Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04609


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Full Text
XXV11I
Quarta feira 2.
m
de Janeiro de 13$2.
N. 16.
PEMAMBUCO.
"TTin'^iir"'""-'*'1'^ J*"r!" *
mu*
vasgo soBoairplo.
PlOlMINTU ADIANTkDO.
Por trlraeiIr............. VOOO
Por lemeitre............. .SW
Por nao........-...... IV
Paco dbntso dtkihbstbb.
Poi qutrtel............. V00
VOTIOfAI DO IMPEIllO
p.ir.i..... 2deJaneiro Minas... l5deNovbr.
Maranho 7de dito {S.Paulo. 10 dedico.
Cear... de dito. jR.de;.. lOdeJaoetro
Parahibi. SI ele Dezbr Uabla... 16 de duo. '
DI* Di MINA.
ADBIEHOlAl.
19 Seg.S. Canutare!,! luitode Orpkio
Ss. Audifaxe Abachu2.e5. s 10 horas.
20 Tere.S. Fablao. I. varado car.
" Ignei.
21 Ouart.S.I.
22 Qulul. S. Vicentes c
Aii.i-t ii-jii.
.Spit. S.ll.lcfooto.
3 Sab. N. S. da l'ai.
?\ Doni. A couver
25sac-iu de 5 Paulo.
3. i'li, ao meio-dla.
raleada.
3. e6,ii 10 hora.
2. vara do eivl.
4. e sbados ao meio-d.
RrlafU.
Tercas e sobados.
irumniDu.
1 Crcscente 2o, at 8 hpras e 15 minutes da m.
I Chela 7, a 3 horas e 48 minutos da m.
iMIogoanle 16, a I hora e t8 minutos da m.
I Nova 21, as 7 horas e 31 minutos da m.
riiiHin B> ion
Prituelra s I horas e 3o minutos da tarde.
Segunda s4 horas e 54 minutos da manlia.
MUI1DU BOI COBBKIOJ.
Goianna e Parahiba, is legunda e sextas-
feiras.
Rio-Grande-do-Horte, todas as quintts-feiras
ao mel da.
Garanhun e llonlto, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, s qululas-felras.
Olinda, todos os dias.
WOTIOIAI JUTHAnOEIBA*.
Portugal.
Hespanha.
Franca ...
Relgica..
Italia____
Alemania.
Prussia ...
Dinamarca
Rusta...
Turqua..
2 de Dezbr
2 de dito.
Suena... 28deOulbr
Inglaterra 8de Dezbr.
E.-Unldos 23deNoabr.
Mxico... llidc dito,
California 10 de dito
2deOutbrChili. lije dito
1 de l)czb,'liucnos-A. 8 e Korbr
I de dito Montevideo Jlde Oulbr
lide Dezbiltustrii
8 de dito iSuissa.
7 de dito
3 de dito
2 de dito
4 de dito
3 de dito
CAMBIO!BE 10 BB JANEIBO
Sobre Londres, a 77 '/, e 28 d. p. 1J frouxo-
Paris, 34o por Ir.
Lisboa, 90 por canto.
METIS.
Ouro.Oofas hespanholas.... a SMBOO
Uoedas de 6#400 velbas. 16/000 a 1(1*2011
de 6J400 novas. 16/000 a 16/200
de4/W>0....... 9/000 a 9/100
Prata.PatacSes brasileiros.. 1/940 a l/9<"
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/910
Ditos meiioanos..... 1/740 a 1/750
LAamu.nsBNaaSBsnsMBsasi
PARTE OFF1CIAL.
4*. SeccSo. Ro de Janeiro ministerio
dos negocio do imperio ero 7 do Janeiro de
I.sj llltii. e Exm. Sr. Tendo-se uesla da-
ta expedido i. vi.o ao provoJor da Si tila casa
da Mizericordia desla Coito, declarando que
sSo isenlasdo pagimenlo de em.lutnenlos
ii- ce i li ni is de quo tratini osartigos23e
24 do regulamenlo n. 798 de 18 de jullio do
anno passado, man la S. M. o imperador re-
ntelter a V Bxc. a inclusa copia do referi-
do aviso atri de que expessa as coave-
nientes ordens, para que a sua disposicilo
soja Belmente observada oessa. provincia,.
Dos guarde a V. Exc. Viscon lo de M >..-
te-Alegre. Sr. Presidente da provincia de
l'ornanibucoCunipra-se. Palacio do go-
veroo do Pe'nambuce, 20 de ianeiro de 1852.
Viclor de Oliveira.
Copia que se refere o aviso a cima.
i'. SeceOo. Rio do Janeiro ministerio
dos negocios do imperio em 7 de Janeiro do
isri : liltn. c Exm. Sr. 1. in rosposta ao
ollicio d.i V. lixe. da 2 do crente, em que
fazendo subir ao alto conbecitnenlo de S.
M. o imperador, que o esCrivflo do juizo do
paz do I.' deilricto da freguosta de S. Jo-.
exige quo o hospital di S.nla casa da Mi-
zo" icordia 1 lie pague as c iftl loes do bitos
dos fallecidos no mesmo hospital, e pura
que os omol'imontiis avultetn ni'is, tan
manda lo utna oertidJo de caja iudtvidun,
polo que seja aiiviida a Santa csa desse
onus, por nSo ser do rasilu, qua taes emo-
lumentos pague pelos pobres, que trata, o
tepulta gratuitamente i manda o mesmo
augusto Sr. tloclarar a V. Exc, que portaos
e 111 Me-, que s3oas do que trata o arligd
23 do rcgulamonto n 798 de 18 de julho
do auno passado, bem como pelas do artigo
24, isto he, pelas certides, que'lein de ser
aprese rem o baptismo, e aos administradores dos
cctniterios para darem sepultoru os cada-
veres, nOo devem os escrivSes do paz co-
brar emolumentos alguus ; osquaes s, o
uuicatnenle Ihes sSo doviJos pelas, certides
quo passarom nos casos de quo rasa o arti-
go 17, a saber, pelas cerlidOes, quo posle-
liormente foretn podidas pelas partes para
outros lins, que nao sejam o, baplismo e
enterra ment. Daor guardo a V- Exc.
Visconde do Monto-Alegre. Sr. Jos Ci-
rneme Pereira Conforme. No impacii-
ento do oflioial maior. Joaquiui Xivicr
t..ri-,:i d'Almeida.
Joabaiui Manoel Vlelra de Mello, e do Cabo, Communlcou-se ao director das obras pu-
Francisco Elias do llego Dantas. bllcas.
Du,,Ao direclur do arsenal de guerra, con- Dito.A mesma, para que, vista de sua
cedendo a autorisaro que pedio para com- informafro, cerca do requerlmenlo em que
prar cincoenta resmas de )>apel carluxinho pa- Jos Lopes Guimaries.arremalaute do segundo ,M ,D1,0||.rlJ, -_ SQ .
ra os trabamos do respectivo laboralorlo.-In- lauco da estrada do norte pede pagamento ._?.'.*_ .^, ..,, Barr-
teirou-ae a tliesouraria de fazeoda. seguuda preslacao vencida, mande pagar a ,e- .PPailanle, D. Horencia de Anurano uezerra
Dito.Aojuia municipal da prlmelra vara, ferlda prestarlo, quando o permittirein as for- Csslro appelladO, Joaquim terreira e
transmltllndo, para que Ibes di o convenate (as do cofre daquella thesouraria.Iuleirou se oouza Jacaranda.
destiao, os nulos de veslorladaidentldade de ao director das obras publicas. | Ao Sr. desembargador Hebello as seguin-
pestoa dos sentenciados Manoel dos Santos ( es- Dito.A mesma, para mandar pagar, nos les appellacOcs em que s.1o :
Appcllante, Francisco Pedro llandeira doide c da patria essa porcao honrada e inno-
Mello: appellada, a fazenda nscional. fcentc dos nossos povos a quera indlscreta-
niSTaiBDlcOBS. -mente se estravlava cora palavras pompo-
Ao Sr. desembargador Souza as seguin-
GVEI\l\ UA FUOVliUCIA
EXPEDIENTE DO DA 18 DE JANEIRO DE
1852.
Ollicio.Ao I \in. presidente da Parahiba,
dizeudo que Antonio Manuel Aflbuso, mestre
do hlale nacional Kxalaciio, cotiduza iru bordo
paia aquella prov-ncia a. i j bracas do correte
c a ancora por S. Exc. eneoinmendadm, e bein
assimquc das copias que remelle (ob n. 1 a 3
ver S. Esc. nao s o prreo, porque forasn com-
prados esses objeclos pela inspeceo de uiarl-
nha, cora a condicode ser paga u< mesma pro-
vincia a sua importancia, mas lamiiein que o
proprlelario do mencionado hiate se presiou a
mi i mi.ii fazer gratullamcutc cosaconduccao.
Comraunicou-se ao inspector do arsenal de ma-
rinba.
Dito.Ao Exm. presidente do supremo tri-
bunal de justica, transmitlindo as respojlas
,i ii.- deram os juizes de direito do llonito Cacta-
no Vicente de Almeida Jnior, c do Pao d'Alho
Joao Paulo de Aliranda, as portarlas que b. Exc.
Ibes enviou. Coinuiunicou-sc aos inesmos
juizes.
Ditu.Ao marecbal commandantc dis armas
lemettendo copia do ollicio ciu que o Exm.
presi'fculc das Alagoas insta pela ida dos qua-
iro olbclaes, de que trata o aviso de 5 de dezem-
lio ultimo.
Dito.Aojuiz de direito da commarca da Boa-
Vista, transmitlindo Ulna portarla que lio foi
enviada pelo Exm. presidente do supremo tri-
bunal de justica, e exigindo que remeta se-
cretaria da presidencia a sua resposla.Kesle
: emolo ofciuu-se aos juises de direito do Pao
d'Alho Joo Paulo de Miranda, de Naiaielll
l "' i" i ; ai i .. i m
S. 'Sebaslio que tem de sabir boje pata os por- traco.
tos do norte ba alguiu lugar vago de passsgeiro
"portarla.Ao mesmo, mandando dir passa-' TRIBUNAL DA RELACAU'.
geni para o Rio Grande do Korte em um dos SESSaO DE (3 DE JANEIRO DE 1852.
rogarasi vagos para pass.geiros do Miado no pres(eMla do xm Sr eims,Mro Azcvtdo.
u'Ribero! "HriuinoHerculadobaps- ^ ,0 ,,, d, OJlnha,,o.Undo preaontai
DEM DO DIAI6.
os Srs. deserobargadores Bastos, LeSo, Sou
za, Hebello, Pereira Monloiro, Vallo a Co-
Omcio.-Aocomn.jn4e das armas, remellen-' mes llibeiro, faltando com causa os Srs.
do copla do aviso do ministerio da guerra de desembargadores Villares, Luna retro, e
29 de noven.broultimo, pilo qual se coucedeu Tollos, o Sr. presidente declara abena a
liceuca ao capito da terceira classe do exercilo sess^O.
Joaqim Jos de Fanaa Nevcs para residir nes- Foi lido em mesa um oficio da presiden-
ta provincia, afim de que lhe d ecucao, na cia commuiiicsnJo haver concedido mais 20
parte que lc toca, visto que o referido capilao di. s de liceoca COm ordenado ao bacharel
ja apresentou na secretaria da presidencia O .,,., C|emenln0 CarnOTO da Cunha, JUZ
couheciincuto de haver pago os direilos e etuc
lumeutgs relativos a mesma licenca.
D110.--A0 mcsino, para mandar dispensar do
servico do destacamento o guarda nacional Joo
llaplisla dos Santos, visto estar ma trica la do.como
aprendiz de carpinteiro c empregado na cons-
Qiuuicipal da p iaieira vara desta cidade.
JULoaMriTOS.
os seguintes recursos em quo sSo :
Hocorrento, Martiniano Jost Leits da Silva ;
recorrido, o chefe de polica das Alagoas.
Levanlou-se a sessSo a 1 hora da tarde.
Cominando das armas.
Quarlel gintral na cidade do lleafi, 20 de Ja-
neiro de 1852.
ORDESI DO DU > 62.
O marecbal decampo graduado commsn-
.dante das armas, em virtude to aviso quo
pelo ministerio ua guerra Ibe l'oi dirigido
na data do 31 de dezembro prximo Iludo,
recoiumcoda ao Sr. tenenle-coronol com-
mandantn do batalbo n. 4 deartilharia a
prj, que .ie.i instruir o mosmo batalhSo nos
exerctcios da sua respectiva arma.
O mesmo marechal do campo declara a-
Aggravaiite, J0S0 Vieira da Cunba ; aggra- presentado hoje nesle quartel general, viu-
vado Francisco Jos da Costa.Negaram do da provincia das Alagoas, o Sr. coronel
provimento.
truecodobrigue Itamarac, segundo reprc- Aggravanto, Thomaz do Aquino Fonseca ;
. .. 1 .. .. .. .1. a.. ...... 1 ai.i......H....111.L1. a _.
sentou o capito do poito.Coinmunlcou-se a-
coiiimandaiite superior da guarda nacional do
uiuuiclpio do Recife.
Dito.Ao lucstno, dizendo que, vista de sua
iuformaco a. cerca do requeriinento do nego-
ciante Leopoldo Jos da Costa Aranjo, lica des-
aggravado o juizo. Negaram prori-
mento.
IJ1 -- M. ". 1 1 11: -.
graduado Jos Ferreira de Azevedo, nomea-
do omman Jante para o nono balalliao do
infantaria, como se fez publico em ordem
do dia n. 31 de 14 de norembro ultimo, e
determina que o dito Sr. coronel, entre no
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Jos [exercicto do referido commando, que I lio
de Andrade. ser entregue pelo Sr. major JoSoNepomu-
ceno da Silva Portella, o qual regressar pa-
ra o se'vi;o do balalhSo n. 10 da mesma ar-
ma que pertence. Finalmente o marechal
tem intuir satisfacen em fazer publico que
o Sr. major Portella em quanto esteve no
commando interino do balalhSo nono ; se
houve satisfatoriamente, desempenhando
com Bctividade o zeloas funches inheren-
tes ao dito emprego.
Antonio Correa Sera.
EXTERIOR.
pensado do servlco do destacamento o guarda Appellante, o Exm. bario de Susssuna;
nacional Francisco Jos d'AssisInteiron-se appellados, Antonio Pires Ferreira o ou-
ao coiniuandautc superior da guarda nacional tros.
doUctife. ivisflES
Dito.Ao mesmo, pera que informe acerca n-____a t. j 1____j- o
do eincio que remelle, no qual o director do B Pl.8s,r,m do Sr- desembargador Souza 80
coliegio dos orphos solicita a dispensa do ser- sr- desembargador Rebello as seguimos ap-
V90 para o guarda nacional destacado Manoel l'ellaciles em que sSo :
Pedro de Castro Lima em consequencla de ser Appellante, Anua Josepha ; appellado, O
barbeiro c saogrador daquelle estabeleci- juizo.
nenio. Appellanto, Luiz Jos de Brito ,-appollado,
Dito.Ao mesmo, lntcirando-o de haver ex- Joaquim da Silva MourSo.
pedido as convenientes ordens, nao 30 para Annnllanlo n ia i ,.,i ,. riiimaros-
que se abono ao capito Antonio Dornellas Ca- P.Pn'in. ?' .0g, J? Le'tBB^u"n,raes>
...ara e ao teueute ernardo Jos da Graca. ..... DpPell,do' ** da Silva Braga.
bos pertencente a terceira classe do exercito o i,P",,n> d Sr. desembargador Pereirt
sold do mez correntc c o de fevereiro proxi- Montetro ao Sr. desembargador Valle as se-
i.io viudouro, fornecendose-lhcs ao mesmo guales atipnllacOoi om que sSo :
tenipn .->:ro.npelenlesei.ias, mas tamben para Appellante, Manoi-I Cuedes Gondim ; appel
tuc a agencia d s paquetes de vapor d passa-
gem aos leferidos olliciaes para a proviociaade
Dlto.-A'il.esourariadclazend. devolvendo P*1'"10'Juia,0,de ,br,JU rn,Cat .
o rei|i.eriinrntoc mait papis da divida de que> Appoll.ni., Podro Iernandes da S Iv. ; ap-
pede pagamento o ex-cabo de esquadra, Pedro pellada, Mara de Jess Coititlho Lisboa, a].,,,.,,, civil baleu suas negras azas sobre.
CbrisoslomodaCuoba, aQm de que. vista de Appellsnte, Manoel Rodrigues da. Costs ; nGrcacente e adlantad. suriedade chilena,
sua infor.nacao maudc-lhc pagar a quanlia de appellados, Jorge Knworlh & Companhia. e em lao curto periodo j temos pro.'ado to-
!i/ljo rs. de sold, grallf.cacao c etape, que Appellante, Manod Pires Ferreira ; appella- do o genero de dissabores,
veuceu de i: a 31 de agosto do .uno pas- do, Domingos Caldas Pires Ferreira; "s campos erutos, as cidades desertas, as
CHILE.
Valparaso, 11 de Noven.bro
A ImprtHsa e a guerra civil.
A guerra civil, dsse un. moralista, he
mente se estravlava cora
aas c principios falsos.
A opposlco eslava armada, e rebentou era
um motiu. que paz o Chile a borda de um
abys.no.
Oque fezenlao a imprensa. A que se Inti-
tula liberal cou espantada da sua obra, os pe-
ridicos da orden., os que linhao servido
dignamente os interesses verdadeiros do palz
dero ura grito unisono de reprovaco, e a
unidade do pcnsau.enlo publico licou des-
de logo sanecionada.
Durante os dous meses que j levamos de
guerra Imprensa nao tem dcixado de anial-
dicoar un. s dia a obra funesta da revolu-
(o. Eli. lera considerado como ura dever
vindicar o Chile .os olbos do mundo pro-
lestaudo da inanclr. raals enrgica eoutr.
um. aclualidade que poem c.n durid. .11.
reputacao que desruclava.
1 pus! dts e ella utna c cem veses, a paz
be a neccss.dade mais urgente do Chile; nao
ha inclino.1 nenhuma que possa compensar
os bens que se perdera quando se perde a
paz publica.
Isto disse a imprensa, e esta era a sua
m litio,
Pore.n desgrac.dau.cntc a imprensa nao
se deteve aqui; deixou-se levar alguna vez
pelo arrebatamenlo das paixes, c penetran-
do no sancluarlo da vida privada, creudo ser-
vir mell.or a causa sagrada que defende,
cobrio de opprobrio reputacoes que ainda ha
lonco julgava sen. mancha, c que tem a su.
pag.ua na historia poltica c militar doChlle.
bemellianle proceder be contrario as le.s
da sao poltica ; ba de levautar um muro de
bronze entre suas grandes divisdes da gran-
de familia cbileua.
As que nos prezamos de servir leal c sin-
ceramente a cusa da ordem, sen. preten-
coes e sem exaltaco, diremos Laucamen-
te tib que assim proceden, que ess. nao be
a ...isso dos esciiptores patriotas.
A experiencia Ibes diz que a gerra civil
he unta guerra de familia, que existe hoje
e que passar ainanh.
Ella Ibes ensina que a infamia, o opprobri-
o que se lanca a cara do irmo cahir 00
rosto do que o lancou, e que a publicaco
das nossas proprias miserias, longe de mc-
Ih01.11 a nossa causa, escandalisa o mundo
e expe nos a vergouha publica,
Escriptores patriotas quando o virdes
.rinare.u-sc dous partido polticos, proxi-
I ...os cbeg.ret as mo nio exaltis os espi-
rllos cora as vossas predicas indiscretas, nao
' ultrageis, nao exasperis os nimos. O fauatis-
j rao que arma o iru.o coutra o seu proprio
11111.01 nessessita certainenle das vossas pc-
I roraedes.
Fallai era nou.e dajuslica, no da cousclen-
ci. publica e sobre ludo no da paz. Tempe-
ra! o .0 I 00 uio das paixes ; esgolai se he
possivcl a vossa eloquencia en. honra da
fate, ni 1 ol e da paz e cu. vez de tornar-
. ssa- lado, Francisco Cavalcaoti de Vascon- malor das desgrajas que poden. alUigir um vos cu.upllces na desgraca publica, lereis cui...
em aos referidos olhciaea para, provincia, do cellos. Pvo ; semelliautes apeste, ella #coula...ina; prido dignamente o mais ..obre misso que
e coh.rrorape tudo.
A aclualidade do Chile he um exemplo de-
masiadamente eloquente desla verdade.
,"-; ::.rci.,,, .o" as .o-j, in./,, desde que
pode caber a um jorualista.
sado.
Dito.Ao presidente daassociaco geral dos
accicnistas do banco de l'ernambuco, remet-
iendo copias do aviso do ministerio da fazenda Albuquerque 0 sua inulher.
de H de dezembro ultimo e do decreto n. 888 Appellanto, Manoel Joaqun, dos Res ; ap-
de 22do u.esino u.ez, que opprova os estatutos, pellada, Francisca Carolina de Fara l.e-
do bineo cou.incrcial desla provincia, comal-' mos.
( Afcrcur.O;
A Kl.l'l iil.K'A (illlLM.M. E O BRASIL.
Montevideo, 18 de doaombro.
II.
ALLUNfA.
Depoisdas consi loragdes geracs quo a-
presenlinos no nosso artigo anterior, pa-
reco-nos intil expor nutra-, alum da ana-
Appollanies, Cnristovao Luiz de Mello o sua ru" PUDllc" ensanguentadas! A escassez a
mulder oaalUdoa Franoisco Xavier de P0Dfe".,a desmoralisacao de nossas massas |ys0 d0 proprio tratado quo estipula aal-
Ih!m...'J!!!S.l^,-f."!I,"C0 no '"'"'" Avergonha o deaeradlio. a de,- ,? ^r^ rai,IUm com evidencia os
eoiiianea no esterlor. A coustituicau rasga-
da, as leis mudas, as garantas suspensas, c
Appellante, Hermenegildo Eduardo do Rogo
Monteiro; appellado, Antonio Jos Alvos
de Amorioi.
gumas altcraccs constantes do mesmo decre-
to. Iguaes copias re.netleram aos directores
do releiido bauco.
