Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04599


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Full Text
BSE..
Anno XXVUI
Sexla-feira 9
DIARIO DE
de Janeiro de 1852.
N. 6.
FEMAMBICO.
rnEgo ba suBompgio.
I'XOIMENTO ADUKTADO.
Por trimestre............J/000
Por semestre .......... 5C5V
Por nao..............V*
PiOO W.M'll DOTIIMESTBI.
Por qusrtel...........' /MO
NOTICIAS DO 1MVEJIIO.
Para..... 17 dcDeibr.jMIoie... ldeNovbr.
Maranhao 21 de dilo |S.Paulo. 10 dedico.
Cear... 24dedlto. |R. deJ.. 15dc Dezbr.
Parahiba. 2J de dito (Babia... 20 de dilo.
I MAS DA SKM1IA.
5 Seg. 8. Semcuo Es-
(elila. (Krlado.)
6 Tere. **S. Res.
7 (.lu.irl.S Luciano
8 Quiot. S. Lourenco
-T listn I.I1KI.
9 Sfxt.S. JuliSo.
lo Sab. S.Panlo.
II liiiii. i. depois de
Ucis. S. Iligino.
AUDIENCIA,..
Julio di OrphSo
2. i'.'i. :\i lOhorai.
1. vara do eivil.
3. e6, ao melo-dla.
Fasenda.
3. e 6. l 10 llora.
2. foro do civil.
4. e aabadoa ao melo-i
Krfiif.ln.
Tercas e sibados.
, IHHIHIDM.
Crescente a 2o, *s 8 boras e 15 minutos da m.
Chela a 7, a a horaa e 48 minutos da m.
ngoante 16, a I hora e 8 minutos da m.
Nova 21, ai 7 horaa e 34 minutos da m,
BU1BD HOJB
Prlmelra aa G horas e t minutos da mantilla.
Segunda a 7 horaa e 18 minutos da tarde.
AB.TI.OA1 DOl COBBZIOSJ.
Ooianna e*Parahiba, s segundas e sextas-
felras.
Rio-Grande-do-Norte, todas as qulntas-fclras
aomelo da.
Garanbus e Bonito, i 8 e 23.
Boa-TIsta, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, a quintas-felras.
Olinda, lodos os das.
NOTICIAS BATBAMOEIBAt.
Portugal. 15 de Deibi Austria.. 2de Dezbr
Hespanba. 8 de dito |Suiasa.... 2dedlto.
Franca ...
Blgica...
Italia___
Alemanlia.
Prosala
Dinamarca 29 de Outbr
Rusaia... 1 de Deibr
Turqua.. I de dito
|Suecia... 28deutbr
Inglaterra 8 de Dezbr.
K.-Unidos 23 deNoabr.
Mxico... 16 de dilo,
California 10 de dito
Chlll. ll de dito
l'uenos-A. 8deNovbr
Montevideo 21 de Outbr
CAMBIOS DE 8 DI JANE1BO.
Sobre Londres, a 28 d. p. 1/ Firme
Paris, 34o por IV.
a Lisboa, 90 por canto.
MAM.
Ouro.Oncas besnanholas-.v. a HMOO
lloedas de 6/400 vclhas. 16/000 a 16/200
a de 61400 novas. 16/000 a 16/200
de4/000....... 9/000 a 9/100
Prata.Patarfles brasilelros.. 1/940 a 1/9)0
Pesos columnarios... 1/920 a 1/930
Ditos mexicanos..... 1/7tO a 1/750
PARTE OFFICIAL.
' proparar os negocios quo diso deponderem l lmente ao tho90uro com o orgamento. ra de hienda, em que devem ser commoda c
; pata final deciaio. SSo membros da junta' 11. Liquidar a divida activa e passiva, seguramente depositados e classilicados pela
--------------------------------------------------------------- nis thesQurariasde fazenda de primeira or-e escriptura-la em livroi auxiliares, por """''f mals conveniente, todos os papis lm-
111 NI 'i'P |i IO, n A l'k 7V N ) A Jetn o inspector, o contador e o procurador meto de contas correles. ?* VHu e d" P" q"e lne a >ub"-
ailLMO l cm\J un 1/*'">l,'-'",!hscal;onasde8egundaonspcctoreopro-l 12. Escripturar em livros auxiliares es-
DECRETO N. 870 DE 22 DE NOVEJIBRO curador fiscal. I peoiaes os dinheiros do orphfos e au-
Art. 4. O inspector ter voto doliberali- sentes.
vo em todos os negocios da competencia da
junta, oosoutros membros o consultivo:
N. 870 DE 22 DE NOVEMBRO
DE 1851.
Da rtgulamcnlos As thesourarias de fazenda'
Usando da autorisagio concedida pela le
n.'563de4 ilejulhode 1850, hei por bem
ordenar o seguinte :
CAPITULO I.
Vas itltributccs du thesourarias til fazenda.
Art. 1. A cada uma das thesourarias ilo
fazenda pertcncom na respectiva provincia
os seguidles attribiiicdas : -
I. Decidir temporariamente as ques-
ti'S do competoncia e'conflictos dejuris-
diccio entro os filetes das repartiges que
llio sio subordinadas ; remetiendo os pa-
peil respectivos com a sua decisSo ao tri-
bunal do thesouro.
j 2. Julgar os recursos interpostos das
decises dos mosmos cheles do reparligao.
3. Tomar as contas do todas as roparli-
(091 e possoas cnenrregadis da arreesda-
CiO o despondio do diulioiros ou valores per-
dinariamuntc as quo forem necessarias ao
expediente dos negocios ; devendo lavrar-
sc de cada una deltas urna acl, assignada
pelos menibros do mesma junta, na qual
se far mengin de todos os nogocios do
que se tratar, dos papis que forem apro-
sentados, o do destino ou dccistlo que li-
tenrontcs i mg3o, qualquer que scji o mi-! veiom.
Historio a que forem subordinadas; lixando, | A designado dosdias das scsseS.orJina-
no csso do alcance, o debito de cada um rias Dio dover sor alterada seuSo por mo-
dos responsaveis. | tivos de conveniencia publica.
j 4. Suspender os responsaveis que nloj Art. 6- O ofllcial-maior da secretaria as
satisfizerem a prestarlo de contas, ou n3oi thesourarias do fazenda do primeira orden.,
entregarem os livros, saldos o documentos eo ollicial nss de segunda, servir de se-
nos prazos marcados as leis ou rogulameu- cretario nassessOesda junta para lavrar e
tos ; o determinar a prisSo e sequestro dos ler as actas; cscrever os despachos e deci-
que os nSo apresentarem no prazo quo llies ses profer Jos nos rcqu:rimenlos e mais
fr do novo concedido. papis; dar publicidade aos quo forem de
j 5. .M.inilar passar as quitages aos lne- jnlcressa das partes; fazer os annuncioi
.soureiros, recebedores, pagadores, almoxa- t que o inspector determinar; e ter sob sua
rifes, e a qusosquer oulros responsaveis, guarda todos os livros c papis.
quanJo suas conUs cstiverem crrenles ; o Art. 7. I'ara haver sessSo da junta lie in-
levantsr os sequestros quelles quo jul- disponsavel quo eslejam presentes lodos os
fiar desonerados para coui a fazenla na- membros delta, ou os empregados a quem
cional. competo subslitui'los.
, 6. No caso do perd ou arrebatamento j Art. 8. Nao ser decidido em sessSo da
do dinliciros pblicos por forrea maior aci- junta negocio algum que exija exame de di-
tarasprovas que forem aprescnladas pelo reito, sem parecer por escripto do llsol ;
rosponsavel, e envia-iasao tribunal do the-' 0 quindo exija nicamente exame de facto,
souro com sua informarjSo e parecor, sera sem o do contador, ou do chefe da scc^So
.suspensSoda tmala das contas. respectiva as thesourarias de fazcnJa de
7. Impor multas nos casos em que as segunda ordem ; e nenlium negocio ser
leiseregulamentos llie confeiircm cssa at- apresentado para ser resolvido sem estar
13. Examinar os precitorios de em-
bargo, penbora e levanta monto de dinheiros
tendo porm osles direito de exigir que sel de ausentes e quaesquer outros, nforman-
declarena acta sua opini3o, o obriga(3o dojdo de ficto, vista do que constar di res-
dar conta ao thesouro da decisSo tomada! pectiva escriptura;3o, se podem ou n3o ser
pelo inspector quando entonderom que heicumpridos.
contraria aos interesses da fazenda. | 'i 14. Fazer oassontamento dos proprios
sriiiii todos responsaveis pelos votos quejnaeionaos, ea escriplura;3o rolaliva aos ter-
derem oppostos s leis, ou contrarios aos J renos do miiinhas.
interesses da fazeudsvou de terceiro, se fo-1 15. Qrgaoisar otquadros das dividas
rem manifostatnoiilo dolosos. activa e passivi, quo devem ser remettidos
Art. 5. A junta celebrar urna sesslo or*MO thesouro com os balanr;os definitivos.
dinaria, polo menos, em cada.semana, nosj Art. 16. As contadorlas das thesoursrias
das designados pelo inspector ; e extraor-|de fazenda da Rahia, Pornambueo, Rio
Orando do tal o i'ir serio divididas em
quitro secfos, a sabor : primeira, do to-
mada de contas; segunda, de escripturac3o
e expodiente ; terceira, de divida o assents-
mento ; e quarta, de objectos militares.
Ar. 17. A'primoira secgilo competo des-
emponhar os trabalhos especificados no ^
l.do artigo 15 ; A segunda songilo os dos
', i, .1, I, :>, i; r 7 ; terceira seceso os dos
.:*. 10, 11,14, 13, 14 0 15.
A' qtiBrta secc3o compele, excopto o que
tocar a reparli(3o da marinha as provin-
cias onde ella livor contadoria% proprias.
1. Desempenhar os trabalhos especifica-
dos nos 4. e 11 do irtigo 15, na parto
que diz respeito aos ministerios da guerra
e marinha.
Fizer os ornamentos das despezis dos
ditos ministerios, para servirem de base aos
quo tem de ser organisados as respectivas
conta Jorjas geraes.
3. rganisar em cada mez a tabella das
despezis feitas no antecedente por conli dos
referidos ministerios, sssim pan ser-lhes
remettiJi, como para fazer parte do balin-
(o mensal que tem de ser enviado ao the-
souro.
4. Organisar, dcpois de encerrado o exer-
cicio, as tabellas geraes o parciaes das des-
pezas dos ditos ministerios, para fazerom
parte do balanco definitivo.
5. Fizor o assentamento do pessoil ic-
tivo pertencente ios ditos ministerios.as fo-
Ihas por onde devo ser pago, o o processo
sem
liibuic3o. i assmi preparado, salvo se por sua simplici
8. Julgar as liabilitaQOes para a percep- dailc poder er decidido independenlemen-jrolativo a este ramo de servic,o.
r;3oilomeio sold, vista dis justilicaces tede informac3o. R- Processar os servidos leilos por conti
processadas uo juizo dos feitos, o dis mais Art. 9. O contador o o procurador fiscal [dos ditos ministerios, do que se requorer
documentos proisos; e mandar abrir assen- tccm diroito do exigir, para cxamina-losJP'Baoiento, para quo possa ser autorisado.
tamento, o incluir o pensionista cm folha ; os papis que forom apresentados cm ses- ~>- l'assar rovistas de mostra.ua conformi-
devendo sem demora roinolter o processo' srio, quando n3o esiiverem bem inteirados! dde da legisla(3o militar e de marinha,
ao thesouro. ida qusISo, ou nflaso conformarem com o
9. J.ulgar il.is lianzas offerecidas.e acei- parecer escripto ; c neste ultimo caso escre-
la-las, ou rejeita-las quando nSo fotcm suf- verSo lambem o seu parecer,
licienles para gannlir a fazenla : nrhtran-j '.'API rifLO. 1JL
Uo provisoriamente o quanlilativo dellas j Das secretarias.
quando j;i n3o esteja lixado, o dan lo conta ; Art. 10. A secretaria lio a rcparli?3o en-
aothesouropararesoltic.no definitiva. |carregada de l'azer o expo liento e corres-
^ 10. Ordenar quo so abra asscn'.amcnto pon leticia di juulaodo inspoctor, o do
a quaesquer novo empiegailos ou pensio- passar os tilulos dos emprogados, quo fo-
nistas, vista dos ututos legnos ; o quo se-; rem da nome.igilo desto.
jam incluidos em folha, de.ioisde pagos os Arl. ll. As secretarias das thesourarias
direitos e emolumentos llovidos : o resolver da fazenda do primeira ordem scr3o regi-
todas as questrtes ou duvidasque sosusci- das immcdialamcnle pelo ofllcial-maior, e
tarom sobre o mesmo assentamento, ou ven-
i menlos correntes.
II. Ordenar o pagamento das dividas
ptssivas, n3o pertencentes a vencimontos
eorrenti-sdo excrcicio, quando bouver para
isso crdito abe: lo | elo thosouro.
12. Ileconhecer as dividas, cujo paga-
podondo exigir, para oxamini-los, os livros
de soccorros dos navios do guerra.
Estas revistas sera passadas pelo empre-
gado da seceflo quo o inspector designar,
ou por elle proprio, quandS assiin julgar
conveniepte. '
Art. 18. Ascontadorias dss Ibosourarias
de fazenda do Mioss, S. Paulo e MarauhSo,
ser3o divid las em troz secces, a sabor
I.", de tomada de contas; 2 ', de escriptura-
?3o e expodiente ; e 3.', do divida, assenta-
mento e objectos militares, a qual perlen-
cer3o todas as incumbencias da 3. e4. das de
I. ordem.
Art. 19. as thesourarias de fasenda de
os de segunda pelo ollicial, sob a direccSo
dos inspectores.
Art 12. Todos os papis relativos ano- 2- ordem serio as respectivas coutadorias
rocos da competencia das thesourarias do i divididas em duas sessOes. A 1. ter a seu
fazenda deverSo ser dirigidos s secretarias cargo todos os trabalhos da compotencu di
para serem dahi distribuidos pelo ollicial-! 1-o 3. das de 1. ordem ; e a 2 todos os que
maior, ou ollicial, s estafes a quo perten- competem 2. e 4. das roferi las sectOes.
ment fr reclamado p.ir virlude do senteu- cerem, depois de lerein sido vistos polo ins-, Exceptua-se porm a thesouraria defa-
mas psssadas cm julgado, ou de oulros! pector. neniado Mato-Grosso, cuja eontadoria se-
quaesquer documentos que exijam inspec-1 niVer em cada secretaria um ou mais li- 1ra dividida em tres scccOes, a saber ; pri-
cSo, exame c itiformac3o, depon de feila a j Vros, eiii qiu so lanfarflo por ementa todos moira de lomada de contas; segunda, de es-
- e assenta-
litsres.
competeo-
t 13. Administrar os proprios naconaesj CAPITULO IV. (ciada eontadoria serio examinados na sec-
cao, exsme e itilormac.ln, nepois ue leita a vros, e.n qiu so lan(ar3o por ementa todos moira de lomada de contas ; segn
liquidado ui respectiva eontadoria ou sec- os papis quo entrarem nclla, notaodo-se o cripturarjao, expediente divida (
c3o; submeilendo o negocio ao conheci- destino que. tivorem at quo findo o negocio ment ; a terceira de objectos mil
ment do tribunal do thesouro. '(sobre que versarem. | Art. 20. Todos os negocios di c
que n3o esiiverem por lei ou ordem do the-
souro a cargo de oulra repartirlo publica ;
mandar proceder ao tombamento dellcs, e
arrenda-los quando nSo forem precisos ao
scrvicodo estado.
<, 14. Kslabeleccr as condi(0cs pan os
contratos de receita ou despeza, ou de qual-
quer outra nalureza, que houverem de sor
fetos cora a fazenda publica, senilo esiive-
rem rstabelecidas previamente em lei ou or-
dem do thesouro ; observando-se a tal res-
peito o que dispe o art. 81 do decreto n.
7.1 do 20 de novembro de 1850.
$ 15. Resolver quaesquer duvidas ou [
queslOes que possam occorrer no expedien- j
todos negocios de sua competencia acerca i
da intclligencia o exccu;3o das leis, regula-
mentos e instruyos conccrncntesl admi-
nistrad-So de fazenda, e mandar executar
provisoriamente as resoluces que tomar,
submeltondo-as ao connecimeuto do the-
souro. .
S 11'. Indicar ao thesouro os pontos tanto
das leis, rcgulamontos o inslrucc/es genes,
cm qno encontrar defeilos, incoherencia, ou
insuflicienria, como dos actos legislativos
provincioes que ofi'enderem os impostes
geraes ou os interesses di fizenda nacional,
rom as rjsSes em que fundara sui opi-
DflO.
17. Informar se slguns dos tributos
creados, ou que pan o (uluro se crearem,
s3o nocivos riqueza da provincia, o em-
bangam o seu desenvolvimvnto ou pro-
gresso.
. 18. Propor todas as medidas que julgar
conducentes ao niolhonmento da adminis-
trac,3o, arrcr.idac.nn, distnbuic3t) o conta-
bilidade das rendas e bens da na(3o.
^ 19. Expedir as inslrucrOes que julgar
precisas ou ventajosas para o expediente in-
terno e econmico das repirlirOes de fa-
zenda, e melhor execuglo dos regulamen-
los e oriens do thesouro, com linio que
nSo contrinem as disposiges dcsle decre-
to, e de quaesquer oulros regulamontos e
ordens geraes.
Ai i. 2. Nos casos dos $S 17 eis ,l" art|-
go antecedente, as thesourarias de fazenda
enviarSo ao thesouro, com is indicaefies,
i informa(Oea c propostas, os documentos
comprobatorios dos factosoccorridos, quan-
I do nellos se fundarcm.
Dai scctfi'es do contencioso. ?3o a que pertencerem, e a respeito delles
Arl. 13. llavera em cada thesouraria de dar inroroiacSo por escripto o respectivo
fazenda urna sec(3o do conloncioso, a qual chefe, depois do que interporo contador
ter por el. Ir o procurador fiscal, com ns sea parecer. as thesourarias da fazenda
seguintes incumbencias; de segunda ordem os chefes do scelo
Si 1. l'azer a correspondencia ollicial do dar3o tambem o seu parecer, ilm di ia-
procurador fiscal, o registra -li em livros es-. formatjtt) de facto.
peciaes. I Art 21. As sesjOesoncarregadasde ob-
2. Escrever os termos de arrematarles, jectos militares observarSo, no dcsimponho
flaneas e contratos, em quo fr parte i fa- das allribuieOjs que Ihes competem, as dis-'
zenda publica, os quaes deverSo ser assig- posicees ,e pralicas estabelecidas as leis
militares o de marinha, e nos rogulamen-
los, iaslruccOes e ordens por que actual-
mente se reguio as estacgOes de fizenda
CAPITULO II.
iDas esso'es da junta e do modo de resolvern
o negocios da competencia das thesourarias
de fazenda.
I Art. 3. Todos os negocios da compelcn-
|ia das thesourarias de fazenda serio re-
ilvidos ernJunta, com excep(3o dos de
lero expeswente o dos despachos interlocu-
Irinsou tendentes a exigir informaoes c
nados pelo procurador fiscal.
3. Organisar os quadros das execuQdos,
quo o procurador fiscal dove remeller di-
rectoria geral do contencioso; e fazer qual- dos respectivos ministerios, ou que pan o
queroutro Irabalho relativo ao contencioso futuro furem expedidas,
da fazenda. j CAPITULO VI.
Art. 14. O servido do expediente da soc- Das thesourarias c pagadorias das provincias.
?3o do contencioso ser feto pelos empre-j Art. 22. A thesouraria he a estagio por
gados da secretaria que o inspector do- onde se deve verificar a entrada de todas as
sin11,11- {soturnas provenientes de movimentos de
CAPITULO V. : fundos, ou de outra qualquer origem, e a
aicontadoriasesuasseco'es. isabida das mesmas summas tambem por
Art. 15. A eontadoria he encarregada di. movimento de fundos, ou pira pagamento
i'M'iipiin o; o" contabilidade da receita e dasdospezas effectivas.
despeza. Compele-lhe : Arl. 23. as thesourarias de fazenda em
1. Tomar nos prazos marcados as leis que houver pigadoria, ter esta a seu cargo
e rcgulamenlos as contas de todos os encar-
regados da irrecadacao e despendi dos di-
nheiros poblicos, e oulros valores, qual-
quer que seja o ministerio que perten-
tam ; e extraordinariamente todas as vezes
que as circunstancias o exigirom.
2. Fazer o exame moral c arithmelico
das guias de entrada de dinheiros ni the-
sourarii, e bem assim o de todos os papeii
em virtule dos quaes tenha de sahir qual-
quer sommdos cofres della.
3. Escripturar os livros diario o mos-
tr, c os auxiliares quo estiverem ou forem
creados.
4. Escripturar os crditos abortos pelos
diversos ministerios pan suas respectivis
despezas comprehendidos ni ordem de des
peza do ministerio da fazenda, espedida em
virlude do decreto n. 178 de 30 de mai >
do 1812.
5. Organisar os ornamentos da receita
e uespeza, c as tabellas que devem icompa-
nha-los.
G. Organisar os balancos monsaes o de-
finitivos, e as respectivas tabellas.
7. Escripturar o livro auxiliar do gran-
de li.ro da divida publica, e organisar as
folhas para o pagamento dos juros das apo-
lices, ondo hnuver caixa filial.
8. Fizer o assentimento de todos os
empregados geraes, activos e inactivos.
i 9. Organisar as folhas de pagamento
de taes empregados, e o procesas relativo a
este ramo de ser vico.
% 10. Organisar a relac3o dos pensionis-
tas do estado que deve ser rerr.eltida innu-
o pagamento dos vencimentos de todos os
empregados ictivos e inactivos; os dos sol-
dados e prets, e o dis pensiles, tongas,
munt-pio, meiossidos e gratificantes,
Art. 24. As thesourarias e pigaaorias
terio por chefes iquellas os tbesoureiros,
eestasos pagadores,aos quaes compete diri-
gir o servigo dellas sob asrdense fiscili-
sagio dos inspectores das thesounrias de
fazenda.
Art. 25. O servigo de escripturigio dis
thesourarias e pagidorias sera feito por em-
pregados da eontadoria, designados pelo
inspector ; podendo o lugar de escrivio ser
exercido por um 1.", 2. ou 3." escriptura-
rio.
Art. 26. Cada pagador receberi da res-
pectiva thesouraria pin os pagamentos que
Ocio i cargo delle as sommis quo o inspec-
tor julgar necessarias, uo devendo ser-lhe
entregues novas quaotiis sem que pelos
seus livros de receits e despezi mostr
ter despendido as recebidas interior-
mente.
Art. 27. O ministro di fazenda designa-
r o numero de liis que devio ter os the-
soureiros e pagadores as thesouririss de
primeirs ordem para os coadjuvar, e servir
em suas faltas e impedimentos.
Estes fiis servirSo soba responsabilidi-
de dos respectivos tbesoureiros e pagadores,
que podero exigir dellos as segursngase
liangas que Ihos parecerem necessarias.
