os Srs. A. B. D Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril recebido de pessnss que tem usado desle
de 18*2, e que se acha em nosso poder: puro remedio, afilrmam da sua boa ellka-
Sr. Ur. C.C Bristol. cia estes ceilificados temos a honra de
bfalo, ele. aprenseutar ao respeitavel publico, para
Nossiapreciavcl s"nhor. que llquein cerlos, oque cima se diz, he
Em todo o auno passado temos vend lo quantidades coisideraveis do extracto de verdadeiro. Os propnelarios deste renie-
salsaparrilha de vm. e ptlo que ouvimos dizer de suas virtudes quelles que a tem usa- dio lem por muitos anuos empregado todos
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. SeVm.quizer os meios pare prepararem este iSo mil, e
lazer um convenio comoosco eremos que nos resultara mulla vantngem, lano a nos essencml remedio da raiz da Salsa Carilla,
como.a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos res .onda sobre este assumpto, e se Vm. qne por Om, consegui'am as suas vistas, em
vier esta cidade daqui a u>" mei, ou cousa semelhanic, loriamos muilo prazer em o prepararem um l3ovaluoso 1 eme iio,e seus
ver em nossa botica,. ua do Fulton n. 79. 13o lindos resultados tem enebido os pro-
ficuo as ordens de Vm. seus seguros servidores. prietariosde gloria, e tnumplio de terem
(Assignados) A. II. U. Sands. preparado uma linda composiga'o conlr^
C^^mwm ^m^L0t rnr j-ij a ^bk doengas, que o seu Um lio desl'uiro corpo
. llfij! ^TT^t! A C .' humano. Esla c >mposig!lo he qoimica e
>*^*1 ^aav;aaal km waf ^a* nova. Esla Salsa Parilha be combinada com
I.* A anliguidade da salsa pariilha de Hristol, ho rlaiumeiiln provada, pois que ella oulrosengredienles que lodos ellesperten-
dala desdo 1832, e que a de Sands s appaieceu em 1812, poca na qual esle droguis- cem classe vegetal, e to los com o poder
la 1 o 1 i'i e 1 iiiei a .1 .enca do li Iliisiol. de purificaren! o sangue. 0 doente que usar
2. A superioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavel, pois que nflo obs- desta coiiiposigSo, pode comarque tem o
tanle a concurrencia da deSands, e de uma porgSo de oulras preparagOjs, ella.tein man- oais rllicaz lemedio, paras su* eofermi-
liiio a sua lepulago em qnasi lo la a Ameiica.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela un pin ca do sangue, e o bom xito obmlo nesta cuite pelo III m. Sr.
Dr Sigaud, presidente da academia impeiial de medicina, pelo lllustrado Sr. Ur. An-
tonio Jos Peixoto om sua clnica, e em su afamada cas, de saude na Cambo ,pelo lllm.
Sr lr. fs.ii 111 nnio de liveira, mlico do exercito, e por varios oulros mdicos, per-
millem boje de proclaniar altameiito as virtudes etlleazes da salsa parrilha de Bristol.
Venle-se a 5.000 rs. o vidro; na botica de Sr. ios Mara Gongalves Ramos, ra
dos Quart'i* pegado ao Quarlel de Polica.
^ E MAIS FFICINAS
NA > -
lina linpei'ial n. 118 e I2, e deposito na rna Novu 11. 33.
Ilespeitnsameoleavisam ao publico, e particularmente aos Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., qne este eslabelecimenlo se acha completamente montado, com as pro-
porgoes necessaras, para desempenhsr qualquer machina, ou obra clicamente ao mes-
mo. 0* meamos chamara a atlengo para as s-guintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competemcomas fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por me-
nos orego, a saber :
MACHINAS continuas de destllsr, pelo mathodo do autor fraucez Derosne, as me-
lhores machinas, que para este fim at boje tem appsrecido.
ai \ M l'.l 1.11 1 s de cobre de todas as dimensOes.
TOImis 0-< CfjBIIES necossarios pira o fabrico de assucar.
TAIXOS DECOBHEpara refinagao.
TAIXA.1 MITO para engenbo.
DITAS DITO mnveis para dito.
HOMKAS di: 1:1 ihiii-; de picote, de repucho, de roda e de pndulas.
ESCIIIVANINHAS de lalSo dos melhores inodellos.
DITAS lllTO galvanizadas.
