Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04612


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Full Text
oa
AnnoXXVllT
Sabbdo 24
m
< N.'IO.
PEMAMBIICO.
aSVO BA SUBCBrtjlO.
Poro Aduwtido.
Por trimestre............ 4/000
Por semestre t........... S/DOO
Por auno........i..... lyOiW
PlSO DZNTIO BUT1IHIST*!.
fui quartel.............4/500
WOTICIAS DO IMPCniO.
DA- DA ICMAKA. AUDIZKCUAt,.
Para..... 8 de Janeiro
Maranbo 7 dedico
Ceari... de di lo.
Parabibi. vi de Deibr
Minaa... iSdeNovbr.
S.Paulo. 10 de dito.
It.deJ.. l i dr.1 iriciro
Babia... nJe dito.
19 Seg. S. Canuto re ;|
Sa. Aud.faxe Abachu2
30 Tere. S. Fabiao.
21 Ouart.S Ignez.
22 Qulnt. S. Vicenteie
Anaslaelo.
23 Snt. S.ll.lefooca,
vi Sab. N. S.daPas.
25 Doni. a. A conver-
aajo de S Paulo.
Juiiod Orpko
e5. i 10 borai.
1. vara do cu el.
3. e 6, ao melo-dla.
Famda.
3. e 6. a 10 hora.
2. rara do eivel.
i. e sbados ao meio-d.
Krlacao.
(Terjai e sbados.
ZFlIMIBlDia.
I Cretce>te 20, at 8 horas e 15 uinutot da ui.
I Chela a 7, a 3 hora e 48 mioutoi da m.
JUlngoante U, a 1 hora e 8 minuto dan.
(Nova 21, ai 1 boraa e 34 minutos da m.
" D OJI
Primeira (i horas c 54 minutos da manhia.
Segunda t7 hora e 18 minutot da tarde.

1-AHTiDAa dos conmiioa.
Goianna e Parahiba, i segundas e sextas-
felraa.
Illo-Craiide-do-Nortc, toda aa quintai-feira
ao mtio da.
Gartnhun e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Viita, e Florea, 13 e 28.
Victoria, a quintaa-eiraa.
Olinda, todoa oa dias.
JVOTICIil IITSAKaZIBAI.
Portugal, 15 de Deibi, Austria ..
Hespanba. 8 de dito [Suiaaa. --
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia____ 2 de dito
Alemanha. 4 de dito
Pruaaia ... 3 de dito
2 de Dezbr
2 de dito.
Suecia... 28deUutbr
Inglaterra 8 de Dezbr.
K.-Unido 23 deNoabr.
Mxico... lt dedlto,
California 10 de dito
Dinamarca 2 deOulbr Chlll. |2 de dito
Ruaaia... 1 de Dezb,lHUenot-A. BdeNovbr
Turqua.. I de dito Montevideo 21 de Outbr
cambios de 2:1 d J.
Sobre Londres, a J7 '/, e 28 d
Par, 340 por Ir.
Lisboa, 90 por canto.
(UTAS!.
Ouro.Onjat beapanholas...,
aloedat de 6/400 velhat.
de 6*400 noraa.
a de 4/0CO.......
Prata.Patajoet braailelros..
Peaoa columnarla...
Diloa mexicano.....
Hilio
p. lf frouxo.
a 28/B0
16/000 a 16/200
16/000 a 16/200
9/000 a 9/100
1/940 a l/9u
1/920 a 1/9J0
1/740 a 1/760
PARTE OFFJCIAL.
i -- -~-
TRIBUNAL da KELACV'.
SESSA DE 20 DE JANEIRO DE 1855.
Presidencia do Exm. Sr. oonselhtlro Azevedo.
As 10 lunas da nianhSa, estando presentes
us Srs, desembargadores Villares, Bastos,
Leflo, Souza, Moho I >, Luna Freir, Telles,
Pereira Moutoiro, Vallo o Comea Rbeiro :
o Sr. presidente declara aberta a sessSo.
Koi lido em mesa uin olllcio do juiz mu-
nicipal o de orph3os do termo de Gira-
iiliims, communicando ter tomado posse do
seu lugar em 12 do mez de dezembro pr-
ximo lindo.
JULOAMBATOS.
Aptellanle, Anna Joseplia ; appellado, o
juno. Julgaram iniproceienlc a appel-
laffio.
Api olanlo, Mara lirjsiliiu de Oliveira;
appellados, Carlos Ueoto c outros. Man-
daiam a novo jury.
Appelluces civeis.
Appellanle, Jos Jacotne deAraujo; appel-
lado, ciirisinv.Mi Xavier Lopes.Conflr-
intrain a -entenea.
Appellantes, Manoel Rodrigues da Silva e
sua mulher ; apuollados, Azevedo &Ir-
m.'iiis. liTiirm iran a sentones.
Appallantes, Francisco Pereira Pinto Caval-
canii e outro; appellada, a faxenda.Con-
llrmaram a seolen;a.
Appellantes, Pedro Jos Rodrigues e sua
i pregaran! no aentido de reilabelecer-ae a traa- versa ra^a, todas germaolcaa de origem, que
qulllldade publica, orientado! pelaa ordena tu-, aliernadamente ae leeni lineado sobre a ln-
* perlores que receberam, as quaes, cuinpre di- glaterra, fas tambein a forja do imperio brita-
zer, i'orajn etoculadas coni circumipeccao
conveniente deatreza,
Antonio Corra Sera.
EXTERIOR.
Paria, 10 de novembro de l86l.
Temos depola de 1848 um estima toda par-
ticular pelas najea que essa graudc commojo
europea uo pode abalar. Qual he a causa que
aa aalvou do naufragio comiuuiu? Porquera-
sao lii-.iiiiiii ellas Armes em suas bases, quando
tud.i v,u illnv.i Entre os Estallos que tiveram
a forca e a viriude de saber ficar em p, a In-
glaterra he seguramente um daqoelle que po-
demos mais luvejar ; ella tem maia que nos e
desde multo inai tempo que nos ludo o que
pode parecer a causa de nussa queda a quem so
attender aos exteriores das imtitulcdes em
vez de penetrar no interior do coatumea e
do espirito dos puyos ; ella tem a liberdade
da imprensa e a-liberdade individual; ella
tem um parlamento. D'ondevem pois que es-
i.ir.ilini com tantas cautas dcagitacor Ser
por ventura porque tem sido seuipfe pacifica ?
.Ser porque nao tem tido tambein suai revolu-
(des ? ba historia he lo agitada, pelo menos,
qnanto a de lodos os oulroi povos da Europa.
El|a tem tido nao sel quanus guerras civls;
un de aeua reis morreu sobre o cadafalso, ou-
tro no exilio. >iunas raca de povo nella se
temestabelecido aliernadamente, eein nenbu-
ina psrte a uoidade nacional leve sem duvida
nais trabalbo em fundar-se e assegurar-se
mulher; appellados, Callos Jos Gomes Todava, a despeito de tudoisto, a deipetto daa
deliveira eoulro.CouQrmaaam asea-antipathias de raca, das dillerebcas de'costu-
tiMira. I "" i e de liogoagem, a loglaterra tem um gran-
Appellanle,
appellados,
meo. As Inresligacaa e reltexOea de Mr. de
Honnechoie lancam urna viva tus aobre este ef-
feito notavel e aalutar da diversldade das raca.
Sea unioe a combinado de racas diversa
be a cauta da forca do povo loglez, auolo e a
coinbiaacao de principio divero be a causa
da forca das insliiuicoes Ingieras. Nao se trata
aqui semiente da couibiaa(iio das tres formaa
de goveruo, o democrtico, o aristocrtico e o
mouarcbico. Nao he para eata velha combina-
cao que se ioclioa Mr. de Bonnecbose. O que
elle mostra.como priocipio da forca daa losti-
tuicdea, be a coiubinaco na gerarchia aocial
da aristocracia e da democracia, ou melhor,
como o disae Mr. de Macanlay, o qual cita Mr.
de Uonnechoae, he urna democracia que deade
apiiriivac.lo solicitada em ditoofllcio : que
le respondiese.
Oulro do mi'sroo. exigindo com urgencia,
urna relarjo das pessoasfalecidas n'esta ci-
dade noaseis mezas, dejulhoa deie i lindos : msndou-se ordem ao administra-
dor do cemiterio para appresenlsl-a.
Oulro do mesmo, commuoicando, alim de
Outro do juiz de paz om exercicio do l.o
districto do Poco da Panella, pedindo es-
clarecimentu, seo respectivoescrivo pode
accumular os trabalhos do 2.a deslricto,
perceber a graiilica(3o como escrivSo do
registro de nasciinentos, e bitos de ambos
os dislrictos; que se informaase a sua Exc.
Urna peQSo de Jos Domingues Ciidecei-
que seja publico n'ess municipio, que to-fra, arrematante do ces em continuaco do
das as comarcas da provincia gozam actual-' do llamos, queixando-se de estareu) conti-
nm-iiu de paz. e socego, achando-se pacili-I nuiuJo os abusos de se fazerem despejos, e
oada a villa do Pao d'Alho ; e qua todas as! deze ai barquea de tnadeiras, e outros olijec-
autoridades cumprem o seu dever nos di-ltos na rampa do mesmo caes, que a damiii-
versos termos, e ootnarcas da provincia: Ocacao, em consequencia de se ter retirado
que se respoodesse, e se mandasse publicar
pela Imprenta dito ollicin.
Oulro de Anacilo Antunio do Morae,
I mes e ue liogoagem. a Inglaterra m umgran-
Manoel Francisco Anastacio; de e Poderoso espirito nacional o qualIconscr-
niinnuniaa , Mlippe Utas dos santos e O- ,e icniII, COI1/und,dos e que por iaao meamo
trus. Julgaram nullo todo o processo,
DILIGENCIAS.
Appeilsnte, a fazenda apellado, Manoel
Duarie Ferreira Ferro.Mandaram ouvir
o Sr. desembargador procurador da co-
ros, v
Appellanle, Josepha Maiia da Co'eeicSo;
que po
Nossos romancistas fe
be mais farte e vivaz.
entre elles devemos cootar alguns de nossos
historiadores) prelendem que ha ainda em
Fraoca Gaulescse Francos, filhos dos vencidos
e flhoa doa vencedores e que he por lo que
nos despulamos. Porque raso pois nao ha na
Inglaterra liretde contra Laiei; Lsvjes con-
appellado, Manoel Ignacio de ArroteJIas I "* ^""'arq-iee; Dinamarqueses codtra or-
-r-i.. It o j iinandu? a a lia nao foi coaisuua acuau
Galvao-Mandaram ouv.r O Sr. Jesem- du ,. ", Roinaooi prlineirameole e
bargador procurador d coroa. I pe|, Franco depoi: a loglaterra ful cooquia-
desCmaqOs. tada quatro vezea; pelo Romano, pelo La-
Appdlsnte, JoSo Leile Pita Orligueira ;' xe, pelo Dlnamarqueze, pelo Normando.
appellados, Manoel Pereira GuimarSesu. Porque rasj pois todas a dittereucas que te-
sua sogra. inos com a Inglaterra sao, em boa lgica, em
Appellante, JoSo Baptista Pereira Lobo de '?<>" vantagcui, e em facios em nosso pre-
mSSTSZ at,pellaJ' MaUOel (;"U- '"Tola. cata, que.tae apreaent.vam-.e natu-
oo ae yuuroz- .,,,, rameme uo nosso espirito, ao lermo a llisto-
AppellailU.Innocencio Jos da Costa; appel- ria daJ ,I(lllro conquiia da Inglaterra., a qua!
lado, Ignacio Alves Felo. : Mr. Emilio de Hoonrclinse acaba de publicar.
Appellantes, Manoi'l Pires Ferreira e outros;' O autor que j publicou urna < Uiitoria de
appellado, Domingos Caldas l'irea Fer-1'Franja a qual leve multo auccesao, quiz, in-
reira. -- ivestigando asorigens da Inglaterra moderna,
Appellante, llirmenegildo Eduardo do llego i eatudar ein aua foote ladillerenca que sepa-
,lrAlnZi;,8ppe,l",'Anu,mo ,S ^'^l^^XZ^^'
ii iiiiiiii ... ,, deste modo iiue, quanto a diversidades das ra-
Appellautes, Joo Itjnacio d i l.oyulla barros | ral, ello r,.aJ, ,ua ja ,cl|ida i, ,,,,.,,..
eoutro; appellado, o juio. didasauipaihia deoiigein que ae julgava ver
oa lampos remotos he a mais aristocrtica Jo juiz de paz supplente do 1 deslricto dos
mundo e uma aristocracia que he tambera a
mais deinocratics.
O terceiro estado, diz Mr. de Boonecbose,
dcapresado no continente pela nobreza, abi fot
quasi sempre seu adversario ou aeu rival: o
tempo meamo em Franca augmenlou nos Esta-
do Geraes a dtitaacia entre as ordena, ein-
quantoqueua loglaterra elle o aproxlmava,
veodo-ae diminuir continuadamente deade o
aeculo dcimo terceiro, a diataucla legal que
aeparava a alta ariatocracla da medida e eata
da burguezia : ellas principiaram a confundir-
se no seculo XIV, quando as villa adquirirn.
o iln,i (o de represen la (So ede ludo o que con-
tribua em Fraoca para tnanler duas classea
distiuctas, a representaco nacional e o servico
militar, o commercio leuden a nao fazer pouco
mais ou menos aenio uma so do outro lado do
estrello.
As lulas
Afogados ,( iiiiniiiiiic iiulu achar-se em exor
cicio do mesmo cargo, em lugar do juiz do ni
crrante un no, que ausentou-ae para o Sor- ta
to,
Outro do 2." tenante Antonio Egidio da
Silva, participando haver remttiJo, em
9 do crrante, a thesouraria da fazenda ge-
ral, o requerioiento, e mais papis d'esla
cmara, relativos ao terreno de marinha da
ra do Brum, requisitaJo para serventa
publica, acoopanhando-os o termo de ni -
(lirjSo, e demarcacllo, alim de sen- pastado o
respectivo titulo : que se expedisse, ordem
ao procurador para solicitar dito titulo da
thesourana.
Outro do presdante do conselho geral do
salubridade, dizendo ter o mesmo conselho
clvla e tao morliferaa d' "recebldoqueiMs d^algumas pessoas, resi-
co,n^..%\o^^^^
'- rein encommodadas pelo fumo das mesmas,
e pedidlo o plano adotado para os respecti-
vos fornos, alim de que possa uma commis-
sSo do mesmo conselho, acompanhada pelo
eata fusao fazendo subir urna inullido de fa-
milias da segunda e da lercelra ordem para a
primeira. A nobreza eolio veio a ser loseoal-
vclii.eutc o que ella era na amiga Germaoia,
isiohe, lodividu.l e peasoal; o Ulula de par
do ni no pode so conter i la, ella fol, para aquel-.
lequedeste titulo eslava revestido, a coose-
quencia toda natural da posse da pi ioielra dig-
uldade, do exercicio de uma funeco alta e res-
peitada, ella nao couatllulo, salvo o direlto he-
redlctario de priinogenliura, nenhum prevlle-
g|o para os filho dos titulares; nada depoi da
terceirageraco os distingui mala da inassa
geral dos cidadaoa, eelle foram comprehendi-
dos com estes debaixo do nome genrico de
a coinmoners ou de homens sujeitoa le
coininum.
- Todas as classea da naco foram desle mo-
do com os tempos, fundidas em um vasto e
engeoheiro d'esla cmara, e dos fiscaes",
examinarte ditos forooseslSo deconformi-
dadecoin o plano : addiado.
Ouiro de .Manoel Antonio da Silva Antu-
nes, juiz de paz do crrante anno, do t "
destricto da freguesia de S. Frei Pedro Gun-
(alves, participando acbar-se funecionando,
e haver dispencado o cidadSo Manuel Joa-
quim daSilva Rbeiro da serventa do lugar
de escrivfio, e chamado para este eiercicio
a Manoel Aloxandre Gomes de Mello, escri-
v.lo da subdelegada da mesma freguezia,
conformndose assim com o disooslo no
(i'ahi a soiilinella a dsposi;3o do respecti
vo fiscal: ni ni ion -s informar ao liscal.
Duas |n-i n;o -, uma de Barnardo Antonio
Je .Miranda, e outra du Antooio Piuto de
Azetolo, ambas sobre terrenos de mari-
ha ; o d'aquella na ra d'Aurora, e o des-
na Emberibeira : foram roinetli Jos
oiiiniis-.i i de o lili: ii;-lo.
Al ni Ion -u remellar ao Vereador Carnei-
ro Monteiro o requerimento de Frederico
Koop, peJindo alteslasse a cmara a sua
comluot, durante o tempo que esleve en-
carregado dos traballios da mdsma.
Defdrio-se juramentos ao liscal, e agentes
interinos do contracto das carnes, Caetauo
'' ini'.iiio i;illianl j, e Joaquitn Correia da
Costa.
Mandou-se chamar 2 suppleutes em lugar
dos vareadores Dra. Moraes. e Souzt.
O Sr. vereador Carneiro Monteiro, fez o
si'guint requerimento, que fui approvado :
--Ten lo a dous, ou quatro oiezes Joa Ap-
polinario da Cunta requerido i esta cma-
ra licenca para se fazer cornija em uma casa
da ra da Roda n. 52, e rebocar a frente, e
lendo-se-ihe negado dita licenca, em vala
das informaciJes Jo li-r 1, e do cordeador,
succede que n.io obstante o ter sido indefe-
tido tal requerimento, a obra esl feita,
vista do que. requeiro que esta cmara de-
termine ao fiscal supplente d'osle baiiro d
as i ,i-o que o lUeram n'isto consentir.
Janeiro, 13 de 1852, Carneiro Monteiro.
O mesoio vereador requereu, e foi appro-
vado, que os 'mup regados da cmara que re-
ceberam do j iil.inte de ordena da presiden-
cia um recado, vindo do Eim. presidente a
rtfpello d'uma poreio de carne verde, apre-
hendida em ni a i estado, fliessiitn urna com-
innnic.ie'M porescriplo.
Despacharam-se as petiffies de Caetano
Pinto de Veras, Flix Jos da Fonseca, F-
lix Jos do i! i/, o io, j.'nacio Jos dt Coala,
Manoel Forluoso da Silva, Manoel Fumino
Ferreira, e levantou-se a sessSo.
Eu JoSo Jos Ferreira d'Aguiar, secreta-
rio o suhscrevi Oliveira, presidente
Mamede, Franca, Carneiro Monteiro, Bar-
ros, Figueiredo.
Mappa dos accordios proferidos, e feitos destribuidos n relajo de
Pernambuco, do anno de i85i, com designacodas provincias
a que perteacem.
i'.issn.iin no --i. dosetubargddor Villares
ao Sr. deseoibargador liaslos as soguintes
appellageseni que silo:
Appellante, a fazenda ; appellado, Joo Luiz
do Albuqacrque.
Appellante, Marcelino Jos Lopes; appella-
do, Cuilherrne S jares UoleUio,
Appellanle, Francisco Pereira Uandeira de
Mello ; appellada, a I'./ n la.
Passaram do Sr. desembargador Bastos
ao Sr. desembargador LeSo as seguinles ap-
pellacous em queslo :
Appellante, o juizo de ausentes ; appellados,
Manoel Joaquim Carneiro Leal o outros.
Passaram do Sr. desembargador Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as se-
guintes appellacOes em que silo :
Appellanle, o juizo; appellado, o preto Cos-
me, escravo de SebastiSo Antonio Paes
Brralo.
Appellante, o juizo da fazenda ; appellados,
os herdeiros de Jos da Cunha Teixeira.
Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro
as seguinles appollaces em quesSo :
Appellanle, Francisco Jos Duaite Carnario;
appellados, Joanna Mana Hacil e outra.
Passaram do Sr. descmbirgador Pereira
Moutuiro ao Sr. desembargador Valle as se-
guiutes appella;Oes emquesSo:
Appellanle, Benlo Jos da Cosa ; appellado,
Jos Joaquim Bezerra Cavalcanli.
