Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04600


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Full Text
^"TT
AnnoXXVllI
Sabbado 10
de Janeiro de 1852.
N. 7.
DIARIO" DMPEUMlfiiM
ts
VRE90 a sncaipgAo.
Paoxunto Aduntido.
Por trlmestr............. VjW
Por semestre.......;.....,!*2
Por anno........'.....1J*UM
Pioo dicho Durimum.
Por quartel.............V-w
1IOTICI AS DO 1MPEBIO
pir.....17 de Dezbr. Minas... iSdeNovbr.
Maraoho 2l de dito S.Paulo. 10 dedlio.
Cear... Mde dito. R. de/.. IA de Dezbr.
Parahiba. 21 de dito Babia... 20 de dito. I
UIA-.DA IH1
5 Seg. S. Semeio Es-
i.-hn (KrUdo.)
6 Terc. + *S. Reii
7 Ou 111 s Luciaoo
8 Qulut S. Lourenco
.lil.Hlli.lnii.
9 8>li S. Juliao.
In s ili. S.Panlo.
Ii Dom. i. drpols df
Reis. 8. Iligiuo.
AUDIENCIAS.
luUoit OrphSo
i.e!>. lis 10 horas.
1. vara do civel.
3. e6. ao melo-dia.
Vatenda.
3. e6. i 10 Imi >
2. vara do civil.
4. e sbados ao mclo-d.
fielafo.
Tercas e sobados.
iruMUIDii,
Crescente i 20, as 8 horas e 15 mi nulos da ni.
Chela 7, a 3 horas e 48 minutos da m.
Mlogoante m, a i hora e 8 minuto* da in.
Nova 21, as 7 horas e 34 minutos da ui.
IBUMia DI OJB
Prlmelra s 7 horas e 42 minutos da manbSa,
Segunda s 8 horas e 6 minutos da tarde.
rluTIUU SOS OOKKBIM.
Golanna e Parahiba, > aegunda seitas-
elrss.
Rlo-Crande-do-Horte.toda ai quintas-feiraa
aomeio dia.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-feiras.
Olinda, todos os das.
- VOTICIAS HTBlHGnUI.
Portugal. 16de Dezbi,Austria.. 2 de Dezbr.
ilespanha. 8 de dito Suissa. .. 2 de dito.
Franca... 7 de dito Suecla... 28 de Oulbr
Bejgica... 3 dedlio Inglaterra 8 de Dezbr.
Italia..-. 2 de dito E.-Unidos 23 deNoabr.
Alemanha. 4 de dito Mxico... 16 de dito,
Prussia... 3 dedlio California lOdedlto
Hu un ira 2J de Oulbr Chlll. 12 de dito
Russla... 1 de Dezbr Huenos-A. 8eNovbr
Turqua.. I de dilo (Montevideo SI de Oulbr
CAMBIOS DE 9DI J'NXIBO.
Sobre Londres, a 28 d. p. 1/ Firme
Pars, 34o por Ir.
Lisboa, 90 por canto.
ETAEl.
Ouro.Oncashrspanhula..... a...
Moedas de 6/400 vplhas. 16/000 a 16
> de 61400 oras. 16/000 a 16.
de4/0CO....... 9/000 a 9/100
Prata.PaUcdes brasileiros.. l/90 a l/9<0
Pesos columnarios... 1/920 a 1/910
Ditos meilcano.......1/740 a 1/7&0
PARTE OFFICUL.
MINISTERIO DA JsTICA.
Uli III lo K. 879 BE 20 DE NOVEMBSO DE 1851.
Barca o modo porque o tritunats do commtrcio
devem impar a mulla de gue traa o ar(. 4b3
do codiqo commereial.
Ilei por bem decretar o seguinte:
Art Io. Os triliunaes do cmninereio, quando
llveveiu de Impr aos proprieunos Minado-
res das einliarcaffs registradas a inulta que
Ibes houverem arbitrado, nos casos e na tur-
ma do art. 16 do cdigo couiiuercial, inanda-
ram trasladar c auioar pelo reapecljvo olncial-
inaior o termo por elle asslgnado, c a crrtidao
negativa Ja entrega do registro dentro do an-
uo (,c esta filia constituid objeeto doproc-
diineuto), c bemassim os documentos ou pro-
vas que liouver, do uso Ilegal que elles live-
rsMU felo do mesino registro, ou da venda,
perda ou iuuave abilidade da embarcacao; c
continuados os autos com vista ao desemar-
gador fiscal, ofnciar este, como entender e
dlrelto (fod commerc, arl. *>P, 4bl, loo,
Begul. rs. 738. art. 18 11.)
Arl. 2. Se os propririarios armadores conlra
tiucm se houver de procc.ler re.idlreni no
iiesmo lugar em que estiver o tribunal, sc-
ro notificados pelo respectivo portelro. c se-
n.i i pur ordem do juiz de direito do commer-
cio, a-quem o u ilii'inal solicitar a aollficacao,
paraall.garem oque Ihes fr a bem, cm cin-
co das, que correr da data da Intimacao,
levando-se cm coula, alm destes, mais os
que decorrerrni, raiiio de quatro legoas por
da, para os ijuc residiiem lora do lugar -Ja
sede do tribunal,
Art. 3. Se lindo 0 prazu nada responderem,
nein requcri'rcm, a sua revelia decldlr-se-ha
sobre a inulta no primeiro dia da sessao, se-
gundo a prova dos autos, c presente o desem-
bargador fiscal.
Art 4, :>e dentro do praso comparecerem
por si ou seo procurador, proceder-se-ha nos
termos dos aris. 3, 4, o, 6, 7, 8, 0, e 10 do
decreto n. 862 de 1 do corrente mez.
Art. 6. Da deciio que iinpuier a multa nao
baver recurso algum se nao ceder de du-
sentos mil ruis. (Lod. commerc. tit. nico,
art. 26 j
Art. 6. Se a multa exceder essa quantia, r
permiltido o recurso para o conselho de esta-
do no eficilo devolutivo smenie; e quando ao
fatal para a sus Interponan, preparo, expe-
diciio eexecuco descnlenca, obscrvar-se-lta
o que se acha dlspsio no referido decreto.
Eusebio de Queiros Coutinlio Maltnso C-
mara, do meo conselho, miiiislro e se creta-
rio dos negocias da juslica, o tenha assim
entendido e facaexecutar. Palacio do Rio de
Janeiro, ein 20de novrmbro de 18jl, trigesi-
ino da iudepeudeucia c do imperio --Com a
rubrica de S. M. o Imperador Euicbio de
Queirox coult'nho Hulloso Cmara.
BISPAD i DE PERNAMBUCO.
t. lo'io ila IMirilicac.So Marques Perdlg3o,
coiu-RO rogranle de Santo-Anosliiiho, por
grara do Dsos, e da Saola-So Apostolios.
hispo de l'eriiajjbuco, du cooselliudeS
M. 1. e C. ele, etc.
A lodos os oossos diocesanos saude, paz
o l>envao.
Sendo do noso mais sagrado dever dissi-
pa r o erro, cujas consi-quiMicias produzem
sni. n' funestosresuliados, ecomo ora nos
conste, que pessoas mal Intencionadas tem
procurado persuadir o povo incauto, fazen-
do-lhe acreditar que o governo imperial in-
tenta captivar os que com toda justica go-
zam do plena liberdadc, propomosom nos-
so animo desvanecer laes sentimenlos, fir
mmente arrcditsnJo, que o governo nun-
ca teve, ou tert jamis lio abominavel, co-
mo perverso designio, nSo exislindo me-
nor suscita, ein favor deste maligno in-
tento, sem a quai nSo lie lic.ta a menor das-
i.'onliinii,-, principalmente quando se trata
de objcclos, que o mesmo censo commum
reprova.
Como seria possivel que o governo geral
ruin ln'i' urna tai iJeia, quando he o DOS*
lito que com o manir desvelo promove a
abolivfloda escravaturs africana? Qucrera
libertar esta para escravisar os livres no psiz
da Santa Cruz ?.. Como entre nos se ouve
dizer (se he verdica a noticia, que corre) :
nSo quoremosser escravos .' Sme'nte em
virtude de una lei a mais iniqu, e do im-
possivel exeoUfBo poduiia acoulecnr tal fa-
tsiidaje. Kiiste porm esta lm ? Seriamos
DOMOt auguslus legisladores t3u faltos de
probulado que a decretassem? Tcria o nos-
so sempre excelso linperadoranini.i paraa
saucciunar i' Ah Ellu jumis podoria sa-
bir a luz, pois i|u dcvia ser reduzi !o a p
o papel, que su 'porta.-sn sua nipiesso.
1 illms de nossa extrema predilecto, a-
cicdiUi-nos em |> c-cnca de tatitos actos,
o ac^Oes, pelus quaos vos testeinunhamos
o amor, que em Jadus-Ctuislo vos tributa-
mos, fisto mesmo .Senlior saba que vos fal-
lamos a pura veruade, rqno m'vui vive-
mos sacrificaJus do dia, e de nuil-, presliu-
do-vos todoi os beaeflcioi com;istiveis com
as all 11 ii;i;i'i- -, que nos foram o^itorgadas
para vossa espilual ulilidado. ISs eum-
primos este devor, sur orlan lo os encoin-
ii.o ios insepsraveis do noaso ministerio,
(cujo abandono ns he Ilcito) para gozar-
mus a ventura du vos ser ulms em toda oc-
i'asiSu, que nos fornece os m mu- di vos fe-
licitar.
Outro designio alcm deste, nSo nos or-
FOLHETIW.
;*. ^ ibVi?aa 3323
ou
MEfflORIAS DE UM IRARIDO.C)
(POS EUGENIO SE.)
XVI.
Deixei Jacintho com a alma chela de urna
inefavel serenidade senhor de mim, eu me
senta capaz de all .mi ir a embriagues que por
um instaute me nnjia causado a bellea de Ce-
Minii, impressao que, confesso, se a|iagava
quasiem presenca da lembranca de inadaiua
llayiuundo, lo repeniiuainenlc despertada em
meu curaco.
As observacSes fraternaes de Jacintho sabr
muida pallidc, linliain-me lambein impresslo-
i nailu Com etlelto, ha um anno pouco mais ou
Lenos, nimba saude se achava ligeiraineute
iilleradaein consequencia de uumerusos esees-
gaos; debalde meu medico me bavla exhortado
i urna vida mais regular c sobre ludo a execu-
(*) Fid< o Diario ti. 0.
corre ; com esle viemus regeresta di.cese,
esperando quo a providencia assim nos con-
serve at que faga terminar noss existen-
cia. Ficai poimna inteligencia de que
vos oxpomus este nosso procelimento nt
presente occasiOo, snente psra voa persua-
dir o crdito, que vos meiocemos, quando
a vos nos dirigimos, e que nao convem acre-
ditar oulras exoresses, alm dss que se
rontim asta r.osss breve alloeuclo. Cun-
siderai suggerida pelo commum ini-nigo
do genero humano outra qualquer doutri-
n, que nfio seja a Evanglica, que vosan-
nunciamos. llecordai-vus dos infinitos ma-
les, quo as publicas dUsencOes occasio-
iiai'n. Nao queiraesser por oslas responsa-
veis.
So a execugno de algum artigo do regu-
lamento n. 798 de 18 de juuho de 1851 nao
convem ao bom comniuin, represantai le-
galmonte ao governo qualquer inconveni-
ente, que>justa, e racioualinentn encon-
tris, convencidos de que o mesmo gover-
no jamis deixar da vos attender, quan-
do a pru leis, e a v*rdadeira inteligen-
cia exige esto procolimenlo. Outro qusl-
'l'ir he o mais alheio da boa ordem.
Nos pois supplicamos, e esperamos, que
o amor de eus, o do prximo; vos induza
a querer a paz, e tranquilli lata, que lie
tnyster promover por lados os meios.
Permita a prov leuda que, d'ora em di-
ante, as llagos snjam livres de qualquer co-
mugSo popuhr, unicanvnt' peritiillida po-
la Omnipotencia para llagollo da bumani-
dade, e por este modo soroui censurados os
excessos commetti'los.
Palacio da Solodade 9 de Janeiro de 1852
Joao, hispo diocesano.
GVEKLNODA PliVINCIA
EXPEDIENTE DO DIA 7 DE JANEIRO DE
1852.
OflicioAo Exm. presidente do supre-
mo tribunal de juslica remetiendo s res-
postas que iiiTicn os juizes de direito da
comarca do Rio-Formoso, Lourenct Caeti-
no Pinto, e do I.imooiro Mmoel Teixeira
l'eixoto s porlarias que S. Exc. enviou para
seren transmitidas aos referidos juizes.
CoiiiiiiuniiMii-.su aus ditos juizes.
Hito-A lliesouraria de fazenda, ctmmu-
nicando alim de que o faca constar ao ins-
pector da alfandega o ao administrador da
mesa do consulado, quo seguodo constou
do aviso da repartigio dos eslrangeiros da-
tado de 17 de outub'O ultimo, concedeu-se
o un cual beneplcito a nomeagSo que fez
Henriquo Kalkmann de Henrique Brum pa-
ra exercer as fuucgOes de cnsul interino
de Itremem nesla cidade durante a sua au-
seucia.Neste sentido lizeram-se as conve-
nientes cu .mu un icjc/ies.
Dilo-A misma para que exija do admi-
ui-ir,: Ja uiosa ilo consulado o remella a
presiileucia, urna informacSo documentsda
sobre a prova da molestia, que > r.vou a lan-
tus empregados de comparecere'm quelle
consulado ein varios dias do' mez de dezem-
liiu ultimo, cumo se v do ponto quo re-
melteu.
ito-Am.'sma transmitlinJo tres avisos
de igual numero de letrss na importancia
de u,:i,'iii rs. saca las pela lliesouraria de
fazenda do llio Grande do Norte sobre a des-
ta e a favor de Canuto Ildefonso Einmeren-
ciano e Francisco Ignacio Ferr.ira Jnior.
Participou-se ao ah. presidente daquel-
la provincia.
Dito Ao director das obras publicas para
que, uuvindo quat.to antes o capilSo do por-
to, mande deafszer a rampa que, em virtu-
de de oiform c3o daquella directora, se
concedeu licenca a varios propriotarios da
v.i.i .la i'i .na para cooslruirein a sua custa,
caso reconheca-se, que a dita rampa lie
prejudicial a servld3o publica do mesmo
porto.
DituAo director do collegio dos orphSos
inleirandu-o de baver indefendo, em vista
io sua mo. mu;ao, o requerimeiito em quo
Mana Marliiiiaua do Campos Cuaresma pe-
dia a entrega do menor seu mano, Antonio
Aunanias do Campus Quaresma, quo se sclia
recolhido quelle collegio, e recommendan-
do que faga aptesentar o referido menor ao
director do ars nal de guerra, aflu de ser
alistado na cuuipanhia do aprondizes do
mesmo arsenal.Neste sentido expeiiram-
so as convenientes ordena
se -o- imI ir ser desertor de marinlia ; or-
dem do subdelegado da freguezia de Ssn
Jos, Jofio Rsmos da Silva, por insultos,
Jos Caoln, por ebrio, o o preto Julin
que declarou ser cscravo da F. de tal, mo-
rador na Passagem da Magdalena, por an-
dar fgido; e do subdelegado da frogue-
/m ila Boa-Vista, Manuel Antonio Rosa do
Amiral, por ebrio, e Manoet do Nascimen-
to, sem d-claracSo du motivo.
O delegado de noticia do termo de Olinda
parlicipou em oflicio de 29 deste mez, que
ni dia 26 so .lluvia afogado o par lo Joffo
Francisco que eslava tomando banho com
in iis dous compatiheiros, no lugar do Ar-
rumbo, e que para o salvar ae tiuhsav em-
pre^ado to las as diligencias, sendo que o
cadiver fura encontrado no dia seguinte e
enterrado no cemiierio Ha matriz da fre-
guotia de S. Pedro Martyr, dopois de pro-
cedida a ii -eessari i vi-luna.
O delegado do termo do Nazareth coramo-
nlcou por oflicio de 26 do mesmo mez, que
Tertuliano de tal Tora assassmido por Igna-
cio de tal, por antonomasia (miulanga, e
oulros o llu prender por ordem da autori-
lade competente, e que o mesmo Gsmutan-
ga so acha preso e proeesssdo, segundo
uadici.a o subdelegado dosejunio distric-
to d'aquella freguezia ; n bem assim, quo
no dia 25 limliiMii fi'i-a brbaramente assas-
sinado AlexandrinoGongalves por Sevenno
Alves, que tem podido oscapar de ser preso
apesar das diligencias que se li.'m empre-
gado por aquella delegada.
DEM DO DA 2 DE JANEIRO DE 1852.
Foram presos: urdnm do delegado do
primeiro districto deste termo, o portuguez
Antonio Fernn les Farcia, por haver i -sul-
tado-a um inspector de quarteirJo, o Ana
cleto Paes Brrelo, sem declaragSo do mo-
tivo.
Por oflicio do delegado supplente em
exercicio do termo do Pao d'Alho, sdb a
dala de 29 de dezembro ultimo, foi com- j
municado que no da 20, no lugar denomi-
nado Capocira lora assassinado a cacetidas
o capilo decampo Severino Mendes, sem
que se soubesse qualo autor desse atienta -
do, que na noite desse mesmo dia, no lu-
garCanalistula lora mortalmente ferido com
duas facadas Jos Francisco por JoaquiuT
Bezerra, que tambem fra fendo nm urna
ni.iii ose acha preso; que na noite do dia
H o pardo Sevenno, ja alli criminoso e mo-
rador na contares de Nizaroth, alterando-,
sa conlra o povo que se achava reunido
pira ouvir missa desparou um tiro que ferio
a cinco pessoas; e que no da 25 do mesmo
mez essa indivipuo assassiura a Alexandre
Gongalves Marinho cum um tiro que Ihe.
dra de emboscada.
Correspondencias.
Srs. rtdactoret. Teodp infelizmente ap-
parecidn em alguns pontos da provincia
inovimentos sodiciosns, motivados pela exo-
cugSo da lei do registro de nascimentos e
obaios, e podendo alguom prevalecer-se da
oecisiao para fazer-me qusesquer imputa-
i-iii's" aiiriiuiir-iiii.' factos criminosos, apres-
so-rii" em declarar pela maneira mais so-
lemne e positiva, que nem direets, nem in-
directamente tenho parte alguna nesses
iniivi aientos ; que alta o poderosamente os
reprovocomo oppostos civilisagSo e como
um.meio infallivel de retardara marcha e o
progresso do partido liberal, que me pre-
so de pertencer.
Tunlio a mais profunda conviego de que
nenhum membro noUvel do partido libe-
ral, se ha involvido nesses acontecimeotos,
quedesgragadaoienta Unto depdem contra
a instruegio o moralidade do uossi bom
povo ; mas se alguem os apote, e Ibes d
vida, o que duvido, nem eu, nem meus ami-
gos, nem o partido podemos ser responsa-
veis por isso.
Digne n-se, Srs. redactores, inserir, estas
linhas, que sao do seu leitor obrigado
r. Smm.jmn Vilella de Catiro lavares.
S. C. 7 de Janeiro do 1852.
PERNAMBUCO
Heparlico da Polica.
PARTE DO DIA 31 DE DEZEMBRO.
Foram prosns : a ordem do chefe de po-
lica, Jos Jo i'iiiui daSilva, por crime de
offensas pliyi-icas; un un do delga-
lo do primeiro distncto deste termo,
EslevSo Marques, sem declaraguo do mo-
tivo, e Ignacio Mureira de Mondonga,
por ter sido encomiado com urna faca de
I un i ; a o ilion do suli lelcgado da fregue-
zia de San Frei l'c lro Gongalve, Benedicto
Castalio, por ebrio, e Jos escravo de Au
tupio Joaqun) Seve, por andar fgido;
orJcm ou -uli i..evini ila fieituezia de San-
to Antn o, M uioel Ferien a Biplist*. pm
lar cila upi-iacao que me causava um hrior
lovencivel; mas por compeusacao resolv se-
guir os conselos de bygieue moral e physica
de Jacintiio.
DeisHla cu in.....su.! a fatigar-me desla vida
do mundo, agitada, brilbaule efacticia; au de
pois mi ti in a iiioilidaile natural de uilnba lina
glnacu mostrava-me como mu delicioso con-
traste a conliada e pacifica iulimidsde de qui-
en ia gozar no seio da modesta familia de meq
amigo de iufancia c de sua mulber.
Ao sahir da casa de Jaciutha, lembrel-ine do
que elle me llalla dito a reapcito do lugar de
subchel'e de sec^o, esperaoca de sua humilde
aiubictio, e live o excedente peasaueulo de
ser til a Jacintho e de servi-lo efficaimeot.
Era aluda cedo ; por isso dirigi-me casa de
Mr. de la busslere, cx-subgoveruador dos pa-
gense amigo de minha avo. Oepuit de miuha
saluda da casa do re, eu tinhaconaervado sein-
prc com meu ex-governador relaces uuu ami-
gaveis. Coubeceudo qual o seu crdito consi-
deravel, conuva pcdir-lbe sua activa protec-
9uu para meu amigo.
Mr. de la Uussire accolheu-me maravilhosa-
inente; elle era nesse teuipo amigo particular
do conde de **, ministro do Interior, e propos-
inc mu obsequiosamente ir comlgo oaquella
mesilla inaubaa ao miuisleno; eu aceite! esta
proposta e partimos Juntos. Como quer que o
ministro cstlvesse ausente, por se achar neste
moinculo, segundo nos disseram, em conferen-
cia com seus cheles de diviso, fuinos recebi-
dos por seu secretario particular, homein pou-
co mais ou meuos de minha Idade. M. de la
Bussire o coubecia sem duvida ha multo teiu-
Srs. redactare*. Para arredar do mim
qualquer lesponsabilidade, ou invectiva,
que meus gratuitos inimigos possam ma-
quinar contra minhi pessoa, declaro pean-
te Dos e os hoinens, que n3o so desappro-
to os desvarios e loucuras desses fascinados
bomans que se rebellaram contra a execu-
So das leis do paiz, mas que desde j hy-
polheco os meus servigos ao governo para
ajuda-lo na manutengSo da ordem esegu-
ranc publica.
Recito, 9 de Janeiro de 1852.
Ignacio liento de Loyola.
Fubhcacoes a pedido.
DIARIO UE PERNAMBUCO.
