Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04607


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Full Text
Anno XXVIH
Segunda feira 19
diario m
de Janeirpcie 1852.
N. 14.
PEM4MBUCO.
FIIE9O A SDBCBlfljlO.
PiOAMlNro ADUHTADO.
Por trimestre............ Vj>
Por semestre............. W*
Por. nno........1.....>V>0
PiOO DBNTIO DUTllMIiTal.
Por quartel........._,' "
WOTICIAS OO IMPERIO
Para.....17 de Dezbr.iMInaa... lodeNovbr.
Maranbao 2l de dito S.Paulo. 10 de dito.
Cear... M de dito. R. de J.. > de Deibr.
Parahlb.. vt t ilidi Ilahia... de Janeiro
ras da iim. adiewc1A.
19 Seg.S. Canuto re,I luxiodt Orpa.ru>
Ss. Audifaxe Abachu|2.e5. i 10 horas.
20 tere. S. Pablau. I. vara io civil.
21 i.in.iri.s Igoez. 3. e6. ao melo-dla.
22 Qulnt S. Vicente* Fatina.
Anaitaeio. .'!. e 6. s 10 born.
2.1 Sen. S.IIJefooco. 1. varado civil.
II Sab. N. S. da Pai. 4. e aabadoa ao mcio-d.
25 Dora. 3. A con ver- RilmcSo.
saco de 5 Paulo. JTerca e iibidoi.
inaiusu.
I Creacente i 29, aa 8 boraie 15 minutos da m.
Chela a 7, a 3 horaa e t mlnutoa da m.
jNIngoante U, a I hora e 48 mlnutoa da m.
I Nova i 21, ai 7 boraa e 34 mlnutoa da m,
muan oj
'Primelra i2 horas e 5 mlnutoa da Urde.
Segunda i3 horaa e IR mlnutoa da manbaa.
I-ABTIDA DOI OOBBKIOa.
Golanna e Parahlba, i legunda e xtai-
felraa.
RI-Crande-do-Horte.todM ai qulntaa-felrai
ao nielo da.
Garanhuna e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vlata, e Flore, 13 e 28.
Victoria, a qulntaa-feiraa.
Olinda, todos o dlaa.
NOTICIA SITBAMOEIBAS.
Portugal. lSde DrtbiiAustria.. 2 de Deibr
Hrspanba. 8 de dito Sulsia. .. 2 de dito.
Suecla... 28deUutbr
nglaterra 8 de Dezbr.
K.-I'nldos 23 detioabr.
Meilco... 10 dedilo,
California 10 de dito
12 de dito
8 de Novbr
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Halla.. 2 de dito
Alernanha. 4 de dito
Pruisia ... 3 de dito
Dinamarca 2 drOutbrjChlli.
Ruisla... 1 de Dezb, Kuenoi-A
Turqua. I de dito Montevideo SI de Outbr
CAMBIO DE 16 DI jANtlHO
Sobre Londres, a 37 '/i e 28 d. p. lf frouxo,
Par, 340 por ir.
a Lliboa, 90 por canto.
METACf.
Ouro.Oncas beananhola..... 28/600
Hoedaa de 6/400 reinas 16/000 a 16/200
de 8400 novas. 16/000 a 16/200
de 4/000...... 9/000 a 9/100
Prata.Patacoei braiilelroa.. 1/940 a l/9m
Pesos columnarloi... 1/920 a 1/970
Ditos mriicanos..... 1/740 a 1/760
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Continuando do expediente do da todo
crtente.
Portarit.0 presdante da provincia, em
buco, se determina, faci-se primeirmente ra.Neste sentido (izeram-se as nocossa-
o descont da maior quanti, seguindo-sol rias communicacdes.
o outro de'pois.Igual copia remetleo-se a j DitoAo director do arsenal de guerra
thesouraria de flenla. |diendo flcir sciente de haverSmc feito se-
DiloAo mesmo transmit indo por copia, guir para a Parshiba no vapor S. Sabastido
um ofllcio do juiz municipal do termo dejas 168 armas, que oor aviso da guerra de 5
S. Aniso, e bem assim o aulo de perguntaside dezembro ultimo se mandou, que tivos-
iBallemindou orocoisem MM destino.
trangmittlndo copia do
isterio da guerra de 23 do de-
aoompinhada das copias
cas.'seVbserve restrictamente,' otn o anno ibuo dVinfantaria Americo Soveriano. dan primeiras vias dos conhecimentos de
crrante, o que fui delortninado, a eme- Dito--Ao mesmo remetiendo copia do, vanoi artigo, enviado pelo arsenal de guer-
lhante respailo, emportiria de 1* dejani- aviso rodo anno passido-'-Fzeram-so as conve- zembro ultimo, deleruinaodo que nSo se provincia, como para as do Para, Maranhao.
nienlescommuniraces. admita oengajamento de individuos, para'Cear, Alagoase Parahiba, e rccomroen ian-
Porlaria. que ic refere a portarla cima, [o servico do exercito, que ndo tenhdo boa do de conformidad com o disposto no II-
O presidente da provincia, em execuciJo disoosiedo iduaica. nal do citado aviso a maior urgencia poa-
DituA thesouraria de fazenda remellen- aivel na remessa de taes artigos para aquel-
las provincias. Coonmunicou-se a thesou-
raria de hienda.
Dito--Ao juiz de paz da fraguesia de S.
los. Em soucdo ao ofllcio de 2 do corren-
te, (mi que Vmc. communican lo-me. que o
paradlo dessa freguesia duvida baptizar aa
pessois nascidas em annos anteriores, sem
quelhe seja a presentada a ceitidSo, de que
faz menedo o arl. 21 do regulamento de 18
ilejunho do anno passado, pede ao mesmo
tompo esclarecimentos a tal respeito, e
hem assim se'devem sor salladas as cerli-
dOes para haptisados e onterramentos, te-
nho a declarar-lho, que em quanto o gover-
no imperial nfio resolver o contrario, cum-
pre ao referido parocho fizaros baplisados
sobre que versa a duvida, por Vmc. comrou-
nicada, independente de cerliddo: resoei*
to do sello devo-sa prescindir delle, visto
que asaitn opina o inspector da thesouraria
iia lazenda, deconformidadecom o parecer
do procurador li.-c il resoectivo.
DitoA cmara municipal desla cidade
devolvendo o desenho que remen 'o e di-
zendo que vista do q ue pooderou a mesma
cmara, concorda na alteracdo emposta na
planta dacilade,quantoao alinhameato da
ra da Concordia pelolilodo sul.
dodispostn no lo do art. 211 do regula-
mento n. 120 de 31 de Janeiro de 1812, de-
signando a ordem, pela qul os juizes mu-
nicipaes deverdo substituir os de direito
das diversas comarcas determina, quo se
observe o seguinte:
Art, I. comarca do Rrcife.
Pnmeia vara crime.
Primeiro. o juiz municipal da segunda
vara.
Segundo. O da primeira vara.
Teiciro. O de Olinda. .
Quaito. O de Iguarass.
Segunda vara crime
Ptimeiro. O juiz municipal da primeiro
vara.
Segundo. Oda segunda vara.
Terceiro O de Olinda
Quarto. O de Iguarass.
Vara do civel.
Primeiro. 0 juiz municipal da primeira
vara
Segundo. Oda segunda vara.
Terceiro. O de Olinda.
Quarto. 0 deluuarass.
Comarca do Bonito.
Primeiro. O juiz municipal de Caruar.
Segundo. O do Bonito.
Comarca da Boa-Vista.
Primeiro. O juiz municipal da Boa-Vista.
Segundo. OdoOuicury.
Comarca do Rio Formoso.
Primeiro. O juiz municipal do RioFormoso.
Segundo- O d'Agua Prela.
Art. 2?Nas de mais comarcas, que nao
vdo especificadas por conlerom um s juiz
municipal aera esto o substituto do juiz do
direito, eassim tiesta como nasoutras, som-
pre que os juizes municipaes estiverem ora-
pedidos subslituirilo aos de direito os seus
supplenles, aauingdo-se para a preferencia
das turmas, haven lo mais de urna, a ordem
emque foram collocados aos juizes.
Art. 3. Conlinua' on onseivnncia o
mais o,ue foi determiua lo por portina de
28 de jan iiii do auno piosimamenlH lindo,
equoo8o|aacha contnirialo pela preaeotel
Palacio do governo de l'einambuco 1* de
Janeiro de 1851.
os Ildefonso de Souza Rsmos
dem do da u.
OllicioAo commanlo das armas para
fazer constar aos individuos mencionados
na nota que remelle, que devem pagar na
rccebeoria de diversas rendas os direitos
o emolumentos declarados na mesma rel-
celo a aprespnlar na secretaria da presiden-
cia OS respectivos conhecimentos, para quo
potado gozar das licenQas que Ihe foram
coocodidas polo mimsteiio da guerra.
/Vota n que te re/ere o olficto cima.
Major da quartaclasseADtouioJos d'Olivei-
ra Fragtla.
Sello. *,000
Emolumentos. 12,000
10.000
'lente da lerceira classo Manocl de Mallo
c Albuquerquu.
Sello. *.000
Emolumentos. 12,000
16,000
Tenante da lerceira classe Luix Ignacio Je-
ronymo dos Santos.
Sello. *,000
Emolumentos. 12,000
76,000
CapilSo Joaquim Jos do I arias Naves.
Sel!o. 4,000
Emolumentos. 12.000
16,000
Segundo c nicle dopiimeiro bafalliSo de in
fanlaria Bernardo da Ilusa Bastos.
Sello. 4,000
Emolumentos. 12,000
16,000
Communicou-sa a thesouraria da fa-
zenda.
Dilo-Ao mesmo transmittindo por copia
o aviso da repartieflo da guerra do II de
dezembro uhimo, communicando haver o
tcncnle coronel nomeado para commandan-
lo do piesid'O de Fe1 naodo, Francisco Flix
de Macado Vascnncellos consignado de tea
sold na corlea q lamia de 30.000 rs. men-
saes para alimento de sua familia. Igual
copia rcmelteo-ss a thesouraria de fa-
zenda.
DitoAo mesmo remelendo copia do avi-
so do ministerio da guerra de 23 da dezem-
bro ultimo, do qual consta havr-se expe-
dido ordem paraseguirem para esta provin-
cia os aegundos teneutes do quarto balalhSo
Ue arlilharia a p Bazilio da Amorim Bizer-
ra e lleoriqoe de Amorim Bizarra, quo con-
cluirn] o ci.rsn da escola militar.- i.-met-
teo-se igual Copia a thesouraria de fazenda.
Dito--Ao mesmo enviando copiado aviso
da reparlicSo da guerra de 23 de dezembro
ultimo, declarando que SobastiSo Jos do
Reg Brrelo he o mesmo individuo, que
sendo cadeto, foi promovido, e isla hoja
na lerceira clas;com o nmada SebastiSo
Jos do Reg Barros.Communicou-se com
copia a thesouraria de fazenda.
linoAo mesmo transmiltindo por copia
o aviso do ministerio da guerra de 23 de
dezemnro ultimo, pelo qual se declara, que
o indulto concedido aos d'-sirtorde, por de-
creto de 16 de junho do anno passado, n3o
r imprelion le os apprehondi los, mas s-
menlo os aprsenla los voluntariamente.
DitoAo mesmo remetiendo copia do
aviso do ministerio da guerra de 23 de de-
zembro olllmo, pelo qual, em vista das ob-
do dous recibos em duplicata, na importan-
cia de 12,960 r. que dospendeo o aliaros
do dcimo balalhSo da infaolaria JoSo An-
tonio LeiUo com o aluguel de um civallo
queconluzio a sua bagagem da villa de
Agua l'rela para a collonia de Pimenteiras e
d'alli para esta capital, ali n de que oslando
nos termos legaes mande pagar referida
quaulia ao mencionado alfares.Communi-
cou-se ao c 'ii is-iii lo das armas.
Dito--A mesma transmittin lo os avisos
de quatro letras na importancia de 5 837,750
rs. sacadas pela thesouraria do Rio Grande
do Norte sob'o a desto e a favor de Antonio
liento da Costa de Birroca & Pinheiro a de
Francisco Jos Gomes. I'articipou-sa ao
Exm. piv.sul.Mit,- d'aquella provincia.
DitimA mesma remetiendo por copia o
aviso do ministerio da guerra de 23 de de-
zembro ultimo, pelo qual se determina
que do referido mez um diante se abone a
. Gerallina Peres Cangallo Jacome Pi,
mulher docapitodo segundo batalhao de
artilharia p Tristo Pi dos Santos, o sol-
do da patente deste, a vista da guia que a
pagadoria das tropas da corte bouver de
enviara mesma thesouraria.
DitoAo vice cnsul da Sardenha dizen-
do que com a copia que remeta do oDlcio
do commandante do presidio de Fernando
responde ao em que 8. S. solicitou urna cer-
tidflo do bito do suii lito Sardo Gerolomo
Basso, quo diz fallecer n'aquella presidio
DitoAo director do arsenal di guerra
concedendoa aulorisa^So, que pedio, para
despender quantia de 145,000 rs. com
compra de papel almaco, de peso, ponnas,
tinta, lapis, o obreias, para os trabalhos do
expediente d'aquelle arsenal, e para poder
fornecer o tremestre do primeiro de outu-
hroao ultimo dodozombro ptoximo passado
s foital zas desta provincia. Communi-
cou-se ao inspector da thosouraria do fa-
zenda.
DitoAo m 'sino para mandar recolher -
quolfo arsenal, depois de leilos os necessa-J
ros exames, vinle e cinco granadairas inu-
l'lisa l.is.iD adamo 17 que fofam enviadas
pelo lenle coronel chafe interino da le-
giSo di guara nacional do Cabo, Joaquim
Manuel do llego Birreto e que IneseiSoen-
tregues pelo alferes Joilo Baptisla daMoraes.
Inteirou-se ao mesmo teuente coronel.
I)ito--Aocommissano vaccinado' provin-
cial communicando que o Exm. ministro
do imperio, segundo constuu de aviso de 27
de dezembro ultimo, licra intairado a ba-
ver a presidencia nomeado, por portara de
5 do "esmo mez, o professor publico Sil-
vano Tnomaz de Souza MagalhSes para o lu-
gar do commissario vasciuador da fraguozi
de Molinera.
DitoAo juiz de paz do terceiro anno do
primeiro distncto da freguesia da Varzea,
declarando, em soluto a duvida por Smc.
proposta, que o exercicio das funccOts de
juiz de paz do quarto anno compele ao cida-
EXTERIOR.
Discurio pronunciado por Mr. mimar d
Fronc, advogado (/eral, na sendo de abertu-
ra do$ tribunaes iudiaarios de Parii.
Scnlior prlineiroprfjidenle e mais seohores.
A sociedad/ bumana eilste regularmente
pela organisefio que ihe d a lei, e a primeira
condico aecesaarla lei para assrgurar esia
eiisteocia da luciedade, he que teja poderosa,
e que seu direito de mandar resulta clirameu-
te da eiacta conTormidade de suas prescripcOet]
com as regras iararaveis de urna eterna jus-
tlca.
Quando a lei he poderosa, a ordem da socie-
dadedesenvolve-se magestosaineoie como pur
i luesma a admiravel harmooia que derrama
ein suas diversas partes o principio de conver-
vac.aticdeuui4i.de que a anima, inaoifesta-s'c
a todus os respeilos, a prosperldade 'puDlioa,
debaiio de qual^uer ponto de flsla que a en-
caremos, cresce c engrandece sem limites; e
observa-se lato de nolavel nos periodos de cs-
tabilidadc e de forca que a vida da humanldade
peicorre, que a lei aproveila-se deste inesmo
vigor para leva-lo anda mais adiaote as vias
que Ihe eslao abertas. Com elleilo, por meio
de progressos sidiples e nalunes ella fecunda
largamente a liberdade ; sua precedente solli-
cltude prepara e reallsaasslduamente o que ha
de possivel aas transforrnaedes suecessivas das
iostituiedes de todos os gneros; aseguran;*
gerat lir permitte inelhorar de urna inancira
segura o bem cointnum, e debaino de sua in-
fluencia protectora da qual as incoes goiam
quasi sera o sentir, cada um trabalba aa unio
e repuusa na paz
Porm algumas vezes surgem para os povos
das nelastos cmquea desordem se introdus
no espirito humano a flu de perverte-lo. era
que a ordem social vacilla coberta dos destro-
zos da ordem poltica lanzada ao vento, em que
Jflo Francisco Juaqui-n Machado que porisonbo8 |QIensaios, triste producto da embrla-
isllecimeDlo do torceiro vota lo. Tol jura- [guei de direitos mal couipreheodidos, pretea-
mentado pela CdQisra municipal p"ra servir idein facer retroceder o mundo moral dirlgln-
naquelle auno, de conforroidade com o arti-do contra a tradcSo dos seculos as aggressdes
so 6 das inslrucces de 13 de dezembro de;a;nais furiosas. Atravez diiconfuslo que in-
"-oraciuu-sene.U.eaU^^
CO Joaquim Hachado. Ibaco e da loquletacao que apoderam-ie de
todos os coraedes, oque vein a ser a lei? For-
1DCMDODIA15. mldavel obstculo ai tentativas ardentea de
Onicio-Ao com.nando das armas com- periurhaco, cumpre-lhe aoBrer a violencia e
mut.icindo, que segundo constou do aviso gf reunidos debiuo de toda, as lor.nas;
quo remelle por co,.ia, do ministeno da "* ">e o dado. ,em ce.s.r afim de
guerra de 16 de dezembro ultimo expeli-
se ordem ao Exm. presidente do Maranhao
para fazer recolher ao seu corpo o segundo
lenle do quarto balalhSo d'artilharia a
p Jos .Vine- m irquos.
Dilo-Ao mesmo Irausmittinlo copia do
aviao da reparlicSo da guerra de 9 do dezem
bro ultimo, communicmdo que se concedi
dous mezes de licen;a com sollo simples ao
alferes alumno, Antonio Victor de Sa Bar-
reto para vir a esta provincia.I^ual co-
pia remelteo-se a thesouraria de fazenda
li tu Ad mesmo communicando, q'ie por
decreto do 2 uo agosto do anuo passado se-
gundo constou do aviso, que remelle por
copia do ministerio da guerra de 16 do de-
zembro ultimo, cencadeo-sa passagem par
a lerceira clas-o do exercito do alfares do d-
cimo balalhSo de lurantiria Augusto Pereira
Ramalho.Ignal copia remutteo-se a thesou-
raria de fazenda.
DitoAo mesmo para informar certa do
requerimenio que remelle, no qdtlo cirur-
ii. i do presidio de Fernando. JoSo Domiu-
guosda.Silva pade acr exonerado do dito
cargo, devendo propor quem o subslitua.
Dito--Ao mesmo para que inrie com bre
vidado a relacSo, que sa oxige no aviso,
Tjne remelle por copia do ministerio da
guerra, dos olliciaea de infanta a e ciyal
lana existentes nesla provincia, que tive-
rem estados militare, m de ser remet-
lida a commissSo da prumofOes.
Dilo-Ao mesmo inteirando-o da haver-se
expedidos coovsnieoles ordens, nJo s
para que a thesouraria de fazenda adianto
ao tenante coronel graduado Manuel Ro-
lembergd'Almeida os vencimenlo, que
elle tiver direito no mez correle e o sold
do mez de fevereiro prximo vindouro, for-
neceqdo-lhe a competente guia, mas tam-
lieui pan que a agencia dos vapores man le
dar passagem para a corte ao dito ollieial
no vapor que sa espora do Norte.--Expedi-
rSo-se neste sentido as convenienla or-
dens.