CAPITULO Vil.
Dos car torios.
Arl. 28. O cartorlo he a estacao da llicsoura-
dinadas.
Art, 29. O servico c guarda do cartorio ficar
a cargo de um cartorio, debati da direceo do
inspector.
as thesourarias de fazenda de primeira or-
dem, em que o servico do cartorio nao puder
scr bem desempenhado so pelo cartO>ario, ter
este um ajudantenomeado pelo inspector d'cn-
treos empregados das mesmas thesourarias.
Art. 30. O inspector prescrever.i o ayitenia
porque sero classicados os papis quo deve-
rcm ser depositapos no cartorio.
CAPITULO TU1.
Da thesourarias de /azendu.
Art. 31. O inspector he o chefe da thesoura-
ria de faienda, e sao-lhc subordinadas as de-
mais repartieses de fatenda da provl jcia. Com-
petem-lhe aa seguintes atlribuicOes:
l. Dirigir e inspeccionar os trabalhos de
todas as estactfes da thesouraria de fazendu,
e decidir os negocios da competencia dclla.
2. Assigoar as quitacSes que se passarcm
eni vi i tu i de resoluco tomada cm junta, de-
pois de subscriptas pelo contador as de pri-
meira ordem, c pelo chefe da primeira seccao
as de segunda ordem.
3. Eipedir em seu nomc c assignar us odi-
los, ordens eresolucdes concernentcs aos ne-
gocios da competencia da thesouraria de fazen-
da pela forma prescripta no art. 42.
4. Proferir todos os despachos intcrlocuto-
rios ou tendentes a eligir esclaracinienios e In-
forinaces pira o preparo dos negocios.
5. Momear c deuiiitir os collcclores e seus
escrivaes, e oscorreios. '
6. Deferir jaramento e dar posse aos em-
pregados da theiouraria de fazenda, e aos che-
fes das diversas euacOes de arrecadacao.
7. Fazer pelas estaedes que !he forctn su-
bordinadas a oi.tn.un.il, do crdito aberto pe-
lo ministerio da fazenda.
S. Kxercer a mais severa fiscalisacao a res-
peito da arrecadacao da renda, e da despeza
publica, qualquer que seja o ministerio a que
pertenca.
9. Inspeccionar por via de commlsses
de empregados de faienda, que para esse lim
nomear todas as vezeaque juigirconveniente,
as repartieres que lne lio subordinadas ; e dar,
ou propor ao thesouro as providencias que fo-
rem necessarias para o uielhoramenlo dellas.
Estas inspecces podero ser feitas pelo pro.
prio inspector, ainda mesmo fra da capital
da provincia, se de sua ausencia nao resultar
prejuiso ao aervico da thesouraria de fa.-
xenda.
10. Cumprir e faier cuinprir as dclibera-
c>s e ordens do thesouro, edminunicaudo-as
por escripto s estacos que devam ter conbe-
cimento dellas.
II. Itubricar os livros diarios, mestre, ca-
xa e os auxiliares que servirem na thesouraria ;
as folhas de pagamento, o hvro de receita e
despeza do pagador; os do ponto ; os dos ter-
mos de posse e juramento dos empregados, c
os de liancas e contractos.
12. Remettcr ao thesouro uo me? seguinte
ao do encerraiucntode cada excrcicio, un re-
latorio circunstanciado dos trabalhos durante
elle Jeitos nos diversos ramos de servico da
competencia da thesouraria de faienda ; pon-
do o estado cm que se acharcm, e indicando as
medidas que eiiieudcr convenientes para o me-
Ihoraincnlo dcllcsc da aduiiiilstravao da fa-
senda em geral.
Arl. 32. Os inspectores das thesourarias de
fazenda de primeira ordem serio substituidos
em suas faltas ou impedimentos pelos contado-
res, estes pelos chefes de seceo, e os che-
fes de seceo pelos primeiros escripturarios,
segunpo a ordem da antiguidade na respectiva
classe.
fias thesoararias de fazenda de segunda or-
dem serao os inspectores substituidos do mes-
mo modo pelos chefes de seceo, e estes pelos
primeiros escripturarios.
Art. 33. Ao procurador fiscal compete :
^ 1. Vigiar que as leis de fazenda sejam fiel-
mente executadas, solicitando as providencias
que para esse fnn julgar necessarias.
2. Dar o seu parecer verbalmente, ou por
escripto, a respeito de todos os negocios da ad-
ministraco de fazenda que versarem sobre a
inteiligencia ou execuco de lei nao podendo
ser decidida qucslo alguma que exija exame
de direito sem sua audiencia.
3. Promover a cobranca da divida activa,
fiscalisando a marcha dasexecuedesda fasenda
publica, indicando os meios legaes, quer seja
para defender o direito e os interesses da mes-
illa faxenda, quer para compcllir os devedo-
rei remissos ; dando lnstrucces aos agentes
della para o inelhor audamento das causas, c
representando thesouraria de fazenda a ne-
gligencia dos juies e mais funccionarlos en-
carregados das ditas causas.
4. Assistira todas as arrematares de bens,
r.nd i i ou contratos que se lizerem na thesoura-
ria de faienda, c Ascalisarsua legalidade.
|. 5. Verificar os requisitos c condicocs le-
gaes das fiancas e hypothecas dos tbesourei-
ros, recebedores, pagadores, almoxarifes e mais
pessoas que as devam prestar na thesouraria de
fazenda.
6. Requerer ao inspector cm scsso da jun-
ta que mande fazer etfectiva a respousabillda.de
dos embregados de fazenda, le cujosdelictos
ou erros de oicio liverconbccimento.
7. Ministrar ao procurador da coroa da
retaco do respectivo districto todas as infor-
inaces c documentos que forem necessarios
para defender o direito e os interesses da fa-
zenda as causas que lne compete advogar.
8. Rubricar os livros da seceo do conten-
cioso, excepto os dos termos de naneas
tractos.
papis dirigidos thesouraria de faxenda ; e fa-
zer ebegar ao seu deslino os papis que abi
encontrar.
3. Por o sello das armas imperiaes nos t-
tulos emais papis do expediente da thesoura-
ria de faienda, que devam ser sellados e rc-
metter a seu destino a correspondencia olli-
cial.
4. Manler a ordem e o respeito entre as
pessoas que se acharem fra dos reposteiros,
requerendo ao Inspector as providencias que
forem precisas para esse fnn.
'i 5. Cumprir todas as ordens do inspector
que versarem sobre servico da reparlicao.
Art. 39. Os contiuuos smente farao servico
dentro da repartlco i c nai thesourarias de fa-
zenda em que os porleiros servirem de carto-
rarlos, devero os mesmos continuos desempe-
nhar as lunccOrs designadas nos 2, 3 e i do
artigo antecedente, seo Inspector assim o de-
terminar.
CAPITULO IX.
bisposicocs geraes. 0
Art. 40. Na correspondencia omcial, reque-
rlmenlos e mais papis que forem dirigidos s
thesourarias de faienda, tero o inspectores o
tratainento de senhoria, se outro maior Ihes
nao competir por diverso titulo.
Art. 4i. as thesourarias de fazcDda de se-
gunda ordem seriio dirigidos inmediatamente
pelo inspector os trabalhos de cscripluraco c
contabilidade, c lodos os mais que coinpetcni
s contaduras.
Art. 42. Os inspectores das thesourarias de
fazendaeorresponder-se-bo por officio'com
as repsrticoesc autoridades que nao forem de
pendentes dellas ; e por meio de ordens com as
que Ihes forem subordinadas, usando da se-
gnintc formula : O inspector da thesouraria
de fazenda, da provincia de.....ordena,
declara, etc. etc.... ao senhor.....quan-
do a ordem ou exigencia nao lo expedida
em virlude da resoluco tomada em scsso da
junta uo caso contrario usar da seguinte :
O inspector da thesouraria de fazenda da
provincia de.... de conformidade com a reso-
luto lomada cm sesso da juuta ordena, de-
clara, etc., etc., ao senhor.
Os despachos iutci locutorios, ou que live-
rem por lim exigir informacoes ou esclareci-
nenlos dos einprega Jos que Ibes sao subordi-
nados, sero proferidos dos proprios requeri-
meutos ou papis pela seguinte forma : In-
fprme o Sr.... etc., e se forem dirigidos ao
procurador fiscal, destemodo haja vista o -r.
fiscal. Us cheles das reparticoes de fazenda
corresponder-se-ho com o Inspector por offt-
co no que for relativo a objectos de sua com-
petencia. Os empregados subalternos devero
faze-lo por via de representaedes.
Arl. i3. as provincias em que nao houver
servir nestas os empregados que naqaellas
repartiges se mostraron idneos ; bei por
bem ordenar que possio ser despachados
pira as referidas thesourarias os emprega-
dos das extintas pagadorias independente-
mente do concurso exigido pelo art. 45 do
decreto n. 73G, de 20de novembro de 1850,
o qual lira simiente para eslefim revogado.
Joaquim Jos Rodrigues Torres, domen
conselho, senador do imperio ministro, e
secrotario de estado dos negocios da fazen-
da, e presidente do tribunal do thesouro na-
cional, assim o tenha entendido e faca exe-
cutar. Palacio do lim de Janeiro, em 22 do
novembro de 1851, trigsimo da indepen-
dencia e do i'iiiiano Com a rubrica do S.
M. o Imperador. loaquim ios Rodrigues
Torres.
GOVEKNODA PROVINCIA
EXPEDIENTE DO DA 3 DE JANEIRO DE
1852.
OfllcioAo Exm. presidente da Baliia
enviando em satisfagao de sua exigencia
copia de um ollicio do inspector di thesou-
raria da fazenda provincial, bem como os
termos poroue foi contratada a illuminigio
publica desta cidade e o regulamento pirn
fiscilisagio dosse contrito.
DitoAo desembargador chelo de polica
declarando quo na primeira occisiio, em
que partir ombircagio de guerra pan o por-
to de Mar.mii se cxpediram as convenientes
ordens afim de serem transportados para
aquelle lugar os presos Antonio Venancio
o Matul'I i.oml.ro, do que se far aviso a
S. S. para os mandar apromptar.
DiloAo auditorda gente do guejra re-
metiendo porcopia o oflieio, em qao o com-
mandante do brigue escuna Legalidade pe-
de quo sejao inquiridas nesta cidade as tes-
temunhas quo tem de deprtr no conselho de
guerra do mestre da guarnigio do mesmo
brigue Eduardo Jos dos Santos, afim do
que Sur. atienda i cssa requisig3o como for
de direito.
DitoAo delegado do lermo do Ourioury
lizendo om resposta ao seu ollicio de 28 do
novembro ultimo, que com quanto tenha
jasidorometlida ao chefe do policia urna
copia da informagio da eontadoria da fa-
zenda provinciana cerca das despezas por
S nc. fottas com a forga etnpregada na per-
seguigio do criminoso Anlouio de Castro e
arsenaes de marinha e guerra, licarosubordi-jSilva, todava transmiti a Smc outra co-
ii.tios.i-.tiie-aiiinrii.de fazenda, os almoxari* pia do ollicio do -inspector da mesma the-
fados, e quaesquer cstabclccimeutos militares souraria o da jnformacio cima referida,
desta nalureza, (cando assim satisfeito o seu pedido.
rf.Vh^I2d0,.0,!m'ff.'lSi^Sml'l l'lo-A thesouraria da fazenda provin-
fiscal, os quaes todava devero comparecer,
aquelle diariamente, e este nos (lias em que
Ibc lor posstvel, alera dos das sesses.
as thesourarias de fazenda do primeira
orein o poulo ser lomado polo ofcial-
miior da secretaria aos empregados della
ao thesourciro, pagador, carlororio, por-
teiro e contu.jos, pelo contador aos mais
empregajos : e as de segunua ordem sera
o poni de lodos tomado na secretaria pelo
inspector, ou quomsuas vezes fizei".
Art. 45. Os empregados quo forom in-
cumbidos das inspeegies de quo trata o art.
31, U., perceberio urna ajuda de custo
para as despezas de viagem, a qual ser ar-
bitrada pelo thesouro.
Art. 46. Todos os papis scr3o remetti-
ods debaixo de protocolo da secretara pa-
ra as diversas estig6es da thesouraria de
fazenda, ovioe-versa ; e na eontadoria, alm
do protocolo geral, que deve oslar a cargo
da segunda secgio, llavera um em cada una
das outras.
Art. 47. Todos os livros nio menciona-
dos nos arts. 31, II, 33 8.*, e 35 2.*,
serio rubricados pelos empregados que fo-
rctn para isso aulhorisados pelo inspector.
Art. 48. As cerlidoes de papis quo exis-
tirem na secretaria, ou cartorio, serio as-
signodas pelo ollicial maior, ou ofllcias da
secretaria ; e na eontadoria pelo contador,
ou quem suas vezes lizer depois de subs-
criptas por quem as passar.
Art. 49. O trabalho das thesourarias de
jazenda principiar as 9 horas da manhia, o
terminara as 3 da tarde.
Art. 50, llavera para o servigo externo
das thesourarias de fazenda, os correios
que forom precisos, sendo o numero e ven-
cimentos lixados pelo thesouro. Serio no-
meados edemitlidos pelor inspectores, nos
termos do art. 31 5.% e pagos pela folha
do oxpeJiente.
Art. 51. Os inspectores das thesourarias
de fazeuda deverio dar semestralmente ao
thesouro iuformagOes reservadas da idonol-
dade, assiduidade e comportamonto dos em-
pregados dellas.
Art. 52. Os vencimentos e calhegorias
dos empregados das thesourarias de fazen-
da serio regulados pela tabella junta a este
decroto, brando assim alterada a tabolla
B, quo btixou com o de 20 do novembro
de 1850.
Art. 53. Os inspectores das thesourarias
e con- Jo fazenda sio obrigados a cumprir as or-
dens que Ihes forem dirigidas pelos minis-
to da Silva a quantia de 68,040 rs. impor-
tancia de 57 livros que foram por ello en-
< Menudos pertencentos a secretaria do go-
verno.
DEM DO DA 5.
Art. 34. Na falta ou impedimento do procu-1 Iros das di voisas repartiges a rospeito dos
rador fiscal nomear o presidente da provincia
interinamente pessoa uue o substitua.
0 procurador fiscal interino perceber os
vencimentos do ett'ectivo, quando este nao ti-
ver direito i elles : no caso contrario ter urna
gralificaco arbitrada pelo thesouro.
Art. 35, ll contador be o chele da eontadoria,
e compete-lhe :
1. Dirigir iiscalisar iramediatamentc os
trabalhos da eontadoria.
2. Rubricar os livros da receita e despeza
das alfandegas, consulados e recebedorias.
Art. 36. Aos chefes de seceo as thesoura-
rias de faxenda compele :
Dirigir e Iiscalisar o trabalho de suas
secedes, segundo as insiruccoes do contador
as de primeira ordem, e do Inspector as de
segunda. S
2 Informar por escripto todos os negocios
da competencia das respectivas secces.
3. Ter debaixo de sua guarda, emmacados
e classicados, todos os papis at que linde o
negocio a que disserein respeito.
Art. 37. Ao thesourciro, pagador e carlora-
rlo competem as allribnices designadas nos
captulos U e7; c aos escripturarios e pralican-
les desernpenbar os trabaibua que Ihes forem
incumbidos pelos seus respectivos chefes.
Art. 38. Ao porteiro compete :
1. Abrir e fechar as portas da casada the-
souraria de faienda a horas de comecar e Ha-
dar o inbalbo ; e cuidar da llmpeza della, e da
conservaco dos movis e mais objectos abi
exilenles, dos quaes tomar conta por inven-
tario, sendo rcspousavcl pela guarda delles,
bem como dos livros e papis.
_p. Ter acliaveda caixa onde as parles de-
vero laucar os requerlmentos, olvidos e mais
negocios de sua competencia, e com elles
se corresponderio directamente. As ordens
porm que versarem sobre distribuigio,aug-
mento ou recuegio de crditos, deverio ser
transmeltidas por intermedio do ministerio
da la/..-oda paia poderem ser cumpridis.
Art. 54. Os ministros de guerra e mari-
nha poderio eucarregar s thesourarias de
fazenda do exame e itispecgio das reparti-
ges que Ihos sio subordinadas, se assiin
julgarem conveniente.
Joaqun) Jos Rodrigues Torres, do meu
conselho, senador do imperio, ministro e
secrotario do estado dos negocios da fazen-
da, e presidente do tribunal do thesouro na-
cional, assim o tenha entendido e faga exe-
cutar. Palacio do Rio de Janeiro, em 22
de novembro de 1851, Irogesimo da inde-
pendencia do imperio.Com rubrica do
S. M. o Imperador.Joajuim Jos Roiriguei
Torra.
DECRETO N. 882 DE 22 DE NOVEMBRO
DE 1851.
Declara que os empregados das extintas paga-
dorias militares podan ser despachados para
as thesourarias de fasenda indepentlinte-
mente do concurso exigido pelo vligo 45,
do decreto n. 736, de 20 de novembro de
1850.
Tendo sido, por decreto desta,data extin-
tas as pagadorias militares das provincias,e
incumbidas suas a ttnbuigess thesourarias
do fazenda : e convindo que continen) a|
'OllicioAo .- .nuil i mo das armas trans-
uiittlndo por copia do aviso do ministerio da
guerra do 22 do novomb-o ultimo, do qual
consta haver-se concedido ao alteres do es-
tado maior da segunda classe Alexandre
Augusto de Fras Villar tres mozos de licen-
ga pira tratar de sua saJo. Igual copia
remelteose a tiiozouraria de fazenda.
DiloAo mosmo para que amanhia as
tres horas da tarde minio postar urna guar-
da de honra com msica em frente da igre-
ja deN. S. do Rozario da fregiresie de San-
to Antonio, lirn do acompanharem a pro-
cissio dos Santos Reis, que tem do sabir da
mencionada igreja.
DitoA thesouraria da fazenda para man-
dar passar a respectiva guia ao brigadeiro
Manoel de Sousa Pinto de Magalh3es, visto
ter elle de regressar para o Maranbio no
primeirovapor que passar para o Norte.
Ofliciou-sa eo agente da companhia dos pa-
quetes de vapor para mandar dar transpor-
te ao mencionado brigadeiro.
Diio-Ao juiz do direito da comarca da
Boa-Vista aecusando recebido o ollicio, em
que Smc. rom mu nica nio ter havido i ses-
sio do jury, que convocara para o dia 6 de
outro ultimo por nio ter comparecido nu-
mero sulliciento de jurados, e exigindo que
declare o motivo, porque uo proceJeo na
forma do decreto n. 693 de 31 de agosto de
1850, quando pela sua exposlgio em dito
ofiieio nio se pode saber se foi, ou Dio pre-
cipitada a rosolugio de r.-tirar-so Smc. com
os jurados, que se achavio presentes, sem
esgotar as diligendias precisas para conse-
guir o numero indispensavcl para comega-
rem os respectivos trabalhos.
DitoAo juiz de direito da comarca do
Rio Formse transmitlindo por copia a or-
dem quo presidencia expedio aquelle juizo
em 8 de abril do auno passado para a reu-
ni3o do jury do termo d'Agua Preta, aqual
nio I lie foi apresentada, segundo Smc. de-
clara em o seu ollicio do 19 de dezombro
ultimo. -
DitoAo major cncarregado das obras
militares autonsando-o, vista de sua in-
formagio, a mandar reparar e caiar as pa-
redes do chadrez do quartel do hospicio,
cuja despeza foi por Smc. orgadi em ses-
seutea setenta mil ris.-- Fizeram neste
sentido as nocessarias communicages.
DitoAo director dss obras publicas in-
leirando-o do haver, em vista de sua infor-
magio, cerca do roqnerimento do arre-
matante do terceiro lango di casa do deten-
ga o, Antonio Jacintho Borges, prorogado
por trinta das o praso concedido para a
obrado referido lango --Communicuu-se a
thesouraria da fazenda provincial.
DitoA administragio do patrimonio dos
or,.lios, para que em vista do que propoz,
e do que informou o juiz de orphios deste
termo, no ofllcio que remollo por copia, a
cerca dos menores Joaquun Venancio do
Souza e Relimo Googalves do Espirito San-
to, que se achio recolhidos ao collegio dos
orphios, marque um praso para a entre-
ga dos ditos menores aos prenles mais
prximos, ou quem por elles se.enteres-
as r. -Communicou-se ao derector do refe-
rido collegio. >.
Portirii-Ao agente di co npinhii dis
barcia devipor mandando dar passagem
pan o Maraohao por conta do goveroo a
Medardo Pereira da Silva, que levo baixi
do servigo do exercito.
DitiAo mesmo recommendando a expe-
.ligio de suas ordens para que o comtnin-
dante do vapor que se espon do aul receba
i seu bordo e conduw pira i P1"4'1'" a
disposigio do respectivo presidente 168 ir-
mas do adarme 17, que pelo director do ir-
senal do guern serio entregues em caixo-
tes ao commandiote do referido vapor. --
MUTILADO


^*K
Nesle sentid offlciou-se
tor.
O reffido dirc-' v nveQ!l()e rommercio, lavrou un de- xpdltntea que Hadarla per oompromriier o recabar em muitoa lugarea ao mesmo tem
INTERIOR.
i'i-i'iii alono!, c-s i n ieg ,i;io, que dar-llia
hi,i vantajoaoa recunoa. O llratil obstru,
e linha paro iiso dirello. Olistou, dSo por-
quo dtiaconhecfsso a reciproca vr-nlaiiem,
aim (iori)uo Hr mu novo ataque aoonsellia-
du pelo general liosas, era urna invnafio so-
breu di.i-itu exclusivo, e sunrcioii >do pelo
ic-i i'iihiiiIih de numerosos annos que o Bra-
OS TRATADO COM A. REPBLICA ORIEN-
TAL.
Veriiturordo(alorum.
Os tratados celebrados pelj guverno im- sil aempre leve aobrs aa aguas da Lsgi
Serial cum o Estad.. O.iei.lal, que Coran pu- [ Menm ; era mais un porla para aa hosu-
licad. aem duvi.la dignas do B'bziI ; ellos fundam Euirelanto, se o Estad Orie.tal se va
uma >oca n.cional ; expressam em alio! privado das grandes vaiitagmisque
gran a nii.diig.'ii.'ia bra'ileira
He muto elevado o aasuoiplo para que
alguein prelenda rcconhecer desde logo a
plenitud da vistas luminosas que pr.'pa-
raram, e conseguirn tflo v-liosas conven-
.;oes ; basta purm algn esludo para re-
conbecer inmediatamente quilo transcen-
dentes ellas furam, e u, jauto fecunda a nova
e importantlasima orden de cousas que
crearan para a seguran;* e prospend-do do
imperio, e em grral da America do Sul.