Passaram do Sr. desembargador Gomes
llibeiro ao Sr. desembargador Villares as
seguinles appellar,0esem que s5o :
Appdllante, o preto Luiz por seu curador;
appellada, Joaquina Roborla da Concei-
(3o.
Appellantes, Manoel Joaquim dos Reis e sua
mulher; appellados, Francisca Carolina
de Faria Lemos e outros.
DISTRIBUICB5.
Ao Sr. desembargador Leo as seguinles
ppellaces em quesSo:
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Ca-
valcanli de Albuquerque Mello.
Ao Sr. desembargador Souza as seguin-
les api rll.iro em que s3o :
Appellanle, Jos da Rocha Paranhos; appel-
lado, Ulisses Cokles Cavalcanli de Mello.
Ao Sr. desembargador llebello as seguin-
les appella^es em que sSo :
Appellaote, Jos Bezerra Cavalcanli ; ap-
pellado, Jos Faustino dos Sanios.
Ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guales appellacOes em que silo :
Ap, ellanii', Joo Baltazar de Souza ; appel-
lado, Andr Joaquim de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Valle as seguinles
appellacOes em que aSo :
Appellaute, Luiz Jos de Franca; appellado,
o juizo
Levantou-se a sessSo depois do meio da.
, Commando das armas.
Quarel general na cidade do Recife, 23 de Ja-
neiro de 1852.
oi.iii-M do iiia a. 61.
Regressou Ijonlcm a noite ella capital o ba-
Ulbaoquarlo de arlilherla ap do commando
do Sr. leme coronel Hygino Jos Coclho, que
na madrugada do da 8 do crreme liana mar-
chado para pacificar as comarcas do Pao-do-
Alhoe do Limoeiro, tendo antes regressado tam-
bein o nono baulhao de infantana sub o com-
mando interino do Sr. major Joo Nenomoceno
da Silva Portella, que com o uiesino destino ex-
pedicioura para a primeira das referid.. co
marcas, na noite do da i.
O 'nm-tliiil de campo itraduado commandan-
ic da arma, sent amis viva satlsfaco em de-
i clarar, qua um e oulro commandantes no ar-
1 do desempenho de suas coaomisse, molra-
Irani-se dignos da coofiaoca que nellesdeposi-
l"(i, t: agradece ambos c aos dignos oficiaes
doatupraciladoa batalhes, os esforcoi qneem-
perprtuir-se de gerafdes em gera(oes, e que
elle v pelo contrario ir-se estinguiudo rpida-
mente pelo progres-o do tempo e pelo movi-
mento das iustiluifes. Sobre este ponto, o
novo historiador das a Conquistas da Inglater-
ra separa-se de seu illustre predecessor, Mr.
Agosliulio l'iui nj e pela nona parte, nao
hesitamos cin crer, com Mr, de Ronnechoae,
que os povos conquistados, quando os conquis-
tadores ne un eutre elles e vivem com elles,
uo perseveran! obstinadamente em seu odios
- A Iheoriada diviso permanente das racas-
dii Mr. de Bonnechose, e de seu eterno antago-
nismo sobre o mesmo aolo, coucebida no aecu-
lo XVIII por Kuiil iniviliier, ooolinuadano se-
culo XIX por Monlbosier e que ambos appli-
caraiu historia com um fin poltico e siste-
mtico, lie falsa, e me pareceu em todo o lem-
po funesta. Eu era mullo moco, nao linha ain-
da vinte anno c sahia apenas da escola militar,
quando j noa annoa de 1821 e 1822 fui iuipres-
sionado pelos perigos de uma opinio ou de
um -> -irni i que envenenava os velos odios
da revoluto, moslraudo-nos a inlmisadc dos
Francos c dosGauleses hereditariamente trans-
iniltida cun seu saogue nos dous grandes par-
tidos i ii11 i em presenta umdo ouiro.
Apartado das pesquisas histricas pelos de-
veres de minha prollsso, nao fiz nenliuma n i-
quella poca, e todava adinirava-me de que,
at quasi pelo meio do ultimo seculo noaaoa
|i,o- iivi ..em igoorado sua genealoga, que
lile livesse sido preciso, para conhece-la, que o
orgulho de um coiide de Brulaiovillies achas-
e seu proveilo em ensinar-lhes. Eu compre-
hendia finalmente mal que os Francezes se tl-
vessein guerreiado durante tantos annos como
descendente, uns dos Fraucos e outros dos
Gauieses, e Islo aem tal sabebem. Estudei mais
larde esle ponto de historia e foi-me bastante
ler Gregorio de Toor e laucar os ollios sobre o
diccionario da nabreza franceza para reconhe-
cer toja a valdade do um sysieiua qOe d a es-
la por antepasados antes os Francos do que os
Gallo-Romanos. Esaminei depois com allen-
(o os resultados da mais celebres cooquislas,
e cheguei a esta concluso importante, a saber;
que duat uacoes vivendo no mesmo aolo e de-
baixo das mesmas leis, leudo urna subjugado a
outra sem abaorve-la, sem extermina-la, ebe-
gamquaai aempre a urna fuao aasa rpida c
cmplela, se lodavia a ade do governo tem
ido ir.ui-re i.l.i para o territorio conquilado, e
se anteriormente conquista, estas naedes nao
ealavam j profundamente separadas pelare-
ligio, pelos usos e coslumes ou pela cor.
Accresceolo a estas reflexdes tao justas de
.Mr. de Bonnechose, que a diversldade daa ra-
vi- nao produz aempre na hisloiiaoetTeiloque
se Ibe altnbue ordinariamente, e'que ella pro-
duz outros que nao Ibe sao attribuidoa ; ella
cauaa algumas vezea o deamembraiocnlo do
estados e contribue para suas divisoes, para
suas guerras civis, recouheco isto ; porin tam-
bein ella faz mullas vezea a forja e a euergia
dos Imperios. Aa naces que repellem com un
cuidado zelloso a fuso doa estrangeiros, que
se Isolam e encerram no recintho de suas fron-
teiraseuervam-se e enfraquecetn-se depressa.
O mesmo que succede aos povos succede s fa-
milias. Resulta mal s familias catarem-se
sempre entre si; ellas defiobam promplamen-
le. Oa povot que se formam da reunio de
mudas nacoes ou de umitas rajas, quando es-
las ra(as sao aumcienlemente analogaa para
tolerar a uoio c auCucieniemeote ditlrentes
para nao ler seno um meamo aaogue e urna
mesma seve, estes povos leein em certos mo-
mentos da historia uui poder espantoso ; e por
iso que nao tem um carcter exclusivo, ellas
teem para conquistar e para governar os povos
estrangeiros uma aptidao maravilbosa.
Dal-lhesum chele hbil e intrpido, que ten-
do em si a energa de mullas rajas e em aeu
chafe o poder de um coiumaodo nico, elle
ao irresistivels. Taea foram na aotiguldade
os Macedooius. O Macedooioa nao sao urna
rata nica ; sao urna mistura de populaces
diversas, melado gregoa e inetade torcica.
lito he que fez sua forja e o que Ibe deu o im-
perio do mundo. Oulro tanto direi da Russia
uos tempos modernos. O principal da popula-
cho russa he slava; porm ha entre os slavos
da Russia nao sel quaotos povos diversos. Tain-
bem ha rajas que nao sao alavas. Esta fuso
he que faz a forja da Rusta. A unio dat di-
MV ...III 1,1 lllllllll., HU H II. V... ,
harinouioso todo, quando no resto da Europa arl. 19 do regulameoto n. 120 di 31 de ja
prevllegios herediurios para lodot os ineui- neiro de 182, visto oslar o dilo Manoel Ale-
bros de una mesma familia perpeluavam a se- xandro no caso do art. 42 do mesmo regu-
parajo das castas e a perigosa rivalldade das lamento: addiado.
ordeu. A Inglaterra a qu.l um precouceilo Outro do vigario dos Afosados, remetten-
inu.to geral tem felo con.lderar al "" do o inappa do bapiisados da mesma fro-
','=0? ?.Ou"^ .'n'-rmeVte mu.i.,, seculo antes de n, dela igualdade oro p. linJo: que se archivasse.
peranie a le civil que a Franja nao conheceu Oulrodojuiz municipal, Manfjaj Clemen-
seno depois de i/S i. nica conquista de todas tino Carneiro da Cunha, du 23 do dezombro
aquella que a revolucu fez, que nao pJe ja- lindo, Commuoicaudo haver na mesma data,
mais ser posta em quest' Keaultoii daqui ntralo no goso da lie.ene i, que a 20 do
este ficto i inmenso que as grandes luta poli- ,, mez ||,8 fdra conced Ja pela presi-
ucaa tiveram lugar em Inglaterra entre part- HeAcia da nrovincia ........ i ,
dos e uo entre ordeos. Ellas foram violenta. ,' ,," ,f ''',,. ,. ,,
sem duvida. mas vanavei. ephemeras como os OutiO d* JoSo Vicente de Unto Ga v3o,
proprios partidos, e uo Implacavels eperpe- commuiiictndo achar-se imaossibilllado de
tuas como as casitas; ellas contribuirn! para
formar etie admiravel etpliiio publico que be
a verdadeira anoora de talvaco da Inglaterra,
em vex des.e espirito acao lado, invejoto, ex-
clusivo e por isso mesmo ante-nacional ao qual
a lula das castas ou das orden d nasciineuto
e he oeste phenomeno que a loglaterra apre-
senta-ae s no limite da media id .Je e do* lem-
po modernos, he na coostiluijo democrtica
de sua aristocracia que cuinpre ver una das
maiores causas do progressodat liberdades pu-
blicas, mais rapidoni'ssc pais do que em qual-
quer outra parle da Europa.'
Sao estas coinbloajet fecundas de costumet
e de espiritos diversos deposias na fase do povo
ingles, sao o que nos chamaramos contradic-
toes lgicas e o que be urna feliz coinblaajo
de lorias diversas que tem fello a grandeza da
luglaterrra, sua graudeza pacifica e estavel.
Mr. de bannecbosc resume de uju modo vivo e
serio no fin de seu livro estas cinlraijces sa-
la i re, do espirito inrlei :
Sena Inglaterra, ornis activo dot ditsol
ventea, a impreosa peridica, est livre de lo-
dos os teus obstculos, de outra parle, a forja
a mala cooservadora, a propriedade abi per-
maoece depositarla do poder publico.
Se o espirito mercantil augmenta ahi ae a
sede do ganho he ahi caliinulada sem inlerrup-
jo, de outra parte tambein a f religiosa, Im-
placavel adversario do egosmo individual, ahi
ni na.-ni aeu imperio.
a Se a barrelra das castas he abi abatida en-
tre as familias, se, ha seculos, a igualdade pe
rantea lei, sem excepjao meamo para os nlbos
dos pares, lornou-se a regra coinmuui, be
igualmente verdade que oculto dai lembrao-
jas ahi esl sempre vivo : a loglaterra uo dei-
xaextinguir-se uo esquecimeoio e na pobrexa
as familias illii.ii.id.i- por grandes acjoeaou
por servijot relevantes, ella as v representa-
da coiu orgulho em seu pariado lieielll ni i a
gloria aotiga ou recente das mesmas, he seu
patrimonio; ella faz desta gloria um baluarte
e um exeuiplo para ti.
Aprerogaliva dot relt etl encerrado ahi
em etlreiios limilet, porm sua pessoa, como
o.. .mine i i,ei inania he o objeclo de um respei-
to sem limilet.
ii O loglez einfim tem conservado e augmen-
tado as franquezas dos amigo Germuos, seus
aotepaaaadoa ; porm tambein lem guardado e
reapeilado a tradico sagrada das virtudes ger-
manicat.
Elle nao cobija para leu uto, nao i oveja a
nenhum povo iuililuijet de aventuras, nas-
udas de convuUdes repentintt, tem neohuiu
lajo com aeu passado nein com o meio em que
vive, elle leria pouca coofianja em sua dura-
jo, por mala Irreprebenttvelt que fostem no
poulo de vista especulativo : mas er iininor-
laet aquellas que pottue, apezar de toda a liga
que cuutcui.
Saint-Uare Girardin.
{Journal de$ Dbale.)
DEM0XSTRAQA0.
ileapachados
le-ir Hondos.
6 I 49 I 46 I | 122
109 1
I 6| I
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I 18 I
4 I 50 | 43|
128 I 208 I
2| | 10 | 2 |
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Pernambuco-.
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I'arah ba .
Itio Grande doNorte
Cear
M ii.iolia i .
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I I 'I I '01 34| | I I I I | |
121 101
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I 2| | |
I I I
I I I I I I I
Rio de Janeir
I I
-|
Somma. ( 4 5o 4.1
I I L_____I
128
execer o cargo de escrivo de paz do 2,a
.1 esincio de S. Lourenco da Malla, em con-1
seq umi na de ler dado uma qu Ja, e fractu-1
redo o biaco direito, pedindo demisso do -
mesmo cargo, e devolvendo os livros que:
recebera para o registro de oascimentos, el
bitos : queseolliciagseaojuiz da paz para!
proporquemosubslitua.
Outro do administrador do cemilerio, re-
metleodo a folba dos vencimeolos dos res- '
peclivos ompregados do mez de dezembro
lindo : mandou-se pagar. |
Outro do mesmo, dizendo em satisfac.i a > _
ordem que ihe foi expedida ero 12 de de-; Srs. redactores.Vi vendo fra desta cidade'
zembro ultimo, que alm dos factos que a gora live occasio de ler uma correponden-
trouxera ao connecimelo da Cimara em
III I I I I I I 3| | |
I 6|
M
ti
20S1
1(47
O SECRETARIO DA Ul-UCAO'
Domingos Affonso Ferreira.
Correspondencia.
PERNAMBUCO
CA31AKA SlUiMClfAL.
SRSSAO' EXTRAORDINARIA, DEU DE
JANEIRO DE 1852.
Vrcsidencia do Sr. Oveira.
Presentes os Srs. Barras,Carneiro Mon-
teiro, Fraoca,e FiguoiroJo, faltando
cometusa participada os Srs. Mamede,
e Moraes, e aem ella os mais Srs., abru-so a
sesso, e foi lida, o ap'provada a acia d'an-
lecedente.
Foi lldo o aeguintc
EXPEDIENTE
Um nllicio do Exm. presidente da provin-
cia, pedindo a razo porque deixou de ser
opportuntinenle escnplurada, com a clas-
s.lict(fio propna, a deapeza de que tractoo
a camtra no nllicio que Iha dirigi em 16 de
dezembro ultimo, alim de que possa dar
J le iiulii
abuso de o
ido anuo lindo, relativos ao
zr#ti
cia inaerta no seu bem conceiluado Diario
11 de 15 deate mez ; a logo exclame!, Grajas a
lieos l nao sou o nico que exprobo o > -- uno
coslmue, que se tem introduzido de chamar
erem sepulturas grfxuilas 00
mi i CUSIUIIie, i|UC se ICIII liliruuuzuu ur luiiuai
cemiterio queu nSoeslanesse caso, ou- peio. peHo'dicosos devedore.para .ali.fa.erem
t'os nao lem chafado ao seu conhecimen- is eu debiios i
lo; mas que Aginante cumprira as ordens Em verdade. nao he possivcl deixar de ion-
io Exm. presidente da provincia, dando concordar com aquello nobre correspondente,
parte de qualqueroccurrencia que houvor que be esse um meio violento adrede inventa-
a este res pe lo : iuleiraJa. do por certos sujeito que Julgam-e com dl-
Oulrodo mesmo, remetiendo a quanlia "o de offender e ulirajar impunemenie-
de 3,000 rs, que pagara o juiz da rmandade quelle, queporsua lofelicdade te consliluie
. c i_ i t. K __. -..i..... .. rain seuadevedorea, e quasi sempre por apuros
deS.JosJ'Agoma, poruma sepultura re- dc circunstancias nao pd.m de prompto sa-
servadt para o cadver d uma irma da mes- tiafajir-lhcs ; uao reata a menor duvida, que
na, ropugnando sepulUI-a em sepultura semeihante expediente nao he por elles adop-
commum, para o que si liona oblido a guia lado seno para prejudicara repulajodaquel-
graluita de o. 1,737; inleiradt, e commuui- l't miseravei, e por consiguite para dirigir-
cou-se ao procurador. Ihe urna gravitiima injuria. Em parte alguma
Ouiro do vereador Francisco Goncalves do mundo civilitido. nao me cunta que aed
de Moraes, accus.n lo rtfcebido o cilicio, '!" e'C"dalo, e nao be de pre.umir
uo .,., ...a. .oooo,uu u oirn-.u, Ulle s no Hrasll baj.m remlsso, devedore, ou
que Ihe dirigir ultimamenleo presidente qUe osmeios judkiaes proprio para cobranja
.lesla o .maia, e respondiendo achar-se aiu- de dividasiejam impoienlcs; logo esse meio he
da doente, e precisar o'algum tempo (3 ou invocado para deshoorar o infeliz, que est
l mazesj para seu completo reslabeleci- as garras de alguna butret, e multas vezet
diento : iuteirada. trmulo, como uma perdiz ; mas he iiii.ier.
Outro (de 21 de dezembro p. lindo) do quese nao illudame saibam que. te encontra-
juzdeptzdo anno Hiido, do 2.0 desluci m Iguin menos soflredor, os pode arrastrar
, r^,.r ;- j- d,- ir,....__i j ik a. aos tnbuuaes, e raigir-bes a satisficao, que a
da freguesia da Boa-Vista, pedindo Iha de- ,e, perilllllei orqu*. nin,uerll c,bel o direlto
Clarasse a cmara quem devia passar a de ,pUnhalar areputajJo alheia por qualquer
vira, visto estar au ndar-sc o anuo, u ler-se mane-ira, qnc, seja, sem a devida reparajo ; e
mudado para a freguesia deS. Jos o juiz do baja vina, oque j aconteceu a um denea ineus
4.* ai.no ; que se responderse que ptssasse aenhorea noltio de Jaociro, ao qual por faci
a jurisdi(!loao juizdo 1. anno, em vista do tcmelhante custou-lbe urna pronuncia afitul
aviso do ministerio da justica de Udeiulho decr'iada pelo jol. de direlto Joo Lopes da
de 18*3. Igual decisSo mandou-se co.umu- ** '" ^"^tl?.'*"?"?,* L"n\ Z'.l?
i i a dos tiibuuaei daiiuella corte, do anno patsa-
n.oar.oju.zde paz dos segundos destnctos do, e r<5ai! iuvocada como .reato por.er de
do Pogo, Muribeca, e Varzea. uul ....gi.ir.do de recoohecida Inteligencia e
Oulro do Uscal do Recite, pedindo que a probidade. Entretanto he para desejar, que os
cmara mandaste reparar acalcada da cer- Srs. editores peladignidade que os oaracterl-
las ras do tnesms bairro, que est minio ..un, repillam das tuat das suas folhas seme-
arruinadt, em estado de impedir o trans- Ihante torpeza, polt troco de om mesquinho
to, anuo ser logo concertada: que recebes- ioleretsesterve de converle-Us dett'arte em
seapedrade Fernando, viada no patacho J!0u,'oho d* rePutafa0 do$ ,eu* ">">"
Pirapama. "..,._ I Peco-lhe, Srs. redacloret, a loterjao deltas
Uma informasSo do scal da Varsea, re- i0,, ,olca, e mal irajadas por quem nao Ihe
lat va ao eogenheiro director das obras pu- he deacoohecido, nao ae acha felizmente naa
blicas sobre as pontes dos Afogados, e Ct- critica, e deploravelt circumiunciat de ser
Cbang : iuteirada. cbamado pelat folhat publicas pagamento
Fui iini tambem lidos os seguinles olli- das suas dividas,
cos, e peliOes, viudos com despachos da ^'."e0 de.aer teu anligo saigoanle e velho
presidencia para seren informados. .amigo.
Um do presidente do conselho de salubri-
dade, apresentaudo o relatono que dora a
commissSo nomeada pelo mesmo conselho
para coonecer das queiasdos moradores
la freguesia de S. Jos, coolra o uiao chei-
ro do maladouro, o a ma agua do ohafariz
da.extremidade da rus Augusta ; mandou-
O Cerlanejo.