RECIFE, 9 DE JANEIRO DE 1852.
NSo obstante oque temos dito, os no-
velleirus continan) n ajpalbir boatos ater-
radores; segundo elles apregoam, a provin-
cia luda esta conflagrada, os ros crrern
sangue em todas as comarcas do interior, a.
ndo pode tardar que as legiOes dos suble-
vados nao veuliani assaltaresta bella o rica
cidade; felizmente todos estes boatos nao
tem o menor fundamento, sSo partos de
i ni ag uagOes esquentadas, ou de refinada
maUade.
As noticias vindas hojo de Pao d'Alho,
louge de seren aterradoras, sSo satisfacto-
rias, o reverendo missionario, Frei Caetano
de Messius, contmaa fazer sentir aos po-
vos daquella lugar o erro em que cahiram,
tendo ja cousegui lo persuadir a msiur par-
te dos amotinados a recolherom-se s suas
Casas; reslandu aluda reunidos alguns quo
ou por mais porlinazes, ou por mais des-
ruilia los, ii.io se tem querido dispersar,
mas he de esperar que brevemente o farSo
sem ser preciso o emprego da torea.
Como quer que alguns malvados, que
desbragadamente nunca laltam em taes oc-
im- He.-, aproveiando-se do teiror causado
pelos acoulecimentes de Pao u'Allio.lealiaul
alacado algumasdaspropiiedades que lie.iui
entre a puvoagAo da S. I.ourengo e aquella
villa, roubando varios ol'jectos, poslo quo
de pouco valor, S. Ex. o Sr. presi lento, quu-
i euii i ter a tropa de linha desembaragada
para de prompto acabar com estes hroes,
e defender as proprie lados particulares re-
sulveo chamar ao servigo da guarnico al-
gumas pragas da guarda nacional desla
cidade,is quaes ja se acliam aquarleladas.
Islo lie ludo o quelia de veruadeiro cer-
ra dos acontecimeutos ue Pao d'Alho, a po-
pulag.iu |.o le, puis, p i iiiaiiei'er tranquilla,
caria de que nada lia a temer, e que o go-
verno velta em sua aegoranca.
.As noticias ul 11 ni luiente recebidas de va-
rias oulras comarcas, iniuriii im-iius que
todas gozam de sucego.
Pessoas chegadas das Alagoas referen)
que aquella provincia lie ir i em paz, he por
tanto anda falsu u boato que se espalliuu
aqu do se achir ella em desorden).
asaBi
EleicSo dos devotos que hdo de festejar a Se-
nAora do Uonle no dia 31 de deiembro de
1853.
Juiz.
Os Illmi. Srs. Julio Cesar l'crreira de Aguiar.
Juiza.
1). Uariaoa Gomes i Rosario Torres.
Thesoureiro.
Jos Joaquim de Lima.
Escrivo.
Antonio Afires Valango.
Escrivaa.
D. Luisa Barbosa de Almeida.
Procurador geral.
lo Luis de Almeida Itibeiro.
Procuradores.
Ito i'ilplm Joao Barata de Almeida.
Francisco Luis Vires.
Domlogos Soriano Fernandes Soares.
Jomo bautista de Macedo.
Catulino Goncalves Lessa.
' Francisco Antonio Pereira Durao.
Juiz por devoco.
Tenente patrao-mr Joaquim_ Rodrigues de A
Juisa por devoco.
D, Rila de Cassia Ferreira da Cruz.
Escrivo por devoco.
Jos Mu 11 Freir Gaiueiro.
Escrivaa por devoco.
D. Anna deS Leilo.
Mordomos.
Dr. Caetano Alves de Souza Filgueiras.
Dr. Jos Quinlino de Castro Leio.
Dr' Jos Cardoso de Queiros Fonseca.
! Dr. Abilio Jos Tavares da ilva.
Joao Pinto de Leinos Jnior.
Jos Eustaquio Maciel Monteiro.
Jos Ferreira da bilva.
Msnoel Marques de Oliveira.
Virissiino Peliolo Soares.
Ilernardino de Sena Dias.
Msnoel Joaquim Ramos e Silva.
Antonio Mariins de Uoraes.
r. Eduardo Soares de Albergara.
Bernardo Joaquim de Asevedo.
Jos Paulo Nunes.
lili, da i -un ii i Teiieira.
tAatonio enriques Mafra.
Damiugos Uenriquei Mafra.
Jos Policarpo de Freilas.
Jos Pereira da i.un lia.
Joaquim Francisco de Alm.
Jioijuun Annanias Ferreira de Almeida.
Mauoel Estanislao da Costa,
bernardo llodrigues Pinbelro.
Herculano Rodrigues Piuheiro.
i Joao Fraucisco Pardeilhas.
.Joao Marques Correia.
Jos Faustino Porto.
I Joaquim Autouiu llodrigues.
I Jos Vicente Ferreira Lelle.
Luis Kellrao Fernandes Manta.
Joao de Oliveira Rodrigues MendCS,
Jos Esteves de Uliveira.
Francisco Eusebio de Farias.
M ni.ieI Figueiroa de Farias.
Jos Bernardo de Souza'
Joao Antonio do Reis.
Antonio de Azevedu Vilardco.
Joao I' ipti-i i de Medeiros.
Jos Joaquim Pereira Meodonca.
JosedaSilva Meudoii(a Vlanna.
Antonio lose n-luli il.
IJiuio'i Duarte Rodrigues.
Antonio Joaquim de Asevedo.
Msnoel Jos Ferreira.
Auluuio Alves barbosa.
Norberto joaquim JosSuedea.
Jnao Francisco Trtxrtra.
Mernardo da Cunha Teixera.
Mauoel Jos da Silva Hraga.
Manoel Rlbeiro da Silva Fonicca.
Dlogo Rodrigues.
Jos Joode Amorlin.
Sebastio Jos da Silva Braga.
Manuel Aulonlo Ribetro.
loo Vieirade Alujo.
Manoel Ignacio de Oliveira 1. bo.
Jos Carlos de Souza Lobo.
Jos i i i in > de Me ieiros.
Jos Itibeiro de Bnto.
Francisco das Chsgas Salgueiro.
Joao Uoncilves Rodrigues Franca.
Jos HeriiardoSalgueiro.
JoseGuedes Salgueiro.
Joao ein i.ii-ioiiio Pacheco Soares.
Antonio Joaquim de Oliveira Baducni.
Anioiiiii Pedro das Neves.
Jos Fernandes Eiras.
Jos Joaquim Das Fernandes.
Joao I iv o Cordeiro.
I injiiiiii Pinbelro Jacome.
Luis Jos da Casta Amorim.
Fortunato Carduzo de Goveia.
Joo Kaptlsta Hragozo,
Joaquim Ribeiro Puntes.
Jos Rodrigues de Araujo Porto.
N ii .i. i Mana .o in o o
Jaeliillni I l-elia de lie llnelo .
Marcolino Goncalves da Silva.
MaooelJoode Ainorlin.
Joo Francisco da Cruz.
Fraucisco. Antonio Correia Cardoso.
Mouuel Jus Crrela.
Gabriel Jise de Siqueira.
Luis Jos de S Araujo.
Jo ujiiiii Jos de Amorim.
lieiiiu.i dos Anjos l'clxelra.
Mauoel do Nascimcnto Pereira.
Feliciano Jase Gomes.
Joaquim Juvenclo da Silva.
Viceule Ferreira da Costa.
l'.i.i,e Rapbael Antonio Coelbo.
Joo de Oliveira Guimaraes.
Jos Antonio Bastos.
Joaquim Silverio de Souza.
Joaqnim Jos Ferreira.
Antonio llodrigues Selle.
Dr. Joaquim Antonio de Farias Abrcu c Luna.
Luis Antonio de Siqueira.
Luis Antonio Goncalves Pena.
Alexandre Jos da llosa
Antonio Jos de Amorim. -
Aulouio .1 .,-e Gomes d Correio.
Bernardlno de Souza Guimaraes.
Victoriuo de Castro Moura.
Francisco Pililo barbosa.
Joaquim Frauciscu Saiuico.
Aulouio Francisco Meuezes.
Aulouio Mendes Guimaraes.
Antonio da Cunha .Soares Guimaraes.
Joaquim Ferreira Ramos.
Manuel Cardoso da Fonseca.
Joao Jos da Cruz, c todas aquellas pessoas
que quizerciu concorrer.
Pelo Rvm. D. Abbade.
t'r. filippe de S. Luis Valva.
lllm. o Exm. Sr.Em resposla do do V
Exc.com ofeixodne de novembro do an-
dante, sou a dzer quo he menos exacta a as-
severagSo que a V Exc. f^z o delegado deste
termo de haver-me remeltido o prucesso de
responsabilidad quo diz tirara do Subdele-
gado do Papacaca, em o qual diz houvera
provas do crime de resistencia por isso, que
quando tal facto se delle n3o me competa
certa intuito n conhecimentode tal processo,
lie quanlo em observancia do quanto por
V. Exc. me foi ordenado, tenho a dizer.
Dos guarde a V. Exc. Villa de Gara-
nhuns. 16 de novembro de 1851. Ulm. e
Exm. Sr.Dr. Vctor de Oliveira, presidente
da proviiicia.-Antonio Teixera de Macna-
do, juiz municipal supplente-_________

VARIEDADES.
I><>, |>ui Lili jti-lhc lAinilMi mcuic cliaiuaudu-0
Mr. Je Slale- are.
Klle recebeu a Mr. de la Hussiure cotn urna
ext|uiaila polidei touibreada pela deferent;*
que i n. \\ 11 a va a idade e a coudi(u do novo pro-
Itcior de Jaciotbo. Ciperauo a volia do inl-
nliro, a coovenaca versou aobre trivialida-
des. Mr. de Salnie-Marie moiirou-se da ine-
luoi compaabia, de um espirito agradavei e
eouibeleiro. INo sel porque, mas pareceu-me
que elle fazii de iniui bjaopiaio, pois inultas
vi.i-.es depols de um dito agudo oibava para
mim, como que pediodo miuba approvafao.
Cuaversavaiuos assim, ba meia bora, quaudo
um porteiro eotrou, fallou ao ouvldo de Mr.
de Saiote-Marie e sabio ; o secretario do mi-
iiisii-u pareceu mu contrariado, e dirimdu-sc
a Mr. de la ousslere, ditse :
Simo inulto, Sr., oque acaba de aconte-
cer, a bora do conaelbo foi adiantada por cau-
sa da cacada do re, e S. Esc. nao pdde ter a
uonrade recebe-lo esta manha. Se poiso ser
seu iuterprete jonto de S. Esc, rogo-luequei-
radispor deiuiin; beui sabe quanto desejo
servi-lo,
Sinto tambem inulto nao poder fallar ao
11111,1,110, respondeu Mr.de U .insiere ; mas
espero que aiuanhaa aere) uiaisfelis; todava,
iucu i.'ii- iu Mr. de Sainte-Mane, teuba a bonda-
de de diter-lbc o objecio de minua visita: Mr.
remando Doplessls ( Mr. de la uussire vol-
tnu-se para oineuladoj, o qual leve a bonra
de ser admlilido ao servlco do rei, ein seus pa-
geus e cm sua guarda de boura, loma o mais
vivo mieresse por um dos melliores e dos mais
digool empregadus da repartido do interior,'
CARTA DOBARAO DE KIKIRIkl. EX DEP-
TADO, A SU* ESI'OjA A BARO.NlZA DO
MESiJOTIIULO.
Chegou fatal noticia I
Eslou alflin arruinado !
J nosaio deputado!
I.i i ine Ui i o-1 '' un il i.
Pois, senbora, cspe-avaae-lo '.
2.
L se me vo os seis ganpol.
Que sao bem boa pitada
Passarei vida enjoada,
Sem valor, sem prolecco,
So couieara de en u.
3.
Serpai dapalria c petlsco
\luuo bom cara Paroa ;
Vem a gente ver Lisboa.
E o arco das Amoreiras,
E a quinta das Laraugcirss:
Onde esta o gato bravo,
E o leo ceg de uin olbo;
Onde o cysneanda de inolho :
Onde existe uin laberinto,
Cousa grande nao Ihe nimio.
.ni ha cousa como ser
Deputado da naco I
Fa*a gente un hgurao
Vem pioponar a Lisboa,
E ver inulta cousa boa,
6.
A grande estatua de bronze I
Ilei montado a cavallo
E ou v i r o lindo badalo
los sinos das iregueiias
Que nos tucam synipliunia. ____
mu lu^ar Ue ..u chelo Ue ..eie.ui i-.ta, v-mul
sedii. a vagar na stima divljo ; eu quitera
chamal a Ueuevoicnea do ministro sobre o pru-
tegidu de Mr. Uuplessis, e diter a b. Exc. que
le ticaria pes.oaliueole grato, se elle pode.se
fs.cr uesta oceasiao .,
Ol! o Sr. uo pode duvidar da solicitude
que S. Eso-, tomara em Ihe ser agradavei. res-
pondeu Mr deSuuie-alarie. Depoisdlrlgindo-
s: a mim, rile aceresceutou !
As lecoinineudacdea das pessoas que co-
mo o Sr. tem lido a boara de aervir ao rei, sao
seuipre acalladas con) a cooslderaco que ine-
recein ; uo duvido portanlo, que S. Ele far
ludo o que depender delle parasalisfszer aos
que o Sr. e Mr. de la Uussire desejain.... Quer
ter a bundade, alim de apresar a nouieacao se
ella for possivel, de me dar a saber o nouie do
einpregado por queni se inicies.a .'
-- Mr. Jacintho Uuraud.... dlsse eu a Mr. de
.ion te- M o n-, einpregado na setiina diviso.
Obrigado, Sr., disse-me obsequiosamente
Mr. de Saintc-Maile escrevendo o noine de Ja-
cintho Durand ein um papel; S, Exc. attende-
ra, estou convencido disso, sua recoinmenda-
el.i; logo que o ministro chegar, charaarei sua
atteuco sobre este pedido, e se quiser permet-
tir-iue, Sr., tere! a honra da ir mstrui-lo pet-
soaliuente da resposla de S. Exc.
Sr., respouui eu quasi confuso da excessi-
v.i atteuco de Mr. de Saioie-Marie que nada pa-
reca motivar, nao quero que o Sr, tome este
trabadlo, e... .
Crea, Sr., que ser sempre para mim um
grande prazer dar a Mr. de la Bussire novas
pravas de dedicaco; elle sabe quanto me pre-
c. ur .ervir, tanto a elle proprlo, como a seu
amigos, ,
IJ.-b.ilde quit dispensar-me do offereclmento
obsequioso de Mr. de Salulc-Marle, foi-ine io>.
possivel vencer suaobitioaco; bem como lel-
xar de dlzerlhe a que hora me acbaria em casa
no dia seguinte: *
Confurme eu tinha tratado com Jacintho, dl-
rigi-me sua nasa pelas olio horas, resoluto a
nada diser-lhe do que acabava de f eu ein seu
favor, antes de estar certo de uin feliz resul-
tado.
Ao entrar ein casadeineu amigo experimen-
te i urna eslranha surprea.
A' desordem da inaubaa ou anlea a desordem
habitual, bem como Jacintho me minha dilo,
h.ivi i succedido a ordem a mais maravilbosa
Acbei o pequeo salode um aceo encantador;
o soalbo brilbava como se tivera sido enverui-
sado, iima mis., de flores frescas guarneca a
chemlne, cortinas de uina aluna deslumbra-
dora pen lia ii das) iii.-u is, cujos vidius recn-
tenteme alhnpa ios, linbam a limpidez do ebris-
i il ; estas particularidades puerls nao me te-
riain sem dutlda iuipressiooado, se nao fora o
contraste que oil'eieciam com a srdida incu-
ria da in uihaa. Quando enlrei, Jacintho acha-
va -.e s.
Hein vindo, grande thaumaturgo, dase-
me elle sorrindo, vem goiarde leus milagrea...
Que milagrea?
Como.' nao vesf... pois nao aebas aqui
nada mudado? V se enconlras, como esta ma-
nha, uin borseguin obre o piaoo?
He verdade, respond eu com um emba-
taco que nao pude explicar, nao vejo borae-
7.
Ver a praca da Flgueira.
Qu vende ovos de gallinhat
0 arsenal da marlnha I
E a gente meleudo em saceos
Ferros velhos, e cavacos.
8.
Os caodieiros a gas ;
Agoa fresca, dentro em buhas
E os jumentos deCassIlhas,
A nao Dom Vasco da Gima.
Etodoobairro de Alfaina.
0
Vem ver coisas mu bonitas,
Cousas uiiii apetitosas ,
Raparigas mui formlas,
Dfllai. lUroa, que sao
Dos homens a tcntaco.
10.
Que vo de tarde ao passeio,
De chap-llinho de palha,
Lancar a rede sem malha ,
Em que u tolndocalxeiro
Deposita o inealbeiro,
II.
Oulras ha de capa, e lenco,
Da niela inulto lavada ,
1 le e.lilul: i miare llalla,
Quearranjam sempre parceiro
ra ra dos Retrozeiros.
12.
Vem ver rodaros calcches ,
E as seges de bandeirinha ,
Vem ver como a lidalguinha
De sangue azul, no Lombr
a i neo i sempre de p
13.
Vem gosar as bellas imites
Do M o i o e de po menlo ,
Onde pode aclir um cenlo
De estadistas Iliteratos,
Que se alugsm mu baratos,
14.-
Verbi grata, oRebellinlio,
Que o senhnr do seu naris
Que ora diz, ora desdiz ;
Ora fas, ora desfaz,
Dirigindo a guerra, e a paz,
15.
Vem papar os bons peliscoj
Do escovelra immortal /
E do Matia sem Igual :
E do DA Fundo lanibem
Que bellos petiscos tem.
16.
Vem entrar nos grandes bailes.'
s iuiin.il sem toin nem sora
Meninas do grande tom /
\ 11.,. I o uoiva elegaute,
Que traga metal sonante.
IT.
Edos niiuisltos varrer
As sobei bis alcatifas
M.iiei o voto as rilas,
E apagando as discusscs
Fazer us aos bons tostes.
18.
E despachar os prenles,
Ale inesmo em grao remoto
E agiotando o seu voto
Chuchar a sua commenda,
Ou cousinba que Ihe renda,
10.
E ter entra-la de borla,
Si theatro it.l .ni i,
Uuvir cantar a soprano.'
Ver os cooj uyes pular
E sem o cruiio gastar.
70.
Nao lia vida comn esta
JVcste bom mundo ue Chiislo
E perd em ludo isto
Eu que a palavra peda
Para qualquer ninuaiia
II,
Eu que fui dos Una Um,
O mais li me s-lvsdor
O m is prompto apagador
Que esei'ih o Julio,
Governicho de D.mo ?
S2.
Que Dotei a lei das Rolhus,
Como bom Gato Pingado
Que fui um servil cieado
Creado reslciro, Iniraundo *
1)0 grande Cali srguudo
23.
Eu senhora, que gastei
Na sala dos depulados
Noventa mil apoia.ios,
Tudos ein pr melca mi
Para salvar a naeo
21.
Fu, Baroa, que la agora,
Nm nova legislatura,
11, i o er a carta pura I
Abril as vas, livrar
O povo de nuil ia-;.o
8ue hia dar ao meu paiz
ni sysiein i de bancas
Q..e as Grs Breanbas.ae aa Francas,
.Mu.. II I un copiar,
E mesmo lylo^rapliar.
>6.
Eu linalineute, seuhoia,
Que hia salvar as Europas ;
Au.ii'piil ii essss tropas
Da Repblica vermclba.
Que so horrores scenlalba t
.
Ver-me assim sbaudonado !
Como se lora uin uinguem t
Isto, Prima, n.in val bem I
Apesar de tanto eentro,
Temos Mazslui c dentro.
as.
Sim, Baroa, cu sempre uve
('lu lino, e multo szo. .
Soa o dia de juizo.
O terremoto f Ul.
Adeus pobre l'.iinigal.
guins aobre o plano, pelo coularlo vejo sobre
a ebemin flores encantadoras; mas quanto a
ser o auto/ do que chainas estes milagres, mi-
nha modestia defende-se dlsso cotn todas as
auas forras....
Pois bem, meu amigo, tua modestia he
como sempre, perfeitauealccega; escuta eti-
ca convencido.
Isso ser dlfncel;.... mas cmlim, vejamos:
Esta manha part para minha repartico,
sem desconfiar de nada; ind'agora voltei como
disimilo pelas Tullid as, para abi tomar Cesa-
rina, mas nao a achel, C beguei,'aqui um pouco.
inquieto, julga de meu espaulo vista da re-
pentina inelamorpbosc operada neste sali,
e que ae acabava apeuas, gracas i actividade
de minha chara muluer, que ajudada por nos-
sa criada, tomou todo o diaum trabalho Inh-
nito para estabeleoer aqui a ordem que estas
vendo..., Por Isso nao tendo podido vestir-sc
senao mais larde, est anda penteaodo.se,...
T a deacqlpars, Fernando, nao be, em favor
d"-5adahe mais sagrado do que urna mulher
ein seu toucador; mas prestando homenageiu
actlvldade de que vejo aqu Untas provas,
nio comprehendo anda que parle tenho neste
"".-'l'stie comprehenders logo, Fernando,
mas nao zombes de mim, sobre tudo por me
veres coinmovido ar proposito de Iguanas llore
frescas collocadas sobre urna cbeinln e de un
par decortinas alvs postas em uin caiiilho;
u nu s.bes o pensmento cheio de deiicade-
ii e de reconhecimento que lnsplrou a-Cesa-
rlna....


1,
Carta c trono, trono e c*rta,
Tuili: cala, databa t ule.
Eu, llro, na i me Iludo.
Morre lu lo o que Uarac,
1. so lie i o Cidadio.
10.
Quelra Deo que o Brar. Xarope,
E .mal. o M>t >au Toi rala
Tcnliain man ua irovoada.
Confio do Pimpinela,
Que de serlo tem mi nella.
Bra: Tuana.
I,'YM.IMIIA.
lu ramo tm ou mi minear-. o P'incipe ( o Arn
II. l/iou-1 di Oran-ineo.
Agora que de osp In. a notl.-ii do proilmo cs-
menlo du prin ipa D Miguel de ragenca e our-
ho,n. na can P.\*|... da Li)EWESMtlN. ramo
segund IP. tihdm-H eravemoi .'o- Almanalu de Guilla as nocoes pe-
cms a ilar e.-uli.cimeiilo delta f imilla germnica.
