Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04611


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Full Text
XXV11I
Sexta feira"23
(fe Janeiro de 1852.
N. 18.
DIARIO DE m PERMMim
*>reoo snnoairqlo.
PtOAHBHTO ADUNT1DO.
Por trimestre............000
Por semestre.............1/01)0
Por nao........-......PM0
PlOO IIIMI DUTSIMi:SIKI.
Foi qusrtel............. 4pO0
WOTICIAS DO lMFlrilO
Para..... 2 de Janeiro. Minas... lSdeNovbr.1
Msraobao 7 Jp Jilo S.Paulo. lOdedilo. j
Cear... de dito. R. de 1.. ti deJaneiro
Parahlba. 21 i!e Deibrillahia... 17de dito.
DI* da semina.
AUDIENCIAS.
19 8eg.S. Canuto re ;| JulioV OrpM
Si. Audifaie Abacbu2.eS. s 10 horas.
20 Tere, S. rabian, i. varado civil.
21 IJuart.S Ignez.
22 Quiot. S, Vtenles e
Aaastaeio.
23 .Seit.S.lldefooco.
H Sab. N. S.daPai,
25 Dom. 3. A conrer
sarao de S Paulor
3. e6. ao meio-dia.
Faienia.
3. e6. s 10 horas.
2. vara do civil.
i. e (abados ao meio-d.
RilacSo.
Tercas e sib.dos.
inslUIBII.
Icrescente 20, as 8 horasc 1S minutes da ni.
I Chela 7, a 3 horas e 48 minutos da m.
I Hlngoante 10, a I hora e '8 minutos dam.
|Nova 21, ai 7 horas e 34minutos da ni.
rncAHAB di aon
' Prlmelra s 6 horas e 6 minutos da manha.
Segunda s 6 horas e30 minutos da tarde.
riBTIDIS DOS OOBBBIOI.
Oolanna e Parahlba, s segundas e sextaa-
felras.
Rio-Grande-do-Norte, todas al quInUl-feirai
ao meio da.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-felras.
Ollnda, todos os dias.
MOTICIAf.>ITHAMOEIBAf.
Portugal. 15de Drzbil Austria.. 2 de Dezbr
Hespanha. 8de dito ISuissa.... 2de dito.
Franca ... 7 de dito Suecla... 28 de Outbr
Blgica... 3 de dito (Inglaterra 8 de Dezbr.
Italia..,. 2 de dito E.-Unidos 23 deNoabr.
Alemanba. de dito Mxico... 16 de dito,
Prussia ... 3 de dito California .10 de dito
Dinamarca 2 deOutbr.Chlli. |2 de dito
Russia... 1 de Uezb, Kuenos-A. 8deNovbr
Turqua.. I de dito JMontevideo 21 de Outbr
cansos de 22 d j.meido
Sobre Londres, a 27 '/i e 28 d. p. 1/ frouio.
Paria, 34u por Ir.
Lisboa, 90 por cento.
METAEI.
Ouro. Oncas hcspanliolas----- a!
lloedas de 6/400 velbas. 16/000 a 16
de BHOO oras. 16/000 a 16.
de4/000....... 9/000 a 9/100
Prata.Palacflc braslleiroi.. 1/940 a l/9n
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/920
Ditos meiioanos..... 1/740 a 1/760
PARTE OFFICIAL
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGE IROS
Convenio de 29 de maio de 1851, celebrado
entre o Brasil, a repblica oriental do
Uruguay, e o estado de Entro-Rios, para
nina allianca offensiva e deffeosiva alim
de manier a iodependoucia, u de pacifi-
car o territorio d'aquella repblica.
Nos olmperalnr constitucional o defen-
sor perpetuo do Brasil, etc., fuzemos saber
a lodos os que a presento carta de confir-
iiisrfin virem, que, aos 29 dias do moz de
maio de 1851, se cooclulo o ssignou em
Alontavidn, capital da ropublica oriental
do Uruguay, entre esti imperio, aquella
repblica o o estado do Entre-Rios, devi-
damente representados, um convenio para
os Dos queabaiso se declaram, cujo llieor
e forma lie como so segu :
S. H. o Imperador--lo Brasil, o governo
da repblica o'ienlal do Uruguay e o do
estado de Entre-Rios, em virtude dos direi-
tos de independencia nacional, rrconheci-
dos pelo tratado de 4 de Janeiro de 1831; e
leudo reissumido esto ullimo estado pela
sus parte a faculdade concedida ao gover-
nadur d Buenos-Ayres pura represeolar a
Confederacflo Argentina polo que retpota
srelacOes extoriures, interosssdos em alian-
car a ni lepen lencia o paoiliccSo d'aquella
repblica, e em cooporar para que o seu
rgimen politco volte ao circulo tricado
pela constituido do Estado, collocar.do-se
deste modo coi situarlo de estahelecer urna
ordem regular de cousas propria pela sua
ii.itnrc7.ii para assegursr a eslabilidade das
insiituicOes, os interosses peculiares da re-
publics, e as relacas da boa intelligencia
e amisade entre o governo da dita repbli-
ca, e os govornos das u.i s visinhas, re-
solveram ajustar e firmar um convenio para
o dito li ii : i- ni virlude desta delibarHCSo
os Srs. Rodrigo de Souza da Silva Ponles,
do consellio de S. M. o Impera lor, com-
mendador da urdem deChristo, desembar-
gador da relarflo do AlaranhSo, encarrego-
do de negocios do Brasil junio da repblica
oriental do Uruguay, socio effeclivo do ins.
tilurto histonoo geognphico brasilero,
Dr. D. Manoel Herrera e Obes. ministro e
secretario de estado ms reparlices do go-
verno, e nlici s exteriores da repblica
oriental do Uruguay, o cidadSu Antonio
Cuyans Sampare, sulfirieotomonte autorisa-
dos, estipularam o concordaran! nos arligos
soguinles, suj -iins a raliiicacSo do seus
respectivos governos dentro do praso de
tres roezes a contar da presento data :
Art 1 S. M. o Imperador do Brasil, re-
publica oriental do Uruguay o o esta.lo de
Bptra Aiiig, ao unein om llionc* Outuiaiva.
o defensiva para o fim de imntcr a inde-
pendencia, e de pacificar o territorio da
id .-.ni i repblica, fazendo sabir do trn-
torio desta o genoral I). Manuel Oribe, e as
larcas argentinas quo coinmanda, e coope-
rando para que, restituidas as cousas ao
seu estado normal se proceda eleicflo li-
vre do presidente da lepublica, segundo a
conslituicilo no estado oilental.
Art. 2. Para pieencher o objecto a quo se
dirigen os governos alliados, concorrerSo
coiii lodos os meins de guerra de que pos-
sam dispor om trra, ou mar, proporcSo
que as necesidades ooxijam.
Art. 3. Os estados alijados podcrSo antes
do rompimento de su accSo respectiva fa-
zerao general Oiibe as inlimaces que jul-
garem convenieut s sem outra reslriceSo
mais do quo dar-se conherimenlo recipro-
co dessaa intimaiO.s antes de verifica-las,
alim de que c incordcm no sentido, e baja
(ID laes intimar-oes unidade e coherencia.
Art. 4. Logo qca la lulgue isso conve-
niente, oexercito bras.i.'iro marchai para
a fronteira alim de entrar em accSo subre
o territorio da repblica, qusndo seja no-
cessario; e a esquadra de Sua Magestade o
Imperador do Brasil se pora em eslaJo de
bostilisar Imniediatanieute o territorio do-
minao pelo general Oribe.
Ait. 5. Porem tomando-se igualmente om
til do Uruguay, estarSo dobaixo do com-
mando e direCQo do genoral ero chefe do
oxercilo oriental, excepto o ciso de que o
total das torcas de cada um dos estsdos ai-
liados exceda o total das forcas orientaos,
ou dado o caso de que o exercito do Brasil
ou o de Entre-Rios passe todo para o terri-
torio da repblica.
No primeiro caso as Torcas brasilciras ou
alliades serSo commandadas por um chefe
de sua respectiva nacSo ; e no segundo pe-
los seus respectivos generaos em chele ;
mas em qualquor dessas hypotliees o chefe
alludo dever pr-se d-i accorJo com o ge-
neral do exeicilo oriental pelo qoe respeita
diroeco das operarles de guerra, e para
tuJo quanto possa contribuir ao seu bom
xito.
Art. 7. Abortas as operacoos da guorra, os
governos dos eatalos alliados cooperarSo
activa e eflicazmente para que todos os emi-
grados orientaos que existam em seus res-
pectivos territorios, e sejtm aptos para o
servico das armas, se ponham s ordons
immediatas do general em chefe do exer-
cito oriental, auxiliando-os (por conU da
repblica ) com os recursos de que necessi-
tarem psra o seu transporte.
Ar. 8. Os contingentes com qua devam
concorrer os exercitos alliados serflo sub-
ministrados por simples requisicSo do ge-
neril em chefe do exarcilo oriental qusndo
e como o requisito, prevonindo conante-
cpac3o e pondo-se de accordo com os ge-
nenes respectivos sempre que seja possi-
vel.
Art. 9. O artigo antecedente e o art. S
oSo se devem entender de moJo quo preju-
diqoem a liberdsde de ac^So das forjas im-
periaes, quando o accordo e previa intelli-
gencia com o chefe das forcas orieoiaes d3o
seja possivel, ou para as operares de
guerra, ou para a protcejao a que so refere
o citado art. 5.
Art. 10. O governo oriental declarar roto
o armisticio de accordo com os alliados, e
desde esse momento a manutengo da ilha
de Martim Garcia, em poder das forjas e
autoridades onentaes, incumbir a cada um
dos alliados (segn Jo os meios de que pos-
sa dispor) de accordo com o governo da
repblica oriental do Uruguay, s -n lo prin-
cipalmente do dever docominandanle em
chefo da esquadra brasileira ptoteger a dita
ilha, su porto e funleadouro, assim como
a navegaean livre das embarcacOes perten-
ceutes a qualquer dos estados alliados.
Art II. Chegado o momento da evaca-
cao do territorio pelas Iropas argentinas,
lera lugar esto acto polo molo e forma que
se combine com o goveruo actual de Eotre-
II i os.
Art. 12. As despezas com sol fo, manuten-
cao de bocea e guorra, e fardamenlo das
tropas ailiidn ferio feitas por conU dos.
estados respoclivus.
Art. 13. No caso de que leoham de prei-
tar-se alguns soccorros extraordinarios, o
valor destes, sua naluroza, empregu e pa-
gamento ser matoria de convenci espe-
cial entre as partes interessadas.
Art. 14. Obtida a paolicacao da repblica,
e restabelecida a autoriJade do governo
oiiental om lodo o estado, as forjas alliadas
de trra tornarSo a passar s suas respecti-
vas fionteiras, e perminecerao abi estacio-
nadas al quo lenha ti lo lugar eloic,3o do
presidenle da repblica.
Art. 15. Com quanto esta allianca tenha
por nico fim a independencia real e cffec-
tiva da repblica oriontal do Uruguay se
por causa desta mesma allianca o governo
do Buenos-Ayres declarar a guerra aosallia-
dos individual ou conectivamente, a allian-
ca actual se tornar em allianca commum
contra o dito governo ainda quando os seus
actuaos objectos se tenham preenchido, e
desde esse momonto a paz e a guerra to-
mar5o o mesmo aspecto Se, porm, o
governo de Buenos-Ayres se limitar a hos-
tilidades parciaes contra qualquer dos esta-
dos alliados os oulros cooperario com to-
dos os meios ao seu alcance para ropellir e
acabar com laes hostilidades.
Art. 16. Dado o caso previsto no artigo
dos
de qualquer outro direito proveniente de
qualquer outro principio.
Art. 19. O governo Oriental nomear o
general D. Eugenio Garzn general em che-
do exercito da repblica, assim que o dito
general tenha reconhecido no governo de
Montevideo o governo da repblica. '
Art. 20. Sendo interessados os Estados
alliados em que a nova autoridade gover-
naliva da repblica Oriental lenha todo o
Vigor o osla bel l lado que requoi' a collMirv.l-
c3o da paz interior tao comtnovida pela
larga lula que se lom sustentado, se com-
promeltem solemnemente a manter, apoiar,
o auxiliar aquella aulondade com todos os
meios ao alcance de cada um dos ditos Esta-
dos contra todo o actu de insurreico, ou.
sublevacflo armada, desde o dia emquea
eleicfio do presidente tenba lido lugar, e
pelo tompo somanto de sua respectiva al-
ministrar;,1o, conforme a constituirlo do es-
tado.
Art. 21. E para que esta paz seja profi-
cua a todos, consolidando ao mesmo lempo
as rel,-n1-r>,-s internacionaes na cordisiidade e
harmonafluedevo existir,e tanto inleresse
aos Estados vizinhos, sera tambera ubriga-
eSo do presidente eleito, logo que o seu go-
verno so ache constituido o dar seguranca
por meio de disposicOos de juslifa e de equi-
dade as pessoas, direitos o propiedades dos
subditos brazileiros, e dos sublitos dos ou-
tros Estados alliados, que residfiono terri-
torio da repblica; e celebrar com o gover-
no imperial,assim como com OS uniros alia-
dos, todos os ajustes e convences exigidas
pela necessidade e inleresse de manter as
boas relacOes internacionaes se taes ajustes
e convencaos nSo tiverem sido celebrados
antes pelogovern oprecedenie.
Arl. i. Neohura dos Estados albulos
poder separar-se desta allianca em quanto
se nao tenba oblido o fim que tem por ob-
jecio.
Art. 23. O governo de Paraguay ser
convidado a entrar na allianca, envianlo-
se-lhe um exemplar do prsenle convenio ;
o se assim Qzer, concordando as disposi-
(des aqui exaradas, tomar a parle que Ibe
corresponda na cooperacSo, alim de que
possa gozar tambem das vantagens mu-
tuamente concedidas aos governos allia-
dos.
Art. 24. Este convenio se conservar se-
creto at que se consiga o fim a que se di-
rige.
i-'oilo em Montevideo aos 29 de maio de
1851.
Rodrigo de Souza da Silva Punios. .Ma-
nuel Herrera y Oibs.-Antonio Cuyas y Sm-
pero.
E sendo nos presente o mesmo convenio,
cujo teor lie a cima inserido, e bem visto,
considerado e examinado por nos tudo o
quenollose conlin, o approramos, ratill
camos e confirmamos, assim no todo como
em cada um do seusarligos e estipulacOes,
o pela presente o damos por firme e valioso
para haver de produzir o seu devi Jo effeito.
Em testemunho do que fazemos passar a
presente carta por nos assignada, sellada
com o sello grande das armas do imperio, e
refereodida pelo nosso ministro e secreta-
rio de estado abaixo assignado.
Dada no palacio do Rio de Janeiro, aos oj-
io dias do mu/ de jullio do anno do nasci-
menlo de Nosso Senhor Jesus-Christo de
1851.
(L.S.) PEDRO IMPERADOR (com guarda;
Paulino Jle' .Sonre d* Suuttt.
Esle convenio fot ratificado pala repbli-
ca Oriental do Uruguay e Entre-Rios.
iuteirando-o de havor deferido o requeri-
menlo em que Jacome Geral lo Maris i. mu-
rhede Mello pelia a entrega do menor aeu
primo, Antonio Anaoiasde Campos Queros-
ina, alim de dar-lhe conveniente occupafSo
o iiual sendo educando do collegio dos or-
phSos foi ltimamente pela presidencia
mndalo alistar na companbia d* artfices
d'aquella arsenal.--Neste sentido fizeram-se
as convenientes communicaces.
Dito.--Ao director do collegio dos or-
phSos comniiiiiiiMiid i que do conformidade
coma sua informacSo, deferio o requeri-
menlo em que Mara Francisca do Rogo Lei-
te poda licenQa para tratar em sua compa-
nhia a seu lilho, o menor Antonio Adulfo do
RegoLeite. que so ach.i doenle u'iquelle
collegio, com con Iio3o porm de recolhor
o dito menor ao mesmo coMegio no praso
dedous mezes.Communicou-se a admi-
ui-lr,u;a i do palrimouio dos orphflos.
Iiito.A inesouraria da fazenda provincial
dizendoquo oliel do thes mro nao tem de
prestar flanea alguma thesouraria, e sim
ao thesoureiro pois que est1! e seus fiadores
s3o responssveis por toda e qualquer falla
do mes.no fiel sem limilajSo alguma, cum-
orindo pois que cesse a irregularidade da
flanea parcial, que se exigi do flel d'aquel-
la thesouraria e que pelas faltas deste res-
ponda o thesoureiro e seus fiadores son li-
m:Uo.oi alguma, declarando-se islo musino
no termo da (anca do referido thesoureiro
bem como nos tormos de quaesquer outras
Puncas semelhantes,
Dito.A administraran do patrimonio
dos orphSos intelrando-a de haver ordena-
do ao director do collegio dos orphBos que
suspenda at haver ordem em contrario, o
despacho da presidencia de 15 de fevoreiro
do anno passalo que mandn admittir
n'aquelle collegio tres filhos de Anua Mana
da llora, vislo nSo permittirem por ora as
(ureas do patrimonio a a JmissSo de meno-
res no mesmo collegio.Neste sentido ofli-
ciou-se ao mencionado director.
llii:.\l DO DA 19.
Mello.
nivisOes.
Passaram do Sr. desembargador Villares
dirigido ao agente da companhia dos paqoe- Appellantes, Pedro Jos Rodrigues e sua
les de vapor a orden, a ordem, que o mes- mullior appellados, Carlos Jes Gomes
mo commando solicitou, aulorissndo a pas- de Oliveira e outro.
sagem do capilBo do 12" batalbao do infan- Appellantes, e appellados, Francisco Pereira
taria Domingos de Lima Veiga para a corle.: Pinto Cavalcanti e Ignacio Corris de
Neste sentido ofilciou-se a dita agencia.
Ditoao mesmo para que em vista de
sua mforinaeao mando despenssr do servico,
da guarda nacional em destacamento a Ma-|
noel Pedro de Caslro Lima, barbeiro e san- ao Sr. desembargador Bastos as seguintcs
grador do collegio dos orphnos .Commu-; appellavOes em que s3o :
nicou-se ao director de aquelle collegio. Appellanles, Justino Meroz e o curador da
Dito.A ihe-.ii.-ari.i de fazenda autori- heranca; appellado, Anlonio Gomes Vil-
sande-a em vista de sua informac3n, o man-, lar.
dar adiantar ao lenle Jo3oMarinho Paes: Appellante, Miguel Jos da Silva; appolla-
Barrolo tres mezes de sold para Ihe sereml do, Jote Gomes Morera.
descontados nos termos do art. 28 da luido Passaram do Sr. desembargador Bastos
28 deoutubro da 1848.--Cumtnuuicou-sc ao ao Sr. desembargador Lean as seguinles ap-
commando das armas. ; pellacOos um que sao:
Dito.Ao mesmo dizondo, que n3o obs- Appellante, D. Auna Joaquina do Sacramen-
tante a duvida a presentada pelo chefcinteri-,| to Ayres; appellado, Alexandre Ferreira
no da quarda seceso, mande salisfazer ao
primeiro do quarto batalhao d'artilharia a
pSevesianoMarlins da Fonseca a quantia
de 28,800 rs. que segundos recibos, que
remolle, em duplcala e maisuA documen-
to dospendeo com o transporte, a cava lio, de
duas prajas do mesmo batalh3o de Gara-
nhuns para esta capital.-lutairou-SO ao
commando das armas.
Dito.Ao juiz de direito da comarca do
Rio Formoso dizendo ficar sciente de tu-Jo
quanto Smc. communicou relativamente a
reunido da junta quaiilicadora dos jurados
do termo d'Agoa Prets, e approvando a no-
meae.io que fez do escnvHo da ines.ni villa
Jos Norborto Casado Lima para interina-
mente servir do escrivao privativo do jury
no mencionado termo.
Dito.Ao presidente do conselho de qua-
lilie.o;jo da freguezia de Aguas Bellas dizen-
do ficar iuteirada de haver-se concluido a
.iualiflcai;3j da guarda nacional de aquella
Troguesia, e exiginJo que declare so foi in-
teiramente cumprido o art. 42 das Inslruc-
eOes do 25 de oulubro de 1850.
TRIBUNAL DA RELAC40'
SESSA DE 17 DE JANEIRO DE 1852.
