Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04598


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Full Text
Anno XX
viV
Qtiint -feira 8
-
.
_. _
de Janeiro de 1H.V2.
N. 5.
DIARIO M m PEMAMBWO.
*
IREfJO VA HJBCB.iroAO.
PiOlMBISTO ADIaMTaDO.
Por trimestre...........
Por semestre c..........
Por anno .............
Pago dbntso dutbimistbi.
Por qtiartf I.........
OTIC. AS DO lMPEUIO
Para.....17 deDezbr.Mlnaa l5deNovbr.
Maranhao 2l de dito IS. Paulo 10 de dito.
Cr.ir.-i... S4 de dito. |R. deJ. l.'ideDribr.
Parahlbi 'I edito Habla... 20 .te dito.
4/000
8/000
l.'./'1-1"
4/V00
DA DA SKMAVA.
AtmirarciAh.
irmiuiiM.
5 Seg. S. Semeo lis Julio da. OrpkSa
trilla. (Priado.) ti. s 10 borai.
6 Tere. -i. .i. ReU. I. vara do cirt/.
7 yii.irt S Luciano 3, e6. ao melo-dia.
8 .Iiiini S. Lourenco fainada.
Jusllnlano. ( 3. r (i. a> 10 borai.
9 .">ejl S. Julin. 2. vara do civil.
10 Sab. S.Panlo. 4. esabados ao inclo-d.
11 Ociin. i. .lepis de Rilacio.
Reis S lligloo. [Trrcas e sobados.
Icrescente 4 29, at 8 horas c 15 radutos da ni.
I Obela a 7, a 1 horas e 48 minutos da en.
atlngoante 18, a 1 bota e 8 minutos da m.
Nova 21, aaTborai e 34 minuto i da ni,
numaDi non
Prlmelra s 0 hor.ne G minutos da manba,
Segunda aBhoras e 30 minutos da Urde.
AnTIDAS BOA COBMIOS.
Gounua e Parahiba, s segundas e sextas-
feiras.
RIo-Grande-do-Norte, todas qulntas-felras
ao mel da.
Garauhuns e Bonito, 8 ( 23.
Boa-Vista, e Florea, i 13 e 28.
Victoria, s qulntas-felras.
Olinda, todos oa dial.
NOTICIAS I1TBAMGEIBAI.
Porli.il. IS
Hrspanha 8
Franca... 1
Hclgica... 3
Italia.... S
Alemania. *
Prussil...
Dinamarca 29
Rutsla... 1
Turqu!. I
de Dezbi
de dilo
de dito
de dito
de dito
de dito
de dito
de ulbr
de Dnbr
de dito
Austria..
Sulssa. ..
Suecia. .
lugl.ilrrra
E.-Unldos
Mxico ..
California
Chili
"uenos-A
Mnnlrvidr
2 de Dezbr
2 de dito.
28 de Uutbr
8 de Deibr.
23 delfoabr.
10 de dito,
10 de dito
i-i de dito
8aeNovbr
o 21 de Outbr
CAMBIOS DE 1MJ NElltO.
Sobre Londres, a 28a. p- IfFirme
Paria, 34o por ir.
Lisboa, 90 por cento.
MBTAU.
Ouro.Oncas hespanhola..... a 28/600
Hoedas de 6/400 vrlhas. 16/000 a 16/200
de 6*400 novas. 16/000 a 16/200
de 4/000....... 9/000 a 9/100
Prata.Patacdesbrasltelroi.. 1/940 a 1/9i0
Psol columnarloi.. 1/920 a 1/91"
Ditos mexicanos..... 1/740 a 1/760
PARTE OFFICIAL.
braca) de llosela, a outra sonre o da Iiiiiiin't-
ta cammhonassar* leste mu lo por
Kasser-Zayat, fnUanul, Msnsnurak, Tou-
BISPAD i DE PEKNAMBUC. Mf k ,-.^....^-.1.1--
Circular dirigida a maior parte dos rev- p8J0 Mgllni|u projcto. o eaminho atra-
rendos parochos das fregueziaa desta pro- veiMri a harreira costeando o rio al ao
vincia. i;,,,,,; ,. mi,,,me ao tercel'O ello costeara
Conslando-nosque alguns habitantes de 0 Nl|0 e.e Tliear.nc. al Agniss, con-
va.ias freguezias se lem opposlo exoeu- frorl.e 10 Cairo. Chegado* alli, os viajan-
Calo donnperiil reguiamento n. 798 da 18 lBg e M lnerca |0res deverfio ser transpur-
dojulhode 1851, re.tiro aos baptismos, e laJos aoCsiro en bateis, o queeiclue to-
i'iit.-ri.-. sendo a si. induzi los por pes- Jj^ 4 cn,ii|.1JC(..l;0 de ponte sobre o Nilo.
-mi, mal intencionadas contra o governo Aj|1 |a que governo se incline para o prl-
geral, queoul o (Im fifi leve, senSo o de mer0 ,iesles projeclos, com lulo n3o tem
nao lem sido jamis completamente aban- ,do fundo do vallo para alm d.s mon anh.s.de s.udeoSose oenontlo *q<" "J
dnalo, e he possivel que o lim destesecu ataolugerdo embarque, eslSo hoje oc- tr.do c.ltalo Jo nr. mi me llfl ImC
lo reja ua r*alisac3o. laelismenle. as dif- cupadosem levar proriso>s militares para Francisco de Lima Santos, por ser |.
o exercito, eco-no estamos no Umpo pro- Foi tambem apprnvado um pare
prionaraplant.cSo do tabaco, na* so po-eommiss3o do polica, diteulo que para, temente annnio indo-se acampar no enge-
de deiiar de sentir a sua falta descarga dos locumentos de despeja, falta nho Cajueiro. que llca ponen distante d all,
Ninguemcrque o imperador Soulouqu<- pelo procurador, curo autc.ris.c3o d'e-ta noiqual amia se echa, cando a comarca
pro lorcionar os meios neessanos parase qUer,|0 adoptar plano definitivo antes da
tfT.cluar a os'Hliti como era ouiroa paiira ao pralica, som que eu0 mMlalluu s a Iminist'acOes no Cairo e
de snrlo alguira lecha, ou poa trr 0*111.8- B;n ^loxaiidna, o Mr. Burinwich deu-sa ao
tro lin. que calumniosamente se Ihe tem estua0 pr<>i>aralrio dos trrenos,
ijuori o allribuir : del< rminamos que Vmc. Agora que esta parto da quesillo egypcia-
por lodos os meios no seu alcance, faca ver c, e.u reac-Uld', procuramos mu since-
aos seos paruchinos com a maior clareza l3(nHnlei 8 8Ci,a-los, os motivos da op-
i tnanifesta fall la le de 13o nial fundaJa p0f.g qUB lem encontrado aqu a ompres
calui.ma, s dirigida a pmturbar a paz, e j Abbas-IMrlia. Com,.reliendemos a hos-
liarmonia, deque .s-eiicialmente depende a |j|, ia conservaro da anciedade
N3o sendo pnr n possivel executar-se
anda o meiicioiindo regullmento, por filia
da expelilo regular dos litros d regis-
tros, conforme nos communicou o Exm.
dihaixo da dominacSo absoluta do governo
turco o maior numero possivel de provin-
cias. Ella representa na 'l'urquia o mesmo
pi,el pouco mais ou menos quu na Austria.
I ni inaii n os negocios do Egy.'to -n-
presi lente desta provincia, eom que nos en- d,,,n Ja porta, "emiu.uto urna pa'le da
tendemos a ost'i resprito ; assim o paitici- |,_urilpn central subioeni la a Auitna, a
pamosa Vine., para que fique na Iniollig-n- |issjai vtr exrc-r ah su. inllueiicia,
ca de que deve continuar a administrar o ,a0 lera mas qUB eslenler a m3o sobie
baplisiiin, e d.r sepultura aos ino.los, da cunslanliuopla e solire Vietma.
mesma forma, que al ao presentes, pra- ait sa|(c mult0 U8II1 qUe D0 Oriente,
licava, fzeiriio-o assim constar aosseus oa- CO|J)0 na A||eal1|i t0|0 0 ,.stado que as-
ile do Circulo traca.lo pola poltica turca,
eausliiaca, escapa uc(3o 13o halilmea-
ti combin-da do govono de San-Peters-
bo irgo. Por isso, ipeoil se iralon do ci-
miuliu de Ierro do Alexatidria, os agentes da
llussia n3o despresaram nada pira excitar
as desconfianzas cas susprius do governo
turco. Eiles quizeram persuadir aosullSo
que era este um mrio indirecto uesuuslj-
rochianos.
UJ..8 guardes Vmc. palacio da Soledade,
3 uu.i .noiro de 1852.
i'i'i /, i-isiki diocisano.
Commaiido das armas.
(Juarlcl otntral na cidade do Hecifi, 5 ie Ja-
neiro de 1852.
ORDEM DO DU V. 54.
Manda o Sr. maree isl de campo grada- Uiirao seu poder a sup'cmaoa absoluta de
doCOmmendantfl das armas fazor pubfico Abbas-PaCh. issciam que a indepeu-
para c<>nh;cmei.to da guan.ic.1o e devida deocia completa e definitiva do vice-iei de
observancia, que o governo houve por bem Vj resultar cedo ou tarde do eugmonlo de
conroJor |or aviso de 22 de novembro do poder, de riqueza ecivilis iiiiin prximo lindo Ires mezna de licenca [0 acnara infalliv.lmenle no transito de to-
para tratar do sua saude no Sr. alferes cslado-maior da 3egunda class do exerc- q qU8 |IB Brdadn he que a inevnavel
lo Alexa. dre Au,usio de Frias Villar, e por IraotToroiacSo doEuypto pelus progressu
oulro aviso da5iie dezembro ultimo de- in luslriacs qoonelle sefizem, e pelo mo-
clarar que samelhanle licenrja lio con o vi netuo commercial quenelh se vai opa-
veiici-nenlo de sold oque tu io conslou tar |rma nuUrlenlc o Iquilibrio eu'Opeo
Uua u-1 ::. one o Exm. Sr. presidente dM qUe os tratados de 18l0*tiverm por Jim
ta p.ovincia dingio o moiiitioSf. naiochal oslablecer.
de ramp ns .i-tas do 2i docilado mez de a llussia lio s quem tem inleresse em
dczeoibro, e de lioj''. destrn- u i estado de cousas que, ussegu-
Candiilo I tul leireiro, raudo a tnii.qiillidade e a prosperiJade iio
Ajudantc de ordens cncirrigado .lo detalhe. o ienle, detnra a decadencia do im.'eno
------ Olionijiio '. prolese-o de-le modo contra
EDITA I.. ag nv^es do seu Unmcl p'otector. lio
D'ordemdoSr. inair.-iai do campo gra- j,np09Slvel quo os home.is que dirigem os
duado Antonio CorrCa Seara cr.niin.nd.n- neocios Pm i 0nst.iilitio( la, nao s.jim im-
tedas armas.se faz anher ap Sr. primmro prHsS0,iads ,./r rsIa cousi loracSo. Ab-
lencnte da terceira ola-s? do oxe cuo Joao uas.pC|ia .-,, lern praiic.do um s clo
Marinho Cavalcanli de Albuquo.quo, que (|I1B (l0-SJ nprir|ne um temor serio
em ordem do diado quailel-g.'ii.ral de j|,.|iemel-Alli e Ibrahnn-Paclia tinmiui mui-
noje datada foi considerado ausente na Us ve/es assu5laj a pori,.i pelo modo por
forma da lei de 16 de insio de 1835 art 3. queeniretu|niii seu exercilo, e pelas pro-
nm vista doqual, e com o h n de evitar a purcoe, qUf! ,itvm a sua marinha. Abbas-
pona Imposta no art. I. di mesma le, de- ,1(lcha iBI rolnpid inteir.menle com estas
vo apresentir-se no prolixo prazo de um Utt,q0e bellicosis e aggressivas. Elle
UIP2- .,,,.-,, i tem pencado mais em construir cammhos
Quirtel-grneral na cidade do Reare, J de, de ferro c m Uier p|al|1>o-ic de arvoros
jaueirodo 152. doque em lormar reginenlos e auguienlar
Candido leal lerreira, sua ,rfDaJa 0 su4 olilica lem tlrahido
Ajudante de ordena enea, regado do del.ilhc. aQ E,yt,lo mis moroadores que sollados
aveuiureiros Final.jenle, ese ay>lema
l"i'i ii,i i ser aquello que coiivemia mais a
lio--i.i, porm nSo vemos que possa haver
aqu rasds para ataca-lo como se tem feto.
O.stabelecimenlo do camiiiho de ferro
veja sua ralisaQ3
Acuidades s3o nu ..erogas e oBo he hoje que
se po le esperar arhir os capites necesn-
rios para urna empreza somelhante. Sera
por ventura racionavel renunciar, em pros-
pectiva de un mellior t3o problemtico, um
bem faeil de ohter-se, e sacrificar a um ca-
nal que esl nos nevoeiros das utopias, um
caminho le ferro oara oqu tSo seguros, a companhia organisada,a con-
cess3o fnita e os trabadlos comedidos? Ab-
bas-Pacha n3o p--ns.ii assim, e eremos que
levo r(3o.
Demaishejum ngocio conaummado,
e a ningnem he mais permnttido oceupar-se
destaparle de queatio egypciaca. Ha urna
nutra infelisnonte que nilo esta resolvida.
A l'urla insisto oa nlroduccSo de Tancin-
nat e a commiss3o que trab .Illa em, Colis-
iiiniin ..-11 n.' deu ainda sua opini3o sobre
as ohjo.'O'-s apresentadas por Abbas-I'acha.
Sabe-se quo o vied rei revendica o dire.to
deapplicara pena de m.irte sem referir-se
nos.iliio e que da as m'.lhores r.-o-s tira-
das das neCHS.idades de sua posicSo.
Defaclo nSolia paiz em que esta pensse-
ja mais raramente aiiolici la, ha .leannos
ni. tem havido no Egyplosen3o cinco ou
S'is execuedes. i\ao lie pois por amor do
poder absoluto o por um instinct) de seve-
rida.le excessiva que Abbas-Pacha resiste
sobreest ponto s pretences da Porta;
mas porque governa um p-i' no ie urna
raca de homens, que eleva-se talvez a cem
mil, puro em perigo permamente a vi la a
a proprieda le dos nacionaes e dos eslran-
geiros.se alo foro temor d i um castigo ter-
rivel e de urna applicacSo inmediata. Os
representantes das potencias europeis que
sal.'in em que estado deploravel se acham
a maior pa> le das provincias turcas e a per-
feila segoranca que reina em tud.sos pon-
tos doEgyoto, sao abena ueute favoraveis
a recl mos que a Porta reconhecet a jnsliqa dalla.
(Preii.)
seja regis- missionario, pediram-lhe que nSo os hosti-
rolino lisasse, e que para remover a dosennfiaoca
legal, i se deixasse ficar em algum dos engenhos
um parecer da prximos i povoa<;9o. ao que elle pruden-
invada o territorio dominicano, seu llm eralcamara, e que excederam das respectivas
farcar a repblica a armat-s, rivar desuas verbas, no auno prximo lindo, deiia abrir
occupacoisosciladaospacificos e causar-1 se urna verta especial na desueza do cor-
IhosdesUmodoum mal muilo maior queirenleanno, que abranja toda a importancia
odeumainvasSo. Alen disto, as despez-s de ta-s'.documentos preredendo para isto
forcadas do governo s8o enormes para um autorisscao do Exm. presidente da provln-
terrilorio tSo pequeo. (cia.
toda tranquilla.
Isto lie ludo qusnto fe ha passado em
Pao d'Alho quanto s nutras comarcas,
aquellas deque hoje recebemos noticias,
acham-se todas socegadas.
Consta-nos que aigumas pesoas assusta-
rini-s' ao verem hoja apenarem-se al-
l ...s
vaoores de guerra, um ingloz Mandou-se registrar o diploma de flr. oro guns cavallos, pensando que novas Jorcas
j trine'Z. ostS) estacionados e m medicina, de Joso Augusto Cezar Nabucode lam parts em consequencia de desSrdens
Port-*v-Prince -m caso de ueces.idade. He MgJo, passado pola academia de Rio de Irebontadas em outras parles, por isso apres-
lod.via evidente que amenos que a Gra-I Janeiro. sura-np-nos em declarar que os cavallos
Brelanh.e a Franca n.lo dHermioem oim-l Resol.eo a cmara, reqnerlmento do apenados foram para conduzr mantimen-
per.dor a fazer a paz c..m a re .ublica do- Sr. Franca, fic.sse addiada at a manhSa.Ftos o o msis que he pecessano a forca que
minic.na, elle Iludir a quesiao e comoca- qu.ndo eslivesse presente.o Sr. presidente partir para >aodA!ho sem ter lempo de
til liliV','*"f. illa* lliu.ili" H '*"" ** *" *"( |T -------- "
raoutravez sua manobra para fatigar as as petiOes dos pretendeiUes aos lugares
potencias me liadoras e inuinr pouco a
pouco a repblica domiuicani. Ahumani-
dalesolfre igualmente naquella repblica
e no imperio haitiense: o progresso esta pa-
rado o as riquezas que a ilha encerra em
su solo frtil e seus pro lucios mineVaes
nfio ,11,1-m desenvolver-se.
(dem)
POLONIA.
Escrevnm das froulelras da Polonia '' -
selle de Vois :
Nesle momento os Polonezes s3o os lti-
mos em cu.direin grandes proparos para a
defaza de sua independencia nacional, po-
rm elles tem levado seus esforcos, a osle
respeuo, um terreno onde lie impossivol
ao governo alcanca-los. Heno lar domes-
tico que elles nulrem oom ardoi seus costu-
iiio iianoiii.es, assim como na litteratura
hislorica, na agricultura, no comm.rcio e
na in m-t'i i. OsPolonezes chegam nesle
momento a Varsovla viudos dos paizes os
mais remotos. O Comi de Variovil m-
nuncia que muitas familias dislinctas che-
gsram da Wochyoie.
Os patriotas os mais distioctos taes como
os condes Adam Patoki, Casimir. Plater, e
outros entregam-sa a imprezas de commer-
cio ede industria. Os Iliteratos nao tratam
sen3o ueassumptos tralos da historia da
Polonia. A nubresa, que at hoje era a al-
ma de lodosos movimentos e tinha a direc-
c3oexclusiva delles, procura agora sahir
EXTERIOR.
ECYI'T..
l'aiis, 23 de noi-emi.ro de IS51.
.Nossa co-respomencia pailicular de Ale-, tem para a Europa urna importanciai incoo-
xa.i.ir.a, datada de 9 do correut- ( novem-, Lstavel. Elle deve trazer para o MeJiler-
brn) conlirn.a as noticias chegadas, ha tres ran o loda a parte do commnrcio que delle
dirg, de Oonst.ntinopla. As difilcnlda les se tulla afasia lo, ha Ires s-culos.
que se linham levantado a resp' ito do cimi- Urna ga nho de ferro acham-se aplindss, e HflolzU oesla queslSo, julga quo o cammln de
se es,ierava mnis sen3o a cbega.la de Mr. ferio h: mu.lo favoravel aos inleresses da
Slie^henson, que havia partido de HarMlhl Inglaterra, o prefereria um cjnal que per-
paia adoptar um plano definitivo e piinci-. mellisse a tolas as nates lomar parle na
niar os trabalhos. Ha Ires projeclos. Con- lula commercial em m Ihurss coininos.
i'ormeo pri neiro o.aminho devera ntraves- Esleproject. de etlabti.'cer urna coniuiu-
sar o clia e as provincias m-is licas do DlcaqOodirecta entre o golpho Arabio o o
F.gypln. llavera duns puntes, una sol.ee i
FOLllETlitl.
M-dite rai.-o.li.la ja de ...ilo l.-m
tm
eiio
Ol
mEAIORIAS DE UM MARIDO.(*)
roa EUOENiO sur.;
XV.
1 ........,,-. i i ,;.... i.-.upo debaixo da doce in-
tluencia de meu encontr con. I ...i.il.o ; posto
que ha multo esqueclda no meio do turbilho
de pratereg que me arrastiva, esta sincera e
terna an.izade de ouir'ora conlrasiava de tal Bor-
le com estas hgaces trlviaes, suprrliclaes ou
interesiada-, lo frequeutes no mundo em que
cu vivia, que ella me voltava ao coraco fresca
e pura como urna das iiiclliorcs ii..,..o..-s de
id ...I... adolescencia.
