Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04601


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Full Text
AnnoXXVlI
Seftuntla-feira 12
DItlO
de Janeiro del 52.
N. 8.
^
PEUMMBIDO.
riicqo si sUBonirglO.
PlOtlUNTO ASUNTIUO.
Por trimestre............ 4/000
Por semestre............. HfOOO
Por inno........-......VU
PlOO DENTSO DUTBIMEsral.
Por quarlcl............. 4/300
MOTIOIAI DO IHPCHIO
Para.....17 deDeibr. Minas... iSdeNorbr.
Maraoho 2l de dito IS.Paulo. 10 de dito.
Cear... 24 de dito. It.deJ.. 15de Deibr.
Parabiba. S3 de dito Babia... 20 de dito.
I DAS DA RIN1NA
12 Stg.S. Satyrn b. m
Si. Arcadio r Zatico.
13 Tere. S. Elarlo.
II (.).!..ri S Flix.
15 Quint S. Amaro ab,
S. Segundina
iC 8>ll S. Berardo.
17 Sab. S. AntSo.
18 Dom. 2. autlsslmi
Nome de Jess.
ADIEIOIA*.
Julio da OrpUo
:'.. e. a 10 horas.
1. vara do civel.
3. i- (i. ao melo-Mia.
Faunda.
3. e 6. a 10 hora.
2. varadotivtl.
4. e sbados ao raelo-d
Rtli{ao.
Tercas e sib.doa.
IPHMEB1DII.
Crescente i 29, a 8 horas e 15 mloutoa da tn.
Chela a 7, a 3 horas e 48 mi autos da m.
Mlngoante i 16, a I hora e 8 minutos da m.
Nova 21, ai 1 borai e 31 minutos da m.
FBIAMAB DI BOJI
Pritneira l 0 horai e I minutos da manbaa.
Segunda As 0 horas e K1 minutos da tarde.
rABTIDAI SOS OOBBCIOI.
Oolanna e Parabiba ia segundas sextas-
feiraa.
Rlo-drande-do-Nortc, todas ai quIntAf-elraa
o mel da.
Garanhuna e Bonito, i 8 e 23.
Bo'a-Vlsta, e Florea, 13 e 28.
Victoria, a quiotas-felraj.
Olinda, todos os das.
NOTICIA U1BAHOIIBAI,
Portugal. MdeDeibi
Ilespaoha. 8 de dito
Franca... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 2 de dito
Alcuii.nla. 4 de (lito
l'russia ... 3 de dito
Dlnamirca29 de Outbr
Ruada... 1 de Dcibr
Turqua.. I de dito
Austria.. 2 de Dezbr
Sulaia____ 2 de dito.
Suecia... 28deUutbr
Inglaterra 8 de Dezbr.
E.-llnidot 23 deNoabr.
Mxico... 16 de dito,
California 10 de dito
Chlll. vi de dito
Kuenos-A. 8eNovbr
Monterldeo vi de Outbr
CAMBIOS DE 10 DE J >NElnO.
Sobre Londres, a 37 '/} e 28 d. p. lf
Parla, 340 por fr.
Lisboa, 90 por cento.
ITAII.
Ouro.Oncas hespanholas.... a
Moedas de 6/40o vrlbas. 16/000 a
de 6(400 novas. 16/000 a
de 4/000...... 9/000 a
Prata.PatacSeabrasilelros.. IjtfltO a
Pesos columnarios... 1/920 a
Ditoi mexicanos..... 1/7*0 a
28/600
16/200
16/200
9/100
l/l'O
1/971-
1/7S0
PARTE OFFICIAL.
B1SPA UE PEKN X^E^t^.^tta^^Mit'**,^
O. JoSo da Purificedlo Marquea PerdigSo, A*. ..lapo .>
Gommando das armas.
la omnipotencia para llanollo da liumani-
dade, a por este modo sorem censurados o
excessos commetti los.
iro de 1852
conr-go roitranlo de Ssnto-Agostinho, por
grae,a do I)'os, e da Santa-S Apostolic-,
bispo de l'ernatnbuco, do cunselhodeS.
U. I. o C. ele ele.
A todoa os nussos diocesanos laude, paz
benefio.
Sendo do nosso mais sagrado dever disi-
par o erro, cujas eonarquencias produiem
sempro funestos resuliadns, ec.imoora nos
consle, que pessoas mal intencionadas tem
procurado persuadir o povo incauto, fazen-
do-lhe acreditar que o governo imperial in
lenta capturar os quecom toda jusliea go-
zan) de plena liberdade, proionos em nos-
so animo desvanecer laes sentimcnio, lar
memente arieditando, que governo nun-
ca teve, ou lera jamis lio abominavel, co-
mo perverso designio, nSn exiatindo a me-
nor auspeits, em favor de.ste maligno in-
tento, sem a qual nao he licita a menor dss-
eoiiOanQs, principalmente quandose trata
de ol)j<-clos, que o oiesmo censo coinnium
reprova.
Como seria possivel que o governo geral
concebesso urna tal i leia, quando he o mes-
uro que com o maior desvelo promove a
abolieSoda escravaturs africana ? Qucrera
libertar esta para escravisar os livres no psiz
da Santa Cruz?.. Como entren so ouve
iIi/it. (se he verdica a noticia, que corre) :
nJo queremos ser escravos .' Smente em
virtude de utna lei a mais iniqu, e de im-
possivel exerufjSo poderia acontecer tal fa-
talidade. Existe porm esta loi ? Seriam os
nossos augustos legisladores tilo fallos de
probidade que a decretaasem ? Teria o nos-
so sempro excelso Imperador animu par
sauccionar ? Ah Ella jamis poderia sa-
hir a luz, pois que devia ser reduzido a p
o papel, que suuportasse sua impressSo.
Filhos de nossa extrema predilecfSo, a-
credilai-nos empresenta de tantos actos,
e acedes, pelas quaes vos tostemunhamos
o amor, que em Jesus-Christo vos tributa-
mos. Esto mesmo Senhor sabo que vos fal-
lamos a pura verdade, equeiorvs vivo-
mos sacricadoa de dia, e de norte, prestaii-
do-vos lodos os beneficios compatiteis com
as attribuirOes, que nos foram outorgadas
para vossa espiritual ulilidado. Nos rum-
primos este dever, suportando os encom-
modos inseparaveis do nosso ministerio,
(cujo abandono nos he Ilcito) para gozar-
mos a ventura d vos ser Oteil em toda 00-
casiilu, que nos fornece os meios de vos fe-
licitar.
Outro designio nlm ileale, iio nos oe-
corre ; com osle viemos regeresta diocese,
esperando que a provi lencl i asslm nos con
servo at quo faia tor.*,fiaraooMm existen-
cia. Pical poimna intelllguacia do que
vos oxpomns este nosso ; i uto in
presonte occasiilo, soliente para vos p rsua-
ilir o crodilo, que vos n.erciemos, quando
a vos nos diiigimo.', o quo nSocooveU acre-
ditar outras expresses, alm das que se
contam fiesta i.osa brovo 1II0C09I0. Con-
siderai suguerida pelo commuiu inimigo
do genero humano oulra qualquer doulri-
tii, que nSo seja a F.vanxehca, que vos au-
uunciamos. Itecordai-vos dos inlinilus ma-
les, que as publicas dissenqes occasm-
nam. N3o queiraes ser por estas responsa-
veis.
Se a execuQode algum artigo do regu-
la.......lo 11. 798 de 18 do juiho de 1851 nlo
convem ao bem commuin, repres-nlai le-
galinente ao governo qualquer inconveni-
ente, que justa, e racionalmente encon-
tris, convencidos de que o mesmo gover-
no jamis deixaide vos altender, quan-
do a prudencia, e a verdadeira inlolligen-
cia exige es'e proco lmenlo. Outro qual-
quer he o unos alheio da boa orden).
Nos pois supplicamos, e esperamos, que
o amor de Deus, c do prximo; vos iuduza
a querer a paz, e Iraiiquiilidade, que lio
mysler promover por todos os meios.
Permita a provi leticia que, d'ora em di-
ente, as naQes sojam livres de qualquer co-
mucio iiootil 'r, UDieanont* H'Tii.ilt> e*------------------------------------- ......as- i
Quartcl gtntrat na cidatle do lleaft, 11 de Ja-
neiro de 1852
(I1.I1KM o 1 ni N. 55.
no poni'de vala de seu inleresse pessnal
aubtrahir-se necessidade de pedir todoa
os anuos as cunaras o vol de sua lisia ci-
vil, e no ponto de vista poltico, em suas
ideiaade principo inglez, quera conservar
em seus Esta los urna influencia preponde-
rante na propriedado territorial. Todos
anda so recrdam deque modo este acto
foi recebido na Mlemanna o no resto da Eu-
Dropa. O rei Ernesto todava nSo se deixou
_,. [intimidar, espetar dus proleslos dos profes-
Omsrech! de campo graduado comman-i ore9ded.re.todiiUnivergjdideileG ieUn(!n9
dante das urmas faz publico, que o Exm
Sr. presidonle da provincia deltberou no-
mer alfares ejudanlo de commssao para
servir no corpo do guardas nacionaes, ora
em destacamento nesla ci lado o sargento
ajudante ds*Ktindo hatallio deste muni-
cipio Luir. Francisco Moreira deMendonfa,
quo deve solicilsr na secretaria da presi-
dencia o Ululo de sua n imeacSo -Haveu-
do o Sr. coronel commanJanle superior re-
iio't'i lo ao quartel general a relacdo nomi-
nal quo segu transcripta, dos olllciaes da
guarda nacional designa los para o servico
do corpo cima mencionado, leni al o pre-
sente com quebra do seus deveres deixado
de comparecer os quo vSoassim notados;
e pois que esto corpo fo pelo inesmo Exm.
Sr. piesidenlo, segundo as disposices em
vigor, posto sob o co imando immediato
do niarecnal de campo ospera esle, que laes
senhores ofliciaes facam a sua apresenta{3o
denlro do prazo de 21 horas.
Segundo baialho-Major commandante
Jos Jo>quim Ani un -
Capil9o-Ju9o Jos Lopes.
HiloFrancisco deSuuza llego.
HiloJoSo doSouza Faril.
TeneoleMiguel da Fonsec) Soares e Silva.
AlTeresJoaquim Innoceneio Gomes.
DitoBernardo Cardozo Ayres -NSo se apre-
senlou.
Dito-Antonio Joaquim de Vasconcellos
dem.
AifcresAntonio llodrlgues de Moiaes.
Uno JoSo LeSode Castro Vio so epre-
senlou.
Hito-Antonio Borges Ucha-ldem.
Hilo Amonio de Paula Fernn les Eiras--
dem.
Antonio Corren Sra.
EXTERIOR.
FOLUjETIiW.
ou
MEMO RAS DE UN fflARIDO.C)
(POa EUGENIO SOE.)
XVII.
A' vista de Cesarlua, Aquel eslupel'acto, qua-
m assustado.
Klla eslava palllda, trmula; aeusolhos bri-
Ihavam com 11111 esplenOor febril, c sobre suis
faces observrl os traeos de lacrimas recentes;
antes que em iiiiuha eslu|.cf do pronunciar nina &0 palavra, ella inostrou-
nc a carta que urna hora antes eu linha escrip-
to a Jacintho e dlsse-me:
O Sr. vai-se embora?
Senhora, esta carta.....
Disleram-ine que ella vinlia do Sr.,abria...
i.ni in o Sr. val-se embora?
Sim, senhora. respond eu chamando em
soccorro de inloha fraquexa todas as Torcas de
minha alma; eu parto.... graves interesses
obrigam-ine a sahir de Paris.
O Sr. me eogana; nao be por isso que
deixa Parla.
He verdade, senhora.,.. nao posso men-
tir.... deixo Paris para escapar a urna posica
intoleravel, horrivel. Deixo Paris ... coin a
esperanca de esquecer e de nao sotl'rer !
Escute-me, Mr. Femando.... escute-me
bem. O Sr. ama a Jaciulhj, nao he?
ECesarina accrcsccntou com tanta emoclo
quanta ternura:
O Sr. ma,. a este homem de uina bon-
dade anglica..., a esle homcm, cujo espirito
val tantoquanto o coraco..... e cujj coracao
he oque ha de mais nobre.... de mais generoso
no inundo....
He porque o julgo como a senhora; be
porque o amo como a um inno, que me re-
tiro.
Mr. Fernando, partir, he matar Jacintho...
Que diz, senhora?
Hi|o-lhe que s e looge de mim.... elle
morrena de dur.
-- l.onge da senbora ... Por favor diga o que
isso signilica....
'*) Yxdi o Diario n, 7.
As gaietM inglezas e allemes aununciam
hojo a inorle do re do Hanovre no dia 18
de novembro pelas seis horas o Iros quartos
da oaiih.i.i.
Ernesto Augusto primeiramente duque de
Ciimbealan I, o depois desde 1837, rei de
llinovre, ira o quinlo o ultimo dos lllhns
do rei Jorge III de Inglaterra, quo ain la vi-
va. Ella nasceu aos 7 le junho do 1771, e
(i.,r oou .i'^oi'iti mor va coin 81 snnoi, do
ida le leudo rema lo II.
O duque de Cumb -rland foi un dos prin-
cipes 111 lis impo ulaios di Inglaterra ; tory
exalta 10, grain musir d da Irianda, volando Sfm.Te na cmara dos
Lordscum o paitido da resistencia, de um
carcter idfo'xivel, linha sublevado contra
si os odios da mulddilo aqual "colma som-
piecom a mais injuriosa cre.luli lade os boa-
tos escandalosos quo.sois inimigos espa-
Inavam sobre sous fjuslumes o sobre sua vi-
da privbda. A paixSo contra elle ia tSo Ion-
ge que entre as diversas causas da popula-
ridade da ranilla Victoria, cumpre contar,
ao menos na ongem, a vantagem de ler si-
do aos ollios do povo urna salva guarda ron -
tra o leinadii do duquo de Cumberland.
l.-l.is .is.n.- ,;.'i s i ..1 respailo persisti-
rn! at ao ultimo momento, e quandode-
poisda monedo rei Cuilheriue,seu innSo,
elle foi embarcar-so alm do punto de Lon-
dres no barco de vapor que devia leva-lo
para o sea reino de Hanovre e afasla-lo pa-
ra sompre da Inglaterra, a populacSo san -
dou sua partida com gritos, assovios, e ou-
tras dumonstracOes quo cli garam quasi al
a violencia contra sua pessua.
Os principios deseo leinado no foram
felizes. Seu eriineiro acto foi iimular a
carta de 1833 rcslab-llecer a de 1819
Procedendo dcslo modo, elle se pro^uniia,
sustentuu, como verdadriro inglez quo era,
urna ac(3ojudiciaria contraseus vassalos pe-
ranle a Hiela germnica a qual acabou por
decedir a causa em seu favor, anda mesmo
relatv*mente i quetulo de dlreito. I 1111
vez ganho seu processo e bem eslahelecida
a base legal em seu reino, o rei Ernesto
mostrou-se em lo la a occasio observador
muitooscrupuloso da carta que reatabelle-
cora, o principe muito const'ucional na
acrepa^Su a mais rigorosa da palavra. Pro-
ceden lo asshn, ello conseguio a final rosta-
bellecer pouco a pouco sau crepito em seus
estados, e foi em 1818 o nico soberano al-
lemflo que nada tve em realidade quo te-
mer, que n.lo foi obrigado a laucar mSo da
forrea p.ra defenler ou para reconquistar
sua autorjdade. O quo ello havia sido antes
da tormenta, polo continuar a se-lo em
quanto que ella liumilhava em derredor de
si as iroulos as mus soborbas, e como nSo
livesse iido forcado e nenhuma fraqueza,
nlo foi obrigado t3o pouco a pralicar oe-
nliuiii acto de rigor afim de apagar um pas-
sado que nSo tioha que deplorar. Facto es-
iranii j: o duque de Cumberland mor re cer-
cado de conciderafSo, e quasi do populan-
dade, o principe o mais verdadeiramenie
liberal, o rei mais sinceramanle constitu-
cional e o representante do rigimeo paiia-
mentar na Allomanha.
Elle deixa um liiho, ceg de nascimento,
o qual Iha^uccede no tbrono apezar de sua
eofermidde.
Nascido a 27 de maio da 1819, o rei Jorge
conta boj" 32 annos; elle he cagado com
urna princeza de Saxe-Altooburgo, daqual
tem um filho de idade 6 annos.
{Journal del Debat.)
que d o primeiro documento de desprezo 80elTeilos manobras eloitoraes do gnver-
s Ims, viulando-as ftagrantemente como no, porque nfioesperou este mais onzediaa?
demonstraremos. Quando o arbitrio he in- Pois orain preferiveis os interesses fUito-
loleravel, resta-nos o recurso da representa- raes do gahinet comnotencia legislativa
(loeda peti(3o Usamosdelle. dacamara? OtT-nd-r essa competencia, ao
Senhora I Naa noasas milns nSo brilham limiar inesmo daa suas portal, assombra e
as bayonetas da rovolta, nSo marcham no indigna a todos, Senhora !
nosso sequilo balolhOes coagentes : expo- Ha mais. Ocmceiho de estado no foi
Bina nicamente alta considerarlo de Vos- ouvido, infiingimlo se desta modo o artigo
sa Hageslade, com o respeilo devidn a pes- 110 da caria, nem o foi to pouco a junta
soa do soberano e ao princimo da realeza, a do crdito publico. Do qu < servem estes
nossa rasSo e n im-.si josii.-a islo he, a grandes lrihiines, so o ministerio, prolon-
justirja e a rasSo de milhares de familias, ra- gando iuconsii'UCionaloionte poderes ab-
duzidas de um s golpe a mais profunda surdos, dosjresa a sua aci;3o, o di miseria. A imprensa nlo tem s ojuz de ana neressaria ingerenia .' A dictadura
dnioestar, lem tambem o direito do leque-j mesmo esta sujeila ., p.eoeitos certos. Esta
reV)e, quando a opiniioho 18o notoria, es- dictadura, Senhora, a dos voasos ctusaa mi-
fedireiio he um dever. 'nislros, comecou por calcar aos psaquel-
Soohora No temos oulra forca quo nSo les precoilos, e acaba por offoinler mortal-
seja a da verdade e a da necessidade, e sup-.'menle todas as le, quando o poder nor-
pomo-nos mais robustos do quo tolas as'inil.ji conslilui lo pela eleic-lo, ia leiae-
i.isrioA 8 in: iii:/i:mi'.ho DE 1851.
Rcqur.rimcnto,
Senhora! Nos concelhosde Vossa Mages- aptos para a ituac,ao. Venham .leste ou da-
iisui roio.iVs clamorosas e niear; i loras. Pe-
dimos smeute, mas pele a Justina, po-
rte o syslema, pede a lei, ajoolhida ao nosso
lado.
Esses homens, ousamos repoti-lo, no po-
dem ja ser ministros ; 080 podem porque
impossibilitaram Todos ellos assigna-
ram o acto condemnado ecoinella a sua
lemissSo : a sua responsabilidade he igual
e solidaria. Quer suslentem a sua delibora-
co, o n ile.sp,-i n il: moralidade quera re-
tirein, na preseuga do clamor publico, di m-
le da ideia conslitucional, nSo po lem, nem
devem oceupar mais as cadeiras do poder.
Se re iran a medida eslo sentenciados pe-
la opiniSo ; se a manteem n8o podem con-
tar com a cotiliancii do' paiz : probando que
team expedientes, e no syslema, provnn
que Ibes falta a espacidade e e-l'i 1 couven-
cidosde inhabeis Em qualquer dos casos
n8o podem conliauar na gerencia dos nego-
cios, sem contrariar os preceilos coaslilu-
cionaes, ou trahir a oropria digoidade '
Senhora Nos sollicitamos, n8o exigi-
mos ; quem exclue os mliiislros he a lgica
omnipotente das ideias e dos Tactos.
Como membros de um partido, cumpre-
nos aqu fazer algumas dec'aracOes. -N.lo
imploramos de Vossa Hageslade que faca
lubstituir estes homens por outros deter-
minados. Segundo as uossas proprias Ideia-
nlo nos cabe fazer laes adicarjOos. .No livro
exercicio da sua regia prerogativa, Vossu
Hagestade pode escolher quaes julgar mais
;3ona alie, lua quasi inmediata do parla-
mento.
Sao pois as leis, como dissemos, quo se
opinin a conservacSo doslo ministerio!
11., s" doart, 15 da Carta constitucional
da inonarchia diz :
8. Fixar annualm^nle as ilespnzas pu-
blicas, e reparlir a contribmgilo directa.a
Senhora! O gonerno.js na oresenca da
cmara eleita, aiterou as dospezas publicas,
auginonlando-as. alm delud o mus, no
quantilaiivo dos juros da capitalisaQlo !
Senhora 1 0 proprio decreto da dictadu-
ra, em -data de 21 de junho do corrente an-
no, decreto sssigaido por ilgUHI dos ac-
tuaos ministros, 1 1. -i- ni mv 1 que o paga-
mento dasdasjezas publicas mi mu s-e na
con 01 mi la in da Iogislac3o acluilinenU em
vigor. Esso decreto, cono acaba de sa de-
monstrar, o cono e.stivi succilendo ha
uiiiit 1 com os augmentos illegaes de des-
peza, fui tambem prejudicado, essarnecen-
doos dictadores das suas proprias disposi-
C<5 's !
Senhora I A orla de lei de 26 de agosto
de 1818, nao e-ia derogada Essa lei, ap-
provada pelas corles a sanecionada por Vos-
sa Magestade, ho da anterior n linioisiraeo
do mesmo Sr. duque de Saldanha, actual
presidente do conselho de minislroi o pn
meiro signatario do decreto das capilalisa-
<0es Nessa lei aclis01-so as aegoiules dis-
posir;0es relativas a junta do crdito pu-
blico.
Art. 59. Pica prohibido introduzir no
quellegremio, tragam reclase sinceras in-1 orcamento do estado despeza alguma que
.,,liim:.,i un clamor geral do ropiuvaanu r- -- --r-- --c -.-.--
se levaniou unisono ao apparecimenlii des- repulamos prefmvel como mais aUcaZ ao
se aclo velatorio, injusto e inepto. Aquel- bem commuro, nSo deix.mos do sor lilhos
les homens sSo o> nicos responsavcis. A dela Ierra, e do aspirar, acuna do tu lo aos
"10111 ... .,u ,,, ,,,1...!,, ... ,.,...-,10, o eajninliu da suii Urina. Team-una calum-
juizo que dalles forma a nacSo, n8u pode "lado mulle, senliora. Op.rlilo mo lerado
sarja desconhecidu nem encobarlo. Sa es-
Isso sgnilca<|uc nao quero que elle mor-
ra de pesar: quero que elle viva, amado, hon-
rado respeitado, por mim... ; por iiiiui, pura
de toda a exprobacau.... c he por que quero
isso que o Sr. me ve aqu, Mr. Fernando.
A apparente cnnlradicco deslas palavras
com u jirocedimento imprudente c audacioso
de Cesariua me confundi.
Mli conliouou depois de um momento de si-
lencio :
Mr. Fernando, primelra vez que o en-
conirei, cu lia um livro deleaiavel.,.. F.... Sabe
porque eu lia eala perigoso romance?
-- Na'o, senhora.
Vou duer-lhc... Eu HaF. .. para enga-
ar iniiih.i imagiuacao por luci de amores ro-
manescos.....mas estas leituras, longe de acal-
ma-la, eutlamavaiii-iia, detvalravAu-oa oada
vet mais. Meu marido deixa-me pela maiiha
as nove hora para ir para sua rcpartlcao, eu
nao o torno a ver senao pelas quatro h iras....
