Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04604


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XX VI11
Quinla-feira 15
de Jnneiro de 1852.
N. 11.
i:;sx./j
DIARIO M m PEMAMB1C0.
mcqo da snBonippio.
Psoihinto ADitirrtDO.
Pdr trimestre...........
Por semestre ..........
Por auno ......... ....
PQO MINTI BUTlItlISni.
Por quartel ............
HOTICIAS DO 1IBPIBIO
Par.....17 deDezbr.jMinae... i5deNovbr.
Maranhio 2l de dito 'S.Paulo. 10 de dito.
Cear... 24 de dito. R. de 1.. 1 de Deibr.
P inhib. 2J le dito Babia... SdeJanelro
1/000
8/000
lB/lM0
4/500
DIA-iDA SIMANA. ACDIZNClAh.
1 Seg.S. Salvro b. ni
Ss. Arcadio > Zolico.
13 Tere. 8. Elarlo.
It Uuart.S Flix.
15 Qnlnt S. Amaro ab,
S. Segundina
16 '''Si S. Berardo.
17 Sab. S. AnlSo.
iS Dom. 9. .Sauliisimo
Nnmf de Jpsus.
Jnfiodf OrpMo
.e5. as lOboras.
1. rara do civil.
3. i- (i. ao melo-dia.
Panada.
3. e6.l 10 hora i.
2. vara do civil.
i. e sbados ao inelo-d.
ffafn.
Tercas e sobados.
trnaiialDII.
Creaceste 20. as 8 horas e 15 minutes da ui.
Chela a7, a 3 horas e 48 minutos da m.
Mlngoaute i le, a 1 hora e *8 minutos da m.
Nova 21, as 7 horas e 34 minutos da in.
rBXAMAB II HOJI
Prlmeira s 11 horas e 42 minutos da rnanbaa.
Segunda OrO minutos da tarde.
PARTIDAA DOA COBBIIOI.
Golanna e Parahlba, i egundas e sextai-
feiraa.
RIo-Grande-do-Horte, todas as qulntas-feiras
ao meto da.
Garanbuna e Bonito, 8 e 28.
Boa-Vista, e Flores, i3 e 28.
Victoria, s quintas-reiras.
Oiinda, todos os das.
NOTICIA a XATIl ANCHI HAf.
Portugal.
Ilespariba.
Franca
Blgica...
Italia....
Alemanlia.
Prussia .
Dinamarca
Russla...
Turqua.
I <1.- P'Vlil
8 de dito
1 de dito
3 de dito
2 de dito
I de dito
3 de dito
29 de Outbr
1 de Dezbr
I de dito
i Austria.. 2 de Dezbr
Sulssa. .. 2 de dito.
[Suecla... 28 de Outbr
Inglaterra 8 de Detbr.
E.-Unidos 23 deNoabr.
Mxico... 10 de dito,
California 10 de dito
Chili. 12 de dito
luenos-A. odeNovbr
Montevideo 71 de Outbr
CAMBIOS DE UDIJ NItnO,
Sobre Londres. 17 e 28 d. p. 1/
Pars, 34n por Ir.
Lisboa, 90 por cento.
BfETAES.
Ouro.Oncas hespanholas...". a 28/(i0il
Hoedas de 6/400 ve I has 16/000 16/200
de 6*400 novae. 16/000 a 16/200
de 4/1100....... 9/000 a 9/100
Prata. PatscSes brasllelros.. 1/9*0 a 1/9 Pesos columnarlos.. 1/920 a 1/970
Ditos meiloanoa..... 1/7(0 > l/75u
PARTE OFFICIAL
lo mudan-1 faz as ciencas os estragos de urna religilo de oppressilo ? Dzemos como os demago-
,e mudanca. graves'i que j toinaram lu-f m inlina, porque seduz a imaginicSo e O gos Irancn7.es : viva a liberdade illimilada .
Oque ne verdade beque lein
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTIUN-
(.11 l:<>s
Ki:neT) 882 oe 9 DE dezeMbro de 1851
Ma
la
que__
do rfgulameoto a que se retere o decreto n.
855 de 8 de novembro do crreme anno.
a r no camp dos Tactos, ~3em pretendenno
enumera-las todas, citaremos duas.
ArevolucSo rompen os lato. da dl.cirlinaj prec^menle porque ,
1 militar; perverteu o espirito do eierciio, e col-l' -OU? a en
locando-i sib as bandeiras dos chele popula- su'' '"ll",c0"* en
excluio
se ilim Mitn Atrevo-me a dizer, cm tu- E nSo temos nos desfmctados nor espa-
do, que sea prestigio he usurpado; he jo de quarenta annos a liberdade Ilimitada
raca anglo-saxonii de matarmo-nos uns aos outros, de derr-
engaoadora aerea; ho bar leis e novemos i* NSo se sorprendom
urecissmenle pprquo disse: delxemo-la hnje aqu os escriptores do tino, como se
nd.cxecular,. re.pel.o do, agente, con.u- re. ^^"^ '^Z^oTl^^^M^'t'oinmoi'^'qm prospera ao j fos'se m phenomino singular, ao verem
""" olrn o!. a?". 2,3. i k,6?" e 2onvmeu-a e.n massa. Irregulares de caval-J mesmo tempo n, a do mundo
I laria. abatilos todos
Eita mudanca deu urna baic poderosa ao| prostra-so.
Accrescente a tudo sto que a influen
que obra bem nao he senSo a
i silencioso; que as bois accOes
cxlra'ordrnarm"eVninTstr"o plenipotenciario de "".'"''"""{r""'"7su'oa'inianha contra Qul- refugiSo-se salisfeitas no sanctuario da
j- o \i o ___iG ri. ..n.mlirn nrmilllo 11^13' u. .... _..._, -
SSo de 8 de novcmu.u u s------- ~ ^-j,,, coudhos; e Ramiro, em En- r \,c".c.
Hel por bem. tendo en, vista a, nota, rever- ^'0""'Lnf,et cln Santa Pe, Rivera na llanda! .,' "X,
saes trocadas entre o meu ministro e secretario 0 .' p0uiroBa as provincias interirese "' Z <"\l
de estado dos negocios eslrangeiros e o enviado j.^^^'^^ snganos da situacao. do exemplo I
de S. M. F., em 18 de novembro prximo passa- e rchpnje rehabilitar a iclcncla c a
(lo c nesta data, e pela, quaes ficou estaeieci-i ^ d4, ar,n prcscrlplas; e o teinlvcl
da a reclprocldade. que arjaui postae em ce- c1udl|ho Muc|,0 f0| vencido pelas espingardas
cuco. a rpipfito dos agentes consulares esun-i ,..^._.5_, ..i. jl.i.iu. AMu ,i.n..
ditos porluguezes, as dlspo.icfles que se con-
lint nos arts. 2, i, 4, 5, 6, 7. Se IIIdo regula-
inento a oue se refere o decreto n. 85j de 8 de
novembru do corrente anno.
Paulino Jos Soares de Souza, do meu consc-
Ibo, ministro c secretario de estad j dos nego-
cios cstraugeiros, o lenha asslm entendido e fa-
ca execular. Palacio do lllo de Janeiro, em 0 de
desembrolle l85l, trigsimo da Indepcmlencia
c do imperio__fom a rubrica de S. M. o Impe-
rador.Paulino Jos Soares de Souia.
B1IN1STEH10 DA JUSTICA.
3." recfo.Ministerio dos negocios dajus-
lita. Rio de Janeiro, em 15 de deiembro de
1851.
lilil, e Kxm.Sr.-Tendosido presente aS. M.,o
Imperador o cilicio de V. Exc. sob o n. 179 e
data de 28 de oulubro ultimo.expondo as duvi-
das propostas a esua presidencia pelo subdelega-
dode policia daeldadede Mogy-Mirlm, sobre o
lempo em que deven passar em julgado as sen-
lencas por elle proferidas nos crimesem quelhe
compete o julgainenlo drlioilfvo ; sobre a -ni
competeucia para executar a. sent cas por
elle proferidas ; sobre o c.crivo que he com-
ptente para exrcuco de ucs sentencas ; e fi-
nalmente sobre a forma da liquidado das mul-
tas no seu juiso : houve o mesmo augusto Se-
nbor por nem approvara maneira porque V.
Exc. menciona haver resolvido as referidas du-
vidas, declarando .i i n lie subdelegado ;
l.fl Que as seolencas por elle proferidas, nos
casos em que llie compele o julgainento linal,
pa.sam em julgado drnlro de oito dias, segn
do o arl. 45i do regulamento n. 120, de 31 de
Janeiro de 184>, genrico e evidentemente com-
prehensivo de loJa. as sentencas de que tratam
os artigos que Ibes sao antecedentes ;
2. Que a execucao das scniencas por elle
subdelegado proferidas, Ibe compete vista do
principio geral que o juis qae profere a semen-
i;a he competente paraexecuta-la, salva a dis-
I....... i" em contrario, sendo quoo juio muni-
cipal smentc compete aexecuclo de senleo;as
proferidas pelos juizes de direili e tiibunaes,
vista do ar. 521 'J, do citado regiilainciito,
cujaexpresso literal he a mesma do art. 35, ^
!, do cdigo do procasso, sob cujo rgimen era
incoule.tavel a competencia ds jui/es de paz
para execularein a.propn.is aenieocas e nao
obsta o argumento deduiido das palavras > seis
mezes > doart. 4i8 do iiicii'ciouado regulamen-
to n. I2P, purque essas palavras se relerem nao
ss proprias sentencas dos juizes municipaea,
cuja aleada he a mesma dos delegados c subde-
legados para julgarem a final como lambem
ao. casos, enlie outros, de teulativa. complici-
dade, em os quaes, ou pela qualidade do criuie,
ou pela eponexo, os juizes de maior alfada
pdem cooherer e julgar ;
3. Que o escrivao competente para a execu-
cao da. scnlcnca9, (jue elle subdelegado profe-
rir, he o do seu julio, como expressamente de-
da inl.iiit.il i. pela discipliua c pela scienci
Este cxemplo nao foi Intil. Principiou a ap-
parecer de eiilo para c a tendencia para a or-
ganisacao dos cxercltos regulares, e, por flm,
saoesercitos regulares os que definitivamente
licaraiu em acem.
Ante esses cxercltos os caudllhos sao impo-
tentes para a victoria ; podem correr, pertur-
bar, cnsaiiguenlar o pais, mals j nao Iticsbe
dado triumpiiar.
Rivera, o prlineiro c o mais prestigioso des-
ses caudilhos gauchos, victorioso sempre na
guerra irregular, c senhor do scupalz, gracas
a esse systeina, nao ciiconlrou seno desastre
logo que leve de combatercom um exereito re-
gular, como no Arroyo Grande, na India Mor-
a, ele.
Esta mudanca he de um alcance immenso ;
basta dl.er que arranca as cidades ricas e civi-
lisadas le que anteriormente Ihes impunha
um chele de partidarios frente de alguns es-
quadrc. de Cavallaria.
Logo que esta mudanca fr auxiliada pela in-
trodueco do vapor, que estender os bracos
das cidades, que Ibes permiltir transportar r-
pida e seguramente a sua infamarla e amula-
rla a grandes distancias, o poder passai dos
dsenos do gaucho para os centros da clvillsa-
fo, docoimnercio e ta industria.
Comala reaccao no. elemento! e da Man*
ni.aco do poder militar, coincidi a apparico
no. negocios pblicos dos homens de urna ge-
rafo nasclda, creada e educada as dores e
as miserias da anarcliia ou do despotismo,
ultimo resultado da lioenca.
A gerafo que comecou a tomar a direccao
dos uegocios rcjajBfenta as ideia. consignadas
na carta que abaixo transcrevemos, e he escrip-
ia por O. Feliz Fras, joven escrlptor do Rio da
Prata residente actualmente em Paria.
Para beinsccomprchcnderquc as ideias des-
ta carta sao asdageraco educida a que per-
leuceoSr. Fras, b slara dizer que foi publica-
da no Chuce em Monieviico, coin assenllmen-
t e elogio de todos.
Eis-aqui a carta em tudoo que diz respeito
ao nosso objecio.
CARTA DED. FLIX FRAS.
Pars, 9dejulhodc 1851.
a Faz boje qualro anuos que Ihe eacrevt de
San.lago drdicaiido-llie um manifest em que
etiiiui.1 todas as minlias opinides sobre a des-
frnencta su ,,, ji nosso pala, aquellas ll-i
nbas erain a espresnao espontanea de um sen-
limenlo apaixonado c de ama convieco pro-
lunda, do meu odio ao lyrauuo argentino e de
ininha adhesao liberdade racional c modera-
da. Ilecordar-se-ba que citel emo as Idelas de
Monieagudo como os do mais iul. Iligentc co-
nhecedor das necesidades dos povos sol-ame-
ricanos e das iustituices liberae. estabelecl-
das cutre nos depois da queda do poder bes-
pauhol,
Mu longe eslava cu enlao de prever que
seis inezes depois liavia de rcbenlar em Franca
urna revoluro destruidora de todas as condi-
ces da existencia: que essa revolueno havia
de ser
accon-
consciencia, e gostam pouco de fazor rui-
do ; que a virio iu, mais bella que urna ode-
de Victor Hugo, he sempre modesta; o
comurenender, como eu comprebendo,
porque he que os demagogos silo os mais
insignes dos cbarlatSes, comodisseo mes-
mo Proudhon, no so sendo seductores
impuros da credululade perpetua dos [po-
vos.
Por isto mesmo ontendo eu que a Fran-
ca nSo dere ser nosso modelo, pela raso
mui simples deque um povo para rhegar
democracia, que ho a nossa aspiracu, nSo
tem do aprender a fallar multo, e sima
obrar bem.
i Se estas considerarles no bastirn, po-
co aoi homens reflectuios da Ame'ica Ma-
ri lional quejulguem a Franca porsuas ac-
cOes ; que Ihe perguntom o que pensa, o
que quer, oque faz.. Se eu fra Francez
acnaria mui difljcil a resposta. A anarebia
he a negaco de tu lo; nada allirma: que
outra cousa pode ver-se as crencas, as
vontades, as accOes di Franca, alm da
anarchia ?
A Franca actual nasceu da revotucuu
do fevereiro. Esta revoluijSo tinha um pro-
que a poetisa do mundo vjqueum presidente subslituioa (
os sous dolos, decahe e Per' sem ter recorrido i lgica do motim?
He cousa singular, meu amigo, que na A-
merica do Sul queiraiuos mais liberdade
medida que cresc^m as liberdales que ul
trajamos 1 E no nos contentamos com ser
18o livres como os Fancezes ; queremos ser
mais livres do que os Norte-Americanos.
queremos mais liberda le do que a quo de-
sejavsm Washington, Jefforsone Fianklm
para a sua patria.
Veja l se eu tinha rx3o para deplorar
que nos esquecessemos lodos os diasrda-
quillo de que menos nos deviamos esque-
cer, de quesumus sul, sul, sul-amoricmios
O orgulho, meu amigo, he cousa lastimosa
as criancas, porm tos povos anda na in-
fancia he insuponavel. Entre as preciosas
recorlar;0es que trouxe da America, no
me esqueci que um diario da capital do Chi-
le, ao saber da revoluco de fove eiro, di-
zia : Feliz da Fran;a que-vai imitar-nos no
uso das inslituicOes republicanas! Hacer-
las singelezas que fazem pasmar de sorpro-
za, por tnuito que as cousas singulares te-
nliamombotaJo eolro nos a faculdade de
sorprender.
Aquolle diario chamava-se o Progresso
e sem dovldl aquello que assim se exprima I .
foi depois partidario dos clubs, novdade li-
beral de que no tnbamos dado exemplo 5_
Porque se desvanecim os Chilenos da paz
dequegozam? No tanto poqun djsfruc-
tam o direito de escrever arligos dejornaes,
como porque vem garantida a familia, a
propriedado, a religillo, a vida.e f honra,
por flm a liberdade civil, ameacadas porto-
dos OS la IOS pIO re lllilii'ano R0SSS, u [i -
los republicanos demagogos.
a Eu desejo o progresso, mas quero come-
i,-i-ln polo pi i iii-i ou, r n princitiio de todo o
progresso he a ordem o aprecio todos os
progressos na ordem seguinte ; primeiro os
moraes, depois os inlustriaes, em seguida
os intellectuaes, e por fim os polticos. Te-
mos adagio vulgar que diz : Aquello que
multo abarca pouco aporta. > Eu no que-
ro pois abarcar em demasa, com receio de
perder lude.
A meu ver, meu amigo, estas verdades
silo elementares, mais em materias sociaes,
estes rendimentos da sciencia potilica, ho o
que nos importa aprender, e nflo os hrilhan-
t s discursos dos genios da Franrja, que n,11
estilo do accordo entre s, e quo o no estilo
sobretudo com as nossis necessidades'amo-
ncanas.
K-Us opini is polem fazor-me apare-
cer aos ollios dos liberaos na America do Sul
como um lauto corcunda. Aos quoalacam
aqu o reina lo de Luiz Fellippe, dilo seus
partidarios urna resposla que Inevalo mais
do que um livro de numerosos argumentos,
e ho nsta : Dezoilo annds do paz Con
fossoquo me nilu envergonharia de ser cor-
cunda no Chile, pois pndena dar aosseus
inimigos a mesim reposta : vinte an-
nos de paz, eem urna repblica sul amorica
i qu_ _
Franca, e que era preciso copiar della.
Qusndo eu soube que um motim tinha en-
sangueotado as ras de Santiago, a nica
gramma? Qual ara f Esta revolucSo no cousa que nos sororendeu, pois que tmlia
foi nema expresso de um voto nacional, noticia da existencia dos clubs, foiquetar-
nemade um principio, nem a de urna ne- dassa tanto em rebentar. Oque se podees-
cessidade social. A prova ioconlestavef he
que quando a Franca fui cnamada a man- quelles paizes seno um motim?
feslar, no uso mais completo de sua sobe-
a mi 11, a sua voniade, elegeu um principe,
parar dos clubs de rotos a de artesos na-
A liberdade moderada, meu amigo.ca la
da mais me convengo disto, he a nos cidio o aviso n. 32de i843 ;
4. Que a llquidaco da multa de ve ser regu- de coininover a Europa, o que cu hava
ladapelo arl. 424 eseguiutesdo regulameulo! tealcmunha linmediata de lao grandes
n. 120, e pelo regulamento de 18 de man o de, lecimenlos.
l49,n.595, cujas regras sao geraes e cominuns Uc "" comtudo. o que acconteceu. VI-
a lodos os juizes crlininaes. In,e c"> presenca de urna crise assombrosa, pu-
O que communico a V. Exc. para aua in- de estudar com a despreocupacao de um es-
telligeucia, e cu rciposia ao seu supracitado,""!!1" <""' Instructivo de lodos os livros
0n-(c"0 iurna irvnilu;.ni que me apreseniou oua
I ni' v-ni a frente da roscc3o contra a repu- grande necessldade. Porque he que o Chile
blici. tem mantillo a ordem e a naz por esjaco de
O paiz pedia a roforma, n3o a republ- 20 anuos no m-'io dos abalos brutaes dos
ca ; a lena proferido a esta a moiiarcuia paizes que.o rodam ? Porque he e lem sido
sema reforma. A revolucSo n3u leve um a menos republicana das repuDliras da Ame
objecto poltico. Tc-lo-hia social? Nego-o rica do Sul. Ve iir progresso s instituyos
igualmente. He verdade quo o socialismo antes de te-las realisala nos coslumes, li
levantuu-se vigoroso e ameacador depois loucura.
de fivareiro; mas o socialismo aprsenla- ronv,im. I>a
se acaso para dar remedio nos proTun ios ^Xm^cStJS^l o meu
males soc.es. Longe disso, o sucia ismo f an d
explrale aggrava a miseria, como grande Buenos-Ayres, que possuimos ins-
meio de acS3o revolucionarte. 0 meu a* no*ior ao/nosso9 cstu.
Sg&SUSMS 8aatta^r.vh
r!ni h 1 r Tq^ ? .?o\,ef" >w queo falla, nao be lar a quem es-
mo nao he seuSo ofruionalural de urna ci- ,., \,_____*.""". _. 1- j. .1." ...-
vilisacSo immoral. As classes superiores,
crave. Opovon3osabe nada de tudo Isto,
nem sequer conh ice a sua propria ignoran-
das classes subalternas. Os ricos gozavam ; 1 "3 uo "
os artistas trabalhavam os objectds que de- Tambom he mentira que possamos rea
viam satisf.zer os caprichos do Inxo. Osen- [lUaW completameola a repblica, porquo
sualismo reinava em loda a Franca, a nada Bina repblica n.io re reahsa com a sobera-
mais lgico do que ser sensualista adema- ma dos ignorantes. E se nao, diga-mesa
gogia muderna. I nos 40 annoa que contamos de vida inde-
Deos euarde Y Exc -Euieblo de Oueiroz!"' poderosa ato, e me permiulo contem- Se os pobre fossem cm Franca religo- pendente houve ja um dia em que o povo
miinho M.ttoso .amara. -Sr. presidente da P'a-la en lodos seus vicise virtudes, mas SOSi CU(D0 s3o na n.lia.sua dr se tena ra- fosse soberano em qualquer das nacOes his-
sign-do. Imagino o meu amigo urna Iran- pano-amencanas. Isso n3o sucodeu, por-
Co
provincia de S. Paulo.