Km ve (lade, o amor da pallia que habita
no c uve. mi lir./il 'i'o no degen. rado,
quaesquer que sijam suas opiniOes pelill-
os, na i podo deiXr de exultar; h.ni ool-
taneament.a vo da juslica nflo pode de-
negar louvor u gralidO.) ;. lilil isi i-., i, r. >,
que rom inflo cerleira o senlimenlus gene-
ruaos dirigi esses destinos nacioiiaes, e de-
lin mi un futuro intimo; graudee impor
tanlissimo.
O horizonte meridional do Brazil era es-
curo, e carrega lo. N'i penan mentu de to-
dos os liom ns, que linhamalgum vigor de
vista a guana era nivitavel; e a so de-
morava o lempo preciso para que o po ler
de Rosas remusse os elementos de furgi.
que procuraa conjr, n cabissj enlflu so-
bre o Hr;/.il em lula desigual
Em vflo diversas a-I niinM ;ic/i \s Ini/il.'i-
ras, ede differeutes c.ea polticas Uves-
sea. sido accordes na convicco de que a
primeira necessidade do i npe.io era a paz,
para que podesse cescer e prosperr;
ei'bora mov las dessa creusa olTerecesem
holouautos que abrandasaem as iras do am-
bicioso dominador do Prala, no iutuito d
remover a tu/monta ; essas iras eran im-
tnulaveis, e rejeitavam os sacrificios, por-
que nflo a-s.-nu v.i ni sobre oirensas ou reten
tmenlos que pudessein ser expiados, sim,
cunicnii sohre a palpilanlo orgullio
da conquista e disleasflo de seu poder illi-
mliadul
Cumoapplacar n aiiibi;flod'' quem inten-
tiva ce cear o Imperio da maiure mis pre-
ciusa parte da tolla provincia do R'0 (ren-
de do S il ? O corar;].! do llosas Invejava na-
da n cnos do q icas feriis campias dula-
guarSu, llag, S. (, .Ir ir!, Livraiiienlo, Aid
rete, > as iiHporlantissimas Misadas de S.
Borja, al o malo l'.irliiiiuez, c com ellas
toda a costa do l) uguny Em seu delirio
des o,l- rr.ivi, e fzia i sise lar traladus
morios para Besas! nar Conve.ic.>s exislen-
tes, u dess'arto i ir ,.i o Brazil a lelr.igadar
o curso e u.n serulo, lenuiician lo jirel
tus adquirid..* por Mulos indispensivtis o
sagrados I
Ede nao so delinha pcanle n n!ni n
principio da le das Ri ntea. Seu COdgO era
aincurporacAo do Estado Orientaba con-
quista do Paraguay, a rcincorp .rai,iio da
provinoia da Tanja; e ao-pardi-to um ju-
go le ferro suba os Argentinos
eiim.nl.o. iici i do circulo quelracava
gacSo dessos nos tem do piestar-llie, o Bra-
zil uflo senlia menos somelbante privadlo,
cujo c .racter anti-economic>, e de alio pre
juizo, sa necessidade da seguranza poJia
sustenlar.
A al i inislr Qu brazileira soube eomp V
esses iuleressi s divergentes, o eslabelecer a
reciproca conveniencia dus dous Estados
nos termos do art. t.u do tratado de 13 do
o .inioo prximo pi'sssido.
Em breve esses rios veiiu suas margena
povoadas de fabricas que prepreme expor-
ten os producios di gado : as embarcac/Jes
lira/il -lias loii. tretes, as casas da co ii-
mercio em Pelotas, S. Jos do [Surto o Rio
(ran lo percebera ommissOes, BOVhrafl
-un unodios para es-as putos do Estalo
Urioiual, c as alfanlegaa brazileiraa verflu
ciescora .as rendas
O esi,. i.. <> ii.i.i recolher semelhante-
ineute inipo> lamas vantagens; os r spec-
tivos criadores oblerfl os geuer.s dj mii-
|i-.iii..ii, e aobrrtu lu o sal, por -prefus
mais batios, e despender!) multo menos
nos transportes dus seus productos : aua
riqueza accuinul siva.ne.ue. As pequeas cesaas fallas na
enbucaiiura do Sebollalv eT'aquary apre
s ula0 .lu is i upurtanleg povoa^O s com
loerciantes, agitaraO transara s, u fuc n la -
rao a riqueza .lestes territorios por modo
l', que quando fossen de algum valor le*
lam inli .llmenle eompensidas : esse o
osulia lo dos estu los econmicos 13o lo-
es para os governus e suciedales mo
lernas.'
Aasun lio que anda qunii lo ae queira de-
gradar o asaumpto da elevada allura o
|ue o complexo daa vistas tranaoendenies
I .o io upo.ei.ioi o t lo dessas inport.il-
lissimas e i iv.oi.,0 o collocaram ; amia
quando se queira deacer exclusiva-nenie ao
i. i ii.-or.sin i do euunumisla, eaic
cjuvira coi que o naneo, sobre s r de alia
.i : l lad lie -ii o uaine.it) reproductivo,
u em nonlemeiile proveilusd.
Enli. lano na., na em ludo isto por ora
.sen ... ra, i lo nxanie das vantagens prove-
nientes do ir.ii.olu dos limites. Se lev.mus
nor um instante a analyse ao tratado de
co nmerciu, is propur^.*s so dilatan, e o
curacfl i b ,-..-... vota uuvas I. -o ,,m.s au
lelo usa be.lona" do guvernu imperial.
"> o duvi la, a aberluru da navegacao do
L'niguay or si, e como b.so.da frauqu.za
la navega\!li> e coinmercio pelas aguas do
; l'araua, Paraguay e seus confluentes, be u
supremo desidertum pelo qual de muilu
clamam as lurc.is i.i luat.iaes das potencies
jribeirinbas, o o nislaulaneo crescimenlo
da America ilu Sul, e com elle as grandio-
sas vaiitagera do coinmercio gural do
mun lo.
Considere-se pur um inomenlo al onde ir
Esta a i infallivel destfivolviiiicotn de qualqucr dea-
(,l|,, vis i ...i. i, lluviaea ein un futuro proaimo, II-
K-i ido mu lodaiaa auai r.-i.n.i. s c futuro,a del- jprj uma primeira soluclo
.... lu.iiico oc. ..o ciri'UIU i ue lia.-*a ; c.io i---------------------------------, : ..
ocentio.e.ocerloqueeaso centro assim <"'>*' '{;'" P' ">ao .lu .iieipoieiici.. por
,.h,.i ... .. i o(|>m~ v ,.,,.;,, i entre Cerninos os ma la ferela, por climas va-
robustecido de vigor imm-nso era liabili- nad((, f balI de u. co a.ep,.; liuba
liilt) para lular co.n o Brasil. 'gu.rueclda.de bellos campos, c rica florestas,
O impe. io, que ja bis licando desmorali- que desde ja ..ller.ee.o .nao do buuieiu pre-
sado pelo Sollrnn. nlo de tantas injurias, cosas madeiraa, e inultos nu.roa productos -
pela sobranceira arrogancia quo despreza- luraes, que > exigen, transporte para volve-
va toJa a oirercnda Ouneihltoiia, perderla 'em-aarem riqneua.
para semprea lib.rdade da naveg-efl. do1 A,aK'1 ,lu Uruguay fecundara, por aua mar-
Uruguay, do cuj maigom seria al despoja- jgJ"f u,reiu "i.irrosa, povoaeOea ja exilie*.
DuineroiM
' ~* IICS, V (iiil r.i-, ijn- |(ii;ii ii.ii. r>; mi || jj ...jila de K.I1
do, perdera a do Paran e Paraguay, etpdo I,.loi c Corrleole^ecubdario pelo lado
o u.senvulvnneiitu industrial desses i n- rsqurrdo as povoMBesorientaos, ...el........ as
mensos paizes. liosas, eonsequenlo c .nio
era, jadeclarava rot a COOVOncSode (824 f
A importante provincia de M ilo-f.V..sso,
o seus msgestnsos canses, o f fui1 occidente
da provincia d.S Paulo, o Paran, e seus
volumnsus cuiifiuenlcf, leriam fchalos
para ellas e para o man lo indefinidamente
O equilibrio nVii'tardo sul do Brazil esla-
va roto.. j'iToxe cito sem m. ios di mobili-
_dMe,"sua uiariuha sem un abrigo no Riu
da Praia !
Os Oiientaes e Paraguayos no teriam
mais p..i. i.. ; seriam os Pu.c isda America
do Sol; os Argentinos teriam um senbor
que decidirla de sua intelligencia, vida, o
honra, pur modu ainda mais atruz du que
ja o fazia, porqu i seu pudor era recrescidu.
A civilisrflo e o commercio do resto do
mun i., li -a. .a i. na r.bsolola d.ipendencia e
ine lo da ve. .-. ije e o do- deSVaTOS di pU-
lilica mais eguista e capriclios. que tni ap-
|m r cido na idade da civilisat;1o moderna !
Esle era si m exageraoilo oquadio que o
observador poltico de>isva ; a entretanto
os que como por encantamento est elle
3neliido, e substituido por um futuro rico
eesperancas. peja lo da grandes iuteres-
ses em mxima parle ja firmados para o
Brazil, i ara os povoa viziiihos, eem goral
do oluinofsa)jlUiprtaAte Rio-Negro, du D.iy-
aire A'.apey, assim como as bra.ileiras, Iu-
cl.ii.las as do'eao .: Ibicuhy, l^iiaralm, bu-
ii'i. Ycainacuaiii, Ijuby e CliapuO, Nausau s-
uirnie aa uossas povoa<;es da Uruguayaua. li .-
qui e Santa llorja que verao o aeu couinieicJo
crescer e. prosperar, nao: em breve icremos
mu. tas charqueada, levantadas as margeos do
Uruguay, e seus coullueutes, e veremos uussa
.. v n i d. O. :. I I la aleo .o I i o i o. C COO-
llin o. i. dos ilos I'.-I o.is e Canoas,
A sabedoria do governo Imperial jj ponde-
rou o valur das naaueuiea e Imprtanles puvoa-
ces do Punido e Soioiiliay que o. .o I ... erigir
peala conllueucla, e sobre oCnapu. Esa na-
vegncio, j explorada por mais de una vez,
lia desenvolver laiiib.on as adjaceucias d is du.s
vas estradas, que por esia pnvoaces co.li-
li, unlc.im a provincia de San Pedro do sul com
a de San Paulo. O comiucicio de berva .aue
por si a ministrar valiosa exporlacao, qual j
ioui'.o ........ion .ju nid as iu.ssde eram
dirigidas pelos intelllgeiites c inclinan-iv inis-
aionanos jesutas
A lu.lia do Paran at Corrientes, cd.hl al o
nosso Sallo G'amle das Seie Oudas, ou face oc-
cidental da provincia de Sai. Piulo, lie de ain-
pbssiutu interessee vastaeatenso.
O Paran ostenta pur centenares de legoas
um largo o prufuiido leito adornado de a.nena,
e vist.aas libas: recebe numerosos tributarios
:juc se internan, pelos paizes laleraes c que sao
envolvcu urna eoncepcio digna do imperio do
brasil.
A praa do Rio de Janeiro superabunda em
ca pilara que Hucluam sem emprrgo, e qoe ja
vio causando nao pequcuos dainuua: as poten-
claa rlbelriutias devem reunir aeus rsforfoa
para completar o deaenvolvlmenlo de suai fe-
cundas vistas. Organlsando-se, pola, compa-
mIu.is de i. .vea .cao por vapor anbre as agziaa
do Uruguay, Paran e Paraguay : orgaulietn
se bancos em Montevideo e lluenoa-Ayres ; e a
.... i ......i pho-e iiidosi.ril estar feita para
Mnenca do Sul: ella chegar a aeu comple-
oieoio pela culooisacao espontanea
Perguniareiuoa alud, c pela ultima vez, em
face dcstas cnusiJeracdea, que so de simples
intulcu, e que ao alguna niiliia.es de pesos
fortes? Por honra do Itrasil olvidemos qual
quer discusso arespelto: para coinpensacao
iastarla ler-sc allivlado, como o governo im-
perial conseguiu, o coinmercio da fruutelra de
San Pedro du Sul, das cnulnbuicoes iniliUrea
que o geueial Oribe n or. alli estabelecldu, so
bre tu Hs napasiagem do gado, com grave dan.
no dos dous estados.
Se das rellesea industriara e econmica
que caas lu.ni..osas convenedea suscllaui pas-
sa.uos a rellexues moraes e polticas, nao po-
demoa de novo delsar de render bomenagcn
a adminislraco braaileira.
Km ver.lade be bello que a nica inonarchla
que a \or- ica do Sul poaaue abra a marcha de
urna poltica graudee generosa, que sejaogula
das i.le n iiui-ra.-s, o .novel da oiganivnuo e
piogreasoa
O mundo moral he harinouioso; eaaea pen-
samentos s.. bellos, e ao meimo tempo sao do
mala alto iuteresie para o brasil1 Kllequer se-
.;..ro.. .. onieiii, espauso ein aua riqueza;
quer ir aoa altos desliuos para que a Provldeu*
ca o i h uno. ; poia l.eo a Providencia Im-
pde-lhe a condicu saine qua aeu de Inte-
ressar-ae pela pa segurauca e prusperi-
dade de aeus vlziuhus Se nao fosse una vir-
tude, seria uma necessidade!
ii alllauca de tao altos ioterenes gerava aem
duviJa a necessidade da alhaoca de seguranca
u ilion il, e da ... den. publica us dous estados
ella lo aaucciouada, e saaccionada entre as
in.s.,11 naciu.iaeaeo aua lutegridade, em con.
pela fuso, sem a rl. ... de parli lus, e pelo
contrario no cousilialorio olvido de todo o leu
passado
A auiuislia convencionada pelo gorerno im-
perial he u.n titulo de glo.a para o brasil: .
respeito propriedade nao be menor: o cui
dado revelado pela importante necessidade de
qoe o governo oriental.coosig. desde ja urna
."i; no. iv,io linue, un. poder nacional, u
..Mono u.i precaria, he propria da elevada
altura em que collocou-ae a admlutslraco
brailllre.
Nao i.-.nos iii.lor.va algo.ir. par adular os
acios do poder ; mas temos autor religioso por
nosso palz, tco.01 ..... seniiiueulo profundo de
justica.e votaremos maldicCao lirasllciro que
nlcpuu.lo o seniiuieuto de suas paiies ao
amor de sua patria, rebalsar a gloria desla, s
por degradar os se.v.c.oi ella fritos
Km suiniua, o governo Imperial fea o inven-
tarlo das neerssidades da nrasil em sua polti-
ca da America do Sul i resolveu quesloes do oi-
reito ...aritlmo e do dirello de guerra de im-
portante alcance: lirmoii piiucipios os mala
liberaea sobre a exlradico ; e uiaulfestou que
tudas as uas vistas cuiuprebendia.ii uu se-
ment o Estado Oriental, sim tamben, a repn-
blica du Paraguay e a Confederaco Argentina
u ii.ile.iion que a mouarchia brasileira chaina
as repblicas vlsluhas para a co.i.inuuidadc de
uma existencia de paz, deamizade leal, de frs-
enlo, de reciproca seguranca e ptospe. Ida-
de ; .... n o .... i i id.' que j iudlca as bases de
u.n .1 o eiio nter na. lo. .1 americano, esbozado
subte os principios os mais liberaes, assim pa-
ra a Amanea, como para o resto do inundo !
J existe mu) diploma, la braaileira I j pu le
esperar-se que ella iullua sobre os de.ln.ua du
loiin......I el.-.' Hespi-ia a Europa a Ame.ica.
duas mil legoaa de distancia enfraquecem seus
eanbdes: a civiliaafu e o pader cresceule dos
Kslados Americanos cm breve despresa.ao lo-
dos os seus cap.icbos. S una poltica ju.la,
dictada nu beui ser reciproco dos dous mun-
dos, poder dar-lhe na America posibilidades
de gloria e d* .v..' Ilrasileiro.
(lornal do Cvmnurciv.)
E este divino Beont-cimenlo nn ter
mes.no o dom de mrpreliender o seclo
previlegiedo que o ha de lestemunhar. Nada
o eapanta mais. O raio que lera mais n.en-
sageos, a loo..ni Uva que obed.c', a luz
que desonha, na la o espanta I Tudo istu.
Ihi he devido, no lie senflo uma prestaelo
sobre alguma cousa de maior aiuda, a ,o>-
se do globo inteiro
Por um i.iino signal reconbece se que a
llora da locomucuo aerea se aproxima i olla
ae lom lomado uma necessida ic. A urna
ideia verdaieira, madura, os mems de no.-
ni:esUi;;io uo poden fallar ; isto nuno foi
visto, lato lie impossivel. tira, lia uma
ideia que veio em sua hura, fructo deludo
o passado e qud buje cuche o mundo : soli-
daiiedade das ra(as, fr..lerti lade dos po-
vos, no..rule do genero humano' e esta
santa ideia lein por complemento a posse
da estrada unitaria o universal do ar. A
invenciao da iocouioi;So aerea seta o signal
e o orgo do naac.ment da liumanidade.
II
1. s- .|.ii un liooieiii que trazseu trbulo
para e.-l. gran le ubi a. hile nao se annun-
cia cuno leudo nsulvido o problema, sua
.o I ne;'. he mais modesta ; elle qu.z s-
in ule ii i; .r o camiuho. Nao lio l Isto qu I
..aja siguen que, quaudo chegar ao flm, se
informo do Camiuho.
Das numerosas e m.lices da navegagSo
aerea por meio dos baleos areos, uma s
el. hoje proliooei la. Sal.o se qual gaZ 11
loil 1:1o deve conler Sobre este artigo uiio
resta mais aenilo pedir vos cliimicos que
liminuam o precu du.liydrogeniq, I)ave-so
esperar laiiib.on que se acbo um'eseuadou-
ro para o sulphstu de ferro e de zinc.
Mas se acaso ha ce. teza sobre o conle lo
do bailan, nflo sueco le ou.esmo subte o
conlinenle, subte o envoltorio He e.ta
todava, bem romo observa Mr. Marey-Mon-
ge, a i|ii -tr.n dumiiianto em aeronutica.
Com elTeiio, que esperanza dofuturui-
de-se l ii,.| ,i s .lo-. utn envoltorio do seda
envcrniaada, muilo cusloso, i.i p r.eo so-
lido que h i incapai dd resistir ao aitritu du
ar em urna viagem do longo cusi; ItO
permeavel que uo i.. le Coi.se Var seu ita
e Uu alleravel ao ar que em pouc lempo
loma-se incipaz de prestar servirjo? Como
lindera o navegante aereo conduzr seu bl-
iflo com se/uranca, so quando cometa a
oonhocer-llie a maiclia tilo tu na-se n.ci-
az deservir? He como se um navio novo
lepnis de ter feitn ks o .muras do prova
ec-..iiii. pn regulai-lbi o lastro, as
vellas, a uiaslnaeju, eutra-se nu poito
aiii .1 -.livor.r
Antes deoscevero cxoellcnle livro que
I ni dianle dos nlhos, M HaOreTaJJODge
liaba adquir lo direitoa ao roconln clmenlo
los aeronautas, fazondo construir um bal-
lil) do co'ire. lien que a ou. ion. s
livesse mallngriido, ella nao foi sem uti-
dadn. A primeira visla, a ido a do um
lialllo metlico espanta a imagmafSo, po-
.- ii i ni., o i-s ii : .. lili de metal, o
entro luz sou peso na formula do bal ao
espherico, ve-so que be a ciusa mais sim-
ples. O gaz .metro du arr.-ibalde Poisson-
uiure, o qual leu 33 metros de largun
sobre 8 menos do altura, podo ser consi-
derado co.no um hnllii) de lata furto.
11 -i, .-.' "S-r dos pisos o du'r> i iramon-
tO Com quo o subre-ca'regam, apesar da
dens la le considerovel ( O., 98 ) do gaz de
II o niii .1.1 i, elle be suspendido pelo em
que enrerra; ello osen, mas f mmente
ain la so ei.cerr.'SSe hy Irogenia puro, cuja
densidade n lo he senflo do O, O 688.
Alcrn disto baslo observar o que ven a
ao eonlrario dol conselhos de Mr. Thini
mu gratuitamente fa do Ucos seu ,',..'
sfles, e pela rhemine vapor cm gaan'ea "ia
umnsOeS. He a applicarjilo da Uoh de I"*1
P.last e .tes lionera e de R imam. pIi,k"^!!'*.'c'0..i .
Segundo, do dono enmpre.iores ,u.*U\Ztf+Z2*;*
rilo por fiiiiiMi.s mantel- a reg le do en-
eu cum-
Cada ponto
para o qual cinver.
-r
ser a f.rca ascencional de um ballflo espbe- [pelos are.
vollono, fazar variar a c-p.
I.lo, e por conseguiite i'cler
vflo e a deso 11. Kste procosio he da invoii-
eflo de Mr. Maicy-Mooge.
Terccro, de urna corda de irrasto, o
guiile-r.pcd Mr.Greon, rujo contacto
ni.idr ou ...i or con a torra d m is ou
menos ligeire/.a ao ballflu.
oiiiido, de meios mecnicos tits como
io nos, roles do palhctas, belices, ele.
Quinto, de formas aeronuticas quoter
mittnu calcular c ulilis.r arcile t.lment
as veriaertes la totnperetura da aihmosph ra
produziiias pela unios vaiaiflo da altura do
sol aoima lo borisonlo. I'o ler-se-ua apio-
vcitar destas circumst nc as como o mari-
nheiro aproveiti am.r aflu de entrar no
porto uu sdiir i. lie
Sexto,Ooniliclo.-. O balUo deve
munido do uma i.na n otrli:.sulllcieiito
I para navegar por meto do ageut'-s dd lo:0-
mofflo,
Tatn-ie dito militas vezes que a enorme
superfino aprsenla la por um ballflo par
ioit.il o o- darla una res Manola que exi-
gira urna s ip lie o til q (eo es i dsg ma-
chinas que p.oduzssiin esta for(a nilo po-
dara S) SUS .01.di 10.
Mr ,\l... \ M ni.o res hu le a isto de dous
nodos: pri iiciio, i ca tirona, e o qu.
fica dito cima nos osteis, de Ins'ltir;
S'guitJO, p.-l.i i ralic.i dos barcos de vapor
Elle ii,ostra q io um hailflo cyluidro-ro-
ii.u de 70 metros pouco ..ais ou nem.a
de raio, e .1.-.'.. nrt os do rompriment
poder lo. o urna machina de vapor de WU
cavallos unta provisilo de carvflu pn-a de<
lloras, o | eso .101 ajorellios, do lo, d
n i.ioi.io.i, estinalo em do is quintos do
, .'. de ii o. n.r.io do |;iO pei;as com seu
c o ni,; i.i.enl i completo, o que alm disto
licara para o carrcgau.e to ou tonelage i
um peso despon vi de 2, 37 ton dadas 80U
uu un ,237, 801 l.l u -i.lin a-.
Stima, i u .do, ... o baHilo deve ter um
co o. He p'ovavel que um i so mobl no
comprime.it i lo hailflo re lunra o pipel do
I.-mu a una uscillucflo Vertical co.no a dos
navios.