Estes dias sao loogos; e na solido eu lelo ou
soiiho. .. trullo sempre seulido para com Ja-
cintho o mais temo i-ecouheciiueuio, uina ve-
neracao, cu diria quasi apaixonada; mas nao
llie leudo amor; quero todava que luiuba con-
ducta permaueca irreprehensivel, como at
aqu... Uso, Mr, Fernando depende doSr.
He mim, senhora?
Absolutamente do Sr. Jacintho Ibe dl<
fiiqueiitemente fallando de mim: uina mu-
Iher como ella, e um amigo como t, be a feli-
cidade Ideial; eu diria por inlnba vez: a fell-
cldade ideial, he um marido como elle t um
amigo como o Sr.... Digo um amigo, Mr. ler-
iiaudo.... se eu peusasse em oulra couja mor-
rena de vergonha antes de ler posto vi pi em
sua casa..., seja este amigo, e jamis Jacmtlio
c eu nao seremos mais felites.
Ab! senbora, esle seria o snho deral-
nha vida, mas.,.,
Euiendo-o: entre um hoasem de sua ida-
de e una mulher da minha, a amisade tem
seusperigos.....sim para as almas fracas, laxas,
ingraias ; mas cu nSo trfibo uina destaa al-
mas... nem o Sr. tamboril Mr. Fernando.
."io, sedhora, pota lerei a coragein de dei-
xar Pari* daqoi a doa< huras.
O sr. nao deiiw ""rls, por que Isso seria,
repito, malar a Jaciulho. Se por acaso lenho
algumaa qualid"ea. tenho tambem meus de-
fetus; elle vetar talvea menos de uieu coracao
que deiniulia (aoc, de meu sauguaeaobre lu-
do 'de uiinbsf educacao. Ful iao mi.eravel-
meoie cdnda! Depois de ludo o que lenho
visto. d pervaruda, he porque ba alguma cousa de tuu-
'laiiienialmeuic houeito en, mim, he tambem
sa opiuiao pois lem alguma importancia, se
ella pesa alguma cousa no rgimen consti-
tucional, huruens laes nSo podem conser-
var os lugares que oceupam no governo.
Se .hora / Islo n3o he urna quesiSo de
partido, he urna queslSo de moralidade.
Fallamos submissos ; mas fallamos convic-
tos. Ao vimos buscar, a vida particular
dus ministros, pretextos para os despopula-
risar ; trazemos, por documento, a propria
tulla ufcial do governo, allganos como
causa) os s- us actos pblicos : a censura le-
va uta in -a el les meamos debaixo do ps a ca-
da p.sso que d3o ; este excade a todos, esle
sobre todos os coudemua.
Tudo com a le e pela lei sempre o bave-
mos dito. Atrs de nos, senhora, esto lo-
dos os espoliados, sejim quaes forern os
seus principios, porque, nesla queslSo, n3o
-u os principios que se discutem, sSo in-
teresses sagrados que se defendem. Para
todos os parlul is iioiii stus o si..ceros, sem
prejuizo de quaesque.' convicgOas, ha um
principio supremo ecommum--be o do res-
poto a propriadaJo e ao fmcio do traba-
Iho ; e ne essa princioio quo huje foi radi-
calmente (ill'endido. Tu lo pela le e com a
lei, sim, seiinora e he por isso tambem
que levantamos a voz contra essa governo
lo!"me aTdorave'liondade de Jacintno me ll
ou de un. lodacal no qual como lauas outras
eu me lerla perdido, mas euiBui esle. dcfeilos,
eu os tenho: nao quero prcvaleccr-mc de mi-
nhas lulas contra iiiiui nicsina para assegurar-
llie que posso resistir a pcrlgpso. eulevus, to-
dava posso bem diier que me teuho experi-
mentado nesias lulas; eslou segura de mim
al aus limites do possivel; mas alm deiles
nao, o.i.i me iliudo; c para mim sabe o que be
0 possivel, Mr. Femando ? He continuar a vi-
ver eulre Jacintho e Vmc, como vivemos ha
seis semanas.... nada de mais, nada do uieuoi...
1 'ou esta cpndico respondo por mim.. res-
poooo mesmo pelo Sr, e pela l'elicidadc de meu
marido; mas o imposaivel, Air. remando, ac-
crcsccntou ella com urna voz alterada sem po-
der couter as lagrimas, o impossivel be deixa-
lo parilr, ou deixa-lo partir s..... e se me re-
pellir, se me cxpeliir, o impossivel ainda, para
ou o, ser voltarpara casa de meu marido.
-- '......... vo.se pensa em lal ?
Oque digo he odioso, horrivel. eu o -d,
mas he exacto, siulo-me coin a curageiu 'le re-
nunciar por dever ao que ha de mais rtilpavel
uo amor, com lauto que o puro amor me reste.
Sacnlicar mais, nao posso, uueutao licaria lou-
ca; e como urna louc. nao raciocina, lodos os
uiaus instlelos ha lauto lempo combatidos par
mim me veuceriam a seu turno e me arraaia-
rlam....; enio ...eolo .. Sim, Mr. Fernaudoo,
Vine, nao sabe at onde o fugo do carcter,
luipetuosidade do saogue,sollos pelo desespero*
podem levar a uma mulher de vinte aouosedu-
cada como eu o ful!
A especie de energia selvagein coin que Ce-
aarina pronunoiou esta* palavras me fez estre-
mecer, Ella o percebeu e disse-ine:
E que sera de Jacintho no mel de todos
estes assouios ? Que ser delle, pobre creatura
anglica, que nao vive agora seno por mim ?
seuo para inlin?.... Ol.' elle nao farouvlr
nenhuma queixa; nao, do mesmo modo que a
e.u ni, a da I iltola queescreveu para Vine, quan
do era menino, elle procurar alguma solido e
l se deixar inorrer sem um senllinenlo de
odio contra aquellea que ilverem causado sua
raorte.... Estainurte ser, como sua vida, chela
de inansldn e de perdao.
Ab I nlo falle em tal, exclame! eu, Isso be
uma verdade. Conheco a excesslva delicadesa
desu naluresa lo lerna e lao frgil, verdadei-
ra sensitiva que um sopro da desgraca pdde
quebrar.
Eolo responda, Mr. Fernando, ter a co-
ragein, acrueldade de quebrar por sua parti-
da que aabe ser l j l'eils, e que pode lomar
mais feliz anda? Jess parece-ine eutretaulo
que sua son seria para iuvejar : viver eulre o
amor de uma inulner honesta e a atieico de
seu melnor amigo.
r.Su tein pressa. Ci na vntudodos seu.-
priucipius ; mas he porque issu inosiiio que
sjbe esperar : cspeiar e crer, he o segredo
djs paitidos como dos individuos. Coin el-
la Iriumphuu o evang>'lno. .Vilo so fn-
danlas perseverantes victoriosas. Sa ou-
tros lizerem o bem, o nosso partida applau
di-los-ha. Este partido tem resignarlo e
tem f, porque perfeitamento conduce que
o su- calumniadores he qua lio da justi-
fica-lo, como ja es o lazando.
Esle partido uo falla boje pois como par-
lidoiuloii.lein-ii lodos !--falla como mein-
bro da graude familia, falla como igual-
mente lesado ua grande iniquidade ; falla
em nome da moralidade o em nome da lei,
que he o seu timbre.
Mas Senhora, nao s3o nicamente os pro-
ceitos constitucionaes, uo ho s a morali-
dade que se oppem i conlinua(8o deste
ministerio: essas leis de que fallamos he
i|Ui! .-em app-llaoo o con J'Illia 111.
Senhora, faltavam sonzedias para se
abrir o parlamento e funecionar a cmara
I i ia. O que ha que podo juslilicar esle ac-
lo da dictadura ? inquirem todos e inqul-
-(ii com ra-o. Se a medida era urgente,
porque no tinha sido publieida ha mais
lempo ? Se po lera esperar at boje, com o
ll.n evidente do no prejudicarno seu odio- p/i
Art. 53. As consignir;0es destinadas
dota{3o da juila docreliio publico, e OS
oais reiidiiuentosque Iha alo votados para
sii;s. e i iln, u- i-.- ,, auuu lid olinguda,
n3o puderSo ser eu neniuin Casi desvia-
das pelo gov roo da sua appliCicSo, por
qualquer preloito qua seja.
i I. Os tnosoureiros e recebedores en-
carregados da entr-ga dascousiguai,es que
licain estabelecidas com e-se desuno, uo
poJerSo dar-lhe dilToroiilo applicaijao, va :s-
mo com ordem expressa do governo.
2. A junta do crodilo publico n3o
podera lesviar quantia alguma do lodos os
fundos que receber, ne.n alterar a applica-
eo a quo sSo destinados.
Aquellas disposiges silo claras. As con-
signaras e n3u podem ser, em nenhum ca-
so, desviadas da sua applicaca'o n8o so
pode nem ao menos alterar aquella appli-
iMcn. -i O Sr. duque do Stldanha, entSo,
queria (ixar em bases inalleravois as ctlnll-
ei'i 's de pagamonto, para assegurar o crdi-
to hojo, o inesmo Si1, duque de Sal lanha,
falsea essas condirdes, e dastroe aquellas
bazes. Como hade oSr. duque de da Sal-
danha da 1851 continuar a ser ministro
diante do Sr. duque de Saldanha de i.\s
ri governo n3o p'a em iiaiinun caso
nem dobaixo de uenlium pretexto : ais
os prourios lo'oios da lei. E o governo
hoja lez ooduiao poda fazer '
Quil lia" tamliam agora a poairjSodos the
ureiros e recobelores ? E-la le, que-
la o<, or'e .H-lheH, son iotas
-- Mr. Femando, disse-me esta uiuiber es-
Iranha, cujos oihos se molhavam de lagrluias,
Vine, be um coracao bom e valeute. E-*ou or-
gulliosa de ama-lo. O Sr. reconbecer meu
amor pela fellcidade de nosso JaciuiHo.
E tornando a abaixar seu veo, Cesarina dei-
cou-ine sbitamente.
Eu estiva de lao boa fe em inlnba resoluco,
roo Jaclulll.i; lenioro-iiie ,. i, iva i por palavra
de nossa conversado de hoje :
El-la:
Jacintho, sorrindo : Sabes, Fernando, que
temos quasi voltado ao tempo do collegio ? Nao
fallo de nossa amisade.... ella tem aiu.Jureci-
do com a idade ; mai emlim. .. temos, como
outr'ora nosras quimas-feiras c nossos domiu-
fla alguma cousa de lao puro e de Lioatledluo- gos. Ora, amigo, juro-te, que amis neuliinii
lo na possibilldade desla intimidade a tres que estudaiile nao c.pcrou com mais impaciencia
em minha vida crso que nunca experimente! so i quinia-feira.
mu -i iiiniii- o i mais delicioso ; saber que era i Eu : Couiprehendo-lc....; eu tambem es-
amado de i.esarina e nao ler que ciprobar-iuc i pero o meu domingo....
este amor, gozar sem remoraos do que havia de Jaciut'io : Nao he assim he lao bom, tSo
Irrc'i.tivel uo encanto da coulianca de Jacio- doce para nosso pequeuo Trio eslarsemado
IbO, dizer-me euiliui cma dia que o saciillcio j mesa urna tarde imeira, ora em toa casa, ora
je iniilri paixao iusensala poupava a meu aun- fu nossa, conversando, rindo, divertindo nos
go horrorosos tormentos que o leriain mora ; com toda a couliauca, coin toda a seguraoca de
in lo i ilion, a i jo.i, ii i singularidade desla coracao....*. INs nos coiuprehemlemus to
que nSo enlreguem as consignar>Aes, des-
tinadas junta, para so Ihes dar diffirente
applicacSo, nem mesmo com ordem exprs
sa do governo. Se elles cumprirem essa
lei.p ulei o governo puni-los da sua resis-
tencia as disposices do decreto de 3 do
correle P Se elles cumprirem este de-
crelo, nSo infringen! aquella lei? A
quem ha i-de pois obelocer ? A le ou ao de-
cretoP Quem salva a sua respenaabilida-
de ? Quem garante a sua seguranza ? Se-
nhora quando um governo legisla o cahos,
o i he elle que podo continuar a geren-
cia.
Ainda mais, Senhora, o governo peranto
o art. 5i. da mosma caria do leihecnnsi-
dorauo concussionario e defraudador da fa-
zenda publica!
Eis como esso artigo se explica :
iArt. 54." Os thesouroros e quaesquer
exactores, encarroa los d entregar a junta
do crdito publico as mi uninis, que
pela presento lei Ihe compelen, quando dai-
M' o ue as realisar, no elle o -m indovida-
mento serS.i conal ler idos coucussionarios
e defraudadores da fazenda pjblira ecjiau
tos OearSo sujoitos s penssquo pelas leis
Ibes s3 i eoiiuiini i-I is a
Seosexectores d ixarem agora de reall-
sar a entrega das coiisignarjiV-s, ou sea ef-
fectaarem in loi lamenlo, di quem he a
res iiinsihili ladosonSo Ja torga a que obe-
decen) e do poder que os obriga ? Por cjii-
sequencia, o Crm est n ss > po ler que oa
coagiu a infrngirem dispo-icoes 13o ex-
pressas como estas. Ha eviden e 0 go-
verno paranlo, Sonhoa, peranto essa lei e
pelos arligos della, he cnncussioiiario e de-
11 .m lilil- il i fazenda, por ler desviado ver-
bas da sua legitima appliCigSo, e como tal
iucurso as penas q uo a n.esma lei Ihe cora-
mina. Um iiiinisterio criminoso, Senhora,
deva acaso continuar, abusando do Nomo
Augusto de Vossa Magesta In, a gerir o esta-
do sob o peso da tal criminalidada ?
Senhora ,' to nos dicto, com lano respeito
como franqueza, tu lo o quo intenderoos quo
erado nosso devar ponlerar. A porlaria
do ssbbado, relativa aodereto de 3. em-
peiorou anida a posic^o do gabinete, fazen-
do ver, no ridiculo expediento daqu.-llu no-
vo esesrneo publico, a bypochrisia e ma f
abominan ia desses homens. A opiniSo tem-
se declarado, e Vae conlinuandn a declaiar-
se, tao i o .lie mi .ni como nunca, porque
entra nos n3o ha exploradores da desordem
que especulen! com a miseria publica para
exaltar os nimos o promover a anarcllia Co-
mo n3ofallaram se a medida sahssoda nos-
sa iniciativa a opin i maiuf -sia-sa pacifica-
meote, dizumos, mas curo um vigor e urna
coiivicri, una energa e nuii unanimida-
de, que todos os das vilo gauliando novas
orcaa. Vireiaequirii eundo. o ministerio
por tanto, naopu le continuar, ,em se decla-
rar em lioslili iadwcom o paiz. Venha quem
V. Magostado quizer : mas venha qnem ra-
medeie, e possa remediar, siimlliaote escaa-
lalo. A estes uo ha ja possivel.
Qua V. Magestade aenlo lie as oossas
palavras, so ellas podeui parecer lilhas da
iiaixo; mas queso digne ordenara averi-
guarlo imparcial da v irdada e sogun lo el-
la, proceder como julgar que Iha compete.
Senbora Na sua liol capital nSo ha senSo
iim grito unnime, saludo de todos os gre-
mios, proferido por todas as boceas : abai-
xo os ministros espoliadures.'
Nos somos apenas um ecco pequeo e res-
petoso desso brado iinmenso.
Nao pedimos para nos: pedimos para as
victimas da expoliado. Oiga-nos V. Mages-
Udo, e sor abengoada de lodo um p ,v.i !
_____________ {Oa Ui.)
Wemmmmmo'a^mmawmmmmmmm^mmgsmgmmst
PERNAMBUC0
ItKCIFK. 10 DB JA.MIKO III2I85J.
AS C HORAS DA TAROK.
BETAOSFEOTO SEMA1VAL.
Agora que eat pascado o da dos Res, o
nual em 1US40 oaUo iario ciz^iriauo leroii-
na a ftsia, nflo potimos deixar, sob pana
da incivilidadt e descorloza, de erigir aos
leitorasos nossos curiiprinientos fesiivos, e
.'.o -ihe- S'niir que, na la iieipmo< tan-
\\ i,io, (iiv.-lln- um alraedvo luex|irtiuivcl.
Ku me senta seguro de mim e nu lOAOOM ne-
guru da revolu^au de Cesariu.i. K alTouiesa -l
passo que acabava de dar juutu viv i-iin- pelo menos stuceridade de suas pa-
lavras qu nulo me dUia: Dou capai do possl-
rel.... n.u do impossivel.
XVIII.
Eu (orno a adiar as folhas dispersas de una
sorte de diario e-tcriplo por mim eiaditt'ereu-
lespocas de minha vida e principiado ua d4(a
inais abati declarada. Estas folhas couunua-
ro a historia cume^ada.
lOdeseiembro de 1826.
O que se passaha algum lempo a esta parte
he tio extraordinarios, as nofes do bein e d<>
mal, do justo e do Injusto parreein-ine de tal
orle confundidas em meu espirito que quero
.r por escrlpto inlohas Impresses e referir o*
ictus, i*tii dia seus duvlda, amadurecido pela
Idade, ou mudado pela experiencia, eu reco*
ubefcerei o que ba deverdadeiroou de lalso cm
meu julio de hoje.
Ha tres inezes, contados dia por dia, que Ce-
sariua veto a miaba casa para pedir-uie em no-
me da lelicidade de Jacintho que nao un- ri'u-
rasse de Pars..*.
Isla tarde, segundo um costume que pouco
a pouco se Introduito em miaba lutimldade
com Jaciutbo, jautei em casa delle, do mesmo
mdo que elle veui com sua mulber jantar em
mull i casa todos os uomingos.
O tempo eslava maguiuco; pelas quatro
horas, fui buscar uicu amigo em sua repartl-
(ao, onde elle trabalha s depois que ira ->t-
meado sub*cbcfe; Jaciutbo acollieu-me com
E esta surtir ser a miaba I eaclamel eu|.u cordialidadc acostumada, e depois coin os
chelo de t em mluhas palavras e em minha 3 bracos enlatados dtriguuo-aos para as Tuthe
.ni-i .i i o iiioiiii-iii .; ereia-me, euscrel dla(uo jnas; Cesariua abl eslava a espera de seu lita-
da aseabora, digno delle..,. Fugi-la feria covar-lrldo.
du. aeria iugraUdo.... || tamiohaado para casa entramos a conversar
bem.,.. totlos tres
Ku: Excepto quando tua mulher me faz a
guerra!....
Jaciulho! -- Finalmente nao precUai que eu
te defeuda, tu n'io apoupis;.... multa* veies
iiiesmo um ii ni i j ii.u seria mais*..,. mais ...
sincero.
Eu: Tu las dizer brutal, n,i he ?
Jaciutbo : E porque nao! a rudeza he sem-
pre un pouco a coiiipanheira da fr queza... e
sem fraqueza nao ha salva^o para a amisa-
de/.... Oh! conliinca, slucerldade, nobre ne-
cessidade* das almas nobres! Dizt, Fernando,
coucebes uo mundo uma tVlicidade igual nos
sa, quando tu, nula mulher e eu, trocamos
todos nossos pensainentos desde os malsestra-
v i;; mil s, desde os mais loucos, at aos mais
elevados! Estar sempre certo de ser escutaJo,
interpretado pur coraedes amibos, dizer o que
e er.... crer o que se di*!,... Ue to doce!
mas raras vexes possivel para tmidos de minha
especie, salvo quando eto certos que se diri-
gen! a naiurezassympaibicas eha muito lempo
experimentadas, como* por exeinplo tu e Joo
llaymuudo tm umitas cousas ua cabera, inul-
tos tr.ibalhos, urna acllvldade demasiaddmeute
febril, para passar, como nos, tardes luteiras
em deliciosa conauga ; todava teuho umaauv
blco; quero que em seu prximo regresso
nosso trio, gracas a elle, se torne inuitas vezes
[mu ir; mu te inquietes de tua primelra eo-
irevista com Joo, amigo Fernando, isso lica
por nimba couta. Quaado elle souber as pro-
vas de rara artWci* que me teus dado duraute
estes tres metes, (uo fallo de meu bastao de
.ii.invli.il o qual devo a tua ainigavel recam-
tueadafoj; quando Juo souber que ha seis
temaiias,... quando ful atacado deste principio
le lluxo de peito, deque cometo a restabelc-
er* me....
Eu: IV.. i-ir que nao Talleinas nlsso.
Jacintho: -- Nao fallar nisso E a quem devo
eu o rcsiabeleciuicotode inluha s&ude, a vida
lalve*. seuao ao* leus cuidados e aos de Cesa-
riua ? Estas longas noiie de viga passadas ao
meu traitesseiro por miuUi mulher e por ti,
nao sao nada entao? '.res que o esrjuecj ?....
(Jacintho levou as m ces lagrimas sao estas, Feruaudo.... Ah! se
Joo as visse correr, elle abreria os bracos pa-
ra ll dizendo : Vem, vem ; t s boin.... es-
quejamos o passado.... Tudo se perdoa iquel-
lesque sao bous I
Eu : Ab meu amigo, tomara que cheguc
o dfa no qual pela piesenca de Jo.io, oofso trio
ser, como dizes, mudado eiu quatuor! Que
fest* completa I
Jaciniho : -- Este he tambem o desejo de Ce-
sanna. Ver os tres amigos reunidos em der-
redor della...., he seu soiiho...., por que be o
meu desejo.
Eu:-- (Jue boa e excellente mulher! T fallas
de meus cuidados durante tua curta duenda ;
iur si elles comparados com os delU? (juau<
lasolicitude, q tanto desvello! qu-uila adviuha-
eio, se assim se pode dlzer, alim de preveuir
os men 'res desej >s do pobre duente ,v> lem-
po de tus coiivallescencia, tua mulber coin-
prazia-se c orgulliavj-sc de guiar leus passos
ainda vacillames, de oU'erecer-ie o apoio de seu
bracul Ella quera s cumpriresie doce dever ;
lembras-te como me repreheuda quando eu
queria subsuiuila jumo de ti duraute os teus
passeios!
Jacintho, mu comtnovJo .' Ob! Ella he
mu aojo..,, um lujo ... e to bella, tao adora-
velmeute bella!,... pois em verdade parece que
cada dia sua belleza val augmentando.... do
mesmo modo seu espirito se eleva e engrande-
ce ii.i teas observado isso amigo r* Lonfessa
que ella tem repeutes e ditos de uma iaura c
Je urna senaibilidade exquisitas.... Ah! Fer-
uaudo, Fernando, quando em minha doenca eu
va a ella e a ti todisvcllados amos jautos de
i i ni ... Juro-te que se algumas vezes peusava
na ni ti ir, f'm.i-i) com sereuidade. Agora pos-
so morrer, dlzia eu, nao ha uma creatnra de
Dos que teaha sido mais feliz do que eu :
Eu : -- Nao falles em morrer ; Importa, pelo
contrario, viver ... e vi ver. ..minio lempo pa-
ra tua cbaia mulliere para teus amigos.
Jaciulho aUgreuieate: E eu espero beui
Uso, pola n.iii obstaate ser magro e valetudt-
uario, a felici tade d-ine uuu forca, urna vita-
ii i.i ir capazes de fazer iuveja a um gigante, e
demals mine- sent lauto a necessidade ue viver
como agora.
Eu; porque agora mais que nunca?
Jaciutuo, riada c com um ar mysterioso :
Ob! ob eis-aqui;... he urna lucia que teuho,..
Eu: Aii ha oceutto algum segredo ter-
rivel.
Jaciulho, alegremente: > Desgranado, t o
sabers!.... mas slleucio.... la vem Cesarina.
