Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04608


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Full Text
de Janeiro de 1852.
.N. 15.
PEMAMBIJCO.
jrBEQO A SBBOBIHflO.
PiBMKNTO ABUKT4D0.
Ptir iriiucslrr............
Por semestre .#
Por anno ...'
PiOO DBNTO DUTBUIBSTSE.
41000
8/000
s/uoo
4/.-00
Por quartel -
NOTICIAS SO IMPERIO
17 deDezbr. Mlnai... iSdeNovbr.
S.Paulo. >0 dedlto.
DI As DA IKMANA. AUDIKClAn.
Par....
Maranhao 2i de dllo
Cear... 24 de dito.
Parahlba. 2 'le dilo
R. del.. de Deibr.
Babia... sdejaoeiro
19 Seg.S. Canuta lei j> Juiod OrpMo
Si. Audifaze Abachu2.e5. as lOhorai.
20 Tere.S. FablSo. I. varado civrt.
21 Ouart.S Iones.
22 Qulot S, Vicentei e
Anailaei.
20 Hl>. S.lldcfooco.
i Saja. N. S.da Ca
26 Dota. a. A conver-
saci* de S Paulo.
^''"''S'
3. i'li. ao meio-dia.
Fatenda.
3. e6.ii 10 borai.
2. vara do etvtl.
4. e labadoi ao melo-d.
Iltlacao.
Tercas e aabadoi.
uaaiiBlDci.
Crescente 29, ai 8 horai e 15 minutos da ni.
Chela a 7, a 3 horas e 48 minutos da m.
Ulngoante 10, a i hora e *8 minutos da m.
Nova a 21, ai i borai e 34 mlnutoi da in.
'"IB D HOJI
Prlmeira as 3 hora! e 42 minutos da tarde.
Segunda s4 horas e e minutos da manba.
rABTIDAS SOS OOBBCIOI.
Golauna e Parahlba, i segundas e sextai-
felrss.
Rlo-Crande-do-Horte, todas as qulntas-feirae
ao meio dia.
Oaranhuna e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Villa, e Flores, i 13 e 28.
'Victoria, i qulntai-felrai.
ciniil i, todos os das.
NOTICIAS MIBinOUlAI.
Portugal. 15 de I)rzbi\ustria ..
llespanha. 8 de dito |Suiiia....
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.. 2 de dito
Alemania, a de dito
Pruisia ... 3 de dito
2 de Dezbr
2 de dito.
Suecla... 28deOutbr
Inglaterra 8de Deibr.
E.-Unidoi 23 deNoabr.
Mxico... 10 de dito,
California 10 de dito
Dinamarca 2 deOutbr Chlli. 12 de dito
Runla... 1 de Dczb,|Huenoi-A. 8deNovbr
Turqua. I de dito Montevideo S1 de Outbr
CAMBIO! DE 19 DB JANEIRO
Sobre Londres, a 27 e 28 d. p. 1 frouxo,
Paria, 34o por Ib*.
Lisboa, 90 por cento.
METAEf.
Ouro.Oncas hespanholai.... a 28/600
Hoedas de 6/400 velhas.16/000 a 16#20O
de 6*400 novas. 10/000 a 16/200
a d<4/000....... 9/000 a 9/100
Prata.Patacfle braillelros.. 1/940 a l/9>0
Pesos columbarios... 1/920 a 1/910
Pilos mexicanos..... 1/740 a 1/760
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
lllm. o Exm. Sr.-Tenho a honra do pir-
licipar a V. Exc. que cheguei nesla villa
hoje pelas 11 horas do dia seni a menor no-
vidade, achando-sea menina villa na maior
Iranquillidade possivel.
Dos guarde a V. Exe. Acampamento na
villa do Limoeiro, 16 do Janeiro de 1852.-
lllm. e Extn. Sr. Dr. Vctor de Ollveira, pre-
sidente desta provincia.-Higino Jos Coe-
lho, lonente-coronel commandaute.
annelledo. Francisco Jos Rodrigues Sa- Os quatro vapores subiram para cima de
cavan i8, Nicola. e as uu,s corvetas e brigue fi-
Recorrcntes, Msnoel Jos Antonio e outros; cam Tundeados a un qusrto do legua agua
recurridos Jos Ribeiro de Castro e ou- abalxo da bocea deste arrolo.
,ro, Osjuiesde paz interinos do Barsdero e
Passaram do Sr. desembargador Bastos S. Pedro, D Faustino AlcinaeD. Fernando
ao Sr. desembargador LeSo as seguintes ap- Laserna bem como o cepitSo D ThomazObl-
Commando das armas.
Quartel gentral na cidade do Recife, 17 de Ja-
neiro de 1852.
ORDEM DO DA 60.
Manda o Sr. marechal de campo IMm
Antonio Corres Seara comandante das ar-
ma*, fazer publico para coi.hecImei
gua iOlO, que S. II. o Imperador houye
por bem Mr aviso de 29 de novembro do
anuo pretrito conceder licenca para resi-
dir nest- provincia ao Sr. capllSo dai terce-
ra classe do oxercito Joaquim J^deFerl
Nevos, segundo fui doclarado en ouicio do
Extu. Sr. presidente, de houtem datado.
Candido leal Ferreira.
Ajudantc de ordena cncarregado do delathe.
Marte, entral na cidade do Recife, 19 de Ja-
neiro de 1852.
OBUEM DO DIA 61.
Tendo-se apresenlido neste quartel ge-
nere! opriraeiro enle da terceira plana
doexorcilo.oSr. JufioMarinho Cavalcanti
de Albuqucrque, que foi considerado au-
sente pela ordemdodia n. 52 de2do cr-
reme, determina o marechal de campo gra-
duado commandante das armas nao obs-
tante haver esto ollicial produzdo peranto
elle rasoes atenuantes de seu nSo comparc-
cimento em tempo opporluno, que se reco-
lha preso fortaleza do Brum ate sua segun-
da ordem. ,
Antonio Correa Seara.
TRIBUNAL DA RELAG..O'.
SESSAO DE 10 DE JANEIRO DE 1852.
1'residei.cia doExm. Sr. conselhtiro Azevedo.
As 10 horas da manhSa, estando presentes
os Srs. desembargadores Villares, Bastos
LeSo.Souza, Rebollo, Telles, Pereira Mon-
teiro, e Gomes Ribciroj faltando com causa
os Srs. dcsenibargadores Luna Freir, e
Vallo: o Sr. presidente declara aberta a
MtflO.
Foi lido em mesa os seguintes omciosda
presidencia:
OflIciO CCmmuniesn lo lor oonvoduln i .
das de licenca sem or leado ao juiz muni-
cipal o de orphSos do Itio-Formoso Fran-
cisco Rodrigues Settc.
dem communicando ter concedido 20
ias do licenca com vencimento ao juiz mu-
nicipal daprimeiravara do Becio, Manoel
Clementino Carneiro da Cunha. ., f'
dem mandando entrar cm exercicio d
lugar de juiz municipal e de orphSos do
termo de Po-d'Alho o bacharel Jos Mana
Moscoso Veiga l'essoa.
dem communicando echar-se suspenso
cm virtude de pronuncia o juiz municipal o
de orphSos do termo do Cabo o bacharel
Manoel Firmino de Mello, substituindo-o o
primeiro supplenU Dr. Manoel Carneiro
l.ios de Albuquerq'ie.
I ii'in communicando achar-so absolvido
o juiz municipal e de orphSos do Cabo o
bacnarel Manoel F'rmioo de Mello.
dem commuiiicanlo havor concelido
tres mezes de licenca com vencimento de
urdonado ao juiz municipal e do orphSos do
Cabo Manoel Firmino de Mello.
dem communicnndo a remocho do juiz
de (lunu do Ass Manoel dos Passos Bap-
tiata para juiz do direito da comarca de
Goianna.
DIUCENCUS.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco
Joaquim Pereira de Carvalho.Mandaram
promover a habilitacSo dos herdeiros do
appellado.
Appellante, o juizo; apellado, Bento de
Mendonca. Mandaram procedor a ava-
liaco para o imposto de 2 por cento.
ni -i'. .*i "i:-.
AppellaDle, Manoel Fiancisco Ansstacio;
appellados, Filippe Dias dos Sanios e ou-
Iros.
Appellante, Domingos Francisco Tavares;
appellado, Manoel Joaquim Bamos e Silva.
Appellanle.Jsc Andr Pereira de Albuquer-
que; appellado, J0S0 Ferreira Prado.
Appollante, Manoel Flix Itandeira; Apella-
da, D. Maris Jos Ferreira de Sepulveda.
Appellante, Manoel Jos Soaies de Avellar;
pollada, Manoela Francisca '
llegadas.
Appellante, a preta Manoela; appellado, Ma-
noel Francisco |Rebello.
invisto.
Pasuram do Sr. dosembargador Villares
aoSr. dosembargador Bastos as seguintes
appellacOos em que sQo :
Appellante, Joaquim Pereira llomem ; ap-
pellado, Jos Leopoldino da Silva.
Appellsntes, a viuva e herdeiros de Giudino
Agustinbo de Barros; appellados, Virialo
deFreitas Tavares e outros.
Appellante, Francisco Ignacio de Atlhayde;
appellado, Domingos Antonio Comes Gui-
marSes.
Appellante, a fazenda; appellado, Antonio
Francisco Ribeiro CuimarSes.
Appellantes, Manoel Rodrigues da Silva e
sua mullicr; appellados, Azevedo & Ir-
mSos.
Appellante, J0S0 Lei te Pita Ortigueira ; ap-
pellados, Manoel Pereira CuimarSes e
outro.
Appellante, Jos Jacome de Araujo; appella-
do, CbristovSo Xavier Lopes.
Appellante, D. Anna Joaquina do Sacromen-
to Ayres; appellado, Alexandre Ferreira
dos Santos Caminha.
Appellante, o juizo; appellado, o D. ahijado
deS. Bento ceOlinda.
Appellante, o juizo; appellados, Manoel Car-
neiro Leal e outros.
Appellante, Alexandre Joaquim Stiro;ap-
pellados, o curador geral.e Domingos
Barboza Rodrigues.
pellacOes em quesSo :
Appellante, Jacintho EleslSo; appellado
Caetino Pinto de Veras.
Appellante, a fazenda ; appellado, Prxedes
da Fonseca Coitinho.
Appellaote, Jos Antonio da Costa; appella-
do, Francisco Manoel de Carvalho Coulo.
i'assatam do Sr. desembarga lor LeSo ao
Sr. desembargador Souza as seguintes ap-
pellacOosem quesSo:
Appellanto, Anna Josepha ; appellado, o
juizo.
Psssaram do Sr. desembargador Rcbello
ao Sr. desembargador Pereira Monteiro ss
seguintes appellacOes em que sSo :
Appellantes, JoSo Baptista Lobo de CusmSo
e oulro; appellado, Manoel Claudio de
Queiroz.
Passaram do Sr. desembargador Pereira
Monteiro ao Sr. desembargador Villares as
seguintes appellac,0es em que sSo :
Appellante, Miguel Jos da Silva ; appellado,
Jos Gomes Moreira.
Passaram do Sr. desembargador Comes
Ribeiro ao Sr. desembargador Villares as
seguintes appolla(Oes em que s9o :
Appellaute, Mara Brasilina de Oliveira;
appellados, Csrlos Benlo e outros.
distpibui(0bs.
Ao Sr. desembargador Gomes Ribeiro os
seguintes aggravos em que sSo :
Aggravante, Thomaz de Aquino Fonseca ;
aggravadoo juizo.
Ao Sr. dcsembargidor Villar os seguin-
tes aggravos em que sSo:
Aggravante, Manoel Jos Ferreira de Gus-
mSo; aggravado, Leopardo Bezerra Mon-
te Negro.
Levanlou-se a sessSo depois do meio da.
EXTERIOR.
gado, sobre a costa, cutnpriram o seu dever
dando-me partes a todas as horas sobre a
maroha edireccSo dos vis ialmigos.
Felicito a V. Exc. e minhi queri la pa-
tria por este primeiro ensaio Da guerra com
que nos provoca o desloa! e perlido minis-
terio brasileiro.
Dos guarde a V. Exc. muitos anuos.
Lucio Mancilla.
RIO DA PllATA.
Buenos-Ayres.
Viva a Confaderselo Argentina !
Morram os selvagens asquerosos unita-
rios !
Morra o louco traidor selvagem unitario
Urquiza!
Quartel-genoral divisionario era Ilolln,
17 de dezembro de 1851,Anno 42 da liber-
111 le, 36 da independencia, o 22 da Con-
federarlo Argentina.
O commandante accidental em che(e do
departamenlo do norte detalhn a parto do
combate que ho|e se deu as Barrancas de
Aoevoi'o oelos vlenles fodoraes s suas or-\
dens, contra os uavius uo pernuu u mtaiuu
governo brasileiro; o felicita a S. Exc. por
este primeiro ensaio na guerra a que nos
provoca o dito envilecido gabinete do
Brasil.
Ao Exm. Sr. governador e capllSo-general
jfVdajirovinci, chele supremo da Confede-
0 y ratSo~~**gentina, brigsdeiro, D. Juan
REPBLICA ORIENTAL DO URUGUAY.
Montevideo, 23 de dezembro de 1851
No dia 20 foram acordados em Buenos-
Ayres, as 4 horas da manhSa t'idos os assig-
nantes da Gacela Merca::'.:'., pelas repeti-
das pancadas que s suas portas dsvain os
entregadores deste peridico. Tinhao rc-
cebido ordem de entregar com o maior ap-
parato e barulho possivel o numero do
dia 19.
Rosas teve a feliz Icmbranca de fazer ler
ao nivii de Buenos-Ayres a parte do gene-
ral Mancilla, que publesmos em outra co-
lumna, extrahida dessa gazeti, com todas
as precnucOes que satomam para.causir
urna sorpresa agradavel. Seu desejo foi
completimeote mallogrado: nada he tio
delettavel como, ao despertar, recebar no-
ticias alegres e felizes, e todas as cirtas
que temos visto teslemunbam o contenta-
ment com que foi receblJa em Buenos Ay-
res a noticia de que a primeira divisSo bra-
silera tinha subido o Paran at o ponto
ondo a espera o general Urquiza. Conten-
tamenio pela noticia, e gargalhadas polas
grotescas phrases com que o cunbsdo de
D. Juan Manoel Rosas redigio a sua parle.
Heverdadequeo horneen tinha 16 pecis
de artilharia guarnecidas por dous bala-
Ihoes, un esqua irSo de artilharia e outro
de carabineiros ; que os juizes de paz da
costa lizoram seu dever dando-lhe parte to-
das as horas da marcha e direccSo dos vis
inimigos; que os infames denominados na-
vios passaram.pela frente da sua divisSo a
tiro de pistola; tambe o he certo pore que
este digno general nSo ple impedi-lo, e
que os vio passar com a quella serenidade
tSo frequente aos decididos federaos (a Ro-
sas) que se lionrt m em secriflcar-sepela pes-
soa Ilustre de S. Exc, cojo nome iuvocado
por mim ao primeiro tiro do pera, foi re-
petido com aquello ardor com que Uo
justamente se disputan a fidelidado a V.
sendo Isto por outra parte urna necessilade, est cheia desses foitos horriveis, desses fu- igualmente acceaio a todoi os officiaei e sar
paraorestabelecimento do crdito n.co- zilamentos e matancas com que1 mandOes genios da divlaao.
aale paraorganisielo regular da Mlnla-ljmpMrtWo^m^lo^^
IracSodo Estado, quajiea maior segursn?a tendido sulTocar o grito de *""" o coronel commandante da dl.iio de Infan-
da ordem e da divida, resolve e decreta : lasua incapacidado fazia prolerir aosseus (aria
Ait. 1. Fica estabelecida^dejajuntelco'npairiotas. ..,,,_.
de crdito convencionadanTart. 14 do Ira -1 Anda estSo frescos os alintalos corn-
udo de subsidio celebrado com o governo mottidos na repblica argentina e na Bli-
do Braiil j via, onde, para conscguir-se a gloria esle-
Art. 2.'Nomeim-semembros desta juntalrilde merecer o nomo de governo forte, se
ir parte do governo aos Srs. D. Juan Fran-1 ten crlalo cabecas, e se ha dado que fazer
por
cisco Gir, I). Alexandro Chucarro, D. Juan
Miguel Martinez e D. Bernardo Berro, sendo
seu presidente o ministro de estado na re-
parti(So da fazenda.
Art. 3. Os membros da junta do crdito
publico ouvirS o aoa credores do Estado,
a (ira dechegara um resultado ilelinitivo que
soja conforme com otcompromissos solem-
nes que ligam o governo.
Art. 4. A junta de crdito publico cha-
mar, para serem avorbidos, segundo suas
categoras, os diflerentes credores de cujos
crditos julgar convenioote tomar conheci-
meruo, e por meio do ministerio da fazenda
se Iho lulo de proporcionar todas as Infor-
males das reparti;0es publicas de que ba-
jan mistar.
Art. 5. Fica igualmente encarregada de
fazer um relatorio sobre>o resultado dos
teoa Ira balboa, emittindo seu juizo acerca
do mel de alcancar o grande resultado do
regulamento da divida ; trabalho que o go-
verno remeltter ao corpo legislativo com
as observacOes que julgar opportuna.
Art. 6. A junta de crdito publico redi-
gira o regulamento para os seus trabslbos,
submettendo-o sane;So do governo.
Art. 7. Autorisa-se a junta a propor ao
govelno um secretario fora do seu seio, e
dousou nais ofllciaes, todos pagos, para o
material dos trabalhos importantes deque
est encarregada.
Art. 8. Pelo respectivo ministerio tomar-
se- bo as providencias necessarias para que
as nomeacOes feitas no art. 2.sejam devi-
damento communicadas, e executado todo
o disposto com a maior brovi lade.
Communique-se a quem convier, e pu-
blique-se.
Suarez.
Lorenzo Datlle.
AVISO OFUCIAL.
Ministerio da azenda.
Montovido, 20 de dezembro de 1851.
Sendo notorio so paiz que os enormes
compremissos com que aa circumstancias
passadas deixira-n gravadas as rendas do
estado sSo fundamentavelmente imcompa-
tiveiscom a provisSo dos recursos dequo a
nacilo necessita para subsistir; sendo a siib
sistencia do estado a base do crdito nacio-
nal e a garanta mais solida que po le offe-
recer divida publica ; c devendo ser por
Manuel llosa
N
lis. t f 11 complemento obrigatono des-
ta obrase cscaoou ao general) sua digna li-,
Ihaasra. D. danuelita de Rosas y Escurrs. consegoinle o primeiro **J*
Poieinteodo tantas pecas, tanto ardor, ealrar o crdito da cnse imminente que o
. .' W. \mami.m ...I- ...... i. m im .. mtt,C ntlli*'/ filie
ao cutello a ponto do o deixar embotado
com os golpes.
Oqundsseo mundo vista desses espe-
taculos de sangue?
Retrocedeu espantado; o,collocandoes-
ses governos entre os Seides das tribus bar-
baras, vollou os olhoa com o maior interes-
as e respeto para nos, para o Chile, ejem-
plo de discripcSo e do juizo.
Por 20 anuos seguidos foi o nosso paiz
verdadeiro oasis poltico aonde vinham con-
solarse as vistas dos historiadores da Amo-
rica ; pul en no seio da nossa sociedade
existiam os germensda discordia que hoje
nos divide, e o Clule vio-se presa da guerra
civil.
Que devia fazer entSo? Convir-lhe-liia
imitar essa poltica devastadora e feroz
Abandonara DOiicBO honrosa que as suas
prosperidades o O s't genio Ihe tinhttm oon
quistado, para adoptar umsj'stem d san-
gue e do pcrseguieSo Quo t"0' 'ructo de
20 annos de guerra e de perseverante anar-
cbia ?
NSo, cortamente quo nSo. O quo convi-
iilia ao Chile era ensinar ao mundo que tan-
to as suas desgracas como nss suas pros-
peridades esteve sempre ns vanguarda da
civilisacSo Mil anene ni i, e quD no meio
dos seus desastres se consorvava digna da
alta estima que mereceu.