Diio.Ao director do argenal de guerra con- --ti /...
cedeudo a autorisa{aof que pedio cm ollicio de ApP *18' ln0CflDP J??. da -CosU ; ap-
hoote.n para Sibfazer o pedido que devolve PelliJo Ignacio AUes Fetosi.
de couipendeliia c outroi objecco para a aula| Appellante, JoSo Ignacio de I.'>yoIa Barros;
de |n inicuas Iclrasdos aprendiz es daquelle ai-
seu-l. -- Coinmunlcou-ac a ibeaourana de fa-
zcuda.
iMiD --A theioureria da fazenda provincial
a 11 111- ni l i-,i, cin vala de ma iufonna(ao( i
mandar pa^irao arrematante do atterro e pon-
te dol remedios, quando as forjas do cofre da-
quella thesouraria o periniuirein, a ultima
pre.sLii .ni, a que o menino arreiatante tem di-
reito, por acharem-se as circomstanclai de se-
ren denitivamente recebidas as ditas obras.--
ti reuabcer para o prater, receb e Tul visitar
ineus amigos, lia inut i tempo despresados;
triste anda proourel algumas distrac(des em
tueus hbitos passados.
tnliueu juramento de casar com Cesarna,
ao qujleu quera teinpre permanecer fiel, co-
inecou a apparecer-me nao mais comouui por-
to seguro cunta as tempestades das paiids,
porm como o tmulo de miuha vida de man-
cebo.
Ku espanlava-me de casar-me aos vinte e seis
anuos; perguntava a inim mesmo com um seu-
timcnto de mui sincero inleresse para com f.c-
sariua, se me senta capaz de fauer sua felici-
dade.
Ku ine representava, exagerando-a talve de
proposito, a impresso que una uu duas lida
inullicres me liuliain felo experimentar depois
que meus petares pela morts de Jacintuo se ti-
iih un um pouco acalmado.
Mais tarde, mlnhas duvidas se transforma-
ran!.
Eu nao pergunte mais a inim inenno se era
digno e capaz de olferecer a Gesarlua serias ga-
rantas para o futuro, mas perguntava se ella
m'aft ollcrecia.... como cu bavia crido ao prin-
cipio.
Os temores quas profecticos de Jacinlho. em
sua ultima hora, coiuecavam a realsar-se
Acabei por dier coiuigo mesmo :
Ce sao, quando mliiua inuluer, me nao engaara
tambern?
Sem duvida ella me teve amor, mas multas
veies ao amor o mais ardente. succede a Irie-
za, asaeledade.,.. Cunipre alm disso confes-
sar que depois da interrupcao de nossas entre-
vistas com Cesarloa, depois que ella nao me
apparecia mais como ouir'ora chela de palxo e
de voluutuosidade, mais grave, melanclica e
multas vezes banhada de lagrimas, sent o res-
friamento apoierar-se de mlin. N*o poder
elle apoderar-se lambem della P E quando nao
me tlver mais amor, nao dererei temer que ce-
deudo ao ardor de sua natureza, Cesarioa me
late como a Jacinlho, t que conservando tal-!
vea por miui aUeico e respello ao seu modo,
tome um amante?
Ora* a esie pensamento de ridiculo c de ver-
gonha. tudo se revoliava em inim ; eu nao me
eotia, relativamente a mlnhas aventuras con-
jugaes, nem com a placidei netn com a philoso-
pbla de Jacinido.
. Mas tar.ie euilim fui mais longe :
Perguuicla uiiin mesmo se linha sido o pri-
meiro amante de Cesarna?
Ella me tiuha mil veres afirmado comoac-
pouco algunia cousa de sua pVimcira aspereza; i cento de urna sercnldade perfeita que eu ti-
lia mullo tempo eu tinlia rouinldo com todo o ] oha sido seu primelro amor ; mas as mulhe-
FOLUETlil.
OU
MEmOiRIAS OE U.ffl KlARIDO.n
(POB EUGENIO SE.)
XXI.
A inorte de Jacinlho causou-mc ao principio
una dor violenta, pezares desesperados ; eu
aehava unta sorle deconsolacao melanclica no
pensamento de cumprir o juramento solemne
que loivi.i dado ao ...eu amigo ...uribundo : de
casar co.n Cesariua.
Em o estado de profunda tristeza c abati-
ineuto en. que ...c achara, eu considerava este
casamento como utna felicidade; elle xava
neu futuro,
A uor simples c verdadera cm que cu via
Ceaarina abysmada depois da inorte de seu ma-
rido, a amargura de scus re omisos, frequenle-
nienle Iraduiida por estas palavras pronuncia-
das por ella no lueio de suas lagrimas : Fer-
nando, lomos nos que o mat irnos; a iuexora-
vel severldade con. que enlao julgava nossa
tiahlciio para com Jacinlho; tudo finalmente
me falla crcr na nobreza do coracao,' na soli-
dez do carcter de Cesarina; cu eslava persua-
dido de adiar uella serias garantas para .111-
iilu felicidade futura.
A queslao de fortuna no linha para inim ne-
nhuma importancia; cu era bastante rico, e
poda cscutar smente o desejo de .neu cora-
cao e a vos do dever.
Por u.n se iliraenlo de delicadeza apreciado e
coinparttlhado par inim, Cesarina, depois da
.norte de Jacinlho, nao foi mais minba cssa,
cu ia v-Ia lodos os dias. Ao ardor de nossa
paixo linha succedido urna reserva ordenada
pela lembranca desla sepultura apenas fecha-
da. Durante nossas longas c tristes conversa-
res, jamis Cesarina nao me fallava de nosso
prximo casamento; ella leria crldo-fazer-me
no..1 injuria ; eu nao Ihe I ill n.i d> lie lo pou-
co. Para que liiu leuibrar um couiprometii-
.ucnto?
Seis semanas se passaram assim.
Entretanto raiulu dor ia perdendo pouco a
appellado, o juizo.
Passaram do Sr. desembargador Valle ao
Sr. desembargador Gomes Itibeiro as seguin-
lesapoellac,6es em que sSo :
App -ii.imes, Joaqun. Jos de Menezes e sua
mulher; appeilados, Antonio Pereira de
Souza e sua mulher.
Appellante, Pedro Jos Rodrigues o sua
mulher; appellados, Carlos Jos Gomes
de Oliveira e oulro.
de Cesarina? Nada toe prora ra que ...tubas du-
vidas fossem fundadas, nada me provava
lo pouco que ellas o nSo fossem...... Eu
me liaba de.nais mostrado crdulo e fcil a es-
te respello, pouco cuidadoso desle ciurae re-
trospectivo; mas no momento de contrahir
tima 0:1010 eterna que podi mais larde por em
i|in'si.i 1 uieu rep 01.0, minha honra, eu aeha-
va no nlias frresolucdcs mui legitimas.
Ku.ti.u cheguei a considerar cale casamento
como urna loucura, e o juramento solemne
prestado a Jaclntoo como u.n enlcvo lrreslsll-
vcl, como utna promessa itnpossivel de reall-
ar-sc,
A fraqueza de mcu carcter, o temor de des-
esperar Cesarinaimpediram-inepor...uilo lem-
po de Ihe delxar sequer suppor mlnbas hesiia-
ces; ella linha recculctuenle feilo algumas
allusoes a nosso futuro casamento cora um ai'
as
tudo subuietlido suprema lei da necessi-
dade, a salvaco do estado.
E Isto porque ? Porque surdos aos conse-
lhos do patriotismo c da prudencia, nao te-
mos sabido conciliar os interesses da socieda-
de dividida ; porque, desconhecidos e Ingra-
tos ha prosperidades con. que vinte annos de
perfeila pai nos regalavo, fo.nos lio ln en-
satas que transportamos para o campo das ar-
mas uina lula que nao divia sahir nunca das
discusOes, Ah! neceasado he cr-lo; seos
autores desta obra tlvessem podido prever os
...ales que a sua temeridade acarrelaria ba
patria, nao se terio lancado certaincnte na
enda opprobriosa da revolucao.
Forera o mal eslava feilo ; a imprensa que
se cbamava liberal tiuha e palbado a semen-
te de que estamos sabercando os amargos
fructos, ella tinna f.xado os termos da lula
acariciado e pervertido eu. no.ne da l.berda-
vantagef.sque elle olTorece a repblica.
O lim da aianca entre ambas as poten-
cias, e entre eas o as repblicas Argentina
o Paraguaya he a sjstentagJo mutua e re-
ciproca da Jtldopencu.de cada uma.
NSo he possivel conceber um lim mais
nobro, un objecto mais digno da bssocs-
e.n. .......111111 das 1. ie/. .-. Kloi ioipoita urna
garanta pira > sua propria existencia.
Este ponto de vista be geral a todas as
que esl3o interessadas naallianca; porein
considera-lo-bemos nicamente na sua re-
lar in com repblica Oriental.
A litn de uo deixar ambiguidade alguma
na applicacao do principio em um ponto
lio 1 upnrtiiite, o inleressdo deixa bem
determinados os casos em que a indepen-
dencia pude consi Jerar-so atacada ; ecsta-
beleco os metos que l)3o de ar empiegados
para se tornar efTectiva a garanta que olTe-
rece.
Ueste modo nSo se incorro nos inconve-
nientes que se viram nascer da conveucSo
do 27 de agosto de 1828. Tudo boje he cla-
ro ; tudo est previsto, o nenhuma das par-
tes contratantes pude Iludir o cumprimeoto
das obrigacOes que contralle, por nao es-
tarem ellas lerminantemanto estabelecidas.
Como a independencia na repblica nSo
pode c insulerai-.se subsistente senflo de-
baixo das fu. m s que a constitui;So lbe
deu, o tratado du allianca apoia-as, e Ihe
d de certo modo nova forrea, faiendo ma-
teria il is oslpu!aroes que comprehendo
os arligos constituctonaes que sSo base do
toda a sociedade, o cujo exacto cumpri
ment interessa nflo s aos cidaJ Sus, mais
a lodos os habitantes no territorio, s na-
Coes alliadas circumviziobas, o em geral a
toda a humanidade.
Garantida de um modo tfio solemne a
ordem constitucional, torna-so itnpossivel
a ropeticSo dos actos que tem sido origam
de tudas as nossas desgranas. As ambiques
pcssqaos, as suas p.cleneOes coulra a au-
1 onda u publica, u. poderOja desenvol-
vef-se. O governo eleito pela narao n3o
estar expostoa ser o jogueto dos partidos,
0 a vontado nacional sura a nica a impe-
ra i na ropublict.
Tambera pela sua parte o governo nSo
poder abusar do iiiauoira alguma do po-
der, publico que se lbe confia, nem lera
muios de erigir em lei a sua propria voli-
tado.
Assim, a aharchia 00 despotismo licam
igualmente annullados pola acco com mu 111
da all.mea que laude s a maniera ordem
legal, como a nica que devo reger na re-
pblica.
Para addicionar ainda novas garantas
a esla grande obra, vem tamben) tomar
parlo nella a Repblica Argentina e a do
Pa-aguay; de sorle que pode dizer-se que
por esta alliaufja so constiluo uma uacia-
nalidade commum de todas as nacionali-
dades vizianas do Prata para assegurar o
bem estar, o molhoramento o o progresso
de cala uma,
Desle ouiao a considerado eo respailo
nooxturiorhe urna consequencia necessa-
ria. Os temores rociprocos licam dissipa-
1 i-, o a mais perfeita inlolligencia esta-
beleeida.
As prelen^cs de uma poliTca america-
na dtstincla e opposta polil.ca europea,
licam por este Tacto reduzdas ao que roal-
uietite sao : pioleneiies da ambicio pessoal
diatnelraluieutu oppostas ao iuleresse ge-
ral da hiiin.iunl d e queso queremdtssi-
tiiular o encubrir debaixo de uomes mui
sagrados.
A smiedado humana nao toni mais do
um s litn ; para elle devem concorrer as
suas diverais raec\s, dissemioadas sobro
a grande extensio da trra, em propor(3o
da diversidade de me.os de que Ihes be
dado dispor.
A allianca das naeos que se tem posto
a fronte desta missSo humanitaria merece
com justica o titulo do Sania AUianyx; eo
governo.do Brasil, a que.n lie dovida a
miciativa desta grande obra, tem-so mus-
ir .o digno d i dsic.i 1 que ho chamido
a ocupar enlre as n&evs sul-americanas.
Pelo quo respeita ao da nossa patria,
coustante em sustentar os mesmus princi-
pios, anda no meio das malores cootra-
dicfeso desgranas; lem-se feilo indubi-
tavelmenlo credor do apreco o nossos
coni'i Jados e do considerado universal.
El Oriental.
--. Jornal' do Cominercio
cora que acoln sua contiaencia; a vtvacidade (
de sua iiuagmacao nao rae deisou lempo de res-
ponder-lhe, e logo ella lanjou-se na enumera-
cao dos praseresoas felicidades de todas as Bor-
les que esperava de sua malernidade.
Esta explosao de projectos e de esperanca
deu-.nc lempo de tornar a mira; lingl o rae-
Iborque pude compartilhar o euiernecimento
de Cesarina, e com a alma despedazada det-
xei-a.
prazer,
upo 1
com loda
a diatraccao; ininba vida ] res sao lao iuco.npreheosiveia I.;..
amorosa e dlssipada linha, por assim dlzer, pa- ( K dentis Cesarina nito se me linha por assim ; pezar, imaginei a belleza de Cesar!
rado um momento def>alxo do golpe do violen- dizer ollerecldo ? lanada durante todo o tempo de sua
1 golpe
topeiar ru. que me havla laucado a moric do Uma mulber at enlao irreprehensirel leria
meu vell.o amigo; ...as medida que eslepe- acaso mostrado lo poucareserva?
zar, como todo o pezar, se acll.nou. eu me seu- Bem como eu, Joo Bay.nundo tiuha tamben
(*JFitloDiario.13.
vivido na .ninidadc de Jacinlho.... Quen. me una tal cegueira, que Cesariua, loda entregue
diiia que como eu elle nao tiuha sido amante I a sua embriaguez, nao percebeu a triste frieza
Depois de tongas horas de rellexdes, eis-aqui
o que neste mesmo dia escrevi a Cesarina.
Esta carta era a verdadera expressio de meu
pensamento ; eu tena obrado como escrevia :
n 12 de nove.nbro, s duas horas da manbr.
Minio, chara Cesarina, depois que jjt dei-
xei ind'agora, Interrogue! escrupulosamente
minha consciencla. O resultado deste exau.e
lo convencido, que longe de a desengaar, eu impOe-me o dever de expor-te co.n uma_lnexu-
lluna animado suas llluses, remetiendo de ravel sinceridade o estado de meu coracao e de
ura dia para o oulro uma esplicaco decisiva, meu espirito.... Tu decidirs depois o que de-
Multas vezes eu me adThtrava da falta de pe- vea fazer.
ni 11 1 ..o de 1.0,01 relativamente ao meu res- Primelro que tudo devo deolarar-le, minha
in iineiiiu ; a causa desla cegueira era mui sltn- chara Cesariua, que estou prouiplo para
pies: ella me cria setnpre debaixo da penivel cumprir o juramento que preslcl cabecelra
impreaso da .norte de Jacinlho e estara pes-. de Jacinlho moribundo ; tu es ...ai.... A hesi-
soalmente mui preocupada com ella. taco nao me he mais possivel, sers iniuhi
E.s-aqui porque. j mulher se Isso cx.gires.... lie o leu direito cu o
No principio do invern, dous meses pouco reconheco e a elle me submetteret.
mais ou menos depois da perda de meu amigo, | Nao te indigues de inluha fraqueza, creio
leudo ido, conforme costu.nara, rer Cesariua, 'obrar, obro como bo.ne.n de ue.n.
acl.ci-a com um ar ainda melanchollco, raas lo-! Se mais cedo nao ousei dizer-te o que te
dav.a temperado por uma expressao de felici-. escrevo agora, he porque tem o espectculo
dadeconlida. de tua dor e as exprobacOes que mere;o tal-
Heu amigo,.... me dlsse ella, vo ler reparado sem durida que de aiyuu lempo I Agora, eis-aqui, bem como te promet., a
para c..,. rivo mui absorta, nao lie 1' 1 lltuaco de tneu coracao e de .neu espirito :
Nao, Cesarloa, nao tlnha feilo eate reparo. UJuramento prestado por intu a Jacinlho.
Tanto lucidor, respondeu-me ella, isso te-' no mel de ura entero irresistirel, nao ser per-
ria podido Inquiela-lo; eu nao quera tallar- jurado; mas devo declarar-te hoje que temo
Ihe ue nada.,., com medo de causar-lbe uma ter-rae coinpromellido inconsruefadameuie
falsa alegra.... para com ligo, ininba chara Cesarina, c eis-
Uma falsa alegria !.... por vida sua, ex-! aqu por que:
plique-se minha chara amiga. j. aluilos annos se passaram sem durida ainda
Cesarina, depois da .norte de Jecinlho, nao antes que a Idade tenba amortecido miabas
me tlnha concedido outros favores mais que paixes, Tenho vinte e seis auuos e smlo-me
dar-.ne sua mo a beijar. De repente ella lan- Incapaz de proinelier-le ser u.n marido riel.
cou-se ao meu pescoco e apertou-me em scus a se te for infiel, teobo a convieco inabala-
bracos, murmurando apalxonadamcnle ao meu re de que .untaras minha conducta....
ourido estas palavras com uma expressao fe I Ura, creio que sou mui penetrante a que
transpone inettarel. nao serct um marido engaado se. o saber, e
Meu Fernando.... son mil 11 'aabendo-o, sou multo orgulhoio, e nao suppor-
Ah: nada vibrou em mlm a esle primelro larei a rergonha e o ridiculo.
grito da malernidade de Cesarina/ j Uma dcBoonfianca mal fundada, assim o
Eu vi nesla conhsso u.n novo direito que a .espero, e a .neu pesar offeoslva para ti, rae las
viuva de Jacintbo se arrojara sobre inim, e li- por em duvida que tenba sido teu nico e pri-
qtici a Herrado. Desdeenliu nao me pareceu mais ine.ro amante.
possivel fallar minha paravra sem deshonrar-! Ames de saber que eras mal, eu metera
me; depois para completar ...eu despeno e mcu talve crido autorisado, por consideracao do
Ola de Cesariua alterada, leu inleresse e do u.eu, a nao cumprir a pro-
tcinpo de sua prenbez, e messa de casamento que le fia ; ...as boje, repl-
iiiuito lempa anda depois, se ella quliease por 'to-le, [eu dircuo he duplicadamente couaagra-
venlura criar seu filbo. ]do, eu mcsubmetlercia el|e, quando tu o est-
ila mullas vezes na expanso da felicidade i gires.
Por mais cruel, por mais rergonhosa que
eja para mina, minha chara Cesarina, esta con-
f.sso, devo confessar-le que leu grito de ale-
gria: sou .nal: nao leve era meu corajo lodo
oretumbamcnlo que devia ter; eu euti me-
nos a felicidade de ser pal do que o peso da ca-
deia que tua revelaco faiia pesar sobre o tneu
futuro.
> Eis-aqui, miaba chara Cesarina, com loda
a sincciidadc o que pens, o que experiu'euto
a esla hora.
Nao me desculpo, digo.o que he, cr;ndo
que cu. urna circunislancia tao grave a franque-
za be o primero dos deveres.
11 Oo mesmo raudo que tenho confessado o
mal, devo-tan.bcm coufessar o bem, pois nao
sou nem inleiratnente bou., nem inteiramente
mo.
Tu me conbeces, miuha chara Cesarina, tu
sabes que u.eu coracao he benvolo, meu ca-
rcter licil c variavel: talvcz cu rae exagcie,
minha trieza para cou. ligo c as desgracas que
prevejo para o nosso casamento.
a Talvezquc concluida esla unio, eu venha,
lauto por uecessidade como por comtnodldade
de carcter, a encarar menos tristemente a vida
coujugal ; lalvez mesmo que esta paternidade
boje quasi iudirlerenic a ...eu coracao se me
torne doce c chara u.n dia.
a aera isso assim? Nao posso aff.rma-lo.....
mas .-iiin ni he possivel que seja..*.
v Nao posso respouder pelo futuro; o de que
estou ceno he do presente, he do que experi-
mento boje.
Supplico-lc, minha chara Cesarina, que
nio cretas queoceulto utna infame segunda In-
lenco debaixo de utua apparencla de rude
franqueza; nao, nao quero fenr leu coracao de
uma inanelra iucuravel, aun. de forgar-te, por
assim dizer miraluicnle a renunciar o direito
que teos sobre mira.
Se lal livesse sido u.eu pensamento, eu nao
te terladllo que lalvez ceda, mo grado meu,
a appr.-hcnc.oes exageradas, e seja mellior ma-
rido do que pens....
a Dentis se eu tiresse sido velhaco e infame,
leria podido partir esla noite para uma longa
viagem, c deixar-te na ignorancia do lugar de
meu retiro.
Nao, nao, isto leria sido indigno, eu nao o
quiz, prefer dizer-le a rerdade loda inleira e
pdr-uie a las ordeas....
Uma uluiu.i palarra, minha Cesarina. A
genie pode ser casada, sera rirer junta. Juro-
A ItPUBLICA ORIGfiTAL E O BB.AZIL.
Montevideo, 17 de deze>,bro.
1. '"--. ...
ALLIANCA.
Os tratados concluidos entre o imperio
.1 Brazil e a Repblica Oriental sSo sem
motivo de meu pedido.
> Em su......a, qualquer que seja a la deci-
sao, nao posso deixar de repetir, eu aceito de
auteiuo, tu ute conhccca bastante e deves li-
car certa que uma vez tomada a deciso, obra-
re! como homem de bem,
Fernando Duplestii. w
Logo que amanheceu, reinetti esta carta a
Cesarina.