(^onlinitar-i-fca.)


13*
to, cumo qun o novo mo nos triga, lo- Antonio Fernandos de Gouveii, a Ignacio
dos, novas e ingentes venturas, pare d'ellat Moreira Je Mnndonca, sem declaracflo do
gozarmos por mullo lempo. Exprinvindo, motivo, Luiz Peres, por desorden, o por-
porm.isiim, os nossos votos, nflo temosa tugue* Jiointlio Augusto do Ainaral, por
menor inteiiflflo de maldizer o passado anno orime de olfensas piiyciois, prato Job,
de 51, como temos ouvldo fazert muita aecrato de Jo> Aliona Moreira, lorcrlme
gente: nfloporquefosse elle doe melho-lde furto, Piulo o (.e'tnano, escrevos
res, ou porqne liveuernos em aeo deeursojPaulu de Amor i m Salgado^ por anda
alguma prosperidade, mas porque, lem-
brando-noe dos de 9 e 50, em que tomos
importunamente vizitadoa pela peste e pela
guerra, nao 'podemos deixir de considra-
lo como benigno ou ae quiereni endiffe-
reute ; alo u de que nflo somos d'aquelles
que, so porque a couzi hopissada, hn nn,
O que nao achim gri(i se nflo no prezente
ou no futuro, do qual nos, pelo contrario
sempre temos medo.
Correu a semana lilimente e em acon-
tecimenlo algum digno de ser mencionado
em nossa revista, a excepto da procissflo
de um dos Magos, saluda da igreja do Ho-
zarlo, do bairro de Santo Antonio, no dii 6
do corrente.
Mis, se pela cidade assim passamos. no-
tro tinto nSo icoutocuu na villa de Pao-d'A-
lho, ande os ciaiponezes ou malulos se
amotinarais e l.nnir un mo das irmas para
obstar a exeruco do rogulamenlo de 18 de
jii.ii i do pastado, relativo ao registro do*
na-c.memos e obilus.
Grande foi o numero de embusteiros e
perversus, que por esta occasiSo ae cncir-
regaram de espalnar ooliciaa da meia noite,
o por em sustos as familias com boatos it-
terradores ; mas estamos persuadidos que-
a despeilo da phantismigorias desses m>,
giros inleressa tos, ludo estar, esta hora,
acalmado, grifas ao sempre prumpto e eili-
caz auxilio da religiflo, ministrado por in-
termedio do prestantsimo padre capuchi-
nho, prefeito di l'enha, que nao hesilou
appirecer entre os amotinados,pira cham-
los ios seus deviros po- meio na paiavra do
Seohor.nflo deixsndo poroutro lado.o go
varno.ums mal .nta.de mostrar sus Silll-
cilu lo e vigilancia pelo sucega e tranqui
Irla lo publica nesla crise passageira. Taui-
bem, desvanecida esni pequeni novem qu
no- apreseulou o horisonte de 1852, he de
esperar que, para dianl* nos saja ello po'
picio, e se realizem ua votos, que, ao come-
Sar, em i lli ni os.
Tambero muilo tcm andado anciada a po-
l'iii .i; v i ii'-i .i i-i i .i. i com a ilemora do va
por do Rio de Janeiro, qu< dosJe o dia 4 se
espera, lieos o traga, ,.ois, a salvamento .
para aquietar lamo sobresalto,
Entrirain 7 navios : um inglez com fa-
zeo iis, um bamb guez com bacaniao, um
francez com diversos gneros, uul-o dtl"
arriba lo, um austraco em lastro, e 2 bra-
Mleir.'S cun galleros do poli, e esiranijjeiios
com guia.
Ke.ideu a allim leg< 65:009 036 rs.
Falleceram 33 pessoas : ''7li.r.s, e 6 es
cravas; entre aquellas 7 honiens, 7 mullie-
rese 13 prvulos; entre estas notnensu*
prvulos. ^^^^^^^^^^
CANtK MUNICIP.L.
.' SRSSAO' (HIDI\' v U I A, DE 12 DE DK-
ZEMRHO ih is;.i.
l'rt-'Urnri |du ,-r /i'aiiu
Presentes osSr Barros, Mamede,-Car-
ueiro Montairu, r"ruca,--e Figuoirc lo,-
faitando com cusa parncipada os mais Srs
abriu-sea sessflu, c fot lida o approvada a
acta d'antecede .le.
Fot Inlu o seguintc
EXPEDIENTE
Um officio do ju z d i paz do correle an-
no, do segundo dial rielo da freguezia do
Poco, panicipando, ai deque a cmara
provnleuciasse, que se havia mudado du
mestn i dislricto para o primeiro da inesma
freguezia, o ci ladflo JoSoSevenno do Reg.
Barros, que se respndase qno a cmara
conveoientementaprovidenciaria sobre a le
gitima subsliluicSo.
Outro do juiz de paz em exercicio da fre-
guezia de s Jos, propoudo o ci ladflo Jos
Goncalves de S para escrivfio do (Memo
juizo,cujas funci;.'i -s exorna interinamente,
o juntando a aulorisaco que obtivera do
juiz competente para ter cscrivflo separado
do da subdelegada : approrou-se e man-
douse ps6sar titulo.
Outro do engenheiro director das obras
publicas, enderezado ao governo da provin-
cia; o por este transmittido a cmara a in-
formar; mostrando quanto lie prejudicial
a pasligem de grandes manadas de gados
pelas pontea dos Atogados e Caxangs, aquel-
la por Machar muito arruinada eesta por
ser construida por um sysiema, que com
quanto se ache em boro estado, todava nao
lie proprta para transito d'esta ordem, lem-
brando ser conveniente que apassagem das
d
rem
fgidos; ordem do subdelegado da lie-.
guezia de San Fre Pedro Goncalves, o aol
dado do corpo de polica Jos F'anoiSco
Alexandre, sem declincAo do motivo; t
orden do subdelegado da freguezia de San
to Antonio, Joflo Fiancisco dos Slntoa,
tamtiem sem declaran!') do motivo ; e i do
subdelegado da freguezia da Boa Vista,-o
prelo Aurelio, a lequisicflo d seu senhor.
DEM DO DA 5.
Foram presos: i ordem do chefe do poli-
ca, l.uiz Francisco Monle-iro, or des ird-m
e lnver dido urna bofetada em uu> sol iado
do corpo do polica ; 6 ordem do delegado
do primeiro dislricto deste tormo, fiuilh-r-
rae Francisco do Assis, Luiz Francisco. Joi-
quim Alvos, Renodioto, o Leandro, escra-
vos, sem declarando do motivo; a ordem
do subdelegado da freguena de San F"-
Pelro Goncalves do IVcife, um Ingles, pu
jo nome no foi declarado, pnr esordem;
a ordem do sub lelegado da frrguxlll
Santo Antonio, ocrioulo Amonio, sem da-
cirselo do molivo, e Antoora Kianci-ca,
por ebria ; nrdnm do suhdel -gado da Ire-
guezia de San Jis, o* piel a Sehastiflo
Guilherme, o JuSo Ratatn e, Mortfo no
Antonio de tal, or .lesurdein Pedro L-o
ile B'ito, p.ir ciime d* le me lo, Pedro,
escravo de A' Ionio Luiz dos Santo, por
andar fgido, M.noil nidrio ie Meo ou(
e llem-lerio, eacravo, se ai d claraQo do
motivo; o a do subdelgalo da fr. guezi
da tloa-Vist, Pe iro, que dttclarou > es-
cravo oe F. Dantas, por andar fugiio, e
Angola Maria, por ileorilnm.
DEM DU DA 7.
Foram presos : a ordem do alegado do
primeiro dislri-lo destn termo, Mana The-
'eza II -zerra de Meil' "'-, 8001 declaran"!.i
do motivo : o dem do sub lelega lo da fie
gaaSla de San Fre Pedio Ginr;alve, o c-
leie do 9 bita Hilo de infa .tana Jos Cui
tolio dos M.nlns, lO' drsertor; a orl^m
lo sub lelegado da frenuetia de Santo Au
touio, o escrivo Vicente, por estar faz-mo
dosor.loos armado di u -a f-Ca, e B roar-
lino Clem-utino de Ao irade, sem leclara-
clo do motivo ; a or em lo suhdel- ga lo da
l'rogue/ia de Sun Jos, luaquioa da II n do
Espirito Saoto, por insulto ; e a do sub le-
leg-do da fieguez 1 >s Cidral da Cunh, e Diou sis Mana da
Co-ireicAo, tor iieor,iem, a o pao Ma-
noel, escravo uo Vicente Jos de Brito, por
fen memos.
DEM DO DA 8
Foram presos : a ordem do elicf.) de poli-
ca, Pedro Martina, por suspeilo de haver
roubado o preto Thotnaz e isco de M cedo Lima, que liinliem ful re
'olindo a ca en para sei entregue a se i
aenhor; a urde n do delegado do primeiro
li-triciii deste termo, Jos Jacintho Ribei-
ro, para lecrola ; 0 dem do subdeleg do
la Ireguezia da baiilu Antouio, Manuel I hi-
a/, sem d"i' a i; 1.1 .10 ni l vi ; a nl.l'ui
lo subdelegado da freguezia da Boa Vista.
\ I. \ iiii .na Maria Francisca Somanto, ior
lesolicdiencia, e Isabel Mara da Coocei(3o
para corre^So; aoi.lein do Subdelega oda
Ireguezia dos Afoga los, Mauoel Vleira da
Cruz, para avcrigiir,es policiaes; e do
subdelegado da freguezia do l'oct), Carlos
loso de Sena, por d-sordem.
vmraento, om'siinnario lili mim, e pre-
gn por espado de mas de hora e mea
sobre e grandea de Nossa Bei.liora, ouviu
lo-e todos com aitraordinaiia atlongSo e
piedad*, e cejo dessem dea iiors aem
que atropa que ae esperava ebegaise, elle
e tndes os mala aere iraram.
Pelas ouze horas, avisado o miasionari >
de que a tropa se aproximara, sahlo iinm -
diatamante, chamou o povo, o qual com
li.mi. n's brancas e ramos verd-s oacom-
panhot al o paleo do Livramen'o, mi le
ja se achava o comman lanle da oolumna.
A o cliegar .liante Oi-llo o mn-ionario dan
.lo-lho urna bandeira branca na qual eslava
pregado um bello registo do Sagrado Cora-
do de Maria, di-.s-'-llie : E>s-iqui a espada,
Sr. ciiiniii luante; e rale recehendO a,
respoHdeo-llm: Muilo contente lico com
o.ia espada; e bajando devotamente o re-
gislo, levautou a hanleira.
Ilpprda dlato o milalonarl cuino com toda
.i .lli. i .lili .1.- na Igreja Irvaado o vlgarlo e o
cuadjuciur o relabufo da Sra. do Koni Coate-
Gi

prlnrip**, com ai armaa na mflo Nohu-| esta la la por interprete!, que aahe'n o hol-
naya, p>iocipe d Owaii, venc-u os s-'us Undei c>moaa o t'vesae.n appren li o na
contendores, roiiliaii por um hnmem doiuinverii lada de V recht. Mr. Slebold
povo chaniado tt]"le Y ai, que de criado que respoadia a e-t.s perguntai, com um
que era, suliira*fouco a pouen a Jerarchi-' accuoio o dialecto algum t mi tu lise.i., es-
soolal. pelo seff vale e intalllgancia. A'jteve a apiquf deaer tractado como um ni
na i'xaliacn ao throno, Nobunayn, que'lru-o, e con lo.una.tu a alfailar se quanto
experimentare I ll'eliilalc ilesie humen
lhe den um subido posto no xercitn. A-
Jam lmpo depms f li Nobunaya assissioil-
.1 por em dOS que lhe nuilnrliill v.iill o po-
de* ; pnrm, o assassioio o.'o sus m do
l'iil.i do sau ii un.. Ilyla Yo-i. cujas
gfatpnes qualldades ns japonezes conheciam
foi re .limado imperador, e asslgoalou o
seu reinado ror actos memorareis. Recoo-
qulstnu a Corea, quo no reinado de um de
sm antecessure-se consluui'B em eslado
independen t". com a soa lu |iie. cu r.: a
tencinnava levar as sus arme at China,
quando a mora o ar oltou. na i lade i
S"Senti e tres anuos Os apone e* fallam
nelle *m eniusiasmo, como um dos seus
primeiros lie'Oes. D ixara un fliho de Seis
RECIPE, 11 DE JANEIRO DE 1852.
A ordem acha-se restabellecida em Pao
d'Alho, os novelleiros que procurem agora
miro assumpto para conlmuarem a derra-
mar o susto e o terror por outro a popula-
cho pacilica!
M's refliclSo que esta, j conhecende a
ma f com que procedem, nSo sera mas
lio fcil om dar-lhes um crdito que nSo
merecem.
Quando anda om o numero precedente
desto Diana informamos os leitores de que
as noticias recabnl s de l'a i d'Alho, longe
deserem atlerradoras, eiSo satisfactorias,
pois que a maior parle .los amolinadoi j se
lho ; o puvo po/-ie a retar caniando a nlualca herdei-
li.cou o bynonac nale o ma lunario levaiiian- """ "' "u Ju "" .,
do a v eu vl.a. ao divino p.droelro de Pau ro P-r. m-lhor lie .SSOKor.r OS dir- Uo-
d'Alho (ii Divino Eaplrilu-SaDloJ.a laala Re- celebrara lhe os espo S es Com a eta do
llgiao, a S. Magratadr o Imperador, ao preal- S"U migo Jyviyas, princi de MiCra.
denle da in"vin u. ao cuminau aute.laco- que so oblitera i or jU'amento ap>otgT
lumiia. a Iropa etpedlcinnarla, r ao rrligluio o n'phlo A 0 ias llyde-Yo'si fallecen e-
povo de Pau d' All., aendo lodos eatra viaa qe..eu ,, jiir mi'irn, orando JyeayaS Uo
reapoodidoa coio muilo enlhualaaino pelo s,nen,6 ,, ,B ,p01 rar da corA- resrvala
l",.,' a- i. i..i...i., ,ii i*,, para o u neto. Nflo lhe era ilfllcil o ven-
Depois dlsio vollou o inllllonarlp do Ulvra- _______ .
memo para a MalrU. daudo o poio pu, ludo ')' d qoem era lulor ec.j.
o cainlnha vivaa ao UlvJ o Kipiriiu-Saeio, a dohihd Je lhe cumpria affl arar. Res ill-
Sra. du lioui ..onaelho t ao Imperadur do a praticar u..i acto d tr Mo, lili re-
De luda aaaaaaa pendlam florea, rainoer- conu em I ente dos moms .,eress'i s p* a
dea e baudalraa braucas. V. 'ocnnatimar. I. nc ni f.go i-o palacio habi-
(.iiegandu ao paleo da Malrli o misiieiKfo (nl|0 pe| joven pretend n'e. e a crianfa
suido a., .obrado do vinarioe appar.cen* na A ,r,c.,. Dizem uns que e|la peren U
v..aoda con, nee e MMlMI*. J, 0ulro fdi.nam que 10 ido
saisif ?.* zHS&xzlsz :'* *kde e8c-p" ,* ...
a lorta milliar concurre para a eomervajao or- a ci la 'e de Salguma, un iiuiian lo obseura-
ii.uii, epara aualemafao da rellglau; elleeshur-' monte a vida.
touaopuTo a nao lamer nada doa inllureaaeui N iriiuiiisciii Ji-.ns l'buaio.e declarou iropa que urjginar-sn da criminosa amb (So de Jyo-
ii.il.i iiulii que lemer do povo de Pau d'Alho, ayas t.,maram os ehristilos a vo lofilhodo
por qoaulo e.liinando eale a elle mlaaionarlo |OP,n ny |, y ,s, que o$ Iratara sem re
.iooaP ......noavlvaaquejadonedad.. aguan- "" ttW" P ? mmccho J 8. Cojos
do o aeu tajado uo qual eaiava alada direitos aram Calca los aos ,si">r um ir.i-
iiuu bu-di-ii.1 lu un i, e o povo loroou a rea- dor. Pralican lo asson ohe leciam ao me
pender com o meauo enlbuaiaiuio que da mo taropo a un dever de reconheeiinenli
i-i i ni .i i .i vcx. e um principio de Mol la le. Jyn>yas nSo
O a liuiirem que r s, en .s.e taes semimcn
t is. Elle, que ii.ln ii'ccava violar os mis
sagrados emi entine nflo po'ia ler > toril-
pulos em p-rseguir os que lhe cundem a-
0 JAI'AQ vain a lerlilia. Subi ao llirono e. m o
I mais urd-me deaejo ile vinganfa, e a Ou.s
EmqUanlo em toda a pirte as trras e se sentin lia-tamo fo mares silo activa e hbilmente explora tos ; dos seus adverslos. comeQou cunta os
e nquant'i os fllhos da civilisacSu moderna christos os planos de vnigauta que lena m
exctalos >elo de-ojo de fa vida curiosi lade, ou pelo nobre pensamen- ros, exiUlsS i per.elua dus puringu-z. s,
lo d "Ciencia, i en liaui ims mais 'ffisti- o e\t-r uimu .lo c .tuoiic sino ni ex.ensilo
das ragiOne, airavoasam os bosques virg eos de seus dominios.
VARIEDADES.
a Amrica, o juugios da ludia, os galos
alos polos, acampando nos dse i is, e aven-
turando ae no meio de tribus selvagens, e
UXtralliudo d Sllas al evnlas VagenS ullu
1'iEM.
Nesla (erra da Asia, assim como na des
N-ros e D oclecianos leva seos ma'ly-es
nova pagina para geographia, existe uo Evangelim, pagan lo milhares d i individuos
centro do ocano, as mi'gens di China, com a vida a nunca d prefanrem o Uouma
e dos domloioi russos urna legilo, por um dos apstol >s 8 id dairia los bonzos. Por-
moiu.'iilo I iiiiquei la, maa logo depois ri- 'ugi| man lu ao sanguina io ipn'dor
llorosamente fechada aosea.irichos do fon- urna emhaixada ielmdo Ih modilicasse
risla, e curiusidade do commerciaute 8HUH crueis decreius. Os inlividtioa que
he o Japo. fi* ram parte desta oi8s3o foram todos en-
Os primeiros indicios que houvo na Euro- ''"gues ao ruielo -lo algoz. So doos dellos
pa desle visto e populoso archipelagosubi- e-cavaram, para irem contar sua pal'ia
ram at o seculo XIII, se como alguna gao- '' 1ue """!" 'yervas ex-rcia o s^u pol r.
graphos perlendem he esta a ilh- Cipingu, Desle esta epoea n3o vollaram os portuue-
cujas deslumbradoras riquezas Marco Polo en Japo. Os inglezea e ruaaoa leem
descreve. Tres seculos ha que a encanta- querido por diferentes vezs ah penelr r;
dnra Odyssea do viajante veneziano, a ilha porem, so oa hullandezes ronseguiram ma
Cipingu, e muilas outraa reg.Oes, cujas f'ir urna leituna, mas co n que condifS .'
niaravilh... id m J.-rr. v u,........,..u. p. o. He lima viu I...I, ira pns.lo a aoa mora la ;
cameute a imsgiuacao dos leilores da ida je esiSo nalla careados como enta prigosos
mdii. Marco Polo s conhecia a sua Illa vigiados como genle empeal-da. e quando
Cipingu pelo que della tlnha ouvido dizrr. alumas vezes sen. he necessano u na au-
Os portuguezes foram os primeiros euro- tlionsacau es.eci-1, sofr-nlu a injuria das
peos que s-hiram ah em Ierra.Quanlos Pr"ruQOes mais minuciosas
descobrimentos nSo devemos a esse peqae-' iJJo oceupam -lies ver.ladeirament
no reino de Portugal, oulr'ora anmalo solojaponez. Para maior wgnranei for-
detSo ^Imiravel enthusiasmo!->i come- a"""0'-'he a porta da cidade .le N gass.ki
codo XVI seculo ires portuguezes que se uma H"a, em for na de leque de 6uO .s de
achavam a bordo de um navio cni u-z foram compnmenlo e 210 oe largura, s n lo .st-.
enojados pela t mpeslade para as costas lo I ?01"u Ia ,h" ew >n'cado, e aonda dee n
JapUo. Adescnpcflo de au aventura bis- 'ler os seus armazens e residencia. A ilha
te va para despertar a em> iflo de aeus Coro. con>uiue. cum a cidade por urna ponte,
patricioa, e no anuo de 1513, vierm outros roeili da noite e de d>a por ag-rrles de
portuguezes dev-ssar eslas novas plagas. Pu'cia e soldados Nenhuir. japonez nem
Unachronica japoueza. da qual Mr. Si-- nol(audez a pode atravessar >em lieenca es-
bol traduzio um fragmento, conla delta vec"'- De um lado esli cerc-da fenoria
tando apenas reunidos um peq uuio nume
rodelles, que ou por mais perliuazes ou
por mais ilcsciiiili ul is, a i ii 11 nflo se tinliflo
querido dispersar, e accresceotamos que
boiadas por esses lugares seja em manadas, era porm de esperar que estes mes-
de pequeos lotes, de maneira a nflo pro-| mos brevemente se retiraiiam samser pre-
duzirera fortes raovimentos : pa licipava ciso oemprego da forrja. por quanto o re-
igualmente estar informado pelos couser- verendo DluiOOa'io Ir. Caetano de Missi-
vadores, que pela reforida ponte do Cixan- na continuava a fa/er-ilies vniu o erro em
g algumas vezes lem passado carros pnxa- que bavlflo cabido, longo eslavamos de pan
dos porcavallosa granJe galope: resolvoo sarquejno presente numero u-riamoa a
a cmara se mandassem copias de diloofTi- sstisfacflo deaunuuciar ao puhiicoa paci-
cio aos fiscales dos Afogados e Varzea para licacflo completa daquella couiarca.
informarem sobre 80U contundo. O Sr. lente pO'Ooel llygi oJo Coelho
Foram approvados os aeguintea pareceres commandante oacjlomua quo daqui par-
dous da commisiflodeedeficaflo, nflose.tio para Pao d'lno couimuuica en data
oppondo a que sejiui concedidos a-Jos Ma- de 10 do crreme a S Eta, u S presidenta-
medeAlvesFerreira, Jos Francisco Tavares da provincia que ep.tr ranaiuella villa em
o Manuel Alves Guerra Jnior, os lenenus encontrar neunuma oppnsic>>, sen lo peo
da marinba, deque pediram ttulos de afo- contrario recebido por verts pessoas con
ramelos ao governo da provincia, o pri- bandeirasbrancaa, e uul usaignaes demons
meiro por detrs da roa do atierro da Boa- tralivjs le Vista, o segundo na ra Imperial, e o ter- verflo do propnoofliciodoSr. commandan-
ceiro na ra da I inflo. te d columna.