Presidencia do Exm Sr. consel/uiro Azevedo
As 10 horas da manha, estando presentes
os Srs. desembargadores Villares, Bastos,
l."o, s iu/1, Rebollo, Luna Freir, lesTcl,
Pereira Montciro, Vallo e Gomes Ribeiro :
antecedente, n guarda, a seguran;*
consdera3o que o governo do Brasil dove, nos Paran e Uruguay ser um dos princi
proteger aos subditos brasileiros que tem paes objectos om que se deva empregar a
soffrido, e silTrem ainda, a oppressSo im- esquadra de Sua Mageslade o Imperador do
posta pelas forcas e delerminaeOes do gene-' Brasil, coadjuvada pelas forcas dos estados
ral D. Manoel Oribe, fica ajustado que, da- alliados.
do o caso dos arligos anteriores, as forjas! Art. 17. Como consequncia naturalde-t1
do imperio, alm das que se deslinam as. pacto, e desejosos do u3o dar pretexto
oporaefles da guerra, podero fazer elfec- mnima duvida acerca do espirito de cor-
tiva _aquella proteccao encarregando-sc dialdade, ba-f e desinleresse que Ihe ser-
ve de base, os estados alliados se atUDCaiD
mutuamente a sua respectiva independen-
cia e soberana, o a inlegridade de seus
territorios sem prejuizo dos direitos adqui-
ridos.
Art. 18. Os governos de Entre-Rios o Cor-
rientes ( se esla anuir ao presente conve-
nio )consenlir3o s ombarcacOes dos estados
alliados a livre navegac3odo Paran na par-
te em que aquelles governos s3o ribeiri-
nhos, e sem prejuizo dos direitos e esti-
pulacOes provenientes da convenci preli-
minar de paz de 27 de agosto de 1828, ou
, de accordo com o general eui chefe do es-
tado oriental ) da seguranca das pessoas o
das propriodades, tanto de Brasileros como
Uo quaesquer outro* individuos que resi-
dan! ou esiejain estabelecidos sobre a fron-
teira at urna distancia de vinle leguas den-
tro do estado oriental; e isto se far contra
os roubos, assassnatos o tropelas pratica-
das por qualquer grupo de gente armada,
qualquer que seja a deuominacao que te-
obi.
Arl. 6. Desde que as forcas dos alliados
entrarem nu territorio da redubliea orien-
FOLIlETlil.
ou
m e m or i as de uim marido. (*)
pon zdgenio SUE.J
XXII.
II i alguma couza de multo estrauho no mo-
do por que e faiein cerioi caiamentoa chama-
dos de conveoiencia, ito he, a iinmeasa inaio-
i i.i dua casnmeatos.
Eli como e a que proposito eu me casei pela
primeiravez.
Extralo aa paginas seguales do diario que
comecei a eacrever no lempo da minba uoio
com Ceiatina Durand, diario multas vezes iu-
(errompido, porm onde se acbam todava es
prlnclpaes factoi deminha vida.
A & de setembro de 1838 pelo meio da o meu
medico velo vr-iue ; e ti vemos a segulnte cou-
versaco:
O doutor: Desculpe-me, charo amigo vir
tao tarde...,; fui retido em una consulta.... va-
mos que tem?
*)Piii o Diario n. K>.
tu ; Ha algum teiupo qtie uno passo bem...
linfa urna Iraqueza bastante grande depois esta
tosse secca que me veio outra vet; emm ba
dus ou tres diasque nao me sinto.boin.
O doutor ; Por falla de prudencia I porque
nao qlier parar, porque emrlm continua vida
de rapaz como se tivesse finte aunos.
lu oii doutor. aos vlnte e olio annos
anda nao se est valetudinario.
O doutor: Tuilo o que sel be que ha des
annos que o conheco, o Sr. estraga-se sem me-
dida. Que quer, meu charo, ninguein loi ja-
mis pagera e guarda de honra Impunemente .
Eu : Entao tenbo cominettldo tao grandes
excessos ?
Odoulor; Oh! o Sr. linha sempre urna
ou duas amantes, sem contar ai extraordina-
rias depois de celar, rnetade da noite passava
no logo e tudo o qued'abt se segu.
Eu : Aoal, cbaro douter, fago o que to-
dos faiem.
O doutor: Eaccontece-lhe o queacconte-
ce a todos, ae falla dos boineos de praxer como
o Sr.... Ali! meu Dos, nada mal simples: nos
tres ou quatro prlmeiros annos da juvenlude a
selva superabunda ; a gente diverie-se since-
ramente; por liso pouca fadiga; porm mals
tarde ebega a saciedade e conunua-se na ines-
ma vida uietade por habito, inetade por amor
proprlo. Cbama-se vaidade em soccorro da
forfa j desfailecente. Assim aos vinle e dous
uu vinte c tres annos sabe-se |da mesa ao nas-
cer do da com os plhos vivos, e a tez freica,
ao passo que aos vlnte oito sahe-ic com os
olhas vermelhos, e a tez lvida.
Eu : lie em parle verdade o que diz, dou-
tor ; ha quasi um anno coraeco a ler a vida de
rapaz tem ser rapaz, e todava..
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 17 DE JANEIRO DE
1852.
Oflicio.Ao Exm. presidente das Alagoas
rogando queira mandar entregar ao misio-
nario capuchinho Fre Henrque do Castello
do S. Pedro a obediencia, que remelle do
Itvm. prefeito da Penha pela qual manda-o
reculher ao hospicio desta cid.de, e solici-
tandaque S. Ei. facilite o transporte do
referido missionariocom a maior brevidade
possivel.
Dito.Ao commando das armas transmit-
tindo por copia o aviso de 20 de dezembro
ullimo, pelo qual se concedeo um mez de
licenca com venc menlos ao segundo cadete
do d. i'i'ini iinulli -> de infantaria Bernardo
da ilucna Bastos para estudar preparatorios
uesta provincia, alim de que lhe d ci-'cn-
C3o, visto ler o referido cidete apresentsdo
na secretaria da presidencia o conhecimen-
to de haver pago os direitos e emolumentos
relativos a mesma licenca.
Dito.Ao mesmo dizendo Ocar sciente
pelo seu ollicio de 15 do currante, dos mo-
tivos porque nSo podem ler intuir execu
C;lo os avisos da reparticSo da guerra de
19 de novembro e 5 de dezembro do son
passidomandsndo seguir para o Para 8 olll-
ciaes di lerco i raclasse upara as Alagoas qua
tro, alim de.seremconvenientementeempre
gados: o que tu lo val lavar ao conhecimen-
lo do governo imperial.
Dito.Ao director.do arsenal de guerra

Ollicio.Ao Exm. presidente do Ceara
inteirando-o de haver expedido a conveni-
ente ordem para que os machinistas C. Starr
&C. apromtem com toda a brevidade as
grades de ferro, de que oecessita a cadeia
d'aquella capital, vislo ler S. Exc. segundo. o Sr. presidente declara abena a sess3o
consta de seu ollicio de 12 do crranle, da i juloamentos.
do preferencia a proposta dos mencionado- Aggravante, Mmoni Jos Ferreira de Cus-
machinistas.Neste sentido oQiciouse ao mSo aggravado, Leonardo Bezerra Mon-
director do arsenal de guerra. tenegro.Dsram provimenlo ao aggravo
ilo.Ao Exm. bispo diosesanqfjtign-lo Recursos crimes.
o bacbarel Antonio Concalves Dias Mo en- Recorronte, o juizo ; recurrida, Domingas
carregado pelo governo imperial de exami- Alaria Francisca da ConceisSo.Confir-
narse as bibliotecas, e nos archivos dos1 maram o despacho de que se recorreu.
musteiros e das rcparlicOos publicas BXia)- llecorrente, Martiniano Jo>e l.eile da Silva
i n n alguns documeulos, dos que na confor-! recorrido, o juizo. iulgaram procedeute
dos Santos Caminha.
Appellante, Francisco Ignacio de Althayde ;
appellado, Domingos Autonio Gomes Gui-
m ardes.
Appellsnte, o juizo; appellado, o D. Abbado
de S. Bento de Ulin la.
Appcllsiitp, Jos Francisco Goncalves; ap-
pellado, Francisco de Miranda Leal Seve.
:'...-> i; n.n dn sr. desembarga lor Lefio ao
Sr. desembargador Souza as seguinles ap-
p illacOes em i| u s3o :
Appellanle, o juizo; appellado, JoSo Jos da
Silva.
Appellante, Malinas Joaquim da Gama Mel-
lo ; apjcllado, ilorlencio Jos Velho.
Appellanle, Alexandre Jos de Sanl'Auna ;
appellados, Vicente Ferreira Leal e ou-
tros.
Recorrente, JoSo Jos da Cruz; recorrido,
Manoel Carlos Godinho.
Ao Sr. desembargador Rebello ss seguin-
les appellacOes em que sSo :
Appellante, JoSo Antonio Soares dn Abreu ;
appellado, Slanoel Goncalves Valente.
Passaram do Sr. desembargador Souza ao
Sr. desembargador Rebello as seguinles ap-
lu'll.ir -s em que sSo :
Appellanto, Anlonio Joaquim dos Santos
Andrade ; appellado, Joaquim Alendes
Freir.
Passaram do Sr. desembargador Rebello
ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guinles appellacOes em que sSo :
Appellante, Francisco Jos Duarte Camarco;
appellados, Joanna Main tlacil o outros.
Appellante, l.uiz Jos de Brito; appellado,
Joaquim da Silva slourSo.
O duulur : t lod.vla persevera..., las c
aquelles que coinein sem appetite c adfgeato
se Ibe torna laboriosa.... olbe, cuinpre ler cui-
dado com isso. O Sr. he sem duvida de boa
constituico; pnrui precisa de cuidados, de
grande trataineulo.... Esta losseuoba secca be
um ino symptoma.... a mais de seis uieies
que eu Ibe propuz mu meio infallivcl de deaein-
baracsr-s della..... Primeiro que tudo sena
preciao cobrir-se de baetilba desde a cabera
al aos pes.... o Si. nao (un ...
Eu: Nao qui..... bem labe...: que....
O doutor: Sel que quando se Taz de jano-
ta.... he triste andar envolto eui bactilha como
una ni iiuna, c inurineuie ser ornado com um...
caolerlo...,
Ku: Ab doutor,.,. no pronuncie esta
borrivel palavra!
Odoutur; Pois bem I ser alm da baetilba
ornado de um eiutorio qualquer ; j que a du-
reza do outro termo o espaula ; mas emm tra-
ta-se de saber te o Sr. tem ou nao amor vida.'
Ku ; Se o teuho'.... e multo certameote.
O doutor: Tanto peiorl ae n.iu mudar
completamente de rgimen, e sobre tudo le
recusar o nico inelo de curar aua tone ebro-
oloa expe-ie n-nuo a um lim piosimo ao me-
nos a urna velhice mu prematura, nuu acha-
cada.... CoDvem-lhe iato ? ,
Eu: Absolutamente nao. Porm que r-
gimen me aconselba que siga ?
O doutor: -. J Ib'o diise: ter urna vida cal-
ma, regular, renunciar as inulliercs e aos ex-
cessos da mesa, deilar-se cedo, inorar no cam-
po, onde gozar de um ar saudavel em vez de
respirar o ar viciado de Pars sempre fatal aos
mida io do regulamento n. 2 de 2 de Janeiro
de 1838 devem ser recolbidos ao arcnivo
pnblico do imperio, rogo u V. Ex. Rvm. em
vista do que me foi determinado pelo aviso
do ministerio do imperio de 18 de marco do
innopassado, que seja servido mandar fran-
quear ao referido bacharel o archivo da c-
mara episcopal e a biblioteca e archivo do
Seminario d'Olinda, facilitando todos os
meio* de poder ser bem desempenhada a
dilacommisso.-N.'Ste senlido olDclon-si
ao commando das armas, as thesourarias da
fazenda geral e provincia! ao director da
ri.--iiiiiY.iij publica, ao director do Lyceo.ao
ibbade do mosteiro de S. Banlo d'Olinda
aos iuardiO.s dus conventos de S. Francis-
co do Recife, Olinda, e Iguarasss, ao pro-
vincial do convenio do carmo desta cidade
aos priores dos de Olinda e Goianna.
Dito.Ao commando das armas transmit-
tindo copias de tres ollicios do coman lanle
do corpo de polica aOm de que tendo em
vista o que nalles so cunlm, mande ros-
ponsabilisar, nos termos doregulameulo de
31 de maio e 1815 os segundos comman-
dantes Alanoel Pedro de Souza e Antonio
Francisco Xavier da Costa, quecommanda-
vam, o primeiro o deslacamento do Pao
u'Alho, o o segundo o do Limoeiro, quando
foram aquellas vellas ltimamente invadi-
das pelos sublevados, propon lo os oQiciaes
que devam formar qualquer conselho.
Dito.Ao mesmo approvando, que soja
contralado para servir no exercito por oito
annos, mediante a gratificado de isn.uin
rs. o pusano .Manoel Coellio G'uimares, cu-
jo requeimeutu derolve, e provenindo-o de
liavt-r exped Jo ordem a thesouraria do fa-
zenda para mandar abonar ao referido pai-
sano a mencionada gntUMflO. na forma
das ordens da presidencia. -Ofliciou-se nes
te sentido a mesma thesouraria.
(. pito.Ao mesmo transmitlindo copias de
avisos do ministerio da guerra do 18 e 23
dedezombro ultimo, i cerca do padre Ala-
noel Florencio d'Albuquerque, e do religio-
so fre Lourenco da Divina Pastora, que ser-
ven) como capulines, o primeiro na fortaleza
do Brum e o segundo no forte do Buraco.--
Iguaes copias forairii remettidas a thesoura-
ria de fazenda.
Dito.Ao mesmo inleiraudo-o de haver

pouco as turcas perdidas dua couitituicao se
restabelecer e o Sr. poder viver cen aonos.
Seou antes de dous ou tres annos morrer de
plhysica, ou arrastar una vida rteslallecenle.
Els a verdade, aou tanto seu amigo como seu
medico. Repito, he teinpo, e mais que lempo
de me ouvlr, seoo.... d-me as suas ordena.
Eu: Asseguro-lbe, nbaro doutor, que sln-
to a sabedorla, a urgencias de seus couselbos ;
ha alguus meses principalmente o estado da
miaba saude me inquieta, ainda queasappa-
renciai....
O doutor; Oh! Certameote ao v-lo, salvo
um pouco de pallldez e essa tossezinha, o Sr.
tem, como disein, boa presenca.... Mas espere
que seus pulmOes sejam seriamente atacados....
e ver nao obstante a sua apparencia de saude,
que mudanca se operar do Sr. em menos de
dous ou tres mezes.
Eu: Eu lhe creio, por Isso ba algum lem-
po que cuidava seriamente no estado da uiinha
saude, no rgimen que ja mullas vezes o Sr.
me tem aconselhndo.
O doutor: Nao se trata de cuidar, cumpre
obrar, e se eu estlvesse cin seu lugar sabe o
quefarlam?
Eu: U que ento .'
O doutor : Eu me casara,
Eu: -Casar-me/
O d.utor: Sim.
Eu: i:a-ur-iue ... Irra!
U doutor: Que ha nlsio de eilraordlnarioP
Eu: Casar-me.... Oh I..., doulor eis um re-
medio que poderla ser pelor que o mal... En-
treunto pude haver utilidade na sua ideia;
acbaria, he verdade, no casamento essa reg
mSo ; aggravado, Leonardo Bezerra Mon-1 Appellante, o juizo; appellado.Caetano Cr-
rela de Anu ni.
Appellante, o juizo; appellados, os nerdei-
ros de Jos da Cuuba Teixeira.
Appellanto, o juizo de direito; appellado, o
prcto Cosme, oscravo de Sobasti&o Anlo-
nio Paes Brrelo.
Passaram do Sr. desembargador Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as se
guintes appellacoes em que silo :
Appellanto, o juizo ; appellados, os herdei-
ros de Henrque Pedro de Almeida.
Passaram do Sr. desembargador Vallo ao
Sr. desembargador Gomes Ribeiro as sogum-
les.......Il.ii,ius emquesSo:
Appellantes, JoSo Ignacio de Loyola Barros
o outro; appellado, o juizo.
Appellanlo, Pedro Fernandes da Silva; ap-
pelladi, Mara de Jess Coitinho.
Appellantes, Manoel Joaquim dos Reise sua
mullior; appellados, Francisca Caroliua
de Faria Lemos e oulros.
Appellanle, Hermenegildo do Reg Alontei-
ro; appellado, Antouio Jos Alvos de
Amorim.
Passaram do Sr. desembargador Gomes
Ribeiro ao Sr. desembargador Villares as
seguinles appollacOes em quo sSo :
Embargante, Francisco Pedro Bandeira de
Mello; embargada, a fazenda nacional.
o recurso pira ilsapronuuciar o rooor-
rento.
AppellacAo crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Jos
do Andrade.-Julgarara iuiprocedento a
appellacSo.
AppellacOes civeis.
Appellante, o Etm. bsrSo de Suassuna ;
appellados, Anlonio Piros Ferreira o ou-
lros. ConGrmaram a sentenca.
Appellanle, Manoel Jos Soares de Avellar;
appellada, D. .Manuela Francisca Alonteiro
Regadas'.Reformaram a sentenca.
Appellante, Dimingos Francisco Tavares;
appellado, Alanoel Joaquim Ramos e Sil-
va.NSo luniaram conliecimento da ap-
pellacSo.
Appellante, Manoel Flix Bandeira ; appel-
lada, Alaria Jos Ferreira de Sepulvcda.
Reformaram a sentenca. ',
Appellante, a preta Alanuela ; appellado, Ala-
noel Francisco Ribeiro.Dosprezaram os
embargos.
Appellanle,Jos Andr Pereira do Albaquer-
que ; appellado, Jo3o- Ferreira do Prado.
NSo tomaram conhecimenlo da appel-
laco por uo exceder a aleada do Jais.
DIUGEKCUS.
Appellante, o juizo de ausentes; appellado,
Man el Jos da Costa Rego.-Alandaram
ouvir o curador geral e ao Sr. desembar-
gador procurador da coroa.
Appellante, Ignacio Jos da Silva ; appella-
do, Ignacio Manoel Viegas. Alandaram
averbaru imposto da chancellina corres-
pondente ao pedilona reconvcocSo.
Appellanle, o juizo; appellados, os berdei-
ros de Loureuco Antonio de Albuquerque
Mello.Mandaram descer os aulus para
ser avaliada a causa.
DJSKMICOdM.
Appellarac, Joseplu Alaria da ConceicSo;
appellado, Alanoel Ignacio de Arroxellas
GalvSo.
Appellante, Mara Brasilina de Oliveira ;
appellados, Carlos Beuto e outro.
Appellanle, Anua Josepha; appellado, o
juizo.
Appellante, Jos Jacome de Araujo ; appel-
lado, CliristuvSo Xavier Lopes.
Appdllanle, Manuel Rodrigues da Silva ; ap-
lellados, Aze edu & Irmflo.
nr i ir .....i -'=------^^
lelo de romper cun eaia Vida Ue rapaz que o
matar, e lia qual o .Sr. mesmo confessa que
continua mais por habito que por go.lo. Ura
resuiulndo-nos, case-se traga a baetilba e re-
signe-se por muitos annos, talvez para sempre,
ao eiutorio em queslo..,, e o 3r. est salvo....
Eu: -- Esta ultima coudi^o be pois.... r
O doulor : -- Indispensavcl.... he o aslne qua
non da sua questo....
Eu: Pois bem' eu me resigno, alinal quem
se casa he para ae regular, para se tratar, e nao
para s. regalar. Todava.,
U duulur; Todava.... que.... Nao tem (ido
bastantes amantes de todas as surtes? Ah: de
multas surtes.... sel alguma cousa dlsso; re-
corda-se? Ha quatro aonos, uo tem usado c
abusado de ludo?
Eu: lie verdade.,,. Teuho goiado de tudo c
muito, e eicessivamenle talvez
O doulor: Ento porque hesita em casar-
se ? O Sr. he leo, he o melbor upaz que co-
nheco; i-iniiiu sem liaongea-lu, tem tido bu-
lantes smaotes para saber que be o que se cha-
ma um homeiu mui agradavel. E.tou pois
cerlo de que so lera o embanco de escolber
entre des eieelleotes casainentos.
Eu: -- Ah I meu Dos! doulor eu o compre-
hendo; sim monneote a resneilo da uiinba
saude, o casamento se me orlerece como um
porto de salvacio. He a calma em vez da agi-
lacio. He urna vida regulada em vez de urna
vida desordenada. Ue o repouso d alma e do
corno e por conseguate a saude. Euillin he a
llberdadc, porque em vez de um hu.iiein e.t.r
DISTRIBUICOBS.
Ao Sr. desembargador Luna Freir ss se-
guinles appellacOes em que sSo :
Appellante, o juizo; appellado, Eufrasio Jos
iiuarte.