No oulro dia noite, ao entrar em casa, rc-
cebi este bilhete .
Fico-lbe obrigada pela sua Irauqucza.
a Uesobrigo-n de sua palavra.
O senhor nao ouvir fallar de inim nem de
neu f.lho.
a Guarde o acu dinheiro.
a Cesarina Darand.
Contradicfao cstranha leitura deste bi-
lhete meu coracao se despedaf ou ; eu tlnha ce-
dido mais Calves Impaciencia de sentir-me
debaixo do golpe de um casamento por assim
dlzer forcado, do que apprchcnsao desle ca-
samento.
A recusa calina e digna de Cesarina abri-
me osolhos, c despcrlou o amor que eu linha,
porque elle era lalvez parao futuro impossivel;
corr a sua casa raeia noite ; mas desdea ma-
nha ella tinha deiado esta cssa depois de ler
vendido a u.n lapesseiro sua modesta raobilia,
porque parta, seguudo disse, para urna longa
viagem.
Apezar Je activas ndigadacoes, nao foi possi-
vel descobrlr o retiro de Cesa, ina ; eu nao de-
via tornar a re-la seuao mullos annos depois
desta poca.
Goraoquerquea residencia em Paris se rae
livesse tornado pesada, part para o Berrlafim
de visitar a trra de Lariballire, que minha
av me toba deixado ; ba multes annos que eu
nao laa esta proprledade, na qual pensava al-
gumas rezes como lugar de retiro, quando a
idade livesse amortecido o fogo de nimbas
paixes....
'mbifid'ad do carcter de Fernandn Du-
plesis fez logo que se esquecesse de Cesariua :
de 1826 a 18/8, poca einque elle se casou, pe-
la prunelra vez, conilnuou sua vida de aventu-
ras e de praae, elle tere algumas amantes mais
que classilicar em suas memorias; sua narra-
co que abraca estes ltimos anuos de sua vida
descnie.ro, pode ser considerada como diario
lina. JUIU- ut.....-, r --- --"----------------------------7-
e oela honra que se ciuizcrcs tomar o meu no- de um boraeni de boas fortunas, mas que ja fa-
.necouiacoodtca de separar-nos depois a.ui-! ngado por excessos precoc.s co.ueca a senur a
gavelmcnte, consentir! uisso. i sociedade.
. Creio que nao he preciso dizer-le que qual I Durante estes dous annos elle fot cada outono
quer que seja a la resolufo, a sorle deste] passar algumas semanas no barr, achando j
menino e a tua serio assscguradas ; i nianhaal ura certo encanto no contraste da solldo dos
mu sci 111:11.1 de cem rail Traucos ser deposita-1 campos e dos trabalhos rsticos coma vida
da para ti era casa de meu notario. ( Juulo I ruidosa de Parts ; l'oi principalmente durante
adiars a declaracao da rus e do numero da ca- j os ocios desta existencia cslma c retirada que a
sa em que mor. I i leintiraoca de madama Rayniundo se despertou
Adeos, ui.iiiM chara Cesarina, supplico-te I mullas vezes em seu corafo*
que nao ine respoudas debaixo di primera] Tomaremos outra vezas memorias del ernau-
einoco desta' carta ; toma alguna dias para re- I do Duplessis no lugar cu. que elle esape os mo-
eclir ; ...as desejo que esperando tua decisao, 1 tivos e as circuuslancias de seu casamenta,
cessemos de nos ver. Tu coinprchcuders o I (oolinar-e-*a.)
, MUTILADO



duvida iUiiui.1 um destes fado* de grande
un,.ni launa que marcan) urna ptica pan
as nacO -, e que tem urna influencia deci-
siva sobre o aeu futuro.
Pertencendo ji tolos ellas ao dominio
publico, nac podemos pr> nar as suas dispusicOVs, ilim do que sjSO
ln'in apreciadas, o bcm conbecidas as van
* tagens que deltas resullam.
Os (ralidos podem considerar so debaixo
de um ponto de vista geral como formando
um s todo ; o podem ser examinados cada
um de por si e isoladamente, para quo re-
salte mais a conveniencia que possa trazoi
ao I'iii geral.
be qual'iuer uio lo que so procoda neste
exame, oliegaremos sompre a um mesmo
resultado: conheccr a importancia deste
fado o avallado en) todas as suas conse-
quencias.
Comecaremos boje analysando, anda quo
do uin.i muiicna mu concisa, as vantagens
da allianca. lloclla o Tacto piimordial oa
bise d'onde mi lio .. as disposcijes que os
outros cuniY n, e qne podem ser considera-
dos como Uicios de execuefio.
Collocada u Itepublica Oriental em urna
situado geoitraplnca vantajosissima dola-
da de um china favoravel para todas as pro-
dceles das tonas temperadas ; circuuntado
o seu toriilorio, e atrov ssad" por numero-
sos rio, od grande parle navegavois, en-
cerra em si menina os elementos de urna
grande prospen lade.
Poimesses elementos seriam imitis e
iuteiramente perdidos sem o concurso do
urna grande populacho que applicando-lhes
urna forca lulelligente, oa combine, e Ihes
do a direCQfio conveniente, afim de que os
seus productos sejam mais vantajosos.
Al agora, abandona Jo a si mesmo o nos-
so solo rotundo, leruo-nos conloutado em
colhero que ella nos olferece quasi espon-
tneamente, s m industria de genero al-
gum, o nosso comniercio be necessariamen-
te pobre, porque o sao os nossos productos,
o a iiu;si industria becompleamenle nuil.
Porm a allioencia da populacho que Da
de trazer o runenlo da industria e que aug-
mentara o commercio, 11S0 pule obter-s 1
senfio com a eslabilidade da ordeo social,
i'iii as garantas para a propriedade e para
todos os direilos do individuo.
He precisamente c.-t 1 a talla essoncial que
temos experimentado at ao presente, equo
tem inutilizado lodos us elomonto* que se
bilo posto 011 accjlo para a prosperidade do
nosso paiz.
Garantir pois a ordem [constitucional, be
dar logo impulso ao dosenvolvimeoto do
todos os germens de prosperidade de que
abunda o nosso ternturio.
Urna ordem estabelecida o bem observada
infuude necessariamunlo o amor so traba-
lbo, cria bab tos inoraos, e chegar a fazer
osquecerus contrahidos no meio das guer-
ra que se tom succcdido sem interrupcSo
por tantos anoos.
Esta uc-e-si idesentida por todas, o des-
de o principio da nossa existencia poltica,
vem lioje a ser satiileita de um modo com-
pleto. Nossas leis, nossas instituido xurao i de ser nomos sem significado, por
que nfiocslarsm submettlda nein as pio-
lences iudividuaos no interior, nein a exi-
gencias irregulares 110 exterior.
Esta be oulradas consequencias impor-
tantissimas quo nos preparam os listados
celebrados.
Os meiosdu reslisar tilo immensis vanta-
gens lio justos e equitativos; osseus resul-
tados sfio s.-guros.
A alliaiiea nao poda osla! oleccr-se sem
transigir previamente quauto as queslcs
tradicionaes subre lunilcs; sem eslahele-
ccr bsese regias filas para o romineicio :
seni abrir o franquear as vas de cominum-
caclo quo lio do maiiter a sua aclivi a Je,
E lodos osles objoctos deoiandam meios de
execucSo.
Tudo esl consultado nos tratados com|
grande juslica e grnorosidade da parle do
governo do Brazil, com profundo conh ci-
mento de nossas necessidades por parle do
nosso governo.
He um facto providencial que tilo grandes
acouleciiiieiitns viessem a realisar-se quan-
doa paz da repblica tom preparauo os ni-
mos Jo Indos osseus lili i- para entrarem
na senda de progresso que se Ibes aprsen-
la; quando o ,iatriotismo de todos pronun-
ciou a palavra symbolica=frateriiidade
que tifio deixa nein vestigio de odios e de
rancores ulicos, e que f faz sentir a voz
unnime do inteiesse oral, do engrands-
cimento de toda a repblica.
_________ i-E! Oriental.)
P
^^
wm
bu
y
lucionirlas e direito* legtimos que, estn- tlvamenle s atlrlbolcoes do grande eleilor, e
do Ifio distantes nos dos outros, nao se con- depol de mil debales e conferencias, as quaes
ciliarSo por Si mesmos. Inlervieram Mr. Rocderer e Tallryrand, IB re-
, tlTZTasil rMuta.,popn. %$*&?&%^z
lacio oslrangeira que habita as nossas 01 runeclouarTo do todas a especie a serian
praiaa, e um corto numero de agentes di- tirados dellaa no oaao de que abi ealivesaem de-
ulomalicoa a de oltlciaes de maiiulia dis- sigulnados spreisameote aeua empreaos. Re-
tnelos : elles nfio sfio, nem podem ser in- aolvcu-sealein dlsso que em vez de deaannos
differenles s nossas'desgrasas, e tem o jus- fosse de uino termo para a rellficaeo das listas
lilioado por aclos que nao deixem lugar c meuor duvida do* 8r*nlles carpos do estado por um acto do
Quem vituperara, porexe^^^
nidos os agentes pblicos das dilferentes ,elua llpr,n,elr |s,.
nacoes, mtorviessem amigavelmente, atlm j o senado, o corno legislativo, o tribunado e
de concillaren) urna contenda cuja prolon- o conselho de catado foram adoptadoa como SI-
SrSo prxjudica os subditos dos respectivos ejes os liavla consebido, porem o senado para
zefl ? I designar aeua meinbros havia de escolhe-los
lio decrerque nenbum dos pirtldos re-i'"1'111" iriplices de candidatos designados
pellissa una tal modiaefio. "'" pcl nsulea, outros pelo corpo legislatl-
A neutralidad, nfio chiba que um .gen- j J ,-!^^1^Z
te. eslraogeiro se preste otTiciossmente | viJ0 de nomearuo acto.e oa vlntcreatamea nos
servir de mediador lias dissonedes domeslt- del annoi segninles. O corpo legislativo con
cas de um estado amigo: pelo contrario, tava de tresenlos e o tribunado de ccui meui-
3
nunca empregaria melhoras suasinfluen-
liius. Os senadorea tlnliao viote e cinco mil
ciase a sua neutralidado do quo fazendo-as francos par auno, os legisladores dez rail, e os
servir em prol da ordem e da paz do paiz "
em que reside.
Talvez nfio seja tarde, e que em vez do co-
Iher-se por fructo de urna batalba as rui-
nas du urna povoaco bombardeada, o os
despojos de um exordio denotado, fosse' municlpaes, os prefelloa, sub-prel'elto 4; taiu-
tribonos qulnsae mil.
Em vex do graude eleilor, dlvla haver uin
priineiro con ul acouipanbado de oulros doua.
O priineiro cooaul nomeava por al a os fuue-
cionario da adininostracco geral da repblica,
os meinbros dos cgnselboa departainentaes e
posstvel trazor ordem essis bomens Ilu-
didos que tem exposto a sua patria a todos
os fororos da anaichia.
Porm seja nfio be tempo, dizemo-lo com
a mclliur boa lo, o goveruo se tornar cada
vez mais digno da estima dos bons, empre-
gando, sempro que seja compativel coma
sua dignidado, meios pacilicos' e concilia-
dores, (i ilion 10 tem os olhos lixos sobie a
nac3o cnilena e o mojo e o termo de sua
lula actual ,Ua do ser indubilavelmente a
escala pela qual a posteridade tora dejul-
gar-nos.
[Mercurio.)
(Joma/ do Commercio)
L- I O
r.m is circiiinstancias acliiaea eremos opportuir,
llar adunia ideia da coiislilu rao do atino Vllld
|i|'imeira republicu IVauccza, urna vea que ua jn-o-
xiin.i cioijrcLiiido do povo franece llie tifio desee
proposita as l.ises desta conslitni'o como fuoda-
memo ile tnn uo\ o re| Depuis do aconleiiniciilo occorrdoa 18 de bru-
_ ario, o qual poi termo ao govi-nio do directorio,
sieyes Ibrmoii um i conslituiro, cojo inctauisrao
craoscgiiite :
Jiiii este celebre publicista conciliar a repblica
c Mnonarchia, lomaodo de amlias a qoe tinba de
ulil o de nppbcavel ao estado da Franca naquclle
tempo. Para aulistiluir as eleicoes antigs, imagi-
nou as lisias da notab lidado.
lodo o individuo de 21 annos de idadl c natural
do paia ca obrigado, se quera goiar de seus oN'rei-
jos, a lazer que ac inscrevesse seu nomo em una
lista que se dciioimuava registro civeo. Os ios-
criptos que se calculava chegano a cinco ou seis
niillles de cida laos, ilcvao ri'unir-se por distric-
los ( ,inii-oii(Iiss,iiiciis), pois l>eni oue esta cireums-
cricao nao exista anda, la com tudo ser eslabellc-
cida, c alagar a decima parte do numera total. Es-
ta de inia liarle devia produz r a lista nrimeira
coniposla de quinhi-ntoa aseiscciilos rail indivi-
duos, os quas rcuuiodo so por sua vez tainbcm por
districtos, devio escolhcr igualincnlc a dcima par
le da tolalidadc, c Ibrmar urna segunda lista de
cinrocnla a sesscnla rail cidailas. na quaes veriH.
cando -lulro escrutinio, que era j.i o leroe.ro e de-
signando loinbein a dcima |>aitc do numero que
comiiiinlio, tbiiuav.Via ultima lista que s consta-
va ac cinco a seis mil cidadaos
Bstai tres lisia se denominas.ao listas da nolabi-
ades.
A prlmcia, CompMIa de quinlictitos 11 selsrcnloa
mil iiiiliviJuos, cbamivk-ae lisia do noiabilidade
bcm nomeava oa ofUclaes de Ierra e mar, o
conielheiros de estado, os ernbaiadorcs, os jui-
zea elveia e crliuloaes, e os Indivlduoa do triDu-
n 11 de caasaf o, elle tinba aoaeu cargo a dlrc-
cao da guerra e a diplomacia ; assignava oa tra-
sds, salvas aua dlscusso e approvaco pelo
corpo legislativa na inesma forma que as
lea.
Em todaa as funcres o ajudaram oa outros
doua cnsules que a tlnbo voto consultivo,
porem ero llvrea iuacrever auaa opinies em
um registro de deltberacea feito para este lim,
Os Ires coosulea ero eleitoa por dea aonos
i marcial. O general Agreda, sabendo que
ia ser preso por ordem do presidenta, fugio
para os departamentos do sul com dous es-
quadres de cavallaria, a procurava revo-
lucionar o paiz.
Do Peru'an3o ha acontecimento poltico
que mereca'mencao.
MIN*S-GERAES.
Ouro-Preto, 25 de dezembro da 1851.
Mo da tenho pira cumprir a tarefa de
Iba dar noticias desta totri, qusndo por es-
se mundo uns procuram no seio da familia
mostrar que nfio sflo indifferenlos as ale-
gras com que a nosso groja boje celebra
o n.i-oinem do Redemptor do gonero hu-
mano, e outros na ausencia de prazetes do-
msticos contentam-se em dar gorda pa-
cnorra o doce repouso que llie proporcio-
nan) estas ferias, cu aqu me vejo a cumprir
o meu fado denuticiador sem nolicias; ve-
re todavia se posao lavar urna biteada, co-
mo dizein os Mineiros, o apurar al^uma no-
ticia quo avulte, entre as muitas bagatelas
com que por aqu nos oceupamos.
Foi cliamatloja rosponsabilidade o llamn-
lao, e esse lado veio excitar vivamente a
stlencilo publica, nSo f porque tiesta tr-
ra ja muila gonte va confundindo a libor-
dsdo do Impreus com o direito i calumnia
e falsllado exercido em tola a escala da
vida publica e particular, enmo porque a
responsablidade do llamontano dou em re-
sultado mu processo crime em que figura
como autor o Dr. Firmioo, sendo reo o r.
Mello Franco, ambos debutados por esta
provincia. E j que Ine fallo nessa quesillo
Indiciara, contsr-lhe-hei o sou onredo, que
em resumo he o seguinte :
relatoro pela presidencia apresmla-
do em agosto do c jrronte auno havia exci-
tido entre o Conciliador e o llamontano urna
polmica de pouca importancia, e que ja se
da desta cavalheiro, ou por outro quaiquerl26 1f- Eugenio Celso Vogueira
motivo, ocertohoque o orgfio daopposi-l2 :.''?r.' J-se. Carls Martina
erao de mais iudiriuidaiiiente rc-elegiveia. Foilacbava terminada quando a esta caoital
anulada aobsorpcao do senado licando ao cousu chBgou o Dr. Mello Franco : ou pela clieua-
a laculdade de entrar neste corpo, lemprc quel a. .,.......... !
deitasse aeu cargo por deinissao ou por outro
motivo.
O priineiro jonsul gozava de um subsidio de
i| u 1 n Nenio: iitrancoa, os outros de cento e cin-
coenta mil uada um. todos trez d^vio habitar
as 'l'ullierias e ler uina guardo cansular.
Taes ero as prlnoipacsdisposicea da conatltui*
(ao promulgada no auno VIII da repnlica (i&de
setciubro de I79.J (Htraldo .)
INTERIOR.
CHILE.
WparalM, 13 de novembro
A im.ii.'n
Quando so pens rclleclidamealc que ha
j dous me/es quo estamos entregue guer-
ra civil ;
Que nesto curto esps;o pordo o Chile
quando podo perder um povo rico,adianti-
do, florescente
Que esta -iIu-h;".! deplornvel rusta au paii
o sanguo de seus lllhos, o otiro dos seus co-
fres e o sacrillcio das s'jss 111-tii oii.ii-'s ;
Que o precioso (rucio de vinte annos de
paz e economa desappnrece ente as exi-
gencias de um momento;
Que o campo iio so lavra ; perJo-aa a co-
llicita ; a industria cm geral dtsapparec,
e o povo laborioso e bnnrado perdo oaseus
hbitos de (rab Um o de ordom para pass.ir
a corromper senas tarimbis ;
Que invocando a patria, cao grito do-
Viva o Chile 1ha dous exercitns om Cd n-
pauhi, prximos a despe lacar-se, urna c-
dade ailiada, e vinte povoarjOes om armas;
Que a doscoulianca, o desc-ediio quest-
melhante siluaefio occasiona afogenla os
capitaas do nosso solo, de'.ui a emigraco
estrangelra de'quo tanto neco-sita nos, e
ubriga talvez u bandonar o paiz urna mul-
ti Ion de bracos ulcis com que llnlia.nos
contado para o nosso engrandecimento ;
Que por lim estamos prximos a cubrir-
nos de lucio, fazoudo dopenjer a nossa sor-
te do ultimo tiro de caultSo disparado no
campo de batalha ;
Quando se reflexiona cm ludo islo, nln-
guem dcixar de perguntar : E n4o baveria
algum meio do fazer cessar esta sm oin
horrorosa i' Enteiidem-se as 1 ar '.s rivaes
entre si, O nfio se entenderan) os irmSos, os
prenles, os amigos, lilims do mesmo paiz e
o lucilina na mesimi escola ? Sera prudente
aventurar bens tSo caros ao azar caprichoso
das armas ?
1 que remedio ha, eiclamarsm os espri-
tus exltalos. O que se hade fa/or ante
urna iiisiii 1 ciclo armada :' Pode o governo
fazor mais do que tem feito, ou descer a ne-
gociar com insurgentes que lem ensangren-
tado as nossas ras, desmoralisado as nos-
sas uiissas, o posto a repblica na maior
desorden ?
NSo responderemos nos. Vi 1 pretende-
mos que o governo faca mais do que t;m
feito. Mas lambom no diremos quesetern
feito bastante. Tamben nfio desconhecere-
mos que o ploito dos partidos armados he
como o dos particulares no foro ; poucas
vezas se ebegu a urna transaoclo iniciada
por algumas partes.
Poicid, se se nconhecesse a convenien-
cia de urna transarefio ; se por amor ao paii
iiionieipal ; della se tirav.'in ul incmliros das admi-
1 isliaccocs niiinicipaes, os dos conselliosdedistricto
a OS l'u..ci ioiurios desla classe, islo lie, oa mores
( corregedores) sulipreleilos, juizes de ni imclra ins-
taili i. e. A secunda lisia quo coulniliii cincocnla
a.sesscnla III I illUivi moa. cllllllillVa si- lista da 110-
l .1.111(1.1,1, dcparluiueillal ; e ilullu si- liraaafl
nienibrns dos eonaalhoa de dcimimnenlo os l'unc-
cloiiarios que ilcp.iissc dc-ionaram como lime de
prefeitos, os juizes de appdlaco, &. em una pala-
Ivra lodosos funccionan s desta ordem. Km lim,
a iilliina c Icri eir lisia que era de cien a seis mil
tidiviiliius constitua a listada nolali lldadc na ional
c della >e devia esc.d' crprc> isanicnte lodos es un ni-
bros docor|>o lc^islali\o. Indos altos ruuociiiuarios,
cousclliciros ale esta lo, ministros, juizes do tiilHiiial
de 1 as, uo, s.isi.i basaa de cslreito remate ateyes a coraporava
com un., jiyramidc.
'I odos os annos se dcvero reunir os cidadaos
para excluir dcsias listas os que nao crio dignos de
ligurar 11 II ,s. e liara siibatiliii-los por oulros.