CommanJo das armas.
Cuartel gentral na cidude do Hecifi, Hit ja
neiro de 1852
ORDEM D
O manchal de cam
danlc dns armas, om
que 11 ni l. ni llio endereco
danle superior da g
municipio, declara quo o Sr. alferes do
quarlo batalhSo Antonio de Paula Fernan-
das Eiras, contemplad na relac3o trans-
cripta, na ordem do dia do quartel general
n. 55, de 11 do crranle, deixou do compa-
recer por estar fura da provincia com licen-
ta do respectivo chef -, o quo fora designado
para o substituir no corpo de guardas na-
cionaes em destacamento o Sr. alferes do
verdades eseus erros.
tou lam habituado a n3o julgar as
IheoriasseuSo pela pedra de toque da ex-
periencia, que me sintKia mui'O orgulhoso
ile ser argentino su tivessemos um argu-
mento semelhanU a opuor aos insultos de-
clamadores. Por desgraca om tudas as re-
publicas americanas, excepto no Chile, os
homens nSo lem gzalo senSo da paz da
Chateaubriand, que nos.diz ii.'io a ter uis-
fruclado sen3o no sei de sua mSi, e n.'i 1 a
es jurar sonSo no tmulo.
Ja quo na i potemos, meu amigo, di-
fractara paz goal, estojamos ao menos em
paz omiiosco. Eu a nocessito para ininna
consciencta, a pois que a surto me faz cs-
criplor, passo iniuhas conviccOas para o
i-i Vi.ioin o amigo, ao ler-me que
n.i 1 suu partidario eut'iusiasia de nenhuma
Inatituiejo. As in.stituicOas sSo palavras,
quando n3o lem sua naso nos fados, o co-
mo o mudo de ssr de cada paiz varia ao in-
liuii,1, pens que 11.io ha iiislitU'Cilo 11 -111111
ma absolutamente boa. Assim se lora i'r-ui-
ecz, lu_|iv, Hespanhol, Italiano, siria mo-
marcci-ta : so fra Hnzileiro lambem ose-
ra. Nos Estados Unidos soria demcrata.
Na Km,,1.1 nadaaou, porquo o3o quero sup-
por-me Rusa. Na America Jo Sul suu Amo
ricano, sou nomeui do bem, o homem de
ordem..,
I'olix Fras.
II UL. IIH-
INTERIOR.
SAN PAULO.
San Paulo, 10 de dezembro de 1851,
Cbcgou hontein noite a mala do vapor Ypi-
ranga que d'ahi parlio a 8; boje dl.lribuirain-
se os jornacs c carias, que alcaucam ald aquella
data.
Se cu lira um homcm poltico, em aclivida-
de de servido, por certo que hoje nao lomara a
peona para escrever-lhe; porque depoli de
.un inh.i 1 tem lugar urna elcico e era ualural
que eu quizesse ser deputado provincial ou
quizesse ao menos que alguein aeja uiiii.ni seja.
Este grandioso e instructivo espectculo d frailCeI>i e Graa-Bretatiha desaapa- >|ue no po lia succeder. O povo tem sido
^?Z2~S!13S&2: rece abatid, nos abvsmos. O sensualismo
cao, isto lie, o meu odio aos ly ramos e aos as-
sempre instrumento das vontades da mino-
". ra, quando nu tem sido victima do azurra-
pi.antes a tyraiii.... chamados dein.gogos e francez, por falta de Treio espiritual, sup
porta o material. Supponna Pars sem UiO gue dos despolas. 1
1 ceno que se poda responder-me que, pelo
nodo por que val correndo esta questao. pela
serenidade, e... (porque nSo dlrei ?) pouco caso
com que teinsido tratada pelos partidos, bem
podem os polticos tratar de outra cousa as
ve.peras.
le tambern certo que isto de eleico secun-
darla nao causa aqui inulta agilaco, porque
os eleltore. eslu fetos, e todos pertencem a
senhorc. Torres, Tosa, Paulino, Manoel Fell-
zardo e Euzeblo ; porque os quatro primriroa
nao consta que fossem duas vezes rejeitadoi
pelas respectivas provincias, e anda mals por-
que nenliuin foi eleito por provincia que pre-
sidiste o Dr. Pacheco ; e oqjiinlo nao be anda
senador: logo, porexcluso de partes, chega-
va o vulgo a conclusao de que o negocio era
com o Sr. Mont'Alegre; mas o Dr. Pacheco da
agora que nao he isso o que quera dizer na
sua carta c .nfidenclal aos amigo., c que muito
pelo contrario ee nao fez senao reduzir o nu-
mero de eleltores de Sergipe, e que a eleico
all doSr. Mont'Alegre foi muito natural e ex-
ponjanea.
Fazem-sc diversos juizos mais ou meuoi te-
merarios sobre a. cou.as que fornaram nece-
sarias esta expllcacao e sobre seus elfeitos;
ma. eu o. supprimo, e apenas digo que, qua 1-
toamiin, este facto revela o restabeleclniento
de rntente cordiale entre o candidato e go-
verno. e que portanto devein estar apianadas
as dilnculdades que se receiava surgisaem nes-
la eleico de senadores, por causa do estreme-
clmenio que pareca haver, sggravado pela In-
teligencia que gcralmente davam a alguns t-
picos da circular.
Vamos agora tratar de intercsse materiaes,
visto que tenlio-o j entrelido com os moraes,
que em todo o caso mereceiii preferencia.
Saber pie aquella companliia do Rio Claro
de que Ihe fallei largamente em cartas de mar-
co deste anno, trata de organisar-sc sobre no-
vas c mais vastas bases.
Agora einprebende aconstruccao de utna es-
trada normal para transito de carros desde o
porto de Santos ate o municipio de San Joo do
lllo Claro, seguludo um ramo al o Parabyba
para o norte, e outros ramos, quaolos basiem,
para dar coinmunlcaco aos municipios de Il,
Sorocaba, Pono Feliz, Capivary, Pirapora c
Constltulco. O tronco priucipal da estrada
passar por esta capital, Juudialiy, Campias c
Limelra, al alcancar o limite hn.ii (Rio 1 laro),
com 40 legoas de distancia do porto de Santos.
A louip.mili i coinproiiieuc-se a fazer a es-
trada com a largura necessaria para u livre
Iransllode carros e tropas, ccom urna incliua-
co geral, nao excedente a S por 100, salvo nos
lugaes d suuiina dlfticuldade, em que poder
ser at 8 por lno, e em pequea distauclas,
nao excedeotcs a 700 bracas, onde nao baja ab-
solutamente meio de diminuir a incluiaco
abaso de 10 por 100. ijomproinelle-se lam-
bem a fuer o trausporte cm carros da forma
mais pcrfeita, tirados por bestas, por um pre-
co que nunca exceder a 10 rs. por arroba e
por legoa.
Em compensaco exige a compaohia o ic-
guiulc: privilegio axclusivo para o trani-
porte cm carros, excepto os de uso particular;
0 rendimeuto da barrelra do < ubato por igual
lempo, seudo porin elevada a mais >0 por cen-
to a laxa actual durante os priinciros 10 annos
baixando outra vez ao quantum actual un se-
gundo deconnlo e rcduzlndo-se a 50 por cento
ucuos 110 lercciro. Kxlge tanibein a compa-
nhia que o governo fa9a as desapropnaces ne-
cessaias para o cslabelecimento de anuazens,
depsitos, pasiagens, etc., com a dillereoca que
as 11,mi.-ii.ni 1, cro pagas pelo goveruo, e os
terrenos pela coiupanhia.
Nao est anda estipulado o prazo mximo
em que acoinpauliia devedara obra concluida,
nem esta asseutado quem dar a direcco da
estrada e ramos della, se c governo, se a coiu-
panhia, se ambos,
13 de dezembro. ,
Quera continuar sobre cite e outros pun. .
ma. sorprebende-me a noticia de que o crrelo
'.11 lechado, porque a barca sahir le Santos a
1 I, e nao a 15 como suppunba; por isso cou-
cluo dzcndo que bontein leve lugar a eleico
le dcpuiados provnciaes, reuninoo-se 49 elel-
tores, dos quaes 3. goveroistas e 18 da opposi-
c.io; cada um votou uos seus amigos; mas nos
goveroistas houve multa divergencia: o He.
radceo conlirmou o que Ihe disse na ininha
ultima, pois nao sendo da chapa leve 28 votos
ueste coliegio : por ah regule os que ter nos
collegiosdc fra. Al outra vez.
(Carla particular.)
S. PAULO.
S. Paulo 18 de dezembro da 1851.
Comeco hoj minha correspondencia
crencas e corromp
Fraiuja, e nSo podem proluzir na America
Meridional senSo o mesmo doloroso resul-
tado.
NJosei quem disse quo a Franra he a
grande locomotiva que conduz o munlo a
civlisacflo. Que S'ja ella o centro dos
aconleciinentos europeos, he indubitavol ;
que con luza o mundo civilisatSo, Mpre-
Jenco francesa, como diziam nossos gau-
mesmo batalhSo quarlo Joaquim Joscdo!cnos Iia epoca da pnmeira ntorveoc3o da
Oliveira Jnior Franca no llio da Prala ; e por preteocSo
O 1nnrccl1.1l decampo declara igualmen-
te, queo mesmo Sr. coronel commandante
superior designou para o serv,.- 1 do dito
co'po os Sis alferes do quinto batalhSo Ma-
noel Joiquim dosPassos eSeveiiono Fran-
cisco de Souza, que espontneamente esta-
vam aquarlellados desde o dia 8 deste moz.
Apresentaram-sepira o servico do supra-
dto corpo osSrs. offlcuos do-primeiro bata-
lhSo da guarda nacional de Oiinda abaixo
designados :
Tenente --Francisco M ulitis dos Aojos
Paul com o respectivo contingente -- no
da 11.
CapitSo Francisco Luiz Virios no
dia 12.
AlferesAntonio Lobo Abberline de Mi-
randa Heniiquesno lia 12
Antonio Correa Sera.
EXTERIOR.
AS REPBLICAS SUL-AMEI11CANAS.
Mudancaa que eiiei ltimos qoarenta annos de
revoluco tem produzido na parte intelgen
te das sociedades sul americanas. Opinloes
dos novos publicistas sobre a democracia e
sobre a repblica, nos povos que nao tem
educaco e coslumes apropriados. A revo-
luco franceza c o perlgt que ba em tomara
F'rai.ca por guia e por modelo. A necessl-
dade da ordem e da sua conseivaco como
base de todo progresso.*
A maneira por que parle da imprensa brasi-
I ira trata os negocios da America Meridional
nos fax crer que nem Kinpre e.tuda a marcha
e a mudanca das ideias naquelles paizes. E
comtudo, suppor qoe as idelas tem estado es-
tacionaras, que quarenta apnos de desgracas
horriveis nao exerceram all a menor inUuen-
cia, nao cectuaram nenhuma mudanca, he
suppor o absurdo, he suppor que o enfermo
nao quer conheccr as causas dos males queo
atormentara, para conhecer c applicar-lhei o
remedio.
ranqa
franceza entendUm alies pretencao injusta
a infundada. De feiio, os Estados-Unidos
na America, a Inglaterra na Europa, 3o as
nacOos verdaderamente collucadas freute
da civilisa?3i) universal, o por certo que
oslas duas na (Oes nSo lam marchado a re-
boque da locomotiva franceza.
Para comprehender esla verdade cum-
pre fazer urna diatinceflo. A verdadeira
civilisacSo, cono eu a enlendo, he mais
um grande capital de honradez e de virtu-
des, do que de priucipios c de ideias. A
Franca falla admiravelmente; a Inglaterra
o os Estados-Unidos otram admiravelmen-
te. Em nenhum paiz do mundo ha mais
liberdade oscripta do que em Franca; em
nenhum mais liberdade pralica do que nos
Estados-Unidos e em Inglaterra. Onde es-
ta a verdadeira CivilisatSo? pergunto eu
ao bom seuso; e resaonde-mo : NSo esla
as palavras, esta nos factos ; nSo est as
biblioihecas, esta nos custumes. a
D ga-se que a Franca he a narjS) mais
culta do universo, e diz-se aquillo deque
n 1 n-.u ni p le duvliar. Em nenhum paiz
ha unios poetas, litteratos, novellisias, his-
toriadores, oradores, artistas, sabios mes-
mo; mas tudo isso pode existir sem que
exista a verdadeira civilis.cio, c, digo
mais, a verdadeira civilisacSo pode prescin-
dir disso tudo. Provam-o os Norte-Ame-
ricanos, que sem philosophia esemlitlera-
lura esli no apog6o do progresso conse-
guido ale buje pela humanidade.
Concebera, porm, facilmento o meu
amigo porquo lie qua a Franca goza no
mundo deum prestigio superior ao dotas
giandes nacOes. Coza-o porque falla mais,
falla melhor, falla francez. Os povos sSo
captivados sampro pelo lidio; a eloquen-
cia fez triumphar no mundo muitos erros
a muitos vicios. A palavra da Franca he
sempre potica, sympathici, harmonios):
vilisac3u corruptora. Porqae uflo ha soca- nado.
lisias 11,15 I-ota loo lu los nem em Inglater- Eu espero tuJo dos bons governos, un-
a.' Porque nSo cooliam esses paizes a de- da dos'demagogos que chamam o povo
fosa da uidem aos graudes exercitos? Por- scena poltica, e que amam o seu dolo,
que a sua clvilisacSo he moral. Aquellas como os amantes, para perde-lo, Faca-se
para quear a app slo de urna grandenac3o nula diz, nada tenda que tudo se ha de fazer por ello. NSo
explica, tem olhos e n3o vm Esses nio foi a grande lbenla le do voto, nem a da
sabem que por lodosos caminhos se mar- imprensa, nem ainlo a da tribuna a que
cha para a barbara, e que forca de abusa- s.lvou a ordem no Chile; foi principal-
rom de suas Turcas sociaes, as maiores na- medie o bom governo.
1,'i'ius ai-abam por voltarao ponto da part la. (Tambom sou partidario do progresso,
MSo ssbem que esses meninos queso cha- mis o grande progresso para mim nestes
mam velos Corrompidos sSo os mais per- paizes he a ordem ; urna vez conseguido, o
melosos dos louc.is ; que as nacOes estSo oulro progresso lis a conservarlo da ordem;
sujeitas tambern a esta luucura quando se e dopois a sempre a ordem; e como o uso
eniregam desmedidamente aos gozos mate- immodorado da liberdade por aquellas que
11,105. e que o malenalismo scienlilico he 0S0 tem capacidade para goza-la compro-
mais brbaro e mais funesto do que o das melle a ordem, sou contra ellas. "I 11 -
que nasceram, e nao luieressam o reipeltavej
publico, seno como um espectculo que da
pasto curiosldade, sem apaixona-lo de modo
algiun.
Ne.ta eleifo, por exemplo, discule-se qual
ser o podado (expresso leclinica) para entrar
0 Dr. Pacheco que nu foi Incluido na chapa
por ser juiz de direito como consta das de-
clarares oIBciaes, e que algn, amigos que-
1 in torear a sabir depuiado provincial, lalvez
para corrlgir o que liavia de acerbo na esclu-
san de todos os juizes de direltu.
Corre que a victima escolio la pelos tacs ami-
gos he o Dr. Carvalhaca, juiz de orpbos desis
capital, e que na ultima elelcao foi o mais vo-
tado de toda a lista governlsta : cousas deste
mundo/ bem dizem que o capitolio inora mui-
to perto da llocha Tarpeia.
No lem explicaco apresentavcl esta guerra
aoditodoulor: quem sabe se os que s uiovem,
sabendo que a juizaoca de oiplios da mais tra-
badlo que a de direito, querein fazer aos or-
pbos da capital o obsequio de uao trar-lhe o
hordas dos nosos desortos. crido entre nos que a poltica he urna sci-
e O socialismo he realmente a theons do enca innata que basta bradar liberdade juiz durante dous meze's do aun/ Pude bem
crlme, a encinar o crimo he peior do quo para servi-Ia, e este erro lem nos sido fu- ser que asjilin seja, e at he muito naiuraral
comuietl-lo. O nomem pode abusar da sua oesto. He mais difflcil sercidadSo, conhe-
tioerdadeat porder-se, mas quebranta os cer os seus direitos o os seus deveres como
seus deveres mais sag.ados quando enslna tal, sacrificar-se constantemente pelo bem
por palavras ou por escripto que he licito geral, he mais difflcil isso do que ser sapa-
roubsr e malar ; he mil vezes criminoso leiro' ou pedreirc.
quaudo adula os inslinclos ferozes da mu-1 Rousseau disse um disparate, como
que nao tives.e oulro movcl esta guerra .urda,
imprevista e sem declarado, que sott're este
candidato.
Dizem tambern que ha outros candidatos cu-
riosos do ladogovernista, que trabalbam acti-
vamente para tercio votos: estou certo que bao
de esbarrar as insumes reo nnmendaedes que
repuolicaua como so quizesse marchar co- iigencia e a capacidade da lberJade. Oque no Jornal do Commercio de 4 do corrente, em
roada paraosabysmos Sondo a repblica o temos nos foito para a educacSo dos povos aditamento sua circular eleitoral, c imerpre-
goveruo de todos, suppe rogras fixss de da America do Sul ? Nada. Oque deviamos tando-a na parte em que alguein achava urna
conducta geral, supoOe crencas, senlitnen- ter feto .'Tudo. E anda assim queremos allusoo so'rivelmeme ferina ao actual prest-
ios e virtudes communs. Som isso urna re- colher o fruct antes de plantar a arvoro. dente do con.elno. Ha de lembrar-se quena
publica nSo be sonso urna anarchia vergo- Chamamos soberanos aos rolos aos gau- circular a que me refiro. tratando o candiaaio
ni; e nao he preciso prever multo para nSopodemosrospeitarsuaiulolligencia.se na0 C010 com a proiccto dos miulstros nem
crer que o despotismo ha de sor o tormo e esta soberana da Torca lie a que ha de rea- ,,,. ,mll,, potestades do dia: tambern nio a
o Castigo da revulncSo de fovereiro. Ho para lisar nossa repblica, melhor seria nSo nos quero, nem a procuro: Ignoro mesmo .e os
ahi que os prosadores insensatos da lber- termos emancipado da llaspanha. ministros me hosiilisam. E supposto que tl-
dade cunduzem os povos crdulos que nel-1 A ordem que garantir a liberdade ci- vesse rasao para esperar a benevolencia Je
les confiam.
< A Franja esta na anarchi
despotismo, como m'o dzao
mein Pergunto aos meus comban mi*. u.w..ww ,. nwnwvoi nissavoe u mh. ,vcss neran
America do Sul, quo tomos nos a aprender palavra, o nosso povo nSo esta maduro pa- r|am; porque os ministro, sao sujei tos como
cornos facciosos ou Com os dspotas? NSo ra a liberdade ; eu preliro restringir .1 li- ', outros s paixaes, etc,- i'""J""-----"'" ,'7.'m~a i,nuo em aun 1
somos mesIresnesUs materias ; 1180 somos berdado poltica se ella comprometi a or- Ora, be visivel que esta lirada refcria-iea itesue aecisao, quo oram u P .'
doulores uestes dous direitos de rob'elliSo a dem, que he a garanta da liberdade civil, i um dos ministres actuacs: nao poda ser aos I companhia uevu aat l''.'
pa-
ra que nSo me succoda o mesmo que co.n a
ultima succedeu ; pois fui obligado a cor-
ta-la bruscamente porque o eorreio eslava
a fechar-so quan lo eu contava anda com
H boas hora do demora, por pensar que a
barca sahiria aloe n3o a 14.
Foi urna sorpresa moito desengranada que
fez-nos o vapor Ypiranyi; e lito tal vez pro-
venha de estar elle so om campo com o Flu-
minense, e portanto nao temer a Concorren-
cia de melhores e mais ponluaes servidores
do publico ; sSo resultados necessanos do
monopolio mas espero que nSo tarde mui-
to que alguem so lemhre que se puzer na
Carro ira de Santos um vapor de 300 ca val-
Ios, e capacidade correspondente que faca a
viagem em 15 a 20 horas, so elle ha de ter
carga e pasSsgeiros.
Podeajusiica quoeunSo deixe passar a
occasi3o pira dizer-lhe que no sorvico do
camiobo dos vapores ja he nitendido o pu-
blico : lauto ralhei co.n o delexo com quo
isto se fazia que ho justo quo hoje declare
quequa-i nada resta a desojar oeste ponto.