Dito-Ao director geral interino da ins-
tince.ni publica cimiiinnica i lo, que a vista
de sua informafSo, daforio o requerimento,
em que Luiz Paulino do tlollanda Valenca e
servacOes fetas," por a qelle commando; Antonio dos Santos Fale lo, professores de
relntivamenin aos doscontos quo est sof- inslruc^So elementar, o primeiro da povoa-
frendo o capilio da quaita classfe do exer- co de Crranles, e o segundo da.de SSo
cilo, Antonio Benedicto de Araujo Pernam- Benio, pedem permulir as roferidas caei-
dcrrfba-la, e aconsciencla publica aiausta-se
profundamente de nina lula oa qual a reforma
vumpleta da aociedade nao poder aer acoo a
ruina da luesma.
Km taea pocas, a coragem daquelles aos
quaes he confiada a guarda da aociedade nao
pude in-ni abater-ae nem ateinorisar-se; e poli
que a lei be quem guarda melhor a (ociedade,
eotreler-nos, senbore, de seu poder nesta reu-
ni.iu solemne, lembrar que ella he o laco de
todos os Interesies sociaea, que suis railes pe
nelraiu no proprlo coracao dabmmnidide, que
o direito do.qual procede permanece Immuta-
vel no meio das coinmogOei que atacain mais a
forma doi goveruoi e que elle dispoem com a
energa propria para proteger contra a inobi-
lidade das crlsea polticas os ceme .ni eternos
de toda ordem aoclal; eremos que lslo seria ao
mesmo lempo coinprir uin acto de magistrado
edecldado; porque invocar o poder da le
he prestar aoccorro sociedade aiueacada. Es-
te dobrado titulo fainos esperar que achare-
mos em vos, senbores, urna sytnpaibiaque sus
lente nossa voa e nonos esforcos.
A sociedade marcha com o soccorro de ro-
das que parecein complicadas ao primeiro as-
pecto ; ella nao tem entreunto seoo duas ba-
ses prlncipaes, a familia e a proprledade, que
nascein simultneamente da aociabilidade hu-
mana.
O destino do hornera para o estado de aocie-
dade inanifetia-se com evidencia; o boinem
be iiniuloenteineote sociavel.
.sus, o boineut e a mulher sao Incompletos;
seu isolainenio trablr oa designios da Provi-
dencia. O menino nasce em familia para o
desenvolvlmeoto de sua penoa e para a perpe-
luidade de ma especie; ae nao tora a perse-
ofa do amor que vigia aobre elle durante
longos annos, privado de conhecimentos, as-
sim como de forcis, incapa de fazer uso de
eus orgos, de servlr-se de seus sentidos, elle
nao poder aasfizer a menor dai inilbare de
necenidades a que est sujeilo. Fdra da soda-
dide domestica, o homeui que mais larde deve
subinetter a seu imperio lodos os seres da crea-
cao, e cujo poder a Ierra Irar iinpresao em si,
perecera miseravelmente ooabaudonoe no sof-
frlmenlo. Ora a sociedade domestica olfere-
ce-nos o germen da locledade universal: he a
reunlo de todas essas pequeas aggregicdcs
de familias iiidissoluvelmeiiie unidas que for-
ma um povo.
O houiem, alm disto, he dotado, em opposi-
fo aos anlinaes, da raso cujo facbo descorc-
Ihe a regra primitiva de sua conduela, e da pa-
lavra que Ihe serve para trooar suas Ideias e
seus senllmentos coin as ideias e sentimento
Nao convm insistir mais aqu sobre as pro-
ras to inanifrstas e tao multiplicadas da aocia-
bilidade humana a mal simples refleio l r -
nece-aa ein grande numero.
Ao lado .lili i e paralelamente vem collocar-
e a perfectlbilldade. a qual apresenta-se como
um attrlbulo nao roeribs essenclal, o mais bello
de nossa natureza. NSo be, com efleito, seno
no aeio das relacoes Indlspensaveis ein que
Dos collocou os homeos, uns a reipeilo dos
outros ein urna trra commuin a todos, que
suas faculdades intellectuaes e inor.es se des-
envolvein, e queelles pdem adquirir pela
cultura do espirito e pela pratica da virtude, o
alto grao de perfeiySo ao qual Ihes be dado ele-
var-se.
Masas nobres disposlces do homein nao te-
rlain sido seno um prsenle funesto, se, com a
diveraldade de Inclinacdes e de qualldades dos
iu nvidoo-, a independencia natural de sil] orl-
gem nao livesie geiado a pruteco do fraco
contra o forte, c acautelado as desigualdades
de todaa as lories contra as quaes elle se teria
chocado e despedazado re todas as partes. A
ordrm social proveu a Isto, depositarla no in-
teresse geral, da forca e do mando, t ella fun-
da a seguranca que permitte aos bomens eier-
cerem suas faculdades sem perlurbacao; ella
assegura esta liberdade porque regula o seu
uso; e regulando-a dirigiudo-a conveniente-
mente, ella a ligilima.
Imaglne-se, se isto he possivel, urna reunlao
tnals ou menos conslderavel de homeos que
nao obrdrcam seno s suas paltes e s suas
necessidades, que desconhecam toda a justica e
nao consultem seno suas furcas. Quanta mi-
lerla, quanta Ignorancia, quanlas guerras nes-
sas associaedea passageiras e desordenadas!
Unde estarla a seguranca ?
O estido de sociedade, pelo contrario, que
fai nasceruma doce troca de aervicos e de be-
neficios para proveito cominuin, u Alteium al-
terius Indlgere natura loluit e que tem seu
pomo de partida na necessidade em que esto
todos os homeos de punir nao s para defender
e^sustentar sua existencia, seno aioda para
ezecutar as bellaa e magnificas cousas das quaes
ellesconcebein a Ideia; o estado de sociedade,
dizemos nos, repousa aobre o dever absoluto
de nao fazer mal a ninguem. Todos podem
eligir o cumpriinento deste dever, todos de-
veiu subordinar a elle sua conducta ; e a regra
que legitima o llvre eierclclodas faculdades de
cada um, nao be outra seoo aquella que pres-
creve que ninguem, no llvre exercicio de auis
faculdades nao obste o livre exercicio das fa-
culdades do outro ou nao offenda a ouirem.
Ella he, senliores. a le que, no principio de
liberdade e ae igualdade deve dictar suas for-
mulas, le fuudameotal. Tudo o que di-
mana desta fonle pura tem o carcter da ver-
dade; la lu he to viva que o prestigio do
erro oo pode obscurece-la, sua evidencia to
grande, que nao admitte nem racciociuio, nem
duvida, e nao tem outra medida seoo a con-
vieco.
A lei tem por tanto por missSo levar sua
forca por toda a paite onde a fraqueza e a
impotencia das faculdades lulsriam dcbalJe
contra a iujtislica; ella mo faz senSo do-
clarar e sauecionar o quo ciiamamns o di-
reito, a um,';! i do justo a do injusto, um
fjelo de consciencia rezumido na trinlice
MKxona : honeste vivero, nemtnem l.mJarr,
suum cuique tribuere. Ve-se fcilmente qual
leve ser seu pudor, e como ella sceila, com
e mis -nii nenio de todos, as rulanj s que
nascein do estado de socie tade. He preetsu
seculos de corrupcSo profunda para que a
no i i do justo e do injusto seja extincta
na conscieocia dos bomens, e par. que estes
nao cootentes de desconbece-la. prucurum
mesmo destrui-la.
Na verdado, uro sentimento moral mie-
lo furnia um laco visivel e invancivel dss
sociedades humanas. Ahiasta o funJamen
lo da lei, ah se acha sua iolerpretac3o a
mais segura ; e esta revelacSo dus princi-
Cipios primor.li es he da urna natureza tal
quo o juiz n.in pola absler-se de julgar
sub pretexto do sileocio, da obscurid.de ou
da insufciencia da exprsalo que o legisla-
dor Ine tem dalo. Sua religiSu esclarecida
as fumes vivas da equidade, devS pronun-
ciar : e esta volta lei natural o faz de
alguma surte legislador a seu turno. Subli-
me edilcil misaSol Encargo forrr.i lavel.'
nanlos conbecimentos, quanta philoso-
phia, quanta applica(So elles exigem I To-
dos os que tem a houra de tomar parte em
vossos trabamos, todos os que vos vcem
trabalhar tendo a vossa fente o magistrado
eminente que vos fui dado tal qual o tereis
desejado escolber, sabm bem disso.
As leis s3o o direito escrito debiixo da
influencia salutar dos principios deque a-
calamos de fallar, para (Xar-lhes o sentido
de urna maneira exacta e precisa : ellas
regulam as condicOesda vida civil e estipu
I un todas as clausulas do contrato que re-
ne os homeos em corpo da nac3o. a ellas
ordenan), prohibem, permitiem e punoin
uaniu mais suas prescripclis s3o confor-
mes as inspir*ces inlitnis de noasus cora-
cOes, por couseguinle a esssucia primitiva
da organisar;3o social, mais seguro he u seu
reinado.
Enlre as quo determinan) as relacdesdos
cidadSos entre si, tunas declarara o direito
a applicam-no, outros assegurain sua ex-|
ecie;"!,,; as iiiiineras conslituem o casa-
raeato, o guverno de familia, o estado das
uessoas; ellas tratara dus dillereotes mo-
dos de adquirir, de conservar e da augmen-
tar a pro. re.ade ; ellas m .iiu-oiii a ordem
das successe; a furnia dos contraclus,
o respeito das promessas acceitis, a forma
das ourigices, a garanta da f promeltida
ou devija, sao tambera postas soh sua sal-
Va-guirda : s3o as leis civis.
Sao as leis que urnas vezes com os arde-
res da colera, outras vezes cora urna freza
didctica affectida, o djscipulos de Mibly
estol-gnu-so em bter' era proveito, nao
sabemos de que tbeorta de gozo commum
e de igual laua radical; llieoriis mui peri-
gosss, porque nSo somente desemfreiam a
cobiQi ea ni veja, sanio porque chegara al-
gumas vezes a desvairar as iuclina(0as as
naisiinh.es, a mais ternas, as mais gene-
rosas. lia, diz um auclor moderno, um
mel de discernir a dontrina verdadein da
falsa ; ha um sigual pelo qual uina a outra
podem ser reoonbecida : este sigoal sera a
importancia que cada doutnoa dar aos di-
reitos esseuciaes do genero humano. Se a
doutrioa for verdadeira, esl-sdireiros IcraO
oella um lugar inmenso, elles sera abase
da propria doutrioa. Se pelo contrario for
falsa, os direilos assenciaes seraO dosco-
nbecidos por ella ou nSo terSo nella senSo
um lugar secun Uno, couio poden Jo sar
fscilmeuio sacrificado, porque paixSo
pouco ae Ihe d do diraito.
Ora, senliores, nos vemos de urna parte
aociabilidade e a parfectibilidade huma-
as quaes ddo-ie as mSos; o homem
proporcionado fraqueza dos linios o a tu-
das as n^cessidadea que sSo a consequencia
divida que elles Ihes i ni dado, pelos li-
cni. por este amor aos deveres da educarlo,
da instruccSo, e a todos os outros. O amor
dosfllhoslem um carcter proporeionido
aoa devoras de dependencia, de obediencia,
'de reconheciment, ea todos os outros a
queosobnga o ben -licio da vi la que receba
ram. A desigualdada das facul lades achi-
le por todi a paite neste mundo como mi
con i ic.o de harmona, porem a desigual la-
de resile no uso dos direirns essenciaes da
humanidad*. O trabalho ha a lei inexora-
vel da natureza do homem, por isso que
Ihe henece-sarioporu'a incensanteaCMvida-
de, arrancar as entranhss da trra, para si e
para os seus, a ahastanca e a seguranza. Po-
rem seu trabalho ha intelligento e livre,
sua recompensa igual a seus esforcos, e elle
uoso apropra das cousas que po lam en-
trar em seu dominio individual, sendo com
o suorde reu rosto As suceessOes o os con-
tractos repousam sobie a necessidade de
transmitir o estada da sociedad da gara-
vdoque passa que a sigue, porque as apo-
cas anda as mais calamitosas toco si lo Tor-
eadas a reconhecer .i acida ciladSo o di-
reito de gozar e dispar a sui voutida de
bre os preceltos de diroito, que sSo os ren-
dimantos da inda ordam social.
Aa le polticas, constitutiva do diraito
publico, oque deterqjinsm as rrlus dos
cididdos pa'a com o estado que elles team
fundado, sdn, pelo contrario variaveis de
sua natureza. Ellas devom ser ral-livis ao
physic > do paiz, isto ho ao clima, exlen-
sin coiifigurifdo do solo; ellas devem
tambein att-mdera idade, aogenroale vida
a aos coslumes dos povos; encarrogada de
fazer reinar a psz a a justica na sociedade
civil, de fazer flirescar nella as soienoas,
as artes a ocommo'Cio, um dos mais segu-
ros meiosda prehencher seu destino, con-
sisto para ellas em apoiar fortemenle as
leis ei ns o rssegurar sus estricta observan-
cia. Neste intuito, as leis polticass3> s
leis elvis orgdos ulDciaes, os instrumentos
la que ellas iisceisitan : urna voz a brujos.
D'ahi o poder judiciario eo puder execu-
tivo.
s juizes s,i k exprcso viva das leis ;
elles f.llim por ellas. Os governos obram
em seu noma. Covernos o juizes no reca-
ban! a autoridadequo team sobre os dous
elementos consntutivos dasucielade, a fa-
milia ea proprid.de, sen3n p liles o laco a mi i para dastrui-lo ; sa, o quo
seos ben, de suas rendas, do fructo do seu he imposslvel o estido se teixisso arras-
Irahalho e de sua inlus.rii Tal haase-|tira querer dissolve-lo, seriara a familia e
guranca mutua o goral fundada por nossa a propriedade que mmariam o estado.
suciedade afm d garantir a cada um o seu;
taes sdo os seus ttulos ao respeito, as eym-
palbias publicas, ao poder.
Sondo as leis polticas variavais, as for-
mas do governo o sdo igualmente. Po-
rm nenhum dos diversos modos uegover-
Em vez desta ordnm nitural e progressi- no ha inherente sociedade civil e is for-
siva das cousas, o syslema de expanmen- mas polticas nflo s.1o sendo as garantas do
tiedo penal que se pretende substituir-lhee suas bases fon iamentaas.
que se quer fazer prevalecer, anda mesmo Por essa rasdo as mudanzas no direito pu-
uea for(a das armas, tinto elle corrospon- blico do um estado, aa ravolucas que os
da as iionres oituici)as da humanidadc.cou- destroem, nao po lam ja nais mo lificir pro-
llat^afO) urna partilha igual dos b-ns e dus fundamente o diraito civil. Forte por sua
males, na igual reparti;do dos fructo do immutahilidade o direito civil pode dizer
trabalho e mais do proprio trabalho, isto he ao direito publico, a Tu ndo passaras da-
|ii a liberdade, a aplidoes, as atfei(es, a qui.a De balde qua para melho> fundar urna
reciprocidala dossoccorros, todos osearse- nova orJem do causis poli ticas alguem so es-
teres distincilvos da persunalulado lu nana toreara em imoor ao povo urna nova ordem
vlriam abanar a cabeca e extinguir-se de- de cousas sociaes ; as leis civis violentadas
biixo do jugo imperioso de u u nivel fatal, haviam deferirs mdos Imprudentes que
o a sbciodade, deseen lo das bases sobre as quizessem servirse dallas. A luz interior
quaes esta assentida, abdicando o espirito que o humem tras quando nasce, ndo cessa
l mo io quil procede, concenlrar-se-bia jamis do esclarecer suaconsciencia, a cons-
loda inteira no facto exterior di organisa- ciencia publica forma-se de toda as cons-
edo do estado, ciencias individuaos, e as con liccijes eler-
Julgue-so por meio da podra do toque as da socielale persisten), que indicilos inda agora entre o fundo o sulo trama debaixo do contra golne das
Commum de razdo e de principios de que a ......iini;i s polticas, que as leis polticas
aociedade dos sculos ten vivido e as ulo- percant sua finja, se calam momentanea-
piasda igual lad, sera entra olas, que nada mente ou baqueietn.
tneuos pretenden), do que deslrul-la cora- Anda melhor; bem longo deque taes
plet menle. /~' aailaces lite arrab Mas a Ierra ndo deixir jamis da perten- direito ndo figii nos preciosos iuteresses
cer aquella, cujo rudo e paciente trabalho commctli los sua guarda sendo com maior
a tiver fecundado ; c he possivel mudaros energa A grandaza de sua tarefi fera lo-
poasuidores, porm nSo lio possivel mu Ur ,doa os olhoa. lint.re ello a a sociedade exis-
a insliluicdo. > E sam eouiuirar tod is os le urna continua permuta de servicos e
auxiliares que a obra a mais admiraval e a da ssaislencia. Kilo ha a chave ta abobada
mais solida da democracia mo lerna podara da ordem social, s^u nico sustentculo : to-
achar nus interesses Ido multiplicados que >los levan) cencorrer ara ropa aras bro-
tan) creado a divisdo do solo, basta mostrar chasque ella podar recdber, para defender
quanlos os at olfen lem us un oos ossanciaes da cuns- seus bem, os co tratos, os pactos de toda
ciencia o do sentimento, ua'a lar a certeza sorte, a f Inmuno.
de qua ndo poden) ter bora xito ; astas ou-| Por ventura ndo he este um bello a sals-
sados niveladores ndo consaguiram jamis: faclono espetaculo, feito para dobrar o zelo
abolir a familia, nico caminho que devem Jos bons, para intimidar os maos a os per-
seguir para chegar at a propnada le que
Ihene insepiravel. Una e outra licaram
e o p. Ndosedestroe urna socielade fun-
dada sobra o direito e um direito fundado
sobres razdocumo so destine um imperio
degenerado que sontin lo se morrer da con-
siiui.njo, daixa suas torras sem culton a
seus povos, sem alimentos para o da se-
Jumlo.
Todos os mestres da sciencia protestan)
unnimemente qua ndo sen lo o amor da
justica um bem commum, mas o nico
principio da conducta da cada particular,
a communhdo dos bens, segundo Domat,
seria um syslama, cujo exercicio ndo con-
vena a um tdo grande numero de associa-
dos tdo cneos de amor proorio.
versos? Agradecimos todos aquolles quo
em das de dolorosa provaedo e de crueis
angustias, se unirun para rapellir corajo-
samente doutnnas fratreci las : Ndo pden-
lo afevar-sa sob'Oas ruinas das lais polti-
cas, ellas liveram a triste coragem de levar
a guerra civil as nossis ci lados. A socieda-
dade tiiuniptiou I Parsistam suas forcas col-
iigadas que estas Tevollas impas voltirdo
ao nada donde ellas ndo deveriara jamis
ter salud ..
Eutrolauto nnhum interesse se atemo-
risa ; so i n porta ao desenvolv ment nor-
ial e regular da sociadaJa quaa demago-
gia se quebr aos psdo dique^ue as leis
civis Ion o,i,n'ie o, a i n ni uta n 11 ni le do di-
reito ndo he de outro lado, de tal natureza
que conteste aos aconteciiu-nlos sua irre-
Fdra igualmente injusto e impossivel que
todas as cousas fusseiD communs.laoto para jsislivl influencia sobre o foluro .las ins-
os bons como para os maos, tanto pira J'ituicOes. Impoila aioda que o principio
aquelles qua trabalhassera como para osj Jas leis, conservado tirme para ligar l'orte-
que oada lizessem, tanto para os que Mu- mente a sucia lade, consulte algumas vezes
bessom fazer bom uso e urna justa disposi-
cao dos bens, como para os que ndo tives-
sem a (idalidade necessana para conserva-
las sociedade nem aprudencia para dis-
prdelles, e que na la lizesse sondo cun-
sumi-los e des r.ihi-lus.