Pnntip aremo pelas nocias biiloricat da la-
milla em geral.
inriern.r/i'a-ieerlhem.
Fredericno Victorioao, eleitor palitinn, leae de
su. rmilliert lirada rieummie originan i da hua-
bia. c cuja nobre l'amil aera admituda ma trnel-
os, lira tilho chamado Luli ( au l em liW
Este havia sid agrac ado por leu ilustre pi son
diveisas p-rces de territorio no l'alatiuailoi entre
outras o senbo o de Scharten.. k mas 1-ilipiic
auccessor de Krade Ico, tomou de novo posie des
tas ierras, ex. apealo do Scli-ifine.k. e em Ir -ri
ce.tas possessues. ca leu o senhorio coln! de Lod-
xseml-m asuabiaao principe Luis, o qual nao
lendo pas sulncente nem vaMaln- para viver
d'um modo ron ilgno do -eu nascimeoto. Me
em MOi do Imperado MaainiUiaoo I. adigmd.de
e gnu de eoode d imperio
O cuide l.uit es us suc-is.ore. nao poderam
ehegar a fruir por milito lempo a pr.mg.uv d esta-
do do imperio germaniro p rque i lri.o duque >n
Wurtemberg tend sido encanegado pilo impera
dorda ee uro da panada prol contri oolcitrKilippa i conquislou anira outros o
condado de laieweniteln, e com o .cn-enso du im-
perador o sub-nrlteu p.r i Sempra i subarania e su-
ac.inadoile VVurl mberg
Com linio o ondes > Iwenifn rornrarece-
ram ( 466 e li'-l ) na Dieta impaiial "Oles da m-
vasodu rondad i de VWi-thain. que Ihai diva ca-
thegoria dolado iinmedaio itoimperio. Un nrlo
desta p.ngenic da casa P.iueri.il, 1-uUll. lave por
casamento com Anua, tiln do cunde de SotoUVrg i
Wenheimocondail.de We.lhei.. na rruoma
de que uina p re Ihe Ibl sublr.hida pelo capitu o
de VVurthourg eo dudado da Borhaiort no duca-
do de I.u.,mliorg,o que deu occ.liio. um pro-
coso de suc.eu com a casada Stolberg. "qual
dur. u qu si Me ann semcnl" lu te'"",n"d0 c,n
116! por urna pa< tilia am gavel eos doit I los.
Chr.siovo l.ui c Joio i lu-rii fund ran. as duas
bobas urincin.es que inda boje lloreeem.
O m il vclhu I li.i.io am Luis tra lullicraiio.
lendollie su esposa .11 ea adadil de Maulerf-
cheid tr /ido em dote spoi.sli.io o c--n lado de
Viineboura c-la linln de morad o foi .linc-mina-
daaliul.a Iutl.ei.na de Vi.oebourg, actualin.nte
Locwfilrin -IIV rl'K .n-Freudeno-rf.-
O in.. moro J- So Tillar i eawerviu-sc ca
Ibolico, rd'unia parliiha provimriaatiilre os limaos
llcou com ., eo.id.d de lloci.efort para .. possim
ao inlcrim : esta a r -to porque linia tna i m .-
ra delle pro edeme lo. chamada a linhaiaUulica de
jne/i i.l.atlua mente /.oiorail'in-""" "'"""
senfcr.o. As duas ludias p i- em o condal, de
Lowcilsleiu. e o de W. nlie m em onmmiim. e
nh.m voloess condes do circulo d rracoi.ii, mas comom mi.ros
deste eoiiegio lambem na I iela do imperio : a lu .a
raais vellia tinli. alem d.sso vol e a nlo no coiic-
oio dos co.....I da Wespbal a, e po.sue una tior-
oronside.aveldooundaduda L roponrg noie.no
de Wurtembe g ,,
Deppil da dissoluco do impeno da Allemanlia
em iSiiC a possesscs d.ilas pr.ocp'i lora'" re-
talhadas c nassaram para a aolieania d> f*1"1
bade, ^^ urt mberg. HMN. e d.. pr nape Prima,
Emvirtiie d'oulrasconveneiel. pe mente clq
protoollo Beraldaco.iiinite5oler.il n I de l-ranc-
fortdeJOdelull.odeai licar.mn i *""!**
Ka-te. Itayi ra. W uriemlier e Kr5o ducado da Me --
se. A dign dado de gro-li.ucallar '"=!,'"r'0|(''
reino de Wur emUr conf rida em Junno da no
de empenlia Ja i.as loleiuuidades pelo sen
de..r,na, de,., familia lo-Em campo de
pr.la un. Leopardo de r.i.eilio '",'.,,lt,
uroe paisanle sobre um ro. hedo de qu..lio
p.,t de ouru Uevla : ton- ">
Ven.oi pis que a f.n.iUa deque '<'""
nolieia. 6.....1, detonado que e p..ssiv, lea d,
A0eu.rn.li-'erll,rm-B,ea.^rl M **''
Calhotioa. Hen.le.icl. en. **"***
margen, do Meno. Maslmianu o u. Bo
nad.Tr iuipeilal de Millo alcancoo e.n I
e ameno no baucu do. principe, do .-.talud
Fr.neona. e o rec.u.endou .os 3 de Ouu.br
aldOOOSia lluh.. O principe Con.unlloo [in
to en. 18 de *frll da i8H) herdoo del .rollo.
..a .,o .....e.n., Alna do Wllde Rh. dgrjve
Crios de Dhauo e vlu. do conde Uuit de i. -
n.nde-Dach.bourg de Bo.kenbe..... o condado
de Puit.lngen. assi.n comooi lenl.orloi.ucor-
i,oi,i lo, n. Lorrena. ... ..
tala. Po8sees. bem como meude do conda-
do de Rucheforiee.n Luieuiburg.eosennoriu
de Scharfeneck simado oa ...arge.n esquena
doRbrno. fo.ain perdido, pela pal de Luuevil-
le. A Diela de I8u3 Ibe coocedeu. a Ululo d
indem.nl.aC!o, a Baliagem de Ralbeofels. ale
all penencenle a Wuribourj. WWdern, Tre-
nufort, antes dependencia de Majence, as ati-
badla] de R rooubach e ICMtadt. e e.n lugar do
Bailado de Uo.npurjo de.tlo.do a as, mal
que Ihe fol depol. lir-1". urna renda no.ial d.
3>iHiO auno, da H.Tier., ooira de la?"* P1 J-
lulenle de u.n Imposto em a oaTegacao ....
Rheno. Pro.nrlieu-se-lhe Uuibe.n vol viril
no cooielho do. principls do Imperio e.n tro
ca da parle que elle Unh. o. ToUto d. Cuna
no collrglo dos coodei d. Fr.oconia.
A. suas pone.ce. aciuae. ao n .viera.
Wurlemberg, Bade, Ue.ie co ***
iohemla.-N. Baviera o circula da PaiuFran-
co'iia, o. leuhorioi de Ueubacha, lloihenlel
e Neu.udl coin woerlb e Trenufuitlie urna
milli.i qiiadrada.
abiunlei. %m ur-
ckir do condado de
Lo"ewuS.ieln,"mpre"hendendo o >''d<> jjj
Ab.tade. '/a de mllh. quadr.d, e 1,000 h.bf-
taniei, Em fiadr. o circulo do Bal.o-Rheoo.
amefde do condado de Werlheli.i. o lenhorio
de Bronnbaeh e Ro.ceberg con. urna parle do
enhorio de GerlehUieUen e do clao de Wld-
Jern. '/a ""ha quadradaa, 10,015 bahilanies.
K |ie..e grao Ducado, a provincia de S.a.ken-
fcouig, os seuhor.os de llibiih.m e usess
com uiel.de do eiihoriu de i.rcuberg. inilli.n
parle de Remoiliugen, k rtiil]
geograpbics, e l7.1" habiui
tenberg o circulo de Neckir
qii.dra.l.s, e 10 610 habitantes. Na Bohemia,o,
circulo de Plheu os .euhnrliM-lidriqoin.mi.in>'
de Weierll7. el Sehwannberg com NtHOt ..
I'err.s de Zeb.u, Gou.lensiein, Paltohltz. I.e-
chowi.e Skuupcli, pouco u.ai. de 8 inilhaa
quadr.da Com lo.Juu h ibllante.atn S8 lugarea
a.slu. onn.o os irnliorloi fldelcbm.i.l". de
Uayd e Penalili com a. Taires de Elicb, d
widliM, alguiiiacom. mal deSmilh.s ju.dra-
daicn lo.lM" liabilantei, em 32 lug.r-to-'
tal, poucu mal. de 17 milh.a qujjdraai, e
50,071. habitante. '
Chefe den. lainllla o principe t-iroi Hrnri-
q.ie Emulo Franri.co, naicido a4l dt Marcode
IdSI. lilho do principe herdelroConit.niluo Jo-
e, que iiiiiiT.iii-.il il deDetembrodeloSBoniii
S.nunl deirt.de e fol casado com a prlngem
Mara Ignet Heniiquei. -ie Hohenloe-Langen-
bourg. ua lambem falleceu em deSetembro
de 1835 com 31 .0110 de Ida le. Este principe
.-o.no lem aumente 17 annns de Idade--esla a-
-nda il.-liim. de tutella de leu ll.injorje nl-
Iherme Luit, principe da oulra familia, c ehere
do nutro ramo de /.Mniltiii-Wnii/mm-Friu-
d-nlierp. > ,
Este principe Carwi Henri./.i. lem um. Irma.
. i.rlncea ^dnd Soft Amelia Lulia Joaaao
t-opoldiiio, na.clda a 3de Abril de IS3I e he alu-
da ...l.eira ; e a destinada ao thalamo do prin-
cipe D. Miguel,
Te... in.is ene principe 4 Ihi.s, Irma de aeu
pal : prlncez. L'opoldi* Mafia que tendo
nucido em O de 11. /.-iniiro de '804. c.sou em
31 .1.- lilil. de 1821 com leu Ihlo o principe
Coosiautin-i I.uli Carloi Kraoclsoo. eacha-ie
vluva desde 9 de ".10 de 184, lem AII101 ; a
prlnce.a ddr(-iMea(aUatl.ll>l Mara, nasclda
em 19 de Dezemtiro de 1806. e cada aluda
com o principe de Rohan-Bocheforl La.iilllo
F-lippe Jos l-le.b.ld- : ~ a prlnceza i/ar.-
Creie-neia Orl-ii,que nasceu em3 .le .gusto
de 1813, e cauu com o principe de lieoibourg
in m. ni Vlclor Aleandre, cenlo .uv. de.de
l5de feverelrode 1848, com Irez lllhoi, 1 prin-
cipe e 2 princci; a mal. velhaSpM,i de l4.n
no, a ...ais nova .ld.ii.id. da lO.uno. 1 "*
ofliho Cor/o 13 aono- : a prtncea B'"
Kaiiio que uasceu em 31 de Agosio de I8W, e
se conserva sultelra.
Ua m.Is un. prlnce.a Irma do bl.av desle
principe cine se chaina Harta Jowf'mjS.i/anae-
da e.n 0 de'.Ago.lo de 181 Ja v.uva deF.au-
clsco Jo. Fredc ico principe de snl;n-3.iiu
morlo e.n 31 de Ueze.ubro del81l eaiegun-
d. vez casada com Frederlco Guiliierme Carlos
principe de Solios.
Ei. aqui quanlo ale aqu le pode collegir des-
Ufj"""a- [LIIUM)
DOS GASTRNOMOS EM GEH*L.--I>0S, ME-
IIGilSr.ASTRriNOMOS EM P\RTICI.A-
KlMDEsE REINA- l> '.ASTRO-
NOMA EM SU.\S HEI.\C-0E4 SOGIAES.
/Vuno de levloriba factu.
iTJfiaib.
Nesto seculoem qunse gilaih 13o altos,
lil.) grav-s qi.esio-S, jamis egui-las de s > i
lurtes, In 11111 qui) teui su Imoorlancu o
meii.Ki'uinuesl.0880 decnstum ei-la aqu
em lo la sua gravnladn : ENisl-m linda g '*
tpunomnf? IHgainii-1. logo o c .o una vi.,
setilim-nto, a r.-sposli he negativa, com-;
pletameut-i nngativa. Qui hajim anida
grand-s comelo.es, glulOes, co-n^on |
mcsmoalguns bibailores, eslou lotice d-)|
o negar, por-n v.-r.lad'i'os gsirutio;nos,:
11111 vi luos q mdeem leis neste genero quo
s-j lorcoiilinidiisporl.e8, que goztm dobra.la honrad* hnmens de trunto, e de
iiimieiis da solt delicado na aite da meza,
mi.1 os lia mais ; nula he buje maig ra-o.
A 1 1.1 muitaa pessoas -18o jamares apira-
tosusom aliima occasiSo so eniin', uor-n
llfio siiilau man desfes juiliroa de fuu-la-
oBu como os havia ouir'or. e-n u-na prii-
>ra. il.-ssi's j.litares exquisitos sabios cun
erudita tem. O qu 1 anida he m-ris raro, o (
qu- .Aose ve mais hoje, ^ao jantares da I
runfia l.s, lianquelcs du socio lile lbis,|
nos quae> o. Vicos de confiateruilade se
a,.ertavartl mis fo-tementi .loquo se pen-
sa, Ooffl o auiilio d Uta cotiforto culinario
beni ont'-n liuu.
II jo cad 1 um vive solado, cadi um nTo
pe, tenia 11 in proceder individuilmenie
a alta e solemn-' operacSu do junar.
A'i! diitu-o con um. dor i-norga, a ver-
ladeira gaslioiiomia, esta gcieucia amavel,
oaracterevide.ue do mais alio ponto .le ci-
vilisacao, cessou de existir entre nos Todos
comem e nii.gu-m abo comer; lodos dio
j Hitares ora vistas particular., e rars vo-
tes por ainiza-le, por conlianc... com o ni-
co I i 111 de se reunirem para vlver e divertir-
se, pira se po ler diier : Meus amigos a vi la
lie curta, o lempo rpido, o morlo a, |u'Sm-
1. vit-amus dumvip'rnua.
.Ni verdadi lioje sujeiti-se muito o esto-
mogo i.--,'." ,
Oulr'orie he oque so pode realmente
nh-inar botn lempo, nSo era assim ; os m-
dicos principalmente passavam por ser mul-
to sabios, e 10 mes no te-tipo por ser ex-
ceilenlos conviaselle< li iud. conservara
esli reputaclo. Sinlo dize-lo, esta repula-
(3o n3o lie hoje de nnliuma sorle mere-
:idae jusllfleadl, 1 ale respeito como
muilos outros, os cosl-imes di seculo os
lem mu lado de urna maneira triste.
Sem rem-ntar tnoilo alio, icha-ie que
.. famoso Chirse, medien do regente, er. un
gostronomo perfeito. A.-eear deseos gra-
ves iraoaih -s, elle ocoupava-si muito de
usinna havia um moli a moda Chirac, o
qual toruuu-soconbre, e que como sedisse
lopois do mollio Robarlo, era o nico mollio
imoqual merecerla desculpa quera co-
messo seu pai. Ilavii auliu ura medico rl-
co e sybrita, chamado Sidobre. consum-
isdoii. aleda niexa. Os imidnrasconhe-
viamumficissiogoslo de Sidobre, cuj
reputado suslentou-se por muilo lempo
.. alia cosiona. Pretendia-se mosmo na
nrta, nos salos e enire os vellios conse-
.,1 -iros do parlamento que os patas depii
Oomitai, manjar Iflo procurado, eram devi -
dos a Si lobro: problema histrico que nao
Toi ainda resolvi lo. Ni seculo 18 osmedicos
gastrnomos foram numerosos e notaves.
Coinavaiii-se eniro as celebri lados da po-
ca, o celebre-t. Mellrie que morreu de in-
digesluu e do qual o gran le Fr iderico fez o
elogio; depois Bouvart, O graade pratico.
Svlva, medico de V.iltatre, e qia ful o in-
ventor das niiollettes & la Pampculour; Tron-
chur, e Borden. aezar disiagotao .loque
iss .los mdicos que gostain de ptssar
'2
Por favor, Jaciuiho, esplica-te.
Ind'agora aoeut.ar, eu dlsse a inhiba mil-
Iher-Queuiudaiici heesta.cha.a de.d.atelada?.
Que ei de nnu arsenal de paradoio em favor
do especio pitoresco da des-ifdem? Dcna 1-0-
berba Ihcse c|ue eu .iislrnlava lau iulrepida-
ineuie contra Joao n.jinundo.
Meu amigo, respondeu-me C'esarina, cniu
urna voi coimi.ovida, cu era a mai-. de.gracada
daac.eatura ... Eu batida por urna iu-dra-
la ... Tu folie bom... fosie corajoso.... II!
do de ineu. lormenloi.,. ; Analmenle A
tior iialii o queonir'ora Mr. Duplessis fez por
ti.... quando le defendeu contra aquellea de
qu.... ra viciiius...- He pols par. iiiiui um dia
de fena esse e.n que recebemos e.n nossa casa
um amigo lio velho. e obre ludo lo geoeroso;
eis-aqui por que procurel dar, o melhor que
pude, um ar de fena a nossa humilde habna
cao Qual a rasao por que uo leve elle peusa
iii.tiIo oenbuina das vete en. que trinos rece-
bldo nussn expeliente amigo Mr. Ilay.uuu-lo,
nao sel.... lalvez leja pirque uiru rrcooheci-
mento pela las bundade. me fa ...ais sensl-
vel anda lerna dedicarlo de que Mr. Duples-
ls tc'deu prnvas oun'ora. Pensando que elle
Vlrla aqu e.ta-nolie, sahl, com gran-le .urpre-
za, coufeo-ie, de minba iucuria habitual,
querendo que eita sala que reprsenla meu
iinperlosloho, bem como u leu he teprcsebtado
por leu gabinete de trabalho, fone digna de
receber a Mr Dupleiiii.
Mal, accrescenlou Jaclnlho Inlerrompen-
do-se ao ouvlr o ruido do. panol de sua inu-
lber, nio quero fallar diaote delta do prazer
que me tenn cauado nena occaiiao; ieu ex-
ccllentc coraco (icaria embaracado com ino
hm. NSo cito seno os mais illustrui, ,qui NipoliSo en o dnico doenle que tlnhi
quelles ruja sciencia medicsl o gastrono- diielto do o chamar, nida no mundo pndi
miel lem nhagido al nos De bilda se dl-Sinterromper seu jant.r, por mnor que osse
ziidtie os mdicos ciiidavam muito mls 1 sommi quo Ihe olTerecessem. He veril-
eo, fizer boas digoslO s do que em saber de que o amor do gando taoirlente boj
posriivanienle o que he a digesia.i; nem en entao um cousa muito rara. Pre-en
por liso elle, sacrillr-avimoien.sdiiriamen- tet-ent-, em que cada qual sudara do ras-
lade
1
til
lu
..'esarln.i enlrou luiinedlalaiiienle na sal,
siida com um simples veslido de caca aonil-
|o ; seus braco est'Vam uus, eu hombros
en scio nielo de.coberlos, >ua cabeci uo
haou.ro orualo que u inagniAcocibel-
i, loicidus uus em iranfa para parle pos.e-
jr, e caliiu.lo outros em longos cacho, ao
ngo das face..
Ah! depol. das refleiOes que Sil durante o
a, eu me julgava seguro e euhor de iniui;
ainis.de que cu Hulla a Jaciuiho, sua nobre
inli.ufaealc a iueU.veliclicIdade de qae elle
izava, tudodevia lornar-.iie sua mullier sa-
fada: eu uao devia cooleinpla-la euo co.n
,0. de Irinao. E.iifim cpiuo J lanas vrze.
.ha acomecido, a lembrak;. de madama ay-
udo apagouae de meu coraca 1 dame do
, de uilulia. paiic; nlo e tiuha.u anda
j,adodezininulu depais que le.ariua cu-
ra ua .ala. j cu me seusla apalzonadamen-
imuruso dclla ... e epde chamar amor ...
de.ejo o nuil ardenle que Jamis oao abra-
1 o saugue de um hoiiiem; nao, em mlnha
1 eu nao tinha aluda sooTrido mais vlulenta-
mcule o Imperio desta aiiracco pliyilca que
desar.cadaiiieuie uao te su -melle a lasao. nao
umballe ; ella be porque be. he urna pe-
recebe o choque elctrico, nenhuma polen-
humana he capai de empedlr elle choque
i Ihe acende o f go nal velai.
esarina accolbeume cura urna bhevolen-
icordlal, misturada todava de urna especie
reserva, lalvez afectada; >cu,'. jhe> que na
veipea
te i deosa Gtuterea
Pai eile Ssim como para certos poe-
tas o fogo sagrado nao dlff.iria em nada do
da corintia. Koi ento quo M.loet, v-lhn
me-Iicuurrurnsdi, dissn um des-uscol-
legas. Que queris ? meus meiis mi. ni"
permillem mais que duas indigestos por
se nina.
Quando reb-ntou 1 revolucSo o luxo da
meza aciiav<-se levado em Franca 10 miis
lio grao j porm que firer 1 Do um l gahivam excessivamente os coatumes 011
amigas repblica; o caldo preto dos inti-
gosl.acedoiuunios leve gran-le honra... nos
livros : lie mili-1 la tu os c.istumes repug-
navainauma reforma radical. Por rerlu,
podia-se dirigir ios revolucionarios di ao-
ca, estas palavras di um anligo : Aliterlo-
y.-'/'iv, ii.fw- i-ji-i s. (Fallis de um modo
e vivis de oulro.) Con elTeito, os rdanles
pregadoresda iguildade, os ipostolo? di
vid. frugal e philosiphici frequeut.vam
continuamente is mezas bem serv las, quer
oin esa de reos paiiicul.res, qu"r em c
da dos pisteletros mais sfamidos do temiio
como Beauvillnrs, M.t, B.ibmt,Kevneri.
Todavii revolucionarios houve que queren-
do de boa readaptar aos nossos coslumes
o rgimen lacedemonio pela grande rasan
de que quem governa seu ventre nSo lem
sent ir, ajunlarain urna quarla palavri a
devisa republicana : l.ih rdade. igu iralernidide. lotiriedadt' Tolos os desta
categorii celebrivam como o lummum do
rgimen democrtico os rabanetes del.ni
emoato, a quem um celebre comilao tralou
depois de illusl.e pepininbo; todava era
o mus pequeo numero mullos patriotas
principa I meo te nospri.neiros annos da /evo-
lucio se enl'egsvara aos prizeress da ine/.a.