O presidente da provincia ordenou que as
nalas dos vapores nao gastassem in 1. de
12 lloras no trajelo de Santos capital e
vice-versa, e as malas obedecerlo. Como
coosequoncia do bom resultado desta pro-
videncia, foi possivel orJenarquo o eorreio
parlissd daqui na vespora da partida do va-
por a que peiteucor, s 9 horas da manhSa ;
e a oxperiensa te n demonstrado que era um
luxo de cautela fecnar o conetodous dias
ames com poto dobrado depois das dez
horaada manhSa. Estas duas modificacOos
13o facis, pelas quaes reclamo, ha tois de
anno, fazem com que muilss vezes tanha-
mos oqui jornaese cartas da corte com 3
horas de dala, o que he alguma cousa no
Brazil, atienden lo se a que estamos a cerca
de300milnas de distancia.
Agora sfaltava quo ao menos para as
maleados vapores fizossem os empregados
o Sicnflciodeeslsram na reparlicSo antes
das novada mannSa, ou depois de cinco da
lardo: porque realmente h urna semsabona
saber a geule queo oorroio cuegou as 5 ho-
ras a man, elarcenezn queso no da se-
guate as 9 a meia, quando malo, lera sua
correspondencia.
Bom sei que isto importara accrescimo
do trabalho para empregadus que sorvem
de m.nnSa ea tardo, contra a rogra geral :
oorm o estado tem dionero para tanta
cousa intil, senSo prejudicial, ea do lal-
tar-lhe para remunerar quem presta serv?
13o importante e indisputavel a este publico
que paga acertos e desacerlos de seu go-
verno }
Na minha ultima dava-lhn noticia dos
preparatorios para a formacSoda companhia
do Ro Claro sobro novas bases ; e diza-
' Ihe que dous pontos nico estavam penden-


eW
que emprehende.equom marcar a direccSo
deltas.
Nada diioi sobre o primeiroponto, porque
entendo que mais anno menos anno lio
questSo de pouoa importancia ; e mesmo
oslara dlsposto conceder maior pra/.o
atienta a novillada dos Irabalhos, que mul-
tas vezes hSo de er feitos e refeito, por
causa da falta de gente propna para reali-
ss-los com perfeiQo.
NSo '. ssnn, porm, quanto dlreccno ou
designscSo das linhas das estradas, lio evi-
dente quo a cormanhia l'm, neste ponto,
oseu interesso ligaJo com o publico, por
que necessariamente ha de escolher o t--rre-
no que mais solido llie parecor, e que me-
nos difflculiade apreseotar para conservar
O nivelamenlo ajustado : e por isso eu nSo
duvldaria descansar a esle rospeito no zelo
e inlelligencia da companhia, anda mesmo
com prejuito de um preceilo de direlto ad-
ministrativo, em virtude do qual o govorno
deve escolher a direccSo das vas de cim-
manicato, para combina-la com interes-
aos variados que esta a seu cargo promover
e defender.
Entretanto como estou certo que a com-
panhia ha de escolher a va mais cuita e
mais fcil, e quo ao mesmo tempo sirva ao
maior numero de productores, porquo ella
he tambem conductoia dos gneros, e quan-
to mais conduzir mais gantia, para conci-
liar o direlto com as conveniencias, que he
boje todo o segredo da administra^So mo-
derna, eu nSo duvidaria deiiar companhia
o direito de escolher e lixar, as linhas das
ostraJas, coni recurso para o governo quan-
do algum interesse superior fosse offendido
por ignorancia, capricho, ou mal ontendida
economa dos empresarios.
N3o sSo s os ministros que sdo horneas i
por lano sujeitos a erros e paiies, como
se diz em urna circular eleitoral a compa-
nhia ser composta de homens, e muitos
horneas juntos sSo sujeitos a muitos erros
o a muilas paixes, por isso se por ventura
para poupar alguns ceios do mil ris, ou
castigar alguma oussdia a empresa quizosse
l'azor passar urna linha fra e urna povoacSo
ou por dentro de alguma proprielade ha-
vendo outros lugares igualmente proprios,
alii eslava o governo para reparar o damoo,
examinando a reclamacSo dos interessados,
o decidindo conforme seu rnerecimento.
Ilaveiia iguaes perigos em deixar exclusi-
vamente ao governo ou companhia a II-
xac,3o das liuhas: o recurso pelo modo que
indico, no caso de oiTeiisa injustiilcayel de
legiuiosinteresses salvara todos os incon-
venientes.
Oesculpe-me se demoro-me alguma cou-
sa nesta materia, em atteocSo sua impor-
tancia para a torra que me vio nascer e
mesmo porque suspeilo que V. ha de (jus-
tar mais que en falle do estradas do que de
nutras cousas.
' De que tralarei agora? Quom vir esta
perguota ha do pensar, ou que looho tanta
abundancia de assumptos que vejo-me em-
ministrativo, eoD\ Crlspinlano Soares se-
r nomeado para o direito romano, passandu
nesse cuso, o Dr. Ramalho, entflo substituto
maisautigo. para a cideira de prallca, e
provendo-so pelo modo ordinario as duas
vagas que fic.riam do substituto.
Sena occ-islSodedizer :i ben trvalo; porque heopIniSo geral que o
Dr. Molla seria multo proprio para o direito
administrativo, e quanto ao Dr. Crispinian-
no, uinguim Ihe disputa os crditos de
apaixonado romanista, e at dizem quo um
de seos maiores prazees he achar urna sa-
bida para lirmonisar duasou mais leis ou
decisOesque psrecem ou s0o realmenlo con-
contradictoras no direito romano. Assim
corlavam-se inuitas difllouldades ; e como
a lei nada disso sobre o modo do provimento
muitos opinam que sc-ia muito regular-
mente feito pelo modo que expuz.
20 de dezembro.
Adiei a conclusSo dests carta para espe-
rar o correio de hnje, que ha de trazer-nos
grand abundancia de noticias eleitoraes
Dos colleglos recebidos at boje o resultado
nSo pode ter agradado os goveruistas ; por-
que tem bavido nSo pequea disperso de
votos, e alguns opposicionisUs tem sido
soflrivelmeote votados por oleitores govar-
nistas.
O Dr. Pachoco, quo nSo entrou na chapa
do governo, tem tido muito boa volarlo, e
parece corto que ser deputado provincial:
quem tem pago as custas deslas divergen-
cias sito especialmente dous can lidatos des-
sa chapa, o Dr. CavalhSese Manoel Eufra-
sio de Toledo : o primeiro ainda disputa a
mSo porque pegou-se com bom santo, e tem
r'cebido boa volacRo em collegios opposi-
cionistas que compensa a que tem perdido
nos governistas; o segundo j naufragou,
porque parec que tem bavido urna cons-
pirado para o exclui-lo, visto quo j pas-
- mi de tros os collegios do sua parcialidade,
onde ni.i tem tido um s voto, e em outros
apenas tem-ae-lho dado o disimo : isto cha-
im-se caipora ; porque realmente nada ha
mais fcil e seguro boje do que a eleicSo
para deputadq provincial, para quo m en-
trou na chapa governista, que tem em sou
favor urna malnria do mais de 100 votos so-
bro os da opposic3o. SSo mysterios que eu
nao sel decifrar, mas que naturalmente,
mais boje mais amanhSa, hSo de ser ex-
plicados, visto que vivemos em um rgimen
de publicidado onde as cousas mais occul-
tas lugo so divulgan).
Emquanto n3o chega o correio, quoro
sempre ir-lhe contando alguma cousa : fa-
rei como cortos cavalheiros, quo principiam
sempre urna conversado fallando do tem-
po, para, conforme as respostas, irem a-
chando alguma materia menos sedica. Pi-
mplos que vejo-aieeiii- roee.me p0Im que com y., qu9 n3o me
baracado na esculla, ou que estou complo-1 ^ responder, me acontecer o mesmo
lamente m albls. Isto he, baldo ao naipe, Lueacontece ao tae9 quando encontram
o que o3o sel o que mais Ihe direi. Errados l pminno |imita.se o inexoravel
seriam ambos os juuos; purquenSo M la mon osvMa,)o;_Esta niUitoquenle hoje !--
tanta ncai tSo pouca materia de que posso |sim..rfao cnovo na bem tempU /.-NSo-lslo
a.nti._^l r...... _* ,*.. I n trillar fliiLl* f^aPIM
dabarca, eamanliSas com tlVtedobrsdo p0Ucaa illuacOes oonheco cu menos dlgnai
esta seria ailniittida, desisto demandar-Ib- de seren ambicionadas do que a dos governoi
natural e suavemente tratar neata carta.
Pede a boa ordem que depois de um Inte-
resse material trate agora de um progresso
moral.
Ja par veies Ibe teolio leito notar o desen-
volvimento do jorualismo nesta provincia
porm nao penaava que tumasss anda maior
incremento. Publicaram-se recentemenle
mais duas fallas, o Commercial, em grande
lormato e hebdomadario, o o l'regoeiro, do
pequeo formato esahiodo tres vezos pur
semana.
Ambos deiicam-se, especial e exclusiva-
mente, aos interesses commerciaes, indus-
triaos e pbltosophicos, o ambos jurarflo a
seus deoses nao se envolveren) em poltica.
lie urna empresa bem diflieil sustentar fa-
llas deste carcter em um paiz central, on-
deo commercio e a inlustria tem t3o pou-
co movimento; entretanto o primeiro j est
no quinto numero, e o segundo no 17, e
apparecem nos das prometidos cheios do
anuuncios, noticias internas e externas, ar-
tigo* lillerarios, romances e poesas, e polo
geiloque levam psrecem decididos a viver.
OVregoeir, porm apparecendo tres vezes
por semana, e portadlo dando com mais ce-
leridade os anuuocios, deve necessariamen-
te ganbar muita vantagem sobre seu collo-
na o Commtrcial.
Disseram-uie quo ambas estas publica-
res sfio em presas dis respectivas typogra-
pbias para terem alguma cousa que fazer ;
mais eis que cliega una nuva typographia,
transportada de Santos pelo seu proprieta-
rio, que naturalmente pensou que vinha
apruvritar boa maro, illudido por tanta ac.
tividade jornalistica; est-me parecendo
que se quier trabaIhar, ha de fundar tam-
bem su i folba ; mas o que duvido he que
naja leilores para tantas folhas principal-
mente qutndo nSo fallam de poltica nem
da vida albeia.
Tambem vamos fazendo um notavel pro-
gresso no generobailes; de 16 do passa-
he de desesperare capaz de embotar o espi-
rito mais acuminoso; mas tenho visto al-
guns 13o tenazes e mpassiveis que nSo re-
cuam diante de urna balera de sim e nSo,
he verdade, etc durante urna conlradansa
inleira, e mais o competente appendice do
passeio no intervalo at seguinte : he
urna especie decoragemque reputo supe-
rior de II. Poitevin, quando sobe ao ar no
seu cavallo, arrebatado pelo seu bal3o.
Entretanto sempre lhodirei que este an-
no quasi escapamos do ver3o al 10 do cor-
rente fez frio como em maio ojunho; os
dias eram nublados, e to tas as tardes o in-
fallivel sudoeste trazia-nosos nevoeirosda
sorra do CubatSo. Em outras eras desde ou-
tubro tinliamos calor o trovoadas quas to-
das as tardes at fevereiro : ha lempos a es-
ta parto estSo quasi abolidas as trovoadts,
e o fri invade os ltimos mezes do anno ;
beque l por cima tambom lera bavido re-
voluQes.
Talvez que ausencia do calor se deva at-
tribuir a frieza com que se est tratando de
elcicOes por aqu; nSo sei em quo isto vir
a dar, os governistas anda n3 i organisa-
i.im chapas pira sonadores, o a opposicSo
diz que nSo aprsenla a sua cniquanto nao
vira outra.
Os deslacamentos de que muito se falla-
va, eque, segundo sedizia, deviam ir, quaes
barbadinhos pregar pelo interior a adhe-
sSo a chapa governista, ainda naos move-
i.im da capital; os ruge ruges de desintel-
ligenca entre o Dr. Pacheco e o governo
continuam, o com mais forca ainda depois
daquella carta explicativa, o que me con-
funde o a muitos espanta. A principal influ-
encia opposicioni'tada provincia, o briga-
deiro Tobas, fui percorrer suas fazendas
do sul, e nao estara de volta senSo para 15
de Janeiro, e a eleifSo de senadores he a I
de fevereiro!
a apuraclo, incluiado os collegios que hSo
de vir pelo correio.
Entretanto vai a ultima dada pelo Y'-
ranga; depois dol i vieram os collegios de
Iguape, S.-Sebasti3o o Alibaia, que com-
pensa Ti-se ; porqu*este dru 30 vulos op-
posi?3o, o primeiro 5 e o segundo 1 para o
eral, e at 8 para alguna, e assim equili-
brum-so. Se al a noite pudor arranjar ou-
tra apuradlo, mandare, pois o crrelo ha de
partir mnnli3a s 9 horas.
ELEigA'O PROVINCIAL.
Apura(3o dos votos dos collegios da capi-
tal, Mogydas-duzes, Jacarehy, Taubal,
Santos, Campias, Il e Surocaba.
I Conselheiro Carlos C de Campos 156
1 Monsenhor Ramalho 156
3 Commendador I. M. da Suva 155
Conego Joaquim M. C. de Andrade 155
5 Dr. Francisco Jos de Lima 155
6 Dr. F. A. de Almeida Mello 151
7 Dr. II. JosS deSouza 153
8 Dr. Jos I. Sllveira da Molla 153
9 Dr. A. Josqulm Ribas 151
10 Dr. Jos A. Vaz de Cavalhaos 151
II Dr. G. J. Rodrigues dos Santos 1M
l Dr..A. C Barboza da Cunha 1
13 Antonio Joaquim da Rosa 1*9
i Dr. DeKino P. de U. Cintra 1+9
15 Dr. Jos Elias Pacheco JordSo 1+9
16 Dr. Ignacio Jos di Araujo 1+*
17 Dr. Manoel B. G. do Carvalho 1*8
18 Dr. Jos Mathias Ferreira de Abreu 1+7
19 Dr. Diogo Mondonca Pinto 1+6
20 Pad.e Domingos Ma>condes 1*5
21 Dr. Salvador J. C. Coelho 1*5
23 Padre F. de Paula Toledo 1**
23 Dr. J. Dabney de Avellar Brotero 1**
24 Dr. A. B. Gomes Nogueira 1+3
25 Dr. A. Candido F. do Abreu 1+3
26 Dr. Jos Alves dos Santos 1*
27 Jos de Aguiar ToleJo 1+2
28 Dr. A. Pinto da Silva Valle 138
29 Dr. Joaquim I. Silveirada Molla 138
30 l.uiz Alves da Silva 138
31 Dr. Mariin F. Ribeiro de Andrada 138
32 Antonio Gomes dos Reis 136
33 Manoel de Olivoira Franco 136
3 Marc.-llinoJ.de Carvalho 136
35 Commendador A Quelroz Telles 13*
36 Antonio Fiuza de Almeida 133
Manoel Affonso P. Chaves 133
Dr. JoSo N. de Souza Freir 130
Dr. Mariano II. de Souza Mello 130
Francisco de Paula Machado 129
Dr. Daniel Augusto Machado U8
Dr. Jo3oda Silva CarrSo n-'
Dr. B. AvelinoCaviSoPeixoto H3
Dr. Joaqaim Ignacio Ramalho 11'
Dr. Agostinho Jos de Oliveira M. 10?
Antonio Clemente dos Santos i"'1
Antonio Jos Nogueira 109
Dr. Joaquim Jos Pacheco 109
Brigadeiro Raphael Tobias de Aguiar 108
que prcsldem aoa deitinos de um pala avlltado
eIraca nada concebo t9o glorioso e digno de
Invcja, como a daquellesquc se acham a fren-
te de grandes nacionalidades, reipcitadas c
glorilas.
Poucos momentos ha paro inim na hiitorla
lao agonliavela, como aquelle em que lord I'al-
merston, Ao alio da Irll.una doa coinmuna da
Ioglalerra, lan;ava i Europa e ao mundo Intel-
ro, que o eicutava, aquellas memoravei pala-
vras com quecomparava o cidado ingles ao
. i.l ..I., i romano, que em qualquer parle do
inundo poda dizer mu romanunum. Quem
pudeasc traduiir-lhe ai palpiaS^Aes do coraco
naquelle momento de lao bella inaplraco uu-
virla que ellaa dialam : Gloria a mlin, que aou
o ministro de um tal povol
Ora, ae nos nos rellrassemos da questao Mon-
evldeana aem nada havennoa conseguido, ae
noa bouveaseinos retirado do Rio da Prata co-
mo a prlmeiraves que all anparecemos depois
da independencia, o deiar nao recahlrla lmen-
le aobre o governo actual, mas aobre lodoj
paiz, e o partido que o aubstliuise na dircocao
do Estado terla de recolber uina heranca mul-
lo pouco digna de Inveja. Para que, pola, olhar
para as queaiOea exteriores pela lente colorida
do espirito de parlldo?
A publlca[io dos cinco tratados eitabeleci-
doa enire o Imperio e a repblica do Uruguqjr
produalo aqu a mala viva senaacao. A inlcr-
ven;So braiileira fol o mala fecunda que poda
aer em grandea resultados. Nao noa contenta-
mos com a paz pura eilmplea, embora J fosse
em si mesma urna grande vantagem. Gibamos
para o futuro e nelle Lm, .m n os fundaincntoa
de reciproca seguranza e ealabilidade,
A gloria do Imperio no desenlace da questao
oriental consiste principalmente na elevacao
de aua poltica. Nao lira do trlumpho de aua
diplomacia, de masi >n,n, de aeudiulieiro, na-
da que nao reparta com os aeua alliados : cou-
sa alguma quer para si l o que Ihe parece
bom de adoptar-se convida a todos para que
cin o adoptando se colloquein no mesmo pe em
que elle ae pretende collocar.
E o que he que elle erige em compensado
doa esforfoi empregadis uo reatabelechnento
da paz na margem esquerda do Prata ? A adop-
fao doa principios mais nobres e elevados e
sao a um tempo um mel e urna conquista da
civilisaco dos principios nicos que pdem
collocar aa repblicas sul-americanaa na sen-
das do verdadeiro progresso.
A iiiiiii uch, que ainda liontem era qualid-
cada de planta eiotlca na America pelo dicta-
dor de Buenos-Ayres, por esse homem que aa
miserlaa da degeneracao romana rene a feroci-
dade do gancbo, nao teme o contacto das rep-
blicas suas viiinhas, nem o contagio da Idai
democrticas ; pelo contrario apparece no in io
dessas repblicas como dealloada pela Diviua
Providencia para sustc-las borda do precipi-
cio a que a arrojaran! faccSes que se reprodu-
zlam constanlemenle com rapidez incrivel. A
monarchia brasilelra, assentada obre a larga
base da aua legliimidade, acceila nobremente a
aua oiisso providencial, e a desempenba aem
sustos nem receios.
A monarchia braiilelraconitltuio-ie o verda-
deiro repreaentante do principio americano na
America Meridional. E a defesa deise princi-
pio confada a to nobres moi vai de hoje em
dlanle Iraduilr-se na defesa dos Intereiaea legl-
timoa da cirllisacoe di pai.
Que diflerenca enlre a poltica do Brasil edos
lisiados-Unidos, em relaco s repblicas con-
terrneas No Norte, o elemenso democrtico
revesle-se de carcter conquistador. A nacio-
nalidade norte-americana, aem atlencao ho-
mogeineidade das consiituicOei, nao eulrevem
nai queildrs das repblicas suas irmai senao
para devora-lai. Invade o Mxico, apossa-se do
,0o|Teias, e em vea de eslabelecer principios que
,. iiu contrlbuam ao menos para a prosperidade e
Flaminio A. do.NascimentO Lessa 100 engrandeclmenlo dessa utra parte do imperio
"00. dos locaa, delsa-a entregue aoa sorTrimentos de
991 uina combnsto espontanea, espera de occa-
98 j sio para atlrar-se sobre ella e enguli-la, como
ojio lucrlu rudui noaioi lerles prcae engolo
.5 {as victimas que ic acliam ao alcance de suai
l0 garrm.
f No sul, pelo contrario, o elemento monarchi-
'96'
co se constitue o elemento pacieo da clvilisa-
95 j ci e da ordem. A primelra das nacdei sul-
91 j americanas que o colloca frente de suas ins-
78 lltuicdes inlervem tambem em urna grande lo-
7g I la, em uina lula encarnicadiaslma que alurou
75 j nove annoa, cunsegue com o aoccorro da Ofvi-
gglna Providencia aquillo que a Inglaterra c a
_, j Franca nao havia podido conseguir, e cm coin-
]*** pensacao de seus nobres eaforcos nao pede
2* outra cousa mais do quea adopeo deprinciplos
os inats liberaes desuados a assegurar no fu-
turo a paz e a liberdade daa repblicas.