Ao Sr. desembarga lor Telles as seguinles
appellacOes nm que sSo :
Appellante, o juizo; appellados, JoSo da
Oi-li e Jos Mequilioo.
Appellante, Gabriel Antonio; appellados,
Francisco Antonio de Oliveira & Filhos.
Ao Sr. desembargador Pereira Alonteiro
as seguinles appellacOes em que sSo :
Appellante, Manoel Uro Dede; appellada, a
jusiica.
Appellante, Jos Feij de Castro e Mello;
appellado, Antuuio lluarte Bezerra.
Ao Sr. desembargador Valle as seguinles
appellacOes em quesSo:
Appellanle, JoSo Barbozade S; appellado,
Jus Un ii'ir de Araujo.
Ao Sr. desembargador Gomes Ribeiro as
seguinles appellacOes em que sao :
Appellanle, o ,-ireto Luiz por sou curador ;
appellada, Joaquina Robera da Concei-
CSo.
Ao Sr. desembargador Villares as seguin-
'es simellacOes em que sSo:
vida em cliuiellas e robe de chambre; ainu-
Iher nos cerca de cuidados e se adueceinoa, vi-
ga em nossa casa e luipede que sejamos rou-
bados ; se temos lhos, elles crescem a nosso
lado, Islo nos oceupa. O casamento euifim be
o ni futuro bem iracado, largo, direito, regular,
como urna ra de jardlm bem limp c bem
areada que de um lance d'olbos se avista d um
canto ao outro, perspectiva que nao he balda
de encanto!, quando estamos litigado, de ler
mullo lempo corrido por inoale e valles igno-
rando um dia onde passaremos o outro.
O doutor: ~ Eis a liogoagcm de um hornea
raioavele de bom seuao....
Eu. Aqui entre nos, charo doutor, a ra-
ao me be fcil; oVsado nao me deisa sau-
dades, a. amantes meenfasll.m, o espectcu-
lo me enfastia, o muudo me enlama, o jogo me
enfastia ; as ceiis me IrnUm o estomago.... e
se cu llvesse a coragem de faier minba salva-
i i segulndo os seus conselbos at ao fim ira
stabellecer-me em llerry. Minha pobre av
deiiou-uie nessa provincia urna bella proprle-
dade, onde a digua mulber quasi nunca puuha
os pes, eu leuliu obrado como ella menos na ea-
lacao da ca;a que be soberba. O castello s
precisa de ser mobilhado de novo; eu l vlve-
i i.i como geutil-boiiiein camponez;' resta-me
aluda o amor da caca, e parece-me que eu teria
muito goslo pela agricultura.
O doulor: -- Nada mala sao do que esse gos-
lo ; o cheiro dos curraes he multo salutar para
um pello como o seu.
Eu: ~ Emo eu leria vaccas, farla vender
urna parte das minhas Ierras; sim, e deuando
pellos enriquecidos como o leu. Sim, siga [ larldade de vida que me ordena.
meui conielhoi, e entilo recobrar pouco a | O doutoi; He evidentemente este o indhor


Appelleote, alaria de Peona de Franca; ap-
pellado, JoJo de Alirau Franca.
Levanlou-se a seaso as 2 horas.
Commando das armas.
Oarii osiural na eidadt da Red fe, 99 >-
nelro di 1853.
OtDIM DO III I). 63.
Manda o Sr. marecual de campo graduado
Antonio Corre Seara c mmandmte das ai-
mas, fazer publico a guan i^o, para Oi
lina convenientes, que o Eira. Sr. ministril
da guerra fui servido declarar por aviso de
31 de ezembro ultimo, que nSo liavia in-
conveniente para que continu no servido
da guarda nacional o alfares da quarla ci-s-
se do exercito o Sr. Francisco Joaquim Pe-
reira Lobo, segundo constou do olllcio que
o Exm. Sr. presidente deata provincia di-
rigi aomesino Sr. mareclial em data de
liontem.
Manda oulro sim, declarar que foram
dispensados do servio do corpo da guarda
nacional em destacamento, os Srs. alferes
Jos de Castro Lelo, o Bernardo Cardozo
Ayrea, por excederem do numero dos olj-
ciaes deata classe predxo para o mesmo
' corpo.
Candido Leal Ftrrtira,
Aldante de ordena encarregado do delalbe.
INTERIOR.
BAHA.
Illiii. e Ex-Tcnho a honra de levar as nao
de V. Ex, para ter lubmettlda ao alto conhecl-
menio de 5. M, o Imperador, a inclua "Pje-
srntaciio a cerca do regulamento de 18 d Ju-
nho de correte anno. expedido pela lecrelarla
d'eslado dos negocio do Imperio, do qual cu
nao tive noticia senao pelo Jornaes e partid-
paedes que inc tem dirigido o parodio. com
quinto alguma da suas dlaposlcdes Inleressein
multo de pertoogoverno d Igreja; canliando
que V. Ex, dar mai urna prova do eo auior
a religlo concorrendo com o leo valiosoi apolo
para que sejao revogado ou modificado o
a artigo mencionados nadllarepreseutacao
que multo recei, e nao posia eiecutar em
grande damno rspiriiii.il c veame dos povo
Dos guarde a V. Ex. Pahla 20 de Deiembro
de 1851. Illm.- Exm. Sr. Eueblo de Queiro
Colimbo Matlosoda' amara,minlilro c secretarlo
d'eudo dos negociosas Jusllca.Romualdo,
Arcebipo da Baha. si:m0R.
Trndo sido Iransinillido por diversas aulhori-
dade civis aos paroclios delta provincia, sem
que nada me fosse ullicialmeiitc commuoicado,
o r<-gulauieuto do registro dus nascimcnlos e
bitos de 18 de Junho docorrente anno.eu talla
ria a um do mai sagradsa deveres do olcio
pasloral.eserianirsnio digno da severa aniniad-
veiro deV. M.l. sfporveniuraddiMieecaplniii a
verdade deUeos c nao uieapressaisc apunderarV
M. I. com a santa rcspcitosa liberdade do meo
ministerio, os graves inconvenientes, que de-
ven, resultar da execuf 5o dos arllgos 23 c 24 do
misino ri-gulamcnlo, expedido sen duvida
C00| as militles inlencdes.
Ja mullo, Senhor, que eu deploro os rpi-
do e triste progresos ila indlHerenc religiosa
que caracleiisa o prraeole seculo a respeito
ilos sacramentos da Igrrja, e do proprio baplis-
ino, mu o qual ningacu pode, conforme o
divino oracul, entrar no iciuo de Dco. As
doutrlnas beterodoxas c raclonallslas, que
combattem a necessidade deste sacramento
tein produsido osmais perniciosos ellWtos apa-
gando a antiga ti nao so nos paisesprolestanles,
em alguna doa quaes se ha visto aauthoridade
publica a tomar seiiaa medidas contra a negli-
gencia doa ebefea de familia, que privao seua
tubos desle inapreciavel beueliclo doclirialia-
niamo. como lainbcui (o que be sobre ludo
doloroso ) os mcsinos calhollcos, os predilectos
lilhos de Igreja de Jess C.hristo. Eu sin lo
mas forca he dizer, que nao sao raros as mes-
illas cidades e villas populosas, onde menus
dilHeuldades oBerece a adiulnlitracio d'aquclle,
sacramento, oa exemplos de famllais. alias a-
bailadas que com pasmosa, inseniaibilidade ae-
reilectida des obiilleucia as inals lerininanlcs
leis da igreja, deixo crcacer seua filhos a l
huma Idadc adulta, eipondo-os a perecer srm
este sello inrlHavel daregeneraedo espiritual,
eque mutua vesea ao o fazem movidos das
reiteradas exorlacea. dos seus pasloirs, ou dos
bons ofheios de alguns amigo coosclenctoso
c compadeoido de tio misero abandono.
O interior eicrtoes daa proviucias aprsenlas
o mesmo eapeeleulo, bem que inais descupa-
vel pelas immensas distancias daa Igrejas, e
penurias de sacerdotes ; e um dos mala impir-
tantea ('muios daa mlssocs abenas nesses reino-
toa e ridos lugares lem sido ns reunies de
mil! ai. s de pessosa, que corren aouvir ap -
lavra divina, a administrado do baplismo
inumeiarcia meninos, que seua pas, ou por
deleixo ou por summa pobresa anda nao ti
nho conduaido s sagradas fontcs Alm des-
te nielo extraordinario, com que ncm sempre-
se pode contar, coslumo os parochos quando
aunualmente percorrem suasfreguezlas para
desobrlgar os seos parochlanos, conferir Igual-
mente o sacramento de baplismo, porque de
outra inaneiia nuuca ou tarde piincipalmente
os pobres o irio receber.
Ora em tacs circunstancias quanto nao lie
para temer quem a execucao doa citados arligos
laca amortecer, ainda mals do que ja esta o
turne da l, collocando os pastores na dura
alternativa ou de negar o baptlsmo, quando
us pas dos baptisandos por descuido, falta de
portadores, imposalbilidade de satisfazer os
emolumentos do escrivo de paz. ou por qual
querdaamultas difficuldadrs que podem sobre-
vir .i urna familia polire, nao apresanlarem a
cerildio do registro civil, ou se a impulsos
da caridade pastoral resolvem admlniatral-o
sem esta formalldade, costitulrem se reos
de dosobedlencia, citados ante o pretorio para
darcm conta do exercicio do seu ministerio?
Quanto nSo deve contristar o paternal coracao
de V. M. 1. a lamentavel secna de innocentes
creancas, pobres oveiinbas que demandu o
sagrado aprisco para ae pur.ficarem da mancha
original, repellidas pelo seo proprio pistor
pagando aluda urna vez a culpa ou falla de seos
pais? Quanto cinfun nio he alliclivaaldela de
um parocho que visitando debaixo do peso do
da e da calma oa seaa fregueses, que o capc-
rao ancllos em auas soladas babitaedes para
lhes ministrar ossoccorroseapirituaes sev for-
jado a delxal-oa sem poder prestar-Ibes o
anata neceaaarlo e Indlapenaavel de todos, qual
o baplismo, porque Ihe falla a permiaaao
do esorlvo de paz ? E o que farao seloso mi-
nistro do evangelho que recebeo do DWino
Mestre a expressa mlssao de ir e baptizar eunle
dcil .upliolredualdo a eacolhr entra
aaubinisso ao poderoso velo de un eaorlvlio
dt as e a obediencia devida a urden do Co.
Nuil i a cUreeida pie iade, de que V. ti.
1. anda a pouco ofiertceu too .m-gaaotmo
irib muuho no seo desvelo o solicitud pela
edneacao do olero nio hade conntlr qu
saja opprlmlda a liberdade do paatore na
admiulsiracio de um laciamento, a qua o
supremo Irglslador to hneratmente proven, e
amalado peraoie os tribuyaea aquelle que na
oceurrenefa de guara rondo o-. enlen'*er co-
mo os apodlos que eumpra obidectr maii a Dtai;
do Que aoi homem, Eu aei qne esislem em ou-
Iroa paites a Fiaiia al se cii^ia (Iguoro ae ainda hoja La
o inclino) que o ice mnascldo foaae apreaanta-
do ao ofl'iclal civil para aer uacripto nos rr-
glstros do nsscimsnio ante d Ir a Ig'cja re-
ceber o signi.1 da Balvacao. Mas, senhor, V.
M. I. sabe melhor do que eu, que a popula-
ro na Franca est tida aglomerada as ua
rrspctvas lieguesiis ou dlalrlctoa e com s com-
uiodidades de uino fcil ccminuo'Caco em quan-
lo que a do nosso paiz se acba toda diauei-
so e dlssiminada por urna extensa superficie,
privada de igu.es facilidades de promplo re-
curso s ..ni oridades loces. Alero dilso
a legislacio franceta as mateiias urcleslaalieas
resseme-se anula Jas antigs controversias religi-
osas e mais que ludo da ominosa influencia da
grande rcvoluro que aboli o culto cali.olico, e
que malcrialisaudo ludo nao viaiuesnio seguindoa
frase de um dos seus mais celebre sufisca no aer
que ac .lia de oascer aenu um composlo ou massa
organlsaia osensivel que recebe o espi lio de lu-
do que o rodeia e nocaaanieuto a aimples uniao dos
aeos, ou um contracto meiamente prof.nocomo
o de compra e venda. Instaurada a religlo catlio-
lica, noceasoude lodoeasa exlranlia aberrajau
de espirito humano e fui inialer tedar alguma cou-
sa ao imperio das dei.ada poca, t-dmilodo nos sa-
crameuios do baplismo e do matrimonio a prece-
dencia do acto civil ao'icli^ioso bem que re rovada
por mullos cacriptoics eselesiaticos da mesma
M.i m. lie evidenle que o lirar.il oude gr.^as
a divina misericordia nunca foi nem tevi-
mrule alicr.da a pureza da doulrlna e religi-
osos costuiues dos nossos maiores, nao esl (e-
liamente nessa nielindroza situarn. E ae m
be licito apreciar oa iins que neala medida se
piopox o guverno de S. M I. (.bsea.v.r.1 qua
elle |odeiaffser igualmente senao melhor pre-
cuchidos sen veame dos poros pelo maaii.os
r. gi.iMis parocblaes mediante as nea saguinies
coudicuaa, I Emprsgar o governo lod.s oa mi-
os que lije su^gerlsse sau prudencia para fa-
aer ciecuiar as leis da igreja sobro a rocipcao
do lupisiuo. 2 Impor graves penas aos pa-
rochos, que se luosliasseui oiumis-os ou ne-
gligente em lavrar os asseutus de baplismos,
ca>amcutos o olmos a que ora sao onrigados.
8 Mandar fornecr-llies, para tirar lodo o pro-
texto la esensu, os llvros nctesarius para o
iilcrido ussrulos. Talvez eu me asjlH Se-
nhor, mais iucliiu-me a crer, aileulo o e.lx-
no da sivliisai.ao do interior das uoasjs pro-
vincias, queosescrivaes de pn nao serao, sal-
vas seinpie as eicepces uein mis exaclos nem
niais piolios e cariunvoa que os parocho, e
lano mais me conlinuo uesla opin li quao o
na mesma culi, e civd.s .da I'.-oca um dos
aiui mais ab.lisadoa pubhciala nio heada '"
coufciaar que nem aempre lem aldo Iciia e
vaulajosa a aui sliluicao do paioclio pelo oi-
ciae. civis, c que ein mullas cuuimuns se lem
acii.uo lueaciidoes, oiriinisst'S e atestan iulide-
lulades, p,ique oeucarre^ad, de taes regislras
nau ca amuiniso Lumen mais apto, nem em
tttraa o mus moraiisado.
Kc.i m.l somenie acrescenlur que as pre
cedeulea observaedis .c rea, dos baptismos,
ao em graude |.me appllcaveis aos enler-
lalnciilos, speclalmcnlc doa pobres que lia-
bilao os a ilaa, cujoa parenlea ou amigo nao
pudeudo abtei no prime marcad., i-elas cau-
sas ja iii.lic.das, a cerlido do escrivo de paz,
uein por touseguiute una sepultuia, anda gia-
luila na igrija ou ccmllciio. po que o parodio;
ou o adu.euisirador recela lic.r ciiminoso nao
sepul al-us uo canqjo, com grande oflenfa d.
religlo e da moni,
riualuieule V. M. I, landi era vista o bem
uinpuial ea, irliual dos seus subditos e .a
i. ic.iu oa igreja, que lorina um dos roais
belius attiiuuloa da sub.raua. Keauivar o
que lue diciar a face daa raaea eapeudidaa,
seu atilado discuroimtnlo e enuneuie sabedoria.
Halda l de dezeu bro de 1 i.
/duujiP. Arcibiipo da Bal*.
lir. Antonio Epiminondas de Mello
|)r. Francisco Cirios Brsndlo
lir. Joaquun de Son/ liis
lir. Juaqnin Gooealves Lims
nr. Francisco Rodrigues Sallo
l)r. Jote Rodrigues do Passo Jnior
Dr. Joo Pranolsco de Soum Braga 304
Commendadoi t. M. de A Piral Ferreira 301
301
MI
2811
27 V
27t
MI
2 lid
t
lir. Antonio liaptisia Gitirana
I ir. Lourento Francisco de A. Catsnho
Antonio Marques de Amorim
Comm'andante superior F. J. Pereira
llr. Ilemeterio Jos Velloso da Silveira
Dr. Delphino A. C. de Albuquerque
lir. Csetano Xavit Pereira de Brilo
ni Aprigio J. da Silva GuimarSes
Vigario Antonio F.GonrjsIves GuimtrBes Uto
tr. Manoel Jos da Silva Neivas 358
Dr. JoSo Francisco de Arru Ja FalcSo 9J8
Dr. Simplicio Antonio Mavignier 253
Vigaiio geral Leonardo Antunes Meira 11.253
Dr. Lourenyo A. de Albuquerque Mello 252
Teoente Coronel Jos F. Lopes Lima 941
Dr. Manoel Carneiro Lins de Albuq. 240
Tmente Coronel Antonio Carneiro M. 11.239
Dr. l.ourenc.0 Bizerra Carneiro da C.
Dr. S. Fenelon Guedes Alcanfora Jo
Dr. Tamarindo
Dr. Jos Csrdozo deQueiroz Fonseca
Dr. Joaqun. Vilella do Csstro Tavares
PEHkf BUCO
de uiua blusa, calcado de sapaloes, percorreo-
do meus campos deade manba al noite,
com a espingarda debaixo do braco, seguido de
meus caes c achando ao recolher-me para casa,
inluha ni ii 11111 eltganteiucnte veslida, e esjie-
rando-me para aenlar-nos mesa, no esli, de-
baixo de uina sala de verdura, no invern jun-
io de um tiom fugo e ahi jantar como um lo-
bo (urna vez reslabclecida miuha saude), dige-
rir doriuindo ou ouviodo miuha mulhcr ler-
nic os peridicos e deilar-mc depois disso para
tornara coinecarno dia seguinlc... Ali dou-
lor, doulor, se eu fosse rasoavel, esta seria a
miuha vida'
Odoulor: E quem o impede? N:lo he o
Sr. llvrc comooar? Hepito-lhe, siga meu
conselboa, do contirio nao respondo mais pelo
Sr.
O criado cntraudo neale momenlo pergun.
lou-me se cu podia receber ineu notarlo, Air.
Karautiu ; elle viuha irazer-me um acto para
assignar; uieu medico couhecia muito o guar-
da notas, por isio eu diste ao criado que o dei-
xasse mirar.
Nuasa converaaco conlinuou asaim, depois
que Mr. liaraotln trocou algumas palaviascor-
diaes com o medico;
0 notario: Que be isso, nieucharo clieute,
pois acbo-o deludo ? (Ao incdlcoj Nao ba nada
de grave, nao be assini na doenca dcsic charo
Mr. Duplesi? (Rindo) Se nao fura lisa.... eu
liria ebegado muito a proposito para receber
um testamento. (Elle riJEh! chch;
O doutor : Noiso cliente est doeote.... da
vida de rapaz; por isso para o curar, eu eslava
aconselbando-oque secasasse.
O notarlo : Excellenle Idela Eii-me aqu
bem apropoiito; estimo mullo mals redlgir
ASSEMBLKA PROVINCIAL.
\otacito yeral de lodos os collegios da provin-
cia, inclusive o de Salguelro, segundo as au-
thenticas dos respeelivos collegios.
Dr. Pedio Francisco de PauU C. de A. 713
Desembargador J. M. F. de Mello 69H
Teuenle Coronel JiiSo do Reg R. F. 647
Padre JoBquim Piulo de Campos 572
Dr. Manoel Joaqun Carneiro da ( milin 554
Dr. Francisco do Reg Barros Bsrreto 543
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella 526
Couselhciro Antonio P. Maciel Monteiro 511
Hr. Joo Jos Ferreira de Aguiar 507
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca 499
Uuibelinu Guedes de Mello 477
llr, Caetann Estnllita Cavalcante Pessoa 460
Dr. Francisco Raphael de Mello Reg 458
Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel 458
llr Francisco Xavier Paes Brrelo 449
Dr. Domingos de Souza LeSo 449
Jur Pedro da Sirva 448
Dr. Francisco JoSo Carneiro da Cunha 447
Dr. Francisco de Paula Baptista 437
Dr. Alvaro tlsrbalho Ucha Cavalcante 421
Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello 418
Mejor JoSo Valentim Vilella 414
Dr. Augusto Frederico de Oliveira 406
fir. Ignacio Joaquim de Souza LeSo 405
Padre Vicente F. de Siqueira VarejSo 400
I. Jos Filippe de Souzs Leo 400
Florencio Jos Carneiro Monteiro 393
Dr. Cosme de S Pereira 393
llr. Antonio Francisco P. de Carvalho 38
Coronel Jos Pedro Velloso da Silveira 384
Dr. Jus Quintino de Castro LeSo 375
Major Antonio Jos de Oliveira 373
Dr, Francisco Alves da Silva 373
llr. Manuel I- n ir i mu de Mello 360
U ir.in de Capibaribe 357
CapitSo Msuool Antonio Martins Pereira 354
Supplentcs.