O poder legislativo, proprinnientc dilo, estiiva
colloiadu entra ouirt dous enrpos o irlbuuado c
o conselho de esta'do. Iiav.a demais o senado, corpo
superi t tos dous anteriores,
" -' > I legislativo cnmpunlia-se de leczentos
membms,- nciirabia llie ouvir c vouir as leis sem
lomar parle na disctisso. Um corpo de sem jucui-
bros, o qual se chamava tribunado, era encarroado
de ivprcsctilar neste rgimen poltt co o espirito li-
beral innovador e de polraica ; elle discuta em pu-
blico as leis que para este fnn H10 ero eommuuic.i-
das, adava US) \oto reduzido a resolver se devia
dcleader a lea mo o corpo legislativo otipropor que
ln.se abandonada
V.ile nomoava cm seguida tres de seus raembros
para Irn sustentar no nirpp legislativo o diclamc
que ja bavia prevalecido 110 tribunado,
Oconsellin de estado defenda o projecto, se os
tribuios o impu^navSo, e o corpo legislativo nao
fazia mais que votar, porem este voto era oque da-
va forra de lei as pro|K)stas do govcino"
O conselho dr- estado fbrmava lamben! os regtl-
lamcuios necc/sarios para a execuco das leis.
Oscilado, enmposto de cen inuividuns, uo to
mava iienliuma parte tiestas trelas legislativas ; el-
le tinha a seu cargo anudar as leis eos arlas do go-
verno que Ibc pai-ecesseai inconstilnciotiacj, c exce-
da esta attribu cao ora esp intaiieaineiite ora o
rc'inerimctito do tribunadp ; por isso era denomi-
nado senado conservador. Elle devia compor-sc
c bomens de idade madura, privados, pelo meio
Tacto tic entrar ursle corno, de toda a fnn co acti-
va, c cin^idos cstrictanienlca fazer seu'papel de cou-
scrvidorcs.
O scnido eleg'a seos meinbros na lista da noti-
0 Id. ule nacional, tambem nomeava os do corpo le-
jisiativo. os do tribunado eos el tribunal de cassa-
o csciilhcudo-os por cscrulioio ncsla mesilla lista.
O noilcrcxQculivo era latnbeni autor desua pro-
pea tocmaeiio, escolheudo seus agentes naqiiea das
lies list-s a iiiic correspou I o as fuiKcocs a que
arlo dcsliu idas. Dellaa sabia o os millist'es, os
eousclbeiros de eslad em fim os agentes superio-
res da lista da nolabijidnde iiaciouaf Da uotabili-
dade departamental elle tirava os eousclbeiros de
deparlamcnlo, os quaes do ine-ino rnoilo que os de
estado, ero autoridades puramente administrati-
vas, e ni ais 03 prelcilos c os funccioiiarios desta cir-
aumsoripofio 1 uualinentc ua lista de noubilidadc
niunteiji.il la buscar os conselbos muuiclpacs, os
corregedores e todos os outros luucciouarios da nics-
ma gerarchia,
Assliu como o senado era creador do poder
legislativo devia haver ootro poder criador pa-
ra o executivo ; este era um magistrado supre-
mo que se denominava grande elcitor.Elle esco-
tilla dous agentes superiores, nicos em sua
classe c gerarcbla, que se cli.11111 vio um cnsul
da paz eo oulio cnsul da guerra. Estes oomea
vao oa inenistros os quaes debaixo de sua res-
ponsablidade peaaoal, escolhlo as llstasde
ootabelidade todos osagentea do puder, gover-
n icio e dfrlgi os negocios pblicos.
O grande eleilor era o principio gerador do
governoe seu representante nosasaninplos exte-
riores, elle inih 1 uni aubsldlode aeiamlides de
fiancoa e abitacocs sumptuoaaa, como as To-
lderas em Pars, Veraalhea quando fosar ao
campo, c urna guarda de trez mil horaens! Em
seu nome se adminlstrava a Justlca esepro-
mulgavao c executavo as leis. Oa plenlpoten-
ci 11 es estrangeiros eutendi!o-ae com elle, que
assignava os tratados que a Franca celebrava
com as outras naces.
O senado elegij este, magistrado supremo:
por ultimo o mesmo aenado, o qual poda anul-
lar todo o acto iiieniiiiiiicion.il, eslava latnbein
autorlsado para privar de aeu poder ao grande
eleilor. Isao mrsino podia elle lazer com qual
qnorcidadao, cujos tlenlos mi importancia l'os-
... j..ii.i. i', ,.... k qocrcidailao.cuios talentos OU tiiiiioriancia los-
e com v.stss de falic.la-lo se quizesse che- ,'em (acs qui.'pDueern lnruodlr receios repu-
gara um accommodacSo que conciliasse |)llca>
as exigencias mais urgentes da nossa lula, Porem o geuaral Ronaparte, segundo refere
nSo faltam elementos que por em acefio,Mr.Tblera de quein extraiinoa as anteriores
eiles talvez equilibrariam prelencOei re vo-. nollclas.no quiz aceitar as ideas de Sleyesrela-
RI08 DE JANEIRO DE 1852.
Ha noticias do Cabo de Boa Esporanca >t
3 do p ss 1 o. Aguerra dos Cafres, longe
de torminar lomava incremento todos os
das.
As forcas do governo, mo grado os esfor-
cos que Itaviam feito, nSo tinlnm couso-
guidoobrigar os sublevados a aceitar urna
aetjflo; Estes, ameu^ando a colonia em dif-
l'ercnles pontos, nhamsvam para ali as di-
visOesde linba e as milicias coloniaes; e
apenas estas se aproximavam, retiravam-se
em boa ordem para as nulas, donde ta/i un
quasi impunemente um fugo mortfero so-
bre atropa, entretanto que de oulros pon-
tos, esquerds e dircila da linha de ataque,
oram invadidos os campos, e roubado o ga-
do dos colonos, sem que se soubesse muitas
vezes donde parta o ataque.
Este genero de guerra lalgava atropa, e
fazia-lbe perder muitos dos seus inelliorcji
ollici es. Os Cafres emboscados as malas,
escolhiam-os para alvo, e aliravam cu tal
crto/a quo a bala ia quasi sempro direita
a o peito.
tsperavam-so da Inglaterra grandes refor-
cis, e dous genoraes para dirigir as opera-
ces. Parecu que u governo inglez reco-
nncceu lnolineiile quo o caso ora atiri.
dem, 3 di Janeiro de IMS.
lbum imperial. S. II. a Imperatriz, 11.
.iiinivors.il 1,1 natalicio do seu augusto espo-
so, oirreceu-llie urna rica coilcccjlo de
aulhngrajibos. He um precioso paiilheao
das nlustragOes da Fianca, na poca do im-
perio, da restauradlo e nos nossos diis;
u na galera cnnteujpuranea dos sabios, dos
iiomciis polticos, dos poetas, pintores e
ai listas que oceupam ou oceuparam me
Franca o priineiro lugar.
Esto lbum contm 1 unb m cartas que
sfio verdadeiros monumentos historeos taes
como as de Ampre, de Ballancbe, do. Du-
loug, do Lammonais, de Cupier, d'Augus-
1111 Thieny u de liianger.
Os romancistas mais celebres da actualt-
dade escidveram buhas uotaveis pelo pen-
samento o pelo eslylo nesse Itvro ou lbum
improvisado no curto espseo do tres mezes.
Dizer que a idea desla obra perter.ee
exclusivamente a S. M. a Imperatriz, he
ionio:- homciiagein ao seu born gosto e
sua feliz inspirac&o.
A ex 1: icio desta iilca foi confiada ao Sr
1 i-ulman 1 eus, cujo talento e zelo 1 .va-
lisaraiu em actividade na confecefio deste
ii'.ib.iliui, coucebido c realisido en noventa
das
Esta colloce.lo de autographos forma um
volume 11, 1.1,1,1 de mais de 400 paginas, e
v -in i-mi nimlia lo do nm ndex biographi-
co e btbliograpbco
A encadernajao e os dourados sfio do me-
Ihor gosto. As inicuos do S. M. o Impera-
dor, sobre um dos frunlespicios, sfio urna
obra prima da delicadca artstica.
DEM DE JANEIRO.
Rio, 30 de dezembro.
Temos folhss de Valparaso at 13 do pas-
alo. A revolucfio nfio tinha dado um pas-
an, mis ss forcas do governo tambem nada
nuil 1 ft* feiio. Tulcahuano, Seicna e Chillan
un 1.1 resistan), e anda nao era possivel
prever o termo desta lula encarnicada.
Tulcahuano e Serena estavam sitiadoi po-
las loicas do governo. Serena tinha repel-
I: lo dous ataques, e seus defnisores mos-
travain-se dispostos a defendo-la a todo
transe.
Sobro Chillan marchavao general Ruines
com l,S0O bu n n-. All eslava n general
Cruz, che o de rovolutfio. Na data das ulti
mas noticias Buloes achava-se em Cipreaes,
aneo legoas distante da Chillan.
Os revolucionarios liniiam procurado su-
blevar varios pontos da repblica, mas seus
esforcos hviamsl Jo baldados. Ao movi-
nento de Valparaso, de que j demos con-
a, ligavam-se outros em lugares afasia los
do centro das operarles, com o lim de cha-
mar para all a altencfio do governo e fazer-
1I10 levantar o asse lio das cidadea de Sere-
na o Talciiiuano. ToJos esses muvimentos
foram auffocados.
Alguns iinllcs nfio sprosentavam o menor
carcter poltico. Agitadas ss magsas, en-
trega vam-se ao roubo e ao vandalismo, sem
sa un,-orlaren! cun os principios polticos
daquelles qda as tinlnm excitado re-
volta.
Em Chanarcillo, districto de Coplap, al-
guiiatgeuies de S'rena conseguirm suble-
var a plebe na noite de 36 para 27 de outu-
bro, e apenas viiam seu intento realisado
desippareceram, daixanJo entregue aquel-
la infeliz povoagao a I.) los os hurrorus da
aiiarcina e de saque. Todos os rmaseos a
lujas foram roubadas, bom codo as minas
de S. Joso eS. Francisco. Os gemiros que
nfio podiam ser transportados eram des-
truidos. Darramava-se azeile sobre as la-
zendis de Ifis, seda e algodfio ; agoa-raz e
1 l'.ra 11 in : invauln
que o in.:.i 1 da opposi
gao fez reviver a polmica sobro o mesmo
assumpto, sendo a presidencia tratada rom
tal desabr ment, quo obrigou o Conciliador
a tomir de novo a defensiva, investindo ao
seu adversario com a mesma torc emore-
gada naaggrossio: verdado he que a folha
governista leve a imprudencia de inquietar
ato os manes do infeliz Angelim, o quo por
uns foi lido como gracejo de mo gosto,
pois tslvez alguom nfio sympathisisae com
a sombra dessa victima do hacamarte; en-
tretanto que outros davam-lhe raafio, recor-
dando que a p/ovocaefio partir da falla
contraria, quando nos desvaneios de sua
oJoquencia nenhuma repugnancia leve em
dizer que a farda do presidente achava-se
sslpicada com o sangue derramado em S.
Jlo Neponocono.
Assim lutava o Conciliador com o seu an-
tagonista, accrescentuilo que as censuras
daopposicfioeram na imprensa u rejrodu-
cao dasdeclamacflns e falaidades pelo Dr.
Mello Fiancu produzijss na cmara tempo-
raria, o to victoriosamente all combati-
das. Teve", porm, o Dr. Firmioo ainfeli-
cidada da adiar-so ja ncsla capital quando
taes cousas o Conciliador publicava, sur/e
ira, o llamontano foi direito a elle, attri-
buiudo-lhe a paterni lado do ultimo
nem por isso ha quem ponha em duvida qu
o resultado geral da eleicfio seja o mesmo
quando multo com alguma modiBcatfio oa
ordem dos votados.
DEPUTACA PROVINCIAL.
AppuracSo dos collegios do Ouro-Preto, Ma-
riana, Queluz, Santa-Barbara, Sobai,
ltibira, Caethe, Pirauga, Pitangul, San-
la-l.u/11, Barbacena, San-Jofio-d'EI-Rei,
San-Jos, Baeiiendi, Bombn, Oliveira,
ConoeicJIo, Serr, Diamantina, Presidio,
Pomba, e Rio-do-Peixe, Tamandu, For-
nnga e Curvello.
Os Sra.:
1 Dr. Joaquim Dalfino Ribeiro da Luz 5*3
2 Dr. Carlos Jos Vrslani 49
449
443
441
437
436
431
431.
430
IN
MB
497
425
434
M|
430
4U8
402
399
398
397
396
39J
383
379
379
374
37-'
lili 7
360
3 Dr. Jos Alfonso nas de Souza
4 Dr. Agostinho Jos Ferreirs Brelas
5 Conego Antonio Filippo de Araujo
6 Joaquim Cantillo I-oto 11 da Motta
7 Dr. Francisco de A. L. Mandes Ribr.
8 Dr. Bento Alves Condjm
9 Francisco do Assis Alhaydo
10 Rodrigo Jos Ferreira Bretas
11 Dr. Antonio Das Ferraz da Luz
12 Francisco Jos Cardse Jnior
13 J. Joaquim Ferreira Monteiro de B.
14 Dr Francisco Cyrillo Ribeiro de S.
15 Vigarto Jofio Antones Corre 1
16 Francisco de Paula Ramos llorta
17 Francisco Jos da Costa Machado
18 Jofio Joaquim da Silva Cuimarfies
19 Dr. Caelauo Alves Rodrigues Hurla
20 Francisco Fulgencio Alves Pereira
21 Dr. Joaqun Pedro de Mello
22 r. Jos Tavares de Mello .
23 Dr. Salathol de Andrado Braga
24 Dr. Pantalefio Jos da Silva
25 Vigario Pedro Meirellos do Barros
irligo
cor nof, n aiHer,' n n I f, C'' d C""e_ *,,0,ento Para d"r-,u e8sa "<>>ie. P"r ou
^P'..';S.",,ilg0.('''ct!nl0ll,,,eTacBr,''a tro lado acabo de ver nos ltimos jornaes
a bilis visivolmente mostrava ser da mestn
penua que publicara os anteriores.
Ora, em semelhanle errenc,
Ti., 1 m".U la 1" aS8'tisse o ra co ntuuntcacHo acerca dessa viagein
"'*'^; P"? hwr adai. Ouco tamben d,zer qu a mprous .crio
Jas auaa bellozas, citar-lhehei as segumtes diUca desla capital esta para sorf.er urna mo-
PUaaqa que tt.uscrevo com loj. a nj..|dj.ea9n ao a S ap.aroeimotiio de uTa m.ve
. r'ha governist 1, a qual, secundo consta, fa-
rai1 u.om'.". releven,-n;a'>'>ssosleito- re com quo o Coucltiauor lirmiuo os seus
. .q",e.d!gai"os l8"s palavras a folha das. Esta ulti ua folha em sn num.ro de
29 do correlo apenas declara qne vai ser a 11 -
terrompida a sua publiciQfio, lalvoz por fal-
Ino coiagotii para antiuiictar a sua morlo.
Consta que a nova gazeta lera de aparecer a
luz ama ilia, e que o seu titulo ser o Bom
Senso.
da
. folha
polica; aoganiiador capuana que
enlendeu dever strear seu trabalho jorna-
uslicoassalariado, atirau lo-nos hmi, con-
vicios, arneiradas e calumnias, asaim co-
mo a um nosso distinclo correligionario,
que o gauhadornfiose atreve a acommetler
senfio abrigado as trovas,
e ..... porque esse a quem o pre-
varicador pretendeu atar ao poste da poli-
ca nfio teme discussfio a seu respeito.
" ......porque nfio nos convence
de falsiiade ou exagoiacfio o pnmeiro de-
putado pela polica desta provincia; (!!!)
.......lembre-se de que, se nfio
fura o systema liberal, elle nunca passarii
daguarda-porlfio de algum branco; car
cereiro, ou bubo de palacio; porque uo
tompo do rei nossosanhoreram nssis as
imsn.i'i's mais elevadas que so destina va m
aos pardos,anda mesmo que nfio fossem
libertos.....*
Assim aiigredido o Dr Firmino, onten leu
que nfio devia deixar d chamar a juizo o
autor de semillante artigo, e para esse
lim fazeudo intimar o editor do llamonlanc
conheceu-se que essa publieCalo era devi-
Ja a penna do Dr. M -lio Franco.
Escusado he dizer-lhe que apenas ful osle
uoguciu posto em pralos limposcome;aram
as ms linguas a exercer o seu offlcio, e as
Jamnadas, mal se fallou em brancos e par-
dos, lembraram-se lugo da clironica de l'.i-
racat, havendo algumas que nfio podiam
tolerar o desembarace com que o r. Mello
Franco se denominava distinclo correligio-
nario do si mes un.
Os 1 ili.illins encolado pelo presidente pa-
ra mol) namento da fonts gazosa da Cam-
panha vfio ja prodozindo excellente resul-
tado, e fot bastante o corte de urna das
vollas do rio que passa perto della, e a lim-
poza do mosmo, pira dar-lbe um robaixa-
mento dequitro palmos, e deixar aquella
tora do alcance das inundices desto, como
ja se observou depuis de tres das de chuvas
cunseculivas. O resultado desse melhora
ment hoja de grande vantagem, porquau-
io nos annos anterioros, apenas lind tvu o
mu/, do sol "iibrn, (ralava 111 tolos do aban-
donar a fonle, cojas aguas sa inutilisavain
desJe o ri.ni'eo at o lim da estacoo chu-
vosa, quando presentemente anda no cor-
rente mez a agua conserva toda a sua forca,
e mesmo dzem algumas pessoss que ella
aprsenla agora maior quantidade de acido
carbnico. O commendador Carneiro San-
tiago, fazendeiro estabule -ido na visionan-
r;a da 1 mi', e que aciualmente se schs 11 s-
la capital foi quera minislrou-me estas 10-
formacOcs, que sfio para 1111111 de mutlo pe
so, nfio a pelo oaracter da pesaos a quem
as devo, como porque all esteve anda nos
pnmeiros das uo corrate mez,
O presiden^, alm de urna commissfio
que nomeou para dirigir os trabaltios, apro-
veitou o zelo e actividade do negociante
Luciano Laite Ribeiro, que all ae aehava
em uso desaguas, e lem sidoiocinsavel na
administracfio dos trabadlos encelados.
Ouco dizer que a presidencia J obtivera do
governo geral prum>*ssa de ser extrahida
com brovtdade urna das loteras conce li lar
pela assembla geral em beneflcio da mes-
ma ionio: oxal que assim acntela, por-
que com esse auxilio o a coosignaefio decre
tala pela assembia provincial minio se
poler faxer.
A eleicfio para a assembia provincial
que teve lugar no dii 7 do crreme be j
em grande garle conheci la tiesta capital,
onde temos noticia do resultado di rouuiSo
dalos da opposigilo. Apessr de que r> DU* vada no nosso paiz, quanlos homicidios n5
mero dos collegios do que anda nfio leMios sa podaran) evitar? O segundoJalsaneat
noticia seja quaai igual ao que Ib* remello, teve lugar no da 16 do crreme, e logo 7
las 9 horas da tnaohaa esteva a sala do tri
bunsl cheia da jurados e as galeras do eg"
pecladores.-que mostravam a maior S'iirr."
guidSo pela eomparecimentodo capji."
leo aecusado do haver aceitado o convite d
um sogro para ajuda-lo a assassinar .,,
genro, o que elTedivamente tlzeratn do m
do o mais brbaro possivel.
Depois deste sssassinato o mesmo rn
coinmetteuocrudelissmoattenUdodesa
parar do corpo de um infeliz os dous leti
culos, odabi Iheproveioo nome de can'
dor com que he conhecido. No da ir, i01
este infeliz condemna lo roorte, e no du
17 a 8 anoos de prisfio com trabalho, pe,,
crime da capacho. Creo que o jury nesti
mesma sessfio ter dejulgarmais rosdj
homicidio; em suaa mfios esta o Tazer coto
que os assassinos lemsm a puniefio e cohi-
ba m-se.
A seguranca de propriedade tambem lem
sido atacada por escravos fgidos que u
reunem em quilombos a pouca distancia da
cidade, e nfio se limitam j a devaslsros
qumtaes, senfio comecam a roubar as es-
iradas, como ha pouco dias acontecnua uin
viandante, dequem exlorquiram os gneros
comeslivois que levava. A topographia (|
lodo o districto desta cidade favoreca mais
doqueem outra qualquer partea reunan
dus escravos em quilombos, e desdo as
mais remolas eras he este um dos maiores
flagellos dos habitantes deste paiz, qne a-
lem das outras razes quejustifiusm a si.
fia le da repressfiu do trafico, tm oais
esta para odiaram o, e assim evitaremos
grandes prejuizos que sofTriam, co npran-
do por bom dinheiro escravos que bem pou-
co lempo Ibes paravam no poder, porquea
mais leve ameaca ora bastante para fug-
rem para o mato, onde o trabalho da mino-
raefio em alguma gruta e o furto Ihes davarr,
meios de por l flcarum, muitas vezes uor
luda a vida.
Para calcular-se a populacfio escrava des-
te municipio basta lembrar-sedo que dus;
o sabio viajante Augusto de Sainl-llilatre
na sua obra Poyare dais It Dislricl des i
mam, vol. I.o, pag. 58 A prtmeira cous
om que cuida umubreoom Tijuco (as.im
chamava-se esta cidade cm 1817;, quando
elle tem sabido ajunlar algum dinheiro, h;
comprar um escravo ; e tal he a vergontii
iiiherenie a cerlos trabalhos que, para pin-
tar a maior pobreza, so diz de um hom;ra
1. vi equo elle nfio tem quem Ihev buscit
una lu oa d'agua ou um foixe de lenliaa.
No lempo da presidencia do honrado nu-
rochal Andrea o numero dos quilombos foi
a um ponto tal, que o illuslre marechal or-
denuu a organisaefio de urna companhii
de pedestres, especialmente destinada para
bate-Ios, e composta de gente pralicaea-
destrada para semelhanle incumbencia,!
qual nfio fui dispensada do servirlo senfio
depois que os quilombos desapparecriram
completameule : actualmente me dtzem, e
os fados provam, que eslamos em peior es-
tado, etofosesperam queoExcm. presiden-
te da provincia, quo tintas provas tem dado
do multo hbil administrador, logo que
s .iba disto dar todas as providencias para
que cesse o actual estado de cousas,
A noticia dos triumphos incruentos di
Banda Oriental tem cnchido de jubilosos
amigos da i.u inundado, que vm 'Montevi-
deo libertada sem o derramamento de una
gota de sangue; tolos esperam que o ly-
ranno de Paleimo dcixar de reinar dicta-
toriamente, o-ile cortar a eibcya a qnB
Un! apiaz, com a mesma resignado com que
Oribe reudeu-se, embora as suas mamfesli-
edes bosiis. Se a poltica dominante mi
tivesse por tantos.outros ttulos inconlesla-
v I jus aoapradecimenlo de todos os bous
brasileiros, bastava a habilidade com que se
houve na quealfio do Rio da Prala para gran-
gear-lbo os maiores encomios.