O governo da repblica comprehendeu-o
perfeitamente bom: disse ao mundo por
meio de actos generosos e grandes : Nos
salvaremos a reputarlo do pai/, e provare-
mos que, se obrigados a suffjcar a anar-
chia, temos dirigido os nossos canhOos so
bre urna povoacSo ainda hontem pacifica e
floresconle ; se tiramos aolavrador o sou
arado, ao artesSo a sus ferramenta para a-
presenlar-lhes um fusil, estamos mu dis-
tantes de levantar patbulos, e de cobrar,
vida por vida, as victimas que a loucura dos
nossos irmSos sacnlica ante o dolo falso
das liberdades que invocan.
Diamante, 10 dedeiembro de 1851.
Exm. Sr. governador e capltae-general da
provincia de Corrientes, general em chefe do
exercllo de reierva, general Benjamio Vlraioro.
Haveodo-se apresentado uini partida na ilha
frontelra a cate ponto, e levantado urna ban-
deira branca, li' seguir immedlatameotc para
all o I uielia.i de guerra correntlno Guardia
Federal, o qual acaba de transportar a este la-
do o all res Jos Mara Villamayor, enviado
pelo capitao Jacintho Goncalvea, que testa da
e leu le li.h.iu i|i|c < D i u u i a mi I O C'U unc V Uli'll-
tcGoncalvcs proaunctara-ae mela noite do
dia aacecedente, contra o tyranno de Buenoi-
Ayres, arrebatando todas as cavalhadas da dlvi-
(so Sania Goloma, depois de ihe haver dado
duas cargas eiu seu proprio campo, ai quaei
- a p" le conter favorecido por aua artilbaria c
infamarla.
O capitao Goncalves, pelo que diste o ollicial
Villamayor, dere chegar a es*.c ponto eata noi-
te, a' trente de 400 homens, pouco mals ou me-
nos, e cerca'de 3,000 cavados arreados. Par
facilitar sua marcha foco unir nes(- nioi'euto
varios vaquanos em diversas dlrcccdei, para
que o condusaui pelo ineltior caminbe.
Desejo que V. Exc. le sirva ordenar-me a
providencia que deve totmr-ge logo que a di-
visiio le aprsenle cm frente deate ponto; isto
lie, sedeve a dita forca passar a este lado com
a caralhada, ou deixa-la da outra banda, fa-
zeudo passar alguinas pracas da infantera pa-
ra protege-la.
O teneute Parera inteirara' a V. Exc. dos por-
menores que desejar saber.
Dos guarde a V. Exc. inulto! annos. Ha-
noel Uaiabilbaao,
Em carta da raesma data (13) do Sr. se-
cretarlo Ellai ao Sr. coininaudante Fraga, se
diz entre outras cousas o segulnte :
Desde que o general communicon a V, a
noticia do pronunciamento da divisSo Goncal-
ves, que abandonou a causa de Rosal, nada te-
nho que dlzer-ihe, seaao que ludo val as mil
naravilbas.
Dizem-nos, com referencia a um indivi-
duo chegado bontem de Gualeguaycb, d'on-
de i llura a '.4 pela manlia, que momentos an-
tes de embarcar, recebera-se pur um proprio
da Victoria noticia de que no"dia 20 comec-
ra passar o Paran o exercito libertador, con-
tinuando a 2l,apezir da copiosa chuvaque ca-
ba desde a noite anterior.
Pessoa de nossa amlsadereccbeu urna car-
ta de Entrc-Rioi do dia i9, na qual Ihe dlzem
que o coronel Hasalilbaso pasaara a Santa F
com 600 infantes e encontrara aquella povoa-
Isto disse-o o governo e restituio socio-lcao inleiramcnie deserta ; pola haviain obrl-
eledous dos seus membros a quem a le gado a lodososhomens a marchar ipara o a-
..<.. _*.i..., !... m\*m campamento de tebague, que le achava so-
inpamento Uc Kcnague, qu. .
bre o arroio do Meio. Imitando a loucura do
general Mausllla, diremos que este general
avanja para Bnenos-Ayres, aapproiimacao das
lorcas do general Urquiza, que voam sobre
elle.
tanta serenidsde e urna fiJelidade to apu-
rada, porque nSo impedio a passagem a na-
vios de Mo pouca fama ? Nesta occasiSo as
forcas brazileiras iam subir o Paran, e o
dever do bom general que commandava as
bateras de sua costa era impedir que subis-
sem. NSo se descuida elle de explicar este
phenooieno, dizendo que os vasos impe-
riaes, podendo demorar-so sua vista (o
que nada Ihes teria custado) tiveram a co-
barda de fugir rio cima, e de deixa-lo,
com a serenidade e ardor que Ihe he tSo
frequente, a contemplar o patbelico espec-
tculo de cinco cavallos morios
Exm Sr.Honra e glora aos valentes e
leaes federaos do exercito do meu coliman-
do que buje as Barrancas d'Acevelo, s
minbas immediatas ordens, disputaran com
admiravel denodo a passagem do nosso
majestoso Gran-Paran a quatro vapores,
duas corvetas e um brigue do nosso vil e
cobarde inimigo o governo brasileiro, amo
do louco traidor selvagem unitario Urquiza.
Aos dii/. minutos depois do meio dia
apresentaram-sa os ditos infames navios em
frente de dezaseis pecas guarnecidas por
dous batalhOes, um esquadrSo de artilharia
e outro de carabineiros n. 6, e com aquella
serenidade Uo froquente aos decididos fe-
deraesdisputaran) porcincoent e dous mi-
nutos, em um reohido combate, a passa-
gem da referida esquadra, que montava
sessenta petas de grosso calibre, sustenta-
das anda por fugo deinfaotaria parapeitada
pelas suas altas amuradas.
A dcsiguacSo do tempo que devia durar
lio desigual combate pertencia aos inimi-
gos, pois o parar para bater-me, ou faze-lo
durar ao o tempo necessario para se collo-
carcm fra do alcance dos tiros da minha
pusicfio, nlo dependa senSo del los. Esco-
Iheram o ultimo expediente, manifestando
com este proco 'lmenlo cobarde o temor
que scaipro causou aus traidores o decidi-
do patriotismo federal dos que so honran _
em sacrifcr-se pela patria e pela pessoa ? Vicente Gonzlez, e que boje estavl
Ilustre de V. Exc cujo nomo invocado por ;" ?rdons,,?e f orran- 8,tualU na Prv,n"
mimao primeiro tiro de canliSo foi repetido d"S""a- Asquetrouxe o vapor Manue-
ameaca, julga que o meio mais eUlcaz qu
(ara este llm deve empregar he o de rodear-
lo da opiniSo publica nesta materia, cha-
ando confroritai;3o todos os itleressados
tos seguintes ramos da renda :
1. A sociedade compradora da quarla par-
s das rendas da alfandega de 1848.
2. Os credores garant los pela metade li-
ti' das rendas da alfandega. .
3. Os representantes do contrato de ar-
gumento celebrado no Rio de Janeiro aos 7
de setembro de 1850.
4. A sociedade de alfandega, pelo que diz
rospeito s aoticipagOes pgaveis com a ren-
Manea do engenhosofidalgo do la Manchal |U Qe papel sellado patentos e direilos de
daquelle que em desigual combale se arre-I m'rada de 1852.
messava aos moinhos, e va suas infames 1. 0s referidos interessados, pelos meios que
aspas proseguir em sua rotacSo continua J'garem mais convenientes, nomearSo res-
depois de leremfeilo rodar cavallo ecaval- pectivamente um representante porcada
leiro, escutai cheios de jubilo as proesas f^JOCM, podendo os que o UOjHlO a-
dos imitadores que deixou a flor e nata da
cavallaria andante I
A fuga desta divisSo at o Diamante nos
da
da poltica mandava tirar a vida.
Sr. prosidente Monte, ouvi o que por meio
da imprensa moderada vos diz a opiniSo dos
homens de bem.
Obrantes digna o patriticamente.
Dstes a vida a dous homens transviados
a quem a sociedade podar perdoar ama-
nhSa e receber pacificamente no seu seio.
Evitastes o luto a multdSo de familias
cujas lagrimas cabiriam gota a gota sobre o
vosso coracSo.
Vlndicastes a vossa patria e honrasteso
evangelho, estabolecendo o sagrado princi-
pio da indulgencia e da enrdajo.'
AmanhSa, quando resfriadas as paixcs
polticas, se eserever imparcialmente a vos-
sa historia, todos ao la-la realcarSo a nossa
conduela, e, nSo duvideis, a historia vos fa-
r jusuga !
[Mercurio.)
liorna! do Commercio )
REPTJBCICA AHGENTIN*.
Buenos Ayre!, 24 de dezembro.
O limoso Pablo Alegre, de fclia memoria, e
que commandava, segundo elle e os rosistas,
um corno eicolbido, foi assassinado por um de 10 ,j0 ^nvcn, oriental em todo o estado ssy na
seus olficiaes nos arredores da guarda de Lu- |n[C||igencia de qne se por causa desta alnaiifa
jan. yuemdcuo golpe ehama-se Matheus AI- 0 g0vcrDode Buenos-Ayres declarar a guerra
vares, lilho de um rico fornecedor dos que Ale- aos a|iiados, individual e ciiiclivamentc, essa
.REPBLICA DO PA-UGUAV.
Allianca do Paraguay com oa Kstadoi-Unidoi-
,1 .jiirn/iijiij, 2G de oulubro.
Eitamos autorlsados para declarar a nossos
coucidadoa que o governo, convidado pelos da
Itspublica Oriental do Urugnay, do imperio do
Brasil, e dos estados de Enue-ltios c Crtenles,
por Intermedio de seas agentes pblicos, e por
via de nosso minlitro e secretarlo dos negocios
estrangeiros, para adherir ao tratado de ai-
llanca oBensiva c defensiva que celebraran,
para arrojar do territorio da Republic< Oriental
ao general Manoel Oribe e a3 tropas argentinas,
prestou sua adhcso com duas uuaiidad.". ou
antea ecplicaces dos arligoi em que recaer.
Creinoi que sero crilas fraocameole, sendo
como a nnsso ver iSo justas e conforme! aos
objectos c inclino s bases da allianca.
Esta alliaiu; i (.un por nico 6111 apaciiieacao
da Repblica Oriental do Uruguay, sua inde-
pendencia real ceusetiva. e o renabeleciinen-
sar I
As cartas que nos trouxo de Buenos-
Ayres o paquete Fama at 17 do corrente
nos annuncisvam a sublevadlo da divisSo
de Rosas que comminlav anteriormente
comaquelle ardor com que tSo justamente
os federaes argentinos disputan entro si a
fidelldade pessoa de V. Exc. e a uobreza
da causa que defendemos.
O unonte-corufiei cuuiuiauUaute do |ii i-
meito bullan NorU, o seu major D Beni-
to Servin, o commandante accidental do
Patricios federaes de S. Nicolao, D. I.uiz
Barrera, o major do dito D. Manoel Sego-
via, o capitSo commandsnle de artilharia
I). Ramn Bardier, e o sargenl-mr do es-
qua IrSo de carabineiros n. 6 Dr Segundo
Giraldo, lornaram-se dignos do apreco de
V. Exc. pela sua enrgica cooperarjSo e de-
nodo, nSo sendo menos dignos de igual
estima todos os oQiciaes e mais pracas des-
tes corpos.
Os meus ajudantes d'ordens, bem como
os cirurgiOes Dr. Daz, do n. 6, e Marenco,
de Patricios de S. Nicolao, correram todo o
risco do combate; lamben esteveconstm-
temente ao meu lado o cidadSo doulor em
leis D. Thomaz Rojo, que se me apresen-
tou voluntariamente; elle e os meus aju-
dantes D. Andrs Costa. D Euzebio Villar,
D. Domingo Pelln, D. Manoel Alcacer e D.
Santisgo Bengoles, dersm e cutnpriram as
minhas ordeos com* a maior serenidade,
S tenho que lameofar a perda de um va-
lente soldado do 6. de cavallaria, que mor-
reo gloriosamente decidido por urna baila
de artilbaria. Tamben morreram cinco
cavsllos.
Seguudo as declaracoes de varios olb-
ciaes, os infames inimigos lancaram agua
muitos cadveres; isto e as avaiias quo ho-
je soQVeram nos cascos e aparellro, ellos o
.linio as suas jactanciosas participares,
o receborSo as feicitacOes do costume com
acaba sua parte, felicitando a todo o mundo, eates
e fazendo exclamacfles de honra e gloria, Acrvela Eulerpe regressou da Coto-
porteraubidoo Paran a primeira divisSo|nia no da 16, estest.conada em Montevi-
imperial, apezar das dezaseis pecas de arli-|"- Acrvela D. anuaria, surta ero Gua-
Ibaria dos dous batalhOes e dous esquadres'*". apresentou-se urna das baleeiras que
que formou aquello general para a ver pas- Rs "avia mandado observar os movimen-
tos da esquadra brasileira. O commandan-
te da corveta entregou ao almirante Gren-
fell dous ofliciaes o nove marinheiros que
a tripulavam, e o almirante, depois de os
gratificar generosamente, conservou parte
dessa gente e deu passaporte para Montevi-
deo, onde ebegaram no mesmo da 16, ao
lente e guarda marinha, que eran os of-
liciaes, e a tres marinheiros correntinos.
-- O coronel Fras de Vasconcellos voltou
da Colonia para Montevideo a curar-se de
molestia contrahida ne servido, sendo que
para isso foi necessario que inlerviesse a
influencia dos seus amigos. Constava-se
que restabelecer se-hia em pouco tempo. O
coronel David Canavarro eslava em Monte-
video no da 16.
Apromptavam-so.para sahr de Bue-
nos-Ayres a destino que se gnorava, bem
como quemas eommandaria tresembarca-
ce.sJu/ii, Kaipu'e Santa Clara. Culi gui-
se porm das provistas e aguada que li-
nliam feito que iam a viagem de alguma
distancia.
{Comercio del Plata.)
lita, com data de 20, confirman esli
noticia de modo que j nSo he permittids
du.-i lar della, alienta a conformidade t
respeclabilidadedessas csrtas. O aconte-
cido se refere da maneira seguinte:
A divisSo de Serrano sublevou-se toda
unnimemente, e convdou o seu chefe a 1-
companha-la paraEutre-Rios. Este engaan-
do os soldados, fugio com alguns e foi pedir
auxilio a Santa Coloma parasujeitar os su-
blevados. Este corpo e outro que eslava no
Rosario marcharan sobro aquellas, e Ira-
you-se um combale em que mirreram de
50 a 60 homens, sendo o resultado que toja
a divisSo de Serrano e parte da de Santa Co-
loma passaram paraEnire-Rios.
Pablo Alegre, Julin Sosme, o comman-
dante Bustos sabiram com forcas de Bue-
nos-Ayres para o norte. Prudencio Rosas
foi definitivamente aeparado de sua divisSo,
3,000 couros que vieran cidade por sua
conta foram embargados por seu irmSo o
governador e depositados na forte, allegan-
do-so como motivo que pertenoem ao con-
sumo da divisSo, e nSo sSo por conseguiote
do ebefe.
Este por aua parte disse que.seu irmSo
era um despoU, e que seus excessos o t-
nhSo trazido ao ponto em que se acha; eis
urna disputa em que ambos tero rszSo. D.
Prudencio tem apretenffio, que nSo dissi-
mula, de substituir seu irmSo do comman-
do ; parece que estes senhores acreditan
quesSo realmente principes, e que Buenos
Ayres be a Normandia.
' MINISTERIO DA FAZENDA.
Montevideo, 20 de dezembro de 1851.
Decreto.
Estando estipulado 00 tratado do subsi-
as fanfarronadas e caracterislioas mentiras dio celebrado entre a repblica e o imperio
"razil que o goveroo nomear urna juo-
credito publico para tratar da liquida- j
oosolidacSo da sua divida interior;
Appellanto, Jos Francisco Goncalves; ap- do traidores selvagens asquerosos "Dita- 01o urazii
pellado, Francisco de Miranda Leal Se ve. I raes, que ba dentro da desgrasada Monle-. U do crea
Appellante, JoSo da Silva Reg e Mello; | video. |faoecori
CHILE.
Valparaso, 12 d notumbro.
Clemencia e generosidado.
Quando a autoridade civil, obrigada a por
em ac;So a espadada lei, manda castigar
o (Liliquelo com todo o seu rigor, a opi-
niSo publica diz-noa que ella cumprio cam
o seu dever.
Porm quando a le da conveniencia pu-
blica, fazendo um crinie do extravio das
paixes poliliess manda erigir esda falsos,
a p6e as mioa do verdugo a cabeca dos ci-
dadSos, essa mesma opiniSo que hontem a-
penas se agitava com a preseoca do culpa-
do, horrorisa-se e derrama piadosas lagri-
mas a favor do fantico que, cheio de virtu-
des, foi talvez o instrumento de paixes es-
tranhas, ou deixou-se engaar pelo seu mal
entendido patriotismo.
Eis como a opiniSo publica de todas as
naeOes estabelece urna differonei sensivel
entre o reo poltico e o criminoso por delic-
io-, communs.
A historia das revolujOos sul-atnericinas
rentes: eu ocreioTmas nao posso alBrmar, | "c^ieri por.dcmais notar nene lugar que a
porque nada sabemos aqu de positivo. 'ola do referido convile foi entregue a nosso
O regiment n. 8 de milicias, commandado goveroo a 14 do corrente, e neisa inesuia data
por Joaquim Arana, nao quer reunir-se ao f0| anauciada a suaaceita9ao, para quese vc-
.11: nupa.....11
d'alli; faiexe
lo i est a urna legoa de dlslanoia CQ,ie que nao
aercicio quando Ihe da na cabeca, pjr,e. Entreunto nol
houve demora da nossa
nosaa admiulstraco se pre-
e quando nao quer, nao obedecis ordeos que para para tomar parte noi eiforcos dos gover-
se Ihe da"o. alliados, etc.
A familia de Pacheco, que Acara em San Jo- ,,..,.
s de Flores, recebeu um proprio que elle Ihe
fez de Lujan, e iiamediaiamente se pos cm
marcha para a cidade, onde chegou hontem.
As tres horas e meia.
O governo 'acaba de receber urna nota de
REPBLICA ORIENTAL.
Montevideo, 27 de dezembro.
Pelas cartas de Buenos-Ayrea o boletn do
Manilla, cm que Ihe diz que nao pode j con- Entre-Ros que publicamos em ontra columna,
ter a sua gente, que lodos os loldados dizem verao os leilores como comees a guerra na pro-
publicame
Urquia
em tomar .
apeoai lervlria para accarretar maiores des- a c^sta deste rlo.e que poa isio mesmo devera
1 ......OI..>-lh mata con llllic.l. SUb evOU-SC 10-
a gente, que lodos os loldados dizem verao os leitorea como corneja a gucrr.ua pro-
inentc que a esperam a chegada de vlncia de Bueooa-Ayrei. Antes que as dlvisdcs
para passar-ie, e que he inulil pensar do general rquis. passaisem o Paran, Ja a
ar medidas de repreisao, porque isso dlviso que tlnba Rosas mais avanf adas lobrc
gracas.
26 de dezembro.
dus pecas q
do dia 17. Tainbem
o arroio do meio, deixandu algumas partidas
de observacao sobre o tlosario. A forca de
ambos os generaes dlminuc eicessivameute
medida que se coucenlram e o exercito de Ur-
quiza penetrar leaiqpposico.
> 21 de dezembro.
Depois da miuha ultima teiu chegado muitos
navioi de San Nicolao, carregados de familias
que apanden .ru suas casal e interenei era
virlude de urna ordem de Mansllla declarando
selvagem unitario a todo aquelle que licaise
em San icolu depois de sua partida. Parece
que elle retlrou-se no mesmo dia, porque an-
te-liouicm auuiie soube-se que eslava em Ar-
recifes.
ineiee. r-llie mata confianca, sublevou-se
da com seus oIBciaes a frente, e passou para
Moaiilla retlrou-se para Arrecifes, dei.anjlo Entrc-Rios, A que coinmanda o general Man-
as pecas que se Ihe desmoolaram no tirotcio silla no Tonelero aluda nao se sublevou, mas
e reiirava Echaeuc para loffre urna numerosa e diaria desercao, c ina-
nlfeata sem reserva a sua resistencia a lacriti-
car-se pelo interesse pessoal do dictador.
30 de dezembro,
As noticias recebidas do Paran em data
de 19 ilo corrente annunciaro que a 20 de-
via comecar a passar o rio o exercito do ge-
neral Urquiza. As que temos de Buenos-Ay-
res, e alcancam al 27, sSo do que j se sa-
bia naquella cidade que o exercito tinha
passado, eque Ecliaguo e Mansilla, os dous
chefes que tinha Rosas sobro a costa do rio
para guarnece-la o hislilisar o inimigo, nSo
esperaran por este, e dersm meia volta a di-
reita a toda pressa, deixando no cammbo
boceas de fogo e gente.