Oilava,Cundcfluo ballo dover nida
It que le.ner dos folies ventos, quando
esti.ter son a ancor, o i ptesi. Elle deve
polt-r manter-Si sampre m aluna que se
quizer.
Mr. Msrney-MoiiRe julgan-'o que os si-
cnlictos OX.gi los pur urna solucilu completa
da navrgacu aere, txcodo.n os meius de
simples pa.t.oularcs, ileseja quo mu ou
iiiuilus g..vernos, o, em aua Ma, que ri-
c s ci|itl.lsl>s dceni principio es costo-
sas expert inc. s, cuja n-cvssida le nao p le
ser contestada.
Nflo me parece provavel que esto dcspjo
aoja jamis sllendiao. Uno-no no aulor
pelo contiaiu paia lombrar a formacflo di-
urna .- i-ii-.i... aeronii.li.'a compost. de
iiienibros voluntarios de t Iss as naces
p.ra Ir .|..i.h r-in de Cont tu na solueflu
.1'ste .idiiiiravel problema, nu qual todas
llumatii lade esta intir.ssida. Esli socie-
dade vutiria as .ominas que se ileveriam
gastar e os proj'-rlol que si deveriam oxe-
eutar. Quant>s ciusas se nflo tom f to dos-
to ipudu ha ciiicoei.ta annos ncslapaile?
Teydo inultas vc.es cucoutrado pessoas eu-
lliu.iastas da uavrgjcu aerea que se espan-
tan ingenuamente d > que os governos, nada
teiilia. leito para activar sua descoberta. He
.noirar se mulla exigente para com os go-
veru.is pedir-lhc que salisfacam as despesas
da ii.acbina infernal que os deve faser voar
VAlU.alMD.Js
ESTUUO SORB A AEBOSTACAO.
por
A7r. Eiimunio Marey-Monyc.
I
It.am como tudo oque val a pena de sor
inventado, a anrosueflo fui inndala
imito lempo entes do ser deacob ra. P .-
J.ir-se-hia reuionlsr muilo alto; tolavia
conloniai-me hei cun cilar u na brnchura
publicada em 1755, por um dominicano, o
padre Jos Gslln, a qu.l lem por titulo
lele de naveQ(ir nos ares, divertiment>
phijsico, yeomelrico, etc. I ste piojecto S>
considerado, diz 1'ujiS, como um delirio
.oanlo se !':< enKStfl Wli Mtpj ,".?rfl
reconhec r quo a dillic o Idade do emprego
do mo tal nflo esli nu peso dn malcia.
Co n en", i o, emquanlo que a supeificie
do li .1 .o c osee cuino o quailrad > do raio,
o vol ou cresoe como o cobo destu tnesino
raiu; logo se so augmentar case raio, vira
um mrnenlo cm que o oubu c oscera iflo
ra.i laiienlp, relativamente ao quidrado
que acabar por al ingir valores enormes
em relaeflo a este ultimo. Por conseguinte
oelTeiloutil ou a Ion;a ascencional loma
Valores espantosos, eoquadradoou a su-
porficie acaba por aninilar-so, por assim
di/o.-, dianto do cubo ou do volume. Que
O e.iv dlirri pese mais OU ni", ios lia v l.l
sempre uma ceila dimenaflo de dimetro, a
qual dar uma lo. e.. ascencional.
Um exemplo eseolnido entre oa quo cita
noaso aut ir mostrar a verd :di) do que pie-
ce Jo, to IU..-U1 i lempo que dar a coubocer
nar. .'uVTc^T<. n^
beo ser ua bumsi.i lade : novas ub inlegio
seculorum nascitur ordo, ?
Que i upo. lam, um frente de perigos des
.sa ordem lo felizmente conjurados ; em
face de inleressesos mais tranccndei.tes,
to dexteremente assentados alguns minia-
res de pesos fortes ? Para o liomem moral
casa despeza he relig sa, porque poupou
o Mingue, e a vi la nflo s do militares de
Brazileiros, mas tambem de seus alliados
naturaes. Para o proprio economista que
anegue a olvt lar a liumanidade, o nflo veja
as retaques della s -ii.'o cifras, pia c.-n
mesmo tai despeza he um avanco al), ngoa-
do einprvgado no solo da promiuio.
O lr.ita i., de limites cum razio publicado
om frente dos domis, por s s repora nos
cufies do l'.r /i summas mullo excedentes.
As ricas estancias de llago estilo cono tas
pela bem iracada linha do Acegoa a S.
Luiz : as cairelas que desde Algrete se di
ngem para Jaguarflo e suas visiuhaiiQas,
nflo terau mais a perd do lempo e desee-
zas accessoriaa de que eram onora las, des-
creveudo um comicirculo pelas vizinhanc-is
de Bg, porqae uma u sga de lemlu.lo
ealrangeiro curt.va o rumo natuial,e so
eitcravava naquelle municipio, sem provo-
to para o Estado Oriental, eem Rrave dam-
no da pnhcia, seguranza, c rorainercio rio-
grandenae.
As estancias le S o'.-i Anna do l.ivramen-
to, e pontis do Quaiim estilo semolhant-
mente culi-rtas pela liuha tracada das altu-
ras ue llotnvi a pona da coxilha de liando
earroio da Inventad. Os frequenles Con-,
flicloa que junis deitariam de ser repro-;
duzlos porcausa da dubieJaJe da verJa-
deira linio, divisoria, da paslagem de gados
do um para outru Esta io, da eXcessiva pro
xiimdededa raa aobre essas duas povoa
(fivt, e coiisequeniemenlo por elT-ito de ac-
ta de juusJicflo, vflo cessar. Ora, o des-
censo oo productor, a ba intelligencia in-
internaciuOal, a seguranca da propriedad ',
e menor despeza da guarniese miliiare do
servido policial signillcam sem duvida va-
lores.
At o presente estavSo f-cbadas para o
Estado Oriental as aguas do S. Luiz, do Se-
bollaly o Limar Grande, assim como do Ta-
quary seus Confluentes, feudatarios da
l.aga Meiim. Oulr'ora o general Oribe,
sentindo a grande impurtmeia da rcspecii-
Os cinara do tiualfguay, do Tercelro, do Sa-
lado, do rio do Meio, do Gt.ayquiraru, do Cor-
rientes, do Hoteles, do Santa Lu.ia, e posterior-
mente do nosso magesioso Iguassu, al... dos
ouiros superioies ao Sello, sero os trilitos da
coudurco de copio.ua frtelos, de ticas tuinas,
que auguran, urna grandeza prudigiosa. le-
remus sen. a menor duvida o canal c valles do
Mistissipi reproduildos por ventura em escala
gigantesca ua America do Sul.
Heneles a liiii.. Indicada, deixc.nos as cl-
dadea da Halada, de Santa F, de Gola e de
Corrientes, c inaia villas sobranceiras a essas
aguas do Paran, e sigamos a uutra itnha, que
de Corriles prosegue pelo rio Paraguay ci-
ma at u Intimo lntei.or da nossa provincia de
M.uio (ii mo : oque teremos ? Teremos o ca-
nal o io ni i i.ooh... un. formoso capricho da
o (inre/.i, que por si s fes por alli qu mi. os
eslorcos da iuduslrla buiuaua pode.lam de
aejar
Esta bella linha, onl nao ha desde o Prata
um s trupvco, recebe as agoaa do Tibiquary,
d. no Veru.clbo e do IM. om iy r ambos t.ro>
venientes 4t centro de iiulivia deixa a seu la-
do varias p.ivoai-ues do Paraguay, incluida sua
capital da Assu.upco, recollie o tributo do Xe-
juy, Ipaurguac, Aquidab .negnj-. Apa, Ligua
Negra, Moudrgu ou Miranda, Taqua.y, Sai
L-.o. .o;.., i or o e Cabacal.
Uoia eiuba.caf .io brasileira de oilo mil arro-
bas ir en. qualquer lempo do anno nao s s
nossaa povuacea de Colmbra, Albuquerque e
Villa Maria, >nas alt1 perto dacid.de de ou il. r
no estado infliu dasaguasainda de mullo maior
porte liiii.l.'in lio porto della.
Ma necessidade de nao ler dilloso resumimo-
nos a esta rpida descilpcao, mas ainda assim
suppomoa ter dito bastante para avahar-se
qual a pruduecu e coui.uerclo que deve agl-
tar-se por esla rede de cauaes que corta e fer-
lilisa urna auperlicle imuienaa, onde vrgelain
com profusoacaona de aasmar, o caf, o al-
godilii, o malte, o tabaco, arroz, arii.it e oiroi
mil fruclos alen do. productos di diversos ga-
dos e de diltercntes eiploracdei mieeraes!
Asalsaparrillia.alpecaouanha.ocaco, abau-
m, ... a quina, deixaro de ser valores puru-
n.eute naturaes; e preciosas madeiras vlro or-
nar as couslruccdes clvls e utarltlmas.
O que faltava para por lo bellas regides em
relacao com a riqi.e. do mundo, e para dar
no.a ora era a eaias duaa provincias brasilel-
ras? Kullava que o imperio vencesie em bene-
ficio seu, em|benefleiode seus vi/iuii.n, c.o be-
oeli.l i do cou.mercio geral, o genio do mil que
ag.ilhoava os progiessos da America do Sul. e
.mear iva a segur ni, i eainlegridadelerrlloilal
de imaginaeflo.
Comprebeii le-se bem a de'a di navega- o enorme poder da ae.osiac..u.
ella aerea leona paree do chimenea em umi Soja um hailflo de cubre que pose O k, 9
cp.caem qi.e sciencia nflo eslava basia-i- por metro qud.ado o tenh. um diameitu
te allantada para (irmar sobre a nxpenen- de_SW meUos, u_'^^^noi"i,%0,uJ
Ca esla ve lad entrevista pelos poetas
i O homem sendo destinado para a mo-
naronia natural, ludo o que for til ao
exeiciciu de sua soberana ha de existir ne-
' S-.l l i .ion t
Mi lato ost muilo mdalo! sabemos
peso que elle pudnia levantar, seria punco
mais ou menos do cinco milhOea de kilo-
grammas ( 4,917,030 k. ) slo be, ello carre-
gaiiii utn e>,o .io de i,t no bomena, ra-
s.'i i 100 k. por homem I
Poim o uso dos metaes leria inconve-
preseutemo.itoqueeiDfactodedescobe.tss mente-. Elles silo de um traballio ii.uito
es-jadas, a considerarjflo de sua Utiji lade disp.tidioso e nflo-e prestam senflo dilli ql-
de'unndose da natureza humana, deve monte a neecaai lade de tor uma esposura
sempre prev.lec-r sobre suas dlUculdad'S, com, osla de multas folhas auper-poslas
uu uo.mo sobre sua apparenie i-upo sihi- urnas s outrag. .pois de ter fulleado os
lid.de, pois estas sfl> relativas aum fado tres reinos da natureza, o aulor da a prere-
mubil: u est.do duscontiecimentoa em um reC' aocailo compost de multas ruinas
momento dado. Assim bem qua o ar nfl i 'le panel colladas do modo a escomieren
nvosse sido ainta vistalo pe. homem, iniiluamenle su.s folhas e suas juictura.
slariamos aulurisalna a diier qua elle ha Oc.rtlo lem com elle lo as gran les, ya i.t,-
icf.zer um da pa te do seo dominio. geOOUO barate, de licilidadedo irab.lbo,
l'orm a experiencia ple ser ciada en do leven, de solidez d. impermealulida-
apoio da le. Depoil das descobertas dos d". pur n lem o inconven^nte da nflo po-
ballAes, a increduliJade nfl i lem .ais o der sultrer a humiiade. Cuuseguir-s i-lna
lireito de se armir comas dilliculd ido ^m 'luvida toma-lo hydrofugo com o au-
nresentos da navegaco ae-ea para c ,nt-s- '1'" do verniz. Keil s as cotilas, vus.
tar-lhe a possibitidade. Oue o hume n te- que a quesillo do iuvuilorto esta anda para
oiiii poli lo transpnrtar-se no ar, eis-squi rssolver-si.
0 que s-ra para sempre admiravel! Depol la natureza do envoltorio, a ques
finalmente a cou(ine,a do publico nos lauque se aprsenla he a da lonna.
recursus da mcamca esl cima mesmo das r- M rey-MouKe decdese por urna j -
1 .-cepedas. O povo-sabe que a S'.a MI u. da ma alo iga i, e soinoi iiit-nauniU de eu
iencia, cube por sorte o dom dos mila- parecer. Eda he a ornea quo parmitta ca-
seiencia, caube por sorte o uom aoa nula- a. "" h >-----zr
gres que se interrom.eram ha tantos seu- tros aros oque he pro .na para a "eflo-
los; lembranlo-s. qu.ntaa v-zes o genio Po'coili lor.ces rolativas a construcrjio
i.renecilo dos iove .lores ten po,t., m dos b.lTOes ,le grandes dimenscse a pca-
lern.ta as Ibe mas rutineirss, esta protnp- 'u interior do que sova tralar, be'necea
toa coufessar sua le en ludo o qoe parecer r.no itnp-o^ar Suue licies oxplicaveis, e o
bsurdo a prior!. doois de tor visto o cylind-o lor.uina.io por dous cones, lie a
Oeigel calemico naufragar sobre tantas uuioa forua oxultcavel que lia dosor adons-
lescoberias g'anues, snbreosaerolilos.su- e prOlM que so facaiu expenon-
bre os barcos de vapor, sobre a vuccina, c'"" este >os..oilo
etc., quem ousana negar que nio he A qua.la condujo versa sobro o ponto o
isso o prii.ciaio de sabedoria ? mais tilig.oso do pro' ena O ballao de.e
Quanto os investigadores, elles sibom ter uma nti ptes.flo ..tenor p.ra nao
que uma s cousa ll i impossivel, a trans- Perder a forma pela resistencia do ar, qua i
Jressflo das les naturaes olles sabem que do navegar no mo o da atmosahoa, ou
a deoss Inveucflo ama os intru.l los e quan P' resistir aos ventos quando esliver pre-
io um dos aous sofTre um tavez. elles \6atn so o a so >re a aurora.
em sua denota u un probabUidade de suc- A p esslo deve a ser minio iraca por-
c-ssadi mais para aqu lina que solicitam Que nflo pare-o havo; subst.nci. solucion-
as palmas que o vencido nflo plec.lher tei.euto fono e ligeira o mes no 'ctn.io,
Ha leste modo que a medonha calastrophe capaz e.nflin de azor um envoito/io do b.l-
daqual Pilastra des Hulera ello..aut fora.n Uto, que qatej. om est.do de .es.str a uma
victimas, nflo leve ouVo resultado s-uflo p.essflo interior do u, ol. do moraurio, no
milliplicar as expeneuoias aeroniulieas. mauoinetro do ar hvio. ToJavia esla pres-
Nflo se trata, portante, mais de demons- sao i.e indis, eosavel.
trar a possibdid.da da navegscSo aeras: M s um o lije to do investigares. Qnn-
lodo omund.cte nella, echa ae ja mesmo t' cundirn, o ballao deve suoir e des-er
que a soluco teaj-se demorado de mais; se u o da de gaz. Inielimeate .le to tos
he um signal polo qual se pode reconhacer os meios pro oalos at hoto, nennum delle.
uue ella esla proxi na. As propheciis pre- he sulllciente nenie e iergico. He, po s,
cuisor.s uiultiplic.m-se, o, chegam ao provavel que c .ntira ieo.rer ao o.nprego
oesmotanpo doveluo e do aovo m indo, simutta .oo de todos essis meios. ass m
HeoMssias esperado, um novo Avalar do um baliflo bm piep.rado para subir o des-
genionuinaiio.jaetic.riiaionaimpr osa.m co devera sor P'pvido:
b.issola, oo telegrapno, na machina de va- Primeiro, do u bsltao aquec.do por fo-
i.XS.'om^ P'^. -DSXn&Z W"5 pr-0W go de espirito de vinho em pquen.s dimeo-
Al^u.i nnai.'/j, rra'no tttOf* iUwAo.it-
clna, t'iicuuirci Mr., I'eiia, au sahir d? uiua
ainliencia, que elle (inda obiidu de mu tue-
imtro, creiu qUf de Mr., Cuuln G< u inv.iUur fu. a eipotlfia de sen projeclu.
U iniiiisdu c.cuiuu-o com Clts puii|(eiite
rote res le (jue excilaria ein uma pessoa a re-
velacu Ue urna coojartjSii formada cuntra
ba oUa ou suiueiiie cuuira sua vida. O
illlolairu au disaiiutiluu sua liAprceo. i Te-
riaiuu deseniir basiaue se ctiegaNnefs a er
fiu sue.didu die elle. Vui esia a sua
iib9crf>ao. iiiioisiru represcniava seu
ppala
O HesuUadu o mais inmediato da navega*
{r aerea aqiielle e mloUlro do comercio d.: Luis Pbillppe que
era t>rdiide euiuinerciaute ( I illu do miulstru)
ne que nao batirla mais alftndegaa,
Em que peusava Air., Thiera, quando ul-
tlmaineuie luraava t-io amorokainenta a de-
fesa dj fjsteuia prohibitivo? t' vadade el
aqui liiiui huiucui que duranle vi ule aunus
eaerceu obre os uegocios (Miblieos aiiiDu-
eucia que cada um sabe, o qu .1 demonstra
com auiuridade que a Fianza eai muilo com
l'io.ii mili ic i'i^ii iiiciiO'. chato a carne
o Ierro, o carvau; e logo um complexo de
inadelra. de panno e de gaz vai dar um bru
tal desmentido a rssi vellia experiencia i.i .
carmneme paga pela Franca. Aquelle que
coiist-guir,nlo le< provaveluienie jainaii si-
do iiiiuistiu. Sem duvida sua musao l ponto de mira mais elevado, pureui confes-
leiUOl que he outro homem de estado que
uo Mr, Tlner, Mr., blini|U ( do lostlMIoJ
lula em um de seus discursos, que os contra*
bautista -,-(., esprcies de economista praii-
cus os quaes rciolvem problemas postos pe-
los economistas, olHciaes ; desla ves os cuu-
[i il ni ti ( ,-, i ii.i i o contrario. Mas que
dig.> ? ei-los I ni i ;ui sobre o luesmo terreno
em que siu os guarda das alfandrgas, e
estes inotejadiires du piugressu sutial que e
adornam mutuamente com o uomc de hu-
mens de clado. Alem disto o contrabando
ra aiigun-ntar a lisia dos oelictos que ja o
nao lio mais.
Cobdruc os partidarias da liga a quem
ie(6 anno tein Instado para facer urna revo-
luc.o f.n sua ilda, lorm.ivam ialve o cami-
uho o mais longo. Ba<>tat'a-tlies olferecer
um premio de alguns milhes, quelle que
m utn lempo dado Mvesifl oreado a nave-
gacio aerea Eu>ii8o lenno enao respeilo
para os homens eminentes de que fallo : pu-
rem cm these ge< l he lempo que em po-
Ultra o palradores cedam o passo aos
eudu-lrlaes, aos sabios, aos productores. II e
claru que sulu^ao do plobema, du coin-
mercio livre esi na Invenpao da lucomucn
aerea; enteudu a soluca<* caiholica a uni-
versal abolicao das allaudeg.is e detodos os
direittis quaeiqucr, e nao a mesquinha dimi-
nuido das tarifas sobre esta uu aquella pr-
lucii do globo, em provelto de um io
paiL
Nao ha ver mais frouteiras, nem por conse-
guiii.eiia.ias alfiudegas.
pruiecliunisias cxamliicinos a cousa com oal-
ma.se he possivl. Eis aqui :a atmosj.hera he
fulcadaem todos ot sentidos e cm todas as altu-
ras por locomotivas. Que observar ? para onde
ir ? que faser ? como f itclu ? organisar ciuei
ros. dir-me nao onde se esperarao o$ via-
jantes? entrada de que desfiladelro ? ao
principio de que puule ? em que camiuho,
em que altura, em quelalliude? se be pos-
id ve! no toar illudir a igllauc, fura nece-
sario para se deiXdr apaulur la nos ares de-
masiada boa voniade; oavega-se as irez
dimenedes .
Nao hav'pr remedio seno resignar*se ;
as produ ces de todo o globo entrarolivres
em Kranca com" cui ouira parle, E o que
..tultara d'abi ? Mr. Thiers, arrear bandeira
dianle de urna machina, um pequeo nume-
ro de grandes especuladores deixar.io de fazej
i uiiii. t i ciidi da massa dos consumidores,
ii.ivcn mais biralea,os productos menos caros
seraode qualidade uperior, um exeretto de
empregados, cuja fnneo he vesar o publico
setlice.iciado, oorcimeuto dimiuur bastan-
te e a pro li.\'< > augmentar tudo ba beneficln. llavera u delicio que .lem siduoccasiao de uiuiUs cri-
.u cdigos por conta de maiores siipprcsses. Ca-
da na9.n0 renunciar a tudo fazer por si mes-
1 J .u" l gnu os produtos de lodo o globo, e f .c raili
Cid de un nal- I suas prnduedes obre toda aterra. Cudaln.
111 inir a asean gar, habitado oti nSo he atravess^ o pm,
5randa estrada. Nao ha mallocoliadepnv,.
a de comunicicao, encravada n irrr|,
menor inuu da gota de todas s vantagens de um porto j
mar. Aterra mo be mala que utn s meicad-a
U'lia S Un 11..1
Em cada lugar a abundancia de u> i ,, ^
productos do globo, e para ns producios t|e
c*da lucalldade loda a trra por mercado; n0|
consegufnte Igualdade universal drprnpen'ijf.
unidadedoprecoda vida unldade do-, il todo o globo. Anda ha um problfiiia 1 m drr.
irdoriiu qoal os poltico'-de pruflsso voliarj.
am eternamente aem penetral-o, e que ui^
111.mu cm um IntuDie esolver.
Nao havei mais froulelias, nem mais putei
por consegulnte.
Enlendaiuo-nns.
Se exUtem lioje falsas nacionalidades, ag^,
nipraces contra a naturesa, as qunef as afliiii.
daiio* dos elementos que as compdein ulocos-
tribuiram pfra formar, estas se dessolvem
purem iieb de uaclonalid.ide, ou uma Ideia correspon.
de(>ie persistir; cei lamente. !i.- .1 1. :
na unidadc humana varedade determiidi,
pela raca, pela hi^t'Tla, pelo solo,p<*la coiimhu
nhlo de svuip tti.is de Idea*, que fu de t,
urna culleco de hoinens um s operario nun,(.
ado para uma das l'oncdes do Irabilho liumi.
no Aoacioualidade he a provincia em ui4
gio mais elsvado edebiUo de urna I' -M .
duridur.1. Isto bode vlvcr porem o que | i|,(
os dias dluilnuee o que a locommivi lera
fir desaparecer heo queeoiilein de peque*
110, de Inhumano aldea de nacionaldade.