Dest'arte a planta exotics da America, em
vez de detinhar como elle suppuoha as illu-
adei de leu egosmo c desmarcada ambico,
cada vez maii se robustece, e se eleva tanto,
que j cobre com a la frondosa rainagem ai
repblicas crcnmviiinhas.
Pennitta-mc conclua o que tenho a dizer so-
bre este assumpto repetlndo o queja Ihe es-
crevi ein outra occasio : < O anno de 18b 1 he
por excellencia o anno do imperio, e convm
que j noa vamos persuadindo de que para
cruioi urna grande naco basta que o quei-
ramoi. a
no PereiTa de Vasconccllos, em cumprimen-
to de ordeos do Sr. Dr. chele de policia-
no quem a voz publica indigita como autor
Se eu tivesse a renda e mais virtudes pa-lda mortd perpetrada dentro desta cidade,
ra ser candidato, juro-ihe que as cousas
doat hoje temos tido quadro, e ostSo an- n3o iriam assim ; mas quem sabeaindao
nuociados outros quatro at os primeiros
dias de Janeiro: parece que o calor, que tan-
to tardou este anno, desenvolveu esta pai-
xSo, ao contrario dos outros paizes onde
pelo invern he que se daas, lia porm
urna mu liiicaco que eu reputara um vor-
dadeiro progresso nos usos dos nossos bai-
les : consta-meque ahi depois de seivido o
cha, spenas alguns refrescos Innocentes,
como sorvetes, limonitas, orchala, etc., sSo
offerecidos sos convivas; aqui talvez por
falta do gelo, faz-so nos bailes um consumo
extraordinario de serveja e champagne, etc.
o niu se reputa baver profusSo quando nSo
se consomea duzias deduzias de garrafas
dessas e outras bebidas.
J nao quero fallar da profusBo dos do-
ces; he um servido em que em qualquer
que lnvera P o presidente he muito mat'ei
ro, e nSo posso crerque nSo esteja dispon-
do ludo para o momelo do combale Di-
zem que nSo so publicar ainda a cbapa dos
governistas por duas rasOes : primeira, por-
que ainda uo se pode conciliar bem o in-
teresso oluiloral com asaspiraces de uns
oito ou nove candidatos que querem achar
commodo em sois lugares ; segunda, espe-
rar quo estejam feitos os eleitores, porque o
Dr. Pacheco e mais algum pretendente, que
poJera nao ser contemplado, talvez n3o
concorressem para ella com fago, se he que
nSo atrapalhassem muito a eleic&o.
Emquanlo isto ludo se observa as altas
regiOes, dizem que o Dr. Carneiro de Cam-
pos anda, mullo Burdamente, trabalhando
desde o alicerce no edificio de sua eleva-
baile, podia-se deduzir metsde, e ainda (i- lc3o ao parialo : ouvi contar que anda esta
civademais.
Acbo isto 11 lo su de muito mao gosto co-
mo muito pesado para os donos ou direc-
tores da funccu : pois para um baile eomme
il faul dove-s>i indispensavelmento destinar
pelo menos, 500,000 para as taes cervejas e
champagne quo custam aqu muito caro
(6,000 e 30,00 a duiia), e 300,000 para do-
ces, pastois, ele, quando se algum corajoso
inlroduzisse o progresso que indico, poda-
se dar tres muito bous bailes com a despea
de um. Todos reconhecem isto, mas nin-
guem quer ser o primeiro a introduzlr a no-
vidade, talvez recelando que se Iraduza por
economa, que he virtude que todos mais
ou menos possuem, mas que poucos que-
rem confessar.
Eu mesmo j estou quasi arrepndido de
tocar nsta materia, queira Dos que nSo
me aecusem de falla de patriotismo por cri-
ticar, lo comedidamente, um coslume que
nSo me parece bom; nSo ser a primeira
vei puezangam-se commigo por dizer al-
guma verdade.
1 Continuam ai disposi(Sss econjecturas
sobres futura reforma das academias ju-
rdicas; os estudantes encavacaram muito
como voto que emitti, em urna anterior
sobres reduccSo dos feriados, nada mais
natural: eu que nfio sou estudante, mas que
desejo que se eslude muito, presumo ser fiel
nter pe re dos desejos dos pas; e geral-
menteue todos os que so interessam pelo
subdelegado de Santa Ephigenia, e que d
frequeotes passeios pelos arrebaldes para
conversar com os cidadSos maiores de 25
annos e que t n 200.000 rs. de renta ; tal-
vez que com esta solicilu le consiga desfor-
rar-so da derrota que soffreu em 18t9 na
mesma freguezia, da qual muito se rio o
ex-presidente Pires da Molla quando a an-
nunciaram.
O que be certo. be que o Dr. Carneiro de
Carados nSo so importa com as brigas dos
outros, e parece que nao quer saber quaes
serSo os seus cinco compauneros da cha-
pa : cuida em si, e com isso nSo faz pouco.
Por ahi audatn uns curiosos a publica-
rem chapas de senadores governistas em
que no ha o mnimo vislumbre de verda-
de, a chapa n3o esta feita, mas r.ecessaria
mente ha de compor-se de seis dos nomes
seguintes, que s3o os que seapresontam :
Dr. Carneiro'de Campos, Dr. Pacheco, Dr.
Si'veira da Molla, Dr. Nebias, Dr. Jos Ma-
noel da Fonseca, dosembsrgador Pache-
co Jord3o, desembargador Pilenla Bue-
no, monseuhor Ramalho e commendador
Ora, eis-aqui copio principiando afallar-
lhe do fro que flzera por aqui, fui leva lo a
dar-lhe minuciosas nformaces sobre fae-
toso eventualidades quo muito devem iu-
teressar a muitos de sous leilores que gos
tam de saber de ludas as rauidezas polticas.
Maso maldito correio nSo ciioga, o eu nao
sei mais o que Ihe bei de dizor.
aperfeifoamento da instrucc,3o em geral.
Cometa-sea fallar que o governo cortar I suspoiiuu puia o imana, pviq -t-->------
as difllsullades que expui subro o concursomaterias que tonlio em vistos tratar n3o le- '"" "
Susoendo pois a penna, porque outras forta, de clvllisafao, ou de InRuencia 110 exte-
r.i----. lnj, bella parle da btranja do
Dr. i 1 -i Joa Rodrigues lo*
Dr. Paulo Antonio do Valle 10&
A. Moreira da Costa GuimarSes 108
Dr. F. Jos de Azevedo Jnior 108
Dr. Jos Francisco Correa 107
Dr. J. Marcellino de Souza Gonzaga 107
Padre JoSo de Abreu S 104
Dr. F. de Assis Vieira Bueno 103
Brigadeiro alachado de Oliveira 103
Padre Manoel Theotonio de Castro 103
Conego Ignacio Marcondes
Dr ~
Jos Innocencio Alves Alvini
Paulina Ayres de Aguirra
Dr. Jos do Amaral Gurgel
TristSo de Abreu Rangel
Iteginaldo A. de Moraes Salles
Joaquim Jos Pinto Bandeira
Antonio Egidio da Cunha
MajorBeau rapa ir
Dr. Joaquim Antonio Pinto Jnior
Antonio Alves de Almeida Lima
Manoel Eufrasio de Toledo
Dr. Filippe Xavier da Rocha
Dr. JoSo Ignacio Silveira da Motta
Dr. Sampaio Peixolo
Dr. Vicente Ferreira
(Caria particular.)
ESPIRlTO-SANTO.
Victoria, 13 de dozembro.
Em virtude de diligencias e ordens do
Sr. Dr. chefe do polica, foram recentemen-
le presos, e aclum-se recollii los cadeia
desta capital, Gregorio, pardo liberto; e
Manoel da ConceicSo e Silva, ambos indi-
ciados em crime do homicidio. O primei-
ro morador dost) districlo, achava-se re-
fugiado no de Cuarapary, no silio denomi-
nado Campo-Grande, que fies entre Pona
da Fruta e Palmeiras, pertencento a Fei-j Ho dia 7 reuniram-se os eleitores para a
ciano Corres Pinto, onde fai sorprehendi-lclelcaodoa membroa da aisembla legislativa
do por urna escolla que sobre elle enviara provincial. Datsaram de comparecer mullos,
o respectivo delegado, o Sr. Jos Marcelli- asilm no colleglo desla capital como uaquelleil
de que ja temos noticia, pela mulla chura que
lem cabido constantemente.
Tem bavido alguma divergencia na votaciio,
mas nao uo sentido da opposicao.
A lista dos candldatoa governisloa contm
quarenta nomes.
(Coria particular)
MINAS-GERAES.
Ouro-Preto, 1+ de dezembao do |851.
Muito se tem cansurado por aqui us re-
glamentos do censo, e registro dos bitos
enascimentos, mrmente contra esle ulti-
mo.
A imprensa da opposicSo publica a este
respeito um artigo que pode dar ideia do
molo porque se tem encarado essa ques-
tao, e do ponto de exagera;3o a que alguns
tem querido chegar.
Vou transcrever alguna tpicos mais sa-
lientes desse artigo, e sSo os seguiotes :
Como pode o governo catholico do Bra-
sil por esses regulamentos escriptos no ga-
binete do respectivo ministro coarctar ou
restringir o direito mais ampio o sagrado
que os parochos tem de baptisar os llhos
dos seus parochaoos, fazendo-os d'ora
avante depender da certidSo dos juizes do
pez? Como! Que poder ha no mundo
cttholico para at certo ponto nullillcar
estas pslavras de Jess Cbristo aos apost-
los !Euntes docete omnes gentes, bapti-
santes eas in nomine Patris el Fili etSpi-
ritus Sancti!
... A quo ponto ests chegado, outrora
respeitavel clero do Brasil! Pois n3o le-
vantas um brado unisuno de ndignacSo
contra este atentado/ Atlenta-se contra o
poder que Jess Christo vos conferio, res-
lringindo-o ; collocase-vos abaixo dos es-
crlvles de paz a quem fazem paasar os.emo-
lumentos das cerliddes e os registros dos
nascimentos e bitos, que at agora pelo
nosso dimito eclesistico vos competan!,
e fleais mudos, impsasiveis !
> Se elle visse ,' o visconde de Mont'Ale-
gre), em derredor de pallias, nicos leitos
de milbares decriancinbas, os andrajos la
miseria, e urna pobre mai adquirindo pelo
nico sueco da mandioca o leite para ali-
mentar seu fllhinho, e junto ao calor do
fogo para indemnisar da falta de 13a; se
elle meditasse e previsse o clamor, as mal-
dices que de todos os ngulos do imperio
hfio de echoar, quando por falta de cobres
Eara se obler a certidSo procrsstinar-se o
aplismo a milhares de innocentes pelos
nossos sertOes, e mesmo dentro das cida-
des o villas morrerem sem elle, certo, nos
o eremos, com nobre generosidade, qual
outroFnlon, csssaria ou modificara o
sou regulamento, que sobre os inconve-
correspon
dencia asslgnada por un Caflholiou Qua
l a Biblia e reipeita a tradjgjo,pira V,
convir comigo que nunca paisana pela ea-
boc.1 ao Sr. Mont'Alegru que o seu rugula-
menlo sobre o regi.-tro dos bitos e nasci-
mentos fosse oomhatido como urna invas3o
dp poder lempor.il no espiritual, invasSo
quo de certo n,1o so d una vez que si con-
sidere a questao, como deve ser conside-
rada, debsixo do sen vorladeiro ponto de
Vista.
A nossa sssembla provincial, avista des-
so regulamento, supprimio por ocioss a
obrigatSo imposta aos parochos de envla-
reni ao governo a lista dos bitos e nasci
-lenlos da sua parocliia, pelo que venciam
a gratlHcafSo de 100/000 ris por anno. A
congrua dos nossos parochos be em verda-
de limitada ; antes llie fosse continuada po-
la assembla a referida gratificarlo, abo-
lidas asconhccencas, como creio quo suc-
cedo em S. Paulo, pelo que tem all os pa-
rochos congrua msis avullada.
Muitos inconvenientes tem,.na verdade,
apparecido a respailo da execu(Su dos re-
gulamentos a que me reliro. A mor parte
das cmaras municipaes n3o tom com que
pagar os livros que devem dar, e bem as-
sim os sellus, porque em geral s3o 13o mes-
quinhas as suas rendas que de o-dinario
nao passam do in-c ss n io para o pagamen-
to dos seus emprc-gados.
Acere8ce que a gratificado de 200/000
ris a e 1 la escri.vSo do juiz de paz tem de
exceder nesta provincia o algarismo de mais
de 80:000/000 ris por anno.
De urna carta que tenho avista conheco
que al dillicul lades lem apparecido em
cousas que allis pareciam liquidas e muilo
simples. Por exemplo, ha cmaras muni-
cipaes quo tem representado acerca dos
obstculos que encontra a numeradlo das
casas do seu municipio." lieferem que essi
numeracao nSo so polo fazer em regia, as-
sim porque as casas si acliam disssminadas
por vastas suporficies, como pela pouca du-
raf3odellas, militas das quaes aturam ape-
nas cinco ou seis mezes, e det3o mcons-
truccSo que at nem ha lugar onde poro
numero, e outras s3o abandonadas. Ac-
cresce a falta absoluta do moios para satis-
fa/.er a taes dspotas.
Fique V persuadiJo de urna cous, a dis-
seminacSo da populacSo por lao vasta su-
perliciecumo be a do imperio, se torna in-
efllcazes loucas, tolas as resistonciis con-
tra o poJer, por oulro lado tambem muito
diminue a acc.3o deste, e inutilisa muitas
das suas medidas mais coiisentanoas ao
bom rgimen da sociedade.
(Coria particular.)
(Jema/ do Commercio,)
Correspondencia.
Srs. Redactores.Nao deve passar empu-
e, no seculo presente, o que feralmente se
ost vendo, ora nos temos tribunaas para
cobrar as nossas dividas, meios estes que
chamo grande ao seu autor; e como appa-
recer nos jornaes chamando-se a diversas
pessoas a pagarem, mostrando-sea natureza
(las dividas, e at o tempo das mesmas, e
ingratiddes occorridas; eu creio que he mo-
tivo de injuria, e por isso os injuriados de-
vem queixir-se ao juiz competente, e pro-
cessar contra os injuriadores, s desta for-
ma so pora termo a tanta potulancia o des-
crdito; nSose persuadam que sou dos in-
juralos ; por ora nada devo pra;a ; ama-
nhfla posso devor, e para consultaren! se he
eiai-td ou mi,,, me vejo na necessidae de
declarar mou nome.
J.
VARI EDADE
a 30 de agosto pretrito, na pessoa do infe-
liz Jos Correa deAmorm. E o segundo,
residente na villa de Itapemerim, ne all
indigitado como autor da morte de Manoel
Joaquim, por alounha o cirmela, com
quem Uvera fortes contendas por causa de
trras; e assim mais da do dous mineiros,
dqs tiros dcsfecbsdos sobre o ex-juiz de di-
reito Amula, e de outros crimes. A res-
poito de um e outro consta-nos que a poli-
ca cuida de formaros competentes proces-
sos, o que j tem procedido a diferentes
investigaces e diligencias.
Na cadeia da villa de Cuarapary suici-
dou-se s 9 horas da mauhSa do da 28 do
passado Marlnho Antonio de Almeida, reo
de morte, senlonciado em 18 de outubro
ultimo a 19 annos de prgo com trabalho
pelo jury de Itapemerim: um golpe de na-
valha Uto profundo deu elle no pescojo quo
Iho produzio instantneamente a morte.
nSo se sabe que motivos o lovaram a tanto
desespero ; consta-nos, porm, que desde
que entrou para aquella cadeia, da qual
devia passar-se para a desta capital, sem-
pre declarou que no havia de cumprir
sua pena.
(Correio da Victoria.) '
MIMAS CERAES.
Ouro Pre 10, ti de dezembro de 1851.
Vamos indo por aqui como Deo be servido.
A iuiprensa da Intitulada opposicao constitu-
cional tornou-se nealas alturas o echo doa ar-
tlgoi abi publicadoi no intuito de diminuir a
importancia dos ltimos luccenoi do Rio da
Prata, c de negar ao imperio a parle principal
que nellea leve.
Ene nielo de oppoaicao lem sobre modo desa-
gradado a muilas penoaa que all nada tem de
gurernlitas. E em verdade dizem ellaa Para
que, com que lim, negar a gloria ao paiz i O
estrangeiro que reprova nossas deiavencas de
familia, que nao aabe bem a que familia per-
teoce u bicbo saquareuia, ou o bicho cbimaogo,
olha para as cousaa em grande, e nao v senao
o Imperio, e s o Imperio. A gloria, pois, da
nossa diplomacia, ou dai nonas arma, nao he
a gloria de partido algum, mal a gloria do Bra-
sil, que reflete ne exterior aobre nos todos,
qu.ioqurr que si-jam as opioloea polticas que
alia adoptemos. Eaiabelecauoi, poli, a ques-
tao departido no terreno da poltica interna, e
quaudu ae tratar das relacca exteriores aeja-
uos primeiro que ludo, e sobre ludo Braillel-
roi, e s llrasileiros.
E eu vou muito para alo,ainda por mah uina
raaio. A gloria da naci, leu conceito de
Futuro da leleijraphia elctrica.
O que vai ler-se he exlrah lo de urna
brochura sobre a telegrahla elctrica publi-
cada em 1819 pelos Srs. Ilreguet, membro
>la leparlielo das ephomerides, e V. de Si-
r, director do telcgrapho na eslaeio do
norte.
Os autores deste trabalho, depois de te-
rem exposto o estado actual da telegraphia
elctrica em Inglaterra e na Amorica do Nor-
te, procuram prever o que pudc realisar-
>' em !' 1 Miiei daqui a dez annos, quando
csso novo systema de communicaces tiver
chegado ao desenvolvimento do que he sus-
ceptivel.
Apiiliraqjo da telegraphia elctrica, com urna
vetoeidade de cem eignaee por minuto, na
rede elctrica que brante toda a Franca em
1860.
Passaram dez annos, e j a telegraphia
elctrica se estendeu por toda a Franca a
mais de Irezentas das suas cidades princi-
para. Esl organisada e aperfeicoada; ja
11 io transmiti s com urna veloci ladede
20 a 30 signaes por minuto, mas com essa
rapidez de 100 signaes por minuto queja
oblivemos em 1819 com dous empregados,
um dictando, o outro escrevendo as letras.
Ainda nio be ludo. Existem boje, em
1850, machinas que imprimem mais de 30
letras por minuto; mo he pois exigir de-
masiado de urna machina lixar oseu poder
de impressSo elctrica em 100 letras por
minuto em 1860.
sa departamental j ha urna imprensa nica
verdaderamente franceza e naciona
mais verdica pusiw!, a mais instructiva
para as popula,(oel, a mais desejavel, final-
mente, como $ mais verdadeira expressSo
das necesiidades o dos votos do piiz (|),
Crrelo elctrico.
Tal como j e oniideramos n'uma Imhi
de oinco los, o correio elctrico dispon
aqui de urna forca da transmissSn respeti.
vel. O numero de despachos ou cartas qtn
elle pote onviar em todas as dircrefles h0
de 51,250 a cinco vezes este numero, ou
3i,250 (um pouco mais de dous milhos o
me io de palavras) por dia.
Sao pois mais do 300,000 despachos por
dia que o publico podo utilisar e empregir
em todos os negocios de interesso priva-
do (2;.
Assim se scha realisada em grande cscali
e no interesse dos particulares, esta sUp!
pressSo des distancias, que actualmente
apenas existe em desejo, para os negocios
mais Importantes, e que se tornou em 1850
urna necessidadii imperiosa para qualquer
cousa til ou seria, fulil ou agradavel.
Importa notara actividade quo o correio
elctrico imprime a todos os negocios, as
re I atoes do mundo e deamizade como ss
relar.il s de parentesco e de familia ; e prin-
cipalmente os beneficios que elle faz hu-
manidade, vindo diminuir essas horas do
incerteza e de espera, essas terriveis angus-
tias que o afastamento nos faz 13o cruel-
mente sentir cm urna multidSo de circums-
tancias (3).
O correjo elctrico funeciona pois cm
1860 com cinco los, ou cinco UlMraphos,
mais dous (los supplementares, e d ao the-
souro publico um rendimento importante,
A'//;u'nsi>(i{ao interior
A administrarlo do paiz que, a frente do
movimento geral o tem conduzdo com sa-
bedoria e regulado com prudencia, reser-
vou tambem para sou uso cinco los ou cin-
co tolegraphos, e mais dous los supplemen-
tares.
Ella dispe portante de dous inili. .,
molo de palavras por dia para as necessida-
dcs do servico. Tem adoptado novas formas,
n transmiti pelo telegrapho a maior parla
dos negocies, sorvindo-secom inlelligencia
da lingoagem secreta, e da lingoagemal-
phabolica. Deu impulso as correspouJun-
cias telegraphicas fazendo as conhocer e
apreciar por um uso diario.