Dibalde Damon sustento-i qu O c.miiino
de Cliainpauha enarvava o patriotismo, elle
fol p iuco escuta 10, e por sua parle Mt.va-
seuesle perfilo lijuidunr.sorgiasClubislas.
Camillos Desnoulins .(lectav duer que
urna cuzinna exquisita no era senlo um
degradante sybansmo. Expruban lo S na
meza do Mirabeau, o muito que se regaliva
elle baltu nos peitos, conleisaiido seu pec-
c. lo, c mi o pinino anua 10 le uui eno-m.1
bolo. Ao leu ve, as vn ludes republicanas
mo se cullivavaiu cora u garfo ; porin os
le procurador da linterna eslava longe d
prsuis m.xlmas em pralica : por isso
a exeiiiplo dos mus fogoios revolucionarios
eutreusquaesse acliavam mlicos gasiro-
iiuiuus, cjiiiu i.liiuibo 1 d> Minle-ux, que
fui maire de Pars, Can.lio Disinoiiiim pre-
fer, um meza bem servil, os banquet
dus verdaJeirosmni cuta/tai. N iva prua de
que entre nos o coraban ppde ser repblica
no, pul-11 o Oslomago ilutlCJ.
Com ludo he verdade ditor-se que n
^oc desaalrus do terror, quindo so vi
apparecoi ura. gericau lerocisidi, segn lo
etiorgici exprosso de Madama Itolaml ;
quanlo Robispieire choiou ao apogeo dr
seu 11 .nivel poder, a verdidein gastiono-
mia dosappareceu. Ter um cosinheiro ere
faltara magestaie do poro, e teiia ce-ta-
inenlo irriscaJo sua cabecs iquolle que
quiesso salbfazer um estomago sensivel e
elica.lo ; porm durante o dneclono ludo
mulou de facejogoslo dos bous bocidoa
lurnuu 1 appar.osr e-u mullos casos; vi
ram-sn un,.mi ii.iui 'iis poderosos como Bar
rasealguusoiilrus, de lal sorle oniregues
aos pra>eres da meza, que se poleria bem
colloca-loscorao po.-t* enl.e aqoeilS9Ui-
t>ui solo vitandi causa palito 'o. (lu., s.l
II.)
a Pan os quaes viver he comer, comer he
viver. Os mdicos se distinguirn, t.mb-m
uesla carreira ga-.t'ononiica. Acroicente-
inos que sociedades sabias, fundadas na
qu-lla poca dav.m de temos em tmiras
banquetes por meio de subscricOes, ">
quaes se houvermos de dar cre.lilo a um
medico Cintemporaneo o modo plus pillo de
Calsye relativamente a alimenUciu, nlo
era rignrosainenle observado Por eata ra
sao o Dr. Gaslaiiy, depO'S de ter larga
mente jantado, man mu vir urna gnude
porcode macarrao. Urna lenliora notou-
Ine islo Senhora, responde lia, o mrcir-
io he pesado, porm he como o d ge de
VenczajquanJo elle Chega, he necesario
dar-lhe lugar, lodos se arranjam.
Todavia uSo fui sondo no reinado de Na-
poleSoque a alta JiSlfOOOmla fez verda-
deros progressos O imperador, do qu il o
maior regalo era, como se sabe, os f ojos
com azmle, faroreceu com vistas poli.ics
avultadas me/as sumptiosas, e de cos
mu,ro- consumm.dos. \ gisironomia si-
bil, rasoavel, a chimica culinaria, esiu la-
da a luudo em suas re icoes physiolugicas,
plnlosophicas e polilicas, o luso apurado
da meza, os cozinlteiros de 4, 6,000 fran-
cos e mais de salario, datara deas, poca
Fui entao que se estabeleoeu o famoso ;ury
degustateur e que Grimand de la Reyn.re
publicou seu \tmanach del gourmandi.
Muitos mdicos se (izeraoj ootar por sua
habilidade ni grande arto di goella, alguns
soassignalaran por obras primas de cos-
nha, pois que a famosa bebida Cnmeram
era, dizeiu, da iuvencio de um doutor, o
qual porexesso de modestlt, desejou guar-
dar o anonyujo. Ora eis-aqui us mais cele-
bres medicns oeste geoeio: Basquilon.
grande amador da mesa edo grego, u qual
traduzio Cullen, e viveo impamente; de-
uoia l.epreux, Foutan.t, Jo3o Rey, etc.
Corvisart, primei o medico de HapoleSo
era tambem um fino e engenhoso naslrono-
mo ; po. cei to podii-se notar nelle o acor-
d de um bello talento- e de um bom estoma-
go. En rasSo de su lubilidade, affl il
gente de lodos as paitas aum de o c >ns 1.1 -r
a tod.s as horas do da; porm quando
elle eslava a mesa, quando linha dito So-
lemnemente sua aia :Nflo eslou aqu se-
i9o para o imperador.o que signilicivs
g
idhc
n,l
ni.1
Ibg
i"
tra
te
IC
OU
ri.
M C
101
ca
que
C
ca
de
tres vezes suas respostasse recentirain de u.na
evidente preocupaco : lodavia mil sympl unas
provarain-me anda duraute esta ounversacu,
que Ge, 11 ni \ amava, cu dlria quasi, a lorava a
seu marido, aituceridade de.ia aII- i,a reve-
lava-ie a cada loiuuie, ..os no to.n, as pa-
lavras, na pby.unumia da rapariga, seno
tambem il vez. em arlicularldade. tao pue-
ril que jaraaii o li.iglmeulo de um semi.ueu-
to uo lerla lido oalculado a esle poni.
Jaciuiho, ludo entregue a felicidadc que Ihe
Inspirara a rluuli* de noaso Irlo, como elle
diz... oonvcriava mullo, e de Uina mauelra cx-
qulsita. Sua eugeiihusa aiiilsadeacbava mullas
vezes occasiao de coufuudir-nos, Cesariu. e a
un.....1. ekpressSo da ventura que elle semia
no mel de 11. : ua inulher o esculivaco.u
um. especie de orgulho qavido : algumai pala-
vras chelas .eolio de agudei., au menos de jus-
teac couveuiencla piovavaiu-.ne que ella sa-
bia appreclar as dld'ereucas mais Aua. do cs-
pullo de Jaclnlho.
Eolretauloe.ta mulher le F...Is eicondi-
da.. dlzlaeu comlgo ineaiuo...... e pre.eniudo
un my.ierlo ou um enigma na vida de ^esari-
na, e.lorcava-uie por descubrir o fundo de .eu
pesamenlo ; ina. inloba agacldade embota-
va-e lubre eiu Irouie iuipeuetravel como o
m.rmorc, do qual linha aalvura.
Abreviel minna mil, com grande lincero
pesar de meu amigo e de sua mulher, os quaes
ierain-me prometter que voltaria dah a doui
to pan aullar 20 1 40 f-ancos, em noss
poc de inis.-ria geni, em q-ie cada oso
he roido por det ces, como disse um au
tor tnglez, ntlo se encnnt'a esse abandono-
qu si absoluto dos Intorcsses pocu.narioa
Depois de i'orvisant, vera olnulor Gastil
ilv, do qual ja liz meneflo. Oh i quinto a
este sua renul'C.a'o oe g st-o-i'-mo eslava
pe feitamenln esiabelecida, elle foi r.omei
do |ior un niiiiii iiiilu presidente peipetuo dn
jury di'gustlUur A escolha fui-fita
co.n tanta justic.1 que GusUldy morreu ni
c-nipo de honra, porqoe ahnn 10 um pasta
do libido gordo cabio f ri lo de umi ipo-
ploxia fulmininle Guiitim-ie aindi en-
tre us me lieos gastrnomos da gloriosa po-
ca do imperio ; Meueviet, autor iioum bom
livro .ni ir ,-i i-idaiii- i.- l'.ui-, e inventor .1
um escnlopn que causou admiracSo em su
apparic,1o; Tartr.t3o, celebre por sua ihese
sobre o eiivoni.iiameuio pelo acido ntrico
e por sua vasti capiculada gastiici. Guar-
demo-nos lambem deesquecer Cali o cn-
ntoscopo.
No tempo de sua recepi3o na snciedade
doCavean-moderne, diz ura historia-
dor, serviamllie um pralo de fiitada. com-
polo unicamoniSi de miollos de caca, de
peixes e .e aves,/B lh- pergunlaram se qoer.a
apalpar o crneo o'aqueilessenlioresesenho-
ras. Osabiu legosijou-e, nri-spondeo, mido,
que convinha que elle palp-sse os Cor-
pos primeirameiiln, e que ni mesa seu sys-
t-ma n3o se isolava jamis resuosti que
foi achadi exc lenle e poronploria.
Alm desses grandes jautsres, havia ain-
da os celebres alnjojis jintiradosdo
profossor Alihert. He s.bido que nesles al
mocos comecou-se r.' r-.-entan.lo vaule
villes bislanl/i jocosos, depon que, no tem
po ds reii.uricSo, .preginm-se s'rme
muito orlhodoxos ; Aliburt era com eff rilo
d> escola do Arisllipn, na qual icomino-
.I..111 -s. 1 tudo, honeiis e cous-s, p--s.ii-
la verla letra dort.ina que couipOe os pro-
lego lenos da sciencia da feiiCida le.
N3o faco senlo lembrar os mlleos gas
l --ti un -s 10 n-..ul.,a 1 ; poim muitos dou
lores, e dos de mais me ecrinenlo, lanQa-
Vim-sen-sta estrada cheia de gozos, o al-
.: ,111 .-. vezes do indigestes. Tive rula(es
enn um dos m .is nolaveis. O charo o bou
il 1 en 11 Ir 1 Ir do que trato era na ver la le
1 gl-iiao u.iis lio ., oais avisado, mais ha-
liil, mais amador dos bous bocados que
jama s tioovenos fastos dos Apicius moder-
nos. E-le tinha reunido religios.monta, se
gundo sua eXi>ress3o, urna mull 13o de re-
ceitas p-rt,culeros para manjares de um gus
ti excellenlc, ao q ib ello cliamava seu
Formulario ga.-trono.iiico.^Jimais, poi
\ 111,11.., elle iiAo l'.i/ia assar um frang,
s-uflo em uina liexiga bem secca, previa-
mente untada de uimteiga a uii-l lina,
mais fresca, oque se chamava na cosnh
a flor das inauteigas. N3o romia ostras
-.ruo & medida que Ih'as abriam, afi-n de
as ter vivas e de conservar o seu es.orito
segn lo a linguagem cl-ssjea dos gloles
I' un 1110-1 H 11 superfina, de sua iuveuv3o,
chamad, aquinta vssencia das prepare-
ces dynapicasera s-u cuudimenlo favor
tu; Qual mente, homem de aserit-i, bom
pratiCo, 13o familiar como llippocralos
Como cora os mel-.oriis livros d co-iniia,
elle se refera, na pratica, a experiencia, e
sabia apreciar seus resollidos. Jamis n3o
quiz esc-over nem publicar cousa alguma ;
seu princi jio a este ros,eilo era que as phr-
ses se fizem como os p-sleis,com um
molde.Era cousa curiosa observa -lo .to-
po s de urna longa e luoculonta referi,
-eus olnos brilnaiites, u.n pouco anuvii-
los, sui rps>>ir.(0 um punco precipitada
um doce moviinento de iucliacflo on lulaio-
r.a abdominal,sua post .radeslo-X'da.det r-
iiiir 11 la ,ior urna voluinnsa barriga, auiiuu-
movaqi o homem abysuiado ne-se tor.'or
ligestivo Chelo de fenci-lade para o gas ro-
pmo coiisummuio. Algumas veies, toda-
va, elle pareca reanimar-se; era eut3o
que, I-.-t>'ii ni ligeiramente com ss palmas
das mi".- no la 10 do seu v..sln abdomen,
exclamava, cli-10 de jubilo: jatar.' sabo-
rosamente j ntr!
Ah que tonho do meu >er
Mu I.-.o cumondo i le!
Onde ichir presentemente tos predesti-
lados ? ulinno que se p le citar c im d rei-
to, ao menos entre os me lieos, he o dou-
r Roq ie, autor do^Tr-it des caampig-
nons i-omestrcles,morto hi traucos ni-
os; mas i-n desru gosio nnti pola
boa mesa, Rojuetevo um mestro bem.cale-
hre neste genero, o illuslra msrq.iez de
Gussy, ipp-llid.do'por muito lempo o pri-
meiro gario di Europa, o mes no que, sen-
do cmarisla do impora lor, Ihe propuuha
tilo bellas cusas sobre a arle variad, du-
rante os trezontose.so-senta e cinco dias do
anuo, de p.-eparar um frange.
Neste eshosso luso eo da gastronoma
ent'e os med eos lio fcil de ver-se quanto
os anuos precedent s d-ITirem do t^mpo
actual A fallar a verdade, oquehequese
vfiainla entre nos? Grandes come 101 es,
verdadeiros apparelhos parachylo; porm
os II os e delicados comedores So hifinita-
nonte r.ros. S.m he .stomagos de urna
gran-le capacilade, esto magos que acomo-
dan! muitos litros; duvi 10 que J-ja est-
magos, do urna sensibilj.lade exquisita ni
1- 1 M-.iii ciiliii mi ; encont'am-se ain la pa-
rsitas, p.pa-jmtires,-porm convivas
gl .loes por ofilcio, como se dizia oulr'ora,
profundos na aiti da mesa, que regilem
seu appelit, mofadores ag-adaveis, -na-
iorel ,1a mesa lauta e dos bons diios, estes
s.io hoje moito n os; mas donde piov n
esta mu lauca nos usos e co turnes? Ao
toen vor, urna dascaus.s pr-ncipaas doila
revolucSo gi>tr inoiniCdS, he o ra.udo e ira-
.nenso prugesso da loulriua de Broossns,
imle mal labor, piojos lo que '. te.n de ra-
~Paris,
... lellnham por vezei Atado sobre 01
iiicui. nao 01 procuravam mal nem uina 10
vez; ella tomou parte na conven.cao coinme-
did, poltica e modeitia. Somcnte dual ou.
di.s
Herolhido casi, passei um. nolte de agita-
co e de perlurbaco, e depois de me ter Inter-
rogado com uina lueioravel senserldade, reco-
nheci que esuva amoroso, perdidamente amo-
1111.1I0 mes un entre o publico.
Desde o momento em que le jnlgM que
to lo o excitante do estiffltgo, podi I o II. m-
iiis-Io, i- ida um onnservou se nos limilcs
de urna glaclil e d-sesperadora proprie la-
de. Passa luir certa que nj poOl do domi-
no u.-s-g.-irn deste sy>t"ma mode'.do, a
venda dos vinhos em Franc tinha tlmix do
de mus Ho -200,000 hec'.olliros por mno-
Quem so nio lemhra anda que nesta poc
uo Se viam s-nio astrles, entrelanlo
q. enada mln he mais raro hoje? Minias
pes-SoS nntlo lorilarm S9 aliSlOillii-S,
isto he, us ir,111 do re.iui 11 da agua. C.v-
t.monto este sys'cma lem suis vintigens;
um proverbio hespauhol, chejo de seuso,
-liz, filando da agua : mucho vale, poco
enasta esta lem muito valor e cuati quasi
nada .
Porm levado ao exiremo tim lal regi-
ne u h anti-philosophico,anli-social.e mes-
mo a un-mu lie,I Por isso o velhn Noel, ao
H---UI-I {'lie,, doutor e-n rhediiina, e in-r-
cadar de vinhos en lleiins, dizia, em 1835.
ctieo de un furor cmico : Ni ver lade, uo
comprehendo mais os habilnls nem meus
c. lugas de Pars; tojos leem estmagos
e'u 1 is de mechas, um nida os poem eos
fogo.
Mas urna triste cius di decideocia da
gastronoma enire os mdicos lie o pooco
nanho que Ihes he permito lo culher. A'ex-
ee|ie ,11 d> alguns me lieos ou cirurg.Oes
vautajosameute estabelecidos, causa do ver
o que rende nossa nobre p.ollssao para o
manir numero. Yin se par Xd ella com ura
campo que era os tnbalhos a-siduos, nem
as vigilias, nem o tnerilo polem mullas ve-
zes lomar fecun In P Como achir pois gas-
trnomos entre aquelles que teem semprd
que luir Contri e-te pelado e rude f,rdo
es muguiladumi? Emlim ha urna oulri cau-
sa mais po l.liosi tal './. qiH! Indis as olll ras
contra a ga-trutio un. he o estad* oe urna
socie la le perpetuamente em revolucSo.oii-
Ic os inl 'r--ss-s de todos e-1.1 1 a cada ins-
tante ara ca-los e comprometilos, urna so-
meila le constantemente eulrezue a umi
dovida doentia que devora se.npre, pro-
curiudo, e debalde, u na panacea repaia-
lora. A gastronoma In lalvez o eleme.no
social elevado a sua mais alia potencia, por-
que de urna parte, deve ser considerada
i- 1 mi a e,i.i-e 111 -in-i 1 de u na extrema civi-
ii-.ao.ln ; da oulra, purq ib desenvolvo a ten-
dencia tan os do.sab f is, pan u abandono,
.-ara as converaacOes, as quaes ligam os II l-
mense os dispoein |iara seulimeotos gene-
rosos. Por i>so o Isulamento do goienio,
o brutal amor proario, o cuidado de oiiino-
sourar, de accuuiular, o temor, a descoc-
lianc, em umi pilavra, tudo o que nos afili-
0 uresenlomeote, he iucomp-livel com .s
dices indagacos cun os saborosos gosos
la mesa. NJo tememos rep.-ti-lo; a verda-
deira gastrouomia esia muno longe da vo-
racnla.ie ou glotonera. O roinilo notavel
e o 111111 >-111 Epicuri de grege porcut u3o tem
a menor lelaij.lo ; nem se/ue as ten leticias
do um insimulo grosseiro; ora quem se en-
golfa na vida animal aproxima-se iuliinti-
vamente do animal; o oulro lie ura artista
que, apphcan 10 certas leis physicas e o ga-
ices s sens.ces deliciosas lem por li.u
supremo guzar da vida cum disceruinenlo
e -en arriscar o capital. NSo me lembro
111-01 ii-.- : Todo homem de talento deve
ser gastrnomo.
lie ne ou fui ou deve se-lo.
Pois bem isto he umi verdade incontes-
lavel. ,1 i;,-i.......mi. be com tffeiioaex-
pressSo de un. orgnisac3o fina, ,n-ln t .1,
e rlebaiio deste ponto d 1 vista, tiingu-m he
gaslronomo por voola.le, ( o espirito soara
i.. .m le | i,.i Montesqoieu t-m n/m,
Poiixeno e Apicio I- v ..v un para a mesa mul-
tas Mms.cii desconueci las a nos outroi
ama.iures vulgares. (Ei'ai sur le / -u'i Que
resulta .1 .In lie que se a glotonera he de
todos os letiijos, a goslronomia nSo S" nro-
i-.i/ 11 1 1 m 1 -i. 1 .i i-, ,-u\ urna poca de
deseiivolvimenlo inlellec ual muilo adan-
tadu ; porm se a -clale IV. agitada em
seus fuiilaineutos, a maior part das boas
tn.-zas dosapparedr3o e cu n ellas us costo-
mes elegantes, as relaces intimas e estas
delicadis revelaeOes intuitivas do estoma-
go aos quaes com o auxilio de vi .hos dli-
ciosos, oe u.na chicara de c.fo.d > ura aroma
esqui-ilo, vatn dneito ao c-rebro para a-
i|ucei--i .,, in-1 o-ti 11..1.1 ..i, isciarece-lo com
una luz viva, algum.a vezes masmo com
um 1 s-gun 1a vida. E QquemuS c-invencidus
tudos 1 ci d-'iii cum isto ; os que lem pouco,
ou os que nada leem, muito mais que oa
oulros, porque o-upe. fluo do rico r "lun li
leinpre em proveilo do ucesaario .10 pobre;
n..0 ha um ui-iii le banqueta que 11S0 ajo le
a viver secundanaueiilu a urna infinidades
de pessoag.
.Nal. pois ho 1.10 evidente como que a
gastronoma, bera como as bellas artes, as
bellas letras, b-m como tudo o que se liga
inteligencia, as sensaces deltca las, 11-
iiuucia senpre o progresso. N3o he sem
ra/o 1 .e ll-nri,in de Penl-y. ognve juris-
consulto, dizia : a N3o acientarei na civili-
Bc3o, -en o. quando vir um cosiubeiro no
instituto.
Finalmente nada he mais evidente do que
que o fogo da sedicSo he incompatvel com
o figo de urna cosinha alta e sabia. Os pra-
zeres de umi mesa delicnla e em to 10 seu
esplendor, exinem lempos calmos, eipiritos
risonhos, os ocios felies de um mundo quo
nida perturba nem inquieta. Ora, quem
nusara afirmar que estamos em uina poca
igual ? Por isso co.no lu lo se liga na sucia-
dado, a gastronoma esta em um estido de
batimento e de inferior! tale quo se n3o
so pode conten.r. Ajelase v, repito, aqu
e all alguna lien sacificaiem ao dolo, pu-
rera os levitas i(0 raros o o templo es a de-
serlo. A-ligesl3o nSo he m.is senSo um
cto puramente phy-iologico, umi fuoecHo
material chimico bjoliflque. Poderi por-
ventura durar un e.sldn igual do civtlisa-
C,3o retograda ? Nao s.hemos; porm o que
he cario he que, seo culto da gastronoma
tornar a apparecor na socielade, se se po-
der cont.r fervorlos apostlos, sera o in-
dicio cario de que o carpo social esa tm
va de cura, he o syinploroa da volta da or-
dem, da paz, da prosperidide 10 nusso cha-
ro paiz.
Dr. RevellPaiise.
( M uiiu-ii )
COMMERCIO.
ruin de Cesarioa. e decldl-.iie a dallar
seno podcase veucer esla fatal paisao.
' lli mal de um mea, vendo o progresio de
meo amor, eu lahia puasi toda, ai nones da ca-
a de Jaclnlho co.n a firme reolucao de apar-
tir-.ne de Pars no dia seguiute ; mas u.n. rra-
quea culpo.a me fazia adiar esla prudente re-
ulucao. ...,.