VARIEDADES.
O COLLEGIO DE 1-K\M,A.
Tantas muJancas, tantos sobresaltos, tm-
s- rii.netlor dilo roialono a comiuissuo dos tas contradichas tem tido lugar na poltica
Srs. Franca, e Ctroeiro Monteiro. i uta ideas o as instituifOis de Franca, que
Outro do subdelegado da freguesia de S. sobre mullos pomo, os homens mais iua-
Jus, coiniiiuiiicaiidj o fado de n.lo quurcr trunlos o mais habis eslo embaragados em
o administrador do coxiieno receber a cor- sabar que deciso devtm lomar quaoto ao
lidio de bito de um preta forra da casa fim n orgiuisicSo delimtiv.i que se devera
Jo majur Manoel Cavalcanti de Mello, con- dar as cousas. Puucas pessoaa, por exemplo
forme o decreto regulamentar de 18 de ju-'se lombramdo que fui 110 passado e do que
uho de 1851: mandou-se ouvir admiois-'deve ser no futuro um ealabellecimenio
irador. I scientlllco, de que boje todos tanto se oc-
impiiiii, oCollegiode Franca. Mil rasOes l'a-
c -is de advinbar nos p ol 11. miineentremos
as ii'iiiiii'iu-i i-ule- da controversia susci-
tada pelo curso de Mr. Micnelet. Nao he dis-
to que se trata ;mas de procurar sement
o li ni eos limites desta bello estabellecimen-
to, o grao de liberdade deque seus profes-
sores devem gozar, seu lugar no ensino na-
cional e a juris n'c'io da qual depende.
Elle he de todas as instituicoes anlogas
que existom na Europa e mesmo nos Esta-
dos-Unidos, a mais lili inil, aquella cujo ca-
rcter, como boje se diz, he o mais eminen-
temente progrossivo. Tal he o destnclivo
mesmo de sua origem. ContnuacSo e re-
producSo viva das cadeiras publicas de Pa-
dua, Veneza o Florenca no seculo 16, o que
se chama collegio de Franca uo he um
collegio no sentido actual desta palavra,
mas uma especie de Universidsde allemS,
reunido de cadeiras superiores, que concen-
tran as luzes adqueridas e novas.
No principio do seculo 16, o collegio de
Franca tomou das nios da civilisacSo ita-
liana, entilo a mais brilhanle da Europa, o
faeno ardente da sciencia.
Em 1530 foram fondadas as cadeiraf de
hebraico, de grego, de philosophia, de nu-
l flemticas.
Em 1531 a de eloquencig.
Em 151:1 a de mececioa.
Em I5s7-a de arbico.
Em Kil i a de direilo.
Em 1692 a de syriac e successivainento
as cadeiras de astronoma, de pbysica, de
.ululo .na, do ein mica, de Insto, ia natural,
de historia, de saiiscnt, de liogoas mo-
dernas, de lilteralura franceza, de econo-
ma poltica etc. V-se que os servicos
prestados pelo collegio s3o graves e que
elle be o orgSo da soencia a mais
ayancada. Elle nao lem oulro lim seno en
sinar graluitamenleao povo o que ha novo
eoque be verJadeiro;derramar oque
uo he do thesouro commum e oecessario a
exisleocia intelleclual dos cidadSot. Elle
nao caminha sobre os destroc* da Univer-
sidades nao faz com ella dourado eraprego.
A UnjvertiJaJa cra JvogaJos, mdicos,
administradores, ou polo menos se encar-
rega de distribuir a cada um os coubeci-
raentos indispeostveis pira qne posta abra-
Cor i sua vonttde uma da profiasOes li-
beraos. Ha uma tarefa bem bella, um eui-
prego bem elevado.
Quanto individuacao aprol'undada de
esda scieocia, aos seus ootaiot, s suas ex-
periencias, as suts conquistas recentes, es-
le be o dominio do Coll -giu de Franca. El-
le dee limitir-te a islo, e etles lmites no
sao estreilos he o horizonte mesmo dos 00-
nhecimentos humanos 3 sao suas ultimas
profundidades.
Toda sciencia que nasce, toda claridade
imprevista lineada nos campos da sciencia
devem pois actiar lugar no Collejio de
Franca. ,
Eslo he o lim da nstituigMo ; ella Ihe tem
sido liel al aqui. (juando as prevencOes
Jo clero repelliam o osluJo do lgo e do
hebraico, Francisco I. ajudado drtiasino e


Jai reposeilouce'nant
)l ir-.....ir Je heu-eusn mamoire,
AU ii.|-m lo jugcment.
Esta perannagem ausurda. na quil se uo
cuida se nlo par* a oscarnecr, reoebeo
muito regularmente seu or leado, O era
protegida pelos g a les genitores em casa
dos quaes jntava.
A lili'i 1.1 1- e a novidade de propagarlo
n.i scianci i, s;i i tolos, o veem.O fimparlicu-
larila in-lll >ici;9<> Issoatlest.Urgas cnlei-
raa dadas ealringeirose a nacionaea secu-
lares e rcclasianlos, oreadasa medado daa
necessida ls e das aoqnisiefles do saber : =
ntreos reinados de Francisco I. o de Car-
Jos IX para ogrego, para o hebraico, par-
a meJicina, para as inatliematicas e para
a eloquoncia ; no reinado de lloiinqu- III,
para a lingoa arbica; no de l.uiz Xlll pa-
ra a jurisprudencia ; no de Luiz IV para
o synaco, de,iois succes^vamento para lo-
dos os ramos dos cotihecimentos humanos
a todos os idiomas, cuja historia esclarece
a da humanidade. A inonarcnia n5o tintia
Jue temer o abuso desta independencia,
uem lena ousado roexor-so ? O proprio
Eliis lu. in, o01 desloa espiraos ousidos
para quem o collegio he o sanctuano ; fui
obrigado a cedei. O redime im erial de
Npolefto nfioleraii oais a vozmudesla d'An-
drieux e o grave anda que livre en-inn d
Mr D.iuoou. O ultimo acto publico do col-
legio he bastante honroso, e cumi.re qu
Seja recordado. I. n lNI5cada professoj fez
Ceaso ao paiz de 1,000 Traucos animara
de seu ordenado por alguna anuos; bem
entend lo estes alguna aunosluram anda,
e omguem pensa nem em reclamar os tra-
za los, nem reslabelece-|os sobre o ami-
go pe.
Hoje lulo he livre em redor do Colle-
gio, palavra e doctrina ; livre como tile
misino. Nflo se trata m*is de saber a* to-
das as dearoliertas p iitem ahi ser ensilla-
das; ningem duvida disto ; nam seo Pro-
fessor he in lepen ionio ; seria ridiculo di-
zero conlraiio: mis onde se limita a pro.
pna ciencia ?
Serio m-gnetismo urna ciencia? Pro-
fessar-jo ha a astronoma ao lado da as-
trologia ? Por ventura a oniromancia e a
rarinha da aveleira que advinna as Tontea,
e a advinhacfio dos sonhos, e mesoio u poueo de sonoianbullamo no seriam mui'o
ag, adatis? NSo lera a alcurnia junto da
ohimica seu logar natural ? Se se apr-
senla' algum novo roeio de interprelrar
hislo'il. orfecer-lhe-hSo urna cadea ?
l'ederia cerln sabio moderno provar, como
tem escriplo e impresso, que a Franca he
a besia do Apocalypse, e que o famoso
numero se acha nesias latirs ? Emfim pode-
ra a liberdade do l'mfessonido ser com-
pleta esem limites? e se tat limitada qu.uu
julgara dos limites ? Nenhumi drita
questes iisll resolv la ; uenliuina tmlia
podido sui.ir antes do estado actual .das
cnu-as. Proiestamoi d novo coulratoia
alluso pretendida aos acconteclmentns r-
cenles, a Mr. Michelet principalnirute,
sua pessoa ou 4a suas obras ; ul 1 im-ins
( e o Irilur recOnhecera a conveniencia des-
ta abslencjlo ; de entrar na controversia.
lie,mis de ler doterminado o carcter da
msiituijilu l.ooppoiluuu saber onde para a
liberiiadedo l'roressor, e seella deve parir
em alguma parle.
Aos pailidialas da liberdade Ilimitada
nJo custa responder. e riles sSo Consequen-
tes. NO llavera m-l, ao seu Ver, se l'ara-
celso subir a cadena o encerrare diatio na
maca de aua espala, cono Ine aconteca
em Uasilea, em 1560, com satisfacSo dos
ouvioles. I'or que Ligar Pai o illumi
nado americano que iC,)u de p,or,r 0||
11 .-conhrcar a pnssibilidade de urna solu
Mide"obre o signo d SainfloT : quem CO ortica, be ter jl dado um grande paa-
noa asseguiarl que um nSo prefir contra ao; porque, credeo bem, guindo osonho
a raaublica, entretanto que outro deca- ,tlver cedido o lugir i reilidade, a necu-
nar contri monarcbii ? Quem nos diz ao seguir logo. 0 resultado de urna se-
melhaote emprezi sSo multo grandes, e a
Inglaterra nao tardar multo lempo cm
por mfioi obra.
A passigem do mar di Mancha no ser
ieBul creou'cadeiraadaalingoas heh'ral--peosamosssm. Sem f lardo que pode- Cisors-dem, poi, lugar ao camlnbo do
ca he.nici. Logoqu aa lingos, onan-irlaarrisla' deexcessos bella moral duana- peniamento entre-oAattimundos.
Uei vivas furiin cultivadas, nov s oideirai baptista Muoter, ou aa doctrina da media
se crearam : o Collegio do Franca lio ae-
. guido e fecundado esta ni relia viva e cons-
lante do saber humano, do quil he o syni-
bolo e expresado, este en o seu dever, es-
ta he a aua honra.
He evidente, que pira urna til misso, es-
pritus itTuuloa investigadores e originaos
silo os mil8 aptos de 10 los ; por esas rasSo,
o quimpresaona prn.erramenie, quem
percoira a historia desta instituicflo l8u
gloriosa para o viiz, he o carcter particu-
lir nfio su do ensino que elle tem dado no
eipafo de trez aeoulos o meio, sendo anda
o dos homens que tem derramado este en-
sino.
Eisaqui um exercito de intelligenclas
Tias justas que i.npellem em todas aa
direccOes com urna inquila(Ho affiula as
inve-ligacflos do saber. NSo silo nicamen-
te os eruditos Bsluze, Sallier.de Fowemont,
deCuignoa, d'llerbelot que professim no
Collegio de Franca ; porm v se figurar
nesta lula o espirituoso, leil e gracioso
Cuy-Patin, o disputador e curioso Riolan,
o grande l.a Ramee, o viajante infaligav
Tuurnefoi t, Poat'l, esae mgico que larefo
mostrar suatiabeca calva no fundo de um
cont de II .ir o-n i, Turnbee Daurat, l'l-
mi Cayrtt(osobpreceptor de HennquelVj,
que por parenthesrg urocurava a pedn phi-
loaophal e no a enginav; emllm o chrfe
mesmoda moderna revolu^Su dos espri-
tus, Gsssendi, que levou io cmbate sem
nioiiin, com um Meso l* medido e iSo s-
guro, a guarda avancada dos de seculos 18
e 19, precedida por Moliere, seu discpulo.
A e6tts figuras estranhts e raras, a e>tas
existencias Irtra de rrgra e mesmo aventu-
reiras, algumas vetes sublimes pela abne-
gaclu, como Ka o. os, ou origmses e poticas
comoo hnm Jo3o Hasserat.-um dos auto
reda Kimipfie um due mais encantadores
zombeteiroa e seu s*lo vem-se juntar, con-
forme o espiito da inslitiiigoo ooi sua on-
gem, homens da lpd*ae ra^as convdalos
pela hospitalidi le franceza ; o heapanhol
Poblacin, os ecocez*-s Blickvrood e Cn-
chton, o armenio Gabriel Siirite, muitos
Veoeziinos, Floienlinos e Flamengos; em
flm viajantes taes como Palia da Li Croix
Calimo,i (o traductor das mil o urna imite.-).
Successflo exiraordinario de intelligeuciaa
varudas ; e\" ,-iio que faz lembrar o he-
mistirhio de Locreco:
Vi'.i lampada Iratlunt
Passam de in.io un mSo da vida o in-
cln.
A porfo elegante dos estudos classicos
he repres'nida ahi pnrLebaia), l.ihlcleriH,
o pelo eicelknle Hullin. Nos leo.pos mo-
dernos, Cuvter, Anipere, Ahel Relliusat,
liiui,ou, Delill, Ai'driann, Lelroni com-
pl'-lam esta lisia : ndo fallamos dos que
anda viveui. O lollegio, que na pis.-oi do
eloquenle Itanius. hunra-se do um martyr,
teve ,-eu Thersitc na pessoa do famoso para-
Zill Munl-maur. Aquelle, prolessor de
liugoa grega, inri., juslii; si proprio
tiuha cui lado em no dar Iii0s afim de
cou.prumeiter-se o menos possivel. Quan
do o escndalo do silencio tornou-se nuU
grande, elle abri seu cu'so as set horas
di Man em le upo de invern para ale
tr ouvinles. Us garntos recolicram en,
dons lomos de seis paginas ca la um
todas as obias deslc prolessor, que linlia
erudnjSo, urna inmensa memoria, fallav
mal da lodos, viva ctieio de ditos, e loi en
terrado tendo por epitafio o seguinte :
a
que o partido azul nfio empellir em 1880 os
Professores que perlencem, ao partido roxo,
e que em ISnO os Professores azuaes nSo
serAo a seu turno exilanos pelos Protesto-
res roxos, e que em (im ciii.r.iun os rotos e
os atoes no aerflo banidos pelos amarel-
loa ? Convom aqui, como pira todos os
corvos urna disciplina ; mas qual sen ellas r
Uii-s '-lia aulhondade arbitraria ao ad-
ministrador so, ou ao Collegio s ou e ao proprio poder sem inspeegao ? Estes
tres procesaos exclusivamente adptados,
oil'ei, cmi.iin graves inconvenientes. 0 va-
lor da inslituicfio consiste na sua forra in-
depende ile. Parece que O meio mals ef-
Ocaz seria couibina-los em certas propor-
cdegque nd > oHendesseo) nem o regula-
ineiiiu ,io Collegio, nem liberdade publi-
>ca, ero 4 autondade ministerial.
Emquantoumi doctrina o urna cidniri
nfio suscilim npnhumi desordem exterior,
ellas estilo evidentemente as Con li(0'S
normaes ; se se manifestfio priurbaces
(o que pode ter lugar cada dianos nossos
lempos tempestuosos) autnondade Mu
nicipal devera cumprir seu dever. He f-
cil, processo veibil judiciario he aqui
ISo natural, Uo necessano como em ludas
as desordens de lugares puulicos ; feta
esta venlic ,eao, nderessi-sa ao ministe-
rio urna queixa communicada depois ao
Collegio pelo administrador. Aqui se ou-
virs o parecer do Collegio, porea somenlo
o parecer; por que elle nflo pode tratir-ae
nem de urna iniciativa odila nem de um
jiito de censura feito contra um collega.
U resullauo mais provavel e mais natural
deale processo tfio pouco imquisilorial seria
a cessaefio da perlurbacSo em face das
tres Turcas combiuadas :o poder munici-
pal, a opioifio do Collegio e o poder su-
perior. Tal he, a no-s i ver, a verdadeira
marcha que se deve seguir pan conservar
a scieucia sua livre a viva expressflo, e ao
Collegio sua dignidade. Sun duvida ella
tem sius inconvenientes mas que orga-
nis io,i he fcil e sem perigo em um paiz
tilo novel no goveruo ue si mesmo, e tu
pouco aciisiunia.lo a conservar sua liber-
dade regulando-a ?
Philarete Chasbs,
(Journal de Debuts.)
TEI.ECI1APH0 ELCTRICO ENTRE
EUHUPA E A AMERICA.
Nflo ipreciamoa amia em Franca, seno
Ciulto iuipe fetamml'-, o uso do ih-legra-
ho elctrico. Nfio sabemos co no nossus
vislnhos, os logleos, >6>-m nelle un pon-
to iperfeicoado li o uliimo limil", Bjuf
e-ia deslinado a estahelecer d'aqui a pouco
iem|io enl o todo os poyos, da lorri, urna
commaniCiQao instantanei. S-ra ia'u, to-
lavi<, um,, d>s maior-s revolucOes la hu-
nani lade pnranie a qual a desnobeiti do
Novu Mundo, a da imprensa, e a do vapor
devem cnjcar-se em segn la ordem. O
ue-ts revnlucffc no tomos dado senfio pas-
sos timidns, tu lo nos parece Impossivel
les le o principio. Muita gente om Franca
se po< a i ir. s'u i laui"iil" quando se fallou
nela priuiiM a vez de fazer-atravessar a Mam
c ia pur um lio elctrico. Conheremos m-is
de um idministridor que lor sua posicao
teriam duvido animar urna idea to facun-
li, e que em sua ignorancia tralaram de
Inuco ao inventor. E.ti gen>e eslava capa-
citada que a empreza se mallograria miso-
ravelmuute; e se isto nSo noniec-o, fui
nurqu nao se a'pres-ntiram dous ou tres
iion us intel.i.'-uies e convencidos para
vencer este oio querer. Citanos aqui
como um dever de reoonhecimeito naci
nal, o Sr. con le d'O s-y, cuja alta inlelli-
gencia enliovio desde a urincipio a possi-
bilidads e a immensa utilidad da urna tal
uip e/a. Porm desta obra, hojeconclul
da, no podemos gloriar-nos; nfio fomos
'O! que reilisamos eita pensameuto de pro-
gresso; no foi nussi fe, nossa perseveran-
Ca, ou nossus capitaes que encheram o es-
treito; porn os do nossos visinhos.
Ora hoje t ala-s-i de urna obra mais fe
cun la e mais grandiosa ainda, de urna obra
quo nfio hesitamos em declarar possivel da-
pois de um estudo longo e consciencioso
da questlo.
Trati-se si U'l 'snienin do estabelecer
um r iiiiuioiiic ic i,i electnoa entie a Euro-
ro.,a o a America atravs do Atlntico, do
collocar a dous segundos de nos a desco-
berta de Colombo, sobro oquarto da i 'i, rnuii, reuna no gloho.
Itntiuciros de lodos os tem os n.lo riis,
porque eu vns predigo quo dosia vez ainda
nfio g lis vos que havels de nr por ultimo,
.,o,u do estreitu, liab ,loa-.c or prepa-
rar-vos uoia nova dec, pefio. Sfio ainda
ossos amigos os Inglezes e os Americanos
que se poem em campo, e o auno de 1860
i i ve/ quo nflo linde antes que John Kuli
possa fazer atravs do Atlant en umi agra-
davel conversa(fio com sua velha lua emio
cipada.
Heverei porvenlcra confessar todo humi-
Ihado que esta questfio me uceupava desde
milito tempo, e que mais de urna vez meu
compasso de engenheiro theo ico se tmlia
compraziiu om medir umi ciru martima
das costas da Inglaterra aos bancos de Ter-
ra-Nova .' Eu medilava nos m'ios de exe-
oiir',), deixan lo ir minha imagioaco no
espaco e no lempo, slravs daa ondaa do
mar a da derrota iucerta dos navios.
bu mo lia a distancia procurando a me-
nor salhencia de rochedo, ou a ilha a mais
mude-la para estabelecer ao menos urna
paragem nesta inmensa extensfio que deve
reunir os dous mundos A torca de pensar
insto, conceb um certo systoma decona-
irucean i|ii" me pareca evitar multai dilli-
cudales, e creio, Dos me peruo", que
levei a lemsridaieit ao ponto de sollicitar
para isio urna cu ti patente em Franca e em
Inglaterra.