Esla aberts a campaoha, Bosas em pessoa,
como ora rasosvel e o desejavamos, vai per-
sa freote do suas tropas. Agora veremos
se tem, para combater inimigos armados, o
valor que tem lido para assassinara iafeli-
zes indefesos.
Teve lugar ante-hontem o acto do h-
cenciamento dos batslhdes de visinhos os-
trangeiros que fazia m parte da guaroirSo de
Montevideo.
-- Voltou domingo da Colonia o vapor
brasileiro Paraense, que, como annuncia-
mos, sahira para aquella cidade dous dias
antes, levando cento e Untas pracas do se-
gundo balalliSo de artilharia. Poucas horas
depois de effectusdo seu desombsrque, lar-
gou novamento para esto porto. Por esse
navio tivemos noticias da primeira divisSo
naval braslleira que petielrou no Paran a
despeito de Mansilla, e acbava-se no Dia-
ENTRE-RIOS.
Boletiin eitraordinario.
Gualeguaycb, 16 de dezembro de 1851.
Anda nao passou o nosso exercito ao outro la-
do do Paran, ej coinecam as massas a pro-
nunciar-se a favor da causa da liberdade eda
pas, volvendo suas armas contra o tyranno Ro-
sas, que por tantos annos lem-ai sacrificado
su.i lorpe ainblja e ao seu ielvage,n srstcina
de saogue. Ol documealoi que nos apressa-
musalevar, com intima sillifaco, ao dominio
do publico, iustraem do heroico pronuacla-
inento da diviso coinraandada por Vicente
Goncalves, e de sua incorporaco ao grande
exercito coallgado libertador, que dirige cm
chefe o llluitre general Urquia. Honra a to-
doi os bravo! que a coinpoeu!
O benemrito capitao Jacintho oncalves
que collocou-ie i frente do movimento. e lo-
dos os diguos federaes que o acompanharam,
bao bem merecido da patria. S. Ec. o Sr. ge-
neral Urquita promoveu a tencnte-coroncl ef-
ftetivo o referido, capitao Goncalves, dando



*u.
I

mante. De oarla escripia por um olllciul di
dita diviso, pessoa fidedigna, estreimos
o seguate ;
Diamante, 19 de dezembro.Chegaraos
aqui hoje. Komog bem ooraprimeiitados par
Munsilli, que se hara fortificado no Tone-
loro ; mas respondemos-lhe com todas as
honras militares. Da Torca da divisBo impe-
rial que vem comnosco ninguem solTrea
nada. Lamentimos smeote a perda de tres
pravas da esquadra, e 7 forillos. O inimigo
soffieude corto daino correspondente.
A segunda expedicSo de tropas brasile-
ras, que seguir nos vapores Paraenses, Im-
perador e Uruguay, licou, Das Enramadas,
e pelo que temos ouvido, n.lo lera que su-
bir o Paran, permaoecsndo all para accu-
dir aonde o ezigirem as occurrencias ulte-
riores.
Pateco que o general Urquiaa elTectuaria
a passagem do Paran no dia 20, pois o eser-
cito libertador achava-se a 19 no Diamante,
e desde a chegada do Sr. almirante (ren-
ten pz-se ludo era movimento para effec-
tua-la.
Corre que o transporto brasilero Per-
nambucana sane hoje para a Colonia, e ere-
mos que ra aervir alli de deposito._________
INTERIOR.
i:ni HK JANEIRO.
Rio, j de Janeiro da i8S2.
O vapor Paquete do Sul trouie-aos noticias
de Montevideo at inanhSa de 23 do mez ul-
imio, ede Uueooa-Ajreaal 19.
Km Moutevido e ni Bucnos-Ayres bavla a
maior anilcdade pelo cornejo das operacoec do
general Urquiaa. Kite J e achava com quail
todas aa auaa furcat e as doa governoi alliados
sobre a margem esquerda do Paran, no Dia-
mante ou Poma Gorda, de onde leoclonava
paaaar orlo edesembarcar em (oronda,pootoda
provincia de Sania Fe fronlciro quelie de Eo-
tre-Risi. Suppunba-ie que ena importante
operaco ae erectuariadodia 26 do inexpaiaa-
do em diante, e que o inimigo nem tentara dil-
ficulla-la.
O plano da Roas eslava. descJuEio. V-onceu-
tro qlilloda^agfjj.lorfa^ pe|j maldiyar-
te compoita'de qcnte bisonha e Ylolentanieste
arrancada de auas casas e campos, em Lujan,
noa Santos Lugares e em Paleruio. Fra desaes
ncleos, linba urna guarnico de dous a qualro
rail bomens defeudetido Saola F e as bateras
aituadaa as barrancas da margem direita do
Paran, e alguna poatos militares no Retiro, na
embocadura do Salgado e em mais dous ou tres
lugares.
tudas aa sn is ordena preicrcvlam que a
guarda avancada de Santa F e margem do Pa-
ran, apenaa se approilinasie o geueral Urqui-
za, reliraaiem-aeaobrc Lujan, e deite ponto so-
bre os Santos Lugares, onde a liual se reunir
toda as turcas de que puder diipor.
De accordo com este plsno, tem obrlgado a
populacaoda margem do rio e de toda a cam-
panba do Norte a emigrar para uenoa-Ayres,
tendo antes comecado a retirar dessas estancias
o gado e cavalbada.
ror ene systema de concentraco e resisten-
cia passiva, consegulo Rotas triumpbar |da n-
fells empresa de Levalle, eiul840 ; e ainda que
nao ibaae elle to rolineiro como be,as circuns-
tancias acluaes nao Ibc permitliriam outro pro-
jeclo de defesa. Mas a poca em que estamos
nao he a de i84o, e o general Urquiza nao bejo
general Lavallc. Se ento os Santos Lugares
servil ain de seguro abrigo ao reprobo de Heos
e dos bomens, ludo fsz cr, e firmemente con-
fiar, em que desta vez a Providencia tem decre-
tado o contrario.
Apeaardo terror e forja que Rosal ainda po-
da empregar contraos iufelise Argentino!,nao
se acrcdittva posslvrl que conseguiste rcduzlr
a um deserto destituido;de lodos os recursos a>
provincias que ihe ficamao Norte e demaii, o
general Urquiaa linba pciieito conhcclmento
do ayateina de guerra que llic pretendia faaer o
dictador, e havia tomado as mais .dequadas
providencias para vencer essa resistencia ma-
terial, aluda quando fosse ella levada ao ultimo
extremo.
He escusado observar aoa Icitores que o pland
adoptado pelo dictador revela a sua fraqueza,
que so tem por fim procraistnar o termo da
lula, e que para produtir Igtiui ereito lora
preciso que coDtra toda aaipecttlVa, e con-
tra aa mais bem fuudadas esperanzas, a popu-
ladlo argentina ae conservaste sob o terror que
boje inspira o seu verdugo at ao momento em
3ue o general Urquiza batesse as portas de
ueoas-Ayres.
Nao se pode descrever o'enthuslasino que rei-
nava em Enlre-Rlos e Corrientes. A victoris
sorrla a todos os coracOes ; ninguem que po-
da montar a cavallo e einpunhar una lauca
deixou de apresentar-ae ao geueral Urquiza.
Um ezercito animado desta forja moral.nume-
roso, prvido de todos os recursos, dirigido por
cheles dos mais esperiinenlados, so nao vencer
se nos decretos da Providencia estiver eacripte
que o poro argentino deve anda pastar por es-
sa grande provaco.
Oa generaes La Madrid, Medina e Madariaga,
os coronis Paunero eAquino, quasi todos os
homens militares de mais reputaco no Rio da
Prala que puderam acudir em defesa do seu
pas, orlereceraui seus servicos ao general em
chefe das forjas silladas, e fsrain por elle aco-
lhldot como irmos c amigos. Os coronis Pau-
nero e Aquloo, o primelro dos quaet be Orien-
tal, tinbam havia pouco ebegado do Chille, mi-
de estavam como emigrados.
Urna divlio de 4,0'J0 bomens de todas as ar,
inas, cscolhidos da llor do eaercilo iinperial-
linba embarcado na colonia' e seguido para o
Paran a reunir-se s forjas sob o coinmando
cm chefe do general Urquiza.
A divisoimperial nao seguio lodaao mismo
lempo e nem se dirigi toda ao mesino ponto.
Os batalhdes 8 e I3*sei;uir.i:ii no di. 11 ji.-l.i
ni ii.li.i a bordo doa vapores Allomo, Re-
cite, Pedro II e D. Pedro, e devlam desembar-
car uo Diamante ; a oulra parte da diviso sa-
bio uo dia i7, transportada pelos vspores P.i-
raenae, Imperador c Uruguay, e por inait dout
navios de vela. Esta segunda expedico devia
desembarcar as Euramadas, perto de Entrc-
Rios que lies abaiio das bateras de llosas.
A bella evalenle diviso imperial be com
mandada pelo Sr. brigadeiro Matioel Marques
de Souza, e consta de um regiment de cavada
ra de mala de 3,000 pracas de linfantaria e de
uials de 300 de arlilbaria. Foi perfeitamente
equipada e armada, e com abundantes provi-
ies de guerra.
Orna praja se quer dos corpas expediciona-
rios nao faltou no momento do embarque ; at
os doenles pedlram aos seus commaudantes
que os deixassem marchar.
Fui urna tceua de enlbusiasmo e allcctuosa
emojo a despedida e embarque desse corpo
de bravos do ezercito imperial. Todos deseja-
vam ser os primeiros a vingar o inonarcba e a
patria, to vilmente insultados nos discursos e
publicajoes de Buenos-Ayret; lodos senliam
separarem-se dos seus companheirot d'armat
com quem at aquello diabaviatn marchado
unidos.
O general em chefe foi um dos que mais par-
lilbararu esta viva emojo, como bem te conbe-
ce pela scgulnte proclaniajo que no acto do
embarque ibes dirigi :
EXERCITO IMPERIAL.
Quartel general do coinmando em chefe,
na Colonia do Sacramento, 11 de dezembro da
1851.
Ordem do dia n. 33.
Soldados! Vossa conduela al hoje me tem
sattsfeilo! Soubcstes perleitamenle compre
hender votta mitso!
Vossos esforjoj, privajes e sacrificios nao
forain inutelx I
Sem combater, couseguistes o trlumpbo I
c a liberdade, a humanidade, a civiliaco c a
ordein triumpharamcomnosco!
Els a vosta verdadelra gloria, e de nossos
alllados : els a verdadelra initto dos exercltot
civilisados I
Soldados Multo haveisj conseguido mas
nao fizestes ainda tudo. Um novo campo de
gloria se vos aprsenla, em que podis iazer
hrilhar votsas virtudes de toldado e de ci-
dadio.
Bravos da prlmelra diviso. Cabe-vos a
gloria de ser os primeiros a lanjar-vos nrlle !
Ides formar parte da vanguarda do ezercito ai-
liado nesta nobre empreza ; Ides combater pe-
la mais santa das causas !
O distinelo ebefe a quem vos entrego ha de
guiar-vos ao triumpho e gloria. Segulo, obe-
ecel-lhe, conlinuai a conduzir-yos pela senda
que vos tracal, que a posterldadc vos cublr de
benjaes,
a Els, pols! niarcli.-ii.' que no momento do
perigo tudo Tari para achar-sc comvosco o vos-
so general e raelhor amigo
Csnis de Caxiat.
O coinmerclo del Piala, dando a noticia do
embarque da diviso Imperial, acompanbou-a
das seguales expretsSes i
i Ficemos detejando diviso o inclhor xi-
to em todas as operajdes a que sa destine, e
detejamos pnnolpalmenle que os Argentinos
que desbragadamente se achain boje submciti-
dos vonlade de Rotas vejam nestes dignos c
generotoi amillares o que os teus patricios e
Irmos, que csto ll'vret daquella funeila influ-
encia, vem iicllea. Americanos, vitluhos e ami-
gos, que sem ler nem pretenjoea de nenhum
genero contra a repblica argentina, sao como
mis Inimigos do seu lyranno, e vo tomar como
mis salisfajo dos aggravot qne tem recebido
delle; amigos que nos prettim a sua coopera-
jo activa, pa/a que augmentando o poder na-
cional que temos orgaoltado, teja menos en-
carnijadaa luta, ou nao baja reaittencia possi-
vel; que desejaui ver estabelecldo uin rgi-
men legal e um governo digno de um povo ci-
vilisado, vizinho, com quem temos cxlentat e
productiva relacdes inercaotis que necesslla-
mos firmar e regularisar, com quem ser sem-
pre justo viver em paz, e em extremo conve-
niente viver em una intima unio poltica.
Desojaramos que os Argentinos tivessem
mu presente que Rotat excituu senipre o odio
aos estrangeiros para inanter suat guerrai in-
lermlnavels e segurar o seu dominio; que o
dia da sua queda ser aquello ein que o Ar-
geulinot reuegarem suat mximas e forem ami-
gos dos que sao seus Inimigos.
A' sabida do Paquete do Sul nao baria cm
Montevideo noticia olhcial da passagem da prl-
melra expedijo por defronte das bateras col-
locadas aobre as Barrancas de Acevedo. Mas o
dictador Rosas se apreatou em dar essa noticia,
mandando publicar na sua Gaceta do dia 19
urna bombstica parte de Lucio Mancilla, com-
mandante em chefe das ditas bslerlas.
Os leitores encontraro sob o titulo Exte-
rior o Irrisorio documento a que cima not
refeilinot, e das propnaa fanfarronadas cm que
elle abunda deprchendero que os vapores bra-
ilteiros, .frente dos quaes seguia o Alfonso
comoSr. chefe deetquadraGrenlell, passaram
sem dlfHculdade pelos valentes dat Barrancal
de Acevedo
Fot de certo, como o diz Mancilla, urna gran-
di cobarda da inarluha braslleira, ent vez de
parar para combater com as Barrancas de San-
Nicolo, seguir rpidamente para aeu destino!
Sao de certo burjuc-s infames, vapores que as-
tim correm to velozmente e etcarnecein dos
artilheiros das Barrancas de San Nicolao,
Apezar da vergonhoss corrida que Mancilla,
acoinpanhado de um numeroso cslado-malor,
e at de um doutor em lela, fea dar aos nossos
vapores infames, sempre confesas que estes
Ibe poderam segurar cem .bailas, l por detrs
DIARIO DI PIKUIBDCO.
iiecife, 17 de Janeiro de i859.
2
BB
deiejaii confiar-me; a houra e minha pro-
prii coniciencia impedem-m'e de acei-
ta-la.
Sou, etc. .
Ds Goulurd a
do correntios da Baha a .6 e os de Ala- ^^^1^^^ ^
KOSSai/. vanw.HiloaM..
go
As noticias de Bucnos-Ayres, que encon-
tramos nos primeiros, chegam at 19 do
pastado, as de Montevideo al 23, e as do
Rio Gran Je do Sul at 87; nos portn rece-
bemos o a Wo-Crindense e o Diario do
RioCrande com datas al 3 do correte,
veram-se de votar,
Dos man n he i rus esoldado de marinha
(1,212 votaram por Luiz NapoleSo, 2151 vo
taram contra elle; 171 abstiveram-se de
votar.
Dos oulros paiies da Europa nada ha
osq;;r.d^^^.-.ig1B7=Ue j-rKr8r -**
inleresse Em o lugar competente depara
ro os leitores com os extractos dos men-
nqu
Nos Estados Unidos havia pazesocego,

concentradol no fundo de um i incuso etpellio clamnrem: Exportarte c ellos obstinados era i
cncavo, val deilumbrar e abraiar de lave jas diarera a scisma'da Satans. Paa dai peaVa nT
lodos os pases do orbe Tudo Isto significaJ dliia elle cebasditam: Foyamo de alaorum '
luxo. Mas o luzo ni constlluljio actual do acarnoi de yalamt ptt. "
mundo ligntica a miterla,*F.ites tremol e es- I E a divida nterin corno cancro, en dividaete
pelhos para gigantes ; estas estajuas para Ores- [como lepra, a devorar este triste corpo, ai p ,1.'"*
ios ; estei teeidoi para Aspatiat : estes planos to certo elixir da longa vida I Bastar eitend""'
de madre-perola e tartaruga ettet leltoi mu- jmo para o colber, baver inda forras para ^ '
fica -se estpidamente a agonisarI
mada i.iicomo Rija Galiagli.. por cento russos all; os dous e meio
fcm a noito do primeiro do correnta foi !,,....,. ,...<,. ,.. .'!
asssssinadoumfeitor de Jo.quim Jos de porcento hollsndeze a o9.
Oliveira, morador na Tijuca, e suppOa-se
que por um preto.
i mili sido frotada pelo governo, aliui de
con Juzir tropa para o Rio da Prata, a barca
de vapor Rio de Janeiro, que devia sahir
para o seu destino at 6 do crreme
VARIEDADK
EXVOSIQA'O UNIVERSAL
SOLATIA VICTIS.
Ovidio fallando da quellcs triuinphosesnlendi
Por aviso de 29 de dezembro do annopas- 4siimoida sua Boma, exclamava : Temoso
sado, espedido pela secretsrii dos negocios <"ih Mtiiade. Orbit i urbe
do tiperio, foi communiedo so Eu pre- J?i%&Z.?,;&Z^&
Sldenle das Alagoss ler S. M. O imperador tropolecomrasSi.se guarnirs. rroiM. Pelas
spprovado a medida tomada porS.Exc,,! margens daquelle Tibre, pelot recoitos c cu-
bera da execucJ) do regulamento annexo mes daquelles sele montes Iriumphaet, brilha
ao decreto n. 798de 18 de junlio, ordenan lo ra ao formlo tol da Italia, rumore|ava como
aos juizes de direito da provincia que flzes- ">ns vatios e profundos de Ocano, etpalhadoi
sem constar aos escrivSes de paz que, logo pelo vento dos Apeninos alaos confias da ter.
quo lan^ssem no livro competente o termo ^^^^do'^e^r.turlza^os'ho^;
dos nascirnentos, Iransmittissem ex-ollicio ||nham sauido 0^ul|l. no r(,antc inund0i c
umac--rtidao do registro ao respectivo pa- que a agula semdepr ralo linhatrazldocm-
rocho, alim de que este ficasse habilitado polgado para o seu covll Imperial.
Orbemjam totum Vctor romn ui habtbal,
Qua mare, ec saliaiui erat.
Escrlvia Pelronio, o elegante e desgrnelo
folhetliilitardc ero.
Na pompa dos trlumpbadores se levavain
para baptisar o recem-nascido, quando Ibe
dos'parapeitosdas altas barrancas, a m sida-1 foss) preseutado, nlo Ihe compelindo
do e cinco cavallos. Do soldado diz que era emolumentos alguns sent das certidOes
valente; quanlo aos cavallos nao faz nem um; requeridas pela parles
elogio, as he de crerque fossein de boa raja,, |)j Batlia nSo ha nova algumi de inte-
Asfolhas do Buenos Ayres nao cesiao de co-, uu uuia a ^..... ___ -t ------.........-------
brir-nos'dos maioies improperios. E he nota-: Jr ,. .. om i para lisonja do povo-rel, os povoi vencidoi
velque, ao patio que Iranscrevein todos osar- "l Alagoss lem apparecuo em aiguns coln a, ,ua, arin,Si 0, rc|3 captivos comas su-
tigut da imprensa opposicionisu do Brasil con-| lugares, signaes de opostrjaoao regulam'n- ', lagrimas, os animaesas.arvoresdosteiltorios
trarios Inlervenjo, iutulttra a todos os Bra- 10 de que cima fallamos, bem Como om conqulitados, e al, em imageni, ai cidades,
Jacuipe onde os indios da povoacu reuni- os rloi e asmontanhas 1 As delicias do viver ro-
ram-se, e foram a capella com o flm de ras- "'no envlava-as Alhenas emestitu garem um edita I, que ao msalo era relati- vo, o que executarim, correndo tamban o I ""h."" ",;nos preciosos, Spana
. .. .. ._ >. .__ii___.,_ i.i b. i em athlelas ; Sicvonc cm cava los: o Ganges
boato de que em Dous-galhos um tal er- Lm perola, J,u Cm formosas; a Numiiiia
reir Nello linha forc,a reunida para se Ihe ;em leae,.a lerra loda cm viclona,( cmescra-
oppr; porcm nada havia de ceno, e que Tos, em lisonjeiros, em Invjeosos, em lorren-
desse cuidado ao governo, cifraudo-se quasi tes de olro, da purpura, de prata, de ferro, de
tudoom rumores e boatos. Itaarmores, de geminas, de flagrancias, dasa-
l.-se no Timbre Alagoano de 15 dolores, dedeutet paraat palxdocs, de aitificea
correle : I'' "l"''ar.us para os munumeutos, para ot vl-
sileiros sem dlsiiocjo, cbamaudo-noa um po-
vo vil e cobarde,
O projecto da lei apresentado honrada sala
de Buenos-Ayres por D. Lorenzo Torres, isen-
tandoa Rosas do trambolho de mensigens, or-
jamentos, etc., e conferludo-lbe, aem respon-
tabilidade, a mais ampia dictadura, passou tal
qual o substanciamos em noiso numero de 12
do mez prximo panado.