A leitura dis convoncos celebradas cora 1
0 Estado Oriental encheiam-mede indizivel |
prazer, e nfio sei como possa haver um
merfuno que nosses tratados nfio voja
bem respailados os nteres,es do Brasil, do
Estado Oriental, do Paraguay, em urna pa-
lavra, os inleresses americanos. Aquelles
que agora vm o governo do maguani'uu
1 nnoiadnr do Brasil compromelter-se a ga-
rantir novainento a independencia ea intc-
gridade do Estado Oriental, e a eslabilid.ua
do seu governo legal, que digan onde csts-
i
28 Rodrigo Poruira Snares d'Albegaria
29 Dr. Jos Joaquim Ferreira da Vciga
30 Coronel Joaquim P. Vidigal de B.
31 Mauoel do Burros Araujo Silvoira
32 Ttiomaz Antonio Teixeira doCouveia 353
33 Dr. Honorio de Magalhaea Comes 352
34 Dr. Jofio dasChagas deAnlrade 345
35 Dr. Mauoel Alves Ferreira Prado 323
36 D. Mauoel J. Pinto de Vascoucellos 32
Vicente Jos de Figuoreio 31
Vigario llermogoiies Brunswik 305
Vigario Jos Podro de Bairos Mello 259
Corta particular.)
MINAS CERAES.
Ouro Preto, 31 de uezembro de 1851.
Os das santos do Nalal, entorpecondo a
actividade commerciale poltica desta trra
deixaram-me tambem iuteirainonte nini-
gua de nolicias.
Ha tres ou quatro das commefou a correr
por aqu o boslo de que S. M. I, pertendia no
00 presente vorfio honrara provincia da Mi-
nas com sui visita. Nfio sei de que fonle
procela esse boato, em que, se tenho algu-
ma uisposicfio para acreditar por conformar-
se com os incus desejos, nem por isso deiio
de ver-me contrariado por algumas duvidas ;
pois uenhuma commuuijaffio levo anda o
viudos pelo orreio que S M. no da 16 do
correte partir para Petropoles e entretan.
arenando to atuja aparece quom a!l mee quo o direciu
(Coria particular.)
Diamantini, 20 du dezembro do 1851.
No momento em quo lite escrevo estilo
quasi a complotar-se oito dias nos quaes
lema chuva cabido com mui poucas nter- va o fuudamento'com que se ij"ir"'oaYuro-
rupcoas. O hygrometro de Sausurre e o p> que o Brasil o que quera era a reoucor-
lliermomotro de Fahrenlioit, que acabo de poraefio desse estado, violaodo assim a lo
observar, marefio o pnraeiro 100 graos, c o devida ao tratado solemne que estipulava a
soguuJo 72, o quo ja nfio e pequeo grao sua creaefio e a defesa de sua independoo-
le calor para um paiz alpino como este, quo ca.
se eleva a 3,715 ps cima do nivel do mar, D,Kam aquo||e8 brasileiros que so tem
o onde tenho visto o mesmo thermometro, opposto irracionalmente nossa poltica es-
em alguns das- do anno, descer. a 44 graos, lerior, se, em vista desses tratados delnili-
A eslaefio vai sou curso admiraveloeute, e vos, que tflo ventajosamente deciden, as in-
nfio ha espectculo man encantador nem lerminaveis questOes de limiles, iflo preju-
nats potica do que o da natureza desles lu- diciaes aos nossos irinfios do Rio Grande uo
gares.ondepresentomonteo alegre vecejar sul o a todo o imperio, digam elles se ss
de urna vegetarlo peculiar contrasta com o nossas importantes provincias do Rio Gran-
aspcto sombro das montanhas de Itacolo- de e Malo-Crosso sinda licam sojeitasaser
mitos, quo circumdfio esta cidade, eomo que absorvidas com o Estado Oriental e o Para-
dostinadas pira entrinclieira-la contra os o- gu.y pelo lyranno que quera forca asse-
taques de fobro amaralla, o dessas outras nhorear-se ds America do Sul...
\
epido nias mortferas que bem vetas tem de-
01 ni 1 i-i as p.i;iiii icios do litoral.
Se por toda a parte do imperio o calor o a
humidadotiverem sido igualmente favora-
veis, pudo-se desde jp contar que o thesouro
11.11 mal regorgitara em ojro, ndependen-
tementa da irn juinda lo publica, do incre-
mento cotnmerctal e dos clculos finsneeiros
do hbil estadista, e quem S. M. Imperial
conou a administsacfio da fazonda, visto
como moJerna nenie se achuu que o calor e
Basta por buje
(Caraparliciilor.)
(Jo/nal do Commorcio.J
?ENAMBUC0
l
Reparligo da Polica.
PARTE DO DA 12 DE JANEIRODE 1852.
Forom presos : ordem do juiz muntci-
humildadesfio a umea causa do progressi- Pal da primeira vara deste termo Joaquim
vo augmento das nossas rendas 1 Gumes de Amorim, vindo do termo do Cabo
Com o mais profundo sentimento tenho Para cumprir sentenca; ordem do subde-
do annunciar-lhe que a seguranza indivi- legado da freguezia de Santo Antonio, o
dual te n ltimamente solTrida baslante nos- ur8to Jos escravo de D. Maris Francisca do
te municipio: as autoridades velam por ella, Almeida, a requisicfio de sua senhora ; e
esforcam-se pela prisfio dos delinquentes, dosubdelegado da freguezia de S, Jus, u
mas nem sempre he possivel effectuaJIa com Prct0 Tnoinaz Ventura dos Aujos por de-
a pouca fortja quo tem a sua disposicSo, e aordem.
quo sem duvida ser augmentada logo que delegado de polica do termo de Flores
ao Exm. governo da provincia chegue a no- em oflicio do prmeiro do corronte me com-
licia dos ultimosassassinitos horrorosos que municou que no dia 3 de dezembro proxi-
temos de lamentar. 'no passado 110 lugar denominado Estrello,
Nfio hei de ser eu quem negu quo a impu- 'era assassinsdo com um tiro AnlorHoJoa-
nidade que se observa geralmente na nossa 4"im da Silva, e quo se acha preso Itidro
ierra muito acoroca somelhanles atienta- Jos da Silva por ser inJigitado como aulor
dos mas sou forjado a fazer juslica aojury, des'e attenlado.
que se acha agura funcionando nesta cidade, O delegado do tormo do Ouricury tam-
il qual tem af aqu julgado doua critnes de em mo communicou em ollicios de 6e 17
homicidio, e a meu ver do modo como dere- !e dezembro ullmo, que o subdelegado da
ra ler julgado. Opilmeiro desles julgamen- 're8uozia do Ex, mandando prender no da
tos teve lugar no da em que aqu chegfiram 2,9 novembro ao desertor da provincia do
os ^ornoesdocomwercioem que vem estampa- <;e>, Manoel de tal, conhecido por llanoel
das as discussoes6obreojulgam)iito do leo su'Jdo, este resistir a patrulha e ferio
cosido do assassinato do Italiano Emilio cam um ptinhal ao respectivo Cabo Manoel
Anselmi, e sa o jury da corte enlendeu que "odrigoea Lima, que se acha em porigo de
Frede ico Rese nfio tinha outro meio meos v>da, podendo-se aquello evadir sem que
prejudicial para livrar-se do nervoso braco foase preso; e bem assim, que, por partici-
Je Emilio Anselmi, senfio as tres balas que Paco do dito subdelegado Ihe constara qua
Ibe encaxou 110 crneo, com s lirada razfio, Thomaz llodrgues do Souza Lacerda fura
eiitenlouo jury da Diamantina que o reo lovementeferido em consequencia de dous
aecusado pola juslica nfio tinha meio menos tiros que solTrera em um lugar junto da-
prejudicial para livrar-sedo seu adversario, fluella povoacSo, entre o sitio Catle e Ca-
que para elle marebou oom um punhal fei- ra(jlba^________
s facada com que o mandou
icoros sobre ss farinbas] Era ums invaslui-
de vanda-los que aos gritos de Viva a libar- dos 25 collegios, cuja votaco inclusa Ihe
dadel reJuiiam miseria centenas do fu- remello, e uao s aprsenla o nona da 36
inilias [deputados, como os de 8 supplantas todos
Boltvia eslava outra vezsob o rgimen da Igoveroistas, mais votados do quo os caodi-
to, senfio u n
amanhecer no outro mundo.
Abi a constituido americana vsleu para
quo o teo fosse absolvido pelo uso da pis-
tola de seis canos; aqu a caria de lei de 25
do oulubrode 1831, 3.*, valeu para quo
fas- o o reo conde meado pelo uso som lican-
ca da faca de pona e, meu amigo, se es- os jornaes do Rio de Janeiro Icancam a 14
la carta de lei fosse religiosamente obser- -do correte, e os da Baha a 17.
DIARIO DE PBBPiAHBUCO.
REC IFE, 20 DE JANEIRO DE 1852.
Eulrou hojo do Sul o vopor inglez Severn.
MUTILADO


*m
t
t
,
A hora sdiantads, em que os recebemos,
nos no perviltem dar com mlnuciosidade
ai importantes noticias do llio da l'rata,
aendo-tos apenas permettido o seguinte es-
boco :
As dalas de Montivideo, que aecusa o Jir-
nal do eommrcio chega a 6 do correte e aa
de Uueuos-Ayres i
O general fjrquWa j se achava em Santa
IV com quasi lodo o sou ezereito, sendo lo-
go alii eslabelecido um governo provisorio,
, cujo cliefe he Domingo Crespo, aem a
meuor opposic&o dos habitantes, o com a
adhezlo da meima guarnido da praoa.
A divizlo imperial, de que he chafe o Sr.
brlgadeiro Manoel Marques de Sorna, teo-
do chegado no dia 19 do paasado no Dia-
mante, ponto designado por aquelle gene-
ral para a rauniaoe psssagem do tolas ai
forca alliadas, vollou no dia primeiro do
crrante para o Hosario, onde estabeleceu
elle o seu quartel general, despondo-se s
marchar com celeridade sobre Buenos-Ay-
res.
llosas continuava| a concentrar as suas
torgas nos Sanios lugares, sendo ainia por
elle ignorados atoo dia os importantes
successoa occorridos em Santa l'. As de-
fecges naa lorgos do dictador coiueQavam
em grande escala.
Urna accSo reohida leve lugar no dia 17
dopsssado, no passo do Touclero, enire a
divisSo da esqusdra imperial ao commando
do chefe Greenfeli, a que conduzia a primei-
ra expedi;3o das lupas imperiaes, e a forr;a
do general Mencilla all estencionada. Du-
rou o fugo mais de urna bora, reiullsndo
dellsa perda de qalro pravas da esquadra,
e o ferirnento de tres, leudo os vasos soffri-
do apenaa, insignificantes avarias; o para o
inimigo a perd de 8 dos seus e o ferimeu-
to de 19 ou 20.
Renava a paz no Estado Oriental, o a agi-
la$3o eleiloral nSO praduzio as consequen-
cas, que se podlam receiir.
OSr. conselhi'iro Ciroeiro LeiSo perma-
neca em Montevideo.
Em o prximo numero diremos aos lei-
lores por extenso o complemento deslas
noticias,
Na corle foi executada no dia 13 do cor-
rente, a sentenga de pena ultima imposta
aooscravoJos, que assassinara seu senbor,
i> -i- Augusto Cysneiro.
o Sr. I). Joaquim Suares, presidente da
repblica nn nial do Uruguay, foi conde-
corado por S. M olmperador com a grSa-cruz
daordem de Cristo.
Da IIj.iia nada ba que se possa mencio-
nar. _______________________
L. < i 1- i i m.i i.m i iu- i n i ~g
Pococtk, ll>'riqnoCu"nnood, com 1 criado, Marlflllto C l'ar.
Ed-iina Paulo Senral, com 9 fllhos, Fran- Segueam pouMi dl por ter miior par.
cisco Antonio Picol, Nicolao CeorgeFell.p-tedl%,rg, ;nMjidit 0Y,igllt e80UOiCra-
r'j i,j ji |cioss:para o restante e passageiros, para
..,..c offerece ptimas acommodecOes ,
Par e portes Intermedios vapor brasilei-
ro S Salvador, commandante o primeiro
tenente Coutinho. Passageiros, Francis-
co Bento de Santa Florencia e 1 escravo ,
fre Lourengo da Divina Pastora, SebaaliSo
Jos da Silva Quintanilha e 1 escavo, Ma-
noel Rodrigues de Almeida, Gabriel Son-
re Raplo da Cmara, capilSo Antonio
Dnrnellas Csmin.
Canal pela Parahiba --brigue inglez James
!.i ~k me, capullo Tilo na- Kirie, em lastro.
(isquars .
Irala-secom o consignatario Jos Baptista
da Fonsica Jnior, na ra do Vigario n. 93,
ou com o capitSo na pracji
Para o llio de Janeiro sahe
quarta feira ai do corrente o
patncho brasileiro Margarida, ca-
pit3o Florencio Francisco Mar-
ques, pode receber algumas miu-
Porto -- toaroa' portngueza Flor da M.ia, ca- dezas, passageiros e escra vos a lre-
piSoJos dcAzevedo Canirio, carga-te, para os quaes tem commodos
sucare algodSo. I'assageiro, Anlonio Co-i ','. i t,
suliicientes: trata -se com Luiz Jo-
s de Sa Araujo, na ra da Gru
n. 33.
-- Para o Rio de Janeiro pretende seguia
Pola adminstneflo do correio so faz publi- com hrevidade o brigue brasileiro Animo,
mes de Miranda Loil.
i<;ihtai&>.
co para conhecimonto dequem convier,-
circular da directora geral dos corroios
sbaixo transcriptas.
Fique V. S. na intelligencia, que d'ora em
diante as cartas segures dirigidas s essa ad-
ministrado, serSo entregues na caga, delle,
e nao mandadas aos domicilios. E para que
as pessoasa quem partencarem possa m pro,
cura-las, V. S. logo que cliegar qualquer
carta segura, far um pequouo aviso em
um oitavo de papel do modo seguinte : O ci doOliveira.
capililo Domingos Antonio de Azevedo:
quem no mesmo quizer carrejar, ir de pae-
sagem, ou embarcar escravos, pode eolen-
der-se com o mesmo capitSo ou com Lu?
Jos de S Araujo : na ra da Cruz n. 33.
- Para Lisboa sahe com toda a hrevidade
o brigue brasileiro Mariana, capillo Jos da
Cuuha Jnior: quem no mesmo quizer car-
regar ou ir de passagem, pode fallar com o
dito capitSo na praca, ou com Manoel Igna-
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
ii.....hu 'nio do dia 90.
Para o Llio de Janeiro, se-
gu em muito poucos das, por ter
engajada a m lior parte do seu car-
regamento a sumaca hrasileira
Santo Antonio, nova e de supe-
rior marcha, para o resto passa-
geiros e escravos a frete offere-
cendo a estes o melhoragasalho :
trata-secom os consignatarios Ma-
chado & L'inheiro, na ra do Vi-
gario n. ig, segundo andar, ou
de 16 do corrente mez declara pelo presen- com ocapilo Jos de Campos Ma-
le edital aos ca pitaes, donos, e consgnala- .n,s ..
ros de todo e qualquer navio, que liquein
na intelligencia de que nSo devem desem-
barcar de bordo de seus navios doentes al-
gn* (je febre amarella, ou de qualquer mi-
tra doeng epidmica, eso poderse- os mes-
mos doentes ser levados para a ilDa do
Pina, sendo ali tratados a cuita do navio;
para o que se devero entender comigo
capitSo do porto, com o inspector d'alfan-
dega e com o provedor da saude.
Capitanii do porlo de Pernimbuco, 19
Sr. F. tem no correio urna cirta segura viu-
da de tal lugar Kslo aviso sera, entregue
no domicilio da pessoa a quem foi dirigida
a carta para que a possa reclamar. Nesta
disposigSo nao fleam comprehendidos os
segU'os dirigidos as luthori lides publicas,
porque esses continuara a ser enviados como
t agora. Ser conveniente que osla dis-
posi{8o seja publicada pelos jornaes. Deus
guarde a V. S. directora geral dos correios
9 de Janeiro do 1859. Dr. Thomaz Jos
Pinto Ssrqueira, Sr. a Imimstrador do cor-
reio de Pernambuco. 0 admioistrador.
Antonio Jos Gomes do Correio.
-- O capitSo do porto desta Provincia, em
virtude da urdam do Exm. Sr. Presidente
lililes, na praca.
Para o Aracaty.
S'gue em poucos das, o hiate Capibar-
be, pregado e eiicavilliaJo de cobre : para o
resto da carga, trata-so na ra do Vigario
n. 5.
Leilao.
Discarregam hoie 91 di Janeiro.
Brigue americano -- Victorino -- bacalho.
Barca ingleza Rendisr mercadorias.
liiiporluniV
Vapor brasileiro S. Salvador, vindo dos
portusdo Norte,consignado a agencia, ina-
nifestnu o seguinte:
1 caixSo ; a Joo Tlaguetl.
2dilos encunniondas; a ordem.
1 embrulho ditas; a Jos Francisco de
Paiva
I dito ditas; a Fortunato Correir de lla-
nezas.
1 ciixa de follia ditas; a Canudo Leal
Ferroira.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dia 1 a 19 .45:701,038
dem do dia '1'
3:904,520 de Janeiro de 1852.
Rodrigo 'l ha* loro de t'reilat, capilSo do P.
i Ll
O corretorMigunl Carneiro, ftra leilSn
no dia quinta-feira 22 do 'corrento as 10 ho-
ras da naiih.t i no seu armasem na ra do
Trapiche n. 40 de diversos trastes rovos, e
! uzsdos, louca, vi Iros, lustres, candieiros,
_____quadros com estampas, selins, relogio*, pis-
-- Pola subdelegacia de S. Jos do Uecife,:lull,s "Iros mullos ohjectos ; assim como
foi aprehoodido um carneiro mocho, de cor ao mel dl eo> Pnto ira a leilo urnas cai-
parda, bastante gordo, encontrado as ras x,s com queijos londrinos, e oito bsrricas
desta freguezia sem desuno : quom for seu con^a^linado^
legitimo don.), comprela para llie ser en- Bwssw^^
Declarafes.
trege. Subdelegada do S Jos do Recife
20 de Janeiro de 1852. O subdelogado.
Francisco Baptista de Almeida.
- Do ordem do lilm. Sr. director geral da
Avisos diversos.
Aos Srs. d'engenho.
A. e E de Mornay tendo ohlido um privi-
Instrueclopublu.laeokabe.a quom con-,, iO0IcllHvo noJimp,r do Bxil para
v.er, que ten lo fallecido o prolessor d ins-1 da da SU1 nvencSo, tem autori-
truccaoelemen lardo segundo grao da fre-1 ,, as mJ^'at Srs. Rolhe
guesia da S da dada do Olinda, e cons- ., Pernambuco, os Sri. Johnson
ao.........5:169-i9 ando om.lmenio, que o respectivo ubs- ialby & CoB,Bini, ,, Baii, e o Sr. Ro-
;;."";." l"Ul",a '"cado o dlrellu de >" k > rran<\n,nhet0 d arsenal di
propietario dessa cadeira. esta ella posta. io j Jinej ro> aone s,3
,a n'-ncuiao com o prano de 30 das, cunta-1.4,
dos deslavarla.
Directora g mi da instrucQilo publica, 17
de Janeiro de 1852.Candido Eustaquio
Cesar de Mello, amanuense archivista.
--Por ordem do Sr director interino faco
publico que na confortnidade do ait. 13do;
50 870,217
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1 a 19..
dem do da 20......
1:759.775
514,311
2:274,116
1 \|)i)i(:ic;iii.
Cans com escala pela Parahiba, brigue
inglez Jane Cerskene, de 332 touelladas ,
conduzio o seguinte : 600 saceos com
3000 arrobas de assucar.
Lisboa, brigue portuguez Tafojol,, con-
duzio oseguinte: 3261 ssccos o 105 bar-
ricas com 17103 arrobas o 25 libras dn as-
sucar, tIOsaccascom 665 arrobas.e 8 libras
de algodlo, 268 meios de vaqueta, 100 oou-
i'is salgados com 3017 libras, 2000 cocos,
200 pedacos de podra de m, e 1 o .ix i bor-
botlas
RECEBED0IUA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
lien lmenlo iln dia 20..... 627,108
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 20. 1.-985,161
RIO-DE-JANEIllO.
CAMBIOS NOD1A l3 1)1: JANEIRO.
Lundrea 27 a 27 lild. estril, por. 1/n.
Pars. 350a90d|v
Lisboa 90 por cento de premio.
Ilaiiiburgo. 645 por marco banco.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
Mclaea.Oncaahespanhlai. 31/800 a 32/0001
da patria .
Peca de 6/101), velhai.
n Slodas de 4/000 .
- Pcaoi hcipanhca .
< da patria. .
Patacdcs ....