Este systems de construyo, filo-hei
couh-CT hoje porque ha possivel a um ho-
mem fallar ue-ta empreza sem ser logo es-
carnecido. Porque, digo suida urna vez,
nio estivo pela aua iaipossibldade, e oha-
ino sobre elle a discussfio. Estou tongada
pensar, lo I ,va. que o modo de consiruc-
io que eu propouho nfio levante desde o
principio gnves otijQ0es; poim, pondo
de pin t- todo o sent ment de amor prourio
quiro chamar a dscussio subre um p o-
bloina tfni inlereifsanin etilo fecundo.
Na verdade a questfio vale bem a peni
que della nos oceupemos. Algumas vozes
l om -se dito que aaahum grande penaamen-
lu deve agilar-so nomundo sem qu< a Fran-
ca lome parte ncllc; cis-aqoi o caso de por
m pratica este alagio Vejo nossa ac
, cuna esforcar-se por descutiresta protun-
da questfio, asaher; so um sapo potara
ter vivido dous ou tres soculos solitiriameu
te dentro de una pedra- > Eis-aqui, por
corto, um sapo pmlosopho ISu sabio quan-
to econmico, equemeiece o inlerease dos
homens de bem ; demos Ihe todos os elogios
Zadkiel 0 Ingle/, nossocomtempoianeo nos que elle me oce, e em cagu do ueoeasidade
fariaui passar os espectros dianla da lun: Conlirauos-lhe. o premio Monlyon: nfio
cadoiras nfio nVocaiUm os motos ou nttol me oppoohd a ialo, purm exijo a ordem
mostr.iriain um um es clho sustentado por! do da. Que o sapo, ou qualquar outra
Utn nieniat\ sir Julin Franklio Captivo dos discussflo desta aorle, tal como ocarangue-
Sauioledas? Tudo isto be innocente eo Jo vermelho de Mr. l'as-y,adiado depois
bom 8en8o publico corregir o perigo. Nfiolde tantis sabiig pesquisas nos fosaos de 11,300 metroi de comprimonlo para a direc-
suu.,0 um primeiro pisao eum ensalo.
Se a sciencia o a pratica chegarem a re-
solver enuveiii nteuieiite este problema :
a Estabelecer com poucaa despezas llnlus
de telsgraphla elctrica a travs dos ma
res a urna revoluco nova cita feti no
mundo.
O vapor empregido no ocano pan mo-
ver nossos paquetes toin feito lalvez mais
servicos a hum.nidada e 4 civilisacU do
que em mover as roiis de nossas Iocobio-
livag. Por certo, New-York 4 sele ou oito
das das costas da Europa, he um resultado
maior, urna revolu<;flo mais espantosa do
que o Havre a algumas horas de Paria, O'a
ser a o s na couSa para a oled u-i la le.
ii vapor oeu-nos a facilidade de emaiici
par-nos dos caprichosdo perfldo elemen-
to ;a eleclricida lo zombar4 desiss vastas
sul i,le. que em nosso pobre planela, cer-
cam e isolam os povos.
Cumple, porlanto, alargar is bises di
questfio
A passagem di Mancha olio he senfio o
ensaio de urna sciencia de coDStrucgfio toda
nova,
Supponhamos por um inilinie eite gran-
de problema resolv lo : de todas as parl-S,
a superficie dos mares su lea-so de novas
Imhas de comnunicacao, aa quaes trans-
portan) em alguna minlos e em todas as
lucero s os i o smenlos e as aspiraces
los po'os. Est s cidades meio perd las
as solidoes g- la las quecercam nosso polo
ruco, esses povos cide as barbarias do
Vine lu.,ni anida contra as conquiatas da
civilsimo, nlo estfio d'ora a viute aenfio
a alguna segundos de distancia das regioes
tropiciea; nfio ba mais solidfio no mundu.
Us limites da patria estendem-se, por as-
Miu dizer, ao infinito, porque a patria estl
principlmenlo uude aa fixim os pensamen-
tOS, U allein) 'S, 03 lllteresses, tres cous quo no novo rgimen inaugurado pela elec-
tricdade pnil-in vagar com toda a liberdade
sobre a superficie do planeta. Os povos os
mais indolentes toruam-gft colouisa.lores,
OS o- ir ios tmidos nSo se ame,I iinlaui
mais de ir ao outro hemisferio- lleno sem
Cusi meu paiz pelas novas regiO'S da Aus-
tralia ou pelas margeos desle i inmenso ar-
ehipelago ooaanico porque se meu corpo
muda A historia nfio tem nada de cuiiaa'avel
a este resultado, que espanta, fascina a
imaginafSo com nonos e ardentes fulgo-
res. Oque sfio a un,o,mi- i, a plvora, a
buxsola, comparadas com este inslrumen-
lo de civiiisHca i que eleva a sua mais alta
ou runa, a cntralisacfio humana, que de
um cauto do globo, de urna aldeia, '< urna
salla d alguns metrus quadrados pola <-
t o centr dos pensamenlos de todos os
povos da lorra e o observatorio geral da hu-
manidade ?
Na poca em que o renascimonto das le-
tras e das aites invada a Eurooa, o pnnsa-
nento humano, por muito l *mpo entorpe-
cido nos enfados da escolstica, lanc.ui se
com ardor na carreira das letras. Esta BO-
BO*! repblica cootou entre seus adeptos
noin numero de utopistas e de s inhtdores,
que consumiam a torio e a direito a seve
le sua joven magu 11,' i, mullanlo Cou-
sas ni. o.sivu s, e deleitando so em escre-
ve-los nesses litros esqoeoi los' hoje, o que
oucuiiiniin com aimiracso nasest-ries
da nossas bbliothecas. Hois bem ,ili um
|ue nenuum desses sonhadores audacdsos
os u levar a t-meri lade ao ponto de pre-
di/ t os resultados da eleclrlcidido eppli-
cada ao transporte do pensameulo do ho-
rneo).
Volt -los 4 questfio especial que nos oc-
cupa aqu, o estabelecmento de urna h-
ulii mariu na de telegrapbia elctrica entre
a America o a Europa.
Quando alguein langa osolhos sobra umi
ci't martima do Atlntico, apercebe-se
lugo de que muilas direccOes poilem ser
propostas com urna igual vaotagens.
A primeira que vai a extrenidade d<
ilha de Terra-Nova (cabo Itaye ou San
liuloi' i* cusa sudoeste da Irlanda (rabo
Clear). Esti luilia, que cnsteia a exlre-
midade 3uperior do gran le b Nova, e quo corta o Bonot-FlamanJ em
rufunlide de 210 a 285 metros, aprosenti
urna extensfio do 4,810 kilometrus; olla
no encoutri nesta extenslo neuhum ierro
, o n Uo Bounet-Flammand ; salvo, toda-
va, o rochedo chamado firaiil que tim si-
do visto algn* s vezas em 22' de longilu-
de e em 52 de I Inicie.
A sogun la diracefio parte do cabo de San
Vicout*. na llespanha, ealrave-sa o grupo
dos Aro ds, para ganhar d'ahi en lioha
rert cuno n precedente a exlremi lade da
ilha da Terra-Nova; ella passi pelas ilhas
de San Miguel, do Pico, e das Flores.
A interposieao do grupo dos Acores tem
aqu por effaito reduzir a pouco mais mi
manos de Befada a maior distancia que ha
para vencer som paragens nlermo liaras,
nebaixo lo-t relacfio esta linhi he me-
nos difliculiosa que a precede lo, porm
nfio tem a vautagein do chegar directamen-
te ao solo britnico. Esta consideradlo s
a I na provi,ortamente regeilar, porque
nfio peusimos que haj hoje ni Europa urna
outra nagjo senfio a Inglaterra, capaz da
pdr nios em urna lemelnante empreza.
lia por i'-s i rasfio que deixamos de fallar
de urna tarceira dire(9'i que se poderia
igualmente propor, e que na sempre em
hnlia recia da cxlre mdado da ilha da Terra
Nora 4 nossa ilna de Kuessant, e cuja ex-
tensfio seiia deo..'1'Ji kilmetros.
De sorte quo pudo-so diser que lia pira
chegar thelegrapnicimente ao Novo Hundo
tres direegoas principis,que todos vim dar
o mesmo ponto, ao cabo Raye em Terra-
Nova :
1.a a linhi ingleza, pelo cabo Ray e pela
oxti ennlade audoasta di Irlanda ; extensfio
4 810 Kilmetros ;
2.* a linha francen, pelo cibo Raye e
pela ilha de Ouessaut; rxleosfio S.S90 Kil-
metros;
3* a linha hespanhnla, pelo cibo Raye,
Acn e cabo de S. Vicoule ; extensfio 5,110
Kdometros.
Sem duvida alguma estas tres direccOes
lia i de existir um da simultneamente.
o sy-t 'ui,i de coiisti ure. que proponho
empregar Qnda-ae eru um ariucipiu novo e
que consiste em austeutar o fio elctrico
por meio de boiascullocadas de distanc*
o i n distancia, em vez de applica-in no Ion-
do du leilo do mar, como se tem proposlo,
ou prilicado al hoje. O lio acba-ae sus-
penso pelas huas em una prufundidade tal,
que nao embarace de uenhum modo a circu-
larlo dos navios e que nfio p le ser destrui-
do pelas oacillaeos que teem lugar na tu-
perlicie.
As boias sfio lxas, feitis de folbis de fer-
ro galvanisa las ou deaualquer outra ma-
tara, e po ionio ser separa las unas das
outras at na distancia de 4,000 metros e
lar a forma ou de urna esubera ou de dous
oooes truncados ligados um ao ootro; nfio
e pr.ciso porlanto senfio dos de 1,200
cilo que vai do cabo Raye 4 exlremlda le au-
dnrsledl l> lauda.
A cada umi dis bolas rstin ligadas pela
pa le n'erior, varis de ferro de 10. metros
de compnmenio, as quaes f umis com as nutras, e sfio terminlas por
anneis; o fio da linha elctrica paisa por
estes aunis O scham-se issim sos. rusos
n'uina profundidade que nflo he jamis me-
nor de 16 metros, e que no meio de cada
lineo, he igual a 10 metros, mais a flecha
que s ha de dar ao fio.
Da distancia em distancia o allm da dar ao
-vsi"11111 urna ll'in /a siilllcientn. a exlremi-
dade das Varia ou barras de ferro das boias
he ligada com umi cadea ou lima de son-
da, a qual desea at ao fundo do mar o ahi
so prenda por meio de urna aneara ou tam
1 cui com um peso suspenso na pona de
cada crrante, no caso em qua a profundi-
dade do mar fosse tilo consideravel que ofio
se .., ul s.e chegar ao fundo.
I' ses alenla,loul'os OU punios lio apoio,
serfio pollos de distancia em distancia,
quando se encontrar na extensfio da linha
um fundo conveniente. Ou por causa da na-
tii/1 do terreno, ou por causa da pouca
profundidade, a direcefio da linha thelegia-
I' ira podera ser mu,linca la de manenm que
estes pontos de ancora louros se encontrem
s mais das veies que fdr possivel.
Os fios conductoras po lerfij ser da cobre;
serfio envolvidos em guita percha; senil >
encerrado o todo dentro de um cabo metal-
lico.
As boias serfio perfeitamenle estanques.
Em cada maig un, um fio de grinde eslen-
s.io amarrado na barra di ultima boia pro
xim a Ierra, ser filado no rimo de um
coste sulllcieotemeiilo elevado e enllocado
na ni a :', n
Esta disposicSo tem por efTaito impedir
quo o fio venha descansar na luperflcie do
terreno na costa, se i-to tivsie lugar com
ifTaito, esta fio e o Cabo nfio poderiam re-
sistir por multo teropo aoa atritos occasio-
nados nelles quer pelas vagas, quer pela
costi.
Ha urna observarlo que conven fazer em
primeiro lugar, he que urna linha eslibale-
cid como icabamos de descrever nfio trarii
nenhum embirarju 4 crcula(3o dos navios
Estes navios com efTeilo, atravessariam a
liona elctrica aem incunveneole entre iluas
boias quaesquar, visto que a agoa que re-
queren) os navios de guerra os mais consi-
iei i veis nfio i'ni'ji jamis a 10 metros;
alm disto nada se o.iporia a que se eolio-
casse osla mesm i linha em nma profundi
dade mais c ui-i leravel.
A profun li lade que se dever fater esco-
Iha, dapendera desta dobradi oonlicSo..
1.' Nfio pOr non mi n obslaculo a circu
lacfio.
2.' Collocar o fio thelegraphico bam abii-
xo di superficie para que ufio sej agitado
pelas vagas.
Una das grandesvintagens do systami
que icabamos de descrever, he que elle per-
miti descubrir fcilmente os pootos onde
a linha fosse inlerrompida, e facilita sua
reparaQfio, e isto sem obrigara retocar a
linha tola inlelra.
A execuefio e a collocacflo po-lerfio igual-
mente ser f.-itas pur partes separadla e suc
cessivamenle.
Cnegar-se-hia porlanlo, com urna despe-
za pouco crescida, ao menos comparativa-
mente-a que custam as vas de commuiiica-
e.io ordinarias, a suicara superficie dos ma-
res de vas da communicaffio que danam
aos diversos, povos os meius de correspou-
derem-sa instanlaueamanie, qualquer que
seja a distancia que haja para vencer.
Uepois de ler feito conhecer o systema da
CunslruccJo que nos propomos empregar, a
primeira cousa a fazer he demonstrar sua
racionalidad.) debaixo do ponto de vista do
principios physicos.
A lmiltamos que a distancia de urna boia
4 outra seja de 4,000 metros.
Qoo o pazo do cabo, comprehendi los os
(ios de cobre, seus primeiros invollonos de
guita percha, suas ullims capas metillicas,
sejfiu de dez kilogramas por metro, cifTra
ja bem consideravel, mas que se poderia
augmentar ainda s mi g'ande incouveoieu-
l 'S, se isio fu-si necessano.
Procuremos nestnscoudifdes quevo'ume
sena preciso dars botas alim de manler o
systsma em equilibrio.
Cada boia livre, nfio presi ni Ierra por
me.o de ancoras, ou doscorpos morios, de-
viii susto,itar : primeiro o pezo de um ca-
bo de 4,u0d metros lo co oprimenlo, pesan-
do 10 kilogramas por metro, segundo o pe-
zo da una das barras de forro, peio insig-
nilicante em comparado do precedente e
que nfio deve exceder a 200 ou 300 kilogra-
mas.
Calculemos pois em 40 toneadase meia
o pezo total que deve manter-se em equili-
brio.
Seidmetlirmos que cada umi de nossas
buias seja frmala de dous tronos de cunes
truncados ligados um ao oulro, tendo para
dimetro da base grande de 5 metros, e 1
nielo para dimetro da bise pequea e qua
liu ilinuiit-t a altura de ca la tronco de cuno
seja de 3 metros, lerenos 46,50 metros para
o cubo inuiuis), suppoudo que a boia nfio
excade a superficie da ago* senfio de um
metro ; podaremos pois suslenlar 46,50 io-
n-aladas, e lie na pira representar o pezo da
boia 6 tonoifadas, pois que o caboe a barra
de '
dasemeia. Eslaultina cilfra da 6 tuuel-
Publicaco a pedido
7W6afo aa merllo artiitieo do III. Sr Ger-
mano Prmcluo de Otiniin, 1 urvi'i
de respoiU ao tinelo do Sr. A i Sanloi Nf
vti tranmipi ao Corrslo MtrcanM.
SONETOS.
Se
Kgregio cavalleiro, em cuj peito
Pfiiiicnieie auftt*a(n Impenul Ron (I)
Era paz, filustre actor, Uefruota e gou
Da graca do M-N aICHa o doce effelto.
Ante o (h runo do principe perfeito
Regpeiiuio I r11 beija a ino inimoia i
l'.ss.. mi bt'iiiliit'ji e carlnboaa
Do MO.\AKLli*V um* justo, cm meu conecit.
Aceita o parabem, tiermano amigo,
liot verio que t'envfa o trovador,
J perto do final tuedonbo abrigo (V
Eia n ni voto leal, voto de amor
Tributar, Germano, vein comlgo
Ao ao*io aeiut-Deo, o Imperador.
O' prodigio da acea, agloriM, a gloria,
urea fua porNuuie le apregoa ;
l>u nome.qu'entreni brilhaute aoa,
Eterno fulgir eiu nosa historia.
Doa zoilo* yisdefprea a vil eria :
deservida j tena (lorente c'ra ;
Tfu louvor, Geriiiaou, j reda
No templo inageitoao da meuiorla.
i-.x i ni in imitador da naturc /.-,
H "S|>|.-ini.- ioi>ie o palco, lmii Healca uiaii e inaia tua grandeza.
IVim contrarios conculca soberano ;
ue para auitentar-ta a nova empreza
l'qs o povo el Pernarnbucano.
Actor, tubllme actor, actor sem par.
Augmeou os louros tem ; ela prosegue ;
K a carreira feliz constante aegue,
Onde a gloria te quer eternisar.
Delia o zoilo mesquinho em vao ladrar ;
U zoilo qu'o saber cruel persegue,
Teu renome olTuscar jamis cousegue;
Teu renome,-entre nos Uo singular.
Teu genio portentoso e 01 teus primorea,
Teu* donse teus talentos eminentei,
Na i cena o dotes teus superiores.
Serao cm phraset nobres e cadentes
Levados por altlloquos cantores
- A's estranhas naces, reuiotas gentes.
Eiulta, actor >em nir, eiulta exulla,
.,i leu mrito emiim galardoado :
J teu noine, entre .....nato celebrado,
.\,>s annaei da llrasil brllbaaie avulla.
O lempo eilragador, que tudo insulta,
Que rea e reinua tem deamoroaado,
,, i I ,, i e Mu,, nos estallado :
Nao morre o noine teu, Germano, eiulti!
Proapera, grande artista, e aobrincelro
Sobre o palco fulgura sabiamente,
llluslraado o acenaria braiileiro,
Ma ni in. sagrada mi, a mala clemente,
Do uo.N i II- .11 a melhor do muudu iateiro,
Imprime um terao beija reverente.
U. I. do Pauo.
t dita instrumento! oirurgicos ; a J. di c.
Drfvo.
6 farrloi dirarsoa tecidos ; a James Ryder
& u'ompenhii.
( birria imta ; a I. Soum.
i firJoi o calin diversos tecidos >
RoSt'OO Honkf ti Com na nina
9 tunellada*, 6 quintaea e 8 libras ferra.
I BuWrninntt Cal'um & Companbia. '
9 liceos amostra,; a diversos.
CONSULADO CEIUL.
Itnndment do da 1 a Sal
dem dodia 23.......
' 05:178,88,
ltW,lls
&7:I0I,8U
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itondimentodo dial a22..
dem dodia 33......
*MI
81,531
2:521^6*9
l'.X|>oi'licui>-
Trieste, patacho inglez Cnward, de303to-
nelladn, conluzio o seguinle: t loo sic.
coa com 20500 arrullas de asncar.
dem, barca austriici Hilmka, de 310 lo-
nelladas, conduzlo o seguinte : 3750 Me-
cos din 18750 arrobas de assucar.
Copenhague brigue dlnamarquez Cori
conluzio o seguinte: 3000 saceos com
15000 arrobas dn aasucar.
KECLBEOOIIIA DE HENDAS INTERNAS GE-
RAES HE PEHNAMUUCO.
Rendimenlo do dis 23..... 664,611
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo dodia 23. 1:253,069
Movimeiito do porto.
IVaiiio eairado no da 23.
Porto 31 das, barca portugueza S. Gru,
de 229 lonelladas, capito Manoel Fran-
ciaco Negueira.equiparam 21, oarga, sal,
vinhoe ferragem; a Francisco Alves da
Cunha. Con luz 28 passageiros, sendo 31
com passaportea e os maia o n lies.
ini'i'ii sahidos no memo da
Parahyba hule brasileru ConceicSo Flor
das Virtudes, raastre Elias do Ruzaro,
carga, varios gneros
Trieste patacho inglez Howard, capiUo
J iniea Bovren, orna, nanear.
ED1TAL.
COMMERCIO.

AI.FANI1F.GA.
Rendimenlo r!o da 23 15:491,480
Dxrarreaam hoje 24 de Janeiro.
Barc ingleza Reniitr merea lorias.