E.iiliu1, dizia eu comigo mes.no, que tenho
que eiprobar-.ue 1 Son u nico que sollru por
esta louca palia.i; ella be ignorada de Oeiari-
e de seu marido, porque poil romper e>la
lulimidadee... que acocada da um novo al-
irativo, eque pircce dar unto gosto a Jacin-
ilio ? Naoiuie repele elle sem cessar cum es-
pan.au 1 .. U.n migo como tu. u.na mulher co-
mo ella, be a felicidade ideal.
Nio, nao, accre.ceol.va eu ; estou seguro de
,1111,1 j.uai. uao lerli a covafda de trahir a
c.nli uca ingenua deale amigo lo leal e tao
hom ; jamis uo tenho Acado u.n l nstame
. i. co.uCearina;juiai u.na palavra de
or nao aahlo de meus labios Eu terel em-
nre t-mpu de aparlar-ine, e algum di ior
s.sins salo que sai. de minba re.erval
Elle momeiiluclicguu.
U.n dia Jaclulbo leddo que reiponder a u.n*
caria,deixounos, asui mulher*. mi 111; era
a priuieire ve.que nos aonava.nos .; a cou-
veriacrao at ento mu vivamente empenhada
entre f.esarina eu marido c miin, cabio re-
neiilioamenlc ; ella crou multo, abalxou os
olUos c Acou muda. Dua. ou tres veze (ente!
travar de novo aconverusao ; mas a alleracao
de mlnha voi, a Incoherencia de mluba pala-
vrai revelaram mlnba emocao.
0^Bli^
Ce.anua eou.preue..deu e... duv.da slgin-
ficacau desle slleuc... ; suas faces, .0 principio
animadas de vivo rubor, t-iruara.n-ie paludas
seu seio palp.lav. violeniau.eule. Deja.la, ou
temeria ella u.na declaraco ? Nao sel ; mas
logo, e eo.no ai tlveise cedido a u.na |.o-
tenclairreslitivel, ella levanluu lentamente pa-
ra tul.11 seus grandes othos aiue ao me.iiio
lempo hmido, e brllliantes, Atou-o por al-
alo. 1 o,c o e, sobre os meus e depois confusa,
ou irrilada de meu mutismo obstinado, erguen-
se repentinamente e appruimou-se d. vidrar.,i
..ti-.1 de occullar-me sf in dunda a espre.so de
leu rosto.
He-me Impossivel deicrever o que havia de
amor, de ve.gonha, de probantes, de reulor-
ios, lalvet, ncite longo olbar que me periur-
bou, me Incendiou, me loruou louco, pois ex-
clame!.; i
Ceiarlna 1
E meus labio treinlain tao fortemente que
nio pude dlzer mais nada ; mas esla p.l.vra
e miaba perlurbaca linbain dilo ludo.
(.1,11-1 Immed.ataii.eiiie Jac.u.l.o tendo aca-
bado de orever sua carta, enlrou na .ala.
Grataa!ne.iorcodevomide inaudito, con-
ieKui oceupar unto ttencan de ...eu amigo
que elle nao le apercebeu do eiiibarac.0 de ce-
s 111111 Ella pretextando uina sbita e violenta
dr de cabeca, recolheu-ie logo ao eu quarto,
e c eu retlrel-me tambera deliaodo Jacioiho
' Delta vez, nio heiltel mal em apartar-me de
Pars inandel encomu.endar cavalloi de posta
oarao dtasegulnte ao meio da, determinado a
ft pass.r alguns mcies na Italia; pela inanhia
recebi urna carta mui obsequila de Mr. de
ALFANDECA.
Rendimenln do dia 9. ... 10:400,709
fetearregam hoje 10 dt Janeiro.
Barca ingleza Seword Fisk ferro.
Hugo hainbiirguez Fallir Matheus-mor-
ca lunas.
Brgue braai'eiro -- Animo gneros do
paiz.
Escuna hr'Sileira Grietosa id?m.
Hiato brasih-iro -- Flor de Cururlpe gne-
ros do paiz.
1111 liml nin
Glera inglqz SvroMflsn, vinda de Livir.
pool, ei.u-i.Tiii 11 Me CalriiOnt 01 Compi-
nli 1 ; in ,1 o iv-: mi o seguiute :
lientas, 2 fardos, tecidul diversos, 151
barra m.-uil -i.:n, I dito carne -al.-ul., 1
ciixi vesluaiios, 1 dita barrelin de nm-
lier, I gigo iliici ; a Jiilinsl-iii P.ler & Com-
panilla,
I caixa mtssangis devdro ; a Kalkmaim
IrmSos.
68 tonelladis forro era barra, arcos o f >.
Ibas, SO harria mmteiga, i canas ferragens,
2 .lilis ."il.is, 2 finios ii'-ili- de 13, i
caixis ditos diversos, -2dita miuiez-s, -J d-
tu pertenc -i pan oscripii.no, 95bamc
ferrigeni, 16 c.ixas liuhis, I barrica vi-
drna ; .1 i; II Wyatl
Ociixas queijos, 80 barris manteiga ; a
F. G. de Oliveira.
10 calxaa cobre de forro; a Antonio Vi-
lenii n da Silva B.rroca.
SI caixas, 61 far-lus toci los diversos, i
enilirultioH purtences para escriplorio ; a Jo-
nes Patn & Co npaiilii 1.
5 catxas couios preparados ; a J. Keller &
Companota.
10 ealSia.atS fardos tecidos diversos, 1
queijo, I c.ixa fruclis, 1 dita vesti los de
cassas, frenles para cimisis ; a Fox Bro-
thers.
S7 caixas, 63 fardos tecilos diversos, 110
gigos, 75 meiosdilos.il barricas, 3 c-sios
loug, 100 ba.rs mant ina, 3 cixs peit-n-
ees -ara escripto in e liria ,11 .los, 3 cius
e -z7 pecas maciiiiiis 110, 100 ditis fulhas de
II.i-i no-, 1 lardo p.rteuces decima 6 lo-
11 I 1 1. ferro em llugoados, icrvndo da
I-..-Ir.. ; aos consgnala-ios.
(li CalXas tecidos diversos, 100 ditas gc-
ni-l.i-.i ; a Roslron tti'-kc Cumuantiia.
37 caitas tecidos diversos, 1 dita um re-
lojio, 6 duas lili os, 7 1 t.- biseoilos, I ntl
conservas, 3 Jilas queijoi, I barrica presun-
tos, I dita sal, 6 jarros carne, 2t frascos
fr.ieta-, 2 meias b Tricas arenques, I barnl
.-.. I iniu, 1 dito carne, 3 ba. ricas lijollos de
limparmet.es; a Adamson Howie otCutn-
pauhia.
21 fardos tecilos diversos; a J. Crablrea
& Companhja.
8 ditos 1 /miis para saceos; a N. 0. Uie-
ber di Companhia.
3 ditos lonas ; a Bioader Bren-lis.
I dito t -cidiis de algoiSo e 13a ; a Russell
Mellara & Co npanhia.
3 dilus ditos de algodflo ,- a C. J. Astley
Companhia.
19 c-ixis. t far-lo ditos diversos ; a Rosas
Braga & Companhia.
1 c.ixa relogios ; a S. P. Johnston Com-
panhia
llc.ixis tecilos diverso., I barricafer-
rageos ; a J. By ler & C -ni. aina.
2 barris agurdenle, 17 caixas queijos, 2
-ditas .- iii.vrv --, 2 duas linenos, t dita ig-
nnr.i--e, 4 ditas, 6 barricas manila.entos, I
barril carne >algada, 1 dilo conservas, meto
dito ditas, 1 barril liug tas, 2 queijos, 70
presunto*, 4 maulas loucniho, I jarra coiin-
thos, SO gigos batat s, 3 Uus fugareiros da
II ni li e-, 9 caixas cenlos de algodo ; a II.
Cliso 11.
6 -lilas ditos dito ; a A. C. de Abreu.
1-a-co citas, 3 ditos amostras; 1 di-
versos.
CONSULADO GERAL.
Rnndimerito do da las. 8 890.091
dem do dia 9.........8.187,278
12:077,369
DIVERSAS PROVINCIAS.
RendimenlOdo da 1 8. .
dem do du 9........
658,938
50.2SO
609 238
Exportncao.
Genova, polaca sarda Rafaelinho, de -
Ion. IIa las, ctiil-luz 1 O seguiute: 2300 s-c-
cos e 4 bariicas com 11528 1 robas e 21 li-
bras de .sanear, 3731 libias de cob e velno.
B Ir. 1, Ina I o h. .1- I-11,' t: 11 1 lio i-o, de 33
too. Il- da-, cinluzu o segumle: 18 c.i-
xas I ./ou la-, 1 dita -liv-is .s iniu I / s, 50
amarradns de aduelas-le pipa, 7 pipis ici-
le de carrapato, SO inolhos de palha do car-
nauba, 40 rolos de.salsa pun ha, I tabule-
la, 2 empeadas, 1 caixa.coixeles, 1 cana
com 250 11. i- de botos de doraque, 8 pi-
pas vinagre, 2N8 barnquiuiias bnlicninh.s,
8 qusrlulas cera las de dita, 2 mollius de quui, 3 pinos par
mesa e 1 bahu' com ro >a de uso.
KECEBED11HIA DE IIE.NDAS 11TERNAS CE-
RAES DE l'KH.\ \M'I t:ti.
Rendimento do dia 9..... 462,751
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 9.....2:907,921
iVioviixiento do porto.
ffnai'o entrado nn dia 9.
Parahiba--14 oras, hiato brasileo Tres
Iroilos, de 30 tonella las, m-.-li--- Jos Du-
arledeSouza, equipage n 4, carg loros
de mangue; a Juaq ,nn D iaite dsAzeve-
do. Passageiros, Jo.lo Cmisustomo Peres,
Saint-liarle j oqual envlou-u.e cun ella a no-
uieaciio de Jaclulbo para o lugar deiub-chen.'
de seccao.
Dua. hom antes do inomente lisado para mi-
nha partida, escrevi a meu amigo a leguiate
ca.13, qual ajuniel 111a .1 ..... o, 1 :
11 IIbu ciia.o I masriui, coniegui emflin que
le iesseui jusllca. Ku ai|ul a 111a ni.u.eaco;
sou oorlgado de.gracada.nenie a renunciar ao
praser de ir levar-te esla boa noticia ; uina
elrcu.ustaneia liuprevi-t.. obr.ga ...e a deliar
Parn boje ; no.e Inqule.ie la .mus ule por el-
la repeiiiina determinarlo; leuhoifimeiile que
Ir vigiar lubre Inlcrei.ei assas graves de for-
tuna, comproineitnlus por una fallencla luc-
perada. Eslou de lal surte uecupadn esla mi-
iiha que me he liuponvel eicrever-te luoga-
nieute, in.s louiaiei brevemente a desforra
Adeosl llil leuibrain-'i-.-i luicbara uiullier
. 1 o io leu *
. F. U.
Re.netii esta carU a caa de Jaclnlho e oc-
cupri-me co.n os preparativo! da vi.geni.
Uma Hura se linha apenas pasudo depoli
que eo e.creveraa iiieuaniigu. quando me vie-
ra. .nuunciar que u.ua leunora des.-j.va fal-
lar-Ule lobre u.n negocio grave e mu ur-
Maodel que fi.iem entrar parao lalo,
quail iinmediala.neule fui ver o que querii.
guando Hcmoi idi ella levantou um eipeiw
veo preto que Ihe cobrla o roito....era Ce-
riua I ,
(Coaliiinar-se-Ao.)


.*
I
. i...ill.l1liun a Manoel Pereiri pin. hisloriss de doente. reglmens ipro- -No llm do pp. max ppareceo em oc r-ca raifin grinde favor dirigmdo-se a leja
Lu* Antonio Gonlgi. 6 inoei i ere.m p ^ g provincia de Pernin-buco. e loado deile engenho Tapera, freguozia di do Ser Figueirna, fallar con. o meamo Sr.
e *"' ]" in----------- mcarrega-se de mandar furnecer qoalquer S. Amaro de Jabonan, um cavallo ca>t-ohoj que dir o motivo, alias de grande nteres- |
EDITAOS.
tencommenda de medicamontoi homceo,a-
jthicos, tanto avulsos como em caixaa, em
inspector la thesourini da glbulos como em tin'urai.
al, um cump'imeoto da or- iv0 prelo : PalAoyanofa dos medirimen
tos brasileos.
Elementos de anatoma e philiologia com es-
tampas, para oa curiosos em homcenpalhia.
Itona-se aos senhores assignsnleso ob
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio homceopathico da ra
das Cruzes n 38
O Itlm. Sr. i
fa/cil 1,1 proviuci...,
dem o Exm. Sr. presid me da provincia,
manda Nzer publico, que nos das 13, t e
15 ile Janeiro prximo vinilouro, ira a pra-
ca para ser arrematado, perantc o tribunal
administrativo da mesma thesourena, a
quem por menos tlzer a obra dos once tos
da cadeia velha da cidade deGoianua, av-
llala em 616,4*6 rs
A erieajaiacSo ser f^ita na orma dos sr-
igos a e3T la le pro'incial n. 286, de 17
de maio du errnta anno.
As pessoas que se pmpozerem a esta arre-
maca .. comparecamniaala d.s sessi.es do
muo tribunal, nos diis cima rn.-nc.ona-
dos pelo mcio dia competentemente habi-
litados.
Epar constar se mandou nllixar o pre-
senil e publicar pelo mano.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Hernambuco, 23 de dezembro de
1851. O secretario,
Antonio Ferreira da AnounciacBo.
Clausulas especiaes da arrematarlo.
I.1 serBo feitas todas as obras uecessi-
riss, paia que este eJicio fique em bom es-
tado e nelie po ler residir o destacamento ,
conforme o urcamenlo i.iprovado pelo Exm.
Sr. presidente da provincia na importancia
de 636,486 rs. .
3. todas as obras sero principiadas no
praso de um mez e concluidas no de 3 me-
zea, contados de conformidade coro os ar-
tigo 31 3 o pagamento da importancia desta
obra sera feto em urna s pieslacflo quaodo
ella oaliver concluida o em estado de ser re-
cebida deglutivamente.
?.'para ludo mais que nBo eslivar deter-
minado as presentes clausilas. s'guir-se-
ha o dispi'Sto na referida lei provincial n.
286. Conforme. O secretarlo,
Antonio Ferreira da AnnuuciacBo.
O lllm. .v inspector da loetOU'arla da
fazenda provincial, em cimprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente d provincia de
23 do crranle, inania fazer publico,que
nos das 13, He 15 dejaueiro prximo vin-
douro. ira a praca para ser arrematido, pe-
rante o tribunal administrativo da mesma
thesouraria, a quem por menos fleraobia
dos reparos da ponte sobre o rio una na po-
VoacSoue Santo Amaro JaboUBo. avallada
em is. 1:330, 23U.
A arremalecBo ser feita na forma dos
arts 2* e 27 .ia lei provincial n. 286 de 17
de maio do curenle anuo.
As pessoas iue e proiuizerem a esta ar-
remaiscBo, cmnpirecam na sala das sessfles
do m-suioliiliuiial, nos das aciinB mencio-
nados pelo mcio da competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou alTixar o pre-
sente o publicar : el Dianu.
Secretan da Ihesourana da fazenda pro-
vineial de Peidambuco 30 de deembrode
1851.O secret.rio,
Auiouio Ferreira de AnnuncmcSo.
Clausulas esoeciae da arrematacSo.
1.a Os reparos da ponte sobre o no Una
ra p von.no de Santo Amaro Jabo-lBo, se-
nBo fettiis pela forma, sob as condicVs, e
domlo indicado no orcamento appiovadu
pela dtr.ciorn em conselho, e apresenladu
ao Exm. Sr. presidente da provincia pelo
preco do reis 1:330,230.
2 as utiras priucipiirSo no praso de um
mez, e serS acabados uo de cinco me es,
ambos Contados da entrega do termo da ar-
reniatarSo.
3." O pai-amenlo da importancia desla
obra sera fetlo em urna s preslacSo qnin-
do ella i-., i vi cjucluida e em estado ue ser
recopila dilmilivaiiiente.
*.' Pan tu lo o mata que nSo esta deter-
minado as presentes clausulas, soguir-se-
hi o que dis,0e o reguiaineuto de 17 de
mato de 1851. Conforme.O secetaiio,
Antonio Kerieira da Annu iciaco.
TRATA MENT 110ME0-
I'ATHICO.
DAS MOLISTIAS VKHBSBaS,
e conselltos aos duentes para s<) curaren) a
si inesmo, sem preeisarem de medico;
pelo pioiVss.nr liomceopatha
Gossel-llimant.
Sahio a luz e aoha-se a vonda no consul-
torio liomceopalbico da ra das Cruzes n.
28, pelo preco de l.OOOrs.
Avisos martimos.
Para o Araracu e Granja segu viagern
com toda a brevidade a escuna S. Jos, da
.|i...| he mestre e pratico, Jus Jlanoel Ro-
drigues para c.rga, e passagiros: Irala-se
na ra da Cruz do Rectfe o. 2, com Manoel
Jos de St Araujo, ou com o mealre no Tra-
piche do Algodao.
Para Lisboa pretende sabir com brevi-
dade o brigue portuguez Novo Vencedor >
por ter maior parle da carga prompla, quem
no meamo quizar car regar ou ir de passa-
gem dirija-seaos consignatarios Thomalde
A |iini Konseca & Ftl'.o : na ra do Viga-
rio n. 19 primeiro andar ou com o capit'o na
praca. r
MaranhSo e Para.
Segu>) em poucos dias o brigue escuna
Graciosa, ja. tein a maior parle da carga en-
gajada, o restante o passageiros, para os
tiuaes tem as meliores acommodaC5es: tra-
ta-se com o consignatario Jos BaptiCtt da
Fouseca Jnior, na ra do Vtgano ti. 23, ou
com o capitBo na pm<>.
Para o Itio de Janeiro pretende sahir
com brevidade o b.-m conhecido e velleiro
tirigue brasiletro 1,-Bo, quem no mesmo
esc ri.um pouco caroundo, quem se juigarjie para o dito Sr. Barbosa,
com direilo ao mesmo diriji-se ao mencio-f A aula da ra do Apollo, n. 31, abro se -
nado engenho que dando os signaos certos, no dia 12 do enrrentn .-eusiiifiurte nela pri-
Ihe s r entregue. I nieiras leiras, grammlica nacional, latina,
~ Estilo fgidos desde 20 de novembro francesa e msica; e-seu difector /usina k
do auno p.vassado dousescraVos seeulnles :|tmbem por casas particular'es estas disci-
lleiied lo.nacilo angola,representa 25 annosipunas.
de i dado, he cosinheiro, alto, pes e msos! Quem precisar de paramentos de igreja,
grandes bemparecido.b.rba lo d Mes lima- dirija se a ra do Vigaiio n. *15 pnruciro
dos. Miri.na nacSo Costa, alta bem pare-'andar e ahi achara com qu'm tratar; na
cida,representa a magma i lade, cnnsla queja a ven la os ornamentos segointesicazulna,'
fonm snduzloeconluzilos para fora; ro-pallio, mangas de Cruz, umbellas, capas.de (
ga-se saulori 'ules pobciaes e esplines dejasperges e veo de hombros,
campo os prendam e remeltam pira esta
praij.i a entregar aoab'ixo as-lguado que s
fig riiui todas as dispezas e se giaiilicar
com ido.ooo rs. a qoem os pegar, < prtesis
contra quem egtiver de poase d- lies. .
No dia 4 para 5 do correute, fugio um
preto bam moco por nOme BenHIito de gen-
to angola, de idade de 18 anuos, rom os
signaes soxuiules cor bem preta, corpo re-
forjado, lu-i.'iis grossos, boca grande, altu-
ra regular; levnu calca e camisa de algo-
dflo da tetra, mas consta ter sido encontra-
do com roupa branca fina i quem o aproen-
der leve-o ao lugar da Tona no sitio do
abaixo assignado senhor do dito negro, que
era recompensado do Irabalho. Manoel
Peretra MagalliBes.
~ O Sr. Anloni i I.eite de UagalhSas, ex- ndeias etc ttc.
III. ____t^____'______i.ii.. .U IA AnA
Hotel no Montetro.
Domingo, 16 do passado, abrio-se este
estabelecimento com as segutotes pro-
por 1,'n :
lii Iti.ir- o sorvete, aos domingos e diss san-
os a larde.
Sala mobiliada e independente, para aa
familias, que indo a passeio quizerem des-
;ancnr.
Quartos preparados para dormida.
Ks| acosa e bem arejada Bala de jantar ,
'oin capacidade de servir a 40 pessoas.
Soiti |iaia recreio e passeio.
Estribara earranios para cavallo.
Couiida mensal e avulso,preparain-sejan-
tares e prezuutos, aluga-se louca, vidros ,
soldado, vi.ola remir a sua letlra de 40,000
rs., vencido em 3 de janeim co>rente, rece- limpies.
Todo por preco inuilo rssoavol, e acon-
Precisa-se de urna ama, para o servico
de una casa de pouca familia, prefenndo-
se urna mulher de idade : oa ra da Gloria
n. 65.
Offerece-ae urna mulher branca, para
ama de casa de pouca familia, ou homein
solleiro na ra da Guia n. 7, loja de mar-
cineiro.
-- Aluga-se o sntflo de um segundo andar
le sobrado, silo no burro de Santo Anto-
nio, cujo solio tem urna grande sala com
i ncll i, e dous gi.ui iissiii.iis quartos rom
claras limas, tem mu linio vista, he mu
fresco, est catado e pintado de novo, e lein
linalmenle cscada indepen lente proprio
para homem solleiro : quem o quizer alu-
qutzercarreg.-. Ir de p.Sagem, oucnb.r- g-r, d,r,ja-se a ra d. crespo, loja de la-
arVsCT.VOS,dirijas, a roa da Cadeia M|Mtaa. 6, q Kecire n. 54: a ttatar com Joaquim Ribeiro.
Pantos, que piomelte fazer os freles ., tira-se para lora da p.ov.nc.a.