Desdeja sem dcixr de perleneer aonisj,
pas prriencemos ahumandade, e tnesmo cin.
pieendeiiios rti-dmuiueiiie. que nosso* deve-
res paia cum suin.iuidade 10anteriores esaperl
ores aos deveres para cum a patria. Nussos !-.
veres p.iracom apatria fondain-se em qu>> t,[,
Im 11.u t-i'.i" da huinanidade, irausitoiio Ulre
porem uiilhoje. dervindo o p.ii einriae luce-
rnos, sercevimos ahumanidade. He por isiq
que quando vemos a Fraila empenhidi p
UiAl guerra impla, he com seus adversario
que uos alliamos de coracao nao 1 t- .-
laerde outromod o.
Uunde vem este uuvo sentiment? a e*-
pbcra de nossa actlvidade e de noion cuultrci-
iiieiilus r 1 u se lem i lu dilatando Pinpit.
Coin nussos conhecimenios, nossas *11 r_ ,
lem augmentado ; porque no fundo de toha
ioltnlAde-.ba mais das veres ignoranc>i, c
nao he sem ra/o que na au Igmdade da uifi*
ua palavra si^mlicava ao inesmu lempo e-
11 ni^i n 11 c Inimigo
Quando os puras #e vlsitavam poucas ve
elles se encoiitravaiu com as anuas ua n.j'.
. iu inl 1 que as telaces se foram multipli-
cando, as espadas se forain cuferrujaudu [
mariu a de vapor, os caminhos de ferro o t-
legraptio elctrico tem toucorrido e li.
. i-it- tu 1 r poderosamente para esta l'elfs trvii-
fjrmacio ', a locoiuaco aerea a coiiipleiiu
Ha nesUl palavras traiusde plalalr ; a|>|iii-
cadas s viageus de cincoenla, de icm Jrgot
e uuis aiuda,-o incido de urna immensa rr uco operada uas cousa e as Ideas. Que se,
tenha chegado a ver urna simples distraers
em laes eiiipaezas, be o que nnssos .m t : 1
dos nao teriam jamis imaginado. Quandu
digo nussus antepassados, quero dler liiii-
plesmnitc a geracoque nos prreedeu.
Porem se a loeonioco aerea f r inventada,
ser urna fe bre, ser um frenes: Aquelle que,
ha alguns anuos empregarem sem doiiilngu!
em fiier o trajelo de Pansa Verstiles, que
ii"ji' I un viagens Uieppe, fiioei>l.io uta
passcio a iuissa, Italia, s margeni du
Itheuu
No li M de alguns meses, nao lmpregan nisso Kolo ns domingos, leru visitado todis
as capitaes da Europa e todas as cidades cele-
bra! lero visto todas as curiosidades iulu-
iaes du cominele e das llhas Aquelle (pie
poder dispor de alguns dias e de algumas
i" **t.'-tj.<-*.n: rc-''iJ, dait uhm t-uiaii* &tu%
>ca, mili 1 u Asia, outra, Afilca, outia a
1). -.un. Sera1 Umi troca continua de visitado-
res entre todas a* parles du mundo.
Eolio este seiilimento delicioso que ripe-
riuicuiainos por tal lugar em que temos viv-,
do, em que temos amado, val a esieudr-r-sc
a uma mullidlo de localidades longiiniuu
oo haver mais pira nos paUee esfangeirus,
nem Iialianus, nem Ingleies, nem Alleuifiet,
|M>rem amigos, irmos entre os quaes lereoms,
l>assado uma parte de nossa vida. A [>". sera
luii t-!i sobre a aiuiade, a estima o loleresse.
K he de poltica que se oceupa a Asscmulei
nacional Ah! 730 inventures a 25 francos por
da, mu laboiorio em v*v de urna camari)
e operarios em vez de palradoreil
Urna s cousa me Inquieta, digo-o v -
uienie: a ierra vai ser bem pequaua, o futu-
ro O lll(J-( I .U .1.
Nao s a locomiiQo aerea (ende para a
pa/. p-So
tituben para caasar a guerra porque a tor-
na impossivel.
Sr n tiii .-i 1.1 i)-'iili'Min r;i/n) pliy- 1 : -
oppoo n a quo una lucomolivs con luz a uu
Cmplelo Irem <* co nbate ; pecas, rnoriei-
ms e ouiros a'gutnunlos munarcbcos, |'0-
rm aoa oa turis no ai oppoem a isto,
certas ra/Oes Ihopo-m obslacul-is. Tolavia
hf evideme que liciii lo s rea^es iiIitiis-
conaes nu esta loem qie esiSo, uma oacflO 1
I 11 -i .: .1 ; i.i-m' .1 t -,' 1.1 I 1 .m-iv 1 Srt .!.
i'&sctimenle no caso da juella que de'Salfl
b pncas futes aberlss. Su** estradas pubi-
cas accessfvetl a L ti s. Seria portaiilo pro- |
ciso qu- par- co mdeiar seu syst mi de la-
in e de defesa, os po^us ajunlasseu
es-rcitus aereiis aos seus ex-rcitos de Ierra
6 mar po (^m ha urna ti Mi 'nld.i ie. lsla
estada da i-ltnosphera sendu a eslrada da
ii.i, inoiiia nauuirriiece seguranca senSo ao>
vi.ijaules da paz, elU esla semeada de peri-
gos para aquelks que quizessem 1 ni' r-i
i a empresas beilicusas. Como Ira var
uma nal iJbl e ea quando he mais que suf-
liciente uma sunala, utn s fugele para
destruir uma equipageui atcao uliiuu hu- I
moni.
Nflo he mais uma balalha, he um suicidio
a dous. S-ria purtat.to necessario que as
nacO'S coiicnidass'in em considerar o ar
c-iitvu uma r^giflo neutra ; m^s quem ousa-
na iar-so om uma lal prifliessa? E mesmo
porque razAo aquello que defende urna cau-
sa justi, porque razSo o po*o, cuj eiisl-n-
eia e^l ameagada, so re.ularia ligado or
("iiv 'iii,(i -s a'lnlniri s para cum aquello J
quecilca aos ps direitus anteriores d su- I
periores a luda ciiovengfln? I'urveiitura O I
viajante a quem o hundido pe a faca ao I
imm ', toma o trabalho de medir sua arma I
com a do assassmo ? A l*> Jomu^ao faz da paz I
universal uma necessidale.
Para fumara psz, n.in lia senflo um meio, I
a jnsli^a.
(Impossivel pnrventura a paz entreop- I
prensores e opprimilos? Hese ibra-sea arte I
de dirigir os balOs'S e no anno proiimoi^ [l
povos tomar3o sua de-forra de 1848! Dj
que meios temiveis a insnrreicSo vai ser
prvida ? Transporto ra ido d* votuutarius,
refugio certo em caso de de rota 1 O que be
e.-ta linha de pontos pretos que vam-se en-
tr-.iih.iti lo o que hoje ja ilesa aparecerm I
tus profun lezs do eap(of O'onde vem, I
para onde vm olles1 E l no Norte, o I
M- io Dm, em tolos us pontos Canleaes, I
d'unde viu m elles, para onde vam, rapi los I
E-como a tempesUde, numerosos como ases- I
trell-sem-una noile serena? Ellos veeni, I
elit> passaram. Aquelles que pa-saram suc- I
cedem-se outros, e sempre ... semetnanles I
a nuvens de psssarus de arribadlo 1 D'onlo I
vem elles, para onievam?
!..les vam da Franca, da Inglaterra, da I
Allemanha, da Amenes ile toda a pane uB- I
de ha cors^Oes quo pal^ilom a pslavra lber- |
dade, e voam, voam levando a Romt. > I

- 1
MUTILADO
1'HJBP
un t s ti.iiii. s



Perth. aTVa'Snvia, os colitigantes de toda*
isnaces-que soil'.....i a que espaol! l)u un
misar oppr-g-sul marelu rpida FUnda
espera-lua ? u.la por a emboscsda t 1-ni
qua lugares descro elles?
So a lucomotivi aerea fosse inveulida
amaiilia os gnvernos 11S0 teriam seno
uma cousa a faier; era, expropriar o Inven-
tor po- causa da utilidade desptica e in-
demniaa-lo magi.ilicamente; um Itvnriliu
nieaixa oronamic, um premio Montyor,
a condacoracao de Pin IX Ali! Tora miste
que lodos os govornos su enlendessem. K
ra bastante p ira to nar va lodas as pre-
cauchados filis poderosos estsdos, que a
repuaiica de AuJnma, ou a de S. alamino,
Monaco, ou o aenhurio de Kiiiphausen, cuja
populacflohade mulo cenl'i 'Ib almas (urna
inunarchia absoluta .';, fra bastante qu i
um destes imfiilameiiie pequeos deiis-
sea mveiiqJo no djininio publico, para que
desto foco de insfecjao, o contagio se der-
ramassa snb'e o globo inteiru.
Klodavia tiaveildever que osreacciona-
i ni- .- p, I ni ii i..... a primeira locomotiva!
(Jvos vult ptrden upltlr'dementut I Km ou-
Iros termos : quaudo Jupiler quer acab.r
com os overnos, inspirs-lnes o gostu das
loiautiai.
ftaos importar reconhecer a indepen-
dencia das naces, o dirrito de cadi un
havida, senaoe.siabelecei a jusiica no seio
do cada pan. V-so O exeicilo da orden
seivindo dealvoa uma inuluJSo de insur-
gentes, que atiram sobre elle ju-tamenle
lora de alcance. He misler extinguir os
odios da partido, evitar, daroecsiao ai es-
pirito de represalias. Kigurai a locomotiva
aero uvs mao de Cadoudal, de Fusoui de
i.m -Faux.o autor da conspiraban da plvo-
ra Calculai o effeilo du urna bomba lauca-
da do um balao aereo, e cabindo verlical-
uieiite abre a sede do goveriw! e a .1 i file 11-
dado de descubrir, do preniler 01 eriiuinu-
sos! ole lia mais stguranca senao na paz,
na j.suca e na liberdado.
Sun, lie a jusiica, a libardada, o liem es-
tai que cumplir reaiis.r apressadamente,
pirque lie claTo qua to loo syslema de po-
lica lio destruido. lela vigilancia loma-se
im.ossivel, do nada servira os passaportes,
e he desta mili que lia de ser realisida a
idea de inv 1 "i de vida onda se sella
inscripta a coiila correte de cada individuo
coma sociedade. Visio portaiiloa dilllcil-
il "ii' de 1.....1 r os eiiinmosos, DOssoa lio
n ens de estado eslarSo na dolorosa uuiOS
siilade de piocuiar um un 10 alim de diini-
nuirs'u numero. Nao tomis eatetrabiliiu,
boa nenio ; o maio csi conheci lo, ella ha
itiMiivel : contra o ciinio u especilico he a
pruspendade.
(Jigo tuda lata apenadamente. He um the-
111 1 u quil o espl'Uo d.i leltor pollera am-
pliar. Trato superllcialuie.iie o assumpto, elle
nao se esgular uo ced. Sem runda uu le...
eseapadu a uiuiueiii que o b.llao he um loa-
preciavrl mciu de propaganda. Kues Mlein-rs,
asios Praucero, ealeilugleze*, ates Italianas,
estes llespauhesqiie van ver-sc e Iricciunar os
' 1' bi ui uns cmilra ns oulros, segundo o con-
selho .!' Muulalg.ie.1 Misionarlos lealos leen.
propaito InUroduaW a Hiblu au Japu poruielus
de bullea. Pela parle debailu do ballau, cm
uma dl.ianeii eo.iveiiieriie. prende-ae urna
mecha de artllharia di.p.na era circule hurl-
sonulmeiile; suspendein-se mechas lios
que desccni verticalmenle, euiliin na ciireuii-
daile Inferior dos los preudrm-se as biblias.
Isio feilo, pnainie foge, a mecha, e dirige se o
li 1...1 para a regia,> .pie se quer enverter, e
onde n.1,1 se pode penetrar. A mecha, arden-
do val I 11 ganda suceessivaineuleas biblias ; es-
tas caheui un caminho que segu o ballo e po-
rieran couverler aquclles que ellas nao esma-
garem, e para os quaes a palavra sera duas ve-
tes viuda du co. Niugueiu pode negar que a
ideia lie eiigciihnsa.
(7que o misionarlos querem fazer para a
HlbiJa,ouiroa ofarlain com o auaillo da loco-
motiva para a mullidlo de pequeos opscu-
los, es cjuacs nio lando a vanugem de iga-
ar a uns. procnsules civls e militares nao
podeni circular em cenas locali ad.-s. ti cun j
a edicto de um peridico desa^radivel a um
t t Muito mais que o caminho de fer o,
que s. estrada ordinaria. Ninguem perder
o caminho, ninguem se embaucar, niu-
guom O'hiri dos carros.
I'orm, dir-ma-hao pode-se lr ao ohSo,
Acreditara nisio? Vejsmos. Tomemos para
exemplo a machina da M'. Palio,
un luin pelas rasOes exposlas scims. Nfio
he de presumir que os balles se resguem
todos ao iiii'siiin lempo
Se um dell-s sucroder rebenlar se, os
oulros snrBo Suincientes para empedir que
a un hinaobadeca com dumaziada presleza
s leis da gravidade. Supponhsmos qu-
iiniii n,ili s se romper ao ;nesmo lempo, o
balido dissidnte retardar baslaiUe ades-
cida para que ella nSo leuli* os movimenlos
mgicos de uma quena. E'itSo como no
mar, iniicam-sofra os liens iara salvar os
corpos e s ve/ucilade da desoda he dimi-
nuida de oulio tanto, aiui dislo os meios
mecnicos com osq laes faz-se subir lodo o
tparelbo sem laucar Tora lastro, obrando
euiSo em sentido opposlo graviiteao,
vem a Sor um poderoso s iccorro. Note-se
a un disloque oiu caso de desasir se es-
tara emcoiilicOes muito meuos d slavora-
veisqueo inarinheiio porque lem se sem-
pro oposio, a larra, muito prximas, a al-
guna minlos de ili-unria e os aerousulas
sabem quu nao he junis diflicil vencer es-
la distancia, pelo cuiilrario'
O IHm. Sr. inspector de Ihesourana ds
fu/dula provincial, em cumpiimenio da or-
dem doExm. Sr. presidente da provincia,
manda faier publico, que nos dias 13, 1* e
15 de Janeiro prximo vinduuro, ir a pra-
ija para ser arrematado, perauto o tribunal
adminilralivo da mostos thesouraria, a
.eillpio a ui-ciuua o? w>. ririi. ----------------..... -------------- ----'-- -.
Ha ti ai blleO-o 1180 he isso oquo he de quem por menos (izer a obra dosconce ios
a>< e> J_ >_.! n.lli. J_ A,.l. 4 a H f n i ti 11 a lili.
dacadela velha dt cidade deGoianua,
liada em 636,486 rs
A arremaisr-jao ser foita na forma dos ar-
igoa 3* e27 la le pro'incial n. 386, de 17
le maio do crrante anno.
As pesioas que se pmpozerem a esta srre-
111,1c; ,, comparecam a sala dnssessoesdo
111 siiiu tribunal, nos dias cima mencona-
dos polo m.eio da competentemente habi-
litados.
E para constar se mandou alllxar o pre-
sent e publicar pelo Diario.
Secreaiia da Ihesnuraria da fajenda pro
vincial de Pernatnhuco, 33 de dezembro de
1851. O secretario,
Antonio Ferroira da AnnunciacSo.
Clausulas epeciae9 da arromataeflo.
f.'soiilo feilas todas as obraa necessa-
ras, paia qua egie edificio fique em bom es-
tado e nelle po ler residir o destaca manto ,
conforme o orea ment a,,provadu pelo Exm.
-Sr. presidente da piovincia na importancia
de 636,486 is.
2.a todas as obras sarao principiadas no
Fn.aliiieutao genero homano no he uma- praso de um mez o conclu las no de 3 me-
ca do puliroes. Nao lia gloria onde U0o a-a. contados de coi.rormidade con osar-
1 uerigo O perigo lia o condimeulo dos tigos 31 3i da le provincial 11. 388.
re
ha'perigo U perigo
gozos sanos. E depo s as pessoas de pre-
caufSo puderfio muuir-se de um paraquela.
Ja os garotos de l'.iris, os quaes Sondain o
3* o pagamento da imporlancii desla
obra sera faito em urna s p> eslseflo quan lo
ella eUiver concluida e em estado de s.er re-
fuluro, seetorcita.il na manobra. Encaso cebida de'l.ntivamenle.
de desastre a gente so lane.ria aoar, e como ?. par. ludo mala que MMM
em igual caso as viagens maritimas nin- minado as presentes claus.las sguir-se.
guom correra o risco de se aff.gar, a mo- h o d.sp >sto na referida le, provincial n.
nos queoaccidunle tenhalugarprecisimen
tu em cima 10 mar, oque nao he i o pus-
sivel, cubrindo elle as uez quartas partos
do globo. Coiicluo d'aquiqu-i lia bomsi-
bni miar ; Mr. Goiarddeu um desles dias
a formula. f'inalinintJ para aquello* qua
II.w ili-l Illa IS-.J ll' -ilirr II al.nl,1, lis um
piooesso da urna saguraiic.a incootestasel
lie licsi em casi. 1'orcin 110 (i.n do seis me-
zes de naveg-co aerea, uinguem querera
mais ustr dalle.
Vinlir Mennier.
(Press- I
CJttlMtiCIU.
286. Cunforme. O secretario,
Antonio Ferroira da AunuuciacSo.
O lllm. -sr inspector da ihesourana da
fazonda provincial, en cimprimonto da or
Publicares Iliterarias.
ELEMENTOS
DI
Ilamnupithia.
Sahio a luz a segunda parte desta obra
composla pelo professur homceopatha Gos-
sel iii'iioni. ReceJiem-se assignaturas psra
a obra inteira a 1,000 rs., no consultorio
ti.nuil'.ipathicu .la ra das Cruzas n. 38. I)a-
pois na publicsfSo da tercelra parle, o pre-
Co sera elevado a 8,000 rs. para aquellas
que iian tiveremascignado. No mesmo con-
sultorio, actia-sea venda ludo quanloh
necassario para o esludo e a pralica da Do-
mceopathia, como saja : livros impressos
para historias de d.irires, reitimens apro-
priados para a provincia de Peruamb>>o, t
eucarrexa-se de mandar forneoer qnalquar
ancommeuda de medicamoulus homceoia-
thicos, lauto avulsos como em caitas, em
glbulos como em limuras.
No prelo : Vathogenetia dos medicamen
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e phiiiologia com es-
tampas, para os curiosos em liomoeopalhia
lloga-se aos seuhores assignaules o ob-
sequio d mandar receber seus.exampia-
res un consultorio hoinrjeopalhtco da ra
das Cruzes u. 28._____________
TRATAMENTO HOMEO-
PATHIGO.
Di9 HOLBSTIAS VESKBKSS,
e conselhos aos doeutes para so curarem a
si mesmo, aem precisarom de medico;
pelo professur honicsopatha
Gosset-Uimant.
Sahio a luz e acha-se a vooda no consul-
torio iioinoeopathico da ruadas Cruzes n.
38, pelo prefo de 1,000 rs.
-
Avisos ni.triliinos.
-- Para o Ararac e Gianja segu viage
con. lo la a brevi lade a escuna S. Jos, da
dem do ltm. Sr. presidente da provincia de qU1#| ne megtre e pralico, Jos Manoal llo-
23 do crranle, maula farer publico, que jiiriguespara Cirga", e passag-iros : trala-se
nos dias 13, 14 a 15 de janeiro prximo vin-jni rua u, Ctul u0 iiecife u. 3, com Ulnoel
duuro, ira a praqa para ser arremetido, pa-
rante o tribunal administrativo da n.esma
ihesouraiia, aquam por menos fi/eraobra
dos reparos da ponie sobre o rio lina na po-
voagao de Sanio Aitaro Jaboalilo, avahada
em IS. 1:330, 330.
Jos de Sa Aranjn, mi r mi n inestre no Tra-
piche do Algodao.
-- Para Lisboa pretende sabir com brevi
dado o b igue porluguoz Nnvo Vencedor
por ler maior parle da Carga prompia, quem
no mesmo quizer ca regar ou ir lie passa-
biluadas.
E para constar sa mandou afiliar o pr-
senle o publicar polo Diario.
Secretaria da thesourarii da fazenda pro-
vincial de Perdambuco 30 de detembro de
1851.Osesrctsrio,
Antonio Kerreira de AnnuncinSo.
Chusulas rs.ieciaea da arremata(3o.
|, Os reparos da ponte sobra o rio Una
ra povoacSo do Saulu Amaro Jalio.lflo, se-
Al.l iMltlA.
Hendimnnto do dia 8. 18:258,474
Oeerarregam hojt 9 de Janeiro.
HriRiie inglez -Cario! familia da trigo.
Barca inglozs Seword **- mercado.las.
Urigue brssreiro -- Animo gneros do
paiz. .
Urigue francoz tteaujeu merendonas.
Hngne hrasileiro Harlana i lem.
Escuna brasiieira Graciola o rcslo.
iliate brasilelro Flor de Cururipe geno-
ros do raz.
l:il|::i!-li'.':i>-
lliiln brasileiro Fio- do Cururipe, viudo
lo Anicny. consignado a ordem, manifes-! na > Coitos ,ela forma, sob as condicOes, e
tou oseiuinto: do moJo indicado no orcamonlo appiovado
176 meios de sola, 81 coaros salgados, pela dir.cloria em ron elho, e apreseiilado
810 cotinnhos do cabra; a Domingos Luiz Uo Exm. Sr. presidenta da provincia pelo
de A11lra.l1. i prerjo du ris 1:330,23J.
38 cains velas do carnauba, 55 meios de 2 AS obras pniicipitiSo no praso de um
gola a Antonio Lipes Pereira de Mello. j mez, e sei3o acabados uo de cinco me.os,
74 sacras cera de carnauba, 57 dilaa (ai- ambos contados da entregado termo da ar-
illo, 268 meios das i\; 57 couros salgados, | romatar,ao.
3J0O'Mis da cabra, 136 molhis ditos le di- 3." o pagamento da importancia desla
ta, 20 saccas algo lo em pluma ; a Antonio I obra s-ra f mo ein uma s ureslagao q.iau*
1 .'i 1 i 1 11 de Souza Rb'iro. 1 do ella estiver concluida o em estado uo ser
28 mol nos esleirs, 68 sacos eera de Cir I rocabida dilinilivam-nte.
naubs, 5 moldo,, couros de cabra, i>63 mi-i is 4." Para iu lo o mais que nao esl deter-
do sola, 43 couros salgados, 120 MCtTO fei- minado as prsenles clausules, s'guir-sa-
ilu e 1 birrica gipalos ; a Manuel Jos de Sa ha o que disida o leguainonto de 17 '
Eeoiuo|'Ar,i, :maio de 1851. Conforme. O are ela
31 saccas f. jilo, 24 ditas farinlia, 5 fardos |
A arremlacao ser feila na lorma dos K ,, ,|ir,jH.s BS consignatarios Thomaz de
arts 94e27 la lea provincial n. 286 de 17 Al)Um,, Konseca dt Fir.o ; na rua do Viga-
de maio do crrenla auno. rion. 19primeiroandar ou como capiUoii<
As pessoas que se propozerem a esla T",prt$*.
remaiac.10, comparecen! na sala das sesses | .. No p,le0 j, rbeira de S. Jos n. 15,
do mesmo liiliuoal, nos dias cima mencto- |STa.gue engqmma-se com peifoi^ao e se-
nados palo meto da competentemente ha- ce|ll
circulo qualquer "aerla lapidaiueuie da*triDn,'||aj[l'i(~~" mollios esleirs, ll'O pr'S de
laBeiiidrsiriDuldor.seui coiiipro.r.eiler a pes |( o Siccicera J abeh, 720 es-
90a alguuia! Fra nece.sarlo voliar a "O"""*J, i,.ai.uj, irrancisco de Alein. I
is&. arra *sas i t32oo ^MaS. ioa0 Ja cu,,.,. M.-
se mais lunge I O imperador "icolao, como lio- j gaHifleg.