ApulicL'i de 6 por cento. .
provinciaes
'd'engenho roceheram lo las as informacGes
a respailo. Estas moendas sSo mii.s simules
(loqueas ordinarias, tem dous cylindros
grandes e dous de pequeo dimetro e t' a
balham sem virola, ellas expromum mais o
' bagasso quo apezar de estar tilo forlemente
puuin ,n.c,urariiiuiii.,i, au, d se conserva mais inteiro. S.lu
rcgulamentode 12 ue man. do auno p Hado rabPrica,,as do ferro de super,or qualld.de
.b,r-se-ha. matricula dasaul.s do l.yco (|fl ra f ^
no dia 15 do crrenlo, e ser eucerrada no
ultimo deste mesmo inez, exceptu da de
Latim. Lyceu 2 de Janeiro de 1852. O
amanuense,llermenegildo;Marcellino de Mi-
randa.
TUEATRO DES IZ\BEL.
Por se achar constipada e bastante rouca
a Sra. D. Maria da Gloria nSo pode ter lugar
o espectculo anuunciado para hoje e lica
transferido para sabbado 24 do crtente.
lili:VFIII! DE APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbado, 24 de Janeiro de 1852.
Em beneficio do actor francisco
de Salles Guimaraes e Gunha.
Depoia de urna e-colhi la ouvertura su-
31/soo a 32/000 bira a scena pela primeira vez neste theatro
urna molala da nome Paula, de idsde de 95
anuos pouco mais ou menos, com os sig-
naos aeguintes: estatura alta, bem dis-
posti, cabellos cecinados, deoor no muilo
clara, chela do corpo, roato redondo, tem
uns pannos ns pello do pesclo, snda oalca-
da, e fuglo do Passo de Camaragibe (provin-
cia das Alagoaa^ em selerabro de 1848 sedu-
vi la por um cauoeira>Cosni Duirte Ribei-
ro, filiio da Parahiba, foi visto em caminlio
por trra para esta cidade onde se occul-
tou, e devem ter estado em Ponas de Pe-
dral perto de Coianna, porm talvez tenhi
hido para a Parahiba ou Ceara ; ella be li-
lil do Cururipe donde foi veuda a um su-
geito do Porto Calvo : rogs-se a todas as au-
thorida les policioes s mandnii capturar e a
ii' o. llain para esta cidade a ser entregue
ao dono da meama Antonio Leal de Rirros,
que sa ach morando na ra do Vigario,
D. Umhelina Wanlerley Peixoto, pro-
fessora d'sula particular da ra da Cadeia
de Santo Antonio nos'gundo andar do so-
brado n. 14 da esquina, aviss so respeitsvel
publico que. os excrcicios de sus aula co-
mecaram no dia 7 do corrente mez, admitte
alumnas pensionistas, meias pensionistas, e
exlernas; cusma ler, escrever, as didnl-
cOes de arithmetica e as quatro opera;0es
em tiumeros ii>teiros,grsmmalica portugue-
za, doutrina rhrislfia, co/t, bordar de to-
das as qulidades at de bur, lavarinto,
margar, emflm todas as mais prendas pro-
priasdosexo. A aiiuuncianlo lenibra o seu
estahelecimenlo aos senbores pais de fami-
'ias residentes fra da cidade. assoverando
aos que quizerem ronliir suas lllhas aos
cuidados da annunciante, que auas lilhas
receberflo da annunciante eJucac3o e os
mesmos desvelos, que cada urna recebo no
seio de suas familias. Posto que o methodo
adoptado pela annunciante proscreva o cas-
ligo de palmatoa las, todavia pelo lado do
amor proprio e do pudor sSo as meninas re-
primidas o obrigadas a aspirarem certas
honras concedidas aquellas alumnas que
mais se applicarem nos seus cstudos, os
senhores pais de familias que. quizerem ma-
tricular suas lilhas podem mandar buscar
os estatutus om casa da annunciante.
(Juem annunciou queror urna obra de
geometra e trigonometra de Le-Croix, ap-
pareca as Cinco Ponas n. 23.
Iler llritanic Majestys cunsul hereby gi-
ves notice to the British residenls that a
Public Meeting wille be held al tne British
consulale under the provisions of llio act of
Parliatnenl 6. Geo : 4 Cap : 87, al 12 oclock
on Thursday the 2 qth insl: por purposes
connected woth Ib*l act.
Banco il Pernambuco.
A directo do banco tendo em considera-
rnc.io os pedidos que slgumas pessoas desta
provincia louhSo feto para se liie reservar
algumas aefles que quero assigoar.tomou
a re.soiuc.lo de reservar um pequeo numero
de acc i s para eslss pessoas que convida a
vir assignar no cscriptorio do Sr. Manoel
Gon;alves de Seuza at o dia 31 do corrente
mez de Janeiro fechando-se nesse dia asas-
signaturas por todo o capital effectivo do
Banco por haver pessoas que querem to-
mar o reslanti que nesse dia houver.
-- D. llosa Feliciana GalvSo scienlilica a to-
dasas pessoasdesta prai;a queoSr. Jos Fran-
cisco Galvo deixou de ter ingorencia em
seus negocios pelo que nao podera comprar
mais em nomo da annuncianto e nem cobrar
dividas, sendo que ella pede aos senhores
commerciantes do Trapiche para com quen.
ella o debitir dignem-se de lho tirar suas
cuntas para seren conforidas dentro da troz
dias pelos seus livros peranta seu caixeiro
Jos Fernandas da Costa Torres e quem suas
vozes fizer, olla lem autorisado ao mesmo
- ,i caixeiro para comprar os gneros preci-
l^ pira sua laverna sits no puteo da Ribei-
En abaixo assignado aviso ao Sr. Car-
los ll-rl st-r, que quando de hnje 8 8 dias
elle nilo mande buscar umserrote que entre-
gou para conserlar, ja hi 5 mezes quo a
mesmo ser vendido por conta Melle.
Chriilovtlo Broger.
~ Precisa-se de 600,000 rs.. o d-se de ga-
mesmo senhor de engenho primeirss lat-
irs, grammatica poitugueza, arimetca e
franco/: quem do seu prestimo se quizer
utilisar, snnuncie.
Madama Houticr modista francesa
Rua-Novan. 58-.
Participa ao respailavel publico e princi-
palmente a seus fr.':u./c. quetemcmsua
lojaum lindo sorlfmento do fazendas fran-
cezis eludo quenS da mais moderno em
Pars; ricos chapeos de seda de todas as
cores, dito de patita d'ltalia abarlo, muito
honilos chapeosinhos do seds e de pallia re
dondos para meninos e meninas de 0V1 a
sais anuos, com abas largas de lindosen-
fetesede todas as cores ; um lindo sorli-
mento de trancas o franjas tanto prrtas. co-
mo de cores; capellas de flores muito ricas
o modernas ; um grinde soilimenlo de
filos de todas as quilidides ; muito linios
manteletes do fil preto; chales, msnlas,
manteletes e capotilhos de seda do melhor
goslo ; chamelote preto; Alores linas, man-
guitos do blco psra senhoras o mais mo-
derno gosto, setim, tlelas de todas as co-
res, plumas de crese brancas para enfeile,
atacadores para bolins de senhor, ricas lu-
yas de pelica para senhora e senhor, luvas
p ras para seno/ara, bicos de liuho verda-
deiro, ricas romeiras bordadas, ricos tou
cados de senriora para bailes ou thealro,
chapeos do muntaria, leucinhos de seda, li-
tas de veludo para punhos e pescofO, de ve-
ludo preto, lencos do Cambraia pira senho-
rs, flores e ramos de flor de laranja; na
mesnia luja fazem-so vestidos de casameu-
to, de baptisado, locas de menino e de se-
nhora, cipoiinhus de tudas as qualidides,
com peifeicSo e prego commodo recben-
se todos os mezes ligurinos modernos, que
Impresta a seus freguezes.
--0 auctoidoannucio inserto no Diario n.
13 de 17 do crrenlo, pedindo que Joaquim
Jos de Mello Jnior snnuncie a sus mora-
da pira lho ser entregue urna carta; quei-
ra dingir-se ra do. Vigario n. 33.
No dia 23 do corrente se bade arrema-
tar em hasta publica do Dr. j ns de Direito
do civel da primeira vara, um escravo, por
execucOes do Antonio ds Costa R"go Moo-
teiro e outros a-dores contra casa fallidi
de Lenoir Pugel & Companhia, para paga-
mento do que os mesmos credores paga-
ram por aquella casa a fazenda nacional.
<33>f$9o O> 5 C'arros. O
Q O
rt Alborto Prevost segeiro tem a hon- X
q ra de prevenir ao respeitivel publico S
? queestibeleceu-se no becco do Tam- a
bia dofronte do chafariz da pra;a da
O
18/000
9/1)00
1/IOO
1/890
1/9 tiO
931/2
93
a 1/900
CAHlleS
Londres. .
Pars ....
Ilainbui'go ,
Liaba. a
(Jornal do Oommtrcio)
DADA.
NO II.* 1" DE JlSEinO.
.....2H3i4a29
.....328 o fr.
.....lil.'i o marco.
90 por c.
metics. Dobrdei hcspaubei. aSaTliOO
> mexicanos .... isgOOO
l'ecaa de 6/100 ... 16/000
I Moda de 4/000.....OijUUO
Pataces braaileiroi. 1/920
I Acjcs do banco .... .6 por centn,
(tierrcio Jfarcali.)
I I ^MfW
Muvimento do porlo.
[lavios entrados no dia 20.
Toira Nova31 dias, brigue americano Vic-
torino, de 239 tonelladas, cipitSoGeorge
F. Uimvn, oquipagem 10, carga bacalho;
a Deane Youllo & Companhia.
llio de Janeiro 41 dias, patacho brasilei-
ro Conllanca, de -107 tonelladas, mestre
Izidono Jos Baptista, equipagem9, car-
ga varios gneros; a Novaus et Companhia.
liha de Maio -- 21 dias, barca suci walter,
de 299 tonelladas, capillo diarios Nor-
clies, equipagem 14, om lastto : ao ca-
pilSo.
Rio de Janeiro e Baha 6 dias, vapor inglez
Severn, commandante Vencent. Passagei-
ros, Depulado Domingos de Souza Lado,
com sua senhora e 2 cria los, O. G. Adam-
son, Josquim do Reg Barros Peaaoi, An-
tonio da Silva Pessoa, Bernsrdo Domin-
gues da Silva Araujo, Bernirdino Gomes
de Carv.llio, Jos Eugenio da Costa Paiva,
Manuel Rodrigues Pereira da Cunha, Joa-
quim Chicla, Pedro Escoccia Cabaleiro e
1 criado, o V.xm. Antonio Jos Lisboa, com
mu si-i hura, i lilinis c ;i ciiadus, Uriaite,
Julio Cessr de Souza, Padre Antonio Car-
ios Peres dos Santos, Turibio Peres de Al-
meida Lopes, Joi Antonio Pereira Sarze-
dillo, Antonio Texeira dos Sintos Morses,
Francisco Mirtins Vidal, com sua senhora,
Manoel Jos Pereira de Arao|o, Antonio
Mirtns de Oliveira, com 1 criado Francisco
Alberto dos Santoa, Cacoly, Wfibble, Jos
Silveira do Pillar, Maria Theresa Mlnel, C,
o bello drama
A Gargalhada.
Personagens e actores.
Andr o senhor GuimarSes.
Estcvilo -- o senhor Cuss.
Bernardo o senhor Cyrillo.
Dr. Leclerk o senhor Senns.
Leopoldo o senhor Amodo.
Adelle--a senhora D. Loopoldina.
Mino. L,grange a senhora D. Joinns.
Magdalena a senhora D. Soledade.
Um criado o senhor Caetano.
Findo que soja este drama, seguir-se-ha
a represenlscSo do excellenta drama em 3
actos
O Gego e a Lckora.
Personagens e actores.
O capilSo SirCohrigd, o ceg -oSr. Senna.
Claclwon osenhor Cyrillo.
Arthur -- o senhor Amodo.
E Igar o senhor Jorge.
Tony o senhor Santa Roza.
LadyGerald" a senhora D. Joanns.
Carolina a aenhora h. Leopoldina.
Varios rapazes catadores amigos de Arthur,
criados, ele.
O heneliciado quem o publico Ilustrado
tem dado provas de estima e aympathia, es-
pera que o seu espectaouio seja acceito be-
nignamente, pelo que daidej protesta um
puro e eterno agradecimento.
Principiar as 8 horas.
Avisos martimos.
~ Para o Porto, satura impreterivelmon-
te no dia 4 de fevereiro, a birca Espirito
Santo, capitSo JoSo Carlos Teixeira, tem
bous commudos e excedente trata monto :
para passageiros e o resto da carga, trata-se
na ra do Vigario o. 11, ou com o capilSo a
bordo.
Para Lisboa com brevidade o brigue
portuguez Laia de que be espitan) Jos de
Abreu, psra o resto da carga er passageiros
para o que tem os melhores commodos i a
fular com o mesmo capuao na praca do com-
mercio ,ou cora Francisco Severioo (tabello
& filho.
Segu viagem impreterivelmente no
dia 25 do corrente, para o Rio Grande do
Sul, o brigue oscuna 5. Joo Vencedor, capi-
lSo Jos da Silva Noves, recebe carga e es-
cravos a frete ; a fallar com Joto Francis-
co da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
doura.
No dia 18 deabril de 1851 desappare-
ceu o escravo de.....; i o, de nomo Joto, ida-
de que representa ter 30 a 40 aonos, cor
bem preta, seco do corpo, todos os dentes
da frente, muito regrisla, e cambado das
pernas, este escravo foi da Sra. I). Fran-
cisca, morado-a no Rio Formoso passou ao
Sr. corone! Lemenha e depois ao Sr coronel
Juaquim Bernardode Figueredo e ltima-
mente ao Sr. Jos Alves Guorra a qoe o abai-
xo assignadop comprou, e butandu-se em
cass de corrlor de esersvos Figueredo,
morador na rita dis Crues n. 92 de l do-
desippareceu o at opresenle nenhuma no-
ticia tem o adaixo assignado do seu escravo;
he por isso que o abaixo assignado roga
todas as authoridado* policiaes tanto desta
praca como do mato a aprehencSo do dito
escravo, eso alguma pessoa particular der
noticia do dito eserivo sor bem recom-
pensado, dirigindo-se a ra di Guian. 6
o abaixo assignado protesta contra quem
liver oceulto o seu escravo assim como to-
dos os das de servido.
Joiio Antonio Marques.
Dasapparecau no dia 11 de Janeiro um
escravo por nome Catolar, apparecou no
mesmo dia pelas 9 horss da manhSa e tor-
nouasahir, levou vealidn calca de eaze-
mira azul escura, camisa de algodSozinho
om corpado, he de estatura regular, he ca-
no-irado porto da ra Nuva, leu as mSos
grossas e cheias de barrugas, nariz groco,
he quebrado: quemo pegar dirija-se a ra
da Concordia cass de seu senhor n. 9 de
Jos Francisco da Costa, oh na rui dos
Quarteis depolicis n. 22 que ser bem re-
compensado
Aul un i Jos Ribeiro Bistos, remete
para o Rio de Janeiro o sou escravo crioulo
de noma Jos.
Antonio Jos Hibelio Bastos embarca
para o Rio de Janeiro sus escrava crioula
joanna.
Os abaixo assignados, consignatarios
do brigue Inglez < Tathez Matthew a entra-
do de Londre no correcto mez, pedem a
quem for dono de 3 gigos com garrafas, 3
cusas com casoa de pao e 1 dita com
oleo de ligado de bacalho ; tudo com a
marca Z e embarcado por L. Zuliani, de se
entender com elles para se cobrar o frete
na ra do Trapiche n. 19. Le Bretn
Schramm & Companhia.
O abaixo assignado, lembrando que
aeus sntecesores sempro festejsvam a N. Se-
nhora d'Assumpcfio, na imperial capaila da
Estancia do mestre de campos Manriques
Das, quecom a sus corporacSo alcansoua
victons no seu da contra os hollandezes;
o abaixo assignado scientifica a todos os de-
votos da [ursina Sra. que continuando no
mesmo costume pretende no da 3 de feve-
reiro p. futuro, fazer a mesraa recordar/Jo
nSo com toda pompa como merece e deve;
mas com aquells docencia religiosa como
forpossivel; opregador he o muilo Rvm.
provincial de N. Senhora do Carmo Frei
Lino, la vespora depois da misss, tem de
benzer-se um painel da mesma Sra. que
deve cobriro throno aobre o respaldo da
(apella mor. Esta benrjSo deve ser com toda
descencia depois da miesa que ser as 5 ho-
ras, para a qual roga-se aos Srs. devotos
presenles.qua sa dignem assistir este acto, e
bem assim os seuscompsoheiros nm armas,
Manriques. Francisco Jos de Mello.
50,000 rs. de gratiflcacSo. disas planta cues, sejsm quaes from;eol
A quem pegar ou descobrir onde so acha mesmo se obrigara a eosmar aos lilhosdo]
rantir una hypotheca em urna casa terrea
nesta cidade : quem quizer esle negucio an-
nuncie.
Aluga-se a padaria nova do Mangui-
nha.com todos os seus pertobces : qmm a
pretendor, dinja-se a cisa junio a mesma ,
que achara com quem tratar.
Precisa-se alugar urna preta captiva,
ou furra, que fag todo servico de urna ca-
sa de pouca familia, profarindo-sa captiva,
paga-se bem : na prac i da Independencia n.
22, se dir quom a pretenJe.
Precisa-se slugar urna escrava, para al-
guns servidos de casa, anda mesmo n3o si-
bendo cozinbar e engommar na ra do
Caldoroiro n. 44.
Oflereco-se um moco para cobranci. a-
qui dentro da cidade, ou mesmo para fon,
o qual d fiador a sua conducta : na ra das
Cruzes, venda n. 1, quo volta para o hospi-
tal deS. Francisco.
OSr. Bento Candido Botelho de Azeve-
do, tom cartas no escriplo'io de JoSo Fran-
cisco ds Cruz, na ra da Cruz n 7.
Quem precisir alugar um moleque do
bons costumes o fiel, para servico : a tratar
na ra do Vigario n. 18, segundo andar.
Koga-se ao Sr. Haymundo
Jos Pereira Bello : queira com-
parscer na ra do Queimado n.36.
Antonio Jos Ribeiro Basto, embarca
pira o Rio do Janeiro, o seu escravo Ludu-
vico, creoulo.
Antonio Jos Ribeiro Basto, embirca
psra o Rio da Janeiro, os seus escravos de
n i nes, Justino, com idalo de 22 anuos, o
Clara, parda, de 20 anuos de talo.
-- As pessoas qua forem credoras do Dr.
Ilugolino Ayres de Freitas o Alliuquerque,
quairam-se entender a respeito com o Dr
Witruvio nesls typographia.ou em sua casi.
O Sr. Jos Mana Ribero, acadmico,
tem carta, na ra do Trapiche n.36, casa
de M. D. Rodrigues.
. O Sr. Francisco Antonio Msrtios de
Miranda, que teve armaze.ii de carne, na
ra da Praia n. 38, e agora se mu Ion para
o Rio For nozo, queira mandar, ou ir entre-
gar ascnavos do dito armszem a seu dono,
bem como pagar o aluguel que flcou deven
do, e os oovos impostos; na certeza de que
em quanlo o nSo flzer, est o alugdet cor-
rendo por sua conta.
Jos Francisco da Silvoira Souto, na-
tural da provincia do Ceir, vai a Europa
por molestis.
i'r. cisa-so de lima escrava para o ser-
vico externo do coflegio des orphSas : os
preten lentes dirijam.se ao mesmo collegio
a fallar com a directora.
- Lino Jos de Castro Ariujo, embirca
para o Rio de Janeiro, sua escrava Joaoqa,
creoula.
- Precisa-se deumfeitor, psrs um sitio
nosAfogados, mas queenlenda de planta-
rles. Dores e psrreiras, nSo se olha t preQO
leu lo oslas quslidades e boa conducta .- a
fallar com f'.uilberme Selle, no aterro da Boa
Vista n. 10.
-- Manoel Ferfeira Gonrjalves MsgalhSes,
relira-sopara o Pilar das Alagoas : a tratar
de sua saude.
2 Boa-Visla.piiineiracocheiraa esquer- O
O da, onde as pessoas que do seu O
Q prestimo precisaron), o acharo sem- O
O pre prompto psra servil-as com bre- O
Q vi lade e prego commodo.' O mesmo 0}
;vj encarrega-se de qualquor concert
A tendente ao seu ollicio. Q
0900999099 09000099
Aluga-se um preto lio q para qualquer
Irabalho sen In aqui na prara a fallar : na
ra doCabug loja de Joaquim Jos da Cuss
Fajozes.
Aulga-se o segundo andar na ra direi-
ta o 120, com commodos para grande fa-
milia : a tratar no primeiro andar do mes-
mo.
Quem quizer encarregar-se do urna ro-
hran;a no ene iu, Psendo que do garante,
faz-so-llic hon iulorosso : a tallar na peleo
do l'araiio n. 20.
A pessoa quo toril or.lem de Josquim
Cordelro Ribeiro Campos para entregar a
quatilia do duzentos e oiteuta o cinco mil
las a l :n no Farreira Culinarios tac, o fa-
vor vir entregar, pois o supplicanto tem
le. Annass Brasilienss de Medicina, jornal
da academia im eiinl du medicina, o qual
subscreve-sa em Pernambuco a 6,000 rs.
por anuo a livraria o. 6 e 8 da prac da in-
dependencia.
AttencSo.
O arrematante das aliricSes do
municipio do Recife faz sciente a todos que
veodem liquidos em ancoras, que as man-
deui alirir quinto antas para o anno de
1852, pois que do contrario nSo poderfio
venderos referidos liquidos sem a compe-
tente alinean do crrente anno.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Cirmo
fiz sciente aa pessoas que a tempos Ihe la-
laram e mesmoa quem conviar e quizer.pa-
ra por meio de um ajusta razoavel, o tratar
animalmente das molestias que possam ap-
parecer, que lenham a bondadede virein a
casa de sua residencia na ra do Rozario
larga n.30,para os poderlancaremn.de seus
clientes.
Preciss-so de urna ama que tenha
bons costumes, psra casa de pouca familia :
no pateo do Paraizo n. 18.