Dr. Jos Francisco da Costa Gomes 352
Floriano Correia de Brilo 349
Dr. Manoel F. de l>. Cavalcante de 4 344
Dr. Manoel de Souza Garca 332
Dr. Rodrigo Castor de Albuq. MarinhSo 332
l'i Vii lo, lam iln Sa Albuquerque 328
Collegio de Salgueiro.
Dr. Joao Franclico da Silva Braga
Dr. francisco de Alai Oliveira Maciel
Dr. Francisco de Paula Daptlata
Dr. ('.a. 11 mi Estelllla Cavalcanll Peisoa
Dr. Augusto Frederico de Oliveira
llr Aueuslo Jos Peinlo
Major ,\iiiiinm Jos de Uivelra
Dr. Antonio da Asiumpcio Cabral
Dr. Alfonso de Albuquerque Mello
Dr. Antonio Vicente do Naacimeuto Feitosa
Dr. Antonio Annea Jacoine Pires
Bernardo Jos da Cmara
Coronel lenlo Joa Leineoba Lina
Dr. Esterao d'Albuu. Mello Montenegro
llr. Joa doa An|o.Vieira de Amorim
Dr. Jo \ni un i de Figuelredo
Dr. Joo Fraoclaco Duarle Jnior
Dr. Joa Paulino Meodes de Magalhe
Ignacio liento de Lovola
Padre Joaquim Francisco de Farias
Dr. Joaquim Fraocisco de Parias A. e Lima
Jos Higino de Miranda
Felippe Mena Callado da Fonieca
i amusco Siiurs di Silva
Dr. f. lis Peixolode lu tu e Mello
Dr. Luis Duarle Pereira
Dr. Lourcnco Trigo de f.oureiro
Vigariogeral Leonardo Anltinea Mi-ira H.
Padre Manoel Lopes de Marro
Padre Miguel do Sacramento Lopea Gama
Dr. Viceute Ferreira Gomes
Dr, M .u. de Souza Garca
Major Joao Valeulim Villela
Dr.Cosme de S Pereira
Antouio Pedro de Flgueiredo
llr. Anlouio Kpamiooudas de Mello
Ignacio Francisco de Mallo Varejao
Uiiibellno Guedes de Mello
Manoel Frauclsco de Souia Peiie
Antonio 1 lu rucio de Larvatbo Baptista
Uornello Carlos Peixolo de Alencar
.'i i .i ii ui de Souza f erraz
Jos Rodrigues de Morael
Jos Severo Granja
Roque Peixolo de Alencar
l u u de Carvalho Braudo
francisco barbosaflugueira
Francisco de barros du Nascimento
1 ipn.i Manoel Felli Ja silva
Victoriano Lopes de Barros
Dr. Manoel de Albuquerque Machado
(AMARA MUNICIPAL.
o.-aSSAO' ORDINARIA, DE 19 DE DE-
ZEMBRO DE l85l.
Presidencia do Sr. Oiiveiru.
Presentes oSrs Barros, Mmele, Caraos- Bo-
ro Monteiro, Franca, e Pires Ferreira, fP- i
397 | Bento Jos da Silva MsgalhSes, em um ler-
319 reno na roa da Concordia, sob i mesma cor-
Si 8, dia(So oblido em 1817.
318 i Oulro da mesma, propondo a slieracHo da
311 planta da cidado, oa parte que abringe a
311 ra da Concordia, em consecuencia da il-
siguaUa le dos alinhamentos ali, como foi
requerido por Manoel Antonio de Jess, e
acordado pelo engenhelrocordeador
Outro da commtssSo encarregada de dar
parecer sobro o regulamento do servido dos
fun -raes, e das lanas; ^presentando certas
considerarles para aerem levadas so conhe-
cimento do Exm. presidente da pruviucia,
relativas aos artigos 2. o 53 do m safo re-
gulamento.
Oilroilacoinmiss.il) de policia prelerindo
s Thom Fermndns de Castro Madeira para
contraclar o servido da limpeza das ras da
cilla.I--, visto que odWce fazel-o as qua-
to froguesias por 238,000 inensaes, e ser
esto o menor prer;o offerecido, pondersndo
a commissSo a necessidade do contraCtanl
sugeilar-se n fazer tal servido pela mesma
forma porque actualmente lie felto pelos
(iscaes; isto lie, mandando varrer, e Juntar
o liso n'aquelles lugares, onde nflu ache li-
to felto, e nao possam ser exequiveis as pos-
tura!.
Fioou adiado, rrquerimento do Sr. Pi
res Ferreira, um parecer da commissSo de
e liQcafSo, opinando contra a culocacSo do
chafariz em frente da igreja dos Martirios,
o duendo que a coir.panhia indicasse outro
lugar.
Foi lida, e mandou-se remoller com-
missSo de policia, urna petifSo, assignada
pelos (Isca-is d'esla cidade, pedindo urna
gratifioafSo pelo iraballio que izeram de
eolleotar os eslabelecimentos sugeitos ao
pagamento do idiposto sobre casas de com-
mercio, e outros eslabelecimentos indus-
triaos ; trabalho que repulan) eslranho
suas obriga^Oes.
Ilesolveu a cmara Qcasse addiada pira 7
de Janeiro p. futuro a nomeagSo dus em
pregados para os lugares vagos, do conta-
dor, o aju lante do porteiro.
Receberam-se mais as autbenlicse dos
collegios eleitoraes de (Huida, Ssrinhaem,
Rio lu nio-ii,. e Brejo.
Despacharam-se as peticOns dos conlrac-
ladoret das carnes ve'des, Francisoo Anto-
nio das Chagas, Flix Jos do Rozario, Joa-
quim Francisco de Paula Bsteves Clementu
(2) Manoel Jos Mauricio de Senna, e levan-
lou-se a se.-s.io.
Eu JoSo Jos Ferreira d'Aguiar, secreta-
rio osubscreri Oliveira, preeidente, Bar-
ros, Franca, Figuerdu, Carneiro Monteiro.
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23.;
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2 do R cife, os Inglezes John Marouy, llon-
l ry Baker, e Samuel Fuller, requisiv3o do
l respectivo cnsul, o po tugue* Antonio
lRibei'o dos Santos, tambom A reqnisicSu
i de seu cnsul, Antonio Joaquim Jos de
Santa Anns, e JoSo Rabello Firmino, por
briga o menor Francisco para aveii-
guacAes pnliciaes; orden do subde-
legado da freguezia do Santo Antonio, dous
estrangoiros, cujos no nie* nSo foram de-
clarados, um por suspeito de ser desertor
do brigue-escuna Lealdade, e outro por se
oppor prisSo u'aqu>-lle armado de um ca
celo; m-e n do subdelegado da fregu
zia >ia Boa-Vista, o preto Bento, escravo.
por ter sido encontrado fra de horas; ea
do subdelegado da freguezia da Varzoa,
crioula Mana de Santa Auna, para corre-
Repartigo da Policia.
PARTE DO DA |3 DE JANEIRO DE 18S2.
mente apagada sobre as (diflclos pblicos e benito das obrigao/Se de tal Juirsdose nSo
sobre aacaaa parlloularai pode veridenr oom o cumprimento d'aquel-
Aa arvore da liberdade serlo corladaa ou |a outro exercioio j e, sed Vereador, cujas
. ^,, .. funodei nSo 8o aasiduas, e permanentes.
.","!:." como si do Magislario publico, flea inW
silillttado de exercer o Juizado Municioil
com malnri de razio deve-lo star o Pro-
fessordt niioo publico. Existe sin la o
Decreto de 5 de Junho de 1847, que estahe-
loce a doctrina para chegar se o conheci-
mento dss incompatibilida les, que possSi)
haver, nos empregos ; es quaes podem par-
tir de 3 differenles cauzas : 1. quando a lei
os lenha declarado luco npativen: 9. quan-
do ss funccOi-s ifftiles repognSo entre si por
sua propria natureza ; 3. qumdo da se.
cumularon Jos meamos resulta a imp ,.
sibiliiade de ser cada um delles satisfacto-
riamente desempeohado, sendo que o ef-
feito sempre be o mesmo em qualquer das
ditas hyputbeses, e consiste, como decan
o Decreto, em inhabilitar o Enpregaao para
servir ambos os empregos : entendemos
pois, que a leitura do ensino publico inha-
bilita ao lento de exercor o Juizado Muni-
cipal ; e bem deflcil ser achar-so urna ca-
pacidade, que desempeuhe o ensino de
l'n ilo.-ophia, o ao mesmo lempo os encir-
gosdeJuiz; quando ambas essss missAei
nSo fossem incompaliveis pela seinultanei-
dade de seos cumprimenlos.
Se nSo nos falha a memoria, parece-nic,
que em lins.da anno p. p. se publicou um
Decreto, em que so considere Imcompalivcl
o Magisterio das eadejras do Lyceocomo
exercicio da Vara Municipal, cuja dacta nSo
verilii-ainos, por nSo h .ver anda a respec-
tiva colle^So : mas existe o Atzo de 7 le
Outubro je 18*3, em que o Gnveroo declan
ser ni. ramenio iucompalivel o exercicio
do Juizado Municipal com p de Professor de
geometra em consequencia do compare-
cimento diario, a que este est obrigado : ,
iiHu oslara obrigado a esse mes.no cotnp.
uuini -uii) o Professor de Filosophia ? n.lo
se dart a respelto seo a mesma razSo di
incompatibilidade ? ninguem o negara.
Julgamos ter sstisfeilo a iuierpell ic,1o do
prejudicado, menos na psrle, em que in-
quire, se, sendo incompativel o ox'-rcicto
d'aquelles empregos, estarlo nullos os ae-
ios do Juiz, que us lenha sccumulado; poii
nSo comvem prevenir opiniOes em Oazot,
que estSo sugeitos sos Triliunaes; tolivia
remetiremos o interpellante para a le: I ir.
do artigo 137 do Cdigo Penal, d'onde dt.
vera du lu/tr ss consequencias, con que
possa saplisfazer o todo do seu dezien-
lum
Foram presos: i ordem do subdelogsdo
da freguezia de San Fre Pedro Concalvesl mereja ser mencionado.'
arrancadas
an. 2. Ser Jo eteepluada
arvore quelendo proaperado, ae livarem tor
nado um malo de afurmoaeainento para o inu-
niclpio. -
Journal du Havrt, referlndo-ie 4 Patrie, au-
num-la que o reiultado conbecldo da apuraco
geral dos voto sobre o pebliacito era o ac-
gulnte :
Sim 6,011.000
Nao 709,000
A llespanha liciira tranquilla, no dia 19
de deiembro a rainha Izabel deu a luz pe-
las 11 lloras ds mandila urna princeza ro-
busta, e ambas Qcaram no melhor estado de
saude.
Em Inglaterra continnava a gozar-sede
paz eaocego, todava um facto de grande
alcancetiveraall ltimamente lugar; lord
Palmerston sabio do gabinele.
Ets-aqui o que a este respeito se l no Jor-
nal du Havre de 26 de dezembro i
> A letirada de lord Palmerston, que an-
nuncimos hontem a taroeem nossaedicSo
de Pars, acha-se explicada pelas gazetas de
Londres que acabamos de receber.
A can-a ds demissSo do nobre lord, to-
do o mundo a advinha ; seus collegas do
gabinete wlng nSo quizeram por mais lem-
po aceilar a solidariedade de urna polilica
da qual o menor inconveniente era cullocar
a Inglaterra em um estado de hosttlidade
aberla, ou quando menos de friera para
com todas as grandes potencias ds Europa.
Adiamos no Times de hontem um artigo
no qual se acoa explicado este feliz aconle-
clmento, o qual nSo podo deixar de ser aco-
Ihido com favor por todos os homens que
a Franca e i Europa conlain alleitoados aos
principios conservadores, iuimigos das
ideas revolucionarias, das quaes lorj Pal-
morslon se tnha faito o campeSo em lngla-
teria.
< 0 successor de lord Palmeiston nSo es-
t ainda ollicialmente d-.signado; mas se
nossas informales s3o exactas, he lord
Craimlle que os membros do gabinete lem
designado esculla da rainha para as im-
portantes e iiillocis fiinciiie.s de chefo da
reparti(3o dos negocios estiangeiros. Posto
que ainda joven, esle estadista goza em
Innlaterra de urna justa populandade, o te-
in sido diflicil a lord Joo Hussell laucar
os olhos sobre um honem msis recummen-
davel pelas qualidades que se deve proen-
rarem um ministro encarregado de dirigir
as relaeocs do urna grande poleocia com os
estados eslrangeiros.
Se lurd Granville aceitar o posto de se-
cretario de estado dos uegocius eslrangei-
ros, ba permittnlo esperar que as relaedes
do Foreign-OfTice com os gabinetes euro-
peus toruarSo a tomar este carcter de boa
amizade que lia inulto lempo lioham per-
dido.
Dos outros paizes da Europa nada ha que
DEM DO DIA 15.
t-inrfn com causa partici nada o Sr. Figuore- Foram presos: i.....i-.n do delegado d
do, e sem ella os mais Srs. ; abrio-se a ses- primeiro di.-t uto deste termo, os protos
silo, e foi lida, o spprovada a acta da auto -
ce.'encia.
Foi lidoo seguinte
EXPEDIENTE
Um ofllcio du procurador, pedindo ser
abonadod quanlia de ti,80, que dispen-
deu com os prepnros do processo de Bgrnar-
du Antonio do Miranda, que obtivera sen-
i ene i em seu favor, conforme os respectivo*
utos que apresentsva ; mandou-se ordent
a contadura para Uncir em despezs dili
quantla.
Oulro do mesmo, apresentando, para se-
ren recolhidas ao cofre, vintee quatro le-
tras a vencer, dos dilTerenles impostos ar-
rematados, e pedindo se Ihe sbonasse a
quantia do 15,400, que despeudeu cun o
sello d'ellss : rocolheo-se effeclivameote
ao cofre desoll das mencionadas letras,
entregando-se ao procurador seis, e mais
.loas que estavam recolhidas ao dito co-
fre, para receber sua emportoncia de rs
7:118,430, o approvou-se a despeza, do
sello.
Outro do fiscal dos Afogados, informan-
Fraucisco, escravo de um tal Mndanos, >
Piularen, escravo do Iiidoro de tal, par
correcto; i ordem do subdelegado da fre-
guezia deSan Jos, Manuel Joio dos Reis,
por infraccao de lOstura municipal, e o
oego Joaquim .Malinas, por ter quebrado a
cabega de um menino ; e a do subdelet-a-
do da freguezia da Boa-Vista, Valeriana
Mni i da ijiueri,; mi pur desordeira, e
Fraocisco Gomes do Figuelredo, para ave-
riguares policiaes.

DIARIO DE PERNAIBCO.
RECIFE, 92 DE JANEIRO DE 1852,
Daa gazetas que trouxe o barca Uavre, che-
gada boje do Havre, as que alcanc.au a 36 de
deaeinbro prximo passado, consta que o san-
gue francez corra anda em algunsdepartiu.'-n.
los da Franca, principalmente no Kaixos Al-
pes ; que o generaes Cbanaarnler, Cavaignac,
l.iiuuii.ierc, ele acbavani-se ainda presos
em Uno i que varios iodivlduos lem sido obri-
lo sor exacto quanto disse o engenheiro gadoa a sabir do territorio da repblica; que
director das obras publicas, no ofllcio, que, os bens dos que tomaram parle, como ca-
becas, noslnoviiuenlos operados contra o gol-
pe de esladoque acabou com a constituido e
com a asaembla, lem sido aequestrados por
ordem dos prefeilns de varloa departamentos :
por copia, Ihe foi Iransmettido, s respeito
do prejulso quo causa A ponte dos Afoga-
dos a passagem de grandes boiadas por so-
bre ella, e dizendo, que, posto que haja eos- fiD,|menle"que a devisa -Liberdade, Igualda-
itimc de se dividir em lotes as boiadas ; to-
dava da-se abuso da parte dos tsngedores;
mas que pJe sgora observar-se isso, in-
cumbindo-se a guarda postada por ordem
da subdelegada ao p da ponte, de velar
n'essa providencia que se a guardasse a In-
formado do fiscal da Varsea, sobre o mes-
mo assumpto, relativamente a ponte do Ca-
changa.
Outro do juiz de paz do primeiro destric-'
lo da freguesia de JsboatSo, pedindo que a
cmara enlregasse a Francisco Martina Pe-
reira dos s i nlos, escrivgo do mesmo jui-
so, os dous livros para o registro, do nasci-
mento, e bitos : mandou-se entregar.
Foram approraJos os- seguales parece-
res : llum da commissSo de edili -arfiu,
nSo se oppondo a que Manoel Firmino Fer-
reira continu a edilcagSo principiada por
A quesillo da l-'ranga com Maocos anda
nSo se schava de todo regulada, por nSo ter
querido o imperador prestar-se a tratar rom
o ministro francez, mas nSo obstante isso,
cria-se que o seria amiguvelmente, e esta
mesma declarado flzera o cnsul ingiez
aos seus coucidadSus naquelle lugar.
As noticias dos Estados Unidos dSo squel-
le paiz como tranquillo ; Kossuth tiuha che-
gadua New-Xork, onde se Ine fez urna re-
cepgSo anda sem percedentea. O presiden-
te Felmore enviou seu lilho a cumprimeutar
o illuslre hngaro e a conrida-lo a ir cst -
b locer-se na capital. Avalia-se em 60,000
almas pelo menus a oiullidSo que concor-
reo ao seu descuidar |Ue.
No chilo os revoltosos tinliSo sido balido*
peas tropas do governo.
Communicadus..
Ap.iarecco no Diario n. II do curenle
anno urna intcriellafSo assignada pelo pre
j o i irado, em que se inqutre, si he legal, ou
deix de se-lo, a aCcuniulacSo da leitura
de urna das Cadeiras do Lyceo com n e&er-
cio da vara Municipal desta Capital, que
bem se ve referir-se 8 2' pela declarar; lo,
do que i ella estSo eocorporadas as attri-
buifrjes civeis : o interpellante julga ser de
facto iucompalivel o exercicio d'aquolles
2 empregos, no que se nSo engaaou, nem
baver quem o conteste, se altender, que-
o ensino publico d'aquella esdeira deman-
da assiduidade diaria do Professor, e que
essa assiduidade se faz incontradiga com o
exercicio de huma Vara 13o enerada de
all idoigo -s, e encargos, como as que es-
tSo liga is 2.' Municipal desta Capital ,-
cujas funcgOesem parle lem de seren por
algumas vezesexercidas lo a da mesma Ca-
pital, em ponto distante dola em toda a
extonsSo de sua jurisdicgSo ;e obrigSo a
pessoa do Juiz a permanecer ali por mullos
das, como no Cazo de demarc (oes, visto-
ras de Ierras : de certo qoe nSo peder um
individuo obrigado ao Compaiecimento di-
ario d'aula, sem faltar esta obrigacSo,
accudird-i prompto a admimstracSo, que
Ihe soja requeii la, de sua juslifa i como
i o lea administra-la nos cazos momento-
ios, e de urgencia, como OS' ha, em que a
menor demora oresziona parto prejuizo,
e as vezes frustralizacSo de seo direito ? co-
mo assislir aos complicados inventarios, e
i'i-iin ioe.s dos ei dures sem prejudicar o en-
sino publico? Em taes cullizOes segu urna
de, l' r.itiu-iii.l ule eatava aenda proacrlpta ;
bem como se v da seguinte ordem do prefeito
de Allier datada do dia 19 de dezembro :
Considerando que as ioscripedes polilica
e especialmente as palavras Liberdade, igual-
lade, Fraiernldade que figurain aob a niaior j de duas ; ou hade satisfazer as udrigagO -s
i.i11.- doa edificios pblicos, nao apresentami ,|P Magistrado, e l licSo revelia as do Ma-
leaban carador de ullbdade, que aao pelo gs,eiiu ou lur, ue Ccudiras estas, e vem
^^^lit^F^^] r'iih,r h laffi de,ea,peDh, m*
V" lembranca da iaaurrelcao iriun-' 1ue ne P,"' lel 'o recom end.do he isso
. i> o i... ...tlr.i o i.. I..... iiii.i..i.Ii.1i. ..
um contracto.... do que um leslameuto.... fch i
ehi ehl....
l'n .' Ob meu charo Mr. Barenlin, til ve;
leja a Provideucia que o envi aqilt.... Veja-
mol. .. Case-iuc...
