Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04602


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Full Text
AnnoXXVlH
Tgryw-feirw 13
deJ-meirodel85l>.
N. 9.
DIARIO DE\m PEMMBim
rtEoo ba gWBcmiF^Ao.
Paosaiawro Aoihudo.
Pdr trlmeilre............
Por semestre c *..........
Por anno.............
P*00 DENTRO DUTRIMItTRl.
Poi quirtel j........
roTieAs do Imfciiio
par.....17 deDezbr.iMInas... iSdeNovbr
Maranhao 2l de dito S.Paulo. 10 de dllo.
Ceara... S4 de dllo. |R. de J. IS de IV/br.
Parahlba. SJ de dito .Habla ... 20 de dllo.
4/000
gfooe
4/00
DI Ai DA aIMKA.
I i Seg.S. S.iivro b. in
Si. rcadlo 'Miau.
II Tere. S Elarin.
II l.)u:irl S Frlll.
15 Quli.t S Amaro ab
S. Segundlna
6 sen S. Ilerardo.
17 Sab. S. A.ii".".
18 Oom. 2. Sautlssimc.
Noiiie de Jess.
AUDIIiYClA,,.
Julio da Ora*.
2.e5. a lOborai.
1. vara do eivtl.
3. i-(i. ao melo-dia.
Fajeada.
3. e6. ia 10 borai.
2. rnrodofi'M.
4. e sbado ao melo-d.
Hrltco.
1>rcas e ibsdos.
IFMIBIDH,
Icreicente i 28, a 8 horas e 15 minuto! da m.
[chela a7, a 3 horas e 48 mlnuloi di m.
I Mlngoante 16, a i hora e 8 minutos da m.
Nova iU, aa 1 horas e 34 mlnuM da in.
fiiiKiar>* hoji
Prlroelrs 10 horaie 6 minuto) da manha.
Segunda s 10horas e 10 mininos da tarde.
rinTiDii dos oonnuoe.
Oolanna e Parahlba, i segundas e sextas-
felrai.
RIo-Crande-do-Norte, todaf al qulntaa-felras
ao nielo da.
Oaranhuoi e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, a qulntaa-felraa.
Ollnda, todos os dlat.
jfOTiciaa UTntKaniiii,
Portugal.
Hespanha.
Franca ...
Blgica...
Italia....
Alemania.
i'russin
Dinamarca
Ruasla...
Turqua..
16 de Deibi
8 de dito
7 de dito
3 de dito
2 de dito
4 de dito
3 de dito
29 de Outbr
1 de Dczbr
I de dito
Austria.. 2 de Deibr
Saleta. .. 2 de dito.
Suecla. 28 de Outbr
Inglaterra 8 de Dezbr.
K.-i iini,,. 23deNoabr.
Mxico... lude dito,
' allfornia i" Chlll 12 de dito
"uenos-A. 8,eN"vbr
Montevideo 11 de Oulbr
CAMBIOS BE 13 DES NElBO.
Sobre l.ondrra. a :7 '/, e 28 d. p. 1/
Parla, 34(i por fr.
> Lisboa, 90 por canto.
BfETAEf.
Ouro.Oncashespanholas.... a 28/600
lioedas de 6/400 velhaa. 16/000 a 16/200
. de 6400 novas. 16/000 a 16/200
de 4/iirn....... 9/000 a 9/100
Prata.Patacfles brasllelroi.. 1/910 a 1/S'O
Pesos columnariot... 1/920 a l/?r.
Dlioa mealoanoa..... 1/740 a 1/760
PARTE orricut.
B1SPA DE l'fclUYiMBUUJ.
1). Joflo ila PuriflccSo Marques PerdigSn,
conego rouranie de Santo-Aiiotinhot por
grarja do Dios, e da Sanla-S Aposlolic ,
bispo de Pernambuco, do ConselhodeS.
M. I. e C. ele etc.
A todos os nossos diocesanos sauJe, pa?.
ti lencflo.
Sendo do nos*o mr.is sagrado dever dis-i-
par o erro, ruias consi|u-ncas prolu/cm
snmi.ro funestos maullados, e cuino ora nu
conste, que pesoas mal intencionada* tem
proruradu persuadir o povo Incauto, fazen-
do-lhe acreditar qu.) o governo imp-rial in-
tenta eaptivar os qu* com toda ju-tica gi-i
zam de plena Ither.la.lc, proi omm om nos-
so animo desvanecer laes s.nt'mcnios, lir-
memmte artedilan lo, que o governo non-|
ca leve, ou lera jamis to ahmninavel, co-
mo perve'SO designio, nflii eilstindoe mo-
nor sus.eite, em favor deste maligno in-
lento, sem a qual uno he 1 c ta a menor des-
confanos, principalmente quandoso trata
de ol'j-clos, que o oiesnio censo commum
rep>ova. .
(Jomo seria possivel que o governo geral
coucebesse urna tal i lea, quando be o tnes-
m i que com o niaior desvelo promove a
abnlicaoda escravslur- africana? Querera
libertrosla para escraviSarus livres no piz
da Sania Cruz?.. Como entre nos se ouve
dizer f-e he verdica a noticia, que corre) :
nSo que-enosser escravos .' Smente em
Virtude de urna lei a oais imqu-, e de im-
pusaivel exerucSo podeiia aconlecer tal fa-
talidade. Eiisle po emesia le? Seriamos
nossos augustos legisladores tilo fallos de
prubidade que a deeretssem ? Teria o nos-
so sempre excelso Imperador animo para a
sauccionar ? Ah Ella jamis poderla sa-
bir a luz, pois que devia ser reduzilo a p
o papel, quesui-portasse sua impressSo.
Filhos de nossa extrema predilecijao, a-
Ctedilai-nos em pre-enca de lanos actos,
o actes, pelas qoaes vos testeinunhamos
o amor, que em Jesus-Chrislo vos tribua-
mos. Este mesmo Senhor sabe que vos fal-
lamos a pura ver.lade, equeiorvs vive-
mos sacrifica ios de da, e de notl-, pretao-
tlo-vos lodos os benelicios coinpaliveis com
as altiibunOes, que nos l'oram ou torga las
para vosa esiiiiilual utihdade. Nos cum-
primos este dever, sucorlanio os encona-
molos inieparaveis do nono ministerio,
(cujo abandono nos he Ilcito) pata gozar-
nos a veutur do vos ser uteiS em luda oc-
CaaiSo, que nos forne.ee os meios dj vos fe-
licitar.
Outro designio alm dente, minos oc-
corre ; com esle vieinus re^ere>ti di cese,
esperando que a provi lenci i aaeiin noe con
serve ale que faca terminal nosia ex slefi-
c/. Pical poini na liitll'gencla de qu--
vos expomos -sir u iirocelnn' nlo na
presente occasi8o,s.i.e.iile|nrii vos p rsua-
dir o credilo, que vos merecemos, quan lo
a vanosdiiigimos,equenSoconveul acre-
ditar outras exjressfles, alem ds que se
co'.t'm fiesta i.osa breve alio ufjlo. 0 in-
siderai s.igge iJa pelo commum loimigo
do genero humano uutra qualquer doutri-
n, qie nSo seja a Evangelice, que vos an-
nunciamos. Itecordai-vos dos iolinilos ma-
les, que as publicas ohsencOes oecasiu-
nam. NSo queiraes ser por estas respousa-
veis.
Se a execncSode algum artigo do regu-
lameoton. 798 le 18 le juuliO de 1851 nSo
convem no b-ni commoin, tepio* nial le-
galnienle ao governo qualquer inconveni-
ente, que justa, o racionalmente ene .n-
treis, convencidos de que o mosino gover-
no jamis ilenaide vos nlleiider, quan-,
duapiu ii n, a verdadeira intelligen-,
ca exi^e es e i>roco limenlo. Outro qul-
que h o mus .ilii.'iii da boa ordem.
Nos pois supplicamos, e esperamos, que
oamor de Heos, o do prximo; vos inluza
a querer a paz, o tranquilli lade, que be
mysler promover por lujos os meios.
I'eimilla a providencia que, u'ora em di-
anle, as naQrtessiJBn liviesde qualquer co-
mucOo po,.ul.r, un mii. 1.1- peru.ittida pe-
la omiii.iotencia para agcllo da liumani-
dade. e por este modo seren censurados os
excessos coinmelli ios.
Palacio da Soledado 9 de Janeiro do 1852.
Jo'i?, bis|io uioceano.
dores da resistencia, faiein-ae suslenUculoi da
0|.presso. t.uino se justlficain ?
Amoriie i atrla !
Amor de patria cm 36 amor de patria em
41! amor de patria eoi 44 amor de patria em
46 amor de patria em SI.
Quiote anuos de amor de patria, guisado pa-
ra lodo os paladares, accommudado a todas as
formas, tinelo de todas as corea I .
Eucliein de uodoai a farda do Sr. conde de
II Miiiiui por amor de patria ; abracam o Sr.
coude de Bomlioi por amor de pairia lola-
iii mi c dcasulon.ni o Sr. duque de Saldanha por
amor de patria ; adulam e glonflcam o Sr. du-
qoc de Saldan" l"'r amor de patria. Faiem a
consliiulfo de 38 por amor de patria ruil-
I ni. o poro no IIocio por amor de patria ; agar-
rain-ae ao decreto de 10 de ieverelro por amor
le pauia; proilamam a jnucta aobarana do
Porto, .o. no. d naci e da ralaa. por
amor de patiia ; baroiiltam todos os agen-
tes dessa juncia dcinucralica por amor de
patria /
Furain selembrlslas de revolucao, por amor
de pairia furaiu carlistas da carta modificada,
por amor de patria foram carii-las da cana
aem inodllicaciio. por amor de patria foram
republicanos, por amor de palria loran re-
publicau'S verinellios, por ainoi de paula I lo-
i un republicanos mais vermelhoa, aluda por
amor de palria! foram republicanoamuilo ver-
mellios, sempre por amoi de patria! deicora-
rain eise republicanismo por amor de patria
laiiibrui I Rrlletiraiu todas as cores, receb--
r..in todos os IlupultOl por amor de palria
final sao iiM.ii.i.i i.i-i .- da monarebia, os re-
publicaooi da repblica, por amor de paula
igualmente .
Foram socialistas por amor de patria, e dei-
>....... ser soci-lutas por amor de patria.
I "-ii 11 ii i ni e il i II i ii, 11 ni o Ihrono por amor de
paula, e ttieram-e defeosores. do ihrono por
amor de palria Proclamaiain o direilo dos
i., na mis por mor de patria, e esquecerain-se
desse .llreilo por amor de paula 1 Auacaram a
pieiogaliva por autor de palria e deflendem
a preonallv. por amor de pan la! Diaseramque
a 11 i.iii.1.1 era santa por amor de paula ; por
amor de palria ditem ser criminosa a aebel-
llao I
O amor de paula he uin amor prodiglosa-
nenie ellaslico. Ue um altelo miraculoso que
coniprehcode todos os homeus, lonas as cousas
e lodos os aysleiuaa. Por amor de patria ac-
i'l.iui irui os principios como nico rvangelno
calmar por amor de palria dellaram para o
cauto os piiucioa como um irasie mull. For
mor de pairiaoiiogo.a era ludo; por amor de
patria o dogma be nada Por amor de palria
prrirriiam as ciliadas pela democracia ; por
amor de patria pieterciu a democracia peas
estradas. Eile pirdoto c bcnluauor canonisa
lodas as incompatibilidades e infeixa lodo os
absurdos O a.....r de pauta afflriiia e nega,
adora e odeia as inesmas cousas ao inesuio lem-
po. O amor de paula condemua e ab>olve o
mesmo bomeiu prlos mesmos fictos a mesilla
llieuria pelas iiie-mas ideas ; a moma applica-
Vo pela itiCKinaacciio. O amor de pauta ena
escilpto em lodas as I. jas que abteni.ein lodaS
as tablelas que eaibem, e'ui lodas os program-
uias que dlspraiu.
Ealiii.il o que piodui esle longo, vanado e
incoi|.i.lieii.ivel amor de paula ?
Urna cadclra em a i, ni".
Pello isio, est salva a diu patria. Ja nao ba
nccessi.l.i.lcs publica, ja oiiu ha arbltrarieda-
des dopodei, janao lia abominacao ao fisco, ja
uno lm Horror s % ioleucies e depredacOrs, ja
naoba Oalllluanai funuluaules contra a lujus-
ti.a. .Uudou ludo de cor e de esseucia Os la-
bios su se descsalo liara hocrj ir plcidamente;
os ni...o. i,, i .un m do lado do goverui. e quan-
do e ,,i.i, .i., he para ver e coudeinnar as re-
vo|u9es em nouie dos revolucionarios. Ueus
nvOlahaiO otialrcil. Os Algosvigilaiiiesdormem
o soinoo dojusio. icclinama cabec* as almo-
I..!.-, das ecieiariaa, c resouanl ao eolio dos
iiiiiitslroa osseu louvores e os louvores pro-
pnos. lldruioiii..so coucerto.
O amode pauta derrete-se em inlntslerla-
li-.iui.......ii.."!.. i..un i n'uma seiui-oppoii-
9ao moderada, inauto dos resto, populares Ues-
tes incorruptos censores, que erve para me-
lltor ciicub-iratuadevufau ao oiago do gabi-
nete. F quem fat lodos esles mllagies ?
Sempre, sempre o amor de puna .
Iieiuaveuturado seja tamanh'J 3mor, e Dos
conserve por muilos anuos e bons, os ferozes
i.iiiiii-.i. da uioderacao, sbitamente modera-
dos, para sua maior gloria e geral edibeacao
dos liis.
( Da Ui.)
deasas glorias. O sol regenerador he fecundo as finanzas sSu o mais importante assump-
e benfico : rala sobre todos. Os que Ihe apa- lo, era da sua lealda.le declarar o syslema
nuarem urna rettea, alegrem-se com ella : os nUe .,.,. ,lMav,i seguir. Se era sincero0 pro-
outros, a turba, a geoeralldade, os que recebe- flcuo aquello syst^ma, nSo tinhs que re-
ram o pontap para n lado, os que foram, des' cetf a S(1 nln4 oa UPnI atteslando Ueste
terrados para a sombra angustiosa... alegrem- h r.i.ia ana intences
se lambein de vir os ouuos contentes e replc- ""'o bo^Vi" h.m. rineinal ful ha
ios. Esia satl.f ,to deve ser con.munlcallva. A'Sla medida chama a principal rolha
Os que tluhain e boje nao leetn, basta-lhes con- exalta la um mero eipe lenle CUJH maior ou
templaros que trein e toutein nao liniiara. .menor importancia nilo val a pena averi-
He com isso que o marechal triumpha/ guar. Este simples raso comprova a fe e
I. ...... y. iiI.iiii dlier-nos que detl'eiideinos a moralldade de mis e oulros. Os nonos
causa da agiotagein
se empregassein
ii Nao, mil vetes nao. Que coner,,|o9 d0 partido sept'mbrtsta.quo li-
aelos econmicos eforcosa- nnim ,nlerl0, m.nle ,n lica-lo a mediJi
EXTERIOR.____
LISBOA I DE L/EMHHO E 1851.
Amor ile palria.
Nao ha nada mala eurluaodo que ouvlr ae-
e! ni..i.,,-." perpetua, o refrao l.n.n.il dos nossos
adversarlos, liivenlaraiii um rotulo geral para
as mus dilfereiites evolucOes. Panacea lin-
nyrloa, esi nrate dstico a abs Ivicao plena
de lodas as suas couiradicO's. A ua vida pu-
blica resuuie-se inleira nrsia d visa pilsmati-
ca, que serve par., lodas asoccastoes para to-
das as circu" luais, para todas as oppor-
tunidades, e al para todas espreulafdrs. He
como um epilogo que, u'um s poulo, rene as
iiiuliiplacadaspalises da sua vai lada exisleucia,
e da sua coiii|dicada accao.
Insurgem-se cintra a lei exUtenle pe i di-
reilo dasiirprea, eproclamam n jus d substi-
tuir a essa I-1 nutr sua. t-omo se jusllticain .'
Amor de patria!
Re>laura-sc o cdigo, que urna revolla des-
truir, e elles, pelas rrgrasde una jurispru-
dencia nova, coiideuiuain o proprto diieuo
que haviam Inaugurado. Como se jusli-
iicaui ?
Amor de patria'.
Fazein nova revolla, lendo a Ingenuidade de
conlessar que he s para derribar um ministe-
rio, poudo deste modo no lugar das prerogali-
vas da coroa as preragalivasdainsurreicao. Co-
rnos e justifica ni ?
Amor de pauia!
Toruam a rebellar-se, propondo modihca-
cOes oa lustulcao fundamenial, feilas a poma
das bayouelas guenilbeiras. Como se justi-
fican, ?
Amor de patria !
Proclamam una doutrina novisslina ; proles-
lam que vivirn e morrero por ella ; lazem -se
apostlos, com aeuslalvos demartyres, pela re-
pblica democrtica ; Juraui que nao leetn
nem lerao outra crenca, asseverando que toda
a virtude est nos principios. Como se juiti-
licam ?
Amor de paula
I'edcm a abdicaco ;'Inllinam-a como urna
necessidade. Como se juslificain ?
Amor de patria'.
Esqueceiu, de um da para o oulro, os ami-
gos protestos; fazem-se inoiiarcbitias e conser-
vadores ; converlem-sc perpeluidada do ihro-
no e da rainba; de excitadores da rebelda,
toiuam-se pbatiseui da legalidad* ;de provoca-
s-"~si-........,------,,---------_____i..- llliam anioriui ur-iiio ni nca.io a ni ......
mente gr.daiivos, para '"'P'/'" A"'0" P'"" promelteram auxilia-la ; eauxiliam-a, des
iivesifin urna api ic< victofa, afiin dse Inei > _' ___ #
poder dar urna .itreccao mais til, era Justo, culpando-., porque nfloousam man -m fa-
era racional, era necessario. Qoc se falle a f Ce da opimao. Deram mslo os sopeitinos o
proinetiida, que se quebr o sagrada e.cnpiu- severos economislai. Era Osle o meo do
ra dos contractos, he o maior dos esoandaloa, desenvolver os recursos para aumentar
he a suprema Iniqulda.lc Que nos podem elles renla. Desinvolvem-os anniqoilando al
que ir- un 'ni toda a
i, .ste governo.
lo rebate como urna coiupanhla de descootos. parot*e prxima do Sr Fontes, m -
Asgii.tageiu porlanlo, nao assisle so s pom- nlslro da f.zeutla. ven leu as vesperas da
,as do triuuipbo; est sentada no carro do trl- pubhca(9o do decreto as suas ullimis ins-
I
oiuphador.
E .i. ".ai lagrimas que se espremem, d'esse
pao que se ruuUa, quautas leguas de estradas
se faseui, quautos canaet, quantns catnlnhos
de Ierro ? Aquelles mesmos defeusores o di-
lem iiuiU.iii porque nae podem uega-lo: a
medida he nos impotente para promover es-
tes grandes iiielboratuenlos, de que preten- vellosa aos tul ressados, porque ua.i qui/e-
dlam fazer a sua rgtde; mas priva u estado da rain participar dos benelicios delta ? Se era
nica base posaivel de alcancar os inelos para um sacnlicto necessario, porqu- nSo acel-
reallsar tara iiielhirainent
Hurto. Qual capitalista q
confiaros seus fuudos ao esiaui .
f i [i'n's, lendo comegado ha muito aquella
ven ia!
OSr. Julio s.ine.'ies um dos memhros mais
conspicuos ii' ssn frac;So convenida do
partido exaltado, veu leu lambem as suas !
Que significa lato? Se a medida he pro-
tas. U credilo esta tam o seu qunihSo n'esae scrtQciu?
uerera d'ora avante. Salv, putos e desiuteressadus patrilas!
, a 'i* r .n'ii'. i Agora veuha a Re-olugao dizer-nos qu o
Z^Z^^&SZT Aunluios os AmUm.
as eueahaurlvets da riqueza de urna naci, resse e inlepen leen. Nos respondemos-
tudo ah tica atuorialbado u'um decreto da dic- Ihe, e rus.ititide-lh i lodo o paZ :
ij.iur.i: I T.iumpha o marechal e he assitn que
Mas o marechal triumpha triumpha triumpha as gralilicacO 's, i| j
Ouanios e quam.is nao lia i|ur, fon;a de um ||ca lo pe. em quanto OS junsl.s licatil a
ir.in lino Improbo, em viole, ulota, quareoia -e(jr ggqjol,, Triumpha o Sr Fontes, tri-
aonos de economa, resig.iac.ao e consl.ncia, um Sp ^ |r|BfJtM a KevolucSo
&S&3& Ti-W-i^Ja-f! q-e -r W e-n dia eo. S. Benio I
elles foram conadaucute eiitiegar ao depo^ilo
acraiMlino da foriuus publica, para obierein
um t |M'i|Ufii.i reoda iem a qual aao pudem
ubilstir iit'ni un da? Foisbeui! eie fruclo
laburiuno exproprluii-lli'u o guverno. inuuli-
sou-lhes ti ui i vil i tle priva (des, e, do alto do
seu telDlo uauceiro, tluse-lhes : recomecal.
uai iiiui de aovo, fur^idus, tcabalnal para a$,
vussosteoburea!
J se v que o inarrclial triumpha !
i/dem.)
PERNAMBUC0
A-Si-:Mit|.i-; v l'l; ivi\..i\i .
Resumo da volafio d lodos os cullegios da
provincia, teyundo ai authfnticas. faltando
apenas a do cotegio de satgueiro, onde se
priMime nto ter haoido eleicdo
A par desles, o orpho ea viuva, que najuu- Dr pjfu Francisco de Paula C. de A.
mdico patrimonio le- p 8e,.iba.ga lur J M. F de Mello
Teoeute Ciro ih| j i..i do Kego II. F.
i'i.i ii Joaqum, fimo .le Campos
Dr. M i DDi-l Jniqon Carneiro la t'unhs 5'il
l)r. Francisco dllelo Barros Brrelo 513 |
la do credilo...... ....
Itado pelas fauigas de seus pas e seus esposos
"'.ni ir igoaluienle a subsisieucia quOUdtaua
para a vorageui regeneradora,
lie cerlo pula que Iriumpba o marechal. .
ii.-iiiiii,ii governo se atre
713
69
617
572
i outra esles nuuc
veu; mas o governo actuil he menos eicrupu- llr. Joiquim Pues MiChado Por'ella 5'2i>
i o que est vencido, ca- Coinelneiro Auto iio I*. Maci ii M
loso : capllilisa mi.) su t
.fniieiro 511
507
409
*7J
4',S
419
449
448
*47
pialisaoqueestpor vencen capltalisa o que |)r. Joilo Jos Ferreira de AiUiVr
dj-veeoque lia de dever Nao he Uanange- d Fonseca
iiliuati priiiNiiieulu e una lembraoca orlglu! t .. .T^./* .. T. .,
OH como se v nlslo verificado o programina ofcj-ll.io Oue l.-S de l|<|IO
da nova era! como ludo be moral e loourruptol "'- Francisco lta,ihacl do Mello Reg
como be aag ada a palaera I como .ao verda- l>'.Francisco Xavier Paes Brrelo
deiras as promessas! Para que a stluac) se Dr Domingos do Souza Ledo
alimente; paraque se ajustem as conlas injus- Jo. Pedro da Silva
ulicavels ; paraque se possa pagar oeacesso Dr. Francisco iuao Carneiro da Cunta
de despea das proiuoces niousuos, dos be- |)r. Caetano Estellila CavalCanle Pessoa 4t4
SSSr l&S^t!:iS2SS& }>; 5-o d- Assis hveir. Mscie. *4?
tra.ii.nuo; para se poder fazer face aos aceres- "f- Francisco de Paula Baptlsta *2I
simos e ordenados, dos oovos tiscaea de e-labe- "' Alvaro tarballio UchOa Cavalcanle 421
lecime tos pos; para que todoesse conjunc- Uf. Juaquim Manoel Vieira .le Moli 'n.s
lo de desperdicios uaosolfra, sao Igualmente llr. Ignacio Juaquim de Souza Le3o
uecessarios os captiaes du rico, a tnediocridade Major Judo Valeulim Vilella
do remediado, a alnneutacao do que s Una O p4jre Vicente F. de Siqueira VarejSo
DEZEUHHO b DF. I8S1.
O marechal triumpha '.
He agora que o marechal verdadeiramente
triumpha !
i emeiiares e centenares de familias, que II-
nhaiu entregado a sua fortuna boa le do go-
verno, veemessa fortuna destruida, de um da
para o oulro, por um simples rasgo de peona
da dictadura, e durante seis metas, durante mu
auno, durante auus anuos, durante mu etpaco
de lempo cujis limites senao p dem marcar,
,'io c.itideuiuadas miseria ; mais do que a mi-
seria, fume ; mais do que lome, a deaespe-
raco! .
Ot caplUllstai. que fundados na lealdade dos
conuacioi, coiiliaraiu os seus fundos ao gover-
no, oo acredita, am uas suas pdavras c promes-
sas, foram auo/.uiemc burlados, e amaoh.ee-
ram lioiiiem espoliados, pur esse governo de-
,i i, i i ., do que era sua legiliiuaesagrada pro-
prn-dade .
Mas o marechal trliimpha.
Applque o marechal triumphanU o ouvldo
au que dalle se da e do seu governo as casas c
uas ras, uas bijas e as pracas, c e.cma.a o
brado unisono, que sauda .. seu iriuiupbo, co-
reado por esles lloides liuaucelros I
Un! ii governo da dictadura he oin governo
eiiiiiienleine.il' moral e econmico. A sua
scienciahe tullidla e .seu al.anee prodigioso.
Ii.... i.. a una para 1 icupleiar os outros. e reduz
que.Uo Hoancelra obela ope.aco .le trans-
ferencia de fuudos. A falchda eau reformada,
alando pa.a sempre o crdito, e deaaudo de
pagar o que se deve. Saudemos estes Col-
A'Soutbrosos economistas, salve! Ditseslea
cou.vosco: nao paguemos nada e teremos meios
para ir vivendo ais alguna meses. Fello islo,
balesie-vos as palmas e proclainasles regene-
i-.i.l.s as fiuaucas. Esforco derradeiro do enge-
nii.i iiiiu. 1.1 .! Ad.nlr.vrlsolucaodeum louiu-
cado problema I rlcou vos o cerebro incandes-
cente, mas podis embocar sem recelo as ce.n
uou.betas da taina. A posterldade prosiia-se
dame de vos, e o povo atnito de tanta sapien-
cia dir, por todos os sceulos, desse governo
que fellsmenieu rege: .ereiltmonumentum -
t o i,i,.i.um. ni" est levantado, monumento
fnebre ne verdade, inonuuieulo de dor e de
lagrimas para nimios, mas einlim um monu-
mento regenerador. E que Impo.lam as lagri-
mas e que importa a desesperarlo? O Sr, Fon-
tes de Mello he vlscoude em duas vidas, o con-
seibo ulu&tnariuo est criado, o Sr. Sainpaio
fez-se monsrchlsia, o Sr. Jervis subi dous pos-
tos, o Sr. doque de Saldanha tem doze mil cru-
zados de gratilicj^So, sobre as outras aecumu-
laces, c oSr. Ilodrigo he o Sr. Rodrigo.
l'.i.Li.) nao triutnpha o inarecbllr
Tecm fotne, teem sede e leein fro, os juris-
tas? Olhcm para as glorias regeneradoras, ve-
Jam as grandezas dos ministros, e, no mel
desic imuienso desastre das grandes esobre
tuda das pequeas fortunas, almocem dessas
g|0rias,Jante.ndetsai glorias, sciem urna daas
glorias, aqucc.am-se a essas glorias, vistatn-se
stricto necessario, e al o bolo escaseo suado ,_ Joi Kjppe de SouZ4 Leo
Et&2CZl&,SS?tt&: J2 '/i carneiro Monter
venturada regeueraco. Oslourosdotrlum- r. Augusto Frederico de Oliveira
Pho custara.n caros, be preciso ptga-los. As l,r- Antonio Francisco P. de Ctrvalho
rosas cm que se deu pelo roslo ao povo tra- Di". Cosme de Sa Pe. eir
/.um desles espinos; he preciso senlt-loa. Coronel Jos I'ddro Velloso da Silveira
Ouem au sada o vc.eravel iriumphador ? I)r. Jos Qiiintiiio dd Castro LeSo
que.n seuo prostra aos ps do seu sequilo es- |)r Francisco Alves da Silva
pleudldo ? Terra de ingratos! MntM-HH| 1)r. M,ue| Kjrmjnu du Me0
te. horneas para ine dar um espectculo, e ella Barfl j
agora murmura ao jail.faer o praee da entra- .. P-T" ,.
di. Vieram da revolla com sede ardente : he M.jor Amonio Jos de Oliveira
Justo que bebam at estancar os mananciaes. Capuao Mauoel An'omo Martins Pereira 3o4
As leies que fi (uem para os comparcas. I Supplentes.
Sabl, aenhor duque de Saldiuha, sahi por Dr. Jos Franciscu da Costa Comes 353
essas ras! que as rodas do vosio carro, nao Flortano Crrela de BrilO 319
abafem o rumor popular! que o galope dos l)r. Minoil F. de P. CavalCante do A 34t
vossos cavallos nao sobresaia a. voies qu^lxo-
108
(01
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inaldlcdes unnimes 1 i l)f- Francisco C .ros Bran 13o
Mas uiu.nphaes, illuslre marechal! I |ir. Joaqut.n de OUZa Keis
Peinvo,-lo illsseuios, Sr. duque ; e vos nao |)r J.iaqunn C uujslves Lunt
quiesies uvir-nos. As uissai profecas esci- |)r. M .noel de Souza Garcia
tara.ii o escarneo dos voseos scrl -has ; e el-laa (jr. Jos Ho.lrigUi-S do Pass.i Jnior
all, una a u.na, tremendamente realisadas. (om,nen isdui II. M. de A Pires Ferreiri
(J pomo j eslava posto em prallca de laclo. ur Antonio Baplista Citirana
II via ponto, desde que o governo para sapo Loil, ,.,, Francisco de A. Catanho
.tSSLff^JSZr^S^Si E~* SO-" Braga
i.nm.ral e escandaloso; mas agora ha mais Antonio Marques de Anortm
anda, agora'leinos a banca-rola, na ua mais (,um uau.l-iiie superior r. J. Pereira
cyolca expressao, as suas mais foruiidaveis i) Ildmeteiio Jo*e Velloso la Silveira
consequenclas. I D''. Uelphino \ C. de Aib.iquerque
O que resta firmee estarel nesle pait ? Quem Ur. Caelanu Xavier Perei.a de Unto
pole contar co.nasui propria subsistencia? |)r.Aongio J. da Sil / Guuna. Ses
Acapacidade esli arvorada em svsihe.na fi- 0'. Manuel Jos da Silva Veivas
nancelro, e a queslao como .lisiemos, simnlin- 0, oio fl,nClsc ,,e Arr,la (,-a|c0
ca-se etn tirar a uns para dar a oulros. Ja se
nao sabe que.n possue porque ainanria uina
.ni. .i ."v' ministerial fai cessar aIfectividade
da possessSo.
E esle luim'enso sacrificio trar algum con-
cert ou melhorla nossa desmantelada fasen-
da t Olhem para os enormes etcessos de despe-
za, criados e eugmenlados todos os das pela
regeneracio, e acirescenlem-lhes, filias asde-
duccOes, ueientos cont"9 de novos encargos da
capilallsacdo. Se o governo declara que preci-
sa deste sacrificio para f-izer face a deapeta cor-
rete, daqul ha seis tnezes acbar-nos-hemos
em muito pelor estado, lendo de mais lodas es-
sas assusiadoras verbas de debito novo. Por
ooosequencla, veremos n'u.n prazo prximo,
sem nenbumi solucao salvadora, o thesouro da
naco anda mais sobrecarregado. e aquelle sa-
crificio oneruslssiiuo, que importa a ruiua
completa de intinius familias, e a quebra de
mallos estabeleclmentos de bentficencia, ve-
lo-hemos inuiilis id ou perpetuado.
Esta bauca-rOla estava ba muito projec-
tada. Quando os j.rnaes seiitembrislas a
,n)ii.l.'.viiiii, prep.rava-so o terrauo. Era
urna conjuracSo n m < la ha tnuilo Disse-
mu-lo. Lha.naratn-nos ento visionarios
ou exploradores di crolulidade publica.
Ahi esta a resudada para desengao. E por-
que n9o viri ludo o mais, a que o sarcis-
iiio ministerial cliamou phsnlasmss t Quan-
do elles negavam os nossos prognoslicos,
combiuavam a sua execu(ao. Esse governo,
sem fe nem honra, fez da menlira um meio
administrativo. Se a medida era salvadou-
119
118
:ns
:ii(i
su
301
291
288
28.1
274
271
27
268
260
25 S
2.8
Ur. Simplicio Antonio ilavignier 25J
llr. i..i i..ii,.) a. de ilii n|uo .| ie Mello 252
Vigmo Antonio F.GouCatVdS Unimar8es 252
Tetieuld Cur.me. Jo-e F. Lupes Luna 241
Dr. Manoel Carneiro Lins de Albuq. ato
T-nuiii-i Cmiitiui Ai.liini.) Carneiro M. R.239
Ur. Louren;o Bizerra Caruei.o da C. 237
Vtgaiiu ge. ai L'-ouardu Aulunes Metra H.237
Dr. S Fouelon Goedcs AlCauforaJO 235
Ur. Tamarindo 23-'
Ur. J is .r i.izo de Queiroz Funseca 29
Dr. loaqu.m Vilella di C.stro Tavares 225
RECIFE, 12 DE JANEIRO DE 1852.
Chegou hoje do sul o vapor S.-Sebastilo,
tra/eudo-nos jornaea do liio de Janeiro que
alcaucam a 29 de deaembro do hiiij passa-
do, e da Babia a 8 do co re ite.
Nada enronlramos nuiles de interesse,
poisque nem noticia havia na corle cerca
do Rio da Prata, d'onde nSo entrara vapor
algum.
S. M. o Imperador e a augusta familia a-
chavam-se em Petropoles.
Tinha ebegado ao Rio no dia 20 de de-
zembro do passado o primeiro vapor da no-
va compaohia de Liverpool com 25 das de
viagem, sendo, segundo o Jornal' do Com-
miuisiraiivo. oe a mout.ia era suivauuu- -f ,i ~-o-------- :_,-,
, porque nao se appressou, e reservou pa- mercio, a mais rpida, que se emi felo.
dopois daseleicfles a sua publicacSo ? O vapor chama-se Lima, e be de 1100 to-
ra dopois das clotcc ,----------,
Nao importar islo urna burla aopaz? Sejneiaua.
Fui ahsolvido pelo ju.y da corte Antonio
Jos Ferrei', acensado pe falsidule da
letra de 49525,000 rs., que em sua m3o foi
encontrada na casado corrector Souto. i
Nu da 20 le dazembro levo ligar, na pre-,
simii; i de SS. Md. II., a collado do g'o de
doutor om medicina, em urna das salas da
academia militar. II coberam om grao 33
senhoies.
Por decreto de 12 de nnvembro do paisa-.
Ido fui concedido a II.....y Bissemer, de l.on-j
' dios, t.revilegio exclusivo p ir ra o fabrico le um apnar.-lh de sus inven-
Clo, destinado a fa licitar a miagem da can-i
n< de assucar, e por oolro lecroto de 21
do mesmo me/., foi co ico Ii lo para o mes-,
mo liu muro previlegiu de 15 ann S a Al-,
fredo d.' Mortlai e E luardo le Mornay. f
O Sr. A ilomo Manuel da Funseca negooi-
anle porfugu z na prat;a do Rio foi conde-
cn adu por S M Fidelissima coma com-
nii'ii la da ordem do l^hrislo ; e os S's. Jo-
s Mara il A ii i- I o l.niz Aug islo Fernan-
das de \l iirul.i o I i .mi cotn da ordem da
Cmii-io i ni Vi I i-Vio,../i.
Le se no Diario do Rio de 19 de dezembro
passa io :
Refere o capililo do patacho J .raracs, en
Irado ,].' S.iiii. i Csthanns no da 16 do cur-
rante, qu< ill cnegara urna barc america-
na halioira, Inze Ido i s u bordo o capUSo
e tripolafjloda nm b'igue bra/ileiro, per-
i.iio.ii a pi-.i; i .1. I', ui i, o qu 1 andan lo
ta nbem pesc-i da bal i,se perder na Cos-
a da Paiagonia, salvan lo-se po.m todos
os ulensis de pesca e oulros nbjeclos. a
Falleco rea -uiiiiniiio il" n> da 23 do re-
fer lo mez. no arseml I marinha da Cor-
te, o ca.qiao tenante j.i'aiile das obras do
mar Francisco Pereira Machado, accometti-
do de ii o ataque apopltico.
Le-se no Correio Sergipens :
Em das do mo de noembro om ca-
bo lo J-i uome Jorge m.toj sua mulber em
Pacaluba, e evadio-se; mas leudo OUlSdla
do *so apresentar dentro do paslo do enge-
nho Psr-uua, uropriedade do Etm. Sr b-
rSo de Coiinguiba, foi por esle mandado
pie idor, e f-iiM tnln o sublelegado re>p c
tivo, que ii.Vi existlndo no lugar, foi o
preso enirejue ao director parcial dos in-
dina, e esie nmeneo ao delegado de Villa-
Nova. Mil lutivores ao Extn. Sr. barUo de
Cutingniba por esle im o tmlissiulo servi-
50, alm de muitos, que Ihe deve a socie-
dale.
I/ualmcnte acaba de fazer bem impor-
tanti servujo o Sr. juiz mi iopil prtu.ci-
ro sipplenta .e Maroim, J is de Lemos
Ribeiro, com a prisa.) que assuas diligen-
cias realis iu cm o grande facinoroso reo de
varias mortes, Vicente Lardoso, que foi
preso boa armado da bacaimrto e faca, e
|i >st i que no acio da prisa.) empregasse
activa roawtaneia nto fu funesta a uiu-
guem, poique um dua soldados Iba n i>.
deu tempO a lomar accao aliran lo-se de
surpresa .-obre ello, e dando lempo a piomp-
ta aproximado do oulros que cons^-gui-
ram desarma-lo e prende-lo.
Da llalli i tambem ni.) ha no'i.lada. Foi
dli capturado Carlos lle-narlo de S. Miguel,
quo, fin va tunjos, evaiira-se le ollioial,
que o accompsiinava, qumdo soube que
tinha silo pronuncia.lo pelo tnuunal do
mi n i i i i por queurac ilpo-a.
Di Alagoas uao recebemos gazeta al-
gutna.
VARIEDADES.
CART DO BARArt' DE KIKIRIKI. EX-DEPU-
TADO. A SUA ESPOSA A UARONEZA DU
MESMO TITULO.
I.
A'Prima, a melhor das Primas :
A mal. b'lla das Baroas I
A ti que refulges, soas
nai .r Mafra o carrilho
oa voz do aachristo.
3.
A li, lamavlre drl Hijo' .
'Des*e punpolliu gentil,
(ue nasceu d.i mez de Abril,
Nesie ten ventre bembiio
i.iii- gerou um barosilo.
o.
A ti, senhora, que s
Digna esposa de um barao
De milicias captto,
,s quem .i .i. i ..i i ao fim
I) ni. Aoioulo de Amorlin.
4.
Knvia saude, e paz
0 mais Illuslre bar.o.
Honra, e brilho da nacao.
Possuindo-.ue o psiz.
Pode dar-se por l'.ii..
S.
Agora, senhora ml.iha,
Que .irrniuel os cumprimentos
\ ..ii gastar alguns linimentos
A ui a ii -liu' o que ba
De mais fresquinno por ci.
6.
Todos tralain de eleledes ;
Todos ni i i "i a urna. *'
Em urna ses-fio ootunia^
A que fui, a que assistl
Luufesso, minio me ri.
7.
Eu nao vi seno miserias !
Intrigas vis, e traiedes !
Ouvi inultos palavrfles,
E multa pa na guisada
Frita, cosida, c assada I
8.
Quem quizer. senh .ra mlnha,
Pude compra-Ios, que eu
[S;i,i dou do dioheiro meu,
Na presente occaslio
Por elles meio tosan.
9.
Sao muito boas pessoas,
Multo tenientes a Deus
Mais segundo os planos seus,
?iue diga o mundo o que diga,
em a patria na barriga.
UI.
Que eu nao digo que nao baja
Algu.na al.mnua de Deus,
Algum Ma.nede, ou Malheui
Que queira a patria salvar,
B o seu graude mal curar.
II.
Porein morre acantonado.
Despresado em seu cauto.
Se o parvo nao for maco.
Se nao for chafarica
A chuchar no dedo Ac
|5.
Os nossos grandes avs
Tiveram cortes tambem :
Porein l nao foi ninguem
Sem saber, segundo a inim
Ou.iiro dedos de lallm.
13.
Sem latlm, querida esposa,
Ninguem pode tersabenca.
Hoje, com sua llren;a,
Para 9e ser sablcho,
hasta mostrar ser inacao.
H.
Talvez ni" salba n motivo,
Porque agura taolo berro.
E' que est-iu com grande ferro
Esqneceram-se de inim
Sabendo que sel laliin.
IS
Qne estudel Ouinlillano,
Inda que ningueni o pense.
Cnie aprend oGenuense I
E que at ineii o denle
Neasc grego empertlnente .'
I.
Sem se ...I.- ir.-.n que ha pouco
Rfpresenlel a nsco.
E na ultima sesso
Despend mu bem contados
Mela rasa de apola.los/
17.
Sem se lemhrarem, senhora,
8ue a le das rolba votei,
ue lilil ellas algemel
Kssas If.iguas iufernaes
Desscs infames jurnaes.
18
Sem se lenbrarem pur fim
Que u'11111 vap r singular
Entre turres fui laucar
AtraVCS dos g.lhardetes
Sele duiias de fugeles I
18.
Esla daafelta senhora,
Pede sangue, e saugue human..
Nm ha-de acabar o auno
Sem qne m'eu pnssa vlagar,
E tal atfrouta lavar,
30.
Anenas eu pllhe ageito
Um colleglo eleiloral.
Vou ... it i-|.i tal e qual
Loo dlg-i; meu bem querido,
E' uegocio decidido.
SI.
Pelos manes que repousam
Dos.....iis qtiauo avs filhados,
Pelo, ineus anlopassados,
Que das varandas dos ceos
Esio vendo os passos uieus.
12.
Promelto, juro viugaDca
T ii sexia geracao .
Tratar as-iui um baro
Nao um barao decomlnhos,
Mas que niosira pergaminhus .
23.
Fu Ihe juro que mu cara
Lhe ha-de sabir a gracluba .
Que se mude em carapinha
Este meu cabello atado
Se eu inorrcr sem ser vincado,
24.
As cinco partes do mundo
Vo t.lis fallar de mlm .
Pruscreveudo o galoplm
Que o meu nome ntio metleu
Nessas lisias, queescreveu.
U.
Os gabinetes de certo
Vao tomar o cas-i seiio /
Accusando o ministerio
Que com desleixo profundo
Aincaca a pti do mundo '
26.
Temos breseinenle notas,
Protocolo, iuiervenco.
Ha-de salvar-se a nacao.
E desfazer-se a t.aiuoia,
Inda que se arrase Trola.
27.
Peco, senhora, nao mostr
Esla i ii mili i a ninguem ;
Pois talvez que diga alguein.
Que eu devta a meu pesar,
Em lliibafules estar.
28.
Nao duvldo me eaqoenlasse,
Por nao sabir eleitor ,
Talves esteja com a dor,
Como est em Torres Vcdras,
Doudo por paus e por pedras.
29.
O meu amigo Deao,
O meu Iu.ni padre Jos.'
Que s'e conserva na d,
O.ide gorda posia tem.
Que Ibe sabe tuuilo bem.
30.
Seja prosapia ou nao seja,
Seja ludo o que qulterem ;
Se eleitor me nao li-. nm,
E depulado no Donro
Dou de cerlo um grande cstouro.
(ffraa luana).
REVISTA.
Principiarei prssi.uus lettores por vos ar-
rumar co o una esp ciede aphorismo chu-
lo popular, que me servir d'antiloquio, so
vos ap.ouver como tal recebe-lo.u mundo
he urna ... i l ni., anda cono desanda.
E,o mais he que quanias obj eces eu me
lenho pr.iuosto fa/er a esta/"(/a tenga que
li'.i il .-.-ii me da sempre como expiicacfio
de luios os successus da vi la, sin purisst-
mas anli o.ihuras, ou por outra refilacOes
da pnpiia uin, !.-i;fii), e vejo-me por (lm for-
cadua captiuiar, e repeur vencido, o tal
proloquio, ou quer que sej i, e etn boa lin-
guag-in ui Ih ir mime hjaO mundo he
um i bola, tanto anda como desanda
yu.iui bem tt -niarno que por esse mun-
do de Chrtslo se pateulea, mi pude deiiar
de couvir que o tsl f..ss 1 tem rasJo.
ah ia ha poucu dtziam todos os nossos
lili,.i mis i i r.- uno n Pono era o ly.u real
e p rf.iiio do burgueztsinu, resuminlu toda
a -ii i vitalidade social na conteuipacao
cuoslanle do inlormjnavelDeve, e han;
nu'! o I...I i .i -i i Torva iuielleciual na
npliliono.ii) mechanica de iuvanaveis prucos-
m). .i. iiiniin no i-, e fi ds observadores do
seu anscnrouico e rotmeiro syslema social :
se pode chamar-se assim o ayslema, que
ciicuuscreve a soci-hi i lade a Umilia.
E de frito algum funlsmentu h.via para
assim o poder julgar; quem esiraniio aos
habaos, e a vidi intima dos portueoses,
6 tira oIhi.'S das exterioridades.
He ce toque oPorlofcom especialidade
n.in haveudo Ihealro ou elticOas) oOo apr-
senla .sse mmioiento, ess. bulicio, essa
agitacao, que sao por assim dizer o carac-
terstico iu que se cnama bom tom, que em
outras cididescivilisadss avassala ludas as
classes, formando um vanadissimo pano-
rama, em qu-. todos os quadrus do presar
sealiguram u'um fundo d.i CoufusSo, em
que uao hefacil extremar o falso do ver-
,' i leti'u Porm o Puilu tem tambem a aua
gante d'ltle, a sua seccao elegante, ou
por outra a sua vida roda Una ; porm gira
ella n'um circulo ISo limitado, que be co-
mo una partcula degenerada, destacndo-
se de todo.
Com tudo he esta pequea parte que
reflecte sobre o todo uns certos revorbaros
deanimacSo, sernos quaes olle vive como
que adormecido, sendo sampre o da yes-
pera
Chegada a estacao dos banfios, 14 vai


.'
-*rr
9
tirmophoses : de modo que j se
dizerdoPorlodehojc-nesernpreodavos. pelo menos, dous milhOes ; ''"
pera.~0Portoburguez est ja em mais de Londres,j^MMPtUk> kJt"**ffi
meio caminho para chegar a ser o Porto letal do arclupelago est calculada om inn
aristocrtico, enveja de Italia, nao no pro- ta niilhOes de almas. ,
gresso das artes DO consumo, dos pergami- So ha no mindo um povo M *1"
*h9 anda permitti'lo applicar arase banal :a
u'em diz o Porto aristocratisa-se -- diz o oriyem da sua historia perde-se na noite dos
Poitoolegantisa-se-janotisa-se. apropria- lempas, hi esto. Quo be a BOHl pooroo
se de todos os enexins do boro tom. modesta cronologa da alguns milharcs de
Ouenova era vai abrir-se!--Quantas ma- annos comparada coma sua/ segunuo as
ravilbas veremos Vamos ter theatro ly- tradicoes cosmognicas dos J,POU0^'S
rco.--Olheatio(acasa)gracasaosesforcos deoses salios do cabos viviain, na myna-
deum digno administrador, sofTceu consi- des de anuos na sua placidez !"?"?'
deraveis reformas, eest digno do urna con- quinio um delles, para variar o curso ua
correncia aristocrtica como deve ter. |sua vi la leve o pensamonto d^axer iler,ai-
A gente do lileque tinha hido, antes bus- Xo de seus i
cardislrac,ao, que remedio -
. ,s urna torra habitavel. Mer-
o nervoio e ao gulliou a sua lauca ns agos, e as gotas que
spleen, as praias da Fol, Lessa .etc., ven della corrern, congelan lo-se, formaran o
regressando aos Penates-a principia a n>uudo ; islo he o aNOlnelagO do Japao. o
seutir.se a nova vida naiociedade portuen- neimoOao fl""'nl~?Sl,!S"5:
se.-Em breve veremos ao som das harmo- bendedorcreou igualmente oito miitHiesue
mas de Uelliui, Donizelle, Verdi etc., de-entes, dea mil cousas,,e MbtgM o WWUO
senrolarem-se dous estandartes pelo me- ^moodoiMBIhquerio^dOMo
nos, com motes diirerenles -O campo jano- sol. Esta poderosa *g*J!&*
tico-revolucionario, dividir-se-ha em tantos annos, legando o seu imperio a quairo ueo
bandos quantos forem os motea; e o obser- ses terrestres, que uns depois' <" oulrf'
^ ..i j_ i__IX..-..I.A.. raffarEm italit iiitiHionn psiaaci. lIO OUS llll-
vador impaasivel gusar do duplo espectcu-
lo, que se Iho oirerecor no palco e fura
dalle.
Que risonha, que fagueira quadra, anto-
lham as modistas, cabellaremos ate.
Endose tenlia isto por ama antiphrasis,
que o nao lio: ido distas e caballearos, sao
para o mundo oiegaule, o mesmo que os
publicistas ta pali o mundo poltico; for-
mando no esplie a do grande lom, urna es-
pec 8 u'ecliplca, quo sonaja o cuiso ap-
pareut na luz do bom gusto.
Temi nrX> dito quo u i-oit> renunciando
aoseu burg.ezisrao dolongas eras heroii-
tario, tractava da ariaiocratisai-sa geral-
mente, escusado ara dizer-sc, que o luxo,
a oioua, avigorara de da para dia seu im-
perio.
Naoseiseii-toser progresso, mas o que
sei he que lio movimento, carcter cssencial
da iho la.--IN3o sei tamben se ser symplo-
ma de cmlisacSo, porque se tomar letra o
dizerdeum antigo plulosophoo luxo he o
sigoal da decadencia das nacOes, no me
ageito a casar progresso e civilisaco com
decadencia.
Oqjo he certo lie que o luxo estende o
seu podero por todas as classosgoveruan-
do absoluto, e pelas leis anarchicr-.s da mo-
da ; e muitas fortunas reduzira a zero, so a
imitaran dos romanos, n3o tivemos lam-
ben a nossa Didia (Ici reguladora do luxo.)
A luxo-mania, n3o respeita coudicOes,
nem estados, baralhando ludo, faz com que
nessejogo consianle de etiquetas, no tra-
to, se paren a esmo, as senhorias, e excellen-
das, e si criem a c*da passo .cenas e sita -
(oes caricalas, muito para serem comenta-
das e admiradas.
O luxo produz metamorphoses espanto-
sas, esurpieheudenles, ou poroulra regene-
raptes na casca, de tal jaez, que o mais lino
observador fica as vezes pieplexo, sein po-
der extremar no granel do tom, o trigo do
joio ( permitla-si'-:no a figura.)
O in hoc signo vincei que designa-la pa-
rante a ley, em n -gacao dos principios dou-
trinaiiosdas instituirles liberaes, iguala a
touos peraula as caprichosas ordenanzas da
moda, e do luxo. Desla principio pratico
fundado no luxo-mania, originam-se por
ah epizodios galantes, que fazem a parte
jucosa do drama social, que necessita destes
claros para contrabalanfarem os escures
da poltica. N3o vai longe que presenciei
nmascona(que temsiJoe hade ser omitas
vazes i.: ni'in/i Id, com a s diiT'renca das
personagens que me faz recordar, de outra
igual entre Pirn, e o abbade Desfonlaiues.
N3o direi o quo presenciei, mas contando
o que se passou entre Pirn e o abbade, fi-
carSo os leitores sabendo ludo menos os
nomes dos actores da scena.
Pirn, ao sanir do theatro onde assistira
a repelii;!.! da Melromunia, enlroii no caf
Procopio ; hia nesse da maisprance do que
costurnava.|Todo< os conhecidoso rodeara ni
para o admirar.
O abbade Defontaines eslava presente, e
quereado cacoar Pirn pegou-lhe na aba da
cazaca com afecta la curiosidade, e ungida
admirarlo, eexclamou que vestido para
um tai bomem Pirn pagando por seu
turno nos bacalhaoi do abbade, retorquio
logo : Ah /que rtomem para um tal ves-
tido !
Desculpa pacientissimos leltorea sa vos
nSo prendo a atteucSo, com um mu: en
scena ihetorico-romaiitico,quepodesse cp-
tivar-vos pelo guindado vaporoso do estylo,
pelo brilhantiamo das comparafSes, pelo
arrojo da iinaginac&o. Arreceiovoar muito
alto porque taabo presente a aorta de Icaro ;
assim como um bello verso de Terencio.
Homo un: hamani nihil a me alienum
pulo.
Sou horneo, s o quo lio humano me
toca.
Lael Arreng.
{Brat Titano )
O JAPAO.
II.
Sem embargo da incessante e rigorosa vi-
gilancia a que est sujeita a feitoria ; ape-
sar das severas ordena que continuadamen-
te poem embaraces as suas releles com os
indegenas, este pequeo escriptoi io tiollan-
dez culhe inlercs-aiiles no^Ois sobre o Ja-
p3o. No seu sombro retiro alcancan os ha-
bitaoles de Desuna o couhrcinenio da liu-
gua japnneza ; ua>excur.>Oes a Nagassaki, e
uas viagms a Jedu oliservam os costimea
dos paizes, e o c (3o. Tomau netase eserevem. Para conhe-
<:. o anugo eatado do JapSo temos as J-
cripcOes dos mi^sionarios, e as Cartas edi-
Hoaiitiaa, santos e valiosos archivos de geo-
erapliia. Para oblar algunas nocOes do
seu estado actual bastar-nos-ba recorrer
aos documentos que nos ve.n da Uollanda,
que b* a nica potencia que tem conserva-
do para com os chinas o privilegio de pene-
trar nesle cunoo imperio ; devendo-lhea
Europa utea irabalhos a similhante respei-
to. uave-lhea, em pnmeiro logara Nar-
racaodaseinbaixu(ieB|,khorju,ieW||g.
naen a Ja lo (l) depon 0b8ervtCQM .inda
(I) Publicadas em francezoom o titulo
de Emuaixadasda Companhia hollandesa,c
das Indias do Orionle para o imperador do Ja-
pSo, 2 voluntes em 18 Lei de oso.
regeram pelo pequeo espaso de dous mi
IbOes e noventa e tantos mil annos. O ul-
timo delles, reduzido pelos encantos de
urna simples mortal, houye della um iilho
que veio a sor o pai dos Mikados.
iVum destes Mikados corneja a historia
aothentica do JapJo. Chamava-se Zin-
miiie iiv,h, que querdizer conquistados di-
vino. Klaproll julga que fol un guorrei-
ro china que se apossou da gruide ilha de
Nippon. .n.io in, por n, sobresua on-
gein nosaoalh'uiiia exacta. Sabe-S t3 >s-
ineiite que ello loi o senlior do archipelago,
e que vivia pelos annos de 660, antes da era
christSa,
Desla feliz AloxanJro descendom os Mi-
kados, que, pelo espaco de alguns seculos,
exerceram na sua patria urna auctoridade
absoluta e temporal, e religiosa. Candados
de tanta grandeza abdicavam facilmemeseu
sceplro e as suas banleiras. Um delles
tendo delegado a seu Iilho, de idade de tres
annos, a espada e a liara produzio por es-
to fado a croac.lo de um conslho de re-
gencia quedfsperl'.u ardent'S pretences.
Cazando arrebentar a guaira civil. O anli-
goMika lo foi aneado n'uma pris3o,e de-
pois sollo. Toiiou novamente possa do
sou throno, concadando ao seu libertador o
titulo e o poder de Siogoun, ou generalissi-
nio. Pouco a pouco toroou-sa o generalis-
iin.) o verladeiro imperador. O Mikado
passou ao estado de dolo muito venerado,
iiiii'iii muito inerte. Ja n3o be um sobe-
rano : he urna especie de mylho tito.
Certo, os syslemas parlamentares o as
theoiias deaiocralicas tem, lu meioseculo,
larrivelmente muda lo na Europ,a conli-
,-o ilus que cingem o diadema Pardroit
Je conguete, ou par droit de naissance po-
i'n .-. j i ii qoaes for.'inas lucias do presen-
te, o os temores do futuro, qual dentre el-
los querera trocar a sua inquieta existencia
pela bealiiicacodo .mino Mikado japonez.
Como se acorduu om que elle descende
em iuiIi.i recta dos deoses, julgar-se-bia
commelter uin sacrilegio fazendo oceupar o
oensameiilo com as miseraveis cousas mun-
danas. Interven, elles em queslOes reli-
giosas, o nao cura da negocios temporaes,
win do acto- elgum de po ler. Canunisa os
grandes homens depois da ana morte, san-
io Siogoun quem Ibes patntela as virtu-
les; confare aos principes ttulos de santi-
lade ; fixa os das de festa ; e dirige as dis-
cussdes theologicas.
Em cada dia, na qualidadeda Iilho do sol,
leve oceupar o llirouo por cario espato de
loras, immovel co o urna estatua, para
nantarcom esta iiniiiuliili la le a tranquil-
izado do imperio ; e qnaudo acaba esta
'iiliin'lid pOeomseu lugir comooutro sg-
ual da immobilidada a sua cora. Neste
feliz lempo descanca o bom tfikido, o JapSo
vegeta como io lo, e o povo deserta dos
seLtis.
L'a dos pontos mais importantes da divi-
na inissSo do Mikado he o preservar-sa de
oda a profanacau. Para evitar tal desgra-
na, c no ser mnchalo com algum olhar
impo, ii.'w sili: do sou palacio; para que
os seus pes sgralo u3o loquen na larra,
n.'iu anda, vai do um para mu u quarto aos
hombros de seus liis criados. Ninguem
lie loca na barba, nos cabellos, ou Iba
c irla as iinhas. Tu lo o que sa empresa
no seu uso, cimn roupa, vestuario; ludo
o i mi fui posto sobie a mesa; e tolos os uten-
silios que servir .ni para preparar as suas
cornijas, doro miiii ii Uniente ser quei-
mado e destruido, les iit de-ti lei que
s Iho dSo os vestidos mais giosseiros, e os
movis mais toscos. Emquanto ao mais,
quando elle preencho as funccOes de Dos
mudo sobre o throno, consola-se no sou
harem com as miserias da sua divindade.
neceando que esla preciosa descendencia
do 'sol vonha a extinguir-se, o Mikado es-
colhedozo mulheres que usam de vestidos
deseJa de 13o forte tecido que mal si po-
den dentro delles mover.
como os da Europa na idade media, por um
principio de f, pelo cavalleirososentimen-
to da obediencia para com o sub*rano, mas
por um systema geral de desconfianza o
espiagem. O Sigoun, que vigia o Mikado,
he tambem vigiado pelos seus consellioiros,
que o s3o tambem pelos respectivos secre-
tarios. Os principes investidos no governo
das provincias deixam em refers suas mu-
lheres a familias em Jedo. Passam alterna-
tivamente um anuo na capital, eoutro nos
seus dominios. Receando elli quo ellos for-
men alguma allianca perigosa ha-lhos|as-
tr"el menlo prohibido de ter a menor reta-
ceo com os principes vislnhos. Para obstar
a que alcancen urna tmiuna de que posean
abusar, impozeram-lhi o encargo lesos-
tentar um grande corpo de -tropa. Para
ni liur s 'guraug sSo obligada* a vi ver, em
quanto se conservara em Jede, vida a mais
esplondida e dispendiosa. 8eapesr destas
precauteles algum delles d motivos de in
quietado a seus desconfiados amos, o im-
perador tem um bom meio da acabar com
isto. Vln iho manda a corda, como faz o
siili.lo a seus pachas, nem Ihe instaura pro-
cesso algum atroz para o despojar do seos
bens com apparencia de Justina. Faz-llie
simplesmente a honra de o convidar para
jantar com elle. As despezas a quo o obri-
ga semelhinte honra arruinara completa-
mente o principe suspeito,
Esto systema de vigilancia em que assen-
ta, segundo se diz, toda a organisic3a do
governo japonez nSoseapplica s aos gran-
des dignatarios do imperio, mas timbom
S" estn le s iut,mas ulasses da sucia la le.
As cuales e as al lei s sio divid i is em
grupos do cinco casis, as quaes os habi-
tantes exercilam mutuamente urna perma-
nente censura, deaunciando a autoridade
os crimes que os sous visinhos comroettem.
Cada um delles he tcalhman obrigado da por
c3o da ra que se e-leu.le em frente da sua
habitacllo, sendo responsaval pelo mal que
se ah iz'.t, sa nSo dr immediatamcnte
conta aos magistrados.
O povo do JapSo passa desle modo toda
a vida empregarfo na ospiagem. (Juam fal-
ta ao c'umprioienlo desla lei universal lio
punido com urna multa, uu condemnado
a cumprir as leis por modo muito mais se-
vero do que na Europa. Se he funeciona-
rio he suspenso do seu omprego e privado
do ordonado. Se ha operario he I be dafeso
exercitar por algum lempo o seu mistar.
As portas ejanejlas da sua easa fecham-sa,
e tola a communicacSo com as pessoas de
fura Ihe he formalm me prohibida.
Como he que elle pJe viver durante esta
li.in iv.'l recluaSo he o que noiiliom ascrip-
tor pode ainda dizer-nos. Com ludo, pura
manler o socogo das familias, obrigadas a
praticar tantos actos de vigilancia, he-Ibes
permittido iscolher tambara para essi lim
exclamou ella com urna voz de trovSo: (
eis-aqui o orminoso, e eu aou a mulher
deshonra la. Proferindo estas palavras as-
sassinou-se, e o homem que ella havia ac-
cusado cahio tambem por trra banbado
em aeu propiio singue.
Em 1651 un joven.principe chamado Tehon
ga, cujo pai, reo de urna coiupiracSo, soffro-
ra urna cruel sentonsa, formou para ovin-
gar urna outra conspirar9o, que foi igual-
mente descoberts. Preso com doos de seus
confidentes, o interrogado suporlou com
constancia as torturas a que se rocorreu
para dallo oblar a conQsso de seus projec-
tos.Que torinenlos! Em primeiro lugar
cobrirain-no com urna carnada de trra h-
mida, sendo dopois posto sobro cinzas
quentes, at que a torra e n que ella eslava
ciivolto se Ihe agarrassa palle, como as
roupas de Dejanira, e Ihe ponetrasse a car-
ne. Se esta primeira prova(3o Ihe n3o
aballava a firmeza, faziam-lhe as costas
incisdes de oto polegadas dofunlo, lan-
zando ah cobro a ferver, quo tiravam quan-
do osfriava, co i os pe la .os do carne que
v i ri ti in pegados Nesle horrivol supplicio
resjondia elle aojuiz, que procurava ar-
rancar de saus plidos baleos urna revol-
elo involuntaria.--Que queris da rain ?
Ja vosdisse que contava apenas novo an-
uos quando protestei vingar meo pai. Eis
o que posso dizer-vos: nada mais obtarois
de miin. Ampara-rae contra vos urna mu-
ralha de farro. Ito-ma do quo fazeis, a
dos tormentos com quo julgais abalar-mo
Os magistrados, qno nflo poderam extor-
quir-lho urna s coufes9o condonaram-no a
ser degolado.Quando o condutiam ao ca-
dafalso, um amigo seu, que nSo se achava
implcalo in conspirado veio lancar-se
Ihe nos bracos, pediudo como especial
merc o deixarem-no morrer com elle.
N3o ha nego no mundo mais ciosa do
que a japoneza. da conservando da seus an-
ligos costumes. Em vitudo de um desses
costumos tradicionaeshe que o homom que
se ve por algum delicio persegu lo pela jus-
lica,rene cm lomo da si os seus,prenles e
diante da ISo solemne as assmblea rasga o
vontre com um punbal para escapar.por meio
de 13o borrivel Suicidio, senlanija que Ihe
invergonbara a familia.-Estes costumes,im-
peram nos mais elevados negocios do osla-
do, e fixim as relaces individuaos. O im-
perador, principes o magistrados no pu-
l.iin sublraii-se aquelle uso, e a gente
do povo o segua com urna especie de de-
fOQIO.
Alguns dosles costumas formam ostranho
contrasta com os nossos.Ha assim ; como
ja observamos, e voltando as costas as pes
soas de mais subida osphera que um japo-
nez Ibes, la mostasdimiior respeito. Una
daa qio do-aje parecer baila aos olnus
do homem que galantea, trata de ennegre-
cer o esmalta de seus denles at os reduzir
acor prola e lustrosa do bano. Quando
qualquer japonez he conviJado para um
jantar, he do seu dever de poltica levar as
algibeiras quantos objectos de paslelaria o
doces achar na mosa. Para maior commo-
didado acompaoham-no alguns criados
que eochem os cabazes cora as sobras do
feslim.
Com tal constancia em manter na vida
publica e na privada os costumes tradicio-
,ii ios de seus paes, tomos japonazes feilo
notaveis progressos as arles, sciencias, o
na industria, dando os Mr Siebold como
muito mais iiitelligentos do que os chinas.
Se lechara a entrada do seu paiz aoaestran-
geiros, n.ri be poriirn ridiculo sautimento
de orgullio. Palo contrario, mostram-so
elles ii.ivi los de ale un; nvni dos holandezes
puaesquer conheciraenlosda sciencia euro-
pea. Teero Ira luzidas na sua lingoa varias
obras dos profassores de Leyde e trecht,
e imitado perfoilainento os nossos baiome-
tros,telescopios, e varios outros inslrumen-
los de pbisica e da mitbemalica. Possuem
ha largo lempo urna especie do caracteres
consignado a F. Severiaoo Itabello di Filbo, |
raanifestou oseguinte:
J.'iU barriscal, 75 ditos o 17 pipa* vinho, J
4 ditas Vinagre, 60 muios sal, 5 barricas al-
pisla, 127ditas 0 177 barris sardiubas, 90
ditos azeita doce, i dito presuntos e chou-l
ricas; aos consignatarios.
91 ditos sardilibas; a Manoel Garcil.
9 lia luis e 1 cama ; a D. Anna Eduarda A. '
Ferreira.
20caixotestijolos para limpar males; a .
Silva Alroilo.
29 podras de cantarla; a Irmandade do S.
S. Sacramento da Boa-Vista.
1 oalxotinho samantas diversas; aAnto-(
nio Jos Fernandas.
Dior, Miguel Aloxandrino da Fonseca Gal-
vflo, Manoal Jos Mondes, Manoel Joaquim
do Naioimenlo, Manuel Francisco da Ito-
cha, preso a ordain do Exm. commanlan-
te daa armas, o capillo do 10. batslhSo de
infautana Antonio Fernandos Itouzaro, a-
companhado de um camarada soldado do
mearno corpa, preso poltico Leandro Ce-
zar Paz Brrelo, 18 sentenciados que fo-
ram perdoados I soldado doenle do ex-
tracto batalhSo de catadores o 10 mu-
lheres.
Terra Nova 36 das, escuna inglaza Har-
rict, de 19 tonelladas, capil3o John Col;
dsworthy, equipagem 9, carga bacalho
a James Crablree & Corasauhia.
7 barricas Cera omgrume, 1* pipas e 185 .Rio de Janeiro e poros li.wrmedios--lJdiai
^fe sss&ssA tttpettussz
II n innouez n3o I movis muito antigs, he verdade, mas com
doce, 3 ditos chocolate; a Tliomaz de Aqu
no Fonseca & Filho.
3 caixas o 1 frasqueiri rap; a Joao Jos
do Carvalho Moraes.
3 caixas e 1 fardo drogas diversas; a Ma-
docl Elias de Moura.
2icaixoles cera em velas, 10 caixas dita,
40 pipas vinbo, 3t barris azeita doce, 40 di-
tos cnoiiricas; aocapitao.
10 maiss pipas vinagre, 1,000 molhos ce-
bolas; a Antonio JoSo Alves.
30 barricas sardinhas ; a l.uiz Josii da Cos-
ta Amorim.
36 ancoretas azeitonas; a Antonio Perei-
ra deSouza. .
40 barriscal, 1 caixinlia especies medici-
naos; a Jos Antonio da Silva Vianna.
1 barril sardinhas; a Antonio Henrique
Rodrigues.
19 ditos azeilona ; a Jo3o Maria Cordeiro
Lima.
1 caixa chaos ; a Lopes* Pinholro.
2 ditas iraprossos ; a Miguel Jos Alves.
49 barricas e 40 barris sardinhas, 4 sac- j
cas cuiuiiii i; a Oliveira limaos & Compa-
nhia.
40 barricas sardinhas; a Antonio Joaqun I
de Souza Itiboiro.
1 caixa retratos, livros e folhetos ; a An-
tonio Das da Silva Cardeal.
1 dita livros; a Antonio Mara de Miranda
Oliveira.
1 dita bracos de Dalanca da forro; a Ma-
noel do Reg Lima.
2 i|Hartlas e 4 moias ditas vinho; a Bie-
berec Companhid.
1 barril sardinhas ; a Bernardo Fernandes
Vianna.
1 dito ditas; a Jos Francisco Belem.
10 dilos azeita doce ; a orden.
Fra do manifest.
2 caixas papel, 8 caixotos velas de cera,
1 caixa chapeos, I raixot imagons, 1 sacco
azafates, 1 caisa roupa, 4 saceos; dinhuiro.
CONSULADO GEItAL.
Rendimeiitododis 1 a II .13:005,024
dem do dia 12.........3:220,961
16:225,985
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dia 1 a U.. 752,148
dem do dia 12........ 75,991
s
po
cia. Resulta desla determinacSo, que um
sss &ts tssffstastt S '" vsjss.
que em parte algum. se commetlem manos ^tePMM rimM
diciua os conhecimanlos ossanciaes da ana-
A ni es ni i la en 11 se observa na pin-
roubos e crines, do que as imiii 'lisas ci-
dades do JapSo, as quaes em vista da nos-
sos principios dacivilisrfSo, devem pare-
cer-nos ei lados barbaras.
Que ventura para as nossas Ilustradas
capitaes so podessam por em pralica urna
parto di si barbaria!
A povoacSo japoneza, somelhan lo s an-
tigs povoaces le i.es, divide-se em va-
rias distinctas classos, que s por excep-
cOes raras ultrapassam as raas que Ihe es-
t.i i marcadas. A primeira classe be a dos
principes, grandes feudatarios do imperio;
a segunda a dos nobres que possuem trras
como feudos, com acondicilo do upromo-
tirem para o servijo doostado certo nume-
ro de soldados.
Ncsta classe he qua ordinariamente sa es
Os seus aitistas avantagam-se no emprego
das cores, e nos Irabalhos em laca dos
quaes s tamos na Europa amostras de or-
dem muito inferior, porque as raelliores ti-
ca ui no JapSo.
Finalmente, os japonezessSo muito ha-
bis agrnomos. O seu solo he, gn iImeiin
fallando, rido por nalureza, porm gra sua intelligencia o constancia, n3o ha al-
l urna s courela inculta. Os seus princi-
paes productos sSo trigo, arroz, de qua fa-
zem carreja muito forta a cli, que culti-
van com amor. Ha una especia de cha que
plantiu longe das habitares para o pre-
servaren de qualquer mao cheiro. Assuis
folhas, apandadas com cuidado, e soccadas
n'n u.i frigideira, s3o logo metlidas em va-
sos bem tapados para uo perderem o aro-
SSmXSS da So.* buVuezi? tan aiinualm.nte'a Nig.ssakie com uns dm
a sexta dos negociantes; a SOtira. a dos ze juncos clnnas A importancia do pnmei-
Inistas ra ores e artistas; a oitava a dos ro podo ser calculada anuualmenta na quan-
cami. i.e?es lh de ,lous "**, do segundo na de
O signal d'istinctivo d.squatro primeiras tres. O commercio interno be porcm.mui-
classes be a espada. Os grandes senhores to activo, e consideravel. O Jap3o pela sua
poden trazar dual; m.sos nobres de grao aitaacJo e grande exlenaSo conlina con
inferior s usam gralmento do urna. Os ui vanas r^ei, o com latitudes muito
negociantes, que tem ambicSo de alc.near Castadas. De urna parle esta no v.gesirno-
este p.ovilegio, carecen para isao da ser ^loir; do oulr no qumquagesimo.
adraiitidos ao servii;u da um fldalgo. O
Do urna parta est o clima dos trpicos,
governo concede liboralmente este favor ao da outra a Cria temperatura do norte.-E'-
uresidenla da reilona hollandeza. t'e ests diversas zonas, deve fazer-se, e se
presiuenis ua loiiona iiuinuu.. perpetua da diversos genoros, as-
A casta camponriJ, |unlaa um bello ty- por ierra como por mar. No marom-
po physico, a tempera le um c.r.cter ener- 03japoat.zes pequeos barcos de
gico.-Este paiz nunca fo. aubjugado. A ^as?eDt, loouUdas, construidos de Ul mo-
China, que por vezes o tara querido invadir, d em (>cmenle manobrar, ou
tem sido constantemente repellirla. Alus- ,%,,,rou com remot. Em torra s3o as
tona do JapSo, segundo o eonhecimenlo relaooai poderosamente auxiliadas por
que temos della, aprsenla um nobre um serv; de posta muito regular e rapi-
exemplo de firmeza de principios, do sen- do,F1I.$e e8te aervico por meio do urna
I. ......... .1 l.i In >> i,, ii um i a '...,_ ...... r ,
mi -ns a p, que se
distancia, com tal
.Siobold, quanlo
e7n7a7s7.i,nu;^^
O, japonezes, a nSo areo inconsequentes! Ihosa de urna Lucrecia, e a estoica firmeza J, uu) povo 3ep,rj0 do resto do
........ m-nmoa > ,.,.,i..m ...nuociar de um soetoia. mundo ha dous seculos ; submettido a um
tm 1646 um fldalgo de Fzate, chamado neil irstcratico o de polica, que s
JucaUi, que acabara desecasir, fui obn- rasoavelnonti s-r conn'.era lo muito
gado a emuiehendor urna v.agim muito JUMlJ 9 jj,j0 e,n oito Castas, q a
longa. outro ..ob,c. que em bl le preieii- lllu;m UJJ eit.lo odioso de dasigual-
dor, este ge- dar requeslar-lne a m .loar, aproveitando- j Este povo vive, com ludo em paz,
n junto a si se cobardemente da ausencia della, invadiu ""
i-un I..U meamos, mo podem annunciar
de outro mo lo o lim deste filho do sol.
O podo- do S ogoud, que ro iserva o Mi-
kado lias eadoi s do ou-o d. sta divina es -. a-
vid3o, nao lie ja tioab.oloto como ha um
s.-cino. Este glorioso impera
dos exerctos, tem junto
raombros, cinco dos qU. sSo^ssco.bidos aXS~nSBgr5aC
entre os P/'^'P"^'^"0!, es M; !e ..tentado. Qundo seu marido voltou,
COMMEHCIO.
ALFANDEGA.
Iteiidimento do da 12. 12:151,243
lifcarrcqam hoie 13 de Janeiro.
^e^nd^sr^IcUmale-ra.'"^ Brigue porlugu z Laia mercadora. a
As pessoas presentes bra-' laS-
(a;
Japan voorgesleld in schetsen ovar piracSo odiosa, as pessoas presemos ura- mmreai Ei bacalho.
---- daram toda* unnimemente, que ella nSo Briguo namuurguez c
de Zedeu en Cebruiken van de Rnck.
(3) lleriunerungon uit Japan. poda ser castigada por ura allantado que j
(4)Uidrigo lolKeonisvanbetJapsnsche n,lo podra evitar, mas que o reo dessa
jelt, i crime devia expia-lo com a morte.Bem, I
importaos.
Brigue portuguei Laia, rindo de Lisboa
828,139
r.X|orl:c:ii(.
Para, pelos portos interino los e d'ali para
o Havre, brigue francez Boaujcu, do 200 to-
nelladas conduzo o seguinlo :--350sac-
eos com 1750 arrobas de assucar.
HECEBEDOIIIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 12..... 464,947
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 12.....6:161,300
"ro^de-janeiho.
1-lill.im nodia 27 UE DE2EUar.ll.
f.ondres 17 S|8 il. ralerli. por. l/ra.
Paria. 3i:ta30d|v
Ii-.Ii.ii 90 por cen de premio.
II iinliui" o Ii30s. a 90d|v por marco banco.
MBTABS E PUSS PUHLICOS.
Metacs. Onjas hespanhlas 31^800 a 32/000
da patria .
Pecas de (i/100, velhas.
Moda de 4/000 .
Pesos hespanhes .
n i da patria.
II I' |[ e ... s ....
Apolicei de 6 por cento. .
> provinciaes .
(lorntl do Commercio )
BAHA.
CAMIIUS NO OU 8 DE jiNEao..
Londres........^i'14?29
Paria.........* *
Hainburgo.......W ".
Lisboa, i.......90 por c.
mbtaes. Dobroes hespauhes. '8/dUO
> mexicanos .... J80U11
Pc9aa de ti/400....."b/OUO
Modaa de 4/000.....%""
i'.ii i. 1.- braaileiroa. ifJ<>
Acf Oca do bauco .... ; Jpor cento.
(<:orrio ilercelit.)
' IUU DE JANElttU.
Resumo dn extracc* dos premios da 15' lote-
ra concedida a beneficio da construc^do e
reparo das matrices da provincia do Rio de
Janeiro, em 23 de deembro de 1851.
1 n. 3744...........20:000(1000
31/800
lli/ooo
9/OUO
1/900
1/81)11
1/U00
83 1/2
93
32/U00
1/900
I o
1
1
G .
10
20 a
lu
5144 .........10:000/1)00
lObS........... 4000/001)
317........... 2:000/000
1301 31254322- 4406-49001, :000#000
405--17 0 --2*102-'-23,' -3* 21
3248--3a75--4358--4oT>4--5K(.> (
120 875-1213 llil I -1754
1843IB7I867247U-24UJ
30273113-346835323504
14884548-5355-5847-5930
164 190- 307 390- 4l5
584 700 821 952I4
1*47-1*58-14931703-1794
1880-1915-21)70-2140-2224
23i5-2l20"2313-2430--!644
2771-2890-291)3--3029--3178
3G1--133iSt>--3o57-.3707
37IW-40:)7-40384110-4109
424t-4301-4io3"jil4070
477847794932-5030-5171
5170-5233-538953C6--5572
O020-51-5797-5880-5929
1O0 de..............
1800 de..............
400/WO
200/000
40/000
20/000
2000 premios.
O pagamento dos premio desla lotera prin-
cipia no aabbado 27 do crreme iuei, no ej-
criptorio do tliesourciro, Antonio Alves da
Silva Pinto 1...1 i.ir, ra da Quilanda o. I4U
eacrivo, Roque kMomtt Cordeiro.
I Jornal do Commercio. )
M o viniente do porlo.
Navios entrados no dia 12.
Valparaiio--65 diat, 'aro. a uericana Ralph
roas, de 296 ton-lla las cap til. J. G.
Smelh,eo,uipagem 11, en lastro; ao ca-
pillo. Veio refrescar o segu para Bal-
timore.
S. Matheus eMacei 28 das e do ultimo
porto 9, sumaca brasileira Nova Especula-
dora, de 50 tonelladas, meslre Jos Joa-
quim da Silva, equipagem 7, cirga fari-
nti 1; aCaetano da Costa Moreira.
Maccio 6 das, patacho brasileiro Cancei-
cBo, de 152 tonelladas, meslre Joaquira
Francisco da Cosa, equipagejj 11, em las-
tro ; a Novaesci Cornpaohia. Veio rece-
ber o pratico e segu para o Assu'.
liba de Fernando de Noronha -2 e l[2dias,
patacho transporte brasileiro Pirapama ,
commandanteCamillo Lellea da Fonseca.
Passageiros, o Dr.Luiz Salazar Moscoso da
Veiga Pessoa, com sua familia e t escla-
vo, Manoel Thomaz dos Santos e lescravo,
zendo a competente proposla em ca
Hanoi Lobo de Miranda Manriques Ju- chada.
rommandanle .0 primeiro lente Ai.ioi.ii
Yavler N. Torreiio. Paaaageiros para esta
provincia, o lenle coronel Franoiico Felii
de Maccdo Vaaconcelloi e la familia, D. Ge-
raldlna Fio doa Sanios eua fimilla, Dr, Pe-
dro de Alahvde Lobo Hoicoso. Dr. Francisco
Tavares da Cuoha e Mello e 1 eacravo, ber-
nardo do Canto llru.n e 2 ditas, Ayres de Al-
buquerque Cama, D. Joiepha Mariana de
llarcellos e 1 rilbo, 09 Portuguetea Domingus
Jcs de Axevedo, Maooel de Vasconcellos
Jnior, los J.Taaao|Junior,e Joa Mendea de
Oliveira, Tl.om Archanjo Tciseira Cavalcan-
II, Antonio Joa d Vlvelroa, Francisco de
Uoija Barroi Loureiro, 01 Franceies, Simn
Louia. Paulo Gaignoux, os Heapanhoes Fran-
ciaco Blanco, e Jos doa Sauloa, 10 pracaa de
piel, 2 ex ditas, 2 omitieres e 3 criancaa : di-
toi para o norte, o coronel Joo Caelho Haa-
tos e aua mulher, o tenenlc Alexandrc Jos
da Rocha, Fr. Antonio de San liraa Maciel
Piobetro e un eacravo, Antonio Jos deSou-
za. e 2 ex pra;aa.
A'ii.vi subido no mesmo dia.
Assu' hiate brasileiro Anglica mestie
Jos Joaqun Alves da Silva, em lastro.
"EDTES.
Ignacio Jos Pinto, Fiscal da freguesia da
Boa-Vista em virtude da lei ele
Faz publico,para que lenhaodevido rom-
primentu as dis.osicOes dos arligos abai-
xo transcriptos, das posturas municipaes
vigentes.
Art. 1. Da dia ioimediato ao da publica-
rlo da preseole postura, sSo os habitantes
desta cidade obrigados, at as 6 horas e
mcia da manh, a man lar varrer as ras era
frente de suas casas, depositando os ciscos
em montes aflrn de seren recebidos por car-
rosas da cmara municipal, sob pena de
20,000 rs. de multa e do duplo na reinci-
dencia.
Art 2. S3o igualmente e na mesma coii-
l'......ra le a cima, obrigados irrigar, ds
8 alcas 9 limas da nianha, e de una as 2
da tardo, os passeins e roas en f enle de
suas habitacOds, sob pena comniioado 110
artigo antecedente.
E para que cheguem ao conhecimentode
lodos mandou publicar pela imprensa. I'rn-
guezia da Boa Vista 10 de Janeiro de 1852.
Ignacio Jos Pinto.
O lllm. Sr. inspector ds thesoorana di
fazenda provincial, em cumprimento da or-
den do Exm. Sr. presidente da provincia,
manda fazer publico, que nos dias 13, 14 e
15 de Janeiro prximo vindouro, ir a pra-
r;a para ser arrematado, perante o tribunal
administrativo da mesma tbesouraria, a,
quem por menos flzer a obra dosconceilos
da cadela velha da cidade deGuianua, ava-
hada era 636,486 rs.
A arrematarlo ser feita na forma dos ar-
igos2l e27da le provincial n. 286, de 17
de ni ii 1 docorrente anno.
As pessoas que se prnpozerem a esta arre-
mato, comparecer na sala das sessles do
iiL-Miin tribunal, nos dias aciraa menciona-
dos pelo meio dia competentemente habi-
litados.
E para constar se mandou aQlxar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 de dezembro do
1851. O secretario,
Antonio Ferreira da Aiiiimieiaef.i.
Clausulas especiaes da arrematsr;Do.
f.'sero feilas todas as obras necessa-
rias, paca que este edificio fique em bom es-
tado e nelle poler residir o destacamento ,
conforme o ornamento approvado pelo Es.ni,
Sr. presidente da provincia na importancia
de 636,486 rs.
2.' todas as obras serao principiadas no
praso de um mez e concluidas no de 3 me-
zcs, contados de conformidade com os ar-
ligos 31 e 32 da lei provincial n. 286.
3.a o pagamento da importancia desla
obra ser feto em urna s prestado quanJo
ella estiver concluida e em estado de ser re-
cebida definitivamente.
4." para lujo mais que no estiver deter-
minado as presentes clausolas, seguir-se-
ha o disposto oa referida lei provincial n,
286. Conforme. O secretario,
Antonio Ferroira da AunuuciacSo.
0 lllm. Sr inspector da tbesouraria di
fazenda provincial, em coraprlmenlo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia de
23 do corrento, mana fazer publico,qoe
nos dias 13, It a 15 de Janeiro prximo vin-
douro, ir a praga para sor arrematado, pe-
rante o tribunal administrativo da mesini
thesouraria, a quom por menos lUer a obia
dos reparos da ponte sobre o rio Una na po-
v.iac, 10 le Su tu Amaro JaboalSo, valiada
cm rs. 1:330, 230.
A ai 1 em .lacio ser feita na forma dos
arts. 24 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio do corrente auno.
As pessoas que se propozerera a esla ar-
rematado, comparecis na sala das sesses
do mosuio tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio dia competentemente) ha-
bilitadas.
E para constar se mandou afiliar o pre-
sente u publicar polo Diario.
Secretaria da theaouraria da fazenda pro-
vincial de Perdambuco 30 do dezembro de
1851.O secretario,
Ai.10.iio Ferreira de AnnunciacSo.
Clausulas tspeciae da arrematarn.
1.' Os reparos da ponte sobre o no Una
ra povoac,iio do Santo Amaro Jaboal3o, se-
1100 feitos pela lrum, sob as condiQes, e
du modo indicado no orcamouto approvado
pela directora em ronsolho, e apresenlido
ao Exm. Sr. presidente da provincia pelo
preco de res 1:310,230.
2 As obras principiar lo no praso do um
mez, e serio acabados no de cinco me;es,
ambos contados da entrega do termo da ar-
rouiatac,3o.
3.a O pagamento da importancia desla
obra .-, i-a feilo om urna s presumo quan-
do ell 1 estivor concluida e em eataJo de sor
10 e 1 la dihuitivam ule.
4.a Para 11110 o mais que nao esta deter-
miuado as presentes clausulas, seguir-se-
ha o que dispOe o regulameuto de 17 de
maio do 1851. Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciasau,
-- As malas que para os portos do norte
taem de seguirem no vapor S. Sebastian,
principiam-se a fechar boje (13) a 1 hora da
tarde e depois dessa hora as correspon en-
cas pagarSo po;te duplo at a anlrega das
mosinas.
- O arsenal de guerra compra papel c-r
tuchinho : quem o mesmo se propozer a
vender comparece no dia 13 do correle tr-
,,.,, i,, ciimneli'ntH nroDOSla em car,a ''
m


rrr
=^5
REAL COMPANHIA DOS PAQUETES INGLE-
ZES A VAPOR.
No-die 20 deste me espera-
rse o vapor Severn, comman-
dante Chipm.n do 8ul, e no
ilu dep'ifo seguir para os por-
tos di Europa. Pin pi.iagem dirija-saem
casi d agencia n. 43, no Trapiche Novo.
--Por ordem do Br.director interino raijo
publico que na conformidide do art. 13 do
regulimwito de 18 de maio do anno p.finlo
brir-se-ha a matricula dai aulas do l.yco
nodia 1S do crrante, e ser encerrada no
ultimo deste mesmo mez, excepcflo da de
Latim. Lyceu 8 de Janeiro de 8"--.u
aminuense.Hermenegildo Marcellmo de Mt-
raud. ,i
- Aonuncia-se pela segunda secc,ao u
meza do consulado provincial, que os trin-
ta dias uwis marcados para o recebimenlo
da dcima dos predios nos den. da-
do, do primeiro simestro de 1851 a I8J, se
nnalizam em 13 do correte mez de Janei-
ro, e lodosos proprielarios que deisirem
de pagar nesse prazo, incorrem na multa
de 3 por 0|0 sobre o valor de seus debito.
PuhlicacSes litterarias.
ELEMENTOS
DI
Homaopathia.
Sahio a lu a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopallia bos-
set Itimont. Recebem-se assigmluras para
a obra inteira a 8,000 rs., no consultorio
horaoeopathico da ra das Cruzes n. as. ue-
pois da publicado da terceira parte, o pre-
co sera elevado a 8,000 rs. para aquelles
que nHtiveremastignado. No mesmo coo-
Mllorlo, acha-sea venda ludo quanto he
necessario para o estudoea pratici da ho-
mceopathia, como seja : livros impressos
para historias de doenles, regtmens apro-
pnadns para a provincia do Pernaaibuco.e
encarrega-se de mandar Turnecer qualquer
encommenda de medicamoiitos homojopa-
thicos, tanto avulsos como em canas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Pathogeneiia dos medicamen-
tos brasileiros.
Ummtot de anatoma e phiiioogia com es-
tampas, para os curiosos em homosopathia.
Hoga-se aos senhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempia-
res no consultorio homosopathico da ra
das Cruzes o. 88.
TRATAMENTO 110MEO-
PAT111CO.
OS MOLESTIAS VENESEtS,
e cnnselhos aos doenles para sa c.irarom a
si mesmo, seni precisarem de medico;
pelo profesan- homceopalha
Gosset-Bimont.
Sabio a luz e acha-so a venda no consul-
torio homceopathico da ra das Cruzes n.
28, pelo preco de 1,000 rs.____________
Avisos maritimos.
- para Lisboa sane com toda a brevidide
o brigue brasileiro Mariana, capitSo Jos da
Cuuha Jnior: quem no mesmo quizer car-
regar ou ir de passagem, pode rallar com o
dito capito na pnca, ou com Manoel Igna-
cio de Oliveira.
___ Para o Ro de Janeiro, se-
gu em muito poucos dias, por ter
engajada a maior parte do seu car-
regaraento a sumaca l'raaiieira
Santo Antonio, nova e de supe-
rior marcha, para o resto passa-
geiros e escravos a /rete offere-
cendo a estes o melhoragasalho :
trata-secom os consignatarios Ma-
chado & Pinheiro, na ra do Vi-
gario n. 19, segundo andar, ou
com ocapilo Jos de Campos Ma-
galhes, na praca,
Para o Ararac e Granja segu viagem
com loda a brcvid.de a escuna S. Jos, da
qual he mestre e pratico, Jos Manoel Ro-
drigues para carga, e passageiros : trata-se
na ra da Cruz do Recite n. 8, com Manoel
Jos de Si Araujo, ou com o mestre no Tra-
piche do Algodao.
Para Lisboa pretende sahir com brevi
dade o biigue portuguez > Novo Vencedor
por ler maior parle da carga prompta, quera
no meamo quizar carregar ou ir de. pissa-
,'"iii dirija-so eos consignatarios Thomazde
Aquino Fonseca & Fil'.o : na ra do Viga-
rio n. 19 primeiro andar ou com o capito na
praca. ..
Para o Rio de Janeiro pretende sahir
com brevidadeobem conhacido e velleiro
brigue brasileiro Le0of quem no mesmo
quizer carregar, ir de paasagem, ou embar-
car escravos, dirija-se a ra da C ieii do
Recife n. 54: a tratar com Joiquim Ribeiro
Pintes, que prometa fazer os frotes em
conta. TambAdi vende-so ou Iroca-se o mes-
mi) brigue por algumas propiedades de
casas nesta praca queconvenha: quem de-
sejar qualquer negocio ao referido navio,
podo ir a bordo do mesmo, fuiendo no
Forte do Mallo, e fazer os exames que lhe
apruuver.
Vende-se a muito linda e veleira bar-
caca denominada Ro blela, construida no
Pilar das AUgoas.de primelra viagem, de lo-
te de 28 1 30caixas, para ver 110 Forle do
Matoso p do trapiche do algodao : a tra-
tar na ruido Crespn. 13, luja de J0S0 de
Siqueira FerrSo de Companhia
r- Quarti-feira 14 do correle aa 10 horas
di manilla, haver leudo em o caes da Al-
fandeg no irmazem de Antonio Annos Ja-
come Pires, de urna pequea partida de p-
timo sibilo vindodoRlo de Janeiro, eos
lotes serio hitos a vontade do* compra-
dores.^^^^^^^^^_^^^^^__
Avisos diversos.
Srs. autores da companhia do encana
ment d'agos ou irreim l me da mesoia'
vondam agoa ao povo ssim como vendiam
os tanques e canoas, a vintem e dez rs., at
9 e 10 horas da noito j se o n9o fizerem fi-
cara desmentido o Ora para que criaram o
encanamentod'agoa; e justificado que foi
interesso particular, com muito e multo sof-
frimento do povo: quando vi o negocio d'a-
goa privativo, logo reciei de seu bom re-
sultado. Srs. Redactores, tenham a bonJa-
le inserir o que levo dito.
~ O procurador Ja camira municipal do
Recife aluga cadeiras pira servirem as jun-
tas da prxima revisti da qualifleacilo das
quatro freguezias desti cidade, que deve
comecir no dii 18 do corren'.e: os inters-
sados podem enteuder-se com o annunciin-
te lodos os dias uteis, na casi das aessOes
da mesma caman.
- n.i-s" ii'ivn a um cont de ris a ju-
ros de dous por cento ao mez, sobre penfio
res de ouro o prata : na ra larga do Roz-
rio.'loja de miudezas n. 36, que l se dir
qu"m d. Na mesma se dir quem tem um
famoso negro muilo bom refinador de asqu-
ear, cosiuheiro, e muito proprio para todo
servico de oaaa e de campo : vende-se mui-
to em conta.
Ruubtram no dii 7 para 8 de Janeiro
no becco largo do Recife, ni toj do sobra-
do que volta pan a ra di Seiizilla Nova os
ohjectos aeguintes: 8 pares de brincos, sen-
do um par de srmacfto e ou tro de ce, vara
e mcia de corda,, de ourn, 7 palmos de tran-
seli n, 8 anneldes, um allincle de peito de
armacAo, urna medalha, 8 pares de luvas de
seda, 1 par de rois de seda, 1 palito de cha-
melote, 4,000 rs. em dinheiro e t colxa de
cama : previne-se a quaiquer pessoa que fdr
.dTerecido, baja de aprehender os ditos ob-
jectos que ser gratificado.
Collegio de Sant'Anna.
Dirigido por D. Anm Renedicta da Rocha
Silva, rollona 1.> no principio da ra da So-
lodide, sitio do Sr. Herculano. A directora
declara ao respeitavel publico e Srs. pas de
familia, que no da 18 do correle de novo
abri o seucullepio aonde contina a rece-
ber pensionistas, meias pensionistas exter-
n s,e a-segura o bom adiantamento das suas
di-cipulasem todas as picudas que silo pro
,,111 .1 11111.1 senhora de boa cducac,3o, ludo
por preco cooimodo.
Passopartes.
Tiram-se passapnrtes para dentro e fra
do imperio, despicham-se escravos.correm
se folbas, e tiram-se ttulos de rosidencia :
para este fim, procura-se na ra do Quei-
mado n. 35, luja de miudezas do Sr. Joa-
quim .MoiiiiniD da Cruz.
D-serem mil rs. at dous contos de
ris a premio de dous por cento sobre pe-
nhores do ouro e prata: que n os pretender
dirija se a ra do Livrsmento n. 5,
-- Do eogenho Local, freguezia de Una,
-- A A mesa regedora d Irmandade de. Hotel no Monteiro.
NS. do Livnmento farsient, todos os nominan, ib do passato, brio-se esle
IrmSo que a multos sacrificios e a conflan->Ml,BlBC|(lieolo C|)|n M ^-ujun. pro.
ca do archilecto o Sr. Vilma ja a* achao p0r(;fl.g .
promptis dentro do cemiterio publico vinte Bilhar e sorvete, ios domingos e dia* lan-
catacumbas pertencentes a mesma Irman- os ., 1 ^ r. 1 *-.
Jade, iiHo obstante dever-Wparte da im(or-
tancia dellas, todava 01 obsequios q> te-
mos recebido do Sr. Vilma para com nnseo
faz com que verifiquemos aoa irmSoesa-
!'ni promptas esto numero. 11 i>o>t mo
eces'snri que todos os Irrrrloi e irinflen
eontribuSo com a cota que lhes toca c uno
foi resolvido pela meza geni, oovn 10-0
fazerem quanto antes para que se posa pi-
Sali mobniada e mlependente, pira a>
familias, que indo a paaseio quizerem des-
ea nejar.
y m ios preparados pan'dormida.
Espacosa n bein arrj da sila de jan la r ,
com Capacidadn de servir 10 prssoas.
Soiti lia a rec eiit epa-s-io. .
K-lnli 11 01 e rr.ilipis para Cavallo.
1^)1111 la uiensnl eavul-o, preearmn-SP jn
gar que anda se deve, e o-i-fluir u resmn- t,rO e pre/u,oj ,|,1Ka.se |Uuc. vidn.s ,
te das que faltilo aflm ,ie potlereir. II s j,ind.-jia fie .te
gozar por seus falccl enios, c-rtii que a Tu,|0 MOr preco'mullo raaoavel, e acon-
nflo qurrorem concorr r co n as sias quo-, ^nie)
tas tom lrmandad- no sd* a-'ffier a im- Aai*iti**a*i*^*l &m<&6, A
posicSo da multad, cama mu..ic.,.al U'H f 7 ,T T.77 a
vez que temos a ..bneSo de concluir no' P*Mlo alcnoux, rteuti.
na m
36, ?
que tinto eleva a mesma corporacSo, o que I- U"cr liorn, em MltlM
Ja mais en de espenr dos irmios,. nao que < lui'B do Rozarlo, n.
rerem contribuir com is suas cotas como ro IgJarBg.'LSf'Z-_____J.^,.
determinado pela dita mesa geral, coito de
quesa a mesa aetual previsseos pensamen-
tosdoalguns irnios nSo se teria oceupado
em dita obra. Aproveitamosa occasiSopa-
ra declarar mos a todos os inleressados, que
a mesa geral docidio a tal respeilo que os
niioi >s que tinham catacumbas ou por
compra ou por. seus cargos dariSo para a
nova obra a quaulia de 5,000 rs., e os que
inlo as tinho e queirgo goser daa que ae
tem de fazer no cemiterio darSo a quantia
de 10.000 rs., isto em sua vida, e no caso de
1 N ra do Cibug n. t ~, Ioj de miu-
dezis, precisa-so de um pequeno, chegido
ltimamente do Porto, para raixeiro de urna
boa loja de razendas na cidade da Parahlba.
-- Quem precisir de roupa lvida e en-
gomiim lo, com asseio e promptidlo, por
pre;o commodo: dirija-se a ra de Moras
n. 40. Na mesma casa acima]apromtain-se
bandejas com bolinhos para rra e fazem-
se boliuhos de diversas qualidades, tildo
em conta,tambera ae vende velas de carniu-
pro'xTmidadeYnio'te 30,000 rs., fleando ba d" supeiior qualida le.
rmanu de em m e olro caso obrig.d. a iroc.-se por aluguel um escr.m, V*
naear a cmara municipil a imposicSo de ra o servico ordinario de padaria paga-se
5.00A.%Vo d.um"^ Sver continuando .00 rs por mex e o sosten o: na praca
.flSfi sssre ni"os como dler" i ><"* av^rirr; 5o".
~tiEffSL um. pret. de mei. .ervicoordin.rio, forno -*^.
idade, para servico de casa e ra .' atrs da U &r. Bernardo de Albuqaer-
matriz de Santo Aulonio n. 80, casa da es
quina.
Vicente Jos de Brito, embarca para o
Rio de Janeiro, um molaque, de nome Mi-
noel.
O cirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as prssoas que a tempos lhe ra-
que remandes Gama, queira man-
dar pagara subscricaodeste Diario.
-- A matricula da aula de tachygraphia
no lyco desta cidade, acha-se iberia desde
. Ainm.sa nma canni de carca de 600 o du 15 ao ultimo do corrento.
tlJoToe de aivtnSrU gro"s. 1 m ni <:n-1 -Ar.en ).-se um sitio na estrada dos .mi- !_/_ Lraes?0'iu!?.con"" . cordia a tratar com Manoel Firmino Fer- tos com bons arvore los de frutos por isso
rejrt quem pretender dirija-se a ra direiti n.
fferece-se urna mulher brinc, de 53, que achara com quem contratar,
meia idade, para ama de homein solteiro : | U Sr. Uaytnundo Jos Pe-
quemdeseuprestimosequuerulilis.r,di-i y dirija-se a ra do
nia-so a ra das Aguas Verdes n. 10. .,...'- J .
-- Precisa-se de urna mulher ie meia ida- Qneimado n. .ib, pura receber uma
depara >mi do uma casa do pouca fami-
lia, a qual saiba cozinhar e engommar, e carta.
que tenha boa conduela : na ra do Quel- 1.. it Taborda, embarca para o Rio de
mado o. 14, sedira. Janeiro 2 escravos,sendo um de nomo Paulo,
Aluga-se uma cinoi denovecentos ti- de na;3o, com35annns de idade, e outro
E MAIS UFFICIiNAS
NA
Rila luiin rinl n. I 18 e 12o, o oito na ran Nova 11. 33.
Rospeitnsainouleavisam ao publico, particularmente aos Sis. de engenhos e des-
tiladores, etc., que este estabelecimento se ach coinpblamenie m ntidn, com as pro-
porr;0es necessarias, pan desempenhar qualquer machina, ou obra concerne >ti ao ma-
mo. o. mesmos chamara a allencfto para as seguintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competem com as fabricadas na Europa, na qualtdade e mSo de obn, e por me-
nos nrfo, a saber :
MACIII.NAScontinuas do destilar, pelo methodo do autor francez Uerosne, as mo-
lhores machinas, que para este fim at boje tem apparecido.
a i. \ M ni* ii'i;s de cobro da todM ladimensOps.
TODOS OS COBRES necossarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para reflnisSo.
TAIXAS DITO pin engenho.
DITAS DITO movis pan dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de repucho, de roda e de pndulas.
ESCRIVAMNHAS de lano dos melhores modellos.
DITAS DITO galvinissdis.
MMis de todos os tamanhos.
OS APRECIA VEIS fogoes de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito de niilo.
POR TOES de ferro.
VARANDASdito.
GltADIAMEMTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
BA.MlElltos de zinco e de folhi, para banho de cboque.
jlos : na ra de S. Francisco, casa apa-
lacada-
Ofterece-se um rapiz portuguez, para
feilor de sitio, ou engenho, por ter j disto
praliea : na ra da Lingoola n. 16.
Manoel Marques Corris, natural des-
ta provincia, retira-se para o Porlo, na bar-
ca portugueza Flor da Maia.
Quem quizer comprar dous terrenos ,
ni ra da Praia, propriuspiri boas edifca-
le esperto; este mulatinho foi comprado em
abril do anno p. p. havendo sido do Sr. Dr.
Alcanforado. Valentim, creoulo fula com
nllicio de sapateiro, boa estatura, ps apa-
Hoa Vista n. 5.
Jos Xavior Faustino Ramos, previne ao
respeitavel publico, e especialmente aos se-
Ibetados, sec'co do c'orpo, olhos braneoa, o nbores piee do aeua alumnos,_que_oa Mer-
co m idade pouco mais ou menos do iS ni-
os, csle negro foi compndo igualmente
coro o de cima 10 Sr. Salgueiro da cidade de
olinda. Funrn encontrados na mesma cida-
de, he muilo de presumir turen tomado des-
cicios de sua aula de nslrucr,.1o elementar,
comecarSo no dia 12 do correrite mez.
Hoga-se ao Sr. Jos fran-
cisco lifleni Jnior, senhor do en-
ue, nu muuoae presumir 1ero.11 luuiauu um-
sa cidade a estrida do casa Forle.l'osso.at genlio Larangetr.is da comirca ae
o Motiteiro : roga-se perianto as autoridades L\azarethj e ao Sr. Francisco de
Paula Marinho Wanderley/ijual-
policiaes o capilTes de campo a captura dos
1, Cernios escravos, podendo conduzi-los ao
mesmo engenho a entregar 10 senhor dos mente senhor de enprenho, O favor
ios Paulo do Amor1.1i!, ___......._ mnA*^m .
mencionados escravos
Salgado, ou nesta praca a Virissimo Antonio
da Cruz Soares, que est prompto a satis-
fazer toda a despeza que bouver de se fazer.
Oablixo assignado faz publico que
comprou so Sr. Antonio Ferreira da Costa
Braga a loja de seleiro que o mismo senhor
tinha na ra Nova n. 88, e por Uso se al-
guem se julgar com direito impedir tal
venda, quoiraapressntar 00 praso de 3 dias
contados da dala deste.
Ventura Pereira Penni.
-- No dia 11 do mez correte, desappare-
cou um escravo por no.ne Ignacio Calle ;
appareceu no mesmo da as 9 hons e tornuu
a sabir; vestido cal..-a de casemira es-
cura, camisa de algodaosinhoeocol'pado.de
de apparecerem, ou mandari-m a
ra du Crespo, loja n. ia, liin
de se tratar de negocios, que os
mesmos senhores n3o igiaor-m.
Alugi-se uma ama forra, u escala ,
que Unha bom e abundante leite, pa cria
um menino com 8 mezos de i la le : n-i 11 >a
V(sta ra da Saudade, ultima rasa que tem
o ouii.) para a man;.
Quem quizer arrendar, nu tender a-n
sitio, que tenba frut".ras e coinnodidates
para ter vsccas, peitoil-'ta cid .de: di ja-
se a ra do Apollo 11. 21, ar.nazein des
suear.
-- Precisa-se alugar uma prete, qusaibi
de nome Jo3o, creoulo.
-- Precise-se de uma 1 mi de leite, prefa-
rindo-se sem li I lio : na tua da Cacimba
n. H.
Oabsixo assignado, deixou de vender
espiritos de prodcelo brasileira, desde o
primeiro do desembro : na ra ireiti n.
18. Custodio Jos Dias da Molti.
No dia 15 do corrento so halo arrema-
tar em ultima prs^a pan'e o lllm.Sr. Dr.
juiz de OrfSos desta cidade ,11111 gran le ca-
sa terrea no atierro da Boa V su ... 27, com
grinde quintil mura lo, td.iro q 10 ser-
ve de odicina de inaroninr a. cacimba meei-
111, e 11.11 sobralin'i'i com sililo. cozinh
fra no fundo lo o rio cap.b ibi, j -r une .1 o a cl lo
finado Joan Ba aisla HVnalar, e valiida
por 12.000,00, ra lia iic.inl i>o im com-
parecer na c a 'a rei lenca do 1 es,no Sr
Dr. juiz le orlaos : ni ra ,1 ... F.O'es, lio iil-
dlOidn dia 15 ,i, I 4 horas da .arle.
O ab.ixo as>Un 1. |i.oC,-s-i.' oarticu
ra por meio de um aj.i-te raznavel, os tratar
annualmcnte das molestias que possam ap
parecer, que tenham a bondade de virem a
casi d* sus residencia na ra do Rozario
larga ...30, para os poder I. ocir omn.de seus
Clientes. O mesmo declara nSo poder ir
presentemenle as suas rasas por es. r anu,,
e. .colimo la lo e peden desculpem no es-
tar em casa arisque o rocuraramdesieol.
de Janeiro al 3, por ter sido de urgencia
estar nesse tompo Cora. Agradece lambe...
por esle meio aos que livera.11 a bondade de
o virem comprimentar, asseguraodo-lhes
sua estima e gratido.
Nova fabrica de chapeos de sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
ta 11. 32.
Nesta nova fabrica o respeitavel publico
achara nm completo sortiinento do chapeos
deso de seda epaninho, tanto para bo-
mem, como pan senhora, e concern igual-
mente, por precos mais commodos do que
em outra qualquer parte ; pin este mesmo
estabelocimenlo se acha mudada a tinturara
franceza da ra Velba n. 74, tingindo-se to-
da e qualquer fizenda de seda, ISa, nlgodao
e li 1.1.0, tanto em obra, como em peca e
co 11 muito asseio, assim como se alimpam
cas-cas e outra qualquer ropa de panno,
que litar no-loaa, ponuo-ao como noval, o
por .-'iv's muito cooimodos.
Aluga-aea lojan. i5, darua
SALSA PAKKILHA DE
SANDS.
altura regular; he canoeiro da ra Nova ; fazer o servico da uma casa de fa.n.la, sa-
lera asmaos grossas e he quebrado: quem: bendo cozinhir.no aterro di Boa Vista, lo-
o pegar d.r.ja-se ra nova da Concordia, ja do calsado n. 58.
casa n. 9, du Jos Francisco da Costa, que
ser bem recompensado.
Udseja-se saber onlo mora Manoel Co-
mei da Cunha, natural do Cear, para nego-
cio de seu interesse: na ra do Crespo
n.11.
Manoel Alvos da Cunha Bastos e Do-
mingos Teixeira Bastos, vindos ltimamen-
te d'Ambriz, retiram-se para o Rio do Ja-
neiro.
-- Na tenda de funileiro, no pateo do
Carmo, precisa-se de um ofllcia! de funilei-
ro para obra miuds, e de dous apreod.zes
pana mesma ofllcina.
- O Sr. Jos Marcos Simpiio, tanda a
bondade da appareoer na ra do Vigario n.
37, a pegar o que deve, poil o Sr. nlo igno-
ra, Sendo que isto nSo fac/i usar-se-hi dos
minos judiones.
Precisa-se de uma mulher de meia da-
dle, e de boa conducta, pira fazer compa-
nhia 1 uma senhora, e fazer ilgum servico
Pata a Baha.
Segu com brevidide 1 bem conbecida
escuna nacional ADBLAIDE quem o reslinle
do seu carregamcnlo quizer fazer, quei-
r5o d.rlRir-se a ra da Cadeia do Recife n.
23, ou 56 A.
Pino Rio de Janeiro sabe com c\uita
hrovilado por ter pirte do carregamento
engajado, o patacho nacional Margarida, ca-
pito Florencio t. Marques : quem no mes-
qutzer carregar, bir de paasagem ou em-
barcan esenvos, pan o quo teiu commodos
sufflctenles, pode cniender-se com o mesmo
capiiSooucom Luiz Jos deS Araujo, na
ruada Cruzn. 33.
Para o Bio de Janeiro. '
Segu com brevidide sumaca brasileira
S. Antonio,mu.lo nova e de superior marchi:
pin carga, escravos a frete e passageiros,,
tnta-se com os consignatarios Mschado & sua aula de gr.immalica portugu-za, latina
l'inl.aiio, na ra do Vigario n. 19, segundo e franceza ; .i-snn cumo de msica vocal o
andar, ou cum o cpiaoJoe de Campos Ma- piano no di? 15 dn corrente, avisa aos pais
galhSea, ni Praca. |de seus discpulos internos o externos, e
mais a quem couvier, que desse dia em di-
ante podero mandar seus filhos: na tra-
vessa da ra da Concordia, sobrado n. 5.
Padre Pedro di Silva Braudflo.
- I). Maria Francisca de Almeida, em-
barca para o Rio de Janeiro, o seu escravo
Jos, creoulo.-
J0S0 Antonio Pinheiro embarca pin
o Rio de Janeiro, o seu escravo mulato, de
nome Rafael, de 12 annos de idade.
O Sr. Antonio Leite de MigilhSes, ex-
soldado, venha remir a sua letlra de 40,000
rs., vencido em 2 de Janeiro correte, rece-
ber o seu ourinho, constante de sua entre-
ga, sendo pOe-se-lhe os podres na ra, exi-
g..ido da polica a punirlo do seu procadi-
mento.Sebaslio dos Occulos Arco Ver Je.
Aluga-se o solio de um segundo andar
de sobrado, silo no biirro de Sinto Anto-
nio, cujosotSo tem uma grande sala com
1.."II., e dous grondissi.nos quartos com
claras boiis, tem mui liada vista, he mu
fresco, est caiado e pintado de novo, e tem
finalmente escada independente proprio
para homem solteiro : quem o quizer alu-
gar, dirija-se a ra. do Crespo, loja de la-
de.purlasa dentro : quem estiver nesla cir- rondas n. 6, que se dir.
ciiii.stai.ca dirija-se no lerceiro andar da | .. Matheus Plantaz, subdito francez, re-
casa n. 20 da ra larga do Itozario, Jas a tira-ac para fra iln |irovnicii
horas da larde em diante.
Preciia-se de um pequeo dos chega-
dos pouco do Porto, com alguma praliea
de venda ou sem ella: na ra da matriz da
Boa-Vista n. 32.
O abaixo assignado, frz sciente que
cedeu u Sr. Ventura Pereiri Penna, a sua
loja de seleiro da ra Nava n, 28.
Antonio Ferreiri da Costa Braga.
-- O abaixo assignado, tendo de abrir
~ Para o Porlo, segu com toda a brevi-
dide, a barca portugueza Espirito Sanlo.ca-
pitflo J0O0 CarlosTeixein ; quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagam dirija-se
ao eseriplorio de Francisco Alves da Cunha
01 Companhia, ni ra do VigiriO_________
Leil&o.
O eorretor Miguel Carneiro, far leil0
no dia terca-feira, 13 do eorrenle as 10 ho-
ras da manila no seu armazem na ra do
Trapiche n- 40, de varios trastes novose _,
enm pouco uso; louca, vidrog, ricas mesi-[(0(]og os lubalhos da sua
nhas com pedra de muilo gosto, eandieiros ,.
para cima de mesa, eoutroa objectos por nssao. ..,._,
quilquer preco que appareca : aasim como Precisa-se alagar uma prea escrava,
ao meio dia em ponto ir* 1 leilio usa por- pira servleo de multo pouca fimilia : na
cBo de sal retinado. Ponte Velba n: 1.
O Dr. Lobo Moscoso tendo
chegado do Bio de Janeiro hon-
tem a tarde, participa as pessoas
qne o h mram com sua confianca,
que est prompto a prestar-se a
qualquer hora do da ou noite a
pro-
Precisa-se siber aonde reside a senho-
ra D. Maria Cordeiro Xavier de Brito, para
se lhe entregar uma carta viuda do Rio Gran-
de do Norte.
- Precisa-se de um ciixeiro, para a pa-
daria da ra larga du Rozario o. 48.
-- Os senhores que devem ao hotel oom-
raercio, alguns dos quaea no se gabe.onde
moram, tenlum a bondade de quo ant an-
tes satiafazer os seus dbitos.
-- P.ecisa-se de um caixe.ro pin pilla-
ra, que le.iha praliea da mesma, ou de ne-
gorio, e que abone sua cipacidade: na pra-
ta da Santa Cruz, padaria n. 106.
-- No paleo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-seeeRgomma-se com peifeirjfio e ac-
ceio.
Precisa-se alugar uma escra-
va, que seja boa cosiitheira e com-
pradeira, : quem a liver dirija-se
a ra da Assumpflo ou muro da
Peoha n. 16.
Quem precisar de paramentos da igreja,
dirija-se a ra do. Vigario n. 15 primeiro
andar e al., achara oom quero tratar; ha
ja a venda os ornamentos segulntes.cazulas,
palito, mangas de Cruz, umbellas, capas de
asperges e veo de hombros.
Primo Pacheco Borges, sub lito portu-
guez, retira-se pan a Parahiba do Norte.
do iJre.-po, e gariiite-se o arren
lar da nmeins .eit'as. r-si .>n e no s demento pelo te.upo que convier a
nundo-na o sobrado d roa I ,'ga 10 no- qUem comprar a arin ico d mes-
/a.mii.ix scen iflca ao respei.aet pubn- .
co.i..xina.s naesdns-ua alumnos que Hialoj: a trat.r na lUi di tia.iea
h je abr.o sua aula,admittn o ne-ae r-co- rje S. Auton'O A, O.
o .o-... 1 >.. 1-.as os pues ,n'iniini q ie se
Smero na ".necio le m'i.< lil os, 1 1 -'eo
iniiiilisar e lo nr sii >io omes.n >, ,i)d"ra
l.rigir-se o in uca 10 logar ilesoa e>i en-
ea Jo-Marti M - Precisa-se de um lio "e.n que -nl^nda
de uleru el te,p.ga-su b 111 din lo fi lor 1 s.mc iniucla
a ir, lar na ra da AssunipcSo n.3C e na pra*
ca da l.i lupend -ucia n, 12. ou no Cniquia i nnWMAN 4 MC CALI l'M. enirenbei-
em o ailio da Sr' D Arcangela. defr,.nln do pQg mtch,,iUl t fundidoras 'le f'-rro miu
enge.ii.o No m-s 1.0 s.Uo vende-se p-tlia rns B|os,mnt(, ,nnuncim aos Senhoros
d-.coque.ro ver le i 160 ra o cento, o cocos propretllrls ,|p en2Pntls, f7endeiros, mi-
pa.a ei.b:r.|ue e la i.i.em becos. neirns, negociantes, fabricanles e lo res- n,
NarisRilia da Peni. <.o ..mes; re ir- I Uf *, ueo 8B11 Mlhelec.me..lo
para a Europa, levando em u coiipai I. a dp fprro movji,o liftr mBChilia de vapor con- 0(J,,., ,s btl(,n
um ..ole tue criouio, de uo.ne francisco, 1- |ynoi em effpc, juo pSerricin, e se aclia enra-
plelamente montado com apparelhoa da pri-
meira qualiilade para a perfeita confoccao
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer nhg ( repH,,K(.s ,|e s I,
obras da sua arte, Bowman ck. Me. Callum me||,0r qual.d.de. P..i>

Este excellente remedio cura todas as en-
fermida 'es as quaes silo originadas pela
impuresa dosangue ou dosystema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumatismo, erupcOes
cutneas, b ebnlhas na en, almoroidas,
lonQis chrenicas, brebulhas, boitoeija,
tinha. enct.1c.009, adores uos nssos, o Jun-
tas. ulcr, doen?as vo.ierias, clat.ca, enf .r-
midades que atlicSo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa uma vida
extravaginte. Assim como, ehmnieH de-
sordens da consttucao, sera .curadas por
esta 10o til, e approvada n,e .cia.
A administrarlo deste b'lo reme lio, nos
atiqoes maisestraordinir. i> t-.n si 'o em-
pre seguidos pelos mais feic-s resudados
as suas operaqfles ; porm, o s-u ..incipal
objecto he de purificar o sannue. e lun ar o
syatema de qualquer influencia 'le mercu-
rio. No seu modis op'raidi, he directa-
mente como um remedio al.entivo, anda
que, indirectamente serve ao syslema como
um v r laile.ro tnico. Do.'nrjas nos OSSOS
c no systema grandular; assim como as
juntas, e ligamentos, slo nleiramenW cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doento fac resguardo algum, quando usar
esle remedio. A oppera^ao deste remedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve lempo o doento ganhara a
suisaude.
A Salsa Parilha tem g.mhado por muitos
annos uma all reputarlo, dj ter curado
doencas mui d.fllciil'osas, que nenliu.n ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He do saber que a Silsa Panilla he
um doi 111 ais v.lerosas remo luis que os
docto-es uSSo em toda a parte do mundo ;
com vistas deginharen a cura pelo uso de
i.l remedio vegetal. Po-m, devo-se de
lude 11 minos, forro.
Olfeirc -e urna mulh'-r de meia idade
pin a na iecsa. qu,l labe coser, ennoin-
uiar e cosinliar : d r.ja-se a paasagem da
Magdalena casa do Sr. Antonio Consilves
Ferrein, que dir as nrormsces
Os senhores quo devem ao armazem de
moldados da ra da cadeia do Recife n. 1, e
que n3o tem outras relacOes com a casa de
Lino Jos de Castro Araujo podem satrs-
fazer seus dbitos no mesmo armazem.
-- Na ra da assumpsao n. 86, casa terrei.
ha uma ama que se ollerece para todo o ser.
vict) de uma casa.
-- O abaixo assignado previne ao respei-
tavel publico, que ninguetn faca transado
com duas letras de 750,000 rs. cada urna,
aceiti* por si a fivor do Sr. Antonio Maria
Marques Ferreira, por isso que tenciona
questionar com o dito Sr. 1" 1 e 1.., por nao
tercumprido o tracto, respailo a uma poi-
ca o de canas, 001110 consta de um documen-
to em poder do abaixo assignado.
Antonio Comes de Birr.iS e Silva.
-- Precisa-se alugar uma escrava para al-
guns sei vicos de casa de pouca familia lin-
da mesmo 11S0 sabenJo engommar o cosi-
nlnir: na ra das Cuco Pomas n 82.
Aluga-se uma preti creoula moca mul-
to limpa para criar nSo s em cisa, como
la'..lie... se loma a enanca lando-so lum Ira-
tamento, quem perln lor dirija se a ra
Velhi n. 24 ou 00 atierro da Boa Vista o. 78,
quo acha. com quem tratar.
Precisa-sede uma ama que saiba cozi-
nhar e engommar para casa de um homem
solteiro na ra Direila n. 53.
Josefa llnriqu.t do Miranda. Barros,
abre sus aula, estabelecida na ra da Ale-
gra n. 42, no.lia 19 do correte, esparando
quntnJo aquelle pai de familia queseen-
teressa pelo bom adiantimeoto de suis
li...as, nao exiUr em coui-las a seus
cu.daiios. 0 disvello que a mesmi tem
gempra ttdo em prover a eduoic&o de suas
alumnas, he a mais segura garanta que po-
de offerecer a quem quer quede seu prest-
mo se quizer utilisir.
otar, q.m 11 'in lo I is II essoassabem pre-
p rr esto remedio, assim como esco-
h r m a m-lhor parlo que sa deve usar em
til p.e .rae3 1. Cm celebreMed co escrip-
i,r, q n resi 110 p -r muitos annos no lugar
,0'idehaa niel... pro I1.c5.l0 da Salsa l'a-
rilla ili-se : S-.sO,i olio esp ees destas
a.zesque creaC m nesie- bosques, adraba-
o.o que nao od sse uc.iar, so 1.3o uma,
com o unst., e piop.ie'ade da verdadeira
S.ls l'ar.lla, que se Osa rec-imuiendar
pan medicina ; poisas mais eran insjpi-
las e inerles. I', rm, c.mo os mdicos
1 i/c.eiii as
-II ,.11.1.11
s, .ara a prepara-
r-m, e compon-... d ITrenles .Irogas. Po-
r u oe ludasal preimracilestleS-l Pari-
lha ilev.a de ser da ge.nin a, para qu- o fa-
culDiiivoHopibl.ro 0-a-se.n bem li dos
familia a ser da
qual H ha fja| ogeOUinO
ao l-at. II.o de
medicinas, m>s
desejam mais particularmente chamar a V(1gesnvel, que se ofTerec- ao i)b.ico; ns-
alle...;:... publica para a sseguintes, por te seg combinados o titile cum dulce ; pois
erem dellas grande sorlimentoj prompta,
as quaos construidas na sua fabrica podem
competir com as fabricadas em paz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidadeda materias primas e mSo d
saber
Machinas de vapor da melhor con struccBo
M.,e...las de canna para engenhos de lo-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa,moinhos de vento e semas
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Agulhoes, bronzosechumacefras.
Cavilhoes e parafusos de todos os tama-
nhos.
Taxas.pares.crivose boceas defornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogao e romos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de forro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a m3o, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, yarandas, grades eportOes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do mo e arados de ferros
ele etc.
Ale... da soperioridade das suas obras, ja
geralmente reconhecida, Bowmau & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezeohos remeltidos
pelos senhores que se dignarem de razero
Ihes'encommendis, aproveitandoa occastae
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e Ireguezes a preferencia com que leem
O Sil I1U./.0. Ut.l.MI. I O,"** ~ ..-D-^-w- ,-------------------------- ,h
- Precisi-se alugar uma preta, que saja sido por elles honrados, e asseguram-iDas
captiva, a qual saiba lavar, eugommar, co-1 que nSo pouparo esforsos e diugcncii
zlnhare fazer o serviso interno de uma ca- para continuaren! a merecer sua conuans.
sa de pouca ramilla: trata-se na ra do Tra- ,a^tftf '#tf|*:WWW*IJ
pichen.6, lantois Pailhet& Companhia.
-- Precisa-se de uma ama de loite pa- avaaniuiB 1 ,i,nto
ga-se 12,000 rs. por mei : na ra dis La- f Con1l'nui"S6/r?o, \t o Sxcel-
fangeira, n. 14, segundo andar. f ral da ra .di' Cr d. *. JJJ y
- Precis.-se.lug.rlum moleque, tendo a | Hnlee c"l";do0,4%"alU I
rffi! ne?rJer Cn,r: '" I Ca^rB^r^ide e |
"'.- A se'nor. D. Aon. Boza de Parla. Tei- pequel.s porcOe. pelo preco e.t.be- .
Imeentonm.unuc"u' M ru'0 """"^ imimmwmmmwmmmmmw
em infinitos casos em que o doeute espe-
ranzas algumas tinha oe viver, e grande
quantidadrs de remedios experimentados,
mas sem resultados de inelhoras ; mis cora
esta pura Salsa Parilha, suas curas temario
infalivei, pois os certifica los que temos
recebido de pessoas que tem usado dess
puro remedio, afilrmim da sua boi elici-
oia; estes cerlifloados temos a honra da
aprensenlar ao respeitavel publico, para
que fiquem cerlos, oqueicim se diz, he
verdideiro. Os propnetirios deate reme-
dio tem pormuftoe.nnos empregido lodos
os meiosparaprepararem este 18o til,
essencial remedio da raizdaSilsi Partlla,
qne por fim, conseguir is suas vistis, em
prepararem um tao valuoso remedio, e seus
tSo lindos resultados tem enchido os pro-
prielarios de glorii.e triumpho de lerem
prepando uma linda composisJo oontra
doencis, que o seu fim ho destruir o corpo
humano. Esla composieSo he qumica a
nova. Esta Salsi Parilha be combinada com
outros ongredientes que todos elles perten-
cem classe vegeUI, e todos com o poder
de purificiremo sangue. 0 doantequeusir
desta composicao, pode contar que tem o
mais efllcaz remedio, pira a sua eorermi-
dadeusa. O nico agento nesta cidade lia
Vicente Jos de Brito, o. ra da Cadeia ao
Becife botica n. I.
tcS.ULTO.io CWMAt .OMCeOPiTa.CO ?
1 DI PERNAMBUC.
S Ocngiaopelo Dr. Sabino Uleg^no bd-
giro
Pinho.
Ru.doTripioheNovon.15.
t Todos os diisuteissedarSo consulta. J
Z e remedios de grac aos pobres.desJe SJ
pela mmhS, ate as duas oras da lar-
, de. A correspondeoens e ..nlor.iia-
Z efls poderBo ser dirigidas verbal- #
S mente, ou por escrplo, evendo o
9 doente indicir primtiro: o nouie, a +t
a., idade, estado, profisso, econsliiui-
i0 9S0 segundo: as molestias, i e 1 m '
m tido, e os remedios toma ios; ttrcei- I
ttj ro : a poca do apparecimenio da mo-
aj lestiaactuil, edescripBo minuciosa,
dos.ignaesousymptom.squesoirrer SJ
Preeiaa-se de uma ama seca: na ra
Direila N. 63.


Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copa-se com perfei-
cao qualquer papel em mu lo boa
letra e por preco commodo.
- Aoh-se larlnhi nova de SSSF, (de n-
minha) pr vendar, nos armazens de Dea-
ne Voule & Comranhi, n0 becoodeGon-
calves.
Quem. quizer vender ou
permutar urna morada de casa ter-
rea, na ra Bella, ou Florentina,
e esta que tenha bom quintal: an-
nuncic ou dirja-se a praca d
Indepe idencia, loja n. 4> se d*r*
quem quer
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no srma-
em Kalkminu IrmSo Ra da Cruz, n. 10
Nova fabrica de chocolate lio-
moeopatico
Em a mesm se enconlra o chocolate lio-
4-
I). W. BAYNON.
W
0 Cirurgilo dentista amo-
i^Saa^at ricano, avisa 0 resPei"
X "Hjfflj tovel publico destacidade
v ter recenlomontovoltado dos Estados
f Unidos, o que se ada promplo a lazer
toda a quclidalo deopcracSo perten-
2 cen-te a sua art* segundo os me-
w Ihoramcnlos mais mo icrnos: pude se
procurar no hotelFranrisco.
## ->* t, **.<** v*#
-- Precisa-sede iim padeiro, portugez.ou
brasileiro, que-enlmida be n de macer e
forno, par urna padaria. distante dosis pra-
catres legos, lugar de muilo soroco, da-
se bom ordenado, ropa lavada o mesa, po-
rm exige-se pe.-soade bom compo-tmen-
t: a tratar na ra Direita, venda n. 76, de
Joaquim Anlunes da Silva.
Emilio Baucli, retratista alc-
mao, tem a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publico des-
ta praca e provincia, prometiendo
executar com promptido e per-
feico toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisar-se
de seu prestimo, he rogado de di
rigir-se a casa de sua residencia ,
na rna do Trapiche Novo n. a, ter-
ceiro andar, em todos os dias uteis
das 9 horas da manhaa at as 4
horas da tarde.
-- Offerece-se urna mulher branca, para
ama de casa de pouca familia, ou homeni
soltero na ra da Guia n. 7, loja de mar-
cinelro. ....
-- Adverte-se aos fregoezes das bolachi-
uhaa ddees americanas, que as poderSo pro-
curar junto a minha padan em urna venda
n. 39. JoSo Jos F. GarValbO.
Na ra do los! icio n. 52 precisa-se de
um ama que engome bam.
Compras.
CJf" Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 h a5 annos tendo
habilidades e de'bonitas figuras ,
paga-se muito bein : na ra das
Lrangeiras n. iq, segundo andar.
Cernir'-so um brnCO .lo batanea pe-
queo Com duas conchas o os pesos do m. la
quarla a 4 libras, em segn.la mSo : na ra
da matiiz da Biia-Vistn n. 22.
Cual ra-se uma mulata de boa fignra,
que saiba perleilamenle coser, cortar, fa-
zer ve.-ti ios de aenno a e ouiras Maturas, 6
que tonna bomcimporlamento s Mancan,lo-
se: adverndose que nao he para embar-
car equo pag-se bem : no Recite na ra
do Trapicho n 40, segundo andar.
Compri-se um melbodo de flauta em
bom osla lo : na ra da Cadeia do Recite ,
loja de fazeudas n. 51.
Compra-se uma casula, estol o mani-
pulo de sebasti.em bom uso: a fallar com
Gudherme Selle, no aterro da Boa Visia
n. 10.
.- Compra-se uma escrava, que saina co-
zinhar, engommar e ensaboar, sem vicios e
nem achaques : na praca da ludependencia,
loja n.5. ...
.- Compra-se um preto que seja forte pa-
ra servico do casa de 20 a 30 annos de lia-
do e um escrav robusta que saiba perfei-
lamenre engommar e cosnhar, que nao te-
nba vicios nem achoques na ra do AriiOrim
n 25.___________________
V cudas.
FOL111NI1AS l'ARA i85a.
Vendem-sc iblbinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo uma del-
las com o almanak da cidode e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8j
Veodom-se 8 soleiras: em csa do Tor-
res Galinlo, cuoi ar.nazcm de madeiras na
ra da Concuriia, sendo lodos de cordao,
-- Vende-se urna mulata de 18 a 20 an-
nos, bastante acea la, ensibOa bem, e sabe
tratar do arranjo de uma caa : na ra da
Samada Velba u. 38.
Ven lem-ae na seguinles livros :1 dic-
cionario Magnum Loncum, 1 Tilo Livio, 2
Obras de lio.alio, 2 ditas do Virgilio, 2Sa-
lusin.s, 2 Coruelios, 2 Fbulas, 2 Ciceros, 1
Selecta, 1 Arillunetica o 1 Algebra de La-
croi* : na ra da mal'iz da Boa-Vista u. 22.
.Ule n cao.
Vendem-se batatas em canaslras, com 1
arroba e tantas libras, pelo baralissimo pre-
go de 400 rs. a cinastra: na ra Direita, ven-
da da esquina n. 76 e 78.
Feijo molalinho,
em saccas grandes; carnauba de primeira
orle; esleirs nuvas; toalbas de lavarioto ;
rendas; sa patos de to nem e menino ; cou-
ros o aula, ludo chegada do Aracaly : na
ra d> Cruz do Recife n. 94 armazeo de
Manoel Jos UeSa Araujo.
Vendem-se 3 osera vas motas de bonl-
tss flguras, com vana* habilidades; 1 mu-
ialinno, ue 16 anuo* de idaoe ; 2 escravo
de servico 0e campo ; 1 negra de aicia ida-
de; 2 negrotas de 15 aunos, s ndo urna del-
las l.ein e inca la no Couveiilo de Iguarassu':
na ra Direila u. 3.
No segundo andar n. 36, da ra larga
do Rozarlo, veiiicm-se vanos livros e uten-
cilioa de cbyimca.
v. ii i.i-s rap Paulo Cordeiro a 1280
rs. a lib.a : na ra da Cadeia loja de JoSo
Jos n Carvalno Moia-s.
Continua, se a vender gomma lina de
ongomiuar a loo rs. a libra: no paleo do
Carni.i, venda uuva u 2.
Ven le-sn ......i tuverna na Soledade, na
estrada de Julo Feruaudes Viaira O. Mi
Ir1 i cun u don da uiesma tavc.n.i u. 19.
-- Vmie uso amanas e ancoras do ferro;
na ra o Trupiciie H. 10.
i lenta 3 a cvanos, granue caten- <- |.uu.., .,...... ......--------, -
O ba com bomba e tanque coberto S mandioca calTe de caroco, sevada em gro,
O para bar.ho bastantes arvoredos do charutos da.B.hla. tu lo desuperior quali-
9 fructo na roa do Collegion. 16, sa- g jdade e commodo pieco,
ffl cundo andar.
oooooot? ooooooooooo
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. t"j, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambern se vende potassa da Hus
sia, nova e de superior qualidade.
Tnlxas para engeiilio.
Na fundicao de ferro da ra do Brum,
acaba-se de recebar um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
Veude-se a taberna da ruadasCruzes
n. 28, ou somente a armaco, lambem se
vende com prazo, e se faz vaiitagem ao
comprador: fallar na ra da Praia n. 29,
2. andar.
-- Vende-se um pardo, de cor bem alva,
de idade 22 annos, e boni'a flgura : por
prarjo minino lo i na ra do Encantamento,
armasen n. 11.
.*''#'?<*">*.' >*>^***?*y*
A todo o (ielchriato.
S Acabadosshiraluz noRiode ja-
a neiro o seguinle :
i Livrinho milagroso" -r
9 l'a ver Efllgie divina do Rusto de 9
**. Noso Senhor Jess Chnsto scompa- I
?-
gravada e de um brevo resumo da vi-
da .lo Nosso Divino Salvador, oflere- --
9 ci lo a lo lo o liel cbrisllo. Acba-se
<0 estampada na fr-nte deste lindo li- *
aja. vinli.) a seguinle poderosa re ni.- A
f meo laen : a K-l livnnlio parece-
f me pro, no para excitar a nielape o *
^ devoe.lo dos liis : segu urna iradi- A
0, eflo sobre o verdaileim retrato do Nos-
a ao Senhor leaos iJlni>to,que n9ocon-
m iradiz as que siln adoptadas sobr- o r#
m* mesmo objecto por algunsescr plores ?
S r. !. i.n !..--.. a i.lilil ... Iigos. Ol- ff
UJ vrinho podo ser lulo rom Huelo pelos ^
poi
fj. is. ConceicSo, 25 oe Janeiro de
li51. B spo conde CapelLlO-IHr,
vil le-se no pateo do Cnlb-gio Casa
do livro azul a 610 rs. Cada om.
?
quaas acham-ae a venda por preco CQm- ajp nhado da mesnia imagem rijani.iite #
modo, o com promptiddo embarcam-se.ou -
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador.
-- Vendem-se cera em velas ,
labricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sorlidas, de i a 16 em libra, e tam-
bern de um tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Moinhos de vento
um bombas de repucho para regar hortas
d baixasdecapim vendem-se na fundicio
de BOWman & Me. Callum, na ra do Brum
os. 6.8 e 10.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendem barriscom cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisbo,
na brca Hargarida, por menos preco do
queem outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Recife n. 50.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZAIXA NOVA N. 42.
\rarlos de Ierro.
Na funditBo da Aoror, em S. Amaro,
vendem-ae arados de ferro de diversos mo-
delos.
-- Venden-so 8 molequcs, de 14a 18 an-
nos; um lindo molalinho de 15 annos, pro-
prio para pagem ; 4 negros robustos 1 ara
enchada; 1 negro d mei idade, ror 300,000
rs. ; 2 mulatas com babilidadas, o 3 ne-
gras par todo seivigo: na ra larga do Ro-
zario n. 22, segundo andar.
-- Ven le-se um excellente escravo pre-
to, mor;o e de bonita flgura, bom cosinhei-
ro e canoeiio : na ra da Cadeia de Santo
Antonio n. 5.
Bom e barato.
Vemlo-s 1 no aterro da Boa Vista, loja n.
78, couro deloslio, muito soperior, pelo di
minuto preco de 2,400, 2,500 e 2,800 rs. a
pella; ceiamrella a640ra,; Mi.-p.-n-onos
de borr-cba a 160 rs.; allineiles de ferro pa-
ra armador ; tapetes para sapatos de loJas
das para engenbo,
vapor, e taixas de ferro
Cadeia do lleeile n. 36.
Vende-se saccas com superior coln,da?
fabricas do Rio Grande do Sul, o a preco
enmmodo, no annazcm, do Dus Feneira
ao pe da Ifainlega.
... .1(1.. SII|>C|-01'CM.
Na fundiQo de C. Marr Compsntii
e.m S.-Amaro, acham-sea venda moendi
de canna. i...la, de Ierro, de um modeloe
Ueste estabeleeimenlo COntl- as qualidades; muito superior bozeno, pe-
, i ,. ...,; les grandes minios obj-clos, que avista
aia a haver uin completo soiti- do curnprador fz ,e todo negocio.
ment de moendas o meias moen-. Velas de carnauba em libras.
macbinas de; Vendem-se v.-l'.s de carnaula nnilando
batido es,e,mac,'lB : "" lu'a Sleiro da ra da
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
o.oi.iK Companhia, acha-ae conaianleinenle
bons aorilnieuios de Ulza de ferro coado c
balido, lano rasa como fundas, moendas lu-
cirs lodaade Trro pata anima, agoa, n, conslrucsBo milt0 s,,erio
(lilas para armar em madeira de loaos 01 ., ., ., ,. ., m.: 111 i u I,' \. <
mauhos e madelloa o maia moderno, machina Utii V Eilttii) VUS UU.UE1LIO,
horlsonlal para vapor, com forja de 4 caval- ^ ^^ rj)>
los. couco, nassadeiras de ferro eaiaiihado ._..____
para ca.a de pulgar, por menos preco que os Vende-se este compendio aprovsdo para
le cobre, escovena para navios, ferro ingle as aulas, em meia encaderna(3o, a 500 rs ,
un.....i barras como ein arcos folhas, eludo eda um : na liviana n. o e s, da praca da
por barato preco. Independencia.
-- Ven lem-se velas de espermacete, em yendem-se por preco com-
caixas, de superior qualidade : em casa de r r
J.Keller&Companhia: na ra da Cruz nu- mo.niiS armaien-i delCO Ulas
mero 55. l'ci'i i ir.i, e Antonio Aunes, no
Principios geraes de economa pu- caes Ja Alfandega os seguinles
blica e industrial. gneros: farinha de mandioca mui-
Vende-seestecompendio.approvadopara % g saCcas: fumo cm folha
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na .
praca da Independencia, livraria n.608. para charutos; Cal virgem ue Lls-
Lasa de comniisso de escravos. boa, vinda pelo brigue Novo Ven-
Vendem-se escravos e recebem- cedor ; macella do Corto muito
se de commissao, tanto para a pro- nova: a tralar nos mesmos arma-
vincia como para fra della, para Zens, ou com Novaes & Compa-
o que se oierece muitas garantas nhia, na ra do Trapiche n. 3q.
a sciis linos : na riiii da Cacimba vrn.iem se 6 escravos, sen lo 1 mulata
n i. ,.,.,,,,,.;,.,, .,,,1 ,r de iddede26iinns, que sabe cosinhar, la-
n. II, primeiro andar. vr,e perfeil eng..mn,adeir.;fazdoces,re
Vjndem-se reloglOS de OU- Qoa assnca'e cozn alguna cousa oiiira que
rnpiiratn ntente inflez na ra lambem sabe o mesmoe he n.ais robusta de
roepraia, paienie ingiez na ra 2883(),rinos ,)p i(1,de. outrI pr0|irla piira
da benzalla INova n. 1. o servico de campo; I mulatiolio dolan-
Arados de ferro. nos ('e iJdo proeriu para pagem; 1 esbra de
... ji- bonita figura u muilo hbil para todo servi-
Vendem-se arados de diversos c0; i negro munoiasianieproprui par en-
modelos, assim Como americanos cna-la. Quemos pret-nderdinj-se a ruado
', Queimado n. 14, que achara seu dono que
com canibao de stcupira e bracos tslroXBdosertao para vender.
da ferro : na fundicao da ra do. Vende-se, por pretocommo-
lrum ns. G, 8 e io. 'do farinhi de maudioc muilo
iiombas de Ierro. 'supeior, -o bordo do patacho '. I < -
Vendem-se bombas de repuxo, gna, chegado de Santa Calhariua,
pndulas e picota para cacimba: oquulseacha fondeado ao pedo
na ra do iirum ns. 6, 8 e 10, caes do Collegio: a tratar a bordo
luudic,o de Ierro. dj mesmo, ou com Novaes & C'om-
Farinha fontana, panhia, na ra do Trapiche n. 34.
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas- A bordo do patacho nacional Euterpe,
so Juniur, na un do Amorim n. 35. !h superior r.riiiha de S. Camarina, cliega-
Ueposlto da fiiurlea ite Todos os da ltimamente : trala-se a bordo do mes-
Santos nu Hall la. mo pataoho fun liado defonln do trapiche
Vende-se, em casa deN. O. Uieber&C. do algndSo, ou na ruado Apollo armazem
na ra d Cruz n. 4, ilgodSo transado da- n 15, e na ra da Cruz n. 33, armazem de
quella fabrica, muilo proprio para saccosde sa Arauio
-- Vende-se chapeos de palha americana
nuil superiores, e relogios americanos para
rima de meza, bons reguladores l na ra do
Trapiche n. 8.
FAUINHA DE S. CATUAH1NA.
A melhor firinha de mandioca
assucar e roupa de escravos, por precocom-
moJo
(i. Vendem-se e alugam-sa bichas, che-
(, gadas ultima mente de Hamburgo, cor
y preco co.iiinodo: na ru de S. Amaro +.
m n. 28.
Vendem-se sclms e sillines
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de. A-
damson ilowie & Companhia, na
ra do Trapicbe n. r'.-
Ven le-se soperior cal virgem do Lis-
boa viuda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja de fazendts o. 15, pre-
go milito commodo.
--Vendem-se amarras de ferro: na roa
Ja Senzalla nova o. 42.
Vende-se em casa de A-
damso Ilowie & Companhia, na
na do Trapiche n. l\i panno de
iilgodo para saceos ddas&ucar,
muito superior c h.-rato.
IJiim da ltussi.
Na ra do Trapiche Novon. 16,
exisle por vender uma pequea
poico destn faienda sendo de
duas qnalidadcs, uma regular e a
outra muilo superior e a melhor
que tem vindo ao mercado.
Kotim para enipalhar..
Vende-se rotim de excellente
qualidade, por pre?o muito com-
modo : na ra do Trapiche Novo
n. 'i.
Genebra de Hollanda.
Cheg ram recentemente algu-
niiis frasqueiras com verdadeira
genebra de UolUnda, de superior
qualidade : ve.idem-se na ra do
Trapiche Novo n. 16.
Diamantes para vi-
cha ce i ros.
Chegou urna porc3o de excel
lente qualidade : vende,n-se na
ra do Trapiche Novo n. i6.
Vende-se urna das melho'es tabernas da
ra ireit n. 21, com os fun ios a vonladej
do comprador e tambern se faz negocio s|
com annacilo nu com uma pessoa que entre
.! sociedad entran.lo cun alguns fundos; a
tratar na ra de S. Itita n. 97.
Sebnlas.
Na travessa d ,M otro de Dos, armasem
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o
cento.
~ No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-
fronle do tribunal do commorcio, vendem-
se canas com 20 libras de linhas de nve-
los de II. 20allU0 pelo diminuto urecn de
1,000 rs. cada uma libra, corles de cm-
hraias de ptimos gostos a 1,920 rs., mada-
poldes muito linos e largos a 4,000 rs., *
anda reslam algomas pecas dos nscadus de
100 rs. o covado, ptima fazenda para rou-
pas ue escravos e mesmo para fazer colxOes
por ter algumas pecas de listras largas.
I'luciros com sal.
Vende-so sal do MaranhSo em paneiros ,
de superior qu'Inlade : no armazem do Sr.
Antonio Aunes, ou a tratar com J. B. da
Fonseca Jnior, na ra do Vigario a. 23.
Salsa parrilha.
A melhor salsa parrilha que ha, chegada
oo ultimo vapor, exi-te muito pequen
porcBo: no aimazem do Sr. Antonio Aunes,
na escadinh da Alfan.lega, vende-se a com-
modo prego, a tratar com J. B. da Fonseca
Jnior, ua ra do Vigario n. 23.
I'"..iellos de arroz.
Esl tSo condecida e p'oveitos substan-
cia/linienlaria para cavallos, recentemente
chegada : vende-se no armazem do Sr. An-
tonio Aunes, em saccas, a comino lo proco.
Vendem-se duas pelas creoulas, mo-
fas, urna cuse muito bem, engomma, faz la-
var uto, coznha, tudo com muita perleico,
e a outra tem as uiesinas liab.hda.li-s, me-
nos lavarioto, porm vende rateadas e iniu-
dezis ni la : a Ualar na ra largado Ho-
zarlo, I.*ja n 35.
Ven le-se rap de Lisboa, om fascos,
allegado pela Ligeira a 4,000 rs os senlio-
res freguezes que coslumaui loara boa pi-
tada, ii.lo deiX'io de mandar buscar ao
largo da Assembla n. 4.
Ven le-se orna escrav creoula que,
eiignmma peifeitamenie, cozinha bem o fai
to.io o iLais servido no urna casa de familia,
o lem boa conduela : n ra do Fogo-n. 23 ,
se dii q.,em venJe.
Vende-se na ra do Collegio n. 5, so-
bolas novas muito boas 320 rs. o cento ;
champagne marca esliella, muito superior
a 2,200 rs. a g-rrafa ; queijo de prato, mul-
to fiescal a 600 rs a libra ; latas com bola-
cbinha do iraiutala a 2,240 rs ; sevadinha
de Franca a 200 rs. a libra ; doce de goiaba
fino, mandado fazer de enconmenda a 1,000
rs. o caixo ; marmelada muilo nova ; ge-
lea e oulros mu i tos (gneros, por pieco com-
modo. Na mesma taberna vo.idem-se dous
embonos de cedro e II travs de qua-
lidade.
-- Ven le-se chicle para erro muito su-
perior e lia i ato.mu casa de Adamson Houwyi
de Companhia ra do trapiche ii. 42.
Nao se fia.
Quem quizer non a-, venha ver com-
prar, pois o ganh i de quem vende (lea na
mSo .ios compradores, e sempre licSo logra-
do* e mal servidos, seus amos e seuhores ;
em a roa da aurora n. 32, venda nova com a
frente piolada de azol, em o all-rro da Boa
Villa n. 43, vende-se osoguintn : manteiga
ingleza da melhor a720rs., uita francesa a
560 rs-, cha a 2,000 rs., duo preto a 1,9301
lem 3 ombrullins chinezes a libra, cada um j
por 640 is veis de espermacete 610 rs., di-
tas de carnauba 280 rs., se va da a loo rs. so-j
vadiuha a 160 rs., lanioca a 80 rs. elle mol-
i a 200 rs., duo de caroco a 140 rs airoij
pilado a 80 rs., carne iloserlna 160 rs. as-j
-ucanoiiiia 10 a 100 e 80 -s ervilhas a tOOl
.- I.'.i muIi a 20J rs., loucinho de santos
160 rs., azeite doce a 480 rs., izeilouas a
210 rs ni i i ln> alpista a s o rs. a cuis, pain-;
co a 560 rs. ; e ludo o mais perleucente u
venda, ue ludo se da amostras.
I'AIUNUA DE BvLTIMORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Sanios, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
C^" Vendem-se bonitos escrvos;
de aaiboit os sexos, mulitas, mula-
tos, molecas moleques negri-
nhas, negras mocas e negros mo-
cos: na ra das Larangeiras n. il\,
segundo andar.
-- Vende-se, ou troca-se por outro igual
perto d i raga, ou por propriedides na
mesma, o grande e ret loso sitio das Rotei-
rs do iiiajor joaquim Elias de Moura, de-
f. oute da ca pella do l(o/a.iubo, con esa
de sobrado toda envidrarjada estribara
para 3 cavallos ; cocheir grande, casa de
farinha com trios s -os pe. tencas, seuzalla
e mais recentemente ciiegada ao p,r preto e casa para feitor, grande cer-
cillo par gado, com um pe.iaco de malta
iieuii ., mullas qualidades de fructas e em
quantidade, e das melhoresque ba : a tra-
tar no mesmo sitio.
Vende-se un bonito molequa de 18
aini.i-,liii n nir.....'ii.iin dito de 25 annos,
que cuznilio e engomma, 2 pretos bons pa-
ra toJo o servico ; um dito de meia idade
bom canciro e mestro de assucar, um par-
do de 25 annos bom para pagem,uma escra-
va de 95 annos com poucas habehdales ; I
dita da meia idade muito boa I iva.loira c
vende-se em conta : n ra da Cacimba n.
II, .onde iiioruu o finado vigario do Re-
cio.
Cadeira.
Vendem-se cadeiras para meninas; noar-
ACIDADKDHi^MMS.
YiovW C\\uviji\t .>^V,
- ". 'Ti .* B. I
mili do Jolleglo n. 4.
Novo sortimento de chapeos de sol, para
homcm e senhura, a saber : -chapeos de
sol de sed, armacSo de Inicia, de 4,5no rs.
para cima; ditos ditos para senhor, de 4,000
rs. para cima ; ditos de pnno lino, de r-
mac3o de ha lea o de ferro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos do arms(8o de Junco, de
1,200 a 1,800 rs., todos I i m pos : grande sor-
timento de sedas e pannos, em pecas para
cobrir os mesmos, baleias para vestidos e
esparlllhos desenboras. Concertam-se to-
das as qualidades de chapeos deso, tudo
com perfeicflo e por menos preco do que om
outra qualquer parte.
Livros em branco.
Vende-se eoa casa deKalkmann lrmSos ,
na ru d< Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
fffffffffffffffffffM
mercado, vende-se por preco mais
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al-
mirante fundealo confronte ao
caes do llamos : trala-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Alachado & l'i-
nheiro, na ra do Vigario n. ig,
-- Vende-se champagne da marca anuga
e bem conhecid, Comel, em casa de Deaue
Yule a (, i .panliia : ni ra d -- Veude-se urna morada de casa terrea ,
na ra An.us a. mu I > bom constiuidi e h-
vre de qualquer duid. como sn mostrara
o comprador : a tratar na ra do Crespo mazera do kalkma.uu IroiBos, na ra da
n. 10. Cruz ii. 10.
Deposito de tecidos da fabri-
> ca de Todos os Santos, <
4&
a> na Baha. ^
> Vende-se em casa do Domingos Al- 4
^ ves Malhcus, na ra da Cruz do Re- *
^ cifeo. 52, primeiro andar, algodfio ^
"* iransadodaquellafabrica, muilopro- *J
J? prio para saceos e roupa de eacra- 2
TL vos, ssaim como lio proprio para re- ('
^ des de pescar e pavios para vellas, 4
a> por prer;o muito commodo. -ag
A111 fkO ife* ***, Si.***
MOBILI vS UE rEUKO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como entapes, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objeclos de ferro : no arma-
zem de k ill>in.-imi lrmaos, aa ra
da Cruz n. 10.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 58 avahado em
>.:ooosooo, em o qual tem parte
rsula Alaria das Virgens e sua
irtnaa Joaquina Alves de Paiva na
importancia de to7,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de kul-
kiniini lrmaos,ra da Cruz.n. 10.
1ANS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann lrmaos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco lempo.
Tinta (mi oleo
branca c vrdo: vende-se no armazem de
K 111, ni na Irmios, ra da Cruz n. 10,
Esj)t;ll)o de |):trt'de
com ricas moldurus : ven lem-se no arma-
zem .1.- KM, .i ii-ii I hijo-, ra da Cruz n. 10
in casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Marmelada de Lisboa.
Vende-se marmela 1 de Lisboa em buce-
tas de uma i|n rla.q.i.v ta e meia tres (piar-
las e uma o meia libra por prec > mais
commodo do que em outra qualquer parle :
na loja de miudezas da ra do Collegio
0.1.
Vendm-se 2 cavallos roscos, por cen-
to e scenla mil ris, gurdas e tem andares,
ou troca-se por urna carrocaque seja nova
com u o hui bom na ra do Mundo Novo,
nacocheira doSr. Firmino, ou no pateo do
Tercn,ven ia n. 7.
~ Ve.ndem-sn superiores vinhos finos en-
garrafados, s-.i lo do Porto, tinto,em cai-
x nhas .le 30 garafase de Lisboa, branco
em d tas de 24 :;ai r.l'-s ; muito boa II. nellia
de algo 13o para selins, e retroz do Porto :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Vende-se vinho marsala ,
muito superior em garrafas, a ios
rs. a duzia : no armazem de Ale.
Calmont & Companhia.
Vendem-se para animaes barricas com
farinha de trigo avanada a 1,600 rs. casco
o tudu l na na largo do Itozario n. 48.
SALSA PARRILHA
DE
As mi i. ase exuerienoiaa feilas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades, originadas p-la impn e/a dosangue,
e o bom eiito obti lo na corte pelo lllm.
Sr. Ur. Sigaud, presidente da acalemia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Heixolo em sua clnica, eem
sua afamada casadessudp na C-inbua, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercilo e por varios outros mdi-
cos, peno n' em boje de proclamar altamente
as virlu les cllieaios da
SALSA PARRILHA
fE
Nota. -- Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilnade Urislol he
garantid, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, not ismii-ii.
Vende-se a 5/uO0 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos .M.na Concalvos Ramos : ra dos
Quarleis i.cua.ia ao uuarlel de pulicia.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallltuiann lrmaos,mad Cruz o' 10.
Charutos de llavana
Da superior qualidade : vendem-se no ar-
mazem de Kalkmann lrmaos, na ra da
Cruz n. 10.
Pechincha.
No aterro da Boa Vista, leja decalsado o.
58, junto ao seleiro vendem-se sapalOet,
de lustro a 2,500 e 3,000 rs., e muito bons
a 3,500 rs., a elles freguezes que silo poucos.
Fio de sapateiro.
No atorro da Boj Vista, luja n. 58, vende-
se fio de sapateiro a 700 rs. a libra, o mir-
roquim preto a 1440 rs. a pello
Antonio Ferreira Lima & Com-
panhia ra Nova n. 3, ven-
dem
moito superiores bolaxinhas dn snda.esrju,.
zicSo, cucar, ging-r, rainha Victoria, cq.
Insqualida es, fabricad n.n Liverpool, o o
lal>s de 19, 10, 5, libra e retalrt i, prrzun-
tos inglesas ara fiambre, quejjoj Inndrinoi
e gruier, latas coa sar linhas dona .tes, tr-
vilhas, conservas mustar.l em com marmelada, massis finos nara sop.
vinhos do purlo, madei a, xevez, bucales
caicavellos, muscatel selubal, Lisbn, i,,, _
(I o.j, licores de d.fferentes quahladea,!.
zeit refinado, potes com sal, retnalo eto.
du os maiv*gneros Desencantes ao seu
estali.lccim.-nto tudo de muito boa quili-
dade.
Atlencan.
Na esquina da ru larga do Rozario Iri.
vssa do quei n lo n. 9, se vende os livros
seguinles tolos completamente novos
quaes por cortos mativus se vendem por
muilo meos de seu valor us quaes sSo: Os
niystei ios da Pars carnee dos com ricas es-
tampas, O Jud 'O Errante. Marii ll'spa>ihnli
ou a victima de um fra lo com ricas estiro,
pas, os tres mosqueteros com estamcas por
Alejandre D.iin.s, os vinle anuos dea ils
com estampas por alosan ir Du as, os mys.
terios d Polica e das prides obra nuva c un
ricas estiipas, A Ejoco jornal com ric.s
gravuras, e o Carano EMsie apenas um
esemplar do CaJa urna destas obras.
Vende-Sa alvaiado em barris de quin-
tal oda um : na ra do Trapiche n. lo.
Vende-se Urna mu la com uma cria de
4 mezes ecom habilidades: no Al m le..-,>.
sitio n. 145__________________
Escravos rugidos.
Estam fgidos da fabrica de el lereT-
ro da ra do Brom n. 28, os dnus escravos
seguinles: Felippe de nacSo Moijambi me
representa ter 35 annos de idade, estatura
regular, cheio do corpo, e costuma emb-ii-
gar se pertcncente so casal .le Jos Marii
de Jess Muniz.; e Alexandre da nic.li S.
I'aulo, de idade 35 anuos, alio, falh demo-
rad ; que foi do Mehquer, f ancez mina-
dor no Rio-Doce, e ltimamente fui do Si.
Eduardo Bull : ambos fugiram sem oulrrj
motivo mais do que vadiacSo e sabiram.o
primeiro desde 25 do correle, e o segunda
desde 26 ; roga-sa a quem os pegar de o
levar na dita fabrica queseri recompensado,
Na noite do dia 5 do crrante, desappi-
receu o escravo JoSo, mulato acabocolala,
idade t8 anuos, altura regular, cab'llos
an -lados, olhos pequeos, denles lmalos,
I nariz um pouco chato, levou vestido calca
1 de brim pardo, jaqueta branca, camisa da
riscado ene irnado,chapeo de palha amaril-
lo e uma troucha de roupa quem o pegar
leve-o ao engenho Pomhgl de Jos i. iv-l-
canti de Albuquerque Wan lerley que ser
generosa mente recompensado.
-- Disappareceram no din 26 do psssnlo
me/ de dezembro, do engennofan Singue
os escravos seguinles : Onofre, creouli, cir-
reiro, idada de 30 annos, alio, grosso do
corpo, cor fula, falla vagarosa, i-s compri-
dos o chatos, manco de uma Irilhadura de
carro ; levou vest lo camisa e cilc< de ZQ-
13o, om um lacio da lo -a na sintura, e
chapeo de palha j uzado. Euzebio creoulo,
carreiro, idade ue J anuos, es atura rnguhr
olhos bem rsgalos e vivos, deiit-s po ircj,
cor bem prea e pouca barba, ps peque-
nos o apalheiiiil is de bichos, que teve era
pequeo levou camisa, e cale ue ako 15o
trancado, e chapeo velho di couro. Mol -
nho ceoulo carreiro, idade de 60 an-
nos alto grasa > do corpo, oom urna das
p -riias bastantemente enchada de triaipe-
la, e com algumas cicatmes de ferila na
mesma perna leven vestido camisa de al-
godn transado com outra de baeta vene
por cuna, e ciroula do mesmo algodlo. Es-
tesescravos lo anido finadoLuizJos.senhor
do eogenho dous bracos em Seriaba m, e
por execiic.io de sentenca paasaram a Ser de
Albino Jos Ferreira da Conha do engonlio
Cuia .linea : quem os pegar.nu der noiicus
d -lies, dirija-se ao mencionado engenbo a
eulend r-secom seu senhor Francisco J se
de M deiros, que pagara generosamente.
EslSo fgidos desde 20 de novembro
do anno p.passado dous escravos seauintes:
Benedilo.iiacao angola,representa 25 ann n
de idade, he cosinbeiro, alto, ps e mSos
grandes bem parecido,ti.rh i :o denles lima-
do. M .nana nac3o Costa, alta bem pare-
o.la,representa a mesma i lade, consta q.H
fon ni seduzdoe conduzidos para fora; ro-
ga-se as autoridades policiaes e cap liles do
campo os prendam e remeltarn para esli
praca a entregar aoabaixu as.ignado quesa
piram todas as dispezas e segiaiilicara
com 100,000 rs. < quem os pegar, e protesta
contra quem estiver de posSe d lies.
-- No da 4 para 5 do coireut, fugio um
preto bem mogo por nOme Benidito de gen-
to angola, de idade de 18 anuos, com .-
signaes seguinles cor bem prea, corpo ro-
l'( re.lo, beeos grossos, boca grande, altu-
ra regular; levou caiga e canisa de ilgO-
do da trra, mas consta ter sido encontra-
do com roupa branca fina : quem o pren-
der lve-o o lugar da Tone no siiio do
abano assignado senhor do dilo negro, quo
sera recompensado do trabadlo. Manuel
I'.Tena MagalliSes.
Dosapparecen na tarde do dia 7 docur-
rente uma i.r. ta ue narjSo, de nome Joaqui-
na, que aepresant ter de 25 a 30 annos le
idade, bem parecida, baixa, bstanle gurda,
peitos grandes, pea e mSos pequeas, e den-
les limados, levou vestido branco de cm-
brala, e panno fino preto, a qual aii.lava
vndenlo boliuhos em uma bandeja ; roga-
se poranlo as autoridades policiaes, e ca-
pilflea de Campo, que a aprehendo-,-* man-
deai entregar seu enhor ; na ra do Col-
legio n. I 'J,pn meiro andar, que pagar qual-
quer des.eza que liouver.
No dia l.o do crrente mez auzenlou-
so um preto padeiro e rauoeiru por nnme
lose,de mean benguella,idade 25nios pou-
co mais uu meuos, de estatura regular.cara
um pouco comen.la, pouca barba, sobran-
celhas grocas e um pouco bizonho ; etna
diasqoe bebe al cahir, lem os ps um pou-
co grossos levou calca e camisa de
algo.lSo transado americano e chapeo da.
palha roga-se a todas asauthorid les po-
liciaes e capil8ea decampo o fac-im apre-
hender e entregar na ra do Rozario larga
padaria o. 18 que ser gratificado com geoe-
rosidade.
No dia 8 do correnle desappareceu do
engouiio Pimenlel da commarca do Cabo,
um escravo do abaito assignado cun os
signaes saguiotes ; Felhpa, creoulo de idadd
de 95 annos, Cur fulla, estatura regular,
nSo muilo grosso, cabeca um lano grande,
rusto secco, pouca barba, com um denle da
frente do lado esquerdo tirado, peifeilo de
ps e mSos, e bstanle la lino : levou no
cavslloprelo tuldilbo.de 5 par 6 aunos,
grande de seladouro e com uns cabellos
brancos a roda do casco de um das mos,
passaiiiilipiro, bastante ardigo,e com prin- f
ripios de carrego, tem uma estrella na tes-
ta puxaodo mais para um lado, levou um
sellim do criado ja uzado; qnem o prohcri-
der leve-o ao mesmo engenho ou no Reciei
o Sr. Antonio Joaquim Fcrrra de SobM
00 pateo do ('.armo, venda n. l,que ser f
nerosimeote recompensado do seu tra-
balliii. Manoel da lloclla Cuedes.

V. \ s'I'n i- i. ni r .'ii-


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