V.l.i... ............,..uu .> m._ Precisa-se saber aon le reside a senho
Mdtluus l'lantaz, subdito fraocoz, re-
ccuiajfliO,
O consellto da administracBo naval
contrata por arrem..tcBo o foinecintento
dos gneros abliXo declralos, para os na-
vios armados e hospital,a saber: azeile doce
de Lisboa, assucar bianco de prim-tra qua-
lldade, anoz brinco do fi.ataiihBn, baca-
lhao, bolacna. Car-'e verde e secca, pBo, lou
cinlto "O Lisboa,ou Sanios, vinagre de Lis-
boa, carnauba e espero acte em velas e ca-
le em gi Bu : os que quierem concomern
dito loniecimcril i deve u comear.cer as 12
lloras do da 10 do correle, na sala das ses-
ses com suas iiioposl^s declarando o me-
nor preco e quem os lia lores, cojo emira-
to lera princpio no dia 2 e terminara em 31
de marco futuro.
O |ui de Paz do 4 anno do Io des-
tricto da tregue/ia de S. I'roi Pedro i. o i. .1-
vesdo hecife, dajaudiencia as terfase sex-
tas leiras as 4 limas da tarde, na Casa de sua
rosidencii n. 2lda ra da Cadea
Annunca-se pela segunda ccoo da
meza do c ni8ulailo provincial, que os tri-
la das uieis ni id os | ara o rrcebimeiilo
da decima dos predios urbanos desla cicla-
do, do primeiro si incsl c de 1851 a 1852, se
Qnalilam em 13 do correte mez d j-oei-
ro, e lodosos piopiietariuS que deilarem
de psgar uesse prazo, incone n na mulla
de 3 i or QjO sobre o valor de seus dbitos.
-Por ordem oo Sr director interino Ico
publico que na Conformidade do ait. 13 do
regulmnnio de 12 oe maio do anno p.Bu o
abiir-se-ha matricula das aulas do LycCo
conla. l .nuil -ni ven le-si ou iroca-se o mes-
mo brigue por algumas ;>i o, nelades de
casas uesla pra(a que cuuvenha : quem de-
sejar qualquer negocio ao rele ido navio,
polo ir a bordo do inesmo, tundeado no
Forte do Mallo, e fazer os exames que Ihe
aprouver.
Vende-se a muilo linda e veleira bar-
cafa denominada Boi blela, construida no
Pilar das AI-goas.de piimeira viagem, de lo-
te de 28 a 30 Calzas, para ver no fone do
Malo ao p do trapiche do llgudlo : a t'l"
lar na ra doCresiion 13, loja de JoSo de
Siqueua FerrBo &. Compauhia
i'aia a Raliia.
Segu com brevidade a bem conhecida
escuna nacional ADBLAIUE quemo restante
do seu cairegainenlo quizer fazer, quei-
r.io din.n-! a ra da Cadeia do Itecife n.
23, ou 56 A.
- Para o Rio de Janeiro sshe com nuil i
brevidade por ler parle do car regamenlo
engajado, o patacho nacional Margaritta, C
(iilo Florencio f. Marques : quem no mes-
quizer carregar, tur de oassagein ou em-
ba sulllcieoles, pode einen ier-se ouo mesmo
c.ip.i,v> n rom l.wz J,).-i'de, m> Araujo, na
ra da i.ruz n. 33.
l'ara o L\io de Janeiro.
Segu com brevida le a sumaca brasileira
-i \n l ou n i, 11, o i ni uovae de superior marcha:
para carga, escr.ivos a frele e passageiros
i r.i lao com os consignatarios Machado &
Piiiheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
andar, ou com o cipilo JosC de Campo Ma-
,.iili.i.-., na Prac
Para o Porto, segu com toda a brevi-
dade, a barca portugueza E pii.i i JoSo Carlos Teixeira ; quem na mesma
quizer Carregar ou ir de i s-.i _.....dii ija-se
aoescnplorio de Francisco Alves da Cunba
v i.oini iniiiii, na ra dO Vigario
-- Para o Rio Grande do Sul seguir em
poucos dias, i or l-r quasi todo o seu carro-
gauento 11 u nplu.o alacho brasileiro Uous
de Agoslo.capito ChnsiovBo Pedro do Car-
v|lio: guein 00 mesmo quirer carregar ou
ir do passagnm, dirija-sea It di ir es Uliveira,
n< mi da Cadeia do llcif-, rmate n n 12,
LeilAo.
-- O corretor Miguel Carneiro, fara le ISo
no dia terca-feira, 13 do correle as 10 ho-
ras da manhSa no seu armazem na ruado
Tiapicho n. 40, de vatios trastes novse
com pouco uso; louca, vidros, ricas mesi-
nhascom pedrademuito gosto, candieiros
para cima de mes, eoutios objectos por
qoalquer prot;n que appareca : assim como
o no ni da em ponto ii a leilBo urna por-
cBo de sal refina lo.
Avisos diversos.
Sr.R-daelor.Tendo pparectdo nos seu8
Diarios de 8, e 9 do crrenle um annuncio
em meu notne dtzendo q ie eu exoorio para
o Itiode j.i i-if.i o escravo Antonio de naffio
emnamb.ua, sou a dizrrdne que eu nBo
maudi'i faznr tal annuncio, poi* o eacravo
DO da 15 do crrente, e sera encerrad, no rjelle mencionado a inotto lempo que oven-
I i I I ...... y .... 1 I v_ ..... I .... i i ... 111 i r I u 11 -
I ultimo desto inesmo me/, a excepcao a de
Lalim Lyceu 2 de janeiio do 1852.O
'amaiiuense,lleraieuegildo Msrcellino de Mi-
randa.
Antonio Simplicio de Barros, juiz de
paz do 2"destncto da fregutzia Je8. Fre
Pedro Guosrlves achs-se em exerciciod-s
respiclivas lonce-.: da audiencia n s quar-
tas feras esabliadosas 4 horasda laide.nBo
sendo fuado i u -mi Picado, na casa da sua
residuucia no lUa du Pilar primeiro andar
do sobrado em que esla a reparliQBo da
Saude, e despacha a qualquer llora do dia.
Tbeatrode Apollo.
Em consecuencia de repentina
i iidi miiloile ile urna piimeira par-
te, nao pode ter lugdro espect-
culo para hoje 10 do corrate ,
cundi) transli.'iuld a representa-
ko para ten;i eira, i3.
I'iililicatoes Iliterarias.
ELEMENTOS
DE
Homaoput^ia.
Sahio a luz a segunda parte desta obra
I composto pelo profesaor hommopalha Gos-
[ sel Biinonl. Recebem-se assigoaluras para
i obra inteira a 5,000 rs., oo consultorio
bomceopathicoda ra das Cruzes n. 28. De-
pnis da publinaciio da terceira parte,o pre-
co ser elevado a 8,000 rs. para aquelles
que nBo tiverem assignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda tudo quinto lie
Inecessario para o estudoea pratica da ho-
"nojopatliii, como teja; litro impressos
di a Joao Cynllu do Souza Cmieini; perian-
to i|ne i.i V. S. mandar publicar este no sen
lime,,,,. a,i oiesmo tempo evitar que aquello
continu.
JiBoFrancisco do Chabi.
0 Sr. Coronel Jofio Francisco de Chaby,
nJo fui o autor, nem responsavel'do anoun-
oo. que menciona.
Oafl/.
Dosapparcceu na tarde do dia 7 do cor-
rete urna prita i;e na-gBu, de nome Joaqui-
na, queaepreseuta ter de 25 a 30 annos de
i lade. bem parecida, baixa, bstanle gorda,
pellos grandes, ps e mBos peqnenas, e den-
les limados, levou vestido braoco de cani-
braia, e panno lino preto, a qual andava
vendendo boliubos em urna bandeja j roga-
se i .o diid as autoridades policiaes, e Cl-
pitBes de campo, que a aprehendan," man-
den entregar a seu senhor ; na ra do Col
legio n. l,primeirr> andar, que pagar qual-
quer des >eza que bouver.
No dia l. do corrente mez auzentou-
se um pr. lo. iadi iro e ranoeiro por nome
Jos,dencao benguella,idade 25anuos pou-
c nniis ou menos, de estatura regular,cara
um punco compri la, pouca barba, sobran-
ceibas grocas e um pouco bizonho ; etem
dias que bebe at cahir, lern os pea um pou-
co grossos levou calpa e camisa de
algodSo transado americano e chapeo de
palha roga-se a todas asauthoridades po-
liciaes e capilBes de campo o facam apre-
heoder e entregar oa ra do Hozarlo larga
padaria o. 18 que ser gratificado com gene-
rosidade.
Precin-ie de urna ami deleite, para
acabar de criar um menino de 9 mezas, n9o
e ollia preco, com tanto que tenbi boa
conducta: oa ra di Sinla Cruz da Boa Vis-
ta n. 66.
mo no publico para todos os #
mi-li res de SHA |irii'i-'io : 9
9 im'iiIc ser procnrndo a qual-
9 qner hora i- m eua casa, na 9
9,rita larga do Rozarlo, n. 36, 9
9'segundo andar. *
9S999999999999999S99
OSr.Bernardo de Albuquer-
que FernandesGisma, queira man-
dar pagara sub.scric.3o dente Diario.
Antonio Josu Ribeiro Bastos, retira-se
para o tilo di Janeio, levando em sua
rumpanhiao seu eacravo de nome Justino,
creoulo.
Caligrafa
Na Ra do Aragn, n. 12, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
co qulquer pupel em muito boa
letra e por preco commodo.
Acha-ae tarlnha nova de SSSF, (de ra-
m'nha) para Vendar, nos armazens de f)ea-
ni l'.iuld t Coinrnhia, no buceo de Con-
cilves.
Troca-se por orna barraba ou por es-
clavos, urna das melhores moradas da casas
di cidade de GolMM, com 2 salas, 2 corre-
dires, 2 salas detraz, 6 c-marinhas,cosinha
11' i, quintal grande n cacimba de boa agoa:
qiem a pretender dirija-sn a ra do Vigario
o 20, a tratar com o seu propnetario.
Manoel de Almeida Lopes, com casa
d' cinMgonc.lii para comprar e vender es-
cavos tantoparaesta provincia, como pa-
n fora dalla, mudou a sua residencia d
n D. Mara Cordeiro Xavier de Brito. para
se Ihe entregar urna caria vio Ja do Rio Gran-
de do voit.
Prrcisa-se de um caixeiro, pars a pa-
daria da ra larga do ftozaiio n 48.
Os senhores quo deven ao hotel com-
merrio, alguna dos quaes nBo se sabe onde
murain, teuham a bonlade de quauto an-
tes sati-fa-T os seus dbitos.
- Piecisa-sealugar um muleque, tendo a
vantagem de aprender a coziohar: na ra
da Cadeia n. 13
Pedro Ignacio de Souza Rebello, pela
pre-teza de sua viagafa deixa do se despedir
de seus amigos e ofTeTere-lhes o seu limita-
do prest 'ni na cid ole da Bihia.
A senh.ira I). Auna Ho/a de Farras Tei-
xeira, tem urna carta, na ra do Encanta-
mento n. II.
Adverie-se aos fregoezes das bnlachi-
uh.s doces americanas, que as podarlo pro-, d, c,eU do R8C1re n.5l u,ra a ra
curar junto a minh. padaria em urna venda T Cacimba( n_ lt> ,nde moro 0 BM,i0
^Vsv^^vto^
II. 39. JoBo Jos F. i. ii v lio.
No da 10 do corrente, se deve arre-
matar em hasta publica do Dr. juiz munici-
pal da segunda vara, um escravo, movis,
praia, ouro e oulros obj-ctos, p-nhora los ;
,ii"ie n 6,
, Preciaa-se de 500 0(10 rs. a premio, po'
lempo de 6 mez-s danlo-se 1 precisa ga-
noii.i: quemos qdizer dar, annuncie para
ir procurado.
Ixm. vigario. Brrelo,onde continua, ofTe-
ncendo-se toda a segura nca precisa para os
iiesiinis e bom i io i o ii.....i' >.
- Procisa-se alugar una preta, que seja
idoliva. a aual saiba lavar, eugoniinar, cu-
oorexecueflo de Jos dos Mintos Souza Luis,' f 8Bfr intrtr0 de um, Cl.
consuntas do escripto existente em mSo do J.lenouc fimiln : Irala-sena ra do Tra-
puriei-o.
Precisa-se de um caixeiro para pada-
ria, que lenha pratica da mesma, ou de ne-
gocio, e que abone sua cipacidade: na pra-
ca da Sania Cru, padaiia n 106.
Proeisa-se poraluguel um escravo, pa-
ra o servido ordinario oepalaria, paga-se
12,000 rs por mez e o sustento : na praca
la Calila Cruz, na pa laria debaixo do so-
bra lo n. 1U6; adverte-sa que nBo entra em!
servico ordinario, foruo, nem m.ceira.
Sendo que o Sr. Jos An-clelo da Silva!
tenha feloalgum negocio al u da 17 del
dezembro do anno p p., com o terreno de'
31 palmos de fren lo e 425 de fundo na pro
jeclada ra da Soledade para o Manguinhu;
pede-se a pessoa que o fez queira declarai
por este Diario.
No paleo da ribeira de S. Jos n. 15,
lava-se ecHgomma-se com paifei(Bo e ac-
ceio.
Frecisd-se alugar urna escra-
va, que seja boacosinheira e com-
HEQ
4A"b
DAURORA
C. Starr & (]ompanliia,
Respeitossmente annonciam que no su ex-
tenco estabelecimento em S-nto Amaro,
continua a fabricar, com a "alor perfeicflo
e pninii'ii lld, toda qualidade de machinis-
nid para o uso da agricultura, navegacBo e
manufactura, e que para maior commo
- ,. .. uianuiactlira, o quo fj.i. hmiui wjih"-u '"
pradeira, : quem a Uver dinja-se da seus numerosus freguezes e do publico
a ra da AssumpSo ou muro da
l'cnlid a. 16.
O padre Manoel Adriano de Albuquer
que Mello, avisa ao respeitavel publico, e
principalmente aos paes de leus ilumnos,
que abre a sua aula de pnmetras letras no
da 12 do correte Janeiro.
O abaixo assignado profess ir jubilado
na cadeira de geog aplna.e historia do lis
iu desta cidade, tem dadocomeci) aos tr-
bateos de sua aula particular desde o dia 7
do cmrente, e ne|ia ciutiui ensillar li-
nio, francez, rhetonca e geogra^hia, para n
que se icln compelenleii.enle aalhorisa-
do ; as pessoas, que, de seu presumo, se
quizerem utiliz r, podem procura-lo u<
ra deS. Rila, sobrado do Culo del' o ule
da ribeira. Affunsoiot de Olivara.
Precisa-se de 2n0,OU0 rs. a reuuo dan-
do-su boa lirma por garaiile : quem quizer
dar-los annuncie para ser procu auo.
<9s}0a>99990099000
P.ecisa-se de urna ama secca ou q
O
g mesmo urna esrrava, para todo o
X aervitode pma casa de pouca fami-
7 lia, e que d fiador a aua con lucia : *"
S quem ntiver nestas circum-tancua. V
^* appareca na ra do Vigmio n. 9, que y*
"si* so di i quem precisa. V
0(300>3e>0030yJ30slJO
Troca-se um moleque de 8 ennus por
urna preta de oacBo que nBo lenha vicios
nem achaques, voltanoo o que for justo:
na ruado Coiurello n. 29.
Preciaa-se de um pr--to robusto para o
servico ordinario de padaria: na ra do
Cotuvllon 29
Na noite do da de Reis ss 6 horas
lando desaoparecilo urna cacnorra lina da
ra do Kangel, a qual seguio una familia
assim como urna mulher de chales para as
parles da ra da ITaia por isso pede-se en-
carocidlmenleaos'aonhorrsq te a mesma a-
comoaohou que quereudo a realiluir ae pa-
gara 5.00D rs. pelo seu trabadlo ua roa de S
Cicilia n.4,ou aouuucie que se pagar todas
as despezas.
A pessoa que no Diario de honlem an-
nunciou precia ir de 5uo,iuio rs., com as no -
ces-di i.i- segurancas dirija-se : a ra do
Rangel o. 36, 1. andar.
O coronel JoSo Francisco de Chabi, ex-
porta para o Rio de Janeiro, o seu scravo
Antonio do Centio mjiimbana.
Deseja-sa saber se existe nesta provin-
cia, on em alguma outra do norte, ou Sul
t a balita, o Sr. Domingos da Silva Barbo-
ta, natural da provincia do Rio Grande do
Sul; o mesmo Sr., ou ijuem doli der noii-
e n geral, tem aberlo em um dos grandes
armazens do Sr. Mosquita na ra do Brum,
atraz do arsenal de mannha, um
I )i p i.siin de machinas,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acharBo os com redores um comple-
to sortim-nto demoendas do caima, com
todos os melho am-ntos (alguna delles no-
vo* e originaos) de que a experiencia de
muitos anuos tem mostrado necessidade.
Machinas de vapnr de baixa e alta pres-
s.in, t>chas de tolo ti mauliu, tanto batidas,
e -mu fu-i 11 las, coi ros il.....jo, e diios para
conduzr formas de assucar, machinas para
moer man noca, prensas para dito, Tornos
de ferro bat lo nare farinhi, arados de fer-
ro Ja mais aoprovada couslrucfBo, fundos
para alambiques, crivoa e port-s para foi-
naili.i-, urna inlini lade de obras de ferro,
que ser infadonho enumerar.
'. No m-sino deposito existe urna pessoa in-
lligenln e habilitada para recehor todas as
ico nmendas, etc. etc., que os annuncian-
'S, cont n lo i-i>iii capacidade de suas of-
flnas e uiachinismo, e pericia de seus ofll-
Ciaes, se comprometlem a fazer executar,
com a niior presteza, perfeicBo, e exacta
conformi lade com os mo lelos, ou dese-
nos, e iustrucQes que Ihe forem forne-
cidas.
SALSA PARRILHA
AS ou i: o-.is exueriencias fallas C.....i)
uso da salsa parrilha em todas aa enfermi-
dades, originadas p-la impu eza do sangue.
e o bom xito obli lo na corte pelo lllm.
Sr. Itr. sigan i, presidente da ac lernia im-
perial de medicina, pelo illustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa de saude na t'.amboa, pe-
lo lllm. si. I ir. Saturnino le Oliven, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permittem hoje de proclamar altamente
as virlu les olUVa/es da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conicm duas libras
de liquido, o i salsa pirrilba de Brillol lio
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iudo, potussimu.
Vende-se i 5/000 rs. o vidro ni botica do
Sr. Jos Maria t.oncalvos Ramos : ra doi
Quarteis pegtda ao quirtcl de polica
E MMS OFFICIMS
NA
Run Imperial n. 118c 12o, e deposito na rita Nova n. 33.
Itespoitosanionto avisam ao publico, o particularmente aos Srs. deengenhose des-
tiladores, etc., que este estabelecimento se acha completamente montado, com as pro-
porcOes 11 > c-' ri is, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. 0 mesmos cbamam a attencBo para as S'guintes obras, aa qoaes construidas em sui
fabrica compelem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por me-
nos i'i-eco, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, palo methodo do autor francez Derosne, ai me-
lhores machinas, que para este lim at hoja tem apparecido.
ALAMBIQUES de eobre de todas tidimensOes.
TOODS OS CORRES necessarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS HE COBRE para refinacBo.
TAIXAS HITO pira engenho.
DITAS DITO movis para dito.
ROM has DE CORRE de picote, de repucho, de roda e de pndula.
ESCRIVANINIIAS de litSo dos melhores modellos.
DITAS DI fu galvanisadis.
SI.NOS do lodo* os tamanhos.
OS APIIECIAVEIS fogoes de ferro econmicos.
BORRAS de ferro as mais bem construidas.
CARDOS dito de nio.
POHI'OES de ferro.
Varano \s dito.
GltADIAME.NTOS dito.
TAlXAS dito.
CALDEIRAS dito.
liA.Mli'.litiis de zinco e de folha, para binlio de choque.
ras e nacionaes que se icinm em corres- .
I pondencia com o centro commercial.
OFFICIN.tS.
O centro c mi mi' i ii 'I tem nflicinas suss,
e i a sucoessivjmente formando outras, ou
assoeiaiido-se a algumts que eni-Um. Tres
nlliciuas podera o centro .presentar breve-
ROWMAN & MC. CALLL'M, engenhei- m(.nlB ao publico:urna, a ..flicina lypo-
ros machinistas e fundidores de ierro mm giapbica, aciedila la ja por seus Irahalhos
respeitosamenle annunciam aos Senhores e conhecida no paiz, he a nfficina da Revista
proprielanos ileengenhos, fazendeiros, mi- Popular, na ra de S. li-uto n. 112; ag
neirs, negociantes, fabricantes e ao res- Uuir,tl qUe rstBo quasi organisadas, sBo
peitavel publico, que o seu estabelecimento ,dliciua de gravura e a ullicina de enca-
de ferro movido por machina de vapor con- ,|...,,,., .,,, ,. hroxura.
tinaem elTeclivo^xercicio, ese acha com- Todas as pessoas que quizerem imprimir
plelamente montado com apparelbos da pn-' obras, ou mandar fa meira qualidade para a perfeita cOQfocc,5o nacese broxuras, po lem di i^ir-se ao es-
das maiores pecas do machinismo* cnptnio doc-ulro commercial.
Habilitados para emprehender quaesquer o pensa-i enlo de cear novas nlliciuas nos
obras da su arle, llowman & Me. Callum diversos ramos de industria, uujoe associar
desejam mais particularmente chamar a au entro as ollicinas ja feitas, melhoran-
attencBo publica para a sseguintes, por do-*s e des nvolvondo-as, tm por objeclo
erem dellas grande aorlimenlo ja prompla, collocar o centro nas circomstaucias que
s quaes construidas na sua fabrica pdem mais possamennvir para o desempenho das
competir com as fabricadas em paiz es- commiS'Oes que Ihe lorem conlladas.
trangeiro, tanto em prer;o como em qua- 0 Ceiiiro commercial, sea prulercBo do
lidadeda materias primas e mBo 'obra publico Ihe nBo fallar, realisara, mis tar-
agaher : '''* "" oais ce lo, 'o grande p.usamento que
Machinas de vapor da melhorcon struccBo presoliu a cieacSo do cons i vato lo de artes
Moendas de caima para engenlios de lo- e offlcio, reumudo 8 ollicinas, que pudor
dos os lmannos, movidas a vapor por agoa c msl uir ou ass.ci.r, um deposito em que
ao inteiesse Oa .'Xliihico si addlciune O
ulerease commercial, que |de resultar de
n.na txpo$Q$0 permttnriit' de maquinas, mo-
delos o iiesenbos, acuuipauhados das suas
n -p'divas deatiipiOos e preeos.
lio lalvez arrojad! o ambiciosa esta espe-
ranza, i..is o Centro commercial nBo pon-
para ns m -ios iie a convrrier em iealidade.