Hrigue mu '/. -- Eleonor farinha de trigo.
Escuna inglezi Vetrurli merca lorias.
Barca americana Ellem Marrisan fari-
nha e llnl lellllill -s.
Barca franc-aza Havre niercadoris.
Birca austraca Vela larinha.
Patacbo brasileiro Confianza merca-
doria.
O Dr. Cusiodio Mmnel da Silva Guirnann-
rfles juiz do civel e do commercio ,l -li |
cida ie do Rscife de Pernambuco porS.M.
I. Cele.
Faco saber aos que n prsenle ediial vi-
ren) que no da 30 do crrante mez se hade
arrematar por venia a quem mais der de-
pois da audiencia dista juizo e na cisa das
audiencias, I sobradinhode um andar n. 6,
sito r.a rui do Forle dis cinco Ponas com
17 palmos de largura e quirenta dilns de
fundo, 'i salas e 2 quartos, maiores e meno-
i es.ci i mi i fra pequenas e nis lojaa o mes.
mo reparlimeulo avallado em 8n0,0i0 rs.,
penhora lo por eiecu(IIo do Francisco Mar-
tina Ferreira conl'a Jos Elias de Oli E para que ciiegue a noiicu de lodo* man-
dei paasar edilaes que serSo publicados ni
iir.ie.i do commercio e casa das au iiencias.
Dado e pasaado nesla cidade do Raeil di |
Pepnambuco aos 10 de Janeiro de IS52.
Manoel Jos da Cosa eserivUo osubscrev,
Cusludio Manuel da Silva GuimarSes.
Declara coes.

Inipinlniai).
Eacana brasileira E nilia, vinli doalara-
nb3 i e Caara, consignada a Jo2u Carina Au-
gusto da Silva, maiiifustou o seguinte :
2 maslrns, 6 pedamos de corrante, 2 pegas
de madeira, 2 guinxoa, 26 curvas de ferro, 1
o.or.;io d ferragens de b dete, viroes, bi-
gntas, etc.; a Manoel Maitios de Vascoocel-
los Porto.
151 peixes seceos; a Jos Pereira.
400 arrobas de vilele, 6 6 saccaa farinha,
168 meios desoa, I pao de angico, 5 bar-
ricas gomma, 42 Caitas velas decamauba,
17 saccas feijflo, 77 ditas caf, 2 ditas milho
e 1 cailo due.- ,, ordem.
28 saccas caf ; a Joaquim Antonio Car-
ne iro
Brigue ingtoarClaucus, vindo de Tarra
Nova, consignado a La Bretn Schramtn de
Com auha, mauif-astiu o aeguinla :'
OSr. desembargador ebefe de policil
da provincia tendo de contratar o auslento
dos presos pobres da cadera desta cidade
pelo loninn de um anno. assim o manda fa-
zer publico alim de que aa pessois que a
isso se quizerem propor comuarecam nesli
i ciariien com as suas propostas, dentro do
praso de 15 das da data desle ; certas da
l|i|" as C Uldices do iilliino contrctil qUI
devem servir de base s3o as seguintes :
1. Que se dara a Cada preso por almoc,o
una t'gela de caf, e um pfio de vinlom.
2. Que para o janlar que serla a I bon
da tarde, sedara nos domingos, segn las,
e quintas fairas urna libra de carne fresca,
e caldo, e 1/16 de urna quarta de farinlnj
as ion;.,.', e quarta fairas mel libra de
carne seca com feijSo em propccSo, e o
mesmo 1/16 de farinha as sextas feiras e
atibados 1/2 libra de bacalho, e o mesmo
1116 ile farinha, acrescenlando-so nos das
d" carne 10 rs. de touciuho e 4 res do cove
por cada preso.
3. (>ue a comida sera dada pelo torne-
ceilor prompta e com a neceaaarla limprsi
feta na cosinha da caleia edeslrbuida em
bandejas de madeira, pu de eslanho, ou i
cada preso ou por turma de dous at cinco,
cunforme isso parecesse mais convenieule,
a nquisicSo dos mesmos presos.
4. Oue se Ihe dara pelo fornecimento do
sustant'i de ca la um preso a quanta da 160
rs. danos que esle pagamento sera meo-
saluienie feito, precedeudo altestado do
Sr. chefe de polica, em que se declarasse
que e fomecedor cumprira com os seus de-
veres.
5. Que o fornecedor se sugeitava a ser
desped lo toda a vez que o uirsmo Sr. clie-
l'i de polica entnsse no conheciuiento de
nSo ter elle cumprido comas condicOtis i
que se sugeitara.
6. Que loe seria dada por esta repprticSo
2680 barricas bacalho ; aos consigna
ferra pesam, quando" muito, 40 lonrlla- taos. .
emeia. Eslaultina cilfra de 6 tunal-i Galnra ingleza Reindeer. vinda de Liver-
la.las he mais que suflicienta para urna tal ;ponl. cnnsgnadi Daane Voule- & Cornpi-! ''' dos presos pobres existeutas ni ca-
boia fcita de laminas do ferro aalvaniaadajnhia, manlfegloii o seguin'e: i dea a quem se houvesie cunca.iido racow
de 4a 5 milliraeiros de roisura. 1 sacco samante de ilgodao. 150 birricis diarias aflin de por ella regular-ae no cum-
Re.sulta pois do que proeje que he possi- viaas, 10 barris vinho, SO gigos, 5 meios priment de seus deveres licando poreui en-
I mamar lodo o syslema em um euuil- dilo*, 10 barricas e 2 cesloslouca. 37 caixas tendido que no numero dos presos pobres
val
brio estavel dando as bolas iiimmcuso 'S o 71 Indos diversos tecidos ; aos consigna-
ronco cmisi lerareis, pas que sua innor tarios.
largura serla de S "metrus e que sua maior 1 caita tecidos de linho, 8 tonelladas e 1
llura u3o excedera a 6 metros. quintal farro, 25 barricas e 3 caixaaferra-
I'n,ie-se, prever mesmo desde ja que a des- eos, 1 pacota objactos pnleados; a G. Kou- i
pe-a de urna l.l conatueao alo he de ne- worlhy & Compiohii. Leer o sustento ioi presos pobrea recolbidus
nnumiaorie exagerada, pois que bastariam, lOObarnquinhas ohumbo, 35 barrila, Si enfermara da mesma cadea dando-se-llie
paraatr.vessaroAtlaolicodal.OOOa 1,200 caixas e I picote ferrageos, 20 fexes ps : 3*)rs. diarios por cada um, e obrigaoJo-se
e .... ,. ., ... ... al iiBm,i uo sei ni ii contemplados us escravos cm
ramio do fornecimento do susleulo uestes
dever correr por coula do carec ciro, como
he de lai e estillo.
7. Que o fornecedor ae sugeitava a forne-
destis buias cada urna dallas cuitara a E. H. Wvalt.
10,000 francos, collocada no lugar, a no se i 276 barricis cervej, U caixas diferios
falla senao iida desjeaa de 10 a 12 m- teci ios; a Adamsnn llovr*& Companbia.
Hules periencanle su parlado sysiema. F 30 gigos vinhofrancez a Deane Youle&
Restao o Cabo, que sor ia, he verdade mais Cumpa un la.
cusloso. 45 caixas e 35 fardos diversos tecidos, 1
Porm ainda que fosse preciso gostar a caixa miudezas, 1 pacota papel, I dilo bir-
somma de 50 a 00 milnas, com orna tal bint% I dito lencos de algodo; a Jones Pa-
emprasa nflo haveria ahi d exagerar. Es- ton & Companhia.
laiius habituados a verabsorver-sesommis I 10 rolos chumbo ; a A. Valenta da Svi
muito mais cons leraveia com o menor de i Barroca.
nossos cainindoa de ferro e por coi lo quan-1 15 fardos lecdos dealgodSo; a C. J. As-
n se trata de unir dous mundos separados I tley t Companbia.
pelas vastas suliJOas do Ocano, nao vem ao 30 fardos. 21 caixas diversos tecidos, 100
caso maasqulnhar alguna mi Hies de mais ou barris man taiga ; Johnslon Pater de menos. fpanbia. .... .
Tal he, amigo leitor, o sonho que mullas' 6 ciixis e 17 fardos diversos tecidos; a
vezes tem oceupado minhi ImagiiiafSn. En-jFox Brutbers.
trego-vos meu syslema pelo que elle val, | 1 pacota ropa, 39 laxas, 2 caixai, 10 pe-
.,o,leu lo vos levantardes contra elle todas (as inacninismo, 1 caixa sellos; a S. P. Jo-
s soite de nbj-efl-s uo verei nisto ne-. biistoii ot Comeanhia.
iihum mal, dret n.ai, nao me admirareida 1 3 dilase 12 fardoi diversos tecidos, 150
lal mal quinto a exacucto futura da luilia birris manleiga, 6 Caixas mludozas ; a H.
elctrica entreo dous mundos, uo exista Glbson.
ueiiiiun.a ilu< ia om meu espirito : alia ax-j 1 cana lencos delinho, 3 ditas fazeudas
itir porjui ella deve existir uos deslaos de algodo; a Joan Le Francais.
futuros da humanidade, 1 caixa ditas delta; a Rozas Braga &
i Companbia.
riitides Dumond. i
(Illuitralion.)
, (i) O habito di Ron com qua S. M. o Irape-
[ rador houve por lirm condecorar o Sr. Ger-
; tuaao Fraaciaoo deObvelra.
I (i) Alluio ao meu calado valetudinario c en-
: fermo.
elle a cumprir o regulimenlo na parte que
Ibe diz respeito.
Secretaria da polica de Pernambuco --
de Janeiro de 1852.
Antonio Jos de Freitas.
i Aminuence.
Pela 4. sec.o da inspectora da fa-
zendi se faz publico, que em virtude d,or
dem do i'.xiu Sr. Presi lente da proviucli
precsa-sa comprar para forneennento da
ilha du Fernando os objeclos abaixo decla-
rados, e a quem convier queiram compare-
cer na mesma inspectora munidos da ayas
prosposlas e amostras nos das 24, 26, e 27
do correle
RELACaO DOS OBJECTOS PRECHOS.
rarinna da mandioca 800 siccas, assuctr
braneo 25 arrobas, bolaxa 25 arrobas, arrot
2 saccas azeita doce 2 medidas, vinagre
30 medidas, saDo 4 Caixas, sal 4 alquelros,
medida velha, touciuho urna anona, ale-
ira urna caixa, brabante 4 calabrotes,
c iii'iilio em barr 3 arrollas, papal almaco
3 resmas, penoae da escrever 300, lapes i
caniveies i, folhinhas il'algibona 2, pregoS
caixaes 5000, ditos caibraes 10.000, dilol
npaes do reino 4000, pregos de guarnicSo
4000, poitas d'amliira de 20 bracas 200, col-
la urna arroba, giz 3 libras, vussouras de
placaba 16, garraf0es5, dobr.dicas de cru(
para janellas 100, era vos da ferro pequeos
40. arco da ferro 8 anobaa
ynarta scelo da inspectora da Fazeadl
23 de Janeiro de 152.
Jos de rilo Ingles.
oy--


JSk\
REAL COMPANHU DOS PAQUETES INGLE-
ES A VAPOR.
No da 31 deate mez, espera-se
, o ti por Teviotf oommandante
lleven, o i|ual depois da llenu-
ra do roslurne seguir par, oa
porto do Sul : para passagelroa, Irala-sena
ciia da ageocia, na ra do Trapicbe Noto
o. 4.
O arsenal de guerra compra caixes coro
fainas de 'landres, mrios de sola do ser-
tu i-.iri i.l.is. palles Je couro de lustro, co-
bre e latflu tino : quem laea gneros qui-
zer farnecer, Comparega no da 9 rio cor-
rete mes, tratando s ias propostas acom-
panhadas coro as amostras. Arsenal de
guerra 32 de Janeiro do I85J. "O escnplu-
rtro. F. Seranea d'Assis Carvslho.
Em consequedeia da divisflu do Exm.
Sr. presidente da provincia, pels directora
doLyoeose faz publico, que continua em
vigora porlaria do i.'de revareiro de 18*3,
na iarte ecn que se en ge exime de gram-
matica latina, feito oeste estabeleclmeiitu
para a matricula das aulas de philusophia,
erhrlories, e approvacSu de lingua nacio-
nal, oblida no mesmo liceo, para as demais
aulas de inslrucgo superior,
uulrosim, declara-as queoeiorcicio da
todas as aulaa combara no da 3 de feve-
reiro p. viudouro, as meemas horas Usadas
nos aunos aulerioies, a saber: Istia) das
8 as 11 ; ingles, geograppia, e phiiosophia
das8 as 10; fraocez, lingos nacional, geo-
meiria, rbeloiica e dezeubo ds 1U ao meio
dis.
Liceo, 33 de Janeiro de 1853.
O Amanuense
Hermenegildo Marcltn* de Miranda.
O arsenal de guerra precisa do olQclaes
de coineirus.
Em sditsmento ao annuncio publicado
no Diario de 15 do crrante, a cerca de um
pardiubo que I' i a\ r.-tii'ii n do por eata sub-
delegscia por lugido, com um cavallu ru6so
co o cngalha, oeclara-se que o mesmo con-
le-sou ser escravo de Vitorino de tal do en-
genlioTabocas.destnctoduPau do Alho.cha
ni-s Cleudino, e que n lava fgido. Sub-
delegad* do llecife 22 de Janeiro O Subdelena lo, Josu Joaqoim de Oliveira.
-- De urdem do lllm. Sr. director geral da
lnstrucgao publica, fago saber a quem con-
v.er, que tendo fallecido o prolensor J'ins-
trucgSu elementar do segundo grao da fre-
guesa da S ila cidade de Ulinda, e cons-
tando olUcialmenle, que o respectivo Subs-
tituto ha le.uuciado o direo de pastar a
propietario desss caJeirs, est ella posta
a r mu' mi com o praso de 50 das, couta-
dos desta dsrta.
Directora g iral da instrucgSo publica, 17
de Jaaeiro de 1852. Candido Eustaquio
Cesar oe Mello, amanuense archivista.
.-Por ordem do Sr director interino fago
publico que na ennformidade do art. 13 do
reguU maulo, de 12 de maio do anuo p.liu lo
sin ir-se-ha a matricula dasaulas do I.JCo
nodis 15 do correte, e ser eucerrsda no
ultimo desle mesmo niez, excepto da de
Lsttm Lyceu 3 de Janeiro de 1852.O
amsnuense,Herinenegiido.Marcellino de Mi-
randa.
he em poucos das, o patacho br;i
sileiro Conliinca: p ira o resto da
carga e enera vos a frele, t ata-se
com os consignatarios Rovaes &
Companliia, na ra do Trapiche
n. 34> ou com o capitSo, na praca
do commcrcio.
Para o Porto-
Seguir com multa brevidadde a barca
portoguaza Bua-Viagem, capillo Antonio
Pereirs Lolta Jnior, tem bons commodos
e excellente tratsmento : para pssssgeiros
e carga traU-se na ra do Vigario, o. II ou
om o capilSo na praga. l
Para o Kio de Janeiro a
-> rrecisa-se de um caixoiro, que tenha
bstanle pratios de venda, para tomar coa-
la por blanr;o ; na ra do Cano, venda nu-
mero n. 3.
Preclaa-sede orna mulberoapai, que
saiba cozmhsr eengoromar, para ser ama
de casa de um hornero viuvo sem familia :
na roa d'> Co 'nrniJ n. 1
3
AO PUBLICO.
Gom a sentidis-Jma morte
do lllm. Sr. Elias Ignacio de
Oliveira, um dos verdadeiros
amigos e protectores da em-
prea do theatro de Apollo ,
o director emprezario em at-
tencao a 13o grande peni. ,
deixi da levar lioje o seu be-
neficio fcando transerido
para terca feira, 37 do cor-
ren^.
Oabaixn sssignadq, alfares do 9. bata-1 D. Umbelina Wan lerley Peiiolo, pro-
IhSode infantaria de llnhs, tendoconcluido fessora d'aula paiticular da ra da Cadeia
sua prestagilo de contas, na qualidade de do Santo Antonio no segundo andar do su-
agente que fui do conselho de administra-] brado n. 14 da esquina, svisa ao respeitavel
cAo do mesmo batalhao, ejulgando em su publico que. os exercicios de sua aula co-
consciencia nada dever a pessoa alguma.as- megaram no da 7 do correte mez, admita
slm o faz constir pelafolba publica, pedio- alumnas pensionistas, meias pensionistas, e
do a slguem qu se julirue ser-lhe o mesmo I externas ; ensina a ler, escraver, as dlfipi-
abaixo asaignado devedor declaro pelalgOes de arithmetics e as quatro oper.gfles
mes'na folha, eerto de que Ihe n3o pagara sem nmeros liiteiros.grarcmaticaporlugue-
-- Manuel Anionio de Carvalbo vai a Por-
tonio Jos Vieira de Souza embarca
para o Rio de J-neiro a escrava rreoula de
mprr-tarivelmen- nomo Justina, s entregara Bento Jo- Fer-
_-_ 1 >iinlii. ...... *., ...... 1 .. I
sumaca hraaileira Santo Antonio ,
nova e de superior marcha, segu
impreterivelmente no dia a5 do
corrente, para o reslo da carga e
escravos a frete, oFerecendo para
estes o melhor agasalho : trata-se
com Alachado & Pinheiro, na ra
do Vigario n. 19, segundo andar, -Mi
ou com o capilao Jos de Campos An
Mag.lliaei, na praca
Para o Porto, aahir 1
te no dia 4 de fevereim, a barca Espirito mndes por ordem de Jos Alves Coerra.
Santo, capiSo J0S0 Caifas Teixeira, tem --Jos Fe-nando da Cruz embarca para
bons commodos e excellente tratamenlo : R' de Jan-iro o seu escravo de nooie
para passanoiros e o resto da crga, trts-se Antonio, crloulo
na rua doVigario n. 11, ou com o capitso a -O aenhor JnSo Franciso da Coala
bordo, morador em Ulinda queira enlender-se
Para Lisboa coa brevidsde o brigue com Luiz Jos de Sa Araujo, na rus ds Cruz
porluguez Lsia de que he capilam Jo- de n. 33, a negocio que Ihe diz respailo.
Abreu, para o resto da evga e pssssgeiros 'reciss-se de um trabalhador de ma-
pa-ao que tem os gielBn es commodos : a cei-a, oa ra larga do Roaano, padaria
(alar com o mesmo espitfio ns praga docom-
meico ,ou com Francisco Severiuo Kabello
& (ilno.
Para o Para em direitura ,
a bem conbecida escuna brssileira Emilia ,
cspitBo e pralico Antonio Silveira Maciel
Jumor, tem de seguir para o Para em direi-
tura, com a maior brevi lade possivel, por
terquasi toda a carga j engajada : quem
TIIEATHDES-IZUIEL.
27." II b I 1 A II A A sS IC .N A I li II A.
Sabbado, 24 de Janeiro ae 1852.
ESTRA DA SLMIOIIA D. MARA E
CLOillA.
Depois ds execucSo do urna brilhante 011-
Terlura, pela oichealra, subir a scena, pela
primen a v. z neate Diestro o msgniliro
drama de grande apparato, etn 5 actos e 8
qusdros.
A Venedian,
00
Bravo da Venesa.
Ptreonagens.
Theodora A Sr". D. Maria da Gloria.
Os seohores.
O Bravo
Sallierl 1
G conde de Bellamonte
Luilai, goudoleiro
MalTeo
O marino/, de Kufrb
Um senador
Um esbirro
Um gondoleiro
Violetta
uei'a, oa ra larga do
0.48.
-- 0 sbaixo assignsdo declara que ose
ohor J0S0 Lucio da Silva MerguIhSo he o
encaregtdoa receber todas as, contas per-
tencenns a mesma casa.
JosRibeiro de Brito.
No pateo da rlbeira doS Jos n. 15,
lava-se e eegomma-se com peifai(8o e ac-
ceio.