SINOS d lodos os lamanlios.
OS APMECIAVKi* fogoes de ferro econmicos.
Btlllfus de ferro as mais bom construidas.
CAHIillS dito do 111 i".
I'OlUOEs du ferro.
VARANIliSdilo.
CI1ADIAMENTOS dito.
TAIVAS dlo.
CAI.IIKIIIAS dito.
BANIIEIKOS do zinco e do folha, para baulio de choque.
)\
5yiPiiia!iiao^E
AiTIQUIDADI
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
SALSAlllii^JlIln^DS.
,n .o-limenlo< iie teles de lin- quella rabrica, muito proprio para saceos de
eos so. timemos ue tapetes ^in-^aettl>t0lipt9Mern0ltpoTpttv,eon.
(jos pailtoeu.
J
modo.
Vendem-se refugios de ou-
ro e praia, patente inglez: na ra
da Sezalla Nova n. !\i.
Vendem-se amarras de rerro: na ra
da Sedzalla nova o. 42.
Cal vilgem de Lisboi.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto C
de Abr u, na ra da Cadeia do He-
cife n 48
Vende-se uma pTefa com tO annos de
idade pouco mais ou menos, de muilo boa
t-.11 lucia e propna pua lodo O seivigo : no
armazem de Vicente Ferreira da Cosa na
ra da Ma ue-de-Deos.
FAlUiNIU Dt S. CATUAMNA.
A mellior l'irinha de mandioca
e mais tecentemenle cliegada ao
mercado, vende-se por preco nuis
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al
mirante fundeado confronte ao
caes do Ramos : trata-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Machado &c l'i-
nlieiro, ni ra do Vigario n. 19
1'Al.liNHA |)E BxMMOHE,
muito nova e de sunerior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada. ltimamente de Lisboa
tnmbem se vende potassa da Mus
sia, nova e de superior qualidade.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, liviana n. 6e8.
Deposito de cil virgem.
Cunta & Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca tlargarida, a por menos prego do
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia doRecifen. 11
Vende-re doce fino de goiaba em c-ixas
de 4 libras minio barato, no pateo do Pa-
nizo, O. 20.
dadeusa. O nico agente nesta cldade ho
Vicente Jos de Unto, na rna da Cadeia do
llociie. botica n. 61.
#i? v'r f V*? V* VV VVVf f V f * Deposito de tecidoa da labri* Jj
> ca de Todos os Santos, 1
* na Bahia. ^
ff Vende-se em cass de Domingos Al- 4
>s> ves Malheus, na ra da Cruz do Re- 4
jp' cifen.52, primeiro andar, algodSo *
jp iraosadodaquellalabrica, muitopro- *'
2 prio para saceos e roupa de osera- 2
| vos, assim como lio proprio para re- .,,
., des de pescar e pavios para veilas, <-
i> por prego muito commodo. ^|
AGENCIA .
da niiiilirfio Low-Moor.
RUA DA SEZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo soi t-
menlo de moendas o meias moen- i***T#4AAOAfli** AAAAA
das para engenho, machinas de Vendem-se cera em velas ,
vapor, e taixas de ferro batido e fabricadas em Lisboa e no Hio de
coado, de todos os tamanhos, pa- Janeiro, em caixas de -100 libras
ra dito. sortidas, de 1 a 16 em libra,etam-
Vinho de Champagne, uem de um *MMnho, por me-
superior qualidade : vende-se no arma- nos prer;o do que em outra qual-
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10 quer parte : trata-se DO escrinto-
Veme-se superior cal virgem de Lis- ,' ,, ,, r
boa viuda pelu brigue Novo Vencedor no *' de Machado (S l'inheiro, na
passeio publico loja de fazeudas u. 15, pro- ra do Viljario 11. IQ, secundo
go muito commudo. jo
Sebolas. .ar.
Na travessa da M.drede Dos, armasem Vendem-se selins e SllhSes
o. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o inelezes, de couro de poico, da
canto. iu j ja
Talxaa para engenrto. primeira qualidade: em casa de A-
Na fundigao de ferro da ra. do Brum, damson llowie Vi Companhia, lia
acaba-se de receberum completo sortlmen- j. Tranichfl n Aa
lo detallas de 3a8 palmos de bocea, as rua a" 1 r8l"c,,e n; "a-
limos acliam-ae a venda por prego com- Agencia de l'.dwui Maw.
modo, e com promptidflo embarcam-se,ou Na rua de Apollo n. 6, arinaiein de *lc. Cal-
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Farinha fontana,
chegada ltimamente: emeasa de J. J Tas-
so Jnior, na tua do Amuiim n. 35.