Aluga-sa um esersvo mogo que sirva
para criado de urna casa ostrangeira, e que
seja humilde, e fiel; quem o tiver dirija-se a
ra do Trapiche n. 8.
Aluga-se u-ii i preta forra, ou captiva,
pira o servico interno e externo de urna ci- -
si de pouca familia : quem pretender, diri-
ja-se ao pateo do Carmo, sobrado n. 9, no
primeiro andar, que achara com quem tra-
tar a qualquer hora do dia.
O bichare! Manoel de Souza Garca,
quo ha pouco deixou de ser promotor pu-
blico do Recife, aTvoga aolualmente, e po-
dera ser procurado orno primeiro andar do
sobrado n. 30, na ra larga do Rossrio em
S. Antonio.
No pateo da ribeirs de S. Jos n. 15,
lava-se e engomma-se com perfeifSo e ac-
neio.
-- Guilherme Augusto Rodrigues Sotte,
faz publico qtle deixa de hoje en yanta de
ser procurador do senhor deaembarKador
J liiqui n Teixeira Peixoto de Abreu eLima.
Precisa-so ile urna mulhcr de meia ida-
de, para fazor companhia a u ma senhora, e
algum sei v ico de portas a dentro: quem es-
tival- naslas circunstancias, dirija-so ao ler-
ceiro andar da casa o. 20, da ra larga do
Rozario.
Aluga-so urna escravs parda recolhida,
fiel e do boa conducta, para lodo o servico
interno de uina casa, por saber faze-lo com
perfeifSo, prefere-se casa ostrangeira: quem
quizer, annuncie.
Quem precissr de roupa lavada a en-
gommada, com asseio e promplido, por
prego commodo: dirija-se a ra de Hortas
n. 40. Na mesma casa cima apromlain-so
bandejas com bolinhos para fra e fazem-
se bolinhos de diversas qualidades, tudo
em conta,tambem se vende veles de carnau-
ba )' superior qualidade.
Aluga-se o sotam de um segundo andar
de sobrado sito no bairro de S. Antonio,
cujo sotam tem urna grande sala com janela
e dous grandsimos qusrlos com claras
boias, tem mu linda vista, he mu fresco,
osla caiadu o pintado de novo, e tem final-
mente escada independente: proprio para
hoens solteiros quem o quizer alugar di-
rija-se a ra do Crespo loja de fazendas n. 6,
que se dir.
Aluga-se um sitio quo lenlia cass cora
conrno lulados, que seja plantado de arvo-
res, o qup nSo seja distante da pra;a : quem
o i iv.t, aniiiincie.
Acha-se farlnhanova de SSSF, (de ra-
minlia) para vender, nos armazans de Dea-
ne l'oule & Companhia, no becco de Con-
<;alves.
Na prim i a audiencia do lllm. Sr. Dr.
procurado o QBo tem encontrado, a sua resi-j juizdosfeitos da fazenda.se hSo de arrema-
deoeia,
A parda que annunciou para ser ama de
urna casa do pouca familia : apareca na ra
da Cadeia do Recife n. 37, segundo andar.
~ Piecisa-se de urna pessoa forra ou es-
crava qua saiba 1'iij; nnuiircoirt pei'f ogiio, o
queirilo prestar os seus -e virus mensalmen-
te em nina casa de pouca familia: para ajus-
tar-se na ponte de Ucha sitio da venda a mo-
r ni.
Tem- de se slugor um cabrinha para o
servico de urna casa pequea qua nSo tenha
muita familia e sabe cosinhar o diario de
urna casa, e tambem para mandados pois be
muito fiel, e nSo (em vicios.dequalidade al-i
guma, no pateo do do Terrjo n. 31.
-- Quem tem para arrendar um sitio pe-
queo pert) do Recife, sondo na Soleda te,
ra do Hospicio ou oulro qualquar lugar que
sejs o. 11,annuncio por esta lolhj,uu dinj a-
se a essa typographia.
- Barttiulomeu Francisco de Sonza em-
barca para o Rio de Janeiro o seu escravo
creoulo Damazio.
Aiuga-se um moleque bomtrabilhador
de macoira, quem o pretender dirija-se : na
ra Direita n. 129, que adiara com quem
tratar.
Na rus do Hospicio n, 52, precisa-se de
urna ama que engomme bem ; profere-sees-
crava, e pagasse bem.
Napolen Gabriel Bez embarca para o
Rio de Janeiro as suas escravas de nomo Ma-
ria creoula e Justina parda.
Jos Vicente Duarte Brandu remolo pa-
ra o Ro de Janeiro o seu escravo creoulo de
nome Severino.
Precisa-se alugar urna preta escrava,
para servicio de muito pouca familia : na
Ponto Velba n. 14.
Precisa-so de urna ama que saiba en-
gommar e cosinhar para 2 homoos solteiros,
prefere-se idosa ; no atierro da Boa Vista n.
70, ao pe da relinacSo.
-. Perdau-ae do Recife af ponte d'Uchoa,
urna pequea trouxa, core um pedazo de
cambraia de liuho, com urna amostra do la-
varinto, quem achou, o quizer restituir di-
nja-sena ra des. Gonrjallo n. 20, na mes-
ma cass veude-se um pjanno inglez por
80,000 rs.
taro segualos ohjaclos : um engonho de-
nominado arbaluo na freguasia da comar-
ca do Cabo, com lodas as suas trras, mal-
tas e logradores, casas do engenho, de vi-
venda o de purgar, com 30 furos e 3 balcOeff
grandes, son/alia para preos, 1 m mu la, 4
tachas e um parol de caldos, lulo da ferro,
e outrus ubjeclis avallados em 38.000,000 rs.
o da mesma forma v3o a praca os b ms aa-
iiuiici idos em o Diario de Pernambuco de 26,
27 e 28, de uovombro do anno p piissado,
a excepto do elguns queja foram arrema-
tados.
- Aluga-se urna escrava, pira todo ser-
vico de umi casa : na ra do AragSo n. 40.
Compras.
iy Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 a a5 annos tendo
habilidades e de bonitas figuras ,
paga-se muito bem : na ra das
Larangeiras n. i4 segundo andar.
Compra-se um sitio poqueno perto do
Recifa, sendo na Solelsde, rua do Hospicio,
ou uutro qualquer lugar: annuncie por es-
ta folha, ou dinju-se a esta typographia.
Compra-so urna carroca em bom esta-
do : a tratar na rua da Roda, nacocheira
que foi do fallecido Pessoa.
Comprase um, ou dous quartos de
ambas selas, que sejam novo e estejam
carnudos: na rua do Alecrim o.', das7as
9 horas da manhSa, e das 2 as 8 horas da
tarde.
Compra-se um ornamento completo,
para a celebracSodo sacrificio da missa,sen-
do que anda estoja em bom uso : ua rua do
Cabugo. 3, loja de Manoel Antonio Con-
calves. ____________^^^^___^_^_
Vendas.
Caligrafa
Na Rua do Aragan, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
co qualquer papel em muito boa
letra e por prego commodo.
Aos mascates e boceteins.
O arrematante do imposto dos msscatet
e boceleiras faz pela ultima vez sciente aos
mesmos que veunam quanlo antes tirarem
as suas licengas, pois que do contrario nSo
pdenlo vender pelaa ras, prarjis e porlas,
sem a competente hcenga.
- O arrematante do imposto das alirignes
do U1UIIICI..IO do lenlo,pea ultima vez pre-
vine a todos quanlos ven Jom liquidos e sec-
eos para quo vonhim qu.iiito antes afirirem
as suas medidas, do contrario nSo poderSo
vender sem a dita angao do corrente anno
de 1853.
-- Uch pessoa com a pratica precisa se
ofleroce para adminislrai qualquer enge-
nho : quem de seu prestimo se quzor ulili-
FLHUMIAS i'AEU'i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
lerentes qualidades,sendo urna del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da ludependencia n. 6 e 8;
$iiiao de iNantua a
800 rs.
|- Vende-se a historia de SimSo de Nanlu,
a 800 rs. : na livraria da pracada Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Cobertores de algodao.
Suoeriores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous flos, muito
grande, tem todaapiilicaco em urna casado
familia, porservir para meza'de eogom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prerjo de 1,410 rs.: na
rua do Crespo n. 6.
Vende-se urna obra de philosophido
padre Theodoro de Almeida : as Cinco
Pontas n. 35.
- Vende-se o theatro trance/, de Volta i-
re em 5 lomos; dito em 4 grandes volumes;
as uoites Joung; oracOes de Cicero &; os
lusiados do CamOes; o parnaso lusitano;
cartas de Echo a narciso; diccionarios theo-
logicos &; as Ciaco Puntas n. 35.
sar annuncie.
Umi pesioa com as hablitscOes neces-
HU'iKoo fsiriis sepropOe a razar escripluracoas de vendem-se 3 escravos padeiros, 1 tra-
m liomem sem familia de 40 a unos de C,M denegocios.por partidas Uobradas.e por ba||aor ae maceiro, corta muito bem mis-
d."ou^^ qU8fll dlM Pc,"rn- si.ooutropiriio forneiro : quem os preten-
engenho, do que tem muili pratica e de to-lnunc,e- ., ,. ____ .,.. (, der dirija-se a pidana do paleo
Publicarlo medica.
Publica-seno Rio de Jmeiio mensalmen-
Santa
Cruz n."ti, pois que o motivo divenda se di-
r eo comprador.
....--.


^vw*
"4

Vende-o um sobrado do um andar um
Uotonlagora acabado de novo.o qualeataren-
fjlianeos de castor branco, in- uendo 36O,O00 ra anualmente sito natra-
A 8,000 rs.
glezes, a oito mil ris : na praca
da Independencia n. a4i *6 e a8.
Boa compra.
Vende-se ama mulata, oxcellento escrava
do 20 annoa de dade, entende do arrapjo de
una casa, ebede urna conslituicto vigoro-
sa : a Ir-lar na ra da Senzalla Velha nu-
mero 134. ., .
Vende-se um piano, muito bom e em
oxcellente estado : na ra do Collegio n. 15,
tercoiro andar.
- Vende-se oro Olinda, na ra do Ampa-
ro, casa n. 3, um escrava da Costa, sem vi-
cios, sabe eiigoinmsr, ensaboar, cozinhar e
venler na ra.
-. Vende-so urna escrava crila c mouca,
e com alguinas habilidades : nrua do Itan-
gel n. 56. ...
- Vendem-se saccas de fejSo, pelo di-
minuto preco de 4,000 rs., com sacco :
ra da Cadeia do Uecife n. 30.
Vende-so em muito bom estado, um
piano hamburguez oor 130,000 ra.:
vessadaConcorJia, sobrado n. 5.
-- Na ra do Kaugol n. 35, coulinua-se a
vender banha de oorco dorrelida da tr-
ra, muito superior, a 400 rs. a libra : quem
quizer, annuncie.
Novas edicSes de livros socia-
lista.
Acham-se venda na ra larga do Hozario
luja de J. J. l.odi D. 35 Cli. Founer : obras
completis, em 4 volumes.ultima edicto pu
blicida pela escola 12,000 rs.; I'ellarin : Vlla
o doutrina de Oh Fourier, 1 volumo publi-
cado pela escola 4,000 rs. ; novas tmnsaces
sociaes, religiosas o scientilicas de Virlom-
nius, urna brochura 1,600 rs Metiray e
Oalwald : esludo sobre estas duas colonias
agrcolas, por F. Cantagrol, urna broebura
1,000 rs.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n. 4.
Nesle novo eslabjlecimento recebou-se
um novo o lindo sortimento de chapeos de
Sidos ltimos goslos, tanto de seda como
depaninho pura homens o senho.as, de ar-
ma?So de baleia o de asso quo se vendem
por monos prego qoo em outra qualquer par-
le; grande sortimento de chanialola, sedas
0 paninhos om poca de todts as con s e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir arinagOes serv Jas. Completo sor-
tmenlo de baleas para vestidos espartilhus
para senhoras, fazem-sc umbellas de igrej e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem om porc^o e a relalho, por preco
quo agradar aos freguezes vista da quali-
dade.
ATTENCAOM!
Chegaram ltimamente de Lis-
boa as seguintes obras com rica
encadernacao, e juntamente os se-
guintes retratos das pessoas mais
notaveis de IV tugal (obras) o Ca-
valeiro de Ilarmeutal em 8. -i
tom.; Vinte anuos depoisem 8 G
vol.; Memorias do Diabo em 8 8
vol.; Amores de um Ladr5o em 8.,
1 vol.; a Caslella Sanguinaria cm
8., a vol.; (onde dc Monte Chris-
to em 8, G vol.; Mil e um Fantas-
mas em 8., 4 tom. e 2 vol.; Jor-
ge ou o Capitao dos Piratas em 8.,
2 vol.; Misterios de Polica em 8.,
a vol.; Misterios do Limoeiro em
8., 4 vol.
Retratos.
D. Pedro 4., D. Maria a., Uei
D. Fernando, Miguel, Duque
de Saldanha.Duque da 3. Visconde
S da Bandeira, Harao da Hibei-
ra de Sabrosa Gonde das An-
ta*, General Povoas, Galamba, D.
Carlos de Mascarenhas, Mrquez
da Fronteira, CondeThomar, Jo-
s Bernardo da Silva Cabral, Pas-
aos Manoel, Silva Passos, Espar
^tro, liuiz Njpoleo : na ra lar-
vessa dos Quarteis n. 33, e2 caiioes dear-
mi(So de venda e alguna pozos miudos o
urna i'orcfo da tinta para pintor, e duas ca-
mas de armac.3o,ludo isto por prego com mo-
do por ter do retirar-as ^a travesa do Ve-
ras n. 18. ,
Vendem-se douarelogios deouro pa-
tento inglez sendo irm anligo proprio
para qualquer martimo, por ser de muito
boa qualidide, d outro desabnete moder-
no, vende-so om coala : na ra do Queima-
do ti. 10.
[ip escriptorio de Novaes &
Superior cha nacional
em ciixinhas de 9 libras, e da meliior qua-
lidade ; vende-se por preco commodo, na
ra do CorpoSanlo 11. 2, pnmeiro an lar.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas do carnaula imitando
espermacete : na luja do aaleiro da ra da
Cadeia do Recita 11. 36,
vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Comet, em casa de Deane
Yule e; uompanhia : na ra da Cadeia.
Farinha de mandioca.
- Vende-se saccaa com superior farinha
de mandioca a precos rasoaveis: a tratar
com J. J. Tasso Jnior ra do Amoiim
GompMlUia, na ra do Trapiche ".3.5Vende.senoarnuzein ,ie Vicente Fcr-
n. 34, $endem-se os seguintes ar- reir da Costa na ra daMadrc-de-^us,
. ,...,. ,.....,,Ma,| nara louca azul fina avulso,apparelhoa de meza
tigos, por preco commodo, para cJ d01l ., modeuose qualidades,
fechar contas: chapeos depalha do !por precocommodo.
Chille emporres de ciico.nt.ift^---n-7J'H?^
iinlias de rorize de nmeros; CU- COmmodo, no armazem, do Das Ferreira
nhetes com arcos, e carneiras de 'ao peda alfandega. j
, ... Vonde-se um bom proto, orflcial do
cores: a tratar no mesmo esenp- arcn0jr0) que aprsenla ter 25 a30an-
or0 [nos : quem o pretenderdirija-soaSoled.de,
.. -.'i ..-a -- 1 j_ 1 ua de Joto Fernandos Vieira, sitio dos qa-
Muito barato e muitcbom, loja ae lr0 |CoeSique achar pessoa autorisada para
lerragens n. 56. A, ra da Ca- esse Um.
deia do Hecife. '#S>#$$*
Foles de tolos os lamanhos, ricas formas1^ A todo O fiel christao. I
para pudins e bolo.s ricas cuberas para co- ^ Acaba de sabir a luz do Ilio do ja- .4
brir pratos na mosa de metale rame; escri- ^ neiro oseguinle : ^
vaninhasdelutao do.varios tamanhos, per- ^ Livrinho milagroso- c-
fumadores dito dito, ricos paules <" n'r" g Da vora Enigie divina do Rosto do ~
para b.chos de desembarac. o man lino | WoMO 8enhor"jMU, christo acompa-
poaalvel; peneiras de rame amarelo obran- w ricamente -
co proprias para tola qualida. d ,| JV,da Ue um bwgreillmo da vi- f
oufar.nha ; ^"d,,1M,*"d"p*q^;; 2 dado Nosso Divino Salvador, ofToro-
nos.l.taoeferros o. ne 10 em apareedo V 1oJq m chrigU Acl,a.se J
no mercado; ricas MWM P Ifj MUp do ra,sala, gaveta, /'" "*'%'U,; 2 v.inl.o a segui.ile poderosa recom-
do patente; ferramenta de ourives, maqui- ^ a Kllopliviillo parece.
nas para torrar calT, ratooiras de rame e
ferro, de differeiiUa lamanhos o multas ou-
tras cousas q 10 com a vista so apetecer.
- Vondo-so urna parda do 20 annos, co-
gomma, coso, rozmha, nSo lem vicios o
11 em 1 chaqus : na ra da Concordia quem
vem da ponto osquorda, segunda casa ter-
rea se dir quem vendo.
Vende-se a taberna da ra da BeDItl-
la Velha n. 15 : a tratar na rr.esma.
-- Vende-se por prec.o commodo urna
porcao de meios desoa da mata, muito
bous e grandes, por atacado e a letalho : a
tratar na ra do Vigano n. 20, pnmeiro
andar.
Vende-se urna taberna, sita na praca
da Roa Vista n. 10 : trata-so na raesma ta-
berna.
*
me pro, rio para oscilar a pieJapo e se
devoso dos liis: segu urna Iradi-
fn cSosobrco verdadeiro retrato do .\os-
a so Senhor Jess Christo.quo nSo con-
<> Iradiz as que s3o adoptadas sobre o
v, mesuio objecto poralgunsescr ptores
u refeiindo-se aoulros auligos. O li-
vriuho podo ser lido com fiucto pelos
2 fiis. Concei(3o, 25 de Janeiro de
E. 1S51. Bispo conde capeliao-inr,
eo do Collegio casa
AGEflGIA
da l'uiulico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA M. 43.
Neste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o metas moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vnho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
cm Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, 11.10
4) Vende-sddm grande sitio no lu- O
;,'} gardo Manguind, que fica defronte Q
<;.) doa sitios dos Srs. Carneiros.com 0
q crandecasa do vivenda, de quatro m
n agoas,.grande senzalla, cocheira, n
m estribarla, baixa decapim quo sus- (."-.
"_ tonta 3 a 4 cavallos, grande cacim- ,''
j ba-, com bomba e tanque coberto J
^para banho bastantes arvoredos de j?
"Tructo : na ra do Collegion. 16,se- J^
O gundo andar. "
<5J0O0O? O00OO)O
-* Vudem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa enoBiode
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidns, de 1 a 16 em libra, e tam-
bem de um s tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Vendem-se selins e sillines
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
la ni so n llnwii: & Companhia, na
ra d* Trapiche n. 4a.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. armazem de Me. Cal-
uiuniat Companhia, acba-se conalantemcntc
boua torlimeuios de talla de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendaa In-
eiras todas de ferro para animaes, agoa, etc
ditas para armar em madeira de todos oa ta-
riDAOKDf^PMUaS.

vende-se 110 pal
do livro azul a 610 t. cada um.
.., ^H..,,*^^^r.:^ manhos c madellos o mais moderno, machina
$ff5r?'S'5,'|horilloniai para vapori cmforcade 4 caval-
Vende-Se, por preco COmmO- los, coucoa, passadeiraa de ferro eatanhado
An (ii-iulii ite mnndinri militn |,ara ca" dc Pul*ar- Por menos preco que oj
00 lannill ue maniUOCfl mimo decobt(i eacovena para navioa .ferro inglez
SUDe-ior, a bordo do patacho Ale- tantoem barras como em arcos folhas, etudo
r ,. .. I por barato prc^o.
--Vende-so no armazem do madeirasi, l c|,eCado de Santa Cathariua.i i TJT'jt 1 *
nto a secretaria do polica, urna porc3o de 8i UKb "" u J.. '*' ,' IJCpoSltO tle Cal e l)Ot-SSa.
!*S!t25f2 esUCadi deater" qual.SV! n!el "" Flt o armazem da ra da Gadeia
jun
mai___
ros, por proco commodo. 'caes do Gollegio: a tratar a bordo
mu-;toVgor,ee7e J/fig^SSt do mesmo, ou co,n_Novaes & Com-
se
11 a
senhora, por ter bons an lares e Jer niuito paahia, na ra do Trapiche n. 34.
manso na ra da Aurora, venda por baixo Mocmlns superiores.
do sobrado 11. 46, so dir quem vonile. | Na funj^jo je c. Starr & Companhia,
- Vendem-H 4 oscravos moOi, de 22 an- en s>.Amar0t acnam-se venda moondas .. vende-se superior cal virgera de Us-
os, com bonitas figura, WMOIMji SMiao d(j callIlai t0llasde ferro, de um modelo e boa vinda pe,0 bKrjgU0 Novo vencedor no
do Uecife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a prcros muito rasoaveis.
um bom olcial de sapateiro; 1 iiuuu mu.- conslruC(;ao muilo superior
linho de 14 annos do idade, ptimo para pa-. __ Vondom-sa superiores vinhos finos en
ga do Bolario nk 38, loja do Gar-
deal. \
Yeniic-sc cera para limas de
cheiro: r. Ima do Bangel, sobra-
do n. 5a, a ',1,00o rs. a libra.
Veode-se.'uma mulata moca, de bonita
ligura, perita engommadoira e cozmheira,
entende pouco) do costura, lem boa conduc-
ta, nSo tem vicios o nem achaques : atrs
d matriz da/lioa Visti n. 21, se dir quem
vende. '
!'arete impossivel.
O barato preco de 4,500 rs., porque se es-
lo vendendo, chapeos pretos francezes,
ullimamecte chegados na loja de chapeoj
de Pariz, no arco de S. Antonio n. 2.