Precisa-se de urna mulher de meia i Ja-
pretenderengsj.r o resto, ou ir de pasas- de para fszercompanhia a urna senhora, e
gen, ple enlender-se com o capilao da ,, m gerv,.0 de )r,al ddnlro: qa(n e8
mesma ou com J C, Augusto daSliva, na tlVer n-stas circunstane.iss, dirija-aesoler-
rua da Cruz, armazem n. 13. ^ ceiro ,nJ,r di ca8t u 20i t ru, |,rga 0
Para a BuIii. Rozario.
.... i 1 .. --Quem precisar do roilpa lavada e en-
brigue braaileiro Almirante, g0mmi,,ai om ,sg90 e promptidSo, por
forrado e prcgldo de cobre, de SU- preco commodo: dirija-se a ra dellortas
:- _u :_ _._; n. 40. Ni mesma cssa cima spromtam-se
penor marcha, segu impreten- bind6j,g com blioh04 pir-, for. e hun.
velmente no dia iti do corrente -
recebe alguma carga e passageiros,
se bolnhos de diversas quslidades, tudo
em conta.tambem se vende velas de carnau-
ba d' supeiior qualida le.
- Aluga-se o mjI mi de um segundo andar
de aobrado sito 110 bairro de S. Antonio,
cujo sotam tem una grande sala com jnela
taos OlacnidooC rinheiro, na ra ,tous grandissimos quartos com claras
do Vigrio n. ICJ, SPCUfldo andar boias, teai mui linda vista, he mu fresco.
ista caiado e pintado de novo, e tem liiial-
aos quaes olTcrece excellentes com-
modos: trata-se com os consigna-
Germano.
Bizarra.
' Res
Monteiro
Cu 1111 lira
Silvestre.
Pinto.
RaytDun lo.
Dito.
D. Emilia.
D. Julia
D. Hita.
ou com o capilao na praca.
Para o Havre.
A barca franceza Havre, tendo
j a maior parte de sua carga
prompla, preteude sahir com mu i
ta brevidade
mente escadi independente : proprio oar
homens solteiros : quem o quizer alugar di-
rija-se a rus do Crespo loja de fazendas n. 6,
que se dir.
-- Acha-se farinha nova de SSSFJ (de ra-
miiin.i. para vender, nos armazens de Dea
ne liiul: & Com aina, no beccodeGon-
quem quizer carre- calves.
_ .. Na pnmeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
gir, ou ir de passagem, para oque juzdosfeitosdafzen.ia,sehSo de arrema-
ten! excellentes commodos pode taro* seguinlesobj-iclos: um engonho de-
entenderse com os consignatarios
J. H. Lasserre & (Jompanhia.
_a______1 ____ i.-s_____J-l
Avisos diversos.
nominado Barbalho na freguesia da com
ca do Cabo, com todas as suas trras, mst-
_ tas e logradores, casas do engenho, de vi-
vi'inl 1 o Je purgar, com 30 furos o 3 baleos
gran le, senzalla para preoi, 1 moen la, 4
1 tachas e um parol de caldos, tu lo de ferro,
' ;eoutrosobjectos avallados em 38.000,01)0 rs.
AltencSo. e da mesma forma v3o a (iraca os b ns an-
Nova fabrlcs de chapeos de Sol no atle'ro nunciados em o D'ariD de Pernambuco de 26,
da i: a-Vi-li n. 22, acna-se um grande 27 e 28, de uovembro do anuo p pussado,
ao-timento de chapeos de Sol, umita a excepcSo de alguns que j faram arrema-
em cniii 1, tanto para hornero,como para se- tados.
[lijas damas mascaradas.
Cavsleiros, esbirros, povo egondoleiros.
A sceoa p*ssa-sn em Veneza em 1513.
Nada fallara, como cumpre, para o bri-
lbanlismo do scenario e veituario.
U empresario tendo luclado com immen-
sos embaracos, que Ihe difcultivam a con
tiiii.ic,.n> do cuinprimento de aeus deveres,
pule arrostrar tolos, graess aoappoio que
tem r r nii.1 l-1 no publico sensatoe illus
trado da provincia, e ilustre commi>sao
directora, a qoem tiibota os seus respeitos
o cinceros agradecim utos.
Cuines-ira 88 8horas.
Os bilheies acham-se a venda no lugar do
costume.
Publicacoes li Iteraras.
ELEMF.M0S
DE
Uomaopnthia.
Sahioa luz a segunda parte de-la obra
composla pelo professor homceopatha Gns-
set llimont. R-cebem-se sssignaturas para
a ob'a ioleira a (,000 rs., no consultorio
bomoeopatincoda ra das Cruzes n. 28. De-
pois .la publicarlo da terceira parle, o pre-
(o sera elevado a 8,000 rs. para aquellas
que nSo tiveremastignado. No mesmo con-
suliono, acha-se a venda ludo quanto he
nrcessario para o esluloea pratica da ho-
moeopalhia, cumo seja : livros impressos
para historias de doenies. regimens apio-
priados para a provincia de Pernarjibuco, e
encarrega-sede mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamentos homceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, eni
glbulos como em tinturas.
No prelo : Valhogeneiia dos medicamen
los brasileiios.
tintenlo de anatoma e phiiiolor/ia com es-
tsmpas, para os curiosos em homoeopalhia. tonioMequila podem rcee
Roga-se aos seohores assiitnantes o ob-,d",tr,dur,'s oue lhes l<
sequo de mandar receber aeus exempla-l Deaappareceo no da 91 do coareule
rea no conaullorio homceoualhico da rus o escravo J080, nincial de pedreiro que re-
nhora, como seja de seda ou de panninho, e
grande sorlimento de pecs de seda ede pa-
pnnniuho pars cubrir os chapeos de Sol ja
usa iii.luntie.rn concerta os dittos peol preco
mas coturno 10 do q ie em mitra qualquer
e pane com to la romptidSo,
No da 21 do corrente sa hit lo a vender
tapioca como he costum-i o africano de no-
ini' Antonio; levando um t.bolei'ode as
ohados de encarna la n urna b caiga azul ainda em folha e camisa de risca
do lambem azul : como al o presente nao
ha aparecido roga-se a quem o pegar leve-o
a ra Augusta Casa 11 33.
--Contrata-ai a compra de 2.000 estacas e
800 varas, ludo de madeira, sendo as esta-
cas de 10 palmos de altura, e 4 polega las de
giossora, pouco msls ou menoa; o as varas
d 11 mi 1 pilmns : a c isi 11 :;lita/. dai-
greja do Pilar, da parta do mar-, na mesma
casa vende-se urna porra 1 de sement de
inhame.
O abaixo assignsdo retira-se para o en
genho caxoeira nova, frezuezia de S01 i-
nhaem, na qual sempre foi, e he a sua resi-
dencia ; e im.lt- po lera ser procurado por
quem com ello ti er negocios.
Caetano Francisco de Barros Wanlerley.
llr. Ignacio Neri da Fons ca previne
ao publ co, para que nSo se possa allegar
ignorancia, de que ninguem faca negocio
algum com Domingos Caldas Pires Ferreira
bre urna csa de pedra e cal, sita na ra
i'.\s.,ini|ii-a(i, com vinte palmos de frente
n 40 de fundo, cosinha fra, qnintal mura-
do, cacimba e sotan, de proprie lade do an-
.......'inili', anemaiada illegalm-nl" pelo
diloCaldas ; pois qoe protesta anuular essa
arremaUclo
Oconlractador da conducgSo dos cada-
veres para o cemiterio publico em earros
acha-se estabeleci 10 na ra estrella do lio-
zaiio. n. 3, onde echarlo tainoem caixaa
de madeira para enterar muitos.
-- l'r risa sede urna escrava para o sor-
vico exierno do colegio das orfflas : os
pretendenles dirijam-s ao mesmo collegio
a f.llar com a directora.
s credores do fallido Francisco An-
ber dos inlmi-
loca em rateio
das Cruzes a. 28
TKaTAMKNTO UOME0-
PATH1CO.
DAS MOLSSTU8 VKSE*ESS,
e conselhos aos aoeotes para se curarem a
si ni--uio, se m precisaren! de medico;
pelo professor homoeopatha
Gostit-Bimont.
Sahio a luz e acha-se a venda no consul-
torio homceopathico da ra das Cruzes n.
28. uelo prego de 1,000 rs.______________
Avisos mar 1 tu mis.
Para o Rio de Janeiro ae
brovidaiie
por ter parle do seu carrega- cj anlluce
ment promptoo brigue brasileiro Animo. lres dias
presenta ler 22 anuos, de estatura regular
eseco do culpo, e bem apessoado, parece
creoulo, levou caiga e cao isa de algodSo
azul iiiesclado; jolga-se andar de falo
mudado, pois levou, caiga aqueta e omisa
dillereni.es: roga-sa por lauto as aiilbori-
dados policiaes e capilSes de campo que o
apprehendam e levem rua do Cano, casa
de Damingos Louriaoo meslrede sapateiro
i Quem quuer comprar cinco vaccaa
filhaa do pasin, urna parida de novo, e
i quat'o em dias de parir : a pessoa a quem
\ convier dinfa-se ao sitio Engeqhoco, no
Remedio que achsra com quem trUar.
Jofio Francisco Mana vende a sua loja
..de mindezaa na rna larga do Ruiario, n. 28,
com mulla fl S8 houaer quem se o^ponna a este nego-
Aluga-se urna escrava, para todo ser-
vigo de urna casa : na ra do Arag3o n. 40.
Emilio I! uicli, retratista alc-
mo, tem a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publie des-
11 |iikm e provincia, prometiendo
executar com promptidio e per -
li'irau toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisar-se
de seu presumo, he rogado de d-
riftr-M a casa de sua residencia ,
na ra do Trapiche Novo n. a, ter-
ceiro andar, em todos os dias uteis
das 9 horas da manhaa at as 4
horas da tarde.
por
.to una
esta folha no
egu-
prazo de
cap.uo Domingos Antonio do Azevedo 1 p,eci8a.e alugar uma tm, para 0 ger-
para o reatante da carga, passageiros e es- y i|e caja e rua a tralar na rua d U-
cravns a frele, pa'a os quaes lem commo- ranger,9 23
dos .uraciente, ir,t.-,e como mesmo ca- __6Arrellda_ie um ailio ,l umt i,g0a
piaooulrom Luis Jos de S Araujo, na djstaole d, pr,c,# Q0 qu;, poaaa Ur 6
rua oa uuz, n. 33. Vaccaa de lene e plaa de capim l na praga
rara o ru de Janeiro, sa- da Boa Visia n. 14.
D. W. BAY.NOI.
,_ Cirurgio dentista ame-
J ^S^aL ricauo, avisa ao respei- '*
|g vu-ujj.j_r tavel publicodestacidade
>. ter recenlemenle voitado dos Estados #
V Unidos, e que se acha promptoa fazer
tjl toda a qualidade de operagSo perten- >
^ cen-le a aua art segundo os me- ,.a)
sj| Ihoramentos mais molernos: pode se 4
ti procurar no holelFra.ncisco. ?
*.*..*** ssmi> 4
Precisa-se fallar com o &r.
espillo Jos da Silva Heves : na
praca da Independa n. i3 e i5.
Joaqoim Ferreira Mondes GuimarSes,
remelle para o Rio de Janeiro, a escrava
mulata Luiza, a entregar a Anselmo Ferrei-
Justino Norat francez f respeitavel publico, que chngnu ltimamen-
te com grande sortiuiento de jolas de ouro,
e brilhanle : como sejam relogios de ouro ;
adaregos completos, e de oulras iiuali lado-;
Corrente para reiogios, brincos, bolOes, pa-
ra peilo, lmete para dito, e oulras multas
obras, tudo do ultimo goslo de Pars: quem
pretender comprar qualquer uma destas
joias, dirija-ana rua do Trapiche Novo, u.
~, hotel Francisco.
Previne-sea quem quer que for ofTere-
cila urna negra ci nula de i lado da 18 a
20 anoos pouco mais ou menos, pea aenho
ra Thereza Mara de Jezus ou per pessoa
por ella encarregada, que a nao pule ven-
der or Ihe ter sido dixa la com a condi-
gio de s a possuir em quanto a dita ae-
nno'a for viva, e depois vollar ao doador
ou seus berdeiroi, como tudo se v do pa-
pel de doagao o qoal devo apresentar caso
baja de a querer vender.
precisa-se alugar um prelo ou mole-
que para servir externamente :* no palco
doCollegfo, caaa do livioazul.
Francisco Aulonio de Siuza Bahia, re-
tira-st par lora da provincia.
O bacharel Manuel de Souza Garca,
que ha pouco deixuu de ser promotor pu-
blico do Recife, advoga actualmente, e po-
llera ser procurado om o priaeirn andar do
aobrado o. 30, oa rua larga do Rosario em
S. Antonio.
Uma pessoa oom as habilitar-Oes neces-
sarias ae propOe a fazer escrivturagOes de
casa deoegocios,por partidas dobradas,e por
preco cooimojo: quem disso precissr an-
nuucie.
sem essa declaragfio. Recife, 22 de Janeiro
de l852.-Jos Francisco de Moraese Vsscon-
sellos.
-- Precisa-se de um vendedor de pBo, pre
i'ei'iii lo-se um que j tenha alguma fregue-
zia, pagan lo-so assim um melhor ordena-
do i na rua larga do Rozario, padaria n. 48.
Oabaixo assigodo previne ao publico
de que ninguom fsga contracto nom Irans-
aegao alguma sobre urn escravo preto de
00,ne Thom, alias Antonio i-h.ii idade de
50 .-unios.pone i mais ou menos, e com dous
talhos largos em cada face por ser da Costa
da Mina, o qual lendo sido CO uprado pelo
''imiiiiei.il tu em dezembro de 1818 a M>-
noel Antonio Crrela deQoeiroz, fura por
elle ce ii.lt> a sua mulher Joanna M Ta M 1-
cil para aeus alimentos em dezembro de
1850. .1 fora spjrebendido do poder dellae
recolhido na cadeia em feve'eiro- do anno
P- p. p ir ordem do subdelegado daS. Jos
por denuncia verbal do mesmo ven ledor de
qoe dito escravo fora furtado e ltima-
mente Toi sollo no dia 20 do c irrenle, sem
que oann nielante saiba aiudaa quem foi
etnregue ; entretanto que o referido escra-
vo pande litigio entie omesmoannunciante
e a ilii, aua mulher pela 2. vara civel des-
ta ci lade, esciivSo Cunha ; e por isso faz
o pr-s me, pars que ninguem possa allegar
ignorancia.
Francisco Jos Du'aite Camargo
Jo.in Mac Culi, subdito ingle/, retirs-se
para os portus do Sul
Na rua da Senzalla Velha n 94, foi no
dia jo, entregue por um preto, um meio
barril de sardinhas : quem der osigmlea
marca, pagando as despezas se entregara.
-- Alugi-se o terceiro andar, da casada
rua do yu-iinulo n. 9 : a tratar na loja.
As pessoas que devem, na loja da rua
lo Queimado n. 1, importancias provenien-
tes de bilhelos das loteras do Rio de Janei-
ro, hajim de mandar salisfazer at aofim
d 1 i'nu-'iii ni-/. do contrario verSoseus
ou ne- por extenso nesle Diario, do que se
nflo drem admirar, pois muito bem sabjm,
que bilnetes de lotera n3o po.loni sull'rcr
demora nos pagameulos.
Flores de gomma,
para cabello e cima de masa, bouecas, ole. ,
faz se en o perfeigSo, naturulidade e bom
goslo : na rua do AregSo n. 12, segundo
andar.
Precisa-se alugar um preto para o
soi vic 1 interno da uma casa, que seja intel-
ligenlee robusto : ua rua da Ca leu do Re-
cife, 11.21.
Qjem precisar de um caixoiro brazi-
le ni i., n anuos para venia ou qualquer
estabeleci ment tanto psrs a nraca.como pa-
ra o mallo, dirija-se a pr*gi do Livramenlo
venda o. 3, que ah se dir qu-m he o ca-
Xeiro e se dar conheciment da conduela.
Na madrugada deSabbodn 24 d cr-
reme levantar-se-ha a ban leira de N Sr*. do
Bom Parto, erecta na igreja do Gualelupe,
a qual sahira da igreja do llom Oro, com
msica, quato'ze guras ou aojos, seo-
do uma a i'avallo e um grupo de parto-
n n Ins. e prociss3o da irman la te: convidao-
se aos devotos para assislirem a este acto
religioso.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Carmft
faz -cenlo as p ssoas que a lempos Ihe fa-
laram e mesmoa quen convier e quiznr.pa-
ra jior meio de om aju-tn rszuavel, ostralar
aiuiualmente das moleslias que nossam ap
paVecer, que ten ha m a bondade de virem a
casa de sua residencia na rua do Rozario
larga n.30,para os poderlaogaromn.de seus
clientes.
Quem tem para arrendar um sitio pe-
queo pert 1 do Recife, sendo na .Solada le,
rua do lloapicio ou oulro qualquer lugar que
seja i.ei to.Hiinu'icii! por esta fulha,ou dirja-
se ae'sa typogra hia.
-- Na rua do Hospicio n, 52, precisa-se de
uma ama que engomme bem ; prefere-se es-
crava, e pagaste bam.
Precisa-se alugar uma preta escrava,
para servlgo de muito pouca familia: na
Punte Velba n. 14.
za, doulrina rhrislSa, cozer, bordar do to-
das as qoaiidades al de ouro, lavarinto,,
marcar, emflm todas as mais prendas pro- H"'^'"J*, '
pnaadosexo. A anuuncianto lerobra o seu "?li.".a:,!'l'?ul
eslaheleciioenloaos senbores pais de fami-
lias residentes lia Ja cidade, asseverando
aos que qui/crem conli n suas lilhas aos
cuidados da annunciante, que suas Albas
recebeiflo da annunciante, elucagSo e oa
meamos desvelos, que oda urna recebe no
selu de suas familias. Posto que o methodo
adoptado pela annunciante pioscreva o cas-
tigo de palma toa las, todava pelo lado do
amor proprio o do pudor .-,1 1 as meninas re-
prim las o obrigadss a aspiraren! cenas
bomas concedidas quellis aluuinas que
mais se apphcarem nos seus estudos. Os
-i'iiuoi'es pais de familias que quiierem ma-
tricular suas lillias poiem mandar buscar
os estatuios em casa da annunciante.
- ller Briianic Majesiys cnsul hereby gi-
res uulice to tne llridsli resideuts tbat a
Public Meotiug wille be held al tne llriti-li
cousuiale un le the provisions oftne art of
l'arllamenl 6. Geo ; 4 Cap : 87, al 12 oclock
on Tnuraday tne 29 ih inst : por purpuses
conceded with that act.
AOS l'K s-fl'iS
1. A. S. Jane dentista, tem a hnnra de
avisar ao respeitavd publico, que se acha
rezidindo na rua Nova 11. 19 primeiro an-
dar, anule estar sempr" prompto a qual-
quer chamado, desde s 9 horas da manilla
at as 4 da tarde; o aiiiiuiieaiile enelierla
de um a todos os denles, que por isso lem
um cmplelo sirtimeOto de denles a-nli-
Ciaes, incorrutiveis e de po'Celaiia,mui de-
lira los e do ulumo goslo ; e todos os mais
accessorios tendentes a sua profiglo, asse-
verando a to las as pessoas qoe se quizerem
utilizar do seu preslimo que nSo exige pa-
ga alguma, 11S0 cando oa denles bem pos-
tos que 11.1o se possa deferengar dos proprios
nsturaes, e podendo-se maslixar com os
meamos lo la a qualquer comida sem santir
a menor dor nem tar recelo da os quebrar,
lambem chumbaos deutes naturaea furs-
dos da caria com ouro, p1 ala e metal brari-
co, prevenm lo s-im a conlin.iag.1o da ci-
a, dores e mesmo evitando por isso a for-
ma da passar a cana dos denles turados para
os outros Sos ; lambem lira oedras 00 ca-
nas dos denl>'S em geral, que lauto os dain-
nelica e coopera pira omoaliluda lincea,
alo sendo lirado : o annuncianlea 10 an-
uos que exerce a sua profiSCSu nesla ci la-
de, e os muitos exo iiplns qoe lem da lo
nesse longo t.'inpo, sera qumtu. in-li para
se garantir.