Para allcuuar os apuros fiuanceiros em que
se acha, c dar fcil sabida aot producloi do
imito gado que tem fcito rccolber a lluenos-
Ayres, Rosas declarou franco o commercio en- |intem chegOU a esta Cdade de Volta de "V PJ" ,os "S^V ,, ,
tre Montevideo c aquelleporlo, tevogando o in- cmrihR tura nndn sa tinha diriaido no1 Ulua e'P"'tao universal', 1
terdicto que durara desde Ii7. oamaraglDe, para unuo se linna airifc ao no, e umversalmente visitada
As desordena que liveram lugar na cidade de
Montevideo duraule os primeiros Irabalhot da
eleijo de representantes reproduziratn-se com
mais gravidade no acto da apurajo do escru-
tiueo geral. Os legionarios italianos, dirigido!
por uio oceulta, prelendcram que Ibes folien
aceito os seus votos, e como Uso Ibes fosac re-
cusado, por seren estrangeiros c soldados, ten
taram iiupor forja a sua vontade. Nao che-
garam a apresentar-ae armado e em corpo
lias varios driles invad um a igreja, travaram
eoullicio com a autoridade policial, e eilorva-
ii o que ametapodessccontiuuarem seus Ira-
balhot.
O governo adiou a apurajo do escrutinio
para evitar derramameuto de saogue e lomar
com lempo as neosisarlas medidas preventivas
Oa desordeiroi anitnaram-se com esse acto do
governo, que attribuiram fraqueza, e contl-
nuaram a agllar-ae. Enio j nao appareciam
smente os legionarios, e sim tanibeiu um pu-
gillo de ambicilos a quem as cunsequeueias
aanova ordem de cousas nao podein agradar.
A asicmbladoa notaveit, cujos innulnu, pela
maior parte nao foram cuniemplados Das listas
de candidatos assembla geral, mostrou-sc
not inleresses dos agitadores, aeolnendo mui
lisongeiramcnle urna repreaVntajo que elle
ibe dlrlgiram para a annullajlo das eleijdes.
Tudo terenou logo que o governo fez sentir,
por algumas medidas de precaujo e vigor, que
ealava nf lirme resolujo de iiiauter a ordem e
nao transigir com pretenjes facclotas. A as-
embla dos notavels, qua o presidente j bavla
permanente,
. f 11 1 1 i 1-.. r- .! 1 ........ ...... I .
ii.i 10 do corrate [>or determinacSo da pre-
* i -- ia ii i ,u. n_. j nidia imiii uo mane ruiuanu (lutuiuu-jc
sidencu, obr. Dr. chefe. de polica, aOm de raio doJu fiMr c,|liIolino, c 0 ,0 de vesia
observar o estado daquella localdsdo don- apagaram-sc j ohomem silvestre do norte des-
de appareciam noticias de perturbarlo e truiu todos os dozeancilios de Numa; c Roma,
desordens. Felizmente podemos afirmar aos similhanlc a Trapeia, nao sonbando, nao pedln-
uossos leitores, que nSo s o termo de Por- do seno riquezas, sowiraai na ignuminia,eii-
to de Pedrs, como o de Porto Calvo acham- j terrada sob o prao das armas inlmlgas.
se tranquillos, e nenllum recelo ha de que historia dospovot triste /
a Orde pubhc. sej, .111 alterada, Outr, j,penos ggftj*
O Tempo noticia os seguintes an- peta e,pada e pe,a po|ilicai ou ma|, ao ceno,
nuncios : ( | pelo concurso lucalculado e providencial das
No termo da subdelegada de Cramel- cuisas, a sua era de absorpjoenergica ; e nes
la=um crioulo (tero urna banda forra] mi- ses das de fugitiva gloria poderam com a cx-
tuu o oupini sogro. posijodat tuas capltaet, excitar Invejas e as-
-No dia 28 de dezembro na povoacSo de';"?"' I*""" ,a.,,lbuem '"e,-r fl"'^'
Titusmunb. (termo do Porto de Podras, ^ft^^^"^^"!
tonio-sachnsUo-estando em urna cas qnac, hau,harei de anos do ininam lease
de jogo, com urna rca de pona, roatoua ,eivageus do novo mundo, por eutre (loreitat
Julo Saraira, e fetio a Antonio Uaptista ; reputadas primitivas !
JoSo Francisco Ferreira (genro do subdela-J Ns mesmos tlvemot tambein janoisa
gado Beriz) mas veio a morrer poucos mo- grande eiposijo, as nossas vanalagena e pa-
ulemos deuois, de maneira que dentro ea reat de muito mundo, o nono dellclarmo-noi
poucos minutos houveram duas morlesd d,e '"nos. Os nossos portes, as nossas, feto-
doua ferimRnlna. I rias eprajas, as nossas ras c polladas, alarde-
avam aa mercancas, os roitot, as coret eaa
fallas, as modas e as noticias daa qualro par-
tes do mundo. H.vileiras de todas as corea
sicot, valendo a cdioa de um inonarcba ; enai
cscalas de metaes ricos, golfando repncbos
de aromas capazet de aeduzir a Sullea nona-
genarloa ; astea theatrot para conterem not le-
us senlos urna cldaje ; estas plantas estas
feral, ettat aves, peregrinas, que s um talis-
inmili: olropddc congregar, e que attonllas, e
atonm a naluresa, se internilnaram unas a
oulras pela piimeira vez; esle baoquetesde
Aplciosede Lucullus.de continuo renovados
aos ps de cada culumna ,estai lampada!, estes
vasos de alabastro, eitet fogOes de marmore,
de ac e de olro ellas alcatifas floridas de nrl-
mavera, eites paineis voluptuosos que fallam.-
esles toucadores ideados pur todas at tro Ora-
jas, ludo digno das noitet mnorosas de una
Cleopatra ; ettas baiielat de Sevces, quetiraui
o prejo ao olro, citai armadura! que embele-
sariam a propria guerra, estei diaimmes relu-
zentea como toei, ettaa pedreras renldenlea
como ot aonhoi de urna inanbS de nolvado.
tudo itto que eofeilija, que d vlrtlgens ra-
sao, que inostra bumanidade o quanto
grade, e ao homem o quanto pequeo que
torna a vida commuin, dlasaliorosa, vil, insupor-
Isvel. c a dos cleilos do seculoluxoosa, lu.arru-
te, floriditsim fraijrante, e talvez lutcrlecids com
mal espialiot tudolsloC pois a demonitraco
palpavel da deugualdade cacandulosa dos haveres
S de cima dos monles da formna te pode aspirar
a coler estat corporili a l..s vi-ea doi contol ara-
bes' ot montes grandes da foi luna s se erguem,
oii.iii lo um genio mau e eicarnedor Pie cva em
derredor abyiinoa de inizeri l com o que salir
doa pobres talles circuinjocenle que se avolu-
luan e ciesceiii por ,.i... as nnveiis, cen o dnlro
eises eumes datopulcncia, toberbos. pelados eitc-
reu sem musir tem peesia e s.in iulpiraro.
I.l:: m'.i, i rulen.u i. quailtOS IllilllaieS. l VCZCS,
deiulrtunios rcaes nao sfio precisos pira fazer um
dcsics siuiulacroi de ventura I Depois, pcrguntai
statistica, a essa incioravel demonslradora das ver-
dades sociaes, pcr^unlai-llic em que rclacHO estilo o
chamado progresso industrial e artstico, por una
parte, e por outra o progresso material, moral e re-
ligioso ? A cstastica nos responder, que os virios,
que os crimes, causas constantes, e constantes ellei-
tos da penuria, acampanham to ao certo com o seu
eres cimento, o crescimeoto da civiiisijo, como ao
elevar-seo calor, sa eleva o mercurio no thernio-
metro. Repugnaraucredita-lo, se os lacios o uo
provassem.
Debois, a exposijuo unlvei-sal, nao tem s os
productos, ostenta e ..lardea, ainda com ma cnl.
phase, os obr.iros de ferro c ajo, os gigantes impro-
visadores do tralialho, os feiliceiros incansaveis e
imraorUes--as machinas. Estes nua. queoho
mem, imilaco de Promellicu, animou com o fogo
e prendou com o seu pronrlo engento ; eegos, que
pareccm ver ; sufdos-mudos, que pareccni ouvir e
csDonder, pontiiacj asmis leves ordeus ceplia-
lus. que In.ac-ajalwirl, tudo calciilain, tudo fazem,
tudo apiinioran; estes monslros esteris, que ato-
dos os momcritos concebem e prodiuam ; estes ge-
nos, estes demonios corporificados, que uns a ou-
lros se fecundara e multiplican!, que de da par dia
vao aenlioriando todas as industrias ; que j povoam
cidades, e que s denuoclam, de lonje, por umeco
denegrido, sem estrellas nem sol, por um rugir pe-
renne ionio de vulces, e le pe to, por um cardume
de espe tros humanos, devorados da lome s portas
de ranos privados, nns ao vento e s neves, cm fa-
ce de arimuens abarrotados al as abob das, c che-
gados pelo amor dos filllos, pela duresa pharao
dos monopol sadores, pelo descoiiheciiuc- lo da Pro-
videucia, aos vicios corno iniLrutecimcnto; ao) cri-
mes, como lenutiva ao iulanti. idiu como piedade |
ao suicidio, como remedio as muchiuai. as machi-
nas, as machinas (digam o que Ihi-s aprouver eco-
nomistas silbtilisadores, proplielas de una fuliiracda-
de de ouro; sao, na presente coustilui-j da socic-
dade, una salteadores palmlmloi uns potros de
martyrio lento para innocentes, uns diisimiuadores
dous ferimentos.
_, .. cobriam o Tejo coin a sua sombra; inoedat de
Pela barca Remdur, ebegada hoja dB todos 0, cunho9 c|rcu|aVain pelas aldeas mais
l.ivo-pool, recabemos O Jiiaes de 9 a 15 do serranas a artilheria portugueza rcluinhava
dezembro prximo pissado ; della consli por todos os mares,eo nome de Portugal pem-
_ que quasi lodos os departamentos da Frsn-.peava entre os mais filustres
declarado ter completado a sua inisso desde o ca se acham em esltdo de sitio, que o pov* i 'orno Roma jaz.jazcmos ns/...
reiiabeleciinenlo da paz, foi dliiolvida, os agi-i ie sublevra nelles contra o golpe de estado Tuuo "l0 fa""a especUculos de expotijo
tadorea cederam ao temor dos rneius de ngur ,i,.,, ..,.. m,mi,,,i,, nnr I niz NanoleSn ma mais ou menos universal,-mui blazonadoi, mu
l-ar. que o governo se tinh. preparado, con-1 ^,dB "'' mma?1ffB2"55 0 e de'S? cubiac,oli e aos olho5 ",,ent d" b'"orU' ",ul
clulu-ae a apurajo do votos da eleijo de re-: *u9 em, l0.ua a P,rte "* .>"<> o dasper- cheos de grande, iifoe> polticas, econmicas
pretentaniet. | sado pela tropa, que nflo dava lempo a que ,,! e rellgiotas.
Por decreto de 22 forasa dlssoividai as le- s0 reunissem em grande numero, lieando Outro o carcter da exposico unlvenal,
gles ettraugeirat. Parece que emcouiequen- muitos individuos morios ou feridos. i com que Londres nesta sua hora se vang[oria.
ca dessas occurrencias baque a quarta divl- Luiz NapoleSo, consideranlo-se j triun-No a conanistr, a tociabilidada j noa
sao da exercilo imperial, de que he comnian-' phaDte. tem publicado varios decretos con- forja bruta.lriai o traballio da Inlclllgencla
1 i. i .v .. ........ I I i .... t _>_____ .______a _..t r i. ...,..,....., ,11 >....:.% na>^ lii.~Hie un i n. e
iiu, eem cumprimento da esiipulajo comida neral Randon foi nomeado governador ge-
iiu artigo 14 do tratado de auxilios pecuniarios nersl da Algeria. etc., etc.
exilenle entre o imperio e a repblica, creou; Dos individuos presos nos diss 9 e 3 al-
a junta de crdito publico, para* qual nomeou! guns tinham j sido postos em liberdade,
otieuhoresD. Juan Francisco Jiro, D. Alejan- i Mr. Thiers foi um destes, mas l.uizNspo-
droCUucarro. U. Juan Miguel Martnez e I |eSo arreceiando-se delle, mandou que tW
o seu presidente be o ministro da fazenda.i Prus8l,n* : de l>H,rM dizem que se
N'outro lugar publicamos este decreto do go- acham outro ameajados, sendo um destes
verno de Moutevido, e um avilo offlcial de que; Mr. Len Foucher.
liacoinpanbadaa sua publlcajo. A comrniss3o consultiva fra definitiva-
^ i arante constituida, mas tarios individuos
Temos folhas do Rio Crande at 27 e de Por- Horneados pira a compor tem dirigido car-
io Alegre at 23 do pastado. Continuara a rei- tas bem desagrada veis j ao proprio Luiz
oar a maior Iranquillidadeem toda a provincia. NapoleSo J ao ministro do interior, Mr.de
O Diario do Rio Crande de 24 do passado diz M iniv
o seguinte sobre um lamcutavel suicidio occor-
rido naquella cidade
Suicidou-se honlem pelas 5 horas da ma-
nli.'i i, com uin tiro de pistola, o Sr. Antonio
Ilenrique da Silva ; socio da casa commerclal
dot teubores Marques, Cardos* e Silva: a ex-
pluso da arma, carregada com agoa, espeda-
jou-llie todo o rosto, c amorte foi inilantanea.
luvolto as sombreado maii mpenetravet myi-
lerio, nem se quer pde-se presumir que des*
goslo profuudo ou poderoso motivo o arrella-
na a sriiielliante extremo de desesperajo, se-
no de loucura.
No vijo da moeldade, contando apenaa uns
vinlc annos de vida; geralmente bemquitlo de
quantot o tratavatni estimado com mu espe-
cial dnlinecao pelo Sr. Joo Ferreira Marques,
que ha poucoi meses o associra o seu coua-
i ne re o, u.iu menos que por toda a sua familia;
de urna conducta e reputajo nubadas, e nlo
communs em to veides anuos, aoticipau lo-se
asslm um fuluro brilliaute na carrelra'quc se-
guia ; mojo, cm urna palavra, recomiuendavel
a todos os respeitos, como Albo, como truio,
como caiseiro, como negociante e como ami-
go a noticia do lastimoso acontecimento com
que pos flm sua esperaejosa exisleneia sor-
prendeu e conaternou a lodos, e sua uiorte
tem sido geral e sinceramente senda.
A's 6 boras da larde foi o seu cadver.....-
dusido aos jaxigos da santa casa da Misericor-
dia, preccdrndo-o desde sua residencia u.n nu-
meroso concurso de pessoas naciouaes e eslran-
geirat, empregadot publico!, negociantes, of-
lieiaet de linba, toda a olliclalidade da guarda
uacional com seu couiiuandanle, alm de duaa
alas de soldados ds luesma guarda que uiarcha-
vain aos lados do caixao, e de urna guarda de
seis homent e um cabo, com a msica do bata-
Iho, que aeguiam o fretro.
Eis-aqui duas destis cartas,
a Ao ministro do interior.
Senbor ministro, be sem duvida a
a todos estimula efecunda com egualdade. ivi 11
prlmelra vez de sua vida, asoberba ingleza,
sem deixar de o ser, antes por ventura requin-
tando, forcejou para fallar a linguagera de te-
Ut hospedes. 0 ingles que no fundo do corajo
l acredita no seu cbllrar aulipoetico, rpi-
do,avaro, secco mercantil, aprendeu ho^'c a
dlzer em todas as llngoas, c com Um torrlto
que seria benvolo se nao foise complacencia
de vaidade Como nefca o nona eipon'jdo ?
Admlravel ; aisombrota ; unici se Ihe
responde de todas a parle, em todas lingo-
as, em todos os dialectos, em todas as algara-
viaa immaglnaveis.
E realmente agora que a induitru se uta-
nislesla como uina divindade lem um templo
inmenso de chrisUl e ferro solido como o fer-
r, brllhanle como o chrlttal cheo de perl-
grlnos, de oblsjfies, de sacrificios de todo o or-
be ; um templo, onde o nume se mostra em ca-
da ponto sob nina fonna diversa e magnifica :
mi templo, donde a vegelajo. o atpecio llvre
rclacOes pessoaes que tem existido entre dotceoi. dosol.dis eitreilat, da natureza, nao
nos que devo a insersSo domen nome na jfoicicluido uincullo, para o qual nao ha atbe-
lisla dos membros da commissSo cnsul- tiva proposta por vos ao presidente da re-i Nao tudo. O santuario da induilria esta
DUlilica Iem '""dres, mas o templo estende-se e corre
nhor, eu poderla ter-me liwngeado de ser J-'J"^,^,,.. p.,,,, r,nde.a formo,,
ligado com os homens honrados, cujos no-|L|orlo,a;par|,>a triumphadora, aquemnln-
mes flguram .nesta lista; porem, quando gUCia o deia Pars a Londres da civillsajo
a lei do palz tem sido audacioaamenle vio-,como Londres a Parii da opulencia ; jfa-
lada, e quando medidas deuma natureza rlt a capital do continente, quema celebra,
e illegalidades inanuditas tem ferido a T- A Teita parlilenie da Induatria, uo e snm
rio de meus collegts e a tres de meus pro- echo magnifico, urna segunda exposlj.o. ella
riere Mf. Chapot. fonos collegas na >S- *%"' ue lo,L daquelles quem a .orte
sembles nacional, eu llcsria perJido na negoU o puder vitltar prefencialuieole aquelle
estima de loJos os homens respeitaveis se lMnctuarlo da reltglao lerreste doieculoiix,
areitam este cargo, puis isso seria declarar 'qu* se esteade de Londres a Para, temol-o
mi i tilia adbesSo a nofa Mtica do presidan-visitado em espirito ; dentados invesiveliuen-
te ds repblica, entretanto que eu a censu- unos degraus da quellas fontes collosiaei
ro e deploro com toda a energa de uo* 'de cristal, por entre aquella.selva^de culumnas
ncnfunda rnnvieeao de ferro aos inilhares, por balsoda quelle Ar-
mamento de rldro, por entre aquelle susurro
da llogoagem das machinas, dos cati-
cos dos instrumentos e das interjelgdes
dos bomens, temos feito mais de urna tris-
te rellcxao. queVolney senta comparando
Snhor, acaba desanir ds pns5o de Ms- *n PtUnyra 0 passado com o presente, sentl-
zss, e sou iulurmsdo de que mau nome inosns, n5o s comprando o presente com os
figura na lista das pessoss designadas por futuros possiveis, mas o presente com o pro-
fs para formaren, urna com:niss.o con- prio presente.
sultifa ; tenho a honra da participar-fos guesegniftea ludo isto que para aqu con-
que absolutamente regeito a missSo quo vergiu, e cuja sonima. como o feixe de ralo
Tenho, etc.
Jos Verter.
Ao presidente da repblica.
dccoriuprjocm ambas as opposlas fortunas. A'
familias no trabjlho, cm quanto bavla tralialliopar
as laniiliaa, i'mquautoosliomeus no quixeram an
nulljira sentenra de Adao cantavam c oravam ; a
"iiicliinas i n-abalho rugem como feras, e se pas
Su o iiu-iidigo clamando pao! po. pr-lo amor dt
.Uuos J UI..1U, m jjJ(. a Vnz, que o mo oicam. M nr
'Jwa,j|iu ajocllia a|ertaiidoas maos.e aleando
osolhos, intarpoem entre dlc e o eco, a sua fumara-
da como por iscanica .