O notarlo : Esl fallando aerio !
Eu: A1 fque aiiii.... cedo ou larde, curu-
pre fazer um fin; trate poli de casar-meo
uais cedo possivel.
O notario: De veras ? o Sr. se decide a ca-
sar-se?
Eu; Positivamente com tanto que ache uui
casamento que me faca conta.
O notarlo *. 0 que chama o Sr. um casamen-
to que Ihe faca conta?
Iui : Una mofa que lenha urna fortuna
qu i-i iguala minha.... bem uaaelda. beui edu-
cada,..., que lenha qualidale esseuciae.....
mu boin carcter e urna bonita figura.
O doutor, ao notarlo: -- As prelences de
no su charo cliente nio sao exageradas, que
diz?
O notario, reflectindo: Nao ... nao....
O doulor : O Sr, deve achar isso em seua
clientes, meu charo flarenlin.... O icnhore
sao verdadeiros currectorea de casamento,
O notario : Espere..... espere ; creio que
t. nhu cuusa que Ihe convenhi....
Eu : Ah qual he?
O notario : i em mil escudos de dote,
emn o modelo de uina dessai familia do
bom lempo amigo.
Ko : i. afilha. como he?
0 notarlo: Ten deaoito anuos, he fresca
como uma rosa, be a mocidade, a aude perso-
nificadas, lem uma figura encantadora, foi edu-
cada em um dos melhores collegio de Pars ;
lem um carcter anglico, e todas as virtudes
que sao para deaejar... Ln esquecia dlzer-lhe
que ha probabllidade de que venba a ser e-
ii luna de urna belllsslmacaaa de campo ailuada
em S.-drice, quilro legoaa distante de Parla, a
Suil, ha tres anno foi comprada por 167,000
raneo.
: Esta familia habita ordinariamente no
campo?
O notario:-Olio meses no anno. Coatumes
patriarchaea, meu charo cliente. Haoito ou
dez uieze, pouco mal ou menos, a midisae-
uie: Meu muu Mr. Barenlin, trate de caaar
o iss.i Altiioa. Ella ja aabio do collegio, Vmc.
sabequal o doteque Ihe damua, afora a. espe-
ranza.... Regule-se bem para acharo equiva-
lente deila vanlagens; tica entendido que
queremos sobre ludo un hoinem honrado, seja
viuvo ou soltelro. Quanto idade, crtinoaeui
rigor al aos trinta e olio e ineamo aos quaren-
la anuos, mas nao pasiaremo alm ; quanto
figura, temos smente a pretencode que nao
seja zarolho, corcovado nem saiubro.
O doulor, dlrigtndb-ce a inini: Me o que
pbante:
Que o inclino acontecen com as arvores
chamadas deLiberdade, que obslruem as
pr.if.is publicas e oa patelo e que, pela uiaior
paite, nao sao hoje seno troncos seceos e es-
trela ;
Determinamos :
Artigo I. Tuda a Inicrlpco poltica em ex-
cepcao, c eipecl.linenle al palavraaLiberda-
de, igualdade. Kralernidade.ser linmediala-
o que entre nos tem succedido, como bem
notou o nter,elanle, pelo facto de estar
ai-cumulado e exercicio u'aquelle.s dois em-
pregos ; e he o quo a le nSo permiti, tanto
que o Decreto de 9 de Agostq de 181S de-
clarou expressa prohibifSo entre as i'unc-
(,-i'ies de toreador da Cmara Municipal e as
do Juizado, e isso por que, como declara o
mesmo Decreto, a pontualidade ao de'sem-
depoi da inorle dos pais, vlntc mil libras de Ihe convein!
renda, pelo menus, em cxccllenlcs hypolhe- Ea:-Al aqu toda a conveniencias me
ca. .. Agrada-lhe isso? fparecem reunidas: aumente sem faxer ludo
Eu: Sim, agrada-ine.... at ao presente,... | dependente do dlobeiro.....o ar. sabe, mea cba-
Q notarlo: l'tllia unios, familia honrada;. ro Barenlin, que niiuha fortuna....
o pal ex-awentliu geral do exercito, vive boje, O notario:-- Elcva-se a qoarenta t sele mil
de luaa rendar, he o melhor homem do mundo;' libra de rendas, sem conlar a proprledade de
a mal, excellenle mulhcr, adora sua filha, he i Berry, avallada em treieaios e vate mil francos.
bu : MiS ae poderla ter um dote de 400.000 cliente ? lito em nada o comprometi,
franco t
O notario : era mais um cenlimo alm de
cein mil escudos ;couheco as iotenedes da fa-
milia.. .. Ja se tem tratado de dous calamentos,
um com um de meus oollega, cujo escrlplorlo
reode 80,000 franco por anno, oulro com um
banqueirode mu boa posifio ; quizeram, co-
no o aenbor, 400,000 franco em boa especie,
nadase fez....
tu : i.'i'iii mil escudos.....quando muito
aao qualorxe ou quinze mil libras de renda.....
O notario : Tenhoum bom einpregn para
elles ; lomo sobre uiiui arranjar-lbe desase!
mil francos lquidos.
Eu : Seria bom se me cobriue as despenas
que uma inulher me occjslonarla. Se veiu com
isio dous ou tres filhos... entende ? Nao d ni
cerlaineale inulta consideracao ao diolieiro,
mas euiliui n seiidor sabe.... oa oegocloa....
O notario : Us negncioa aao negocios, e nao
ha uenhtiiu mais si-noque o calamento be
bem simple,he incsmo iudisdcnsavelque ames
de se casar,um hoinemcuideetn equilibrar a re
cena e a despesa. Bem sabe que oa desses no-
tario de tempera velna que s dliem a verda-
dede ; ae o negocio Ibe convin com o cem mil
escudo est felto, respondo por ella ; couheco
a pais e a 1009a, elle Ibedlro: be preciso
ue le caaea com fulana, e ella ae caasr com
ulano, he esae o eu carcter.... Alm de que
cunbeco o senhor desde a sua infancia, pois era
nolari de sua chara av; lenho administrado
sempre seua bens ; sel que o senhor be um en-
cllente moco, nao obstante alguma loucura
de juventude, eem verdade a nio goslaria.na-
da que o aenbor ai nao tivesse feliol pelo mo-
nos j lancou fura o momio, e he chegada a ho-
ra da rasJo.., quer ou nao que falle ao meu
Eu : Pola bem, falle-lhe aempre.
O notarlo: Tenho jualainente boje uma
entrevista com alr. Chevrier, he esse o seu
nome....
Eu : --E se por acaso se arraajarem 01 preli-
minares, onde poden 1 ver a moca ?
O notario : -- Urna tarde, em minha casa....
cm um doa meus domingos... onde lio raras
vezea o seohor vai. paiife! Ah / o senhor bem
sabe que eu sou promplo e eipedito nos ne-
gocioa : irei hoje a casa de Mr. Cbevier. Quan-
do o tornarel a ver?
Eu : --Quando quizer ; i manhaa a estas ho-
ras por exemplo.
O notario: Pois bem : sua fortuna be lio
liquida como a de Mr. Chevrier ; por isso nio
vejo obstculo alguna quanto aa conveniencia
maierlaes -, porm quanlo questio das pea
soas, eu a vejo como resolvida. Sena preciso
sem comprimimos que maaamesella Cbevier
fosse nuil 1I11I1. d para que o lenhor Ihe nao
agradasae ; alm de que, ji Ihe disse que ella
nao ter voniade a este reapeiio. He um aojo,
o que a familia escolher, Albina eacolheia ;
resta saber se a moca Ibe agradar.
Ora aerla mui eatraordinarlo ge com seus
desoilo anuos, sua frescura, e sua deliciosa fi-
gura Albina Ihe nao parecis? sulficlente. Por-
que etufim nao se trata aqu d'um amante.
Eu : Gracas a Dos... nao /
0 notarlo,rindo: Godo.multo desteOra-
(ai a lieos nao Ue o grito de um sabio deagos-
toso doa erros deste mundo... A uianha, pola,
meu charo upleals, Ibe dlrel o resultado de
minha embalsada.Ao medico. AU outra vis-
ta, charo doutor.
Depois que o notarlo sahio meu medico me
diste !
CRAT1DA0.
O abaixoass-ignado.alferes do 9. batalho
de infantina de luida, em vista da ordem
do dia ( abaixo transcripta que acibi ds
dar o lllm. Sr. Major JoSo Nepomuceno di
Silva Porlella, na qualidade de commandin-
te interino do dito halalhSo, por occasiao
de entregar |o commsndo o lllm Sr. coro-
nel Jos Fe reir de Azevedo, senle-seUo
penetrado de saodades, que por um ingrato
passana, seoSo agralecesse a delicadissi.
na maneira por que fui tratado, durante o
lempo que leve a honra de servir debaixo
do commando do Sr. Poitella, e tem a glo-
ria de dizer, que o Sr. Porlella dena no co-
i.ie.Mi de seus ex-commanJados um signal
muito vivo de sentimentos : a minha penoi
sendo Uo mesquinha, meus conhecimenlos
lo acanhados, o que dizer posso a respeiio
ta liib na conduela do dito Sr. Porlella ?se
suas qualidades militares so raras ? seu
modo de tratar lo pingue, ja por lodos co-
iiln eido como pode minha frgil pea-
na tecer incomios a quem esta alem de lo-
dos os elogios, como o Sr. Purtclla por
tanto cerlo de que o Sr. Porlella nio to-
mara isto pela mais leve sombra de adula-
rlo, accnlher benigno, esta minha grali-
d io publica, em firmeza do respeito.e alTec-
to que Ine tributo. Recife; 29 de Janeiro de
1859. Jos Francisco de Moraes e Vsscon-
cellos.
Quartel do commando interino do 9a. ba-
talnao de infantaria de linha no Hospicio, 0
de Janeiro de 1852.
Ordem do dia c. 49.
Tendo rhegado a esta provincia o lllm.
Sr coronel Jos Ferreira de Azevodo, digno
commaudanla deste batalho, e devendo
assumir o commando em consequencia do
que fui ordenado pelo Exm. Sr. general-
i-iiinin.iinl.inio das armas ; faltara ao mais
sagrado de todos os deveres senlo agr ie-
ce.se aos senhores odlciaes o zello, e a acti-
vidsde com que forsejaro pora que durante
o espado do meu commando nio appareces-
sem faltas, quer no servido, quer na susten-
tado da d sciplina. Aos senhores oomman-
dantes do companhiss, louvo os exfurcos
queenvidsro nos naoccasiodo bata-
lho ser inspecionado como as diversas
occastes que estese apiesenlou em pub i-
o e finalmente a to los os senhores ofll-
ciaes pelos bons servidos que ltimamente
preslaro meu mando, na marcha feila
pira o Pao do Alho, visto que couseguiram
commigo deixar etee outros pontos livres
dus grupos sediciosos que buscaro pertur-
bar a paz de seus habitantes. TC/i os deu-
dos eocommios aos senhores alferes.Josc
Francisco de Moraes Vasconcelos,e secreta-
rio, Antonio Mattozo de Andrade Cmara, a-
quelle pelos servicos prestados como serre-
ta rio na marcha feita para o centro da provin-
cia^ a este pelos bons servicos que me pres-
tou como secretario do batalho Despedta-
do-me pois de todo os.nossos camaradas.sin-
to JA ."audad",mas cousolo-me em allii mar-
ines que em qualquer lugar me teroseui-
pie prompto a palenlear a cada um de per-si,
e a todos em geral o quanto os preso,e. esti-
ma. Jlo Nepomuceno da Silva Porlella,
major conimandante inlorino.
[
Publicago a pedido
ElciQno dos juizes, eicrivdes e mai pe$soat q\u
ham de festejar a tiossa Alai Sautisttma a
. 11 ..ip^
Mravos I O Senhor, he o ni'in de prompla reolu>;o ; ganhara lalve
com Uso ez ou (falriie anoos de existencia de
inais ; sempre por exemplo aob a condlcao ex-
pressa do colele e das seroulas de baelilhac
ntorniente do notao pequeo cxutorlo, ap*
plicacao do qual procederemos o mais cedo
possivel... r
Eu: -- Sim, porm, depois que tudo estiver
comMoadu, e ajustado para o meu casanienio|;
no dia seguinte ao da asslgaalura do contrato,
eu Ih'o prometi...
O doutor : Ah nao teuho necessidade de
Ihe dixer que seria muito contrario, multo fu-
nesto para sua saude... est ouvindo, muito fu-
nesln... querer faxer de rapas e de hroe com
sua mulher... comnrebeude. Tein se visto ms*
ridos mullo amorosos, e nao convtn naa que
o senhor seja um desses maridos.... pelo meaoi
daqui a uiuilo lempo,
Kti ; Ah meu charo doutor, tranquilli-
se-se.... he justamente para renunciar s mu
Hieres que iue caso....
Meu da. lo he mu sincero ; eis como, e por-
que rimin no meu primeiro casamento.
.Vi boraein que esocevo estas iinbas ( mullos
Jepols deste casamento) leudo de novo essedis*
rio, tenho duas veies consclencla do que ha de
brutal, e de odioso nos preliminares ordinario
a quasl todos os casainenlos de convenieocis,
preliiuioares, nos quaes o futuro de ums p"
bre moca, que alada nao vimos, que nao dos
conhece, que nao descouha nada das imencdt'
que temos sobre ella, acha-se as si tu multas vf>
zes irrcvogavclinente compromettido.
((Aminiiar-is-fla-)]


m
Senhora do Carmo do frontiipicio, no prf
icnte anno de 1852.
Juizei.
O Illm; 8r. Joiqulm .Sperldlo da Silv* Gul-
maraes.
Olllm.-Sr.Revm. padre mestre.frel rJorberlo da
Puriiicaco Paira.
Julzas.
A lllma. Sra. D. Canana Prea Portilla da Car-
valho. inulberdo Illui. Sr. Dr, Anlouiu Fren-
cUco Pereira de Carvallo.
A lllma. Sra. D. Carolina Ursulina doiSantoi,
irinfa do Illin. Sr. Amonio Lulz doa Siuloi.
Escrlriei.
A lllma. Sra. D. Therea Dadiva Crrela Vil-
lela.
A lllma. Sra. D. FrancHco de Araujo Noguelra,
mulher do Illm. Sr. Silverlo Joaqulin Marlina
dos Sanloa.
Esoriva'es.
O lllm. Sr. padre meitro fre Jorge de Santa-
Anna,
O lllm. Sr, Antonio Hanoel da Silva Hala.
Procuradorea.
Oi lllim. Srs. Manorl JoiCdr Oliveira.
Melquades Francisco da Costa.
Lulz lllierra Monteiro Padllba.
u Francisco de Salles Andrade Luna.
Manoel do Nasclineoio R. Franca.
iaqulel Jos de Csrvalbo.
Protectores.
Os II lilis. Sis. fre Joo d'Assumpcio Moura.
a Dignatario Francisco Jaclnlbo Pereira
Antonio Luis dos Santos.
a Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Jesulno Ferrelra da Silva.
I' 01 innato Jos Das de Sampaio.
Procurador geral.
O lllm. Sr. capito Fu-mino Jote de Oliveira.
Mordoinos.
Todos os neis devotos da inesma senhora.
Ilio da Janeiro patacho brasilero Marga.
riJa, cspitflo Florencio Francisco Mar-
que*, carga, asspcar a mus gneros ps-
aageiroa, Francisco Joaqaim Pereira, Ma-
noel Alvea da Cuuba e 13 esorevos a en-
tregar. ________
KDl'l AHIS.
COMMEBCIO.
ALFANDF.GA.
llendimento do dia 22. 3:689,513
Desearregtm hoto 23 de Janeiro.
Barca ingleza Reniier -- ferro.
Brigue inglez -- Eleonor farinha e mcr-
cadorias.
Urigua inglez -- Glaucut bacalhio.
Brigue americano Victorino dem.
Barca americana Hilen Morrisan fari-
nha e mercadorias.
Barca franceza -- Havre -- idom.
Patacho brasileiro Confianza sabio e
phosphoros.
llll|IOllll.lll.
Barca americana Ellen Morrison, vinda de
Philadelphia, consignada a Forater & Com-
panhia, mauifestou oseguinte:
1904 barricas farinha do trigo, 392 remos
o 1 voltiiiie cera ; aos consignatario:*.
Brigue inglez Eleanora, vindo de Phila-
d. Iphia consignado a Matheus Austin &
Companhia, manifestou oseguiut-< :
1279 barricas farinha de trigo, 600 ditas
bolacninhas, 228 caixas e motas ditas cha,
30 ditas tecidus de algudao, 30 ditas esdet-
ras, e 10 barns salaeratus; aos consigna-
tarios.
1 embrulho instrumentos cirurgicos, e 2
volumen livros a Diana Youle & Com-
panbia.
CONSULADO GERAL.
Hendjmentododial a 21 .53:523,833
Idemdodia22.........1:653,056
55:178.889
Pela inspectora da alfaodega ae faz
publico que no da 26 do crranle ae ha de
arrematar em hasta publica a porta da mes-
iiia repaiticBo 14 fogareirna no valor da
(3/750, apprehendidos pelos escriplnranos
por accrescimo ao manifest da galera m-
gleza Linda : sendo arrematarlo livre de
direitos ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco, 22 de Ja-
neiro 1852.
O inspector interino. Bento Jof Fer-
nanda Murros.
Pela inspectora de alfandega se faz
publico que no dia 26 do crrante se hSo de
arrematar em hasta pnblioa a porta da
m.'.sm repa'tifSo 1 peta de lona, a imila-
cdo da da Russi. no valor de 20*000, 3112 di-
tas, ditas tnglezss estreitag no valor de
42,000, appfehrndidas pelos offlciaes da vi-
site a borde da escuna dinamarqueza llols-
lin, e por nSoestarem manifestadas, sendo
a arrematado livre de direitos ao arrema-
tante.
Alfandega de l'ernarr.huco, 22 de Janeiro
de 1852.
O inaiioctor Denlo os Ftrnandeo Sarros.
prirreira vaz ueste theatro o magnifico
drama da grande apparato, em 5 acto* 8
quadros.
A Venesiana,
oo
O Bravo da Venesa.
Personagens,
Theodora A Sr". D. Maria di Gloria.
Os tenderes,
O Bravo
Sainen
G conde de Bellamonte
Luidgi, goodoleiro
Maffeo
O marquez de liiill'n
Um senador
Um esbirro
U gundoleiro
violetta
3
I J_____
Declara yoes.
DIVERSAS PROVINCIAS
llendimento do dia 1 a 2..
dem do dia 22......
2:386,597
53,521
2:440,118
ExpOltaco
Brigue escuna brasileira Graciosa, con-
duzto o seguinte :10 caixss Inuca, 200
barricas farinha de trigo, 100 Jim. baca-
llio, 34 ditas garrafas de serveja, 50caix passas, 1 barrica garrafas de agurdenle, 30
l un i?, breu, lOOcaixss massas, 1 dita folhas
d zinco, 5 ditas charope do bosque, 1 em-
brulho peules, 5 canas sardinhis, 2 ditis
conservas, 2 unas mu lozas, 89 ditas garra-
fas de vinho, 40 ditas diversas fszendas o
phnsforos, 8 fardos dilos, 15 barns vinagra,
20 caixas vidrus, 1 barrica er, 4 caixas di-
luir, 12 vistas lithografadas, 2 embrulhos
l i/.en las, 1 dilu tnunnDo, I cesto presun-
tos, 10 gigos garrafas de champague, 4 me-
sas de ferro, 425 sacras caf em casca, 145
barriquinhascum 605 arrobas de assucar,
1,600 cocos seceos, 27 c-nx-s charutos, 30
rulos fumo, 2 fardos fulha de fumo, 8 caixas
doce, 2 ditas es lanadores, 8'litas rap, 1
lorno de ferro, 10 chapas de ferro, 4 tachas
de ferro, 1 bocea de fornalha, 4 rodas de
ferio.
Brigue inglez Balclulha, de 343 tonella-
das, i-mi iii/m o seguinle: 5,000 saceos
com 23,000 arrobas de assucar.
Brigue inglez Venus, de 248 tonelladas,
conduzio o seguinte : 3,400 saceos com
17,000 arrobas de assucar.
Biigue austraco Baiic, de 235 tonel la las,
conduzio o scjuiniii : 4,nuo saceos com
20,000 arrobas de assucar, 541 couros con.
525 arriil) is e 28 libras, 4,541 rolumes com
20,525 arrubas e 28 libros.
RECEBEDOIIIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
llendimento do dia 22..... 640,080
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentu dodia 22.....1:178,736
OSr. desembargador chefe de polica
da provincia tendo de contratar o sustento
dos presos pobres da cadea desta cidade
pelo tnmpo de um anno, assim o manda fa-
zer publico afim de que as pessoas que a
isso se quizerem propor comparecaui oesta
eparticSo com as suas propostaa, dentro do
praso de 15 das da data deste ; eerlaa de
que as condicOesdo ultimo contracto que
devem servir de base sfio as seguinles :
I. Que se dara a cada preso por almoco
urna tigela de caf, e um pilo de vintom.
i. Que para o jantar que seria a 1 bora
da tarde, se dara nos domingos, segn las,
e. quintas feras urna libra de carne fresca,
o caldo, e 1/16 de urna quarta de farinha;
as tercas e quaitas feras meia libra de
carne seca com faij3o em proporr3o, e o
ruesmo 1/16 de farinha tas sextas feras e
sabbados 1/2 libra de liacalho, e o mesmo
l|16do farinha, acrescenlando-se nos dias
de carne 10 rs. de toucinbo e 4 res decvo
por cada preso.
3. Que a comida seria dada pelo foroe
red.ii prompla e rom a necessaria limpesa
feita na cosinba daca lea edestribuida em
bandejas de madeira, ou de estanto, ou a
cada preso ou por turma deduus at cinco,
conforme isso parecesse tnais conveniente,
a requisico dos mesmus presos.
4. Que se Ihe dara pelo fornecimento do
susUnto de ca la um preso a qtiautia do 160
rs. diarios ; que este pagamento seria nien-
salmenle feilu, precedendo altestado do
Sr. chefe de polica, em que se declarassn
que o liji neco Jor cumprira com os seus de-
veres.
5. Que o remecedor se sugeitav* a ser
lespedi lo toda a vez que o mesmo Sr. Cho-
fis de polica entrasse no conheciiuento de
nSu ter elle cumprido comas cotidicoes a
que se sugeitara.
0. Que Ine seria dada por esta reprrti(So
a lista dos presos pobres existentes na ca-
dea a quem se houvesse concedido racoes
diarias afim de por ella regi.lar-se no ruin-
primento de seus deveres licaudo purm en-
tendido que no numero dos presos pubres
Germano.
B|zerr*.
Res.
Monteiro.
Col obra.
Silvestre.
Pinto.
Riymun lo.
Dito
D. Emilia.
Duas damas mascarada*. D jt{j
. Cavaleiros, esbirros,povoegondoleiros.
A scena passa-se em Veneza em 1513.
Nada fallara, como cumpre, para o bri-
Ibantismo do scensrio e vestuario.
O empresario tendo luctado com immen-
sos embarecos, que Ibe diDcultavam a con-
tinuado do cumprimeoto de seus deveres,
polo arrostrar tolos, gracaa aoappoio que
tem encontrado no publico sensato e Ilus-
trado da provincia, e Ilustre commiiso
directora, i quem tributa os seus respeitos
e cinceros agradocim -utos.
Comessar* s 8horaa.
Os bilhetes acham-so a venda no lugar do
nostume.
ME .TRO DE APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbado, 24 de Janeiro de 1852.
Em beneficio do actor Francisco
de Salles Guitnares e Cunha.
Depois de urna escolhila ouvertura su-
bir a scena pela primeira vez neste theatro
o bello drama
A Gargalhada.
Personagens e actores.
Andr o senhor Guim-irSes.
EstevSo -- o senhor Costa.
Bernardo -- o senhor Cyrillo.
Dr. Leclerk o senhor Senna.
i.oopuldo o senhor Amocdo.
Adelle-- senhora D. Leopoldina.
Mme. I.agrange-- a senhora D. Josnna.
Magdalena a senhora B. Soledade.
Um criado o senhor Caetano.
Findo que seja este drama, seguir-se-ha
a represeulacSo do excellente drama em 2
actos
O Gego e a Leitora.
Personagens e actores.
O capilSoSir Cobrigd, o ceg oSr. Senta.
Uaclwon osenhor Cyrillo.-
Arthur -- o senhor Amudo.
E igar o senhor Jorge.
Tony --o senhor Santa Roza.
LadyGerald a senhora D Joaona.
Carolina a senhora ti. Leopoldina.
Varios rapazes caladores amigos de Arthur,
Criados, elC.
Segnn la-feira 19 do oorrentt foi enenn
Irado na estrada de Santo Ant0o, um meni-
no por nomo Julo, pardo, i lado 8 9 annos,
montado em um cavado ruco, capado e seni
cangalha ; o qual menino diz, ser escravo
de um aenhnr chamado Alminn do Limoeiro,
e que se perdeu de um comboi qua do Reclfe
segua para a dita Villa : quem djrefto tiver
ao mesmo menino dirija-se ao engenno Ssn-
to Atnarinho freguezla da Varzea, para Iho
ser entregue. Adverle-s "(Jue se nao res-
ponde por qualquerdescaminho que o m 'S-
mo possa ter.
Justino Norat francez fsz scieote ao
respeitavel publico, que chngnu ulttmamen-
to com ra al i sorlimento de jnias de ouro,
e brilhanle : como sejam reloitios de ouro ;
aderegos completos, o do oulras qualidades;
crrente para relogios, brincos, botdes, pa-
ra peito, alflnete para dito, o outras monas
obras, ludo ao ultimo gusto de Pars: quem
pretender comprar qualquer urna destas
joois, dirija-so ra do Trapiche Novo, n.
9 ho el.
Oabaixo as8gnado faz scientaao res^
peitavel publico, que tendo sido honlem
21 do crrenle as 8 horas da noite accomet-
tido por um assnssiui) na ra do Cal lereiro,
a nflo podendo este conseguir o que tenta-
1*1 dirigio-se i porta do annuuciante, e la
esuerava oceulto por tras de urnas carrosas
que o annunciante se reculhesse a sua ca-
sa, quandu por ceito accidente dirigise
* porta do senhor Miguel Pernambuco con-
fronte a casa do annunciante, onde fui
encontrado pela ronda, a qual nSu cbnse-
Rulo maisque tomar-lhe o punhal o elle
evadio-se. o annunciante declara que os
nicos immigos que tem so : a viuva do
fallecido Francisco Joan do Pilar, seu fllhu
do mesmo nome e sua av Hara de Jezus,
ligadaes inimigos ha mais de 19 anuo,
teopo em queja fui assaasinadn Jos Fran-
cisco Madeira pela revista das salinas su-
negisem prejuizo do abano assignado : e
assim o annunciante protesta pranle as
autoridades puliciaes contra eslas pessoas
por todo e qualquer damnoque Ibe appa-
ri-cu, p ns uo tem outros inimigos como a
seu lempo se provai que sSo os nicos,
Erancitco Theodoro Macedo.
Previne-se a quem quer quefor olTere-
cida urna neg-a cnoula de idade de 18 a
20 anuos pouco mais ou menos, pea senlio
ra Tliereza Maria de Jezus ou per pessoa
por ella encarregada, que a au pode ven-
der por Ihe te, sido deixaJa comacondi-
cao de s a possuir em quanlo a dita se-
nhora for viva, e depois voltar ao doador
ouseus herdeiroa, como tudo se v do pa-
pel de duacilu o qual devo apresentar caso
baja de a querer vender.
precisa-se alugar um preto ou mole-
que para servir externamente : no pateo
do Collegiu, casa do liv u azul.
-- Amonio Jos llibeiro Bastos, remette
para o Rio de Janeiro o seu escravo Quio-
lino.
Precisa-se alugar urna pela, quesai-
ba cozinhar e cogommar : na esquina da
Lingueta n. 32.
AOS DENTES
A. S. Jane dentista, tem a honra d
avisar ao respeitavel publico, que se acha
re/i lindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, aonde estar sempre prompto a qual-
0 beneficiado a quem o publico Ilustrado
tem dado provas de estima o sympalhia, es- quer chamado, desde as 9 horas da manhS
pereque o seu espectculo seja acceito be- al as 1 da tarde; o annunciante encuarta
niguamente, pelo que desde ja protesta um de um a todos os denles, que por isso tem
puro e eterno agradecimenlo.
Principiar as 8 horas.
Avisos martimos.
Para o llio de Janeiro a
' il'ii-l1' (I- im' '......' i "' ..... f "H> |"isiiii 1 1 O
nao sena n contemplados os escravos om sumaca rrasileira danto Antonio,
raslo do fomeciuieiito do sustento uestes
dever correr por conla do carcereiro, cuino
um completo sorlimento de denles ariifi
ciaes, incorrutiveis e de poicelana,mu de-
licados e do ult.imo gosto ; e tolos os mais
accessorios tendentes a sua proficuo, asse-
verando a to las as pessoas que se quznrem
utilizar do seu presumo que nao exige pa-
ga alguma, nao lie mil i n, denles bem pos-
tos que nfloao pussa deferencar uos proprios
naturaes, e podendo-se maatigar com os
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 22.
Liverpool -84 das, brigue inglez Richard,
de 296 tonelladas capitSo W. VVhite, e-
quipagem 16, em lastro; a James Crablrea
ot Compaiihia.
Terra Nova -- 33 dias, brigue inglez Glau-
cas, de 256 loiiellsdss, capilSo R. Dun-
esn, equipagem 16, carga bacalhko ; a Le
Bretn Schraum & Companhia,
MiianbSo, Ceir e Toums 31 dias, escu-
na brasileira Emilia, de III tonelladas ,
capitn Silveira NI iciel Jnior, equipagem
12, carga varios gneros; a Juo Carlos
Augusto da Silva. Passageiros Manuel
Maitins de Vasconcelos Porto, com sua
m mu i a e 2 filhos, 2 sentenciados, e urna
escolti com 3 pracas do exercito.
I'lnladelphia 36 das, patacho inglez Vi-
truvius, de 179 lonellaJas,capiL3() Parker,
eqnipBgem 8. carga, farinha de trigo o
mais gneros ; a Henry Froster & Cum-
panhis.
Fiume oTaraguza 90 das, galera austra-
ca Vila, de40l tunelladas, espitao Nirolo
Bielovucirli, equipagem 15, carga, fari-
nha de trigo e mais geoerus; a O.
Bieber & Companhia. .
A'aei'oa saludos no mesmo dia.
New York -- patacho ingvez llarriel. capi-
tn John Gulduworlhy, em lsslro.
Triestn brigue austraco Purtore, capiiao
G Kraus, carga, assucar.
Csnal barca francesa Normaadie, capitSo
Vsleiitini, carga, assucar.
Lisboa brigue portuguez Tarujo I, capilSo
Manoel de Oliveira Faueco, carga, assu-
car ealgodo. Passageiros, Maria Emilia
da Penha Gome* e dnas menores.
Canal brigue inglez Ruemymede, capiiao
S. Prowse, carga, assucar.
Trieste brigue austraco Bario, capitSo T.
Zuviclch, carga assucar e couros.
MiranliSo brigue escuna brasleiro Gra-
ciosa, capilfio Jos Mari* da Silva Porto ,
* carga caf, assucar e mais gneros.
Canal brigue inglez Bslcheta, capitSo G.
Ilsrt, carga assucar.
Canil -brigue inglez Venus, capitSoCeor-
ge de Ilceume, carga, aisucar.
he de lei e estillo.
7. Que o fornecedor se sugelava a forne-
cer o sustento aos presos pobres reculhidus
a enfeimaria di mesma cadeia dando-se-lhe
320 rs. diarios por cada um, e obrigando-se
elle a cutnprir oregulameulo na parle que
Ihe diz respeito.
Secretaria da polica de Pernambuco 22
de Janeiro de 1852.
Antonio Jos de Freilas.
i." Amanuence.
-- 0 arsenal de guerra compra caixas com
folhas de flaodrus, meios de sola do ser-
ian curtidos, pellas de couro de lustro, co-
bre o l.tSo vellio : quem laos gneros qui-
zer furnecer, comprela no da 24 do cr-
ente tael, trazendo sias propostas acom-
panhadas com as amostras. Arsenal de
guerra 22 de Janeiro do 1852. O escritu-
rario. v Serfico d'Assis Csrvallio.
Em consequedeia da divisa i do Exm.
Sr. presidente da provincia, pela directora
doLyceosefaz publico, que continua em
vigora portara du 1.* de fevareiro de 1843,
na, arte em que se exige examedegram-
matica latina, feito oeste estabelecmento
para a matricula das aulas de philosoplua,
erhetorica, e approvsQJo de lingua n .co-
nal, obtida no mesmo liceo, pira us domis
aulas de inslruccu superior,
nuil i-im, declara-se queoexercico da
todas as aulas com .caa no dia I de feve-
reiro p. vindouro, as mesmas horas filadas
nos annos anlerioies, a saber : lattm das
n as li ; inglez, geugrapbia, e pliiiosophia
das 8 s 10; francez, lingua nacional, geo-
metra, rhetorica e dezenbo das lOaomeio
da. *
Liceo, 22 de Janeiro de 1852.
O Amanuense
Hermenegildo Marclino de Miranda.
O arsenal do guerra precisa do ofllciaes
decorrieiros.
Em aditamento ao annuncio publicado
no Diario Ae 15 docorrnnte, a carc de um
pardiuhoque fui aprehendido por esta sub-
delegada por fgido, com um cavallo russo
con cangalha, oeclara-se que o mesmo con-
fessou ser escravo de Vitorino de tal do en-
genlioTabocas.destricto do Pau do Alho,cha
ma-se Claudino, e que an lava fgido. Sub-
delegada do lenle 22 de Janeiro de 1852.
O Subdelega lo, Jos Juaquim de Oliveira.
- De ..i drui do lllm. Sr. director geral da
Instrnccil i publica, laco si lie a quem Con-
v.er, que tendo fallecido o prufeasor d'ins- J
trucf So elementar do segundo grao da fre-
guesia da S da cidade de Olinda, e cons-
tando nllieialenle, que o resperli vo subs-
tituto ha renunciado o direilo de pissar a
propietario dessa esdeira, est ella posta
a concurso com o praso de 50 dias, conta-
dos desta darta.
Directora g-ral da nstruccSo publica, 17
de Janeiro de 1852. Candido Euataquio
Cesar de Mello, amanueuse archivista.
-Por o dem do Sr.director interino faco
publico que na conformidade do art. 13 do
regulameoto de 12 de maio do anuo p.On lo
iliiir-si-ha a matricula das aulas do l.yeio
no dia 15 do corrente, e ser encerrada no
ultimo deste mesmo mez, a excepfSo da de
Latim Lyceu 2 de Janeiro de 1852.O
msnuense,rlermenegildo.Marcellino de Mi-
randa.
nova e de superior marcha, segu meVnos to la a qualquer comida sem sentir
imprcterivelmente no dia a5 do menor dor nem ter leceio de os quebrar,
. j tambem chumba os denles naturaes fura-
corrente, para o resto da carga e doi ua caria com ouro, pr.t. metal bren,
escravos a frete, oFerecendo para co, prevenmioas-im acontiuuacSoda c<-
Pttpa n mclliiu- iins illm Iriln se ra, dores e mesmo evitando por isso a for-
estes O meliior agasaltio trala-SO m, de paseara caria dos denles furados para
com Alachado & l inheiro na ra os outros -,i.-.; tambem tira pedrea ou ca-
do Vlgarion. lo, segundo andar, r' Jos lentes em ger.l, que tanlo os d.m-
i "r a-i neflca e coopera para omaoaliloda bocoa,
ilao Jos de Lampos nlo sondo tirado : o annunciante a JOan-
Slagilhaes, lia praca. nosqueexercea sua profis(3o nesta ciia-
Preoisa-se de um caixero, que tenha
pratlca de venda : na ra da Senzalla Nova
do Recife, ven la n. 39.
Na ra do Livrament, sobrado n. 10,
so ilii quem da dinheiro a premio, e quem
ren le varias obres de ouro e prata, e tam-
bem >luita-ae uina escreva.
-- Precisa-se de um vendedor de pSo, pro-
ferin lo-se um que ja tenhi alguma fregue-
zia, pagan lo-se assim um melhor ordena-
do .- na ra larga do Rozario, padaria n. 48.
--Oabaixo assigado previne ao publico
dequeninguom faca contracto nem trana-
acQSo alguma sobre um escravo preto de
nome Thom, alias Antonio com idade de
50 annos.pouco mais ou menos, e com dous
tainos largos em cada faco por ser da Costa
da Mina, o qual tendo sido coaprado p*ln
annunciante em dezembro de 1818 a Ma-
noel Antonio Cirreia deQueiroz, fura por
elle ce lido a sua mulher Joanna M .na Mo-
cil para seus alimentos em dezembro de
1850, afora aprehendido, do poder dola e
recolhi.lo na' cadeia em fevereiro do auno
I", p. |i t or,iiini do subdelegado de S. Jus
por denuncia verbal do mesmo vendedor de
que dito escravo fura furtado : e ullima-
menle foi sollo no dia 2o do corrente, sem
que oannlucante saibs aiudaa qunm foi
ntnregue ; entretanto que o referido escra-
vo pende litigio entre o mesmo annunciante
o a dita sus mulher pela 2. vara-civel des-
ta Cidado, rsniv.lu Cunha; e por SSO faz
o presente, para que ninguem possa allegar
ignorancia.
Francisco Jos DuarteCamarfo
JoSu Mac Culi, subdito inglez relira-se
cara os portes do Sul
-- Na ra da Senzalla Velha n 94, foi no
da (20) entregue .por um preto, um meto
barril de sardinhas : quem der o signal ea
marca, pagando as despezas se entregar*.
OSr. que tirou urna carta do correio,
vinda da Baha, para Joaquim Gonc,alves da
Silva, a queira entregar na cadeia desta ci-
dade, sonSo quer que se publique o seu no-
me. Cadeia, 21 de Janeiro de 1852. O in-
feliz pernambucauo, Joaquim Goncalv'es da
silva.
- Alugi-se o tercoiro andar, da casada
ra do ijinim i lo n. 9 : a tratar na toja.
As pessoas que devem, na luja ds ra
doQuemadoo. 1, importancias provenien-
tes de bilHetus das loteras do Rio de Janei-
ro, hajam de mandar salisfazer al aoflm
lio corrente mez do contrario verSoseus1
Domes por extenso nesle Diario, do que se
nao dvem admirar, pois muito bem sabem,
que bilhotes de lotera nao poder soffrer
demora nos pagamentos.
Flores de gomma,
para cabello e cima le mesa, bonecas, ele. ,
faz se com perfeisSo, naturalidade e bum
gosto : na ra do AragSo o. 12, segundo
andar.
Precisa-s alugar um preto para _
ervico interno da urna casa, que seja intel-
ligenlon robusto : na ra da Cadeia do Re-
cife, n.2l.
Quem precisar de um caixeiro brazi-
leiro de 19 annos para venia ou qualquer
estabeleci -nenio tanto para a rraca,comu pa-
re o matto, dirija-se a prafa do Livramenlo
venda n. 3, que ah se dir quem he o ca-
xeiro e se dar conhecimento da conducta.
Aos Srs. d'engenlio.
A. e E de Mornsy tendo ohlido um privi-
fegio exclusivo no imperio do Brazil para
urna moenda da sua invengo, tem auturi-
saJo para vender as mesmas, us Srs. Ruthe
e i;i luiii ic e-n Pernambuco, osSs. Johnson
Bielby & Companhia e'm Bania, o o Sr. Ro-
Compras.
^* Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 n o5 annos tendo
habilidades e de bonitas figuras ,
paga-se muito bem : na ra das
Larangeiras n. i4 segundo andar.
-- Compra-s um sitio pequeo parto do
Recife, sendo na Soledade, ra do Hospicio,
ou oulro qualquer lugar : inmune o por es-
ta fulha, ou dinja-sea esta typographia.
Conpra-se um, ou dous quartaos de
mu bis selss, que sejam novos e eatejam
carnudos: na ra do Aleorim o. 6, da* 7 as
9 huras da manhSa, e daa 2 as 8 hora* da
tarde. .
Compra-se um ornamento completo,
para a celehracin du sacrificio da inissa,sen-
do que ainda estoja em bom uso : na ra do
Calinga n. 3, luja de Manoel Antonio Con-
calves.
Compram-se o primero esegundo)to-
mos dos dirionanos de Raquel, em segun-
da man : quem os tiver, anuuocie por esta
folha para s-r procurado.
Compra-se urna porcSo de formas de
9 em lilira, para fa/er velas de carnauba, e
3no sejam multo oxate* no peso I na praca.
a Boa Visla n. 17.