Qualquer Sr. opino da campo 011 em-
pregtdo de polios, po lera pren ler o escra-
vo do abaixo assiguado por nome.Jos, olli-
I do maicineiro, con ponti do b-rlii o
consta an lar pelo Pog 1 e Monteiro 1 quem o
pegar leve-o no sitio da Ponti de Helios ou
na rui di Cruz do Recife 11.12,que ser gra-
tificado. Jn.in l.i'lle Pilla III1!-' I 'II a
Precisa-se fallar com o Sr. Ignacio dos
Santos N.mes ou com sua mfli Feleciaua
Maria da Conceigli), podem dinjir-sea loj
do Sr, Jos da Rocha Brandao, defionle da
ni iiii. de S. Antonio.
Precisa-se de um caixeiro psra venda,
que tenna ja pratica da mesma occupac3o e
que d fia lora sua conducta : a l.ill.e na
rua larga do Rozario 11 46.
Francisco Itibeiro Pires, T>brc pra
o Rio de Janeiro, a escrava parda de nome
Vicioria, a entregar ao Sr. Jos Joaquim de
Lacerda.
A ttencSo.
Um li(nii"iii sem familia, de 40 annos de
idade, se off-rece para administrar qualquer
enuenho, do qoe lem multa pratica e de to-
das as plantigdes, sejam qu>e> fOrem j e o
nie-iiiii a" iilni-ara a ensillar aos lilhosdo
mesmo aen'ior de engenho primeiraa let-
tras, grammatica portugueza, arlmetiea a
francez; quem do seu preslimo se quizer
ulilisar, annuncie.
(iiloi'i'ce-sifiini mogo para cobranga, a-
00 111 sino para fra,
conducta : na rua das
Cruzes, venda n. 1, que volta para o hospi-
tal deS. Francisco.
Banco de Pernambuco.
A direegan do banco leudo em considera-
relo os pedidos que nlgumaa pessoas desla
provincia lo lio feito para se Ihe reservar
algumas acoes que queriio asaignar.tomou
a resolugao de reservar um pequeo numero
de acgd s psra estas pesaoas que convida a
vir aasignar no esciiptorio do Sr. Manuel
Gongalves de Souza at odia 31 do corrente
mez de Janeiro fecbando-se nesse dia asas-
signaturas por todo o capital effeclivo do
Banco por haver pessoas que querem to-
mar o 1 es imt que nesse dia non ver.
-- Precisa-se alugar uma escrava, para al-
guna aervigos de casa, ainda mesmo nSo aa-
ben lo coznibar e eugoinmar : oa rua do
Caldereim n. 41
Compras.
4ST Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 a a5 annos tendo
habilidades e de bonitas figuras ,
paga-se muito bem: na rua das
Larangeiras n. 14, segundo andar.
Compra-so um sitio pequeo perto do
Rrcife, sendo ns Soletado, rua do Hospicio,
ou ootro qualquer lugar : annunoie por es-
fnlna, ou dinja-sea esta tyoographia.
Co ambas selas, que sejam novos e eslejam
carnudos: na rua do Alecrim o. 8, das Tas
9 horas da manilla, e das 2 as 8 boras da
tarde.
Comp-a-se um relogio para senhora :
na rua do Livramento n. 10.
Compram-se o primejro eseguodo|to-
mos dosdicionanos de Roquet, em segun-
da nio : quem os 11 ver, aununcie por esta
tull 1 para si procurado.
-- Cnmpiae urna porgio de formas de
9 em linra, para fa/er velas de carnauba, e
que seja 1 muito exalas no peso : na praca
Ja Boa Visla 11. 17.
Vencas.
Na Ba do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
letra e por prero commodo.
Urna pessoa coma pratica precisa se
offerece para adminlslrar qualquer enga-
rnio: quem de seu presumo se quizor ulili-
sar annuncie.
Aluga-se um escravo mogo que sirva
para cria lo de uma casaestrangeira, e que
seja humilde, e fiel; quem oliver dinja-sea
roa do Trapiche n. 8.
Madama Koutier modista francea
Rita-Nova n. 58.
Participa ao respeitavel publicoe princi-
palmente a seus freguezes que tem em sua
ioja um lindo sortimeulo de fazendas fran-
eczas e tu lo que ha de mais mo lemo em
Pars; ricos chapeos de seda de todas as
cores, dito de palba d'llaiia abarlo, muito
bonitos chapeosinhos de S'da e de pallia re
dondos para meninos e meninas de um
seis unos, com abas largas de lindos en-
fetesede todas as cores ; um lindo sorli-
mento de trancase franjaa lauto pretas co-
mo de cores ; capell.s de llores muito ricas
e minio n is ; um grmde sodimento de
filos de todas as qualidades ; muito linios
manteletes de fil pr. lo; chales, mantos,
manteletes e capotilnos de. sola do melbor
gosio ; chamelote preto; Olores finas, man-
guitos de bico para aenhoras o mais mo-
derno goslo, selim, tafelas de todas as co-
res, plumas de Cores e brancas para enfeile,
atacadores para bolins de sonhor, ricas lu-
yas de pelica para senhora e senhor, luvas
pretas para senhora, tucos de linhoverla-
deiro, ricas romeiras bordadas, ricoa tou
cados de sennora para bailes ou Ibeiiro,
chapeos de montana, leucichos de seda, fi-
tas de veludo para punhos e p^scogo, de ve-
lo lo prelo, leen- de Cambraia para senho-
ra, flores e ramos de flor de laranja; na
meaina lnja'fazem-se vrstidosde casamen-
to, de baptisado, tocas de menino ede se-
nhora, ca.ui miles de todas as qualidad-s,
com pe. leigiio e prego commodo recebem-
se todos os un'. h-ni nms modernos, que
impresla a seus Tregeles.
-- Precisa-so de um caixeiro, que tenha
pratica de venda : oa rua da Senzalla Nova
do Recife, venia n 89.
Na rua doLivramento, sobrado n. 10 ,
se din quem da dinheiio a premio, e quem
ven le vanas obras de uuro e prala, e tam-
bem >luga-se uma escrava.
luguez, retira-se para fra da provincia.
O freguezes de bolachiuha doce de le-
la americana as pdenlo procurar junio
a mesma padaria em nma venda.
Precisa-ae alugar uma pela, que su-
ba coziuhar eeogommar; as esquina da
Linguela n, 32.
FOLHliSHAS PARA i85a.
Vendem-se fjlliinlias de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
len ules ipi-iliil ules,.sendo uma del-
tas com o aimanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8 ,
-inao de .N'untu.i a
800 rs.
Vende-se s historia de simo 1 de Nsntus,
a 800 rs. : na livrara da pragada Indepen-
dencia n. 6 e 8
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n j, vendem-se bi-
-"Aina Joaquina do O', faz saber a quem Ihetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da 4
lotera da reguezia de S Joa do
Rio de Janeiro.
- Vendem-se na rua dos Pires o. 28, 3
(avallo-, glandes, carresadores e egquipa-
dores, chegadosno dia 32, da malta, e por
barato prego.
t 'iini'd de lustro patente.
No aterro da Boa Vista, loja de calcado n.
58. junto ao seleiro, vende-se superior coa-
ro oe lustro a 2360 rs. a pollo, uo lem de-
feto ; a elle freguezes, que a pechiocba be
pouca.
Cortes de sapatos de tapete.
Superiores cortes de sapatos da tapete,
bordados, de lin lo gosto a 480 rs. o corte,
e em duza a 4500 rs ; assim como spalos
da mesma fazenda ja piomplos : no aterro
d > Boa Vista, loja de calgado n. 58, junto ao
seleiro.
~ No aterro da B01 Visla n. 58, v.-ndem-
s-cnrd.s p>ra rabecca, mas barato do que
em outra qualqoer parte.
Altencao.
Vende-se um oplimo piano inglez, ainda
novo, por prego commodo : no armazem dt
taboados defronte de S Francisco, se dir.
Ceia de carnauba barata.
Vende-se cera de carnauba em porgfio
e a rrtalho de superior qualidade vio la no
ultimo navio do Aracaly por prego cmo-
do : na aua da Moeda, o. 33. 1. ao lar.
Craxa do Uio Grande do Sul.
-- Vende-se graxa do Rio-Grande do Sul
em bexigas, de muilo boa qualidade por
preco commodo : oa rua da Moeda o. 83,
1. ondar.
Velas de carnauba.
Vendem-se velas de carnauba bem fa-
bricadas, e sef'ZO sortimenlo dos ti ma-
ndos S vontade dos compradores, por pre-
go muilo commodo: na rua da Moeda, n. 33
t. andar.
^T 3 libras de Marmellada por
5oo res.
NSo ha cousa tSo barata, que ae iguale
com 3 libras de mermelada por 500 as. : a
ellas rapaziala que breve se acaba, na rua
estreita do Rozario u. 43.
Ven le-se por prego commodo, um ex-
Callenle sitio no lugar das curcuranas, de-
nomina lo Salinas, com boa casa de vivon-
da, terrss enm plantagdes, e alguns pea de
cuqiieiros, sendo muilt nertodo mar; quem
o quizer dirija-fe : a rua do Crespo o. II.
Vendi-se o eagaiiuo Umeiro, ua sarra
da raz de fabricar assucar tirulo da villa de
Cuarabira da provincia da Parahyba com 3
leguas de Ierras de grande producgJo.nSos
de canas como oe aluodao caf, man linca,
minio, falla e Tomo com aguje pertencenle
ao sargeuto-mor Jo3o Jo- da Costa, quem
o penender lano em Pernambuco, como
na Paralnbi pode auounciar alim de qoe 0
propn.'taiio estabelega as condicgOes da
veuda.
convier, que continua com o seu est'bele-
cnnento ae eu-inu- a ler, esc evo, contar
as quat'o especies princlpses, doulrina
clinstaa ; e bem assim a cazer, n.lu s liso,
como bordar, e laberinto : tudo isto ensi-
m por commo Jo prego, na rua da Cuia
n. 45
Precisa-se de um cozinbeiro: na rua
do (jueimado n. 40.
I'recisa-se alugar uma preta, ou parda,
para todo servigo de uma casa : ua praga da
In lepen icuci.i, luja n. 3.
OJ4ROIM DAS DAMAS.
Eale peridico, lodo dedicado ni-inirrn e
recrelo do bello aexo, he, segundo ledeclarou
110 proipecto j publicado neite Diario, di vi
li lo em ilua- partes, parte loatrucliva e parle
recreatlra. Na primeira ir dando em fonqa
de dialogo e em arllgos separadua oa conhecl-
inentua que una senliura eleve ler para poder
dlaer-se bem educada ; lato be ir apreseotan-
do de modo propurcionado cotnprehen.o de
-11 i.l. netas deaeiivulviinenlos mais ou menos
eslensos aobre a hiato-ia aagrnda e profana, so-
bre M acienciaa naturaea e positivas, sobre os
direuos e deveres proprios da mulher, sobre
liileraiura, ele. A segunda comer poesus,
roiuanses, dramas, cotilos para meninos, ane-
doctas, Jogos de prendas e recellas uteis c cu-
riosas.
Lodos os nmeros do Jardiui daa Damos, n
(jua! sahir duaa veaes por mes ein folbetim de
l a 24 paginas, aero acompaubados, ora de
flgurlnoa repreaenialivoa daa modas mala r-
cenle, de Parla, ora de liudoa rlacoa de borda-
doa, ora de bonitos moldea de labyrlnlhua;
iiiiii li.-a u Ja 1 1 .u das Damaadar deniro de
cada quanel da aa-ignatura urna inodinha bra-
allelra com acouipaohaiuenlo para plano; o
melhor presente que um pal pode faaeraaua
liilia, um nimio a aua irma, he porlanlo aein
duvida aenbuina urna aaaigoalura doJardiui
das Damas, pola elle satislaz a ludaa as neces-
sidades do bello aexo.
O |o 1 un. 1. numero aahfo luz e ae acha
dispoiico do publico na praga da Independen-
cia luja n. 0 e 8; na qual ae recebem aa aasig
ni 1 u 1 o-, raso de 2/jf ra. por serie de seia nu-
mero*, ialo he por lempo de Irea uiezea. Al
do que conim na parte Instructiva, o primeiro
numero do Jardliu das Damas conim ua par-
le recreativa duas poesiaa escomidas, doua bo-
of loa romancea, doua conloa para ineuiaos, um
j igo de prendas e varias receilaa utela, pe U -
/euilu ludo 24 pagiuaa deimpreaaao euiforma-
to graode e multo elegante.
Acuin. anhaiii a este numero duas estam-
pas, urna grande, toda chela de delicados
riscos de bordados impiessos em lima azul
sobre campo cor de rosa, e uma mais pe-
quea com botutos moldes de lahynulliGS.
II Jardnn das llamas mo appareceo logo
no principio do mez, como foi auuunctado,
por ler sido preciso refazer-sa lolaachapa
dos brdalos, que da primeira vez nSo sa-
hira perfsita, alm de varios outrusemba-
ragos que sempre enconliam em principio
as emprezas desta ordem, principalmente
em uma cidade como a nossa, na qual as
arles se aciam aiu la 13o aUaza las ; olio
pori'in envidara todos qtetforgos pa ven-
cer as difliculdades com ajde esti luct 111 lo e
lem de luciar, allm le pparecer regular-
mente e salisfazer as bellas que sedigna-
retn honra-lo com suas asstgnaturas.
Precisa-se alugar uma escra-j
Yende-se uma negra de 4
va, que seja boacosinheira e com-1 annos, pouco mais. ou menos, qui-
pradeira, : quem a tiver dirija-se tandeira eluvadeira, por preco co-
a rua da Assumpflo ou muro da modo ; na rua da Cadeia do Keci-
l'euba a. 16. fe 11. 7 lojlde miudezas de An-
- Quem precisar slugar am molequo de { Lope8 l>erira de Mello. Na
bonscosiumosoliel, para servigo: a tralar I __
na ru* do vlgariu n. is, segundosndar. mesma loja vende-se tuna porcao
- Jos M.ndes de Frenas, ambares para e penas de ema, por preco com-
fra da provincia, o seu escravo creoulo, de v. r r 1
nome Lucio. # modo.
k
m


_ O cantelista f aria Barbosa ,
expox a venda bilhetes da quarta
loleria em beneficio da fregueiia
de S. Jos da Corte : no pateo do
Gollegio, casa do livro azul, pelos
seguintes precos :
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a, 800
Vigsimos i,3oo
chegando a lista, paga em conti-
nente, sem descont algum.
.. Vende-se 1 cavallo russo, do estribara,
gordo e com todo os andares preciaos: a
tratar na ra Direitadoa Afogadosn. 22.
Farinha de trigo superior
chegaram recentemente algumas
barricas de farinha de trigo, de
urna marca nova neste- mercado, e
de qualidade muito superior ein-
teiramente igual as melhores mar-
cas, queaquise vendem; tem mul-
ta acceitacao no lUo de Janeiro e
na Babia onde he considerada a
par da tnelkor de marca gallega, e
mesmo a de Trieste : vende-se na
ra do Trapiche Noy n. 16.
He baratissmo a 10 rs. o covado.
Na ra do Queimado defronte do liecco do
Carece impossivel.
O barato pre$o de ,500 ra., porque se os-
to vcmlendo, chapeos pretoa francezes,
ltimamente chegados na loja de chapeo
de l'uriz, no arco de S. Antonio n. 8.
.- Vende-ae um cavallo rudado com to-
dos os andares por preco comino Jo : na ra
da praia o. 17.
Anda se continua a vender a su perlor
manteiga ingl.za a 720 ra. libra : na ra
do Colegio d. 5.
Vende-ae urna cama grande de Jaca-
randa, nova, com armacSo e cortinado mui-
to bonito, vende-ae muilu em conla: na ra
do Queimado n. 10.
Vende-ae um sobrado de um andar um
soton agora acabado de novo.o qual esta reo -
dando 360,000 ...'anualmente silo na tra-
vessa dosQuarleis n. 33, e 2 caiiOea de ar-
mc,So de venda e alguna pezos miudos e
urna porc.80 de tinta para pintor, e.duas ci-
mas de armniio,tu.lo isto por prejo commo-
do por ter de retirar-se j na traveas do Ve-
raa n. 18.
Vendem-se dous relogios deouro pa-
tente inglez sendo um amigo proprio
para qualquer martimo, por ser de muito
boa qualidade, ooutro desabnelo moder-
no, vende-se em conla : na ra do Queima-
do u. 10.
No escriptorio de Novaes &
Gompanhia, na ra do Trapiche
n. 34, vendem-se os seguintes ar-
tigos, por preco commodo, para
fechar contas: chapeos depalhado
Chille em porcSes de cincoenti;
linhas de rorize de nmeros; cu-
DA
SALSA PARRILHA DEBRISTOL
SALSAlKElfsAJIDS.
Pal Frito, ja a. s, vende-se tafei roso nheles com arcos, e carneiras de
Tl^^rt ~l."^r^ qU4re a tratar no mesmo escrip-
de molo, pelo admirado preco de 320 rs. o|
covodo.
Vendem-se 2 canoas abarlas em bom
uso, que pegam em 1000 liollos,e outra em
800, ou su troca por lijollos de slvonaria
grossos: no armazem do caes do] Hamos
d. a.
Diamantes para vidra-
ceiros ,
porcSo de
e vendem-se
,'rapiclie Sovon. 16,
Vende-ae-uma escrava de naci angi-
chegou urna pequea
excellente qualidade, e
na ra do Trapiche Nc
[torio.
Muito barato e muito bom, loja de
ferrgens n. 56. A, ra da Ca-
deia do Itecife.
Foles de tolos os tamanhos, ricas formas
para pudins e bolo.s ricas cobertas para co-
brir pratos na moa de metale rame; escri-
vaninhasde lati de varioa tamanhos, per-
fumadores dito dito, ricos peales de martlrn
para bichos de desembarace o mais fino
possivel; peneiras de rame amarelo e bran-
co propnas para tola qualidade de massa
ou farinha ; ricoscadiados grandes e peque-
nos,lato e ferros o methor quetem aparecido
no mercado; ricas fechaduras para portas
ca, de idude de 0 anuos pouco maia ou me-
a quizer comprar uinj
o. 5, lado squerdo.
Attencao.
*" Vende-se eseguintes obras em bom es-
tado, a Geographia Unitersal.por llalbi, Ma-
nual Enciclopdico, A bella de Seoangne, o
Diccionario Francs Porluguez.Les Aventu
ras de Telemaque : na ra larga do Rozario
esquina do becco do Peise Frito n. 9.
Kua do Cresp'o n. a3.
Vendem-se cortes de casimira muito finas
e modernas a 5,000 rs ; chapeos do Chile
pequeos a 4,000 rs. ; cortes de brim escuro
para caiga a 6(0 rs. ; cha hysson a 500 rs. a
I ibra meios chales de 13a a 6*0 rs ; fil de
cores para vestidos a 480 rs. a vara : lencos
de lia e seda a 480 rs., u outras lzanlas
baratas para fechar contas.
Vid ros para vidracas,
de ptima qualidade e muito me-
lhor sortimento : vendem-se na
ra do Trapiche Novo n. 16.
- Na ra do Queimado loja n. 8 vende-ae
Lisia potica, rica collecslo de poesas mo-
dernas em 5 volumes cncadoniados de novo
por prego commodo.
Aos ao.ooos'000 e aos lo:oooooo
de rs.
Na roa do Queimado loja n. 18. vende-se
bilhetes, meios, quartos, oilavos e vigsi-
mos da 4.' Loleria a beneficio da freguezia
deS. Jos. Na mesma loja vendeu-se o
meio bilhete n. 255 da 3.' lotera da fregue-
zia de N. S. da Gloria em que sahio os
20:000/000
Na ra do Queimado loja n. 18, vende-
ae urna canoa de carreira em bom estado por
prego commodo. t
Papel para imprimir,
de excellente qualidide e pre90
commodo : existem por vender al-
guma- caixas, na ra do Trapiche
Novon. 16.