Antonio Feririra da
le 17 da
io,
Annuuoiaefiu
agj___1------JJ
Oct'iara^fto,
-- A matricula da aula do linhygraphia
..~ i^iA'no lycn desta ci lada, chi-se abena desde
a Antonio ', j,,1,5 aJ ult,mi) ,,0 current.
O Consellio da a lininislrar 1.> naval
iiciiida ord"eui pruhi'be aos livros ccideulaes I 34 a narra Ins esteiras ;
.iint.rli de suas liusiias. o quena i impede Teixejra deCstro.
que ah se laca urna venda couodcravel del 41 SBCC., 0ara dn carnauba. 7 molhns COU- arromatarii u forecimeut
certas publicaces IVancetas que eu podera ci- .iTanso Moejra. contrita por arrn.n-iacdO u luriieuinei 1
,ar: l uo .7-p.da, ta.-eJa favores__ \ r4^0^.%V.t 81 cS ..Ig.dOI a *" 6"8rS ,b** '^"' '?*' P".."-
gue nielo euipreg.ria F^jfig'** I ThOlHO So've & C.inpanhla.
por maior que seja siia espada, para aieancar
vics arma los e hospital,1 saber: az-Mle doce
a Luiz
. des.ribu.dore. areos que der.a.na.se. en. I Caitfln c l^alo, 13 mullios esleirs ; a
seuse.tadosa.emculedos.c.alismo.' Sejail- Fe'el PliitOCtCompanhl.
todito para deinunsir-r a .fomoria que a loco- 138 dilOS co.irns da cabra, I nmliruino 1
moiiva aerea, urna vezde.co .erli, a liberdade 0,,c ; Anloiliu Lipes Ferr.-ira da Mello.
1111,11. 1.1 n.1,1 he mais da e.tacao. Cuusa ad- 34 parei decolliui nus, 10 molllOS COUTOS
mirave: Ha ne.te......nenio em alguma parle 1. b,t g do mundo un. pulir hon.em. s couheeido no ,;., c,,ra ,1,. be|ha ; a USOOH Dias.
ffJffl%WrJltVr 2 s ce, dita da carnauba; a Joaquiu, Lo-
sar insnnla ae.se podtroso gigante Perifengv- p.'S erreira.
rllerimliil queameaja engolirdc um s bucea-, lldtasdlli, 5 molllOS esleirs,
du i.,.1,1 a 1 mii-m 11.! Amonio d" Siqueira.
E o mi iu' desle sonha.lor, Jaques, Jo3o,' n igue hamhurgurz E-l vin lo da Torra u 0 juji da {>1 (Jq t Pedro en. no 1 e ilebs, islo n3o unpoita, Nova, cons nnu a ts. O. D.oberct Cora-, lrjcl() J rr9zuezia da S Fre Pedro Goncal-
Vi reperc.rtir de re^e .te nos qualro an- panhia, ,1 anif-stou o srguinto : : ves do Itecifa, dlsu liencia nas tercas e set-
gulosdo mundo, elle penetra a ale na me- 6D0 barricas b.cnlno, 100 toneliaiMa bjgfoirasM* honda tanta, na cali deeua
norchoupana EUo viv.o eleniamenla ;Carva.i da pa.l'a, I bail carne salgada, 430 r0iuelicj, 8t da rua UJ Cadea
Hi.q.ii a quinhenlas anuos, fra os eru lilos, remos ; aos consgnala'i
CONSULADO GERAL.
R-ndimentodo dia 1 a7. 5:191,356
dem do dia 8.......
de Lisboa, assucar b'auco de pnmaira qua-
lidade, arroz branca do amnliin. baca-
lii.-in, bolacna. i:ir r vento e s 'rea, pao, lou
cinhu 10 Lisboi,Oii Sanios, vinagra da L.s-
I boa, carnauba e esparnac ta em velas e t*~
fe'ng.0i: osqua quierem conco>rer ao
dilu fornecimento deve 11 comear-cer as 12
horas du da 10 do correnle, na sala das ses-
sfles com suas projost*s declarando o me-
nor preco e quem os liadures, cujo contra-
| lo lera principio no dia 2 e terminara em 31
da marco futoro.
i;u, ni" -mIh-i i qu.- Mr. Thicrs. M. Giizol,
Mr.deMoutolembertexisliram? Nao cito se-
lio ll, sliines
Seu nome ligurara jamis senlo na his-
toria partcula, desle paiz ; a historia uni-
versal Ine dar, com parla na cara.
11.....ne .le inventor ls lacomotlva aeria,
sei lulcfiplO em lodas as lingoas e em
todos aunaos de lodas as na, -. ApOntem-
11. a em poltico dixna 1 .1 -ralbar, os spa-
los 'lo liomein ilesconhecido que ledurio o
domesiicidade, aquello que primeiro
Auauncia-sa pela seguirla soreg da
met do Consolado provincial, que os triu-
ta dias Uleis mrcalos imn reCebimellto
3:69),735 ja decima dos pr.-dios urbanas desla cila-
8"9i J91 i (iualwaiii em 13 do rente mez daj.nei- -- va *,..,- < -. 0... ...
""""*""Iro, e lodosos p.oprietarios que deitaram [poucos dias, por l-sr quasi lodo o seu carro-
...... Ido pagar uesse prazo, 1....... en na multa 1 ga.uenlo pro.nplo.o alacho brasileiro Uous
llendimonlodo dial a 7. *sf0;' Ue 3,or OOsobreo valordeseus dbitos. de Agosto,capiUo Cunsiovao Podro da Car-
llomdodiaS........ 200,877 ..por 0rdem do Sr
-- Precisa-se de um homem que enteo da
de |i!n ar.io de flores, pira lomar cotila oe
um jardi u : ni rua da Aurora 11. 38
Para o Um do Janeiro pretende sahir
com brandado o be 111 conhecilo e velleiro
brigue brasileiro L-ao, quem no mesmo
quizer carregar, ir da p*ssagein, ou e Jibar-
ear esefavos, dirija se a rua da Ctela do
Kecifen.5l:a tratar com Jnaquim Ribeiro
Pintes, que promelte faier os freas era
en it 1. I mili mu ven Ir-so ou iroca-se o mes-
mu Jjrigue por algumas proi rielados de
casas nesla pra?a queconvenha : quem de-
sojar qualquer negocio ao roiernto navio,
podo ir a bordo do mesmo, funleadono
Forle do Mallo, e fazer os eiames quo lite
aprouver.
Vende-se a muito linda e veleira bar-
(.( 1 ,1 noii.in.'i'la II..o blela, OOnsl. uida no
Pilar diisAI-goas.de pii.neiiaviagem, de lo-
le de 38 a 3o caixas, paia ver no lorie do
Malo so 1 do trapiche do algodao: a tra-
tar na rua do Cresaon 13, lo]*, de JoBO de
Siquoira I 1,1 & Co.npanhia.
Para o Assu com escala pelo Rio grande
do Norte, segu iuipraterivolmeute uo dia
nove 1I0 r 1 .rule o mate A mlica, quem no
inesiiKi quizer carregar ou ir depassagem.
eiiteilda-se na rua da Cadoia do llecifo u. 49,
com o consignatario ou abordo com o mes-
ire.
Paia a Raliia.
Saguo com brevi.lade a bem conhecida
scuua nacional AHBLAIDE quem o restante
lo seu carregaoienlu quizer fazer, q iei-
1.111 dirigir-ae a rua da Cadeia do Recifen.
33, ou 56 A.
Para o Rio de Janeiro sabe com nuil
brevi lade por ler parte do carregamentu
engajado, o palacio nacional Hlargarida, ca-
pito Florencio Y. Marques : quem no mes
quizar drregar, tur de pats-igem ou e>n-
bacar escravos, para oquo te u commodos
- .ill.'i.'iili.'-, pode onten ler-so rO 00 mesmo
capililn ou com Luiz Jo-r de Sa Araujo, u
rua da Cruz n. 33.
l'ara o Kio de Janeiro.
S.'.-nr com bravida le a sumaca brasiieira
S.Aiitonio.niuilo novae de superior maraal
para caiga, escravos a frote e passageiros.
trala-se com os consignatarios M l'ni'i mi.', na rua do Vigaiio n. 19, segondo
andar, ou com o c _,1111.!-, na l'i.ir 1
-- Para o Pono, segu com toda a brevl-
dade, a barca portugueza E-pinto Sanio,ca-
.ut.i.i Jo.i,1 Carlos Teiieira ; quem na mesma
quizer carregar uu ir da p.Siagam dirija-se
au escriplorio de Francisco Alves da Gunba
JcCoropauliia, na rua 10 Vigano
-- Para o Rio Grande do Sil seguir em
Nova fabrica de chapeos de sol e
tintn ,11 i t, no aterro da Boa Vis-
ta n. ai.
Nesta nova fabrica o respeitavel publico
schara um completo sortimenlo de chapeos
de sol de seda e oaninhu tanto para ho-
mem, como para senhora, e concert igual-
mente, por preqos mais commodos do que
em mifa qualquer pinte ; para este mesmo
estaba comento saacha modada a tinturara
franceza da rua Velna n. 74, tiugindo-se to-
da e qualquer fazenda da seda, ISa, algodao
o liniio, unto eu o'ora, como om p'ca e
com mu o asseio, assioi comu sa alimpam
casacas e outra qualquer ropa de panno,
que livor nodoas, i>onoo so como novas, e
por precos minio C111111111 lus.
Caroliua Cyriaca Pereira dos Santos,
substitua d-scadei'Ss de primairas leltas
desla cidade, faz sciente ao respeitavel pu-
blico, q ,1' ahilo a sua aula particular da
priineiras lelt as no da 7 do crtente : na
rua du Aragao n. 27.
AtiencSo.
Ne dia 31 de dse nb'0, vcio um mo-
lalinhoaum prelo ambos mucog, com :!.,.-
vallus, e reeullieram no meu quintal, c
pergunlando-ae a um delles ao qu .vinham-
dtserain que vinbam buscar uns mucos no-
tos do fallecido Antonio M.iques da Cisti
Suares, eco.no ateo presento n3-t appare-
ceramsofaz publico para qiam for seu dono
os vir buscar, e pagar luda a desbeza que
com os inesmos eslou lendo : uas 5 Pon-
as aro airo) de sal do Carvalho.
-- O corretor Miguel Carneiro, far loil.Vi
no dia 1 1 .;.i le.'.., 13 do correnle as 10 lio
la-. ,11 ..i.iuli.ia uo seu armazem na ruado
Trapicho n. 40, de varios trastea novse
com pouco uso; louca. Vidrie, licis masi-
nhascoin pedra de multo gosto, cindieiros
para cima de masa, euut.os objectos nor
qualquer preco que appareca : assim como
ao mel da em poni ir a leil.io uma por-
ra > .10 Sal relio 1 lo.
A nioii iu Jos Ribeiro Bastos, retira-se
para o tilo da I.un 1 o, levando em sua
r in.'.'.iii'.i 1 n s 11 r-r ,iv, 1 ile nome Justiuu,
creoulo
~ Se houver quem queira uma ama para
casa, e Jo bous c >s urnas, d rija-so na rua
da Senzalla, esa terrean 36.
Sendo qu 10 Sr Jos An trulla fetoalguin negocio al o da 17 de
dezambro do auno p o com o teirenn de
31 palmos de frent-e 425 di fundo na pro-
jeelad 1 iu 1 da Sol lado para o Minguinh 1;
peda-so a passoa que o fez queira declarar
por osle Diario.
-- Emilio Buch retractisla de liambur-
go, t m a honra da recomm indar-s ao res-
peitavel publico d.'-ia prerii e provincia,
po > eltanJo eiocutar com prumplidAia e
perfeica.) to la e qualquer obra da sua arta.
Quem quitar utilizar-so de seu preslimo
he rugado de dirijir-se a casa de sua rsi-
.lunci.i, na roa do Trapiche Novo 11 15 ler-
e-no andar,em to los osdias uteis das 9 ho-
-as da manhaa at as 4 da tarde.
-- No eiigeuho Mallo Groagu, comarca do
Cabo, pn-cisa-se de um porluguez, para
fei tur do campo, que teuha p.ulica a conha-
cimonto do t ahalho e seja .le boa conduc-
ta, agradan 10 sera bem recompensado.
DIVERSAS PROVINCIAS
658.938
-ll ir-s -lia matricula das aulas do l.yceo
no da 15 do correnle, e sera encerrada no
ultimo deste mesmo mez, eicapfflo da de
L1I1.11 Lycau 2 de Janeiro do 1852.O
cBo .
cullivou o rige, FHa sede revelrjflo, e, RECEBEOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
encarn?ao ei-laa! Ilouveiam lio grao-i RAES HE PEItNAMBUCO.
des, nao houvi rTil inaiures. IRendimenlo do dia 8..... 618,393
Ha evidente que a velha snciadeda est a Ctl.N'ULADO PROVI.VCHL. amauuense.Heruieoegifdo Marcellino de Mi-
acabar. De MaisTe, esle pmphela sentiu- dem dn 'i. 8 -._^_i_*i*! SjrMda.
do a mora de peno.escravia : Vou-mi W'ltttMMttMtMmttS'^f^^^e^^^**'**^''' An,on Simplicio de Barros, juiz de
iVliiVllIieiltOUlI |IU'U;. Ipi do 2*deslricto da freguezia do S. Fre
---------------------- 1 Pedro GonsrIvs aclis-seen exercic:odiS
Navio entrado nn dia S respectivas l'uocos da auliencii n '8 quar-
Rio de Janeiro 15 dias, brigue sueco Don Ug relrag es.buadosas4 horas da tarda,ii3o
Tieraza, de 202 lonelladas, cpnao L. gando feria lo ..u sanllicado, na casa da sua
director interino faco'v|iio: quem 110 uiosmo qui/er carregar ou
publico qua na cnnformidaJe do art. 13do ir de passageui, dinja-sea B iltirt Oliveira,
rr gol me.11.1 de 12 de maio du anuo p.lin 'O na rua da Cadea do Recifa, armaze u 11. 12,
Dannbery, cquipigein II, em lastro; a
ordem. ____________
EDITAES.
cn.li ai a com a Eurma, he ir egi boa co.npa.
panilla,. A Europa vai-se embora ; a Eu-
ropa da ignorancia, da miseria ; e au tnes-
1110 lempo que a velna Kuropa desee ao t-
mulo, a juven Europa da sciencia positiva,
da liberdade i.limilada, da prosperidadu u-
inveisal s'ergua no horisonle.
Ja o presente esta da possa de instrumen-
tos que o esc 'Ir ... Qua lem que fazer a
sociedade do h.je com u lelagrapho elctri-
co, por exemplo? ha um embarace, co no ODoutir Jos H-iy.iiiin 10 da Co.ti M.nezes
provam as diili.uldades com que se quer ju.z municipal ;.u lente da segunda va-
rstorvar S' u uso. Convem conserva lo as ra e do commerc.o nesia cidado do Ite-
mflos do governos, mas romo congaguir is- cifa da Pernambuco por S M. I. e C. o Sr"
I- .-'iu, ir ;' ds caminaosda f.uro s3o um I). Pedro I ., que Dos guarda ele.
rengo, os progressos da iinprensa. sao ou- Paco sab r aos qua o presenta edtlal vi-
tros mais. rem qua 110 da 28 do correnle mez, na casa
Esta entilarlo cada vez intimo da popu- das audiencias, Uepois de maio da sa ha do
liOes, esla dillusao cada vez maisrapili arrematar cm prarja publica por vonda um
de luzes, sfle por ventura condicijrs f.vo- leireno ni uuva tra'essa qoosagua da rua
raveis para o roslahelecimenlo do desrolis- da Solidado pira a estrala d 1 E'lancia, com
m.i para aseguranca do fanatismo!' Tantas 31 palmos do frente o425defdiilo,algunsar-
invenrO s de iodos os gen -ros com vista de voroJns du fructos, sem bcnefeilunas, etilos
suavisar a existencia com.nu n, s8o por ven- propnos.devide pelo pueme e c joi o sillo de
1 tura proprias para fazer reviver esla rreuca Antonia de Cadaval Pinto, e pelo nascento
ta.eiifraquecila ja, o que lio o verdadeiro ronou.ro lerntorio lo executado, avaln-
lcimento do llirono e do altar? O que he a do por 250,000 rs., pinborado a Jos Ana-
alvanoplastia, oque heod.gnarr.olypo ? Cielo da Silva por execucBo de Manoel ron-
fcrucessos ie rauedas falsas, Ea plvora seca da MoJai ros : e para quecheguea no-
algoiao ? o vallio mutuo esta em Ira- licia da lodos man le passar o presen, e
las, a locomocao aerea far delle flog. dous do mesmo llieor quo serlo allia ios
r 'Mil ion 1 uo rus du Pilar pnmeiro andar
do sobrado em que esl a repartir-So da
Sao te, e deipacha a-qualquai h ira do dia.
ptn
legurauca que nenuura oulro caunn.i. quim Bautista
luitomaisqueomar evidentemente, por- cuvi. JoSC Raymuodo da costa mono
)ue ati temos doua ulemeulos quo comba- zes.
esCrivAo interino
Tilatrode A|io!lo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
SaiOarto id de jtneiro de 1852.
[lepms da uma e-com la oiveitura em
grande O'Clieslra, subir do novo scena
com'odo o brilbaniismo o maravilnuso e
sompre applaudido drama de grande mi-
cbiuismo,
D. JOA DE MARAA,
ou
A Queda deum Anjo.
O director empresario faz scieute ao res-
peitavel publico que lendo de desmanchar
o trsbalhoso maclnnism > desto inleressan-
ii-siiiiii drama para poder por oulros de
grande monta, no podo levar scana se
nao asa vez que sera a ultima: as-im as
pessoas que desoja n ver esla bellissima
roduejao, que'em verdade he a p'imeira
quo neste genero lem subido nos thealros
de Pernambuco, e que enconmen laram bi-
Ihatea de camaroies, mandarflo qoanto an-
tes buscar no escriplorlo 'do iheairo, pois
to Contrario soro ven j Jos a quem primei-
ro se apresentar.
Principiar Impretorivelmente s 8 horas
em ponto.
m
Avisos diversos.
D. W. BAYN0.N.
CirurgiSn doiitista ame- %
ricano, avisa ao respei- 6%
tavel publico desta cidade <0
t11 ler rernlemanle voltado dos Estados %
10 Unidos, a qua ge acha promplo a fazer J,
0*9 toda a qu< lida la lo .iiicar.io paiten- lajt
t>i ceu-le a sua gil- segundo os me- 4
i Ih nMiiimiios mais mo lernos: pdese .?
*f.i procurar no holelFraneisoo. a)
S+^SjWS*" M f *&2>99* <9
Precia i-se da uma ama de leita pa-
ga-sal 2,000 rs. por mez : ni rua das 1.a-
JTangeir,s Da 14, segundo andar.
-- Francisco Ribeiro Pi.es, embarca pira
o Rio do 1 ii'i.rn, o sau escravu mulato, de
1.0111 Jos.
- Aluga-se uma sal 1 e um quarto do so-
brado da rua da Cruz n 14 : a liatar na lo-
ja do mesmo sob>ado. Na mesma vende-so
uma selea latina.
D-sa de cem a um cont de ri -, sobre
penhoies do 011ro, ou prata, aos juros de
i por cenlo ao mez : quem os preten ler, di-
rija-se a rua lm;.i do R.zario, luja de iniu-
dezas n 26, que l sa dir quen dt.
Offereen-8) um cria'o furro, que ssbe
COlionar e fazer todo o servico de orna caga,
prefarin lo-so casa esl'aiiiteira: quem o pre-
tender, dinja-se a rua da C niel 1 Velha 11. 6.
Aluga-se a loja n i5,darua
do Crespo, e garante-se o arren-
demento pelo tempo que convier a
quem comprar a armaco mes-
ma loj.i: a trata,r na rua da Cadeia
de S. Antonio n. ti.
Precisa-se de uma ama que tilo seja
111051: na rua das Aguas-Verdes n. 82, pri-
meiro an lar.
" Precisa-se alugar uma ama de lailo : na
rua do Trapiche Novo n. 4, defronledo mes-
mo Trapiche.
O crurgiSo Bernardo Pereira do Carmo
faz sciente as pessoas que a lampos Ihe fa-
laram o mesmoa que n convier e quizer,pa-
r.i por meio de um aju .ni 11 o a I ni," 11 o das molesliis que possam ap-
psrecer, que tenham a bondade de virem a
casa da sua residencia na ma do It z.rio
larga u. 30, 011,1 os poder I incisremn.de seus
clientes. 0 mesmo declara nao poder ir
presentemente as su >s cs>as por estar anda
r uo mu a io r pede o d.srulpam mo s-
tai em casa a os que o 1 rocuraranidesdeol.
de jan ifro at 3, por ler sido de urgencia
Oslar nesse lempo fura. Agradece tambero
por r n 11.....1 us qu. 11 vn ,1 in a hondada de
o virein rom, un Mar, asseguraudo-lhes ,
sua e-lima e gralidao.
Casa de cotiimissao de escravos.
Na rua Diieita u. 3, sobrado de 3 andares,
defiouta du becco da S. Pedro rec-'be'n-se
escravos de ambos os sexos, para se vendo-
"111 na commisSao, uo sa levando poresso
trsbalbo mais do que 2 por cento, e sem se
levar Ciiuna alguioa de cumedurias, offere-
ceodo-se para isio toda a seguranza precisa
pira os dltng e>cnvos.
Jim' I' 1 i'ii,1 'a i.unli.i o'il> rea para
o Rio .le Janeiro, o seu escravo crooulo, de
nomo Pedio.
Precisa-se alugar uma prrta, que seja
r 1 1 i ', a qual saiba lavar, engonimar, Cu-
iiihar u fazer o servico i.11 ru de uma ca-
sa de oonr 1 familia : li .la-.e na rua do Trt-
, ir lie 11 6,
-- Perdeii-seum botlo de ouro, cortado
e pequeo, de punhode camigi, no sa po-
de dizercn que rua : puiiiqiem o achar
e o quizer enlegar, va a luja derelojoeiro
lo Sr Vnissiino, na piaca da t-olr ru I n
ca, que la BCblr o ir.mi do dito bol."ni
11 1 I 10, ou l a falla anuuucio para ser pro-
curado, levando-so o mesoio botSo grati-
lica-se
Precisa-se de um amasssdor, pan uma
padaria nosApipucos: a tratar na rua Di-
ri a 11. 69.