lian to collegio n. 1
Novo sorlimento de chapeos de sol, pin
homem e senhora, a saber :chapeos 1
aol de seda, armagSo de baleia, de 4,500ri.
para cima; diioditos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos de panno Uno, da ar-
mario de baleia e de ferro, de 1,600 a 3,200
rs.; ditos ditos de armagfiu de junco, de
1,200 a 1,800 rs., lodos limpos: grande sor-
limento de sedas e pannos, em pegas pin
cubrir os mesmos, balens para vestidos a
eapsrtllhos desenboras. Concertam-so to-
das as qualidades de chapeos deso, ludo
com perfeigo e por menos prego do que em
outra qualquer parte.
Molduras dourada
' de todas os larguras : vendem-so no armi-
zem de Kallkmann IrmSus.ruada Cruz n. lo,
Tinta em oleo
branca o verde: vndese no armazem ue
Kalkmanu IroiBos, rua da Crnz n. 10,
Dspelho de p.rede
cora ricas moldurus : ven lem-se no arma-
zem ile Mkiiiann I miios, rua da Cruz n. 10
Charutos ile Havana
De superior qualidade : vendem-so uo ar-
mazem de Kalkmaon Irmaos, na rua di
Cruzo. 10.
MANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmaos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excedentes vozes chegados ha
pouco lempo.
m Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior iiutli-
d Companhia, na rua da Cruz 11. 55.
I.tvros em branco.
Vende -su em casa de Kalkmanu lr'mSos,
ns rua d. Crusn. 10, livros om branco che-
gados pelo ultimo navio.
A1UBILUS UE FEHRO.
\e me ni- se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Iv ilkniann Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de JNantes, em
barris de 36 medidas.
Sobrado em Goiamia.
1 Vende**) muito em conta,
um bonito 'sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avaliado em
jiooii.s'oiio, em o qu*l tem parte
I 1 mi lo Maria das Virgens e sui
irmaa Joaquina A Ivs de Faiva na
importancia de o7,\-i[i rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann IrmSos,rua da Cruz,o. 10,
Damasco de seda.
Na loja do sobrado ama clin dos qui"
Iro cantos da iui do Qoeimado, n. ven'
de-se damasco de se la de todas as Curd
por prego u uiio commodo.
-Na ruado Vigano rr 19,1. andar che-
gou recenlemente e se acha a venda a su-
perior bolaxmha de Lisboa propna para
cha, flnis-ima mermelada em latas de li-
bra, e excellente chocolate de todas as qua-
lidades medicinaes, ondo se veude por
junto ou em porgo
l'aia baile mascarado.
--Vendem-se mascaras de cerae de pan-
no ror prego commodo na rua larga do Ro-
zarlo, luja oe miudezas, n. 44.
Vendem-so chapeos de tranca e ca-
bello para sennora pelo prego de4f000rs.
ua rua du Collegio, o 3.
- Vende-se uma espada de roca em
uieiii uso pelo diminuto p re 1 de 8^000 rs.,
na rus do Collegio, n. 3 loja de miudezas.
lie de graga.
--Ossegundo e t iceiros cantos de Con-
nlvi-s lilis 11 1000 is a obra : no pateo du
ollegio, Casa do livro azul.
Vendem-se uvas muscatel da milhor
qualidade : na Boa-Vista, rua da Conenc.Vi
loja n. 20
Vende-se um escravo de pgn cosa,
de bonita Dgura e de Idade de 28 ann<>s,
sem vicio de qualidade algum, o qu>l se
Mi.im; a ao comprador : na rua dos Tanoi-
ros 11. 5.