Por i., n i lu lempo absorto oestes pensamenlos,
nao cuidel ao prioclplu na mulber de Jaclntho .
todava pouco a pouco, e poraasl.n d.ier, in..<
grado meu, sua lembranca me do.nlnou com-
pletamente vista de perlo, achei-a ainda mala
bella do que a tlnha suppo,to, ella era sobre
tudo, eu o confeaso, a inulher a mais des. javel
que ounca Conhecl.
I... na., .iii.i.v. s cin sua rara belleza, mas
em unntradlfOea eslrai.bas, cujo segredo de-
balde procurava.
Eu nao poda duvldar que ella sentisse a mais
lerna aft'rlcao por seu marido, toduvla aens
olhos glandes abaisadoa du.antc o principio de
n.loba couversaco com Jaciniho, se tlnha.n
duaa ou tres veaes levantado e iado sobre os
iih-iis co... una segu aoja que devia ser o cu-
mulo da nftbiteza ou du ingeituidade. Ua in-
genui.la.le, eu nao poda cre-lo, porquanlo
ella lia F..., as escondidas de seu marido ; to-
dava o que ella me tinba dito de suaf visitas
aos diversos museos de Pars annunciava una
certa lii.u.a de gosto.
A pIijmoiioiiii i deCesarina.quc teria podido sorpreheudeu-u.e muiiu; eu len.urel-.ne qu.
servir d lypo Venus Aphrodila, parecia-me no colleglo Jaciotho tlnha um cuidado caire-
' ...o do puueo que postula; sua pasia, em vei
(*J FioV o Diario n.. de er como taous outraa verdadeiros Laphar-
l.iuil que iul< ingente por >s,u co.ihe-
cendo o espuito elevado, a delicaJcza exquisi-
ta dos sei.tiineuloa de Jac.ntb... cu perguuiava
a mi.u mesu.o (no caso em que inlDnai suppo-
sict's tivessem sido I.... .1 i.i.-. J porque outro
coulrasle ose csame.no tiuna Udo lugar ; con-
traste lo noiavel debaixo do ponto de vista
material quatitu debis-, dn ponto de vista mo-
ral; Ceaari.ia me repreae.il.va, repito, o typo
da belleza rdeme, apaixouada, e.u lodo o vi-
' gor da juve.ilude e de urna i.ude eibuberame ;
ludo, al o timbre sonoro c varonil de sua voz
de contralto, augmeaiava esse caraeler de |.o-
der pl.ys.co tu iiotavel uessa grande e a.l.iura-
vel crealu.a. .. j eutretauto que Jaclntho, pe-
queo, quasi v .1, i., .i... i ca una uessas na-
lurcias ... v ..,., i.nprcasloiiavels, verdade.ras
sci.snivis que nao vue.u seno pelo espirito e
pelo coracao.
Como se tiubaui in.i lo estas duaa organia-
ces lao uisse.uellia.iies co.no sobre ludo p-
rtela, u ellas lao perfeilameote fallzcs desia
ui.iao ?
A curiosidade de penetrar es segredo res-
ine esperaren. impasiieucia mi.iha eulrevista
do dia aeguiole com /..c.iiio, e coul'esso, eaa-
r.naduraute a no.tc airavcssou ...unas vezea
..icuasonnos, co. todo o radioso li.nl. de sua
jini-niude, de sua embriagadora bclleta.
Fui exacto e.u Ir ter com meu amigo hora
ajust ida ; pelas uilo lloras da ... inli.n eu esU-
va com elle JaciulUo morava uo quariu an-
dar de n.... casa situada na ra do Bao perto de
sua repa.tico; toque! a campanilla, una cria-
da velha, uial vestida abrio-me aporta.
Atravessei urna alela de jaolar obscura, e
ent.e. i ni um salo uiodeslaiueote alla.ado, no
qu.l reinava a mais deploravel delordeui; ves-
tido, de mulber, u.n chale esalas estavaiu dis-
persos sobre as cadelras e sobre o soalbo; al-
guna vasos de llores ineiu murallas guarnecan!
a I. .i.iii.i- Eu vi sobre un. piauo velbo um
copo, una garrafa e um pralo, cnulendo ainda
aigumas frutas e pao duro ao lady de u.u bo-
nito chapeo de mullier e de bor eguina mu
frescos, ...ni delicados sem duvida, .na. alngu
I inocule all cullocadot. As cortinas, oul.'ura
brancas ealavaiii de una cor russa e rolas em
ii.i.itoa lugares.
i.m nina palana jamis eu nao tlnha visto
una desurde. e u.u deslelao lo grandes.
Este triste quadro apertou-uie o iorafaoe
HAIT,
l.-se no Dof/y Nevas :
Os eonsulos da Kranra e da Inglaterra
vendo que o imperador Sonlouque fazia
grandes preparativos de guerra e marchara
para o Norte frente de seu exercilo, entre-
gara.ni no dia % de iunho urna nota energi- .
ca na qual annunciavam que seus respecli-! deseu isolamento. untndo-se aos nteres-,
vosgovernos Ihes tinltam ordenado, no ca-!ses nacionaes, quiesquer que elles sejam.
so em que Sua Magesla le lentasso invadir Pouco Ihe importa por canseguinie i con-
o territorio demimicano, de declarar oblo-lclusio da Liga Polska em Posan o em Schio-
queio de to los os ponos haitienos pelos na- da.
vn.s de guerra juglo/e; 3 frauce'-es. Isto! Escrevem-nos do Cracovia que o proces-
lo impedio o iiipca lor Soulouque d-so ci necado contra o cande l'itockl esia
coiitinu.r sua marcha o de timar umi po- fJ'ny ' noeeoraT--a5t porque se cncoutrou gr.ir-';
s.cfio hostil na frooteira, perto de Juana
Mndez Onaiiamiiilhe) e s.p-ii.i'l-. nica-
mente por um pequeo rio do territorio do-
minicano.
A repblica dominicana vio-se obrigada
a cliiunr to los os cida.lSos as armas. 0
bravo general Santana, queem consequen-
ciada hnlhatite victoria de Los arerasque
alcaucoii em 1849, com 500 uomens contra
os II.ilienses em numero de 5,0U.co.n.nan
.lados pelo proprio Soulouque, recebeu o ti-
tulo de Libertador da palna, es hoje em
pres/iirja dos lliiienses, com 8,01)0 Domi-
nicanos. O presidente B.ezdeixouSao Do-
mingos com a cV'.ll-r, e quatru navios da
..equeoa flolilha levaram par o Norte um
grande reforco de tropas. O euthusiasmo
he grande, os boinens deixaram s suas familias e seus Irabmtws dos campos
m de se collucarem debaixo das ordeus
do Lib rlador, o qu.l he a lorado por suas
tropas. Parece que todos de.>cjam que Sou-
lou in passe a frooteira.
E tire lano, dizem em sin Domingos que
o cnsul inglez, antes da pani la do presi-
dente, lera ler com S. Exc. e Ihe pedir que
pormauecesse estriolamenlo na defensiva e
evitasseum encontr, alim de que elle ni.
podesse ser considerado como urna aggres-
sSo da parte dos Dominicanos.
N .iiii'.iinieiile a agilai;ao he grande, e to-
do o comiiiercioesla inierrom .ido por ago-
ra. U.n ceno nu ero de navios osiao sem
Irete uo ponode l'uerio-l'iata, porque nao
acham carregame.los. Os sele mil cavallo
e muas le que sa h va laiiica lo nin na pro
vi ci i .1 Cibao ar. transo .riar o tabaco
vagos, de contador, e ajudantedo porteiro.
Despacharam-se as peliQOes da Antonio
Francisco dos Santos, Antonio Jos Dias,
Or Carolino Francisco de Lima Santos, F-
lix Jos do Rozario. Feliciano Augusto de
Vasconcellos, Francisco Ignacio le Athay.le,
Francisco Ignacio da Medeiros, Dr. Jos A i-
gusto Cezar Ni buco de Arauj i, Joaquim
Francisco de Paula Esteres Clemente, JoSo
Josl'erein, Manuel Jos Miuricio de Soni,
Manoel Fructuoso da Silva, Maooel Fran-
cisco Coimbra, Sebaslulo Jo? Gomes, Tar-
gino Comes Pereira, e levantou-S9 a soss.lo.
Eu Jo3o Jos Ferreira de Aguiar secreta-
rio a subscrevi. Oliveira presi lonte.
Mmele. Carneiro Monteiro. Ferreira,
Barros.
DIARIO DE PERNMBUCO.
RECIFE, 7 DE JANEIRO DE 1852.
o:iiii na;) en ao.i ir um mulivj ..|..s ~... .
ra su* prisSo.
(dem..
PERNAMBUC3
CAM%H MMCLP^L.
CSESSAO' ORDINARIA, DEU DE DE-
ZEMBRO DE 1851.
Preiideaciada ir. barros
Presentes os Sr-. Mamed-*, Carneiro Mon-
teiro, Franca, e Pires Ft.reir.,f.liando com
t- .os i participada os Srs. presidente e l'i-
g.iciro lo, e se n ella os mais Srs. abriu-se
sess.lo, c foi lida o approvada a acia d'an-
tecede .te.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE
L'm ofilcio do j .i'. de .*az io primeiro dis-
triclo da fr-gueziala Varzea, propon.lo a
Quaodo informando hontom os leilores
de que a provincia guzava de paz esocego
em, todas as suas comarcas, tendo havido
apenas nade Pao d'Alho umi amolinacSo
causada pela falsa e deplorare! opini.lo
que formn o povo d'alli contra o decreto
de 18 dejunho doanno passado que mana
por em execucSo o regulamento do regis-
tro dos nascimentos o bitos, accrescen-
tmos que criamos que mesmo nesta co-
marca a tranquillidade publica estara ja
resta bolocida, n3o nenie pelas providen-
cias tomadas pIo governo, sen3o lambem
pelos esforijos e palavras suasorias do Rm
prefaito da Penha, o qual convidado pelo
Kxm. hispo diocesano parli a inmeliala-
meQIe para alli a fim do missionar, echa-
mar ... povos a ob diencia da lei, sonhe-
'* s que aigumas pessoas extremamente
descomidas n3o nos acnnipanhavam em
nossa ere >f a t entr.'ianto hoje temos a sa-
li-lac.io de anno.,.., i que nos n3o enga-ljorna oque levo dito.
..amos no ju.zo quo Raemos, fondados no
conhecimeulo que temos o. |j0l| n lolo dos
habitantes no nosso interiC1:-, influen-
cia que sobre elles exerco I da
pal .vra evanglica, quando f-ita .
dotes t3o virtoosos como so entre us ua
do hosoicio de N S. da Penna. .
Com efMloao aproximar-so de Pao d'A-
lho o reverendo missionario fre Caetano de
Missina, osamolinadus sihiram logoare-
cebe-lo soltando fogueas,
nada levar.
Correspondencia.
Srs. Hedaclores.
Muilo desejo saber, por isso per;o Vmcs.
que me dlgim quem marc.u as horas
noite do eucerr.imento do cl.af.ri/, se a
ornara municipal, ou a lei que concedeo
a companhia fazer o encananionto d'agua;
norque muito aofro o poro com fechar-se o
chafariz s oito horas-da noite, quando os
mais estabelecimenlos de menos necessida-
de csi.'.o abarlos at novo horas, o estes
mosmos havendo qualquer precisSo se ob-
letn abrir-se a qualquer hora; se he a c-
mara, ou a lei, como cima trato, que te-
iih.-im piedade .le quem tem sede, pois nem
todos tem o dinheiro enfarrolhado ; acon-
tece muitas rezes que o artista, etc. quao-
do recebe o dinheiro de sua industria, e
que se quer refazer d'agua j a n3o acha
porque est debaixo de sele chares i se
he marcada as horas do encerramento pela
companhia a esta por direito nao Ihe com-
pete, sim a poderes mais elevados, e que
tenham attribuicdes para isso ; outro sim,
quando se pe & renda o genero, euteodo
que dere-se fazer o mercado rontade do
comprador, quero dizer, conforme a forca
de seu dioheiro; outro tanto nao acontece
com agua que nao se faz mercado de dez
res, sim derintem, equem s tem dez ris
que morra sede; no lempo que oschafa-
rizes estiram por conta da companhia fa-
zia-se mercado de dez ris, depois da arre-
matarlo n3o se faz; eu preliro o pensar
d'aquella. Se estivesse ao alcance de qual
quor pudr ol'rigar a fazer dez ris d'agua,
eu acharia muito lioin, anda que fosse
ton; i de canhoes, como fez Luiz Nspo!e3o.
N3o ..i n I .i.i que Sou amigo de arror
cho, sou inimigo dos espertalhOes, e ami-
go .lo i ..vo como ou.
Srs. Redactores, se acham que sigo em
regra, queiram inserir em seu estimavel
lleni.', 7 de Janeiro de 185a.
P.
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Rendimoniu an ,t,a 7. ... 22:758,812
Descarregati. h0e g de Janeiro.
, repicando os Barca ingleza Sewora fui... mercadorias.
sinos ed.n.lo tolos os siguaes do mais in- Barra ingleza Geneveo fem.
tenso ijbilo; uodia bem uzer-se que os Brigue francez lleaujeu mercadon...
nimos et*rm ja acalmados, e o .uotim Brigue inglez CkurlotA farinha e mer-
acabado, quando se soube na rilla da ap'O- ca lorias.
ximactlo J f .rea que o Exm. Sr. presiden- Brigue hamburguez l'alter Nalhtus ba-
te da prorincia faz d'aqui partir para res- Calhu.
labelecer a ordem coadjuvando o reverendo Brigue brasileiro -- Mariana-' mercadorias.
A.To'iio ..'1 >Dva ,Fragozo.'pra,'escrva"o do missionario na empresa de pacificar aquella Itrigue braseiro -- Animo i lem.
mesmo juizo :aprovou-see mandou-se pas- comarca; enl3o immedia'.am-nte teve lu- Escuna brasileira--Oracioja--1 lem.
sar titulo. Igar um outro alvoroco, correado alguns Hiate brasiletro Flor de tururipe gene-
Outro do fiscal de S. Jos remetteoJo o dos amotinados a emboscarem-se na malta ros do paiz.
mappa das rezes moras para consumo no de S. JoSoque dista duas leguas de Pao d A- j
maladouro publico, na semana de 8 a Itdo Iho. ..... Iiuportuco.
crreme (2t;.-lnteirada. Ahi ao passar a tropa, estes individuos Brigue francez Beaujou rindo do Hs-
uauia cheioa dos ubjectos mal, diversos .1.00.1-
loados confusa.nenie, era modelo de urde.ii c
de arrai.ja.neni Eu esperava pois achar e.u
sua casa u.n desses ulteriores modestos, cujo
encanto e cujo luso 3o um aceio apurado ; mi
oha .speranca foi completamente illudida; es-
la decej.cau tlava-u.e u.na Irisle opitio de Cc-
- o 11.1 eu cumpreliendi -|... ella csti.nava mais
paisar os diaa debaixo das frescas sombras dts
l'ulii.-i ias do que vivcr em urna babllaco tao
uegligcnciada
Hassadua alguns instantes, Jaciniho veio ter
contigo, elle acolneu-me com sua atl'ectuosida
de habitual e fez-me entrar em seu 1; .imi--..-
de iraballio.
Esta saleta coinquanto lao modestamente al-
faiada quinto o reato do aposeuto, eslava ...a
raviliiosa.tiente acetada c ordenada, o soalho
i.. .111 iva claro e luzeole, cortinas uovas c alvas
guarueciam os caillbos. O. llvros ie Jaciniho,
-j.... 11 icaiii, or dlsposlos aobre suas estantes
ue luadeiras pintadas^ de ciiiteuto uo ollere-
cia.11 vista um so grao de p : liua.mente so-
bre a mesa de trabalno, cubera de u.n tapete
de panuo evidentemente bordado por inao de
oiuiii.-i, vi cu um vaso rustico u.na roseira
..it.-iiai.ii.il- florida.
Este contraste com o aspecto desordenado do
salo i.nprcssiooou-.ue de tal sorlc, que nao
pude deixar de dizer aJacialbo: Deves coui-
prazer-te muito neatc lindo gabiueic laopii-
uorosauenie arranjado.
Ue verdade, me rejpoodeu Jaciniho aor-
riudo, e t concebers quaulo me co.upraso
aqu, quando aouberes que he Cesanua que ar-
rauja ludo isso; ella pc em ordem e alimpa
ineus llvros, euili.n faz ludo o que ves sem que-
rer aceitar iieobum adjutorio; debalde eu me
revolto contra meu lyrauuo,aouobr.gado se.n-
pre a ceder 1 uias, accresceulou Jaclntho pe-
gaudo-ine as wos, aqu ests, ....liiii aqu es-
las, quasi que nao dorm esta noite cuidando
em uossa entrevista.... habituado queeuestrjacoiu a telicidade... Sor-
presas como a de noutcui nao deixam de agl-
lar-me um pouco.
A felicidade radiava com cll'eilo sobre o ros-
to de Jaciniho.
jh1 Eutio, amigo, Ihe uisse eu, ci leliz, mui
feliz?
Sim.,.. Oh! sim, Fernando, mui feliz.
Eu o crcio, amigo, unta .111 '.;a 1 corres-
pondida be o pri.ue.ru dos beiis.
f. este be.n, ui o po.suiinas, Farnaudo
Eu idolatro m.nua uiulhcr.
E elle accrescentou com urna ezprcssao
trna:
do
de.
ai procurador a comprar um marco de li-
bra q-ie seja 1 un exacto, para ser conser-
vado e Servir de padrSo.
Fo. a r .va lo um p.recr da commis.o

I-- be kimpl.s.imu.. elle era tanto para
lastimar.... quando eu a esposci.
Tua mullier >
Aiil meu amigo, a pobre creatura sol'cu
lant., sotlreo lauto: que a modesta surte que
eu Ihe pude o'erccer he para ella o cumulo da
Telicidade, se pusso julg.r pelos cuidados en-
cantadores c temos com que seu recouueci-
111... t me cerca.
E poique solTreo lanto tua mulher?
Km .las palavras, Fernando, eis-aqula
historia de meu casamento: Ao sahir do col-
leg.o e.it ei como supernumerario ua secretaria
da repanico do interior quando cheguri
nalorldade, o bom do uieu tutor inelteu-.ne
de poase de meu pequeo patrimonio, o qual
con-.isii.ie... um titulo de 1,300francos de ren-
da; era, cauto ves, uiuito mdico. Atu^uei
com bandeira branca, os quaes enviados farelos, 600 gigos batatas, 20 barris ci men-
so encontr do mesmo pelos out'OS que to, 2 ditos verde-matiz, 50 caixas reas, 4
linham floado na villa j soceados o trau- quartolas vinho, 4 barris soda, 50 fardos
q.lillos, grac8 aos esforcos do roverendo papel, 50 botijas oleo de linhaca, 30 Larris
que en lin- lo.uccerei u.u enxoval, he ludo o Talvez me pergunles porque rasao, pensando
que possu fuer. asalm, casel com ella?
J le dlsse. meu charo Fernando, os pezare O amor e a rasao terao vencido teus cs-
e oa aoll'rlnient.s de Cesarina tinham-ine ins- cropulus, aqui entre nos, mui oajeradoa.,,.
pirado por ella u.na terna compaisao; mas na- Eis-aqnl, meu amigo, o que aconleceu,
da do amor. Eu tinba muilo bom senso, mu- a madrasta de Cesarina rellecllo mala tarde as
la consciencia e elles nao me permeltiam lor- palavras que Ihe linham escapado em um rao-
111. -ni,- amoroso, meu pobre Fernando, ment de colera, propondo-me que a desem-
1,111- queres dizer com isso? baracasse da euteada; um dia, esta aboinina-
Cesanua er> muito bella. re inegera leve o cvnismo de dlzer-ine I O
I ni.... he laso que teempedla de ama-la Sr. quer casar com Ceserli.a? diga sim ou nao.
co.n amor ?
Sem duvida.