-- Na ra doCaldereiro n. 26, vondem-se
excellenles hostias, muito alvas, e feitas
com lodo asseio o perfeicSo ; assim como
ptimas obreias de lindas e variadas cores,
proprias para secretaria, por pre^o muito
commodo.
Vende-se urna cama grande de jaca-
randa, nova, com armacno e cortinado mui-
to bonito, vende-se muito om conla: na ra
do Queimado n. 10.
Vende-se por preco mdico urna fazon-
daemlloxot, dislanto do ivsqueira onze
legoas, conteni quasi Irez do torra om luis-
do, o 111 11 do u- lil 1, e um ullio d'agua,
que nao seccou na grande seoca de 1815.
Tom curral, casa de vivenda, o cercado,
bem como boa mata; o lio excellente lugar
paraalgoJSo, e gado. Trata-se com Anto-
nio Jos de Oliveira, na ra do Collegio, n.
20 s.-guudu andar.
Fruas de Portugal.
Na ra larga da Hozario n. 20 vendem-se
frascos grandes com pessegos. damascos,
ccrejas o ginjas muito bem conservadas,
pelo diminuto preep de 1/000 os frasco : es-
cusado he leor elogios a eslas excellentes
frutan, pois aleni dj sarem mui bem conhe-
cidas por lodos, lornam-se muito recom-
mendaveis pelo precioso licor a que est
ruduzido o espirito eai que veem conser-
vadas.
Na rui largado Rozarion.20 vende-se
um excellente oculo de alcance por preco
muito razoavel: ass 111 como um|rico violflo
de excellentes vozes proprio para um bom
mostr dosle inslrnmenio.
vende-se um sitio com casa devivenda,
com bastantes commodos, copia, estribara,
boa cacimba varios pos de lacangeiras, ca-
fezeiros, grande canavial, torreno com mais
de mil palmos de fundo, Ue mu to boa pro-
ducefio, e perto do Rio n limite da ponle do
ilchoa: a tralar com Nicolao Cadaull: na
ra do Apollo n. 20 sognndo andar, ou na
piscada ioa-Visla ; na casa que est edili- cjda um
cando.. -Independencia.
passeio publico loja do fazeudas n. 15, pro-
co muito commodo.
Gasa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
No aterro d. Bo7"vis"t.~,Tja dec.ls.do n. o que se offerece multas garantias
gaaa jilio mu mu "" > ; 58, junto ao seleiro vendem-ae sapnto.es a scusdonos i na ra da Gacimba
muito commodo : no armazem ue je |ustro a 2,500 e 3,000 rs., o muito bos .
DS Ferreira, nOCaeS d Alfand- a 3,500rs.,aellesrr>egueiesquesnopouc*s. n. II, p
gem; 2 lindas escravos creoulas, mocase fiai.rufjuos Sjndo do Porlo, tinto.em cai-
com.ilgumas habilidades; 1 escrava de meia J1|lhlisd), 30 airafas e de Lisboa, branco
idade por 280,000 rs cozinha o lava bom: enj daas de t girrarag mui0 boa ninelha .
na ra Uiroita n. 3. j0 a|g0,l,1o para selms, c retroz do 'orto :
Vende se for preco commo- na rua do vigario n. 19, primeiro ondar.
do,cul virgem, muito nova, che-; Pechincha.
Oprimo vinlio branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
com vinho branco de Lisboa,
ga, ou com Novaes& Gompanhia,
na rua do Trapiche n. 34-
Vupor inglez. pa.
Papel* paquete propno para poupar.por- da melhor qualidade quea^parece:
tes no'vapor para Europa, assiin como na rua da Gadeia do Re-
al compelentos obreias: na loja de rerra- ,
gens da ruada Cadeia n. 56, A. ; Clle q. 4o.
Vende-se por preco muito
commodo, para fechar contas, sac-
cas con superior farinha de man-
dioca, muito lina calva, nos ar-
mazens de Dtas Ferreira e Antonio
Armes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos,ou com Novaes &
Gompanhia, na rua do Trapiche
n. 34,
Moinhos de vento
om bombas de repucho para regar norias
d baixas de capim : vendem-sena fundicSo
de Bowman & Me. Callum, na rua do ISrum
n.-. 6. 8 e 10.
Cal vilgem tle
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. !\i.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos,
modelos, assim como americanos
com canillan de sicpira e bracos
da ferro ; na fundicSo da rua do
Brum ns. 6, 8 e 10.
SALSA Pi.Ri.ILIM
DE
Lisbo i.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto G.
de Abrcu, na rua da Gadeia do He-
cife n. 48
l'io de sapateiro.
No aterro da Boa Visla, loja n. 58, vende-j Ag nuai0rosa) experiencias feitas conT
se lio de sapateiro a700rs. a libra, o mar- ug0 j, salsa parriiha em todas as enfermi-
roquim preto a 1440 rs. a pollo. dades. originadas pela impureza do sangue,
Sebolas. ,. bom xito oblido na corte pelo Illm.
Na travessa da Madre de Dos, armasen] Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o porial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
cento. i Antonio Jos l'oixoto em sua clnica, o om
2S&2Q90&
MOB1LIAS DE PERRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer.
ro, como canaps, mesas, cadeiri$
com braco c sem elle, e muitos ou.
tros objectos de ferro : no arma-
zem de- Kalkmann Irmaos, na ruj
da Cruz n. 10.
Vende-se vinho de champa..
nhe legitimo e de superior qug|.
dade : em casa de J. Keller &
Gompanhia, na rua da Cruz n. 55,
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; noar.
mazem de Kalkrgann IrmSos, naruiiU
Cruz n. 10.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmann lrmSot
na rua da Cruz n. 10, livros em branco che!
gados pelo ultimo navio.
ITANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann IrmSos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
Na rua Nova n. 8 loja do li.i-
rateiro.
Vendem so lindas e floissimas mascaras
de cera, tanto para homom, como para sc;
nhora, silo poucas e o prego convida.
l'ara baile de Mascarados.
Vende-se um vistuario de couro, comple-
to, chapeo, peroeiras, gibSo, guarda peitoe
sapatos : na rua do Queimado, loja n. 14,
Venle-ae urna taberna, no pateo di
Santa Cruz, que faz esquina para a rua Ve-
Iba, muito bem afreguezada, vende diaria-
mente 12,009 a 16,000 rs., a dinheiro, oui
praso com boas firmas, ou dosobriga a pn-
(a: trata-se na rua da Santa Cruz n. 20.
Vende-se urna bonita mulata, priora
para mucimba dectsa,hoacostumadaalr<.
lar de cianeas : ni rua larga do Rozara
n. 20. Na niesina casa lia um preto propiii
para o servifo de campo.
Or!
Que slo chegados os excellentes sigilo*
de palha de mi I lio : na travessa da Linguclt
n. 6.
-- Vende-se na rua da Cadeia do Hecife,
loja de miudezas n. 5, um preto de nac,2g,
proorio para senico de enchada.
-- Vende-se* obra de theologia moral do .
P. Monte, e um jogode Breviarios, tudoem !
bom uso, e encadornados de novo : m Si-
chrislia da Ordem Terceira de S. Francisco.
Vende-se muito em conta, urna casida
dousandares, em urna boa rua no bairrude
S. Antonio : a fallar com o corretor Miguel
Carneiro.
Vende-se urna casa de taipa na Capon-
es nova, em terraa do Dr. Jacobina, com]
Salas, 3 quartos, cozinha e copiar fra, o
terreno todo plantado con differentes qui-
nas suas operares porm, o seu principal lidades de arvoredos, a maior parle j dan-
objecto he do purificar o sangue, e limpar o' do : tratase 00 mesmo lugar ao p da casi
sy-tema de qualquer influencia de mercu- que tem as hombreiras da porta de a mi-
rio. No seu modus oprrandi, he directa- relio.
mente como um remedio alterativo, anda! GaixBS para rap.
que, indirectamente serve aosystema como Veodem-se as muito condecidas caixas
um verdadoiro tnico,
c no systema
lina (lo ( ol Iruio 11. 4.
Novo sortimento dc chapeos de sol, para
homcm e senhora, a sabor --chapeos de
sol de seda, armacSo de.baleia, de 4,500 rs.
para cima; ditos ditos para senhora, de4,000
rs. para cima ; ditos do panno lino, de ar-
m,i;.lu de baleia e de ferro, da 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos de armacllo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., lodos limpos : grande sor-
timento de sedas e pannos, em pecas para
cobrir os mesmos, baloias para vestidos e
espartilhos dosenhoras. Conccrtam-se to-
das as qoalidades de chapeos de sol, tudo
com pcrfeicSo e por meaos preco do que om
outra qualquer parte.
Molduras domadas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann IrmSos.ruada Cruz u. 10,
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
ao Jnior, na rua do Amorim n. 35.
-- Vendem-se muito boas navalhasingle-
zas para barba, tanto em estojo de urna ,
como de duas, estes trates sondo bons, como
estas o sSo, lornam-se indispensaveis em
um clima como este a raca humana, e aflo
objectos de estima, a ponto de deverem ser
inventariadas, quando seu dono so retirar
uo urna vez para S. Amaro ; o autor dellas
foi premiado pela descoberta da tempera
quesoubedar ao ac de que ellas so feitas;
nielas brincas de lio da Escocia ; thesouras
finissimas para uohas ; grampas envernisa-
das; oculos para tolas as idades, a 800 rs ;
esporas finissimas de ac com rorreia a in-
gleza ; escovas de falo; linhas prolas para
sapateiro ; espelhos de gavetas os maioros
que tem vindo, a 800 rs. cada um o majorca
mais baratos, e outras muitas miudezas cm
conta, para liquidar cotilas velhas : ua rua
larga do Ho'zario n. 35, loja do Lody.
SALSA PAKlilLHA DE
SANDS.
Este excellente remedio cura todas as en-
fermidades as quaes s3o originadas pela
impuresa do saugue ou do systema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumalisino, erupefies
cutneas, biebuthas na cara, almoroidas,
doencas chronicas, brebulhas, bortoeija,
tinha, encbacOes, e dores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, doencas voneriis, citica, enfer-
midades que allaco pelo grando uso do
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante. Assim como, chronicas de-
sordens da coostituieflo, sero curadas por
esta 13o til, e approvada medicina.
A administrado doste belo remedio, nos
ataques mais estraordinarios tem sido sem-
pre seguidos pelos mais felices resultados
Doeiics nos ossos xrr( do AraCfly: os tomantes que qukerea I
grandular; assim como ms possuir uma rxce||0nle caixaemita4i juntas, e ligamentos, sUo inteiramonte cu- ar,aruK 0 por preco muito mais commo-
. do.diiijam-s'ea fua'larga do Kozario 11.20. f
doente fac resguardo algum, quando usar
radas pelo uso desln remedio, sem que
guardo algum, quando usar, ,..;.
este remedio. A opperacSo desle remedio; /nciia-aw.
consiste om remover a desordenado systoJ' Vonde-se urna loja da calcado na meli
na, o em breve tempo o doenlo gnnliar a lugar da rua Direila, muito afrequezada 1
mi sainle. ser muito antiga, aqual lom commodos
A Salsa Parilha tem gfinhado por muitos ra ter urna familia soffrivel, indopende
anuos una alta 1 < j i.liir.m, de ter curado
doencas mui diflicutosas, quo nenhum ou-
Iroailigo de valor em materia medica lem
curado. He de saber quo a Salsa Panilla he
um dos mais valerosas remeiios que os
doctores iisflo em toda a parte do mondo ;
da 11:1.11111 loja : quem apretender aanuncu
por este Diario.
Atlencao!!!
Na rua da Cadeia do Recife n. 50 A. existe
11111 stiftimento completo de fazendas Inglc-
zas, Francezaa e Suissas, todas da ulliui
com vistas deganhare.-n a cura polo uso de gosioepor baralissimo preco.
faz o mais servico de casa com perfeic'o ,
adverlindo que ambas sSo creoulas; e ven-
didas por falta de cobres : na rua larga do
Itozario, loja n. 35.
Fazendas modernas e muito bara-
tas, vendem-se pelos seguintes
precos :
Cravatas de setim preto j feitas a 1.400
Ditas de seda de cores muilo bonitas a 1,200
Ditas de cassa da India muito finas a 800
Chales escocazes de todas as coros a 1,500
Cortes de cassas empapeladas do ul-
timo' gosto a 2,000
Ditos de ditas mais finas 2,400
Chalos de ISa e seda muito modernos a 3,200
Pecas do chitas predas com lustro a 6,000
Ditas de ditas dourada e de salpico a 6,000
Ditas do ditas muito linas do cores a 5,500
Ditas de ditas muilo linas de ultimo
gosto de 7,000 a 10,000
Vcrdadeiras luvas de torcal de Lis-
boa a (-50
(langa da India muilo lina, covado a 400
Panno de linho do Porlo de 18 a 19 va-
ras a 800
Dito preto fino com duas larguras, co-
vado a 2,800
Cortes do meias cazimiras de bonitos
padres a 3.000
Ditos de dita dita mais fina 3,600
ptimas meias cruas, duzia de 2,600
at 5,200
Zuarto da maior l*Vgura, covado a 200
rs., pojas de 21 covados a 4,600
e oulras muitas fazendas de muitos precos,
no armazem de fazendas de Couveia & 1-ei-
te, na rua do Queimado n. 27.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos. .
Voode-so urna preta com 40 annos uo
idade pouco mais ou menos, de muilo boa
conducta e propria pera todo o servico : no
armazem de Vicente Ferreira da Cosa na
rua da Madre-de-Deos. _.-
Dh.VhKES DOS IIOHLNS,
a 5oo rs.
Vonde-se este compendio aprovado para
as aulas, oin meia encadernacio, a 500 rs.,
na livraria u. 6 e 8, da praca da
commodo do que em outra qual-
quer parle, a bordo do brigue Al-
mirante Tundeado confronte ao
caes do Ramos
do dito brigue,
dos consignatarios Alachado & Pi-
nheiro, na rua do Vigario n. 19
FABINHA E BALT1MORE,
Nota. Cada garrafa contem duas libras
li-it-i m. n hnrrlo de liquido, e a salsa parrilha do llrislol he
irata-se a Dorao garanlid(li pur,mciile vegetal sem mercu-
011 no escriptorio ro, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Goncalvos Ramos : rua dos
Quarteis pegada ao quartcl de polica.
Vende-se em casa de A-
mVrnovy%^spe"r'irqVaVid- damso.i tlowie & Companhia, na
de : a tratar com Manoel da Silva rua do Trapiche n. 4* panno de
Santos, na rua do Amorim n 56algod5 Para
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. !/, ha
muito superior cal nova em pudra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tanbem se vende potassa da Rus -
sia, nova e de euperior qualidade.
Taixas para ongenlio.
Na fiiiidic'iu de ferro da rua do r.ruin,
acaba-se de receber um completo sortimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, o com promplidSo embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador. .
* Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos preco do
queem outra qualquer parte: na rua da Ca-
deia do Kecifen. 50. ,
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vondo-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. Ce8.
Vende-se duas lo ilhas com I .bonillo e
bico nas ponas, e urna toda aberta do mui-
lo bonito laberinto: na rua do Queimado
loja n. 14.
saceos deassucar
muito superior e barato.
liombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 c 10,
imulicao de ierro. ,
Deposito la fabrica de Toilos os
Santos na Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar eroupa de escravos, porprecocom-
mo Jo.
Achar bom e gostar
Trazer dinheiro e comprar.
A 240 rs.
Na ruada Cadeia do Recife n. 50 A. ven- p
dem-se chitas francezas d ultimo gosto 1
240 rs. o covado; ho baralissimo 11 Conia,
conla.
Escravos fgidos.
Estam fgidos da fabrica de caldere
ro da rua do Brum n. 28, os dous escravo* I
S Vendem-se ealugam-se bichas, che- 9
$ gadas ltimamente de Ilamburgo, por *
%,) preco commodo i na rua de S. Amaro fe
n. 28. 0
tal remedio vegetal. Poicm, deve-se de
notar, que nem todas as 1 essoas sabem pre-
parar eslo remedio, assim como esco-
Iherema melhor parte que se deve usarem
tal preparado. Cm celebre Med.co escrip-
tor, que residi por muitos annos no lugar
aondeha a melhor produjo da Salsa Pa-
rilla disse: Seis ou oilo ospecies destas Umbem coletea de caaemira eseda a I.W
raizes que crescem nestes bosques, admira- rs. neos oadrOes, chita para cobertas non
meque nao podsstr*char, se nao urna, a 7,000 rs.e a 6,650 rs., cortes de carsisi
com o costo, e propriedado da verdadeira 2,000 rs., lencos de seda da India, emuilu
Salsa Carilla, que se rossa recommendar <>"lr fazenda3 que so vendem muito em
para mediciua ; poisas mais era n inspi-
das e inertes. porm, como os mdicos
ii.'io se cio ao trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim conliam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren), e enmporem dilTercnles drogas. Po-
riu ue todas as preparares de Salsa Pari-
lha devia de ser da gnnuina, para que o fa- seguintes: Felippo de neSo Mocambiiu
cullativo e o publico iicassem bem fiados representa ter 35 annos de idade, estatu
nas preparacOes de Salsa Parrilha a ser da regular, sheio do corpo, e costutna embrii-
melhor qualidade. Pois he esta o genuino garse perteneente ao casal de Jos Man
vegestavel, que se offerece ao publico; nes- de Jess Muniz, ; e Aloxandre de nieto 5 I
te se ve combinados o ulile cum dulce ; pois Paulo, de idade 35 annos, alto, falla dcoi)- 1
em infinitos casos em que o doente espe- rada ; que foi do Meiiquer, francez mor- J
rancasalgumas tinha de viver.e grandes dor no Rio-Doce, e ltimamente foi doSi
quanlidades de remedios experimentados, Eduardo Bolli : ambos fugiramsem outra D
mas sem resultados de melhoras; mascom motivo mais do que vadiacto e sabiram,*'
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem si lo primeiro desde 25 do crrante, e o segundo f
infaliveis, pois os certifica los que lomos desdo 26 ; roga-se a quem os pegar de c>3
recebido de pessoas que tem usado deste levar na dita fabrica que ser recompensad jj
puro remedio, a Aiream da sua boa elllca- Desappareceu de Santa Anna, com umi
cia; estes certificados tomos a honra de parda ama da casa, na noute de 17 du cor-1
aprensenlar ao respeitavel publico, para renle, urna negra moca, que parece creou-1
queliquemcertos, o que cima so diz, he I, por nomo Maria, cheia do corpo, esli-j
verdadeiro. Os proprietarios desle reme- lora regular, bein parec ia, cor bem prc'.a,
dio tem por muitos annos empregado todos levou vestido de chita roa : quema pegar j
os meios para prepararem este 1S0 til, e leve-a a rua do Trapiche, casa 11. 32, que
essencial remedio da raz da Salsa Parilla, ser recompensado,
qne por Am, conseguirn! as suas vistas, em 10^000 de gratificacSo
prepararem um Itu valuoso remeJio, e seus fel entrega do escravo Valerio, rugido na I
Uo lindos resultados tem enchido os pro- da 5 de novembro p. p. do engenho S. Jo*
prietariosde gloria, e triumpho de terem do Cabo, de Manoel Lins d Albuqucrqua j
preparado urna linda composic^o conlra sendo da Cosa, alio, grosso, cara chal,"
doencas, que o seu tlm ho destruir o corpo curta, olhos pequeos, um pouco gago, ci-
humauo. Esta composicto he qumica e nellas nnas, ps chatos, tendo os dedo-
nova. Esta Salsa Parilha he combinada com grandes separados dos outros, e urna cica-
outros engredienles que todos ellos perten- triz no p esquerdo, junto ao do lo minino.,
cem classe vegetal, e todos com o poder sera entregue a gratiflcacto do 10/000 a 1
de puricerem o sangue. O doanlequausar quem o levar ao dito engenho, ouaoMoa-l
desta composicio, pode contar que tem o dego casa do commendador Luiz Coins r
mais eAlcaz remedio, para a sua enferm- Forreira.ou ao engenho Fragoso, do Manon
dadeusa. O nico agente nesta cidade he Joaqu|m_Cirneiro da Cunha.
Vicente Jos de Itrilo, na rua da Cadeia do
Uecife botica n. 61.
^- No da 18 do torrente, de-
sappareceu do abaixo assignado.
um escravo, de no.ue Joao, de na-
ci Angola, de 36 annos dc idade
pouco mais ou menos, cor preta,
grosso do corpo, pernas grossas do |
> qul tem parte tornozelo para baixo, tem falta de
Virgens e sua cabellos no meio da cabeca, tama-
Sobrado em Goianua.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avahado em
Vendem-se velas de espermacete, em|-jiooooOO em O
caixas, de superior qualidade : em caa de .11 Maria das
J.Keller& Companhia: Da ruadaCruz nu- ^rsuia mana uas
mero 55. 1 irmaa Joaquina Alves de Faiva na nno e uma moda de 4o rs., <"
importancia de 107,473 rs. quem vestido de calsa de algodo a-ul.k
pretender dirija se a caza de Kal- camsa branca, costuina mudar del
kmann lrm5os,ruada Cruz,n. io.!r5pa quand0 foge: quem o pegar, f
Tinta em oleo leve-o a seu senhor, na rua d'l
branca e verde: vende-se no armazem de'praja n, |5, que ser gratificado-j
Kalkmann Irmilos, rua da Crnz n. 10, .' t..,D i,,d
Espelh de pi.rede Antomo D,as da S,,vaLardea
Vendem-se amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. K2.
Em casa de J. Keller & (lom-
panbia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, cm
barris de 36 medidas.
Charutos de flavana
Da superior qualidade : vndemelo no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na rua da
Cfuz 11.10.
peino de p
rom ricas moldurus : venJem-se no arma-
zem dcKIkmann 1'milos, rua da Cruz o. 10,


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