Oul.io da coinmiss.o de netifOef, a res- Segon.lo as parlicipaCOes recebilas linu-
peiloda representado de dous moradores temehojeloda a urovmcia go/a de perfa i-
ilo Curato do Loreio, queixando se do pro- l* >z, pelo que nos cougralulamos com os
cedi.nenio do lisCal Ja Munbeca, por a in- nossos leilores.
telhgencia que deoio art. 4 ululo II das bis aqu ooilicio que o S'. lente co-
posluras, opinanJo a commissflo em sent- rouel ao go-emo da provincia danlo-lhe
du opposlo eo meamo proced melo do lis- Coula de su. enirada na villa de l'o o'Alhn:
Ce), lllui. e I xui. Sr. 'I eolio a honra de
(Jotro da coniinsao especial dos Srs. communicar a V. Eic. que oceupei esta vil-
Franca e Mame le, apresenun lo ce las con- la com a foi (a do meu commando pelo meio
sidora^Oas para -seren lamas ao conneci- dia sem t-r encontrado obstculo algum,
inonio do Exm presidente da provincia, re- sendo recebido pelos seus liabilautes com
Ilativas as disposises do regulaoieulo alo as casas cot- ras de ramos verles e varias
cemiteriu, de cunformidade com a auto i- pessOs com bainleir-s brancas; e c-imo
SacSoque para islo tova a cmara em ofli- nflo Uveaae en ontrado o lr. jni de dir ito,
Ciode S. Exc. dn ti de uuvembru un uno e as eulnurida es policiaes, man lei-os lilis*
Ficou pieju licado upar, cer que pr-zen- car n s lugarasuinie.se liaviam relugudu.
tou Couiuilssflo de pi-icOii- no sentido Dezmlo pacas do Corpo policial, que se
favonvel a suplica des fogueieiros relativa achavflo aqu oesiaca jo-, ja e meapreseu-
ao imposto ue a,000 rs para soltar fogoa larau. neus gui de a V Exc., acampa-
de arulicio, menlo ni villa no Pao d'Ajno iO de Janeiro
Foi uemiltido, por proposta do Sr. p'esi- de \Hi l.lm. n Exm. |r, Dr Vctor de
denle o fiscal da Manbiea Jos Antonio Mo- Oliveir-, pieai.lente desla provincia. ffy-
reira. il""> J,,,,; GpeMo, teoenle coronel comuiau-
Mandou-se remelter commissflo de smi- daulo da columna.
de o diploma do ni", em mauicina passalo ____^_^_^
pela acaiemia lo Rio de Janeiro, a Carolino u na pesaos fidedigna, a qual se achava
tinhab recolhulo'is suas habitacflas,"res-! mudo a chegada d'aquelles :- No vige-i- r'"ndo/a de urna alia o.u alha, do omro
mo-segun lo dia do oitavo mez (1) surgi t,,c" n, pruximo aKonza urna embarcaeflo estran- P?o do ocano. Nflo p .e lauc.r una cha-
ge.ra, com quasi dOMotnj homens de sin- lu'" m". e b,^co, '" "* "* I"" "
guiar aspe.to Era iuinUltlglvel a sua lin- VB*"" l"'81"? P'ageua, Chain a algu
gua, e ignoro o poli don e uuii.ui Acha-
va-se com elles um China que sabia e-cra-
ver. S uiliiis. por elle que aram uauba
dislaiicii da feto i| noliandeza um liuiit
qu- Ins nflo ha verdad i ulirapassar.
O c efe da Cun 11 n i,, po ie.ter commo-
. barbaros d o sulj. No dia 26 entrou a e.u-l """"."O lirecta co u Europa, eesta sujei
b.rc-cSo no po lo de Ak .-Oki. sujeitao lo l0 JUr'-"C^o do guvarn dor .e J .v, o -
se a Hispen,-.",,, do governador, e do bonzo, c?'" e,lrt se c"' rMP''le- Xoio* "n"
por meio do china, que se.vi. de int.rpre I u,n ef,uCa "'" '" cumpanhia hol-
l. II.va a bordo douscommin laules qut '"deza da India, de Uatavia para Nagassa-
usavam armas le fogo -Jamis se vira cou- kl '.'" P*r" '"' ",ur "uer ""i su< "
sa s- ni I i.a ii Lo no paiz
Ne.la puCa os |a |u uuzes que faziam gran
le i'iiniiii iciii (lera n liom gasalhado a esta
cohoite de ruarioio-iros esirangeiros, que
lip 8 lia/iam novas nieea Iom..-, a'irindo-
ih s uuvo ca mo para especolarO a. Depois
desla feliz lenlaliva, iiAo podiam os porto-
goezes iieix i ealli voltar; e assi n o li
liclicia), nem mas, nem menos lo qoe duas
ii h.n c .cric-, seiiiiuellas pos a ias na cusa
aguardan! a clregada desi-s lisfi is-: e logo
que sflo avista los, agemes ja,.niiezes se II-
ligein a elle ; o sem ir.....a bo do, nem
il /..! au c ip La i ii n i mi p.il.ilava Illa fa-
zeui por escripto urna sene de pergunus,
a-.| mes .ii' vi- la iilu-ui responder por e-
eram traiendocomsigo alguna desses pil'cr'Pl- Al nova ordem deve,n as e a.b r-
missionarios que no -.eclo XVI se arroja-1 cscoea lu ^ai Ierro, sob peua de"serem Ira-
ram com ardor aqueliaareaiOeanovanienla tads como inimigas.
a______a. _. _____. _,_... i i ......... I... I.. ...
.lesrol) Tas, para ahi planuram a cruz ao
la io da ban'eira ral, ligando a c.n,, ,,,.
lieos acaula dos i os. Tflo Corajosos koji
lulos i'XCilarain i admiracBo do |iniii j.(.,.
nez pela auslendade de Seus costuma-s, ar>
t ahindu-lhes a sympalhia pela uncao da
sua p-lavra, c faz.-u lo rpidamente nume-
rosai converso 8. Formou-e pnr seme-
ntante modo nesla regiflo at ahi, comple-
tamente ignoiada, u n estabalecimetilo coa
mercial e urna iiisil uni religiosa.
A obra da transfo gal iraballl iva pelo s u interossu proutio
e pelo da pregafflo evanglica, it, passalo
algum tum.. com 1 t mente arabar->e;
e lalvet buje as grandes e fecundas illias d
Japflo, em vez de s-* acharem interalicta
para a Europa lhe fossem plenamente fran-
queadas Sem embargo do que di'em Vol
taire e out'OS philosophos, emendo pela
luidla paite, que nflo era es>a u na emprr-
za condemnava I. (2; O edificio rommercial
e religioso, emprimen ildoconi ardor, pro-
segu lo com peraeveranca, desabou u'oiua
tempestada poltica, sol o i nperio .ieum
usurpador Este f .co foi por vzea conta-
do de diversas in .nenas Julgo que poderei
dar del a u -a versSo exacta.
No seclo XVI ,cnn io se vago o throno
ale-iugii'', dis .otar.ni a posse della slguns
(1) 0 mez de out ibro do
ii in fe ve re ro.
inno japonez
Fiancisco de l.ima Santos, que requereo pa- em Pao d'Alho a 10 do cor ente, commu-
ra ser registra.io. nicmi-nna da maneara aeguiute o que all
AchSo-se reclu dus as aulhenticaa dos (ev.. lunar no decurso delte :
collegioa eleitoiaesdo Kecife, Cabo, Igoa- Como quer queo Sr. ten-nt-coronel lly.
ras, Goianua, Garanuus, Bonito, e Li- o,,0 J s coeino livesae de l'a/er ue te da
mooiro. suaoutiada na villa com a columna de seu com-cae e
_ 'P.eh.rflO-se ss peticOos de Joaquim coma.audo, visto achar-ae ja o povo d'aqui () Malle-Hrum. no aeu livro ,1 geogra-
Gooc.lv,8 Bastos, do Antonio Jos Teixeira, gocegado, gracas aos eaorcoa empr.gaJos phia, du, fallando da axpulsflo dos missto
o oulros foguele
pes da Fonceca
sessflo.
Eu JoSo Jot
rio a subscrevi.
ci,--Cirneiro
RepartQ da Polica. 0eretabuord'|USeno'do"B tVrrrelmente pirciil qara imaginirqueum
PARTE DO DIA-8 DE JANF.1RO perlencente ao missionario, e por immen- Francisco Xavier, que foi dos primeiros
Foram presoa: a ordem do deleg.do do so povo, hom-ns e mulheres, que canil- pregadores do Jipflo liocisse fogo a algum
primeiro dislricto desto termo, o portuguez ram o Corasflo de Maria. Chegados ao Li-, edificio.
O governador, depois de examinar os do-
e iinenios que lhe sflo remullidos exige re-
InllS :o u..\ 10. e a eilis e-l s Itll'S SO en-
valos, o chefe de polica do Nagassski.
Hcmpanlia lo de alguus d seus ag-ules, e
antes das margena do Japflo, Felizmente,
parase desculpai de suas iinnerfeicflea de
Mngiiage n dissn-lhea que era unihoogle-
cilu-lier (l; o quo os interpretes tiveraan a
bou lada de L.....1 i/u- po hollanili dai afn-
tanhat ; e Con o existe gran e Val iedade de
i n iiiius ii..s ilivius .s regifiea de seu paiz
.lllei i|e|M Ul q e p 1 I I acial el'.'r O rOfS OO
Oa longiqua II ili,ma. G'arjas a esta re-
floxflu, Mr. Siebuid foi auctorisado a oon-
seivar-sena leiluria na qualidade ue me-
neo.
O governo japn z niln lermille que haja
o si.. si.i cien ii-nto mais d- onza euro
pe.as, a saber : o prasi lente 0/>perAm/rfq'ie
os ni.lig-n is leo. i n i n i ai Dolan la aiu Hn
randa Capitn, um cn-fe i armazem, um
s c euro, u.u medico, cinco eaixejroa,
dous mucos da ar nazem. iis onza h bi
t. ules a-1 ti Deznna ilevnn despeijr-se de
-uns i mullas pu. lulo o lempo qun esiive-
reui na pri.flo. NSo pode n elles, ae sflo ca-
sado, ter e nii-i.o .i.ulii.-ies liihoa, e n-m
sequerum criado estraogeiro Sflo servi-
dos por japunezes quo liles entram em Casa
da i ii -i ii 11,1-,. e devem stm falla alg-j na sar
ao por io sul. Us vi veres lequet-em ne-
cessidadesSo-lhes iiiuistra los cor forn.ee-
d'jres qu o g ivern-dor Illas designa, cus
t.n lu-iiie. ni.i, ci ,Co aur cent) do prego
Con. ule. Os mucos que empregam innin-
i. ee.i.j i|,,s nercadorias alo tambero desig-
na ios pelo governo. Cada um denles h-
meos um ii.- .-, de um iniiia-te qn lhe serve
le passapoila par. entrar em Deuma, e
sar ; poim ames de comefarem n ato em-
prego Jeve.u to uajurai, pela sua Cab $
ie nao I.,. mal. ui liga algum i C un us hu
laiidezes, du liles uflodareui comieriment
algum das leis, liuguige n, e coslumes do
Ja pan, i. J8 ni lerem, n'uina p uve.
cum ol soutras roUcO s qua nosejain as
rigorosamente uoceseaiias para o seu aer-
VifJJ
O governo japn z s iseota destis seve-
ras prescripefles a u ,,,, claase nica a laa
prostitu, qud polern nit araem lifllcul-
dade em Uxzima.econsatrvarem-se am eal
habilaiem. Pnrm a viorein a Ser mflia,
os linios nflo fliaio por modo algum ta
leile la, umiJi longo em longo alcsncarflu
lie. nca pa a i.e.i. ver m-Ua pais.
II. c-.rio qu awi acra fumes obrjgou o
ll'Uli un a la. c i .,,- ,i, ., lui.iav os de CO-
ragem, leijio sido por muitaa Vezeso pri
lili IIO IlluVel JS ,aS O.IS ni., l.-|,t iIlVl-, e
d.s mais avenlurosas expl'ra.0es. Quem
nflu pieereri. as n.....-. da incerteza e .,,,,- .,
ios pnmeirus navegajures em paragens
ignorada, os illa* de auflVimeiito e pengu
dospiimeiios explora lores a longa e tris-
tonha existencia dus nuliamlezea em D'/.i-
ma ; a priso ie alguna anuos entre os mu-
ros de urna ci lado e s on as lo mar, sob a
vig a de urna polica niquiea, ao rgimen
da .iispOsicOa ui.haules, o sob a esped
"""n jodarqia n.j, (tlt parar, quaudo
Ibe lembrava de im, r castigos ?
O piesiaeme da reibuia ue admiltilo,
duas Vezes pur atino, a au liencia do gover.
na ior de Nagass ki. Ha urna das prorugatj-
v .8 da aua .ligni iaile, qili elle, Certa, de
botn grado renunciara se po testa Apre-
-eul i-s au I ii il ii'hiii .. r o superior jaiO'-e,
em "i lo jal o chSo, o pa-ao que aqu lie
iem se ligua ao u,. un. salida lo. Ifi oepul-
'lltro ellas una i .. i pu i CollVe SattlU q .e
3o pasta de algoinas con .s p lavras d
uuipn enlo, que silo sempre sa esmas
Ksle aliali.g.i no eiiiiv..ii,;.-.u le. m nuil e
breve se a etiqueta japone/a o nflo proluil-
as.-o com alguna ro ni is Pelas les .,ue
ojiii.i n e-I eliqn t. nSn d" o pr.-.sid II-
e, na sua infi na siuaqlo, fallar alirecia
nentea um liumem ll cono o govemidn.
mida que elle durante a sua uiorada en.
H-in ,.os.a saber perfeiiamente o j.po-
ez, faz os seu cumprinenlos ao inl rpr--
i que os Lr.iif i/, ao s-crelarjo, o qU'lo-
l alismitte aoseu nobre ebefe. A reapost
a guo a ni sim orlen, -li er iciuca. o pre
sidenlo curva-se do nuvo, e a audiencia
n aba.
Acontece tambero s vezes que os holln
dozos para se dislrahirem da monotona em
qun vivem padein lcenca para passear as
uas de Nanas>ak:. Este f vorlhes he f.c I-
ment concedido, mas s or um da, n loe
Casta caro vilo piden ell-s euipr-heudei
sta ezeurtln s m sa>en escolalos por
i to numero le empregidos de polica e
ule, ,ue| s, a Cala lllll dus queS aSsiste o
iireito de iraz-r comsigo aiguus amigos,
llsaga'lll s nlll -lies e I.....ti lados [pul to-
las as d.-s e/as |iagas, du amo o passeio,
a-la c I nuil de D'Zina. E'ta SOCleala le
travessi a c da le, q,|- h, const n -.lena c i n nanita reguiaiida le e elea n -
Ca, seguida de ra eui ra por u na umil
Iflu de curiosos e d i rreauQ as que a acom
paulia n fiina se fO'a o ua masca'ada, hr.-
daudo : Honrado.'. Honrada '. l'a a depois nos
jar luis pu iliOtil e uo hulequins, aon le o-
lilhos de Amstar.lflo eneontrain um retracto
IIIUI li-l dus seus mis'koes, tosca an i n illa
nos c i-t unes da usi. r II di m la.
Qu e-q .er que aej mi as se lucedes leste-
eScabeleciiueiilus, o o pa/ r destas jorna-
i-s. que os captivos ale liezuna po leui bam
ioiioiii liar sua louca jornada, nflo pode i,
elles deixar de vollar a aua prislo ao pfl.
uo sul.
a leiiun i manda lo los os annos presan-
tes ao im .era lur do Japflo, que reside em
Jedo ; e lodos os quairo an 'Oa vai o propriu
pi e-i leu tu tributar u,% Im uen igans a sua
temerosa magenta le Esta viag-m peridica
princ iri, cujos eii,.loa elle atrav-ssa lhe
manda m urna guara de honra a f.....i 11.1
de seus estados : e oe ho nena, mu h ,.. ,.
ereang.s q I" aCl lem a esliadi o siuili'a
vullaiiilo-lha as coilas, o que he n aune da"
nili lez japoueza, por iue mustrain n,,SJ
qu nflo alo lign ia de-olnar dj fente par
a all p-rsnnagam que ancn ram
D Dezima a Jado va 111 eznnl-s e quarep.
la e cinco legii's. O trajelo f z-s--meiali
mu ni n n melada pnr Ierra. Posto q ie aj
esira las so achem em gerai bam c ms-rva-
las, e us barcos de autemflo no ia.,id iS 0
e b uxadar bollan ler, qu s f- / pejuenii
jornalas, prec dido das anas bgagans .;
s gui lo di 8ui cq ii ag '111 de cha. nflo alra-
1 es-a esta curto e-i 5 1 om meos de sele
-o.iiaii-s. (2^
A nascer do dia largou a emhalxadaJa
sua ultima estacllo .....im Imi paral-in,
Comnanha la I. um lo m dustacameut 1 da
iro.ias, que lhe fot enva >o da capual. Alra-
v. s-uu lia Mo grande multiuSo de puvo
que apenas p I-, Com auxilio d- seos sol.
da ios, abrir pass oreen. Eolrm n'uma cai
|iip llie ue us en .Im n'e d sl nal., ,. iUl.
mandara adornar a sua CU-la. Co 1 ee ni U||.
tao una sene ie formtlida les ja.mn'Zas A
pri o, ira rousa, uiz Mr. giehol 1, h" urna de-
1 uiac 10 do governador ale Nagassaki.que rn.
si e om Jeuo, (3) a q 1 I. dan lo cunta a0
ro.i leiile dos euiii .11 iieiilus deste senhur,
llie enl'eguu una uta fazeudoibe aabir
os usos a que se deve c informar. Velo de-
puis u na i.'poiae i,, do Che e 10 c un ip". ,
estraiige ro, com as niasmas comm-mla-
Oaa, e il p u u >'B outra lo 11.....1......dos
c 1 tos lis noliand.'/es reeeuem e-i s dele-
glos em grande uniforme, e I .e 06* race n
lico es. A esl'S visitas olllciaes aeguam-se
as dos negocame uul 08 habiiautes lo
Jedo, que, pur intermedio do- nter orles
c ni-egii.-.ii ialni e 1 11 us mu un /. e ,.p.
iregar-lhe p (a de oblerein cun islo um presente eu-
ropdu,
c.n pin lo, al o da om que o nmbaixador
lom honra da s-r chimado peraula o so-
berbo Siogoun. nao p le, ue 'i sabir dos
seos quarios, neo tratar negocios ll.s. i...-
micMi 1,1 .. vigiado na sua nabitaijflo de Ji-
lo, cumo na He de II /.i un, e para realzar
a grar;a insigue que Ino he piouhUi la f-
/e 11-11,1 muitas vezes esperar por ella um
mez.
Cuega, linalme ite o grande dia. Vai
abr -e a porta 00 paUciu imperial Pelas
6horas la manilla, o embaixa 10., trjando
um vesii 10 de v-ludo bor I, 10 de oa u ,fl8.
e e o m ue 1.1 co n a sua escolla e a us pt-
.1 iqillus ; ti,i.i-s.,i 11 p.I eno mi In ',
pino 1 1, pi o p em ierra, entra na sala
das guaras, aunde 8" I lie ol" uve cha. |)j.
he Condol I a outra sala soud 1 algu as
ulli uaes o itistrueiii uo ceremonial que deve
ousi-rvar, receiaiido que se esqueca delle-
la/.eiy-iiii! por diversas vez-s repeiiras siu-
daules e reverencias du estylo. Pataam- deaia modo horas iulei as, O Siuguuu nilo
lem pressa de apparecer.quan lo era de sup-
pr que elle livesse desejos de ver estes po-
bre fstraugeiios.
SO o declinar do dja he que o embaixa-
dor he condundo pelo governador ,ie Nagas-
a ki a atura ia ala sala do Himno, aon le en-
trou de joel .08, curvado- at o cha 1, aguar-
-laudo a cneg.ua do .-.mu no. II-re.....te
o\. lamoo um rauto Hollando capilnn\ o
eiiiuaii alnr eunarrva-s na mes na pnsicSo
uflo ousandu fazer um muvuiieulo, nem Im-'
car os uluos en lomo ie si, at gue o gover.
n-doa Um puena pea larda. LeVanU seen-
Ulujac.ba aau.iieacia, e volla a sala de
e-pera, aund 1 um circulo de olllciaes e
fuuc ion.ros I ,e a.r ..leceui a ho ra ma-
, 1.! ... I 1 ..- lee.-li -u O 11.Mira 10 hnllan.
J he ..i'iip ...i.. ..H.iw.ii: a uiii.sd- ., .. -
aslele! tu
Do palacio de Siogoun di'ige-se a emba-
lada ao 01 principe hereditario, n depois ao
dos ministros. Neste dia solemne goza elle
le a,.a.enie liberiale; pode percorrer as
uas de Jedo, entrar as casas, cercado
sempre de om bou Ilude ro de VlgiaS. I.ngo
I', os -se n.iv-.nenie a caminlio p ra
11 Zima, li a de visitar, na passigem a Mi-
kado que ne outro imperador, mas s es-
a/iiitu I, v>-ne alo como um lieos, m-ssem
u er algum : he li in do aol, po.m est
esh'-rda io Assim no Japflo cono na Enrona o braco
que empuulia a espada he mais corteja lo do
que a m.io que a lumen-i- M. .Mor.ll l i-r. (COOj-
lllllll llll-l )
(Diario do Governo de Lisboa.)
- --------------- w --. 1------------- ~ -0^w.w w>* Ja um ou ilous indivi luos da I liona bol- [ja so ua0 f, COl ,,ieiniie po opa que os
I Meza fa/, com os seus interpretes a visi-
la da .noarcae.lo. Seo navio nflo he do
iiiiiiiiti, j(l., qu s.li auili iiis.ul i- para fs-
Zer rSla Vi.gnill aniiual, deve logo afa-lar-
se. Seca eba deagoa.ou de alguma outra
provisflo ne-lbo i.irui-ci la, s -111 que pussa
entrar na Babia. !> he alguma das embir-
c .e s da I ilur a, o c aefe de polici lhe da
.cce-so, iiraiido-lne aruus e inuiiii- s. que
hollsnlezes anliganienta ueila osioniava u
ComlnJo, uflo deixa de ser com a mi 1 la
de culo ap .ralo, e o ge uo cmeinoniosu
dos japonezes dim-lhe um carcter asss
m agesto.o. t) pie-i icol. oo p le, salvo
raras excapcOes, levar co nsigo mais do que
o seu medico, e o seu sen -i. 11 uoietn, o
gove nadordeNagassaki tile 1a urna 'Scolla
d- 3>empiegi ios, lnie.prrt 8o.ieposii.dasiruin armazem para Ine se-lpu,1CMi Me> CllII1 us a.us i-n.dos"e purlei-
e.i. restitu las na partida A carga he ro4> ,riualll Uina 0tnnu do _,,, a ,
toda entiegue as aulnondades laponezas, homens.
Oa i-i- reii-ia mala ferela cu) diamantea sao
na ale ('. il.n.nli 1 Via.apur, Hurneu c Hataca na
ludia, n na America Harlodloaal o Braall, acl-
u, 1 ale ludo o ni'ia. Na ludia tein odlaniniiie
|. u jimp 1 nina especie de cascalbo coianli. la-
do ; No brasil eucunlra-se um cascalhu solio,
coiupoato de seuos rodado-, ara e oxido tic
ferro, e acompauhadu, pur va d regra, de |g-
pizius lu 1 11 ua ainarelus e azuea. E u .I.: 1.
.-i.-.s lem o precioso niiueral pur jalgu mate-
rias v.i.i'.ii-i. de urigeiu recente, da iiainma
daqueltaa a|U- a geulaigla chama onyd O.u 1. v
Quando oa di luanle. s'..j curadas, deve al-
l iiiuii -s. este accidente i preaeqca de alguma
ol iitiila heterognea A cor am irrita, mais
ou meque carregada. he produalala por algum
Ido de ferro mi manganea; a verate pur oli-
dos de nickel ou de cbromlo, cumo nos esuie-
raldaa, us rubls e as saphlras orleniaes:
porm al.-ni deataa duas corea priucipaea, ha
i uniieui diauanies azuca, clozenius, verinc-
Ihos, e meamo negma.