Anticipando o movimento em vez de ser
arrastada por elle, chegou a constituir una
immensa secretaria tnlegraphict, que expe-
de rpidamente todos os negocios de Parlz
para a provincia, o da proviocia para Cariz.
Fol assim que ella se apossou dosse pudor
singular do collocar de alguma sorte I'ariz
na provincia, e a provincia em Pariz.
A Fran;a obteve pois urna centra I sacio
mais pudorosa do que nunca, mas aperfei-
coada de tal sorte qne os seus efTeitos, fa-
zendo-se sentir na mesms hora em loJaa
extensSo do territorio, realisam urna ver-
dadeira descentralisa(3o com todas as van-
lagens da onidade do poder.
He difilcil Contestar agora que a telegra-
phia elctrica se tornou um dos mais segu-
ros garantes da ordem, da tranquilidade, o
da seguranza publica. He ora avante o erro
e a mentira, que sorvem demasiadas vezes
para transviar as populacOas, para pertur-
bar a seciedade,toruam-se impossiveis. Mi
podem penetrar em parte alguna sem la a-
charem o telegrapho elctrico prompto co-
mo o raid, e fazendo brilhar o tacho da ver-
dade, para cobri-los de trevas e de cbnfu-
sSo.
A historia dos nossos ltimos sessenti
annos d-nos a medida da importancia dos
resultados que he fcil obter eooi urna linha
de 15 a 20 (ios, resumido todas as vantagens
que acabamos de enumerar (4^.
Rcla^Bcs entre povo e povo
He permettido crerqueem 1860 a maior
parte das epitaes da Europa estarlo ligadas
entre si por caminbos de ferro e por linhas
elctricas. I ios le esse momento todas as
eonsideraces precedentes se realisam do
povo para povo para abrangercm a Europa
inteira.
Ser principalmente urna vantagem pre-
ciosa para os governos communicarem ins-
tantneamente de capital para capital, e de
trituren! pela lingoagem secreta da telegra-
phia, ou por urna lingoagem de cifra a dri-
les condecida, os negocios diplomtico-, as
mais espinhosasquestes da poltica, os se-
gredos do Estado, e ludo finalmente que
tem relac.So com o socego do mundo, e cun
a conservado dacivilisacSo.
Nos vemos hoje o movimento que o vapor
imprime ao uuiverso inteiro ; esse movi-
mento parece o precursor daquelle que o te-
legrapho elctrico annuncia Ja de maneira
que abala todos os espiritos. He realmenlo
a aplipac.3o as necessidades das sociedades
mudoTnas de urna imprensa nova, instant-
nea, que annulla as distancias, c se comple-
ta com a imprensa anliga(5)
Aperfet<;oamentoi posiiveii do telegrapho elc-
trico, e expoliado sumtnaria vas mudanzas
de costumes, e de habito que cites nos asan
presentir.
Temos at agora fgida cuidadosamente
de qualquer desvio da imaginaban ; contive-
mo-nos primeramente nos estreilos limites
de urna experiencia de quatro annos nos cs-
treitos limites de urna experiencia de quatro
annos, nio considerando senao urna velo-
cidade media de 20 Biguaes por minuto; li-
mitamos depois al 1860 a rapidez da im-
prensa elctrica a 100 tetras por minuto.
\
A telegraphia (ransformou-se pois em
urna imprensa a distancia cuja forca de im-
pressSo he de 100 letras por minuto, o que Chegou portsnto a occasi3o d indagarmos
leva o poder dn transmissSo de um telegra- ] qual pode ser essa rapidez num dia.
pho, ou de um fio, de 5,000 a 25,000 palavras I O que mais surprende quando se pratica
por dia. ,a telegraphia elctrica he a insuQlciencia
Tal he a forc. de transmissSo que se deve do homem, paralysando urna rapidez incri-
applicar aos diversos servicos pblicos e; vel que elle ja tem captiva, mas que deve
prwados queaponas indicamos precedente- limitar para torna-la til (6)
mente, e que se podem suppr peifaitamen- a rapi lez da telegraphia elctrica, tal co-
te organisados em 1860. mo existe hoje, n3o pode passar alem do
Apezar deste accroscimo enorme de fb'ijs, certo limite, porque os olhos que devem
na se d3o s cinco fios a todas as linhas, distinguiros signaes o a mo que deve es-
mas dez ou quinze (los. creve-los oppoem-se a urna grande rapi-
ornaes elctricos. dez.
O jornal elctrico ja nSo lera urna inllu- Masa imprensa elctrica j existe, e doixa
encia restricta, imprime-se em todas as ca- um vasto campo aberto aos perfeicoamen-
pitaes de departamentos, o em maisdedu- (ose imaginario antes de chegar aosli-
zentas cidades anda, seo interesse das po- mites do possivel.
pulacOes o reclama. -------------------------------------------------------
Um s telegrapho leva de Pariz s trezen- (i) Esta nova era que surge para o jorna-
las cidades 35,000 palavras de impresso lsmo exigir provavelmenlo, depois doal-
p0r dia guns annos do experiencia, urna lei do esta-
Uai segundo telegrapho faz convergir das do para regular esta novo genero do publi-
Irezentas cidades para Pariz 25,000 novas cidade.
palavras do impressSo. (2) D por anno mais de 100 milhesde
Um terceiro fio supplementar assegura o cartas,
servico e prev os accidentes possiveis. (3) Taes s3o as doeness graves dos nossos
Assim, tres telegraphos asseguram gran- parentes e amigos, ss noticias quo influeni
demente 50,000 palavras por dia publlci- em o nosso futuro e cm nossa fortuna,
dade. O jornal contm portento todas as (*) Tudo o que procedo basea-se em da-
noticias polticas e commerciaes do interior dos certos quea exreri.;nca tem confirma-
do paiz o do exterior, os trabalhos, os vo- do. Essa velocidade 100 palavras por minu-
tos, as discussas dasasssmblas delibera- lo he possivel desde hojo com uro peisoal
Uvas, os annuncios judiciarios, os annun- sudlciente.
cios do Interior o mesmo do exterior no in- Despender-se-hSo perto de mil milhoes
teresse dos particulares, etc. com a construc.lo dos caminbos de ferro,
NSo podemos defender-nos aqui de urna bastam dez milhes pura o eslabelecimen-
certa hesitarlo, do urna grande admiracSo. to> da telegraphia elctrica em Franca.
Bista pois tres lios ou tres telegraphos para (5) Nflo he sem interosse notar que o u-
dotarsm a Franca de urna nova imprensa, so do vapor e da telebraphia area foi utili-
mo mais aosirvigo dos partidos, mas ao sado quasi na mesma poca no principio do
servico di todos, dando Franca inteira a seculo. Estas duasdescobertas tem cresci-
histuna do dia em todo o rigor da palavr, do juntas, e hoje ja n3o se comprehende
isto he, com a rigidez, com a sorenidade e um caminho de ferro sem urna linha elec-
nfalibilidade da historia. trica.
Os jornaes imprimem-se mesma hora (6) A velocidade presumida da corren-
em Pariz e nos deparlamentos. Deixa en- te elctrica hJ de 80 a 90,000 leguas por se-
tSode haver imprensa parisiense o inipron- gundo.


*r
.i-
3
Comprehende-se, de feito, umo miehim ~ 0 IMm. Sr. inspector di thesouraria di pon da publicscfo da larcer .
10 imunma 100, 00, 500, mesmo 1,000 e- fazonda provincial, em cumprimenlo da or- coser* elevado a 8,000 rs. para aquelles
que
tras por minuto.
Um telegrapbo mprimindo 200 latir
ou 40 palavras por minuto da 2,400 por
hora,
lie transmittir pelo telegraplio too deprei-
sa e oais ilopressa do que se escrevi.
Um telegrapho imprimindo 300 letlras ou
60 palavras por minuto d 3,600 palavras
por hora.
He iransmiltir pele telegrapho tSo depres-
sa como se falla.
Nada impode, pois, de comprehenler, e
ni.'- .-i do osperar aperfaicoanieiiloa que da-
r3o s transmicOes telegrapliioas prlmeira-
menle a velocidad da esoripta ordinaria, e
imis tarde a rapidez da palavra (7).
A esto enunciado a propria idea se espan-
ta, o quasi que recusa aeguir esaa velocida-
de maravilhosa que pode transporta-la ins-
tantneamente a todos os pontos do globo
com a Dromptido da palavra.
O scculo em que nascer este, aporfeioa-
menlo, e que soubcr generalisa-lo, Jl"',ri-
r tinto por seus costumes esois abitosdo
seculo em que vivemos, quanto a nossa ci-
vilisicSo dinero da civilisscSo do scculo
XVI. ....
Todas as hypoteses silo pois permittidas,
um campo immenso est abarlo a todas as
inn;iii;ii,o lS,
O primeiro pensamonto do todos estaja
nessas conversarles que o telegrapho per-
mita estabelecer entre Pars, Londres, Bru-
xellas, Vienna.BerlineS. Palersbucgo, tflo
fcilmente como se conversa boje numa sa-
la, minia llngoagem telegrapbica abreviada,
commura a todos os povos, e fazendo parte
da educa(9o de mocidade.
A lelegraphia elctrica parece pois r
pormissflo abaterasbarreiras que separam
os povos entre si,e de lornal-os todos soli-
darios de urna mesma civilisaco, Faja-
mos votos para queoila clvilisaco, sem ses-
sar victoriosa da sua luta com a barbaria,
siga deseculo em seclo a sua marcha pro-
gressiva, propague as ideas sSa e moraes, e
diminua progressivamenta os malos da hu-
manidade.
(Diario do Governo de Mima.
dem do Exm. Sr. presdante da provincia, que nSo tiverem astignsdo. No meamo con-
manda fazer publico, que nos das 13, 14 e sullorio, acha-se a venda tudo quanto he
15 de Janeiro prximo vindouro, ir a pra- necessario para o estado e a pratioa da bo-
ca para ser arrematado, parante o tribunal mcoopathia, como sejs : livroa impressos
administrslivo da mesma thesouraria, a para historias de doentes, regimens apro-
quem por menos fizar aobra dosconceitos priado* para a provincia do Pernambuco.e
da cadeia velha da cidade de Goianoa, ava- ancarrega-sede mandar fornecer qualquer
liada em 636,486 rs. encommenda do medicamontos homoaopa-
A arrematac9o ser faita na forma dos ar- thicos, tanto avulsos como em caixas, em
igos 24 e 27 da le provincial n. 286, de 17 glbulos como em tinturas,
de maio do corrente anno. No prelo : Vaihogenuia dos medicamen
pessoas que se propozerem a esta arre- tos brasil mu;.
niao >, comparaban) na sala dassessflesdo Elementos de anatomiaephiiiologia com es-
in mu tribunal, nos das cima menciona
dos pelo meio* da competentemente habi-
litados.
lampas, paraos curiosos em homaoopathia
Doga-se aos senhores assignantcs o ob
sequo de mandar receber seus exempla-
Epara constar so mandou fflxsr o pre- res no consultorio homceopathico da ra
santa e publicar pelo lliario. d> Cruzes n. 28.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 dedezembrode
1851. O secretario,
Antonio Ferreira da Annunoiaco.
Clausulas especiaos da arrematado,
l.'serflo feitas todas as obras necessa-
TRATAMENTO llOMEO-
PATHICO.
DAS MOLESTIAS VKM.IIIUS,
ue este edificio fique em bom os- e consellios sos doentes para se curarem a
lado e nelle poler residir o destacamento | si mesmo, sem precisarem de medico;
conforme o orijamenloapprovado pelo Exm. pelo professor homoeopatha
Sr. presidente da provinciana importaocia Gosset-BimonC.
de 636 486 rs. i Sabio a luz e acha-se a venda no consul-
2" todas as obras sero principiadas no torio homceopathico da roa das Cruzas n.
praso de um mez e concluidas no da 3 me- 28, pelo preco da leperu-
zas, contados de cotiformidade com osar- *
JCOMMERCIO.
ALFANDEGA.
Itendimnnto do dia 14. 12:134,602
Detcarregam hoje 15 de Janeiro.
Ilrigue-portuguez aio mercadorias.
Escuna ingloza Harriett bacalhlo.
I ni pin! ii <:
Escuna ingleza llarriet, vinda de Terra
Nova, consignada a J. Cralitree & Cumpa-
nlua, ri.a i, 11 -si ni osegumto:
1630 birricas. bacalhao ; aos consigna-
tarios.
CONSULADO CERAL.
Rendimentododial a 13 .21:182.481
dem do di 14.........2:404,770
23:587,251
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimento do dia 1 a 13..
Idom do dia 14......
906,426
99,471
1:005.897
ItECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimento do dia 14..... 677,060
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentn do dia 14.....1:576.616
Alo vintenio do. porlo.
Navio entrado no dia 14.
Ass'i' Sdias, patacho brjsileiro Santa
Cruz, de 237 tonelladas, mestre Christo-
vflo Francisco Gomes, cquipagem 13, car-
ga sal; a Jo5o Francisco da Cruz. Veio
largar o pratico e segu para o Itio Grande
do Sul. _______
EDITA ES.
O Dr. Jos Raymundo da Costa Menozes,
juiz municipal supplenle da segunda va-
ra edo commercio nest cidade do Reci-
IV de Pernambuco, por S. M. I. e C. o Sr.
I). Pedro II. que Dos guarde ele.
Pelo presente edital chamo a Marcelino
do Souza Pereiro Brilo, de i.isbi, Antonio
Ferreira da Silva Santos, do Maranhao, No-
vaes & Passos, do Rio de Janeiro, lAraujo &
Carvalho, da Babia, Maooil Ferreira dos
Santos Magano, de S. Calharina, Antonio
Ferreira da Silva, de Santos, Jos da Souza
Gomes, Manoel Jos Rodrigues Valladares,
o Francisco Jos da Costa Araujo, do Rio
Orando do Sul, a Antonio Ornes, cujo do-
micilio se iguora credores do fallido Leo-
poldo Jos da Costa Araujo, coinmercianle
ilrsta pri(a para qu no da 13 de Maio pro
ximo segunile pelas 10 horas da manhfla,
comparecam em casa de minha residencia
na ra da Madre-de-Deos n. 1, do bairro do
Hit,IV, para se reunirem em minha preson-
com os mais credores aflai de so verificarem
os crditos, se deliberar sobre a concordac-
la, quando o fallido a proponha, ou se for-
mar o roniracto de uniSo, e se proceder
nomeaclo de administradores dos bens da
casa fallida : a sdvirtoaos mesmos crodo
rrs, que nenhum ser admittido por procu
i a lu-, so este n.lo tiver podores espociaes
para o acto, e que a procurarlo nao pode
ser dada apessoa que saja dnvednr o falli-
do, iiiMiliiiin mesmo procurador representar
por dous diversos credores, sob pona de se
proceder as suas revolias. E para que cho-
guo a noticia de todos mandei passar o pre
sent edital e outro do mesmo theor,os qua
es -itUii afilados na prac,a do commercio e
publicado pelo jornal. Dado o passado nes-
la didade do Recife de Pernambuco a 12 de
Janeiro de 1852. Eu Msnoel Joaquim Bap-
tists, escrivflo interino o subscrevi. Jos
Itaymuno da Coila lienezet,
O Dr. Jos U \ mundo da Costa Menezes, juiz
municipal supplenle da segunda vara e do
commercio nesia cidade do Recite de Per-
nambuco etc.
Fco saber que no dia 15 de Janeiro de
1852, pelas 4 horas da tarde na porta da ca-
sa da minha residencia na ra da Madre-de-
Deus n. I, do bairro do Recife, se ha de ar-
rematar por venda urna casa terrea em
chaos proprios na trsvessa dos Quaiteis da
froguesia d i S. Antonio, com 20 palmos de
frente o 50 dilos de fundo, dous quartos
maior e menor, duas sallas, solfio no meio
da casa em aborto 6mente por cima do re-
partimento, cosinha lora, quintal com pnr-
13o, i'iciii-iiiiln propria ; toda a casa em bom
estado avallada por 800,000 rs., penhorada
a Joaquim deOliveira Mello, e sua mulher
Maiia Augusta da Costa Guimsrjles, por exe-
i ni lo de Manoel Joaquim Baplista. E para
que cheguo a noticia de lodos manlei pas-
' sareditaes que serSo afixados na praca do
commercio, ecasa dasaudienci.se impres-
so no Jornal. Dado e passado nests cida-
do do Recife de Pernambnco a 9 de desem-
brode 1851. Eu Pedro Tertuliano da Cu-
iilia, cscrlvo o subscrevi.' Jos Haijmun-
do da Cosa Menezes._____________^^^
(1) Na pratica n8o sera preciso empre-
ar 200 ou 300 palavras por minuto, porque
se pdearranjar urna linguagem abreviada
reproduzida pelo telegrapho. Deve suppor-
se urna grande babilidade nos agentes tele-
graphicos para o trabalho da machina, e
una excellenlc memoria fortificada pelo
suo diario da lingoagem abreviada.
tigos 31 e 32 da lei provincial n. 286
3.a o pagamento da importanoia desta
obra ser feito am urna so prestaefio quando
ella estiver concluida e em estado de ser re-
eebida definitivamente.
*. para tudo mais que nBo estiver deter-
minado as presentes clausulas, seguir-se-
ha o disposto na referida le provincial n.
286. Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira da Annuuciac3o.
-- O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimenlo da or-
dem do Exm. St. presidente da provincia de
23 do corrente, manda fazer publico, que
nos diss 13, 14 o 15 de Janeiro prximo vin-
douro, ir a praca para sor arrematado, pa-
rante o tribunal administrativo da mesma
thesouraria, a quem por menos Bzor a obra
dos reparos da ponte sobre o rio Una na po-
voacao de Santo Amaro Jaboalo, avaliada
em rs. 1:330, 230.
A arrematado ser feita na forma dos
arta. 24 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio do corrente auno.
As pessoas quo se propozerem a estaar-
remaiacao, comparecen) na sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos das cima mencio-
nados pelo meio dia competentemente ha-
bilitadas.
E para constar so mandou afiliar o pre-
sente e publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Perdambuco 30 de dezembrode
1851.O secretario,
Antonio Ferreira de AnnunchcSo.
Clausulas especiae da arrematacSo.
I," Os reparos da ponte sobre o rio Una
ra povoacao do Santo Amaro JaboatSo, se-
n0o leitos pela forma, sob as condicOes, e
do modo indicado no ornamento approvado
pela directora em conselho, e apresentado
ao Exm. Sr. presidenta da provincia pelo
preco da ris 1:330,230.
2 As obres principiarSo no praso de um
mez, eserSo acabados no de cinco mezes,
ambos contados da entrega do termo da ar-
rematado.
3." O pagamento da importancia '.desla
obra sera feito em urna sfcreslacSo qoan-
do ella estiver concluida e em estado de ser
recabida dilinitivamonte.
4.' Para tudo o mais que nSo est deter-
minado as presentas clausulas, aeguir-ae-
ha o que dispOo o rcgulamento de 17 de
maio de 1851. Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciagao.
-
Avisos martimos.
.Murnnliao c Para.
Segu em poucos das, por tor maior par-
te da carga engajada, o brigue escuna Cn-
ciosa ; pra o restante e passigeiros, para
osquaes offerece ptimas acommodaces ,
trata-secom o consignatario Jos Baplista
da Fonseca Jnior, na ra do Vigario n. 23,
ou com o minino na praca
~ Para o Rio de Janeiro pretende seguir
com brevidado o brigue brasileiro Animo,
capitfio Domingos Antonio da Azevedo:
quem no mesmo quizar carregar, ir de pas-
ssgem, ou embarcar escravos, pleeoten-
der-se com o mesmo capitSo ou com l.uiz
Jos de S Araujo : na rus da Cruz n. 33.
Para o Hio de Janeiro sahe
em poucos (lias o patucho brasi-
leiro Margarirla, capito Florencio
Francisco Marques, por ter o seu
carregamento quasi prompto, para
o restante da carga passageiros e
escravos a frete trata-se com o ca-
pitSo na praca, ou com Luiz Jos
na ra da Cruz
Declar9es.
Foi preso pola subdelegada da fregue-
sia de S. Frei Pedro Concalves do Recife um
pardinho, que diz niorava as trras do en-
genho S. Jo3o, e que representa tar 12 a 13
annos de idade, com um cavado russo com
cangalha : diz ser forro, e ter yindo para
osta, por Ihe ter morrido opai prxima-
mente na malta da S. JoSo j mas descon-
fiando-so ser sujeito, acha-se em seguranga
para que a qualquer a quem pretencer, se
apresentar nesta subdelegada com seus t-
tulos legaes. O suJjdelogado. Joc Jwi-
ouim de Oliveira.
Carlas seguras vindas do Sul para Fir-
mino dos Santos Vieira, Luiz Goncalves Ro-
drigues Franca, Pairo Antonio da Rocha
Vinna, coronel Barros de Sau, Joaquim Ig-
nacio Clemente de Almeida Sarinho, Frei
Antoniode S. BenloNunes, Antonio lose de
Carvalho Sanago e Aureliano Jos.Lesss.