I) -puis que eslis paiavras foram escripias,
o espirito auti-sucial qua ellas punham a
lescuberlo ndo tem saguraraeola consegui-
do mudar o hornera moral e physico ; as
alio] do remoca-la a direcgdo progressiva
los cuslomas. Importa, segundo a axpres-
sdo do magistrado piullo dio, qoeja te-
nos citado, o Orientar a aocieJade, deter-
minando o ponto donde parti, aquelle a
que tem chegalo a a linna que tara da se-
guir. O lempo e a experiencia coalinuam
a obra.euchomas lacutiase reformar as ano-
malas.
Pertence a soberana roalisar o duplo lira
leis civis coulinuam a formar o lago da so- que a sociedade tem sempre diante de si:

. na
Z^T^^^^>* wr urna vigorosa noces-
Socieiatii vinculumestratioetoralio.. | ldade de son ser, O amor dos pas ho
riedade; e as instituirles tutelares sobri-
as quaes lennos este rpido volver de
olhos, leem provado bastante em sua mar-
cha que team omo>imeati e a vida; ellas
ndo sdo de iuveuijdo humana; o voto de
per.ieiuid.ido respira nenas como no hu-
mera do qual preanchera a iraagem.
Adislioccdo dos diversos ganaros de di-
roito, a a classificagdo das leis segundo suas
especias, formara urna outra verdade odo
menos sensivel, a ho quo as leis ci vis, ani-
da que posta debiixo da luidla das leis
polticas, e bem qua devim ser-lhes con-
formes, se ndo nos quizermos expr a um
grande mal pela contra linjlo tas mixira.s
que govemam os h mieos trazera em si
urna virtude nativa a qual permitte as vagas
irritadas das mas paixes bata-las sem aba-
la-las. Obse1 vemos cora um sabio publi-
cista, a feliz influencia que o malhojo dos
lampos modernos team exercido sobra a c-
vitis njao e prosperidad publica. Grac< a
divisdo das leis ara muitis ordans, a con-
quista a permutas da dominio ndo laem tra-
/.ido mais desiruitjdo das luis civis. Oes-
lado dis pessoas e o direito de propriedade,
a familia o o patrimonio lornando-se iro-
mutiveis como ellas, tem deixado menos
influencia mobilidale dos acontecimeu-
los polticos s olii o a cimlianija eo crdito.
Ha para admirar qua em tdo Salutar mg-
mento do seguranza tenha trazido debaixo
do puuto-de vista era que as consideramos,
o immenso desenvolv metilo desta rela-
caJes coramorciaes quo poem em oommu-
nicaedo lodos os povos e entolvein o mundo
a ordem e o progresso. Instituida pela uuido
das forjas e do interesses. pelo concorso
d de sua egiilo vivam no eslalo o mais con-
forme razdo, ao bom uso do auas Uc ilda-
dese ao hm que os espera, para que a ob-
servando das leis naturaes favorer;i sua li-
berdade, ella deve administrar a sociedade
cora a previdencia e sabedoria que fundara
os eslabelecimetilos duradouros, de modo
quo as geraedes transmitlam de urnas s ou-
tras o deposito intacto.
Depois da urna longa tormenta, quando
se trata de refazer a sociedade rao lema sa-
bia o solo devastado palas paixOiS polti-
cas, o jovem e glorioso cnsul, vencedor da
dalia e do Egypto, o qual nos parece hoja
ter ido pedir a estes paizes privilegiados,
menos, se he possivel, o segredo das con-
quistas do que odas fortes legislacOos lun-
ladas na razdo s as relacdes natnraes dos
nomans enlre si; Nipolelo o comproiiendeu
leste modo: Elle guardou se bem, como se
trataasa de una edilicaedo inleiramente
novi. ue deixar sepultado debaixo das rui-
nas amonloadas da todas as p.rtes, os res-
tos preciosos que ah soacnavam marrados
entre tautos outios testos inuteis. Aprovei-
tiulo-se, pelo contrario, da tradiflo de
bom senso, de regras a da mximas que for-
ma o espirito dos seculos, seu genio apio-
pnou-se das grandes ideas de direito, que
iiuium animado o exoretcio do passa lo, e
iiiudou estas leis que uos leem tdo podero-
samente protegido, h> um meio seculo de
existencia. Ninguem acreditara, senliores,
(lieacdo tojos US povo o DiiuiTu. --------------------w--
como era urna rado. Os oidaddos do um : quo quando om urna poca recont o suirra-
mesoio estado se mostrariam porventura'gio'tnporlante dos cidaddos, foi. coainado
mais barbaros entre si para arruinaros fun-lpaia eleger o pr.mairo magist do do esU-
damontos de sua prosparidade do quo o sdo I do, o reconheetmento publico 'enra sido
nacOes inimigis urnas para com as outras? .estranho proelamaedo da um nomo ao
As leis civi qua regulam as relaces dos 'qnal ae ligava a lembranca de taes benefl-
parliculares repousim invariavelmeote so- | cios.


I
pla acabar senSo oom ella.
Ha permettido acrescentar que, de ordi-
nario, ellas nSo tem neceaaidade de mani-
festar todo o poder de que eSo dotadas*
nos limites de alguma sorte privados, no,
quaes funcionaran), porem quando as le
ioliticas tornani-se Tracas oiu rasSo das vio-
sncias que se desenfream contra ellas sem
descanto, he necessario que as lela civis do-
brem de energa para proteger e socorrer
nlo somante os individuos senSo a socie la-
de toda inteira. Os aervicos quo ellas pres-
tara entSo sBo da ordem a mais elevada ;
elles podem chegar alea Tazar a salvadlo
de o ni povo.
A magistratura judiciaria.que he o instru-
mento das leis civls, partecipa nos tompos
dilceis da grandeza da tarcfa que ellas aSo
obrigidas a empioheoder, ella resiste com
i vitalidade do direilo.as maiores agitacOes,
as couimocOos as mais profundas. As for-
mas e as pessoas podem mudar, masa s Je
da fustiga nSo fica jamis desocupada; sus
accSo se exerce calma, indepondente, infa-
tigavel, no circulo immutavel que lhe tracou
a mito do divino Creador. Seus juizes sSo
a obra da sociedade, o ultimo como o mais
forte lago social.
Permilli-me que record terminando
un) faci raemoravol que serve para esclare-
cer lodas as idades: quando o legislador dos
Hebreos quiz fazer urna sociedade da multi-
lin que 11 n lia conduzido ao deserto ; quan -
do elle quiz cooatilui-la em nacSo, o que
foi que fez Deu Iris, e para que estas leis
fossem poderosas, e respeiladas, subi ao
monte Sinai e alii rogou a Deus quo elle
proprio as dictasse.
Nossas leis, senhorcs, 13o custosamente
adquiridas, sSo o producto esclarecido do
espirito de libeidade e de igualdade. Toda
a doutrina que estende a liberdade as rela-
cOes humanas he panicularmente propria
por sua essencia essenca das repbli-
cas; e quando esta liberdade applica-se a
remover os obstculos da propriedade o do
commercio, di um fundamauj solido i i-
gualdade. Aliberdadee a igualdade enn-
nSo por si mesmas da lei incorruplivel e
viva, que n5o foi eaoripta pola inSo Jos ho-
meiis, mais gravada em um eolendiinent
iiiiii ii l il por urna nalurez inimorlal.
Aivogados.a equi la.! natural da qu >l o-
legslaiiores liunianos n lo 1S0 senSo os res-
petosos interpretes, vos tein por primeiro
juizes, lito antigos como a magistratura que
se applsude de vosau concurso vosso jura-
meulo remonta sua legislarlo que alra-
vessa triumphaiile os seculos con a ra-
s9o e o oireilo : luramentaprats tenl quod
omni vlrlute sua omnique ape quod verunt el
justum ex istimaverint clientibussui in/erre
procuraban!, mhil studii relinqaentes quod
bl possibeie esl. Devores do verdade e de
jusilla quer para com a sociedade Deve-
res de cuidado, de dedicado e de per-
severante I A sociedade nSo quer que os
cidadSos sejSo julgados sem que una vo/
isenta de paixSo tenha fallido por elles ,- lie
umadascondicoesdo poler das sentenfus,
por conseguinle do poder da le, jamis na
nliiim.1 inissflo publica foi de urna uliliJaJ
menos conteatav. I. olla nSo ii le s aban-
ilou 'da : commums utililalis derelictio contra
naluram, esl cnimjusU Vossis proprias de-
cisOes provam bastante que a Justina de to-
dos afllige-se e aunuvia-se quauto por inf-
licidade tSo grindes obrigaces sSo vio-
ladas.
Advogados, o procssotem por lim mudar
as pi-i babili tu les em provas, estabelecer a
evidencia do laclo ais ollios do juiz, organi
sar a deleza do direito das parles. Suas for
mas e suas dllafOd sSo a salvaguarda ne-
cessaria das pessoas e dos patrimonios
conlinuai, observando-as com sabedona e
moderacSo, a legilima-las aos olhosde to-
dos como os meios os mais capazos de asse-
gurara cada um aquillo qnu lhe pertence,
isto be o equivalente de sua entrada na so
ciedade. Istoser, naquillo quevos dizres-
peito, assegurar o poder da lei.
(Momleur.)

proporcao v. U.HHH_U... .u.u..- -----------, .
regulando-oa com generosldade e conformes prestara a esta Provincia, durante a crise
ju-iH i disti.....iiiv.i, au ba de aer o ordenado revolucioaria por que passou ultimameiita
de 1:600/a um profeaior de plilloiophla, o de a de Pernambuco, seus principio* de orde n,
1:20.1/a um proleasor de laliin, que compensa- elCi ngo poiliain aer por mais tempo esquo-
r o iraballio que elle d ao Estado, que Incita- cjojf um governo Ilustrado e justo, cu-
ra o pea.oaa capa.es a solllcltar laeafunccflea ototu,| e esta Provincia, que por ve-
r.r.Porm";mel;OU "m lo Justic. ao roerecimento .leste
Para no. as aegulole. Proposlc8ei tema forca provelo e integro magistrado, nSo pode
deaziomaa, cdJoaaolucao pedida. O maglite- hoje, que ella se retira, deixar delouvar-
rlo deve aer una corporacao que em il mesmo |ne a imparcialidade, prudencia, o sabedo-
aerecrute, c que, cuino destacada da vida actl- na Cum que sempre se houvo no lempo
vadaeldade, art entre em contacto com esta eo) qU8 aqU resiilio, mostrando-se, quo>
para merecer os scua repellos,em troco dos be- como homein publico, quer couioprivado,
neficaos que lhe faz. _____ iguale civil para com todos: seudo por
JteSttgfttZ t- que \eT TSOTBZXtR
aos seus .iieinbrosdava.n, com o sooego cer- este magistrado procrala sempre honrar
ca das precliae da vida, o amor ao eatudo, e o elevado lugar em que ora o collocara
oa meio. de aatlsfaze-lo, que ooiu a regularlda- coiliaug lo govero Imperial,
de clastrale a obediencia lacllltava a eacolha Tributando estes senlimentos aquelle,
e a appllcacao conveniente das diversas apti- ae jg0 merecidamente o recebe, n3o ces-
,lor., sao anda hoje os modelos que deve- irelBos de fazer incestantes voto para que
I"""' '** CU" queremo, oon" sua nova carreira seja sempre feliz, e dura-
l'rimeiro que tudo cumpre examinar ae real- doura.
uismmmmismmsmmi^mmmimsnmsmsammsssmsmsnmwsmsmnmmmmsmm
Solou, sardos, e Lucas Gil, portuguei,para ave- via quasl desapparecido desla cidadf, vai
riguaedea pollciaea. eLuIs Naiimorecolbldo ao reapparecendo um militas casas, especial
luartel do corpo de polica sem que me fosee < m,.n(a
mente he poaslvel e conveniente que se quelra
que os professures salbam, de modo a poder en.
slnar, lodas essas couaas que se enuineram as
nossas leis de Inslrucfo publica, ae eingeral
aervein todas esaaa eaigencias para ouira cou-
sa uials do que para um apparato pedantesco,
em dainno do enslno real c til. Feita essa ve-
mi' i;.11, vejamos como coinpuremoj o magia-
Mrlo,
Cumpre que o magisterio aeja urna corpora-
{Timbre Alagoano)
PERNAMBUCO
IIECIFE, 17 DE JAiNKIKU DE 185.
as 6 nuaas di troe.
MTROSPECTO SIMAN AL
CUegou linalmente no dia II do andante
cao, iscohe.que lciha em seu seto meios de o almejado vapor do sul. cuja demora poz
recrutar-se, de corrigir-se, de assegurar a eor- muiti gente em ansie lade, e deu lugares
te doascus membroa, degalardaar os seua es- mais variadas e atrev Jas Coujecluras ; po-
forcoa. O espritu de corpuracao be eaaeoc>al- rom quelograc3o e que nojo .' Nem nin.i
meule cioso de al proprio, da honra e do credi- so noticia de interesse trouxe O S. SebaS
todo que deveeosar: organiaida a corpora- nao, foi amenle a sua roncara que pro-
^sssrjs^^fsssss ^rt^m, ..up... P.ra
que um par Indigno a de-lus!. qu.oi.iro polticos e curiosos da nossa Ierra 3o ti-
por negligente a uesco.iceiiue ; Mercera pois nlia cnegado ao Rio, at a sua saluda, em-
a mais activa eselosa nspeceo, c aabereaer- liareaeSo alguma do Rio da Prata, e por isso
ce-la. na la havia de novo acerca dos projectoa de
Uoje temos impci'tocs; mas de que utllldade Drquiza contra o dictador de Buenos-Ayres.
au ellas Que coaaelnos, que ub,erVJt^.Pr*; nanlo a nossa Crle, tudo eslava em passa-
se reseutiam das
tempo.
carecer das luaes da esperieocia,des,e coohe-! As noticias receb'ldas do interior da pro-
ciiiieuioqueno.c-cha uuslivros, nem mes- vinera s3o Silisractorias. A columna de Iro
iiio he pcU relleao indicado, sobre o modo pa, que estove em Panvl'Alh dividio-se, e
pirque aa inielligencia acaohada e tarda de ican lo all um destacamento de 60 pracas,
um menino se pude Insinuar anua regra, uui marchou urna parte para o Umoeiro, o on-
precelio ? I trt regressou i esta cidade, onde enlrou no
A In.peccao porem que naica da corporatao, |c)|1 (5 gom |weoClltraj0 0 menor dislur-
aaocuaa r yue coDaelnos, que oobi >'V"" P'- (luanlll a HOSSa CrtO, tudo l
licaa pode lunl.icar ao proessor um lu.pector fpat 0J meJ|nug j1)rn,8J
que nao perlcucc ao uiagislerio, que pollera ser Hislr.pr -s do I
um homc.il illuslrada.imu, in-s que de cerlo IOIB,nS*? e ls"*c0. ,, '
INTERIOR.
DA INSTRCgAO PUBLIC4 NO IMPERIO
DO BRASIL.
O professorudo.
Cominunicaado um da a um amigo domo o
peoiameolo ds fuada$ao do oodigo Pedro II. c
o deieovolvimento dos seus estudos, oedlo-lhe
o >r. D. P. de Vascoocellos sua oplnlao acerca
desse estebeleciraeoto, a que Ugava o distincto
estadista taotas esperanfas, e de quecolheu
Untas decepedes. O nosso amigo respnndcu:
Multo recelo, aenhor, que por falta de pes-
soal, j para o profesiorado, J para alnspec-
(iio dos estudos, e at mesmo para o *ervico do
ineslico da casa, veoham a frustrar-sc em gran
de parte os nobres esforcos de V. Exc, *
Jcontao.colleglo 13 aonos de existencia ; os
3uc sabem do seu estado, os que saurn das dlf-
culdadea enm que tem elle lutado, podem di -
aer se eram fundados os recelos desse nosso
amigo.
CnmefTeito. a falla de pessoal habilitado pa-
ra o magisterio he taosensivel que logo a re-
conbecequem quer que examina um pouco c
estado da nossa ustruccao ; a observaco que
no seu artigo bontam publicado, fez o Sr. Dr
Octaviarlo, nao be smente verdadeira para ns
aulas primarias do Rio de Janeiro, dcsenvol
ra-a, applique-a a todas as aulas primarias
secundarlas do imperio, e ha de reconhecer
com mgoa profunda a carencia de professures
que o queiram. que o salbam ser ; ba de ver,
ebelo de angustia, que os estudos delinham.
Ser porm esse inconveniente especial ao en-
slno? Gomo rrmov-lo ?
Sejamos vardadeiros : a falta de pessoas habi-
litadas no se sent so no magisterio ; em todos
os degros de escala das fuacedes publicas ve-
mos que, se o numero de pretendentes conis-
te por legides, o dos dignos dtsce un i dad b
aa vezes nem uuidades se acliam, e cumpre
oonteutar-se com pouco mais ou menos. Quan
uelhodus, como os ihesouro* conservados da
experiencia mi sero por ella transmutados
aus professores em actual exercicol E cuino,
>or outro lado, o prufesior nao se ufanara de
ni, a uubresa das suas fuucces, quando vlr
que cima de si cumo meolore, como conse
ineiros, como chefes. tem hmeos que hram o
que elle be, bomenB a quemj aoluturo podertt
elle ubsiamr-sc .'
odicaiuos simplesmente essas tdeias, uinar-
ligo de penudteo nao adiultie os ampios desen-
volvimeaioi pur ella exigidos, e a rapldei com
jue, como de improviso, escievemos, uein se
iuer nosdeixadar a necessaua ligaco aoque
pretendemos escrever.
Oissemos que o corpo do magisterio deve r#-
crutar-$eem si proprio, e escreveudo a palavra
que em gripho ahi lica, nu podemos deixar de
reconhecer que a lembraiica adoptada pelo Sr.
Or. Pedreira para as'Mtvtds primarias da pro-
vincia confiada aos seus cuidados, be to feliz
que bastar desenvolve-la para que ae cuusiga
a uielhor orgaulsaco do iimgislerlo.
Na provincia do Hio di1 Janeiro os alumnos
mais adiantados das escolas publicas poden. ej
aiiociados ao eoBino, recebeadn uina graliflca-
cioj loriiani-sc como apreudizes de uiestre,>e
oesse tirociuluproreitaudu a hco o couselbo
do professor a que se acham associadns, turuar-
IsMlo iiifjllivelmentehabeisprolessoies.aopas-
so que desde logo sev.1o acbando enleiados, por
esse pequeo subsidio que recebeui, vida do
professorado. He o que cm escala mais ampia
uUcramos ver adoptado.
U Kstadu deve a todos a nstruccao primarla
gratuita ; quauto porm iostrucco secunda-
ria e superior, a nmguem a deve ; o seu dever
a esserespeito reduz-se a orgaoisar bous esta-
bclecimeutos, em que a ms>cidade possa achar
bons professores e nstruccao conveniente,
possaemfim aproveitar o seu tempo.
Recoutieclda essa verdade, eslabeleca-seque
alumnos desvalidos das escolas primarias
que bouverem mostrado manir intetligencia,
mais regular u/ocediineuto, acbem urna como
tutela do (sudo, da magisterio, eutrein gratui-
tamente emalgum collegio, ahi receban a edu-
caco, a instruegao convenientes: quem na*
comprehende que, concluidos os seus estudos,
esses mocos que nada conbecem da vida do
mundo, cujossentlineutos todos de affeico, de
gratido. se ligam a essa corporacao de ensino
que os u i-.i u da misera poslcoa que talves es-
livesseui coudemuados.que tudo Ibes deu, o
alimento do corpo e o aliiueuto da nttlligen-
cia, bao de querer continujar a viver abrigados
por ella, e assiin resrftffir-lhe o que Ibes ella
houver adiantado ? Pllbos do eosiuo publico,-
que cstudou toda a sua ndole, que couhece
toda a sua capacidade, delles se gloria, quem
nao percebe que sero elles os melbores pro-
fessores, quer de alguma aula primaria, quer
de alguma cadeira secundaria, couforme a
maior ou menor aplidao que tenbaiu mos-
trado ?
Para o moco que acaba a sua educaco, que
tem de entrar na vida activa, na eterna lula
com os obstculos viiiveis e invisiveis do muu-
do real, elle que ata ento viveu nu mundo
dos seus Hvros, na sociedade dos entes fants-
ticos da sua imaginaco, ha um periodo de I
tucn, de desanimo : se a alguu* a familia, as
reUces, a fortuna susleutam c fortalecem,
quautos, sem esses apoios, nao denejariaui po-
der cootinuara sua vida dejionhos descuidosus,
de recreios puramente iutellecluaes? Essea,es-
ses que na iufaucia fjram cumo os pupilos do
ensino publico, esses dar-se-huo por felizesem
achar a continuarn dessa tutela.
Poderemos estar Htudldos, ; mas parece-nos
que se tivesne bavido o necessario cuidado n*
admisso dos alumnos gratuitos do collrglo Pe-
II; se livesscui sido preferidos meninos de ine-
reciiuemu dislincloe realmente pobres ; se nos
directores desse est^beleciruenlo tlvesse havldo
um pensamento de perslitencia e de futuro,
teria o collegio boje um graude numero de pro-
fessores habilitaos, seuo para si, que driles
nao carece, por esiarem optlmameute servidas
do, pois, abena a carreira de tudo a lodas as
pretences, tantas rezes, para seren acolhldas.
Ulspenlam ellas o inrrecrmrnt t a prova del-|a auaicadeiras, au menos para os outroscolle-
le, c al Irimnjiham coutra a prova em contra
no, OoiU querer que as humildes e afanosas
fuucccs do magisterio srjam as uuicas bem
servidas ?
lu boni professor mas o homem capaz de
entinar i>>. tudo que exigs de um mestre de
escola, echis ahi nis nossas reparllces publi-
cas lugares de pingue retribuicao que nao pos
sam ser ptimamente por elle servidos? JVo
duvldamos de que cansado na luta com os pre-
tendentes, obrlgado pela necessldade.em quan-
to nao ebega a sua ves, possa um homem ha-
bilitado aceitar urna posi^ao entre os professo-
res ba de a porm sempre considerar como
temporaria, cerno provisoria ; nao se lhe ba de
consagrar com essa profunda devocao que exi-
ge o magisterio ; ba de a abandonar sem amor
nem saudades no da em que um padrinho mais
effieai quizer uielborar a sua sorte.
Cviuo evita-lo? ireando esrolas normaes,
elevando os ordenados ? Arabos oa meios so
inelucases, e o primeiru anda mais, nos pare-
ce contradltorio. Desde que na nossa escola
normal, que queremos suppor ptima, derdes
ao pretndeme ao magisterio habilltaces
mais completas, Albas do estudo mais profun-
do, daris mais forca, mais elatterlo su am-
blcw, maiores meios desatisfaze-la.au maiores
iujusticas de que se quelxe A verdadeira esco-
la normal be a tradtco do ensino.
Quauto elevaco dos ordenados, nao nos pa-
rece que seja o balxo algariiino delles o que
arreda os pretendentes estamos convencidos
d que o professor deve achar nos seus veocl-
incnt is os meios de uina subsistencia decente
e parca, como a que apnx ao verdadero bo-
gius do Estado, ou .nula paraos seus tugare
tao dilliccis de precueber, de iuspeclures de es-
tudo.
Ha anda urna consideracao que fazer, e ex-
poudo-uos a dar massada aos leilores, l'i-l.i-
hemos. Outr'ora houve estudos, bouve profes-
sorado em nossa trra. Nesse tempo o profes-
sorado era o objecto do maior respeito: o pa-
dre-rnestre era urna pejsouair,eina quem lodos
cediam a calcada, liante de quem os pas, como
os alumuos, se iuclinavam, e que al inaravilha
caractersticadaquelles lempos! linha cerlo o
seu lugar entre os eleltores de sua paroebia,
sem caballar, sem que ao menos indagassem
quaes as suas opioides, e s pela cooslderaco
aonexa ao seu carcter ; boje o progresso e o
induirldUtuio deram cabo de ludo isso. Pois,
bem, para rematar, vos diremos: Sa queris
professores ocapazes.s rodcai de respeito e de
consideracao o *prolrssorado.
Uoje.... boje o professor publico he um func-
ciouario quasi que da intima escala, e al su-
jclio na corte aos ti caes da cmara municipal!!
O profeasor particular be uina especie de cria-
do a quem o pal da ordens ; a quem o menluo
piesta urna submisso de condescendencia,
nunca urna respeitosa obediencia. Do bem
desempenbar seus deveres nao Ibe vem a m-
nima vaotagem, nada despena o seu xelo ; e
queris ter professores.....
J. J. R
(jornal do Ommerdo )
ALLAOiVS 1. !*!: JANEIRO.
Aciba de ser oomeado por decreto iflipc-
passou, achando-se os pofos dedicados aos
cuidados do campo. SSo, portanto, falsos
todos os boatos de motim, neste ou nsquel-
le iun* ir, que diariamente aqui soespalham.
0 reverendo missionario. Fr. Caetaao de
Messina. vai progrediudo proveilossmeote
en sua missV>, e os camponezes o ouvem
com toda a submisso. A t elle no concert das rejas do logar, para
oqual concorromes habitantes com fervor;
a iimii', at 9 horas, na prelici; dessa hora
em dianle na coollssao dos homens at
tneia nuite ; e de manhSa at o meio dia na
r.infiss.ii das mulneres. No dia 20 ou %2\
devedeixar aquella villa, paasaodo a mi
loiur na de Nazareth, Lagda do carro, e
Gloria, depois do que recoltier-se-ha ao seu
hospicio.
0 vapor c Bahiana, que hojechegou dos
.Mirtos do norte dcixou lodas as provincias
em paz e sem novidade alguma.
Sihio-se hoje tambem o Sr. Joaquim da
Costa llamos com urna correspondencia in-
- 'i i i em nossa folha, na qual procura ju\s-
tilcar a sua boa conducta romo aiminist'a-
lur do aijougue do pateo do Parai/o, relati-
vamente a achada de urna por^Su de carne
podre, de que demos couta em o retrospec-
to de 3 do corrente. Sem pretendermo
aggravara m estrella do sobredito sennor,
i\Lo podemostodavia deixar passar inclu-
me a sua as5Wftra$ao de que o fcto foi por
nos narrado do urna maneira bem diversa
do que na verdade teve lugar. He corto
que podamos dispensar-nos des.se traba-
ino, pois que o Sr. Costa Ramos mesmo,
logo adianto, nosfaza Justina de coufessar,
a a seu molo, que no esseocial a noticia
foi verdadeira, donde inferimos que, o re-
trnspecio s peccou por nSo dizer tudo
comosfTerr, e devidos commentarios, o
que em nosso enteoder seria maior caiga
^ara o Sr. Ramos, como verSo os leilores.
Dissemos que, nina porco de carne podre
(ora encontrada no mencionado acougue, a
l u 11 por passa festa devia ser impingida ao pu-
blico; mas que sendo a falcatrua descoberta,
fdra a mesma levada ao Exm. presidente, para
em pessoa testemuubar o corpo de delicio da
vigilancia do agente do contracto, ele.
Aqu est a base verdica do faci, segundo a
ezpresso do Sr. Ramos ; fallou-nos por tanto
dizer que, quem encontrou.a carne foi o aju-
dame de ordens de S. Exc ; que a quantldade
i'.n l.'i libias; e que o lugar fdra debalxo do
balco do acouguc.
Quanto a priineiracircumsiancia, ella he pa-
ra o nosso caso insignificante, porque nada im-
porta que a carne fosse descoberta por Pedro
ou Paulo, por uina simples pessox do povo ou
por pessoa qualficada; quanto a segunda e
tercelra, deque o Sr, Hamos lira a materia de
sua deflfesa, dlzendo que, 15 libras de carne,
em pelles e pedacos (oque alias nao consta do
termo de achadaj postas ciubaixo do balco,
nao he fornecer carne podre ao publico, nos
lhe observaremos que, se as dez horas do dia,
pouco mais ou menos, sdexistame* 15 libras,
nade nos efanca que antes (as 6 por exemplo)
nao existir maior quantidade; que he preciso
, 11 e 11 -i multo desejo de fazer mal nos aenbo-
res subdelegado, ajudante de ordens e presi-
dente do conselho de salubrldade para crer que
Hles concorressem para a confecfo de um ter-
no de achado. no qu.il se quallcare como car-
ne aquillo que ere pelle ; e que (analmente de-
baixo do balceo he o luger mais commodo e
appropriedo pera os talhedores tirerem com II-
gelreza e pro>nptdao os C'tnlrapezos das car-
nes podres, como a que foi achada, pois que, a
pequeos pedis, Impnge-se a cousa mais
insensivel e desapercebidameute para o povo.
NSo Insistiremos mais, porque, segundo j
distemos, nao deaejamos de maneira alguma
aggravar a m estrelle do Sr. liemos, nem de
pessoa alguma, e nao permita Dos que jama!
o desejemos ; e se anda assira avengamos o que
tice exposto,beporque no gostamos que se lela
o uosso retrospeciocom olhos vesgos, e se sup*
ponhe nelle ina fe, como nos parece, fazem el-
gumas pessoas, pois que at houve quem en-
xergasse no modo porque primeirameute nar-
ramos o faci em questo urna censure a pre-
idencle /
Enirerain durante a semana 30 embarca-
efles e sabiram 16,
Rendeu a alfandegv: 68;767|926 rs.
Falleceram Zi pessoas: 28 livres e 6 escra-
ves; entre aquelles 12 homens, b* ralheres e
10 prvulos, e entre estes 1 homem, 'l mulua-
res > prvulos.
declarado o motivo a ordem prlmeiro dlstricto deste termo Estevem Mar-
Sues pare recrute a ordem do subdelegado da
reguezia de S. Fr. Pedro Goncalves, a parda
Mua Joaquioe, por auspelta de ser escrava ; a
ordem do subdelegado de frrguezla da S. Anto-
nio, Izldro, escravo, sem declrecodo motivo ;
a ordem do subdelegado da fregurzla de S. Jo-
s, M-iii n-l de lesus Mara, por olTensas pliisi-
cas ; e a do subdelegado da (reguezia da B<>e-
Vlsta, Joffo Beptista Cerdoso, por insultos e
desobedeocle.
Foi recolhldo a cdela deste cidade, a ordem
dochefede pollcia, para averiguaedes pollclaes,
os Africanos Joo, de Idade lS anuos, pouco
mais ou menos, e Diogo do menor idade, que
foram encontrados a bordo da barca franceza
Rollain entrada no porto desta cidade no dia
- do correle, procedente de Ambriz o primel*
ro como do portugus Antonio Severino de
Avilar.quedeclaroujA oler levado com sigo do
Rio de Janeiro ; e o segundo na qualidade de
criado do subdito sardo Esllene Perotlno, que
deelorau seguir para a Franca.
Tambera veioe bordo da ineima barca,a pre-
ta Rosa de Conceico com um fillio menor, de
quera sedls senbor, o portugus Frauclsco Jo-
s dos Santos, a qual Boa deposltede em poder
do negocente desta praca Manoel Ignacio de
Oliveira. alim de ser com equelles reexportado
para a Costad'A fri.
DEM DO DIA tO.
Foram presos : a ordem do delegado do prl-
meiro dlstricto deste termo a preta Luiza, es-
crava de Joaquim de tal, e o pardo Jeciotbo
escravo de Jos Velloso Soeres, por correcfo,
Viceole Ferreira Leaodro, Izidro Orgens llar-
boza, sem declaraco ti > motivo; e a do sub-
delegado da freguezia de Santo Antonio, Ma-
noel riorencio Pedroza, por espancar a um
menor.
DIARIO UE PERNAMBUCO.
RECIPE, 18 DE JANEIRO DE 1852.
Ilontam ontrn .los portos do norte o vi-
por lliiliiuta. As datas dofaiji chegam a
2 iln crrante, as do MaranhSo a 7, as .lo
lloara a 9, e as do Ido Grande do Norte
a lo.
Tolas as provincias lien rain em traoquil-
lidade.
No Para teve luger, no dia lido passado,
no palacio do governn, urna conferencia
entre o respectivo prrsidnte e os Srs. Fran-
cisco ii n lencio da Costa, Joaq'iim Antonio
Alves, lli'ii ii| io da La Hoque e Vicont"
lluiz, negociantes da capal, outr'ora Lo-
meados directores para o banco ptojectado
em 1847, alim de se discutir e desenvolver
os meios preciaos para fundar definitiva-
mente essa insliluifSo de reconhecida im-
portancia e ipteresse para a provincia; e
havia esperancas do que os Irabalhos ja
comecados a tal respeito leriam o desejado
resultado.
Em consequencia de um exame, a que
procedno o inspector do thesouro provin-
cial o'alli na escnpturacDo da recebedoria
provincial, annexa ao mesmo, foi verili-
eadoque, grande parle do renlimenlo ar-
recadado e a desviado dos cofres por alguna
dos empregado*, o que sendo levado ao
conhecimento da presidencia pelo dito ins-
pector, foi por ella ordenado ao juiz de
invito da segunda vara, que avista dos do-
cumentos comprobatorios do crioie, qun
'S .minara, procidesso cDntra os culpados.
Alguna dos indiciados acbam-se demilti-
dos, e procedeu se a sequestro por parle da
fazenda em -cus bous
l.-so no Treie de Mal* de 20 do passado j
Na tarde de 16 desle moz foi denunciada
os pessoas rroom-chegadat. Di-
(em-nos que no hoapital militar esto 10,
ou mail recruUs atacados, o anda da de
Res morreo de vomito, prelos urna senhnra
do Ca-civcl, irml do Tigario da Barbalha.
ICO',A fabre continua fazer estragos
n'aquella cidado, onde, segundo um cor-
respondente do Vedro II de 8 de novembro
at 21 dedezemhrD, t-im morrillo 44 pes-
soas, e cabido mais de duas mil. Entre mi-
nas victimas lamenta-so o Sr. Jos Pinto
Coelho, um dos prioieiros negiciuites d'a-
quella cidade; cidadSo honesto, liberal, e
>ligno pai de familia. A trra lhe seja leve.
Segundo o mesmo correspondente o nosso
estimavel amigo, vigario Frota, tem p.es-
tado relevanies servidos, apiesentanuo-sa
incansavel em todas as partes, onde seu
zelo c candado sin necessarios.
No dia 28 di passado prucedeo-se a elei-
co para depulados provinciaea, sendo por
ora conliecida, apenas, a votacilo de alguna
col l.gios.
L-^e no Pedro // de 7 do corrente :
.. Sahio a 2 do corrente para Sobral o
chefe de polica, onde se demoraia um
mez.
Deizou de haver eleicSo no Cascavel por
no comparecer nenhum juiz de paz, ten-
do-ae anda reunido 6 eleitorea: com tilo
grande numero na verdade nfio valia ape-
na que o |ulz de paz se encommodasse
por este lado pois o desculpamos
Chegou nesta ci'lade no dia 2 do corrente
da mesma villa do Ciscavel Menoel Frede-
ricn Carlos Saboia, onde foi ordem do
chefe de polica, preso por achar-se pronun-
ciado o.i tormo de S. Mnthens, pelo crimo
de ol' ii- s i 11 y-11 .-, comprehendi las em
o art 201 do coligo criminal. Consta-nos
que lem de responder por outro crime que
commetteo no termo do Riacho do Ssogue.
Foram demitiidos o sub lelegado e pil-
moiro supplente da villa de Baturit por
exci'-sn e abuso de autoridade.
Tendo vindo no ulllmo vapor ordem para
dispender-se a quantia que passou na le
do ore i ment corente, na construccSo de
urna ponte no porto desla cidado, S Exc.
trata de contratar semelhante obra com >
pessoa que aqu se aclia mais habilitada de
leva-la a elTeito, eque foi quom organisou
o respeclivo ornamento, approvado pelo go-
verno. E r,So seria porque sahendo delu-
do isso lizesse o colloga do Cearense sua i'n
nocente pergunta acerca do estado da obra,
eseS. Exc a qq_e ia fazer ?
Tem igualmente de ser contratada a ponte
que se ha de construir no no Maranguape,
para oque a assembla provincial decretuu
quantia sufflcienle ; mil os concertos se te-
loo de fazer na estrada d'aqui para aquella
povoacSo, os "quaes -So indispensivois para
o melho- transito, e ii.'m nerder-se o traba-
ino i' iio. J v pois o Cearense que se S.
Exc lem em considerado a pu iic3o dos
criminosos, no menos llio merece os me-
Ihnramentos nmteiiars, o se mais no tai
em beoeflcio da provincia he pela falta de
recursos, como nSo ignora o collega.
Anda tivemos honlem a dealorar urna
victima da febre amarella na pessoa de urna
o m de nosso amigo vigario da Barbalha.
No termo da li.ilnloa no houve jury,
quo tinha sido convocado para 15 do me/
lindo pela falta do numero suMciento de
jurados para foiiccionar
No Rio Grande do .Norte foi inslallada,
no dia 9 do corrpnte, a nova assembla pro-
vincial, extraordinariamente convocida pe.
la presidencia em o I." de dezemhro prxi-
mo passado, para o lim de confessiooar a
por pipa do de Liaboa, aegun.
do a qualidade.
I'rclcs '-- Do aaiucar para o Canal e por
toa logletea de 35 a 57 lij,'
com i por cento, para o Con'
linele de *n a 42 ir2 C0ln5
por cento. e para Trcate a js
i, e 5 por ceolo.
Ficaram no porto 80 embarcaban: aandnA
amerlcanaa, 3 austracas, 3 braallelraa, 2 qi.
nainarqueaa, 4 francazaa, 2 haiuburgueza. g
inglezaa, 8 portugueaaa, I sarda e 5aueccai.'
Pauta
ihi precos corrente* do aisucar, alt/olto, ,_
mail gneros do patz, que se dtspacham na
mesa to consulado dt Pernambuco, na te-
mana de\\9 a 24 dt Janeiro de I S. i.
Assucarem c. branco qual. Arroba 2,noo
2" 1,600
< mase.... 1,300
bar. esao. branco ...
mase.....<
refinado......'. 3.040
Aigodlo om pluma de 1" qual. 4,800
Dito.......2' i. 4,100
Dito.......3 4,000
Ago'ardenle ca\aoa0 graos Pipa 34,000
fila.........Canad '00
Diladecanna. ..... 52,000
Dita........Canad 300
Dita resillada.......Pipa 42,000
Dita.........Canad 210
Genvhra.........Canad 360
Dita.........Botija 180
Licor..........Canad 100
Dito.........Garrafa IHO
Arroz, pilado 2 arrobas um Alqueire 4,000
Araras.........Urna 12,000
Papagaios........I ni
Bolachas.........Arroba
Biscoitos.........



a
Cenlo

c
Arroba
Libra
Caf bom ......
IIiio rcstollio.....
Dito com casca ....
Carne secca .....
Coucos com casca .
Charutos bons ....
Ditos ordinarios. .
Dio relagia e primor .
Cera de Carnanba .
Couros do Boi salgados .
Dito espixadns......Um
Dito de .no a...... a
Doces de calda......Libra
Dito de goiaba...... <
Dito secco........ o
Estopa nacional......Arroba
Farinha de mandioca
Feijao.......
Fumo bom......
Ditorestolbo ....
Gomma......,
Gengibre.....
I.enlia deachas ....
Dito de toros .....
3,200
3,500
5,000
4,000
2,700
4,OOO
2,880
1,000
1,600
700
3,000
5,000
122
116
14,000
400
210
500
200
. Alqueiro 1,280
. 4,000
. Arroba 5,000
. 3,000
. Alqueire 2,000
. Ar ni, i 2,809
. Cento 1,600
o Sr. chefo de polica urna tentativa de lei do ornamento, que na pruaima pas-ada
fuga de alguns presos da cadeia publica. Lsosso nao havia sido fela ; coi. ti imam
Inmediatamente0 dito magistrado 8edr-FKUirmai.teem seus lrab.ll.os sob a pre-
Tribuual lo commercio.
Pela aecretaria do tribunal do commercio da
provincia de Peroarobueo, se faz publico de
ordem do .ursino tribunal, que fin aeaao de 8
do correte l'urain uomeadoapresidente da jim-
ia doa corretorea, o correlor geral Fraociaco
Gomes de Oliveira, secretarlo o correlor geral
Miguel Carueiro, e tbeaoureiro o correlor ge-
ral Juao Claudio Mauvcraay.
Secretaria I de Janeiro de 1852.
Maximiano Francisco Duarla,
Olli'ial maior inierno.
RepartQu da Polica.
PARTE DO DIA 9 DE JANEIRO DE 1852.
foram presoa : a ordem do obefe de polica,
oamarujoadabarca franceaa Vencitore Pelro ,
Cheosia, Joo Uaptiila Rpalo, Joo Baptisia i
gio para aquello lugar, e depois de minu-
ciosas in i.i.;..c/i s colimo em resultado, que
bavia um plano cooibinado entre alguna
presos para n'aquclle dia se evalirem da
(iii-.in. O sigual do alarme sena um tiro
d" p'stola dado pelo prrso Candido Jos de
Lemos, ou Manoel do Nascimenlo Rodri
gues, sobro o carcereiro na occasiSo, em
que este fosse s respectivas prises s 5
Huras da tarde d'aquelle mesmo dia, como
era de coatume, antes de chegar o reforco
le tropa, que tolas as noites para all vai,
alim de auxiliar a guarda do delalhe. As
eistolas deveriam ser i. troduzidas as pri-
sOes n'aquella tard, dentro de um paneiro
de farinha, o que nSo teve lugar, .segundo
parece, em" vino lo da copiosa chuva, que
caliio nossa eeca.-iiii), e que durou por toda
a noite al ao amanhecer do dia seguiute.
Foram logo dadas todas as providencias de
seguranza, a guarda reforjada com trinta
pravas bem m.iniciadas, e os ditos duus
presos, autores do plano, no seguiute da
trasladados para urna priaflo mais segura na
fortaleza da Barra. Os dous presus silo
aquelles moedeiros falsos, con lemnados a
degredo para a ilha de Fernando, que neste
iIIno ja Uvera ai a habili la le de s i evadir
da mesma cadeia, abrindo a porta da priso
rom en.vos falsas, como tivemos occasiSo
de noticiar em um dos nosso* nmeros pas
sados, eque ullimamento foram presos em
Santarui, e depoia remullidos para esta
cidade. -
No MaranhSo foi designado o dia 7 de
abril futuro para as elicOes primarias do
senador, que deve prehencher a vaga dei -
xada por UlOite do Sr, Franco do Su.
Fallecen na capital no dia 3 de corrente
O cu iiim ii lailnr Kayiiioii lo Gabriel Vianna,
cidadSo honrado, e um dos miia abastados
fazenleiros da provincia, segundo diz o
l'rojro.
I.c se na mesma gazeta de 2* do pis Escrevem-nos do Espirito-Santo, faznn-
la sita no primeiro districto de Sanla-Ha-
lena, em data de 10 do mez passado, o se-
guate :
Estamos em novembro, tempo em que
oa ascravoa aquilombados as matas das
cabeceiras do rio Tu'y, pelo lado do Para
costumam fazer suas correras por este pri-
meiro districto da villa de Sanla-Holena.
A cousa esleanno se tem tornado mais se-
na, quer pelo numero dos fgidos, que tem
io nado um incremento espantoso, qur
pelo descaro, com que ae apresentam por
tola a parte, sem reoeio algum do captura.
San frequentes os rouhos nos curraos de
gado, matam de publico as rezes lerto
mesmo das fazendas ; levam a carne, e dei-
xam como por acuite, o couro aberlo, co-
brindo os ossos, e mostrando o ferro.
SSo encontrados em muitas parles e
toda ahora em grupos ai mados.
A i oucos das quatro sugeitos, que da-
vam ares de espoletas ou desertores, appa-
receram na margem'do rio perto da villa
de Sanla-Helena, onde encontrando o ins-
pector do primeiao quarleirSo, Jos Ber-
nardo de Araujo Cerveira, obrigaram-uo
a passa-los para a margem opposta na ca-
noiniia em qu eslava.
Estes indiviJuos a seren desertores bus-
cam os quilomoos, onde hes.bido que se
osyla n muitos outroa criminosos.
Esta gente fgida commerceia de publico
na villa de Santa-Helena.
NSo ha negociante que deixe de ter ouro
em brulo, resultado do oomniurclo, que
maiitm com os quilombolaa. fc alguna at
fazem seu maior sortimonto em munifOes,
como genero de mais procura enlre aquel-
les criminosos.
No Cear ainda grassa infelizmente a fe-
bre amarella, a respeito ta qual d o Cl-
rense a seguinte noticia.
< CAPITAL.A febre amarella, que In-
solencia do lu. oct.viuno Oabral Raposo da
Cmara. Falleceo na Capital, no ultimo .lo
roten lo moz de dezembro, o Dr. Manoel
los Passos Uaptisla, ex-cliele de polica, e
vrimeiro vice-pesnlente da provincia, ten-
do si lo a sua ii.n 11' gcralmeute sanli la pe-
los bons Rio grandensos, que souberam
.cpicei r a sua iiileiresa, e oulras raras
qualidades.
COMMERCIO.
ALFANI'KGA.
Rendimento do dia 17. 4:633,169
Desearrega hoie 19 de Janeiro.
Brigue portii...!/. oi'o pedras.
liii|Mirlaet.">
Vapor brasileiro Kahiaua, vindo dos por-
tos ni Norte, consignado a agencia, mani-
I' sino oseguinto :
80 rolos de salsa; a Manoel Duaite Ro-
drigues.
Ilriguo brasileiro Principe D. Affonso ,
viudo do Assu', consgnalo a Jos da Silva
Campos, manifestou o suguinte :
Il52alqueires sal, 760 molhos palha de
carnauba ; a ordem.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dial a 16 .33:345,607
dem do dia 17....... 4:336,801
37682,408
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlodo dia 1
dem do dia 17 .
16..
1:278.792
408,463
1:387,255
Exportaco.
Genova, polac sarda Melilde, conduzio o
seguinle : 2400 saceos e 8 barris con
12018 arrobas e 29 libras de assucar, 80
i| .mi i.'s de ferro velho, 12000 unhas de boi,
800 chifres, 50 arrobas Un talajuba, e 1 cal-
za tocos.
Rio Grande do Sul, hrigne brasileiro Al-
grete, de 1:11 tunelladas, conduzio o seguin-
te :700 barricas e 100 meias ditas com
5155 arrobas e 9 libras de assucar.
Mediterrneo, brigue sueco S th, de 367
tunelladas: conduzio o seguint", 4500 sac-
eos com 22500 ar olas de assucar.
RECEBEDORIA HE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 17..... 305,863
CONSULADO PROVINCIAL.-
Rendimento do dia 17. 2:818,024
PRACA DO KSCIFE, 17 DE JANEIRO DE
1852, AS 3 HORAS DA TAH'JE.
Hevisla semanal.
Cambios- Os saquea da aemana varia-
ran. Ir 27 1|2, a 27 e3|4e 38
d. por 1/ rs., e mesmo houve
um a 27 i|2 pxgaineoto a 3)
das, aoiire Inglaterra,hoje po-
rm eal mais f'rouio; so-
bre Franca a 310 ra. por fran-
co, diohelro decootado.
Assucar O mercado est baalaote ani-
mado, c oa precoa austenta-
ram-se contra a eapeclaliva ;
fer-ae vendaa do inascavado
regular de l/i.'o a IJii" por
arroba, e do escolbidu a 1/550
ra. a dita
Algodao- Eateve em apathla, e nao hou-
ve veoda que uiereca colaco.
Couros- Veoderau-se a 112 1|2 ra. por
Prancbasdeamar.de 2 cus. Um
Dias de lomo......
Coladodoamarolloilo 35 a
In |i. .Ice.e! I a 3 .le I.
Dito dito n-.ua. -.....
Cosladinhodvdilo.......
Soalho de dito......
Forro de dito.......
(.'oslado de lauro.....
Costadinbo de dito ....
Soalho de dito.......
Forro de dito.......
Ditos de cedro......
Toros de talajuba ....
Varas de pirreira ....
Hilas de aguilbadas .
Ditas .'equina.....
I! odas do sicupira para carros
Eixos do dita para ditos .
Mel cm pipas......
v quartolas......Canad
barirs........Um
0,000
22,000
8,500
28,000
16,000
10,000
8,000
4,500
6,100
8,200
3,800
3,600
3,200
Quintal 1.600
1,280
1,600
2,080
Uuzia

i.
, Par
a
Urna
lo.II ii
18,000
34,000
190
6,80H
Milho..........Alqueire 1,440
Pedras de amolar
Ditas de filtrar
Ponas de boi
I 'ia-ali.i .
Sola ....


. Cenlo
. iMlho
. Meio
1,204
6.0U0
3, 00
180
1,900
Sarca parilha.......Arroba 18,000
Tapioca......... a 1,600
Unhas do boi. ..... .Cento 200
Couros de cabra..... 18,000
Azeile de ca rpalo.....Canad 640
Muvimento do pono.
Navios entrados no dia 17.
Par e poitus intermedios -- 13 das e 8 ho-
ras, paqueto de vapor brasileiro Bahiana,
oo ..man lan leo primeiru lente Jo>Se-
gund ino Comensor rquipagem 28 Traz
a seu bordo: para esta provincia, Joaquioi
de Azevedo Perelra, com sua sentiora e5
Albos, Jos Antonio Pereira GuimarScs,
com sua sen hora e 1 escrava Antonio
Joaquim Seve, co n sua senhora e 1 escra-
va, Francisco Ferreira de Novaos, Anto-
nio Francisco Pereira, Manoel Francisco
da Silva Coto, Seba-tiSo Jos da Silva
IJ. iol imilla e 1 escraVO Soln.-lln JO-C
i... vales nlo, i .i iilu ni Jo-o da Silva, Fran-
cisco Fi lelles Harroso Aletandre de A-
iiiiii i o Garca, Jos Varonil Bizerra de Al-
buquerque, Verguo Oracio de Menezes
Leal, Manoel Jos Pinto e I escravo, Fran-
cisco Suaies da Silva Retumba, Miguel
Ri'iievid-s Seabra de Mello, Joaquim Be-
nevideaSoabra de Mello, Aluno Barbosa
da Fonseca Tinoco, Carlos Jnaem Perei-
ra, Dr. Antonio Goncalves inus e Sesera-
vosa entregar : para o Sul Ignacio da
Silva Peieira, Joaquim da Costa Barradas
Jnior e 1 escrava, Cario Tertuliano de
Freitas, E Rayuer, 4 primeiros cadetes,
25 recnias e20escravosa ent'egar.
Camaragibe 8 das, fiiate brasileiro S. An-
tonio Flor do Rio, de 33 tonelladas, mes-
tre .Manuel liav, equipagem 5, carga in-i-
deira ; a o mestre.
AssumpcSo 10 dias, brigue inglez Bianc,
de 252 tonelladas, capitSo A. Brovrn, equi-
pagem 11, carga carvSo e lastro; a Adaoi-
sod Howie & Companhia.
navios sabidos nomesmo dia.
Baha escuna brasileira Adelade, meslrc
Joaquim Antonio de Figueiredo, carga va-
rios gneros. Passageiros, Joaquim dos
Anjos e sua niulhur, Abilio Pessoa de Aa-
drade e Campos.
Genova polaca sarda Matilde, capitSo Pe-
dro Narizzano, carga assucar e mais g-
neros.
[favios entrados no dia 18.
Rio Grande do Sul 41 dias, brigue ameri-
cano Marine, capllSo Ceorge W. Browii.
carga couros ao capitSo. Vcio refrescar
e aegue para New York conduzmdo i
passageiro.
Rio de Janeiro 26 dias, brigue dinamii-
quez raiord de 327 tonelladas capitao
A. Kaufmam, equlpageai 10, em lastro;
ordem,
navios sabidos no mesmo dia.
libra dos aalgadoa do Aracatl.
Azeite-doce dem de 1/9U0 a J/ ra. por ga-
lSo do le Horlugal.
Bacalho-------Reulbou-ae de8j50o a lO/ra.'pjo de Janeiro e portos intermedios -Pa'
or barrica do Inglez, e e 7 a j quete da vapor brasileiro Bahiana, cooi-
mandanle o primeiro teoente Sccuodi-
rs. do francs.
Carne secca Nao ha em prlmeira mi,
Far. de trigo- Os precoa nao soltrcram alie-
racio, e a ezistentc monta a
4,700 barricas.
Vlnhoa Venderam-ac de ll2al42/r. j
no. Alm dos passageiros que trouie
para esta provincia leva a seu bordo, i-
mSo Luiz Francisco JoSo Bspiisw
Santa letela D. Simona Ubida Farus..


T
*r
Mr. Plantas, Emanuel Chiou, JoHo Tal-
les da Silva, Ignacio Alvea Nazarelte Da-
nial Eluardo de Gouveia. Antonio Fran-
cisco Pereira, Domingos Teixeira B/aloa,
o lenenie-coronel Rolember, cora su fa-
milia iSmcivoi, llenrique Jos J sil-
va, Antonio Srverino de Avellr a 1 escra-
vo, Dr. Manoel Ignacio de Cirvalho Men-
dunoa, Franciaco Jos doa Sanios, 1 orla-
da el ci, o capitao Veiga, 10 recrula
e 1 esoravo a entregar.
Maraelha -- barca franc-z Elizabeth, cipl-
laoRi-llo,carga assucar.
Rio Grand. do Sil -- bngue breaileiro Al-
grele, capito Manoel Pereira Jardim, car-
ga ssucar. Passageiro, Jos Ignacio P-
ntenla. .,,
Roucn -- barca francesa Rolln, capilfio Le-
comte Desire, com a mesma carga e oa
passageiros que trouxe.
Declarares.
O Arsenal de Guerra compra o objec-
lea oguintes i gramtica portugueza por
Jos Bernardioo ; anlhmetica, porcolaoo,
tahoadas; clhecismoe pequeos; pedras
para eaciev.-i; perins de ac .creyn, e la-
pis: quera oa meamos objecios quizer Tor-
necer compares no dia SO do corrent->; ta-
Zcn lo su proposla, e ainoatras. Arsenal
de Guerra 17 de Janeiro de 1852.-0 escri-
turario, f. Silico de Assis Carvalho.
Do ordem do lllm. Sr. director gersl d
Instriicgo publica, facn gaber a quem con-
vier, que tendo fallecido o prolessor d'ins-
trucciu elementar do segundo grao da fre-
gueaia da S da cidado do Uluida, e cons-
tando ofllcijlmeote, quo o respectivo aubs-
tilulolia re >unciadu o direito de psssar a
propietario dessacideira, est ella posla
a R"ncurao com o preso de 50 dias, conta-
dos dosta dacta.
Directora giral da instruccfio publica, 17
de Jaoeiro de 1852. Candido Eustaquio
Cesar de Mello, manuenae archivista.
Da ordem do lllm. Sr. director geral ds
instrucco publica, faz-se lombrar a quem
couvier, que o prago wiarcauo para o con-
curso a nova cadeir de inatrucgao prima-
ria da freguezla dtfSanlo Antonio do Recife
espira no da ISdo prximo mez de feve-
reiro.
REALCOMPANHU DOS PAQUETES 1NGLE-
ZES A VAPOR.
No da 20 deste mei espera-
se o vapor Severo, commao-
dante Chapman do Sul, e no
da depiis seguir pura os por-
tos da Europa. Par passagem dinja-se em
casa da ag. ncia n. 43, no Trapiche Novo.
Por ordem do Sr.director interino racoj
publico que na conformidade do art. 13do
regulamento de 12 de mam do auno p.tin io
abiir-se-haa matricula dasaulas do l.yco
oo da 15 do crrente, e sera encerrada no
ultimo desto mesmo mez, a excepcflo da de
Latim. Lyceu 2 de Janeiro de 1852.
amnuense,Hermeoegildo.Marcellino de Mi-
randa.
A matricula da aula de tachygrapliia
no lyco desla ri.lad uchi-se aberl desde
o da 15 ao ultimo do corrente.
TIIEITIIUIIES ZIHEL
27.' RECITA DA ASS1GNATURA.
Quarta-feira 21 de Janeiro ae 1852.
ESTRA DA SENHORA D. MARA DA
GLORIA.
Depois da execucfio do urna brilhante ou-
verlura, pela orcliestra, subir a scena, pela
primeira v-i negte theatro o magniliro
drama do grauJe apparato, em 5 actos e 8
quadroa.
A Yenp.siaui,
oo
O Bravo da Venesa.
Pertonageiu.
Theodora .V Sf. D. Mara da Gloria.
Os senhores
O llravo
Sallierl
G conde de Bellamonte
Luidgi, goodoleiro
af.ffeo
O marquei de RulTo
Um senador
I'ni esbirro
Un gunduleire
Violelta
Duas damas mascaradas.
.* Para o l\io de Jaieiro sahe
quarta fera ai do corrente o
patacho brasileiro Margarida, ca-
pitao Florencio Francisco Mar-
ques, pode receber algumas miu-
detas, .passageiros e escravos a fre-
te, para os quaes lem commodos
sullicientes: traa-se com Luiz Jo-
s de Sa Araujo, na ra da Crui
n. 33.
-- Est carregando psra o Pso de Cama-
ragibe a barcassa nova Borbolela, anda re-
cebe Iguma carga para o mesmo lugr, os
Srs. pretendentes a proru'em no forte do
Matto junto ao trapiche do algodBo, a fallar
com o meslre ou na prc do Corpo-Santo
u.3.
Para o Rio de Janeiro pretende seguir
com brevtdade o brigue brasileiro Animo,
capilBo Domingos Antonio de Azevedo:
quem no mearno quizer carregar, ir de pas-
sagem, ou embarcar escravos, pode enten-
der-Be com o mesmo capitao ou com Luiz
Jos de S Araujo : na rol da Cruz n. 33.
- Para Lisboa sahe com toda a brevidae
o brigue brasileiro Mariana, capitSo Jos da
CuuhaJuuior: quem no mesmo quizer car-
regar ou ir de passsgem, pode fallar com o
ilito capitao na praca, ou com Manoel Igna-
cio ilc IIIIV lia.
Para o Rio de Janeiro, se-
gu em muito poneos dias, por ter
engajada a rn-iior parte doseu car-
regamento a sumaca Fraileira
Santo Antonio, nova e de supe-
rior marcha, para o resto passa-
geiros e escravos a rete offere-
cendo a estes o melhoragasaiho :
traU-secom os consignatarios Ma-
chado & Pinheiro, na ra do Vi-
gario n. ig, segundo andar, ou
com ocapilo Jos de Campos Ma-
galhaes, na praca.
Para Lisboa pretende sahir com brevi-
dada o brigue portuguez Novo Vencedor
por ter maior parte da carga prompla, quem
no meamo quizer ca regar ou ir de passa-
gem dirij-seaos consignatarios Thomzde
Aquino Fonseca & FiH.o : na ru do Viga-
rio n. 19 primeiro andar ou eom o capitao na
prar;a.
Para o Rio de Janeiro segu ate no da
21 do corrente o brigue principe D. Afionso
oqual recebo nicamente escravos a trole
quem os meamos quizer embarcar entenda-
se com Jos da Silva Campos, na ra da
praia n. 32 ou com o capitao do mesmo na
piafa.
Segu viagero impreterivelmente no
dia 25 do correte, pra o Rio Grande do
Sul, o brigue escuna S. Joo Vencedor, capi-
tao Jos da Silva Naves, recebe carga e es-
oravos a frele ; a fallar cou Jo3o Francis-
co da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
Para o Aracaty.
Segn em poucos dias, o hiate Capibari-
be, pregado eeiicivilhado de cubre : para o
resto da carga, trata-se na ra do Vigario
ii. 5.
55
UIJ________
-Deaapareeeudejuntode um poco na ra Aluga-seo sotim de um segundo andar
em fenlea igreja da Estancia, um laeho.de sbralo silo no bairro de S. Antonio,
grande Com ilgum uzo.conservando asduas cujo solara lem^uma grande sala com janela
alas urna pequea fenda n'um lado: quem
o achar querendo restituir dinja-se a ra
da l'oiilu sobrado u. 4, que sera generosa-
mente gratificado.
Vapor inglez,
Papel paquete proprio para poupar por-
tes no^ vapor para Europa, aasim como
as competentes obreiaa : na luja de farra-
ganada ra da Cadeia n 56, A.
-- Terca-feir 20 de Janeiro tem de Ir
praca por este jui/.o da primeira vara do ei-
vel, P8cnvSo Bautista, um sitio no lugar do
Arraitl murado na fronte e corea do HmSo
com arvorodos de fruto, cujo sitio lem urna
casa terrea de pedra e cal colocada na fren-
te, a qual tem 87 e me.io palmos de fente e
38 ditos de fundo, copiar deacoberto em um
lado, cosinha fura, estribara esenzallaem
chaos de foro avallado em 2.000,000 rs., pe-
nhorado a Josefa Joaquina do Lvramento
hojeseus herdeiros, por exncuao de Manoel
Rodrigues de Albuquerque.
Perdeu-se do Recife af ponte d'Uchoa.
urna pequea trouxa, com um pe lago de
cambraia de linho, cora urna amoatra de la-
va iiiin, quem acliou, e quizer restituir til-
nja-se oa ra de S. Gonrjallo n. 20, na mes-
n casi vende-se um pianno loglez por
80,000 rs.
Desappareceu no dia 16 do corrente
urna preU de nome Florinda baixa, gross,
Avisos diversos.
Germano'
Bizarra
' Res
Monteiro.
Coi m bra
Silvesire.
Pinto.
Raymundo
Dito
D. Emilia
D. Julia.
D. Rila.
Cavaleiros, esbirros, povoegondoleiros.
A acea pissa-seem Veneza em 1513.
Nada fallara, como cumpre, para o bri-
lbanlismo do scenario e vestuario.
O empresario leudo luclado com immen-
sos embaracos, que Ihe difDculUvam a con-
tinuaeflo do cu ni primelo d seus deveres,
pote arrostrar tolos, grabas aoappoio que
tem encontrado no publico seuaaloe illus-
truilo da provincia, e Ilustre coromUs.1o
directora,a quem tributa os seus respeitos
o cinceros i Couiessara as 8 horas.
Os billieles acham-se a venda no lugar do
costume.
Pulilicacoes litterarias.
ELEMENTOS
DI i
Momatipntliia.
Sahio a luz a anyumla partn desta obra
composta pelo professor homoeopatlia Gos-
s't llimoni. Rrceliem-se assignaturas para
a obia iuteira a 6,000 rs., no consultorio
homceopathicoda ra das Cruzea n. 28. De-
pois iia publicarlo da terceira parle, o pre-
(o sera elevado a 8,000 ra. para aquMtes
que nao tivereo astignado. No mesrau con-
sullono, acha-sea venda tudo quanto h
cessario para o esludo e a pratica da bo-
moeopathia, como aeja : livros impressos
para historias de doenies. regimens apro-
priados para a provincia de Pernamboco, e
encarrega-ae de mandar fornecer qualquer
encommeuda d medicamentos homceupa-
thicos, lauto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas,
iNo i r.-ln : athogtite$ia dos medicamen-
tos brasileiros.
Y.leinentos de anatoma e phitioloyia com eS-
tampaa, para os curiosos em bomceopathia.
Roga-so ans aeobores assiiiuanles o ob-
seqoio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio bomceopalhico da ra
das Cruzes 0. 28.
TKATAMEHTO homeo-
PATHICO.
DAS MOLESTIAS VERESBAS,
e conselhos aos uoentes para se curarem a
si mesmo, sem precisarem de medico;
pelo professor liomceopatha
Ouset-llimnnt.
Sabio a luz e acha-se a venda oo consul-
torio hoinoeopathico da ra das Cruzes n.
28, pelo prefO de 1,000 rs.
Avisos martimos.
Maranlio e Para.
Segu em poneos dias, por ter maior par-
te da earga engajada, o brjgue escuna Gra-
ciosa : para o restante e passigeiros, para
os quaes oflerece ptimas acommolacOes ,
^Irata-aeeom o consignatario Jos Baptista
da Fooaaca Jnior, na ra do Vigaro o. 23,
on com o capillo na piac,a
* OJAROIM DAS DAMAS.
Este peridico, lodo drdlca.lo inttruccao e
recrelo do bello ario, he, srguodo edeilarou
no prosprclo j publicado neale Diario, divi-
dido em ilion partea, parte Inatrucliva e parle
recreallva. Na primeira ir dando eol forma
de dialogo e em artigo aeparado oa conhecl-
loeotoique nina enhora deve ter par poder
diier -ae beui educada; lato he Iri aprf colan-
do de modo proporcionado comprehenaao de
suas leiloraa dnenvulvlmenloa mala ou inenoa
rslensos aobre a hialo-ia sagrada e prorana, o-
bre aa ciencias nalurae e polliv. obre a
direiloi c deveres proprio da inulher, aobre
lilieraiura, elo. A eguud contrra poeaiai,
rouiansrs, drama, como pra menino, anc-
ilociis, jugos de prenda e receltas uiela c cu-
riosa.
Lodos os numero do lardiui da Damas, n
qul Minia duas vetes por me em folbctiui d
16 a !4 paginas, aero acoinpaubadus, ora de
figurinos representativo da modas mala re-
ceutesde Parl, ora de lido riscos di borda-
dos, ora de bunioa molde de labyrintlio;
alem disio oJardiin das Damas dar dentro de
cada quartel da asignatura uioa modluha bra-
sllrira com acompaubamento para plano; o
inrllior preaent que um pal poda later a aua
Alba, um irino a aua irinaa. lie porlanlo sem
duvida nruhuma uina algnalora do Jardlm
da D.ou.is. poi elle aatisfai a todas a nece-
sidadea do bello sexo.
O primeiro numero aliio A lu e e acna a
di*poicao do publico na praca da Independen-
cia luja n. B e 8; na qual se receben as asaig.
naturas i raao de 2# ra. por erie de sei nu-
mero, ido he por lempo deireimete. Alem
do que conim na parle Instructiva, o primeiro
numero do Jardiiu das Dama copiui na par-
le recreativa dua poeslaa ecolhidj. doua bo-
Dito romances, dous cont para meninos, un
jugo de prendas e varia receit utels, perla-
zendo tudo 24 pagina de linprenao em frma-
lo grande e inulto elegante.
Accm.aiiliaui a e>te numero duas estam-
pas, urna grande, iota cheia de delicados
riscos de bordados impressos em luna azul
sobre campo edr de rosa, e urna mais pe-
quena com bonitos moldes de lahynnlhos.
UJardun da Damas nfio appareceu logo
no principio do mez. como fui auuunciado,
porlersido preciso refazer-si toda a chapa
doa burda los, que da primeira vez n3o si-
Inra perfsita, alm de varios outros emba-
racos quesempre enconlram em principio
as emprezaa desta ordem, principalmente
em urna cidade como a nossa, na qual as
arlea se sciam aiula IBo atrazadas ; elle
porem envidar todos os rsforco pira ven-
cer as ciillioulil.nl s com que esta lucan lo e
lem de luctar. allm de .pparecer regular-
mente e salisfazer as bellas queaedigna-
rem honra-lo com suas assignaturas.
Desappareceu de Santa Anna.com urna
parda ama da casa, na noule de 17 do cr-
reme, uina negra mova, que parece creou-
I, por nome Mara, cneia do corpo, esta-
tura regular, bem parecfla, cor bem prala ,
levou vestido de chita rOna : quem a pegar
leve-a a ra do Trapiche, casa n. 32, que
sara recompensado. .
O major SebastSo Lopes Cuinaraes,
remelle para o Rio de Jaueiro, o seu escravo
Vicente,|creoulo.
U director empresario do
theatro de Apollo, pede a todas as
pessoas que tenham coutas ten-
dentes empresa, que as apre-
sentem nestes 3 das ; igual pedi-
do faz as pessoas com quem te-
nlia debito particular.
Prerisa-aede urna ama que saiba en-
gommar e cosinhar para 2 homeus golleifos,
prefere-se idosa ; oo atierro da Boa Vista o.
70, so fi da renarjao.
Antonio Jos Ribeiro Bastos, embarca
para o Rio de Janeiro o teu escravo crioulo
de nomo Agostloho de idade de 22 annos.
Precisa-se alogar urna preta escravs,
para servico de muito pouca familia : na
PonteVelban.lt. '
Manoel Rodrigues de Almeuia, subdi-
to portuguez, retira-ae para o MiraobSo.
pret
cor fulla, cara larg, olhos grandes, pes
.lalos, tem em urna perna mrcas de ten-
das antigs; levou vestido da chita desbo-
tada com babado, panno da Costa azul e
um taboMro que andava vendando! coatu-
ma guardar o laboleiro e mudar aruupa,
e andar pela Boa-Vista. Roga-se asautho-
ridades policiaes e capitaes de campos que
apprehendflo e levem-na a rua da Cruz, n.
35 que ser3o generosamente recompensa-
dos : assim como se protesta contra quem
a tver oceulta e cobram se os css de ser-
vido.
10/000 de graliflcac.no
Pela entrega do escisvo Valerio, fgido no
dia 5 de novembro p. p. do engenho S. JoBo
do Cabo, de Manoel Lins d'Albuquerque
seud.0 da Cosa, alto, grosso, cara chala, e
c irla, olhos pequeos, um pouco gago, ca-
nellas linas, pes chatos, tenJo os dlos
grandes separados dos outros, eum cica-
triz no p esquerdo, junto aode lo inhumo :
Sari entregue a gratiHcacao de lo/ooo a
quem o levar ao dito engenho, ou ao Mon-
dego cisa do commendador Luiz Comes
Ferreira.ou ao engenho Fragoso, de Manoel
Joaquim Carneiro da Cuoba.
Tendo apparecido em das do mez de
outubro do anuo p. passado, em urna ola-
ria no lugar dos Coelhos do bairro da Boa-
Vista, pe leocentc a Manoel Duarte Pereira,
um cabocolinho de nome Patnoio, com ida-
de de 10 annos pouco mais ou menos, pe-
lindo para la estar, por nSo ter quem Ihe
desse o sustento, isto mesmo participou-se
ao sr. subdelegado respectivo, o qual disse
ao mesmo Duirteque o deitassa ficaren
seu poier, al que o procurassem; porm
como ao amanbecer do dia lerr;a feira 13 do
corr. nte mez, o mesmo cabocolinho desap-
uarecesse da mesma olaria, levando urna
trxa com /oupa sapatos, e bonet, que o
mesmo Duarte Ihe dera pela festa, pede-se
qualquer pessoa que delle soubar, de dtri-
gir-se mesma olana ou rua da S. Cruz
n. 36,ou mesmo ao Sr, subdelegado da Boa
Vista.
Se anda houver alguem de boa fe a
quem o Sr. Manoel Alves Pontos, com botica
na cidade da Vicioria, nSo tenha I .
e quizer negociar duas Letras deste indivi-
luo ja vencidaslia bastante lempo, anuun-
cie por esta tulla, que o negocio he de
graudo iuleresse.
.Mli-niiao.
Um homem sem familia, de 40 annos de
idade, se oflerece para administrar qualquer
engenho, do que lem muil pratica e de lo-
d-sas plinUtdes, sejam quaes fOrem j e o
mesmo se obrigara a ensillar aos lilhos do
mesmo sennor de engenho pnmeiras let-
tras, grammatica poitugueza, arimelic e
francez : quem do seu preslimo sa quizer
ulinsar, anuuncie.
Manoel Ferreira Goncalves MagalhSes,
retira-se para o Pilar das Alagoas : a tratar
de sua -ao.i.i
Jos Afionso Moreira, embarca psra o
Rio de Janeiro, o seu escravo da Costa, de
nome Job, de 29 annos de idade.
-- Precisa-se de urna escrava para o ser-
vido externo do collegio das orphSaa : os
pretendentes dirijam-so ao mesmo collegio
a fallar com a directora. .
He convocada a assembla geral daas-
soci.ic.in commercial dos logistas, para se-
gunda feira, 19 do concillo, ag 10 horas da
manhaa.
LinoJoa de Caslro Araujo, embarca
para o Riu ds Jaueiro, sua escrava Joaooa,
craoula.
JoSo dos Santos Nunes Lima, embarca
para u Rio de Janeiro, a sua escrava creou-
n, de noma Luza, de 13 annos de idade.
- Praoisa-se de um feitor, para um sitio
nos Afogados, Oas que eulenda de plauta-
1,00, f|,,i i lano astas qualidades e boa conducta : a
fallar ooni Guiiuarme Salle, uo aterro da Boa
Vista a. 10.
A peasoa que annunciou neste Diario,
precisir alugar um sitio, se quizer o do Sr.
Que ro Fou.ee, no principio dos Reme-
dios i dirija seao mesmo sitio, ou a rua da
Cruz n. 2, primeiro andar.
uilburme Augusto Rodrigues Sette,
faz publico que deixa de hoje era vanta de
aer procurador do senbor desembargador
Joaqun Teneira Paixoto de Abreu eXima.
Preeiaa-se de urna mull t de meia ida-
de, para faiercompanlii a urna s -nimia, e
algum servico de portas a dentro: quem es-
tiver n-slas circunstancias, dirija-se ao ter-
ceiro andar da casa o. 20, da rua larga do
Hozario.
O Sr. Manoel Francisco da Paz, mora-
dor no becco do Quiabo nos Afogados, v-
nha ao Recife, a rua da Gloria n, 91, a ne-
gooiodeaeu interesse.
Aluga-ae urna escrava parda recolhida,
fiel e de boa conducta, para todo o servido
interno de urna casa, por saber faze-lo com
perfeir;So, prefere-se casa estrangeirai quem
quizer, anuuncie.
U Sr. Bernardo de Albuquer-
que FernundesGama, queira man-
dar pagara subscricao deste Oiano.
-- Antonio Fernn les Gouveia, subliio
portugus, relira-ae para o Porto : na baica
Flor da Mala.
Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz dos feltos da fazend,se hflo de arrema-
tar oa seguioles objeelos : um engenho de-
nominado Barbalbo na freaueaia da comar-
ca do Cabo, com todas aa auas Ierras, na t-
taa logradoraa, casas do engenho, de vi-
venda e de purgar, com 30 furos e 3 balcOes
gran Jo, tanzalla para preos, 1 moenda, 4
tachas e uaa parol de caldos, tu lo de ferro ,
e outros objaetos avallados em 38.000,000 rs.
e da niaania forma van a praca os b ms an-
nuneiadoa em o Diario de Pernambuco de 26,
27 e28,de novembro do anuo p. pussdo,
a excaptao de alguna que ja foram arrema-
tados.
Preeisa-se alugar ama preta, para o
servico de urna caaa de pouca familia, mais
que saiba engommar e tenha bons costu-
raos ; na rua uva, loja n. 8.
e dous grandissimos qiarlos com claras
boias, tem mui linda vista, be mu fresco.
ata caa lo e pintado de novo, e tem final-
mente r-.cn.11 independante i proprio para
homens sulleiroa : quem o quizer alugar di-
riji-se a rua do Crespo loja de fazendaa n. 6,
que se dir.
Antonio lo s iii-ii M i iiiho vai a ciJade
de Goianna : a tratar de seu negocio.
-- Aluga-sn um rscravo morjo que sirva
para cria lo de urna casa estraogeira, e que
seja humille, e fiel; quem o tiver dirija-se a
rua do Trapiche n. 8. ,
-Quem precisar alugar um bom moleque
procure na rua da Cadeia de S. Antonio
n. 15.
Precisa-sede 1:800,000 rs a juros de
um e meio por canto ao mez, com hipo Ilia-
ca era uraa caaa nova na entrada do corre-
dor do Bispo venda nova, be para desobri-
gar oulratllpolhect.
\ irmandade do ^Divino Espirito
Santo,
faz sciente aos devotos de Noasa Senhora da
ConceifSo dos Militares, que do dia 18 do
correnle em diante, llavera missa na mes-
ma igreja, todos os domingos e dias Sanios,
de madrugada aasim como iliarimeote as
8 huras da manlia.
Aluga-se para todo e qualquer nego-
cio, a loja do aterro da Boa Vista n. 38.
Precisarse de urna ama: na rua do Ran-
gel n. 25.
-- Joflo Antonio Alves de Brito, embarca
para o Rio de Janeiro os seus escravos Quin-
lili'ano, mualo, e Jacinlho, creoulo.
-- Aluga-se urna preta forra, ou captiva,
par o si-i vico interno e externo de uraa ca-
sa de pouca familia : quem pretender, diri-
ja-se ao pateo do Carino, sobrado n. 9, no
primeiro andar, que adiar com quem tra-
tar a qualquer hora do da.
-- Precisa-se deum amassador, que soja
bom : na padaria da Snledade n. 14.
Bento Jos Rodrigues faz ver ao res-
peittvel publico que pertende comprar a
vende pertencenlea Jos Joaquim Pereira,
silla na praca da Boa Vistan, ,para que to-
das as pessoas que se julgarem a ciedora da
mesma apresenlarem suas cotilas corrente
no preso de 8 das, no neceo do cap un, ven-
da de liento Jos Rodrigues.
-- Offeraee-ae um cosinheiro frsncez,
para cosinhar effeclivaaienlo em qualquer
caga particular : anuuncie ou dirija-se a es-
ta typographia que se da quem he.
-- Aclia-SD aborta a matricula da aula de
grammatica latina do bairro do Recife : o
respectivo professor reside na rua Augusta
n. 91, onde pode ser procurado a qualquer
hora.
-- Francisco Jos Millos Braga, faz ver
ao respeitavel publico, que protende com-
prar a iali rna perlencente a Bento Jos Itu-
di igues, siita no becco do capim n. 6, e por
isso faz ver a lo Jos as pessoas que se julga-
rem oro loros da mesma, queiram ter a bon-
dade de apresentar suascoutas na mesma
taberna, no prazo de oito dias.
Na rua doLivraoienlo n. 10, aobrado,
se dir quera da dinheiro a juros, e quem
vende 1 adareco, 4 pajes de brincos, ano-
Ios, medallas, transnos, pulceiras, arg-
as, alliuetos, voltas, 1 baudeirinlia, 1 re-
logiof tenlo, collieres de prata para sopa e
cus, livellas de coz, etpalitriro; tambera
se dir ^ue vende urna mulata com todas as
luliiliii.i un, e quero aluga urna preta.
O bacnarel Manuel de Souza Garcia,
quo ha pouco deixou de se'r promotor pu-
blico du Recife, advoga actualmente, e po-
.l.-i i, -.'i procurado orno piimeiro andar do
sobi-.i-iu u. 30, oa rua larga do Rosario em
S4, All, in lo.
Aluga-ae o primeiro andar de um so-
brado, na iu do Hangel defronte da boti-
ca, a fallar na rua do Cabug loja do Joa-
quim Jos da Cosa Fajozea-
-- Vicente Jos de Brito, embarca para
o Rio de Jaueiro, um mulato de nome .Ma-
nuel.
Publicacao medica.
Publica-seno Rio de Janeiro mensalmen-
le. Ano ie- Brasiliens>s de Medicina, jornal
da academia imi erial de medicina, oqual
subscreve-se em Pernambuco a o.nnuj.rs.
por anno na livraria n. 6 e 8 da pracii da in-
dependencia.
lima pessoa com a pratica precisa se
offerece para administrar qualquer enge-
nho : quem de seu presumo se quizer ulili-
sar anuuncie.