A dinccBo do centro commercial, antes
de alrir o seu escriptorio, recabeii propos-
tas para a assoclico de duas fabricas ao
centro; urna fabrica de movis do madein
e oina de movis de Ierro, dirigidas por
habis aitistas.
Eslas e outras fabricas, grupadas em tor-
no do estabelecimento, augmentarSo o nu-
mero de vautagens que (He pode offerecer
ao publico, e assegurarBu ulereases a direc-
I..IO, de que ella lire coragem e loicas pan
desenvolver esla empresa.
COMMERCIO DE LIVROS [l PE-
RIDICOS.
O centro commercial nSo estabelece um'
livraria para augmentar o numero j cresa
culo, e lalvez excessivo, das casas de livro-
iii capital. O seu plano, em reiacBo a este
commercio.tem por obj-cto facilitar al trin-
sarr.'s sobre livio-, como facilita quaes-
quer IransaccOes. O livrriro receheoulros li-
vrosem deposito.o vende-na quem os pro-
cura. O centro c"iii ni ici il la circelar os
Hvros, vai procura' os compra lores nas di-
versas Ierras do reino e de (ora, eencarre-
ga-so de quaes.iuci ene. mimeinias por meto
dos Si'US correspondentes.
O commercio de peno lieos, que timbem
hoje he irregular, que traz os editores in-
quietos por culpa do publico, e os tisig-
n.iiit- s inqiiieos por culpa dos editores,
toman o carcter de regularidad!, que
caracterial e honra os Outros ramos do
commercio.
Um escriplorio central em Lisboa, u.n
agente em cada Ierra para todos os peri-
dicos, he o que se pretende establecer, e
o que se esUbeleoer por curto, se as admi-
niairafdes dos joruaea quizerem auxiliar-
nos.
O centro commercial pora em acrjBo lo-
dos os niel is para turnar ll'.ct iva a res-
pousahilidado dos ediclores e a responsa-
'iilul ole dos assiguantes, procurando evitar
as vergunbosas logracO >s de qua um e ou-
tros sao viclimss, pen ma directo que se
lem dalo a este oegucio, de que depende a
iliusiiacio dos povos, e a sua mo alid.de
lambem.
A osa filial do centro commercial be
nesta cidade defronte do Trapiche-Novo,
u. 6, oude reside o seu corres^on lenle
Juuquiu Baplisla Moreira.
Em casa de J. Keller & Com-
panbia, acha-se a venda vinagre
bronco, superior de -gantes, em
barris de 3(3 nteliti-is.
ou amniaes.
Rodas d'agoa.moinhos de venlo e serris
Manejos independemos para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhes, brouzes e chumaceiras.
CavilbOes eparafusos de todos os tama-
olios.
Taixas.pares.crivose boceas de fornalha.
Moiohos de mandioca, movidos a mBo ou
por iniiinies, e prensas para a dita-
Chapas de fogBo e frnos de farinlu.
Canos de ferro, torueiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a mBo, por animaes ou venlo.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas bydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicjrs.
Columnas, vsrmdis, grdese portdes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do mBo e arados de ferros
etc etc.
Alm da superioridade das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os mobles e dezenhos remullidos
pelos senhores que se dignaren de fazero
Iheseiicommendas, aproveilandoa occasie
pan agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e Ircguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lbes
que nBo pouparBo esfurcajs e diligencia
pan continuaron) a merecer sua couliioca
Centro Commercial.
Imporlaco Exportado.
Lisboa,
Ra larga de Sin Roqua, o. 90.
O Centro Commercial he orna casa d e
commissO'S que tem por objeclo dar a
maior publici lade existencia dos proluc-
los das diversas industrias, e activar as
transccOea, approximando a offerla da
procura por todos os m nos que podem fa-
cilitar os negocios c.imme'ciaes.
Annuncian lo frequenteinenta os produc-
tos da industria, e conse.rvando-os em ex-
po-ie.o) permanente nos seus diversos de-
psitos; o centro com nercial espara asso-
ciar ao projrio ioteresso geral de lodos os
que trabalbam.
O ceutro comercial nSo fu grandes pro-
messas. Aniiuucia successitameote as di-
versas operacOes comm rciaes de que se
eoearrega, e publicara hrevemonte os seus
catlogos, para que o publico avallo a im-
portancia desta casi, lomaodo os (actos
por base do juizo que bouver de fazer.
As numerozasrrlacO-s que a direceBo do
centro commercial eslalieiecu, o a valiosa
proleccilo a que se ac ll III, antes de Un ir
ao publico esta nova casa, asseguram a exe-
cuco do seu programma.
REEACES ENTRE PORTUGAL E
OUTROS l'Al/Ks.
O centro c un......cul tem lelacfles estabe-
leciilas com o Rrasil. e para facilitar as
n ni,..eco s entre Portugal e brasil, como
as facilita entre Lisboa o as oulras provin-
cias do reino, vai eUabelecer casas dllaes
e correspondentes para todos em todas al
Ierras onde o julgir necessario.
0 escriplorio do centro commercial, he
o deposito em Lisboa da casa Saave ira y de
Riberolles. estabeleciJa em Paria ( ra ller-
der, 25) mili i es em Madrid (Calle Mayul
o. 17) em todas as captlies das provincias
d-' He.apanha, em B'uxellas e em Londres
( Moorgate-Street City ). Estas circunstan-
cias, e alm dellas as relaiiOes.paniculares
estabelecidas com alguns negociantes de to-
das estas naco 'S, babilitam o centro a cu-
carrogar-se de negocios, e a tomar conla
de commissOes pira Ilespanhs, Franca, Bl-
gica e Cran-Rretanba.
Publicar-ae-bBo catlogos com rolacBo
dos objectos, de diversas fabricas estrangei-
*
te
*

#9 ***)
CullSULTORIO CKM'.Al HoHteoPaTHioo W
DI ......"um i--.
eriijiaopelo Or, Sabino Olegario Md-
ytro l'inho.
Ra doTiapicheNovon.15. 9)
f Todos os diaiuleissedarflo consultas ti
m e remedios da grac sos pobres.desde
+ pela manh, ale as duaa horas da lar- 9
" de. As coirespondenciase imform- 9)
, toes poderBo ser diiigidis verbal- #
t. mente, ou por escripto, devendo o 0
9j doeute indicar primeiro: o nome, i W
r. idade, estado, prolissSo, e couslitui- 9
0 cBO ; i9Undo: II molestias, que tem #
f tido, e os remedios tomados; rercei- 9
Urca poca do apparecimento Ja ujo- 6J|
. lostia actual, descrip^Bo iniauciosa, 0
,.' dos sigues ousyinpluiiias quo solTrer *


O pudre Thoroaz de Snta Mariann
de Jess MagalhSes, que j bro a su* lula,
pin eusinar pnmeiris leltras e latim, se-
gundo o Kystema. adoptado ms aulupubli-
cas deste iuiporio, par o que se acha habi-
liUdu. na ra do Pi'es da Boa Vista n. 42, e
recebe alumnos nSo sfj entornos, cnmotaeio
pensionistas e tamlii'in pensionistas, e se
ob'iga a dar bom Iratamento, escusando po-
rcm do inoncionar precos e qualidade do
tntamento, porque com os pas, tutores ou
curadores se entender : o que porro,
promette be o adiantamentodos seus alum-
nos e a bna educc3o.
Jos Valenlim da Silva, bem conheci-
do pncensinar latim, por espaco de 16 an-
uos, lembra a quem convier, que elle abre
a sua aula de grammatica latina 12 do
correntn Janeiro, na ra .i Alegra (na lloa
Visla ii, 38) onde recebe alumnos externos,
pensin sus o muios pensionistas, dando a
estes o ,tiiin l'-taim-nto. Tambom i-nsina
em horas reservadas os qu-i nao poderem
requenlar nal lloras das ula* : adverle
que para laso s i ada autorisado, pelo pre-
sidente la i>rovi icia, em virluie uo-regula-
mento de 12 le miu.
~ Quem deixou um cnapco deso, dan-
do os signaos cjrlos se Ibe entregar : na li-
vrarian. 6e8, d praca da Independencia.
-- Aluga-se urna cas., tenea ua ra Uel-
la : a tratar na ra de S. Francisco, casa a-.
palacada. '.
Deseja-se fallar ao Sr. Tliomaz Jos da
Silva GusmSo ou a seu procurador uesta
prici no praso de 8 das : na ra Nova n. 10.
A pessea que anniiueiou precisar de
um feitor para um engeuho, sendo que pre-
cise anda, dirija-so ao becco da Lingocla
B. 5.
*
I). W. BAY.NON.
Cirorgilo dentista ame- i,
rican.., avisa ao respei-
tavel publico destacidade #
ter recenlemente volUdo dos Estados 4)
Unidos, e que se acba promplo a fazer *
toda a quiilidade de operario parten- r
cen-te a sua arte segundo os me- 4
Ihoramenlos mais mo lernos: pode se 4
procurar no holelFrancisco.
Quem quier vender ou
permutar urna morada de casa ter-
rea, na ra Bella, ou Florentina,
e esto que tenlia bom quintal: an-
nuncie ou diriia-se a praca da
Independencia, foja n. l\, se dir
quem quer.
Procisa-sede um padeiro, portogez, ou
brasileiro, que enlenda bero de roaceira e
Ionio, para urna padaria, distante desta pra-
;a tres legoas, lugar de muitosoccego, da-
se bom ordenado, rva lavada e mesa, po-
rm exige-so pessoade bom compoi lamen-
to : a tratar na ra Direita, renda n. 76, de
joaquim Anlunes da Silva.
O S'. Caudino Lopes ex-caixeiro da
casa dos senhores Didier Colombier : qu-i-
ra vir pagar a quantia de 21,000 rs. : na ra
do Crespo.
Precisa-se de inri caixeiro, que tenlia
pratieade pidai-i, para entregar p2o, ese
tivor frpgueiil da-se bom ordenadu : trala-
it- no caes iu llamos n. i.
- Roga-se ao Sr. Mannel Caldas Rarrelo,
o obsequio deanparecer na loja u. 6, da iu
da Cidea do Recita aondo se lbo deseja
fallar.
OescrivJodo juiz de paz do primeiro
deslncto da fregu.'Zia de S. Fiei Podro Con-
nives do Recife, t-nn a sua esidencia na
ra da SeiualU Nova, sobrado u 40, segun-
do mu r.
Quem precisar do um rapaz, com todas
as habilitacOes necessarias para caixeiro :
pode anuunciar por esta folba para ser pro-
curado.
Francisco Jos de Mallos Rraga, com
anticipado faz sciente aorespeitavel publi-
co, que n5o lafan negocio alguai, com a
padaria sita na ra da Gloria n. 55, por se
offerecerem obstculos a venda dola, visto
o annunrianle ser cieJor da dita padaria.
Emilio Bauch, retratista alc-
mao, tem a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publico des-
ta praca e provincia, prometiendo
executar com promptido e per-
feicao toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisar-.se
de seu prestuno, he rogado de di-
rigir-se a casa !e sua residencia ,
na ra do Trapiche Novo n. 2, ter-
ceiro andar, em todos os dias uteis
das 9 lunas ua manha at as 4
horas da tarde.
Aluga-se una sala o um quarlo do so-
brado da ra da i ruz n. 14 : a Halar na lo-
ja do mesnio sob ado. Na mesma veude-se
urna soleta latina.
Nova fabrica de chapeos de sol e
tinturara, no aterro da Boa Vis-
ta n. 33.
Nesta nova fabrica o respeitavel publico
achara um completo sortimeiilo de chapeos
de sol do seda e uaninho lauto para ho-
mem, como para tenhora, e conceria igual-
mente, por privo-, mais cimmodos do que
em outra qualquer pinte ; para esto mesmo
estabeleciment se aclia mudada a tinturara
franceza da ra Velha n.74, lingmdo-se to-
da e qualquer fazenda ile seda, 15a, algodilo
e linho, tanto em obra, como em peca e
com muuo asseio, assim cunio aenlimpam
casacas e outra qualquer ropa de panno,
que tiver nodoas, .ioiiuo se como novas, e
por precos mullo commo los.
Carolina Cyriaca Pereira dos Santos ,
substitua dnscadeiras de primeiras leltras
desta cidade, faz sciente ao respeitavel pu-
blico, que abri a sua aula particular de
primeiras let as no da 7 do correte : na
ra do AragSo n. 27.
AttencSo.
Nodia31de desembro, veio um mo-
Istinho e um preto ambos mocos, com 3 ca-
vallos, e recolberam no meu quintal, e
pergunlando-sc a um delles ao que viiiIih in-
dinen m que vinbam buscar uos mocos ne-
tos do fallecido. Antonio Marques da Costa
Soares, ecoaio ateo presente nSo ippire-
ceramsefaz publico para quem forseudono
oa vir buscar, e pagar toda a despeza que
com oa mesmos eslou tendo : as 5 Pon-
as arrr azetn de sal do Carvalbo.
Offerece-se um criado forro, que sabe
otinnar e fazer todo o servico de urna casa,
preferindo-so casa estrangeira: quem o pre-
tender, dinja-se a ra da Cadeia Velba n. 6.
l)-sa de cem a um cont de lis, sobre
penliores de miro, ou piala, aus juros de
2 por cento ao mez : quem os pretender, di-
rija se a ra larga do Hozarlo, loja de iniu-
dezas n, 26, que l se dir quem da.
Aluga-se a loja n 15, da ra
do Crespo, e garante-se o arren-
damento pelo tempo que convier a
quem comprar a arniacao di mes-
ma loja: a tratar na ra da Cadeia
de S. Antonio n. g.
m Precisi-se alagar orna preta escrava,
para servico de muito pouca familia : oa
Ponte Ve I ha n. 14.
Precisa-se de urna ama de leite pa-
ga-ae 12.000 rs. por mez : na ra das La-
rangeiraan. 14, segundo andar.
Precisa-se alugar urna ama de leilo i na
ra dd Trapiche Novo n. 4, defronte do infla-
mo Trapiche.
O cirurgifio Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente ai pessoas que a tempos Ibe Ta-
laran) e mesmos quem conviere quizer,pa-
ra por meio de um ajuste razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possam ap-
parecer, que tenham a bondade de virem a
casa de aua residencia na ra do Rnzario
larga n.30,para os poderlancaromn.de seus
clientes. O mesmo declara -nSo poder ir
presentemente as sus casas por estar anda
encommoJado o pede o oYsculpam no es-
tar em casa a os que o procuraran! desde o 1.
de Janeiro al 3, por ter sido de urgencia
estar nesse tempo fora. Agradece tambem
por este meio aos que liveram a bondade de
o virem comprimenlar, assegurando-lhes
sua estima e graldSo.
Casa de commissao de escravos.
Na ra liireila u. 3, sobrado de 3 andares,
defroote do beceode S. Pedro recebem-se
escravos de ambos os sexos, para se vende-
rem de commissao, nSo a* levando por esse
trabalho mais do que aprcenlo, e sera se
levar cuusaalguma de comedorias, offere-
eendo-se para lato toda a seguranca precisa
para os dilus escravos.
oompras.
- Compra-so urna escrava, que saiba co-
zinhir, engommar e ensaboar, sem vicios e
nem achaques : na prac,a da Independencia,
loja n. S.
Compra-se urna escrava que seja mo-
ca e tenna habilidades : na ra da I'onte-
V.-lhii da Boa-Vista n. 1.
Compram-seescravos e vendem-sede
commissao, para dentro e fra da provin-
cia : na ruada Cacimba, sobrado n.ll.un-
de morou oSr. vigario do Recife.
Compra-se um preto que seja forle pa-
ra servico de casa de 20 a 30 annos de da-
de e urna escrava robusta que saiba perfei-
tameure engommar e cosinliar, que nao te-
nba vicios nem achaques ua ra do Aoiorim
n. 25.
~ compra-se um silhSo em bom estado,
com seus comueten: es arranjos : effl Ulinda
venda do Sr. Coelho junio aocaeg.
V cnilas.
FOLH1KHAS PARA i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
l'erentes qualidades,sendo urna del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca .da Independencia n. 6 e 8
Vende-so a taberna da ruadas Cruzas
n.28, ou somente a arinacSo,_lBmbem se
veude com prazo, e se faz v'aiilagein ao
compra lor : a fallar na ra da Praia n. 29,
2. andar.
-- Veude-se um psrJo, de cor bem alva,
de idado 2 .muios, e bouia ligura : por
preco commo lo : na ra do Uncaiitamenlo,
armasem n. 11.
9 A todo o ielchtisto.
*. Acaba do sahir a luz no Rio de ja- .
v neiro oseguinle : *
.- Livrinho milagroso*
0 Da vera Flliiiio Oivina do Rosto de *S
NossO Senhor Jess Christo acompa-
W nhadoda mesma imagem ricameute
? gravada e de um breve resumo da vi-
da do Nosso Divino Salvador, offere- 9
ciJo a loto o liel cliristao. Aclia-se
4) estampada na frente deste lindo li- j
-. vinillo a seguinte poderosa re.om- 0
meu i.o.o : I.-le livrinho parece- ?
f me proKno para excitar a pie lape e g
? devoi-So dos liis: segu urna iradi-
m c3o sobre o verdadeiro retrato do Nos- ?
? so Senhor Jess CiirUto.que n3o con-
? tradiz as que s3o adoptadas sobre o
m referindo-se auulros anligos. Ol- -.-i
a vrinho pode ser litio com fructo pelos ir
A fleis. ConceiSo, 25 de Janeiro de ^
b 1S51. B:spo conde capeli.lo-inor, ?
? vciitle-se no pateo do ColU-gio casa .<
2 dolivroazul a610is. cadaum.
Vinho de Cliampagpe,
e superior qualidade : vende-se no arma
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 1
O0000000^00000004|
O -* Vende-se um grande sitio no Iu- C
O K*r do Manguinlio, que tica defronte
Q dos sitios dos Srs. Carneiroa, com
E\ grlndecgaa de vivenda, de quatro
n agoaa, grande senzalla, oocheira,
ii estribara, baixadecapim que aus-
y tenia 3 a 4 cavallos, grande cacim- _
^ ba, com bomba e tanque coberto 2
'-' para banho bastantes arvoredos de *
O fructo : na ra do Collegion. 16,se- |
O gundo andar.
ooooooe oooooooooo|
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. ty, ha
muito superior cal nova em pedra
chegada ltimamente de Lisboa
tambem se vende potassa da Husi
sia, nova e de superior qualidadel
ThIxm para engolillo.
Na fumn;.io de ferro da ra do liruiii,
acaba-se de receber um completo sen limen-
to de laixas do 3 a 8 palmos de bocea, a|
quaas acham-se a venda por preco comj
modo, e com promptido embarcam-se,o|
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Riojle
Janei-jo, em caixas de ioo libras
sortids, de i a 16 em librare tam-
bem de um tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trta-se no escripto-
rio de ftlachado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Moinhos de vento
en 111 bombas de repucho para regar borlas
il baixasdecapim : vendem-se na fundico
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. n, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendem barriscom nal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos preco o
que em outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Hecifen. 50.
AGENCIA
da fundica Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA S. 42. I
Neste estaheleeimento conti-
na a haver um completo sortj-
tnento de moendas o meias moeip-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido b
coado, de todos os tamanhos, pai-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra fie Apollo n. 6, armatein d He. Ca4
iiiiiui -. Companlila, acha-se conaianlcmenrt
bona aortiinenlos de Uia de ferro coado I
batido, tanto rasa como Tundas, moendas lm
ei ras todas de ferro para animaei, agoa, ele;
ditas para armar em madeira de lodoa oa ta-
manhos e iii.-tleliiis o mais moderno, macbinai
horlsoDtal para vapor, com for9a de 4 caval
los, coucos, passadeiraa de ferro i-st.inli.nl
para casa de pulgar, por menos prejo que oj
de cobre, escovens para navioa, ferro ingles
tanto em barras como ein arcos folhas, e tud^
por barato preco.
" ro"
4
Gomma de engommar.
Vendem-se saccas grandes com gomma
muito alva para engommar : na ra do Quei-
mado n. 14.
Arados de ferro.
Na fundicilo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Venderse champagne da marca amiga
ebem conhecida, Comel.em casa de Deane
Yule & uumpanbia : na ra da Cadeia.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de seleiro da ra da
Cadeia do Recife n. 36.
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Crande do Sul, e a preco
cnmmodn, no armazem, do Diaa Ferreira
ao pe da alfandega.
MueiMlan superiores.-
Na fiiiul:i-.;o de c. siiirrr, Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendaa
de caima, tudas de ferro, de um modeloe
construccSo limito superior
DKVKKEi DOS I10MENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia eucadernacSo, a 500 rs.,
cada um: na livrariau. 6 e8, da praca da
Independencia.
Vendem-se por preco com-
ino, nos armazens de Francisco Dias
Ferreira, e Antonio Annes no
<:ic da Alfandega os seguinles
gneros: farinha de mandioca mui-
to fina em saccas; fumo em Iblha
para charutos; cal virgem de Lis-
boa, vinda pelo brigue Novo Ven-
cedor ; macella do lorio muito
nova: a tratar nos mesmos arma-,
zens, ou com Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 34-
Vende-se, por prec,ocommo-
do farinha de mandioca muito
superior, a bordo do patacho Ale-
gra, chegado de Santa Cathariua,
oqual se acha fttndeado ao p do
caes do Collegio: a tratar a bordo
do mesmo, ou com Novaesck C'om-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
-- A bordo do patacho nacional Eultrpe,
ha superior l.riuha deS. Calharina, chega-
da ltimamente : trata-se a bordo do mes-
mo patacho fundiado defronte do trapiche
il 1 algodfio, ou na ra do Apollo armazem
15, e na ra da Cruz n. 33, armazem de
Si Arauio.
Vendem-se 6 escravos, sendo 1 mulata
de ul.iile .le 6 aunos, que sabe cosinliar, la-
var, e perfeita engommadeira;faz dures,re-
lina assucar ecozealguma cousa outra que'
tambem sabe o mesmo e he mais robusta de
28a 30 annos de idade; outra propria para
o servico de campo; I uiulatinlio de 12 an-
nos de idado proprio ^fra pagem; 1 cabra de
bonita ligura e muito hbil para todo servi-
do; 1 negro muito psssanle proprio para en-
cnada. Quem os pretender dirija-se a ra do
Queimado n. 14, que achara seu dono que
os ii o., v. do sertao para vender.