mout&L Companhia, acha-ae coaaianlemeolc
bona aortimeDlos de (alia de ferro coado e
balido, 1.ini'1 rasa como fundas, moeodaa lo-
elraa (odaade ferro para aoiuiaea, agoa, ele ,
ditas para armar em inadelra de lodos oa ta-
manhos e inadrlloa o mala moderno, machina
Vendem-se muilo boas navallias ingle- horlaonlal para vapor, com forja de 4 caval-
zas para baiba, tanto em eslojo du um* lo*> coucoa, paaaadeiraa de ferro esunhado
como de duas.esies trates sondo bons, cumo ?,,a kca"1 de p"l*a^ l'or ""a' piet I"',0'
r d^atmoT \re ""';s,,e"svei9 t asssrrs" v.?:., ras
hLIZ e"le ''5* 'iun,na' 8a0 fur baraio Pre9o.
objecios de estima, a ponto dedeveiemser i* ,i 1
nivelara las, quando seu dono se retirar l-JcpoSlIO (le Cal C |)OI-iSSt.
oe urna vez para S. Amaro; oaulordellas
fui premiado pela descoberta da tempera
que suube dar ao ago oe que ellas sao fedas;
meias brancas de ho da Escocia ; ihesouras
fioissimas para unhas; grampas enverniaa-
das; ocultis para tojas as idades, a 8uu ra.;
esporas linissiinas de ago com crrela a 111-
gleza ,- escovaa de fato; linhaa prelas para
sapaleiro ; eapelhos de gavetas os malores
que lem viodo, a 800 rs. cada um e maiores'
mais baratos, e nutras mimas miudezas em
conla, para liquidar contas veihas : na rua se de commtssao, tanto para a pro-
larga do Hozario n. 3, loja do Lo ly.
Fara baile de Aliscarados.
Vende-so um visluario de couro, contple-
lo, ciapoo, pernenas, gibdo, guarda poito e
sapalus : na rua do Queimado, loja n. 14.
U !
Que s8o chegtdos os excelentes sigarros
de pnllu de milho : na Iravessa da Lingucta
n. 6.
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkuiann Irmilos, na rua da
Cruz n. 10.
No armazem da rua da Cadeia
do Hecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa cliegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Casa de commiss3o de escravns.
Vendem-se escravos e recebem-
vincia como para lora della, para
o que se olerece militas garantas
a seus donos : na rua da Cacimba
n. It, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro .* na fundicSo da rua do
Brum ns. 6, 8 -e 10.
Escravos hipidos.
Estam fugidos da fabrica de cldere
ro da ma do Brum n. 28, os do
escravos
seguiotes : Felippe de nacAo Al-igamln m ,
representa ter 35 anuos de idade, estatura
regular, cheiu do corpo, e costuma embrii-
gar-se pertencente ao casal de Jos Maria
de Jess Nuuiz, ; e Alexandre de nagSo S
Paulo, de idade 35 anuos, alto, falla demo-
rada ; que loi 00 Ali-liquer, francez moia-
dorno Rio-Doce, e ltimamente foi doSr.
Eduardo Bolli : ambos fUKramaem oulro
motivo mais do que vadiagSo sahiiarn.u
primeiro desde 25 do crrante, e o seguudo
desde 26 ; rogase a quem os pegar de os
levar nadita fabrica quesera recompensado.
lO/UOOdegraliflcagSo
Pela entrega do escravo Valerio, fgido uu
dia 5 de novemhro p. p. do engenho S. Jo9o
do Cabo, de Manuel Lins o'Albuquerqua
sendo da Cos a, alto, grogso, caa chata, e
curta, olhos pequeos, um pouco gago, ct-
nellas linas, pos chatos, luido OS dedos
grandes separados dos outros, e urna cica-
triz 00 p esquerdo, junto ao dedo mnimo '
ser entregue a giatilicago de 10/000 a
quem o levar ao dito engenho, ou ao Mon-
dego caaa do couimrnd-dnr Luiz Cuines
Feneira.ou ao engenbo Fragoso, de Aiauoel
Joaqulm Cirneiro di Cunha.
Ilesa pparoceo no dia 21 do cnarenl'
o escravo Joflo, ufllcial de pedreiro que re-
presenta ler 22 anuos, da estatura regular
e seco do coipo, e bem ape-soado, pareca
creoulo, lovou caiga e caaisa de algodi
azul mesdado; julga-se andar de fato
mudado, pois levou, caiga jaqueta e camisa
differentos: roga-sa por tanto as autnori-
dad-s policiaes e camines de campo que o
i,.prclicn Imii i! leceni roa doCaini, Ci-a
de Domingos Louriauo ai es Ira da sapaleiro.
,",- i [ ,, i) -NT l'.nf Ty;


Full Text
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