-- De ordem do lllm. Sr. director geral da
iii-tnu',;a i publica, faz-se lembrar a quem
convier, que o praso marcado para o con
curso nova cadeira de instruccao prima-
ria da freguezia de Santo Antonio do Recife
espira no dia 13 do prximo mez de feve-
reiro.
REALCOMPANIIIA DOS PAQUETES 1NGLE-
ZES A VAPOR.
No dia 20 deste met espera-
se o vapor Severn, comman-
dante Chapman do Sul, o no
dia depois seguir psra os por-
tos da Europa. Para passagem dirija-seem
casa da agencia n. 43, no Trapiche Novo.
--Por ordem do Sr.director interino faco
publico que na conformidade do art. 13 do
regulimento de 12 de maio do anno p.flndo
brir-se-haa matricula das aulas do I.vco
no dia 15 do corrente, eser encerrada no
ultimo deste mesmo mez, excepcSo da de
Latim. Lyceu 2 de Janeiro do 1852.O
amanuense.IIermenegildo Marcellino de Mi-
randa.
Tiieatro de Apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbado, 17 de Janeiro de 1852.
Depois de urna escomida oovoitura su-
bir de novo scena com'odo o brilhan-
tisuio o maravilhoso e muito applaudido
drama de grande machinismo,
D. JO.\0 DE MARAA,
ou
A Queda de um Anjo.
O director emiireierio faz sciente ao ros-
peilavel publico quo tendo de desmanchar
o Irabalhoso machinismo deste iuteressan-
ti.is.nio drama para poder por outros do
grande monta, nSo podo levar scena se
nilo esta vez que ser a ultima: essim as
pessoas quo desejam ver esta bellissima
produccSo, queem verdade be a primeira
que neste genero tom subido nos thealros
de Pernambuco, e que uncommendaram bi-
Ihetes de camarote mandaro quanto an-
tes buscar no escripiorio Ido thealro, pois
do contrario sero vend Jos a quom primei-
ro se apresentar.
Principiar impreterivelmente s 8 horas
am ponto.
Pu Mica cues li Iteraras. .
ELEMENTOS
DI
Homaopathia.
Sabio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor bomoeopatha Cos-
sel llimont. Recebem-se asaignaturaa para
a obra inteira a 1,000 rs no cousultorio|ro de venda
de Sa Araujo
n. 33.
-- Para Lisboa sahe com toda a brevidade
o brigue brasileiro Mariana, capito Jos da
Cuuha Jnior: quom no mesmo quizer csr-
regar ou Ir do passagem, pode fallar como
dito c,pillo na praga, ou com Manoel Igna-
cio deOlivaira.
Para o Rio de Janeiro, se-
gu em muito poucos dias, por ter
engajada a maior parte do seu car-
regamento a sumaca hrasileira
Santo Antonio, nova e de supe-
rior marcha, para o resto passa-
geiros eescravis a frete offere-
cendo a estes o melhoragasalho :
trata-secom os consignatarios Ma-
chado & Pinheiro, na ra do Vi-
gario n. 19, segundo andar, ou
com o capilao Jos de Campos Ma-
galh3es, na praca
Para o Rio de Janeiro pretende sahir
com brevidade o bem conhecido e velleiro
brigue brasileiro I. o, quem no mesmo
quizer carregar, ir de passagem, ou embar-
car escravos, di rija-sa a ra da Cadeia do
Recife n. 54: a tratur com Joaquim Ribeiro
Pontos, que prometa fazer os fretes em
conta. Tambom vande-se ou Iroca-se o mes-
mo brigue por algumas propriedsdes de
casas nesta praga queconvenha : quem de-
sojar qualquer negocio ao referido navio,
pode ir a bordo do mesmo, Tundeado no
Forle do Matto, e fazer os exames que Ihe
aprouver.
Vende-so a muito linda e veleira bar-
cada denominada Borbuleta, construida no'O
PilardasAlagnas.de primeira viagem, de lo- ?,'
te de 28 a 30 caixas, para ver no Forle do '
Mato ao p do trapiche do algodo : a tra-|i
tar na ruido Crespn. 13, loja de Jo3o de W
Siqueira Ferrflo c Companhia.
Para Lisboa pretende sahir com brevi-|
dada o brigue portuguez Novo Vencedor W
por ter maior parte da carga prompta, quem. j
no mesmo quizer carrogar ou ir de passa- a
gem dirija-seaos consignatarios Thomazde
Aquino Fonseca & F110 : na ra do Viga-
rio n. 19 primeiro andar ou com o capitn na
praca.
Para o Rio de Janeiro.
Quizar*, que pessoa cerla das leis de-
clarasso so alguuia exi-t', que cods Jera in-
compativel a.sccu mulato da leitura de lima
das cadairas Jo breo comooxorciriode urna
das viras municpies, quo hojo ja eslo
encorporadas as.etlnbuii;Oeg civeis, a por Is-
so tambem as comerciaes : de falo, lleu-
den ilo-aeas obrigafes daquelleadous em-
pregos, no podeni os seus exercicios sor
sitisfatoriamente prbencliidos por um, e
o mesmo individuo ; e a pratica entre nos
tom-lo oiubo/antementR demonstrado com
gravo prejuiso dos direilos de partes; mais
deseja-se saber se por lei tambem sejam el-
las declarados incempativeis : e se sendo so
Jevem ler como millos todos os actos prali-
cidos por um juiz, que tlvol-oa exercido
com accumulaco daquelle outro em-
progo O prejudicado.
Publicaco medica.
Publica-se no Rio do Janeiro mcnsalmen-
le. Annaes Brasiliensas de Medicina, jornal
da academia Imperial de medicina, o qual
subscreve-so em Pornambuco a 6,000 rs.
por anno na livraria n. 6 e 8 da praca da in-
dependencia.
Urna pessoa com a pratica precisa se
offerece para administrar qualquer enge-
nho : quem de seu presumo se quizor utili-
sar annuncie.
-- Urna pessoa com as luUiilitacrtcs neces-
sarias se propOe a fazer escripluracOes de
casa de negocios,por partidas dobradas.e por
preco commodo: quem disso precisar an-
nuncie.
Attcncan.
U arrematante das airices do
municipio do Recife faz sciente a todos que
vendem lquidos em ancoras, que as raan-
dem uli ir quanto antes para o anno de
1852, pois que do contrario uo poderSo
venderos referidos lquidos sem a compe-
tente afiricSo do crranlo anno.
Aos mascatese boecteiras.
O arrematante do imposto dos mscales
mboeeleiras faz pela ultima vez sciente aos
a esmos que venliam quanto antes tirsrem
as suas luvnfis, pois que do contrario n.lo
poderffo vender pelas ras, pra;as e portas,
sem a competente licenga.
- Oarromatante do imposto das aliriedes
do municipio do Rocife.pela ultima vez pre-
vine a todos quantos ven lem lquidos e sec-
eos par-i que vonham qu.,nto antes afirirem
as suas medidas, do contrario n3o poderlo
vender sem a dita iflncilo do corrente anno
de 1852.
Miguel Archanjo da Silva Costa, tendo
de oslar fra poralguns dias, avista quem
porvenlura interessar, haja de noenlanto,
entender-so com seu irmSo o bacharel JoSo
Vcenloda Silva Costa.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da ra estreita do Rozario n. lf : a pessoa
que o pretender dirija-se ao segundo do
mesmo.
- Antonio Jos Sosres, vai a Baha.
-- Aluga-se urna ama de laite: na ra
das Agoas Verdes n 48, segundo andar.
Precisa-se de um cozinhei-
ro, preerindo-se captivo: na ra
da Cadeia do Recife n. .'x.
O cautelista Paria Rarbosa,
acaba de expor a venda, no pateo
do Collegio, casa do livro azul, os
seus bilhetes da 3. lotera do Rio,
em beneficia da freguezia da Glo-
ria, cuja lista deve vir no dia ao,
pelo vapor inglez. O cautelista
promette pagar em continente e
sen descont algum todos e quaes-
quer premios que por sorte sahir
nos bilhetes que vender com sua
firma. Precos dos seus bilhetes.
Meioa 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a,800
Vigsimos l,3oo
--Mara Emilia da Penha Gomes, rotira-se
para a Europa, 00 moleque Francisco, cre-
oulo, forro, que levsem sua companha, he
de idade de 3 annos e nSo 13, como por en-
gao de lypographs foi publicado nos Da
rios de 12 e 13 do corrente.
*
Consultorio horneo
patlitco.
fRua do Collegio n. 25, pri-
meiro andar.
J' O Dr. P. A. Lobo JVIosco-
so d consultas gratis aos X) pobres, todos os dias dag 8 j
as 1 a horas da manhaa. Pra-
^ ticaqualquer opera9ao de ci- ^
*) rurgia, ou de partos. Rece-
I be escravos doentes para tra-
m tar desuasenfermidades, ou
I
Segu com brevidade a sumaca brasileira
S. Antonio.muilo nova a de superior marcha: I *j ffl e qualquer oneracSo, por
para carga, escravos a Treta e passageiros,I 1 1
trata-se com os consignatarios Machado. prego commodo.
Pinheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
andar, ou como espillo Jos de Campos Ma-,
HlhlM na Praca I Na rua Nova n- 18> loJa de M' A' .Caju'
- Para o Porto/segu com toda a brevi-|[)a mpre um sortment d obras de al-
dade.abarca portugueza Espirito Santo.ca-lff'le. endo essecas de panno ffOUto-
pitao Joao CarlosTexeira ; quem na mesma J'f cores e qualidades, ditas de marino,
Suizer carregar ou ir de passagem dirija-se obre de panno e de BHflB*. jWHMf^de
ao escriptorio do Francisco Alves da Cunha'Pa.nno e de merino, ditos de casemira Ha,
& Compaobla, na rua do Vigario
A barcada Flor do Dia, recebo carga pa-
ra os portos do norte, at o Assu': quem
quizer carregar dirija-se a rua da Cadeia do
Recife n. 43.
Ui-------------------1--------I -J-JUJ
e de coros-, ditos de seda e 19a, fazenda mui-
to lave a de lindos padrOes, ditos de brins
de differentes cores qualldades, jaquetas
de panno e de merino, ditas de brim de
bretanha e da riscado, calcas de todas as
qualidades, coletes de superior setim preto
e de cores.ditos de fustOes, robxambre.cha-
peos francezes os mais Unos que ha no mer-
cado, ditos de sol, bonets e veos para mon-
Adverte-se que a venda da loja de Se- taria de senhora, ditos para homeme meni
leiro do Sr. Antonio Ferreira da Costa Bra-i nos, lencos de sed i decores para grvala,
Avisos diversos.
ga da rua Nova nflo se po le effectuar por es-
lar penhorada e sem a solucSo das execu-
cOes tudo he nullo.
Ha para alugar dois escravos proprios
part armazem de assucar.ou outro qualquer
sorvico : a tratar na rua do Vigario casa
n. 6.
OfJjcina de encadornacjlo na rua do
Collegio o. 20, primeiro aqdar. O padre
Fraucisco Coelho de Lemos e Silva faz scien-
te ao respeilavel publico que tem mudado
a sua resideocia para a rua do Collogio n.
20, primeiro andar, onde continua a enca-
dernar, e espora a mesma consideraQSo e
favor qua sempre tem recebido. Ah venda
livros lano dedireilo como da bellas latirs
liuguss, mxime a latina deque tem um
completosoitimento,troca e compra todoe
|ualquer livro com tanto qua nSo Ine falte n
olhas e tem para ven ler tanto em porcjlo
como a retalho cartas do A. B. C, tiboadas,
earlilhas cathecismos de difTerentes edicOes
e precos, verdade aos meninos, sinopses,
Floury, deveres dos homens, apudaulas,
procura0es bastantes, rotlos para garra-
fas de vinho, e livros,
ditos de setim preto, suspensorios, malas
cruas muilo fortes, camisas brancas e do
cores; tambem ha umsorlmento de pannos
de ludas as cores e qualidades, merinos,
brins de linho branco e de cores, e outras
muitas fazendas; charutos muito superio-
res, vindos da Baha: emfim os freguezes
podem entrar desprevenido e sahirem prom-
pos de tu lo at fumando; no esquecendo
trazer papel monda, prata e ouro, que ha de
ser bem servido.
Collegio de Sant'Anna.
Dirigido por D. Anna Benedicta da (tocha
Silva, collocado no principio da rua daSo-
lodade, sitio do Sr. Herculano. A directora
declara ao respeilavel publico e Srs. pas da
familia, que no dia 12 do correle de novo
abri o seu collegio aonde contina a rece-
ber pensionistas, meias pensionistis extar-
n i.,o assegura o bom adiantamento das suas
discpulas em todas as prendas que silo pro
prias a urna senhora da boa educado, tudo
por preco commodo.
Passopartes.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
homceopathico da rua das Cruzas n. H8. De-1 da da esquina n. 1.
,, letras, oonhecimen-
tos, fullinhasde lembrancas, edigo de Pa-,00 imperio, despacham-se escravos.correm-
rs, traslados, livros em branco etc. se folbas, e tiram-se ttulos de residencia.
-- Precisa-se de um pequeo para caixoi-1 para este fim, procura-so na rua do Quei-
icco Largo no Recife, von-|madon. 25, loja de miule/as do Sr. J01-
no BeccoI
'quim Montairodi Cruz.
--Oabaixo sssignado faz publico quo
comprou ao Sr. Antonio Ferreira da Costa
Braga a loja de seleiro que o mrsmo senhor
tinlia na rua Nova n. 28, o por iiao se sl-
guem se julgar com dlrcito impedir lal
venda, quoira aprrsintar no praso ae 3 dias
contados da data deste.
Ventura Peroira Penna.
Manool Alvos da Cunha Bsstos o Do-
mingos Teixeira Bastos, vinlos ltimamen-
te d'Ambriz, rotiram-se para o Rio de Ja-
neiro.
Na tonda do funileiro, no pateo do
Cirmo, precisa-se do um oPlcial de funilei-
ro para obra miada, c de dous aprendizes
para a mesma ofllcim.
-- Precisa-so do urna mulher da maia da-
do, edo ba conducta, para fazer compa-
nha a urna sonhora, e fazer algum sorvico
do portas a dentro : quem es'iver nesta cir-
cumstancia dtfija-se no lereeiro andar da
casa n. 20 da rua larga do Rozario, das 2
horas da tarde em diante.
Oabaixo assignado, tendo de abrir
sua aula do graoimitica portugueza, latina
o fraoceza ; assim como de msica vocal o
piano no dia 15 do corrente, avisa aos pas
de seus discpulos internos e extornos, e
mais a quem convier, quedesse dia em di-
ante poderSo mandar seus Ribos 1 na tra-
vessa da rua da Concordia, sobrado rt. 5.
Padre Pedro da Silva BrandSo.
-- Precisa-se alugar urna preta escrava,
para servido de muito pouca familia : na
Ponte Velhan. 14.
- Precisa-se de urna mulher.de meia ida-
de, para ama de urna casa de pouca fami-
lia, a qual saiba cozinhar e engommar, e
quo leiilia boa conducta : na rua do Quei-
mado n. 14, se dir.
Quem procisar da urna ama para lavar
e engomar: dirija-sd ao Pateo do Carmo
n. 10.
NapoleSo Gabriel Bez, embarca para
Rio de Janeiro os seus escravos S'guintes :
Rosa, Bonifacia, Mara, pardas e Izidio cri-
oulo, a linaria crioula.
Aluga-se urna rancia de carga de 600
lijlos de alvenaria grosss : na rua da Con-
cordia, a tratar com Manoel Firmino Fer-
reira.
OfTeroco-se urna mulher branca de
mnia idade, para ama de homem solleiro:
quem do seu prastimo se quizer ulilisar, di-
rija-se a rua das Agoas Verdes n. 104.
~ Precisa-se alugar urna prcta de meia
idade, para servifo de casa e rua atrs da
matriz do Santo Antonio n. 20, casi da es-
quina.
A A mesa regodora da Irmandade de
N S. do Livramento faz sciente a todos os
Irmos que a muitos sacrificios e a conflan-
(* do archileclo o Sr, Vilma ja se achSo
promptss dentro do cemiterio publico vinte
catacumbas pertenceutes a mesma irman-
dade, n.lo obstante dever-separte da impor-
tancia dellas, todava os obsequios que te-
mos recebido do Sr. Vilma para com nosco
faz com que verifiquemos aos rmOos esla-
rem promptas esto numero. Ha portinto
necessario quo todos os irmos e innSes
conlribuSo com a cola que lhestoca como
foi resolvido pela meza geral, devendo-o
fazerem quanto antes para que se possa pa-
gar o que ainda se deve, e concluir o restan-
te das que falto afim de podaren*, dellas
gozar por seus falecicuentos, certo que a
nSo quererem concorrer com as suss quo-
tas lem Irmandade nSo s de soffrer a im-
posiro vez que temos a obrigacSo de concluir no
praso de 6 mezes o ja lemos decorrido 4 me-
zes e ja e como nSo licar muito airoso ir-
mandade do Livramento que conta a m is de
mil 11 unios nao se poder concluir urna obra
que lano eleva a mesma corporacSo, o que
Ja mais ora de esperar dos irmos.a nflo que
rerem contribuir com as suas cotas como fui
determinado pela dita mesa geral, corto do
que se a mesa aelual previsseos pensamen-
tosdoalguns irmios mo se teria oceupadn
em dita obra. Aproveilamosa occasiSopa-
ra declarar mos a todos os interessados, que
a mesa geral decidi a tal respeito que os
irmSos que tinham catacumbas ou por
compra ou por seus csrgos dariflo para a
nova obra a quanlia de 5,000 rs., e os que
nSo as tinhSo e queirSo gosar das que se
tem de fazer no cemiterio dardo a quantia
de 10,000 rs., isto em sua vida, e no caso do
proximidades mo'te 30,000 rs., fleando
irmandade em um e outro caso obrigada a
pagar a cmara municipal a imposicSo de
5,000 rs. porcada um calaver continuando
o previlegio do mulher e lilhos como deter-
mina o compromisso.
Vicente Jos de Brilo, embarca para o
Rio de Janeiro, um moleque, de nome Ma-
noel.
- Precisa-se de urna ama do leite pa-
ga -se 12.000 rs. por mez : na rua das La-
rangeirss n. 14, segundo andar.
O cirurgiflo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas quo a lempos Ihe fa-
laram e mesmos quem convier e quizer.pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
annualmente das molestias quo possam ap
parecer, que tenham a bondadede virem a
casa de sua residencia na rua do Rozario
larga u.30,para os poderlancaremn.de seus
clientes. U mesmo declara uo poder ir
presentemente as suas casas por estar ainda
encommodado e pede o desculpem nflo es-
tar em casa a os que o procuraram desde o 1.
de Janeiro at 3, por ter sido de urgencia
estar nesse lempo fora. Agradece tambem
por este meio aos que tiveram a bondado de
o virem comprimentar, asseguraudo-lbes
sua estima e gratidSo.
Aluga-se a lojan. 15, da rua
do Crespo, e garante-se o arren-
damento pelo tempo que convier a
quem comprar a armaco da mes-
ma loja: a tratar na rua da Cadeia
de i. Antonio n. 9.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que Fernandes Gama, queira man-
dar pagara subscricao deste Diario.
A matricula da aula de tschvgraphia
00 lyoiV) desla cidade, acha-se aberta desde
o dia 15 ao ultimo do corrente.
<-.;
11 praca e provincia, prometiendo
executar com promptido e per-
feicSo toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisar-se
de seu prestimo, he rogado de di-
rigir-se a casi de sua residencia ,
na rua do Trapiche Novo n. a, ter-
ceiro andar, em todos os dias ufis
das 9 horas r horas da tarde.
-- O prof.ssor de latim da freguezia de
S.Jos, abaixo assignado, declara ao pu-
blico que a matricula da sua aula comeqa
no dia 15 do corrente, na forma do regula-
nio'ilo vigente : os pretndanles dirijuni-se'
ao sobrado n. 80 A, na rua Augusta.
Manoel Francisco Coelho.
OfTeroce-se um escravo mor;o para cria-
do de alguma casa estrangeira ou mesmo
nacional, o qual, alm de 6er lid. sabe bem
cosiolur e tratar de urna casa com aceio :
na rua do Brum, no segundo andar do so-
brado de 4 andares.
Emanuel Chiozzs, subdito sardo, se-
gu viagem para a Rabia e Rio de Janeiro.
D-se a juros de 2 por oento ao mez, e
sobre penhores da ouro e prata, a quantia
de 230,000 rs.: quem pretender dinja-sea
rua do Caldeireiro n. 82.
Nova fabrica de chapeos de sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
ta n. aa.