Prestar-.ne-ha um grande servfco e far uina
boa accao aborreco esta rapariga, c este hor-
roi cada ves se torna maior, por isso cedo ou
tarde. Cesarina acabar, como j me te.namea-
cado de faier por fugir de miuUa casa. Ella
teui dezoito anm.s, nao possue valia dcuin
sold, nao lem ueohiun oflicio, he borrivel-
-- Nao te comprchendo, Jaciniho.
he.11 o vejo, meu amigo; porincscula-
ue. -Fraco e inirrzdo, sc.n encantos exteriores,
;. eu nao ralho alguma cousa seulo pelo eorac..;
u.u uuartiulio gu.mecido e.n u.u .nao hoiellpor Isso .lulo urna necessidade imperiosa de nieule preguicosa ; pois o fallecido seu pal a
u.ub liado na rea Masarina, occupadoporu.ua alleicao. Antes deconhecer Cesarina, meu ao- criara loucamenle como se fra u.na l.dalga.
nho era casar com urna creatura humilde e O Sr. sabe quanto ella be bella ; ora uina rapa-
mansa, nao precisamente, leia, porm einfitn rlga Im.uh 1 com dezoito annos de idade, prc-
no bastante bella para apresentar couiigo um guicosa, sem rnelo, sem dinheiro, aein ter on-
contraste quasi pcnlvel de vr-ae. de reclinar a cabeca, acaba aempre por achar
Peusas e.n tal. Jaciniho? Isso nSo ue tal- uina cama.,., entende-uie, Mr Durand.'
lar seria.nenie. I Isroi.e horroroso, exclame! eu.
Fallo mui seriameute, Femando ao meu -- Sim, Fernando, to horroroso, e desgra-
vera graca c a belleza sao lambem riquezas, e cadamente lio verdadero, que peosando no
nesle senil lo ha casa.oenlos cruelmente dis-i futuro vergonhoso, horrivel talvez, a que esta
v.uva chamada madama Robn, madrasta de
Cesarina ; esta madama Kobio era a inalvadeza
a grosseirla encarnada; ajuma a isso, tneu
charo 1 .-i o ,.nl 1, que ella se embriagara .re-
queme.nente, e julga da cruel existencia de
..c, 111,1, sua enleada, que essa inegera abor-
reca. Seu aposento achava-se no mesmo an-
dar que meu quarto; mullas veaes eu ouvia oa
gritos e os solucos de Cesarina, batida por sua
madrasta, que o vinho tornava furiosa.
Oh! esta mullier era um munstro. ..
mSui Sim. um tnonstro, e a vida de Cesarina
um inferno ; tti aabes quanta dor e inedo ni
iuspiravaa vista das builiiis docolleglo ; pols,
meu charo Femando, uieuinorphose comple-
ta! accrescentou Jaclutho sorrlodo. Vendo
esta uiegera uialtratar to cruel.neute sua eu-
teada, eu tmido e fraco torne.-me um hroe,
u 1.1. es i..... Mala de u.na vez (a sorte das ar-
mas he arriscada] fui at ultrajosamente bali-
to por esta borrivel llobin, quando quera in-
terpor-.ue entre ella c sua victima.... mas ini-
nba derrota uo fazla aeno inflamar minha
coragein' T ves o que he combalier pela boa
causa!
bom e bravo Jaclntho. ..
- Na 1 cretas que fazendo-me assim o palla-
.1. 11, o cavalheiro da fraqueaa oppriinida, eu
llvesse algu.n pensameulo amoroso reserva-
do,. Nao, uo. A injuslica c a crueldade me
rcvoltavaiu, eis-aqui ludo; eintn um da em
pue eu intervinha anda, procurando acalmar
madama llobin c fazcr-lhe sentir a crueldade
de sua couducia para com Cesarina, ella disse-
ne a p.-imente -. Pols bem, ja que se iulc-
ressa t tuto por mluha enieada, desembarce-
me della, tomc-a sua coma, case com ella,
proporcionados; um hornera como eu, por ex- rapariga podia estar eiposta, flquei apoderado
emplo, casando cora uina mulher tao admira- de urna cotnralseracao profunda; todava rea-
velmente beba como Cesarina, nao se acha ac- pondi a.esta indigna Robn; Primeirainente
so na mesma poslcao que um lio mem pobre que | madamesella Cesarina nao me querer seui du-
casa com urna mulber irainensaracnte rica? vida por marido; ao depois sou pobre, nao
Do-lbe ludo, elle nada d; por isio, por pou-1 possuo aeno uina renda de l.jOO francos, mais
co delicada que se|a sua alma, elle tem acons- Urde, he verdade, quando de supernumerario
ciencia da inferloridade de aua poslcao e pro I eu passar a empregado, oblere um lugar que
cura equilibra-la fo^a de recoohecimeuto e. rende urna Igual quantia. Uadama Robn nao
dedicaco para com aquella qae se dlgnou des- me delxou acabar e repllcou : Mluha cicada
ccr al elle. I ae casarla com o dlabo d. Inferno para escapar
Cre-.ne, Jaciniho, aquel le que em urna s miabas garras; pols em facto deaveraao,
tal unio lava um coraco como o leu, com- nos nao devemoa uada urna a outra. Cesarina
pensa de sobejo esta desproporcao phvsica de est em casa, eu a iuaudarel aqu para que o
que fallas. I Sr. se enteuda com ella. Com efleito alguns
-- Nao Fernando, nao, eu nao me filudo...,1 insumes depois Cesarina prevenida por aua
Deraais o ooraco de minha mulber val o meu, madrasta da possibilldade de um casamento,
aehe que nao val mais; eu Ihe devo portamo correu para mlin. Suas priraeiraspalavras pro-
de mais estea momentos de extase que me be nunciadas com uina eipressao de fellcidade e
impossivel expresaar-te, quando silencioso e de reconhecimenlo indlsivei foram esus;-.
recolhido contigo mes.no, contemplo com ama Ser verdade, Sr., que Vmc.conseme e.u ca-
orte de adoracao a belleza deslumbradora dea- lar comigo ? sablrel eu do Inferno em que vive
u rapariga que ae llgou ami.n.... Eulo, con- Depois debulhando-se em lagrimal e ajuulan-
feaso-ie, simo aigumas vezes um vago pesar, do as ruaos, ella exclainou
quasi u.n remorao. Sun, esta possesso pare- I Pelo amor de Dos leona do de inun, nao
ce-ine iulqua. Nao Ihe devo eu transportes que me abandone.
ella nunca ,001;...ruinara .' e cutid uno celo Pobre rapariga.,..
que morrena se devenc renunciara Ceaazlna... I Miabas lagrimas corriam tambem, eu le
MUTILADO

ILEGIVEL
1


2
El i
i
' "" .
Antonio Ken.eira Declara ao.
humbo demor-iedo, 600l.rr.ra nsloVMio de IW1. %^^*tto
100 gigos- Champagne, 555 larri, a *J0
meios dito malUe(ga, 460 barrio., b.c-
lho, i.cein rtulos impressos; toe con-
signatario..
RECEBEDORiA DE RENDAS INTERNAS GE-
11AES DE PEKNAMBUCO.
Rendimento do di. 7..... 804,810
Expartaco.
ll.vre, g.ler. francez. V. lish, de 383to-
lidiadas, conduzio .eguinle : 4200 ..ecos
cura 21,000 rrotias de as.uc.r.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do di 5. .
geni dirija so .o. con.ign.t.rio. Tliomaz de, Precis.-se de uro prato robusto pira o
Aquino Fonsao. & Fil'o lia ra do Viga- .arvico ordinario de padana: n. ru. do
Ideui do iii i 7 .
Ho n. 19 prim.iro andar uu cora o capitdo na
pr.M.
.- Par. o A.au enm escala pelo Rio gr.nde
-Oluiz de Paz do anoo do 1." do- do Norte, segu iinprelerWelmcnle no di.
trido da freguezia de S. Kroi Pedro Gonc.l- nove do crrante o hiate Anglica, quem no
Tes do Itecife, dt|audiencia n.s terg.se sel- mesme. quizer carregar ouir de pnaaRen.
la.fniras as 4 horas da tarde n casa de su. enlenda-se na ra da Cadea do liecifa n. 49,
o,idlnci."n!da "ru, 5. C.d.i !com o con.ign.tario ou .bordo con. o mes-
Annuncia-se pela segunda socado da tre. "
moza do consulado provincial, que os trin-j Para O Itiode Janeiro segu
ta das uieis marcados'p.t.o recebim.nto nfu|Velmente no da 8 do corren-
1:194,208 da decima do* pn-dios urbanos deal- '
cida-
Muvimento do pono.
Navio entrujo n dia 7.
Assu' 14dias, brigue brasileiro Pereira ,
do 166 tonell.d... capitSo M.noel Anto-
nio ilo C.stro, equip.gem 11 carga sal ;
aordem. Veio largar o pratico e segae
par. Par.nagu*.
Atolo lariidos'no meimo ata.
Rio d Janeiro barca americana W. H. D.
C. Wregbt, capitflo Worlhinglon em
lastro. ,m _
Havre barca franceza Edith, capltao Pou-
lel, carga assucar.
EDITAES."
O lllm. Sr. inspector da the.our.n. da
[azenda provincial, em cumprimento da or-
den do Exm. Sr. presdanlo da provincia,
manda fazer publico, quenoadia. 13, 14 e
15 de Janeiro prximo vindooro, ir pra-
ca para ser arrematado, parante o tribunal
administrativo da mesma thesouraria, a
Su em por menos fizar a obra dos coocei tos
acadela velha da cidade deGoianaa, av-
llada em 636,486 rs.
A .rreoiatacdo ser. feita n. forro, dos ar-
igos 2 e27da le provincial o. 286, de 17
de ni un do corrente anno.
As pessoas que se prnpozerem a esta arre.
miedo, comparecam na sala das sessoes do
mesmo tribunal, nos dias cima menciona-
dos pelo meio dia competentemente habi-
litados.
Epara constar se mandou afiliar o pro-
aentii e publicar pelo Diario,
Secretaria da thosouraria da fazend pro-
vincial de Pern.mbuco, 23 de desamoro de
1851. Oaecretario,
Antonio Ferreira da Annunciacdo.
Clausulas especiaos da arrematado.
t.'lerdo feitas todas as obras necessa-
riai, para que este eJilicio fique em bom es-
tado e nelle poder residir destacamento ,
conforme o ornamento anprovado pelo Exm.
Sr. presidente da provincia na importancia
de 636,486 rs.
9.a todas as obras soro principiadas oo
pr.so de um mez e concluidas no de 3 me-
zas, contados de conformidade com os.r-
tigos 31 e 32 da le provincial n. 286.
3 o pagamento da importancia dosta
obra ser feto em urna s prestando quando
ella esltver concluida e em estado de ser re-
ceida definitivamente.
4." para ludo mais que ndo estiver doter-
miuado as presente-) clausulas, sguir-se-
ha o dispnslo na referida lei provincial o.
286. Conforme. O secretario,
Antonio Ferroira da Annuuciacdo.
-- O lllm Sr inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em comprmanlo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia de
23 do crrante, manda fa7er publico, que
nos das 13, 14 e 15 do janeiro prximo vin-
douro. ir a praca para ser arrematado, p-
ranlo o tribunal administrativo da n.esma
thesouraria, quem por monos fier a obra
dos reparos da ponte sobro o no Una na po-
voaedo de Santo Amaro Jaboatao. avahada
em rs. 1:330, 230.
A arrematando ser fcita na forma dos
urts- 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio do correlo auno.
As pessoas que so propozerem a esta ar-
rematando, comparecen! na sala das sesses
do mesmo tribunal, nos dias cima tnenev, '
nados pelo meio da couipolentemCiVe ha-
bilitadas.
E para constar so mandjtf. afiliar o pre-
sente o publicar peloAVario.
Secretan. noaouraria da fazenda pro-
vincial {t Perdambuco 30 de deiembrode
1851.O secretario,
Antonio Ferreira de Annunciacdo.
Clausulas especi.es da arrematando.
1." Os reparos da ponte sobre o no Una
na povoaedo da Santo Amaro Jaboaldo, sa-
rdo feito. i el forma, sob as condicOes, e
do modo Indicado no orcamonto epprovado
pela directora em conselho, e apresentado
ao Exm. Sr. presidente da provincia pelo
preco de ris 1:330,230.
2 As obras principiardo no praso de um
mez, eseidu acabados no de cinco BOZO.,
ambos contados da eolrega do termo da ai -
remataedo.
8.' O paqamento da importancia dest.
obra ser feito em urna s prestando quan-
do ella estiver coocluida e em estado de ser
reaebida dilinitivamente.
4.' Para ludo o mais que ndo est deter-
minado as presentes clausulas, seguir-se-
Iia o que disi 0 u regulamento de 17 de
2:986,137 do, do primairo gimcslio de 1851 1852, se
finalitam em 13 do corrente mez da Janei-
ro, e lodosos proprietarioa que deixarem
de pagar uesse prazo, incorrem na mulla
de 3 por 0|0 sobre o valor de seus dbitos.
te o patacho brasileiro Bella Anni-
ta, recehe anda algurna carga,
escravos a frete e passageiros para
o que tem excellentes comrnodos ;
.-Porordem do Sr.director interino faco ^ p i
iblieo que na cnnformid.de do art. ISdo trata-ae "a, ruaiIa *' 50,com
regulamento de 12 de maio do anno p.findo Manoel Alves Guerra Jnior, ou
ebrir-se-ha a matricula das aulas do l.yco m cspt3o Manoel Jos de Sen-
no dia 15 do corrente, e sera encerrada no 1* ___
ultimo desio mesmo mez, excepedo da do na Martina, na praca do commcr-
Latim. Lyceu 2 de Janeiro do 1852.-0 c0
amanuense,llermeoegildo Marcellmo de Mi- m,L
randa. raa a uanja.
Antonio Simplicio do Barros, juiz de | Seguo com brevidado a bom conhecida
paz do 2.a destrlcto da freguazia de S. Fre escuna nacional ADBLAIDE quem o restante
Pedro Gonsrlves acha-se em exercictodas do seu carregamento quizer fazer, quei-
respeclivas fuocdes : da audiencia as quar- rdo dirlRr-se a ra da Cadeia do Recife n.
tas feiras es>bb.dos.s4 huras da tarde.ndo 23, ou56A.
sendo feriado ou santificado, na casa de sua i I -- Para o Rio de Janeiro sabe com cvuit
rasidouci.no ra do Pilar primeiro .ndarbrevid.de por ler parte do carregamento
do sobrado em que est a reparlicdo da engajado, o patacho nacional argnriila, ca-
Saude, e do-ipacha a qualquer hora do dia. pitdo Florencio F. Marques : quem nu tnes-
quizer carregar, hir de pasiagom ou em-
b.'car e.cravus, para o que teui commodvs
sufOcienlea, pdeontender-.e ron o mesmo
capildo oucom Luiz Jo-r de S Araujo, na
ra da Cruz n. 33. _
l'ara o Hio de Janeiro.
Segu com brevidado a aumaca brasileira
S.Antonio,mullo nova e do superior marcha:
para carga, escravos a frete e passageiros,
trata-se com os consignatarios Machado ot
Pinheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
un lar, ou i'uin o capildo Jos de Campos M.i-
galhdes, na Praca.
-- Para o Porto, seguo com toda a brevl-
dade, a barca portugueza EpiritoSanto,ca-
pitdo Jodo CariosTeixeira ; quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagem dinja-se
ao escriplorio de Francisco Alves d. Cunb.
: & Compauhia, na roa do Vigario.
Par. o Rio Grande do Sul seguir em
Ipoucosdias, por lir quasi todo o seu carre-
gamento prompto.o 1 alacho brasileiro Dous
do Agoslo.capltdo Cnrisiovdo Pedro da Car-
Tlieatru de Apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbudo tOde Janeiro de 1852.
Depois de urna e grande orchestra, subir de nnvo sceoa
com'odoo brilhanlismo o maravillioso e
sempre applaudido drama de grando 111a-
chinismo,
D. JOAO DE MARAA,
ou
A Queda de um Aojo.
O director umiiresario faz scianle .0 res-
peitavel publico que tundo de desmanchar
o Irab.llioso machinismo desto Interess.n-
tissiOM drama para poder por outros do
gramlu monta, ndo podo levar scena .a
ndo asa vez que sera a ultima: as-i m as
pessoas que desojain ver esta bellissima
pmdiii 1;Tu, que nu vordado he a p-imeira
que ueste geireto tem subido nos thealros
de i'. ; 11......iiim, c que encommen laram bi-
Ihetes da camaroie
tes buscar no escrip
do contrario soro vaniidos a quem, primei-
ro so .presentar.
Principiar, impreterivelmonte a's 8 horas
em ponto. y
Fuhlicacoes litterarias.
ELEMENTOS
DE
Homosopathia.
Sahioa luz a segunda parte dest. obra
Composta polo profeasor homceopath. Cos-
Cotuvallo o. 29.
Na noite do di. de Res ai 6 horas
leudo dosipparecide una cachorra fin. da
ru. du Rangel, a qual segua urna familia
assim como urna mulher de chales para as
partes da ra da Praia por is carecidamente, os senhoresque mesm a-
companhou que querendo a restituir se pa-
gara 5,000 rs. pelo seu traballio oa ra de S
Cicilia u.i.ou snnuncieque se pagara todas
as despezas.
A pesso. que no Diario de hontem .n-
nunciou precisar do 500,000 rs., com as 110-
cessarias segurancag dirija-se : a ra do
Rangel n, 36, I. andar.
O coronel Jodo Francisco do Chabi, ex-
porta par. o Hio de J.oeiro, o seu cscravo
Antonio do Gentio Embambans.
~ Deseja su saber se existe nesta provin-
cia, ouom algurna oulra do norte, ou Sul
at a baha, o Sr. Domingos da Silva Barbu-
*<, nitural da provincia do Rio Grande do
Sul ; o mesmo Sr., ou quom delle der noti-
cia, fardo grande favor dirigiudo-se aluja
do Sr. Figuoiroa, a fallir com o mesmo Sr.
que dir o motivo, alias de graudo inlores-
so para o dito Sr. Barbosa.
A aula da ra do Apollo, n. 21, ahrc-se
no dia 12 do corrente :ensindo-se nella pri-
meiras letras, grammatica nacional, latina,
francesa e msica ; o seu director ensina
t mili.'iii por casas particulares estas disci-
plinas.
Quem precisar do paramentos de igreja,
dirija se a ra do Vigario n. 15 primeiro
andar o ahi achara com quem tratar; na
ja a ven la os ornamonlosseguintesxaziilas,
pailio, mangas de Cruz, unibellas, capas de
asperges o veo di hombros.
Joaqunnl. eite de Suuza Bastos embar-
ca para o Rio de Janeiro os s 11 s escravos
Leandro pardo e Josepnina parda.
D. Anua deSanta Urpula em bares para
o Rio de Janeiro o sou escravo Podro, n.cdo
Mucambique.
que encommen laraui u(-1 T>|h0. ffl n0 aegn0 jzer carreg,r ou
s, mandardoquanto an- rde (.g^^em, dinja-se a Bailar & Oliveira,
plonoido Iheairo, po.s Di rua d, f^doi. do Recife, arm.te.u u. 12.
<-> nina m nimiTi nrtmai.
m
Avisos diversos.
O.baixoassignado professor jubilado
na cadeira de geog apira e historia du li-
ceo desta cidade, tem dado comeco aos tra-
balhosdesua aula particular desde o dia 7
do corrente, e nella contina ensinar la-
tim, franeez, rhelonca e gaographia, para o
que se .cha competentemente authorisa-
selBimont. Recobern-se assignaturas.para d0 a, poj,0as, que, do seu presumo, se
aobia inleiraa 5,000 rs., no consultorio auljerem utilizir, podem procura-lo na
homceopathico da ra das Cruzes n. 28. Do- ^
M
-r
asaeguro, Fernando, ao depois fallei aCaaarf-
11a, procurel fazer que encaraaaeo futuro sein
illusao, afina de poupar-nos a ambos penosis
decep(6es; eu Ibe dliae que coid aeua desoll
anuo, e sua rara bellea, tila nao poda amar-
me com amor; quenussa existencia aeria das
mata humildes; que eu tratarla todava de
supprir peto curacio e pela ternura aa varita-
gens que me fallavain.... Cesarlna niu-rinin-
pea-nie e exclamou com um accento lao con-
vencido que mlnha liealtaco ceaiuu: Que!
pola eu nao o amarla t a adoiaciio, Mr. Ja-
ciotho... a Vine... a Vine, que lie manso c
buii como um anjo. .. a Vine, que me tirarla
pois da publicando da terceira parte, o pre-
t;o ser olevado 8,000 rs. para aquelles
que ndo liverem asignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda ludo quantohe
necessario para o esludo e a pralica da I10-
mceopathia, como seja : livros impressos
para Historias do dooiuos, regimens pro-
priadns para a provincia de Pernanibueo, o
encarrega-se do mandar fornecer qualquer
uncommenda do meiiicamonlos hr>mnP'r.
thicos, lano avulsos como em feix glbulos como em Unturas.
No prelo : PaAojereiia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos (Jnatomi* e phisiologia com es-
tenu". rui'a os curiosos em honitxopalliia.
aos senhoros assiunanles o ob-
.,u de mandar reoeber seus exempla-
res' no consultorio homuiopalhico da ra
das Cruzes n. 28.
TRATAMIENTO UOA1EO-
1>AT111C0.
DAS MOLESTIAS VtCSESKAS,
e consellios .os doentes para si enrarem .
si mesmo, sem precisaren! de medico;
pelo professor tiomreop.tha
Gojje-lVt'nion.
Sabio 1 luz e acha-se venda no consul-
torio hoinoaopalhico da ra das Cruzes n.
28, lu'ln proco de 1,000 rs.
uadeS. Rila, sobrado do cuto defioute
da ribeira. Affonsn iot de Oliveira.
Precisa-se de 200,000 rs. a uremiodun-
do-s boa firma por garante : quom quizer
dar-los annuncie para ser procu-ado.
Precisa-se de urna ama seoca ou
D. W. IIAYNON.
i
4
firurgido dentista ame- 4
ricano, avisa ao respoi- '')
tavol publico desta cidade <)
S tor recentemenlo vnltado dos Estados 4
Unidos, e quoseacha promplo a fazer $
? toda a qo.lld.de de operaedo porten- ,-,
cen-le a sus arto segundo os me- )
if. Ihoramentos mais mo lernos: poda se
*< procurar no holelFraneisco. *
ai emmvss ++*+ *>**>*< >>>
-- Preciss-se do urna ama de leila pa-
ga-so 12 000 rs. por mez : na ra das La-
rangeiras n. 14, segundo andar.
-- Francisco Ribeiro Pios, embarca para
o Rio do Jmeiro, oseu escravo mulato, do
oomo Jos.
- Aluga-se urna sala e um quarto do so-
brado da ra da Cruz n. 14 : a tratar na lo-
ja do mesmo sobrado. Na mesma vende-se
urna selnta latina.
- I)-se de cen a um cont de ris, sobro
penhores do ouro, ou prata, aos juros do
porcento ao mez : quem os pretender, di-
rija-se a ra larga do Itizario, loja de mu-
dezas n 26, que l so dir quem d.
Offerece-sj um cria lo forro, que sabe
nriin 11 e fazor lodo oservicode urna /asi,
preferin lo-ss casa estrangeira: quem pre-
tender, dirija-se a ra da Cadeia Velha n. 6.
Aluga-se a loja n i5, da ra
'lo Crespo, e garante-se o arren-
damento pelo IvilipeMjue toiif ef a
Die Liedertafel von Pernambucoj
versamnii.lt.
Instrucflo elementar.
Jot Xvier Fau.tino Ramos com .ol a.
,"". ,. ,._ Instruccdo elementar no aterro da lio. .Vi.
Slcb wie ge*nehntich ara Freitag don (a n 5 pBri0ipa ao respeilavH publica .
9 Janu.r Abonds T hr im llame des Herr OSpPC;,imonte aos 8rs. ptis de seus alumnos
Scnlappriz. Ique os exercicio de seu estabelecirn,,,!,,
-- Os abaixo assignados declaram que | C0(ntaal no da 12 do coi rente mej
tomdissolvido. sociedado que tintiatn n. mileriag do ell9ino sdo: lar, escrer'er
loja da ra da Cadea do ll.cife n. 47, que | col)tar correctamente, doulrin. ch.|,m'
giriva sob a firma do Simplicio Xavier <" grnimatica da lingua ITacional. Oarjuu'n
Fonseca & companhla, flcanlo inteiramen- cjan,ePSl disposto a addicionar aoseu "'
10 desligado da mesma sociedado o Sr. Sim- tarjl.|ecimenlo no presente anuo una aula'
plicro Xavier da Fonseca, e todo o negocio | d franceii leccionad por um hbil prrc,
agora somonte cargo, o responsabilidad ,r> e e abdem do formular um missin
q rrecisa-se ao urna ama secca ou~j ~ 1 t
\ mesmo urna estrava, para todo o X fJIMI Comprar a arniacao d mes-
0 servicode urna casado pouca bAi Z ,na |0a: ,ratlr na rua da Cadeia
Avisos martimos.
Para o Acarac e Giauja seguo viagem
com tod. a brevidade a escuna S. Jos, da
qual he meslre o pralico, Jos Manoel Ro-
drigues para carga, o passageiros : trata-se
na rua da Cruz do Recife n. 21, com Manoel
Jos de S Araujo, ou com o mostr no Tra-
piche do Algodao.
Para Lisboa pretende sahir com brovi-
dado o brigue portuguez Novo Vencedor a
por ler inaiur parte da carga prompta, quem
no mesmo quizar carregar ou ir de passa-
J quem estiver nestas circunstancias. **
ff appareca na rua do Vigario n. 9, quo *
se dia quem precisa. I *S
000000000^00 "'O000Q
.Nu iloiiiingo demadrugada 4 do cor-
rento, |n r ii'u-s : da cambda do Carmo at i
igreja da penha, um saquinho de chita azul
com 2 livros, e uns uculos deulro : quem
o achou lai j o favor de entregar o sachris-
tdo da dita igreja da penha, que se llie gra-
tilicara.
-- O abaixo assignado, para evitar duvi-
dasem qualquer occasido, faz saber ao pu-
blico que 110 da 6 do crranle em occasido
que elle ndo eslava o ni casa, um desconho-
cido deiiara um pequeo sacco com urna
sobrecazaca, um colote, 7 pares de meias
eumlensol; o abeixo assignado previno a ,01100011110 lado o pede o desculpom ndo es-
quem fur seu dono, dando os signaes II10 Oitarem casa a os quo o procuraram desde ot.
entregara: na rua da Viracdo n. 5. Jlo de jan-iro al 3, por ter sido do urgencia
da Coila Palma. iuslar nesse lampo fura. Agradece tambein
Precisa-sede um rapaz de 14 a 17 an- por osle meio aos quo liverama hondada de
nns, pardo oucreoulo, quo se queira sujei-'o virern^ compriinj-ntar, asseguraudo-lhas
lar aoservico de criado, em Oliuda ladeira
do Varadouro casa visinh. a do charu-
le S. Antonio n. 9.
Precisa-so de urna ama que uilo seja
moga : na rua das Aguas-Verdes n. 22, pri-
meiro an lar.
Precisa-se alugar urna ama do leito : na
rua do Trapicho Novo n. 4, defroole do mos-
iiioJTra picho.
O cirurgido Bernardo Pereir do Carmo
faz setenta as p laran) o mosmoa qoem convier o quizer.pa-
ra por meio de um ajuto razoavel, os tratar
annualmente das molestias que possum ap
parecer, que lenham a bondadoda virem a
casa de sua residencia na rua do Rolarlo
larga 11.30,para os poderlmcaremn.de seus
client-s. O mesmo declara ndo poder ir
presentemenlo as suas casas por estar ainda
teiro.
Jos Antonio Pereira da Silva, avisa
aos paes de seus alumnos naquemeonvior,
que abre a sua aula do inslrucrjdo elemen
sua ostima e gratiddo.
Casa de commisso de escravos.
Na rua Direita o. 3, sobrado de 3 andares,
defronto do becco do S. Pedrj recbom-se
escravos do ambos os sexos, para so vende-
compaobeiros de leparucao, e as rt-uniase
aqu nollc alim de compor-lhe uina ao-
ciedadezlnha de gente honrada e de uina po-
sicAo igual nossa : Ccsanna recuauu liao.
Para que nuvos cunhecimcutos ? uie da-
se ella, eu pasao o lempo maravillosamente ;
levanto-ine tarde, ponho ctnairdem o leu ga-
binete, islo me diverle, depois logo que o dia
aliiupa. vou sentar-me, lrabalbr, ou ler na,
Tulhcrias, er.pera da hora em que aahea de
la reparticu, lu vas ter couilgu, damos um
pasaeioainho ..nu-. de recolhermua caaa, e de-
pois do jamar uuiaa veiea me levas ao tbeatro,
oulra 111c les livros que me inleressam e me
do Inferno em que'vlvo! oh I cu "naoo amara- Insiruem : eu nao me inado iicm pouco.ncm
cntao cre-mc Vine, que n!o tenbo coraciio muilo, continuemos esta vida vi>lo que ella no
11,-1,1 atina 1 11 J le disae, Fernando,-^lo live agrada a emboa
mala coragein para hesitar ; um senliinentode
piedade profunda frz-mc faltar luiuba pr*
V. nos a continuamos, meu charo Fernan-
- d.i i.i- 1 un 1 iilnia o tbeatro ; como he um
amoroso de minha mullier, c pondo de tlicalros : elle da-ine bilbcle, Ceianna tica en-
parle alguna reiuorslnhos de que te lenho fal- cantada .. c eu lamban.
lado, eaie auior me torna o mais felll dua bu- Comprehcndo, meu bom Jaclnlho que tu
mena... Cesanta moilra-sc allafeiti.sima de c la mulher vivai aaaim felizcs e contentes ;
auaaorte; ella d-ine cala dia provaa da siuce- he quai eguro ter-se a felicidade, qu-udo a
lidade desuaatTelco. tmliiu, ha dnus auuos gente nao a pede sent a si inesuio ; o pr.ie-
uue estamos casado, j.in.ls a mais ligeira uu- rea ruidjso do mundo sao tao vao.... tao
vnn 11.10 e lera levautado entre u*; por h$o ouco.....
te disae sou feliz ... mas felis, accrescenlou Ja- El he tambein a mnilii oplniao ; mlnha
cinlbo cornos olhoa hudiidos de lagrima, co- mulher e cu vivemoa como verdadelros lobo,
nio eu nao poda esperrselo..,, polssabea nao recebando em casa a nlnguem abiolula-
nellior que nlnguem,Femando,... eunopa- mente.....Quandodlgj ninguem, nao se deve
recia na.cido para a felieldade. entender coto ama visita que recbenlo, e que
Charo Jaclnlho! que praier me das fal. me he mullo chara ... e .....
lando-mi-a,,.,,! Como nao aeria t felis, se Jaclnlho lnlerrompeu-se, corou e pareceu-
tua mulher he Uo boaquanto bella?.... meembaracado ; aua pbylonomla touiou at
Oh aira, boa, eicelleolel Selsoube- uina eprea^ penivel; eu preaeuU a ciuaa da
sea como depoia de nuuo casamento sua raso rellceucia de Jaclnlho.
ae lera formado.... cuino Ua Inlclligcocia se Advlnho de quem quere tallar, Ibe dise
lem desenvolvido.... como seus gostoa M lera eu Irlalemcute ; be de Joao Hyuuudo, nao
refinaoot he ?..... Tu aio respondes.....entao leobo
Eu o crelo sana diOiculdade; com um raso....
incalre tal como tn. .,. sim, Fernaudo.,..
Sobre crianyaaeu eapirllo era ioculto...,' Tranquillla-ie, Jaclnlho ; depois de ter
pouco a pouco elle ae abri, ae eicUreceo!!. cauaado grande deagiacaa por minha deplora-
Quaudo lu a couhtcere, veri de qoe ,. jn" .| levla. dade, nao leuho o dlr lio, bem o ei,
to natural, de que bom lenso ella be dolada, de pronuuclar o nome daquellc de que (alia-
Assim teniendo que e enfadaase durante mi- mus, neiu de perguntar le onde elle esta,
11 lia ausencia (oreada de cada dia, pe salo da- qual be sua vida. Que ella seja ao meaos felis
qui s 10 horas da manha para voltar as e.-oidorme aos seu desejos, lal he o que sin-
quatro da tarde, teniendo tambein qut ella ceraniente appelefo..., Ealoucerto que acred-
se ciil.ula.se de estar sd comulgo todas as taras em miobaa palavraa.
nollea, aconcelhei-lbe que toinaate amlaade Se eu nao acredilasse nellas, Fernando.....
com as inulbcres de dous ou tres de ineus me respondeu Jacintho cotu um 10111 grave e
lar e grammatica latina, na segunda-feira rem de commissSo, uo .a levando por esse
12do currme, lano paraos alumnos in- trabalho mais do que 2 porcento, e sem se
temos, como externo i: no pateo d. ribei- levar cousa algurna de comodonas, olTere-
ra de S. Jos, sobrado d'um andar n. 15 ceuJo-se para islo toda a seguranza precisa
Troca-se um moleque de 8 annos por I para os ditos escravos.
urna preta de naedo que ndo lenha vicios) Precisa-se da um portuguez para fei-
nem achaques, vollando o quo for justo :, tor do umsitiu perto deslapiaca : na Ua-
n ruado Cotuvollo n 29.
vessa do V^ras, sohra lu n. 15
lill-lal>lBaH1J1jammmmmmSmB^&*m
nos, accrescenlou Jaciutiio aurriuJo, tu nao le-
ras o pretexto da pusibilidade de um encon-
tr com nusio amigo pafa me aboudouares.
I.. nao lie umaeaprobaco, Frriiaudo, la vi
cominovidn, e cuino Joo que te tem perduado
coufurme j le dase outra ora. eu nao eslives-
ae persuadido que nao se pode esprobar-te se-
na- leu esiouvainenlo e tua iudiscrcc.io, explo-
rados com u.na arle Infernal por Levaaseur ; se da e a minha sao tao diltereute be mu illa-
era ama palavra eu le acredilasse culpado de pie que lenliaino sido eparad, que nos le
una Infamia, hontem era vez de ir para 11 com nliamos perdido de vista ; demala en llnha pre-
.1 na 1 esteudida..... eu leda evitado leu en- visio Uso. Umbras-ie doapolugo da carrl5. e
cuntro. Sabes poique raso ind'agora o nome do falco ? ...
de Itavmuudo licou sobre mcus labios? He' Sliu, disse cu a Jacintho com emocao re-
lorquc leim ; proiiunciando-o, despertar cm petiudu-lhe o Un. denle slugelo c terno apalo-
II lrltf recordaces..... (juanlo a Jo5o, elle g 1 Oebilde o f.ileao se elevara as planice
pasas bem, vive cun sua mal, he feliz, e eal do ar l que dessappareca, dcbaldc voara de
feito director de urna fabrica cousideravcl. iiionlanha cm moiilaulia, .decaslello era cas-
- E aua mili ? Ibe disse eu, tenllndo renas- 'ello, iiao.erajamalsseparadodacarrica.de.
ceras lembiancaa que jamis n.o te tluham tinadaa vlver e a iiiurrer em sua mouia. bnn,
a,-agado de meu coraco, he aluda, adoravel debaide o corajoso lalcao.e auseuur, elle e.
mulherqueconliec? lar aempre aqu, aqu no cora5ao da car-
- Aluda, Fernando. Ella he aluda o que era rlt*# '
oulra ora, nao s no moral, o que nada tem Siin, e elle lem aempre estado ah, me
que faca admirar, aenau tambera no pby.ico, o disse Jacmlho coiuniovido a ponto de verter
que confesso, he muilo para espaular. j lagrima, e ctendendo-inc os bracos.-gue ?
-Quedlaes! ua belleza j lao maravilbo-! depoU da unios auno lu le leu.bias tao bel-
sanente conservada..... mente deale i.r nieiro ieleinunho de mina aun-
- Amaravilba continua, meu amigo; cu ,'sade...'.. Al I tb os.crace. lernos c nobre be
vi, ha tres metes, e nao parec* ler irinla annos.
Anda l, tu exageras.
Nao exagero, neui pouco, ncm muilo.
Se a vires, dirs o mesmo que acabo de
dizer.
Experimentei uina singular iinpresso ; ao
saber que madama, Itayiuuudo permaneca bel-
A emocao de Jacintho coramunicou-se a
iiiiiii, as lagrima me vlerara tambem aus olhos
apertando-o em ineus bracos ; ludu o que el-
le acabava de contar-me de seu casamento pa-
recia-me lao temo, lao honroso para elle
e para sua mnlher, elles eram euiliiu 1.10
felizea aiuboa que s -nti mu praer delicioso ;
la. Pareceu-mc que esta encantadora una- eu me exprubaya cora toda asiuceridade d al-
._ .... ., i ..... .1,. (1,11 lllbl.inl,' .Ir I .< I-III,' lili.
gem la apresenlar-sc-iue mais frequenuiueule
anda.
Depois de um momento da silencio, cu disse
aJaciutbo :
__Obligado, meu amigo, pelas informaedes
que me d sobre Joao.... I- lie he feliz, sua
111.11 tambera, oo lenho o direlto de le pedir
mura narlicularidades-... lie a Justa puuico -
Se '"nh criminosa levlandade de outra ora ; | uldio de p.azercs puro, e doce.
Lmiazo e deaelava ver-te freqnenlerenle, Por miaba ve. contal a meu amigo o.prlacl-
maTlalveziiulia presenta seja penosa i'paea incidente, de minha yida.depoi.que.abi
1 do S. barbara, a unirte de uiiuha av, iiiiuhala-
0 hidadoeaudomilitar,eaocioldade,adissipa(o
na u ter temido um instante deixar-uie iiu-
pirasiouar na vespera mu vivamente pe la rara
Uelleaa de Cesarina Ourand. Cuidar era cuui-
piomelter afelicidade de Jacintho, nao inemio
-, 11 .uienie, tnaa pela mais ligeira InconsequiMi-
cia, me paroceu um peus-mento de lal aorle
odioso, que nao me deraore uelle ; pelo con-
trario, -|u-i ei de uoasa nova iuiuuldade uu
do Manoel Fereira do S o Manoel Antonio
Flore., girando sob a lirma de Flore. & S.
Pernaiiibuco 31 de dcznmbro do 1851.
Simplicio Xavier da Fonseca, Manoel Anto-
nio FIAreS, o itanoet Ferreira de S,
No pateo da ribeira de 8. Jo- n. 15,
lava-so e e:igomma-so com perf,.'ir;do e ac-
ceio.
-- Procisa-so de um homcm quo entenda
de planiacdo de flores, ptt tomar conta de
um jardn : na rua da AiMra n. 38.
-- Precisa-se alugar urna escrava, para
alguns sorvicot do casa, ainda mesmo ndo
sabendo engommar ecozinhar: na rua das
Cinco Puntas n. 82. .
Jos Pereira da Cunha ombsrca para
o Rio de Janeiro, oseu escravo crcoulo, de
nomo Pedro.
lia-so 2:000,000 de rs., a juros de 2
porcento, sobro penhores de ouro ou pra-
ta : quem pretender, annuncie para ser pro-
curado.
-- Precisa-se de urna ama deleite, para
acabar do criar um menino de 9 mezes, ndo
se ulna preco, comanlo quo lenha boa
conducta: ua rua da Santa Cruz da Uoa Vis-
ta 11. uu.
Aluga-se um proto robusto de iulolli-
gencia, para qualquer servico : na rua F'or-
moza na quarta casa torrea.
Precisa-se alugar urna preta, quo seja
Captiva, a qual saiba lavar, engommar, 00-
zinhar e fazer o servido interno de urna ca-
sa de pouca familia : trala-se na rua do Tra-
piche 11 6,
-- Perdeu-se um botdo de ouro, cortado
e pequeo, de punlio de camisa, ndo so po-
de dizerem que rui: porm quem o adiar
e o quizer entregar, v a loja do rclojoeiro
do Sr Virissimo, na praca da Independen-
cia, que la achara o irmiio do dito boldo
perdido, ou na falta annuncie para ser pro-
curado, levando-so o mesmo botdo grati-
lica-se.
Preciaa-se de 500,000 rs. a premio, por
tempo de 6 mezes dandu-ss precisa ga-
ranta: quem os quizer dar, annuncie para
ser procurado.
Antonio Ignacio do llego Medeiroa, re-
mello pira o Hio do Janeiro, o sou escravo
Cantillo, pn lo, de nac/io Angola.
Antonio Jos Alves de unto, embarca
para o Hio de Janeiro, o pardo Francisco ,
de ulade de 20 anuos, por ordom de seu
senlior.
O caulelista Salusliano de A-
quino Ferreira, faz sciente a quem
lr possuidor do meio bilhele n.
811, da 19. lotera uo llieatro ele
S. Pedro de Alcntara do Rio de
Janeiro, em que aahio a .sorte de
i:ooos de rs., que pode mandar
receber na praca da Independen-
cia ai. ;3 j5, loja de cal.sA> Jo
Arantes.
O Sr. Jos llorein Campos, tonha a
bondade de se dirigir rua do Vicario >
.13, para su tratar negocios de sen inleress-'.
Ilomirdo Fcrnandes Vianna abre sua
aula particular no dia 7 do cm rente Janeiro.
Manuel Jos Leilo declara que dcixou
de ser caizeiru do Sr. Jos Moreira Lopes,
desde o dia 3 de Jsneiro de I8V2.
Guuvcia & Letta osporlam para o Uio
de Janeiro o .seu escravo Pedio, creuulo.
Piccisa-so de una iima deoieiald.de,
pouco mais ou menos, para servir de poitas
a dentro, em urna casi do pouca familia:
na rua da Santa CiQZ n. 22.
O abaixo assignado, roga aquellas pes-
soas que lea penhures em seu podar, que
lenham a bondade ue ns ir tirar no praso
le 8das, contados do hojo; na falla seido
vendidos para pagamento .le principal eju-
ros, (cando o abaixo assignado sein a uic-
nur responsihilidade, -..or isso faz o pre-
sente. Jodo Luiz Ferreira ftibeiro.
Precisa-se alugar uina pela escrava,
para servido de inuito pouca familia: na
Ponte Velha n. 14.
offorece-su um rapaz portuguez de 16
17 anuos, para caixeiro da venda, Ua
qual lem bastante pralicca : quem precisar
dirija so .1 rua do Vigario n 0.
Precisa se de urna preta escrava, ou
mesmo forra, para o sar'ico de urna casa
de pouca familia, paga-se bem : na rua do
Hospicio 11. 52.
-- Troca-so por urna barc.ca ou por es-
cravos, uina das melhores moraJas de casas
da cidade da Goiaiiua, en n.2 salas, 2 corre-
dores, 9 salas doiraz, 6 C4tnnrinhas,cosinb.
fura, quintal gran le e cacimba de ba agoa:
quem a pretender dirija-se a rua do Vigario
20, a Iratar com ns'ii i'roprietano
saude de uuua tira, tuas Irt-acas boffaa lem-se
apagado.... actio-te paliido ... enmugrecido.....
A. bellas damas da all sociedade, accrescen-
tuut-llc soriiuilo, que ulvex lenham contribui-
do para tua palli lez, acbaiu-iia itinduvida
mu disidida.... ; mas eu que le vej com
olhos de irmo, desejra ujuc te parecesses me-
nos cora uiu hroe do ruiiiaucc, c que livesses
melhor saude.
lie verdade, meu bom Jacintho, ha um
auno, pouco mais uu meuoa, sou sujeito a .\l-
guns incoinmodos.... Outra ora, eu pas.ava, se
asslincra necessario, urna noite iuteira mesa,
ou nojogo buje estes exceasos r.iligau-ine,
peain me, sera duvida porque couliuua eia
vida 1 insaliva de rapas, mais por habilu que
por gosto.
E demaia, tcns tossido cinco 011 seu vc-
ZOmu cora uuia tossinha aecca de que nio
godo.
Mea medico tambein.... nao goata delta,
disse eutiiido-nie ; mas como elle he s doutor
lonl fit, sou inui recalcitran le a seus con-
selhos.
V. laxes mal, Fernando..... ; 11111 pouco de
calma, de moderacao nos prazeres, te restitui-
rla lo fcilmente una boa saude 1 em lu., ida-
de ha tantos recurso !.... Olha ... ealou ceno
que se viessas frequenlemente cuino prumeiles,
passarcora uosco boas urde, bem tranquillas,
bem intimas, e te recolhesscsdrpnl logo cedo,
le haviafl de adiar inaravdhosameiite tu ni
com este rgimen. Talves digas, accrescenlou
Jacintho soirindo com urna bundade encanta-
dora, que ni mili medicina he pessoal ... he de
egosta .... mas experimenta uin pouco esta do*
ce vida de familia ... c veras se o corpo e a al-
ma uo lucrara com inol
Chato lu mili 1, llie disse cu, profunda-
ente cuinmorido de.te delicado inleresse,ler-
1111 ,' ti un 11 ni in. quii penen i ni e inquieta
he tua ainisiile:.... (jomo poderei resistir a
tcusconselhu. ? Oh I adiar -uira vez o encan-
to de nosaa iiitimidadede uutra ora, e recobrar
ao raemo lempo miulia aaude [paa.ada '. Que
cura marovilboaa 1 da qual m 1:1.1 o medico.
i; (.es nina rotan, re.poudeu alegiemente
Jaclnlho, mi ter tambem parle em la cura ?
F.lli u 1,1 p->r iuisao depedir-ic daqui Inexo-
m.ssanie
annuncio sobre as vanlagens de seu bnUi,,.
lecimento, porque enleude que enm ^
nada adianto, e quando muitu servir iiar|
manifestar urna ambir;do desmarcada, ou
dilliciencia de alumnos, que se procurim
oliiar militas vezes por meios bom Jacruj.
beis.
Perantao juizdocivel da primeira vi-
ra dosta cidade, se ha de arrematar pnrcie.
; in,-;ni de Jodu da Cunha Magslhdes contra,
viuvado tinado Canuto|Jos Vcllusuda Sil-
v ira urna paita de urna casa tariea nosAfo-
gados o um escravo, a mesma penhnrados.
-- ODr. C.rolino F. de Lima Sanios, mu-
dando so do aterro da Boa-Vista, Lem Da.
do sua residencia no primeiro andar da ca-
ga n. 21 sita na rua Nuva. Cuino medica,
continua a offerecer seu presumo ao pU!
blico, e sempre no sent lo de seus.nnun-
CIOS.
Antonio Bernardo Vaz de Carvslhn
est.belecidocom loja de minie/,-, na rui
da Cadeia do Huelle n. S, deu iulert.se so-
cial na mesma ao Sr Miguel Pereira Leal, a
contar do primeiro do correnta ern diant
sendo que por isso o referido eststieleci-
monto passa a girar com a ti 111. de Val i
Leal, espoasavel por todas aslmusat:c,des.
Caligrafa
Na Rua do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perei-
co qualquer papel em milito boa
letra e por preco rommodo.
Acha-se lariiihn nova de s--l, !- ..
minha) para vender, nos arn.azens de [Va-
no Vou le cv tn tn j anlna, no beceo cGiin-
oalrea,
Paulo inlsnonx rtenllta
frniicez.ofTei-cce eu pretil- %
2 1110 no publico para lodosos*
* iii-i.-i 1-. lo Hita proUsto : f
' pdeser procurado a qUAl-t
w quer hora cm sua casa, na *
# rua largado Rozarlo, 11. 80) 4
*s -1 -i: iiinhi andar.
Hotel no Monleiro.
Domingo, 16 do passsdo, abrio-se esto
eslabelecimenlo com as seguinles pro-
porrjoes :
Bilharesorvete, aos domingos o dias san-
os a tarde.
Sala mobiliada e independente, para as
familias, que indo a passeio quizerem des-
cantar.
Quartos preparados para dormida.
Espacosa o bem arejada sala oV/aurtu,
com Tniaiai iit.il. wv>* ao pessoas.
Soiti par. recieio c p.sseio.
Estribara earran)os para cavallo.
Comida meiisaleavulso,preparain-sejau-
tares e preiunlos, aluga-se Inue.i, vidroa,
bandejas, etc. etc.
Tudo por prec,o muilo r.soavel, e acon-
tentes.
A professora que reside, po primeiro
andar da casa.nova do paleo do Carmo, tem
a honra de communicar .os dignos paes de
suas alumnas, eos domis que quizerroi
rondar a educando do suas tilias, queasua
aula estr aberta no da 12 do corrrnle, cu-
lo zelo, cuidado o adiantaniinto o ludo
.lilauin resieita boa moral, nada o publico
ignora, pelas provas das que lom sido pela
mesilla professora educadas.
O Sr.Bernardo de AILuquer-
qoe Fernn Jes G.i mu, queira mau-
llar pagara subscricao de.tte Diario.
Manoel de Almeida Lopes, com casa
de consignando para comprar e vender es-
cravos, tanto para esta provincia, como pa-
ra fura dalla, mudou a sua residencia da
rua da Cadeia do Itecife, n. 51, para a rua
da Cacimba, n. II, aonde morou o finado
Exm. vigario. Brrelo,onde continua, ofle-
receudo-se luda a seguranza precisa para os
mumos e bom iralamenlo.
Na Padaria Nov do Manguinho precisa-
do um furneiro.
Uuem livor um moleque de 16. 1S an-
nos e querendo alugar ara una csadc
nu a familia annuncie par. ser procurado
ou falle na rua Nova n. 36, loja do culi-
leiro.
-- Precisa-se de um amasssdor, para urna
padaria nosApipucost a tratar ua rua lli-
iei a n 69.
ou tres meses
II .un I machiaveiamu, accie.ceiiiuu Jacin-
tho rludocom um ar my.teioao. Imagina"que
se Talla pe una prumocau proiima as secreti-
llase<|lie du tenho a presuinpfo de prfieil-
der cerio lugar de sub-chefe. .. Ksle serla imu
soutio de ambican. meu baslaode tiiarech.il .to
Franca, ... mas eu me acalenlo com lllusdeSi
pol- 11 ni tenbo nenliuma proleccao.einfim que-
ro adquerir nu 1 11.i. por meu bou .ervico,
depois aconteca u que acontecer. Asslin, Fer-
naudo, al a uoite tiau be ? tu prouictlesui; Ce-
sarlna conta com tua vislia.e hnje cumecare-
mos esi.i ramosa cuia que euipreliendeinos.
Ser ansim cuidadoso, dase eu a Jaclnlho
aperlandu-llie a inu, isso daria desejode la-
>er durar muilo lempo a doenca.
licvaulei-iiie, e Jaclnlho acoinpanhou-uie ao
.alan que deviamus atravessar.
Meu unir,,) rellecliudo provavelmente que o
contraste Ca deordem dcle alo com a or-
Uein que rriuava em leu gabinete, devia sur-
prt-hender-uie, disse em meia voz, c ruido ;
Quando eu le fnllava de minha felieldade
completa, prgava-le uuia grande mentira. Cc-
1, iiim lem um defeitaiucorregivel.. Ue a mais
terrival dtsmaielada que podes imaginar.-
Ma niio me dissestes que a urdcui do ele-
gante 11. uij inu-iiin de teu gabiuele era devida
aos cuidadu que delle tiuba tua propria uiu-
iher.
Sun, sem duvida, porque ella sabe quea
, 1 rilen, he para lulmao tnesuio lembu una ue-
cea.i ade c uin |u /, 1, ma quamo au reato da
casa que nao habito pessoalmeule.... eslas ven-
do ? Isao ainda nao be ludu n;io sel que 1110-
rali.ta disse que era m.is lacil lomar o delei-
to que a boa quahdade do ohjeclo ainado
pois olha aem toruar-me uu desmaieladoqu.au-
to Cesarlna, lenho a Indlguidudededefeudc la,
de ju.iirici-ia, ala e leiiuis algurna veze a es-
le rcspeiiu com Haymuudo, as discuoe. ai
naialeuipaluusas;euo oppilmo debalao de
urna ebuva de paradouus que o revoltao : in
dosquaeaellciia gaigalbadaa; eu suleulo,
por entraplo que nada ho mal pitloresco,
mal ineaperado do que ealt ooulrane da cuu-
sasasmaisdKleraaa.... E,le pratoe este boue-
guim .obre ate piano.... pr exemplo ...
nuu completamente da lua opiaiao, 01
bonegu 1111 Uso encanUdor nio deve eatar beni
viata, e aclio-o pela uiiiiha parle admlravel-
uaentc bem enllocad, all.
Hol. bem I die-me alegremente Jacmlho,
isso he que he fallar como philosopho.coino sa-
bio!. Nao podamos deizar da concordar...
Adeus I-eruando, at 4 nollc I ,
Al noile, (CeainnoT-se-Aa.,
MUTILADO


*Kf
=s
c-
Centro Commercial.
Importado Exportado.
Lisboa,
Rui larga deSan Roqua, o. 90.
0 Centro Commercial he urna casa de
comiiiis-iVs que lem nnr objfcto dar a
maior pubhcidade exigencia dos produc-
tos daa diversas industrias, o activar as
transaccOes, approlimando a ollera da
procura por todos os meios quo podem ra-
citar os negocios commerciaes.
Annuncianlo frequenlementi os produc-
tos industria, e conservndolos om ex-
unsiclo permanente nos seus diversos de-
psitos; o centro commercial espera asso-
ciar ao proprlo inleresse geral de todos os
que trabaIham.
O oentro comercial nSo ra grandes pro-
ntas-m. Antiuncia successivaini'iiie s di-
versas nperaco>s comm rciaes do que se
encarrega, publicar brevemente os seus
catlogos, para que o publico uvalie a im-
portancia desta casa, lomando os lacios
por base do juio que houver de fazer.
As numerlas rHacoVs que a direccSo Jo
conlro commercial eslahelecu, e a valiosa
proleccflo a que -so ac hu, antes deab'ir
ao publico esta nova casa, asseguram a exe-
cuco Jo seu programla.
REEACES EiNTIIE PORTUGAL E
OUTKOS l'AIZES.
O centro commercial lem relac6>s estabe-
lecidas com o Rrasil. e para facilitar as
transaccO-ea entre Portugal e Brasil, como
as facilita entre Lisboa o as outras provin-
cias do reino, vai eaUbelccr Casas filiaos
c correspondentes para todos em todas as
Ierras onde o julnar necessario.
O escriplono do centro commercial, no
o deposito em Lisboa da casa Saaveira y df
Kiberolles. estaheleciJa em l'aris I ra Mor-
der, ) com filiaesem Madrid ( calle Mayol
n. 17) em todas as capilaes das proinciaa
deHeapaiiha, om Biuxellas e en Londres
; Muorgate-Slreol city ). Estas circumsl.n
cas, h........ dellas as relaces pariiculare.-
csUbelcodas com alguns uegoi antes de lo-
da* estas naco-s, tiabilitaui o ceniro a en-
carregar-se de negocios, e a tomar conla
decuminissoc* para Hiispanha, Frailea, Bl-
gica e Grau-Urelaiiba.
Publicar-ae-nSo cataloens com reja (lo
dosobjeclos, do diversas fabricas eslrangei-
ras e uacionaes que so acbam em coircs-
poudencia com o centro commercial.
d'aurqr'a
UFFIC1NAS.
O centro commercial ten ollicinas sus*,
e ira successivamenio formando outras, ou
assorianJo-so a algumas u,iie elislam. Tres
ollicmas podi-ra o centro .prosentar breve-
mente ao publico:urna, a offlOMI lypo-
grapillea, acredita la ja p ir seus trabadlos
o conliecida no paz, lie a ufllciua da Revisto
Popular, na ra do S. Benio n. Ili; s
outras, que eslo quasi organisadas, sAo
a ollicuia de bravura e a ollicina de enoa-
de'DafaO ebionura.
Tudas as pegsoas que quizerem imprimir
obras, uu mandar fater gravuras, oucader-
nacese broxoras, poleui uiigir-se ao es-
criptorio do c'Otro commercial.
U peusamenlo de Oreat novas offloioal nos
diversos ramos de industria, oujio associar
ao c niro as ofticiuas ja felas, mclnoran-
do-s e eseoolvi'iido-s, tem por objectp
collocar o ceniro lias circuoistuucias que
mais possam cunvir para o deseuipeiiho das
commis-es que llie lorem conlladas.
O centro commercial, so a prolecc.90 do
publico loe nao faltar, realisara, nmis tar-
de ou mais cedo, o grande pensameoto que
presidiu a creacAo do coos>rvatoi io de artes
e ollicios, reuiiino as ollleinas, que pudor
Cuii.it uir ou assucnr, um d.*4Jsilu em que
ao inleresse da exhibido s addicione o
intoresse commercial, quo pode resultar de
urna exposifdo permanente de maquinas, mo-
delos e desenos, acoinpanhados das suas
respectivas de-cripcoos O preces.
He talvez arrojada e ambiciosa esta espe-
ranca, mas o centro commercial nIo pou-
para os meios de a converlor em re.lidade.
A directo do ceniro commercial, anlos
de abrir o seu escciptorio, rerebeu propos-
las para a as-ocia{.1o de dual fabricas ao
centro; urna fabrica de movis do madeira
c ouira ale movis de ferro, dirigidas por
babel* arti-tas.
E-tas e outras fabricas, grupadas em tor-
no do estabrli-cimenlo, augmenlaro o nu-
mero de vanlageus que tile pode olTerectr
au publico, e aa.-egurnru iuleresses direc-
rSo, e que ella Ure coragem e forcas para
desenvolver esla empresa.
COMMERCIO DE LIVItOS L 1>E-
RlOUltOS. -.
O centro commercial nao estabelece um'
livraria para augmentar o numero ja cresa
cido, o talvez excessivo, das casas de livro-
na opitil. leu plano, em relaco a este
comme.cio.tem pur objeclu facilitar as Iran-
sacedes sobre livros, corno f.olila quats-
qoei transaccOes. O livreiro recebeoutros li-
vrosom oepo-oto.e veude-osa queui os pro-
oara. O centro comnercial fa circelar os
livros, v^i piocurar os compradores as di-
versas Ierras do re'no e de fra, eeocarre-
ga-se de quaesquer oncummendas por meio
dos seus correspondentes.
O commercio de peridico, que tanibem
boje lie inegular, que traz os editores in-
quietos por culpa do publico, e os assig-
nanl s inquietos por culpa dos editles,
lomara o caracier de regularidad?, que
ciiraciensa e honra os outris ramos do
coniiiiercio.
L'm esenptorio central em Lisboa, u.n
agente i-iii c.i i,i ierra para todos os peri-
dicos, he o que se pretende esisb-lt cor, e
0 que ge eslabeleeer por corto, se as admi-
nitrOts dos jornaes quizorcui auxiliar-
nos.
O centro commercial pora em acefio lo-
dos os nieim para tomar ilTecliva a res-
ponsabilidado dos edietores e a responsa-
lilidide d s assignautes, procurando evitar
as verginiliusas lograi,Ots de que, nos e ou-
lios alo victimas, i c a m direceflo que se
tero dado a este negocio, de que nepeOJe a
illustraco dos povos, e a sua moralidade
lambem.
A Casa filial do centro commercial he
nesta cida.ie defronle do Trapiche-Novo,
n. 6, onde reside o seu corres joii lente
Pela >uhdelegsciadeS Jos do Recife,
so annuucia a apprehencoo de um pretode
uome JuliSo, de nacSo nag por andar fgi-
do, o | i I declarou ser eacravo de um Mu-
reir oa |lils^ageln da Migd-leua, sendo qoe
poraeguraiica fra recolnilo a caleia desta
cid de, |iara seu legitimo Sr. provas o do-
Diinioo posse dolle, e ser I he enlSo entre-
gue. Subl.legacrn de S Ju=o do I! cif 31
"o dezemhro de 15t. Osubdelegado.
troncheo :pt,>la de Mmeida.
'- l'r .isa -aeaiugar una preta, quegaiba
vendr bem fruas: n.-i iua do ijueiu.a lo n.
'5, se dir quem precisa.
II. Cicilia Rosa da Costa, viuva do li-
liado Jo i|uiin J.i Luu>eri(0 da Costa, faz
publico que havendo fallecido no da 39 do
cuy cute ii seu procurador Jlo Antonio
Solres de Abreu, tero por conseq joncia ces-
sado os poderes da dila proeuracSo oo-
mean'do a anunciante desdo esta dacta a
seulilho Joaquim Ju Lourenco da Cojta
Mra sea bastante procurador, com especie-
Hdade para receber os alugucis de suas ca-
1 zas.
Precist-se'tlugir um roolequ p*ga-se
bem: na ru Mooda sobrado de um andar airo andar.em todos os dias uteis das bo-
n. 21. Insdasnanhaaatasi da
a\tteo(3o.
(larromalante das nferirjOes, faz cero aoit1
donoa dos estabelecioienlos, que soscham
aferidos, e <| .>-- por falta de tempo nao se
pode entrenar os billieles, quevenham bus-
ca-lose pagar na forma do costume.
~ Antonio Pereira da Costa e Gima, com
venda no aterro da Boa Vista n. 78, a vis i ao
respeltavel publico, ou a quem convier, com
particularidado a reoarlicSo do consulado
provincial, que do 1 de J>neiro em dian
te, nao vender* raaisem sua layerba agur-
denle, ou espritus de prolucSo brasilelra
como tambem o annunciante neste sentido
ja requereu a mesma ieon tu; i do consu-
lado provincial.
--() abaixo assignado faz vor so respeita-
vel publico, que at a dicta de hoje nada
deve, pois queja pagou ao Sr. JoSo Manoel
Cacemiro de Monezes, e a JoSo Figueira de
Menezes, a divida proveniente de urna
epolheca, e faz vor qua de hora em van-
te uinguem lie delle quaotia de 5 000 rs
para'cima sem valo. O mesmo abaixo as-
sijnado pede a todos os seus devedores do
aluguois de casa o mas dividas, que quanto
antes venham paga'-lhe, do contrario usa-
ra dos meios que a lei llie faculla.t'ranoit-
co .Xavier das Chagas Cicupira.
9999999 fi9^t999999999
O Medico Alm-ida, formadoe pre-
B miado pela academia do Porto em Q
, tolos os anuos da sua frequencia po-
* de ser procurado a loda a hora do dia ?
9 no largo do Corpo Sanio n. 13 pn- 9)
? meiro andar da casa doSr. coronel a
4 Mamade, l'resla-se a operar e recei- #
9 lar gratis parios pobres. S
jrOV i^M9i99W9

IIOWMAN & MC. CALI.UM enaenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro miu
rospeitosamente annunciam aos Senhores
proprielanos doengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, rubricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu estahelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo exercicio, eseacha com-
pletamente montado com apparlhos da prj-
meira qualidade para a perfeita confcccSo
das maiores pecas de mnchinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
>bras da sua arto, Rowman Si Me. Callum
losejam mais particularmente chamar a
iii.'iic.in publica para a sseguintes, por
i'icn dellas grando sorlimeuto j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e iriSo d'obra
asaber:
Machinas de vapor da melhorconstruccSo
Moenda* decanna para engenhos do lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor pc^r aga
ou animaes.
Rodas d'agoa,mninhos de vento e serraas
Manejos indepeodentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhdes, bronzes e chumaceiras.
CavilhOes eparafusos de lodos os tama-
itos.
Taixas,paros,crivos e boceas defornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogilo o frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de forro e de
bronze. i
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a aifio, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macaco.
Prensas hydraulicas e do parafuso.
Ferragons para navios, carros o obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grdese portdes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do inflo e arados de ferros
etc etc.
a lem 11.1 superioridade das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
####(!* livro's, e se nromette guardar in-;ferentes qualidades,sJndo tima der*-
(P>
9
C. Starr 8c Lompanhia,
Respeilosamente annunciam que no seu ex-
tenco estabeleclmento em S conlinua a fabricar, c*m a malor perfeicflo
e prompti ISo, toda qualidade do machinis-
mo para o uso da agricultura, nivegaclloe
manufactura, oque para .malor como o lo
Ide seus numerosos freguezes e do oublico
em geral, lem aberto em um dos grandes
armazehs do Sr. Mesqoita na ra do liiiiui,
atraz do arsenal de um inlia, um
Urposilo de machinas,
construidas no dito sru eslabelecimento.
Alli achanto os compradores um comple-
to sortimento de muendas do canna, com
todos os melhoramentos (alguna delles ho-
tos e originaeaj de quo a experiencia de
muitos aniiot lem mostrado i necessidade.
Machinas do vapor de baixa e alta pres-
s8o, tachas de todo tamanho, tanto batidas,
como fundidas, carros d inflo, e ditos para
conduzr formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, romos
de ferro batido para farinha, arados d fer-j
roda mais aoprovada conslrucc;iIo, fundos!
para alambiques, crivos e portis para for-
na Iba-, e urna iounidade de obras do ferro, I
quesera infadonhoenumerar.
No mesmo deposito existe orna pessoa in-j
telligente e habilitada para receber todas as^
enconunendas, etc. etc., quo os annuncian-,
les, ron ( ii lo com a capacidade de suas of-
(nas e machinismo, e pericia de seus olll-
ciaes, se comprom'lleni a fazer execuiar,
com a maior presteza, perfeico, o exacta
conformidade com os moJelos, ou dese-
nhos, e inslrucces quo Ihe forem forne-
cidas.
Aviso ao commercio,
O aliaixo assignado, rendeiro do
Trapiche denominado Cunha di-
rige-se pelo prsenle ao corpo do
commercio desla praca, aos Sis. de
engenho e donos de barcacas, of-
ferrcendo I lies o seu trapiche, me-
diante a vantagem de spagarema
despeza de oitcnta reis por cada
sacco d'assucar, e de fazer-se gra-
tuitamente a descarga da barcaca
que os conduzr. Cumpre, que as
essoas ioteressadas no trafico da-
quelle genero, se nao deixem Ilu-
dir sedendo a vantagens imagina-
priBi. em prejuizo das vantagens
reacs. Escuzauo he-gar.-;"ir aqnel-
lesSrs. que se dirigirem alo abaixo
assignado, o zelo e promptidao com
que serao cumplidas a* respectivas
obrigares no que pertence ao bom
COLi.EGIOOE kducacaO para me-
01 NINAS.
9C Fondado o dirigido por
9i I). Candida Rosa Mec-Utrmott da
fa* Costa.
0 Esto cnllegio outi'nra estabelecido
0 na ra da Cadea de S. Antonio n. 23,
aclia-so hoje nova mente instalado no
0i aterro da lloa-Visla sobrado n. 36,
m conforme o promeltimento, que a di- X
S rectora fez em seu prospecto. u
A dorertora convicta de ler melho-
rado inuilocom a escolha que fez de j
? sua nova caga, tom a honra de par- ^
0) ticipar aos senhores paes de familia, JS
m e principalmciiteaosdesuas allunag, 2
'> que far sua nova abertura no da 7 j
g docorrente, equedess* dia em dian- _
v te cuiitinua a ler aberlo o dito colle- 7
? gio, por se achar habilitada com a li- .
^ cenca do Exm. Sr. piesiiiente da pro- *
jf> viucia conferida de conformidade com *
A o disiosto no arl. 38 do regulamen- Z
S lo provincial de \ de maio do anuo 2
S p. passado. Estecollegioj foi vesi- *
S lado pelo lllm. Sr. inspector do pii- Jl
2 metro circulo Dr. Cipriano Fenelon J
jZ Guedes Alcanforado. Espera pois ''
S continuara merecer o concei lo, que
S Ihe i ni grangeado o seu zelo e dedi- V
S cacSo, oa educa^ao das meninas con- "*
Radas a seus cuidados. Asslrn como *
declara queseensinar todas as pren- 9
_, das propriag jma Sra., bom como: J
2 ler.ei-crever, arimellimelica, gramma 5
2 tica nacional.geographia.hiatoriauni
,1 versal, dila porlugueia,dita brazilei-
5 ra, mytholgi, inglez, francez, (ler, 9
g escrever, o fallarjrfnalyselitterariae
2 grammatical, deprodocvOesescollti-
g das dos melhores proradores porto- 9
guezes. Danca o i ianno, costuras,
2 lavarintos, e bordados de todas as
qualidades : admillem-se pencioms-
tas, meiss ditas, e externas, tuJo 9
9) por precos mullo commo lo.
9 a1!*?^^^**?

Pedro Ignacio de Suuza Rebello, en-
carregailo de cobrar as dividas de Joaquim
Jos Pacheco retratista a daguerreotipn,
avisa ao sr. J. A. B. C. quo senflo pana*
buje ateo meiodia a quantia do 9,000 rs.
que deve ao ni"smo eslabelecimento, lera
o desgosto de ver por este Diario a causa
porque se acha devendo tal quantia, quo na
ealidade multo o honra ; e assi n lambem
os Srs. do Apollo que deven) retratos, quei-
ram vir pagar hoje at ao meio dia, do con-
trario verflo os seus nomes por eale Diario
sem attenefloa oinguem.
O padre Manoel Adriano de Alhuquer
que. Mello, avisa ao respeltavel publico, e
principalmente aos paes de seus alumnos,
que abre a sua aula da primeiras letras no
dia 19 docorrente Janeiro.
OlTerece se um rapaz brasi-
lero para cobrar dividas dentro
da pra, tanlo amigavelmente ,
como porju-tica o qual tem as
babilitacdes necessarias : quem
precisar annuncie por esta iblha ,
ou iliiija-sc a prao da Indepen-
dencia n. 3a.
Avisa-se a certo Sr.!... que
na noute de domingo, 28 do pas-
sado, rev a esperteza de tirar um
arranjoe aceioilos voluntes. Igual- oculo de alcanse, da ra de Agoas
mente o abaixo assignado se orle-. Verdes n. 86, segundo andar, que
rece aos negociantes desta praca haja de no pr paia embarcar cada sacco de assu-
car por qtiarenta reis, sendo o re-
pezo gratuito.
Luiz Antonio Barbota de Brito-
las com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8;
Vende-se urna morada de casa terrea ,
na ra Augusta, mu tu bem construida e II-
vre doquaiquer dnvida, como ge mostrara
ao conlprador : a tralar na ra do Crespo
n. 10.
Vende se urna preta creoula, sem vi-
cios, nom achaque*, de ib anuos de idade :
na ra das Cinco Ponas n, 71.
Vende-se um escravo creou-
lo de bonita figura, com oifcio de
sapateiro e milito bom trabalhador
de campo vende-se por barato
|)itc;o, para liquidadlo de contas :
na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 9.
Vende-ge urna preta creoula, que en-
gomma perfeltamente, e cosinha bem o dia-
rio de qualquer casa, faz algumaa qualida-
des da doces, cosee fas lavarinto : quem a
quizer comprar dirija-se a praca da Uuilo
lojas 8 e 8, que se dir quem a vende.
Na estrada de Joao Fernn lea Vieira,
defronle da travessa doOlho do Boi, vea-
de-ae cortes de capim de planta por prego
muito commodo.
Compram-seescravog e vendem-sede -- Vende-se um cavallo muito bonito o
coimiiii-sio, para dentro e fra da provin- muilo gordo, de marca pequea por modi-
eia : na ra ila Cacimba, sobrado n.ll,on- co preco :'a tratar na ra dos Quarteis n. 8*
demorn oSr. vigario do Recife.
Cnmpra-se um preto que seja forte pa- Dore,
ra Wrvico de oag de '0 a 30 annos de lea-
le e urna cscrava robusta que saiba perfei- _,_ ^. >'. -' n .. _i
nh.^vic.os nem achaques na ra do Amonm ^^ ^ J^ u^ ae ^ u qui,jl]t.
compra-so um silhilo em bom estado,
eom seusc (mntenles arranjos : em OlinJa
violavel segredo.
Francisco Jo5o de Barros.
Desappareceu no dia 11 de
outubro passado, um negro creou-
lo, de nome Ivo representa 3 3
annos de ida le, he sapateiro, tem
os ps cambados, e um grande ca-
roi;o, oa lolnnlio ao p de urna das
orelhas; foi do Brejo da Madre de
Dos, depois que l'ugio appareceu
noengeiiboLarangeiras em S.An-
(ao do lllm. Sr. Jos Cordeiro
Leite, e estando este Sr. para me
o remetter tornou a fugir de l
mesmo : roga-sc, prtenlo, a to-
das as autoridades, capites de
campo e mes no a qualquer pessoa
que o penar de o levar ao Hospi-
cio, no sitio da Sra. viuva Cunha,
a entregar o Jos Joaquim da Sil-
va M lia que ser recompensado.
Compras.
Vendas.
FOLHIKilAS PARA i85a.
Vendem-se f.illiinhaa de porta
de p tihe, c da algibeira de tres dif- ierro.
des, o mais bem feito possivel.
-- Vende-se nn ra dosj'ires ultimo si-
tio vollan lo para o corredor do blspo, 1
guarda louca, 1 guarda livcs, 1 pares de
vazosgrandes de porcelana douradog eeg-
maltalos, finos; S apparolhosde porcela-
na branca para meza, 1 guarda roupa dobra
do, 4 cadeirag de balando, arreos novos
para cabriolet, 1 carro da t rodas, I prensa
de patente para espremer caj, e 1 cama de
SALSA PARR1LHA 0EBRIST0L
SALSA PARRILH.l HE SASOS.
011 mandar a mesma casa, e
nao fizer ver seu nome por esten-
so nesta folha, ese isto anda o nao
determinar, terei de lancar mao
909*9*999V*-0*t'!Aeonxro meio mais eflicaz, pois be
.,) CURSULTORIO CKKTBAl IIOM020PITHICO ?
de pernambuos. i I o que os.......merecem.
^ Derigiao pelo Dr. Sabino Olegario I.ud- S
se o
A salsa parrilha deUrislol dala desde in.ij, e lem constantemente mantillo sua reputa-
cSo, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as preparaedesde m-
rito tiodem despensar-ae. O sueesso do Dr. Brislol tem provocado infinitas invejas, e
entre outras, as dos Srs. A. II I). Sands, de New-York, proparadores e proprielanos da
salsa pirrillia conhecula pelo no i.e de Sands.
Estes senhores solicitrfloe iSi-2 a agencia do Salsa parrilha de Brislol, e como nlo
o pudessem'obter, fatnicarlo um. imitacSode Brislol.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de mi-', e que so ada em nosso poder :
,^r. Dr. C. C Brislol.
/ Bfalo, etc.
J Nossa apreciavcl senhor.
Im todo o auno passado temos vondido quantidades coisiJeraveis do extracto de
salsa parrilha 1I0 vin. e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes quelles que a tem usa-
dlo, julgamos quo a venda da dila medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
,fazer um convenio comnosco eremos que nos resultarla muita vantagem, tanlo a nos
upo.ttis a Vm. Temos muito oraier que Vm. nos resoond sobr eatu aasumplo, e se Vm.
jp/ier o osla cid ule daqui a u. inoz, ou cousa semellianic, loriamos muito prazer em o
ver em uossa botica, 1 ua do Kulton 11. 79.
FicSo sordensde Vm. seus segurog gervidores.
- (Assignados) A. R. Sands.
BOA GRAT1FICACAO'.
Ausentou-se na noite de 27 de
outubro passado o mulato Cle-
jmentino, de 30 annos de idade ,
al-
11 yero l'inho. <
4 Ra doTiapicheNovo n. 15. tr
aj) Todos os dias uleis se darSo consultas #
a>. o remedios de grac aos pobres.deste 9
dade coro os moldes e dezeuhos remettidos pela manhil, al asduas horas da lar- *
pelos senhores que se dignaren) de fazero I de. As correspondencias e iniforma- > ]
Ihesencommendas, aproveilandoa occasie edes poder.lo ser dirigidas verbal- pouco mas ou menos, magro,
para agradecerem aos seus numerosos ami- te) menle, ou por escripto, devendo o *: lina regular, tem multo pequeo
gos e Ireguezes a preferencia com que teem *ti duente indicar primeiro : o nome, a l,.,co Je barba e filia niuil o mansa
sido por elles honrados, e asseguram-lhes C idade, estado, prolissSo, e consliloi- n| '
que nao pouparao estorbos e diligencia ,*v cao; segundo: as molestias, que tem 9 quando anda parece que nao pisa
para continuaren! a merecer sua confianca. fe lido, e os remedios lomados; tercei- bem com OS calcanliares, ciislutna
A pessoa que quizer consultar ou Ira- g ro : a poca do apparecimenlo ja mo- at\An \,
tar-se de molestias agudas oucltronicas, pude <> lestia actual, ede.-cnpc3u minuciosa, ailar caicauo e Uem vestiao, le-
dirigir-seS ra larga do Rosario n. 30, aon- dos signaesou syniplomas quesolTrer % vou lima trocha de Sua roupa, in-
da osla rezdindo o Cirugio Bernardo Pe- *#*..*,>> gV>># 1 1 iaaueta de oanno
reir do C.armo, que est prompto eexercer Pr.cisa-se ue um fetor, para urna ole- eiBMVU caica ejaqueiu uo uanuv
sua faculdadeem qualquer hora. Para com ria perto desta praca, que emenda perfeita- fino azul, e ali'in do mais albino
aspessoas pobres se prestara grales, a pes- mente daquelielralico, o que nSo seja mu- ca|cacJ nm nar de borzreuins par-
soa que o queira consultar por escripto de lo descansado nos seus deveres: quem se' V ~, 1
qualquer uso a que perlenca, devera em ter- achar neatiscircumslancias c atiancanlo a.dos, com botoes de manreperolo
mos claros o preci-os declararas seguintes sua coodula, dirija-ge a ra dos Quarteis 11. I trancos C consta que levara um
principaes circumstancias. Primeiro sua 18, que achara com qnem iratar. .. .M. -._-:*.
idade, temperamento, cunslituicao, dbil ou Aluga-se um mulata, que engomma ecavallo, que naqueiia occasiao a-
valetiidinaria.se vigorosa ou sadia, hbitos, faz todo o servido du urna casa : ua ra de |u..ra, o qual tem OS signaes sc-
oceupacao, accrescendo, se frde sexo fe- Queimadon. 10. LiiinlM- raalnnlin han "Hilo
minino, a declaracao do estado do suas re- No etigenlio Mallo Cross, comarca do gmnlcs Cdsianno, uarnguuo,
COlTOLUSAb.
gras, nnieio de iilhosque tiver tidn, se lites Cabo precisa-se de um porluguez para Jciinas pretas, gordo e tem um la-
dera de mamar ; incommodos mais nota- feitor do campo, que tenha pralica e conna- 11 ...,. l, nrf,vavpl nue
veisnosseus pailos; so grvida, do qu.o- cimento do t.abalho o teja de boa conduc- '
los metes, qual o padeciinunto 011 mal que ta, agradando sera bem recompensado,
mais a aflligia por someiliaute motivo. Se- OSr. Joao Viiis-imo, mstrede alfaiale
gruido o lugar de sua habi'acao, se hmido, que morou oa roa do Vigario,queira annun.
MT 'o,aleado ou ventoso, sujeilo a fobres o ci.r soa morada ou dinji'-se a liviana n-
outra inleiiiiidade. Teicuiro se na familia Se 8 da praca da independencia,
lem apparecido caaos de molestias por des- Oesciivo do paz da fregueaia de S.
posi<;i)o hereditaria ou adquenda. ijuarto Fre Padro Coucalves, tem eslab^lecido o
ao iloenle do syphilia pela primsira, 6cgan- seu ascriido. io no primeiro andar do so-
da 011 mais vezes, em que lempo o fui pela brado n. 62 da ra da Cruz, aoudu deve ser
primsira vez, o tompo ou inlervallo que me- procurado,
diou no solfrimento de urna s outrag,
1
queira passarpor forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz .Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Uecife n. 31. que se-
r recompensado.
BU UBO.
Do segundo andar da casa da
prerisa-se alugar um escravo para ra do Vignrion. 7, di residen-
luaesos principaes symptomas que ulilo o servico ordinario de padaria, paga-se li/ a fo 8| ,0 as s 2nado, que se n-
ixiierimentara, remedios &. de que usu, rs. por niez e o sustento : na praca da Sania o .
Ileitosdo irntacSo ou inenmmodo do uso Cruz, na padaria debaixo do sobradon. 106; chava tora da praca, com Sua la-
I.^Aanliguidade da salsa parrilha de Bnsco!#Jie claramente provada, pois quo ella
data desde 1833, o que a de San ls s appaicceu ern I8-2, poca na qual esta droguis-
ta nao ple obtera agencia do Dr. Brislol.
9.* A superioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestave!, pois que olio obs-
tante a concurrencia da de Sands, o de urna porcSo do outras pieparaci-s, ella tem man-
tido a sua replselo em quasi lo la a America. >.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as infermidi-
les o 1; 1 na las pela impureza do sangue, e o bom xito obtido nesta corte pelo lllm. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia impeiial de medicina, pelo llluslrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Peixoto em sua clnica, e em sua afamada casa desaudena Gambo, pelo lllm.
Sr. Dr. Saiurnino de Uliveira, medico do exorcito, e por varios oulrog mdicos, per-
millcm hoje de proclamar altamente as virtudes efllcazes da salsa parrilha de Bristol.
Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Guncalves Ramos, ru*
ilos Quarteis pegado ao Quartel de Polica.
do uno -111 ni, 011 out'0 qualquer remedio, adverte-se que nSo entra em servicu oroi-
de que se lembre Iho fra subnnnistr.do, e nario, forno nem maceira.
emque dose. -Quinto se o mal deque pre- Aula de primeiras letras.
Manoel de Sonra Cordeiro Suno s faz
cedeutemenle se l.rata, fr precedido, acom-
milia, t'or.iin rouia losrl 1 tarde de
3i de desembro madrugada de 3
Registro de lettras; copiado-
cartas
de vendas e de facturas, tudo es-
. .10 OOrrente Janeiro principian os trahalhoSi ,
-e.s.quer precedente da mesma Sypl|,s. de HI|U particular dc-pr.meir.s lelr.sJxa lU _
- Sexloem lint quaes os sjmptom.s quer n, ra tr-vess. dos Expostos, pordetr.z do res de cartas Cintas correntes ,
neeltoctivopadeeimentode mal venereoou u ,, 1 .fi'
ouiro qualquer des.pparecer.m, modlica- ^\"*0 '^'J^",0 Vs^avel uhli'o de Vendas e de fM,uIr" 'oda"'T
ram-se ou existen) sem alter.caoapreciavel, qUe continua a a Imilir alumnos externse cripturado desde abril dei845a
equo n-ua menos importa que a declara- llle-nO ,,en!1uu,t e moiog pencionistas, (lPsembrn rlfl 18^1 bem Com ai-
cao do tempo da molestia, sua especie ou ,ssevera;iJo HOg p8 da laniM.. qa lh7 esemro de iii, uem com. ai
qualidade e curso al o memento da cnsul- confiarem a nducacao de sus filnos, queel- guns papis de pouca mportan-
deoTffi eitV?u.o V' 8 me'S ^""^^o "" P^eptor eamigo. ,;cia e assim mais roubram duas
oeuuese lem leuoiao. ^^^^___ com o mesmo amor, cuidado e indulgencia ,, ._____,tn
... mmmim0mm:Wfmkimmte^r-9
.'.(. ni tu is l'aillict& II Conlinua-se a vender no deposito
9 geral da ra da Cruz n. Si, o excel-
3$ l-nie. o bem conceiluado rap areia
!i preta da fabrica de Gaolois Pailhet &
s
paternal dezoja e busca coai digvel'c^Mog meias doblas em ouro, cinco pata-
adiaiitamontos, esmeraudo-se sobre tudo coes, 38,000 rs. em sedulas, que
em bem pieparer seus espritus, ioiprkDin-! f ana ,,-_.. |:,,r Psl ivaiu
do-lhes entunemos de san moral, civil e Junt0 aos 'eamos livros esiavaui
leligiosa. As materias que congiituo o en-'sobre urna mesa de sala, nada mais
sino de sua aula s8o : Uilura e escripia !endo os ladres Ihe roubado tal
Companhia da Baha, em grandes e m Contar nmeros inleiro, quahradose deci-, '
a pequetasporcoes pelo preco estabe- maes-Doutrina christs Explicacflo doivez por nao terem tempo ae ar-
1 lecido. 9 systema mtrico o monetario do imperio |rombar as outras portas do inte-
tm*mmm-99:WmWsWm<>m-9* ''r!mmica ^ l,nglu n,c,on|-e a,u,,ca r;0l. COrftentan,lo se com os ob-
-- Emilio Bauch retractista de llambur- vocal. fioi, CornenianJo-se com 08 ou
go, tem a honra de recommendar-se ao res- Precisa-se alugar urna escra- jectos referidos, que encontraram
peitave pubiicc1 de,u pr.c.i1 prov'nda,- VB boa cosinheira e com- mao : quem deste roubo der no-
iiromeltendo execntar eom proraptidilo e "i 1 l...u_x j ?* .
pcrfeicSo toda e qualquer obra de sua arte, pradeira, : quem a tiver dinja-sc ticia teru de gralilic cao a quantia
Quem quizar uiilizar-sa de seu presiimo a rua ja AssumpcSo ou muro da de 300,000 rs., a qual tambem se
3Sn^.;tdr".^^.pV^o".irS: Henha o. ,6, I dar a quem restituir os mesmos
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B o 0.0 S 2 S g 3
MUTILADO L-


\inlio de Champagne,
esoneiior qualid.de : vonde-se no. arma-
em Kalkmann Irmioa Ru. da Cruz, n. 10
Q Vende-se dm grande sitio no lu- O
a gardo .Ma.ngu.lnhn, que tica lefronto Q
a dos sitios dosSrs. Carnoiros.eom q
grande cas de vivenda, de austro q
ngnas, grande senz.lla, cocheirs, q
9 fructo : na rus do Collegion. 16, se-
A gundo andar.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, lia
milito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Talxns para engenho.
Ns fundigSo de ferro ds ra do Brum,
ac ha-so de receber un completo sortlroeo-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
qaass achem-se a venda por prego com-
modo, e com prooiptidllo embarcam-se.ou
carreg.m-se em carros sem despezas so
comprador.
Vendem-se cera era velas ,
fabricadas em Lisboa e no RO de
Janeiro, em caixas de *oo libras
Arados de Trro.
Ns fundic.30 da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
.- Vonde-se superior cal virgem do lis-
boa viuda pelo bngue Novo Vence lor no
pssseio publico loja do fszebdss n. 15, pre-
50 multo commodo.
vendo-so champagne de maten amiga
e bem conhecid, Coroet, em casa de Deane
Yule tiompanliia -. na ru le Cadeil.
Moendtis sunerlores.
Na fundiefio de C. Starrft Conapaiihia,
em S.-Amaro, acham-se s vends moendss
de canna, todas de ferro, de um modelo e
conslruccBo muito superior
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas do carnauba; imitando
espormacate : na loja de selelro ds rus ds
Cadeia do Recite n. 36.
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Crande do Sul, e a proco
commodo, no armazem, do Das Ferreira
ao pe da alfandega.
DEVEllEb DOS UOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovsdo para
sssulas, em meia oucadernar;3o, a 500 rs ,
cada um : na livrarian. 6 e8, ds prega ds
Independencia.
-- Vendem-se amarras de ferro: oa rus
ds Senzalla nova n. 2.
A os se u lunes de engenho e casas
particulares.
No armazem do Sr. Antonio Annes no caes
SOrtidas, de I a 16 emjlbra,etam-j da alfandega, vende-se bacalhso de Noruc-
1 j i i._l, n_ mB_, ga em tinas o molbor que lem vmdoaeste
bem de um so tamanlio, por me- merCido 9upprillI. ,llg|ez por ser cc.r.do
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-ae no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
roa do Vigario n. 19, segundo,
andar.
POTASSA DA HUSSIA.
No armazem de Jos Teixeira
Uasto, na ru* do Trapiche n. 17,
com melhor sel, vende-se por 6,000 rs
lina.
Vendem-se por preco com-
ino,nos armazens de Francisco Dias
Ferreira, e Antonio Annes no
cae da Alfandega os seguintes
gneros: farinha de mandioca mui-
to fina em saccas; fumo em folha
. para charutos: cal viraetn de Lis-
ha para vender, nova e su(.er.or( brgu?Novo Ven-
potassa da Huss.a, chegada recen l^'j ^^ ^ ^ muit0
tmeme. I nuva. a iratar no8 mesmos arma-
oombombsTutpuc^Ps^ar J^l o cora NoV.C|& Compa-
d bexa de capini : vendem-sena lunilicao ulna, 113 ra do i rapiChe n. .54.
deBowmsn & Me. callum.ns rus do Brum __"vnde-se, por preco commo-
Sepositodecalepotassa. d. arinh; d* W"! "f*
Z.' I Fj. o. ._:-: supe lor, a bordo d > patacho Ale-
No armazem da ra da Cadeia J
doRecife n. xa, ha mu.to supe- B b ^^ ao o
or cal de Lisboa, em pedra as- J do Q o. e tratar g fc^
s.m como potassa chegada ultima- rfj m J^ NovaM& Com.
mente, a precos mu.to rasoave.s.; ^ do .^ n 34
Deposito de cal virgem. _, A |ordo d0 plac0 nBCIonai uterpe,
Cunha & Amorim, venden barra com cal hg 8Uperi0r |,rlUha de S. Camarina, chega-
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa, | dg u|tirnaaienle : UaU-se a bordo do ales-
na barca Margarida, por menos preco do mo MStaclio fun liado defronl* do trapiche
que em outra qualquer parle: na ra ds Cs- ,j0 a^odSo, ou na ruado Apollo armazeo
deta do Itccife n. 50.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
ItUA DA SK.NZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
tnento de moendas o meias moen
d .ara engenho, macliinaa di
vapor, e taixas de ferro hatido ;
uoado, de todos os tamaitos, pa
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
n. 15, ana ra da Cruz n. 33, armazem do
Se Ar..uio.
Vendem-so C c-cravos, sendo 1 mulata
de idailodo26 annos, que sabe cosinher, la-
var, e perfeila engomaiadeir:l'iz doces.re-
Qoa assucar u Coze alguuia couaa ; ouira que
i ir, Ii.-in sabe o mesmo o lie mais roliu-.(a de
28a 3o annos de idadej outra propria psra
o servido de campo ; 1 mulalinlio de 12 an-
nos de idndc proprio para pagem; 1 cabra de
bonita fiiira emniln hhil paea todo rw^
(,o; i nciro mullo passanto uroprio para e. c
nade. Quem os pretender dinja-se a rus d
Queimado n. 14, que achara seu don1 Mue
os trouze do sertSo para ven lar.
Pera ceses v'1 Culeros,
Na ra de Apollen, armazem de le. Cal-j vendem-se barr.iinboi com vmbo deCola-
mout& Companhla, acha-ee conianieineiile, .s mu,i0 Si'~enr de7em mea
.bons aortlmeulos de Uia de ferro coadi -
batido, i.ini i rusa como fundas, inorndas I
di;:: &25J%ttrj\ u*. *,* ^>
naobos c modellos o inai. moderno, -.cblna Brazil pelo demmuto preco de 1,000 Ti,
liMM-.mii para vapor, jo^^faue 4eaval-, c|,eg,Kni antes que se acabe : lis ra do
* j J\. i .. i. ,.,.,, <>> I. orlo I e
Gomma de engommar
Vendem-se paecas grandes com gomms
nuiio a! va para ongommsr: na rus do Que'-
mado n. 14.
Vende-io rrilbo muito novo a 2.500 o
alqueire: no Ir.ipiche Jo Cunba nn lim da
rus da lloeda, ou na rus do Crespo loje
n. 23
-- No sitio ds viuva Amorim, na i onte de
Uchda, b para ven ler um gerrote lourioo,
de exCclleriloqu*li'lade, proprio ;>era tirer
raca : quem o pielender duija-se eo mes-
m sitio ou aoeseriplori'i da mesma viuvn,
na iua da Cruz casa n. 45.
No aterro da Boa-Vista, loja n.
i8, def'Onte do tribunal do
commercio,
vendem-se brins cor de ganga de puro
lioho, opllmos para cal?as e palitos, grva-
les de seda encarnada, algod3o trancado da
Hahia, chapeos de sol de armacBo de baleia,
ludo muito beratissimo, que os mesmos
compradores ouvindo o prei;o se admira-
rse.
Trinta latas de resto, na ra
estreita do Hozarlo n. 43-
N8o parece duvida, que he baratissimo,
E MAIS OFF1CINAS
Riia Imperial n. 1 I 8 e 12o, e deposito na na Nova n. .13.
Respeitosamonteavisam ao publico, e particularmente aos Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., qae este oslabelecimento se acha completamente montado, comaspro-
poreftes n-cess-ries, para desempenhar qualquer machina, ou obra concerneolfl ao mes-
mo. 0* mesmos ehamam a allenco para as seguintes obras, as quses construidas em sua
latas com marmelada peitoral com o peso faUrica competem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, eporme-
de 3 libres por 500 rs., poii so exislem o D09 ,.. R,Der .
numero cima de latas. A elles rapazisds. | MACHINAS continuas de destilar, pelo melhodo do autor francez Derosne, me-
Vendem-se ptimas laranjes de embigo hores machinas, que para este lim at hoje lem spparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as diinonsfles.
TODOS OS CODIIES necessarios pars o fsbrico de sssucir.
TAIXOS DECOBKEpera i,-;imc.io.
TAIXAS HITO psra engenho.
PITAS DITO movis para dito.
RO.MKAS DE ci mili; de picote, do repudio, de roda e de pndulas,
ESCRIVAMNIIAS delaiSodos melhores modcllos.
DITAS DITO galvaiiisndas.
SI,\0S de todos os tamanhos.
Os APKECIAVEIS fogdes de ferro econmicos.
Hl'P.iivs de ferro as maisbem construidas.
CAItuns dito do mflo.
I'OHIOES de ferro.
VARAND AS ditQ.
CIIADIAME.NTOS dito.
TAIXAS dito.
CAI.DEIIIAS .lito. '
DANIIEIKOS de zinco e de folha, para banho de choque.
""-i r.-s muito s'"^""1 ~.....'" v
e' d'AlfsM^eB' ermazem de Uias l'erroira.
.!";l Maravilha !
los, clicos, passj'dM.s's de ferro esiannaoo| c 0 |0a n> J6.
..- ..__.,....,... ..i.,.,, tillan. *
estanhado
para "caaa -T^HS1-. Por menos preco que os
de cobre^scovena para navios, ferro loglez
nLionii barras como em arcosfolhas, e ludo
por barato preco
Aviso aos apaixonados de llores
Na Iravesss da lla-ue de Dos n. d, arma-
zem de l'inheiro tCordeiro.esiste una por-
~ Ven ,e,-se velas de.P.rm.c.U., eo, -- ^SpSTl-5s^ muio boilu.e
csixas.de superior qual.dade : em casa de, ao '" va,osai nodo; os qu.es sa vei.der.1o
J.Kel.ero: Comp.nl... : na rus da Cruz ou- ^J^^ a^.in, como .upe-
mero 55.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
por junto ..
pe elmago parado, dito fl 'reto branco,
macSes novos, uva.', ligos, an.cisas, nozes,
airen loas, azeilones de Sev.Iha.caixas com
Vende-se este compendio..pprovsdo psra onxofre, W^J!"' *
as.ul.sdoprime.irss letras, a 480 rs.: na com vinagre M2*Ki^
pr.ee d. independencia, livrari. n. 6 e 8. S^*feJ^*^Kiofc
Casa ue comnnssao de escravns. meoBo ,,. Il8o enfadar eos leitores.
Yendem-se escravos e recebem- Vende-se chapeos de palha americana
m .1 mni mineriores. o relogios amenceiios para
se de commissao, tanto para a pro-| ^^/dToew. bon reguladores:... roa do
vinci i como para fra della, paral Trapiche n. 8.
o nue jse offerece multas earantias Vendem-sc 6 vaccas paridas, boas lci-
o (UL.sL ouerece mijiias b'"l,u""5: teiras, feles ao pasto, por prego commo lo :
aseusdonos : narua da Cacimba qUe,naspr^-tend^rdirija-seera des Aguas
D. 11, primeiro andar. ; Verdes O. 48, taven.a que dir o vendedor.
- Vendem-se relogios de ou- ^Pel P81uc1l.e,' n'u,to f,"
roeprata, patente ingiez : na ra corpo e na quahdade, proprio
da enzalla Nova n. Ja. i Para escrever Pelos vaP0,*f ,nSle-
Arados de ierro. s, porque paga pOUCo porte: ven-
Vendem-se arados de diversos jf"" nu Paleo do (j(,,leg' ca8J do
modelos, assim como americanos! 'lvr0 azu1, _,.....
com carabao de sicupira e bracs|EARlNHA DE S. CATHAIUNA.
da ferro: na lundico da ra do A melhor f.rinha de mandioca
Brum ds. 6, 8 e 10. emais recentemente chegada ao
Boinbao de Ierro. mercado, vende-se por preco mns
Vcndem-s.; bombas de repuxo, commodo do que em outra qaal-
ulas e picota para cacimba : qer parte, a bordo do brig.ie Al-
miraiite uudeado confronte ao
caes do Hamos t trata-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Alachado & l'i-
nheiro, n. ra do Vigario n. 19
a 480 rs.o cento : na rus do Mundo Novo
n. 30.
Vonde-se um bom preto, oflicial de
muciio-iro, que representa ler 25 30 an-
uos : quem o pretender dirija-so a Soleda-
de, rus de JoSo Fernandos Vieira,sitio dos 4
lee-, que ahi acharfcpessoa autorisada pa-
ra esso 1 i ni.
lindes pintadas.
Vcndom-sc redes pintadas, p priss para
tipoie, e para tomar fresco debaixo do ar-
vores : na ra do Queimado, loja n. 11.
Vendem-se 3 escravas mocas de boni-
tas figuras, com varias habilidades, 2 mula-
1 mlii de idede 16 auno-, 2 escravos de ser-
vil; decampo, urna negra do meia idede:
na ra Dircila n. 3.
.- Vende-se a loja de chapos da p'aca da
Independencia n. 14 livre o desembarazada:
s tratar oa mcsina.
Jo-e L iz Ivrera, vonde a sua loja de
fenages da ra Nova n. 16, a pr.iol com fir-
mas a conteni, o em quanto n,Vi cff'Ctuar,
vende qualquer por(.1o .e ferrng.-s ou miu-
dezas pelo preco que Ihn cuslaram, lembra
pela ultima vez a sous devod res, principal-
mente aquelles quo seu<< dbil >s passam de
auno, i|ii se at o dia 15 do correte nSo
s,i| li-li-e o o, nina dooutros meios.
-- Vendem-se na ra do Collegio n. 5,
oebollas mu.to novas e escolhilasa 320 rs.
o cento, e na mesma tiberna se dir quem
vende deis embonos de sedro e 11 travs de
qualidades, tudo por con, modo prec.o.
Lavullo. a adniini-trac,3o doste bolo remedio, nos
Vende-se um cavallo, rosilho escuro, bom ataques mais estraordinarios tem si lo sem-
sndador e est bem gordo, por preco rasos- pro seguidos lelos, meis felices resultados
vel : na ra do Queimado n. 8, lojd defron- as suas nperafO 'S ; porm, o seu principal
te da botica. objeclo he de purificar o sangue, e lion-ar o
-- Vende-se, ou trocasso por outro igual syitema de qualqu-r influencia de mercu-
perto da pra{a, ou por propriedades na mes- rio. No seu modus opr/and, '.v> dlrecte-
ma ojgrande e rendoso sitio das rozeiras mente comp -"' *-^jp>.J' alterafivo, anida
do Ma|or Joaquim Elias de Moure, defonlo que, indi fctamenle serve ao aystem.i como
la capilla do llozarinho ; com c-sa de so- um ver ldeiro tnico. Doencas nos ossos
brado do lado, envid acado ; esirib-ri para c no *vs'9'" gran lular assim como as
3cavallos, coieira grande, casa Je f-ruiha ulitis, o ligamentos, silo inlei com lodos os seus pertences, -i-n/ ll.i i".** radas pelo uso leste remedio, sem quo o
pelos e casa para felor, gran-io e-rcodo doente far; resguardo algum, quando usar
para gado, com um pedaco de ollo dentro, este remedia. A opperecSo desto remed
mullas qualida os de frutas e/*m quanilda- consiste em remover a desordem do syste-
de, e das moldures que ba : J tratar no mes- ma, e cm breve lempo o doente ganbaia a
su' saude.
A Salsa Parilha tcm ganhado por muitos
annos una alta rerutai;ilo( de ter curado
doonens mu. diDICuliosas, que ncnhuiu ou-
Iroaitigu le valor em materia medica tem
lio de saber que a Salsa l'enlha lie
.- fi:l. um do- n,iis vlerusas r-'iiioiius quo os
de : a tratar com Alanoel da ulva dctores sSo em icdaapa.tedo mondo;
com vistes il .; ni i ,ic .i a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. l'O'm, deve-so de
notar, que n ni ludas as cssuas sabein pre-
parar eslo remedio, assim como csco-
SALSA l'AHHILHA DE
SANDS.,
Este excellenle remedio cura todas ss en-
fermidailes as quaes sfio o-i.iind s pela
impuresa do sanguo ou dosy-tema ; a sa-
ber : escrfulas, rheumatisino, oruocOes
cutneas, b ebuthas na Cira, almoroidns,
doeiiQis chronicas, brehulhas, borto-ij,
tinha, eii,-h;ii,-oes, e dores nos ossos, e j-n-
tas, ule ii, doencas vooerias, citica, enft-
midades que attscito pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa urna vida
extravagante Assim como, chronicas de.
sordens da constituicilo, serio curadas por
esta l,'i o til, e apprnvaia medicina.
SALSA [MI.IIILIU
DE
a
j tratar no mes-
mo sitio.
4reVc"->v-e | melhercera de carnauba lo
Ar" 5.RO0: na ra do Trapiche n. 4.
1' \1UM1A DE B\LTIA1HE,
muito nova e de superior qualida- "'""a
pend
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10
lundico de Ierro.
Farinha fontana,
chegada ltimamente: ora casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ius do Anioiim n. 35.
Deposito du rubrica de Todos os
Santos na llahia.
Vende.se, emeass deN. O. Beber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algudSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar eroup. de escravos. porprecocom-
moiu
Santos, na ra do Amorim n 56
e 58, ou no armazem do Aines no
caes da Alfandega.
-- Vende-se urna loja de miudezas com ll.erem a melhor parle que se deve usarem
poneos fundos, em uoia das melhores ras t"l pre,>arac3o. Um celebre Med cotacrlp-
desta cidade,'propria para um rapaz prin- tor, que residi por moitos anuos no lugar
cipiante. por estar muito afreguez i la.lan- aondehaa melhor producco da Salsa l'a-
to para o centro, como para a praca, a di- riII disse : Seisou oilo especies deslas
nbei'O ou b preso, o motivo porque se ven- raizesque crescem oestes bosques, admi il" se diia ao comprsdor : na travessa do moque nSo podesse adiar, so nlo urna,
Itozano, loja de miudezas n. 18, que dir- com o gosto, e propriedade da verdadeira
se ha quem vende. Sal" l'arilla, que se uossa recommendar
-- Vende-se urna prela da Costi, cozinhei- para medicina ; pois as mais era.ii insipi-
ra.lava desebilo, faz rends, sal! fezerpSo das e inertes. Porm, como os mdicos
Je l, e bolinhos de vanas qualidades, ven- "do so d3o ao trahalho de fazerem as
de-se por motivos oque se p-le declarar ao suas proprias medicinas, mas sin conliam
comprador: narua da Florentina n. 3 a nos seus habois boticarios, para a prepara-
qualquer hura lo di.. rem, o comporem dilTerentes drogas. I'o-
Vende se um. escrava mo?. da Costa, rm de todas as preparagOes de Sais. Parl
com cria, lava engmala, cose e cozinha Iba lev.a de ser da genuma, para que o f-
bem, iroea-so lambem por outra de iguaes cultativo o o publico ficassem bem liados
habilidades, t.mbem moca e sem cria : na nes preparacOes de Salsa Parrilha a ser da
pr-a da Independencia, loja de calsado melhor qualidade. Pois he est-> ogonuino
n_ 35. vegoslavel, que se ofTereceao publico ; n s-
Vonde-se um sitio, com casi de viven- te se vfi combinados o f/ cumdufe; pola
da e com baslntscommodos, copia, eslri- em infinitos casos em que o doeote espe-
b.-ia, boa cacimba, v.ri-spcs de Isrsngei- ramasalgumas tinha uo vivor.e grandes
ras, cafezeiros, rande bananeiral, terreno quanlidades de remedios experimentados,
cum mais dn mil i almosde fundo, e d.- r,ui- mas sem resultados do melhoras ; mas com
lo boa produedo e perto do rio: a tratar esta cura Salsa Parilha, suas curas tem si lo
coai Nicolao Gadault, narua lo Apollo n. infaliveis, pois os ceriifica los quo temos
20, segundo ander, ou na pra^a da Uoa Vis- receb.do de pessoas que tem usado desle
la, n. casa que se osl edificando. Puro remedio, allirm un da sus boa elllca-
-- Ven le o-se 8 moleqi.es, de 14 a 18 an- c'a estes cerlilicados temos a hoora de
nos; um lindo mulelinho de IE aimos, pro- aprcnsenlar ao respeitavel publico, para
pno para pe ge ni; 4 negros robustos iara que liquem cerlos, oque cima te diz, he
enchada; l negro de meieiade, por 300,000 verdadeiro. Os proprielarius desle reme-
ra.; i mulatas com habilidades, o 3 no- dio teaj por muitos anuos empregado todos
gres para todo seivico: na ra larga do lio- os muios para prepararen, osle i3o til, e
zaiio n. 22, seg.indo andar. essei.c.el remedio da raiz de Salsa Perilla,
Vende-se o sitio da Capunga a mar- qnepor lim, conseguirn) as suas vistas, em
gem do rio, quo fo. lo fallecido Joflo Bap- prepar.rcu. um iflo valuoso teme lio, e seus
lisia llerbste, : a tr.lar no aterro da Boa- 13o lindos rnsulledos tem enehido oa pro-
As nu i.O'Os.s exoeriencies feitas como
uso da salsa parrilha em todas as enormi-
dades, originadas p U impipez. do sanguo,
e o bom xito obiilo na corte pelo lllm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da acaiemia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixolo om sua clnica, e em
sua afamada casa de saude na c-mboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por vanos oulros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamar. I lamento
as virtu-los cOiceiros da
SALSA PARRILHA f'^i
pe
itmm
Itrl. i >(
Vende-se cera para limas de
cheiro: na ra do Hangel, sobra-
do n. 5'z, a 1,000 a libra.
Vende-se urna escrava crooula, queen-
ko ni.i, cose, engibo, e he de muito ha.
conducta : n. ra do Vigario n. 13, tereciro
andar.
Vendem-so tres casinbas terreas, no
largo d ig>eja deS. Amaro, olftrecen to-sa
vanlagem de dar os Juros de um por ce-lo
so mez, ou maia : na ra das Cru/es n. in
-- Vende-se, n. ru. da Cadeia do Rejfe"
loja de m'udezes n.5, um mulato escuro'
m"QO, de bonita figura e com principio d
ollicm i sip-t- iro.
Escravos futidos.
-- No di. ai de dezembro do p.ssaTn
aiiim desappsreceu do engenho Ro.-Visi,
Iregiiezia da Escada, urna escrava muan'
c.bellos enroscados, tnscSes do rosto alias
olhos covos e grandes, nariz ordinario oar-
rebilado, bocc. grande, seca do corpo, all
e ps um tanto grandes, lem urna unha ar-
rancada nu dedo grande de um dos ps e em
um dedo polegar da odo esquerda ou direi
ta, um defeiio encost lo a unha, que para,
ce ter sido golpe de faca, e pelas costas tom
m.rcas, a qual escrev. cham.-se Renedic-
ta, e emende bastante de cosinha; sabio
cum saia de algodSo azul e camisa de mj-
dapolSo, urna coberta usada embrulheda
quem a pegar leve an referido enRenho ou
no Recife, na ra do Queimado n. 6, que se-
r muito bem recompensado.
-- Estam fgidos d. fabrica de caldere-
ro da rus do Brum n. 28, os fous escr.vos
seguintes: Felippe de nacjio Mucamhique,
representa ter 3i annos dcid.de. eslatur.
regular, cheio do corpo, e costuma embri |.
ger-sepertencento ao casal de Jos H.rii
de Jess Muuiz, ; e Alexandro de nacn S
Paulo, de idade 35 anuos, alto, rail* demo-
rada ; que foi lo Meliquer, f-ancez mma-
rlor no Rio-Doce, e ltimamente fui doSr.
Eduardo Bulli : ambos fugiramsem outro
mutivomais do quo vadia;ao e sahiram.o
primeiro desde 95 do corrente, e o segundo
desde 26 ; rnga-se a quem os pegar de os
levar na dita fabrica quesera recompensarlo.
I, al ihca e com 100,000 rs.,
a qaem pegar o preto cricnlo de nome Jo3o
Marianno, com os signaos seguintes: cor
fula, grosso do corpo, com urna belide no
olho esquerdo, urna orelba funda, com cos-
turas nu pescuco d'alporcas, represeuls ler
30 annos, levou camisa o calca de I-
godosiuho n/i.i, fugio no di. i do de-
lembro p. passado, da pa ra das 5 Punas : aonde p le serenlroguo,
rogando-se por issoa todas as autoridades
policiaes e capites de campo, deo pogj-
rem e ahi o conduzirem, que sero reli-
giosamente gratificados com a sobre-dito
qu mi mu cima de 100,000 rs., leudo mum
em alternlo o elle ser muito ladino, e inti-
tular-so forro, e constar ao seu Sr. ter elle
aiidei'.o nes guerrillas dos levoitusus, como
le;' as beodas deSurinh'
SeriahSem, e outris
Do engenho Cocsl, freguesia de Una,
fugiram as vesporas de fesia, os escravos
seguinles: Alexaodre mulatinho, de i lade
Nota. Cada garraa conlem duas fibras de 15 a 16 aunas, com os sign.es seguintes
de liquido, e salsa parrilha de Brisiol boleara larga, nariz grosso, olhos grand-s a
garantida, puramoilo vegetal sem mercu-| bastante esperlos ; este mol.tinho foi com-
rio, iodo, potessium. prado em abril p. passado, nave ido si >o
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do'do Sr. Dr. Alcanforado. Valentim, cnuulo
Sr. Jos Mari Goncalvos Ramos : ra dos i fula com oflicio de sapateiro, bo. estatura
Quarlois i'enad. ao uuartel do uolicia. I pea apalhetados, secco do corpj, olhis
Charutos de Ilavana ibrancus, o CoJ rlade pouco mais ou menos
De superior qualidade : vendem-so no ar-|28 "n,,os; sle pretU r,comP"-".'-
mazem de Kalkmann rmeos, na ruada'"""" c.0'"0 J cimaaoSr. Salguero ,1a
Cruz n 10 cidade do Olind. Foram encontrados na
' j i i/ ii f """m* cidede, e moito se presume lerem
-- l'jtn Casa ue J. JVeller S 1 .mu- tomado as estradas dessa cidade, as d cisa
panilla, acha-se a venda vinagre forle; PS ** oHonteko: rpga-se poii
.. D as autoridades policiees e capitSes de cem-
liranco, superior de INanles, empo, c.piura dos referidos escravos, pod-n-
barris de 3 medidas. i do couduzl-losao mencionado engenho, a
I entregar eo Sr. dos mesmos, Paulo de Amo-
, rim Salgado, ou nesla praca a Verissino
Seholas. ;nm salgado, ou nesla praca a Verissino
Na travessa da Madre do Dos, armasen) Antonio da CruiSoar-s que esla pro id po a
n. 19 vendem-se muito boas seboles a 320 o japlisfazer toda despeza qua houver de se
cento.
Vista n. 27, que aciiar. com quem tratar.
N5o S lia.
Quem quizer un) a-, vunhavore com-
prar, pois o ganb i de que-n vende (ica ni
prietarios do gloria, e triuinpbo de lerem
preparado urna luid. compusioSo contra
lenlas, que o seu Um he destruir o corpo
humano. Esta c imposicflo he quimic. e
nova. Ksta Salsa P.rilba ne combinad, com
f.zer.
30,000 rs., de gralilicacSo.
Desappareceu no dia 15 de julho do cor-
j rente anuo um muleque crioulo de nomo
'Paulino de idade de 10unos pouco mais
ou menos,cor sm.relads por.ter vicio de co-
mer trra,naris chato e feio levou camisa da
.IgodSosinho suja e calcado riscado, sem
chapeo, este escravo podenco ao Sr. Amo-
nio Jacinto da Silveira de Una quem o pe-
gar I ve-ii a ra da Cacimba n. 11 oua
ra do Livramento n. 26segundo andar ijua
recebera a gratificagSo a cima, e se prolesli
contra quem o liver oculto.
-- No da 25de dezembro p passado lu-
gio um preto de nacSo S. Thom, que re-
presenta ter 24 nnos de idade, com os sig-
. naes seguinles : cheio do corno, lem umi
sol de sola armacaodeb.lea, de4,500ra. feliu n0 pesque.do.e c.mb. da DesiM
par. cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
rs. par cima ; ditos de panno
nacao de baleia e de ferro, de
rs'; d,l?'0^109 de,8r,m,cSo ^ junco, deig,d0. qUem o peg.r leve-o .o dito logar
1.200 1,800 rs., todos hopos : grande sor- p,d>ria o. 66, que se recompen.sra
umento de sedas e pannos, em pecas par I -Deaapp.rJceu no ai. a du correte um.
cobnr os mesmos, balei.s para vestidos e prela cr,oul. idade 30 aonos pouco maisou
esp.rtilhos do senhoras. Concertam-se to- meUos, a tesla calva, o nariz chalo com um
eos uesoi. roaoiuibo pequeo em cima, a boca choc
Rila lo Collegio n. 4.
Novo sorlimenlo do chapeos de sol, para
homem e senhora, a sabor : chapeos de
Kn.. A i niin """"" H" jueiuo, o cernea ua mes'ili
ora, aea.uuu |ierna;lbvou c.mis. de .Igodao zul,porc
ii r,n'.io;co,,t,t* ^ue Um mud"du de roupa, e foi
'.,"" ".^''u.eocontr.do a poucos das noaleirodo AIj-
das as qualidades de chapeos
com perfeigSo e por menos prego do que cm
outra qualquer parte.
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas: no ar-
mazem de Kalkmann Irm3os, narua da
Cruz n. 10.
em cuna a boca chupada
na frente eeui cima nao tem dentes, lera
urna peqnena caspa no rosto.biacos r-nuli-
res,tem em um dedo grande da mi)o a unha
b-stantegrossa, um vestido de corpo fran-
gido, e mangas lizas; levou pregado em
i.ia de chita do lislra laiga, baslm
Vende-se vinllO de champa- ""botada e una sai. de mitim preto por ei-
-.,. i- ma : quem a peg.r dinia-se a ra doFoifo
nhe legitimo e de superior quali-'n. as, que sera gratificado
(lule: em casa de J Keller &
Companhis, na ra da Cruz n. 5 5.
Sobrado em Goiuiina.
Vende-se, muito em conta ,
nulo ,ios compradores, e sempre licSo logra- oulros egredie iles que lodos elles perton-
lo-e mal serados, seus amos e senhores ; celll a C|asso vegetal, e todos com o poder
r ----- --- i n n I i. r-*3'. (CHCvHIi V lU'lt/3 't'iil u ni in
m a ru de aurora n. 32, venda nova com a de <.ur,||c,ro o sangue. O do ule qu-i usar
rente piolada le azul, em o all-rro d Roa desta composicilo, pode contarqui tem o
isun. 43, vende-se osogiunle :mnteiga)aj8(.ulci,zr9modi0, para a sua unfermi-
" Vendem-se e alugam-se biches, che- 4
a>. gadas ltimamente de Hamburgo, por 4
m preco commodo: n. ra de S. Amaro ;'<)
fi n. 28. 9
Vendem-se selins e siltides
nglezes, de couro de porco, da
pnmeira qualidade: em casa de A-
darason Howie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 43.
Vende-se em casa de A-
dam.soa Howie ck Companhia, na
ra do Trapiche n. 4> panno de
algodo para saceos de assucar ,
milito superior e barato.
fronte do tribunal do commercio, vendem-
se caixas con. 20 libras de linhas de noie.
los de n. 20 at 100 pelo diminuto prego lo
1,000 rs. c.d. urna libra, corles de cam-
braias de ptimos goslosa 1,'9Z0 is., mada-
poldea tnuitu linus o largos a 4,000 rs., e
anda re.tam algumas pocas rtus risca I0O is. o corado, ptima fazenda pira "lu-
pas .10 escr.vos e mesmo par. fazer colxOes
por ter algumas pegas de listras Ligas.
Vendem-se 3 barcajes, bem construi-
d.sepromptas asogor viagem, a linheiro
ou a pr.so, com firmas a contento : para
tratar, ua ra N -va na loja de Ju. l.uiz Pe-
reira, e par. examinar no caes do Ramos.
. Vende-se una das melhores tabernas da
ingleza da melhor a 720 t., lita francesa a joadeusa. O nico agente nesta cidade he
560 rs., cha a 2,000 rs., dito p-elo a 1,920 Viceme Jos de Brito, na ra da Cadeia do
Itocile botica O. 61.
No alono da Boa-Vista, loja n. 18, de- j (em 3 en, Inallris cllinezes a libra, cada um
Na ooite do lia 5 do corrente, lesappa-
receu o escravo Juno, mulato acabooolaJo,
id.da 18 annos, altura recular, cabellos
ailados, olhos pequooos, denles lmalos,
nariz um pouco cnato, levou vestido calca
de bnm pardo, jaquel, branca, camisa de
riscado encarnajJo.chapeo de palha amarel-
um bonito sobrado Sito na ra. loe urna t.oucna de roupa : quem u pegar
do iUeio, n. 58, avaliido emi|8,w' engenho Po nhal de Jos Caval-
i _. _. ._ I canil de Albuqucrque W.O lerlev auo ser
.000, em O qu.l tem parte geneo.amenlerecompens.do Y Q
rsula Mtria das Virgcns e sua I D.-sapp.recerem no dia 26 do passiJu
,..,-,, Inanuina \\voa At> Paiva ,,-,n,w de dezembro, do engenno Pau SnguJ
irma Joaquina Alies de raiva n, os escr.vos seguidles :Onof.e,creoulo, car-
importancia de 107,470 rs. quenrreiro, ideda oe 30 annus, lio, grosso do
pretender dirija se a caza de Kal- 'T'J'0: por 640 rs vM.s de espermecete 610 rs., di-
tas de carnauba 280 rs., sevada a loo rs. so-
vadinha 16o rs tapioca a 80 rs. Caff mol-
do a 200 rs., diio de caroco a 140 rs, arroz
pilado a 80 rs., Carne do sertHo a 160 rs. as-
sucar refinado a 100 e 80 's ervilhas a 100
rs., bolaiinha a 200 rs., louciuho de santos
a 160 rs., azeila doco 480 rs., azeitou.s.
210 is milho alpiste a 800 s. a cuia, pain-
(,-> 560 rs. ; e tudo o mais perleucente
venda, de ludo se da-amostras.
sy Vendem-se bonitos escravos
de ambos os .sexos, mulitas, mula-
tos molccas moleques negri-
ru. Direiian.2l.com os fundos s vont.de nhas, negras mocad e negros mo-
do comprador e tamborn se faz negocio miI(:os; na rua das Larongeirus n. i4,
com armscao ou com ufns peasoa que entre
de socied.de entranda cum .Iguns fundos;. ile8u""na"___- ;.,6
deeioci-
tratar na rua de S. Hit. n. 97.
Veude-se eme de boi muilo gorda a
3,810 rs. arroba : na > ua do Hangel n 35,
onde se vende carno de pono : na mesma
casa se vende lianha de poico derretida M
lerr. muito superior a 4uu rs, libra.
Vonde-se um berfo de Jacaranda, muilo
moderno o 1 uno rico em gosto, por muito
barato prec,o : n.a Cinco Puntas n. 62.
Na rua lo Livramento n. 18, veude-se
uma negra de meia idade, o urna dita de 13
a 14 annos.
Deposito de tecidos da lubri-
ca de Todos os Santos,
na Babia.
4
i
*
k na Babia. g
> Vende-se em cass de Domingos Al- <
* ves Malhers, na rua da Cruz do Re- 41
jjl elfen. 52, primeiro andar, algodSo *
transado daquella fabrica, muitopro-
? prio para saceos e roupa de escra- 2
S vos, assim como lio proprio para re- 2
,> des do pescar e'parios par. vellas,
a> por prego muito comino lo. h>/
AAAA**AA*AOAjbAA aaaaaaa
31UBILUS UE FCUHO.
Vendem-se ricas mobiliasde fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com limco e sam elle, e muitos ou-
lros objeclos de ferro : no arma-
zem de KIkinanii Irmaos, na rua
da Cruz n. 10. .
ktnann Irmaos,rua da Cruz,n. 10.
I1AN0S.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann I nudos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
cxcclleutes vozes chegados ha
pouco trmpo.
Livros em branco.
Vendo-se em casa do Kalkmann Irmaos ,
n. ru. da Cruz n. 10, livros om branco che-
gados pelo ultimo ntvio.
Tinta em oleo
branc. e verde: vndese no armazem de
Kalkmann Iranios, ru. d. Crnz n. 10,
Isjk'IIio de puede
com ric.s molduras ven lem-se no srms-
zem do Klkmanii l'inlos, rua da Cruz o. 10
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-so no rma-
tem de Kallkmann lrmaos.ru.d. Cruz n' 10.
dos o chatos, manco de orna Irilha Jura de
carro ; levou vesli lo camisa e Caiga de azu-
leo, com um fecSo da te-a na sintura, e
chapeo de palha j uzado. Euzebio creoulo,
carreiro, idade ue 5 anuos, trsiatura regular
olhos bem rsgalos evivos, denles podres.
cjr beln prela e pouca barba, ps peque-
nos e apalhetados de bichos, que tere em
pr queno, levou Camisa, e calea da algodao
tr.uf.do, e chapeo velho de couro. Uarli-
nho, creoulo carreiio, idade de 60 an-
nos alto grosso do corpo, cum um. .las
peroas b.atantemenle enchadas de irisipe-
la, e com algumas cicaln/esde ferida na
mesma peina levou vestidoeamis. de .1-
gaidao liansado com oulra de baeta ver .e
por cima, e ciroul. do mesmo algodSo. lis-- j
tesescravos fo anulo finadoLuizJos.-cnnTir |
do engenho dous hagos en. Sen.ilia ni, n
por execran du senl-uea passar.m a Ser do
Albino Jos Ferreira da Cuan do enh'ciilin
Cuia buc : quem os pegar.uu dor noiici
dellet, dirija-se ao 111 mciona lo engenno .
enlender-se00m seu sennor KraaciseoJ.se
de M ileir S, que pagar generosanieniu.
\l> lir Nf Y 'r I"-
MUTILADO >
UU.LW -J.


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