Precisa-se de 500 000 rs. a premio, por
lempo de 6 mezeg, danlo-se prerisa ga-
ranta : quem os quizer dar, annuncie para
ser procurado.
(i culelLsta Salusliano de A-
quino Feneira, faz sciente a quem
l''r possoiiiur 811, da 19. lotera oolheatro de
,S. Pedro de Alcntara da itio de
Janeiro, em que sahio a mm te de
irooof de rs., que pode mandar
receber na praca da Independen-
cia n. i.'i e i5, loja de calsado do
r nies.
-- Precisa-so ilugar uma prela esonvi,
pura serviriu de muito pouca familia : na
Pun' Velha n.14.
Precisarse de uma preU escrav, ou
mesmo furrs, para o servirlo de uma casa
le pouea fam.lii, paga-se bem : di rua do
Mil-p Co II. 52.
Troca-se por uma barraca ou por es-
cravos, uma das melho da ci lade de i.tiu-n n, Com 2 salas, 9 Corre-
dores, 2 salas detraz, 6 r niai uilias.cosinha
fra, quintal grande e cacimba de boa agoa:
quem a prelan Jer dirija-sea rua do Vigario
II. 20, a tratar com o sau proprietario.
Manoel de Almeida Lupes, com cisi
de consignado para comprar e vender es-
cravos lanloparaesta provincia, como pa-
ra fura dalla, mudo.i a sua residencia da
rua da Cadeia do Racife, n. 51, para a rua
da Cacimba, o. II, aonde morou o fluido
Exm. vigario. Brrelo, onde oonlinua, offe-
receudo-se toda a seguranca precisa para os
mes nus o bom tralameuto.
Cu l grafa

Na Rua do Aragao, n. i2, se-
gundo mi Iu-, ropia-se com perfei-
i;a qmlqtier pipel em muito boa
l.'l.i e por preco comoiodo.
-- Acha-se 1 11 iiia nova de SSSF, (de ra-
minha) para vendar, nos ar.uazans do Das-
ne loo I: & Companhia, no becco do Gon-
ce I ves.
*44QB9'*)t9*9*99'i9&9
* Paulo (.nlgnoilx, dentista f
* frnncez. olTercce eeu presU-
1110 uo uiililico para todos os y
mivtvn-s dp aua prollssao:
Spde ser procurado a qual- #
quer hora em sua casa, na ajf
jf 1 na lni'ga do Rolarlo, 1. >>
m segundo .ndy.r.__________-^mS
aV # *
A professora que resida, no primelo
andar da casa nova do pateo do Cirmo, lem
a honra de coumuniear aosdiguos paos de
- -- .-.ut.aa-ae ua urna ama ue .ene, par. ,|IIIDnig e 0J de mais que qunorem
a. acabar de criar um menino de 9 mezes no ue ^ue, ,,
I- se o ha a preso, com, tamo que lenha boa ) o d,a 12 doco.reula, ou-
Precisa-se ulular uuia escra-
va, que stj 1 boa co>iulieira e cotn-
praleira,: quem a liver dirija-.se
a rua da Assumpcao ou muro da
Penha n. 16.
-- o padre Manoel Adriano de Alhuquer
quo Mello, avisa ao reapejlsvel publico, a
p. iii'-i. almenle ,os paesde g'us alumnos,
qua abra a sua aula de prriiewas lelras 1.0
oa 12 dn corren te j.neiio
O aballo ass.g.iado profr-si' jubilado
na cadeira de geog aplua o historia do li-
rt'ii desla cidade, tein dado cometo aos 1ra-
baihoslesua aula particular desde o dia 7
do cmrente, e m-lia c uitini ensinar la-
n 111, franecz, 1 linones e geoiiraphia, para o
iiirs acha couipeleuleii.enld autborisa-
do ; as pessoas, que, de seu presumo, se
quizerem utiliz r, podem procura-lo na
luadrS, Rila, sobrado do Ci to .lefoule
da rlbelra. Affonso Jone de Oliveira.
Precisa-se de 2n0,000 rs. a lem 1 ,1 11-
do-s boa di mi por garante : quain quizer
.lar-Ios annuucie para ser proru ado.
n P.ecisa-se de uma ama secca ou n
n mesmo uma escrava, para todo o
. servico de uma casada pouca fami-
,. quem esliver uestas circurntancias.
** apparefa na roa do Vigario n. 9, que
aajg
*9 se di quem precisa.
@3993>3s}>99d30303
No domingo de.na Irujada 4 do cor-
rente, per Ir.i-s da camb, do Carmo at .1
igrej< d penha, um saq unhn de chita azul
com 2 ivos, e uns oculos denl'O : qoem
o achou fara o favor do entregar o sachi is-
1.1 1 da dita igieja da panna, que se loe gra-
tilicara
-- Troca-se um moleque de 8 annos po'
uma prela de uaejlo que nSo lenha vicios
nem achaques, voltando o que for justo :
na roa do Co'uvello n. 29.
Precisa-sa de um pr lo robusto para o
s o viro ordinario Je padaria : na rua do
1.01 nv 'Ilo 11 29
Na noite do da de Reig sg 6 horas
lendo do- i|,p Her lo uma cacnorra lina da
rua do Rangal, a qual seiiuio uma familia
assim comu uma mulher de chales par as
partes ta rua da ITaii por isso pede-se en-
ra en liiii-nlra os sunhorrsqie a mesilla a-
comoanhou que que.endo a restituir se pa-
gara 5,000 rs. pelo san trabalho na roa da S
Ocilia I..4.0U -11111111101.1 que se pagara lodas
as despezas.
- O padre Thomaz de Santa Maiianna A pesso que no Diario de hontem an-
de Jess Magilhaes, qu-ja abri a sua aula nunciuu precisar de 500.000 rs., com as ne-
piraens.uarp.imeiras leitns e latim, se- ^'^'.f Ttt.M??!ff.d,")-M : a rua d0
gun
cas
I l'l II'', un 1 1 'IU a t'O >- auno
recebe alumnos ii3o s externos, enmo meio Antonio do t.eal.o E nhambana
peiisiuuist.s e tambara pensionist.s. ese| --Deseja S'Sabar se existe nesta provm-
nb'iga a dar bom tratamanlo, esausan 10 po- ca, ou em alguma nutra do nmte, ou Sul
rm de me icionar precos equ.li.lada do atoa.bahia, o Sr. I) mingos da S Iva B.rbo-
tralamento, porque com os pas, tutores, ou a-, natural da provincia do Rio Grande do
curadores g< entender : o que por n Sul ; o mesmo Sr ou quem della der noti-
promeltehe o a liantamentodosseusalum- ca, fara.. grande favor dirigindo-se a loja
nus e a boa edoccao. do Sr- Figuoiroi, a Tallar com o mesmo Sr.
~ J .se Valenli.n da Silva, bem oonhoci- que dir o motivo, alias de grande iuteres-
do por ensinar latim, por aspado de 16 an- se para o dito Sr. Barbosa,
nos, Ir in bra a ajuem convier, que elle abre A aula da rua do Apollo, n. 21, abrase
asa aula de grammatica latina 12 do no dia 12 do correnta :ensinSo-se nella pn-
correnle Janeiro, na rua da Alegra (na Boa meiras leiras, grammatica nacional, latina,
Vista n. :is, mi le recebe alumnos externos, francesa e msica; e seu director eusiua
pensin si.s eanaios pensionisias, dando a tambem por casas particulares eslas disci-
rsle- n ,11111o l.'.taiirllio. l'a i> lid ni eusioa pllnas.
em lloras reservadas aos qua nSo poderem -- Quem precisar de paramentos de igreja,
'requemar as horas das aulas : adverle di' ija te a rua do Vigario n. ISpimeiro
que para isso si acna autorisado, pelo pre- anlar e ahi achara com qu'm tratar na
si,lame la pro vi Mis, o u virluJe do regula- j< a ven la osurnamenlossegulntes:cazulas,
ment de 12 de maio. pailio, mangas de Cruz, umbellas, Capas de '
Quem deixuu um clapo J de sol dan- asperges e vu de hombros,
do os siguaes carlos se Ihe entregar : na Ii- -- Precisa-se da orna ama deleita, para
VK'li ll.l'ii'S, d. praei da Indepen loiici
Aloga-se uma uasa tarrea 01 rua Be
ira ensinar p.imeiras lettraj e latim, sa- cegsarias sHgur.ss uinj.-ae 1 .u<
jnlo o syst-ma adoptado as aulspubli-Kr,-l n. 36, laudar.
is desle imperio, para o que sa acaa hab-! O coronel Mo Francisco de Chabt
lado, na rua do Pi'es da Boa Vi,ta n 42. e noria para o Rio de Jauei.o, o seu esc
1, et-
escravo
tratar na rua de S. Francisco, casa a- conducta: na rua da Santa Cruz da Ba Vis-
jo zelo.
adiamntenlo e todo
1 quanlu'res,ieita a boa moral, nada o publico
1 .... _M. 1.1,11 11.til III' il
eisa anda, dtrija-se uo becco da Liogoeta la: quem pretender, annuocie para ser pro- ^r pagara subscrico dcste Diario


WiWIIIIIM* I i
Quem quizer vender ou
permutar nmi morada de casa ter-
rea, na ra Bella, ou Florentina,
e esta que tenlia bom quintal: an-
nuncie ou diriia'-se a pra9a da
Independencia, oja n. \, se dir
quem quer.
-- Precisa-sedo um padeiro, portogez, ou
brasileiro, que entenda bom de maceira e
i.11 un, par urna padaria, distante dasta pra-
ca tres logoas, lugar de muito soccego, d-
se bom ordenado, rflpa lavada e mesa, po-
riiin exige-se pessoadebom compoitamcn,-
to: a tratar na ra Direita, venda n. 76, de
Joaquim Anlunes da Silva.
OSr. que ao importa cotn a casa de An-
tonio Frade, morador no Monteiro, e quer
saber se elle foi collectado, se aferio pesos
e medidas, declare a sua morada e assigne
o seu nome para se llio dizer o que ella de-
soja saber.
O Sr. Gaudino Lopes ex-caixeiro da
casa dos senhores Didier Colombier: qu> i-
ravir pagar aquantia do 21,000 rs.: na ra
do Crespo.
Precisa-so do umcaixoiro, quo tetina
pratica de padaria, para entregar pSo, e se
tiver freguezia d-so bom ordenado: trata-
se no caes do llamos n. 3.
Roga-se ao Sr. Manoel Caldas Barreto,
o obsequio deapparecer na loja n. 6, da ra
da Cadeia do Recite aonde se Ibe desoja
fallar.
OescrivSodo juiz do paz do pnmeiro
destricto da freguezia deS. Fre Podro Con-
nives do Recite, t-ini a sua residencia na
ra da Senzalla Nova, sobrado n 40, segun-
do andar.
Quem precisar do um rapaz, com todas
as habilitares necessarias para caixeiro :
pode annunciar por esta folba para sor pro-
curado.
Francisco Jos de Castro Rraga, com
anticipacSo faz sciente ao respeitavel publi-
co, que no facam negocio algum, com a
padaria sita na ra da Gloria n. 55, por se
offerecerem obstculos a venda della, visto
o aanunciante sercredor da dita padaria.
milio Bauch, retratista ale-
mao, tem a honra de recommen-
dar-se ao respeitavel publico dcs-
ta praca e provincia, prometiendo
executar com promptidao e per-
feicao toda e qualquer obra de
sua arte : quem quizer utilisar-se
de seu prestimo, he rogado de di-
rigir-se a casa de sua residencia ,
na ra do Trapiche Novo n. 2, ter-
ceiro andar, em todos os dias uteis
das 9 horas da manha at as 4
horas da tarde.
-- Aluga-se o segundo andar da casa da
ra Direita n. 88, esta casa acha-se liropa e
he bstanlo fresca : os pertendentes, diri-
jam-se a rus do Queimado n. 39.
Srs. redactores. Como gosto muito d'a-
goa, por isso entendo que todo vvente gos-
ta da mesma, o como nSo ha do ser assim,
que he mais d'amolado do alimento ; moti-
vo pnrquolembro a coinpanbia do encana-
mento d'agoa, que mandom fazer depsitos
u oscollcque junto aos chafarlzes, o com
agoa que os mesuras do manliia deilam fo-
ra, encham aquelles para ser dados aos a-
nimaos quo cntram nesla cidade, fazendo
dcsta forma um beneficio com pouco djs-
pendio; bem ve, quo osanimaes vindos de
fra.psssam um dia inteiro dontro da cida-
ie sem beborem agoa, diminueni om suas
forcas, o por consequencia no prestara o
servido desoja lo ; c esta falta um da vira
recabir sobra lodos porque a falta do lu-
cros de meu vizinlio limbem pode me ser
sensivel.
Srs. redactores tcnliam a bon-.Iadc rio
enserir no seu cstimavel jornal o que levo
dito.
Recite, 8 de Janeiro de 1851.
Compras.
Compra-sa urna escrav que seja mo-
ta e tenha habilidades : na ra da I'onte-
Velha da Boa-Vista n. 1.
- Compram-seescravos e vendem-sede
commissSo, para dentro o fura da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. 11, on-
de morou o Sr.vigario do Recife.
Compra-se um preto que seja forte pa-
ra servico de casa de 20 a 30 annos de da-
de e urna escrava robusta que saiba perfei-
tamenre engommar o cosinhar, que nSo te-
nha vicios nem achaques na ra do Amorim
n. 25.
compra-so um silhlo em bom estado,
com seus competentes arranjos : om Olinda
venda do Sr. Coelho junio ao caes._______
Vendas.
FOLHINHAS PARA i85a.
Vendem-se olhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentes qualidades,sendo urna del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
piara da Independencia n. 6 e 8
Vende-se um palanqun em bom es-
tado, assim como um carro de carregar fa-
zendas da alfandega : quem pretonder di-
rija-se a ra do Cabug, loja do miudezas
D. 6.
Vende-se no estabelccimento da ra da
Cadeia do Recife 11. 1, superior vioho cule-
ras, 1 ii barris de 7 cm pipa por preco rom-
modo, proprio para casas particulares,assim
como todos os gneros como sejam, queijos
londrinos, conservas inglozas, | bolaclii-
nhas da rainha Victoria, presunto para
fiambre, sardinhas de Nantes, ervjlhas em
latas, vinhos finos de todas as qualidades,
e muitos mais gneros que avista do com-
prador se mostrarSo, tudo por procos nimio
razoaveis.
Vendom-se superiores e modernos cha-
' peos de seda francezes, chapeos de Italia
a moda, para bomens c meninos, lindos
chapeos para crianzas se baplisarem,oleado,
pintado de muito bonitos padrees, de 4 a 8
palmos de largura, tudo por preco commo-
iln : na praca da Indepeudencia ns. 24, 26
0 28.
Vende-se um escravo creoulo de ida-
do 17 a 18 annos, perfeito consinbeiro do
diario de urna casa, sem vicios nem acha-
ques, e de elegante vista : na ra da ordem
terceira de S. Francisco, sobrado n. 10.
-- Vende-se um excellente escravo pre-
to, moco e de bonita figura, bom cosinbei-
ro e canooiro : na ra da Cadeia de Sanio
Antonio n. 5.
Bom e barato.
Vendc-sa no aterro da Boa Vista, loja n.
78, couYo de lustro, muito superior, pelo di-
minuto preco de 2,400, 2,500 e 2,800 rs. a
pelle; roraamarella a640rs,; suspensorios
do borracha a 160 rs.; allineitos de ferro pa-
ra armador; tapetes para sapatos de todas
as qualidades; multo superior bozerro, pe-
les grandes e muitos ohjcctos, que avista
do comprador faz-so todo negocio.
Vinho de Champagne,
e superior qualldade : vende-se no arma-
era Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Q Vende-se um grande sitio no lu-
n gardo Hanguinho, que tica defronte Q
n dos sitios dos Srs. Catneiros.com q
n grandecasa de vivenda, dequatro q
X agoas, grande senzalla, cocheira, n
2 estribara, baixadecapim que sus- ~.
J? tenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- X
j* ba, com bomba e tanque coberto X
para banbo bastantes arvoredos de *?
9 ructo : na ra do Collegion. 16, se- **
O gundo andar. Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus
sia, nova e de superior qualidade
Talxn.8 para engenlto.
Na fundido de ferro da ra do Brum.
acaba-se do roceborum completo sortlmcn-
to de taixas de 3 a.8 palmos de bocea, as
qua.is acham-se a venda por preco com-
modo, c com promptido embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas
comprador.
Vendem-se cera em velas.,
fabricadas em Lisboa c no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
.soriiilas, de 1 a 16 em libra,etam-
bem de um s tamanho, por me-
nos preco do que e,m outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Moinhos de vento
om bombas do repucho para rogar hortas
d baixas de capim : vendem-se na fundicSo
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doliecifen. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunha Amorim, vendem barris com cal
cm pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por monos preco do
quo em outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Recife n. 50.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o rucias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra ilc Apollo 11. (i, arnia/.cm de Me. Cal-
moiil Conipanhia, acha-se conslanlcnieute
liiins 1.111 iiiiii-iii"-. de taixa de ferro coado e
balido, lano rasa como fundas, moendas lu-
cirs lodas de ferro para aninncs, agoa, ele,
ditas para armar em niadeira de lodos os ta-
manhos e mdcllos o mais moderno, machina
horizontal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
Sara casa de pulgar, por menos preco que os
r cobre, cicovcns para navios, ferro inglez
tanto em barras como cm arcos folhas, e ludo
por barato preco.
Vendem-so velas de espermaecte, cm
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-so este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
pra?a da Independoncia, livraria n. 6 e 8.
Casa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
0 que se offerece umitas garantas
a seusdonos : narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Vendem-se relogios de 011-
10 eprata, patente inglez : na ra
da {Senzalla Nova n. 4a.
Arados de ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambao de sicupira e bracos
da ferro ; na fundicao da ra do
Brum ns. G, 8 e 10.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
Itindicao de (erro.
I'aimli 1 fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Deposito iia fabrica fio Todos os
Santos na aliia.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
1 iiull.i rabrica, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prec,ocotn-
modo.
ftW ***>** **
f) Vendem-se ealugam-se bichas, che- (
f gadas ltimamente de Hamburgo, por 4
0 preco commodo: na ra de S. Amaro fj
t D. 28. 9
Vendem-se selins e silhdes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson Howie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4a.
Vende-se, em casa de A-
damson Howie & Companhia, na
ra do Trapiche n. li panno de
algodao para saceos de assucar ,
muito superior e barato.
-- Vende-se superior cal virgem do Lis-
boa vioda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja do fazeudas n. 15, pro-
co muito commodo.
Vendom-se amarras de ferro: na roa
da Senzalla nova n. 42.
Arados de ierro.
Na fundicao da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-so champagne da marca amiga
e bem conliccida, Comet, em casa de Deane
Yo loe. uimpanhia : na ra da Cadeia.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete : na loja do s l.'iro da ra da
Cadeia do Recifo n. 36.
Vende-so saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Crande do Sul, o a preco
commodo, no armazem, do Dias Ferreira
ao pe da alfandega.*
Moendas superiores.
Na TundicSo de C. Starr'& Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
do canna, todas de ferro, de um modelo e
construcQo muito superior
DE VE BES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se esto compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernar;3o, a 500 rs.,
Cada um: na I i vi aria 11. i o S, da inira .la
Independoncia.
Aos senhores de engenho e casas
particulares.
No armazem do Sr. Antonio Anncs no caes
da alfandega, vende-se bacalhao do Norue-
ga om tinas o melhor quo tem vindo a este
mercado superior inglez por ser corado
com melhor sal, vende-se por 6,000 rs. a
lina.
Vendem-se por preco com-!
mo, ni s armazens de Francisco Dias
Ferreira, e Antonio Annes no I
cae-, da Alfandega os seguinlesl
gneros: familia de mandioca mui-
Vende-so roilhn muito novo a 3,560 o
alqueire: no trapiche do Cunha no finid
1 na |ila Mocds, ou na ra do Crespo loja
n. 2.
No aterro da Boa-Vista, loja n.
18, defronte do tribunal do
(omine icio,
vendem-se brins edr de ganga de puro
linho, ptimos para caltas o palitos, grava-
tas de seda encarnada, algodSo trancado da
Baha, chapeos de sol de armacDo de baleia,
tudn muito baratissimo, quo os mesmos
compradores ouvindo o preco se admira-
rfio.
Bedcs pintadas.
Vendem-se redes pintadas, p prias para
lipola, o para tornar fresco debaixodear-
vores : na ra do Queimado, loja n. 1*.
Vendem-ae 3 escravas moQas de boni-
tas figuras, com varias habilidades, 2 mua-
linhos de idade 16 annos, 2 escravos de ser-
vico de campo, urna negra de meia idade:
na ra Direita n. 3.
Vende-se a loja do chapeos da prar 1 da
Independencia n. 14 livree desembarazada:
a tratar na mesma.
--Jos LuizPereira, vende a sua loja de
ferrages da ra Nova n. 16, a prazos com fir-
mas a contento, o em quanto nSo cffectuar,
vende qualquer porr;!to de ferrages ou miu-
dezas pelo prero que Ihe custaram, lembra
pola ultima vez a seus devedores, principal-
mente aquelles quo seus dbitos passam de
anno, que se at o dia 15 do corrente nSo
saptisfizerom, uzar* deoutros meios.
Cavado.
Vende-se um cavallo, rosillio escuro, bom
andador e est bem gordo, por preco rasoa-
vcl : na ra do Queimado o. 8, loja defron-
te da botica.
Vende-se, ou trocassd por outro igual
porto da praca, ou por propriedades na mes-
to fina cm saccas: fumo cm folba ma ojgrande e rondoso sitio das rozeiras
,,., rl,.rfn.. l ..:,..,> ,1o I ; 'do Major Joaquim Elias de Moura, defronle
para charutos; cal virgem de Lis- (la cp'^a do Hozannho com casa de so-
boa, vinda pelo brigue Novo Ven-
cedor ; macella do l'orto muito
nova: a tratar nos mesmos arma-
zens, ou com Novaea & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. \\.
Vende-se, por prego commo-
do arinh 1 de mandioca muito
superior, a bordo do patacho Ale-
gra, chegado de Santa Cathariua,
oqual se ocha fundeado ao p do
lirado do lado, envidrando ; estribara para
3cavallos, coxeira graude, casa de I -riola
com todos os seus pertences, senzalla para
i retos e casa para feitor, grande cercado
para gado, com um pedazo do mallo dentro,
muilas qualidades do frutas e em quantida-
de, e das melhores que ha : a tratar no mes-
1110 sitio.
EABINHA DE BALT1MOBE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n 56
caes do Collegio: o tratar a bordo| e 58, ou no armazem do Aines no
do mesmo, ou com Novaesk Com-j caes da Alfandega.