Vende-se urna preta de 35 annos, cozi-
nha, engomma, lava ropa, e faz todo o mais
aervico de urna casa : na ra do Collcgio n.
SI, ae dir quem vende.
-- Vende-se um cavallu com todos os an-
dares bous e sem achaques, com arreios, ou
sem elles : na ra da l'raia, armazem n. 18.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9
vendem-se 300 varas de bico e renda da tr-
ra, atacados, a 160 rs., e juntamente 18 ca
silbosenvidragados e promptos paraqual-
quer obra, por prego commodo.
l'otassa ameiicana.
No enligo deposito da cadoia velha, n.
12 esiste urna pequea porgio de polassa
americana, chegada recenlemente que por
superior rivalisa com adallussia: vnde-
se por prego razoavel.
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, leu los a dous QoS, mu.lo
;rande, tem toda applicagiio em una casa de
imilia, por servir para me mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
Paiiiios e casimiras,
pretas e de cores, fazenda de qua-
lidade muito superior : vendem-
se por precos muito commodos, na
ra do Trapiche Novo n. 16. A
mesma casa tambem recebeu re-
centemente algumas caisas com ri-
cos sortimenlos de tapetes de lin-
dos padreo.
-- Vende-so em muito bom estado, um
piano hamburguez por 130,000 rs.: na tra-
versa da Concordia, sobrado 11. 5.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do C'ollgeio
n.4.
Neste uovo ostabelecmento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sidos ltimos Rostos, lano de aeda como
de i>uiiilu> para homeus e aenhoras, de ar-
magio de baleia e de asso que se vendem
por menos prego que em outra qualquer par-
te ; grande sorlimento de cliarualole, sedas
e pai olios em pega de todas as cores o qua-
lidadea para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir a r magues servidas. Completo sor-
limento de baleas para vest ios espartilhos
para senhoras, fazem-se um'bellas do igreja e
concerta-se qnalquor qualidade de chapeos
as para torrar cafle, ratoeiras de rame e
ferro, de differentes tamanhos e muitas nu-
tras colisas que com a vista se apetecer.
-- Vende-se um cavallo novo, o qual esl
minio gordo, e he proprio para montara de
senhora, por ter bona andares e ser muilo
manso: na ra da Aurora, venda porbaiso
do sobrado 11. 46, se dir quem vende.
Vende-se por pre?o commo-
do, cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo : no armazem de
DM Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes & Gompanhia,
na ra do Trapiche n. 34-
Vapor inglez.
Papel paquelo;proprio para poupar por-
tes no'vapor para Europa, assim como
as competentes obreias : na luja do ferr-
gens da ra da Cadeia n. 56, A.
Vende-se por preco muilo
commodo, para fechar coritas, sac-
cas com superior farinha de man-
dioca, muito fina e alva, nos ar-
mazens de Dias Ferreira e Antonio
Annes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos,ou com Novaes &
Gompanhia, na ra do Trapiche
n. 34,
Moinhos de vento
om bombas de repucho para regar borlas
d baisas decapim : vendem-se na fundigSo
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8e 10.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vendem-se superiores vinhos finos en-
garrafados, sendo do Porto, tinto,em cai-
xinhasde 30 garrafas e de Lisboa, branco
em ditas de 24 garrafas ; muilo boa fl.nelha
de algodSo para arlins, e retroz do Porto :
na ra do Vigario n. 19, priroeiro andar.
DEVEKES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se esto compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernagSo, a 500 rs. ,1
cada um: na livraria n. 6 e8, da praga da/
Independencia.
Superior cha nacional
em cais"inhaade2 libras, e da melhor' qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo n. 2, primeiro andar.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas do carnauba imitando
espermacete : na loja de saleiro da ra da
Cadeia do Itecife n. 36.
Vende-se champagne da marca amiga
e bem coohecida, Comel, em casa de Deane
Yule .\ 1. 1 nipanbia : na ra da Cadeia.
Farinha de mandioca.
-- Vende-ae saccaa com superior farinha
de mandioca a pregos rasoaveis : a tratar
com J. i. Tasso Jnior ra do Amoiim
n.35.
Vende-se no armazem de Vicente Fer-
reira da Costa na ra da Madre-de-Deus,
louga azul fina avulso, apparelhos de meza
e cha dos melhores inodeliose qualidades,
por prego commodo.
Vonie-.so um bom proto, offlcial de
marcineiro, que representa ter 25 a 30 an-
nos : quem o pretender dirija-se a Soledade,
ra de J0S0 Fernandos Vieira, ailo dos qua-
tro leOea, que achara pessoa autorisada para
esse lim.
Vende-se, por prcro commo-
do farinha de mandioca muito
superior, a bordo do patacho Ale-
gra, chegadode Santa Cathariua,
o qual se acha fundeado ao p do
caes do Gollegio: a tratar a bordo
do mesmo, 00 om Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
Moenrtus superiores.
Na fuodigio de C. Starrt Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de caniia, todas de ferro, de um modelo e
coostrucgSo muilo superior
ptimo vinlio branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
A salsa parrilha deuriatol data desde 1832, e tem conalantemente mentido sua reputa-
gSn, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as preparagdesde m-
rito podem despeusar-se. Usucesso doDr. Bristol tem provocado infinitas i ovejas, e
entro outras, as dos Sis. A. II. I). Sands, de New-York, preparadores e proprietanos da
aalsa parrilha conhecida pelonomede Sauds.
Estessenhoressolicilrioem 1842 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, como nSo
o pudessem obter, fabricario urna imitagao de Bristol.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no da 20 de abril
de 1842, e que aeacha em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, ele.
Nosso apreciavel senhor.
Em todo o anno passado temos vendido quantidadea coisideraveis do extracto de
salsaparrilhade vm. e pelo queouvimos dizer de suaa virtudes quellea que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitiaaimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que noa resultara multa vantugem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um mot, ou cousa aemelhanie, loriamos muilo prazer em o
ver em nossa botica, ra do Fulton n. 79,
Ficflo as ordensde Vm. aeus seguros servidores.
(Assignados) A. II. D. Sands.
corccLUSAb.
1." A antiguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, e que a de Sands a appareceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta nilo pode obler a, agencia do Dr. Bristol.
2.a A suporioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavel, pois que nSo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de una porgio de outras preparagOes, ella tem man-
ilo a sua reputago em quas toda a Amorica.
As numerosas experiencias lejas com o uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela impureza do sangue.e o bom esitooblido nesta corle pelo lllca. Sr.
Dr. Sgaud, presidente da academia impela! de medicina, pelo [Ilustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Peisoto em sua clnica, e em sua afamada caaa desaudena Gamboa,pelo I Um.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do esercito, e por varios ou-lroa mdicos, per-
mittem hoje de proclamar altamente as virtudes elcazes da aalsa parrilha de Bristol.
Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Gongalves Ramos, ra
dos Quarteis pegado ao Quartel de Polica.
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c. S S poi o.
fgffri!i*E*Ji
f|i|*Elliii-.K
C 3 O* S
fjrj S
O a-
de sol: todos os objeclosacuna mencionados (la melhor qualidade que a,parece::
a vendem em po^so o a retaiho, por prego trata_se na ruada Cadeia do Ue-
quo agradara aos freguezesa vila daquali- ., .
da c. [cile n. 4o.
Cal vilgem de Lisbo ..
Yende-se cal de Lisboa, de op-
J tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto C.
de Abreu, na ra da Cadeia do Ite-
cife n. 48.
-- Vende-se urna preta com 40 annos de
idade pouco mais ou menos, de muilo boa
conducta e propria para todo o servido no
armazem de Vicente Ferreira da Costa na
ra da Madre-de-Deos.
Sebolas.
Na travessa da Madre de Dos, armasen)
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o
cenlo.
FARINHA DK S. CATUA1UNA.
A melhor farinha de mandioca
e mais recenlemente chegada ao
mercado, vende-se por preco mais
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al-
mirante fundeado confronte ao
caes do Ramos : trata-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Alachado &c VI-
nheiro, na ra do Vigario n. 19.
FARINHA DE BALT1MORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Vlanoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. ij, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, novae de superior qualidade.
-T- Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4^.
salsa paurilhade
saNds.
Este excellente remedio cura lodaa as en-
fermidade* as quaea sfio oriiinadaa pala
impuresa do sangue ou doayatema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumatismo, erupcoes
cutneas, brebulhas na cara, almoroidaa,
doenfas chronicas, brebulhas, bortoeija,
tinha, encuatos, e dores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, doencas veneriaa, citica, enfer-
midades que aliceo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, espostosa urna vida
extravagante. Assim como, chronicas de-
sordena da constitualo, serijo curadas por
esta 13o til, e approvada medicina.
A administra;80 desto belo remedio, noa
ataques mais estraordinarioa tem sido sem-
pre seguidos pelos mais felices resultados
na-, -lias uperaeiV s ; poieill, o sol principal
objecto be de punlicar o sangue, e I impar o
syslema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus oprrandi, he directa-
mente como om remedio alterativo, anda
que, indirectamente serte ao systema como
um verdadeiro Inico. DOMCal noa ossos
e no systema grandular; asaiin como as
juntas, e ligamentos, sBo inleirsmenle cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doente laca resguardo algum, quando usar
este remedio. A opperacSo deste remedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve lempo o doente ganbai a
sui saude.
A Salsa Parilha tem ganhado por inultos
annos una alta repulaalo, de ter curado
doencas mu dinicuitosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que a Salsa Parilha he
um dos mais valerosas remedioa que os
doctores usflo em toda a parte do mundo;
com vistas de ganrrarem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
notar, que nem todas as pessoas aabem pre-
parar este remedio,* aaaim como eaco-
Iherem a melhor parle quejae deve usarem
tal preparacSo. Um celebre Hed.co escrp-
tor, que residi por muitos annos no lugar
aondeha a melhor prodcelo da Salsa Pa-
rilla disae : Seisou oilo especies destas
raizes que crescem nestes bosques, admra-
me que o3o podesse achar, ae no urna,
com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa Carilla, que se possa recommeodar
para medicina ; pois as mais eram inspi-
das e inertes, a Porm, como os mdicos
nao se dfio ao trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim conilam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren!, e comporem diflerenles drogas. Po-
rm de todas as preparares de Salsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o publico ficassem bem fiados
nas preparaerjea de Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegestavel, que se oflerece ao publico ; nes-
te se ve combinados oulile cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
ranzas algumas tinha ne viver, e grandes
quantidadea de remedioa experimentados,
mas sem resultados de melhoras ; mas com
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem si Jo
ini'aiiveis, pois oa certificados que tomoa
recebido de peasnaa que tem usado deste
puro remedio, aflirmam da sua boa elllca-
cia ; estes certificados temos a honra de
aprensenlar ao reapeitavel publico, para
que liquem certos, oquoacma se diz, he
verdadeiro. Os proprietarios deate reme-
dio tem por muitos annos empregado todos
os meios para prepararem este 13o til, e
essencial remedio da raz da Salsa Parilla,
qne por Dm, conseguiram as suas vistas, em
prepararem um 13o valuoso lemedio, e seus
So lindos resultados tem enchido os pro-
prietarios de gloria, e trumpho de terem
preparado urna linda compoaifao contra
doencas,que o -eu loo lie deslruiro corpo
humano. Esta composf3o be qumica e
nova. Esta Salsa Parilha De combinada com
outros engredientes quelodos elles perten-
cem classe vegetal, e lodos com o poder
de purillcarem o sangue. O doente que usar
desta composicSo, pode cuntarque tem o
iiiins ciliuaz remedio, para a sua eofermi-
dadeusa. O nico agente nesta cidade he
Vicente Jos de linio, na ra da Cadeia do
Kecife botica n. 61.
gqpyr^^yqpqgqj^ (^y yy (|(J)|)a^^
^ Deposito de tecidos da fabri- 2
> ca de Todos os Santos, -e
. na Bahia.
a> Vende-se em casa de Domiogos Al-
^ ves Matheus, na ra da Cruz do Re- 41
"" cifen.52, primeiro andar, algodSo*^
Vende-se em casa de :\.
damson Howie & Gompanhia, na
ra do Trapiche n. 4a panno de
algodSo para saceos deassuca'
muito superior e barato.
>
1

i3.0 = X=- =
- !*lfaS*S
2 ? 2
Principios geiaes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-ae esto compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a *80rs.: na
praca da independencia, livraria n. 6 e 8.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, > por menos preco do
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Kecife o. 50.
Talxus para engenlto.
Na fun.iic.io de ferro da ra do Brum,
acaba-ae de recebar m completo sortimen-1 damson Howie & Companhia, na
... il. lia 1 a Q nnlmnc Ha Iwiix.. ao -
~| Iransadodaquellafabrica,muitopro-
:' prio para aaccos e roupa de eacra- S
'. f vos, assim como lio proprio para re- 2
f. des de pescar e pavios para veilaa, <*
a> por preco muito commodo. 43
tt t \ % % Si ft A O A Jt A I Im
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a i6e:n libra, e tam-
bem de um a tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Alachado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Vendem-se selins e silbo es
inglezes, de couro de porco, da
pnmeira qualidade: em casa de A-
Vendem-86 e alugam-se bichas, che- S
Sgadaa ltimamente de Hamburgo, por *
preco commodo: na ra deS. Amaro S
# n. 98. I
Rombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo
pndulas e picota para cacimba -
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10
lundicao de (erro.
Vendem-se velas de espermacete 6m
caixas, de superior qualidade : em casa da
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz ou-
mero 55.
Vendem-aeamarras de ierro: ua rui
da Senzalla nova n. 42.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em caaa de J. J. Tas.
ao Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se muito boas navalhas ingle-
zas para barba, tanto em estojo de urna
como de duas.esles trates sendo bous, como
estas o s3o, tornam-se indispensaveis em
um clima como este a raca humana, e.-:,,
objectos de estima, a ponto dedeveieoiser
inventariadas, quando seu dono ae retirar
de urna vez para S. Amaro ; o autor dellas
foi premiado pela deacoberta da tempera
que soube dar ao ac de que ellas ano fetas;
meiaa branca* de Uo da Escocia ; Ihesouras
fimssimaspa! unhas ; grampas envernisa-
das; oculos para tolas as idades, a 800 rs.-
esporas Oaiasimas de ac com crrela a iq!
gleza ; escovas de falo; linhas pretas pera
sapaleiro ; espelhos de gavetas os maiures
que tem vindo, a 800 ra. cada um e maiores
ni o-, baralos, e outras multas miudezasem
conla, para liquidar contas velhas : na rui
larga do llozano o. 35, loja do Lody.
MANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann I maos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
escellentes vozes chegados ha
pouco lempo.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Gompanhia, na ra da Cruz n. 55.
Gadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann IrmSoa, na ra da
Cruz n. 10.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmann lrinSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
MOB1LI .5 DE FERRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem ello, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann lrinao, na ra
da Gruz n. 10.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, esa
barris de 36 medidas.
Sobrado em Goiamia.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 58 avaliado em
2:000/000, em o qual tem parte
rsula Minia das Virgens e sua
innaa Joaquina Alves de Faiva na
importancia de io7,^-j rs. quera
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann lrm3os,ruada Cruz,n. 10
Escravos rugidos.
to de taixaa de 3 a 8 palmos de bocea, aa
quass acham-se a venda por pre^o com-
modo, e com promptdSo embarcain-se.ou
carregam-ae em carros sem despezas ao
comprador.
Para baile de Mascara dos.
ra do Trapiche u./ja.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
moni Si Companhia, acha-se conalanlemente
bona aortimentoa de taia de ferro coado e
batido, tanto rata como fundaa, moendas in-
Veode-se um vistuario da couro, comple- eirastodaade ferro para anlinaea, agoa, ele ,
to, chapeo, pernelras, gib3o, guarda peito e
sapatoa : na ra do Queimado, loja n. ti.
Oh !
Que sSo chegados 3S cxcelle rites sigaTOS
de palba de milho : na travessa da Linguete
AGENGIA
da fu u di cao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 48.
Neste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade: vende-se no arma-
em Kalkmann IrmSos Ra da Cruz, n. 10
-- Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa vinda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja de fazendaa n. 15, pre-
co muito commodo.
Deposito da. rubrica il- Todog os
Santos ua linhla.
Vende-se, em casa do N. U. Uieber & C.,
na ra da Cruz n. 4, algod3o transado da-
quella fabrica, muilo proprio para saceos de
issucar e roupa de escravos, porprec,ocom-
moo.
' ditas para armar em madeira de lodos oa ta-
manhoa e madellos o mala moderno, machina
borlaontal para vapor, com forja de 4 caval-
lo*, coucos, pasaadeiras de ferro eatanhado
para caaa de pulgar, por menoa preco que os
de cobre, eacoveoa para navios, ferro inglez
tanto em barraa como em arcos folbaa, e ludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Gadeia
do Itecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Gasa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que le offerece muitas garantas
a seus donos .- na ra da Gacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro ; na fundicao da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Estam fgidos da fabrica de calderei-
ro da ra do Brum n. S8, oa dous escravos
seguintes : Felippe de nacSo Mozambique,
representa ter 3S annos de idade, estatura
regular, cheio do corpo, e cosluma embria-
gar-se perteneente ao casal de Jos alaria
de Jess Muniz,; e Alexandre de nica 1 S,
Paulo, de idade 35 annos, alto, falla demo-
rada*; qoe foi do Meliquer, francez mora-
dor no Rio-Doce, e ltimamente foi doSr.
Eduardo Bolli : ambos fugiram aem outro
motivo mais do que vadiacSo e aahiram, u
primeiro desde 35 do crrante, e o segundo
desde 26 ; roga-se a quem os pegar de os
levarnadita fabrica queaer recompensado,
10/000 de gratificarlo
Pela entrega do escravo Valerio, fgido nu
dia 5 de novemhro p. p. do engenho S. Juan
do Cabo, de Manoel Lina d'Albuquerquu
sendo da Cosa, alto, grosso, cara chata, o
curia, olhos pequeos, um pouco gago, ca-
nellas linas, pes chatos, tendo os dedos
grandes separados dos outros, e urna cica-
triz no p esquerdo, junio ao dedo mnimo :
ser entregue a gralilicacJo de 10/000 a
quem o levar ao dito engenho, ou ao Mon-
dego casa do commendador Luiz Comes
Ferreira, ou ao engenho Fragoao, de Manoel
Joaqulm Carnelro da Cunha.
-- No dia 20 do corrate, desappareceu da
ra do Seve, urna escrava de nome ClauJi-
a, com oa aigoaea aeguintes : idade que
representa ter 35 annos, fec/Sea grosseiras,
bem gorda prer.he ps e peroaa gros-
aas, como que sejam aneciadas de erysipela,
e como dita escrava aleja penborada, o de-
positario tem de proceder com toda a fon;a
da le, contra quem i liver aeduzido, ou a-
colhido em sua casa, apenas obtenha o me-
nor indicio.
-Desappareceu do engenho Espirito San-
to, freguezia de S, AnlSo, um escravo da
nome Jos, de ida le de 25 annos pouco
mais ou menos, com os sigues seguintes :
pedreiro, alto, pernas compriJas; levou
camisa d'algodSo azul trancado ji ve-
lha, e caifa tambem axul; foi montado
em um cavallo ferrado nos quatro qnarto',
lazSo, maoco de um p, cauda aparada:
quem o pegar lave-o ab engenho cima, ou
a cidade da Victoria que ser bem recom-
pensado.
Deeappareceu do dia 11 de Janeiro un
escravo por nome Catoler, appareceu no
mesmo dia pelas 9 horas da manbSa e tor-
nou a sabir, levou vestido caiga de cazc-
mia azul escura, camisa de algodSozinhu
em corpado, he de estatura regular, heca-
noeiro do poito da ra Nova, ten as rojos
grossas e cheiai de barrugaa, nariz groco,
he quebrado: quemo pegar dirija-so a ra
da Concordia casi de seu senhor n. 9 de
Jos Francisco da Costa, ou na ra
Quarleis de polica n. 22 que ser bem
compensado.
. di; M.t' '>r F\CI '-
dos
re-
J


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