Mente o titulo da' EiposirSo Universal l, Os pro-
ducios industriacs e as maclunas no sao tudooqiu
a bavia aso deiiou Londres de distribuir ptr entre aqnel-
I ts ni .tliin.i-., os montes de cudaveres das auas vifr
tlmas ? Por que nao dispoz arusticumeiile poreu-
de essa Icitos de iiiillivs, cess<-s toucadores labulo^
sos, os cardumes de douzellas que a miseria perdeu
e devo roa ? Por Imijio desses lampadarios de mil
liiines, eao lado ilcsses foges dcl<-*iosos, as crcanci-
nbas que cburain todo o invern sem lume nem luz;
a quem nunca se l.ilion h/uto Protector eleste.e
quescllies lallnssem n'ellc. nao saberiam emndelo?
Mostraste-nosos palai-ios de cbristal, mostrainoso
interior das vossas minas. Alardeaste-nos as col-
li'.'nics df iiiunsh.ir ni.c i ulitis c tcrrcsircs, nao nos
sonegueis os vossos iniliunarioi cslcribsadores, os
vossos polticos egosta e fallazcs Admiramos so-
bre o seu cavallo que valle nina provincia, a vossa
aciosa i .i ni. i de porcelana, com as rosas na mo e
sorrlr nos labios -, disponde em bellos grupos ro-
da dessa estatua, os seus aubditos da Manda, para
Ibe azerdes realzar a magnificencia c ategriu. ,
Assoalbui tudo sso, e tudo mais que ainda escondis,
e tornai a perguntar cnto em todas as tioguas Co-
mo achaii a nossa cxto$if&o f ,
nica, nica se vos responder em todas as
lingiiss, em todos os dialectos, era lodosos paloii,
em todas as algtiravias imaginave>s.
Calumniaramos i* >;iu. E* anda r estatisca,a
intlexivel bistoro^rapba' quemaos vossos revistos
da industria crcsccnte contrapeo os seus registos da
cresceute desmoraliraco, da crescente misera, do
crcsccnle d bivio qoe j por bato tem comecado a
allogarovossomiiudo. 'I rumphai hoje comessas
pompas mentirosas ; a palarra final do enigma est
escripia, e quando o lempo quebraros sellos ao li-
vro. liu de ae ler, c o genero nuraatio hn de ler mais
urna lico, que assim como as precedentes, por ven
tura Ibe n.oaprov,etar.
< Ni nao uvejemos a Expsito Universal de
Londres ., INSo abaiiem'S osoliios corando, quan-
do csses vaulosos passeadores do palacio de christal,
passam rindo do diamante Koh-i-?loor, que vale
viiie edois milbes do cruzados ( isto que vale
zero J para o luimilde pote de azeite de Fortugal,
siente em pcinha ile pau, sem prcco.e enviado por
m portuguez (*) que tambi-m sabe a iuitustria, que
tambein a exerce, que tambem opulento, mas 1"c
entende como portuguez. como homem de beme
llllUlrt.aU, -^ila ai dn IaIo ^1 pqT. que-0 i.o. |.ot|Y
vir a salvacaO.
Os nossos productos naturacs c agncolas que
recain l. e em toda a parte, sera vergonha. (Jue
iid dara a graciosa rainno dos tres reinos na tu-
.opa, e de nosei quantos mais por esse globo, que
nao dara por poier trocar (odas cssas magnificen-
cias fantsticas, pelos temperados valles cm que se
ti i.iin estes olvalos, pelas encoslas soalbeiras donde,
por entre fetwes de parras, escolien em lorenles
OS vnhos generosos, que entre os f rucios dos nos-
sos pomares vo deseurugar Unto semblante brtan-
nco c (ter-lhei esquecer o uevociro. c o calculo c
tptsen ? Elles tem os espelhos desmedidos, nos os
bcUos ros fcriilisadorcs ( eiles os Instres e os pha-
ors, nos o sol e as esu-cllas, com lodo o seu luxo de
esplendor, s ; elles o oiro, nos o solo ; elles os teci-
dosdespeudiosos, uso ar tepldo que os dispensa
quasi elies criam c eslorquem os bens, a us pul-
lulam-nos debaixo dos pes ; por elles a arte, por
nos a nalureza. Gosem-seelles do quepossuera, e
iiho nos invejem embora. ^s que haviamos de
invejar a ninguem, sea Providencia nos dUparu
qinbo de tanU beuco Urna s coisa nos falta pa-
ra liemaveuturanca querermgaaprovcitar o nos-
somorgado; acordar-mos um da com iuio, de-
cididos a ser aulas de tudo, c mais que Indo um
povo agrcola.
As nossas quesloes polticas foram sempre paro-
dias, eso ja caricatura pueril: as nossas questes
fuaoceirai una logomacbia perpetua, una substi-
hcho continua de fraudos a fraudes ; um fingir que
operacocs de peuua e tinta,sao capatcs do piotlu/ti
o que nao existe: ura presumir que varejaodo, es-1
galliando c emplastando, so hade curara arvore
O instiucto salvador do povo, esenganado dasvap
dades dos alchimistas, ja comecou a olhar por si
n* sociedades promotoras di agricultura vem rebeii'*
lando vicosas. Prespere-as Deus Mais o facta da
seu trabalho desajadado, ba de ser (ardi, e aiud
as d.llieuldatles, as inconstancias e o cmaro k
podeio recemnascidaa destruir, se sprilo elru^l
aodellas, sincero, desengaado, decidido, ^Vn
accende e mantera as re^ifiea alii do poder. A
ihiss i tetra com o seu poro, o nosao povo .-,.,',
sua lerra, valem multo ; m % para poderem indo
de que se ba mister, faltara no estrado dothiono
tres homens, tres Meislas, que ufio ja cato i,
ra que baste un s um ministro da agriciuiuri
um ministro da inatrucco publica -- c um mi.
nlstro dasohras publicas. Todos tres procura com a lanterna de Oiogcnes, e nao tomados na
lotera pollt.ea; todos tres bem quistos da sua
consciencin c da fama ; todos tics allumiadns d0
estudo, e i cuts ao progrtsso ; lodos tro (:-, ,,_
biciosos, deslemfdos e nfatigaveis ; todos tres es*
tranhando as excellenclas o as esleirs do palacio
lodos os tres decepados para eftices, ineptos pa-
ra sobornos, aurdos para empentios, i p ,-!..
parasatyras mab'gnai, e s scusiveis s reprehen-
soes da eouscicncia.
Cada um desles tres selnl-deuscs, (se os l>a noi
nossos tres mllhes de homens) cerque-se de cq.
pregados da su i csoolha, honrados com elles, c
como elles prvidamente hablltaJos pra os m.
gociosdoaeu cargo, e a lena apparecer loda cu.-
(vaila e transitada ; e o commercio til avvenUri
todos os nossos porlos, hoje dsertos ; j n 11
popula o com os casamento*, cornos casanienloi
e oora a lustniccfo a muralldade.
Bem sabemos que a in*uboruavel statlstfca ali
m\ t..mhein, qne a degmerarao dos eostmnes
acompiinha com pasaos couladoa o cresciinento di
inslrucco popular. Sim, mas por que se ten
feilo lira do quo s devia ser meio; por que o co
verco do ultimo rei de Franca, por exeinplo, cri-
ando milhares de cscbolas novas, p xl no numero soubas.e ler, cscrever e conlai, nao
se lembrou de promover com premios condl^uis
que se fizesscn para esses novoi leores, lu-ros
iiovos, populaiei, solidos, instructivas, birntos,
gratuitos. Enslnaro povo a ler, e dexar-lhe s
os jornaes e as novcll-s, a mais liarbaro que ve-b
continuar a podrecer na ignorancia hereditaria,
Mas sobre todo iilo estamos j caucados de es-
crever e supplcar. tatas e oulras rauilas coisjj
de que se combosa ventura de nina nacao, li
de vir em bateudo a hor^ da Piovidencia." Oh
'jMur.ln \ierem, quio fonnos, o quo sem limen.
taces de nenhum Volnef nao ser o cxposj)
portugueza Temos por de f que uiro lm de ca-
ber n'nm palacio de cbristal hade ser i \
un reino clieio de friiclos incomparaveis, de ma,
nadase lebauhos opimos, de casies ......m
hospedeiros, de estradas e praias como feiras, de
mes que no aiualdicem a sua iecundidadr, de
Vt'lbos que levem saudades do inumio, de crean-
cas aos bando;, nao a agoasar as sentinas un
misericordias, mas a f<-lgar, aob os Jims de cu
paes, as alteas, s portas dos casaleijos, ms es-
cholas das primrlras lettras, na dnutriua do do-
miogo pola manhi, nos cxerciciosgymnastcoi no
adro relvoso tuda a larde. A industria tomar
l-mlKiu o seu quinlfao nesta l.-st. grande, e oj
eslrangiiros, a quem ao preseute iuvejaiiKS tudo,
Vi rao, por una altracco inesislivel, conviver com-
aoscu, trnzer-nos as suas prendas, fazer-se de
uina trra que a natureza lalhou pira to delici-
osa, e que os homens souberam era lun aprorct-
lar.
palacio de chrislal l esta* assoalhando, como
um iropheo, o seu facanhoso mappa de sed< de
tas imlti s quadradas de lerritoTio inglex. Unde
llavera ahiaeda com que se t'~c.a, ou palacio cm
que se penduie, o mappa leste Portugal futuro, de
i, msi duzentas legoas de alt>, Je quasi cem de
largo, todo rcl.il .cute ds oiro. de prata, de llores,
de fruclos, de povoaces apintiadas, de l'abricis,
de dansas, de (estas de Doivado e de nascimeuto!
Aosroucos Irumptios das tras amigas
Succeda o da Arcadia canljr festival ;
li cetfa'das palmos ce.fa de espigas,
Volvei. Cinninarna Hnhom Portugal.
!>- espigas e palmas c'ioemos a enxada,
Morgad e Di o pena dos lilhos de dao ;
Mais velha que os sceplros, mas til que a espada,
Thesouro s ella, so ella i rasan.
t___ a. p. MCASTILHa
COMMERCIO.

Al. I A.Mll.i;.\.
Itendimento do dia 19. 10:919,25
CONSULADO GERAL.
itnndimento do dial a 17 37:682,108
dem do dia 19.........8:018,630
45:701,035
DIVERSAS PROVINCIAS.
Readimento do dia I a 17..
dem do dia 19......
1:387,255
372,320
1:759,775
. Xpill-11(1,1111.
Porto, barca portugueza Flor da Maia ,
coiiduzio o IBgaiota : --2784 saceos, 313
barricas, 5 caixas e 1 csixSo com 16540ar-
r.iliasul libras deassucar, 54 ssccas com
291 arrobas e 21 libras de algodilo, 345 lo-
ros tatsjuba, 1 barrica vidros, 9saccosar-
roz, 6 ditos familia de mandioca, 1000ca-
nellas de boi, I caixao palha, 1 dito e 3 lio-
cotas doco secco, 1 pa pgalo.
REOEBEUORIA DE RENDAS INTERNAS Gt-
RAES DE PERNAMUUCO.
Rendlmento do dia 19..... 331,609
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 19.....3:675,295
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 19.
Parabiba -- 2 dias, hiate brasileiro Paralii-
h.ii-n, de 37 tonelladas, meatre Victorino
Jos Pereira, equipagem 5, carga toros; ao
meatre. Passag^iros, Jos Lucas de Sou-
za Rangel Jnior, Francisco Antonio de
Hornos Castro o i menor, JoSo Alves
Barbota.
Valparaizo 62 dias, galera ingleza w. Par-
ker, de 411 tonelladas, capiUoJ.Mofla!,
equipagem 15, carga cobre; aocapito.
Couduz 2 passageiros. Veio a este porto
refrescar e segu para Liverpool.
Rio de Janeiro e portos intermedios 8 dias
e 14 horas paquete de vapor brasileiru
S. Salvador, commandante o primeiro l-
enla Antonio Carlos de Azeredo Couti-
nlin. Traz a seu bordo, o Dr. Casimiro Jo-
s de Moraes Sarniento, com sua senhori,
Dr. Manuel Joaquim Feroandes Eiras, com
sua senliora, Dr. Francisco de Assis di
Silva Ferreira, D. Anna Francisca Leal da
Castro, com seus lilhos e2escravas, Lui;
za Mana do Espirito Santo, o coronel Jos
Ferreira de Azevedo, com sua senliora,
Nicolao Jos Ferreira, Eduardo de Mor-
nay, 16 pracas do cxercito e 1 ex-soldado.
Liverpool- 33 das, galera ingleza Reindeer,
de 328 tonelladas, capilSo Charles II.
Hunt, equipagem 18, carga TazeuJas; >
Dean; Youllu Companliia.
Rio de Janeiro 31 das, briguo escuna i-
mericano Samuel Churchman, do 331 to-
nelladas capillo Uoker, equipagem 9,
carga csrvSo de pedra e lastro; a Desne
Youlle & Companhia. Veio refrescar e
segu para New-Orleans.
navio sabido no neimo dia.
3uueauda doautc'oa rali e do tronco. Todas as roe' ------------------ ----------------
icinai ae team capermienudo, teera-ie temado to- Trieste brigue sueco Selh, capiUo A. RO
dos o medios, empricos o cuuudeiros. c de nuOj \Dl carga ass UCr
para auno os ijueiiumes a mais, e muito mais de
da paradla ucausas dos queiiumes. Sei saciei
nao t veiiem muitos foleto onde esuriamo ais
ja / En trra a lindar estes estadisus Pii e
reeebereii, B os ares fecundantes a suisuirar-llies
bous conselhos, e lautos ros, c OJ portos coutiaaos a
(*)OSr. Piulo Bastos.
EDITAL.
--Ocapilo do porto desta Provincia,
rlrludeda ordem do Exm. Sr. Presid-ni^
de 16 do correte mez declara polo presen-


: -*-*.
wrzvf*
leeditil .os cipilSes, donos, eoonsignata- patacho brasileiro Marsarida, ca-
.._ I. .J- -...I........ n;A ma (i/lllAm /*- _. *^. <..
pitao l'Iorcncio francisco Mar-
rios de todo e qualquer navio, que fiquem
na iDtelligencii de que nSo devem desem-
barcar do bordo de seus navios doentes al-
guns de Cubre amarella, ou de qualquer ou-
Ira doeuga epidmica, e s poderO os mes-
mos doentes er levados ^ra a ilba do
Pina, sendo ali tratados a custa do navio;
para o que se deverO entender comigo
eapito do porto, com o inspector d'alan-
dega e oom o provedor da saude.
Capitana do porto de Pernambuco, 19
de Janeiro de 1852.
Rodrigo Theodoro de Freitai, eapitSo iloP.
Declarafes.
As malas que tem de conduzir o vapor
S. Stlvador para os porlos do Norte, prin-
cipian! so a fechara urna hora da tarde,
o recebe correspondencia como porte du-
plo at a entrega das milis. ,
Cartas seguras para Bsuman M. Callum
Manoel Joaquim Ramos e Silva, Firmino dos
Sontos Vieira, coronel Barros de Sau, Anto-
nio Jos Carvalho Santiago, Fr. Antonio de
S. Benlo Nunes, Luiz Gongalves Rodrigues
Franja, Amorim & IrmSos, Caetano da Silva
Paranhos, Gaspar Antonio Vieira GuimarSes
Joaquim Duarte do Azevedo, JoSo Facundo
Silva GuimarSes, Luis da Costa Portocarrei-
ro, Luis Glemenlino Garneiro Lira, Minoel
AlvesGuerra Jnior.
O Arsenal de Guerra compra os objec-
tes aoguintes : gramtica porlugueza, por
Jos llernardino ; arilhmetica, j-or cnla^ >',
taboadas; cathecismos pequeos; pedras
para esereve; pennasde ac ,creyons, o la-
pis ; quem os meamos obji'Cios quizar for-
necer comparece no din 20 do corrent; tra-
zcndo sua proposta, e amostras. Arsenal
de Guerra 17 de Janeiro de 1852.O escrip-
turari, F. Serfico de Assis Carvalho.
- De ordem do lllm. Sr. director geral da
:-..'i i publica, fajo saber a quem con-
vier, que tendo fallecido o prolessor d'ina-
Iruclo elementar do segundo grao da fro-
guesia da S da cidado do Ulinda, e cons-
tando olllcialmente, que o respectivo subs-
tituto lia renunciado o diroito de passar a
proprielario dessa cadeira, est ella posta
a concurso com o praso de 50 dias, conta-
dos desta dacta.
Directora gral da instruego publica, 17
de Janeiro de 1852.Candido Eustaquio
Cesar de Mello, amanuense archivista.
Por ordem do Sr.director interino faco
publico qii na conformidade do art. 13 do
regulamenlo de 12 de maio do anno p.fin lo
abrir-se-ha a matricula das aulas do Lyco
nodia 15 docorrenlc, eser encerrada no
ultimo desta mesmo mez, a excopcSo da de
Latim. Lyceu 2 de Janeiro do 1852.O
amanuense,llermenegildo.Marcellino de Mi-
randa.
THEATKOUESIZIHEL.
27.' RECITA DA ASS1GNATURA.
Quarta-feira 21 dejantiro ae 1852.
KSTHEA DA SENHORA D. MARA DA
CI.OIUA.
Depois da cxecucSo do urna brilhanleou-
verlura, pela orcbeslra, subir a scena, pela
primeira vez neste thealro o magnifico
drama de grande apparalo, em 5 adose 8
quadros.
A Veneiana,
00
O Bravo da Venesa.
Ptrtonagent.
Theodora A Sr*. D. Maiiada Gloria.
Os senhoros,
O Bravo
SaiSei.
G cunde de Bellamonle
Luidgi, gondoleiro
Maffeo
O marquez de Ruflb
L'm senador
L'm esbirro
Um gondoleiro
Violetla
ques, poda raceber algumas miu-
ilezas, passageiros e escravo* a fren-
te, para os quaes tern* commodos
suficientes: trata se com Luiz Jo-
s de Sa Araujo, na ra da Gru
n. 33.
Segu viagem impreterivelmente no
dia 25 do corrate, para o Rio Grande do
Sul, o brigue escuna S. Jollo Vencedor, capi-
llo Jos da Silva Naves, recebe carga e es-
cravos S frete ; a fallar com JoSo Francia-
oo da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
Para o Rio de Janeiro pretende seguir
com brevidade o brigue brasileiro Animo,
capullo Domingos Antonio de Azevedo:
quem np mesmu quier carregar, ir de pas-
sagem, ou emba car escravoa, pode ooten-
der-se oom o mesmo capitao ou com Luiz
Jos de Si Araujo : na ra da Cruz n. 33.
-- Para Liaboa sabe com toda a brevidade
b brigue brasileiro Mariana, capitao Jos da
Cuuha Jnior : quem no mesmu quizer car-
regar ou ir de passigem, pode fallar com o
dito eapitSo na praca, ou com .Manuel Igna-
cio deOliveira.
Para o BO de Janeiro, se-
gu cni multo poucos dias, por ter
engajada a maior parte do seu car-
regamento a sumaca bratileira
Santo Antonio, nova e de supe-
rior marcha, para o resto passa-
geiros e escrav s a frete olfere-
cendo a estes o melhor agasalho :
trata-secom os consignatarios Ma-
chado & Pinheiro, na ra do Vi-
gario 19, segundo andar, ou
com o capitao Jos de Campos 31a-
gilliaes, na praca.
Para o Aracaty.
Segu em poucos das, o hiate Capibari-
be, pregado e encavilhado de cobre : para o
resto da carga, trata-so na ra do Vigario
n. 5.
m
meiro vapor que segu para o Norte no dia 1
80, e Dio podendo despedir-se pessoalmen-
lo dos seus amigo* e das possoasque 00b-
scquiar.m durante 1 sua curta demora ces-
ta cidade, por este meio Ibes agradece os
aeus favores, e Ibes pede as sus* ordens para
o Maranho.
No dia 23 do correnle se bada arrema-
tar em hasta publica do Dr. juif de Direito
do civel da primeira vara, um escravo, por
execugCes de Antonio da Costa' Reg Mon-
teiro e outros credores contra i casa fallida
de Lenoir Pugel & Companhia, par* paga-
mento do que oa mesmos credores paga-
ran) por aquella casa a fazenda nacional.
O Carros. 2
O 0
X Alberto Prevost segeiro tem a hon-
q ra de prevenir ao respeitavel publico ]~.
J? queeatabeleceu-se nobeccodo Tam- X
W tiia ilnfronlniln chaf.iri.-. da praga d w
de dialogo e em'artlgos aeparados oa conbecl- parecer, que tenham a bondadede virem a
menioa que urna aenbora deve ter para poder casa de sua residencia na ruado Rozariu;
dlier-iebem educada; lato he ir apreaenian- larga n. 30, para os poder la n(aremn.de seus;
do dmodo proporcionado comprehenato de cuentea. O mesmo declara nao poder ir
auaa leiioraa deaeovolvlinentos mala ou menos presentemente/as suas casas por estar ainda
eilenioi sobrea historiaaagrada profana, ao- encommodadoe pedo o desculpem nfio es-
5.r'* '' naturaea e positiva, .obre1 M lar flm qu0 procuraram degJe 0,.
mtcTur^r^ zrff3- rV?~,d' rfe"
roman.es, dramas, cootos para menlnoa, ane- et,r nesse tempo fura. Agradece tambem
doctas, jogos de prendas e recell.a utela e cu- Pr este meio ios que tiveram a bondado de
rloaas.
o virem comprimentar, assegurando-lhes
sua estima e gralidSo.
Precisa-se de urna ama que tenha
bons costumes, para casa de pouca familia :
no pateo do Paraizo n. 18.
doa, ora"de b'onloi moldea de labyrlntboa; Alug-se urna escrava, para todo sec-
alm dl..o oJardim das Damaa dar dentro de Vico de urna casa : na ra do Arago n. 40.
cada quaricl da aa.ignalura tuna modinha bra- Llllilio liauch, retratista ale
honra de recommen-
Lodoa oa numeroa do Jardittt daa Damas, o
qual aahir duaa veiea por mea em folbetim de
ib' a 74 paginas, aerao acoinpaubado., ora de
flgurlaoi representativos daa moda, mala re-
ceulcide Parla, ora de lido, riscos de borda-
i bi defronte do chafariz r.-^-_-
V Boa-Vista.primeiralcocheiraaesquer- W caaa quartci da 1 gnalura urna modinna Dra- c
O da, onde as pessoas que do seu *J sileira com acompauhamento para plano; o .
<3> prestimo precisarom, o acharosem- <3 j melhor pre.ente que um pal pode faierasua n,l,o, lem a
O pre protnpto para servil-as com hre- O Alba, um rmlo a sua irmaa, be portanto aem Jar-se ao l'Csncituvt'l publico des-
Q vilade epreco commodo. 0 mesmo duvlda nenhuma urna aa.ignalura do Jardim ___ 1 I ...
O encarrega-se de qualquer concert *,'?**")?' P" el'e Mtufai wdaa a. necea-. ta pra9a e provincia, prometiendo
0 tendente .0 seu ofcio. o p'heiw'ume're .abio a luz e,. ach. ecutar com promptido e per-
OOOOOOOOOO OOOOOOOOi^'Poa'tSo do publico na praca da Independen- feicao toda e nualrilicr obra de
\luira-sn nm nrulo bom cara uualquer ca loja n. 6 e 8; na qual ac recebem t as.ig-1 .-
trabalho" sendo aquVnaprac" fallar" na -l. r..l. de 2?ra. or aerie de aeia nS-ua arte : quem quizer fttllisar-se
ru.doO.bug.loJ.deJo.qaIm/oted.CosU\Kg^*ttSS2SZw*!& d.e-seu Prestlmo> he rogado .*-

Avisos diversos.
rigir-se a casa de sua residencia
. i----..-.v ... parte instructiva, o p
"jozes. ... inumero do Jardim das Dama, contm na par-
Aulga-se o segundo ndar na ra aire- le recreativa duaa poesas e.colhida., doua bo- __-__. i. T_ i M.
tan. 120, com com modos para grande ra- f Ditos romancea, doua contos para meninos, um "B ra 00 lrapitlie OVO n. 3, ter-
miiia : tratar no prlmeiro andar do mos- jigo deprendas e varia, receitaa uteia, perfa- ceiro andar, em todos os dias uteis
zeiido tudo 24 paginas de impreasao em lorma- ,
to grande e multo elegante.
este numero duas estam-
Germano.
Bizarra.
Res.
Monteiro.
Coimbra.
Silvestre.
Pinto.
Ilaymunlo
Dito.
D. Emilia.
I). Julia.
Dua. damas mascaradas. q, !; ;.,
Cavaleiros, esbirros, povo egondoleiros.
A scena passa-sc em Veneza em 1513.
Nada fallar, como cumpre, para o bri-
Ibantismodo scenario evestuario.
0 empresario tendo luctado com immen-
sos embaracos, que Ihe diflicultavam a con-
tinuac3o do cumprimenln de seus deveres,
pode arrostrar tolos, grabas aoappoio que
tem encontrado no publico sensato e Ilus-
trado da provincia, a Ilustre coromissSo
dirpctora.a quem tributa os seus respeitos
c cinceros agradecim.wtos.
Comessar s 8 horas.
ii- bilbetes acham-se a venda no lugar do
costume.
Publicacoes iitterarias.
ELEMENTOS
DE
Homaopathia.
Saino luz segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopalha Gos-
set Bimont. Recehem-se assignaturas par.
a obra inteira a 8,000 rs., no cousultorio
homceopathicoda ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publica^So daterceira parle, o pre-
co ser elevado a 8,000 rs. para aquelles
que mo tiverem ascignado. No mesmo con-
sultorio, acha-so. venda ludo quantohe
necessario para o estudoe. pratica da ho-
moeopathia, como seja ; livros impressos
para historias do doentes, regimens apro-
pnadus para a provincia de Pernambuco, e
encarrega-se de mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamentos homceopa-
tliicos, tanto avulaoa como em caizas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Vailiogenaia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elemenlos de anatoma e phitiologia com es-
tampas, paraos curiosos em homoeopathia.
Ruga-se aos senbores assignsntes o ob-
sequio de mandar recebar seus ejempla-
res no consulUvio homceop.tbico da ra
das Cruzes n. 28.
ThATAMENTO 11031EO-
PATH1CO.
BAS MOLESTIAS VEKEREiS,
e cunselhos aos doentes para se enrarem .
si mesmo, sem precisarem de medico;
pelo prolessor honiccopath.
(ossel-llimnnl.
Sahio luz e acha-se venda no consul-
torio homceopathico da ru. das Cruzes n.
28, pelo preco do 1,000 rs.
Avisos martimos.
Para Lisboa com brevidade o brigue
portuguez Lai. de que he capllam Jos de
Abren, para o resto d. carga e passageiros
para o que tem os melhores commodos : .
falarcom o mesmo otpitfio na praca docom-
mercio,uu com Francisco Severino Rabello
& lilbo.
-Mamnbao c Para.
Segu em poucos dias, por ter maior par-
le da carga engajada, o brigue escuna Gra-
ciosa : para o restante e passageiros, para
osquats.oCferece ptimas acommodaces,
trata-secom o consignatario Jos Baptista
da Fonseca Jnior, na ra do Vigario n. 23,
ou com o capitao na pr.c..
Para o Itio de Janeiro sahe
juarU feira ai do torrente o
Nodia 18 do corrente, de-
sappareceu do abaixo assignado,
um escravo, de no ne JoSo, de na-
980 Angola, de 36 annos de idade
pouco mais ou menos, cor preta,
grosso do corpo, pernas grossas do
tornozelo para baixo, tem falta de
cabellos no meio da cabeca, tama-
nho de urna moila de 4o rs>s '
vestido de calsa de algodo azul ,
camisa branca, costuma mudar de
ropa quando foge: quem o pegar,
leve-o a seu senhor, na ra da
Praia n. i5, que ser gratificado.
Antonio Dias da Silva Gardeal.
-- O homem que se oiTerece para admi-
nistrar engenho, se tem pratica do fabrico
de assucar : dirija-se a ra do Crespo n. 17.
Na ra do Crespo n. 17, se dir quem
quer alugar a escrava parda recolhida, au-
nunciada por este jornal.
-- Jos Francisco da Silveira Souto, na-
tural da proviucia do CoarA, vai a Europa
por molestia.
As pessoos que forem credoras do Dr.
Ilugolino Ayres de Freilas e Albuquerque ,
queiram-se entender a respailo com o Dr
Wilruvio nesla typographi,ou em sua casi.
O Sr. Jos Mna Ribeiro, acadmico,
lem carta, na ra do Trapiche n. 26, casa
de ti. D. Rodriguos.
A pessoa quo annunciou no Diario de
13 do corrente, ter um. escrava parda para
(lugar: dirija-se a ra do Rangel n. 59, se-
gundo andar, que achari quem a pretende.
uca.
Torna-se a pedir ao r. Manoel Augusto
de Figueiredo, acabe de concluir o negocio
quetmi para as partes das Cinco Ponas,
istollie pode um seu Amigo.
O Sr. Francisco Antonio Martins de
Miranda, que tevo armazej de carne, n.
ra da Praia n. 38, e agora se mudou para
o Rio Formozo, queira mandar, ou ir entre-
gar as chaves do dito armazem seu dono,
bem como pagar o .luguel que flcou deven-
do, e os novos imposlos; n. certeza de que
em quantoonlo flzer, est o aluguel cor-
rendo por sua conta.
Precisa-se de um pequeo, de 12 a 1*
annos, par. caixeiro de venda, brasileiro,
ou portuguez, dando dador sua conducta:
na ra do Codorniz n. 12.
O bacharel Jos Francisco da Silva A-
maral, embarca para o Rio de Janeiro, o seu
escravo Rodopiano, creoulo.
Madama Koutier modista franceza
Rua-Nova n. 58.
Participa ao respeitavel publico o princi-
palmente a seus freguezes quo lem em sua
lojaum lindo sortimenlo de fazendas fran-
cezas e tudo que ha de maismoJerno em
Pars; ricos chapeos do seda de todas as
cores, dito de palba d'ltalia aberto, muito
bonitos chapeosiohos de seda e de pallia re-
dondos para meninos e meninas de um
seis annos, com abas largas de lindos en-
felesede todas as corea ; um liado sorti-
mento de trancas e franjas tanto pretas co-
mo de cores; capellss de flores minio ricas
e modernas; um grande sortimenlo do
filos de todas as qualidades; muito lindos
manteletes de fil preto; chales, mantas,
manteletes e capotilhos de seda do melhor
goslo ; chamelote preto; Alores linas, man-
guitos de bico para senhoras o mais mo-
derno gosto, setim, felas de todas as co-
res, plumas do cores e brancas para enfeite,
atacadores para botina de senhor, ricas lu-
vasdepelica para senhora c senhor, luvas
pretas para scnlmra, bicos de linlio verda-
deiro, ricas romeiras bordadas, ricos tou-
cados.de senhora para bailes ou lima tro,
chapeos de montara, lencinhos de seda, fi-
las do veludo para punbos e pescofo, de ve-
ludo preto, lencos de Camhraia para senho-
ra, flores e ramos de flor de l.ranja; na
raesma loja\fazem-se vestidos de casamen-
to, de baptisado, tocas de menino e de se-
nhora, capotinlios de todas as qualidades,
com peifei(3o e preso commodo recebem-
se todos os mezea Ilgurinos modernos, que
imprest. seus freguezes.
O .uctordoannucio inserto no Diario n.
13 de 17 do correnle, pedindo que Joaquim
Jos de Helio Jnior annuncie a sua mora-
da para Ihe ser entregue urna carta ; quei-
ra dirigir-se ra do Vigario n. 33.
A manbfi 20 do correle na matriz de S.
Antonio, tem de estar at 25 do mesmo a
exposicSo dos fies o Sr. S. Sebastifio.
Jofio de Castro GuimarSes embarca par.
o Rio de Janeiro o escravo crioulo de ri-
me Raimundo, de 40 annos de id.de.
D Mara Jos da Fouseca embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo pardo de no-
mo JoSo, de 24 annos de idade,
SebiatiSo Jos da Silva Quintanllha,
tendo de retirar-se dasta provincia no pri-,
Quem quizer encarregar-so do urna co-
hranca uo end'o, Psendo quo de garante,
faz-se-lhe bom Interesse : fallar na pateo
do Paraizo n. 20.
A pesso que tem ordem de Joaquim
Cordeiro Bibeiro Campos par. entregar a
quantia de duzentos e oitenta o cinco mil
ris a Ignacio Ferreira GuimarSes faca o fa-
vor vlr entregar, pois o supplioanle lem
procurado e nSo tem encontrado,. su. resi-
dencia.
A parda que annunciou para ser ama de
urna cas. do pouc. familia : apiree, na ra
da Cadeia do ftecife n. 37, segundo andar.
Precisa-se de urna pessoa forra ou es-
crava que saiba engommarcom perfeigSo, o
queirSo prestar ossous servidos mensalnjen-
te em nina casa de pouca familia: par. ajus-
tar-se na ponte da Ucha sitio da venda amo-
rim.
Tem- de se alugor um cabrinha para o
servido de um. casa pequea qua n3o tenha
muita familia e sabe cosinhar o diario de
urna casa, e tambem para mandados pois he
muito liol, e n.lo tem vicios dequalidade al-
guma, no pateo do do Ter(o o. 21.
-- Quem tem para arrendar um sitio pe-
queo pe 11 do Recife, sendo na Soledade,
ra do Hospicio ou oulro qualquer lugar que
seja perto,annuncie porestt folha,ou dirja-
se aessa lypographia.
- Bartholomeu Francisco de Sonza em-
barca para o Rio de Janeiro o seu escravo
creoulo Damazio.
Aluga-se um moleque bom trabilhador
de roaceira, quem o pretender dirija-se : na
ra Direita n. 129, que adiar com quem
tratar.
Na ra do Hospicio n, 52, precisa-se de
urna ama que ongomme bem ; prefere-se es-
crava, e pagaste bem.
Precisa-so de urna preta para alugar pa-
ra o servido de casa ; pessoa que a tiver e
queira alugar dirija-se ao pateo da Ribeira
n. 9, que achara com quem tratar.
Napolen Gabriel Bez embarca para o
Rio de Janeiro as suas escravas de nomo Ma-
ra creoula e Justina parda.
Jollo Vicente Duarle BrandSo remote pa-
ra u Rio de Janeiro o seu escravo creoulo ed
nome Severino.
Precisa-se alugar um. preta escrava,
para servico de muito pouca familia : na
Ponte Velba n. 14.
-- Precisa-sede urna ama quo saiba en-
gommare cosinhar para 2 homons solteiros,
prefere-se idosa ; no atierro da Boa Vista o.
70, ao pe da relinacSo.
Terga-feira 20 do jmeiro tem de ir
pra(a por este juizoda primeira vara do ci-
vel, esenvao Baptista, um sitio no lugar do
Arraial murado na frente e cerca de mSo
com ni vnin.ios de fruto, cujo sitio lem urna
casa terrea de pedra e cal colucada na fren-
te, a qual tem 87 e meio palmos de frente e
3C ditos de fundo, copiar descoberto em um
lado, cosinha fora, estribara esenzallaem
chSos de foro avallado em 2.000,000 rs., pe-
nhorado a Josefa Joaquina do Livramento
hujoseus huid 'nos, por execufSo de Manoel
Rodrigues de Albuquerque.
- Perdeu-se do Recite af ponte d'Uchoa,
urna pequea trouxa, com um pedaco de
cambraia de linho, com urna amostra de la-
varinlo, quem achou, o quizor restituir di-
nja-se oa ra de S. G0nc.ailo n. 20, ua mes-
oa' casa vende-so um pianno inglez por
80,000 rs.
-- Se ainda houver alguem de boa f a
quem o Sr. Manoel Alves Pontos, com botica
na cidade da Victoria, nSo tenha I.......
e quizer negociar duas Letras deste indivi-
duo ja vencidas ha bastante lempo, annun-
cie por esta folba, quo o negocio he de
grande interesse.
A. o ni llllll.i :ll a
pas, tima grande, toda cheia de delicados
riscos de bordados impressos em tinta azul
sobro campo or de rosa, e urna mais po-
quena com bonitos moldes de labyrintbcs.
U Jardim das Damas nSo appareceu logo
oo principio do mez, como fui anuunciado,
por ter si lo preciso rofazer-si toda chapa
dos bordados, quo da primeira vez nSo sa-
tura perfsita, altn de varios outros emba-
razos quesempre encontr.m em principio
as emprezas desta nrdera, principalmente
em urna cidade como a nossa, na qual as
artes se acb.m .inda 196 atrazadas ; olle
porm envidar todos os esforcos para ven-
cer as didlculdades com que esta luctando e
lem de luctar, allm de apparecer regular-
mente e satisfazer as bellas que se digna-
ron! honra-lo com suas assignaturas.
Attenc5o.
Uo homem sem familia, de 49 annos de
das 9 horas da manhSa at as 4
horas da tarde.
Aluga-se um sitio que tenha casa com
commoJidades, quo seja plantado de arvo-
res, e que nSo seja distante da prao. : quem
o tiver, annuncie.
Acha-se farinha nov. de SSSF, (de re-
ntaba) para vendar, nos armazens de Dea-
ne Koule & Companhia, no beccodeGon-
calves.
Nova fabrica de chapeos de sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
ta n. aa.
Ne-ta.iiova fabrica o respeitavel publico
achara um completo sortimento de chapeos
de sol do seda e paninho tanto para ho-
mum, como para senhora, e concerta igual-
menta, por probos naM commodos dt> que
em ont',i qualquur parte ; para este mesmo
estabeleclmento se acha mudada a tinturara
franceza da ra Velba n. 74, lingindo-se to
francez*: quem do seu prestimo se quizer j
utilisar, anouncie.
Manoel Ferreira Goncalves MagalbSes.j j
a tratar
D. W. BAYN0.N.
retira-so para o Pilar das Alagoas
de sua saude.
Precisa-se de urna escrava para o ser-
vio i externo do collegio das orphSas :
pretendentes dirijam-se ao mesmo collegio
a fallar com a directora.
Lino Jos de Castro Araujo, embarca
para o Rio de Janeiro, sua escrava Joaona,
creoula.
Precisa-se de um feitor, para um sitio
nosAfogados, mas queeolenda do plauta-
tous, flores e parreiras, nSo se o'.li i f prego
tendo estas qualidades e bo. conducta .- a
fallar com fiuiluerme Sotte, no aterro da Boa
Vista n. 10.
A pessoa que annunciou neste Diario,
i
., i.,, CirurgiSo dentista me- (9
ricano, avisa ao respei-
- tavel publico desta cidade S
' ter recenlemeoto voltado dos Estados <#
H) Unidos, e
Jue se acha promplo a fazer
idade de opera;9o perten- .->
0 cen-te a sua art), segundo os me- $
(v liioramentos mais molernos: pdese (9
#j procurar no hotolFrancisco. l
-- Quem precisar de roupa lavada e en-
gommada, com asseio e promplidSo, por
preco commodo: dirija-se a ra de llortas
n. 40. Na mesma casa cima apromtam-so
bandejas com boliuhos para fra e fazein-
boliulios do diversas qualidades, tudo
de camau-
peior qi
dirija-seaomesmo litio, ou.ru. d. Frecisa_9e a,ugar m c8cra
- a n i oo wuililliwo uu uiv<.i.ina tiuinu
precisir alugar um sitio, se quizer o do Sr. em conU t,mbem ae vonde vel.s
tAuoiroz fonseca, uo principio dos Reme- |D| ,,,- supe,or qualidado.
Olios
Cruz n. 24", primeiro ahdar.
Guilherme Augusto Rodrigues Selle,
faz publico que deixa de hoja em vante de
ser procurador do senhor desembargador
J i.n|ir i Teixeira Peixolo de Abreu eLima.
Precisa-se de urna tnulber de meia ida-
de, para fazer companhia a urna senhora, e
algum sen ico de portas a dentro: quem es-
liver nestas circunstancias, dirija-so a o ter-
ceiro andar d. casa n. 20, da ra larga do
Rosario,
Aluga-se urna escrava parda recolhida,
(el e do boa conducta, para lodo o servico
interno de urna casa, por saber faze-locom
perfeiQ&o, prefere-se cas. estrangeira: quem
quizer, annuncie.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que Pernandes Gama, queira man-
dar pagara subscricSo deste Diario.
Antonio Fernandos Gouveia, subdito
portuguez, relir.-se pira o Porto : na barca
Flor da .Maia.
Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feitos da fazenda,so hSo de arrema-
tar os seguintes objectos : um engonho de-
nominado Barbalbo na freguesia da comar-
ca do Cabo, com todas as suas Ierras, mal-
las e logradores, casas do engenho, de vi-
venda o de purgar, com 30 furos e 3 baicOes
grandes, senzalla para pretos, 1 moenda, 4
tachas e um parol de caldos, tu lo de ferro,
e outros ubjectos avallados em 38.000,000 rs.
e da mesma forma v3o a pra;a os bms an-
nunciados em o Diario de Pernambuco do 26,
27 e 28, de oovembro do anno p. passado,
a'excepto de alguna queja foram arrema-
tados.
Precisa-so alugar nm preta, psra o
servico de urna casa de pouca familia, mais
que saiba engommar e tenha bons costu-
mes : na ru. Nova, loja n. 8.
Aluga-se o sol i m de um segundo andar
de sobrado sito no bairro de S. Antonio,
cujo sota ni tem una grande sala com janela
e doua grandissimos quartos com claras
boi.s, tem mu linda vista, he mui fresco,
est caiado e piolado de novo, e lem final-
mente escada independante : proprio para
homens solteiros : quem o quizer alugar di-
rija-se a ra do Crespo loja de fazendis n. 6,
que se dir.
Antonio de Sousa Mirinbo vaiacid.de
de Guia una : a tratar de seu negocio.
-- Aluga-se um escravo mugo que sirva
para criado de urna casa ostr.ogeira, e que
sej. humilde, fiel; quem o tiver dirija-se a
ruado Trapiche n. 8.
-Quem precisar alugar um bom moleque
procure na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 15.
A irmandade do Divino Lspirito
Santo-,
faz sciente aos devotos de Nossa Senhora da
Conceifo dos Militares, que do di. 18 do
corrente em diante, haver missa n. mes-
ma igreja, lodosos domingos e dias Santos,
de madrugad. ; aisim como diarimeoteas
8 horas da manbSa.
' Aluga-se para todo e qualquer nego-
cio, a loja do aterro da Roa Vista n. 38.
Alug.-se urna preta forra, ou captiva,
para o servi;o interno e externo de urna ca-
sa de pouca familia : quem pretender, diri-
j.-se ao pateo do Carmo, sobrado n. 9, no
primeiro andar, que licuara com quem tra-
tar a qualquer hora do da.
Precisa-se deum amassador, que soja
bom : n. p.daria da Snledado n. 14.
0 bacharel Manoel de Souza G.rcia,
que ba pouco deixou de ser promotor pu-
blico do Recife, advoga actualmente, e po-
der, ser procurado' em o primeiro andar do
va, que seja boa cosinheira c com-
pradeira, : quem a tiver dirija-se
a ra da Assump5ao ou muro da
l'enha n. 16.
No pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-se o engomma-se com perfei?So e ac-
ceio.
*> Paulo <;nUiioii\, dentista
francez* offerece seu prest- _
iiio ao publico para todos os 9
* mlsteres de sua pronssao: >*
9 Pude ser procurado n qual- qner hora e ni ma casa, na f
ra larga do Rozarlo, n. 36, S
_ segundo andar *
Compras.
Caligrafa
Na Ra do Arago, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
c5o qualquer papel em muito boa
letra e por preco commodo.
Aos mscales e boceteins.
O arrematante do imposto dbs mscate
mboceleiras faz pela ultima vez sciente aoi
o esmos que veoham quanto antes tirarem
as suas liecncas, pois que do contrario n3o
pdenlo vender pelas ras, prac,is e portas,
sem a competente licenga.
- O arrematante do imposto das aliricos
do municipio do Recife,pola ultima vez pre-
vine a todos quantoa vendem lquidos e sec-
eos para que vonliam qunto antes afirirera
as suas medidla, do contrario n3o pdenlo
vender sem a dita alelo do correte anuo
de 1852.
Urna pessoa com a pratica precisa se
offerece para administrar qualquer enge-
nbo : quem de seu presumo se quizor utili-
sar annuncie.
Urna pessoa com as liabilitacOes neces-
siriis se propoe a fazer escripturacOes de
casa de negocios,por partidas dobradas,e por
preco commodo: quem disso precisar an-
nuncie.
Attencito.
O arrematante das aricdes do
municipio do Recife faz sciente todos que
vendem lquidos em ancoras, que as man-
dem nlirir quanto antes par. o anno de
1852, pois que do contrario no poderfio
venderos referidos lquidos sem a compe-
tente afirigSo do correte anno,
fu bli cacao medica.
Publica-se no Rio de Janeiro mensalmen-
te. Annaes Brasilienses de Medicina, jornal
da academia Imperial de medicina, o qual
subscreve-se em Pernambuco a 6,000 rs.
por.nnonalivrarian. 6e8da prac dain- sobrado n. 30, oa ra larga do Rosario cm
dependencia. JS. Antonio.
iy Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 a a:i annos tendo
habilidades e de bonitas figuras ,
paga-se muito bem : na ra das
Larangeiras p. i4, segundo andar.
Compra-se um silio pequeo perto do
Recife, sendo na Solo la le, ra do Hospicio,
ou outro qualquer lugar: annuncie por os-
la i'nliia, ou dirija-se a esta lypographia.
Compra-so urna carrosa em bom esta-
do : a tratar na ra da Roda, n. cocheira
que foi do fallecido Pessoa.
Compra-se um, ou dous quartios de
ambas selas, que sejam novos e estejam
carnudos: na ra do Alecrim n. 6, das 7 as
9 horas di manliSa, e das 2 as 8 horas da
tarde. .
vessa da Concordia, sobrado.. 5.
-- Na ra do Rangel n. 35, continu.-se a
vender baoha de porco derretida d. tor-
ra, muito superior, a 400 rs. a libra : quem
quizer, annuncie.
Novas edifes de livros socia-
listas.
Acham-se venda na ra larga do Hoza/io
loja de J. J. Lod, n. 153, Ch. Fourier : obras
completas, em 4 volumes, ultima edicto pu-
blicada pela escola 12,000 rs.; Pollern : vida
edoutnna deCh Fourier, 1 volume publi-
cado pela escola 4,000 rs. ; novas transacOes
suenes, religiosas e semidis de Virtom-
niiiS urna brochura 1,600 rs ; Mettray e
Ostwald : estudo sobre estas duas colonias
agrcolas, por F. Cantagrel, urna brochura
1,000 rs.
Grande abrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
ti. 4.
Neste novo estabeleclmento recebou-so
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sidos ltimos gostos, lauto de seda como
de paninho para homens e senhoras, de ar-
magJo de baleia e de asso que se vendem
por menos prejo quo em outra qualquer par-
le; grande sortimento de chamelote, sedas
0 paninhos om pee 1 de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armac/u's servidas. Completo sor-
timento de balelas par. vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja o
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
do sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem em porcilo e a retalho, por prego
que agradoraos freguezes vista da quali-
dade.
ATTENgAOM! .
Chegaram ltimamente de Lia
boa as seguintes- obras com rica
emndcrnaran, e juntamente os se-
guintes retratos das pessoas mais
nota veis de Portugal (obras) o Ga-
valeiro de Harmeutal em 8. 4
tom.; Vinte annos depois em 8., 6
vol.; Memorias do Diabo em 8 8
vol.; Amores de um LadrSo em 8.,
1 vol.; a Gastella Sanguinaria em
8., a vol.; Conde de Monte Chris-
to em 8, 6 vol.; Mil e um Fantas-
mas em 8., 4 tom. e 2 vol. ; Jor-
ge ou o Gapitao dos Piratas em 8.,
2 vol.; Misterios de Policia em 8.,
a vol.; Misterios do Limoeiro em
8., 4 vol.
Retratos.
D. Pedro 4., D. Mara a., Re
D. Fernando D. Miguel, Du-
que de Saldanha Yisconde S
da Bandeira Baro da Ribei-
ra de Sabrosa Conde das An-
tas, General Povoas, Galamba, D.
Garlos de 31ascarenhas, Marquez
da r'ronteira, CondeTliomar, Jo-
s 11.111 trdo da Silva Cabral, Pas-
sos Manoel, Silva Passos, Espar-
tero, I.117 NapoloSo na ra lar-
gado Rozario n. 38, loja do Gar-
deal.
Vende-se cera para limas de
cheiro : na ra do Rangel, sobra-
do n. 5a, a 1,00o rs. a libra.
Vende-se urna mulata moga, de bonita
figura, perita engummadeir. e cozinheir.,
entendo pouco de costura, tem bo. conduc-
tu.lifio tem vicios o nem achaques: atrs
da matriz da Boa Visti n. 21, se dir quem
vende.
Vendas.
F0LH1NHAS PARA i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e da algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo urna del-
tas com o almauak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
siuiao de JNaiitua a
800 rs.
Vende-se a historia de Simo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praga da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Vende-se em Ulinda, o. ra do Ampa-
ro, casa n. 36, um escrava da Costa, sem vi-
cios, sabe engommar, ensaboar, cozinbar e
vender na rus.
Vende-se urna escrava crila e mouga,
n com algumas habilidades: na|ru.do Ran-
gel n. 56.
A 8,000 rs.
Chapeos de castor branco, in-
gleses, a oito mil ris : na praca
da Independencia n. a4> 2^ c 3^-
fioa compra.
Vende-se urna mulata, oxcellente escrava,
de 20 annos de idade, entende do arranjo de
urna casa, o lido urna constituigSovigoro-
sa : a tratar na ra da Senzall. Velba nu-
mero 114.
Vende-se um piano, muito bom e em
oxcellente estado : na ra do Collegio n. 15,
tercoiro andar.
Parece impossivel.
O barato prego de 4,500 rs., porque se es-
tilo vendendo, chapeos pretos francezes,
ltimamente cuegados na loja de chapeos
de Pariz, no arco de S. Antonio n. 9.
Na ra do Caldereiro n. 86, vendem-sa
escellentes hostias, muito alvas, e feilas
com todo asseio eperfoigSo; assim como
ptimas obreias de lindas e variadas cores,
proprias para secretaria, por prego muito
commodo.
Vendem-se dous relogios de ouro pa-
tente inglez sendo um antigo, proprio
para qualquer martimo, por ser de muito
boa qualidado, o outro dosabonoto moder-
no, vende-se em coala : na ra do Queima-
do n. 10.
Vendo-so urna cama grande de jaca-
111 !a, nova, com arm.go e cortinado mui-
to bonito, vende-se muito em conta: na ra
do U miniado n. 10.
-- Vende-se carne vorde de primeira sorte
ta nimia pelo methodo francez, o prometie-
se servir bem aos freguezes, e contrata-so
torne -e-la semanal ou mensalmente ; co-
mo agradar ao comprador: dirijam-se a ra
do Rangel, agougue novo n. 41
Vun lu-sn por prego mdico urna fazen-
da em Moxotd, distante de l'esqueira onza
leguas, contando quasi trez de Ierra em fun-
do, e meia de testada, e um olho d'agua,
que nao seccou na grande surca de 1845.
Tem curial, cisa de vivenda, e cercado,
bem como boa mata; e be excellente lugar
par.algodSo, e gado. Trat.-se com Anto-
nio Jos de liveira, na ra do Collegio, o.
30 segundo andar.
Na ra larga d. Rozario n. 20 vendem-se
frascos grandes com pessegos. damiscos,
cerejas e giojas muito bem conservadas,
pelo diminuto pregp de 1/000 os frasco: es-
cusado be tecer elogios a estas escollantes
frutas, pois alem de seren mui bem coobe-
cidas por todos, tornam-se muito recom-
mendaveis pelo precioso licor a que est
ruduzido o espirito ern^ que veem conser-
vadas.
Na rui larga do Rozario n. 20 vende-so
um excellente oculo de alcance por prego
muito razo.vel: .ssim como umjrico vio!3o
de excellentes vozes proprio para um bom
ineslre deste inslrnmenio.
vende-se um sitio com cas. de vivenda,
com baslaules commodos, copia, estriban,
boa cacimba varios ps de larangeiras, ea-
fezeiros, grande canivial, terreno com mais
de mil palmos de fundo, de multo boa pro-
iiucco, e perto do Rio .diante da ponto de
Ucha : a tratar com Nicolao Gadault: na
ra do Apollo n. 20 segnndo andar, ou na
praga da Boa-Visla; na casa quo esls edifi-
cando.
Vende-se um sobrado de um andar um
soton|agoraacabado de novo.o qual esta reu-
dendo 360,000 rs,, anualmente silo na tra-
vesa dosQuarleis n. 33, e 2 caixOes de ar-
magao de venda e alguns pezos miudos e
orna porg5o de tinta para pinior, e duai ca-
mas de arm.gao.tudo isto por prego commo-
do por ler do retlrar-se; na Ir.vess do Ve-
ras n. 18.



-p*p
1
" r
_ No escriptorio de Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, vendem-se osseguintes ar-
tigos, por preco commodo, para
fechar cotilas: chapeos depalhado
Chille em porcoes de cincoenti;
linlias de roriz e de nmeros; cu-
nhctes com arcos, e ca neiras de
cores: a tratar no mestno escrip-
torio.
Vende-so urna canoa em bruto deange-
lino por prego muito em conta : a tratar na
ra larga do Rozario n. 44.
Muito barato e muito bom, loja de
ferragens n. 56. A, ra da Ca-
deia do liecic.
Foi es de todos os tamanhos, ricas Cormas
para pudins o bolo,s ricas cobertas para co-
brir pratos na mosa de metale rame; escri-
vaninlias.il' latSo de varios tamanhos, per-
fumadores dito dito, ricos pentes de marfim
para bichos de desembaragar o mais fino
possivel; penoiras de rame amarelo e bran-
co proprias para tola qualidado de massa
ou farinha ; ricoscadiados grandes e peque-
noSilatSo e ferros o melhor quetom aparecido
no mercado; ricas fechaduras para portas
de ra, sala, gaveta, c .ricira e armario, lu-
do patente; ferramenta de ourives; maqui-
nas para torrar cafT, retoeiras de nramo e
ferro, de differentes tamanhos e muitas ou-
tras cousas quo com a vista se apetecer.
Ven.le-se urna parda de 20 annos, en-
gomla, cose, cozinlia, nSo tom vicios o
nom achaques: na ra da Concordia quem
vem da ponte & esquerda, segunda casa ter-
rea se dir quem vende.
-- Vende-sea taberna da ra da Senzsl-
laVelhan. 15: a tratar namesma.
Vende-se por prego commodo, urna
por^So de meios de sola da mata, muito
bons e grandes, por atacido e a retalho : a
tratir na ra do Virarlo n. 20, primeiro
andar.
Vende-se urna taberna, sita na praga
da Boa Vista n. 10 : trata-so na meama ta-
berna.
Vende-se no armazem de msdeiras ,
junto a secrotaria de polica, una porgSo de
madeiras, proprias para estacada de ator-
ros, por prego commodo.
Ven lo-se urn cavado novo, o qual est
muito gordo, c he proprio para montara de
senhora, por ter bons andares e ser muito
manso: na ra da Aurora, venda'por baixo
do sobrado n. 46, se dir quem vende.
Vendem-se 4 escravos mogos, de 22 an-
nos, com bonitas figuras, creoulos, sendo
iitn bom official de sapateiro; 1 lindo mula-
tmlio de 14 annos de idade, ptimo para pa-
gem; 2 lindas escravas creoulas, mogas e
com algumas habilidades; 1 escrava de meia
idade por 280,000 r cozinha e lava bem :
na ra Direita n. 8.
Vende-se por preco commo-
do, cal virgeni, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco
muito commodo .- no armazem de
Di is Ferreira, no caes da Alfande-
ga, on com Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche, n. 34
Vapor inglez.
Papel paquote proprio para poupar por-
tes nn" vapor para Europa, assim como
as competentes obrejas: ua loja de ferra-
gens da ra da Cadcia n. 56, A.
Vende-sc por preco muito
commodo, para fechar coritas, sin-.-,
cas coai superior farinha de man-
dioca, muito lina e ava, nos ar-
mazens de Dias Ferreira e Antonio
Aunes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos,ou com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34.
Moinhos de vento
eom bombas de repudio para regar hartas
d baixas decapim : vendem-sena fundido
de Bowman & Me. Callum, na ra do Itrum
ns. 6.8 e 10.
Vende-se urna preta perfeita engom-
madeira, a qual he propria para esse servi-
do por ser reforgada do corpo, faz o mais ar-
ranjo de casa o ra com multa fijelidade ;
umaoulra por 200,000 rs., lava, cozinha e
faz o mais servido de casa com perfeigSo ,
adverlindo que ambas sSo creoulas, e ven-
didas por falta de cobres : na ra larga do
Rozario, loja n. 35.
Fazendas modernas e muito bara-
tas, vendem-sc pelos seguintcs
precos :
Grvalas deselim prolo J fetas a 1,400
Ditas de seda de cores muilo bonitas a 1,200
Ditas de cassa da India muito finas a 800
Cbales escocezen de todas as cores a 1,500
Corles de cassas empapeladas do ul-
timo goslo a 2,000
Ditos de ditas mais finas 2,400
Cbales de 13a e seda muito modernos a 3,200
Pegas de chitas pretas com lustro a 6,000
Hilas do ditas dourada e de salpico a G,000
Ditas de ditas muilo liuas de cores a 5,500
Ditas de ditas muito liuas de ultimo
goslo de 7,000 a 10,000
Verdadeiras luvas de torgal de Lis-
boa a 1,600
Canga da India muito lina, covado a 400
Panno de liuho do Porto de 18 a 19 va-
ras 800
Dito prelo lino com duas larguras, co-
vado a 2,800
Corles de meias cazimras de bonitos
pa.liOesa 3,000
Ditos de dita dita mais fina 3,600
ptimas meias cruas, duzia de 2,600
at 5,200
Zuarto da maior largura, covado a 200
rs., pegas de 21 covados a 4,600
e outras muitas fazendas de muitos pregos,
110 armazem de fazendas de Couveia&Lei-
te, na ra do Queimado o. 27.
Arados de ferro.
Na fundigBo da Aurora, em S. Amaro,
vondem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se urna preta com 40 annos de
idade pouco mais ou menos, de muilo boa
conducta e propria para todo o servigo : no
armazem de Vicente Ferreira da Costa na
ra da Madre-de-Deos.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-so velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de Sleiro da ra da
Cadeia do Itecifo n. 36.
Superior cha nacional
em caixinhasdea libras, e da melhor qua-
lidado ; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Sanlo 11. 2, primeiro andar.
--Na v.'ii la da quina dare Nova junto da
ponte da Boa Vista se vende doce de goiaba da
segundo qualidade.sen lo caixOes de 9 libras
a 900 rs., ditos,de 7 libras a 700 rs.,tambem
se vende presunto do ivioo muito bom a
300 rs. a libra, linguigas do reino a 360 rs ,
ditos dosert3o240 rs., laminas de sardinlus
900 rs., serveja boa por garrafa a 360 rs.,
comtudo a vista do comprador se faz todo o
ncgicioe tudo esta em muito bom eslauo.
Farinha de mandioca.
Vende-se aaccaa com superior farinha
de mandioca a pregoa rasoaveis: a trstai
com J. J- Tasso Jnior ra do Amoiim
o.S5.
Vende-se alvaiade em barra de quin-
tal cada uro : na ra do Trapiche n. 10.
Vendem-se 100 palmos de um terreno
no corredor do Biapo, tambem se vende a
retalho i vomade do comprador, livre e de-
sembaragado, e he proprio, a tratar na ven-
da nova a cintrada do mesmo corredor.
~ Vende-seno armazem de Vicente Fer-
reira da Cosa na ra da Madre-de-Deus,
louga azul fina avulso, apparelhos do meza
e cha dos melhorAs modellos e qualidades,
por prego commodo.
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Crando do Sul, e a prego
commodo, no armazem, do Dias Ferreira
ao pe da alfandega.
Vonde-se um bom proto, official de
marcineiro, que representa ter 25 a 30 an-
nos : quem o pretender dirija-se a Soledade,
ra de JoSo Fernandos Vieira, sitio dos qua-
tro leoes, que achara pessoa autorisada para
esse II m.
-- Vendem-se amarras e ancoras de ferro:
na ra do Trapicho n. 10,
4
SALSA PAJjJILHA DE BRISTOL
mSAlARimlTinASIDS. *
A salla parrilha doBristol data desde 1832, e lem constantemente mantillo sua reputa-
gSo, sem necessidade do recorrer a pomposos annuncios de que as preparagdes de m-
rito podem despensar-se. Osuccsso do l)r. Brislol tem provocado infinitas invejas, e
lliiit lo Collegio 11. 4.
Novo sortimento iln chapeos homem e senhora, saber :-chapeos do
A todo o fielchiisto.
Acaba do sahir a luz no Rio de ja- ^
Z neiro oaeguinte : ^
Livrinho milagroso- *
Da vera Efugio divina do Rosto de ZZ
_ Nosso Senhor Jess Christo acompa- ? nhadoda mesma imagem ricamente $
A gravada e de um breve resumo da vi- ,
A dado Nosso Divino Salvador, ollero- *
9 cido a todo o fiel christSo. Aclia-se
40 estampada na frente deste lindo li- (M
A vrinho a seguirle poderosa recom- J*
? me proprio para excitara piedape e
t- dcvogSo dos fiis: segu urna tradi- gSo sobre o verdadeiro retrato do Nos- ?*
? ao Senhor Jess Christo.que nSo con- ?
? ira.li/ as que sSo adoptadas sobre o 9
m mesmo objecto por alguns escriptores ^
<* referindo-se a oulros anligos. O li- ^
-i vrinho podo ser lido com fruclo pelos ^
'. fiis. ConceigSo, 25 de Janeiro de ...
T. 1S51. Uispo conde capellSo-mr, ^
S| vende-se no pateo do Collegio casa ^
S do livro azul a 640 rs. cada um. ^
IMtNtMMCtlSS ##
-- Vende-se uroi escrava creouia, ueex-
cellentecon.lucta,engornina, lava o cose: na
ra do Vigario n. 13, lerceiro an Jar.
Vende-se, por preco commo-
do jrinli 1 de mandioca muito
superior, a bordo do patacho Ale-
gra, chegado de Santa Cathariua,
o qual se acha ftindeado ao p do
caes do Collegio: a tratar a bordo
do mesmo, ou com Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
vende-se champagne da marca amiga
e bem conhecida, Come!, em casa de Deaue
Yule& companhia 1 na ra da Cadeia.
Mocadas superiores.
Na fundigijo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, uchani-se venda moendas
do canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior
DE VEIIES DOS IIOMENS,
a 5oo rs.
Vendo-se esto compendio aprovado para
as aulas, cm meia oncadernagSo, a 500 rs.,
cada um: na livraria u. 6 e 8, da praga da
Independencia. f
Vendern-so superiores vinhos fin'os cn-
snrrafados, sendo do Porto, linlo.em cal-
xinhasde 30 garrafas o de Lisboa, branco
em ditas de 24 garrafas ; muito boa flmclha
de algodSo para selins, c relroz do ''orto :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Pechincha.
No aterro da Boa Vista, loja decalsado n.
58, junto ao seleiro vendem-se sapates
de lustro a 2,500 e 3,000 rs., e muito bons
a 3,500 rs., a ellos freguozos que s3o poucos.
ptimo vinho brauco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
da melhor qualidade que apparece:
trata-se na ra da Cadeia do lie-
cic n. 48.
Cal vilg-em de Lisbo i.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade viada no ultimo
navio : trata-se com Augusto C.
de Abreu, na ra da Cadeia do Ue-
cife n. 48.
Fio de sapateiro.
No aterro da Boa Vista, loja n. 58, vende-
so fio de sapateiro a 700 rs. a libra, e mar-
roquim preto a 1440 rs. a pello.
Sebolas:
Na travessa da Madre de Dos, armasem
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o
cento.
entro outras, as dos Srs. A. It. D. Sands, de New-York, preparadores e proprielarios'da !?Ld!,!?^s!J?."0. !'i!L^ J.e *'??lS
aalsa parrilha conhecida polo nomede Sands.
Estessenboressolicitr3oeml8l2 a agencia de Salsa parrilha deBrhtol, e como nSo
o pudessem obter, fabriearSo urna imitago de Bristol. (
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. liristdl, no dia 20 de abril
de 1842, e que se acha em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, etc.
Nosso apreciavel sonhor.
Em todo o auno passado temos vendido quantidades coisideraveis do extracto de
sais 1 pai ri Iha de vio. e polo que ouvimos dizer de suas virtudes quelles que a tem usa-
do, julgamos que venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco cremoa que nos resultara multa vantagem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um moz, ou cousa semeluauo, loriamos muito prazer em o
verom nossa botica, ra do Fulton n. 79.
FicSo s ordous de Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Saods.
SALSA PAHRILIIA DE
SANDS.
Este excellente remedio cura todas as en
fermldades aa quaes sfio oriKina(|,s .,',,'
(reipuresa dosangue ou dosystema ; 1 ,,
ber : escroWlas, rheumatismo, erupc(ui
cutneas, brebuthas na cara, almoroid,
doengas chronicas, brebulhas, bortoeiii'
tinba, enchagOos, e dores nos ossos, e juu!
tas, ulcar, doengas voneriss, citica, erifer
midades que attagSo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, expostosa una vid,
extravagante. Assim como, chronicas d-
sordens da eonatituigao, sero curadas por
esta IBo til, e approvada medicina.
A administiagSo deste belo remedio, 001
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000 ataques mais estraordinarios tem sido sem-
rs. para cima ; ditos de panno lino, de ar-[proseguidospelos mais felices resultados
mugi do baleia ede ferro, de 1,600* S^oOlnaisuasoperagOi-s ; porm, oseu principal
rs, ; ditos ditos de armagSo de junco, de" otijeclo he de purificar o sangue, e limf.aro
1,200 a 1,800 rs., toilos li nipos : grande sor- svstema do qualquer influencia de merco-
timeoto de sedas e pannos, em pega para no. No seu modus op'randi, he directa-
cobrir os mesmos, lia leas para vestidos e mente como um remedio alterativo, anda
espartilhos do sen lloras. Ooncerlam-so to- que, indirectamente serve ao systema como
das as qoalidades de chapeos de soj tudojum verdadeiro tnico. Doengas nos ossos
com perfeigfio e por menos prego do que em c no systema grandular; assim como oas
COITCLTTSAb.
I, Aantiguidade dasalsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, o que a de Sands so apparcceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta nflo pOJo obter a agencia do Dr. Bristol.
2.' A superioridade da salsa parrilha de Bristol heincontestavel, pois que nSo obs-
tante a concurrencia da do Sands, e de urna porgSo de outras preparagdes, ella tem man-
tido a sua reputago em quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso dasalsa parilha em todas as infermida-
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito obtido nesta corte pelo lllm. Sr.
Dr. Sigaud, presidento da academia impeiial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Peixoto om sua clnica, o em sua afamada casa desaudena Gamboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exereltO, o por varios oulros mdicos, per-
mitlcm boje de proclamar altamente as virtudes ellicazes da salsa parrilha de Bristol.
Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Gongalves Ramos, ra
dos Quarteis pegado ao Quartel de Polica.
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O 5 re B 1 3 3 0) 1
o
a

o
outra qualquer parte.
Gaixas para rap.
Vendem-se excellentes caixas de xifre pa-
ra rap, por commodo prego 1 na ra larga
do Rozario n. 20.
juntas, e ligamentos, sao inteiramente cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doente faga resguardo algum, quando usar
este remedio. A opperago deste remed]
consiste em remover a desordem do syste-
- Vendem-se'velas de espermacete, era!'' e f brflve ten>Po doente ganhar 1
caixas, de superior qualidade : em casa iV
J. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Molduras duuradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann lrm3os,ruada Cruz o. 10,
Yende-se etn casa de A-
damson Ilowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. '\ panno de
algodao para saceos deassucar,
muito superior e barato.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundigao de (erro.
Deposito la fabrica ilo Todos os
Santos 11a Baha.
Vendo-se, em casa deN. BieberA C.,
oa ra da Cruz n. t, algodSo transado da-
qaella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa do escravos, por pregocom-
mo-lo.
fci Vendem-se e alugam-se bichas, clie-
(jj gadas ltimamente dellamburgo, por 0
?; prego commodo: na ra de S. Amaro ?-
m n. 98.
-- Vendem-se muito boas navalhas ingle-
zas para barba, tanto om estojo de urna ,
A Salsa Parilha tem ganhado por muitos
annos urna alta reputago, de ter curado
doengas mu dificultosas, que nenhumou-
tro artigo de valor em materia medica lem
curado. He de saber que a Salsa Parilha be
um dos mais valerosas remedios que os
doctores usSo om toda a parle do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se ilg
notar, que nem todas as pessoas sabem pre-
parar esto remedio, assim como esco-
llierema melhor parte que se deveusarem
tal preparago. Um celebre Medico escrip.
tor, que residi por muitos annos no lugar
aoode ha a melhor producgSo da Salsa Ca-
rilla disse : Seis ou oilo especies destas
raizes que crescem nesles bosques, admra-
me que nlo podesse schar, se nao urna,
com o gosto, e propriedade da verdadera
Salsa Carilla, que se possa recommendar
para medicina ; pois as mais eram insipi-
das e inertes. Porm, como os mdicos
nlo se dSo ao trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim conllam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
ren], e comporem differentes drogas. Po-
rm de todas as preparagdes de Salsa Pari-
lha devia de ser da genuioa, para que o fa-
cultativo e o publico ficassem bem fiados
as preparagOes de Salsa Parrilha a ser di
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegeslavel, que se offerece ao publico; nes-
te se v combinados o titile cum dulce; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
rangas algumas tinha de viver, e grandes
quantidades de remedios experimentados,
i
comodeduas,esles trates sendo bons, como ; mas sem resultados demelhoras; mascn
estas o sSo, tornam-se indispensaveil em esta pura Salsa Parilha, suas curas tem si lo
urn clima como este a raga humana, e s3o infaliveis, pois os certificados que temos
objectos de estima, a ponto de deverem ser recebido de pessoas que tem usado deste
inventariadas, quando seu dono se retirar puro remedio, affirmam da sua boa eflica-
iie urna vez para S. Amaro; o autor dellas cia ; estes cerlilicados temos a honra de
foi premiado pela descoberta da tempera aprenseritar ao respeitavel publico, para
que soube dar ao ac de quo ellas silo feitas; que llquem certos, o que cima se diz, he
meias brancas do lio da Escocia ; thesouras vordadeiro. Os propietarios deste reme-
(jnissimas para unhas ; grampas envernisa- dio tem por muitos annos empregado todos
das; oculospara tojas as i.lades, a 800 rs ; os meios para prepararem este 13o ulil, e
esporas flnissimas do ago com correia a in- essencial remedio da raiz da Salsa Perilla,
gleza ; escovas de falo; linhas pretas para qne por flrn, conseguiram as suas vistas, em
sapateiro ; ospelhos de gavetas os maiores prepararem um ISovaluoso remedio, e seus
que tem vmdo, a 800 rs. cada um e maiores to lindos resultados tem enchido os pro-
mais baratos, e outras muitas miudezas em prietarios do gloria, e triumpho de torero
conta, para liquidar contas velhas : na ra preparado urna linda coniposigJo conlra
larga do llozario n. 3.i, loja do Lody. I doenfoa, que o acu lim he destruir o corpo
w-"^' a5 latas de resto. humano. Esta composigSo he qumica ;e
Na confei'.aria da ra eslreita do Rozario nova- Esta Salsa Parilha he combinada cora
n. *3, vendem-se latas com marmelada pe- OBllM engredientes que todos ellesperten-
toral, pelo diminuto prego do 500 rs urna, cem a classe vegetal, e todos com o poJe-
Vende-se duas losillas com hborinto e
bico as pontas, e urna toda aberta de mui-
to bonito laberinto : na ra do Queimado
loja n. It.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade: vende-se no arma-
FAlUMlA DES. CAT11AKINA. em Kalkmaou IrmSos Rus da Cruz, n. 10
A melhor farinha de mandioca ^nSSSSSOSBStn
e mais recentemenle chegada ao 0 gardo Hanguinho,que licadefronte Q
mercado, vende-se por preco mais g S^JX^X'Wif!
commodo do que em outra qual- ^ agoas, grande senzalla, cocheira, q
quer.parle, a bordo do bricue Al- estribara, baixa decapim que sus- 0
1. I '. ," X tenta 3a cavallos, grande cacim- X
mirante tundeado confronte ao >> Da> com bomba e tanque coberto r
caes do Hamos : trala-se a bordo 2 Para ba"no bastantes arvoredos de
, .-. ___:.; W fructo :na ra do Collegion. 16,se-X
do dito bngue, ou no escriptorio Q gundoanjar. O
dos consignatarios Machado 5c l'i- Q&QQQ&G 000Q000900Q
nheiro, n ra do Vigario n. 19.
1'A RIM DE B:\LT1M0RE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da litis
sia, nova e de superior qualidade.
Talxas para ciigenlio.
Na fu mi i go de ferro da ra do Brum,
acaba-se de aoceber um completo sortimen-
to delaixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptidao embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despozas ao
comprador.
Deposito de cal virgem.
cunlia & Amorim, vandem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos prego do
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Hecife o. 50.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, dei a 16 em librare tam-
bem de um tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Pnheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. ti.
Neste estabeleeimenlo conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
' Vnnde-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a t80rs.: na
praga da Independencia, livraria n. ti es.
Vendem-se selins e silhoes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson Ilowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. !\f..
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
raoQt&t Companhia, acha-se conalantemenle
bona aortimentos de taia de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiraa (odasde ferro para animaea, agoa, ele,
dilas para armar em madeira de todos oa ta-
niaiihus e insdellos o mais moderno, machina
horisoni.il para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucoa, paasadeiraa de ferro enaDliado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, cacovens para navios, ferro foglez
tanto cm barraacomoem arcos folbas, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Hecife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Venile-se superior cal virgem de Lis-
boa yinda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja do fazendas n. 15, pre-
go muito commodo.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
pesando 3 lioras cada lata ; a ellas rapazia-
da que he baratissimo.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 58 avahado em
de purificarem o sangue. O doente que usar
desta composigSo, pode contar que tem o
mais eflicaz remedio, para a sua eofermi-
dadeusa. O nico agente nesta cidade lie
Vicente Jos de Brito, na ra da Cadeia do
llecifo botica n. 61.
Cadeiras.
Vendem-so cadeiras para meninas; noar-
3:0005*000, em o qual tem parte mazem de Kalkmann IrmSos, naruada
rsula Maria das Virgens e sua C
irmaa Joaquina Alves de Faiva na
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
Escravos rugidos.
Estam fgidos da fabrica de calderei-
kmann Irmns na ra flriiv n m ro da ru" do Brum n- 28> os dous escravoi
miH^aniSr. seguintes : Felippe de nago Mogan.bio.ue,
iUUrJll_il,\s IJli. M'jHnU. representa ter 35 annos de idade, ostaturi
Vendem-se ricas mobilias de fer- reBular. c""' do corpo, e costuma embrii-
gar-se pertencente ao casal de Jos Mam
ro, como canaps, mesas, cadeiras de Jess tluniz, e Alexandre de nago S
com braco e sem elle, e muitos ou- Pauloi de idade 35 annos, alto, falla demo-
t,. u:., 1 r r,da i o,ue foi do Meliquor, francez mora-'
iros objectos de Ierro : no arma- domo Rio-Doco, e ltimamente foi doSr,
zem de Kalkmann Irmaos, na ra Eduardo Bolii 1 ambos fugiramaem outro
da Cruz n 10 motivo mais do que vadiagJo e sahiram.o
jruz n. 10. primeiro desde 25 do correte, e o segundo
Charutos de Ilavana desde m ; roga-se a quem os pegar de os
Do superior qualidade : vendem-so no ar- levar na dita fabrica quesera recompensado
mazem de Kalkmann IrmSos, na ra da
Cruz n. 10.
Livros em branco.
Vendo-se em casa de Kalkmann IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
I'IANOS.
-- EstSo dcsapparecidos desde SO do no-
vembro do anno p. passado dois escravos se-
guintes : Benedito nagSo angola representa
"1 111 nos de ida Ir,h" casado bem alio, pese
mSos grande,sbern parecido, barbado, den-
les limados, .Marcianna nagSocosla alta bem
parecida representa a mesma idade consta
tue foram seduzidos e cooduzidos para fo-
ra:roga-seas aulhoridades policiaose capi-
Ues de campo a prandam e remettam para
I
Vendem-se em casa de Kalk-
mann IrmSos, na ra da Cruz n. esta praga a entregar ao abaixo assiguado
10, ricos pianos de Jacaranda, com 7" d" c''d.eia v"ln'n-1' V}S 8e ^"V^rn
i J das as despezas ese gratilica com 10O.000
excellentes VOZes chegadOS ha rs., a quem os prender oenlregar; ase pro-
ponen lempo .
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Baha.
teata contra quem eativer de posse driles.
Jos Gongalves Torres.
Desappareceu de Santa Anns, com uuu
parda ama da casa, na noute de 17 do cr-
reme, urna negra moga, que parece creou-
Is, por nomo Maria, cheia do corpo, esta-
_ tura regular, bem parecida, cor bem preta ,
* Vende-se em casa de Domingos Al- levou vestido de chita rxa : quem a pegar
ves Matheus, na ra da Cruz do Re- 4 leve-a a ra do Trapiche, casa 11. 32, quo
cifen.52, primeiro andar, algodSo ser recompensado.
*" transadodaquellafabrica,muitopro- Desappareceu no dia 16 do correnle
,"* prio para saceos e roupa de escra- T? urna preta de nome Florinda baixa, grossa,
7 vos, assim como lio proprio para re- 2 cor f""8- cara larga, olhos grandes, ps
jj. des de pescar e pavios para vellas, ^ chatos, tem em urna perna marcas deferi-
^. por prego muito commodo. 4; das antigs; levou vestido de chita desbo-
(Ol*****^*************** "d com babado, panno da Costa azule
Vendem-se amarras de ferro: Da ra um taboleiro que andava vendendo! costu-
ma guardar o taboleiro e mudar a roupa,
e andar pela Boa-Vista. Roga-se as aulho-
ridades policiaes e capilSes de campos que
apprehendfio e levem-na ra da Cruz, n.
35 que serSo generosamente recompensa--
dos : assim como se protesta contra quem
a tiver oceulta e cobram se os dias de ser-
vico.
10/000 de gratiflcagSo
Pela entrega do eicravo Valerio, fgido no
. dia 5 de novembro p. p. do engeobo S. Jlo
Ido Cabo, de Manoel Lins d'Albuquerquo
da Senzalla nova n. 43.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
se de commissao, tanto para a pro-' so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
vincia como para fra della, parai Vende-se vinho de champa-
0 que se offerece muitas garantas nhe legitimo e de superior quali-
1 seus donos ; na ra da Cacimba dade : em casa de J. Keller &
a. 11, primeiro andar. Companhia, na ra da Cruz n. 55.
Vendem-se relogos de ou- JspeillO de puede
rO e prata, patente ingle:: na rua! com ric" moldurus : vendem-se no arma-!saado d Cosa, alto, grosso, cara chata, a
V L..I.N / rH zem de Klkmann IrmSos, ra da Cruz n 10 S'"1"' 'hos Peanos, um ponco gago, ca-
da fcenzalla Wova n. 42. Ti,, nellas finas, ps chatos, tendo os dedos
Arados de ferro, Hila eill Oleo grandes separados dos oulros, e urna cica-
ir ',. [branca e verde: vndese no armazem de triz no p esquerdo, junto ao dedo mioioio:
venaem-se arados de diversos Kalkmann IrmSos, ra da Crnz n. 10. ser entregue a gratiflcagSo de lu/oo a
modelos, assim como americanos! Em casa de J. Keller & Com- gu<"nl>rodito engenho, ou aoiion-
.___iij-. 1 .. dego casa do cotnmeodador Luiz tomes
com carabao de sicupira bracos; panlua, acha-se a venda vinagre Ferreira, ouao engenho Fragoso, de Manoel
da ferro ; na fundicao da ra do. branco, superior de Nantes, em Joaquim,r.arneirodaCunha.
Brum ns. fi, 8 e 10. I barris de 3 medidas.
''[' 1. ni- M.r. 'tv r


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