Compra-se urna mulata, sendo bonita,
de 16 a 20annos, com habilidades e que tai-
ba vestir urna aenhora, paga-se bem : na
ra do Hospicio, ultima casa terrea do Sr.
Tiloma/ de Aquinn Fonsera.
Vendas.
FOLHINHAS PARA i85a.
Vendem-se blhinbas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres ferentes qualidades,sendo urna del-
las com o almanak da cidade e pro-
vincia; vendem-se nicamente na
praca da Independencia n, 6 e 8 ;
inifto de vallina a
800 rs.
Vemle-se a historia de SimSo de Mantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 o 8.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de mimlezas da praca da
Independencia n 4s vendem-se bi-
Ihetesinteiros, meios, tavos e vigsimos, a beneficio da 4
lotera da freguezia de S Jos do
Ro de Janeiro. ..',.,
Parnlia de trigo superior
ebegaram recentemente algumas
barricas de farinha. de trigo, de
urna mnrea nova neste mercado, e
de qualidade muito superior ein-
teiramente igual as melhores mar-
cas, que aqu se vendem; tem mui-
la acceitacao no Hio de Janeiro e
na Babia ontle he considerada a
berto Grundy engenhe.ro du arsenal da par da melhor de marca gallega, e
marinha em Rio de Janeiro, aonde os S'S I___ j s a .___
.l'engenhoreceber.m tolas as informales > f&* Trieste vende-se na
ra do Trapiche Novo n. 16.
1 O capiiao Jos de Campos nlo sondo tirado 1 o annunciante a 10
jpreterivelmen- f^.2 jjfff! !"l*! 'X*j l'!0
formac
a respeito. 'sus muendaa sao maia aunles
do .jue as ordinarias, tnm dous cylindrus
grandes e dous de pequeo dimetro e tre-
baiham sem virola, ellas exp'emnm mais o
bagasso quo apezar de estar la 1 fortemento
expremido se conserva mais inleiro. SSo
fabricadas de ferro de superior qualidade
de maneira que sSo muilo furlo e dura*
doura.
Ha madrugada de Sabbodo 24 do cor-
rente levantar-se-ha a bandeira de N Sr'. do
Bom Parto, erecta na igreja do Guadelupe,
a qual sahira da igreja do Bom !im, com
msica, .ii 1 tor/e liguras ou anjos sen-
do urna a cavallo, e um grupo de parto-
Diamantes para vidra-
ceiros,
chegou urna pequea porcao de
excellente qualiJade, e vendem-se
na ra do Trapiche Novo n. 16.
Vid ros pura vidracas,
de ptima qualidade e muito me-
lhor sorlimento : vendem-se na
ra do Trapiche Novo n. 16.
imprimir,
lu..lo e prego
por vender al-
guia- caixas, na ra do Trapiche
ishoa com hrevirlidn o hriirua c01lsl" "nJ,r Pel" Pav 8 Monteiro : quemo 1/000 rs. ejuntamenle urna claresa ou dbcu-, v;n. .r.
II Uta de meS!eaniiam Jo-6 de pe"r leV9"0 nu silio d p"nt'' de c,,0< ou mT P,si,do e '"'o P'0 m"s Sr- P,0V. "' .
BSTW^^WftS^^ Panno e casimiras,
nin niii. tainn. mihA.S. mm...tn t,nc,,llo-~-JoaoLeite 'lita rligueira de IOti/000 rs. Por isso Ihe faco stbelor,! '
SIiKmSSw ^--P,ccis.r f.iiarcomosr.igaac.o.dos ^.o qojnlo p.ge,, pessu. aigu-' prctas e de_ cores, fa,enda de qua-
Para Li
portuguez
TBBATKO UE S fZBEL.
27.' RECITA DA ASSIGNATUKA.
Sabbado, 2* de Janeiro ae 1852.
ESTltA DA SENHORA D. MARA DA
GLORIA.
Depois da encuco de urna brilhanle 011-
, vertura, pela orebestrs, subir a scena; pela
incfsco Severinn [tabello S""tus Nune9 ou co,n 8U" mi Fallecan* ma, que Ihe apresentar, flcando de nenbum
Alilio Sevenuo llabello Marja ^ Concec,1o> poJeindjr,jjr.e, |oj, valor. Fr. Manoel do Snelo Sepulcro
D-_. D- i J- -i u0 Sr- ,(" d H"c,>" Brandao, defronte da PavSo.
rara o rara em direttura matri da s. Antonio. os b*ixo assignados, consignatarios
a bem conhecida escuna brasileira Emilia Precisa-se de um caixeiro para venda, do brigue Inglez Tathez Matthew entra-
capitSo e pratico Antonio Silveira Maciel que tenlia ja pratlca da mesma occupacSoe ''o de Londres 00 correlo mez, pedem
Jnior, tem de seguir psra o Para em direi- quo d fiador* sua conducta : a fallar n* <|uom fur dono de 2 gigos com garrafas, 2
tura, com a maior brevidade possivel, por ra larga do Hozano n 46. caixas com casca de pao e 1 dita com
terquasi toda a carga j* engajada : quem Francisco Ribeiro Pires, embarca para oleo la Ogado de baoalhto ; tudo com
pretender engajar o resto, ou ir de passa- o Rio de Janeiro, a escreva parda de nome Barca Z e embarcado por L. Zuliani, de 1
gem ple enlendnr-se com o r.pililo da Victoria, a entregar ao Sr. Jos Joaquim de entender com ellas para se cubrar o frete
mesma, ou com J C.Augusto daSilvs, na Lacerda. "a rus do Trapiche n. 19. La Bretn
ru* da Cruz, armazem n. 13. Aluga-seum moleque muito possante : Schramm A Companhia.
Para a, lilil 1 quem pretender dirija-se ao aterro'da Boa- O cirurgio Bernardo Pereira do Carmo
l T 1 Vista n. 31, terceiro andar. fax sciente as pessoas que a tempos Ihe fa-
U brigue brasleiro Almirante, Desappareceu 00 dia 20 do correnle, larlm emesmoa quem conviere Ijuizer.pa-
forradoe nrec ido dr robre de su- "m pra'o de Mana Fa.inhado nome Jos, r por meio de um ajuste razoavel, os tratar
'O com 08 9ign,eg geguintes: de marca, bem anualmente das molestias que possam ap
perior marcha, segu imprelen- preto, olhos pequeos eorelhas, cabecaafo- P'fecer, que tenhama bondadede virem a
velmente no dia afc do torrente niiada, denles lirados adente, pernas grs- fde sua residencia na ruado llozario
1 sase falla umitland.i a velho : roga-se as ,arga n.30,para os poderlancaremn.de seus
recebe alguma carga t passageiros, pessoas que o pegarem, que leve-o a casa Cl'antes.
aos quaes offerece excenentes com- deSr. Jos da Fonseca e Silva, que sera re- "" QU6m tem P,ra arrendar um sitio pe-
,i, ,, .._.: compensado, queno perli do Recife, sendo na .Solada le,
modos: trata-se Com OS consigna- Ann, Jo,quini do 0.( f tarios Machado & Pinbeiro, na ra convier, que continua com o seu estbale- "'l:' i'Oilo.annuiicie pm osla luliu.ou dinja-
dn Viu-ariii n tn stmmiln anrlar cimento de ensinar a lor, oscrevo, contar se a essa lypograuhia.
ao vigirio n. 19, segundo andar if quitro egpecjes ,nctpMg( doutrn. -- Na ru. dollu.picio n, 52, precis.-se de
ou COin o capiiao na praca. jehristoa ; e bem assim a cuzer, nao so liso, um auja que eugumme bem ; prefere-sees-
Purt n II i\ i-,. C0ID0 bordsr, elabofinto: iudo isto ens- crava, e pagasse bem.
1 .11.1 aa.tv 1 1 ., por coal[n0j0 pi.ecUi na rut ut cuj, Precisa-se alugar urna prela escrava,
A barca franceza Havre, tendo n.5. pira servico de muito pouct familia: na
a maior narlc i ua raroa "' ll|m- Sra- D- M"ria Jos *m,li de Poata Velbt "' "*
a maioi parte de aua carg^a ,|rai,dai lerihl, tondade demandar ac
prompla, pretende sabir com mu de Novaes & Companhia na ra do Trapiche
n. 31, a negocio que Ihe diz respeito.
, Augusto Luiz Fernandas, jub lito por-
tuguez, relire-se para fra da provincia.
O abaixo assignado, lferes do 9." bata-
IhSode infantaria de linhs, tendo concluido
ta brevidade : quem quuer carre-
g ir, ou ir de passagem, para o que
tem excedentes commodos pode
entender-se com os consignatarios
J. H. Lasserreck Companhia.
JLeil&u.
O corretor .Miguel Cani.iii n, continua
o seu leiUo de mobilbas, boje 23 do correu-
leasil huras da manbaa.
.nula veiua u. I*.
Colt^rafia
Na Ra do Aragao, n. i2, sc-
Avisos diversos.
Precisa-se de um trabaIhador de ma-
reirn, na ra larga do Rosario, padaria
0.48.
--0 abaixo assignado declara que ose*
nhor J0S0 Lucio da Silva MergulbSo he o
encare gado a receber todas as | contas per-
tencentes a mesma casa.
Jos Ribeiro de Brito.
No psteo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-se e engomma-se com perfei{Bo e *c-
ceio.
aua presiacSu de contas, na qualidade de gundo andar, copia-se com perfei-
agente que fui do conselho de administra- 3- nimlnnAr nanel ... m|. l.0
3o do mesmo bst.lhao, ejulgaudo em su* ?ao qualquer PaPel em mu'tO boa
consciencia nada dever a pessoa alguma,as- letra e por preco com til o do.
sim o faz oonstar pelafolba publica, pediu- Urna pessoa com a pratica precisa se
doaalguerrrquesejulgueser-lheo mesmo offerece para administrar qualquer enge-
baixo assignado dovedor declaro pela nho quem de seu prestimo se quizerutili-
mesma folha, certo de que Ihe nSo pagara sar annunce.
sem essa declararlo. Recife, 22 de Janeiro Jma pessoa com as habilitados neces-
de ISj2.-Jos Francisco de Moraese Vascon- saris* se propOe fa/er escripturacOes de
sellos.. oaaa de negocios, por partidas dohradas.e por
Jos tiendes de Frailas, embarca para pre^ocommodo: quea disso precisar n-
fora da provincia, o seu escravo creoulo,de nuncie.
uome Lucio. .. Aluga-se um escravo 01050 que sirvs
Precisa-se alugar urna preta, ou parda, para criado de ama casa eslrangeira, e que
para lodo servico de urna casa : na praca da seja humilde, eflel; quem otiverdirija-se a
Independencia, loj n. 3. ra do Trapiche n. .
Precisa-se deum cozinbeiro: na ra 0 bacharel Manoel de Souza Garcia,
do Queimado n. 40. que ha pouco deixou de ser promotor pu-
-- Alugi-se o segundo andar da casa da bllco do Recife, a.lvoga actualmente, e pe-
r* Nov* n. 2, tira* da matriz. de,r ser procurado om o primeiro andar do
Francisco Antonio de Sauza Dulii, re- sobrado n. 30, o* ruj larga do Rosario em
tira-so pira fra d* provincia. S. Antonio.
Iidade muito superior : vendem-
se por precos muito commodos, na
ra do Trapicbe Novo n. 16. A
mesma casa tambem recebeu re-
centemente ligninas caixas com ri-
cos sortimentos de tpeles de lin-
dos padreo.
Kua do Crespo n. a3.
Vendem-se cortes de casimira muilo linas
e modernas a 3,000 rs ; chapeos do Chile
pequeos a 4,000 rs.; cortes de brim escuro
para caifa a 6to rs. ; cha hyssou a 300 rs. a
libra ; meios chales de ISa a 640 rs ; tilo de
i-ores pare vestidos a 480 rs. a vara; lencos
de bia e seda a 480 rs., e outras fazendas
baratas para fechar cuntas.
Vende-se urna escrava de naci augi-
ca, do idade de lo annos pouco mais ou me-
nos, boa quintan leira, vende agua, e faz
todo o servico grosseirode um* casa :quena
a quizer comprar dirija-se a ra do Alecrim
0. S, ladu esquerdo.
Vendern- se 2 canoas abarlas em bom
uso, que pegam em iuuo tijollos.e outra em
800, ou se troca por lijoltos de alvenaria
grossos : no armazeta do caes do]|Ramos
n, 2.
Vende-se um civallo rudado com to-
dos os andares pur preco comino lo : na roa
da praia n. 17.
~ Vende-se I cavallo russo, de estriban*,
gordoe com todos os andaros precisos: a
tratar na ru* Dimita doa Afufado*n. 22.
cautelista baria arbosa ,
expoz a venda bilhetes da quarta
lotera em beneficio da fregueiia
de S. Jos da Corte : no pateo do
Cullegio, ca aeguiutes precos :
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
(Jitavos 2,800
Vigsimos i43oo
chegando a lista, paga em conti-
nente, sem descont algum.
Hebaratissmo a 320 rs. o covado.
Na ra do Queimado defronte do becco do
i'eiX'i Frito, toja a. 3, vende-se lafet roxo
muilo encorpado com um pequeo toque
de mofo, pelo admirado precj de 320 rs. o
covodo.'
Anda se contioua a vender a superior
manteiga inglaz* a 726 rs. i libra : n* ra
do Colegio o. 5.



Altcnrao. i Vende-so por precio commo-
" Vende-se Miegointlsobrasem bornes-Jo,cal virgem, milito nova, che-
i^:^^^^ pe, ultrnavio'por prer
Diccionario Krancez 'urluguc/,les Avt-iiiu-' muito commodo ; no armazem de
ras de Telemaque na ruaTerga do Rozarlo U perreira, no caes da Alfande-
oaquina do becco do Peixe Frtlon. 9. I"* ,.
Aos ao.oooooo e aos loiooos'ooo g. com Novaes & Companhia,
de rs, na ra do Trapiche n. 34.
Vapor inglez.
Papel paqueteproprto para poupar por-
tea do vapor para Europa, assim como
as competentes obreias:na loja de ferra-
gena da ra da Cadeia n. 56, A.
Vende-se por preco muito
commodo, para fechar contis, sac-
is com superior farinha de man-
dioca, muito fina e al va, nos ar-
mazens de Das Ferreira e Antonio
Annes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos,ou com Novaes Se
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34,
Moinhos de vento
ora bombas de repudio para regar borlas
d baixas de capim : vendem-sc na fundido
do Bowrnan & Me. Callum, na ra do Brum
lis. 6.8 e 10.
Vende-se urna preta perfeita eogom-
madeira, a qual lie propria para esse servi-
do por ser reforgada do cuipo, faz o mais ar-
ranjo de casa o ra com muita fidelidade ;
urna oulra por 200,000 rs., lava, cozinha e
faz o mais servigo de caaa com perlero ,
advertiudo que ambas sSo creoulas, 11 ven-
illas por falla du cobres : na ra larga do
Rozario, loja n. 35.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos m-
jelos.
-- Vende-se urna preta com 40 annos de
idade pouco inais ou menos, de muito boa
conducta e propria para todo o servido : no
armazem de Vicente Ferreira da Costa na
ra da Madre-de-eos.
DEVERES DOS HOMENS,

Na roa do Queimado loja n. 18. vende-se
bilhetes, meios, quartoa, oitavos e vigesi
moa da 4." Lotera a beneficio da freguezia
deS. Joa. Na mesme loja vendeu-e o
moio bilhete n. 255 da 3.a lotera da fregue-
zia do NS. da Gloria em que sahio os
50:000/000
Na ra do Queimado loja 11. 18, vnde-
te urna canoa de carreira em bom estado por
prego commodo.
-- Na ra do Queimado loja n. 8 vende-se
Lisia potica, rica collecgSo de poeaias mo-
dernas em 5 volumea encaderuados de novo
por preco commodo.
Vende-se um sitio pequeo, com casa
de podra e cal, e de negocio, mullas plan-
taadefructo, por 800,000 rs.: noManguinlio
n. 35.
Vende-se urna preta de 35 annos, cozi-
nha, engomma, lava ropa, e faz todo o mais
servigo de urna caaa 1 na ra do Collegio n.
21, ae dir quem vende.
Vendo-se un cnvallo com todos os an-
dares bons e sem achaques, com arreios, ou
som elles : na ra da l'raia, Rrmazem n. 18.
a ra do l'asseio Publico, loja n. 9,
vendem-se 300 vaias de bico e reuda da Ier-
ra, atacados, a 160 rs., e juntamente 18 ca-
xillios envidracados e promptos pira qual-
quer obra, por prego commodo.
l'otassa ameiicana.
No antigo deposito da cadeia vellia, n.
19 existo urna pequea porg3o de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com a da Russia: vande-
se por pre^o razoavcl
Cobertores de algodo.
. Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes, cores, lecos a dous Dos,, muito
grande, lem todaapplicagao em urna casa de
familia, por servir para tne/a de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,410 rs.: naj
ra do Crespo n. 6.
' Vendem-se 2 escravos padeiros, 1 tra-
balhador de maceiro, corta muito bem mas-
sa, e outro pirilo forneiro : quem os preten-
der dirija-se a padaria do pateo da Santa
Cruz n. 6, pois que o motivo da venda se Ji-
ra ao comprador.
- Vende-se urna escrava crila c monga,
e com algumas habilidades: na.ra do Han-
gol n. 56.
Vende-se em muilo bom estado, um
piano hamburguez por 130,000 rs.: na tra
vessa da Concordia, aobrado 11. 5.
Novan edices de livros socia-
listas.
Acham-se venda na ra larga do Rozario
loja de J. J. I.odi n. 35 Ch. Fourier : obras
completas, em 4 volumes, ultima ediiSo pu-
blicada pela escola.12,000 rs.; Pellarin : vi la
e doutrina deCli. Fourier, 1 volume publi-
cado pela escola 4,000 rs. ; novas transacOes
aociaes, religiosas c scientilicas de Virtom-
nius, urna brochura 1,600 rs. ; Mettray e
Oslwald : esludo sobre estas duas colonias
agrcolas, por I". Cantagrcl, urna broebura
1,000 rs.
Grande fabrica de chpeos de sol,
de J. Falque la do t'ollgeio
n. 4.
Neste novo eslabelccimento recebeu-se
um novo e lindo sorlimeiito do chapeos de
Sol dos ltimos goslos, tanto de seda como
depaninho para homeus e senhoras, de ar-
mago de baleia e de asso que se vendem
por menos prego qo em oulra qualquer par-
te ; grande sortimento de cliarualole, sedas
e paninhos em peca de todas es cores e qua-
lidades para aa pessoas que quizercm man-
dar cobrir armagOes servidas. Completo sor-
timenlo de baleias para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos osobjectos cima mencionados
se ver.ilein em porfo e a retalho, por preco
quo agradara aos fregueses i vista da quali-
dade.
I arete impossivel.
O barato prego de 4,500 rs., porque se es-
li vendando, chapeos prelos francezes,
ltimamente ebegados na loja de chapeo.,
de Pariz, no arco de S. Antonio n. 2.
Na ra do Caldereiro n. 26, vendem-se
cxcellentes hostias, muito alvas, e feitas
com todo asseio o perfeigSo ; assim como
ptimas obrejas de lindas c variadas cores,
proprias para secrelaria, por prego muito
commodo.
Vende-se urna cama grande de Jaca-
randa, nova, com armago o cortinado mui-
to bonito, vende-se muito em conta: na ra
do Queimado n. 10.
Vende-se um sobrado de um an lar e um
soton agora acabado de novo,o qual esta ren-
ilemlo 360,000 rs auualmcnle silo na tra-
vessa JosQuarteis n. 33, e2 caixO-sdear-
macSo de venda e alguns pozos miudos e
urna porcSo de tinta para pintor, e duas ca-
nas de armae.o,lu Jo islo por prego commo-
do por ter do retirar-se; na travess do Ve-
ras n. 18.
Vendem-se dous relogins do ouro pa-
tente inglez sendo um antigo proprio
para qualquer martimo, por ser de muito
boa qualidade, o outro de saboneta moder-
no, vende-se em conta : na ra do Queima-
do n. 10.
No escriplorio de Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, vendem-se osseguintes ar-
tigos, por ni <;o commodo, para
fechar contas: chapeos depaiha do
Chille em porcSes de cincoenti;
iiuias de rorize de nmeros; cu-
nhetes com arcos, e carneiras de
cores: a tratar no mesmo escrip-
lorio.
Muito barato e muito bom, loja de
ferragens n. 56. A, ra da Ca-
deia do Kecife.