Pul eni 1476" a|ue Lula de Herghen deacobrio
o argredo de lapidar os diamantea por ui.ua
de uniros dlainanlea. 5egondu aa dilt'erentea
n ni-ui i. de lapida-loa, i unan) oa diamantes
o n.....ederoaaaou de brllnaniea. tila ultima
forma he a ijue da i pedra o mala bello de io-
dos oa seu9 aspectos e maior preco ; i|uando
porem, a supertlcl- du diamante, por demasia-
da, nao est em propoica.i cun a aui espeasu-
, comu ..i tal casu seria o. cessarlu perder
grande pula de au. massa ae afl Ib* qatfaesae
dar forma de h Ilh inte, lapida ae em lrma
de c aiy-.ii u. fiirmid-i de triaoguloa ea|uilateros
e terminado em punta Aialm, quando a pxdra
que se ci iiniiia he terminada em puna, trata-
se de um diamante roa; quando na parte
superior aprsenla una aupar ticte plana, trac-
ta-ae de um bullante, lauto o diamaue rosa,
cuino i, Im in inie, pi'i.lrin por meio da opera-
cao, pelo iiu-iiua in. laile du s.-o preco; C por
i un-e.j.....i. i.a o valor de urna pedra lapidada he
n dubio do valor ale urna pedra u mi accics-
cendo com o cualo da man de obra.
II iiuiii-n .li.un uiie, denominado Uonlanha
que Iha man lam vender, lhe p.ia grave occasiSo toma o nreaidenla r, ***< ""-" ) de que ua l'ugleae ac a-
,i ,1,'vi. levar Keeeian In ou os hmlun al,. 1 uocasiao loma o presidenta O nodrraram u ton......Ji.- oa India prli tiiaurt-
da.es flm miuuaTdo ele,ii?dX tJtu"' Jo chefo d" ei""'"da; e vai ter a ?. ..ue ,0do. ..be,, he ..... diamanta ro...
dazesfacam mau us. do Heme uo de cor- njll a ll)glglle da so ,i)rt.uU, ao lrnuor,. y^,,,,,, xi Jenaull 0 aqu..io. pezava 80o
rnpclloquesecnama inheiro, nflo Ul -a he dor. o pur osla occasiflo os japoneze s. es- qu.lstea.qu-. pela iuhabilldade do l.pida.ia,
perineil'du fa/er uso de um 80 ducado. Se mera m era o tratar coma maior disllucco 'iue f o um vrneaiauo chamad.. Hortei.cio Por-
Mr Pruudhun i ..agina ser o inventor do -CouduZe..-no n nonmon, csaecia de na- 8"- '"'ram reduzdoa a 279, aeu peio actual;
banco de cambia, esta engalo : o Japn Uuquiui, exclusivamente leso, vilo para as '"rmldavel defalque, que o Mogol fu. oso lhe
precedeu-o na mullo lempo na apiilicaso pess'o.s de aVW0rlV Tou as"."
dest- n.onha theoru Ob.neo.de c.mbio WU, o fuocci.rio japonez euearregado
la cuudiicc.io da ar van i, veiu poigutil.r-
ne o oiiieo iiruc.'ss i coinm retal legalineu-
e a i un l ud i entre a faltona n ra ud- /. i, e
o gove. 0o japonez Tudo se pus-a do modo
nal pacifico, islo que -8 aulliuri lad s de
Nag.ss ki uflo per ...ti-jtn que se mes llscu-
lamos algansmos, ou que ae loes eaami-
nem as d liciie.. II o bello ideal de um
banco brivileg,do. Ha aasim qun se evna
toda a discussflo desagradavel, qua se >t-
uill i ni.n o o penuada a missflo dus iri
buu.es de co nme ci. Que us hollandezes
estejam taocegos com oasaua hbitos eu-
ropeus que dezejem outro modo de traosac-
eflo, nflo be couaa que maraviihe ; porm a
caritativa regra japoniza acha-ae deste mo-
do estabelecida, e elles se submeltem.
Em quanto dura a descarga e cirga de
le pagar, ...puniio-lne, l"ir pen.io do aeu
uali (Hu, unta inulta da lO.OOU rupias.
valor dua diamaute regula-ae pelo nume-
ro dos qullaiea que pezau.; uiaadeial mu lo
Ine -ion le que. c.|.. ir janur e do nin,-pc- que u iiiii. valor errace ou augmenta na raiao
zar de oslar ja de otile "So oetei minado quadrada do pezo que a pedra (San. Aaa.
auude deVa lo vaiui ve, n.-ut, parare llcar. U"' diamante bruto do peso de un. quilate, ou
Hi-su ii -s ii .s iius.u-d.iijs ii m luurquaito, graoa. valer, por rariuplo, tVUUU fu Ira. un
odouo della vem etn tr.jo da ceretnuitia
laz-r-llie os seus cu upriuieutos. Tudus os
(I) He lie n sabido que a lingoa goimani-
ca se divide em dous pnncip.es igmos: o
allemflo superior (hooglocitsch), que he u
allemflo de Goethe, o Sclliller, e o allerno
inferior s que perience o dialecto bollan-
dez. Os interpretes Japonezes quando tra-
dtiziram hoogdecitsche'
diamante do ineame pez lapidado e... furnia
de lu Ola me valrr 3l ; um dr d. ua n.latea,
i-JSfOUU: um de Irea qnilatei, "SH/ontl u.u de
qu.t.u quilates 12/iluo ; e aaiiin pur diaute.
O modo de fazer u calculu he mu.lo ai...piel,
-judpouha-ae que um diamante lapidado de uui
quilate vale 3-JaVUo queris saber qual he o
valor den.ii diamante de dous quilate, ? El*
(2) Mr. Siobol i, e Kischor dtscreveratn
minuciosamente esta vi geni.
(3) Ha sempre rm cada provincia, e cm
por allemlo dos
paizes altos e das montanteas convert- um navio lie a sua tripulacflo guardada de apenas urna designar;9o geograpbica n'uma dem alternadamente na capital, o na cibo-
perto pelos soldados, vigiada por espas, o | dosignacSo pliilologica. | ca de aua Jurisdicsto.
M


aqu a regra. Qual he o qnadr.do de 2? lie 3 rins cnm SO 1 .tai I fruas se'C.s, 3 far-
4 p.i-multiplica! i por 324OOO. r a.harri* dm rom 14 ar. ob le f I. pinole, harri-
I2H/0O0 Querra .abrriiinl he o valor de un 0m j garrafa* d" .HIT reiKeX finlmt ,
diamante ele 3 quilate.? Prncrdel t J
Movimerto do porto.
Navio entrarlo
Aor.ng.rb, em i8de oovembro de ifl0.i. a per. 974 tonell'das. flcm 'U'O osegnnt : 876
mu-do de eaaniliiar e de peaar o lamoso s,.. ,, Co n 1W0 > a.roo .s do .ssii""r.
Koh-i-Nur, que coualliiila a principal jola do Liverpool p-la Pirahiha biitue Oglas
tl.e.uuro Imperial de Delbi Fo nnpresrnc. Bllkl|, UB 2l6 llie||, eon ltalo u e.
tgS*S& CS'yyS^p: MT. ltt.aac.ua "a looO.rrub.s de
francs, em dua.salv*. de ouro. o. sciutlllan- a-sucar. ... a.001..
es llie.nur..a de seu aenhor. A cuileccao era A-u', hiate b'aS'lairo An/eliO, de M 10-
em indo magnifica p.irern .1 Woutanh* de Luz nell* las conluzi. o-ei.i"te I 13 bar-
delaavia perder de vlata lodas a* outras pe- rll), 3 qua tula* 420 canas aieita.
drarlaa. P;o de Cam-ragine, hiato liragil-iro No-
O methado empreg.do qor Tavernler para y0 |,wino d-4 lonellad -8, conduliu o ee-
e.tl.n.r .. vl-.r do.grande- di..nante.,con, is- f ,,,,. ,
SffsttEttS&ffisz rae erresMtss
nelodr.tr ineih .do que lora. por elle ...II.- Carne. S chapeos dn h.el*. 1 C IX' Com 18
dos us dms mlores diamantea lapidado, que lata, de mar nelada, 13 a-CCns dolama*.
se eonhecrin. o prlmelro dos. quae. I..... RECEHEDOHIA HE llENHAS I N IEH.NAS GE-
Koh-i-Nord. de que cima fallel; o -guodo o RAg4 u\:_ pEIINAMBUCO.
dlamaiile cnado Haiinilllaoo. 01. Or.. Duque Ren,|jrrienlo du da 10..... 786.808
CONSULADO PROVINCIAL.
de Tuscana. pertencente casa dr Au.fla O
peso raicto do primeare he .1- '.' |Ui......
!l|i(i de q.iilat'. sen valor em libra* trne-
la, he dr 11.723,278 llbr.., i4 nMoi, r Suar-
da : o prao do sra un. hr d> |39|2 quilatrs, e
o sen valor dr 3 B08. 315 librea. Para obler o
ptlmrlro resultado calcul.iu Tavernier o |.rl-
Rrn lmenlo do .lia 10.
3:567.065
Navlm inhalo* no mumo 1
Baha 1>t. b a.ili-iro Cinricdoao, 1
tr-Vicente I'1 reir Lup-s ca'*" TI
genero*. Passageirn* Pe iro IgnM
Simia Rabello, e Henhque Jos Viefi
Sil.a
os
,3.
Annnnca-s pela ffgxin 'a aSr^Jn da
meia ttn c ns .la lo provincial, que 11- Imi-
ta diaa ureis m-rc- os para o reeabimeolo
da dermis do-pr.-dins urbano, leal* ai la-
d8, dn pnni.-nti inirslie 1851 a 1859 ae
flnalU.ni em ttdo ro"nte uiHZ d j nel-
ro, e lo lo. n.s pyoufii tariu* que dril-reo
de n-ge* uesso-praXn, inoof e rf na multa
de 3 ,or 0|0 sobre o valor de seus dbil .9.
Ttwntroe A1 >mllo.
RBfclTA EXTRAORDINARIA
Quarla fAra, 14 de Janeiro de 1852.
riep.ii .le uma o com a o .ventura em
grande oiche.lr-, anbna de nnvo acea
Genova eMirael* polaca sarda Bfffae- corn.0d00 hr Ihantiamo 0 maravilloso e
somi.ro applaudido drama de graude m-
chinismo,
D. JO.tO di: maraa,
ou
A Qutl de um Aojo.
O director m re.rio f-x sci-tiie ao res-
ih 11-v. 1 publico que te .d 1 de .leam-ncliar
o ir.balhoso maclnnismi J10 inleresaan-
tissnnn drama pr. poder por outres de
granilo monta, nffo p le levir serna ae
liio, c ptfl > Bnzion, c>riia -aucar.
Hufins mirado* na dia li-
Parahiba^ginoias, hit- hrasileirn No99
Snnlitira da* N.-v.'S, lo 20 lonolladai, 0ea-
tre J0A0 Fe.nci-co Ma ti..s.equingm ,
carga i'U8; JusUno da S.lva B' Vista.
Richemond 42 diaa b"gU" Btnncano
F.lmouih ue 208 tonelia I.a caiilSo
Johna'' Olivar, ,| rinha j a lleane Youll-. & Conpanhu.
Rio IrJ n'ir.r 9 d>a hngU' h.n.bur-
guo/B-rth, de 279 1.0 II "la*, c ii '^'"U""^l \e"
PRAC\ 110 IIECIFE, 10 DE JAISElRO DE
1852, A". 3HIIRAS HA TAHUA
Hevitt" umanal.
rime, m S.000.0.0.Ir libra, r.ter- 1#410 .a. por ''''*
..ruano. valiou-o u- Arrot.....Veodru-ae de i/00
rs. por arroba.
1 ,'.'"11
li-.lo prlo
lillas; a Rocycloocdla
uica.neule em 381 mil goinei. guud. se v, #*( a or
nao ha uaaa mala arbll.arl. do que similhau- Aieitedoce dem de 1/800 a 2#
tts av
;; t l.'io d I
O. diamantes corados de grandes dimrmoe* Bacalho ReMlhou-ae
o aluda hule 1.11...... ... e po.le.o-.e contar. Dnica, eie
O Maannillano aprsenla, segundo fica dito,
uma ligrlra cor amarellada, e e.l lapidado rin
forma de Uiamante rosa. O loige IV. que an-
tea da acqui.icii do Koh-i-Nor laia o princi-
pal orna.....iilo da coro* dr loglal-rra, he .le
mu Dell...1 a cor .mil. e peii 223 qollite*
O principe que Ihe lau o nonir pigoo por elle
ao mrreador que Ibo vendeu 22,000 libras es-
le linas.
O mala bello de todos os.diamantes de cor
he um brilhame de cor .inl celesie, que per-
lence ao tnenouro dr Franca. Pesa 67 quilates
v 1116 e vale 3.000,000 dr francos. U ultima
du<|ue de Yo.k pu.suia uin de bailesa inconi-
paravel, neiiro de aieviche, uvaltado em 8.0U0
libras estetliurs.
11 numero total dos diamantes de 36 quilates
ou mal., nje condecidos u mundo, u.io che-
gi em aPO. O inaior doa que pos.ue a Itus-
sia, onde conitilue o prioclpil ..roaiuriilo do
serptro linnerlal. psala 770 quilate*, vale-
ra i 851,728 libra, r.l.iluni. ae a.avali.coe,
da Kuerclopedla nrianuica fo.sem esactas;
I......... dous estimadores inais competentes
Murray r Hlaiidou. Ihe d uniaincote o prt-
liieiru 170 quilate., o segundo 193. Mr.uio re-
duido a este peso, he |i<- u 1 de alto valor.
A historia deste diamante, seguod .a verso
de ll.iuaic, he curlo.s. Bra na ludia um d >s
olhos de um dolo de Malabar, chamado She-
liiiaham. U.u di seor fr-uzea, que, p.if eQeito
de vl.situJrs eslraordinari-s, tinha consegui-
do ser iirom.ivido ao p..sto de acerdote do
le Portugal.
a 8/500 rs. poi
._m apparrncias de
subir em consriiurncla da fal-
la da carnr ecca o deposito
fi. 00 redtiildo a 7,3 0 barricas.
Batatas Vrnleu-.e a \fl00 rs. por gigo
da- trance/.as-
Carne secca A do 1.I0 Grande est linda, e
s ralstem cerca de 10 O11O ar-
roba, de Punios yrrs; aqual
retalhou-se de 2 a 3/ rs. por
arroba.
Far. de trigo-- Vmdru-se de ll/a I8|500 rs.
or barrica, e Ucarameiu ser
000 barrica*.
Mauteiga- dem de 480 a 530 rs por li-
bra da ingina, e de 420 a 440
da Piancria
Pastas- dem a i/200 rs. por cala.
Pinirnt ----Ilemde 4 a 260 rs. por libra.
Qucijo*---------I lem de 900 a 1#100 r*. do
llaueugos.
Fretes ... De algodao para Liverpool
a7,e 5 por ceolo de primagem,
e de assucar a 30.r 5 por cen lo.
0 rommercio esleve mullo fr .uio esu sema
na. nao sd pela*, noticias do Interioi. que dera...
caus a nao mirar o. productos do pait. co-
mo porque o assucar coiueivou o precoaolece
dente, o qual he ni>crtor a- orden; p -r Iss..
ja iinr.1 ni .1,111. nav .s suecos em lastro, e ou
tros se prepara.n a sahlr do iiiesmo modo.
Ficaraui 110 porto 83 eiiiDarcafdes, sendo 4
americ.nas, 3 .ui.lriacas, 35 bra.ilriras, di-
aamarquetas. 5 franceas, 2 hamburgueza. I,
ult'tna : as-i'n a*
Ilrlll-Sim
p iiuein.
os thealru*
. gu0'B-r|ha, dea7l.0 ll.das, ca uno '-......1 -" -."
J.C L Voglel. eq.11 a^m 14, em laitroi P-o que oesejam ver es a
rio d.arr.*:'.*';c;rr.*"roBen. 1^ e ,arr.rn,.<*,*
ttT .:e.treM.oe. 1O.0 d..* tXVSSWfffVSf Z
geroa. P.a'ros, Paulo Jos de Arau- *J> .. -i:.:.:------------
j.., e Antonio Jn- Pilaiitta
Obietvmau .
Suspendou do tn .squotro, psra fundosr
ol.nietrSo po'orde.n do govemo, o bri-
goe ingles Ayrs.liirel68, paraquarnitena.
EDITAES.
Aviso iii;iiilnno.v
Para O Araracu G anja aeiiue vi.item
com lo la a brrvi lade a escuna S. Jos, da
3U'I he mstre e pralic >. J"9 Manorl Ro-
.i:ii \s ;...i.1 o-rga. o iia* 11 1 ra da Grux do Rcife n. 2t, rom Manorl
do ser promovido ao p..sio de acerdoie do *"}. v....---------------J* ,:J" .
dolo. ap.o.e,i.,u-.e da .ua pu.ico. logo que igle*as, 8 poilugue.as, 3 sar.as e i suenes.
[>dJe. c en se importar co>ii a eu inui.l.i le l <
Pauti
' do* pnteoa corrente* do alinear, algodllo, e
vais ijtneiot do pnl, qu* *e dtipacham na
mena 1I0 eoiiiul'nlo d* i'ernaoioucn, na se
< mase .
" bar. este, br.mco .
11 a maso ....
- 1 .-i n.iil........
Algod, eo pluma de I' qual.
Hilo.......2*
I) to.......3s
Co'ardenlo <\i\;a 20 graos.Pipa
Di a
Dila de can na .
Un.1
Dita resillada. .
Dii.i .
Canad
sacrllrgioque C'.uiuietlie, ruiibou, sem u inais
pequeno 1 scrupulo. um dos oiiios e*a diviuda-
dr. ur.h.iin o rollUo, rrfugiou-*e em M.i-
dra.t., onde em hievr veodeo a sua presa pur
20,000 rupia, a n.u cap.to de navio, que un
nir.iialaiiieine o reveiioeo a um judeu |>or
80,000. K.n I77U e.iava de pone drllr um
iiirii.-id.,i grego a qurui n prmcipe o. 1 11 .. *nande\\ 17 de Janeiro de I**.
coiupruu por i'ouia pe.. |.retU de I.-SUU.IIK) 0 .r.o. n 2*
Biil.ro- da coroa dr Franca, os mais n..lavris
sao o urgente eo un \ U i i i.e.ro loma o no-
do duque drUrleiu-, que o comprou em 1717,
iini un. a meno'idade de Luiz XV. Pesa 1.11
qu i.i.-.., e foi estimado em 17*1, p-.r urna
i .i.........ni de lapidarlo*, em .2 000.000 de
francoa. A soiunia que .. regente tiuua dado
por rile, era dr 3,'75.000 franens.-
U ^amy pea uolc-menle 55 qullites. Per-
Ir.ide-ae.iue o sru piimeir.. po-.iiidr fuiC-rlo
oTemrrario. que o pejd'una li ii.iln.i de -Vloiat
*m 1475 O soldado -ui-.o qur o achoii, vru-
dc-o por um Ooilm a um padrr, que, igno-
rando u ilii-uiii -- i|ue po-.uU, jolgou que la-s
zia eacelleute negocio rrvrudeudo-o por uns
3 lrallOOI .uia.os tni |5B0 perlencia ao des-
graca.to piior doCralo u. aulouio, qur drpois
do n.o suers-o da sua leuuuva p.ia subir ao Gencbra ........<
throuo de Poitug-I, se refuglou em Par* A liita.........
f.haausuluta de nietos de suDiitrucia en. Drcve L,.or
oDngou o priucipe pio.cn,.io a ircunrr ao ....
un, .i Un ii.uiii i|ur pouia E.upruhou-o U'lo ^.......* i
l-i un. n .i pela souiii.a dr lii.imti libras toninas Arroz pilado 2 arrobas 001
ao Daraode Sancf.'uao lliesruoo poreoipo-sivel Araras .....
pag-r a.livi la, qur la ciesceudo co.n o. juros, pa.,a(,nos
nao trve leiurdio seuo rr-hsar a venda, o ..
que hz prU.oiuiua dr 100,000 lioias. Perlo de'"9''":|",s.....
um -i-culo se cuscivou esta jola rm p .drr Biscoilos.....
da (asnilla de Sau.y; Ulan laide purem. foi Cal'., bom ...
Mii.nl, a J.i..|u.-. Il de Inglaterra, a quriu .,:. r..ln|hft
Luiz XIV o co.up.ou llualineuie, depoi.quc "!'ur"lolhO. .
otoleliz aiu.rll-l ..rlhrou.du. Dito rom cisca .
O itiisuuro dr Poilug.l he um do* mal. ricos Carne scoca .
cm o.......ni.. de grauoe valor O cano da Coucosoum n-.-a .
bengala del-iet Joio VI rra oioalodeuui Cli-rnlna hon.
mag.utico Diluante py.amidul, av-iiadoem3
liiliuors decrusadu. (inucda loilr A aotoa-
duia da casaca d. l-ici Jos, composta de
Visita D lea, \ .li., um milliao de crus.d .a
I.iii diamantes Druios os oais uoliveis que
saconbrcrm sao u tt.-geuie de Portugal, e u do
raja de Mallao rm HolisOV. de o prnueiro pesa
realo.i-ulr I.O0 quilate., srguudo perteude Hilo de on a ...
lloiu de Lude, mu cumpeieute para uava. Doces de calda .
liar.be ihrs.'Uio .em piee,o, r jaiu.is seaprc- i,. .
aruigi queiu o cumpie, seo quizrrem ven- ". 0e 60laD* '
dcr. A de.cuben, oe.ta prd.a nica foi fra "l|,) aecco.....
em 18u8 i,iii.,,d Joao VI, chrgoua. Ora- CtloM nacional .
II, c.c.e.eo-ihe um ueKro e Mu... duendo Fannha de mandioca
que Ine qurria apiesentar apie.eut.i pes.ual- p_.-,
II.rute um grai.de diamante que Hulla cbado. E J .....
Vriu u urg o, e fes euliega da .ua Jola, que ritmo bODl.....
iiii v.i, u\. j-i >, -iiiii.. ..i... |n.nu..i, .,, i,b.-. Dito resiolbo ...
dade. e uma peusao vitalicia paia si e para fj'.uima
?
Canad
. Pipa
. Canad
. Cenada
. Botija
. C iii.ula
, li.nrala
Iqueirc 4,000
Urna 12,000
Li ni
Arroba

2,HO0
1,00
l,3n0
1,800
1,400
3 04"
4,8iiO
4,40
4,000
34,0110
2110
52,0110
3 P
42,OnO
240
360
180
4':0
180
no rnmi) quiiercreg.
A.t 1 0. da ioimedialo ao da publica- g-m dir.j-seaoa ;..n*igO.Urlo Thom-xi*
cl d. prsenle "tura, slo O. h.biUoU. Aqumo Fonsec, eV ****
l-.l. cidale obng.los, t M 6 noea.j. no n. 19 pr.me.ro anl.r ou com o cepillo u
Para o Rio de laneiro pretende 8hir
inna da manhg. iu*n *r v.rrer as ruS em
frenlA dasius flaSOS. I ftUOilll >0 01 Cl.CO* i .-.-..----------------
-m montes ZWmm rocebidos por c-r- Oojn hrrvidade o-b m co M* ve.le
I, aob o'-na de brigoe bramleiru L Ao, qoem no mesmn
cmara m inicio
ou enbn-
OC*g
10,001
"Tn'. Silo igo.lmen.e e na m-sma 00- 'ta" Mj V-Vllr eom J...qu.m IVben.
V?rdr9.o:".e.oa "ru-sem f enle de br.gu. por .Igum.a ..ro.nel.des d-
.un h iliii. i; ob pena comminaJo no
rligo ant-Cedrnt^.