NestaL.no.va fabrica o respeitavel publico
achara um csmpleto sortimento de chapeos
de sol de seda e paninho, tanto para ho-
mem, como para senhora, e concerta igual-
mente, por procos mais commodos do que
em outrs qualquer parte; para este mesmo
estabelocimentoseacha mudada a tinturara
francoza da run Vclha n. 74, tingindo-se to-
da e qualquer fazenda de seda, 18a, algodSo
e linho, tanto om otira, como em peta e
com muito asseio, assim como se alimpam
casacas e mitin qualquer ropa de panno,
.ue t'ver nodoas, pon 10 se como novas, e
por presos muito commo ios.
'-$?::?'?*^
D. W. B*AYNON. '
Cirurgio dentista ame- c
ricino, avisa ao respei- f5
tavcl publico desta cidade
> ter recenlemente voltado dos Estados 9
t Unidos, o que se acha prompto a fazer *
$ toda a qualidade de operado parten- -*
Q cen-to a sua art> segundo os me- f
ifi Huirinonios mais mo lernos: pode se c
-.* procurar no holelFrancisco. 9
**,****>* >**,*******'
Na rua do Hospicio n. 52 precisa-se de
urna ama que engome bem.
Aluga-se urna canoa denovecentos li-
jlos : na rua de S. Francisco, cssa apa-
tftda.
~ Manoel .urques Corris, natural des-
ta provincia, retira-se para o Porto, na bar-
ca portugueza Flor da Maia.
Quem quizer comprar dous terrenos ,
na rua da Praia, proprios pars boas edifica-
$Ges 1 annuncie, ou dirija-se a rua Direita,
casa o. 32, primeiro andar, que acbar com
quem tratar.
lnstrucco elementar, no aterro da
Boa Vista n. 5.
Jos Xavier Faustino Ramos, previne ao
respeitavel publico, e especialmente eos se-
nhores paes de seus alumnos, que os exer-
cicios de sua aula de inslrucc,3o elementar,
ro'.m:i;iii-o no dia 12 do corrente mez.
Roga-se ao Sr. Jos Fran-
cisco Belem Jnior, senhor do en-
genho Larangeiras da com irea de
Xazareth; e ao Sr. Francisco de
Paula Alarinlio Wanderley, igual-
mente senhor de engenho, o favor
de apparecerem, ou fnandarem a
rua do Crespo, loja n. ia, fim
de se tratar de negocios, que os
mesmos senhores nao ignoran).
-- Aluga-se urna ama lo: im, ou escrava ,
que tenlia bom e abundante leite, para criar
um menino com 2 mezes de idade : na Boa
Vista rua da Saudade, ultima casa auo tem
o outo para a mar.
-- Quem quizer arrendar, ou vender um
sitio, que tenbu fruteiras e commodidados
para ter vaccas, parto desta cidade: dirja-
se a rua do Apollo n. 24, armazem de is-
sucar.
-- Aluga-se o sot3o de um segundo andar
do sobrado, sito no bairro de Santo Anto-
nio, cujo sotSo tem urna grande sala com
janolla, e dous grandissimos quartos com
claras lunas, tem mu linda vista, he mu
fresco, est caiado e pintado da novo, a tem
linalmente escada independente proprio
para homem solteiro : quem o quizer alu-
gar, dirija-as a rua do Crespo, loja de fa- '
zondas n. 6, que se dir.
Precisa-se de um caixeiro para pada-
ria, que lenha pratica da mesma, ou de ne-
gocio, a que abone sua cipacidade: na pra-
fa da Santa Cruz, padaria n. 106.
-- Quem precisar de ron pa lavada e en-
gommada, com asseio e promptidfio, por
proco commodo: dirija-so a rua de Hortss
n. 40. Na mesma casa cima apromtam-se
bandejas com boliohos para fra e fazem-
se bolinhos de diversas qualidades, tudo
em conta,tambem se vende velas de carnau-
ba J- supeiior qualidade.
Caligrafa
Na Rua do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
letra e por preco commodo.
Acha-se larlnha nova de SSSF, (de ra-
minha) para vender, nos armszens de Dea-
ne roule & Companhis, no becco de Con-
nives.
Quem quizer vender ou
permutar urna morada de casa ter-
rea, na rua Bella, ou Florentina,
e esto que tenha bom quintal: an-
nuncie ou dirija-se a praca da
Independencia, loja n. 4, se dir
quem quer.
Emilio Bauch, retratista ale-
mSo, tem a honra de recommen-
dar-so ao respeitavel public > des-
m COBSULTORIO CBNTRAl HOMCCOPTHICO
f DR PBRNiMBUCS.
j. Derigiao pelo Dr. Sabino Olegario I.ud-
) yero Pinho.
4 Rua do Trapiche Novo n. 15.
(i Todos os dias uleis se darao consultas 9
% ^remedios do graca aos pobres.desdo
p pela inanhS, ale as duas horas da tar-
(< de. As correspondencias e imforma- #i
i; (Oes pdenlo ser dirigidas verbal- #
> mente, ou por escripto, devendo o V
i) doento indicar primeiro: o nome, a 9
if, idade, estado, proiisso, e constitu- ft
yj eflo ; segundo: as molestias, quo tem 9
fy tido, e os remedios tomados; lereei- 9S
} ro : a poca do apparecimento da mo-
lestia actual, e descripQflo minueiosa,
dossignaesousymptomasquesoffrer
Hotel no Monteiro.
Domingo, 16 do passado, abrio-se este
estsbelecimento com as seguinles pro-
porcOes: .._ ,
Bilbar e sorvete, aos domingos e dasen-
os a tarde.
Sala mobiliada e independente, para as
familias, que indo a passeio quizerem des-
cansar.
Quartos preparados para dormida.
Espacosa e bem arejada sala do jantir ,
com capacidade de servir 40 pessoas.
Soiti para recreio e passeio.
Estribarla e arran|os para cavallo.
Comida mensal e avulso, proparam-se jan-
tares e prezuntos, aluga-se loucs, vidros ,
bandejas, etc. etc.
Tudo por preco muito rasoavel, e acon-
tentes.


m
X

CASA FELIZ,
vendedor de bilhetes da casa
feliz, dos Quatro Ganlos da ra do
Queimado n. ao, roga a pessoa que
iossuir o bilhete n. 5344 da i5.
oteria das matrizes da provincia ,
que venha receber o premio que
tirou de 10:000,000 rs., oqual se
paga sem descont alguin.
Aluga-so o primoro andar do sobrado
da ra larga do Rozario n. 48 : a tratar na
luja da mesmo sobrado.
-- Precisa-se de um caixeiro, que tnlia
pratica de venda ed fiador a sua conduc-
ta, de 1* a 20 annos: na venda da Soleda-
de n. 18.
-- Napolen Gabriel Bez, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo de nome Gre-
gorio, pardo.
Aluga-se urna escrava, para todo sor-
vico de una caita : na ra do AragSo n. 40.
Aluga-se um sitio que tenna casa coro
commodidades, que seja plantado de arvo-
res, e que nSo seja distante da praga : quem
o tiver, aonuncie.
-- O tutor uos filhos legtimos de Ambro-
sio Harris, mortonoPar en 1839: quei-
ra dirigir-se ao consulado dos I'aizes Bai-
Xos neiita cidade que se Ihe deseja Tallar a
negocio de inters-.!-
Precisa-se de um bomem qne nSo te-
nha familia, para caiieiio de engenho, e que
de conhecimento de sua conducta f na ra
do Raogel n. 47, primeiro andar, ou no en-
genho Novo de Muribeca.
Precisa-se de um caixeiro, que tenha
pratica Fura de Portas n. 137.
Quem precisar do urna ama de leito :
dirija-se a ra do Rozario da Boa Vista nu-
mero 31.
-- Precisa-so de um lomeare : na ra Di-
reita dos Aflogados n. 66.
No da 19 do corrento, as 4 horas da
tarde, presente o Sr. Dr. juiz do orlaos, se
ha de arrematar una escrava pertencente
o casal de Antonio Francisco da Silva,
requeriaiento do seu inventarente; he a ul-
tima [) f :i ,.i.
- Joaquim Ferreira Mendcs CuimarSes,
embarca para o Rio de Janeiro, o cabrinba
JuliJo, crcoulo, a entregar a Anselmo Fer-
reir Cond.
.Manuel Buarque do Macedo Lima J-
nior, retira-se para o Rio de Janeiro, llm
de tratar de seus estu dos levando om sua
companhia um oscravo de nome Bartho-
lomeu,
Na nouledo dia 13 para 14 do corren-
te, na Soledade, casa o. 2, roubaram os se-
gaintes objectos de ouro: 1 corrate gros-
8a, 7 anelOes, sendo alguns com diamantes.
Compra-ae um bra^o de balanza pe-
queo com duas conchas e os pesos da mnia
3uarla a 4 libras, em seguuila mSo : na ra
l matriz da Roa-Vista n. 22
-- Compra-se urna mulata de boa flgnra,
que saiba per foita mente coser, cortar, fa-
zer vestidos de senhora e ouiras costuras, e
que tenha bom camporlamento affiangando-
se aivertmdo-se que nao he para embar-
car equo paga-se bem : no Recite na ra
do Trapicho n. 40, segundo andar.
Compra-se geomelria por I icroix,trg-
ira ri ia pelo dito com pouco uso : na ra
da CooceigBo da B la-Vista n. 58.
Vendas.
I'OLIllNrlAS PARA i85a.
Vendem-se folhinhas de porta
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo urna del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
pra9a da Independencia n. 6 e 8
Simao de Nantua, a 8oo rs.
Vende-se a historia de Sima > de Nantua
a 800 rs. : na livraria da prara da Indepen-
dencia n. 6 e8.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. l\, vendem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio da 3
lotera da Gloria: espera-se a lista
no primeiro vapor,
I,olera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 c 10:000,000 ders.
O cautelista Salustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que no dia 19 do cor-
rente mez, deve ebegar do Sul o
vapor da companbia brasileira, e
no dia 20 o vapor inglez Severn ,
conductores das listas da 3. lotera
da fregueza da Gloria, que cor-
reu no dia 3 do corrente mez e
paga immediatamente logo que re-
ceber as listas, sem descont al-
gum, todos e quaesquer premios
que sahirem nos bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos, ven-
Bilhetes 23,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
O tavos a,8oo
Vigsimos i,3oo
Vende-se alvaiade em barris de quin-
tal cada um : na ra do Trapiche n. 10.
S,trancelim com 13 oitavas, 1 cordSo fino, 1, ,Ana na rara da Indpnpndcnrin
Uo grosso, laderego de estufo, com todos! dld0* PrW independencia
seuspertences, 1 dito com pedras pintadasj n. l e ta, loja de calcado do ra-
da1 ouro, 1 alneite de peito, com diaiztan- rantes, e na ra da Cadeia do Re-
tes, 1 duza de colheres e 1 copa de pra- ., ~ p
ta, para cha e 120,000 rs. em sedulas 1 9M B. 4V loJa de miudezas. fc-s-
quem descobrir dito roubo, dirija-se aose- t|"o ex pos tos venda OS bilhetes e
gundo-andar da casa n. 3, no becco da Lia- ,1 9 1 > J. c -
goeta, que ser generosamente gratificado. | cautelas da 3. lotera da fregueza
Precisa-se de urna ama, para cozinhar da Gloria,
ecomprar: quem estiver nestas clrcums-
tancias, dirija-se a ra da Paz, casa de co-
cheira.
Offerece-se um moco brasileiro, bs-
tanlo babil, o quo di fiador a sua conducta,
para ciixeiro de loja de fazendas : quem do
seu prestimo se quizer utilisar, annuncie.
--Joaquim Alves da Silva GuimarSes, em-
barca para o Porto.
Precisa-so do urna ama que tenha
bons coslumcs. para casa do pouca familia :
no pateo do Paraizo n. 18.
A possoa quo perdeu uru tacho no prin-
cipio da estrada do Barro: procure-o em
casa do inspector Manuel Vieira, quo Iho se-
ra entregue.
1P.M \MiAIH. Iil NOSSA SENHORA DO
TERCO.
A commissSo encarregada da edificac,So
das catacumbas desta irmandade, faz scien-
te a todos os seus irmSos e irmSos, quea-
lem das 54catacumbas quo I mi prou-ptas
dentro do ciciteiio publico encostadas ao
muro, jase deu principio a edificado das
que faltam ( 42 o entre estas pequeas para
anjos J na ra fronleira aquellas : roga-ge ,
porlanlo, aquella. irmSos e irmSas, que a-
inda nao contribuiram com a quola de
5,000 rs., para urna obra tSo importante e
til, o fagam quantoantes, sem o que 1111-
Briin da Riissin.
Na ra ~'o Trapiche Novo n. iC,
existe por vender urna pequea
porcSo desln fazenda sendo de
duas qualidades, urna regular e a
oatra muito superior c a melhor
que temvindo ao mercado.
Ktim para empalliar.
Vende-se rotim de excelente
i[ii ilidade, por preco muito com-
modo : na ra do Trapiche Novo
n. 16.
Genebxa de Hollanda.
Cheg-'ram recentemente algu-
mas frasqueiras com verdadeira
genebra de Hollanda, de superior
qualidade : vendem-se na ra do
Trapiche Novo n. 16.
Diamantes para v-
draceiros.
Chegou urna porc5o de excel-
lente qualidade : vendem-se na
ra do Trapiche Novo n. 16.
- No segundo andar n. 36, da ra larga
do Roznrio, vendem-se varios livros o uten-
cillos de chymica.
Vende-se rape Paulo Cordeiro a 1280
rs. a libra : na ra da Gadeia loja de Joo
Jos do Carvalho Moracs.
Continua se a vender p o mina lina de
engommar a 100 rs. a libra : no pateo do
Carmo, venda nova n. 2.
-- Vende-se urna taverna na Soledade, na
estrada de J0S0 Fernandes Viaira n.28: a
tratar com o dono da mesma taverna n. 19.
-- Vendem-se amarras o ancoras de ferro:
na ra do Trapicho n. 10.
Attenco.
Vendem-se batatos em cansslras, com 1
arroba e taas libras, polo baralissimo pre-
co de 400 rs. a canastra: na ra Direita, ven-
da da esquina n. 76e78.
frijn molatinbo,
em saccas grandes; carnauba de -primeira
sorte; esleirs novas; toalhasde lavarinto;
rendas; sapatos de homom e menino ; cou-
ros esola, ludo chegado do Aracaty: na
ra da Cruz do Recife n. 24 armazem de
ManoelJos deSa Araujo.
-- Vendem-se 3 oscravas mocas do boni-
tas figuras, com varias habilidades'; 1 mu-
a! 1 nho. de 16 annos de idade ; 2escravos
de servico de campo ; 1 negra de meia ida-
de; 2 negrotas de 15 auno., sendo urna del-
las bem educada no conveulo de Iguarassu,:
na ra Direita n. 3.
4.
- Yinlio de Chainpafne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Q r-Vende-se dm grande sitio no lu- 0
O gardo Manguinho, que tica de fronte f'i
3 dos sitios dos Srs. Carneiros.com q
0 grande casa de vivenda, de quatro n
q agoas, grande senzalla, cocheira, n
estribara, baixa de capim quo sus- n
'.'; tenta 3 a 4 cavados, grande cacim- J
v li. oiim hoinhii a lanmn rnhnrln '-'
Vende-se urna mulata de 18 a 20 an-
nos, bastante aceada, ensaba bem, e sabe
tratar do a na rijo de urna casa : na ra da
Senzalla Velha n. 38.
Nova fabrica do chocolate I10-
moeopatico
Em a mesma se encontra o chocolate ho-
meoptico aprovado e aplicado pelos Srs.
Douloresda homeopalhia se encontra mais o
seguinleio prande chocolata hespanh! lino
a n.-iyo ara regalo, dito entre fino tempe-
rado tambem para roxal<>,cnocolate para o
diario, cha preto, da india, hysson, caf
moidopuro, caf desevada, canella muida,
puxuri, r.nniii do Maraniijo, farinha de
mandioca elfo do carolo, sevada em pr.ln,
charutos da Bnhia.tulo de superior quali-
dmla o commodo pingo. ,
i
9
A todo o (iel christao.
Acaba de sahir a luz no Rio de ja-
v neiro o sepuinle :
Livrinho milagroso*
9) Da vera Elligie divina do Rosto de
iNosso Senhor Jess Christo acompa-
'.*} nhado da mesma imagem ricamente
&t gravada o de um breve resumo da vi-
? di do Nosso Divino Salvador, oflere-
* ci lo a tolo o fiel chrislSo. Acha-se
9 estampada na frente desle lindo li-
vi nio a seguinte poderosa recom-
? maularlo : Este livriuho parece-
me proi>rio para excitar piolape o .
dcvocSo dos liis : segu urna tradi- <
QSosobreo verdadeiro retrato do Nos
.
Lotera do l 10 de Janeiro.'
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000,000 e 1:000,000 de rs.
Na ra da Gadeia doflecife n 24, loja da
Viuvi Vieira & Filhos recebiram pelo va- S) so Senhor Jess Christo.que nao con
pouivtl ser sua conelusSo, que todos se por S.SebastiSo, entrado em 12 do corrente, ** tradiz as que sSo adoptadas sobre o ^
devem interessar. alista da 15. lotera a beneficio da cons- (* mesmo objecto por alguns escr.plores 9
-Precisa-se de um homem que entenda trucc/Joo reparos das matrizes da provincia a referindo-se aoulros antigos. O li- <
do olera e tambem de sitio e do vaca delei- quo seacha patento em dita loja, e prlo
te,paga-so bem dando fiador sua conducta mesmo vapor chegaram e acham-se a venda IM Bii. Concei^So, 25 de Janeiro de ^
atratar na ra da AssumpcSo n.36 e na pra- os mu afortunados liilhotese cautelas da 3. t 'S51. Bispo conde capellSo-mr, ^
(a da Independencia n. 12, ounoGuiqui lotera a boneficio da nova freguezia de Nos- V vende-se no pateo do Collegio casa S
om o sitio da Sr'. D Arcaogela, defronte do sa Senhora da Gloria, cuja lista vom no va- A do livro azul a 610 rs. cada um. ^
engenho. No mesmo sitio vende-se palha por inglez em 20 do correte, e Irocam-se ####l de coqueiru verde 160 rs. o cenlo, e cocos por bilhetes premiados das loteras do Rio e H radns He ferrn
para enbarque e tambem secos. 1 desta provincia. 1 *,
Roub.ram no dia 7 para 8 de Janeiro Vende-se urna negra ja de idade, pro-! fuud'Cao da Aurora, em S. Amaro,
no becco largo do Recife, na loja do sobra- pria para lodo se-vico e tem algumas hab- vendem-se arados de ferrode diversos mo-
do que volt para a ra da Senzalla Nova os lidades, por prego commodo : na ra do (lelos-,
objectos seguinles: 2 pares de brincos, sen- Queimado n. 20. se informara. Ven9e n."90 8 moleques, de 14 a 18 an-
do um par de armago e ootio de ce, vara
o meia de cordSo de ouro, 7 palmos de tren-, a li
seliro, 2anoeloes, um allinete de peito de
armacaio, urna medalha, 2 pares de luvas de modo : na ra do Arag. ,
seda, 1 par de meia de seda, 1 palito de rila-1 Vende-se um sitio com casa de pedra 8"? Par todo servnjo: na ra larga do Ro-
malole, 4,000 rs. em dinlieiro e 1 colx de e cal, com bastantes commo los, bom poco "rl M seBlinJo andar,
cama : irevine-se a qualquer pessoa quefr tanque, muitasarvores do frutas, torreno Rom e barato.
prop'io e por prego commodo, no lugar do Vende-se no atorro da Boa Vista, loja n.
Arraial de Baixo. quo faz extrema com o si- 78, couro de lustro, muito superior, pelo di-
tio do Sr. Elias Baptista: a tratar no mesmo. minuto prego de 2,400, 2,5U0 2,80i)rs. a
Contuua-se a vender manleiga iugloza pelle; cera amarella a6i0rs.; suspensorios
nova a 610 rs dita franceza a 560 rs., caf de borracha a 160 rs.; allineiles de ferro pa-
1 ;em grSoa 140 rs., cha llissona 1,920 e 2,400 ra.armador ; tapetes para sapatos de toJas
comegar no dia 18 do corrente : os nteres- rs., dito de S. Paulo a 1.600 rs., sevadinna as qualidades; muito superior bozerio, pe-
sados podem cntender-se com o annuncian- ja 180 rs., farinha do araruta a 200 rs bola- losgrandes e minios objectos, que avista
to todos os das uteis, na casa das sessOes j cinha ingleza a 280 rs., dita quadrada a 2*0 do comprador faz-e lodo negocio,
da mesma cmara. i rs arroz do Maranh3oa80rs., touciuho de Velas rlp rarnnui.a pm lihtiaa
- D-sedecera a um cont de res a ju- Lisboa a280rs., ehuuricaa a 400 rs., fari- uVe.la" de camautja em'"'* ,
. rosdedous por cento ao mez, sobre penho- nha do MaranhSo a 80 rs., velas de esper- *endem-so velas do carnauba imitando
espermacete : na loja do s 'leu o da ra da
tenta 3
ba, com bomba e tanquo coberto _
0 para banho bastantes arvoredos de J*
0 fructo : na ra do Collegion. 16,se- 0
O gundo andar. 0
000000C 0O000O000O0
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus
sia, nova e de superior qualidade.