Foles de lodos os tamaitos, ricas formas
para pudins e bolo,s ricas cobertas para co-
brir pratos na mosa de metale rame; escri-
vanintiasde lalSo de varios tamaitos, per-
fumadores dito dito, ricos pentes de marliui
para bichos de desembaragar o mais lino
possivel; penetras de rame amarelo e bran-
co proprias para tola qualidade do massa
ou farinha ; ricoscadiados grandese peque-
nos.latSo e ferros o mellior quetem aparecido
no mercado; ricas fechaduras pera portas
de ra, sala, gaveta,'c Tteira e armario, lu-
do patente; lerramenta de ourives; maqui-
nas para torrar call, ratoeiras de rame e
ferro, do diferentes lmannos e umitas ou-
tras cousaa que com a vista ae apetecer.
Vende-se urna taberna, sita na praga
da Boa Vista n. 10 : trata-se na mesma ta-
berna.
Vene-se um cavallo novo, o qual est
muito gordo, e he proprio para montara de
aeuhor*, por ter bnna andares e ser muito
iniiis.i : na ra da Aurora, venda porbaixo
Uo sobrado n. 46, se dir quem vende.
4
DA
SALSA PARRILHA DEBRIST0L
: MlfflTttWliTlfMSIS.
A salaa parrilha deBristBl data desde 1832, e lem constantemente mantido sua repule-
gao, sem necessidadu de recorrer a pomposos annuncios de que aa preparagOes de m-
rito podemdespeusar.se. Osucesso dobr. Bristol lem provocado infinitas invejas, e
entro outras, as dos Srs. A. R. I). Sands, de New-York, preparadores e proprietanos da
aalsa parrilha conhecida pelo nome de Sands.
Estes senhoressolicilrfloem 1842 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, a como no
opudessem obtor, fabricando urna imitagSo de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands oscreverarn ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de 1842, oque acacha em nosso poder :
. Sr. Dr. C. C. Bristol.
Burato, ele.
Nosso e precia vel senhor.
Em todo o auno passado temos vendido quantidades coisideraveis do extracto de
salsaparrilhadevm. e pelo queouvimos dizer de suas virtudes quelles queatem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitiasimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara multa vantugem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um moz, ou cousa semelhante, teriamos muito prazer em o
ver em nossa botica, ra do Fulton n. 79.
Ficfio ts ordens de Vm. seus seguros servidores.
(Assignidos) A. R. D. Sands.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arrna-
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
O ~ Vende-se im grande sitio no lu-
Q gardo Manguinho, que lica defronte Q dos sitios dos Srs. Carneiros.com a
e\ grande cesa de vivenda, de quatro A
r% agoaa, grande aenzalla, cocheira, n
COlTOLUSAb.
a 5oo rs.
' Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, om meia encadernagSo, a 500 rs.,
cada um: nalivrariau. 6 e8,da praga da
Independencia.
Atlenco!
Na ra da Cadeia do Recife n. 50 A. existe
um sortimento completo de fazendas Inglo-
zas, Francezas e Suissas, todas do ultimo
gosloepor baratissimo prego.
Achar bom e gustar
Trazar dinhero e comprar.
A 2 '10 rs.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50 A. ven-
dem-se chitas francezas de ultimo gosto a
240 rs. o covado ; he baratissimo II Como
tambem coleles de casemira eseda a 1,600
rs. ricos padrOes, chita para cobertas finas
a 7,000 rs. e a 6,650 rs., cortes do carease
2,000 rs., lencos de seJa da luna, emuitas
outras fazendas que se veuuein muilo em
conta.
Altencao.
Vende-se urna loja de calgado no mellior
lugar da ra Dircita,muito afrequezoda por
ser muito antiga, aqual tom commodos pa-
ra ter urna familia sefrivel, indepeadente
da mesma loja : quem apreteuder aanuncie
por este Diario.
Superior cha nacional
em eaixlnhta do 2 libras, e da melnor qua-
lidade ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo 11. 2, pnmeiro andar.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnaulia imitando
espermacete : na loja de Sleiro da ra da
Cadeia do lenle n. 36.
vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comet, em casa de Deane
Yule& inmpanhia : na ra da Cadeia.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha
de mandioca a pregos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
n. 35.
Vendn-se no armnzem de Vicente Fer-
reira da Costa na ra da Hadre-de-Deus,
louga azul lina avulsa.apparelhos de meza
e cha dos nielhores modellos o qualidades,
por prego commodo.
1.' A antiguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desdo 1832, o que a de Sands s appareceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta no ple nbtera agencia do-Dr. Bristol.
9. A suporioridade da salsa parrilha de Bristol he iricontestavel, pois que no obs-
tante a concurrencia da do Sands, e de urna porgfio de outras prepararlos, ella tom man-
tido a sua repulagoem quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela impureza do sanguo.e o bom xito obtido nesta corle pelo IIIni. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia 1. penal do medicina, pelo (Ilustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Peixolo om sua clnica, e eravua afamada casa de saude na (ambos,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, nieJico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
miltom hoje de proclamar altamente as virtudes efllcazes da salsa parrilha de Bristol.
Vende-se a 5,000 rs. ovidro; na botica de Sr. Jos Maria Gongalves Ramos, ra
dos Querteis pegado ao Quartel de Polica.
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8 8* g e.S"a o a B a.
gao
A todo o fiel christo. ^
Acaba do sahir a luz no Rio de ja- ^
neiro o seguinte : ,,
Livrinho milagroso- w
Da vera Efugio divina do Itosto do L.
_ Nosso Senlior Jess Christo acoropa- S
nhadoda mesma imngem ricamente #
% gravada e de um brevo resumo da vi- *
dado Nosso Divino Salvador, offere-
f cido a tolo o liel chrislo. Acha-se
estampada na frente deste lindo li-
vrinlio a seguinte poderosa reeom-
meDJagSo : Este livrinho parece- #
me proprio para excitara piolapo o W
devogSo dos Ticis : segu una tradi- 9)
& gflo sobro o verdadeiro retrato do Nos- ?
tj; ao Senhor Jess r.hristo.qua n3o con-
* tradiz as que sSo adoptadas sobre o l$
m mesmo objecto por alguns escritores *
m referindo-se a outros antigos. Ol- *
4 vrinho podo ser lido com fructopelos ^
^ Deis. ConceigSo, 25 de Janeiro de
I) 1S51. Bispo conde capeliao-mr,
vende-se no pateo do Collegio casa
<. do livro bzuI a 640 rs. cada um.
*
Vonie-ae um bom prelo, official de
marcineiro, que representa ter 25 a30n-
a m
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tro leOes, que achara pessoa aulorisada para
esse lim.
Vende-se, por precocommo-|
do farinha de mandioca muito
superior, a bordo do patacho Ale-
gra, chegado de Santa Cathariua,
o qual se acha Tundeado ao p do
caes do Collegio: a tratar a bordo
do mesmo, ou com Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
Moenclus superiores.
Na fundigo de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, ae ha m-se, a venda moendaa
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgfio muilo superior
Oprimo vinho branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
da melhor qualidade queapparece:
trata-se na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Cal vilgem de Lisbo i.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto C.
de Abrtu, na ra da Cadeia do lte-
cife n. 48.
Vendom*se superiores vinhos finos en-
garrafados, N-ndo do Porto, tiulo.emcai-
xinhasde 30 garrafas o de Lisboa, branco
em ditas de H garrafas; muilo boa flinelha
de algodSo para selins, e retroz do l'orto :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Soblas.
Na travessa da Madre de Dos, armasem
n. 19 vendem-se muito boassebolas a 320 o
cento.
FAIUNHa DE S. CATHAR1NA.
A melhor tuinlia de mandioca
e mais recentemente chegada ao
mercado, vende-se por preco m lis
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al-
mirante fundeado confronte ao
nos : quem o pretender dirija-se a Soledadc j Ramos trata-se A hnrdo
ra de JoSo Fernandos Vieira, sitio dosqua-* caes ao jarnos vraia se a oorao
TtVlXM pun < iisni Ini.
Na fundigSo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sortlmen
lo de laixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, o com promptidSo embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Na ra Nova n. 8 loja do l.t-
rateiro.
Vendem se lindas e finissimas mascaras
de cera, tanto para homom, como para se-
uhora, s.lo ponis e o prego convida.
Para baile de Alascarados.
Vende-se ura vtltuario de couro, comple-
to, chapeo, perwlras, giban, guarda peito e
sapatos : na ra do Queimado, loja n. 14,
Ven le-se urna taberna, no pateo da
Santa Cruz, que faz esquina para a ra Ve-
."-j estribara, baixa de capim que sus- %
tenia 3 a cavallos, grande cacim- X
-' ba, com bomba e tanque coberto jL
^ para banho bastantes arvoredos de **
.fructo : na ra do Collegion. 16, se- ^
O gundo andar. O
OOOOOOCOOO09O09OO9
- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caitas de ioo libras
ortidas, de i a 16 em libra, e tam-
bem de um s tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
> Vendem-se selins e silhdes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson Uovvie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4a-
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armaiein de Me. Cal-
inoni Companhia, acha-se conatanteinente
bous aortinientoa de talla de ferro coado e
batido, taoto rasa como fundas, moendaa n-
eiras todaa de ferro para animaei, agoa, etc ,
ditas para armar etu madeira de todos pa ta-
inanhoa < madelloa o mata moderno, machina
borlaootal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucoa, pasaadeiraa de ferro eatanhado
para casa de pulgar, por nienoa preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
tanto em barras como em arcos folbas, e ludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Recife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
-- Ven le-se superior cal virgem de Lis-
boa vinda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja de fazendas n. 15, pre-
go muito commodo.
SCantois l'ailliei \ Companhia.iP
* Continua-se a vender no deposito j*
1 geral da ra da Cruz n. 5a, o excel- &
II l-nlee bem conceituado rap areia &
c preta da fabrica de Gaotois l'ailhet &
1 II Companhia da Baha, em grandes e _
pegelas porgues pelo prego estabe- y
S lecido. ,
i.?i9 '^iHi w.aiiiaaHsiw^Ji
Casa de commissSo de escravns.
Vendem-se escravos e recebem-
I se de commisso, tanto para a pro-
I vinci;t como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus linos .- na ra da Cacimba
lo. li, primeiro andar-
1 .1 Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
da ferro ; na fundic3o da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Vende-se em casa de A-
damson Howie & Companhia, na
ra do Trapiche n. l\i panno de
algodao para saceos deassucar ,
muito superior e b ralo.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundico de (erro.
Deposito da Turica do Todos os
Santos na llaliia.
Vende-se, em casa deN. O. (lieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella ra linca, muito proprio para saceos de
assucar eroupa do escravos, por prego com-
v\ DADKDK PARS.
' -J \ \ I
lina do Collegio n. 4.
Novo sortimento de chapeos de sol, pan
bomem e senhora, aaaber : chapeos de
sold seds, armago de baleia, de 4,500 rs.
para cima; di tos ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima; ditos de panno lino, dear-
mag.lo de baleia e de farro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos de armagSo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., todos lim pos : grande sur-
timento de sedas e pannos, em pegas pin
cobrir osmesmos, baleias para vesliduse
espartllnos desenboras. Concertam-se to-
das as qualidades de chapeos de sol, ludo
com perfeigSo e por menos prego do que en
outra qualquer parte.
Molduras deliradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Irmos,ruada Cruz n. lo,
Tinta em oleo
branca everde: vndese no armazem de
Kalkmanu Irmos, ra da Crnz n. 10,
EspeJIo de puede
com ricas moldurus : venlem-se no arma-
zem de liIkiiiauu I ni;lus, ra da Cruz n. 10
Sobrado em Goiunna.
Vende-e, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio,
3:000/000
rsula Maria das Virgens e* sua
irmaa Joaquina Alves de Faiva na
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija-se a caza de Kal-
kmann -- Vende-se na ra da Cadeia do Recife
loja de miudezas n. 5, um prelo de nsg3o
proorio pan servico de enchada.
n. 58 avahado era
em o qual tem parte
Escravos fgidos.
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Alachado Se Pi-
nheiro, na ra do Vigario n. 19.
FARINHA DE BXLTIMORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56J
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova eni pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Hus -
sia, nova e de superior qualidade.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Iha, oiuito bom areu.-zaaa, -rende diana- ; ostas o silo, lornam-se indispen&aveis e
mente 1-2,000 a 16,000 rs., a dinhero, ou a um clima como este a raga humana, e s
preso com boas firmas, ou desobriga a pra- objectos de estima, a ponto dedeverem st
Vende-se esto compendio, approvado para
as aulas de primeiraa letras, a 480 rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 608.
Deposito de cal virgem.
Cunha i Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Hargarida, por menos prego do
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
doia do Kecife n. 50.
ga: trata-se na ra da Santa Ciuz n. 20.
Vende-se urna bonita mulata, propria
para mucamba de esa, lio acoslumada a tra-
tar de criangas : na r.,a larga do Rozario
n. 20. Na mesma casa ha um prelo proprio
para o servigo de campo.
Oh !
Que so chegados os ezcellentes siga-ros
de palba de milho : na travessa da Linguete
n. 6.
- Vende-se muito em conta, orna casa de
dous andares, em urna boa ra no bairro de
S.Antonio: a tallar com o ro re tor Miguel
Caraeiro.
(Jaixas para rap.
Vendem-se as muito contiendas csixasde
xifre do Aracaty. os tornales que quizerem
possuir ume exeellente eaila emitando Sde
tartaruga e por prego aouito mais commo-
do, diiijam-se a ra larga do Rozario n. 20.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA X 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
Estam fgidos da fabrica de calderei-
ro da ra do Brum n. 28, o: dous escravus
seguintes : Felippe de nsgo Mogamhi pp,
representa ter 35 annos de idade, estaturi
regular, cheio do corpo, e costuma embrii-
gsr-se perteneente ao casal de Jos Mara
de Jess Mutiiz,; e Alexandre de nirii s.
Paulo, le idade 3S annos, alto, falla demo-
rada ; que foi do Meliquer, francez mora-
dor no Rio-Doce, e ltimamente foi doSr.
Eduardo Bolli : ambos fugiram aem oulru
motivo mais do que vadiag3o e sahiram, o
primeiro desde 2S do correte, e o segundo
desde 26 ; roga-se a quem os pegar de 09
levar na dita fabrica quesera recompensado,
10/000 de gratificagSo
Pela entrega do esciavo Valerio, fgido no
dia 5 de novemhro p. p. do engenho S. JoSo
do Cabo, de Manoel Lins d'Albuquerque
sendo da Cusa, alto, grosso, cara chata, e
curia, olhos pequeos, um pouco gago, ci-
nellas finas, ps chatos, tendo os dedos
grandes separados dos outros, o urna cirr
triz no p esquerdo, junto ao dedo minimo^
ser entregue a graUflcago de 10/000 a
quem o levar ao dito engenho, ou ao Mon-
dego casa do commendador Lua Comes
Ferreira, ou ao engenho Fragoso, de Manoel
Joaquim Carneiro da CuohB.
No dia 20 do crreme, desappareceu di
ra do Seve, urna escrava de oome Claudi-
n 1, com os signaes seguintes : idsde que
1 epie-euia ter 25 anuos, feigrJes grosseiras,
bem gorda prcnbe fes e pernas gros-
sas, como que sejam affectadaa de erysipcla,
e como dita escrava esteja penhorada, o de-
positario tem de proceder com toda a forc
da le, contra quem tiver seduzido, ou a-
colhido em sua casa, apenas obtenha o me-
nor indicio.
Desappareceu do engenho Espirito San-
to, freguezia de S, Aiito, um escravo di
nome Jos, de ida le de25 annos pon
mais ou menos, com os signaes seguintes
pedreiro, alto, pernas compridas; levuu
camisa d'aUodSo azul trangado ja vo-
lita, e caiga tambem azul; foi montado
em um cavallo ferrado nos quatro qnarto-,
la/o, manco de um p, cauda aparada:
quem o pegar leve-o ao engenho cima, ou
a cidade da Victoria que sera bem recom-
pensado.
50,000 rs. de grsIificagSo.
A quem pegar ou descobrir onde se acha
urna moleta de nomo Paula, de idade de 25
annos pouco mais ou menos, com os sig-
naes seguintes : estatura alta, bem dis-
posta, cebelloscachiados, decornSo muito
clera, cheia do corpo, rosto redondo, tem
mi- pannos na pello do pescogo, anda caIja-
da, e fugio do Passo de Camaragibn (provin-
cia das AlagoasJ em setembro de 1848 seJu-
zida por um canoeiro Cosme Duerte Ribei-
ro, liliio ta Parahiba, foi visto em caoiinho
por trra para esta cidado onde se occul-
tou, e devem ter estado em Pontas de Pe-,
dras perto deCoianoa, porm talvez tenhi
hido pera a Parahibe ou Cear ; ella he l-
llia de Curunpe donde foi vendida a um su-
geito do Porto Calvo : roga-se a todas es au-
toridades policiaca a mandem capturar e
remettam para esta cidade a ser entregue
ao dono da mesma Antonio Leal de Barros,
que se acha morando na ra do Vicario,
Desappareceu no dia 11 do jineiro um
escravo por nome Catoler, appareceu no
mesmo dia pelsa 9 horaa da manhSa e tor-
nouasahir, levou vestido caiga de caze-
mia azul escura, camisa de algodSozinho
ser em corpedo, he de catalura regular, he ca-
nventariadas, quand seu dono se retirar! noeiro d" P0,l da ru Nova, ten as mos
de urna vez para S. Amaro: oeutordellas gros?as o dietas de barrugas, nariz grogo,
foi premiado pela descoberla da tempera '!e quebrado: quemo pegar dmja-sa a ra
que soube dar ao ago de que ellas silo feitas;' d* Concordia caae de seu senhor n. 9 de
meias brences do lio de Escocie ; thesouraslj08e Frenciseo da Coate, o na ru dos
finissimas para uohas; grampss envernisa- Qu,rlB|s do polica n. 32 que sera bem re-
das; oculos para todas as idados, a 800 rs.- ""Pensado.
fc) Vendem-se e alugam-se bichas, che-
sil gadas ltimamente de Hamburgo, por
tf prego commodo: na ra de S. Amaro (
t n. 28. .
-- Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em caaa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se muito boaa navalhea ingle-
zes para barba, tanto em estojo de una ,
como de duas,estea trates sondo bons, como
em
lio
esporas finissimas de ago com corris ain-
gleza ; escoves de fato; linhas p retas para
sapateiro ; espelhos de gsvetas os maiores
que lem viudo, a 800 rs. cada um e maiores
mais baratos, e outras multas miudezas em
No dia 18 de abril de 1851 desappare-
ceu o escravo de oagSo, de nome Jo3u, ida-
de que representa ter 30 a 40 annos, cor
bem preta, seco do corpo, todos os denles
da freute, muito regrisla, e cambado das
conta, para liquidar contas velhss : ni rua Pernas, este escravo foi da Sra. I). Fran-
larga do Rozario n. 35, loja do Lody. cisc*' moradora no Rio Formoso passou 10
Minll tic ni i ruin. Sr. coronel Lemenba edepois ao Sr coronel
luuiiut.va U, rl'.ltntl. Joaquim Bernerdode Figueredo e ullima-
Vendem-se ricasmobiliasdefer-| mente o Sr. Jos Alves Guerra a que oabai-
,.___._ _._._. i xo assignedo o comprou. e buteudo-so em
ro, como canaps, mesas, cadeiras cas, d corrotor de escrevos Fi^uereJo,
com braco c sem elle, e muilos ou- murader na rea d4a Cruzes n. 22 do l de-
trs obl'iTlos il' l'.Tt-n nn flrma_i desappareceu e at opresente neuhuroano-
iros oDjecios ue ierro no arma- tca tetao daixoasslgnadodoseu escravo;
zem de Kulkmann Irmaos, na ra heporissoque oabaixo assigoado roga a
da Cruz n. lo. 1 todas asauthoridadea policiaca tanto desta
j-, i ir i, r> i praga como do mato a aprehengSo do dito
m casa de J. JYeller & Com- escravo; ese alguma pessoa parlicular der
panllia. acha-se a venda vinagre notici do,dUo- "envo sor bem recora-
f A ,. o penaado, dingindo-se a ra da Guian. t>
nranco, superior de Izantes, em o abaixo assignado proteata contra quem
barris de 36 medidas. liTer oceulto o aeu escravo assim como to-
Charutos de Havana
coado, de todos os tamanhos, pa-P" lTrort.-q?lid,de,: endem"-,e n0 "-
,..' '* Imazem de halkmann IrmSoa, na ruada
ra (filo. i-..,-. ,i io
Cruz n. 10.
dos os dias de servigo.
JoSo Antonio Marques.
"h'V. vv'I'' i' Dr ^t.T' r>r I


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