A r*. de ..l. edo duplo na -i-.ou-r^reg... k dr p^ss-gem. o^
por .
rasa tiesta pra* qurconvrnha ; quem de-
E para q .e cheiurm ao conieciment de
lo los mandou p..blcarpela imprensa. Fro-
urx.a da B v.-ta 10 do Janeiro de 1852. japroover
Ignacio J.- Piulo.
0 lilin. W. inspector d theourana d
s j.rqu-lquer negicio ao re 6'ido navio,
po le ir a bordo do mrsmo, fon Irado no
Forte do Mallo, e faier o* exaaies que Ihe
-- Vemlr-se a muito linda e veleir bar-
c*g. denominad* Km boleta, cu.-l "ida no
Ditos ordinarios. .
Di o rrlagin e primor
Cera de Carnanba .
Couros de Itoi salgados
Dito espixadu* .

Ccnlo


a
Arroba
Libra
Um

Libra
<
Arroba
3,200
3,500
5,000
3,800
2,-00
4,'i00
2,H*0
-I 000
1,600
700
3,00'
5,000
122
145
14,001)
400
240
500
200
sua familia. Segundo a l< gi.l.icao ponuguez-, .. ..
o negro que lem a lurluua Ue acbar u.u d.a- Jscngllire
Alqueiro 1,280
a 4.000
Arroba 4,000
j 2.000
Alqueire 2,000
Ar oba 2,80}
em por menos fizer obra lo-cotice tos | sguo com brevidade a bam contienda
iao-dea v-lha da cidade deColan.a, ava- e8cuna nacional ADBLAIDE quem o reeteoie
na I em 616,486 rs |dosru cairrgamenl qoizer laxes q .ei-
A aneuii-ciio s.r f-ita n forma dos r- r,0 d,,,hr.B ra da Cadea du llrcile n.
goa 24 27 ia le prcincial u. 286, do 17 J3i ou jg *.
le maio duco'rrnte auno. -- Par. o llio do Janeiro sabe com ruil.
As prssoasquese piopoierema esta arre-Ihrevi iade i or ler paite do ca regntenlo
iv.cS i, cooipa ea o jia sala d .s sessOe do ng-j-jlo, o palacio nacional Maraarida. ca-
m *mc tribunal, us das cima rm nc oua-
o* pelo meio dia compeletiiemenle habt-
I la ios.
Epara consKr se mandou IUxr o pre-
-enl- e pohlic.r prlo Diario.
secretan, d. thes-urari. da faenda pro-
vincial de Pernami.neo. 23 oe detembro de
1851. Osecrrlano,
Antonio Ferroira da Aniiuiiciaco.
Clausula especia* da a'remt*cflo.
pilao Florencio t. Marques : qorui no tneo-
quixar c riogar, tur de o-s geni ou em-
b* car i........v. i-, p-ra o que te ., oomnodus
sulDciei.les, p le .-iiien er-so o .ome-mo
capiio uucum Lun Jo de8* A.aujo, na
rus da i.ru n 33.
I'.u-.i o tiio le Janeiro.
Segu com brevida le a-sum-ca brasileira
S.Aotoulo.muiio novae de superior uiacna:
pala ca ga, e.-cravos a frrle e passagetro
trta--e com o-CMisignalanos M .chado &
1.'serlo feila. todas es obras ''"*- pl0eiro 0 tU. dO Vlgarlq n 19. segundo
ras, paia-querateenlicio (iqu-ein bom rs-
Conto
a
Um

inaur qur pea deic.ete quilates e lucio lica Lrnha de acha*......
lonoip.o fado Ditodoloros......
O diamante do raja de Manan be de belli.si- pruncbasdo amar de 2 OUSt.
iii-i agoa, e pesa nezeuio. e ae.aeota e seis .. .
quilau-.. l-.ii outro lempo peiiendeu o go- *^'as-'e louro ......
veiuador hollaiidez e i.alavia apodeai-se Co lado de amarello do 3 a
Uesie tbe.uino, c oU'rrrceu para .le lim ao 4u p. de c. o 2 1 a 3 de I.
laja dou. loigu... Ijll.uuu d.il.ii. cm diuli.-ii.., Dilodito u.ll.li'......
e giande quaulidaoe de polvoia; purem o *> ... .
pnucipe iu.nano irjellou uD.tiuada.uruie lo- Y" *"ln"0 do dito.....
da. a. piopo.ice. ,|Ue se tbc nicraui, por Itie enalbo de d to......
lerriu pei.uadidoque a foriuua de suafaulia Forro de dt........
audava ligada a p..e.od.,,,.el.a jota CosUdo de louro.....
_le ,ar.uuoWode,sW) Coslailinhl) de dUo .
i Soalhodedito. .....
Forro de dito .......
___ Ditos de cedro .
ai.l AMil V.,\ Toros de talajuba .
Kendimento do dia 10 9:780,275 Varatdc pjrreira .
Deicarregom hoie ti dr laneiro. Di as de aguilli-das .
trigue iiiglez -Cur/o/a--farinna do figo. Ditas equiri*......
Rodasde.icupira para carros Par
1,800
9,000
22,000
8,500
COMMERCIO.
i'. icu ha ni no. g fi. Ed -- bac.lhao.
CON'-ULaImi OEIIAL
Kendimento ou da 1 o 9
dem do dia 10.
I2 077.3S9
. 3 927,655
16 lni.j 024
DIVERSAS PROVINCIAS
I, ii,11im-ii,.. ,i ,ii t a 9. ,
dem do da 10 ,......
Eixos de dila ara di os .
Mi-I em pipas .
quartolas .
barir*. .
Milbo......
Pedras de amolar .
709 238 Ditas de filtrar .
42,910 Poni.i, deboi .
------""~ Piassaba.....
752,148 gong. ......
Sarca parilha. .
28,000
16,000
10,000
8,mo
4,500
6,400
6,200
3,800
2,5ll0
:i,200
. Quintal 1.6H0
1.280
1,600
2,080
40,000
18,000
34,000
190
6,800
Di./.ia
o
Uma
. Canad
. linio
. Alqueire 1,440
a

Cento
Mi.llio
. Meio
1, 00
6,000
3,200
180
1,900
Exportaco.
RiodeJtnelro, patacho braslleiro Bella xa?l0C* ,
Antta, de 144 1|2 tonelladas, conduxloose- Lnbasdobot. .
guinte : 400 barricas e 250 iscoos com Couros de cabra .
4165 arrobas de assucar, 100 saceos farello, I Azoito de arrpalo,
.Arroba 18,000
, < 1,600
. Cenlo 200
. a 18,000
. Canad 5G0
lado e nehe po ler real ur o de-tacam tilo ,
conforme o ornamento Pr du pelo Exm.
Sr. prsideme da piovmcia na importancia
de 636.486 iS.
2.a todas as obras sero principiada* no
pi a.o oe um o.ez e conclu las no de 3 me-
z-a. contados de coi.foraiilade.cn os*r-
l 3*0 ... gamento da importuno i desta
..b a -era fnt i em un. s p-eal.cloquanlo
-II. e-Uv. r concluida e em estado de ser re-
bebida .le'imliva'iienlw.
4.* par ludo mU que no e-li' r deter-
niii.i in as prsenle- el.us las, s guir-se-
ha o oisp -lo na r. f. mi i le proViuci.l o.
286. Conforme. O s-cretarin,
Amonio Ferreira da Anunuciaco.
-- 0 lilao. Sr insprcior da lhrs..u aria da
fa>n.ia provincial, e Cumplimento la or-
en doEim. Sr. prrsi lente d> pio'incia de
;;l do crrente, maula fae.- poDiico, q e
os di> 13, 14 15 de jane ro prximo vin-
louro ira piaca para sri arrrmalrdo, pe
ante o tribunal administrativo da n.esm.
iii'.i.iii .H ia. a quem i or menos fl/er a obia
ios reparos da ,one sob.e o rio lina u* pb
vi., i; lo -ir Si 10 Ai.ai,l Jalma tilo, aValiada
111 is. 1:330, 230.
A iiMi'iii.i:.i,-.lo ser feita na irma do>
arls 94 27 -la le provincial n. 986 de 17
de maiu do curente auno.
as prssoas que se propoxerem estaar-
rrmatafSo, cotitparefam na ala das ses-Oe
o, ni--ii.oliiliti-.ai. nos das acidia menci-
nalos pelo meio da compeleolemenie ha-
hil ladas.
F. pa(,a constar se mandou afiliar o pre-
sente o publicar pelo Diario
Secretaria da thrsour.n. da fazenda pro-
viiirsol de.Petdamuuco 30 de de>embrude
1851.Usenet., lo,.
Amo io Ferreira de annunci co.
I.l-ii.olas s ciar.- da ariomatacSo.
1.a n. ni,i,n us da in.l solii- o no Una
ra p.,vo>cfio dr Santo Amaro Jaho-lflo, se-
nfio fel 8 pela forma, sob as condiQrs, e
io iiiO i i n ura io no ortjameuto appiO'ado
pela .un ctoria em eon.elho, e apresent.do
ao Exm. Sr prrsidn.te da provincia pelo
,.<-.. de i-i-i- 1:330,230.
3 AS obras principiarlo no maso de um
mez, eseiSo acabadoa uo de cinco me es,
ambos contado* da entrega do termo da ar-
remaia(5o.
8.' U pauamento da importancia desta
obra s- r-> feto em uma mi presl-(4o quan-
do ella esnvrr concluid, e em estado oe ser
re eni-la dililillivameiite.
4.a Para iu lo o mais que nlo esli deter-
minado as preseiiles clausulas, arguir-se-
ba o que diSiOe o regu amento de 17 de
maio de 1851. Conforme. O aec elario,
Antonio Ferieira da Auuu.iciafAu.
au lar, ou com o Q.plUu Jos de Campos Ma-
galbea, n. PraQi
-- Para o Po'to, segu com toda a brevi-
dade, a b.rca portogoeza E-pinto Sau'o.ca-
plllo Jlo i.arlos reixeira dUem na mesina
qulier Carrrgar ou ir de p.S.agetn di-ija-se
aoescriptono de Francisco *lves da Cuaba
< Cnm. iini.'ii. naiua io Vigario
Para o Rio Grande do S il seguir em
poucos di .-, o l r quaai todo o.eucarre-
gaueiitu ro.upio.o alacio brasiieiro DouS
de Agoslo,capillo Cnris-ovlo Pedro da C.r-
valno: quetn no o.es.no qui.er carrrgar ou
ir de ..assa^eo., linj.-sea B .il.rei Uliveir.,
u> u-.1 adea o il cif .m.ze n 12.
lailla...
Ci lilUljil.
--Porordem do Sr director interino faco
publico que ua conformidade do art. 13 do
regularaento de 12 de maio do anoo p.On lo
abrir-se-ba a matricula das aulas do l.yceo
oo dia 15 do corrente, e ser encerrada no
ultimo deste mesmo mez, excepto da de
Litim. Lyceu 9 de jaoeiro de 1852.O
O corretor Miguel Carneiro, Tara leilS0
no lia t-ra-feira, 13 do cnenle as 10 hr.
ras da mauliSa no seu armaiem n ru d1'
T-apiche n. 40, de vaiios trastrs n..vos e
din .-i.oco oso; Inoca, vldros, nc.s m;i-
nhascom pedra de muit gusto, O.nllrlro-
para cima de m-s., r utit-iis objeclo* or
quaiquer preco que apparrea : assim rom i
o ni.-io da em poni ira leillo urna por-
rj-i de s-l reRiia lo.
Vi____ I --! !
Avisos diversus.
- Ouem precisar de paramentos de igrej.
ili'ija >e a iua do Vigaiio n. 15 p imcr .
andar e ahi achara com qu -m tratar j n
ja a vfti la os ornamrnlosi.eguinles.Ciziil8,
paliio, malinas de Crol, uuibe.llas, Capas d
asperges e veo de hon btos.
Hotel no ivlonteiro.
Domiign, 16 do pastado, abrio-se este
estatieieiMineiilo com as seguiules pro-
porc.-s :
Bilhar e sorv.tr, aos domingos e das san-
os n tarde.
Sala mubiada e independente, para a-
familias, que indo a passeiu quizerem des-
u* n par.
Quarlos preparados para dormida.
Espatos- o bom arej.da sala de jaotar ,
com capacidade de servir a 40 peasoas.
Soiti pa a recreio e pa.s'io.
Estribara e arrs0|us para cavallo.
Comida mensal eanolso, preparam-se jan-
tares e prr/u .ios, aluga-se luuca, vi Iras ,
b-ndej.s etc .le.
Tudu por pieco muito raioavel, e acon-
tentes.
Pnulo Gnlsrnoux. dentista 9
ti r.-aneez. oiTerece eu prest-
*a mu ao publico para todos os
mi-iri.s de sna prosso :
pode ser proeurado a qual-0'
quer hora em sua casa, na jj,
ra luisa do Rozarlo, n. W. #'
9 segundo andar. 9
Centro G ImpitrlacSo- Vj;porta,do.
Lisboa,
Ru. lama de 8." Itoqu, n. 0.
0 Ceir* Commerelnl h.i uma as* da
eomn.issAaa que irm oor objec'o dar a
maior p .hl ci lade aj..*i-tnci dos produc-
ios das diversas lodu-tnas, e aciivar a*
lrans*cro>, auproxloiando a olT.rla da
p.acura portodus us ni'i.i- qu- podem (
cilit.r os n-gori .9 c unme ci.ea
Annunr-an los da industria, e ron-rrvan lo-os em ex-
p-i.irilo per n-iienie BUS s-a< diversos dn-
poslt .* ore tro com m-rei-l e-pera **o-
ciar ao pro .no interesse (eral de todos o*
qu' tr.balham.
O centro com rcial nSo fiz grandes p'O-
II.'.- .. An niiicia -uccessi.ainrn^e a* di-
versas .i|.rii.o.s comm i'i'i i.-s de que se
rnrarrrga, e publicar hrrvrmonte os seua
catalogo*, para qo.< o puhlcu avalle a im-
portancia desta casi, tomando os fado*
por baso do jai/o que nouver de fazer.
As niiiinirii/as 1 .|ni;i\ s qoe a dirrec^o Jo
centro c .rr.inorcial rstaheirc u, e a vaii isa
protecefto que se aro h u. ant-s deamir
ao >.bli -o esta nova ra-1, assoguram a exe-
cufio do -en pruu'- i'iiin 1
REEACOE* ENTHE PORTUGAL E
tll.'THO's PAIZES.
0 conlro commercial lem relac0 estshe-
lecid.s com o Brasil, e para fac litar as
ir.,ii-..ii,i">-s entre Portugal e brasil, como
as farilita entre Lisboa e as oulras provin-
cias do rri 10, vai eslabelrcr Casas (ilians
e correspondemos para t-idos em tudas as
torras onde o jul.ar nece-s*ro.
O 1 s ''i. loi ni dii erntrn Commercial, ha
o 'ii' 1 sil 1 em Lisboa da casa Suave r. y de
ini o-"ilr-, estahelecila em Pa Is I ru llrr.
ler, 2S) com (1 irs rm Mad n. 17) em todas as raritses das pro inri.*
d- lle-panha. en ll.uxellas e em Londres
( Monrgate-Strert C'ty ) Est-s circumsl n-
Cas, e al u dellas asrela.Oea particulares
esiab'lecid-s com alguna neg- ilutes de lo
das esls ncO s, habilita u o centro* en-
i'.i 1 i'.;.ii-s de ii.'-1 -ni-, e a toniar cmla
dn i- ,.-n ni.-.'i". para II spanha, Franca, bl-
gica e Gra ,-Brriaiiiia.
Publicar-se-nlo calalnitns cnm relacn
los objeclns, de diversas fabricas estrangei-
as o nacionaes q e sr acnun nmcoires-
pondencia com o cruiro commercial.
OFFICINiS.
f) centro commeici.l ie n nRleinas suas.
r i a accrssivamate f>>rm ss "-i-o l'i-.r a .lgum.s que eai-t-m. Tn
olllcmas poder* o Centro prese U' brev--
eot-- *o publico:uma, a ni -. 11 ly.10-
grapbie.. acredtala ja p .r seus trabalhos
co necid n.-p-iz, lira ulDint da Revista
Popular, ua ra de S. Bentu n. 112; s
out'-s. que esto qu.si organisa.las. sil
a Ilicio-i de uraviira e a uRicioa de enc-
d.' 11 ...an e hroxura.
T..das as pes-oas que quizerem imprimi
obra*, 1 11 mandar fa-er gravu as, eocadei-
nacrtes liroX'iras, po lem 11 r-se mi .m
ci pteio do c *ntro commrrcial.
U pensa auto de crear nova, oleinas nos
divrrao- ramo- de industria, ou e assoriai
ao c-n ro as offlclnai ja fenas, meloian-
do- s e oes -n-nivea los, t m por i.bj co
enllocar o centro as circomstancias qu-
inis miiun coa-Ir para o dre iprnlio d-s
ronimiS'Ors que Un- I ovni cunlia las.
0 C iuru co nmercial, s a protecclo do
uli| c 1 1-n' nao faltar, realisara, m is lar-
de ou maiscelo, o grande pensamiento que
pies liu a Crracno do Cuna ovalo io de arle.
iiffleiiig, reuiiio.lo taofflein**, q 11 po I
C 11 t Uir ou ss ici r, u u deposito em que
ao i'.te.e.-se da sltibieto s- ddlowne u
i.-. ..-.-i' r. ..ti" ec al. qo.. \ de e*uilr ,lr
na exposicio permanente il-1 maquillas, mo-
delos r .lesenlms, acompanhados das Soas
r...p ctivas de.ciii.Oes e pregiie,
lie t lez arrojad- e ambiciosa 8t. espe-
rance, as o centro commercial na pon-
para os m oos ie a conv rter em .e lid.-ie.
A dlreC.IO do c.rat.o Ciinmerciil, anle
de abrir o sru escnp.oiio, rereb-u pro..os
tas para a asociaclo de dus fabnc.s u
crniroj um f.bnca de movis 1 m>deir
o o-iira oe movis defe.ro, dirigidas por
n bata a ti-tas
E-ias e oulras fahrio.s, g tip-das em tor-
no do .-si h n-c ment, aug i.eut .1 ao o po
inoro de vanlagriis qur rila pJ* Dnerecer
au puh.ico, r a.segorarlo i.itaiosa-8* di.ee
co. oe que elia ure coragrm e Toteas para
desea olver rsl. em res*.
COMMERCIO DK LIVOS L PE-
RIDICOS.
0 centro eommrrciel nao estib-lece uma
li.raiia para auumeotar o ounero ja eres-
eido, e lalvez exces-ivo, d.s casas de livro*
na capiti!. 0 Seu plano, rm reUco a este
rontme co.tom per obj ato hcililar *s lr*n-
sic.-iV- S'.br livro-, como f.c lila q.iaes-
qoer trans-CelS, O llViriro reCObeoUl'OS II-
vros em ieno-il .,e vende* a que u os pro-
cur*. 0 centro com nerciil fa-circelar os
n.ro-, v.ip.o.'uia i.s compra lores nas di
versas larras do r.-in 1 e d fr., eeuc.rre-
.a-sa oe q laesiuer encommeiidas por meio
los sru. correspondentes
O comm-rcio de peno leos, qua tambe 11
Imje lie irregular, que l'.z os editores In-
quieto* por ruina do publico, 6 o* **Slg-
.ni s inquietos por culpa dos r 11 e,
loma.* o Caracirr de regula i.lde, que
i-a',mir 1.a e honra os Ontrvis ramos ou
commercio.
Um esenptorio central em L'Sbos, u n
agente eill C l* Ierra rara t lio* os peri-
dico*, he o que se pretende esiab'l Ccr, e
o que se .'..(a del r-i a por Crrt 1, se as aduii-
iii.ii-i,'i. s dos jornaes quizerem auxiliar-
nos.
O centro comino nal pora em ocio lo-
dos os oiej.is ,1 a ti nar .iV-riiv.i a res-
pous hl idade dos eiiclorrs ea rrspousa
'iiinl,.ir dotasstguautes, procurando evitar
as veigouhusas lograi.0 s de qua uns o ou-
nos ..i-, vi'-iniin-, pea ma .iirn-cao que se
lem dado a rale 11 gocio, de que oeorn le a
Ilustrarlo dos puvos, e a sua mo alidade
tambem.
A c-sa lili.I do centro commercial he
ni'.-la cida ie delroole do Trau-he-Novo,
i. 6, pnde reside u seu corres.mn lente
-- A uiauicula da aula de tacoygiaphia
no lycd 1 desta ci lad<, .cli -se aberla desde
0 di. 15 ao u t ni 1 do corrale.
I'iecis.-e de urna p-s-oa, liare, ou es-
c ava, qoe saib. 0o8iuli*r:queui e.tiver oes-
las cirouul*n.!ias dinja-*e a ra da Saiita
Cruz casa a. 66.
Attenco.
No dia 81 de dse ub o veio um molatinho
e u01 pelo aiub-.s in icus, com 3 ca-allos, e
1 e uliii'.1 en o uin o quintal, um, levan lo 2, o
peigunlaudo-se a uoi delle* ao qu-vinhan,
res oudeu, bu*c.r uns moco* o aio* lecido Antonio urques
-- A hes..a q .o nenien uma c.bra : diri-
ja-sea ra d. Cmcoidia n. 15, que sellar
eoqi quem tratar.
T doa o< credorrs da Jnaquim Jo' Tor-
eia, faeam o favor de apparecer ua ra da
Concordia n 15.
O Sr. Rayoiundo Jow Pe-
reira B-llo dnija a a ra do
Qneim do n. 36, pira receber urna
caita.
L R Taborda, embarca paran Rio de
Janano S eso'avi.,.endo um d< noniHj'aulo,
den.cl... |c..m 33 aun.. de iludo, eoutro
de nome J.,| i, rreoulo.
" P eci-a-sealug*r um* rscravs Dr al-
gUiis8arviCosd ciaa.alnd, mesmo nlo *-
Dando e c.......n e coinnar : na ra Jas
Cinco Pona* n 82.
Piimo Pichero Rorges, aublii portu-
gur, re i a-se par* Paralaba lo N rf.
Precisa-ae de uma mi ie l-ile, pref<-
rialo-au som lillm : na ra da C.cimba
n 11.
Oabaixn ass'ga.do, deixou de v-n-lef
espirito* daprnlurclo brasileira, de* le o
primeiro do iraemoro : na ra O'reita n.
18. Custodio Jo- Das da Molla.
-- No di. 15 do torrente se na le arrema-
J rem ult'ma oi.Qi p>*nteo IHm.S'. Dr.
juiz deOi'tflosdrsli riil.de uin. gr.nle ca-
sa Ierre, ao atierro oa II .a Vista u. 87. com
grande quintal mura lo, t'liieiro qoeae'-
ve de oflleiua do niarcen-ra, ceimb* meel-
>a, e um sobra linio onm s olio, enxinha
f a no fundo lo quim-l, cin frente para
II ri'l Cl.bl Ibi, i ,-:, i, ,i i ,'i/. ii .|o
tinado Joflo Baolisla lla.nairr, e -valiada
por III 000,000 r. Os iicit-nle* podem cum-
pa ere< na c-sa
Dr. juiz de orllua : na ra das Flores, no in-
. ir n. dia 15 ," I i horas da larde.
--Oaboxn as-un lo. prol'i-s ir oarticu-
lar de rmieiras irttras, resi iro'e no se-
Ktindo ao a >o sobrado da roa loga de Ho-
zarlo n. 48. aciemiflca o respniavel publi-
co e m.xiine a is paos de s-us alumno, que
h..je atino *D* aula.admitlia o > o ni' mu.wis us par, -ni i.m i qie se
esmeran na educ-C-'o le seus lil .us, qu-rn-
iniii ih. ii- -e lo pr sil no o i.....n ., .udeni
rigir-s >o iu oca io lugar desua esi o.-i-
eia J.i-c M .' i.. M.cha.io de Figu-irelo
Precisa-se du um ho nem que entrada
le olera e t.iubeui da s'tio e do vaea .lelel-
lr,p-ga-sb b iu danio li lor a su- conducta
tular o ru da Asauu.pcl.....S* a na pra-
fa da ludepend oicu n. 12, ou mi Guiqui
em o sitio da Sr". D Arca g-la, d-froole do
ogi nuil. No lllrsmo SIIIO vetid.'-.-n palha
le coqueiru ver ir 160 rs o cento, e cOcos
paia eubarqoe e la ..nem secs.
No oa ti do crreme e-appareceu do
.-ngeiiio Pimruiel da cuno.arca do Cabo,
um ej.cr.vo do ahaito asstgn.do com os
siguaes -aguintes ; Fellipo. crmulo .le id-do
le 25 anuos, C.r fulla, eat.tur. regular,
uflo muito gios-o, cabrea um l-ntogroide,
iomo aecco, pouca buba, oo>e um drnteda
I.eme oo lado esquerdo tirado, prrf.olo de
s e mos, e b-8inlu la iuo : levou nm
Cavallo pelo tiillllho, d 5 par* 6 auii',
-r.uid de seladouro e com uns cabeius
n ai cus a roda do ca-co de u u das mos,
,.asa inheiio, bast-nie ardigo, e com prin-
cipios de c o r- go, lem urna strell na tes-
l.puxaudo uiais para un lado, levou um
s-l 11 u oe cria io j uzadu; quem o i.rehen-
inr leve-o ao mesmo eogenhn mi n Raeife
.o S.. Anto.no J aquim F.rr ira de Souza
no pateo d C r no. venda u I,que sr ge-
ueiusaaie. t' recomaeo-ad i oo seu tra-
ualho. Muioel da HoC G lelos.
Mana E.ilna da Peona lio ..mus; re ir'-so
para a Europ-, levando em atl Coa .anllia
um iu-! ci i o.o, da tio.ue Francisco, i-
lade I I auno-, torro.
uiTenc->e uma mulher de meia i la le
par* a na ec si. qu i ar a c ..ioiiar : drj.-so a p.ssagem da
M.gl leu cas. do Si Anlonoi Coosalves
ferreira. que dar .s inf irmi; s.
0. -un io es que devem ao rmazem de
ni.III I. ., -la ra da Ca i! .i IO R'C 1 n. 1, o
loo i Su lem nutras ieiai,d s com a c>sa de
Lulo Jns de Castro Arauj poden, s.tl-
1.1/.' r seo, debilos no mea.no -r u i/o n.
- Na ma da auin c,,1o n. 26. Casa l-rr-'-i,
ha una auia que se ullcrecd para lodo oacr-
vitjo de urna esa.
0 ahaivo as-ignado previne ao respai-
la vel publico, que mogona l'-t;. trgu8i(Io
c n. duas Irires i e 750,000 r.. cada na,
-c il..- por si a f.vordo Sr Anlom. M na
.1 i i .a Ferteira, por laso que teucioaa
dui .-i i n i coiu o uto S F i re r.. por tilo
ter cudiprido o Ir .Co, respelto a u na por-
fo de Cao is, Como C >nsia do um ducumea-
to era po ier do an oXo asignado.
Antonio Gomes le Bur .se Silva.
I'irr s i -.- alugar n .ni e.-crav oara al-
guna -e. vieo, decaSi de pOdCa familia l*V
d. mes .o nao saben o eiigounuar e cosi-
iili.ii- : ua ru. das CmC P.,n as il 81.
- Aluga-se orna p el. rieoula moca mui-
10 i lili. i pi la .1 la I nA 80 ."II C-s COIIO
I a ni..o n -c l'iill i i li-mea iaod i-se 0 un HM-
i.ini -na, quem penen ib. dirija se a ra
iritia ti. 24 o i no atierro da II11 Vista u. 7g,
qu i ada a com quem Iralar.
Prrcisa-aede urna ama que saina cozi-
nliai- e rugo uo.ar par. ca-a de um liomeiti
suii' iru na ra in.ei.a o 53.
Josefa H ni niii. t' de Miraada Barros,
abre su aula, el-deiecida u* ra da Ale-
gra n. 42, no lia I* do corrente. espara ido
quitlo aqoeile pal de familia queaeen-
leress* poli bo n adiaulame Uo de soas
II o..-, nao txilara em cooll.-la. a s^us
coda .os. O disvello que a mesni. lem
Sampre li lo em ,>roer a educ... i de auaS
alo.mi... he a maia segur* ga.ao.i. que po-
de uflerec-r qoe u quer que de aeu presu-
mo se quizar uliliS-r.
N ru* do H lanicio a. 52 precisa-8e do
um* ama queeugoiuu betn.
precisa-se alugar urna prrta, que srja
ci,.ti a, qual saiua lav.r, eugomnar, eu-
zinhar e fazer u sorvico lutTuo de um ca-
sa de yooo faoiilia : Uaia-ae ua ra do l"ra-
picne ii 6,
-No fl n do p. p. mei appar-ceu em oc r-
C.do des e engenbo Tapera, fr-guexia da
S. Amaro do J.bOallo, u u ra vallo casi .UlIO
esc .r .,um poucoe*reuu lo, q i "il a |U g.r
co.u diieao ao un!, no dinj *ao meucii-
uadi e ge .no que dando u* signaos corlo*,
Illas ra eotreguo.
.mu nlo que o Sr. Jos Ao-cielo da Silva
trolla f-iloalgutn negocio ..ic o da II de
detembro do anuo p p, coji o le.reOo de
31 p.luios de fieulee*25 do fuuiuua p jeclada ru> daSoiodada para o Mauguinh i;
pe i-se p .s.o. que o fez quelra declarar
por este Diario.
to "o p.ecisar de roo. ja tarada e ea-
go.uuiai, com sseio e piotttpli Jl., por
> i ,
Na ra doC*buga o. I loj* de miu- levaram dous edeixaram um,
dexas, precita
ultimamaole
boa toja de fazenda* na cidade da Parablba.
-- Preoisa-se de uma mulher forra, ou
captiva, jl idosa, que se queira encarregarj
delratar deumdoeote: quem qulxer, di-|tocom
l da Cat.Soare*, co uin.,do: .lirijs-se'a iu de Hurlas
Cono *l o pieseota ni epjarecerain, e J X N< me-ma c-aa acuna apromlao-ae
(Al publico para q irm lor seo dono, dan lo bl0i'r Com boiiiho. pr* l a o l'.zea-
os sign*.-s o* vir buscar, o pagar toda a des- g- boliohoS de diversas qualld* les, lulo
,uza qu-. oin o iiiesmo ealou lando Ad- eiD CJUUii,,ubeinae venie velas de carnau-
vn tomis que oannuucio d. Diario n. D, d0 ,Uflenor quala e.
nenhum vigor le a por me liave eng-o do, p,risa-se ,oi alogu.d um escrvo, pi-
em vez de dizer ie.m con lie* cav llus, I ,erv,co orj,io oepaiaiia, p.g.-se
iz ucaiam ,2i00u rj pur ,ez e0 mi,imito : na praga
'" da saiila Cruz, ua pa lana deb.ixo do so-
brado n. 106; adverle-se que aloenlraem
l do Cabuga 0. I loja de uno-, levaram oua e ddilar.ni um, uiauo...
isa-ae do um pequeo, clieg.do en> meu quintal 3, por i*so faco esta dvi
la do Porto, para caixeiro de uma i lenci*. puis de to Jo o occoriuo doi pino
.inspector de quarlaiilo I os Gioco Ponta*, jerv orullldrlU( forllo> u6in micoira.
\UVZ*llm.1'iTlr*i*iMtm.\ OSr.ueri.ardo de Albutiuer-
n bons arvoreos de frutos por isso que Feriiandes Gama, queira man-
r^LTtiX caoZt.riU I dar pagara subacrkao deste Diario,
am.nuens.llermenegildo Marcellino de Mi-1 rijs-se ra do C.bugt, loja de miudeza* de, quem P"l""fr'rl,,!:*a ~'t*,.J
randa. I Jos Alves da Silva Guimaraes. !53, que afinara com quem contratar


fl
I
i
I
Jos Velenlim da Silva, bem conheci-
do por ensinsr lam, por espago de 16 en-
no9, lembra quem convier, que elle abre
a a aula de gramniatica latina 18 do
correnle Janeiro, na ra da Alegra (na Boa
Vala n. 38) onde recebe alumnos externos,
pensionistas e meios pensionista, dando a
estes ptimo ti-ntameoio. Tamhem ensiaa
em lloras reservadas aos que nflo poderem
frequentar nal horas das aulas : adverle
que para isso s acn autorisado, pelo pre-
sidente da provi icia. om virtuJe do regla-
mento de 12 Quem deixou un chapeo deso, dan-
do os signae* cerlos ae Ihc entregar na li-
vrarian, 6e8, d. praga da Independencia.
- Aluga-so urna casa terrea na ra Bel-
la : a tratar ua ra de S. Francisco, casa a-
p.lageda. .
-- Deseja-ss fallar ao Sr. Thomaz Jos da
Silva Uusmao ou a seu procurador nesla
prega no praso de 8djas: na rua-Nova n. 1C
D. W. BAYNON. ,#
a)i Ci'urgillo dentista ame- ;)
i'rtwV^^ ricann, avisa ao respei- *
a tt ter recentemente vnllado dos Estados *
? Unidos, e que se acha prompto a fazcr t
* toda a qualidade de operacSo perten- *
cen-te a su* art > segundo os me- ff
O Iboramentos inais mu icrnos: pode se IJ
O procurar DO hotelFranoisco. ?
l**###a>4r#-*at*##
Quem qaiter vemer ou
permutar urna morada de casa ter-
rea, ua ra Bella, ou Florentina,
e esta que tcnlia bom quintal: an-
nuncie ou dirija-se a praca da
lndepe idencia, loja n. l\, se dir
quem quer.
Precisa-se de um padeiro, portugez, ou
brasileiro, que enlenda bom de maceira e
forno, para urna padaria. distante desta pra-
5a tres legoas, lugar de inuilo soocego, da-
se bom ordenado, roa lavada o me.-a, po-
rm exige-se ue.-suodebom compo'tamen-
to: a tratar na ra ireila, venda n. 76, de
Joaquim Anlunes da Silva. a-
-- O S'. Caudino Lupes ex-caixeiro da
casa dos senhores Uidier Culombier: qu i-
ra vir pagar aquantta de 21,000 rs.: na ra
do Crespo. ,
Precisa-se de um catxeiro, que tenna
pratica de padaria, para entregar po, e s
tiver freguezia da-se bum ordenado; trata-
se no caes do Ramos n. 2.
-- tloga-se ao ir. Manoel Caldas Brrelo,
o obsequio de apparecer na loja n. 6, da ua
da Cadeia do Recife, aonde se Iba doseja
fallar.
OescrivSodo juiz de paz do primetro
destncto da freguezia deS. Fre Pedru Gon-
calves do Kecife, ten a sua residencia na
ra da Senzalla Nova, sobrado n 40, segun-
do and r.
Quem precisar de um rapsz, com todas
as habilitares necessarias para caixeiro :
pode annunciar por esta folha para ser pro-
curado.
-- Francisco Jos de Mattos Braga, com
anticipado faz scienle ao respeitavel publi-
co, quo nu facam negocio algum, com a
pailaria sita n. ra da Gloria n. 55, ,orse
offcrecoreni obstnqulos a venda della, visto
o (.anunciante se ere ior da dita padaria.
Emilio Bauch, retratista ale-
mao, teui a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publie > des-
l.i praca e provincia, prometiendo
executar com promptidao e per-
feicao toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisar-se
de seu prestimo, he rogado de di-
riijir-se a casa na ra do Trapiche Novo n. a, ter-
ceiro andar, em todos os das uteis
das 9 limas da manha at as l\
horas da tarde.
Carolina Cvriaca Pereira dos Santos,
substitua dascadeiras do primetras leltras
desta cidade, faz scienle ao respeitavel pu-
blico, que abri a sua aula particular do
prlmeiros lult'as no da 7 do correnle : Da
ra do Arago n. 97.
Nova fabrica de chapeos de sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
ta II. 33.
Nesla nova fabrica o respeitavel publico
achara um cmplelo snrlimeiilii de chapeos
de sol de seda euoninho., tanto para ho-
tnem, como paro senhora, e conceria igual-
mente, por precos mais commodos do que
cm oulra qualquer pinte ; para esto mesmo
eslabelecimenlo se Cha mudada a tinturara
franceza da ra Voltio n. 7*, tingindo-se to-
da e qualquer fazenda do s 'da, lila, ulgodiio
o linho, Unto em obra, como om peca e
com muio tselo', assim como se nlioipam
casacas e outra qualquer ropa de panno,
que liver nodoas, pon io so como novas, e
por precos muilo cummodos.
Caligrafa
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
letra e por preto commodo.
Aluga-se a loja n i5, darua
do Crespo, e garante-se o arren-
damento pelo lempo que convier a
quem comprar a armacao da mes-
ma loja: a tratar na ra da Cadeia
de S. Antonio n. 9.
Offerece-so urna mulher branc, para
ama de casa de pouca familia, ou hornero
solleiru : na ra da Guia n. 7, loja de mar-
cioeiro.
Precisa-se de urna ama de leito pa-
ga-so 1-2 000 rs. por mez : na ra das La-
rangeiraa 11 t, segundo andar.
OcirurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a tempos Ihe fa-
laram e meamoa quem convier e quizer.pa-
ra por meio de um aju-te razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possam ap
parecer, que lenham a bondadede vrem a
casa de sua resideocia na ra do Rolarlo
larga n.30,para os poderla115aremn.de seus
clientes. O mesmo declara nao poder ir
presentemente bs suas casas por eslar anda
encommodadoe pede o desculpem n3o es-
lar em casa a os que o procuraramdesde o.
de j.iii-iu, at 3, por ter sido de urgencia
eslar neaso lempo fura. Agradece tambem
por este ,c, B0S qUa tiveram a bondad de
o virem cumpriinentar, assegurando-lbes
suaoslima e graudSo.
Preciaa-se de 500,000 rs. a premio, por
lempo de 6 oiezes, u.ndo-se a precisa ga-
ranta quem os quizer dar, annuncie para
ser procurado.
Acha-so farinha nova de SSSF, (de r-
minha) par vender, nos armazens Ue Dea-
ne Koule & Cumj .ulna, no buceo de Con- nja-ae
Calves. d. 6.
-. 0 Sr. Antonio Leite de MagalhSes, ex-
soldado, venha remir a aua lellra de 40,000
rs., vencido em a de Janeiro crrante, rece-
bero seu ourioho, cunstanie delu.eotie-
ga, sendo pfle-se-lhe os podras na ra, exi-
gindo da policio a punicflo de seu proedi-
ment.SebastISo dos Occulos Arco Verde.
- Precisa-ae de urna ama, para o servico
de urna casa de pouca familia, prefenndo-
se urna mulber deidade : na la da Gloria
n. 75.
Precisa-se alugar urna preta escrava,
para servlgo-de muilo pouca familia: na
Ponte Velba n. 14.
Aluga-se o sot.to de um segundo andar
de sobrado, sito no burro de Santo Anto-
nio, cujo sollo tein urna grande sala coas
janella, e dous grandssimos quartos com
claras boias, tem mui linda vista, he mui
fresco, est caiado e pinladu de novo, e tem
(inalmente escada indepen lente proprio
para lioiniiiii solteiro : quem o quizer alu-
gar, dinja-se a ra do Crespo, loja de fa-
zendas n. 6, que n dir.
Mdtheus Plantaz, subdito rrancez, re-
lira-se para fra da piovincia.
precisa-se saber aon le reside a senho-
ra D. Mana Cordairo Xavier de Brilo, para
se Ihc entregar urna carta rinda do Rio Gran-
de do vori.
Precisa-se de um caixeiro, para a pa-
daria da ra larga du Rozarlo n. 48.
Os senhores quedevem ao hotel com-
oiercio, alguns dos quaes nSo se sabe onde
moram, teiiham a bondad de quanto an-
tes sitisfazer os seus debilos.
Precisa-se alugar um moleque, tendo a
vantagem de aprender a cozinhar: na lUa
da Cadeia n. 13
A senhora i). Anna Rozo deFanas Tei-
xeira, tem urna carta, oa ra do Encanta-
mento n. 11.
-- Adverte-so aos freguezes das bolachi-
uhas doces americanas, que as pudero pro-
curar junto a minha podara em urna venda
n. 39. JoSo Jos F. Carvalho.
Precisa-se de um caixeiro para pada-
ria, que lenlia pratica da mesma, ou de ne-
gocio, e quo abono sua capacidade: na pra-
(a da Santa Cru, padorio n 106.
Nu paleo da ribeira de S. JOsO n. 15,
lava-see engomma-se com perfoicSo e ac-
ceio.
Compras.
4

(.sy Compram-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia de 6 a a5 annos tendo
habilidades e de bonitas figuras ,
paga-se muito bem: na ra das
Larangeiras n. i!\, segundo andar.
11l.ua de boalignra.
Vinho. <1 e superior qualldade : vende-so no arma-
em Kalkm.m11 IrniSns Rus da Cruz, n. 10
O Vende-sa um grande sitio no lo- O
0 gardo Manguinho, que flca defronte Q
(^ dos sillos dos Srs. Corneiros.com >
q grande casa de vivenda, de quatro 0
aguas, grande senzalla, cocheira, n
,', eatribano, baixa de capim que sus- ,
% tentad a 4 cavallos,grande cacim- g
V ba, com bomba e tanque coberto zf
2 Para banho bastantes aavoredos de **
O fructo : na ra do Collegion. 16, se- *jj
O gundo andar.
OOOOOOCO00O0000000
Antigo deposito de cal
Na
Arados de ferro.
Na fundii'So da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Venden-so 8 moleques, de 14 a 18 an-
nos; um lindo mulatinho de 1! annos, pro-
prio para pagnm ; 4 negros robustos rara
enchada; 1 negro de meia idade. por 300,000
rs. ; 1 mulatas com habilida las, e 3 ne-
gras para lodo servlco: na ra larga do llo-
zaiion.8-2, segn fo andar.
Vendem-se superiores e modernos cha-
peos de seda francezes, chapeos de Italia
da moda, para homens e meninos, lindos
chapeos para crian^asse bsplisaremsoleado,
pintado de tilinto bonitos padroes, de 4 a 8
palmos de largura, todo por pteco commo-
do : na praca da Indepeudencia ns. 24, 36
.
-- Vonde-se um escravo creoulo de da-
ma do Trapiche, n. I7, ha|j? 18 annos' perfeito consinbeiro do
virgem.
Com.ira-se urna ni
que tenn bomcomport.mento affl.nc.n4o- na barco M.rg.rid iMIMPr
aJ,ert.OdO-M que DIO ba naroembar- que em outra qualquer parte: na ru di C-
muilo superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Hus
sia, nova e de superior qualidade.
Taixa- pura cngcnlio.
Ni fundifSo de ferro da ra do Brum,
caba-se de receber um completo sorlimen-
to de laixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo, e com pro'mptidSo embarcam-se,ou
carrogam-se em carrossem despozas ao
comprador.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e 110 Biode
Janeiro, em caixas de 100 libros
sortidas, de 1 a 16 em libra,etam-
bem de um so tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escrito-
rio de Machado & Binlieiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Moinhos de vento
eom bombas de repudio para regar bort.s
d boixasdecapim : vendem-sena fundicSo
de Bowraan 61 Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6,8 e 10.
Deposito de cal e potutsa.
No armazem da ra da Cadeia
doHccife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendem barriscom cal
em pedra, chegada ltimamente de Liboa,
se: a Ivertindo-se que nao be p
c*r eque paga-se bem : no Recite 11 ra
do Trapicho n. 40, segundo andar.
-- Comprj-se um melhodo de flauta em
bom estado : na ra da Cadeia do Itccife ,
loja de fazeudas 11. 51.
Compra-se uina casula, estola o m.ni- i
pulodesebasti, em bom uso : a fallar com nua a |,aver um completo sorti-
Guilheruio Sello, no aterro da Boa V.sl., ^ ^ moendas 0 meias moen.
'-Compra-se urna oscrava, que saiba co- as para engenho, machinas de
zinhar, engummar e ensaboar, sem vicise r taia He ferro batido e
nem ochacniea i na praca da ludepondencia, vapor, c taixas ae ierro nauao e
loja n. 5. coado, ue todos os lmannos, pa-
-. Cumpra-se urna escrava que seja mo- ...
ca e teuba habilidades : na ra da Ponte- ""'" .... .,
Velba da Boa-vita n. 1. Agencia de hdwin JUaw.
t'.oTiipr..-> um preto que seja forte pa- (a rua ue Apollo n. 6, arinazein de Me. Cal-
" t eaaa do O 30 annos de i 1 -
doia do Recifen. 50.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RUA DA SENZALLA. NOVA .N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
ra servido de
......i -. ......|n:.iiii, acba-ae couaiantemeoie
lee urna esciovo robusto que soiba peifei- bous sortimcuu de uixa de ferro cnado e
t.menre engommor e cosinbar, que nflo t- balido, tanto ra.. como fundas. '"uf"f "'-
nh. yicius n'em achaques ,,. rua du Amonm eir. ^^;^^l!^,^^
n. 25. noiiihna e madellos o uiais moderno, inachina
Vendas.
dilas 1.i
niaiiboa e madellos o oais moderno, machina
liniiMiiii.il para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucoa, p.is. idi-n .-i. de ferro eslanbado
para eaaa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, cacoveua para navios, Ierro ioglez
tanto em barras como em arcos folbas, etudo
por barato preco.
Vendem-se velas dn espermacete, em
FLI11NHAS PARA i85a.
Vendem-se folbinhas de porta ,
,i, ,..,!,, eHpnliriheira delresdif- caixas.de superior qualidade : em cosa de
Ue padre, e de aigmeira ae tres au ( Re|ler & Compaunj,. na rua da Crul nu.
lerentes qualidades,sendo urna del- mer0 55.
las com o almanak da cidode e pro- Principios geraes de economa pu-
vincia: vendem-se nicamente na; blica e industrial,
praca da Independencia n. 6 e 8 Vnnde-seeste compendio, approvado para
--Vende-sea taberna da rui das Cruzas s aulas de primeiras letras, a 480rs.: ns
n.28, ou somente a armacao, tambem se praca da Independencia, livrana n. 6 c8.
ven le com prazo, e se faz vantagem ao Casa de comimssao de escravus.
comprador: a fallar na rua da i'raia n. 29, Vendem-se escravos e recebem-
-- Veude-se um parJo, de cor bem alva, se de commissao, tanto para a pro-
de idade 22 anuos, e bonia ligura: por vncii como para fra della, para
WETi*: "rU' d Ku""la,n,:nl0' o que se offerecc muilas garantas
f*Sf*t9*t*itfi8f a seusdonos na rua da Cacimba
diario de urna casa, sem vicios nem acha-
ques, e de elogante vista : o. rua d. ordem
tercelra de S Francisco, sobrsdo n. 10.
-- Vende-se um oxc-llente escravo pre-
to, moco e de bonita figura, bom cosinhei-
ro o cnuoeiro : na rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 5.
Bom e barato.
Vende-31 no atorro da Boa Vista, loja n.