-- Urna pessoa com as habiltar,Os neces-
sariis se propde a fazer escriplurales de
casa denegucios,por partidas dobradas.e por
proco comino io ; quem disso precisar an-
nuucie.
Attencio.
O arrematante das afiricSes do
municipio do Recife faz sciente a todos que
ven lem lquidos em ancoras, que ss man-
dem iili.ir quanto biiI-s para o anno de
1852, pois que do contrario uo poderlo
venderos rrferidos lquidos sera a compe-
teule nlinc.lo do crreme anuo.
Aos masca tes e boceteirts.
O hit.-m .i me do imposto dos mscales
mboceleiras faz pela ultima vez sciente aos
e esmos que veuliam quanto antes tirarem
as suas licengas, pois que do contraaio n3o
poderSo vender pelas ras, pragas e portas
sem a competente licenfa.
lleseja-se tallar ao Sr. capitSo Solidade
para se Ihe entrenar urna carta viuda do Sul i
na rua Nova n. 16.
- O arrematante do imposto das ahricOes
do municipio do Recfe.pela ulllma vez pre-
vine a todos quantos ven lem liquidoa e sec-
eos para que vonhm quinto antea afirirem
as suas medidas, oo contrario nao poder3o
aeoder sem a dita alinelo do correle anuo
de 1852.
Precisa-se de um cozinhei-
ro, preferindo-se captivo : na rua
da Cadeia do Recife n. 'H.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a lempos Ihe fa-
laram e raaamoa quera convier e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possam ap
parecer, que tenham a bondade de virem a
caaa de sua residencia na rua do Rozario
larga n.30,para oapoderlancaremn.de sous
clientes. O mesmo declara nao poder ir
presentemente as sua casas por estr anda
encommodadoe pede o deaeulpem oto es-
lar em caaa a os que o procuraran! deade o.
de Janeiro at 3, por ter sido de urgencia
estar oesse lempo fora. Agradece tambera
por este meio aos que tiveram a bondade de
o viroin comprimentar, asaegUraudo-llies
sua estima e gralidfio.
Caligrafa
Na Rua do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
rao qualquer papel em muito boa
letra e por preco commodo.
Precisa-se de urna ama que tenha
hons costumes, psra casa de pouca familia :
no pateo do Paraizu n. 18.
Aluga-se uraa escrava, para todo sor-
viso de um i casa : na rua do Aragao n. 40.
E MAIS OFFIGINAS
m
NA _
Run hnpi ilitl n. 118 e I2o, e deposito na rnn. Nova n. 33.
Respcilnsamenlii avisam ao publico, e particularmente aos Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., que este estabelecimento se acha completamento montado, com as pro-
porefles necessarias, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao meg-
mo. ii. me.mus chamam a altencSo para as S'guintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competen, com as fabricadas na Europa, na qualidade e mil o de obra, e por me-
nos orcen, a saber :
MACIII.NASIcontinuas do destilar, pelo methodo do autor francez berosne, ai mo-
Ihores machinas, que para eate lira at hoje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cubre de todas aa dimensOes.
TODOS OS COBRF.S necessarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para reflnacao.
TAIXAS HITO para engenho.
DITAS DITO moveia para dito.
BOMBAS DF. CitBRE de picote, de repucho, de roda e de pndulas,
ESCRIVANINIIAS delalSodos melhores modellos.
DITAS RITU galvaulsadas.
SLNOS da todos os tamanhos.
OS APIIECIAVEIS fogOes de ferro econmicos.
BURRAS ile ferro as mais bom construidas.
CARROS dito de mSo.
PORTOES de ferro. .
VARAMDA8 dito.
GRADIA.ME.NTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
n.v MU.mus ilo/inoo o do folln, para banho de choque. _________
m
Emilio -fianch, retratista ale-
inao, tem a honra de recomi-nen-
dar-se ao respeitavel publierj des-
ti praca e provincia, prometiendo
rxecutar com promptido e per-
feicao toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisir-.su
de seu juestimo, he rogado de di-
rinir-sc a casa de sua residencia ,
na rua do Trapiche Novo n. a, ter-
ceiro andar, em todos os dias uteis
das 9 horas da manhaa at as 4
horas da tarde.
-- Aluga-se um sitio que tenha casa com
commo lidades, que seja plantado de arvo-
res, e que nfio seja distante da prarja : quem
0 tiver, annuncie.
-- Acha-se farlnha nova de SSSF, (de ra-
minha) para vender, nos armazens de Dea-
no lo o le i\ Com i aina, no huero de i Pin-
Calves.
Nova fabrica de chapeos de sol e
tinturan i, no aterro da Boa Vis-
ta n. aa.
Nesta jiova-fabrica o respeitavel publico
achara um completo sorlimeiilo de chapeos
de sul de seda e paninhn tanto para ho-
mem, como para senhora, e conceria igual-
mente, por procos mais commodos do que
em outra qualquer paite ; par esto mesmo
eslahelecimeiito se acha muda la a tinturara
franceza da rua Vrliia n. 74, llngindo-ae lo-
e qualquer fazenda de soda, 13a, ulgoddo
e linho, tanto o u obra, como om peca e
com muio asseio, assim como si alimpam
casacas e oulru qualquer ropa depni.no,
que tiver no.las, ionio so como novas, e
por procos muito commo los.
D. W. BAYMON. 2
Cirurgifio dentista ame- {$)
ricano, avisa ao respei- (J
lavel publico destacidaoe .a)
* ter reeenlemente vollado dos Estados >
tj) Unidos, e que se acha prompto a fazer ^
rp toda a queiidade de operagfio perten- a>
5 cen-te a sua arto segundo os me- a)
aj Ihoramenlos mais mo leinos: pode se
s procurar noJlotelFranrisco. ?)
tmem*** **####
Quem precisar do ronpa lavada e en-
nomina la, com asseio e promptidfio, por
pre(0 commodo: dirija-se a rua de Hortag
n. 40. Na mesma casa cima apromlam-se
bandejas com bolinlios para fra e fazem-
sa bolinhos de diversas qualidades, tudo
em corita,tambera se vende velas de carnau-
ba jv -.11,1011111 qualidade.
Olcina de encadernaefio na rua do
Coll -/ni n. 2b, primeiro andar. O padre
I'iiiii i-.cu iPielnu d l..-m.i. o silva fazscien-
ta ao respeitavel publico que tem mudado
a sua residencia para a rua do Collegio n.
20, primeiio andar, onde continua a enc-
leme, e espera a mesma consideracSo e
favor que se-npretemrocebido. Ah vende
livros tanto dedireilo como de bellas lettras
e linguas,.mxime a lalina deque tem uui
completo so'limento.iroca a compra lodoe
qiialqurr livio com lano que rolo Inefalle n
folhas e tem psra ven icr tanto em porcio
como a retalho carias de A. tt. C, taboadas,
carlilhas cathecismos de differentes e licOes
e prrfoa, verdaJe aos meninos, sinopses,
Fleury, devores dos hoinens, pudauUs,
procuracO.'S bstanles, rotolus par garra-
fas de viuno. o livros, lelns, c inhecuuen-
tos, folliohas de lemoranc'S, edicio de t'a-
ris, traslados, livros em brauco etc.
%tmm&999 # s
1 CoilSultOl O llOillt'O- *
pathic. *
lita do Collegio n. 25, pr- > meiro andar.
f O Dr. P. A. Lobo Mosco- 4
t so, di consultas gratis aos *
f| pobres, todos os dias das 8 j
S as t a horas da manhaa. Fra- '?
$ tica qualquer operario de ci- 9
j rurgia, ou de partos. Rece- *
i be escravos doentes para Ira- |
<4 tar de suas enfennidadtjs, ou
*> fazer qualquer operacao, por
preco commodo.
ha de arrematar urna escava perlencente
aocisil de Antonio Francisco da Silva, r.
i- q en. nonio do sou n volitara nte, heaul-
lima p-aca.

BOWMAN & MC.'CALLUM, engenhiros
ros machinistas e fundidores de ferro mui
respetosamente annunciam aos Senhores
proprietanos de engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publioo, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo exercicio, ese acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfelta confecc.5o
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para empreheoder quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callura
ilesejanj mais particularmente chamar a
attenefio publica para a sseguintes, por
erem deltas grande sortimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem.
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e mfio d'obra
asaber :
, Mncliinns de vapor da melhor construccSO
Moendas decanna para engenhos de lo-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
iludas d'agoa, moinhos do vento e serraas
Manejosiudeppiideules para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e chumaceiras.
CavilhOcs e parafusos de todos os tama-
nhos.
la ix.-is.pii 1 -i'uis,er i vos e linceas de forniillia.
Moinlios de mandioca, movidos a nnio OU
por aniuiai's, e prensas para a dita.
Chapas do fog.to e fuios de familia.
Canos de ferro, torueiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e deropucho, mo-
vidas a uo, por animaes 011 vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, canos e obras pu-
blicas.
Columnaa, varandaa, gradea e portos.
Prensas de copiar cartas e sellar-
Camas, carros de mo e arados de ferros,
etc., etc.
Alm da superioridade das auas obras, j
geralmente recoohecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos genitores que se dignarem de fazero
Ibes encommendas, aproveiundo a occasifia
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que team
sido por riles honrados, e asaeguram-Ihes
que nfio poupario esfurcos e diligencia
para continuaren! a merecer sua couliaorja.
CoasuLToaio cistsal aoMCBoraxaico w>
ttJ DE PEBNAHBUCS. I
1 Derigiao pelo Or. Sabino Olegario tud- W
vi giro Pinho.
4 Rua do Trapiche Novo n. 15. t
W Todos os dias uteis se darao consultas W
>, e remedios de grC" aos pobros.desde O
pela mnh3, at as duas lloras da tar- j
/* de. As correspondencias e imforma- %)
(E ces pdenlo ser dirigidas verbal- V
v monte, ou por escripto, deveudo o %)
/, duente indicar primeiro: o nome, a i> idade, estado, pi oii.-.iu, e cooslitui-
^ Cao ; legando: aa molestias, que tem 9
& tido, e os remedios tomados; lercei- O
fet ra : a poca do apparecimenlo la mo- 9
, leslia actual, e deacnpcfio minuciosa, 9
9 dos signaos ou syuptuutas quesoffrer
s:***^-a>**v*** <.***>*'
Precisa-sede um pequeno para caixei-
ro de ven la : 110 Uecco Largo uo Recife, ven-
da da esquina u. 1.
Compras.
Precisa-se alugar urna escra-
va, que seja boa cosinheira e com-
pradeira,: quem a tiver dirija-se
a rua da Assumpc5o ou muro da
Penha n.16. .
No pateo da ribeira deS. Jos n. 15,
lava-se e engomma-se com parfeiciJo e ac-
-- No dia 19 do corrento, as 4 horas da
tarde, presente o Sr. r. juiz de orfaos, se
ejgf Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 a a5 annos tendo
habilidades e de bonitas figuras ,
paga-se muito bem : na rua das
Larangeiras n. iq segundo andar.
Comuagm-separa fa da provincia, a
creouliohos ou creoulinhaa, molatinhoa ou
inolalinhas, desdo 9 al 17 anuos de idade,
de bonitaa llguras e sem lef -iios phisicos :
na rua da Cruz do Recife n. 57 segundo an-
dar.
Compra-se um sitio pequeno parto do
Recife, sendo na Soletada, rua do Hospicio,
ou outro qualquer lugar: anouncie por as-
ta folba, ou dinja-sea esta typographia.
Compram-sa os seguiutes livros
Thaologia Moral, pelo padre Monte, e um
jogo de Breviarios: na praca da Independen-
cia U. 12.


Vendas.
FOLHINHAS 1'ArU i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
lerentes qualidades,sendo urna las com o almanak da cdade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
Siufto de iNantua a
800 va.
Vende-se a historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da prscada Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de midezas da praca da
Independencia 11 /(, vendem-se bi-
Ihetesinteiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio da 3
lotera da Gloria: espera-se a lista
no primeiro vapor.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 c 10:000,000 de rs.
O cautelista Salustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que no dia 19 do cor-
rente mez, deve chegar do Sul o
vapor da companhia brasileira, e
110 dia ao o vapor inglez Severn ,
conductores das listas da 3. lotera
da freguezia da Glora, que cor-
reu no da 3 do corrente mez e
paga inmediatamente logo que re-
ceber as listas, sem descont al-
gum, todos e quaesquer premios
que sahirem nos bilbetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos, ven-
didos na praca da Independencia
n. i3 i! i5, loja de calcado do A-
rantes, e na ra da Cadeia do Re-
cife n. 46, loja de midezas. Es-
tao expostos venda os bilhetes e
cautelas da 3. lotera da freguezia
da Gloria.
t'IDVDEDEPAIUS.
Kim do t'olicuio n. 1
Novo sorlimento di' chapeos de sol, para
lionii'in e senhora, a saber :-chapeos de
sol de seda, armacSo de baleia, de 4,500 rt.
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos do panno lino, de ar-
macSo do baleia e de ferro, de 1,600 a 3,3o0
rs. ; ditos ditos de armacSo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., todos limpos : grande sor-
timeoto de sedas e pannos, em pecas para
cobrir os mesmos, baleias para vestidos e
esparlilhos de senboras. Concertam-se te-
das as qualidades do chapeos de sol, tudo
com perfeicSo e por menos preco do quo un
outra qualquer parte.
Cadeiras.
Vendetn-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na ra da
o 117. n. 10.
Uva< novas a 4ooo rs. o pote.
Na ra do Collegio n. 5, ha urna poccSo de
potes de uvas ni muilo bom estado, as
Nova fabrica de chocolate lio-
moeopiticq,
Em a niesma se oncontra o chocolate ho-
meoptico aprovailo e aplicado pelos Srs.
Doutoresda homaopathia seencontramaiso
seguintoio grande clincoUle hespnnhul lino
amargo uara regalo, dito entre fino tempe-
rado la iiih ni para regalo.criocolale para o
diario, cha preto, d india, hysson, caf
moido puro, cafe de levada, canalla muida,
puxuri, l' 11 un i do .Maranliflo, farinha do
mandioca offede caroco, sevada em gr3o,
charutos da Bahia, tulo de suporior quali-
dade e commodo preco.
-- Vendem-se amarras e ancoras de ferro:
na ra do Trapiche n. 10.
A todo o fielchristao.
m Acaba do sahir a luz no Itio de ja- ,
a neiro o seguinte : ^
v Livrinlio milagroso4 *
# Da vera Efllgie divina do Hoslo de U
* Nosso Senhor Jess Christo compa- 9
- iiliailn il.i mesma, ni agem ricamente
f- gravada e de um nrevo resumo da vi- <*
dado Noato Divino Salvador, offere- >
1 ci lo a lo7o o fin! christAo. Acha-se
ga estampada na frente deste lindo li- a*
00 vi 1 iiii<> a seguinte poderosa recom- v
inrn lacBo : Este livi 111 no parece-
v me proprio para excitar a pie lapo e >
H ili'vnc.iii dos fiis: segu urna tradi- v
ao Senhor Jess l.hristo.que n9o con- *
4
Oprimo vinlio branco. i Vinho de Champagne, Moinhos de vento
Vendem-se barrii de 5 em ni- e superior gnalMtde : vende-se no arma- om bombas de repuebo para regar borUn
venuem se Darris ue JIB pi em Ktiknffa ,rmosRu. d. cruz, n.10 ba.xasdecapim : vendem-sena fund,,j
So
Q dos sitios dos Srs. Carneiros.com
n\ grande cast de vivenda, de quatro ...
agoas, grande senzalla, cocheira, r"Jde casa e ra com muita fileliJ.de
** -'-baria.baixadecapim que sus- "T".^1/:! P?.1".???'0??." '" "tai
Callum.narua do Bro
ma preta perfaita engom.
he propria para esse ser,.
50 por ser reforcada do corpo, fai o mais t.
estril
cfe n. 48
JI VIILl.lII tlt LilsUU 1. esirniaria, uaiaa uecap
Vende-se cal de Lisboa, de on- lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- V faz o mais semeo de casa com perforo,
venae se ca ue i.i.uoa, ue op g ^ ^ ,e c UwrModo qneamba sHocreoulas, flTcn:
tima qualidadc, Vinda no ultimo G pira bariho bastantes arvoredos de Olidas por hita de cobres : na ra largado
-:~ trata-se com Augusto C. ffucto : ha ra do Collegion. 16,se- Rozario, loja n. 35.
a razendas modernas e muito bara-
tas, vendem-se pelos seeuinlp
Vendem-se velas de espermaceti!, en n "Ilci1
l'ln de sapateiro caixas.de superior qualidade : em casa de
trro da Boa Vista, loja a. 58, vende-' '' Companhi.: na ru. d. Cruz nu-
Vi
mero 55.
so fio de sapateiro a 700 rs. a libra, e mar-,
roquim preto a 1440 rs. a pelie. -- Vendem-se cera em velas ,
A bordo do patacho nacional Euterpe,' fabricadas em Lisboa e no Rio de
lia superior larinha de S. Calharina, chi'ga- 1
da ltimamente : trata-sea bordo do mes-i Janeiro, em caixas de IOO libras
mo patacho fundiado defionte do trapiche Isortdas, de I a 16 em libra, etiwn-
precos
Grvalas de setim preto ja feitas a ,^
Ditas de seda de cores muilo bonitis a I 200
Ditas de cassa da India muilo linas a 'soo
Chales escoceies de todas as cores a 1 5qq
Cortes de casias empapeladas do ul-
timo gosto 2,000
Ditos de ditas mais finas :!p i,,,
Chales de 13a e seda muito modernos a S.'aoo
quaes se vendem a retalho o em potes, pelo ^ tradiz as que s9o adoptadas sobrio k>
diminuto preco de 4,000 rs. ^ mesmo objecto poralgunsescr plores ^
Vende-se vinho de champa- refenndo-se a outrosaniigos. o li- 1 1 J- ._-._;. ni: aj vrinho podo ser lido com fiuclopelos &
nhe legitimo e de superior quali- ,,, ConceJ1ao> 25 oe jilieiro de
dade: em casa de J.
Reller &
1S51. Bispo conde capeliflo-iiir,
vende-se no pateo do Collegio casa
m
Bilhetes 33,000
Meios 11,000
Quartos 5,Soo
Oitavos 3,800
Vigsimos i,3oo
No escriptorio de Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34, vendem-se osseguintes ar-
tigo*, por preco commodo, para
fechar contas: chapeos depajhado
Chille em porcoes de cincoenti;
nihas de ron/, e de nmeros; cu-
nheles com arcos, e carneiras de
cores: a tratar no mesmo escrip-
torio.
Vende-se urna canoa em bruto de ango-
lino por preco oiuio i-m cunta : a tratar na
ra larga do llozano n 44,
Ututo li ir,1 tu e muito bom, loja de
ferragens n. 56. A, ra da Ca-
deia do Kecife.
Foles de to los os lmannos, ricas formas
para podins e bolu,s ritas cuberas para co-
brir pratos na mosa de nilale rame; escri-
vaninhasd* Ut2o de varios tamanhus, per-
fumadores dito dito, ricos pentes de marlim
para bichos de deseoibaracar o mais fino
possivel; peneiras de rame amarelu e bran-
co proprias paralla qualidade de massa
ou farinha fieoscadiados grandes e peque-
nos.latSoo ferros o melhorquetem aparecido
lio morcado; ricas Tachaduras para portas
de rus, sala, gaveta, c rieira e armario, lu-
do patente; ferramenta de ourives; .maqui-
nas para turrar caQe. ratoeiras de rame e
ferro, de dlftVeotei tamanhos e muitas ou-
tras cousas que cum a vista se apetecer*.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Companhia, na ra da Cruz n. 55. ^ m n cdda um
Superior cha nacional '9f^+<*99.&p.9<9.9,v*9-W'+w
emeaixinhasdea libras, e da melnor qua- _. Wnde-se rap Paulo Curdeiro a 1280
lidade ; vende-se por preco commodo, na rs a |lbta na ret cla c,jeia loja de Joao
ra do Corp o-Santo 11. 2, primeiro andar. Jog (le carvalho loraes.