Maravilha !
Anda sa vende o resumo da historia de
Brazil pelo deminuto preco de 1,000 rs.,
cheguem antes que se acabe : na ra do
Crespo loja o. 16.
Aviso aos apaixonados de flores
Na travessa da Madre de Dos n. 9, arma-
zem de l'iulieiro&Cordeiro.existe urna por-
reo de vasos para flores, muito bonitos e
por prego commodu; os quaes se veoderBo
por junto ou a retalbo, assim como ha pa-
pel almaco aparado, dito florete branco,
macaes novos, uva, ligos, ameixas, i.ozes,
limen loas, azeitonas de Sevilha.caixas com
enxofre, ditas com ac, qunolas e bsrris
com vinagre branco, ludo chegado nesle
era' ullimo navio, vindo de Genova por Malaga ;
' -- Vendem-se velas de espermacete, sd ullimo navio, vindo de nova P>?i
caixas.de superior qualid.de : em casa de e outrosmunosgneros qeqinJo se fez
J. Kelle, 4 cmpanhi. : na ru. da Cruz Pt> enc3o para 9o en .dar .0, 1 llores
Nova fabrica da chocolate ho-
moeopatico.
Em a inesmi sa onconlra o chocolate ho-
meoptico aprovado e aplicado pelos Srs.
Douturesda homeopalhia se encoiitra mais o
seguinteiourande Chocolate hespailhol lino
amargo oara recalo, dito entre lino tempe-
rado tambem para rcalo,ciiocoUto para o
diario, cha preto, da india, hysson, oaf
moidopuro, caf de sevaJa, canella muida,
puxuri, faroba do Maranhfio, farinha do
mandioca cairede caror;o, sevada om gr3o,
charutos da Bshia, tu lo de superior quali-
dade o commodo piego.
Vendem-se 8 moleques, de 14a 18 an-
nos; um lindo mulatinhu de 15 anuos, pro-
prio para pagem ; 4 negros robustos para
enchada; 1 negro de meu idade, por 300,000
ra.; 2 mulatas com habilidades, o 3 ne-
gras para lodo servirlo: na ra larga do Ro-
zario n. 22, segn io andar.
Vende-se um palanquim em bom es-
tado, assim como um carro de Carregar la-
zondas da alfandega : quem pretender di-
nja-se a ruado Cabug, loja de miudezas
n.6.
Vende-se no estabelecimento da ra da
Cadeia do Recife 11.1, supe ior vinho cula-
res, em barris de 7 em pipa por preco com-
modo, proprio para cusas particulares,assim
como todos os gneros como sej un, queijos
londrinos, conservas inglezas, bolachi-
uliis da rainhi Victoria, presunto p.ra
Hambre, sardinhas de Nantes, ervilhas em
latas, vinhos liuus de tudas a* qualidades,
e muitos mais gneros que avista do com-
prador se ino-ii'.ii,iu, ludo por procos muilo
razoaveis.
Vendom-se superiores e modernos cha-
peos de seda francezes, chapeos de Italia
da moda, para hoinens o meninos, lindos
chapeos para crianzas se baplisati'in.olci lo,
pintado de muito bonitos padrdes, do 4 a 8
palmos da largura, tudu por pieco commo-
do : na pra;a da ludepeudencia ns. 24, 26
e28
Vende-se um escravo crcoulo de ida-
de 17 a 18 annos, perfeito consinbeiro do
diario de urna casa, sem vicios nem acha-
ques, e de elegante vista : ua rus da ordem
tercelra de S. Francisco, sobrado n. 10.
* Vende-se um excellente escravo pre-
to, moc,o e de bonita figura, bom cosinbei-
ro e canoeiro : ua ra da Cadeia do Sanio
Aulonion. 5.
Bom e barato.
Ven.le-si no aterro da Boa Vista, loja n.'
78, couro de lustro, muito superior, pelo di-
minuto preco de 2,400, 2,500 e 2,800 rs. a
pella; cera amarella a 640 rs.; suspensorios
de borracha a 160 rs.; alhneites de ferro pa-
ra armador; tapetes para sapatos de todas
as qualidades; muitu superior bozerro, pe-
les grandes e muitus ohjectos, que avista
do comprador faz-ae lodo negocio.
npa
mero 55.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480rs. : na
praca da Independencia, livraria n. 6 e8.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se o florece muitas garantas
a seusdonos 'na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. !\i.
Arados de ferro.
Vendcm-sc arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro : na fundico da ra do
llrtiin ns. 6, 8 e 10.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
ttiiidicao de Ierro.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim o. 35.
Deposito da rubrica de Todos os
Santos na lialila.
Vende-se, em casa deN. O. Bieberi C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
Huella ralirica, muito proprio para saceos de
assucar eroupa de escravos, porprecocom-
lllUlli
d$$9$&9C$SfflS9!fS^*$ aa loja de Antonio Joaquim Vidal, ruada
4j Vendem-se ealugam-se bichas, che- 0 Cadeia 11.56 A.
^ gadas ltimamente dflllamburgo, por #; .. Vendem-se para animaes barricas com
(, preco commodo: na ra deS. Amaro (J firinbade trigo avinada a 1,600 rs. casco
> 11. 28. etudo : na rna largo do Rozario n. 48
4HiS&S9mS9*S$+*>&m Vende-se milho muito novo a 2,560 o
Vendem-se selins e silhdes alqueire: no trapiche do Cunha no flm da
inglezes, de couro de porco, da :"' Uoei- 0> Dl ru do Cre,po ,ojt
pr.meiraqualdade:emcasade A-:Noaterro da fioa-Vista, loja n.
damson Uowie & Companhta, na 1 defr0n(e do ,ribuna| do
ra do Trapiche n. 4a- commercio.
Vende-se superior cal virgem de Lis-i ... A __
boa vinda pelo brigue INovo Vencedor no vendem-se bnns cor do ganga de puro
passeio publico loja de fazeudas n. 15, pre- l"uho. 0l"mos P" calcas e pal 101, grava-
r muito cummodo t,s de seda encarnada, algodfio trancado da
5 Vendem-se amarras de ierro i na ra' **[* c""Pe9 j0,.80! d0 "m'va ue b'e.
rl Senyallannva n 42 ludo muit0 baratissimo, que os mesmos
d'!lnZVende-se em casa de A-i-?'"'"' *" P* se >"
Doce.
Ni rna do Qaeimado loja n. 9, da esqui-
na do becco do Peixe Frito, vende-se barri-
linhos dedocn de calda de todas as qualida-
des o mais bom feito possivel.
Vende-se chapeos de palha americana
mui superiores, e relogios americanos para
cima de meza, bons reguladores : na ra do
Trapichen. 8.
FARINHA DE S. CATI1A1UNA.
A melhor farinha de mandioca
e mais recentemente chegada ao
mercado, vende-se por preco mais
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al-
mirante fundeado confronte ao
caes do Ramos : trata-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Machado &c Pi-
nheiro, ni ra do Vigario n. 19.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-
riiulc do tribunal do commercio, vendem-
e caixas com 20 libras de linhaa de noto-
Ios de n. 20 al 100 pelo diminuto preco de
1,000 rs. cada urna libra, corles de cam-
erales de ptimos gostosa 1,920 rs., muda-
poloes muito linos o largos a 4,000 rs.; e
anda restam algumas peras dos riscadus de
100 rs. o covado, ptima fazenda para rou-
pas de esaravos e mesmo para fazer colxOes
por ter algumas pecas de listras largas.
Vendem-se 2 barcacas, bem construi-
das epromplas a seguir viageai, a dinheiro
nu a praso, com lirmas a contento : para
tratar, ua ra N.,va na luja de Jua Luiz Pe-
reira, e para examinar no caes do Ramos.
Vende-se urna das melhorestabernas da
ra Direita n. 21, com os fundos a volitado
do comprador e tambem se faz negocio s
com armario ou com urna pessoa que entre I
de aoeiedade entrando cum alguns fundos; a
Iratar na ra de S. Rita n. 97.
I Veude-se carne de boi muilo gorda a
),8I0 rs. a arroba : oa ra do Rangel n. 35,
ande se vende carne de porco : na mesma
casa se vende baulia de porco derretida da
ierra muilo superior a 400 rs. a libra.
-- Vende-se papel paquete, proprio para
cartas para a Eurnpa us vapores inglezos :
damson Hovvie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4J > panno de
algodo para saceos de assucar ,
muito superior e barato.
SALSA PAItRILHA DE
SANDS.
Este excellente remedio cura todas ai en-
fermidades as quaes s9o originadas pela
impuresa do sangue ou do systema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumatismo, eruproes
cutneas, brebuthas na cira, almoroidas,
doencas chronicas, brehulhas, bortoeijs,
tinba, enchaces, e dores nos oasos, e jun-
tas, ulesr, doencas vonerias, citica, enfer-
midades que alucilo pelo graode uso do
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante. Arsim como, chronicas de-
sorden* da cinstituiriio, serio curadas por
esta ii'io til, e approvada medicina.
A administracSo deste belo remedio, nos
ataques mais estraordinarios tem sido sem-
pre seguidos pelos mais felices resultadoa
nassuas operaciVs ; pnicn, o seu principal
objecto he de purificar o sangue, e limpar o
systema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus cprraniii, he directa-
mente como um remedio alterativo, anda
que, indirectamente serve ao systema como
um verdadeiro tnico. Doeocas nos ossos
c no systema grandular; assim como as
juntas, e ligamentos, sao inteiramenle cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doente laca resguardo algum, quando usar
este remedio. A oppcrscSo deste remedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve tempo o doente ganhar a
itia ftude.
A Salsa Parilha tem ganhado por mailos
annos urna alta renitaciio, de ter curado
doencas mui difflcultosas, que nenhum nu-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que a Salsa Parilha he
um dos mais valerosas remedios que os
doctores usSo em toda a parte do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. I'orm, deve-se de
notar, que nem todas as pessoas sabem pre-
parar esto remedio, assim como esco-
Iherema melhor parle que se deve usan-111
tal prepararlo. Um celebre sled.co escrip-
tor, que residi por muitos annos no lugar
aondeha a melhor prodcelo da Salsa Pa-
1 illa disse : Seis ou oilu especies destas
raizes que crescem nesles bosques, admta-
me que n3o podesse adiar, se o3o urna,
com o gostn, e propriedade da verdadeira
Salsa Parida, que se possa recommendar
para medicina ; poisas mais eram inspi-
das e inertes, a Porm.como os mdicos
n3o se uo a.o trabalho de fazerem as
suas prupri is medicinas, mas sitn conUam
nos seus haheis boticarios, para a prepara-
rem, e comporem differentes drogas. Po-
rm de todas as prepararles de Salsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o publico Gcassem bem fiados
as preparacOes de Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidado. Pois he este o genuino
vegeslavel, que se offerece ao publico ; nes-
te se ve combinados o titile cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
rances algumas tinha de viver.e grandes
quantidades de remedios experimentados,
mas sem resultados de melhoras; mas com
esta pura Salsa Parilha, suas curas lem sido
infaliveis, pois os certificados que temos
recebido de pessoas que tem usado deste
puro remedio, afirmam da sua boa ellica-
cia ; estes certificados temos a honra de
aprensentar ao respeitavel publico, para
que liquem cerlos, oque cima so diz, he
verdadeiro. Os proprietarios deste reme-
dio tem por muilos annos empregado lodos
os meios para prepararem osle ISo til, e
essencial remedio da raz da Salsa Parilla,
qne por flm, conseguiram as suas vistas, em
prepararem um 13o valuoso reme lio, e seus
to lindos resultados tem enchido os pro-
pietarios de gloria, e triumpho de terem
preparado urna linda compusiere contra
doencas, que o seu flm ha destruir o corpo
humano. Esla composicao he qumica e
nova. Esta Salsa Parilha he combinada com
outros engredieules que todos elles perten-
cem a classe vegetal, e lodos com o poder
de purilicarem o sangue. O doente que usar
desta 101111 osico, pode cunlai que tem o
mais eOicaz remedio, para a sua eofermi-
dadeusa. O nico agente nesta cidade he
Vicente Jos de Brito, na ra da Cadeia do
Recife botica n. 61.
-- Jos Luil Pereira, vende a sua loja de
ferrages da ra Nova n. 16, a prazos com lir-
mas a conteulo, e em quanto nao effectuar,
vende qualquer porcao de ferrages cu miu-
dezas pelo pre^o que Ihe custaram, lembra
pela ultima vez a seus devedores, principal-
mente aquelles que seus dbitos passam de
anno, que se at o dia 15 do correle nSo
saptisfierem, uzar de outros meios.
FAUIMIA DE BaLTIMORE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manuel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
Sebolas.
Na travessa da Madre de Dos, armasem
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o
cento.
Nao se fa.
Quem quizer poupar, venha ver e com-
prar, pois o ganho de quem vende fies na
mSo dos compradores, e sempre ficao logra-
dos e mal servidos, seus amos e senhores ;
em a ra da aurora n. 32, venda nova com a
frente pintada de azul, em o atierro da Boa
Vista n. 43, vende-se o seguinte : manteiga
ingleza da melhor a 720 rs., uita francesa a
560 rs., cha a 2,000 rs., dito preto a 1,920
tem 3 embrulhos chinezes a libra, cada um
por 640 rs vels de espermacete 640 rs., di-
tas de carnauba 280 rs., sevada a 100 rs. se-
vadinha a 160 rs tapioca a 80 rs. call mui-
do a 200 ra., dito de carneo a 140 rs arroz
pilado a 80 rs., carne do serta a 160 rs. as-
sucar retinado a too e 80 rs., ervilhas a 100
rs., bolaxinha a 200 rs., loucinho de santos
a 160 rs., azeite doce a 480 rs., azeitonas a
210 rs-, milho alpista a 800 rs. a cuia, pain-
co a 560 rs. ; e ludo o mais perleuceote,
venda, de ludo se dl amostras.
C^" Vendem-se bonitos escravos
de ambos os sexos, mulatas, mula-
tos molecas moleques negri-
nhas, negras mocas e negros mo-
cos: na ra das Larangeiras n. 14,
segundo andar.
Vende-su um berco de Jacaranda, muito
moderno e muilo rico em goslo, por muito
barato prec,o : naa Cinco Puntas n. 62.
Vende-se urna escrava creuula, queen-
gomma, cose, ensalma e he de muito boa
conducta : oa ra do Vigario n. 13, terceiro
andar.
-- Vende-se um cavallo muido bonito o
muito gordo, de marca pequea por mdi-
co prec.i -. a tratar na ra dos Uuarteis n. 2l
Vende-se um escravo creou-
lo de bonita figura, com offcio de
sapateiro e muito bom trabalhador
de campo vende-se por barato
preco, para liquidagSo de contas :
na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 9.
Vende-se urna morada de casa terrea ,
na ra Augusta, muito bem construida o li-
vre de qualquer duvida, como se mostrara
ao comprudor a tratar na ra do Crespo
n. 10.
Redes pintadas.
Vendem-se redes pintadas, propriis par
tipola, e para tomar fresco debaixodear-
vores : na ra do Queimado, loja n. 14.
Vende-sena ruados Pires ultimo si.
lio vollan lo para o corredor do bispo, (
guarda louca, 1 guarda livr.., 2 pares da
vazosgrandes de porcelana dourados eos-
ma I lados, linos; 3 apparelhosde porcela-
na branca para meza, 1 guarda roupa dobn
do, 4 cadeiras de balanco, arreios novas
para cabridlet, 1 carro de 4 rodas, 1 prensa
de patente para espremer caj, o 1 cama a
ferro.
Vendem-se tres cisiohas terreas, no
largo da igreja de S. Amaro, offere'cendo-se
a vantagem de dar os Juros de um por cento
ao mez, ou mais : na ra das Cruzes n.4Q
Vende-se urna escrava parda, dedada
25 annos, engomma, cose e coznitia, ten
boa conducta e ligura; na ra da travessa da
Concordia para a Cadeia nova, sobrado 0.
5, 2." andar.
IJriin da Russia.
Na ra do Trapiche Novo n. 16,
existe por vender urna pequea
poirao desta fazenda sendo de
duas qualidades, urna regular e 1
outra muito superior e a meior
que tem vindo ao mercado.
Itotiin para e ni pal liar.
Yende-se rotim de excellente
qualidade por prego muito com-
modo : oa ra do Trapiche Novo
n. 16.
Genebra de Hollaiidn.
ChegJram recentemente algu-
mas frasqueiras com verdadeira
genebra de ollanda, de superior
qualidade : ie.deiii-.se na ra do
Trapiche Novo n. 16.
Diamantes para vi-
draceiros.
Chegou urna porgSo de excel-
lente qualidade : vende.n-se na
ra do Trapiche Novo n. 16.
l'aueiros com sal.
Vende-se sal do MaranhSo em paneiros,
de superior qualidado : no armazem doSr.
Antonio Annes, ou a Iratar com J. B. di
Fonseca Jnior, na ra do Vigario n. 23.
Salsa parrilha.
A melhor salsa parrilha que ha, chegada
no ultimo vapor, existe muito peq-jcoi
porcao: no armazem do Sr. Anlonio Aunes,
na escadinba da Alfan lega, vende-se a com-
modo preco, a tratar com J. 15. da Fonsjc
Jnior, ua ra do Vigario n. 23.
Farellos de arroz.
KSta tilo conducida e proveitosa substan-
cia alimentaria .para cavallos, recentemente
chegada : veude-se no armazem do Sr, An-
tonio Aunes, em saccas, a commodo preco.
Vendem-se duas prelas creoulas, mo-
cas, urna cuse muitu bem, engomma, faz Ii-
varnin, coz.niia, tudo com muila perfeiclo,
e a outra tem as mesmas habilidades, ma-
nos I .v.1 unto, porm vende fazendas miu-
dezas na ra : a tratar na ra larga do Ro-
zario, loja n. 35.
Veude-se rap de Lisboa, em frasco],
chegado pela Ligeira a 4,000 rs., os seutiu-
rosfreguezes quecostumaro lo 1 ar a boa pi-
tada, n3o itcixirio de mandar buscar ao
largo da Assembla n. 4.
Ven lc-se urna escrava creoula que
engomma perfeitamenle, cozinha bem e u
todo o mais s -rvico de urna casa de familia,
e lem boa conducta: na ra do Fogo 11. 23,
se dir quom vende.
Vende-se na ra do Collegio n. 5, so-
bolas novas muito boas a320rs. o cento;
champagne marca .estrella, muito superior
a 2,200 ra. a garrafa ; queijo de prato, mui-
to frescal a 600 rs. a libra ; Islas com bola-
chinha de ararulata a 2,240 rs. ; sevadinha
de Franca a 200 rs. a libra ; duce de goiaba
fino, mandado fazer de encornmenda a 1,000
rs. o caixo ; marmelada muito nova ; ge-
lea e outros muitos gneros, por piuco cora-
modo. Na mesma taberna voudum-se dous
embonos de cedro e 11 travs de qua-
lidade.
-- Vende-se urna preta crioula moca con
lodas as habilidades precisas e um mol il 1
de 18 annos ambos bonitas figuras na ti 1-
vessa da Madre de Dos n. I, venda, se din
quem vende.
Vende-se chicle para curo muilo su-
perior e bai alo em casa de Adamson llouwyi
& Companhia ra do trapiche n. 42.
ajajBajaayaaasBBaBMBMaiiBMsaaasiBag
Escravos fgidos.
Estam fgidos da fabrica de calderei-
ro da ra do Brumn. 28, os dous escravos
seguinles : Felippe de nielo Mozambique,
representa ter 35 annos de idade, estatura
regular, cheio do corpo, e costuma embrii-
gar-so pertcncente ao casal de Jos Maria
de Jess Muuiz,; o Alexandre de inca 1 S.
Paulo, de idado 35 annos, alto, falla domo-
rada ; que foi do Meliquer, francez mora-
dor no Rio-Doce, e ltimamente foi doSr.
Eduardo Bolli ambos rugiramsem outro
motivo mais do que vadiacao e sahiram, o
primeiro desde 25 do correte, e o segundo
desde 26 ; ruga-sa a quem os pegar de os
levar na dita fabrica quesera recompensado.
Na noite do dia 5 do crrante, desappa-
receu o escravo J0S0, mulato aoaboeolado.
idade 18 annos, altura regular, cabellos
inalados, olhospequeos, denles lmalos,
nariz um pouco chato, levou vestido calca
de brim pardo, jaquela branca, camisa de
riscado encimado,cha peo de palha a rna re -
lo e urna troucha de roupa : quem o pegar
leve-o ao engenho rombal de Jos Caval-
cantide Albuquerque Wan ierley que ser
generosamente recompensado.
Desappareceram 00 dia 26 do passado
mez de dezembro, do engenho Pau Sangue
os escravos seguinles : Onofre, creoulo, car-
reiro, idade de 30 anuos, alio, grosso do
corpo, cor fula, fall vagarosa, pes compri-
dos e chatos, manco de urna trilhadura de
carro ; levou vestido camisa e caifa deazu-
l.lo, com um fucilo da Ierra na siotura, e
chapeo de palba j uzado. Euzebio creoulo,
cu i'euo, idade ue 25annos, eslitun regular
o I lio -. bem rasgados e vivos, denles podres,
cor bem prela e pouca barba, ps peque-
nos e apalbetados de biebos, que leve cm
pequeo, levou camisa, e caifa de algod3o
trancado, e chapeo velho de couro. Marti-
ubo, creoulo carreiro idade de 60 an-
nos alto grosso do corpo, com umi das
pernis bastinlemenle anchadas de Irisipe-
la, e com algumas cicalrizes de ferida na
mesma perna levou vestido camisa de al-
godo transado com outra de baeta verde
por cima, e croula do mesmo algodSo. Es-
tesescravos l'oiiindo finado Luiz Jos.sonbor
do engenho dous bracos em SeriuliSem, o
por execuQu de sentones passaram a ser de
Albino Jos Ferreira da Cunha do engenho
Cuiaaibuca : quem os pegar.ou der noticias
dalles, dirija-se ao mencionado engenho a
eutender-se cum seu senhor Francisco JjSU
de M -ileiros, que pagara Kenernsamenle.
vi r -ir r
MUTILADO


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