78, cuuro de lustro, muito superior, pelo di-
minuto prefo de 2,400, 2,500 e 2,800 rs. a
pile; ceraamarella a640rs.; suspensorios
de borrecha a 160 rs.; allineiles de ferro pa-
r.i.ar.n ...ni ; tapetes para sapatos de todas'
as qualidades; muito superior bozerio, pe-
les grandes e muitos ohjeclos, que a vista
do comprodor fazae lodo negocio.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de seleiro da rua da
Cadeia do llecife n. 36.
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Crande do Sul, e a preco
commodo, no armazem, do Das Ferreira
ao pe da alfandega.
Mim-niiii-. superiores. <
N fundilo de C. Starr& Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
do canna, todas de ferro, de um modelo e
construcQfio muilo superior
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Redes pintadas.
Vendem-se redes pintadas, propri.s para
Upla, e para tomar fresco debsixo de ar-
vnres : na rua do Queimado, loja u. 14.
Vende-se n. rua dos Tires ultimo si-
lio voltanlo para o corredor do hispo, 1
guarda louca, 1 guarda livros, 3 pares de
fazos grandes do porcelana dourados e es-
maltados, finos; 2 app.relhnsde porcela-
na branca para meza, I guarda roupa dobr.
do, 4 c.deir.s de bal.neo, arreius novos
para cabriolet, 1 carro de 4 rodas, 1 prensa
de patente para espremer caj, e 1 cima de
ferro.
-. Vendem-se para animaes barricas com
farinha de trigo averiada a 1,600 rs. casco
e ludo : na rna largo do Rozarlo n. 48
Vende-se urna escrava parda, idede do
25 anuos, engomena, cose e cozmha, tem
boa conducta e figura; na rua dalravessa da
Concordia para a Cadeia nova, sobrado n.
5, 2. andar.
Brim da Russia.
Na rua do Trapiche Novo n. 16,
existe por vender urna pequea
porcSo desta fazenda sendo de
duas qualidades, urna regular e a
oulra muito superior e amethor
que tem viudo ao mercado.
Kotim para empalhar.
Vende-se rotim de excellente
qualidade, por preco muito com-
modo : na rua do Trapiche Novo
n. 16.
Genebra de Hollanda.
Cheg-ram recentemente algu-
mas frasqueiras com verdadeira
genebra de Hollanda, de superior
qualidade : ve idem-se na rua do
Trapiche Novo n. 16.
Diamantes para vi-
d race i ros.
Chegou urna porc3o de excel-
1 lente qualidade : vendem-se na
Vonde-se este compendio .provado para t_, M .
aulas, em meia encadernacSo, a 500 rs., rua do trapiche novo n. 10.
Paneiros com sal.
Vende-se sal do MaranfiSo em paneiros ,
de superior qualidade : no armazem doSr.
Anio 10 Aunes, ou a tratar com i. B. da
FoDseca Juuior, na rua do Vigario o. 23.
Salsa parrilha.
as
cada um: na livraria o. 6 e8, da praca d.
Independencia.
Vendem-se por preco com-
ino,nos armazens de Francisco Das
Ferreira, e Antonio Annes no
cae da Alfandega os seguiotes A m9ihor salsa parrilha que ha, chegada
gneros: farinha de mandioca mui-1, no ultimo vapor, exista muito pequea
< e r 11. oorcSo: no armazem do Sr. Antonio Aunes,
to fina em saccas; fumo cm folha, Presscadjnha d, Airin,,egl, vende-se. com
para charutos; cal virgem de Lis-, modo preco,a tratar com J. b. daFonseca
boa, vinda pelo brigue Novo Ven-; "or,na roa do Vigario 0. 23.
--j'_ _...ii. j. !-_.. ___:J Farellos de arroz.
Esta toconhecida e proveitosa substsn-
cia alimentaria para cavallos, recentemente
-
^*
A tbdo o fielchiistao.
Acaba dosahir a luz no Rio de ja-
S neiro o seguinte :
Livnnho milagroso-
Da vera Elligie divina do Rosto de
Nosso Senhor Jess Christo acompa- 01
m nhadoda mesma imagem ricamente
v- gravada e de um breve resumo do vi-
dado Nosso Divino Salvador, offere-
ciJo a tu lo o liel chrislao. Acha-se 9
f) estampada na frente deste lindo li-
, viinhu a seguinle poderosa re.-om-
^f 111 -n 1. i-.'io : Eite livrinlio parece-
a devoQo dos fiis: segu urna tradi-
(fjl gao sobre o verdadeiro retratodn Mos- m
a> so Senhor Jess Christo.que nSocon- *,
fg tradiz as que suo adoptadas sobre o Q
. mesmo objeclo por alguns escritores 9
refenndo-se a outros anligus. O li- 9
vrinho pode ser lido com I uclo pelos <
fiis. ConcetgSo, 25 ue Janeiro de -
1S5I. Bispo conde capeliao-rnr, ?
vende-se no pateo du Cullegio casa v
do livro azul o 610 rs. cada um. ?
#d|9#tl9 S #
Nova fabrica de chocolate ho-
inoi'op Mico
Em a mesma se encoutra o chocolate ho-
meoptico aprovado e aplicado pelos Srs.
Doutoresda homeopalhia seenconlrsmaiso
seguinte.ograude cliuculsle bespanhol lino ,
n. 11, primeiro andar.
fe Vendem-se relogios de ou-
9 ro eprata, patente inglez : na rua
m da Senzalla Nova n. \i.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e br ii-os
da ferro ; na fundico da rua do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundico de Ierro.
Farinha Pontana,
chegada ltimamente: em casa do J. J. Tas-
so Jnior, na la do Amorim n. 35.
Deposito (tu firicn de Todos os
Santos nn Hahln.
Vende-se,em casa deN. O. Ilieber& C.,
na rua da Cruz n. 4, algudao transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
ssucar e roupa de escravos, por precocom
nodo.
$9f)*8
Vendem-se e alugam-se bichas, me-
cedor ; macella do Porto muito
nova: a tratar nos mesmos arma-
zens, ou com Novaea & Compa-
nhia, na rua do Trapiche n. 'M\.
Vende-se, por preco commo-
do .-iriiih 1 de mandioca muito
supeior, a bordo do patacho Ale-
gra, chegadode Santa Cathariua,
oqual se acha ftindeado ao p do
caes do Collego: a tratar a bordo
d > mesmo, ou com Novaesck Com-
panhia, na rua do Trnpiche n. > i..
- A bordo do patacho nacional Euttrpe
ha superior l.rinho de S. Calbariua, cliega-
da ltimamente : trala-se o bordo do mes-
mo patucho 1 un liado defionte do trapiche
dj algodSo, ou na ruado Apollo armazem
n. 15, e na rua da Cruz n. 33, armazem de
S Arauio.
ven lem-se 6 ecravos, sendo 1 mulata
de idade de 26 annos, que sabe cosinbar, la-
var, e perfeila engommadeira;faz doces.re-
fina assucar e coze alguuia cousa ; uuira que
tamhem sabe o mesmo e ha oais robusta de
28a 30 annos de idade; outra proprio para
o servico de campo; 1 mulatinho de 12 an-
nos de idido proprio para pagem; 1 cabra de
bonita figura e muilo hbil para todo servi-
do; 1 negro muilo passanle proprio para an-
chada. Quem os pretender dirija-se a rua d0|
Queimado n. 14, que achara seu dono que
os tronx do serlSo para vender.
Aviso aos apaixonados de flores
Na travessa da Madre de Deus n. 9, arma- quem vende,
zem de Pinheiro Cordciro.existe urna por-' Vende-se chicote para curo muilo su-
cSode vasos para flores, muito bonitos e| periore boraloem casa de Adamson Ilouwy
por proco commodo; os quaes sj vender3o & Companhla rua do trapiche n. 42.
por junto ou o 11111 lio, assim como ha pa- N0 se fia.
pe almajo aparado, dilo florete branco.l Quem quizer pou.ar, venha ver e com-
uiacaesnuvos, .ivas, figos, ameixas, nozas,i prr, pois o ganho de quem vende fica na
amen loas, azeitonasde Sevilha.coixas com rnsu dos compradores, esempre ficSo logra-
enxofro, ditas com a$o, quarlolas e barris; j0J m,i servidos, seus amos e senhores ;
com vinagro brauco, ludo chegado ueste I enj a rua t aurora n. 32, venda nova com a
ultimo navio, viudo do Conova por Malaga ; frente pintada de azul, em o atierro da Boa
e outros inultos gneros quoaqui nao se fez! Vistan. 43, vende-se o seguinte : manteiga
nieuc.3u para nSo enfadar aos leitores. ngleza da melhor a 720 rs., dita francesa a
Vonde-se chapeos de palha americana 560 rs-> c|ia iflQQ rs., dito preto a 1,920
mui superiores, o relogios americanos para iem 3 embrulhos chinezes a libra, cada um
cima de mezo, bons reguladores : na rua do por 540 rs velas de espermacete 640 rs., di-
Trapiche n. 8. j tas de carnauba 280 rs., sev.da a 100 rs. se-
BaniNU ni' a .iitiiidINI I vadinha a 160rs., tapioca a 80 rs.caff moi-
tAIVIlMIA W. O. CAlUAKinA. do a 200 rs., dito de caroco a 140 rs arroz
A melhor firinha de mandioca' pilado a sors., carne do seriaos 60rs.os-
_- i___A sucanelinadoa 100 6 80 rs.,ervilhas a 100
e mais tecenlenienle chegada ao: rg _>bo|,llh, 200 rs., toucinho de santos
mercado, vende-se por preco maisl a i6ors., azeite doce a 480 rs., azeiionasa
1 i ..! i 240 rs-, milho alpisto a 800 rs.a cuia, pain-
commodo do que em outra quaI-| ^Vmo. ; e ludo o m.is periencente
Sebolas.
Na travessa da Madre de Dos, rmasaiu
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o
cenlo.
Vende-se urna morada de casa terrea
na rua Augusta, muito bem construida eli-
vre de qualquer duvlda, como se mostrara
ao comprador : a tratar na ru. do Creson
n. 10.
Vende-se, ou troca-se oor oulro igual
perto da t mea, ou por propiedades na
mesma, o grande eren loso sitio das Rozei-
ras do major Joaquim Elias de Mours, de-
f'onte da capella do Rozarinbo, com cisi
de sobrado toda envidraceda estribara
para 3 cavallos ; cocheira grande, casi da
farinha com todos seus perteucas, seuzalii
para pretos e casa para fetor, grande cer-
cado para gado, com aat pedaco de malta
deniri, muilas qualidades de fruclas eem
quantidade, e das melhores que ha : a tra-
tar no mesmo sitio.
Vende-se um bonito moleque do (8
nnnos.bom cozinneiro;ua) dilo de 25 annos
que cozinho ecugomma, 2 pretos bons pa-
ra lodo o Servico; um dito de meia idade
bom carreiro e mestre da assucar, um par-
do de 25 annos bom para pagem,urna agra-
va de 25 annos com poucas habelida les; 1
dita de meia idade muito boa lavadeira e
vende-se emeonta : na ruada Cacimba n.
11, aonde morou o finado vigario do Re-
ara.
Mermelada de Lisboa.
Vende-se marmelada de Lisboa em huer-
tas de urna quarta.quarta e meia, (res quar-
tas e urna e meia libra por preg mal
commodo do que em outra qualquer parle:
na loja de miudezas da rua do Collegi)
n.l.
Vend-'m-s 2 cavallos rusgos, por san-
to e scenla mil ris, gordas e tem andares,
ou troca-se por urna carraca que seja nova
com um boi bom : na rua do Mundo Novo,
na cocheira doSr. Firmino, ou no pateo do
Terc,o,ven la n. 7.
Vendem-se superiores vinhos finos en-
garrafados, s indo do Porto, tinto,em cii-
xmhasde 30 garrafas e de Lisboa, hrinro
em ditas de 24 garrafas; muilo boa 11 melhi
de algodSo para aelins, e relroz do "oro ;
na ru. do Vigario n. 19, primeiro andar.
Vende-se vinho marsala ,
limito superior em garrafas, a ios
rs. a duzia :" no armazem de Me,
Calmont & Companhia.
-- Vende-se champagne da marca amigi
e bem coohecida, Comet, em casa de Deaoe
Yule& 1. onna'ihia : na rua da Cadeia.
Escravos fgidos.
-- Estam fgidos da fabrica de calderei
ro da rua do Brum n. 98, os dous escravos
seguintes : Felippe do apan Mocambhue,
representa ter 35 annos de idade, estatura
regular, cheio do corpo, e costuma embrii-
gar-se perteneenlo ao casal de Jos Marit
de Jess Muuiz,; e Alexandre dn napao S.
Paulo, de idade 35 annos, alto, falla domo-
rado ; que foi do Meliquer, francez mora-
i
chegada : veude-se no armazem do Sr. An- dor no Rio-Doce, e ltimamente foi doSr.
Ionio Annes, em saccas, a commodo proco. Eduardo Bolli : ambos fugiram sem oulro
-- Vendem-se duas pretas creoulas, mo- motivo mais do que Mdltgao e sahiram.o
r;as, urna cose muito bem, engomma, faz la- primeiro desde 25 do correnta, e o segundo
v.i 1- uto, cozmha, tudocom muita perfeicilo, desde 26 ; roga-se a quem os pegar de ns
e a oulra tem as mesmas habilidades, me- levar nadita fabrica quesera recompensado,
nos lovarinto, porm vende fazendas e miu- .. Na noite do dia 5 do crrante, desappi-
dezas na rua : a tratar na rua largado Ro- receu o escravo JoSo, mulato acabocolado,
zario, luja n. 35. idade 18 annos, altura regular, caballos
Veude-se rap de Lisboa, em frascos, >n dados, olhos pequeos, denles lmalos,
chegado pela tigeira a 4,000 rs., os seo lio- n.rix um pouco cbato, levnu vesli do calca
res freguezes que costumam to 1 ar a boa pi- de brim pardo, jaqueta branca, camisa de
tada, nSo dcixr3o demandar buscar ao fjscadu encarnado,chapeo de palha amarel-
largo da Asnnibla n. 4. lo e urna troucha de roupa : quem o peg*r
-- Venie-se urna escrava creoula que j8ve-o ao engenho Pombal do Jos Caval-
engommo perfeitamente, cozinha bem e faz canlide Albuquorque Won lerley que sera
todo o n.as servic.0 de urna casa de familia, generosamenterecompensado.
e Icm boa conducta : na rua do Fogo n. 23, .. Desappareceram no dia 26 do passado
se dir quem vende. mez de dezombro, do engenho Pau-Sangus
Vende-se na rua do Collego n. 5, so- os esclavos seguintes : Onofre, creoulu, car-
bolas novas multo boas a320rs. o cenlo; reiro, idoda de 30 annos, alto, grosso do
champagne marca estrella, muito superior 1 corpo, cor fula, falla vagarosa, ps compri-
a 2,200 rs. a garrafa ; queijo de prato, mui- dos e chatos, manco de urna trilhadura do
to lie-cal a 600 rs o libra ; latas com bola-1 carro ; levou vestido camisa e calra doazu-
chinha do ararutata a 2,240 rs. ; snvnilinlia |j0, com um facSo da tena na sinlura, o
de Franca a 200 rs. a libro ; doce de goiaba chapeo de palba j uzado. Euzebio creoulo,
fino, mandado fazerde encommenda a 1,000 carreiro, idade de 25 annos, estatura regular
rs. o coixoo ; marmelada muito nova ; ge-
lea e outros muitos gneros, por prefo com-
modo. Na mesma taberna voudem-se dous
embonos de cedro e II travs de qua-
lidade.
Vende-se urna preta crioula mofa com
lodas as habilidades precisas e um mtalo
olhos bem rasgados e vivos, denles podres,
cor bem prela e pouca barba, ps peque-
os e spalhetados de bichos, que teve em
pequeo levou camisa, e cal;a de algoloo
trancado, e chapeo velho de couro. Mirli-
nho, creoulo, carreiro, idade de 60 an-
nos 1 alto grosso do corpo, com urna das
de 18 annos ambos bonitas figuras na tra- pomas bastonlomenle enchadas de iris
vessa da Malre de Dos n. 1, venda, se dir
quer parle, a bordo do brigue Al- i venda, deludo se da amostras.
mirante fundeado confronte ao| t^>*?*!$?&%*&}&&
caes do llamos : trala-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
seguiiiie.ograuaoiiuj.u.. u=P..........~ ~ Vendem-se e alugam-se bichos, che- <
adargo oar. regalo, dito entre lino tempe- isu|tiniamentedBHambu
r.do tambem paro regalo.cnocoUle para o V comtDO0. na rua de s. Amaro #
liario, cha preto, da india, hysson, cafe
moido puro, caf de sevaJa, canella muida,
puxuri, f.nnha do Msranhao, farinha de
mandioca calfe de caroco, sevada em groo,
charutos da Babia, lulo ae superior quali-
dade e commudu pceo.
Vende se no estabeleeimento da rua da
Cadeia do Hecife n. 1, supeiior vinho culo-
res, con barris de 7 em pipa por pre(0 com-
modo, proprio para casas particulares.assim
como todos os geueros como sejam, queijos
londrinos, conservas mglezas, bolachi-
nhos da rainha Victoria, presunto para
fiambre, sardinhas de Nantes, ervilhas em
Iotas, vinhos liuos de toda, as qualidades,
e muitos mais gneros quo anota do com-
prador se moatrarao, tudu por presos muilo
razoaveis. .
-. Vende>se um palanquim em bom es-
tado, assim como um Carro de c^rregar ta-
zndas da alfandega : quera pretender dl-
a rua do Cabug, loja de uiiudetas
preco commodo: na rua ae 9. Amaro 9
m n. 28. 9
*# #**** s^999i>9m
Vendem-se sellas e silhoes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
rua do Trapiche 11. 4a.
-- Venle-se superior cal virgem de Lis-
boa viuda pelo brigue Novo Vencedor no
passeid publico loja do fazeudas n. 15, pre-
co mui to commodo.
Veodem-seamarras de ferro: na ru.
da Senzalla nova n. 42.
Vende-se em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
tu do Trapiche n. 'j.i panno de
algodSo para saceos de assucar ,
muito superior c b ralo.
dos consignatarios Alachado & Pi-
nheiro, n* rua do Vigario n. 19
No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-
fronle do tribunal do commercio, vendem-
se caixas com 20 libras de linhas de nve-
los de n. 20 al 100 pelo diminuto preco de
1,000 rs. cada urna libra, cortes de cam-
braias de ptimos goslosa 1,920 rs., mada-
poldes muito finos e largos a 4,000 rs., e
ainda restam algumas pecas dos riscadus de
100 rs. o covado, ptima fazenda para rou-
pas ue escravos e mesmo par. fazer colxOes
por tor algumas pegas de lislras largas.
Vende-se urna das melhores tabernas da
rua Direila n. 21, com os fundos vontade
do comprador e tambem se faz negocio s
com armacao ou com urna pessoa que entre
de sociedade entrando com alguns fundos; a
tratar n. ru. de S. Rita 11. 97.
Venda-so p.pel piquete, proprio p.ra
cartas para a Eurnpa nos vapores inglezes :
na loja de Antonio Joaquim -Vidal, rua da
Cadeia 11.56 A.
No aterro da Boa-Vista, loja n.
18, defronte do tribunal do
c o 111 murcio,
vendem-se linos cor de ganga de puro
li.iho, ptimos pora caigas e palils, grava-
t is de seda eucaroada, algodfio trancado da
Babia, cnapeos le sol de armacao de baleia,
ludo mirlo b.ratissimo, que os mesmos
compiadores ouvindo o prego se admira-
rSo.
ferrages ..
mas a conteni, e em quanto nSo euectuar,
vende qualquer porcao de ferrages ou miu-
lhe custaram, lembra
la, e com algumas cicatruesde ferida ni
mesma perno levou vestido camisa de al-
godSo transado com oulra de baela verle
por cima, e ciroula do mesmo algodo. Es-
tesescravos lo a indo linadoLuiz lo-.-enlini
do engenho dous bragos em Serinhaem, e
por execugoo de seotenga passsram a tur de
Albino Jos Ferreir. da Cunha do engenbo
Cuiambuc. : quem os pegar.ou der noticias
delles, dirija-se ao mencionado engenbo a
entender-se com seu senhor Francisco J s,
de Medeiros, que pagara generosamente;.
Estilo fgidos desde 20 de uovembro
do 11 n no p.passado dous escravos seguintes :
Benedilo,nagSo angola,representa 25 annos
da idade, he cosinhetro, alto, ps e mos
grandes bem parecido.barbado doules lima-
dos. Mariana n.gSo Costa, alta bem pare-
cida,representa a mesma i lade, consta quo
I ai mi saduzidoe conduzidos para foro; ro-
ga-se as autoridades polici.es o espitaos do
campo os prendara e remetlam para esta
praga a entregar aoabaixo asignado que -o
paganini todas as dispezase so gratificara
com 100,000 rs. a quem os pegar, e protesta
contra quem estiver do posse delles.
No da 4 para S do correul, foiio um
preto bem mogo por nOme Benidito de gen-
to angola, de idade de 18 anuos, cora os
signaes seguintes cor bem preis, corpo ro-
forgado, beigos grossos, boca grande, altu-
ra regular; levou caiga e camisa de algo.
\
dezas pelo prego que he custaram, lemDra ..lyi,!.."^"--'- -" -
pela uilima vez a seus devedores, principal- do da trra, mas consta ter sido encoutra-
pe.- -
mente aquelles qde seus dbitos passam de
anno, que se at o dia 15 do crrenle nSo
saptisfizerom, uzar de outros meios.
FAiilNUA DE BALT1MORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Mancel da Silva
Santos, na rua do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Vende-se um bergo dejacarand, muito
moderno e muilo rico era gosto, por muito
barato prego : as Cinco Ponas n. 62.
C3>r Vendem-se bonitos escravos
de a ni bus os sexos, mulatas, mula-
tos molecas moleques negri-
nhas, negras mocas e negros mo-
cos: na rua das Larangeiras n. i/j,
segundo andar.
Vende-se um escravo creou-
lo de bonita ligura, com ollicio de
sapateiro e muito bom trabalhador
de campo vende-se por barato
preco, para liquidaco de cotilas :
na rua da Cadeia de S. Antonio
n.9.
do com roupa branca fina : quem o apreun-
der leve-o ao lugar do Torre no silio do
abaixo assignado senhor do dilo negro, que
sera recompensado do trabalho. Manuel
Pereira MagalhSea.
Dosappareceu n. tarde do di. 7 do cor-
rente urna preta ue nagSo, de nome Joaqui-
na, queaepresent. ter de 95 1 30 annos do
idade, bem parecida, baixa, bastante gorda,
peitos grandes, ps e nios peqnenas, e den-
les limados, levou vestido braoco de cam-
braia, e panno lino preto, a qual andava
vendendo bolinhoaem urna bandeja ; rog
se porlanto as autoridades polictacs, e ca-
pitiles de campo, que a aprehndame man-
icio entregar a seu senhor ; na rua do Col'
legio n. I'.i,primeiro andar, que pagar qual-
quer despoza que houver.
-- No dia l. do crrente mez auzentou-
se um preto padeiro e canoeiro por nome
Josc.de nagao benguella,idade 25 aODOS pul-
en mais ou meaos, de estatura regular,,- ira
um puuco coraprida, pouca barba, sobran-
celhas grogas e um pouco bizonho ; etein
dias que bebe al cabir, lera os ps um pou-
co grossos levou caiga e camisa do
algodSo transado americano o chapeo do
palha roga-se a todas as authorida les po-
liciaca e capitSes decampo o fagam apre-
hender e entregar na rua do Rozario larga
padaria o. 18 que ser gratificado Com gene-
rostdade.

w


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