ATTENCAO'. Vende-se urna escrava creouia, ue ex-
., .. j,_ cellenteconducta.engoiiima, lava o cose: na
Na ra do Quennado, loja de ler- rua do Vlg0 n. i3 lerceiro andar.
ragens n. 3"] A, junto ao beco da Vende-se, por pre9ocommo-
Congregaco, anda ha um resto de 0 t farnhi de mandioc muito
meios bilhetes da lotera da Gloria do Rio de Janeiro, cuja gria, chegado de Santa Cathariua,
lista deve chegar no dia 19 ou aodo oqual se acha fundeado ao p do
corrente, e se vendem a ll/c-00 rs. caes do Collegio: a tratar a bordo
cada um.
Na v.-uda da quina dajrua Nova junto da
ponte da Boa Vista se vende docx de goiaba da
segundo qualidade.sen lo caixdes de 9 libras
a 900 rs., ditos.de 7 libras a 700 rs.,tambem
se vende presunto do ruino muito bom a
360 rs. a libra, linguicas do reino a 360 rs ,
ditos do .serillo 240 rs., lalinhas de sardinhas
mu superiores, e relogios americanos p
rima de meza, bons reguladores : na rua do
Trapiche n. 8.
Soblas.
Na travessa da Madre de Dcos, armase'
o. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320
cento.
Faneros com sal.
Vendo-se sal do Maranh.lo em paneiroi ,
de superior qualidado : no armazem do Sr.
Antonio Aunes, ou a tratar com J, B. da
Fonseca Jnior, na rua do Vigario o. 23.
Salsa parrilha.
A mlhor salsa parrilha que lia, chegada
no ultimo vapor, exista muilo pequeua
pore.lo. no armazem do Se Antonio Aunes,
na escadinha da Alfandega, vende-se a com-
modo preeo, a tratar com J. B. da Fonseca
Jnior, na rua do Vigario n. 23.
FARINILv de s. cathakina.
A melhor fjrinha de mandioca
e mais recentmente chegada ao
mercado, vende-se por preco imis
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigne Al-
mirante fundeado confronte ao
caes do Ramos : trala-se a bordo
do mesmo, ou com Novaes & Com-
panhia, na rua do Trapiche n. 34. ,
' ven'do-se champagne di marca anug. O dito bngue, Ou no escriptorio
e iiem conhecida, Comet, em casa de Deane dos consignatarios Hachado ex i 1-
Yu,e& .omp.^^u.^C.deia. nher0) do Vigario n
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, rarellos de anoz.
tt^ZSSlZrttttrStt S*, .ch.m-se.vend. moend.s1 Esta ISo conhecida e proveitos. subst.n-
o0mudoSarvV|T. dSVmprfdor'." "s.Todo'o *J canna. todas de ferro, de um modelo cia alimenlaria para MM
,.,.:.,,, .,, Am min hnmmtaiin construcQSo muilo superior chegada : vende-se no armazem do S. Au-
'V&mgff* 5TmS DEVERES UOS HOMENS, tonfo fmm R^H?&d.OT
no corredor do Bispo, taaibem se vende a a 5oo rs. 'AIUIMIIA JJL lXI^II Uftu,
retalho vontade do comprador, livre e do- Vende_se este CODlpPndio ,provado para
sembsracado, e he proprio, a tratar na veu-
da nova a entrada do mosroo corredor.
Vende-se no armazem de Vicente Fer-
reira da Costa ua rua da Madre-de-Dous,
louca azul fina bvuIsj, apparelhos de meza
e cha dos nielnores modcllos o qualidades,
por preco commodo.
Vende-so urna preta com 40 annos de
as aulas, em meia encaderna(3o, a 500 rs ,
cada um: na livrarian. 6 e8, da pra;a da
Independencia.
Attenco. .
Na esquinada rua larga do Rozario tra-
vessa do quei nalo n. 9, se vende os livros
seguintes tolos completamente novos os
Tinta eui oleo
branca everdo: vndese no armazen) je
K ilkm um Irm.los, rua da Crnz n. lo
Vende-se una parda de 20 tODng eo-
gomma, cose, cozmha, nSo tem vicios e
uem acnaques : na rua da Concordia qUPm
vem da ponte a esquerda, segunda casa ter-
rea se dir quem vende.
Vende-se a taberna da rua da Senzal-
la Vclha n. 15 : a tratar na mesma.
~ Vende-se por preco comm0i|0 ( mn
porcSo de meios de sola da mut,, muito
bons e grandes, por aticado o a retalho a
tratar na rua do Vigario n. 2o, prime'iro
andar.
Vende-se urna taberna, sita na praca
da Boa Vista n. 10 : trata.so na mesma ta-
berna.
-- Vende-se no armszpm de madiras ,
junto a secretaria de polica, urna porcSo de
madiras, proprias para estacada de ator-
ros, por preco commodo.
Vende-se um cavallo novo, o qual esl
muito gordo, e he proprio para montara de
senhora, por ter bons andares o ser muilo
manso : na rua da Aurora, venda porbaixo
do sobrado 11. 46, se diri quem vende.
-- Vendem-se escravos mocos, de 22 an-
nos, com bonitas li.'nras, creoulos, sendo
um bom official de sapateiro; 1 lindo mula-
tinho de 14 annos de idade, ptimo para pa-
gnm; 2 lindas escravas creoulas, mocas e
com algumas habilidades; 1 escrava de meia
idde por 280,000 rs cozinha e lava bem :
na na Direila n. 3.
Vende-se por preco commo
do,cal virgem, muito nova, che-
gada pelo ultimo navio, por preco j
muito commodo : no armazem de
Di is Ferreira, no caes da Alfande-
ga, ou com Novaes & Companhia,
na rua do Trapiche n. 34.
Vende-se por preco muilo
commodo, para fechar coalas, sac-
cas com superior farinha de man-
dioca, muito fina e alva, nos ar-
mazens de Das Ferreira e Antonio
Annes no caes da Alfandega: a tra-
tar nos mesmos, ou com Novaes &
Companhia, na rua do Trapiche
n. 3'j,
idade pouco mais ou monos, do muito boa quaes por cellos mativus se vendem por
conducta e propria pera todo o seivico : no muilo menos dmeu valor os quaes so : Os
armazem de Vicente Ferreira'da Costa na mysterius de Pars garnecidos com ricas es-
rua da Maiirc-de-lleos.
Loteri do Km de Janeiro.
No segundo andar da casa n. 25, da rua da
Cadeia do bairrodoS. Antonio, ha um res-
to de bilhetes da terceira loteri i em favor
da nova freguezia de N. S. da Gloria, cuja
roda deve ler andado em 3 do crrente. Os
amantes deste Jogu dinjao se moncionada
casa, onde encoutrario variados, e seguidos
nmeros.
lampas, O Jud o Errante. Marii llespauhola
ou a vietima do um fra lo com neis estam-
pas, os tres mosquetearos com eslampas p>r
Alexandre llnin.-, os viole anuos depols
com estampas por aloxan ir Du as, os mys
terios da Polica e das pruOes obra nova com
ricas estimpas, A E^oco jornal com ricas
gravuras, e o Caramui. Existe aponas um
exemplar do cada urna deatas obras.
Vendem-se superiores vinhos finos cn-
k i ..i./. tAiana garrafados, sendo do Porto, linio,em cai-
-- Vende-se p:1o torrado a quatro vintens do ^ ifg fl ue'Lsbo bMnc0
a libra : na rua arga do Hozarlo n. 48 rf muj b fl e||l|
- Vende-sa alvaiade om barris de qum- de d| 0 Porlo .
tal cada um : na rua do Trapiche n. 10. na ^ do ^^ n J9> vnmero ,ndar,
rarinhade mandioca. .. vende-se tijolo de alvenaria marca
Vndese saccas com superior farinha bastante grande no Jiqui ciara defronle
de mandioca a pircos rasoaveis : a tratar doengenlioindo la buscara 14,000 rs.o an-
coni J. J. i.issu Jnior rua do Amoiim
0.35.
A 3,ooo rs.
a caixa dos vordadeiros charutos de S. Fe*
lixvendem na rua do (JHeimado n. 9.
Iheiro.
Pechinclia.
No aterrada Boa Vista, I. ja decalsado n.
58, junto ao seleiro vendem-se sapalOes
de lustro a 2,500 e 3,000 rs., e muito bons
- Vende-se a taberna n. 123, no atierro a 3'500 r8- olles freKezes que s3o poucos.
dos AITogados bem afreguezada, quem a
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na rua do Amoiim n 5fi
e 58, ou no armazem do \ines no
caes da Alfandega.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:-
!|tambem se vende potassa da lius
sia, nova e de superior qualidade.
Tuixas para cng;eiilio.
Na fundicSo de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
to de laixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
quaas acham-se a venda por prefo com-
modo, e com promptidflo embarcam-se.ou
carregam-se em carros som despezas ao
comprador.
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos prego do
queem outra qualquer parte: na rua da Ca-
deia do Recifen. 50.
Espeilio de piirede
com ricas moldurus : vendem-se no arma-
zem de Klkmaoa IrnBot, rua da Cruz n. 10
pretender dirija-se a mesma quo achara com
quem tratar.
Vende-se na rua do Collegio n. 5, man
teiga ingleza muito bota 720rs., a libra,
caxmhascotn 2 libras de perasseccas a 1280
rs. cada caixlnha, chanpagne de marca ca-
irela a 2,000 rs. a garrafa, sebolas novas a
320 rs. o cento, mermelada nova, doce de
goiaba lino, lila com bolaxinha de manila,
e outros mu,ios gneros por piteo com-
modo.
Von1c-so um bom prelo, ollinal de
marcineiro, que representa ter 25 a 30 an-
uos : quom o pretender drija-se a Soledade,
rua de JoSo Fernandas Vieira, sitio dos qua-
tro leOes, quo achara pessua autorisada para
esse lim.
--Vende-se duas toilliascom l.bcrintoe
bico as ponas, e urna toda aberla de mui-
lo bonito laberinto : na rua do Queimadp
loja n. 14.
Vende-se urna mesa propria pira cu-
snha : na rua do (ueimado loja n. 14.
-- Vendu-se urna escrava bonita figura do
idadede22 a 24 anuos, muito iiel o sem vi-
cios ; lie quitindeira na la do Queimado
0.9.
Vende-se urna noltU, com urna cria
de 4 mezes, e com habilidades; no llondego
sitio u. 145.
Por 8;ooo rs.
Na rua do Queimado loja n. 18, vende-se
Lizia Potica, rica collecao de poeZias mo-
dernasde varios autores em 5 volumes en-
cadernados de novo por o mdico preco de
8,000 rs.
Na rua do Queimado loja n. 18, vonde-se
1 rico candieiro de gaz para cima de mesa
que anda nao foi servido por preco com
modo.
-- Na rua do Queimado loja n. 18 vende-so
obras completas de Lafonlaine om francez
encadernada de novo por preto de 4,000 ; he
barotissimo.
Feijo molatinho,
I em saccas grandes; carnauba de piimeira
sorte; esleirs novas; toalhasdelavarinto;
rendas; sapatos de homom e meoino ; cou-
ros e sola, tudo chegado do Aracaty : na
rua da Cruz do Recite n. 24, armazem do
Manoel Jos deSa Araujo.
Arados de ferro.
Na fundi(9o da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos. -
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Crande do Sul, e a preco
commodo, no armazem, do Das Ferreira
ao pe da alfandega.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
spermacnte : na loja de saleiro da rua da
Caueia do Rccife n. 3t>.
Kos-o.'rO'caa.c.O's.ac

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"18. S5 5
S-o
Bn => a
gosto de 7,000 a io(
Verdadeiras luvis de torgal de Lis-
b0 1,600
Canga da India multo lina, corado a ioo
Panno de liuiio do Porto de 18 a 19 va-
ras a m
Dito preto lino com duas larguras, co-
vado a 2|800
Cortes de meias cazimiras de bonitos
padrOesa 3|U00
Ditos de dita dita mais fina j,i;..
ptimas meias cruas, duzia de 2,600
5,200
al.
Zuarte da maior largura, covado a 200
rs., pe;as de 21 covados a 4,6oo
e outras muitas razendas de muitos precus
no armazem de fazendas de Gouvea & Lej-
a, na rua do Queimado n. 27.
I*. Deposito de tecidos da l'il*n-T'.
ca de Todos os Santos, T
a>. na Bahia. *
Vende-se em casa de Domingos Al- <
* ves Matheus, na rua da Cruz do Re- * cifen.52, primeiro andar, algodao^
J transadodaquellafabrica, muilopro-
rio de Machado & Pinheiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Gaixas para rap.
Vendem-se excellentes caixas de xifre pa-
ra rap, por commodo preco : na rua larga
do Uuzario n. 20.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RUA DA SKNZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Agencia d Edwin Maw.
Na rua ilc Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
mont&t Companhia, acha-se conaiantemeote
bons sortlmeotoa de taia de ferro coado e
balido, tanto raaa como fundas, moendas In-
eiras todas de ferro para animaea, agoa, ate,
dilaa para aunar em inadeira de todos os ta-
manhos e madellos o mais moderno, machina
horiaootal para vapor, comforcade 4 caval-
los, coucoa, paasadeiras de ferro eitanhado
para caaa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro Ingle
tanto em barras como em arcos folbas, eludo
por barato preco.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
do Kecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Vendem-se amarras de ferro : na rua
da Senzalla nova n. 42.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial,
Vende-se esto compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 o8.
ijas.i de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
, ( Nota. Cada garrafa conlom duas libra-
se de commtssao, tanto para a pro- de liquido, e a salsa parrilha de Brisiol he
vincia como para fra della, para garantida, puramente vegetal sem mercu-
H. .. rio, iodo, potassium.
erece multas garantas vende-soa s/ooo rs. o vidro na botica do
a seusdonos na rua da Cacimba Sr. Jos Mara Goncalvcs Ramos rua dm
m
pro para saceos e roupa de escra- J
vos, assim como lio proprio para re-
des de pescar e psvios para vallas, 2
por preco muito commodo. Z
SALSA PARRILHA
DE
As nuaiorosas experiencias feitas como
uso da salaa parrilha em todas as enfermi-
dades, originadas pela impureza do ssngue,
e o bom xito obtido na corte pelo lllm.
Sr. Hr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eeo
sus afamada casa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliven-a, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permitiem hoje de proclamar altamente
as virtudes cflicazes da
SALSA PARRILHA
DE
Quartois pegada ao auirtel de oolicia.
Sobrado em Goiaiina.
Vende-se, muito em conta,
um bonito sobrado sito na rtu
do Meio, n. 58 avaliado em
->. :oooooo, em o qual tem parte
n. 11, primeiro andar.
Vendcm-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. I\i.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos rsula Mara das -Virgens e sua
com cambio de sicupira e bracos !rmaa Joaquina Alves de Faiva na
da ferro; na fundcao da rua do importancia de 107,473 rs. quem
Brum ns. 6, 8 e io. pretender dirija se a caza de Kal-
Vende-se, em casa de A- kmann 'rmSos,rua da Cruz,n. io.
damson llowie & Companhia, na1 MOBILUS DE FEltRO.
.ua do Trapiche n. 4a panno de Vendem-se ricas mobilias de ler-
algodo para saceos deassucar ro c>nio canaps, mesas, cadeiras
muito superior e barato. com br850 c *em e,,ci e muitos ou-
tombas de ferro. |tros objectos de ferro : no arma-
Vendem-se bombas de repuxo, JJ Kalkmann Irmaos, na rua
pndulas e picota para cacimba: *" ^raz n* I0*
oa rua do Brum ns. 6, 8 e io '
luiiiliriio de ierro.
Farinha fontana,
chegada ltimamente: em casa de J, J. Tas-
so Jnior, ua rua do Amorim n. 35.
Deposito da fabrica do Todos os
Santos na lialila.
Vende-se, em casa doN. O. Hieber&C.,
na rna da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella rahrii'u, muito proprio para saceos de,
assucar e roupa de escravos, por precocom. mann Irmaos, na rua da Cruz n-
f> *>mmmmw9mmm*9'l0' r},cos pianos de iacarand> M
H Vendem-se ealugam-se bichas, che- Q, excellentes vozes chegados lia
De superior qualidade : vendem-se no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na ruada
Cruz n. 10.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmann Irmaos,
na rua da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
PIAROS.
Vendem-se em casa de Kalk-
gadas ltimamente de llamburgo, por
preco commodo: na rua de S. Amaro
n. 28.
Vendem-se selins e silhdes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
rua do Trapiche n. 4a.
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa vinda pelo brigue Novo Vencedor no
pa&eio publico Joja de fazeudasn. 15, pre-
to muito commodo.
VeinleBv-.se muito boas navalhas ingle-
zas para barba, tanlo em estojo de urna ,
como de duas,estes trates sondo bons, como
estas o sSo, tornam-se indispensaveis em
um clima como este a raca humana, esSo
objeelos de estima, a ponto de deverem ser
inventariadas, quando seu dono se retirar
io urna vez para S. Amaro; o autordellas
foi premiado pela descoberta da tempera
que soube dar ao ac de que ellas silo feitas;
meias brancas de lio da Escocia ; thesouras
finissimas para uobas ; grampas eovernisa-
das; oculos para todas as idades, a 800 rs ;
esporas finissimas de a;o com correia a in-
gleza ; escovas de falo; linhas pretas para
sapateiro ; espelhos de gavetas os maiores
que tem viodo, a 800 rs. cada um e maiores
mais baratos, e outras muitas midezas em
conta, para liquidar contas velhas: na rua
larga do Rozario n. 3b, loja do l.ody.
Caf a5 latas de resto.
Na confei".aria da rua eslreita do Rozario
n. 43, vendem-se latas com marmelada pei-
toral, pelo diminuto preco de 500 rs urna,
pesando 3 lloras cada lata ; a ellas rapazia-
da que be baralissimo.
pouco lempo.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Knllk amnn Irmfins,runda Cruz O. 10,
Escravos hipidos.
-- Estam fgidos da fabrica de calderei-
ro da rua do Brum n. 38, os dous escravos
seguintes: Felippe do nac3o Mocamln iiie,
representa ter 35 annos de idade, estatura
regular, cheio do corpo, e costuma embrii-
gar-se pertencente ao casal de Jos Mara
de Jess Muniz,; e Alexandre de nacSo s.
Paulo, de idade 35 annos, alto, falla demo-
rada ; que foi do Meliquer, francez mora-
dor no Rio-Doce, o ltimamente l'oi doSr.
Eduardo Bol i : ambos fugiramsem outra
molivo mais do que vadiarSo e sahiram.o
primeiro desde 25 do corrente, e o segundo
desde 36 ; roga-se a quem os pegar de os
levar na dita fabrica quesera recompensado.
Esto desapparecidos desde '20 de ao-
vembro do aono p. passado dois escravos se-
guintes : Benedito nacSo angola representa ,
2:> anuos de dade,lio casado bem alio, pos
unios grande,sbem parecido, barbado, dea- '
les lin.ados, Marcianna nafSocosla alta beni
parecida representa a mesma idade consta
tue foram seduzidos e conduzidos para fj*
ra-roga-se as autboridades policaese cipi-
Ues decampo a prandam e remettam pr
esta praca a entregar ao abaixo assignada
rua da Cadeia Velha n.l, que se pauar.la to-
das as despezas e se gratifica com 100.GOO
rs., a quem os prender e entregar; ese pr-
tesis contra quem estiver depossedelles.
Jos Knnc.lvi T.irres.


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