[lanliia, na ra do Trapiche n. 34.1
- A bordo do patacho nacional Euttrpe,
ha superior farinha de S. Calharina, chega-
da ltimamente : trata-se a bordo do mes-
mo patacho fun.liado defronte do trapicho
d3 algodo, ou aVua do Apollo armazem
n. 15, e na ra da Cruz n. 33, armazem de
Si Araoio.
Vendem-so 6 escravos, sendo 1 mulata
do idade do 26 annos, que sabe cosinhar, la-
var, e perfeita engommadeira;faz doces.re-
fina assucar o coze alguma cousa ; ouira que
tambem sabe o mesmo o he mais robusta de pric, ja independencia,
28a 30 annos do idade; outra propria para
Sebolas.
Na travessa da Madre de Dos, armascm
n. 19 vondom-se muito boas sebolas a 320 o
cento.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmanu lrmios ,
na ra da Cruz n. 10, livros em br.inco che-
gados pelo ultimo navio.
-- Vende-se urna escrava moca da Costa,
com cria, lava engomma, cose e cozinha
SALSA PAHUILHA DE
SANDS.
Esto excellente remodio cura todas as en-
fer.....ludes as quaes sSo originadas pela
impuresa do sangue ou do systema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumatismo, erupces
eutaneas, brebothas na era, almoroidas,
doeneis enronicas, brobulhaa, bortoeija,
tinhs, enchaefles, e dores nos ossos, e jun-
tas, ulcar, doencas vonerias, ciatica enfer-
midades que alinean polo grando uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa urna vida
extravagante. Assim como, chronicas de-
sordens da constituicio, sero curadas por
esta loo til, o approvada medicina.
A administrando doste helo remedio, nos
ataque; mais estraordinarios tem sido sem-
pro seguidos pelos mais felices resultados
as suas operaciVs ; porm, o seu principal
objecto lie de purificar o sangue, e limpar o
syatema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus oprrandl, he directa-
mente como um remedio alterativo, anda
que, indirectamente servo ao systema como
umverdadeiro tnico. Doencas nos ossos
e no systema grandular; assim como as
juntas, e ligamentos, sSo inteiramento cu-
radas pelo uso desto remedio, sem que o
doente faca resguardo algum, quando usar
este remedio. A opperafSo ueste remedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve lempo o doente ganhar a
sua sauje.
A Salsa Parilha tem ganhado por muitos
annos urna alta rcrutacilo, de ter curado
doericas mu difflcullosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curado. He de saber que a Salsa Parilha he
um dos mais valerosas remedios quo os
doctores us.to cm toda a parte do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uso de
taj remedio vegetal. I'orm, deve-se' de
notar, que nem todas as |.essoas sabom pre-
parar esto remedio, assim como esco-
Iherem a melhor parle que se deve usar em
tal prepararlo. Um celebre Mod.co escrip-
tor, que residi por muitos annos no lugar
sonde ha a melhor producido da Salsa l'a-
rilla disse : > Seis ou oilo especies destas
raizes que crescem nestos bosques, admra-
me que oto podesso adiar, so no urna,
com o gosto, o propriedado da verdadeira
Salsa l'arilla, quo se possa recommendar
para medicina ; poisas mais eraai inspi-
das e inertes. Porm.comoos mdicos
nao se .loo ao trabalho de fazerem as
suas propras medicinas, mas sim confiam
nos seus habis boticarios, paras prepara-
ren!, o enmporem differentes drogas. Po-
rm iie todas as preparares de Salsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o publico ficassem bem fiados
as preparacoesde Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. I'ois he osle o genuino
vegestavel, que se oflereco ao publico; nes-
te se ve combinados o titila cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
ranzas algumas tinha uo viver, e grandes
quantidades de remedios oxperimontados,
mas sem resultados do melhoras ; mas com
.esta pura Salsa Parilha, sqas curas tem sido
infaliveis, pois os certificados quo temos
recebido de pessoas que tom usado doste
puro remedio, aflirmam da sua boa efllca-
CIDADKDEPARJ&
; j>k
Rna do Collegio n. 1.
Novo sortimento de chapeos de sol, pira
homem e senhora, a saber : chapeos de
sol'do seda, armacSo de baleia, de 4,500r.
para cima; ditos ditos para senhora, de4,oo
rs. para cima ; ditos de panno lino, de ar-
macSo de baleia e de ferro, de 1,600 a 3,200
rs.; ditos ditos de armaco de junco, dg
1,200 a 1,800 rs., todos limpos : grande sor-
timento de sedas e pannos, em pepas pin
cubrir os mesmos, btelas para vestidos o
espartilhos desenhoras. Concertam-sa to-
das as qualidades de chapeos deso, tudo
com perfeir3o e por menos preco do que em
outra qualqner parte.
Vende-se papel paquete, proprio para
cartas para a Gurnpa nos vapores inglezos
na loja de Antonio Joaquim Vidal, ra di
Cadeia n.56A.
- Vendem-se para animaes barrieascom
farinha de trigo avariada a 1,600 rs. casco
o tudo : na rna largo do Rozario n. 48
o servico de campo ; 1 mulalinbo do 12 an-
nos de idado proprio para pagem; 1 cabra de
bonita figura e muito hbil para todoservi-
Co; 1 negro muilo pBSsanlo proprio para en-
cliada. Quem os pretender dirija-so a ra do
Queimado n. 14, que achara seu dono que
os irouxo do sertao para vender.
jMaravilha !
Ain.la so vendo o resumo da historia do
Brazil polo deminuto preco do 1,000 s.,
cheguein antes que so acabe : na ra do
Crespo loja n. 16.
Aviso aos apaixonados de llores
Na travessa da Madro de Dos n. 9, arma-!
zem de Pinhoiro&Cordeiro.cxiste nina por-1
canil, vasos para llores, muito bunitose;
por preco commodo; os quaes sa vndenlo
porjunlo ou a retalho, assim camo ha pa-
pel i-liiKieo aparado, dito llrete bronco,
iiii'ra.-s novas, .ivas, h-o-, amoixas, i u/e-,
amen.toas, azeitonas de Sevilha.caixas com
enxofre, dilas com ac, quarlolas e barris-
com vinagre branco, ludo chegado nesle
ultimo navio, vindo de Cenova pur Malaga ;|
e outros muitos gneros que aqu nao sefezi
nu-nc.ri para nSo enfadar aos leitores.
Vundo-se chapos de palha americana*
mu 1 superiores, e relogios americanos para
bem, troca-so tambem por outra de iguaes Cla "tos certificados temos a honra de
habilidades, tambem moca e sera cria : na aprensentar ao respeitavel publico, para
loja docalsado que liquem certos, o que cima so diz, he
n. 35. I vordadeiro. Os proprielarios deste reme-
Vende-se um sitio, com casa de viven-I dl tBm Vo' muitos annos empregado todos
da e com bastantes commodos, copia, estri- os meios para prepararem este to til, e
baria, boa cacimba, varios pos do larangei-; ossencial remedio da raiz da Salsa l'arilla,
ras, cafezeiros, grande bananeiral, terreno qneporflm, conseguiram as suas vistas, em
com mais de mil palmos de fundo, o de mui- prepararem um 13o valuoso remedio, e seus
to boa producto o parto do rio : a tratar ta? lindos resultados tem enebido os pro-
com Nicolao Cadault, narua do Apollo n. prietanos do gloria, o triumpbo de terem
20, segundo andar, ou na praca da Boa Vis- preparado urna linda composicJo contra
la, na casa que so esl edificando. .doencas, quo ., seu lim lia destruir o corpo
N3n p fm l,umano- tsla composico" he qumica e
""uoC1 nova. Ksta Salsa Parilha he combinada com
Quem quizer poupar, veona ver e prar, pois o ganlij do quom vende hca na -
m8o dos compradores, e sompro lic.lo logra-
dos c mal servidos, seus amos e senhores ;
em a ra da aurora n. 32, venda nova com a
frente pintada de azul, em o atierro da Roa
coma classe vegetal, o lodos com o poder
de purificaren o sangue. O doaiile quo usar
desta composicilo, pode contar quo tem o
mais cflicaz remedio, para a sua eofermi-
dadeusa. O nico agento nesta cidade he
f?t?Vy ^Y|ry|r|N|r9|MJ^^f f <($ C^
Vista n. 43, vende-se o seguinto : manteiga Vicenlo Jos de Brito, na ra da Cadeia do
ingleza da melhor a 720 rs., dita francesa a( Hecjfo botica n 61
560 rs., cha a 2,000 rs., dito preto a 1,920
tem 3 embrulhos chinezes a libra, cada um
por 640 rs volas de espermacete 640 rs., di-
ias de carnauba 280 rs., sevada a 100 rs. sc-
vadinha a 160 rs tapioca a 80 rs. cafT moi-
do a 200 rs., dlo de caroco a 140 rs arroz
pilado a 80 rs., carne do sertSo a ICO rs. as-
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Baha.
Vende-se em casa do Domingos Al-
sucar refinado a 100 o 80 rs., crvilhas a 100 **" ves Matheus, na ra da Cruz do Re-
* cifen.52, primeiro andar, algodSo
rs., bolaxinha a 200 rs., loucinho de santos
160 rs., azeite doce a 480 rs., azeitonas a
:>
transadodaquellafabrica, muitopro-
cima do meza.'bons reguladores : na rui do 2, rs". milbo a|Pis,u a "" =uia' l'"1"; p"? Kff "Sa! Sffi de escra-
Trapiche n. 8.
- Vondem-se 6 vaccas paridas, boas lei-
leiras, fcitas ao pasto, por preco commodo :
Co a 560 rs. ; e tudo o mais pertencento ?> vos, assim como fio proprio para re-
venda, do ludo se d amostras. 1 i> des de pescar e pavios para voilas,
& Vendem-se bonitos escravos f*51lK&2-Sl3Stc*
<.'
uno, icuas u |siu, pur (iieyo rommouu : 1 >-< .-ov uuui.u.v,v,.-.. iA4A*AAAArtA4aa A K L A i. a
quemaspretenderdirij-searuadasAguasl de ambos OS sexos, mulatas, milla- ** ViiSi 5S nVlViiiM"**
Verdes n. 48, averna quo dir o vendedor. 1 iUUDUjlAa Uh FISKHU.
- Papel paquete muito fino molecas "leques negr"
no corpo e na qualidade, proprio *has> neSras mo?a c n.e6ros m'-
para escrever pelos vaporas ingle- ?os: na rua ,das ^^^ira3 4t
zes, porque paga pouco porte: ven- segundo andar.
j i"j" II j Vonde-so um berco de Jacaranda, muito
de-se no pateo ao tioilegio, casa do moderno e muilo rico em gosto, por muito
livro azul. barato preco : as Cinco Pontas n. 62.
Na rua do Livramento n. 38, vende-se
lJlllXIli ni.' 'ATIIAUIMA -- a rua ao uvramenio n. J8, venuc-se
1 AfumiA VE, O. taillAbina., uma negra de meia idade, e urna dita do 13
A melhor farinha de mandioca! a 14annos.
e mais recentemente chegada ao' Vende-se cera para limas de
mercado, vende-se por preco mais' cheiro: na rua do Bangel, sobra-
commodo do que em outra qual-j do n. 52, a 1,000 a libra.
quer parte, a bordo do brigue Al- Vende-se uma escrava crooula, queen-
* \ f 1 1 r gomma, cose, ensaboa o he de muilo boa
mirante, iundeado confronte ao, conducta 1 na ruado Vigario O. 3, tereciro
caes do Ramos: trala-se a bordo i andar.
i i-, i Vcndem-se tres casinhas terreas, no
do dito brigue, 011 no escnptorio |arg0Ua greja doS. Amaro, offerecendo-sa
dos consignatarios Machado & l'i- a vantagem de dar os juros do um por cento
!.:.. _. _.. j \r:_; ._ to mez, ou mais : na rua das Cruzcs n. 40.
nheiro, nn rua do \ igario n. 19. | y^nde-sc, na rua da Cadeia do Recife, ?
-- No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-j i0J-B d6 miudezas n.5, um mulato escuro,
fronte do tribunal do commercio, vendem-1 ro0g0 de bonita figura e com principio do
se caixas com 20 libras de linhas de nove- oflicio de sapateiro.
los de n. 20 at 100 pelo diminuto preco de
1,000 rs. cada uma libra, cortes de cam-
braias de ptimos gostos a 1,920 rs., mada-
polOes muito finos e largos a 4,000 rs., e
ainda restam algumas pecas dos riscados de
100 rs. o covado, ptima fazenda pararou-
pas de escravos e mesmo para fazer colxOes
por tor algumas pecas de listras largas.
Vendem-se 2 barcacas, bem construi-
das e promptas a seguir viagem, a dinheiro
ou a praso, com firmas a contento : para
tratar, na rua Nova na loja dgJos Luiz Pe-
reir, e para examinar no caes do Ramos.
Vende-se uma das melhores tabernas da
rua Direita n. 21, com os fundos a vontade
do comprador e tambem safaz negocio so
com armacSo ou com uma pessoa que entre
de sociedade entrando com alguns fundos; a
tratar na rua de S. Riti n. 97.
Veude-se carne de boi muito gorda a
3,810 rs. a arroba : na rua do Rangel n. 35,
onde se vende carne de porco : na mesma
casa se vende banha de porco derretida da
Ierra muito superior a 400 rs. a libra.
No silio da viuva Amorim, na ponte de
l'eha, ha para vender um garrote tourino,
de excellente qualidade, proprio para tirar
raes : quem o pretender dlrija-se ao mes-
mo sitio ou ao escriptorio da mesma viuva,
na rua da Cruz casa o. 45.
Gomma de engommar.
Vendem-so saccas grandes con) gomma
muito alva para engommar: na rua do Quei-
mado n. 14.
Vende-so uma morada de casa terrea ,
na rua Augusta, muito bem construida e li-
vro de qualquer duvida, como se mostrara
ao comprador : a tratar na rua do Crespo
n. 10.
Vende-se um escravo creou-
lo de bonita figura, com o lucio de
sapateiro e muito bom trabjlhador
de campo vende-se por barato
preco, para liquidado de contas :
narua da Cadeia de S. Antonio
n. 9.
Vende-se uma preta creoula, que en-
gomma perfeitamente, e cosinha bem o dia-
rio de qualquar casa, faz algumas qualida-
des de doces, cose e faz lavarinto : quem a
quizer comprar dirija-se a praca da UuiSo
lojas 608, que so dir quem a vende.
Vende-se um cavallo muito bonito o
muito gordo, de marca pequea por mdi-
co preco : a tratar na rua dos Quarteis 11. 24
Vende-se na rua dos Pires ultimo si-
tio volianlo para o corredor do hispo,!
guarda louea, 1 guarda livros, 2 parea de
vazosgrandes de porcelana dourados e es-
maltados, finos; 2 apparelhos de porcela-
na branca para meza, 1 guarda roupa dobra
do, 4 cadeiras de batanen, arreios novos
para cabriolet, 1 carro de 4 rodas, 1 prensa
de patento para espremer caj, e I cama de
ferro.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco o sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
Vendem-so 8 moleques, de 14 a 18 an-
uos; um lindo mulalinho de 15 annos, pro-
prio para pagem ; 4 negros robustos para
enchada; 1 negro de meta iade, por 300,000
rs.; 2 iiiul.it -s com habilidades, c 3 ne-
gras para todo sorvico: na rua larga do Ro-
zario n. 22, segundo andar.
Doce.
Na roa do Queimado loja n. 2, da esqu i-
na do becco do Peixe Frito, vende-se barr i-
linhosdodoo de cilla de todas as qualida-
' des, o mais bem feito possivel.
Cadeiras.
Vendem-so cadeiras para meninas; no ar-
mazem do Kalkmann IrmSos, na rua da
Cruz n. 10.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companhia, na rua da Cruz n. 55.
Sobrado em Goiunna.
Vende-sc, muito em conta
um bonito sobrado sito na
do Mel, n. 58
a:oooooo, em o
rsula Mara das
>
rua
avahado em
qual tem parte
e sua
Virgens
irmaa Joaquina \lves de Faiva na
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann Irmaos,rua da Cruz,11. 10
IANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann IrmSos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
ha
chegados
excellentes vozes
pouco tempo
Tinta em oleo
branca e verdo: vndese no armazem de
Kalkmann irmaos, rua da Crnz n. 10,
EspeJho de parede
com ricas moldurus : vendem-se no arma-
zem do Klkmann Inultos, rua da Cruz n. 10
Escravos fgidos.
^_______ o
-- Eslam fgidos da fabrica de calderci-
ro da rua do Brum n. 28, os doos escravos
seguintes : Felippo de naco Mocambiqup,
representa ter 35 annos de idade, estatura
regular, cheio do corpo, e costuma emhrii-
gar-se pertencento ao casal de Jos alaria
de Jess Muniz,; e Alexandre de naclj s
Paulo, de idado 35 annos, alto, 1.1II 1 demo-
rada ; quo foi do Meliquer, francez mira-
dor no Rio-Doce, o ltimamente foi doSr.
Eduardo Bolli : ambos fugirtmsnm outro
motivo mais do quo vadiacSo o sahiram.o
primeiro desde 25 do corrente, e o segun la
desde 26 ; roga-se a quem os pegar de os
levar na dita fabrica quesera recompnsalo.
Gratifica-se com 100,000 rs.,
a quem pegar o preto crenlo de nome Joo
M' ra uno, com os signaes seguintes: cor
fula, grosso do corpo, com uma belide no
olho esquerdo, uma orclha Turada, com cos-
turas n pesi-oe 1 d'alporcas, representa ter
30 annos, levou camisa e calca de al-
godosinho azul, fugio no dia 4 de dc-
zombru p. passado, da psdrria n. 40, di
rua das 5 Pontas: aonde pode ser entregue,
rogando-se por isso a todas as autoridades
policiaes e capitSes de campo, de o pegn.
rnm e ahi o conduzirem, que serSo reli-
giosamente gratificados com a sobre-dito
quanlia a cima de 100,000 rs., teodo muita
em altencao o elle ser muilo ladino, e inti-
tularse forro, e constar ao seu Sr. ter olio
andado oas guerrilhas dos revoltosos, como
tal, as bandas de SerinhSem, o outus
parle.
~ Do ongenho Cocal, freguesia do Una,
fugiram as vesporas de festa, os escravos
seguintes : Alexandre mulatinho, de idade
de 15 a 16 annos, com os signaes seguintes :
cara larga, nariz grosso, olhos grandes -
bastante espertos ; este molalioho foi com-
prado em abril p. passado, havendo si lo
doSr. Dr. Alcanforado. Valentim, crioiilo
fula com oflicio de sapateiro, boa estatura,
ps apalhetados, secco do corpo, olhuj
l'i'a e is, e co'n idade pouco mais ou menos
do 28 annos ; usle preto foi comprado igual-
mente com o do cimaaoSr. Salgueiro da
cidado doOlinda. I'.naoi encontrailos 1..1
mesma cidade, e muito so presumo terem
tomado as estradas dessa cidade, as de casa
Forto, Poco, at ao Monteiro: roga-ge poij
as autoridades policiaes o capitSes de-cam-
po, a captura dos referidos escravos, poden-
do conduzl-los ao mencionado engenhu.a
entregar ao Sr. dos mesmos, Paulo de Amu-
rim Salgado, ou nesla praca a Verissimo
Antonio da Cruz Soares que est prompto a
.-aptisfazcr toda a despeza qua houver de so
fazer.
Desappareceu no dia 15 de julho do cor-
rele anno um mulequo crioulo de nonio
Paulino de idade de 10 anno's pouco mais
ou menos,cor amarelada por ter vicio de co-
mer ierra,naris chato e feio levou camisa do
algodSosinho suja e calca de riscado, sen
chapeo, este escravo pertence ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Una ; quem o pe-
gar love-o a rua da Cacimba n. II cu a
rua do Livramento n. 26segundo andar que
recebera gratilicacSoa cima, ese protesta
contri quom o tiver oculto.
No dia 25 de dezembro p- passado fu-
gio um preto de nacSo S. Thoro, que re-
presenta ler 24 annos de idade, com os sig-
naes seguintes : cheio do corpo, tem umi
ftida no p esquerdo, e camba da mesma
perna;l6Vou camisa de algodSo azul.porm
consta quo tem mudado de roupa, e foi
encontrado a poucos dias no aterro do Afo-
gado: quem o pegar leve-o ao dito lugar
padaria n. 66, que so recompensar.
Desappareceu no dia 2 do corrente urna
preta crioula idade 30 annos pouco mais ou
menos, a testa calva, o nariz chato com um
talho pequeo em cima, a boca chupada
na frontee em cima no tem denles, tem
uma peqnena caspa no rosto,bracos rogula-
res,tem em um dedo grande da mo a unha
bastante grossa, um vestido de corpo fran-
gido, e mangas lizas; levou pregado em
uma saia de chita de listra larga, bastan'c
disbotada e uma saia de mitim preto por ci-
ma : quem 1 pegar dirija-se a rua doFogo
n.28,quesera gratificado.
Na noite do dia 5 do corrente, desappa-
receu o eacravo J080, mulato acabocotado.
idade 18 annos, altura regular, cabellus
a o la tus, olhos p.i|iieiios, leu (rs limados ,
nariz um pouco chato, levou vestido calca
do brtm pardo, jaqueta branca, camisa de
iscadn encarnado.chapeo de palha amarel-
loo uma troucha de roupa :.quem o pegar
leve-o ao ongenho Pombal de Jos Caval-
canlide Albuqucrque Wanlerley que sera
generosa mente recompensado.
Desapparecerim no dia 26 do passado
mez de dezembro, do engenho Pau-Smgue
os escravos seguintes : Onofre, creoulo, car-
reiro, idada de 30 annos, alto, grosso do
corpo, cOr fula, falla vagarosa, pes conipri-
dos o chatos, manco de uma trilhadura do
carro ; levou vestido camisa e calca do azu-
13o, com um facSo da trra na siatura, o
chapeo de palha j uzado. Euzebio creoulo,
carreiro, idade ue 25 annos, estatura regular
olhos bem rasgados e vivos, dentes podres,
cor bem preta e pouca barba, ps peque-
nos e apalhetados de bichos, que teve em
pequeo, levou camisa, e calca de algoJilo
trancado, e chapeo voltio de couro. Marli-
nho creoulo carreiro idade de 60 an-
nos alto grosso do corpo, com uma das
peinas bastantemenle enchadas delrisipo-
la, e com algumas cicatrizes de ferida na
mesma perna levou veslido camisa do al-
godSo transado com outra de baeta verJe
por cima, e ciroula do mesmo algodSo. Es-
lesescravos foramdo finadol.uizJos,sonhor
do engenho dous bracos emSeriuhSem, o
por oxecocao de sentenca passaram a ser de
(Albino Jos Ferreira da Cunha do engenho
Cuiambuca : qtiem os pegar,ou der noticias
delles, dirija-se ao mencionado engenho a
entender-se com seu senhor Francisco Jus
de Medeiros, que pagar generosamente.
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