Tul vii* para engenho.
Na fonilican de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a .venda por prego com-
modo, e com promptidilo embarcam-se,ou
carrogam-se em carros sem despezas ao
comprador.
-- Vendem-se cera em velas
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra,etam-
bem de um tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & I'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Moinhos de vento
om bombas do repucho para regar norias
d baixas de capim : vendem-se na fundigflo
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Gadeia
doHecife n. ia, ha muito supe-
rior cal.de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a presos muito rasoaves.
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos preco do
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Recife n. 50.
AGENGIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA .N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. i-
moni m Companhia, acha-se conitanleinente
Aortimentos de taixa de ferro coado e
Molduras deliradas
de todas os larguras : vendem-ae no arma-
zem de Kallkmann IrmSos,ruada Cruz n' 10.
Gharutos de Havana
De superior qualidade: vendem-se no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na ra da
Cruz n. 10.
Livros em branco.
Venle-s' em casa de Kalkmann IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
t; 11 ilciras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na ra da
Cruz n. 10.
Vende-se rap de Lisboa, em frascos,
chegado pela lipeira a 4,000 rs., os sen do-
res freguezes que costumam to 1 ar a boa pi-
tada, nSo delxarBo de mandar buscar ao
largo da Assembla n. 4.
-- Vende-se um escravo do elegante figu-
ra, muito possante, e robusto para todo, e
qualquer serviso, e tambem enlendo do ca-
nneiro, de idade de 19 a 20 annos, e sem vi-
cio, a vista do comprador se dir o motivo
da venda : na ra da Penha n. 23, segundo
andar.
-- Venpe-se Ifm sitio, com casa de viven-
da e com bstanles commodo.", copia, es-
tribarla, boa cacimba, varios ps de laran-
geiras, cafezeiros, grande Cmaneiral, terre-
no com mais do mil palmos de fundo e de
muito boa produgSo, e peito do rio : a tra-
tar com Nicolao Gadault na ra de Apollo
n .20, segundo andar, ou na praga da Boa-
Vista na casa que seesl edificando.
Vende-se urna dasmelhores tavernasj
da freguezia de S. Jos, o que o comprador1
pode examinar, com desobriga a praga o o
reslo a dioheiro, ou letras com boas fir-
mas : na ra dos Mariyrios n. 36.
Vendem-so dous c] arlaos ja fe i los a o
pasto, proprios para o trabalho : na ra.da
Cadeia do Recife n. 9.
Vndese urna escrava moQa de boa
conducta, ptima cozinheira e lavadeira :
atrs da matriz da Boa Vista n. 21, se dir
quem vende.
-- Vende-se urna escrava croouia, ae ex-
cellenteconducta.engomma, lava e cose: na
ra do Vigario n. 13, terceiro andar.
Vende-se, por preco commo-
do farinha de mandioca muito
supenor, a bordo do patacho Ale-
gra, chegado de Santa Cathariua,
oqual se acha ftindeado ao p do
caes do Gollegio: a tratar a bordo roquim preto a 1440 rs. a pelle.
do mesmo, ou com Novaes & Com-| AttencSo.
panhia, na ra do Trapiche n. 34. Na ra larga do Rozario n.38,loja de miU.
Veodom-se 8 solelras: em casa do Tor-
AtlencSo.
Na esquina da ra larga do Rozario tr,
vessa do queimado n. 9, se vende os lrn]
seguales todos completamente noros B,
quaes por certos dativos se vendem por
muilo menos de seu valor oa quaes sj0 .q
mysteriosde Pars garnecidos com ricas c
tampas, 0 Judeo Errante. Hara llespanhola
ou a victima de um frade com ricas estan
pas, os tres mosqueteiros com estampas cor
Alexandre Domas, os vinte annos depois
com esAmpas por alexandre Du as, os nivi.
terios da Polica e das prizOes obra nova corr
ricas estampas, A Epoco jornal cora ricas
gravuras, e o Caramur 11. Existe apenas uo
exemplar de cada urna deltas obras.
Vendem-se superiores vinhos finos en-
garrafados, sendo do Porlo, tinto.em eai-
xmhas de 30 garrafas e de Lisboa, branco
em ditas de 24 garrafas; muito boa flinuln
de algodSo para aelins, e retroz do Porlo-
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Marmelada de Lisboa.
Vende-se marmelada de Lisboa em nce-
las de urna quarta.quarta e meia, Iresquar.
tas e urna e meia libra por prec, > msh
commodo do que em outra qualquer parte:
na loja de miudezas da ra do Collegio
o. 1.
~ Vende-se lijlo de alveoaria marc
bastante grande no Jiqui olaria defronte
do engenho indo la buscar a 14,009 rs.o mi-
Iheiro.
Pecbincha.
No aterro da Boa Vista, leja decalsadon.
58, junto ao seleiro vendem-se sapatoes
de lustro a 2,500 e 3,000 rs., e muito bom
a 3,500 rs., a ellos freguezes que silo poucos.
ptimo vinlio branco.
Vendem-se barris de 5 em pi-
pa, com vinho branco de Lisboa,
da melhor qualidude que a^parece:
trata-se na ra da Cadeia do |{e-
cife n. 48.
Cal vilg-em de Lisboi.
Vende-se cal de Lisboa, de p-
tima qualidade vinda no ultimo
navio : trata-se com Augusto (',
de Abren, na ra da Gadeia do He.
cife n. 48.
JYio de sapateiro.
No aterro da Boa Vista, loja n. 58, vnde-
se fio de sapateiro a 700 rs. a libra, e mar-
res Galindo, com ar.nazem de maderas na
ra da Concordia, sendo todos decordSo,
A bordo do patacho nacional Eutirpt,
ha superior farinha deS. Calharina, chega-
da ltimamente : trata-se a bordo do mes-
mo patacho fundiado defronte do trapiche
do algodSo, ou na ruado Apollo armazem
n. 15, e na ra da Cruz n. 33, armazem de
S Arauio.
dezas do Cardeal vendem-se collarinlms
postigos do ultimo gesto, chegados ultima*
mente de Pars, por prego muito rasoarel.
-- No acalugue da ribeir-t de S Jos, ven-
de-se calce salgada, em barris, daquellas
que sobram do consumo diario: trata-se di
mesmo acalugue com Joaquim Demetrio.
Vendem-se oagneros, armago elu-
do mais que existe no armazem do sobrado
do pateo da Santa Cruz, na esquina da rui
Velha, pelo valor all metidos, a dinheiro,
--------------, ..1L. .:... .Ulna, ioiu lili din inoiiuua. i UIUUOIIU i
-Vende-se chapeos de palha americana ou a praso est, venda he milito acredita?
mu superiores, e relogios americanos para| -
cima de meza, bons reguladores : na ra do;
Trapichen. 8.
FaIUNHa de s. CATHARINA.
A melhor farinha de mandioca
e mais recentemente chegada ao
mercado, vende-se por preco m-iis
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al
mirante fundeado confronte ao
bons aorlinitriilos ac nio ut- icriu tu.uu .
balido, tanto raa como fundas, moendas In- caes do HatnOS '. trata-se 8 DOrClO
elras todas de ferro para anlmaes, agoa, ele, .-, hrir/np Ol nn PSfrintorio
ditas para armar em madeira de todos oa ta- 00 OllO Drigue, ou no escriiuuiiv
manhos c martillos o mais moderno, machina .|lls consignatarios Machado OC l'l-
horisonlal para vapor, com forca de 4 caval- O .,.
loa, coucos, passadeiras de ferro estanhado nheiXO, nn ra dO VlgariO n. 19
para casa de pulgar, por menos preco queoa .. vende-se champagne da marca amiga
de cobre, escovens para navios, ferro ingle eDem coohecida, Comet, em casa deDeane
tanto em barras como em arcos folhas, etudo yu|e& uoropanha : na ra da Cadeia.
oOerecido, baja de apreneuder os ditos ob-
jectos que ser gratilcado.
U procurador da cmara municipal do
Recife aluga cadeiras para servirem as jun-
tas da prxima revisSo da qualificago das
quatro freguozias dosta cidade, que deve
por barato pre;o.
Ven lem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J.Keller6i Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
prac.a da Indepeudencia, livraria n. 6 08.
Lasa de commissao
Vende-se urna morada de casa terrea ,
na ra Augusta, minio bem construida e II-
vre de qualquer llovida, como se mostrara
ao comprador : a tratar na ra do Crespo
n. 10.
Solilas.
Na travessa da Madre de Dos, armasen)
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o
tratar na ra das Cruzes o. 30.
Escravos fgidos.
Estam fgidos da fabrica de calderei-
ro da ra do Brum n. 28, os dous escravos
seguinles : Felippe de nagSo Mogainin .
reprsenla ter 35 annos de idade, estatura
regular, cheio do corpo, e costuma embrii-
gar-so pertrnceoto ao casal de Jos Mana
de Jbsus Muiii/. ; e Alexandre de inr.i, s.
Paulo, de idade 35 annos, alto, falla demo-
rada ; que foi do Mcliquer, fraucez mora-
dor no Rio-Doce, e ltimamente foi doSr.
Eduardo Bolli : ambos fugiram sem outro
motivo mais do que vadiegSo e sabiram, o
primeiro desde 25 do corrente, n o segundo
desde 26 ; roga-se a quem os pegar de os
levar nadita fabrica quesera recompensado.
~ Na noite do da 5 do corrente, desappa-
receu o escravo JoSo, mulato acabocolado,
idade 18 annos, altura regular, cabellos
andados, olhos pequeos, denles lmalos,
nariz um pouco chato, levou vestido calca
de brim pardo, jaqueta branca, camisa de
hiendo encarnado,chapeo de palha amarel-
loe urna troucha de roupa : quem o pegar
leve-o ao engenho Pombal de Jos Caval-
canlide Albuquorque Wan lerley que sera
geneio.il mente recompensado.
-- Desappareceram uo da 26 do passaJo
' 1 I "- ,'K.....- .J> o 111 un u,a .... uu |l.93
- No aterro da Boa-Vista. l0|a o. 18, de-| roez de dezembro, do engenho PauSangu
de escravos. fronte do tribunal do commercio, veodem-' os escravos seguinles : Oaofre, creoulo, car-
Vpndpm-sp psrravns. e rprphem- ?ee,V,as ".KJib5 de,.linha de n("e; reiro, idade de 30 annos, alto, grosso do
y enoem-se escravos e recenem- ,os lle n. 30 ,t ,00 pe)o din,inuto preco de corp0i cor fuli> fa,u y.g.ros,, 'p compr.
se de commissao, tanto para a pro- l.OOO rs. cada urna libra, cortes de cam-l dos e chatos, manco de urna trilhadura do
vinca como para fra delta, para Jfl" tX'ZolTu^^ ooTs! S levou ^o camisa e cale, da.zu-
r poioesTnuno unos e largos a ,uuu rs., e Uo, com um facSo da Ierra oa sintura.e
oque se olterece multas garantas anda restara algumas pegas dos nscadus de| chapeo de palha j uzado. Euzebio creoulo,
a seus donos : na ra da Cacimba l0"" o covado, ptima fazenda pararou-: c,rreiro, idade ue 25 annos, estatura regular
P"d!AS.""IAe.^^?V'.[".8.r.' olhos bftm rasgados e vivos, denles podres,
cor bem preta e pouca barba, ps peque-
os e apalhetados de bichos, que teve em
n. li, primeiro andar.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4a-
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assiin como americanos
por ter algumas pegas de listras largas.
Faneros com sal.
Vende-se sal do MaranhSo em paneiros ,
de superior qualidade : 00 armazem doSr.
Antonio Aunes, ou a tratar com J. B. da
Fonseca Jnior, na ra do Vigario o. 23.
Salsa parrilha.
pequeo, levou camisa, e caiga de algoJiio
trangado, e chapeo velho de couro. Marli-
nho, creoulo, carreiro idade de 60 an-
nos alto grosso do corpo, com urna das
pernas bastantemente enchadas de irisipe-
I la, e com algumas cicatmesde ferida na
b, 1 .no ultimo vapor, eziste muito oeuuena
ao de Sicupira e bracos porgSo: ao armazem do Sr. Anlooiciones,
da ferro .* na fundico da ra do na escadinha da Alfandega, vende-se a com-
i-iuii ns. G, 8 e 10.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
A melhor salsa parrilha que ha, chegada! mesma perna levou vestido camisa de al-
godSo transado com outra de baeta verJe
por cima, e ciroula do mesmo algodSo. Es-
tesescravos foramdo flnadoLuizJps.sonlior
modo prego, a tratar com J. B. da Fonseca
Jnior, na ra do Vigario n. 23.
Farellos de anoz.
do engeobo dous bragos em SerinhSem, a
por execugSo de sentenca pansa ram a ser de
Albino Jos Ferreira da Cunta do engenho
, Curarobuca : quem os pegar,ou der noticias
EsatSoconhecida o proveitosa substan- dellM> diri,.Je mencionado engenho a
pndulas e picota para cacimba: Jih.l.r^.M
res de ouro e prata 1 na ra iarga do Roza-
rio, loja do miudezas n. 26, que l se dir
quem d. Na mesma so dir quem tem um
famoso negro muito bom refinador de assu-
car, cosinheiro, e muito proprio para todo
servico de casa e de campo : vende-se mui-
to em corito.
Precisa-se alugar urna preta mesmo
idosa e bruta que saia a ra : na ra das l.a-
ranjeiras n. 14, juntos refinago, na loja.
Carlos llardy embarca para o Rio de Ja-
neiro/ o seu. escravo de nome Lmcliano,
pardo.
No pateo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-se e engomma-se com perfeicSo e ac-
ucio.
Precisa-se alugar urna escra-
va, que seja boa cosinheira e com-
pradera, : quem a tiver dirija-se
a ra da Assumpcao ou muro da
Penha n. 16.
Compras.
:^r Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 a a5 annos tendo
habilidades e de bonitas figuras ,
paga-se muito bem : na ra das
Lirangeiras 11. i}, segundo andar.
mcele 6 em libra a 720 rs., carnauba de 6
e 8 om Ib. 280 rs., passas aovas a 320 rs. fi-
gos a 160 rs., ameixas a 400 rs., o queijos a
800 rs. e 1,280 rs. no vos, no pateo do Carmo
venda nova n. 2.
Aos fumanles.
Na ra do Collegio loja n. 7, vende cai-
xinhas com 100 charutos de S. Feliz a 2,800
rs. a caixinba, a elles que estSo-se aca-
bando.
Lotera do Rio do Janeiro.
No sogundo andar da casa n. 25, da ra da
Cadeia do bairro de S. Antonio, ha um res-
to de bilhetes da loro-ira lotera em favor
da nova freguezia de N. S. da Gloria, cuja
roda deve ter andado em 3 do crreme. Os
aman
casa
nmeros.
-- Vende-se
t.ui um na 1
otes deste jogo dirijao-se a mencionada |n,|epe.ndencia.
, onde encontrSo vanados, e seguidos \i. j
Cadeia do Itecife n. 36.
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Grande do Sul, e a preco
commodo, no armazem, do Das Ferreira
ao pe da alfandega.
Mor mas superiores.
Na Cumlioio de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moeudas
de caona, todas de ferro, do um modelo e
coiistrnccao muito superior
DEVERES DOS UOMENS,
a 5oo rs.
Voode-se este compeodio aprovado para
as aulas, em moia eueadei nae.io, a 500 rs.,
cada um : na livraria o. 6 e 8, da praga da
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
luiidicao de /erro.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na la do Amorim n. 35.
Deposito da fabrica Santos na Bania.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
oa ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
I uelln rabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por precocom-
rnodu.
tonio Annes, em saccas, a commodo prego.
-. Vendem-se duas pretas creoulas, mo-
gas, urna cose muito bem, engomma, faz la-
varinto, cozmha, ludo com muita perfeiglo,
e a outra tero as mesmas habilidades, me-
nos lavarinto, porm vende fazendas e miu-
dezas na ra : a tratar na ra larga do Ro-
zario, loja n. 35.
FAB1NIIA DE BALT1MORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com illa noel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
H Vendem-se e alugam-se bichas, che- 4
( gadas ltimamente de llamburgo, por jcacs'da Alfandega.
% prego commodo: oa ra de S. Amaro _.v 1 1
n. 28.
Vendem-se por preco com-
4 caixes grandes para um mo,nos armazens de Francisco Dias
depozito sundo um delles todoenvidragado i,-,,-.-:.. \i; a_
1 alcSo, 1 balanca grande com 3 arrobas L ccra, C Antonio Annea no
de pezos at meia quarta, todos afori Jos pa- cae da Alfandega, OS seguinles
raoanoode52,ei cachorro para cima do eneros: farinha de mandioca mui-
balcSo, 1 balaoga pequeoa quem quizer di- c
rij
i-se a ra Nova n. 50.
PIANOS.
to fina cm saccas; fumo em folha
para charutos; cal virgem de Lis-
Vendem-se em casa de Kalk- boa, vinJa pelo brigue Novo Ven-
mann Irmos, na ra da Cruz n. cedor ; macella do Corto muito
10, ricos pianos de Jacaranda, com nova: a tratar nos mesmos arma- ra do Trapiche n. li panno de
excellentes vozes chegados ha zens, o 11 com Novaes & Compa-algodo para saceos de assucar ,
pouco lempo. nhio, na rae, do Trapiche n. .34. muito superior e birato.
Vendem-se selins e silbSes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. !\->..
Vea le-se superior cal virgem de Lis-
boa viada polo brigue Novo Veocedor no
passeio publico loja do fazendas o. 15, pre-
go muilo commodo.
Veadem-se amarras de ferro: oa ra
da Senzalla nova o. 42.
Vende-se em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
C3T Vendem-se bonitos escravos
de ambos os sexos, mulatas, mula-
tos, molecas moleques negri-
nhas, negras mocas e negros mo-
cos: na ra das Larangeiras n. 14,
segundo andar.
Veode-se um bonito moleque de 18
nios,hom cozinneiro;um dito de 25 annos,
quo cozinho eeogomma, 2 pralos bons pa-
ra lodo oservigo; um dito de meia idade
bom carreiro o mestre do assucar, um par-
do de 25 annos bom para panero,urna escra-
va de>25 anuos com poucashabelidades ; 1
dita de meia idade muito boa lavadeira e
vende-se em conta : na ruada Cacimba n.
II, .onde, mui'oii o finado vigario do Re-
cil'e.
Espcllio de parede
com ricas molduras : vendem-se no arma-
zem deKIkmanolrmaos, ra da Cruz n. 10
de Medeiros, que pagara geoerosamcuto.
-- No dia 1. do correte mez auzeolou-
se um preto padeiro e canoeire por aumo
Jo.-1 y le n n cflo benguella, idade 25 anuos pou-
co mais ou menos, de estatura regular,can
um pouco comprida, pouca barba, sobran-
celhas grecas e um pouco bizonho ; eteai
dias que bebe at cbir, tem os ps um pou-
co grossos levou calca e camisa de
algodSo transado americano e chapeo ds
palha roga-se a todas asauthoridsdes po-
liciaca e capilSes de campo o facam apre-
hender e entregar na ra do Rozario larga
padaria n. 18 que ser gratificado com geoe-
rosidade.
-- Do engenho Cocal, freguezia de Un,
fugiram as veperas de Testa os escravos se-
guinles : Alexandre muUlinho, de idade 15
a 16 aooos, com os signaes seguinles: cari
larga, nariz grogo, olhos grandes e batan-
te esperto; este mulatinbo foi comprado em
abril do anno p. p. bavoodo sido do Sr. Dr.
Alcanforado. Valentn), creoulo fula com
ollicio de sapateiro, boa estatura, ps apa-
lhetados, aecco do corpo, olhos braceos, e
com idade pouco mais ou meaos do28au- .
oos, este negro foi comprado igualmente
com o de cima ao Sr. Salgueiro da cidade da
Olioda. Foram encontrados na mesma cida-
de, he muito de presumir tere o lomado ues-
sa cidade a estrada de casa Forte,Posso,ale
o Honteiro : roga-se porlanto as autoridades
policiaes e capitSes de campo a capturados
referidos escravos, podando conduzi-los ao
mesmo engenho a entregar ao senhor dos
mencionados escravos Paulo de Aniu.-i n
Salgado, ou nesta praca a Vn-i.s-.imo Antouio
Ja Cruz Soares, que est prompto a sals--
fazer toda a despeza quo houver ue se fazer.
ir M.V '.r F


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVT5POO1Y_38BHR0 INGEST_TIME 2013-04-13T02:38:43Z PACKAGE AA00011611_04604
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES