Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04597


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Full Text
Anno XXVIII'
i
Quarta-feira 7
DIARIO DE
de Janeiro de 1852.
N. 4.
PEMAMBIM.
rrtEOO A SDBOKIP9IO.
PlOAMIKTO ADUNT1DO.
Per trimestre............ f/000
Por semestre............. 8/t)00
Por nao........-..... i.vu.'ii
Pago dentio dutiihmt>i.
Poi quartel............. WO
OTIOIAfl DO 1MFEIIIO
Par.....17 deDezbr. Minas... l.tdeNovbr.
Maranbo 2l de dito [S.Paulo. III de dito.
Cear... 24'dedlto. R. de J.. I5dc Dezbr.
rarahiba. 21 iie dito Baha... 20 ile dlio.
I "
I SI A" DA SJIOAWA.
5 Seg. S. Seme.o lis
Irllla. (Kriado.)
0 Tere. **S. Rea.
7 uart.S Luelatio
8 Qulnt. S. I.ourenco
Justinlano.
9 BMI S. Juliao.
lo Sab. S.Panlo.
II Dom. i. depois df
Res. S. Iligino.
ADirmciAfc,
Juilide Orpho
i. e5. s 10 borai.
f. varadaeivel.
3. e6. ao meio-dla.
Faienia.
3. e 6. a lo boraa..
2. vara do eivel.
4. c aabadoa ao melo-d.
Arfarn.
Tercas e sbados.
IBI11DEI,
Crescente i So, u8 horas e l.'i miutes da m.
Chela a 7, a 9 horaa e 48 minutos di m.
Mlngoante 10, a I hora e 8 mlouloa da m.
Nova 21, ai 7 horaa e 34 minutos da m.
FBI1AB B> HOJI
Primeira s 5 horai e H mi mitos da manhaa.
Segunda s 5horas e 42 minutos da tarde.
1-AIlTIDAI BOI OOBKIIOI.
Goianna e Parahlba, s aegunda e sextaa-
felraa.
RIo-Grande-do-Hortei todaa aa qulntas-felraa
aoraelo da.
Garanhuna e Bonito, 8 e 23.
Hoa-Vlata, e Florea, i 13 e 28.
Victoria, a quintas-felras.
Olinda, todos oa diaa.
l/OTICIAS rHTBANCriBAi.
Portugal. 14de Dezbi: Austria.. 2 de Dezbr
Hespanha. 8 de dito |Suiasa. .. 2 de dito.
Suecia... 28 de Outbr
Inglaterra 8 de Dezbr.
Franca
Blgica...
Italia....
Alemanlia.
Prussla
7 de dito
3 de dito
2 de dito
de dito
3 de dito
Dinamarca 29 de Outbr
RUasla... 1 de Dctb'
Turqua.. I de dito
E.-Unidos 23 deNoabr.
Mxico... Mi de dito.
California 10 de dito
Chlll. 12 de dito
Huenos-A. 8eNovbr
Montevideo 21 de Outbr
CAMBIOl BE IUH NE1BO,
Sobre Londres, a 28 d. p. 1/ Firme
Parla, 34o por fr.
> Lisboa, 90 por cento.
HETACI.
Ouro.Oncas hespanholas...'. a 28/600
Murcias de 6/400 velhas. 16/000 a 16/200
> de 6*400 novas. 16/000 a 16/200
> de 4/IIC0....... 9/000 a 9/100
Prata.Patacoes braslleiros.. 1/940 a 1/9<0
Pesos columnarlos... 1/920 a
Ditos mexicanos..... 1/740 a
ai^RaBaaMBHBBnvrvrw.*7n
1/92.1
1/750
PARTE OFFICIAL.
i respeito, cumpre que de quanlo ant is essa
oscliTccimcnto.
Dito. Ao bacharrl Manoel Firmino do
.Mello, juiz municipal do tercrodo cabo di-
zenlo licar inteira de havor Smc. entrado
GOVEI.NO DA PROVINCIA
EXPEDIENTE DO DA 31 DE DEZEMBR0 DE' no da 30 de dezembro ullimo no goso da
1851. ;licenca que lh fui conced Jo.
Dulci. -- Aocommanlo das armas, re- Dito.--A cmara municipal do Recito pa-
otnmendapdo a expediclo de suss ordens|ta mandar cotn urgencia urna relacSo das
para que a guarda do ttvsouto posse a oc-| pessoas fallecidas nesla cJade om esda um
cunaras duas salas, que se aproniplaraiij dos -veis mezes dejunhoa dezembro proxi-
ultimamente no collegio. [no linio.
ilo Ao mesmo declaranJo que (ci ai Dito.--A cmara municipal da cidadada
sua-disposicllu o desertor do dcimo bala-j Victoria rtiHDdO que rom quanto tonhao _
lliSuilo Infantaria Athaoasio Rodrigues d"J de ser siibmetliJnsaassuuiUlua |i-ji>lliv ,
Sotiza, quo o delegado de Caruar ntrogiiuf provincial na sw futnra reiiniio ira contar po
ao primeiro lente Severiano Martin* daf da recolta o despeza d'aquella municipali-
l'onsoci.Communicou-so ao referido dc-idade, cumprc todava que preste informa-
legado, ''toaa minuciosas sobre o motivo porque fi-
Dilu.AodesemDargador chefe de poli-I'con om divida tilo consiJcravel parte di
cia dizndo que nenhuma duvid lia emtrcnil.i do anno (inanc'iro de 1850a 1851, e
observando que na la se poder fazer a Iicm
dos mcllioramento o mi'smo das necess-
lades ntas urgentes da dita municipalida-
de. se ii.'up i iiiiv-t todo o / 1 i e actividade
ni -ii i i-1 i .i .iu desua runda.
ca. A' nacao franceza toca resistir ou submet-
ter-se, eatabclecer ou destruir, ylver oomo ho-
mena tlvrea ou curvar-ae peranle oa dolos de
ferro ou de chumbo do poder desptico. Km
quanto os direitoa das outraa naedes forem res
peludos, c emquanto a Franca mostrar mala
constancia a scua tratados do que mostra a suas
lela, devemoa ao aeu governo, qualquer que
elleaejs, julgar suas accoes mais cmn referen-
PERNAMBUCO
nua a gozar de paz e socego em todas as suas
comarcas, tendo havi lo apenas na de Pao-
d'-Alho urna amotinar,!]!), som dorrama-
I monto do san.'ii", causada pela falsa e do-
I pluravel opiniSo qu" f'rmou o povo dalll
contra o decreto do 18 dejunhodo anno
, pasaado que manda prtr em oxecuQflo o re-
por a prosidoncia disposifilo de S. S a fur-
a que julgar conveniente mandar desde
j para qualquer tenno uu cintarca da p'o-
vincia, alim de manter-su int"iramento a
Irar quillidade publica, pudendo requisitar
tu.lo o quo julgar nc -ario.
Dito.Ao mesmo nloirando-o de liavor
i.lllciadoao ommando das armas no sen-
tido do fazer destacar para a Varzoa um in-
f Tior e aloca soldados de primeira linMa.
OITlciou-se nesle sentido ao mesmo cum-
ulando.
Dilo A thesouraria de fazen la declaran-
do que a despesa com o sustento de 29 afri-
canos livres vindos de Caraiiliuas, foi feiti
pelo delegado d'aquellc termo at 3 do cor-
rento, e do di i Kem diante pelo primeiro
lenle Soveiiano Martlns da Fonseca, que
delles t ji7ii>u cunta c os entregou nosla ca-
pital.
Dito.A mpsma transmiltindo por copias
um 'juicio do delegado do termo de Gar.i-
nhuns, e bem assim os termos, que elle
se refere, dos quaos consta a apprehcnsuo
dos 29 africanos livres que ltimamente
vieram d'nqucllo lermo eso achilo recolhi-
dos ao arsenal de guerra. .
Dito A mesma communicando que por
decreto de 27 de ,novemhro ultimo, segun-
do cotislnu do participarlo da rcp>rlic,lo da
juslica de 3 do correte, foi remov lo da co-
marca du AU no RO Grande do Norte pa~
ra a de Goianna nesta provincia o juiz de
dircilo Manoel dos l'assus Itaptisla.Fize-
ram-senes'.e senlido as convenientes com-
munica(0es.
Dito.A' mesma communicando que se-
gund i participou o juiz de direito do Cabo
tig cilicio de 21 do crreme, fura absolvido
no oa anlecedeiil'i o ju'Z muuicipal
d'aquellc tormo, Manoel Firmino de Mello,
docrimede respunsabilidado, pilo qual u
promotor publico o tinln denunciado.In-
loiiou-se ao ExtD. coi.selheiro pr sileti-
le da relatfio.
Dijo.Ao commandaiilo do brigtio esru-
na Olinda para mandar apresentar o pralicu
que existe n'aquelle nato ao ronviaurtanto
blique C-Clina lrtalnl.de, flm llalli '
CAM*K\ MUNICIPAL.
J.'MCSSAO' ORDINARIA, DE 11 DE DE-
ZEMBRO DE 1851.
Preiideneiado Pr, (Hiveira
Presentes os Sra. Mamede.Carneiro Mon- gulamento do registro dos nascimontos e
cia a ns do que a um povo, cujasorte dever teiro, Franca, e Figuoirolo, faltando som bitos; mas crem is quo meamo ntquella
aero espectculo e a llcao do mundo. Cada ciusa participada os mais Srs. ; abrio-so a comarca a tranquillidade pub'ica oatar ja
convulso successlva nesta longa serle de ac- sesso, e foi lida o approvadi a acta d'enle- do todo reslabllocida, nljosmenta pelas
conteclmentos nao he aenao um incidente em cdante. providencias toma las pelo governu, senilu
um todo desunido Nunca tendo supposto que Foi lido o aeguintc tannom pelos esforcos e palavra suuo-
a repblica de 1848 tinl.a ^"fMprelMbmtaitt EXPEDIENTE rias do llvJ. prefeito do hosjlcio lo N. S. da
2aV,fo?.,r.?MnU.rfVretotaTe^^^^ presidente da provin- Peflh., o qual envi Udo pelo EXU, bispo
^,';;n"d'emo,".X o^m^aTodd .' '/" e"?o ao quo esta Jm.ccs'iiio. partm Inmo Hdente para alli
suaeitlnccao; porm ao mesmo tempo nada cantara ponderou ao r.licfe de polica em aiim do mlssiunir e chamar flr. |OV is a obi-
podemos augurar de melhor ou de mais dura- ojliclo do 3 dejunho ultimo, e que por este dioocia da le.
douro para o poder que parece destinado a auc- fui levado ao seu conhecimentu provideoj Els-aqui o ofllci i que o Etm. Diocesano
cede-l% e mesmo o presente auccesso, seas- fia lo para quo se nSo ropila u abuzo, qu jjirigio no llvil. iTefoito da Ponda,
sim arcontecer, deate desesperado golpe nio so lom dado, di toeen sepulturas gratuitas
firit mais que augmentar nossos recelos de no Ccmiterlo ca laveroa de Individuos, que
Ilvvn I..I. ,U>U nknI._BJf> HB > linilltllll I1T1
Constando-nos que alguns habitantes
Corumando das armas.
Quarlel gtntral na cidade rio Hecift, t. de Ja-
neiro de 1852.
iiiuu-.m DU DA K. 5i.
O marcchal decampo graduadacomman-
danlo das armas, faz publico para cont-
rnenlo da guarniVfflo, que ou virtud^i da du-
Iucrac3<> da presidencia, foram contrata-
dos DI forma das diaDOlifOM vigentes, pa-
ra (azerem o servico nos Corpus, e no Hos-
pital regimenlal desia provincia os Srs
Drs. em medicina Jos Zacaras de Garva-
Iho e JoSo Napomucouo Das Fernandes :
conseguiitemente entram nesta dita em
exeicicio, servindo o ptimeiro no balalhS
n. 10 de minutara, e o segundo no nono da
mesma arma.
i4nfonio Corra Sera.
Quarlel genefal na cidade do Reeife, 2 de /aiiri-
ro de I85S.
ODEM DO DA n. 52.
.vi'i so leudo opportunamcnto rroihi-
do o primeiro lente da lerceira classe do
rxercito J.iilo Mariulio Cavalcanli de Albu-
querque, da liecnca de dous mezes, que por
despacho da presidencia do 16 do agosto ul-
timo obtivora, para Calar Tora desla capi-
tal de negocios de seu particular interesse,
protestando havor sido surleadu para o ju-
ry c Dio liavendo leito a -un apresenlacSo
depoia do 1." de dezembro; accrescendo
fallar esto ollicial ao chamameiilo do quar-
lel general para ser inspeccionado do sau lo,
liara cun uiuieolo de ordena do governo:
u mareciial i* campo gra luado coinmau-
daute das anuas or ludo laso o declara au-
sente na forma do arl. 3. da lei de 26 de
tnaio de 1835.
Antonio Correa Sera.
fechando a era das levsluccs, he mu posalvel recommendan lo, em concluslo quo urna mal intencin idas contra o govorno, quo ou-
que I.iil/. Napoleo tenha arremessado outra voz dado o primeiro raso do abuso, (leve 0 t'O li-n nlu tova senilu o da proporcionar
vea o paiz dentro da voragem da anarchia. administrador do cemilerio communica-lo osmeios nncessarios para seefeituaraostati.s-
Nas proclamacdes de I.uii Napoleo ao povo immodiatanenle esta cunara, com todas "ca ''" *" impario, como em outros pai-
eaocaerclto nao se acha a eipresso de ne- as circunstancias aue facililem denoi* o zc< si pratict som que do sirte fllguma le-
ohumapoliticadeliberada Miada nenhumeni------------
taparaarestauraco das consiiiuicaes'consu- nando S. Exc. que o referido administrador' r* 00r lo l lar e imperiaca, organlsadas aobre o projecto informasse desde ja sobre os fados apon- ver aos pov '* eam a manir clareza a mani-
da conalltulco do anno VIII do abbadeSIryes, talos pelo dito vigario resolveo acamara fosla lalsidadc ditlo mal fundada calumnia
e terminada peloi senalus-consultum de 1 d. fosse dito onicio remettido ao dito admi-1 s dirigida a perturbar a pas e harmona d
uoreal do anno XII (18 de inaio de I8U4); Se- nistradordeterminaniln-lhe a flnl nlnarvan que esaencialmeote depon Ij a conservaran
^r^rK^^S:;"' deqiiar^Kcomem^
V%&*ZZ3E^w&7MmL 0ulro d<> desembarg.dor chefe de policial v-"- preparados eram discutidos c votados pelo que co.nmunicando ter levado ao conhecimenlo I ao ni'eno Brasiliense, c-irlo de que nesta
sechamava o corpo legislativo ; e este corpo do Exm. presidente da provincia o conteu-' mesa data nos dirigimos a maior parte
era dentis inspeccionado pelo senado conser-jdo noolcio que esta cmara dirigir ao seu I Jus reverendos paridlos das Treguezias des-
vador, oomeado pelo eiecutivo, ou eleito por antecossor em data de 3 de junho ultimo, a ita provincia, doclaraudo-lhos que deven
si mesmo. Os ministros em um tal systema de-; cerca de terem sido inhumados no cemile- 'continuar a administrar obaplismo e darsa-
__.cado. U nome da repu-.""""suvam no caso do arl. 25 .
blicahe meramente Introduzido como uin fal-1 pectivo rcgulamcuto, e que S. Exc. Iho ha- Sr- presid-nte desta provino i, cim quem
rr.l..l. ._ .... -___I______V. n|n. I- i. .....I____1 .-I '.
ao prcteito em sua proclamaco e a nica al- via declarado era olllcio ule 3 do Corrento nos inlendeuios a esta respeito. lieos guar-
luso feita liberdade publica he a que a col- [er oflic ado a to los os vigariose sub leleua- t' a V- R'm- r,'cio da Soledade 3 deja-
loca debalxo da proteccao do senado conser- ,ios .,.,. .: ,,. .,,
anscr- uos uesla c ud# recommendando-lhes 0 noiro de 18 o2.
.. maior cuidado e escrpulo na concesso Rvm. Sr. Prefeito uollospici
ana o dosattestaJos.de que trata o 2 do citado Poilh'- Juilo Hispo Di
icio de N. S. da
Diocezano.
lusao felta liberdade
protece
vador.
^A proclamaco ao exercilo he urna appell
cao mais directa ao unico poder aobre o qual -
Eover.,oaclUah.ien(edcCa0a. Por urna dea- JWJJ. II wqaisenflo asaudaciosaico.uradicescommuns.-.niars JJ sepultados gratuitas no cjiDiteru, tero has*ado no quo diss.'mos om nosso re-
lempos, se diz aocxerclto.no proprlo momen- cadveres do inJividuos, quo nilo estojam imnorln i!p Idi rurronlp nara roiuiirarpm
to cm que toda a capital est drbaiio da occu- no caso do osaron de tal favor -lu. ir ida ? P iMurarem
pacJo '...miar, que fue deve ajudar o pal. a D,sp*ch-ram-so pe)cZ'do A ufo" /"-[^^^^'! P''V'n'''* ^''^'l''-"
manifestar auavuntade com calma c reflex.io, c r,imcLf< A* vi ,,! ^,,,^1 L^n do flIU '1e v'l,anCl1 relH.V.minle ao Oii-
que como he a (lord, nacao, salvar sem duvi- G' '"l'/ (1^ \^ F/a'?,SC0 'KJ0 << do p do qu -I so Vti cumpriii lonosU ci la-
Atr-yd-, Jo;lo Soaros da l*o:iseca Vellozo, je co llri
pols de lindo o praso, cm que deveram ser ap-
preseatados : mandam, que se remeda o mea-
mo reaueriniento c mais papis annesos i au-
toridaae criminal competente, para serem res-
ponsabUlsados os inesmos cinpregados, pela
nmlsso, ou falta de etacildo, com que se htu-
verain no cumprimento de seus devereo, c nos
termos do art. 153 do cdigo criminal nio
de Janeiro, em .7 de outubro de i85l.Duarte,
presidente.Pinto.Pecaah.Mqueira.- Mal-
los. (.'ornelio Franca. Carneiro. Castro
Mascaranhas, vencido quanlo a concessao.
Cero^neira Lima, vencido na prejudicial e con-
cessao. Almeida. -Harreto Pedroso.Veiga,
vencido na prejudicial c resposabilldade.Per-
lii; i-i M-alhciros, vencido na prejudicial sobre
o conhecimenlo d um revista? por entender que
nenhuma deltas para Uso eslava lias circuns-
tancias da Icl.Nbuno, vencido na prejudicial.
Ponce de Leo.
Trexo extrado do Jornal da Commerch de
2dfjuth'ide 18)1 n. ISO, a que te refere o
arfigo cima.
Ac>nteceu ltimamente um facto escndalo-
sissimo no corrcio desta cidade. Esta reparti-
,'' \ |n- n.-i i gtisa j ha inuilo tcinpo de bons
crditos, precisa de urna reforma cabal cm to-
do o seu pessoal. Muita gente se queixa de fal-
ta de cartas, e .ii.; j i tem desapparecido algu-
niai comeado ilmiicii i) O facto ltimamente
ocenrrido rompen todos os diques a esse senli-
mento mil represado contra aquella repart-
cao, c tem levantado um clamor geral contra
os seus cinprrgados. corrcio do Marauho he
verdideiraineutc um status in slatu !
Vamos ao laclo. Parti daqui para o Rio no
ultimo vapor o negociante Jou J. da Cruz, thc-
siureiro do banco commercial do Maranhio,
alim de acompanhar uns autos de revista que
devein ser Impreterivelmeiitc apresentados ao
supremo tribunal no da 20 ou 27 do correntc.
Chegando aos ouvidos do procurador e de al-
guns amigos do Cruz (logodepol* da partida
do vapor ) que o seu adversario se gabava de
que os autos nao tinbain partido, foram ellea
ao crrelo, aflu de se certificaren, da remessa
dos ditos autos e qual nao foi a sa indlgna-
',.ii quando viram que era certo o que espaiu-
ra o adversario do Jruz !
O presidente procurou logo inforinar-se do
acontecido, chamando sui presenfa o admi-
nistrador interino, que he, segundo se affirnia,
o criminoso, c que, segundo se diz, fdra pcita-
du por .'iiOJ Koi suspenso e est mettido em
proce^so. Pelo que corre nao he srt o Fo o seca o
culpado ; alguem mais da repar(o leva ras-
ca na ssadnra.
VaHIIjIDIIES.
da a Frau
do .
servir durante a commissilo, om que vai ser (?iiarel general na cid/ule do Rccife, cn3de
empregado o referido brigue.INrste sent-1 i'ineirode 8j2.
do Ijzerarr.-so as convenientes commuuica-i obdem do di 53.
oe<- O marcchal do campo graduado commao-
Dito.\ thesouraria da lateada provm- (|ani8 U8s armas, devendo cui ladosamente
cial di?endo que deve enviar com urgencia veMar |la 50|.,0 U03 seuj subordinados, e
presidencia .im mppa da arrecadacSo de ev|lar csla sej a^gravud* por actos,
cada um dos imposto* provmciaes no pn- ue U0U|3 ,le consumados gmenle podem
metro semestre do anno financeiro passado, lrazer arrCpeDaimenlo, sem a possivel re-
coulrode igual arreradacao no semestre par quo hojo linda, viudo separadamente oren- c,sa,lienl(,s conlrahidos irreneliiamento
di ment de cada mez. por mera pnix;io, que fascina o entend nen-
Dito.-Au director interino do collegio l0 at,,irahni.lo-tMS por esta causa dos deve-
dosorffiog .lijando licar scienle do modo res e direitos que religiosa, e socialmen-
porqueaadministrac5o.do patrimonio dos (0 cam liados os contrarenles; detormi-
orphjos regulou a exeCOOlO das ordi-ns da na em vjsla dpSlas consideracOes, que de
prcsidoncia relativamente ao desuno .que hora em diante nonltum olciel ,lo exercilo
mandoudara alguns orphfios educandos sub sua iurisdicao se case aem assentimeu-
d aquello collegio, o quede tal procediincn- lo S(.U( cienJei|ao-se esta prohibico aos
to nao podo resullar inconveniente. pnnieiios cadetes, que por sua ierarchia
Dito. Ao commanJaole superior da e5tau ejuiparados aus mesmos olTiciaes.
guarda nacional da comarca do lionitn. I.m
acto dis cirnes Tordea, appfeaaa*
he sem netihum fun-
por quinto
Comineos destreta leiubra-se ao ejercito 'ronyino Frei o Jo Karias 1'eJrosa ; levan- monos a declarar q
que elle tem que apagar as hu.niliacdes de 1830 lo-ge a seasB. I damento quo assmi o fazeiii
cl848.c.,ue est unido ao nome de N.poleao tu JoSo Jos Ferreira de Aguiar secrHi-j dello nado s) podo eaiicluir tiosto sentid.,
por tacos couimuns de gloria c desgraca. Oef- rio a subscreviBarroa, Mamedo.-Frailea, nrincinalm-ntn tniltni(H nuhl ra to n i -iirs-
feto destaa proclamacSes aobre a populacao Carneiro lonlciro a Fiztirraiin principaim me inno nos pun ta ni n i mes
de Pars foi se n din-ida menos favoravel do que aionteiro e 1 igutredo.. mo Diario Varias pecas ollloiaes qie most a
presenta do oflicio que Vmc. me dirigi
com data de 15 de outubro ullimo, tenno
a diclarar-lhe,que sendo Vmc. orcsiionsavcl
pelrs armas e correamos mencionados na
nota que lliercmetti com oDicio de 4 de
selombro passado, cumpre-lho exigua en-
trega do tacs objeclos das pessoas por quem
stiver distribu lo, tiatendo ao cnnlicci-
menlo doste guverno iiifnrmac;Ocs mais po-
Antonio Corrcia bera.
EXTERIOR.
, Londres, de dezembro de i-Sjl.
Um paiz rin estado de rcvolucfio be um paz
sem le. O laco polilico est nellc quebrado;
os limites da autorid.ide apagados. A Ideia de
direitosuecumbe ao golpes da forca, c pouco
Sllives e minuciosas a tal respeito, e Ta- importa em principio que laesactos sejam pra-
zendo recolher todo o armamento, que pa- tlcados pelas hordas indisciplinadas de Dala-
ra csse comando suaerior deve ser resiitu
do lo a.rsen.l d i puerro.
DEM 1)1) DA 2 DE JAiNEIHO DE 1852.
Dulci.Ao enmatan lo das armas tari
que nocaso de vorilirar-se que ho desertor
Pedro Americo de s i;/ que segundo cum-
inuuiciiu o juii n.unicipal de Santo Anlilo,
^siirreito popular ou pela cotupressao regular
do poder militar. A'qtielles que em todas as
viclssiludcs da vida pulitica procuraoi mauter
inviolaveis os principios faos do direito legal,
pelos quacs somente a socic lade p neaia e livrcmenlc gnvernada, importa compa-
rativamente pouco o llm para que, ou as lor-
. (as pelas quacs cales principius sito vioiaOos.
lora all preso no da 26 de dezembro ulll- Os governoa fundados sobre urna tal ba,c sao
mo, arcoa'lo de um faeflo e urna faca de pon- corruptos desde sru naseimenio, porqoe eo
la, mande urna escolta para traz-I1), po- comuiumenie tilliosda fraude tanto quanto da
deudo licar logo a dsposicio do mesmo lorfa. c r. pudiam por sua origen cssaa aagra-
commanilo-Coinmunicuu-so ao refeido da, obriacoes de respeito a lei que (oda o go-
(,_ :n-_i verno deve mais que ludo sualentar.
juiz municipal. TacJ 8O em ouc-pa|ar 0s principios
Dito.Ao JUIZ relator da junta do JIIS- pelos quacs a ultima revolugo de Franca aera
r.a Irausmillindo para depois de visto ser re- latado em sessilo da mesma junta o proces- tilham nossas opinies. uxal que o auccesso
so verbal do soldado do nono batalhOo de possa desfar;ar a enorme violencia desla iran-
infititaria Antonio Jos Thomaz. -- Commu- aaccSo .'
nicou-se ao commando das arma. Admiite-sr geralmolc que a absurda cons-
Dito.-Aoinsiector do arsenal de mnri- mui^o de is collocava o preiideuie c a a,-
" semblea em permanente hostilidaic, e que a
nha oizendo que podo mandar entregar o ,embl!t B ,uedu, ,us cun,|ucla p? ,u,
marinheiro Manuel Mana ao commandanto forca real. He provavel que a forca organisa
do briaue escuna LegaliJado quem faz da do exercilo possa prevalecer por agora em
0 conveniente aviso para o reoeber.Neste um pali no qual neobuina oatra torca positiva
sentido clllclou-se aodito commandante. esta urganisada, e os cBefes polticos de todos
Dito.Ao vigario da freguezia de S An- partidos, apanliados como peliea em urna
t3o.--Em resposta ao seu oflicio de hontem rede' forai" removidoa por una prlsao arbiira-
expondo-meosembaracos, em quoseacba rla da '", da .acfao- t^SSJ?SStt
r i_ ". ^ nuc teca detenu riar se a suprema inspeccao
Vmc. por nao poder baptizar os recemnas- 2,," r"0 de,cr ser transferida or tae.
cidos nem enterrar os cadveres, que se lnedldas c enllocada em taes maos; porm pela
lhe apreseutam sem as certldes exiguas nossa parte devenios verdade, liberdade e
pelo legulsmento de 18 de junho do anno, historia declarar que toeJb o penbor de dever
iiiiilo, ao paaso que oescrivao do juiz de polilico se acha quebrado, que a forca motrls
paz anda nSo lem os livres nrcessanos pa- oestes succeasos lie a amblc/io pcsioal susten-
ra o registro dos nascimenlos e bitos, ladas por inslrumeotos sem escrpulos e que
rum.rr..e dizei- lhe que deve ir fazendo, %%% 7Stt\ como d antes ps baplisamentos o inhuma- Uma tai base.
(Oes em quanto se odicia a cmara muni- Kolrelendo a esperanja de que esta revolu-
cipal dessa villa para dar providencia sobre {o nao comprometiera necessariamente as re-
os leferidos livrog. lacVs pacillcas que subsislem entre o governo
Hilo. Ao subdelegado da freguezia do francez e nosso proprio palz, nos abstereinos
Iguarass di/endo quo visto nflO Salisfazer de faier es observacOesaccusatorlsa tjue a oc-
a exigencia da presidencia o ulTIcio. em quo '<<>0 PoJla uggenr, porque a gravidade dos
Sm,6deelaraq amos engenhus de assJcar S^K^rl.ff
cxistem n quelle distncto, por nlo dizer Cre(J103 qUP a resoiuc.io fisa de todo o go-
quantos engenhos houveram do mais ou de verno na Kuropa, Inclusive o nosso proprio,
menos nestes ltimos dez'anncs. O que hj vr cun perfeita imparcialidade e absoluta in-
fscil saber, ouvindo os i ospeclivo* proprio- ulgencia toda a uiudanca possivel que possa
i tariose iudsgando o que tein occorrido a 0CCrrer naconstituico e no governo da Fran-
je (mi: i antecipado- O grito de viva a repu
blca, a qual o presidente havia derribado, era
proferido quando elle tiansitava pelas ras; c
o aspecto da capital lem at aqui sido o da he-
sliac.io, augmentada pelo silencio forcado da
imprensa e pela priso dos chefes parlamen-
tares.
Quanto assersio de que tuna conspiracao
armada para depor o presidente, dirigida pelo
general em vespera de romper, nao acreditaremos cm
| tal emquanto nao tivennos provas suflicientes
que n-S convenco disio ; por que he evidente
que nao havia meios de executar urna tal cons-
piracao, e por que tambem os completos e es-
tensos preparativos do esercito e da pelleja fel-
tos debaixo do pretexto de reprimir um mov-
tnento sochlista, indicam urna determinacao
pre-existente da parte do governo.
Os desgranados ministros do gabinete Tho-
rigny foram demittidos, quando o momento da
aceo cbeg6u ; desse fraco bando s um ho-
mem de vigor foi conservado ; fallamos do ge-
neral Saint-Arnaud, oqual desde a sua primei-
ra elevaeo ao poder, aponamos como o chele
provavel de uina revoluciti, militar,
Logo que estes aconteclmentos tiveram lu-
gar, um t porcao da assembla, excedente de
200 Miembros, procedeu a man ter seus dlreitos
legaes, a declarar o presidente fura da le, e a
convocar o supremo trinunal de justica; po-
rm estes ltimos e f dade legal loram* intelrainenle reprimidos por
um destacamento de tropas llgeiras, e o ulti
nio protesto do poder parlamentar nao foi sus-
tentado pelo povo.
Este incidente he principalmente importante
no momcuto prseme, porquanto mostra
que quasi toda a pessoa e eminencia poltica
nao s se lem retirado das bonaparlistas, seno
tambem se teni comprometido a lser a mais
activa opposicao que as circumslancias |>er-
mittem. Os nomes publicados como perten-
centcs .. i novo onselho de estado sao os de ho*
meiis designados pelo governo, porin no sa-
bemos se cllcs aceitiro esta noiueacao. A
questo be nao s como se conservaro as cou-
sas debaixo da directa coercSo militar do pre-
sente momento, senao taiiibcm o que acconte-
cer quando esta coerrao or retirada.
A Imprensa nao pod permanecer sempre
suspensa, os generaes c os estadistas no po-
dein icar sempre presos, nem seus partida-
rios dispersos, entretanto ahita em que Luis
Napoleo se melleu he uma lula que s pode
terminar em seu favor pela prostracao Imine-
diaia c loial de todos os seus adversarlos, ou
pelos resultados da guerra civil. Alem disso
resta ainda que deicrmlnar-se o efleilo que le-
ra este golpe de euaJo sobre seu proprio ca-
rcter e perspectiva no pas. Emquaoto elle
permaneccu dentro dos limites legaes de sua
autorldade, era creamente o desejo do pai ver
esta autorldade legalmeate esteodlda, e a dcs-
peitodas oceurrencias de sua primitiva vida,
elle llnha gradualmente ganho a conflanca do
partido conservador na Francu c na Europa;
porin os ttulos que pode agora apresentar ao
apolo popular para um poder pessoal llllmia-
do, baseada exclusivamente sobre a furca mi-
litar, sao totalmente dlstractos de seus prftnel-
ros ttulos a renovaco do posto que oceupa; e
nao se segu que a mesma somma de apoio na-
cional seja dada ao chefe feliz de urna revo4u-
co militar, qual a que elle terla recebido no
estricto desempenho de seus deveres constltu-
cionaes. Finalmente os servicos dos pretoria-
nos devera ser pagos por larguezas imperlaes,
e o favor do povo deve ser comprado por con-
cesscs nao menos cuitosas. Anda que um
tal governo fosse repentinamente revestido da
omnipotencia, teria sempre que satisfazer as
presentes exlgeuclas i cuita de seus recursos
futuros. Presentemente nenhuin s tributo
pode ser legalmeate imposto, e resta-nos anda
saber porque proporco da nacao o governo de
Lu/. Napoleo est idenlilicado com o governo
da Franca.
(Times.)
TIIESOURAIUA DA FAZKNDA PROVINCIAL.
Demonstraco do saldo existente na caixa do
exercicio de 1830 a 1851 em 31 de dezembro
de 1851.
Saldo em 29de novem-
in i p. p.
Receilano corrente m.
Despeza no corrente mez
Saldo
23:315*136
8.039#i47
--------------31:054^282
22:331/801
9.22/482
Em cobre..... 128/482
Notas.....!>:494/UOO
--------------9:022/482
O thesourciro,
Thomsz Jote da Silva Gusmao Jnior.
O escrivo da receita,
Antonio Car do so de Queiros Fonttca.
Demonstraco do saldo existente na cafxt de
depsitos em 31 de dezembro de 1851.
Saldo em 29 de novem-
brop. p. 212-875,000
Reccita.no corrente in. /
--------------212:875/000
Despeza no corrente in. tf
quanto S Et. so int'rcsia pe j bu-n desjm-
penno do dito c )iilr.ic;o, s indo at a spro-
nhenso da ounc corrjpla f-tita por pes-
soa por elle man Jada para revistar os diff-
rentes assougu-s, visto n3o pod*r naquelle
da ir r-'v.-t t -io- pessoalmente como ja por
varias vezes o tem feto.
Gomriiunicad.
Saldo 2lJ:875/U00
Em lettras a vencer cm
1852 a 1853
Bin lettras a vencer em
18jila IS.M
l:948UO0
105:927^00!
212:875,000
O tliesoyreiro,
r/iomaa Joi'i da Silva Gusmo Jnior.
O escrivao da receita,
.l/i..'ii'i Cardn de Queirox t'mueca.
Detnonetraco do saldo existente na caixa do
exercicio de 1851 n 1852 em 31 de dezembro
de 1851.
Saldo em lettras em 29
de novembro p. p. 18:792/917
Itcccita no corrate m. ';.;., ..-,., i
----------------105:173/420
Despeza no correte ni.
Saldo em letras em 29
denoveinbrop. p.
Receita nocorrrente ni.
Salda
93:451/500
4:000/000
65:317/12
39:856/21)3
Despea no dito nica
Em cu:,I ,
Notas
Letras vencidas
a vencer em. Janeiro 3:728/250
261481/750
5.468,4730
37:451/iOO
18:655/250
--------------78:796t?250
Saldo 118:642/449
37/299
39:819/000
9.767/000
narco
abril
unho
ulho
Em setetnbro
27:671,000
4:470i.-|(lil
HOOOfOOO
--------------118:652/540
O thesoureiro,
Thomaz Sot da Silva Uusmdo Jnior.
O eaci'9o da receita,
Antonio Cardozo deQueiros Fonseca.
IAKII) E PEKMXBCU.
RECIFE, 6 DE JANEIRO DE 1852.
Como de hontem para c.t se tenham espi-
Ihadoneata cidade boatos aterradoras, di-
/.en.in uns que todo o centro da provincia
se acha em armas o accrescentando outros
quo at om varios lugares j tem corrido o
saugue brasileiro, danto-nos pressa em de-
clarar que laes boatos sSo destituidos de to-
do o l'uu Ja 'nenio, e que segundo as noticias
ltimamente receliiJas, a provincia cuuli-
Dando o supremo Irlbunal dejuatica, provi-
mento ao recurso, ioterposto por Joao Jos da
(Jrut, do Maraohao, dpslgnou a rrlacao de Por-
nambuco, para de novo julgar o feitu, c man-
d,m rrsponsabilisar o empregado do crrelo
daquclla cidade e. porque alguem lenha sup-
posto o contrario, do que succedm, rogo-lhe,
Sr, redactor, que lenha a bondade de transcrc*
ver no seu c^nceituado Diario, ease accordam
do supremo tribunal, c o trecho da correspon-
dencia publicada no Jornal do Commercio .
de 2 de julho ultimo, relativo a esse Tacto,
afm de que cada um por si, possa formar um
jtii/i) imparcial.
AccordSo.
N. 4429 Vistos, expostos c relatados estes
autos de revista civcl viudos da rrlacao do M t -
ranhao, entre partes Jumo Jr.s da Crin, Mauoel
Carlos Godinho por cabeca de sua mullier, c o
curador dos orphiios, lilhos do fallecido Anto-
nio Goncalves Alachado, simultneamente rc-
correnlcs e recurridos : negain as revistas in-
terpuslas por estes dous ltimos recorrentes a
II. 44., v. 443 v. por nao baver nullidade ma-
nifesta, nem iojuatica notoria, pagas por cllcs
as cusas respectivas : e conerdem a interpos-
ta pelo primeiro recurrente a 11. i4i, por injus-
tica notoria do accordao fl. 4 17 v. de que rc-
correu na parle, que lhe foi dcsfavovavel : por
quanlo teniioorecorrente demostrado pelos do-
cumentos de fl. 34 a 37 e 02junto aoa autos pe-
lo deferlineulo II. 74, e i face dnadepoiinenlos
das tesieniunhas de fl. 88 a II. 97, de II. li a
234, c de fl. 278- 282, que as camelas perten-
ciam exclusivamente a Antonio oncalvas Ala-
chado, e que aluda que as tres Irlras provies-
sem de taea camellas era o dito Alachado nbri-
gado a pagar ao recrreme o seu valor, por ha-
vc-to tiraJo de outro dmheiro perlcnceiitc a
diversos no acto de o entregar ao mesmo re-
crreme, obrig.cao que passou aos recorridos,
seus successores ; e que supposlo o accordao
fl. 351 considerasse o recrreme socio de Ma
chado, c nessa hlpothcae o eondemnassea aup-
portar o prejuio de a inetade do valor das di-
tas camellas : o recrreme pelos seus embar-
gos de II. 350, mostrou com os documentos, a
ellea juntos, nao so que ellas pertenciam pri-
vativamente a Alachado, mas que sua viuva,
subslitulndo-o na casa commerciat, passra as
ires letras com perfeito conhecimentu de cau-
sa, como se evidencia dos documentos fl. 404 e
405, e outras pecas dos autus, o que, nao obs-
tante o accordao recorrido 11. 437 v. aluda con-
sidera o rccorrenle sujeito a perda de parle de
sua importancia na propo^ao dos capitaes em-
pregados por coma de Machado e dellc recr-
reme nos termos da ordem fl. 36'0, e.......par-
te julgou contra a prova dos autos, e por laso
contra a Ord. I- 3' Til. 66 e Til. 75 prln. por-
que a ordem fl. 36l manda remeitcr as mer-
cadorias em que fossem empregadas as libras
450 pertencentes a Machado, a Lula Antonio de
Oliveira, que com efleilo as recebeu e venden,
e aa camellas em questao passaram de liveira
para o recurrente (recibo 11. 62) entregando-as
o mesmo recurrente a Machado, como parte do
que lhe coube em raleio, coincidindo com o
que se expreasa na carta a fl. 363, e desappa-
recend vista dos documentos o novo funda-
mento do accordao recorrido 11.437, torna-se
notoria a iojuslica de sua deciso. Reineltam-
se por lano estes autos para a relac.o de Per-
nainbucu, que designam para ahi serem revis-
tos c Dovauentejulgadof.
Epois que pelo requerimenlo do recorreele,
c documentos annexos, te deprehende have-
rem sido intensionalmente retardados os autos
pelos empregadoa da crrelo do Maranhao, e
que por nio serem rcmetiidos no primeiro va-
por, depoli de aeguros acontece chegarem de-
A.NTIGUIDADES DE ARGELIA.
Acaba de descobrir-se em UVra-el-Kebir,
quando se construa um fosso para defender a
porta do norte, uin monumento mui curioso,
que se refere a um dos factos mais inlereasantes
da historia daquelles paizes. Sao as ruinas de
uin grande altar construido nos principios do
sceulo XVI. Na base dcste monumento encon-
trou-sc urna inscripeo cm soilrivel estado de
conservacao, sobre o qual se acha esculpida
uma curoa real que deu lugar a conbecer-sc a
origein deste monumento.
I.onta-sc que n cardeal Ximenes, depois de
haver expulso os mourus de Hespanha, e livra-
do o seu paiz do dominio rstrangeiro, se resol-
seu a perseguir at frica os ininiigis da sua
patria. Com este lim fonnou a expensas suas
urna esquadra que elle niesuio acompanhou, c
enm a qual no mea de maio de l50i chegou a
por cerco a Uran. Desde os prlmciros mo-
mentos se apresentou elle com um valor sem
eveinplo; mai cedendo breveineuie as suppli-
cas dos seus mais valenles generaes, retirou-sc
a Mers-el Kebir, aoude esleve pedindo a Dos
pelo bom exilo da sua empresa. Depois de um
cerco mortfero, dirigido com rara energa c
valor heroico por Pedro de Navarra, Diogo Vla-
nelli, e conde de Altamira, foi a cidade de Oran
tomada pelo exercilo hespanhol.
Quando Ximenes recebeu esta noticia estiva
na sua barraca fatendo oracao, Deixou (inme-
diatamente a aua residencia para ir faser urna
entrada triumphante emOran, e tomar posse da
nova conquista, cm nome de cl-rei Fernando,
seu senhor.
Poneos das depois voltou Ximenes a Mcr-el-
Kebir, mandando levantar um aliar de granito
no mesmo poni aonde se achava quando rece-
ben a noticia daquelle triumpho.
A parte superior deate mouumento t'ol des-
truida ; mas a inferior, que he a que se acaba de
descobrir, eslava eraerrada quasi doua metros
a baixo da trra. Foi completamente desenthu-
Ihada, e por esta razose achou a preciosa ins-
cripeo que deu a conhecereata historia. Aci-
dado de Mers-el-Kebir penenc u aos hespa-
nhes al o anno de 1732, cm cuja poca a re-
conquistaran! os rabes, que a pussuiram al o
momelo da sua oceupacao pelas iropas fran-
eczas.
ESTATISTICA.
O estabelecimento eslalislico do imperio aus-
traco acaba de publicar os resultados dos seus
trabalhos relativos aos anuos de 1846, 1847 c
1848.
A monarchia austraca lem( segundo as me-
dceles felias at o llm de 1848) 12,124 legoas
qiiadradas geographicas, ehc em consequencla
2,000 legoasquadradas maior do que a Franca,
e 2 c niela maior do que a Prussla, tendo o
dobro da rea da (iraa-llrctanha e Irlanda
jumas. ,
A populacao do imperio austraco era em 184b
de 37,443.033 almas, sendo por consequencla 2
milhoes de almas maior do que a da Franra, e
quasi urna e meia vezes maior do que a da Gr-
Kretanha junta com a Irlanda, tendo mais do
dobro da populacao da Prussla.
A rea e a populacao da mouarchia austraca
era em is46 dividida entre as ditferenlcs pro-
vincias do modo seguinte :
Lcgoasqua- Pop. de
dradas aus- Almas. I legoa
Hungra
Salida, liucovina
ohemia
Lombardia
Veneza
u ,r ivi.i e Silesia
Transylvani.
Austria inferior
Colonias militares
da fronleira
Illrla
Austria superior
Tyrol
Coriuthle
Lilorale
ll ilm i. i 1
Exeicllo
3,962,73
1,528 86
904,16
375,09
414.99
475,73
504,90
3)5,76
683
300,93
333
353,25
492.10
1.18,31
?2i,30
quadr.
11,000,000 2,770
5,106,558
,,347.962
2 670.833
2,t57.2(K)
2.2O0.595
2,182.700
3.33
4,80
7,120
5,439
4,731
2,286
1,494,399 4,332
1.226,08 1,796
1,003.073 2,566
856,694 2,573
784,786
849,240
500.101
410.988
492,486
2,222
1.746
3,616
1,81
A populacho austraca est dividida em
Catholicos romanos 26.357,172 almas.
Catholicos gregos 3:691,896 a
Gregos dissidentes 3:161,805
Protestantes da conimunhu
helvtica 3:161,765
Protestantes da communlilo
lutherana 1:286,79
Judeos 729,005
Unitarios 50,511
Do outras cren;as 2,350
A Austria tem 143 cid ules, dasquaes ca-
da uma coala mais de 10,000 habitantes.
A rea productiva do imperio austraco
he geirasaustracas (joche de Vienna) de


wm
36901,161 para a planudo degiSos, bata-
l-'S te.
35307,355 de mallas de plobeiros, carva-
llos 'IC.
12 377,233 de campos de crlicBo.
11:585,152 le hurtas e cultura do leo.
1:759,471 deviohas.
114,473 da plenlacOes de oliveifas.casla-
nheiros, etc.
A Austria produzio em 1848
Avca
Cenleio
Unalas ingle/as
Ovada
Tligo
Millio
Favas, orvlillas,ote,
Arroz
passiis, 1 sueco batatas, 1 caixa queijos 11
ssccn orvaoi.ee, t barril paio, 2seira fl(ios.!
ECKHEDORIA DE HENDAS INTERNAS GE-] ""I
RAES DE PERNAMBUCO.
lien lmenlo do dia j.....
EDITAES.
2
NOTICIAS COMMMt'TAES.
s de dezembro de 1861.
Vinbo.
82:141,000 fanegas aus-
lrcas (Met-
zende Vien-
na.)
61-072,000 dem idem.
53 410,000 dem i......
49:909,000 idem i lom.
46:56^,000 dem idem.
31:497,000 idom dem.
.m.ij 516 Idem idem.
839,000 quintaes aus-
tracos (Zent-
ncr deVIen-
DB.
39:492,900 barra au*-
tnacos (E-
mor de Vi-
na.)
Madeira do le o le-
nha 42 632,000 b-acas aus-
tracas .Ma-
l'l-I- de Vi-
na.]
O vslor de lodos estes productos calcu-
lou-seem 1.243,608,000 florins auslriacos:
ou lib.ras esterlinas 124:360,000
Animaes domsticos foram
Ovelhas
Vaccas
Bois e toures
Ovallos __^^_^_^
RENDIMENTOS DE ALGUNS PROPIETA-
RIOS INGLfcZES.
Eis-aqui o rendinieuto de alguns pro-
prielanos mglezes so das aoas p.opneuades
territoriaes, declarada em trancos, por Mi
de umi gazeta franceza que copiamos esta
noticia: ,
O duque de Northumberland tem fle renda
3:500,000 francos; o duquo do Dovouslnre
franco-. 3:000,000; 0 duquo de Hulland,
2,500,000 ; o oui|U i de lledford, 2.500,000 ;
0 duque de HUlioroilRh, 2:000,00; o duque
deCuckmKliaui, 2.000,000 : o duque de Nor-
tolk. 2:000,0i)0 o duquo-de Huccil-nK ,
1 soiKOnO;- o. -iquoz de Herfold, 1 uon.OOO;
., iq oz le Suvtfor 1, 1:700,000; o Conde
de Grueve iui.1:650,o0U ; o conde de Wili.ni
Pi -,,-/..-I 700,00.1; o duquo 00 Binlg faler.
27:000 000
7:860 631
3;80O,i 00:
2.850,0l>0
m, Sr. Inspector da thasouaarla da
fazrad- provincial manda fazer publico que
220,7.7 niis vencimentns do mez de dezembro p.
lindo dos empregadoa provinciaes. Si creta-
.......i,. ria da thasourarls da fazenda proincial de
celicmoa aviaos doi Estado. Unido! por Bur- tario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo
na, dactad s de Nova York, de i3 do mei pai- Olllm.br. Inspector Ja tliesou'ana da
aado, e por Fraoklin, de 15 do met paasado, fasenda dosla provincia achando-so autori-
por um cipresso telegraphlco de Nova Orleans, Mlj0 |iara contratar o corte nesla provincia
de 11 desic mei, oa quaea confirmam de todo j. lm m[ quintiles de pao tiraZil manda po
a flrmeaa doa presos cin vailoa mercados da |^ prosi'itLe C
TJolo.
da
Declarando,
._ prosente convidar as pessoas que disso se
Na quarla-feira, nao obstante ai ven- e m enoarregaro se acharnm hsbilita-
imporlante, do di. antecedente,! noaio <*< d^ larnento ,,e tl d ja.
graphlco de Liverpool nos velo A man. estabe-1 tas em quilqucr da do expediento da dita
lecendo vendas mu importantes e subidaa de thes un ai la. Secretaria da thesourana do
precns, que produilram algumaj vendas a che-1 Tsenla de pernarobuco de 5 de Janeiro di
gar, as quaescom tudo uo se tomarain temi \g. _(} nllr-ial-ui -mi- 1 merino, Emilio Xa-' paz do 2 do-trelo di freguezia doS. Fre
publicas algumtempo depola. Na qulnla-felra yler s0Dreira de Hallo. Pairo Gonsrlves ache-seen exercicio das
- Annuncia-se pela legunda sorcilo da
meza do consulado provincial, que o tri-
la das uteis marcados para o recebimcnlo
da dcima dos predios urbanos dosla dia-
do, do pnnii-ii o simcstro de 1851 1852, se
finalizan em ISdo correte mez dn] ro, e 10 los iis pioprietarios que delx/rem
de pagar oesse prazo, incoriem na mulla
de 3 i>or 0|0 sobro o valor de seus dbitos.
--Por ordem do Sr director intorino fago
publico quo na ennformidade do art. 13 do
regulamonto de 12 de maio dn anno p.fln 10
bi ir-se-tm a matricula das aulas d 1 l.yco
no dia 15 do corrente, eser encerrada uO
ultimo dusle mesmo mez, exc-pcilo da de
l.ainn i.yi-.-u 2 de Janeiro de 1852.0
ainanuensc,llermenegildO Marcellmo de Mi-
randa.
- Antonio Simplicio de Duros, juizde
soubemos Onalmeule dest.it noticias por va
Soulhaiupton, c os compradores se rcaolveram
a cmnprir ordena que ellea j tinbain. de 111a-
nelraquese eilVcluaram i,'OOtatcat, das quacs
100 a chegar, a precoa mala Arinca as que exis-
tan no porto c com urna subida de prego de f.
I as que exlstiam no mar.
Na sexla-felra, o movlmento contlnuou as-
sim como nosabbado, e comprehendendo as
vendas a chegar dos dias antecede otea, as noi-
1 .< transaeces inontavam em 3,000 saccas, dai
quacs l.i'OO existentes no porto a precos mu
sustentados, com urna subida de f, 2 naa nos-
sal prliueiras cotafes para aa existentes no
mar, que devenios -agora cotar a f. 75 para o
l.'iiiisi.ui i mediano ao bum mediano. No aab-
baao a circular de Liverpool annunciou urna
subida de l|8d. a 3 16 d., com vendaa con-
sideravrls, que contribuirn) para que os pic-
eos se c........iv i..i-in por esta parte, todava co-
nieisaiiios a seinaoa coinOO saccas, e uontein
esperavamoa noticias frescas dos E.lados Uni-
dos por vapor Canad, as vendas se llinilaram a
600 saccas t eolaedes pelas nossai ultimas no-
ticias soubemo- de tres navios inais que r ,t i-
vom ,11.11.]. euiNova Orleans, 2 em har-
leslou, I em Mubilc, estamos a espera" vios ; nao inclulodo os paquetes regellaro de
Nova York, 9 estavam proiuptos a seguir com
17,538 saccas e a bein disto a Gennania e o Ha-
vre deviam partir de Nova York no dia 16 com
2,000 saccas cada um das o,uaes todas devem
chi-gar por estes quiuic dias Ao resumir, as
veud.is da semana couiprehendem8,121 saccas,
das quics 5,512 a chegar; porin como recebe-
mos poroulro lado >:. > saccas, o nosso depo-
sito-be dcsu sortc cslioiado em 20,001) saccas,
O major Joflo Valentm Villela, juiz de p>z W?"f" ,,!ffi'..,V'^a* ?"8iqU,"
do pri.nf.ro dlslricto da freguezia de BliV',\9SuSi^.-.'fl a'""*' ,,,d"'na
i Ani;,.in n-ir te sindo feriado uti santificado, na casa de sua
olosos moradores deste ^.donca no ru. do P.l.f primeiro andar
dasquai-s 12,500 dos Kstados Unidos.
Cale. As nossaa transaeces sao inteira-
iii, i, i. limitadas e noticiamos aumente 137 sac-' iravessa do Hospital.
ciadoBiodc fr. IGalTSO; 250 saccaa de San |(ua ajan.
^ Dmiiiiigos a preco occullo por 50 kllogramuias |jUi Q gQ|
1,600,000,0 marque* da. LinsdOWil.l 4n0,09rf sobre promesa*, 66 saccaa do llio variado de R 8 Amiro.
o mrauei de Devotisnire 1:4000.000 Ir. 1 OOpoi -5; kUograu.mas pagos os direl- >' '
dmio do PortUod, 1,300,000; e ornar- loa. Os uo.so, precoa permanecen ...ul sus.: ^^i^"""^-
u> uuqu.. iu u'.nni,\. ...... tentados scui altcratao alguma. iraressa ao mesmo.
quet ue Sligo, I.IOO.OO>. Ve-se, pus, que Cuufoj Aj uo;jaJ vsena8 desll MDUa Rua deS. Francisco.
entre os olios ro, rielarlos ha o reiiuiiiieuiu furam cxcessivaillcnle Umiudas. pormos pre- Itua da Roda.
do mais d>- IraiiCOS 33 000,000. Na Irlanda gnsperinanecem mu sustentados. Noticiamos Travesa da nn-sina
possu m s quatro lorus rounidos a renda
de 1,872,000 traucos. ......
[Guela ie Madrid.)
(Diario do Governo de Lisboa.)
Faco saber a
orimeiro districto, para exacto cumprimen-
to do regulamento de 18 de junho de 1851
que determina o registro dos nascimenlos e
bitos, que as ras e travessas pertencenles
ao iiie-mo districtos9oas seguiutes,a saber:
Campo-de palacio do governo.
Ra da Cadeia.
Travessa do theatro vellio.
Rus aii/. do mesmo.
Travessa do Ouvidor.
Roa do Crespo al o arco de Santo Antonio.
Ra das Cruzas.
Travessa da Pol.
Ra do Queimado at os quatro canlos.
Travessa do Peixo Frito.
Ra do Collegio.
Caes do mesmo.
Rus estrella do Rozario, principiando dos
quatro cantos.
Ra larga do Roztrio al o quartel de poli-
ca.
Praga da Independencia.
un 1 do Cabug.
Oii lo da matriz.
Ilecco tapado.
Ra dasl.arangeiras.
Una das Trincheiras.
1'ittvessa dos ex.iostos.
Roa alraz do quartel de potici
Travessa da mesma ra.
COMMERCIO.
adineuit 820 aaccos de Buenos Ayres de fr. 72 a pBleu do Hospital.
75 por SOkllogrammas pagos os dlreltos. Im- ^ ftella
ALFAINDtGA
Rendimento do dia 5.' 3:810,766
Oescarregam hoe 7 dejaneiro.
Ilarca iogleza Seword Fish mercadonas
e uxa macliina.
Barca inglezn Genrete idem c forro.
Brigue inglez -- aineu.s plvora.
Briguo inglez -Charloth fartnlia e m?r-
cadorias.
Brigue brasi'oiro -Lean gneros do paz
Escuna brasileira Gracfosa sola.
Briguo bainburgu -z Ed bacalliao.
I ..)):-Ct.>',->
Hriguo brasil iro Ammo, viudo do Rio do
Janeiro, COnsIgido a Lolx Jos 'le Sa Aran-
jo, iinnif'.-tiii o siguite I
S caitOeschapeos, Iditolan?! pMJj-
nelias, 1 ditu quadros para retracto, SS
saceos pim-iita, 1 calzla especies nvdici
naes, 262 saccas caf, 1150 caixas sallo, 2
ditas o i caixaocn, 2 ditos, l c.ixolo e6
caixss rap, 19 dnns rer, 1 pumo, > co no-
di, I tonca lor comdit, I cam-i, 1 enxer-
g3o, 1 coliflo o 1 retrato ; a ordemi
Brigue brasileiro l.oo, vindo d-unou
Janeiro, consignado n Joaqim Ribeiro l'.m-
les, inanifestuu o seguinle: .
1 barrici especies moticinaes, I catxao
rap, 100 caixas sabao, 1 barril azite ; a
ordem. .
Brigue escuna bras^leiro Graemsa, viti'io
do MaranliBo consignado a Jos Baplisl
da Funseca Jnior, manifestou o seguinlo :
icaxaoquinquelhaiias, 4 ditos oleo de
ricino, 1 sacco mostarda ; a Albino Jas d.
1 c'aixa diversas mercaduras ; a Ddier
Ain&Companbia.
5 ditas cha, 692 saccas arroz, IO00 pinei-
roisal, 100 alqueres farinha, 1 dltOCasta-
nhas, 20 canudos o 333 rolos salsa, 6 panei-
ros farinlia, 1526 vsquelas ; a ordem.
612ditas; aJo> d Silva Regadas
barrisolo decupahibi; a Lima Jnior
& Companhia.
4 saccas arroz; ao Dr. Amonio Jos de
Cast'o Albuquerquo
lOOpanoiros farinha; a Francisco Mves
del'inlio.
B'igueinglez Fatiier Mathews, vindo de
Londres, consignado a Le Bretn Schramm
& Companhia, manifestou o seguinte :
54 caixas queijos ; a Brander a Brandis
200 bairis plvora, 2 gigos garrafa. 1
caixa oleo de ligado de li e illi.iu 2 ditas
mercadonas, 38 birncas cerveja, 18 caixa
vinlto ; a ordem.
300 barris plvora; a Jones Patn & Com-
portacin: 11,569 saceos de dueos Ayres e'2,103
hmidos salgados por Gurame 101 chegadot
de Rotterdam.
Assucar. Durante estes ltimos IS dias
passados, cU"ecluou-se mui pouco negocio, e
siiicnte pequeas vendas foram realisadas, aa
quacs desigoam uina baia assignalada nos ref<*rido districto,- e publicado
uossos precos Venda : 176 barricas das In-
dias Occideniaei Franceas de fr. 57 SO, e 50.
Cailas da Havana, sumeuo e branco de fr. 6i a
7i por 50 kilograoimas pagos os direitos.
Importado 632 calas da llavanna, por II i-
vree Guadcloupe. U deposito das ludiaa Occi-
dtiilaes fia ceias be de 1 700 barricas,
Londres.
Cafo. As quant.dades limitadas do Nativo gundo dist de Crylnn foram sdmentc ollerecidas; por.n __O lllm Sr inspector da thesourana d
aprocura alobl sena, para as pequen.s por- fa en.la provincial, em cumprmenlo da or-
caesduraute o uliimos poucos da. Os pre- H presid-nle da pro.ilicia,
is para o bom ordinario ri-gula.n de B'lfO a 4a, mu toii". a i""" ___tr
de 40,13 a 11 para mellior quaiidade ; hoje manda la/.er publico, que nos das 1J, l*e
liouvc Urinea da parte dus uegucanies, e urna 15 de Janeiro prximo Vin louro, ira a pr.i-
pei|uena purcaos loi subuieitida a venda pu- ca para ser arrematado, peranto o tribunal
bllca. A uosa procura e a da esporlaco fol adminitralivo da mesma lliesourana a
pc,|uena por tratado particular; o sao >atlvo qUOm p0P, meaos lizer a obra dos cunee tos
de Ci-jlon anula uo se pdde obler sob 39|0 por jg Cdjei, velha da cidade de Goianoa, ava-
qulolal. mercado nao deve permanecer loo- ,|aU em 636i486 rs
Ra da Florentina.
Travessa da mesma.
E para que cheguo ao conhecimonto de
todos mandei fazer o presente edilal, que
sera aflixado nos lugares roais pblicos do
pela im-
prensa.
Recife, 1 de Janeiro de 1852. Eu Joaquina
da Silva Reg, escrivao escrevi
.i.i.,,i Valeutim Villela.
Observacao. As casas do paleo do Colle-
gio, que liverem as portas da entrada par
a pracinlia do Livramento perlencem ao se-
do sobrado em que esta a" repartido da
Saude, e despacha a qualquer hora do dia.
l'iililitMt-fic.s litterarias.
ELEMENTOS
DE
Homaopathia.
Sahio a luz a segunda parte desla obra
composta pelo professor homoeopaRia Goa-
sel Binionl. Ri-celiem-so assignaturas para
a o!i a iulcira a 5,000 rs., no consultorio
liuiiHnopatiiieoda ra das Cruzns n. 28. I)e-
pois la publica(Bo da terceira parle, o pre-
cosera elevados 8,000 rs. para aqu-ll-s
que Dio tiveremassignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda tudo quanloh
necessario para o estudoo a pratica da ho-
mcDopatha, como seja : livros impressos
para historias de doenies, regimens apro-
pnados para a provincia de Pertiaubuco, i-
eocarrega-se de mandar fornecer qualquer
iii'o niiii'-i i.i de medicamoiitus homoeora-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
t\o prelo : Vaihogeneiia dos medicamen-
tos brasileiros.
EtemintoM de anatoma e philiologia com es-
lampas, paraos curiosos em hoinceopathia.
Roga-se os senhores assinnanles o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio homceopathico da rui
das Cruzes n, 28._____________
Ta,\TAMENTO UMEO-
I'ATHICO.
DAS MOLESTIAS VKSERbAS,
e conselhos aos doenies para s.i curaiema
si mesmo, sem precisaren de medico;
pelo professor liomoeopatna
Gosset-iimont.
Sahio a luz e aclia-.-ea venda no consul-
torio hommopalliico da ra das Cruzes n.
28. nelo pre^o de 1,000 rs.
Avisos martimos.
A arrematado ser feita na forma dos sr-
igos 2t e27 la le provincial n, 286, de 17
de maio do corrente anno.
As pessoas que se prnpozerem a esta arre-
niar.ii, comprela ni na sala das sessflesdo
mesmo tribunal, nos dias cima menoona-
go lempo em urna posicao socegada as sabidas
continan en. urna cousdciavcl escala.
AsaUcer. A procura do nosso comuiercio
fui ni o activa tanto para o assucar colonial
ciiio para o cstraiigelro, os exportadores cll'ec-
luaram taoibem vendas inais consideravei os
negociantes pernuuecem com mais In m. i e
abastecern moderadamente os mercados a os'belo Leio'dia competeiitemenle liabi-
procura para os asjucares das ludias uceiden- ... ""
S'llmemSr dc^lp"oe^l!.rm iP". constar se mandou afiixar o pre-
peoueuo adiaiitamenloe as qualidades do mas- sent e publicar pelo Ulano,
cavad., e iulc.i .r obiiverain precos chelos. Na Secretaria da thesourana da ra?cnda pro-
terca-rciia ell'ectuaraiu-se de todo 201 barrica vincial de Pernainbuco, 23 de dezembro de
ueuaibades aos precos da seii.au. passada |85l. O secretario,
comuiu dianlainentode 6 d. i o sumeuo me-
diano ue 32 a 15|U boui ao lino de 36 a 10, me-
diano e bou) chelos de grosinlus dc34|6 a 38
por quintal Os assucares das ludias Occiden-
lacs, das Jlauric.as e do estiaugeiro tiyci.uu
...na mui leve i
onecer.
Antonio Ferreira da Annuncia^lo.
Clausulas especlaes da arremataQilo.
1," ser3o feitas todas as obra3 necossa-
Minora que apenas se pude co- ras, para que esle edificio Dque em bom es-
tado e nelle poier residir o destacamento ,
conforme o ornamento approvado polo Exm.
Sr. presdeme da provincia na importancia
de 636.486 rs. .
2.1 todas as obras serio principiadas oo
praso de um mez e concluidas no de 3 me-
'zos, contados de conformidade com osar-
' tigos 31 e 32 da le provincial n. 286.
31 o pigamonto ds importanci desta
l'arali.ba 4 das, hiato liras.le.ro Concei- ^ f^ am uma s piesUcg qUando
ella ostiver concluida e em estado de ser re-
M .vuuoiilodo porto.
Navios entrados no dia 5.
paniiia.
600 ditos dila ; a 8. Power Johnston
Companhia.
4oo ditos dita; a Me. Cilmoot & Com-
panhia.
6 barra vinhO, 2 ditos agoardenlc, I cai-
xa machiiiismo, I barrica garrafas ; a E, II
Wyait.
1 caiXJ chapas, I dita obras do prala c I
reloglde ouro, I illa meias, 1 dita luvns,
mnlaS, nava I has o caivetes, 1 ditu rendase
1 ce l. ioues ; l'iiz Antonio do Siquoira.
10 o rrcas .eivejic 1 caixaslpac s ; a F.
tion. 3 de (. iv ira.
1 caita papel ; aos consignatarios.
I oila I selim ; Buflo da Boa Vista.
5 estos sliellac; s Wolfhopp & Com-
panhia.
CONSULADO CERAL.
Keudimento do dis 3 .1:457,859,
dem do dia 5.........1:1.33,99
2:691.858
DIVERSAS PROVINCIAS
llendiinonlodo dia 3......
i le,n do dia 5......
202 872
89,414
292,286
r.xportactto.
Paral.il.a, hiato hrii.-iluiru Espadarte, de
27 tonelladas, conduzio o seguinte : 600
arrobas de carne secca, 175 harneas de ka-
calnao.
Idem hiate brasileiro Paralibano de
87 tonelladas. conduzio o seguinte : -- l
eiixa miudezss, 1 duza de couros de lustro,
1 barril e 2 pipas vinho, 2UO arrobas de car-
ne, 100 barricas bacalbio, 50 ditas farinha
de trigo, 20 ditas bacalho, 400 arrobas de
carne, 115 barricas bacalho, I caixa pelucia
e mais objectos, 50 ggos batutas, 4 caixas
Co llir das Virtudes, do 26 tendalas
mostr Elias do Rozarlo, cquipagem 5 ,
carga toros do manguo ; a Paulo Jos
baplista.
,\-.'-- 12 dias, briguo brasileiro Belizario,
do 232 tonelladas, capio Matioel da Sil-
va Sanios, equipagem 12, ca'ga sal ; ao
capiino, Vcio largar o pralico e seguio
para Paranagua.
Lirperick 31 dias, brigue sueco Gusta
cebida denitivamente.
4." para tudo mais que nflo esliv. r deter-
minado as presentes clausulas, sjguir-se-
ha o disposto na referida lei provincial n.
286. Conforme. O secretario,
Antonio Fcrrcirs ds AnnuuciacBo.
O lllm. Sr inspector da Ihesouraria da
r-fazenda provincial, em cump-iiiento da or-
' 1- ..-.._ C> ...at4.nl. Aa .f, 11 .1 In
Para o Acarac e G.auja segu vjagem
com toda a brevi lade n escuna S. Jos, da
quel he ni- sire o pralico, Jos Mannel Ro-
drigues para Cirga. e passageiros : traa-s^
na ra da Cruz do Recife n. 21, com Ma.io.-l
Jos do Sa Araujo, ou con o uieslre no Tra-
piche do AlgodAo.
-- Para Lisboa pretende sihir com brevi-
dail o b'igue portuguez Novo Vencedor
pOf ter maior parte da Carga prompta, qunin
no mesmo quitar carregar ou ir de passa-
g ni dinja-.su aos consignatarios Th0ma7.de
Aquino Fonseca t Filr.o : na rus do Viga-
no 11. 19 primeiro andar ou com o capitSu na
praca
Para o Ass com escala pelo Rio grande
lo Norte, segu impreterivelmeote no dia
nove do correnta o hiate A igelica, q no n no
mesmn quizr carrognr ou ir de passagoni,
eulenda-se na ra da Csdoia do llecifo 11 49,
com o consignatario ou abordo com o mos-
tr.
I'ara o Rio de Janeiro segu
inflivelmente no dia 8 do corren-
te o patacho brasileiro Bella Ann-
ta, recebe ain In alguma carga,
esernvosa (rete c passrgeiros para
o que tem excellentes comotodos ,
trala-se ni ra da Cruz n a cam
Manoel Alves Guerra Jnior, ou
com o capito Manoel Jos de Sen-
na Martins, na pruca do commer-
cio
Pata a fiabia.
Seguo com hrevidado a bem conhecida
escuna nacional ADELAIDE quero o restante
do seu carregamenlo quizer fazer, quei-
rSo .11 n;; ir-.-- al o dia 7 do crrenle : na
ra da Cadeia -lo Recifo n 23, ou 56 \.
Para a Babia, deve sahir infalivelmen
te at o dia 8 do crrenle q hialeCapricho-o;
amia ( le receber alguma carga e passa-
goiros, para o que tem bous arranjos : tra-
ta-se na praca do Corpo Santo n 2.
-- Par., o Rio de Janeiro aahe com irxuita
brevi lade por ter parte do carregamento
engajado, o patacho nacional Margnrida, ca-
pito Florencio F. Marques i quum nu mes-
quizer carregar, hir de passagem ou ern-
0 carurgiflo Bernsrdo Pereira do Carino
faz scieaita aa p-ssoas quo a lempos Ihe fi-
laran e mesnioa quem oonvier e qum r,pa-
ra por mlO de um ajusta niznnvel, os tratar
anniialinente dii ninlea ,.s que insaio ap
parecer, que teOham a bondsdade virem a
Centro Gomniercial.
ImportufiO Exportado.
Llaboa,
Rda larga de San Roque, n. 90.
O Centro Commtreial he urna casa de
casada sua residencia na rus do Rozlo iComn.iss0..i quo tem por objeclo dar
larga n.SO.usra os poilerhncarajnn.de aeua m,|or publrcldad8 a Mlstencia dos proluc-
clientes. O mesmo declara nilo poder ir ,os d8S diverss induslnaa, e activar as
presentemente as suss casas jtor estar anda lr,nsaccoes, approximando a offeria di
eucoinmolailoe pede o drsculpem i.3o es- pr0CUra pur todos os meios que podem [.
laramcasaaosquoo irochraramdesdeol. ci|t,r os negocios Commerciaes.
de jan-iro al 3, por ler sido de urgencia Annuncian lo frequentementa os produc-
estar nesse lempo fora. Agradece lambom los da industria, e cooservando-os em ex-
posale-meio eos qu.-livci-nm a bondade de noajeao rermanenle nos seus diversos de-
o yirein comprimentar, assogurando-lhes p0sit<>.s; o centro commerclal espera asso-
sua estima c gratdSo. cBr ao pro.irio interesse geral de todos os
I). W. Bassnon. que trabalham.
CimrejBo dentista amenes- o centro comercial nSo faz grandes pro-
no, svisa ao respeitavel publico mess>s. Annuncia successlvamenlo a s di-
desta cidade ter rocenlemenle voltado doa ersas operacOes comm-rciaes de que su
Lst.diis.Uniilos.equoseacha promplo a fa- encarrega. e publicar brevemente os seus
zertodaaqiilidaiiedooperaiaope,iteneen-|ctalogos, para que o publico avalle a im-
Moliu, de 211 tonelladas capitao C. II.
trales, cquipanem 7, em lastro, a ordem.
Waterford--38 dias, barca austraca He-
lnica, de256 tonelladas, capitn J.La2za-
ri, equipagem II, en lastro; a N. O. Bie-
ber & Companhia.
Camaragibe -- 3 das, hiate brasileiro Novo
Destino, de 21 lonellaJas, mostr EstevflD
Hibeiio, equipagem 3, carga assucar; a
Jus .Mano 1 Martins. Passageiros, Joo
Francisco do Athaydoe 1 cria lo, Cypria-
nu Luis Paz Jnior, Marcelino Jos de
Moli e 2 escravos a entregar.
Ambns pela I na da Assumpcflo25 dias ,
barca franceza Rolln, de 19! tonelladas',
capitao Le Cointe, equipagem 10, carga
urzullae me.lobiio; ao capitao. Conduz
2 passageiros para Franca o 18 para este
porto. ~ Fondou oo lamuirSo vindo com
sgoa aboita.
Navios sahldos no mesmo dia.
Parahlba hiate brasileiro Espadarte, mes-
Ir Manoel Sopbio da Penha carga baca-
Iho e carne.
Idem hiato brasileiro Parshihano, mostr
Victorino Jos Pereira, carga varios gene-
ros. Passageiros, Jo Francisco da Silva,
Francisco Antonio Borgese Castro, Victo-
lino Jos Raplo. _
Assu'- histe brssileiro S. Jo9o, mostr Jos
Antonio Fernandos, em lastro.
ftt-i'us mirados no dia 6.
Aracaty 10 dias biate brasileiro Flor de
Cururipe, de 97 tonelladas, capilSoAle-
vendre Jos Alves, equipagem 10, carga
varios ge-.e os ; a Tbeolfio Seve o Com-
panhia Passageiros, JoSo Jos Piulo J-
nior, Domingos Antonio Alves Ribeiro ,
Antonio Maris Miranda Seve e 9 escravos
lla'vro porgMorlax --35 dias, brigue francez
lleaujeu, de 133 tooelladas, capitao Sur-
roont, equipagem 11 carga bacalho o
batatas; a J. A. Lasserre & Companhia.
;fazenda provincial, on6..n.r ,meuM,. or- ba.car escravos. para o que te comnodos
den. do Exm. Sr. presidente d. prov ncia de su|nc)ente p6}ttMm'}.ta ,0 ,,o mesmo
23 do corrente, manda raser pub I ico que ^ ou coul Ln,lJo,ed,gi Araujo na
nos das 13, 14 15 de Janeiro prximo vin-lf||J da Crul n 33
ilouro, ir a praia para ser arrematado, pe
ranle o tribunal administrativo da n.esma
thosouraria, a quem por menos (i/era obra
dos reparos da ponte sobre o rio Una na po-
voacao de Santo Amaro JaboatOo. avallada
em rs. 1:330, 230.
A arremUBcflo sera feta na lorma dos
arts 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio do corrente anno.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado, r.iuipai eeain na sala das sessdes
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meto dia competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandn afiliar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda pro-
vincial de Perdambuco 30 de dezembro de
1851.O secretario,
Antonio Ferreira de Annunciic3o.
Clausulas estiecises ds arrematado.
l.i Os reparos da ponte sobre o no Una
na povoacSo de Santo Amaro Jaboalflo.se-
rfio feitos pela forma, sob as condicfles, e
domlo indicado no orcanonto approvado
pela directora em ronaelho, eapresenttdo
ao Exm. Sr. presidente da provnola palo
preco doris 1:330,230.
2 AS obras priucipiarSo no praso de um
mez, o serSo acabados no de cinco metes,
ambos contidos ds entrega do termo da ar-
ro .alac.So.
3.* 0 pagamento da importancia desla
obra sera feto em una s prestado quan-
do ella esliver concluida e em estado de ser
recebida diGnitivimente.
4.a Para tudo o mais que nao est deter-
minado as prsenles clausulss, segoir-so-
ha o quo dispe o regulamento de 17 de
maio do 1851. Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira da Annuociacao.
Para o Aracaly, segoe em poucos dias,
o hiate In a-.-li.-n- i Capibaribe: quem no mes-
mo quizer carr -gar, ou Ir do passagom, di-
rija-sua ra do Vigano n. 5, ou com o mes-
t e Antonio Jos Vianna, no trapiche do a I -
goJflo
Para o Rio de Janeiro.
Segu com brovi la lo a sumaca brasileira
s ,v-il inio.niuilo novae de superior ma.cha:
para caiga, esoravos a frote e f.assageiros.
trata-se com os consignatarios MiChadot
Pinheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
anJar, ou com o cipitilo Jos ddCimpos Mi-
galhcles, na Praci-
Para o Porto, segu com toda a brevi- '""_'_'
te a sua art-, segundos mulhoramentos
mais mo lernos: p jd! se procurar no hotel
Francisco.
Desapparaccu no dia 2 do corrente urna
preta erlouta idado 30 nios pouco mais ou
monos, a testa calva, o nariz chato com um
i ilh i pequeo em cima a boca chupada
na frpnte nem cima nlo lem .lentes, t->m
nina peqnena c-spa no rosto,h>a;ns regula-
res,tem em um dedo grand-s di mao a uuha
b.islsnlo grossa, um vestido do corpo fran-
gido, o mangas lizas; levou pregado em
.na sai i de chita do listra larga, bastmie
disbotada e urna saia d mllim prelo por ci-
ma : quem a pognr dirija-se a ra do Fogo
n. 28, quesera gratificilo.
I as, de commissao da escravos.
Na ra Direita ii. 3, sobrado do 3 andares,
.lefronto do becco de S. Pedro, recebem-se
escravos de ambos os sexos, para se venda-
ren) le commiss.ln, ntlo se levando poresse
Iraballio mais do quo 2 por cento, e sem so
levar cuusa alguma de comedorias, ofTere-
cendo-so para isto toda a seguranca precisa
para os ditos escravos.
-i- Preclsa-sa lugar urna estrave, para
Iguns so vicos du cas, ainda mesmo nSo
sabenlo engommar ecoznhar: na ra das
Cinco Pont as u. 82.
Precisarse de um pnrtuguoz para fei-
tor de um sitio porto desla pra^a : na tra-
vessa do Veras, sobra lo n. 15
~ Jos Pereira da Cunha ciiharca para
o Rio de Janeiro, o seu escravo creoulo, de
nome Pedro.
-- li.i so 2:000,000 dn rs. a juros do 2
por cenio, s-ibro penhores do ouro ou pra-
la : i i i pretender, annuncie para ser pro-
curado.
i'ie -is i--i! .1' mu i ;i ni i deleite, para
acabar do criar um menino de 9 mezes, nfio
se dii i pr.-i.-o, comanlo que lenha bo
conducta: na ra du Santa Cruz da Boa Vis-
ta n. rjii.
Aluga-se um prelo robusto de intelli-
g.-ncia, para qualquer servido ina ra For-
ooza na quarla casa l,jjfl...
Precisa-se alugaruma preta, que sja
Ciptiva, a qual saiba lavar, enguinm ir, c i-
inhar e fazer o servico iiit'Tno de urna ca-
sa depouca familia : trata-se na ra do Tra-
piche n 6,
P.ti.ni -se um botao de euro, Borlado
e pequeo, de punho de camisa, nao se po-
de dizer em qun rus t porm quem oachBr
e o quitar entregar, va a luja do relojooiro
lo Sr Virissimo, na praca da Indeuen I-n;
ca, que la achara o i- m i i do dito bolflo
perd lo, ou na falta annuncie para ser pro
curado, levando-so o mes no botflo grati
lica-se.
- Precisa-se de 500 000 rs. a premio, por
lempo de 6 mezes dando-se i precisa ga-
ranta : quem os q.lizer dar, annuncie para
ser procurado.
Quem precisar de um cozinhiro de to-
do o cotiiihado e assado : duija-so a ra da
Roda n. 33.
Antonio Ignacio do Itngo M'deirns, re-
mello para o Hio do Janeiro, o seu escravo
Gamillo, prelo, -de nacflo Angola.
Antonio Jos Alves de Brito, embarca
para o llio de Janeiro, o parJo Francisco ,
de idade de 20 anuos, por ordem de seu
senhor.
--0 abaixo assignado retira-so para o Ma-
ranhflo, levando em sua companhia um cri-
ado, por nomo llernaniiiio.
Francisco de Araujo.
O ciutelista Salustiano de A
quino Ferreira, faz sciente a quem
lor possuiJor do meio bilhele n
.sii, da 19. lotera do ibeatro de
S Pedro de Alcntara do Rio de
Janeiro, em que sabio a sortc de
i:ooos de rs que pode mandar
receber na praca da Independen-
cia n. i3 e i5, loja de calsado do
Ar.ri'es.
FelippeFrai.k, embarca pira o Rio de
Janeiro, o seu escravo cieoulo, de none
Canuto".
JorquinLeilo de Souza Bastos, em-
barca paia o P.io de Janeiro os seus -e :i-
vos sopuntes : Angelo, Thom, Gert.u-
des e Firoiino, pardos ; A :n-iiulio. Bernar-
do, Estovan, Victo ino, Domingos, Jos, Ma-
ra de Jess, Hara, .Silv-na, Constancia,
Anna, Joaquina, Manoella, Rulino e Vicen-
te, creoulos; o Jo .quinde n.-ifflo.
O coronel Francisco Jacintho Poroi.a,
remelle para o Rio d .1 n -un, n seu escra-
vo creoulo, do nome Antonio.
-- Quem uerdeu na S do Olin la umi
cdula, procure na man do cura, quo dando
n.-. sum es della Ih serS entregue,
O Sr. Jos Horeira Caui, o-, tenha a
li .11 lade de so dirigir ra do Nigano n.
33, para s 1 tratar negocios de seu inleress >.
Be.nardo Fernandos Vianna abre a sua
aula particular no da 7 do crreme Janeiro
Manoel Jos Leile declara que deixou
de s -i- caixeiro du Sr. Jos Moreira Lopes,
desde o dia 3 de J Gouveia & Leilo exporlam para o Rio
de Janeiro o seu e-cravo Pedro, creoulo.
p.ei'isa-s de mu a ama de mnla idade,
pouco mais ou menos, para servir do po la.-,
a dentro, em urna casa de pouca familia:
na ra da Sants Cuz n. 22.
1) .n 11x0 assignado, roga aquellas pes-
dade.abarca portuguoza E.piriloSanlo,ca-| soas {m lienoros om seu poder, que
pilfloJo8oCarlosTeixeirs;quemiia mesms|(enh()m a bod,de de ns ir tirar no preso
quizer carregar ou irdepassagemdirija.se
aoesoriptorio de Francisco Alves da Cunba
5x Compa.itiia, na rui 10 Vigario
.- Vende-sea lancha denominada L'iiiJo,
do poite de 19 tonelladas, prompta ,10 ne-
cessario para navegar, de boa cunslruc(flo e
melhoros madeiras : quem a preleuder, po-
dera man tar examina-la no aocoradouro
do Forte do Mallo, e para ajuslar oa ra da
Cadeia 11. 39. com Amorim IrniSos.
Para o Rio Grande do Sul seguir em
poucos dis, por ler quasi todo o seu carre-
gamenlo protupto.o alacho brasileiro DouS
do Agoslo.capltSo C'irisiovgd Pedro de Car-
vallio: quem no mesmo quizer carregar ou
ir de passagem, dirija-se a B.ltarfl liveira,
oa ra da Cadeia do Recife, armaze.n n. 12,
Avisos diversos.
Precisa-se alngar una ama de leito : na
ra do Trapiche Novo n. 4, defronte do mes-
mo Trapiche.
Je 8das, contados de hoje; na falta senlo
vendi ios para pagamento .ie piiocipal e ju-
ros, deshilo o abaixo assignado sem a ue-
or responssbiliiiadi', wur isso faz o pre-
sente. Joo Luiz Keflvira Ribeiro.
Precisa-so alugar urna preta escrava,
P ira so ico de multo pouca familia : na
Pont" Vclha n. 14.
Quemtiver um escravo cosinheiro, eo
queira alugar, di'iji-e a ra do Trapicoe
11. 28, primeiro andar.
.- r, eei-.ii se de urna preta escrava, ou
mesmo forra, para o servico do urna casa
de pouca familia, paga-se ben : na ra do
Hospicio n. 52.
.. ot'i precisar de urna ama que en-
gonina, cosi.ili.ro lava muilo bem dirja-
se ao maugunho, na oasa juuto a padaria
n. 27.
oiTorece-se um rapaz portuguez de 16
a 17 annos, para caixeiro de venda, da
qual tem bastante praticca : quem precisar
dirija- s.- a rus do Vigario o. 0.
portancia desta casa, tomando os factis
por base do juizo que houver de fazer.
As iimiie.n/as r, lae.l s que a dir. .-i-e 1 Jo
centro cummercial eslahelecu. o a val osa
proteegao a que se aco'heu, antes de abrir
ao publico esta nova casa, asseguram a axS
cuca. do sen programna.
REEACES ENTRE PORTUGAL E
OUTROS PAIZES.
O centro cominercial tem relafdes estabe-
lecidas com o Brasil, e para facilitar as
transacedes entre Portugal e Brasil, como
as facilita entro Lisboa e as outras provin-
cias do reino, vai estabelecT casas Pili es
e correspondentes para todos em todas as
trras onde o julgar necessario.
O esenptono do centro cummercial, lia
0 deposito em Lisboa da casa Saave ira y de
Rilierolles. eslahelecila em Paris ( ra ller-
do 25) com li.i es em Hadiid (calle Hayol
n. 17) em todas as cap la es das provincias
il lle-piinini, em Uruxellas e em Londres
( Moorgate-Slreel city). Estas circumst.n-
Cias, e alen deltas as rel.iees panu-ul 1,.
esubelecidas com alguns liego, antes de lo-
das estas na;0 s, habilitan o centro a en.
cerroar-sa de negocios, o a tomar conli
do c mi nivi'. para II ispanha, Fran;a, Uol-
g.Ca e Gra i-llrelaiilia.
Publicar-se-liSo catlogos com relarao
dos objectos, do diversas fabricas estrangul-
ras e uacionaes quo se acham em cu -
pondencia com o centro commercial.
OFFIC1NAS.
O centro commercial letn oOieinis suss,
u ira successivatnenie formando outias, ou
assoeiando-se a afumas que existan). Tras
ollicinas poder o centro ..prosentar brove-
uR-nte ao publico:urna, a nflicina ly.o-
graphici, acreditada ja por seus Irahalhos
e conhecida m> paix, De a iifcius da Revista
Popular, na ra de S. II, un. n. 112; ss
outras, que estflo quasi orgsnisadas, sao
a olliciua de m-avura e a otlicina de enca-
de, naco e broxura.
Tudas as pessoas que quizerem imprimir
obras, ou mandar fa/.er gravu'as, encaler-
naeOes e broxura, podem di igir-so ao es-
cnpto.io do entro commercial,
O pensa outo de c ear nova-oITlcinas nos
diversos ramos de industria, ouj o associar
aoc-nro as ofcinas ja Tejas, melnoran-
do-S i-oes n.iiiveii ln--,i.s, t-m por obj co
eol.iicn- o centro as circunstancia que
mais possam convir para o deseoipenhu das
1 -omuiis-0 s quelhelorem conlladas.
O ceiitro co'nmercial, se a proteCQilo do
publico Ine nao fallar, realisara, mais tar-
de u mais cedo, ograi.de p. ligamento que
presidiu a creacto do cons-rvato- io de artes
e olllcios, molinillo as ofUeinas, que pudr
c.nst uir ou associ.r, um deposito em que
ao interesse da exhibida a-i addicionc o
inlores.se commercial, que pode resultar de
urna sxposicSo permnnente de maquinas, mo-
delos e deseiihos, acompanhados das suas
rospectivas de-cnpiuos e presos.
He Islvez arrojada e ambiciosa esta espe-
ranza, mas o centro commercial uo pou-
para os meios de a converter em realidailo.
A direce.80 do centro commercial, antes
de abrir o seu escriplorlo, n.....Ii u propos-
tss para a --m i.n,- m de duas fabricas ao
centro; urna fabrica de movis de madeira
oojua do movis de ferro, dirigidas por
liabais artistas.
Eitas e oulras fabricas, giupsdas em tor-
no do esinli lecniento, augineiilar9o o i,,i-
moro de vantagens que elle pode ulli-i..- 1
ao publico, e assegurarao interessesa direc-
co, de que ella lira coragem o forjas pan
desenvolver esta empresa.
COM.MERCIO DE LIVROS L PE-
RIDICOS.
O centro commercial n3o eslabelece un
i-.i-.ina para augmentar o numero ja cresa
cido, o talvez excessivo, das cssas de livro-
iiac.pilil. O Seu plano, em relaco a esle
comine.em,t 111 por objeclo facilitar as tran-
s.ee', sobro livros, como facilita quaes-
|.ier transacvOes. Oiivreiro recebeoulros li-
vros em deposito.o vende-os a quem os pro-
cura. O centro com nercial faz circelar os
livros, vai procurar os compra lores as di-
versas Ierras do reino e de fra, eencarro-
K-seueque.squeroncommend'es por meio
dos seus correspondentes.
Ocommerciode peridicos, que tamben)
hoje he iricgular, que traz os editores in-
quietos por culpa do publico, e os assig-
nini s tuquelos por culpa dos editoies,
'..ui.-i a u caracier de regola.idade, que
carcter isa e honra os outros ramos du
commercio.
Um escriptorio central em Lisboa, un
agente en ca la trra para todos os peri-
dicos, he o quo se pretonde esiab'd.ccr, e
o que se estabeleoera m- cerlo, se as admi-
ni.iir..-i) s dos jornaes quizerem auxiliar-
nos.
O centro commercial pora em acc.3o to-
dos os meios para turnar effecliva a res-
ponsahiiiilado dos e.Helores e a responsa-
mlid 1,le .1 is ass,gnnntes, prncur.-in.lo evitar
as vergunhosas lografdes deque, nos eou-
tros sao viclimas, pela ma direc^So queso
lem dado a esle negocio, de que dependo a
illustrac^lo dos povos, o a sua moralidad
tamben.
A csa liliil do centro commercial lia
nesta cidade defronte do Trapicha-Novo,
11. 6, onde reside u seu correspou :entc
Joaqun l'.-pli-Ui Moreira.
ODr. Caroliuo F. de Lima Santos, mu-
dando se do aterro da Boa-Vista, tem Oxi-
do sua residencia 110 primeiro andar da ca-
sa 11. 21 sita na ra Nova. Como medico,
contina a olTerecer seu prestimo ao pu-
blico, e sempre no sentido de seusannun-
CIOS.
Precisa-se de um cosinheiro estrangei-
ro : no Manguinho, casa de Herculano Alves
da Silva.
Antonio Birnardo Vaz de Carvalho,
estabelecidocora loja de miudezas oa ra
da Cadeia do Recife n. 5, deu interesse so-
cial 111 mesma ao Sr Miguel Pereira Leal,
contar do primeiro do corrente en diante,
sendo que por isso o referido estabeleci-
mento passa a girar com a fl m de Vaz &
Leal, responsavel por todas as transarlos,
O escrivSo Silva Reg ainda continua
morar na rua Direita n 9 om o segundo
andar, sendo a entrada pela rua da l'ciihn,
e lodosos dias se achara proni.t.i para dar
inteira cumprimento a disposir;Bo do regu-
lamento de 18 de junho de 1851 sbreos
rogistros dos nascimenlos e bitos.


-
TT
I nstrucho elementan
Jos Xavier Faustino Vimos ooni aula da
iustruccSo elementar no il'iro da Boa-Vis-
ta n. S, participa ao reipeltavel ptllilioo, e
especialmente sos Srg. pas do seus alumnos
que o eiercicioa da seu estiueleeimento
comecim no da 13 do crrante mez. As
malarias do ensino sSo: lar, escrever, a
contar correctamente, doutrina christSa, a
grammatica da lingua nacional. O annun-
cianieesl* disposto a addicionur ao scu es-
tabelecimento no presente anuo urna aul-
de francez, leccionada por un hbil profes-
sor, e se ab.temdo formular um massante
aonuncio sobre as vantagens de scu eslsbe-
lecimento, porque entende que com lato
nada adianla, e quando muilo servir par
manifestar urna ambicSo desmarcada, ou
dilliciencia de aluuinos, que se procuram
obier umitas vozes por meios bom igno-
beis.
No dia 25do dezembro p. passedu ru-
gi um prelo de nieto S. Tliora, que re-
presenta ter 24 anuos de idade, com os sig-
naos eguintes : cheid do corpo, tem urna
feila no p esquaido, e camba da mesma
perna;levou camisa do algodao azul.porcm
consta que tem mudado de roupa, o foi
oiicontra Jo a poucos dias no ale iro do Afu-
gado: quem o penar leve-o ao liio lugar
pndria u 66, que s recompensar.
-- Perantu o juiz do civel o piimeira va-
ra doma cidade, aa lia de arremalar por eie-
cucto de Joto da Cunha Mag viuva do linado Canulo|Jos Velloso da Sil-
veira uu.a paito do urna casa terrea nos Afu-
gados o um escravo, a mesma penborados
-- Troca-se por urna barcaca ou por es-
cravo, urna das melliures moradas de casa;
da ci lade de Goianna, com 2 salas, 2 corre
dores, 2 s.ilas dotraz, 6 camarinliis.cusmha
fra, quintal ginn le e cacimba de bolagoa:
quein a pretender dirija-se a ra do Vigario
n. 20, a tratar com o seu propnetano.
Die Liedertafel vou Fernambuco
versa mmett.
Sich wie gewnehnlich am Freitag d"n
9JanuarAbends7litir imHause des Herr
Scnlappriz.
Bolillo Bauch retraclista do Hamyur-
go, tm a honra de recomm"ndar-se ao res-
peltavel publico desta praca o provincia,
prometiendo esecutar rom promplidllii e
perfeicao toda e qualquer obra de sua arto.
Quem quizar uliiizar-sa de seu prestidlo
be rogado ileilirijir-.se a casa de sua r-si-
dencia, na ra do Trapiche Novo n 13 ter-
ceiio andar,em todos os dias uleis das 9 bo-
las da mauliSa al as 4 da tae.
ii- abaixo assignados declaram que
lom dissolvido a sociedade qoe tinham na
loja da la gir-tvi son a firma do Simplicio Xavior da
Fonseca .\ e nii|i mina, lino in ioteinmen-
lo desligado da inesroa sociedade o8r. Sim-
plicio Xavier da Fonseca, e lodo o negocio
agora smenle a cargo, e responAbilidado
de M.mool Fereira de Sa o Manoel Antonio
Flores, girando sob a Urina de Floros S.
Perua.nhiico 31 d dezembro de 1851.
Simplicio Xavior da Fonseca, Manoel Anto-
nio FIrat, e Manoel Ferreiradt Sn,
.\o pateo da ribeira de S. Jo- n, 15,
lava-seoengoinina-se com peifdicao e ac-
ceio.
Precisa-so deum homem quo entend
do plaOiaQlu de flores, pira tomar conta le
um I .i >ii u : na ra da Aurora n. 38.
Caligrafa
JNa Ba do A i agito, n. i2, se-
gundo ailar, copia-se com perfei-
c8a qmlqner papel em limito boa
letia e porpreco commodo.
Acba-se inriiihanova de SSSF, (de ra-
minha) uara ven lar, nos armazens do Dea-
no lo.ii. & Cuoi| anhia, no becco do Con-
exivos.
Paulo r.'nlgnoiix, dentista
francez. ofl'r-rccc scu prest-
2 mono publico par todos os
qslaterea le sua prollwfto: 9
* ptleaer procurado a qual- >
quer hora em sua cusa, na j.
< ra Inrga lo llorarlo, u. !'' 9
f Nesunilo aullar.
Na ra larga do Rozarlo, n. 28, por gi-
ma da luja do louca, no Segundo andir.se
precisa urna ama que leuha bom leit", apa
ga-sa liem. *
- I). Umbelina Wanderley Peixoto, pro-
fessora d'aula particular da ra da Cadeia
de Santo Antonio, no sigsindo andar do ao-
brado n. 1*, avisi ao reapeilavel publico
que, no dia 7 de Janeiro principiar do .novo
os trabalhos de seu magisterio. Os Srs.
ais de familia que quizerem matricular
suas filhis, deven fallar com a aruiunqiin-
leauleiquepreoncha o numro du alum- l)n af>nnrlo rirlar da casada
tasque pretendo admilUr. Aceita pencio- seganao annar aa casu
llotel no Monteiro.
Uomigo, 16 do passado, al>rio-se este
cstabelecimento com as seguinles pro-
porro '8:
liilharesorvele, aos domingos edias san-
os a tarde.
Sala mobiliada e independonte, para as
lamillas, que indo a panseio quizerem des-
cansar.
Quarlos proparados para dormida.
Kspacosa e bem arejada sala de jantar ,
com rapacidada de servir a 40 pessoas.
Soiti para rec.eio e passejo.
l.-lr.l. iru earranpis para cavallo.
Couii.ia mensa 1 e avulso,preparam-sejan-
taros o presuntos, aluga-se louca, vidros ,
baiidijas ele i te.
. l o.i.j por i!' <-co muito rasoavcl, e acon-
tantes.
A profossora que reside, no primeiro
andar da casa nova do palco do Carmo, tem
a hniira de coiniuunicar aos dignos pues de
lun alumnas, eos ilemais que quizerem
confiar a educarlo de suas lilbas, que a sua
aula oslar aberta no da 12 do corri-nte, cu-
jo /..'lo, cuidado e ailianlamento e tu*lo
quautu nsieitaa boa moral, nada o publico
ignora, polas provas das que tem sido pela
ine- ni i professora edocadas.
OSr.Bernardo de Albuquer-
que l'i'nuiiilo (i .itipi, queira man-
dar pagara subscricao deste Diario.
Manoel de Almeida l.opos, com osa
de consi|inaiSo para comprar e vender es-
cravos, tanlopara esta piovincia, como pa-
ra i'ni.i dola, mudou a sua reaidencia da
ra da Cadeia do llecife, n.5l, para a ra
da Cacimba, n. 11, aonde moiou o fluadn
Exm. vigario. Brrelo,onde comino, offe-
receodo-se toda a seguraoca precisa para os
meamos e bom Iralatuento.
Na l'ailaria Nova do Manguind precisa-
de um fnrnoiro.
-- (jurm tiver um moloqoe de 16 a 18 an-
noa e quorondu alugar iara urna Casa de
louca familia anuUMOie para ser procurado
leiro.
Precisarse alugar urna prela, para ca
sa do pouca familia: na ra du Pilar em F-
ra de Podas n. 116.
Precisa-se de um amassador, para urna
padaria nosApipucos: a tratar na roa Ui-
ii'i a n. 69.
-- PrfCisa-se alugar urna escrava, para
ilguaa
que prelend
lisias, meias poncionislas, o exteanaa. A
iiniiiiiiciai.li' acaba de dar a prova do apro-
veiamenlo de suas alumnas, lendo apre-
sentado no dia 20 do dezembro oito alum-
nas que f.iram examinadas em presenta do
seus pas, sendo todas approvadas plona-
mente.o cinco premiadas en virtule do art.
40 dos eslatutua. A annuncian'a de novo
protesta continuar a empregar lodosos es-
toicos para bermcultivar a iutelligencia de
suas alumnas : tratando as cum todas as
attencoes de urbanida leo can lura, de que
,be sSo credores penhores ISo sagrados A
anuuiiciinte, desprozando o anligo e br-
baro castigo de palmatoadaa, obriga as me-
ninas pilo lulo do amor proprio e do pudor
aspnai'.-ni corlas honras concedidas ao m-
rito, o Uesta forma tom conseguido o pro-
grosso de suas alumnas.
Avisa-se a certo Sr !. que
na noute de domingo, a8 do pau-
sado, leve a esprtela de tir.ir um
oeulo de alcanse, d roa de Agoa*
Verde n. 86, segundo andar, que
haja de no praso de 3 lias o lev.ir
ou ni.i,.d.ir a mesma casa, e se o
nao (izer ver seu nome por csten-
so nesta follia, e se isto ainda o nao
determinar, terei de Linear rno
deoutro meio miis eiTicaz, pois he
o que os.......mterecem.
aluga-se um mulata, que engommn e
faz todo o servico de urna casa : na ra de
IJueiiiiado n. 10.
- Piecisa-se do um feilor paraoliria.e
quo tenlia pralica deste servido : ni ra da
Aurora n. 44.
?>f}^*iaj!*i5f)*9**#
9 CULLECIODECDIjCAC^OPARAMr:-
^ NINAS.
Fondado e dirigido por
9 I). Cundid* Kosa Mtc-DtrmoU da
9 Cosa
9 Este collegio ouli'ora estabelecido
C na ra da Cadeia de S. Amonio n. 23, (I
acba-se boje novamente instala io no 9
9 aterro da lloa-Vista sobrado n. 36, f]
conformo o promoltimonlo, que a di- 9
rectora fez em cu prospecto.
9 A derectora convida de ter melho- fj
rado muito com a escollia qoe fez de 9
sua nova casa, lom a honra de par-
9 ticiparaossenhorespaes de familia,
9 e principalmonteansde suas allunas.
que Tara sua nova abertura no dia 7 9>
doeorrenl, eque dessi dia em dian-
9, le continua a tor abeilo o diio eolio- *
gio, por se adiar habilitada com a li- 9
censa do Exm. Sr. presidente da pro- *
vinciacjiloridadeconformidadecdin
o dis.osi no art. 38 do regulamen- 9
Gt lo provincial de 12 de maio do auno f
% p. passado. Esto collegio j foi ve- i
9 ludo pelo lllm. Sr. mspecior do pri-
meirn ruclo Dr. Cipriano Fenelon flr>
9> Cuodea Alcantorado. Espera pois ?
9 continuara merecer oconrcilo, que *
<9 Ihe t-m grangomlo osen zolo e drdi-
; caco, na educado das meninas con-
(Q lindas a seos cuidados Asslm como v
<1> declara que so crismar lo las as pron-
das propina urna Sra., bom co-i o :
m Irr.e-crcver, anm-lh netica, gramina
tica nacional,gooraphia,Historia uni
? versal, dita porlugne, dila braziloi-
ra, mylliologi inglez, francoz, (ler, *>
m eacrever, ef.llar) analyse Iliteraria_e >r
.> giainmatic.il, de pro loctes escollii-
" das dos m-lhores proradores porto- f>
guozes. Danrja o pianno, costuras, /*
Uvarmtos, e bordados de ludas as "
qualidados : almillora-se pencionis- *.
cimento do trabalho e sej de boa conduc- "quilquer uso a que pertenca, deveri em tari
la, agradando ser bem recompensado
Procisa-e de um mogo braaileiro, oo
ostrappeiro, para eaixeiro de urna padaria,
tonda jft experiencia da negocio, e prestan-
do bdor; a tratar ni ra larga do Rozrio,
padaria n. 48.
mos claros o preci'os declararas seguidles
prlncipars circumstincias.-- Primeiro sua
idade, temperamento, constituicAo, dbil ou
valetudinaria,ae vigorosa ou sadia, hbitos,
occupacSo, accrescendo, se Mr de sfxo fe-
minino, a dcclaracilo do estado de suas re-
Troca-se urna imagem da ConcelpSo dnfgras, numero de llhos que tiver tido, se Ihes
um palmo palmo o oalo : quem dra do mamar; incommnilos mus nota-
po Ir i, de
turr e quizar trocar, dirija-se ao pateo do
Tertjo n. 30,
RDUBO.
veis nos seus partos; se grvida, de quan-
tos oiezes. quil o padecimeuto ou mal quo
nais a afiligia por semolhante motivo. Se-
gundo o lugar de sua habitculo, se hmido,
, -ir -.1,111 callo ou ventoso, sujeilo a febros ou
a do V Cario n. 7 da residen-! outra infeimidale --Terceiro sena familia
. __ [ lom apparecldo casos de molestias por des-
C18 do ubaiXO assignado, que sea- p0!)icSo hereditaria ou adqoenda. -- Quarto
chava fra da praca, com sua fa- sedoente desyphilis pela primeira, segiu)-
_ .i- c i __j_,_.i j I da ou mais vezes, omquotempoo foi pela
milia, foram roubadosda tarde dejprimeira VM> 0 l6mpoq011 inler;,iio que roe-
3i de desembro madrugada de aldiou no soifrimenio do urna s outras,
dei'npirororrpntp o< seus livrOS "lu" os principaes symptomas que entSo
aej-ineiro crreme, Oj seu imu oxnerimentara, remedios &. deque usu,
commeiciaes, Kazao, Diario, l ai- ffeitos da irntuflo ou incommodo do uso
xa, llegistro de lettras; copiado-i Jamorcuri-s ou outro qualquer rem.-d.o,
[ o ; _,._._____ de quose lembre Iho fora submimslr.do, i
em que dose. Quinto se o mal da quo pro-
cedeiitomeiito se trata, fdr precedid i.arom-
panhadoou sosuido de algum ouiro arci-
vonli ou enformidade. quer do ongnin di-
-ersa, quer procedente da mesma syphilis.
-- Sexio em llm, quaes os symptomas quer
ii'' ''.I '. 11 v i |.a l.'.'i ni "il.. .1.- nial vi'iinreii n .
outro qualquor dcsappareceram, modefica-i
ram-so ou existom sem alterar;Soapreciavel,l
e quo aua menos importa quo a declare-
eele ou
quali.lado e curso al o memento da consul-
ta, complicares sobre vindas o meios de
de uue so lom feito uso.
, las, meias ditas, e extornas, tu lo *>
* por preijos mullo colimlo. m,
**i **ft#*9999*9^**9**itf*
.. osr. JoSo Viiissimo, mestre de aliaint,,
qUe morou na ra do Vigano,queira annun
cjtr sua morada ou dirijir-se a livraria n-
(e 8 da praqa da independencia.
-- Joo Pires Soares, faz sciento ao res-
pei'avel publico, que desdo 24 do passado
deixou de ser socio d'Anlomo Fernandas
lio iito, na loja do tanoeiro cita na ra da
Hadre-de-Deosarmazcm n. 6, a qual girava
debaixo da firma social do Duaito & Soares.
liran loo sorio Duarte obriga lo a liquida-
do do dita firma como nico responsavel,
o em poder de quem so acham lodos os li-
vrose papis pertencentes i mesma socie-
dade.
Os credores da firma Ponciano ct Sal-
gado, qualnm no | razo de 8 dias ai rosen-
lar suas conla,para seren immediatamento
pagos : na ca-a de sua residencia, da ra
uslrcita d.? Itosano o. 13.
-- Oesciivao de paz Frei Pedro GouCalvt, tem eslab-lecido o
seu escri.toiio no piimoiro nlar do si-
brado n. 62 da ra da Cruz, aonde deve ser
procurado.
-. Jos de Moli Costa Oliveira, previno a
lodos os devodores do l.uiz Jos Ferreira ,
quu Ihe no p-guem mala quanlia llguina,
pois que delxou de s'r seu ctlxlro, desde
31 do desembro de 1851, eroga lOlOatlBO
tempo aos ditos senhoro*,que venham quan-
to antes solver seus dbitos: na ruada Praia,
armazi-m n.18.
Uferece se um rapaz brasi-
leiro pira cobrar dividas dentro
da |ii,n; i, tanto amigavelmente ,
como por ju-tica o qual tem as
liabilitacoes necissarias : quem
precisar annuncie por esta folha ,
ou dirija scopuin da Indepen-
dencia ii. .'>
O abaixo assignado tendo prestado li-.
anca na lo m.i da le, para dividir bilhetea
das loteras do Hio deJanoiro em cautelas ,
vem declarar ao publico que em vinud da
garanta dada se responaaholisa a pagar em
continente e sem descont algum logo
que repeher as listas, tolos e quaesquer
premios que puraoite sabir as cautelas e
bilhetes que vender com sua firma. As suas
cautelas e bilhetes serio vendidos no piteo
do Collegio, casa do livro azul e em "...o de
vendedo es, pelos seguidles precos :
II11 helos 22,000
Meios 11,000
(Juntos 5,500
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
abaixo assignado espera pelo vapor de
res de curtas cotilas correntes,
de vendas e de facturas, tudo es-
cripturado desde abril de i845 a
desembro de i85i, bem com > al-
guna pipis de pouca importan-
cia ; e assim mais roubiram dltlS
meias doblas em ouro, cinco pala-
c5es, a8,ooo r*. em sedulas, que
junto aos iiiesmos livros estavam
sobre urna mesa de sala, nada mais
tendo os ladrdes Ihe roubado, tai-
vez por nao terem tempo de ar-
rombar as outras portas do inte-
rior, contentan lo-se com os ob-
jectos referidos, que encontraratn
mao : quem deste ronbo der no-
ticia ter de gratific cao a quantia
de aoo,ooo rs., a qual tambem se
dar a quem restituir os mesmu
livros, e se promelte guardar in-
violavelsegrcdo.
Francisco Joo de Barros.
Aluga-se um segundo andar na ra do
Rangol : na venda de Domingos Ferreira
Lima, na mesma ra
Jos Duarto das Neves, embarc para o
Itio de Janeiro a sua escrava, parda, de no-
me Maiia.
Precisa-se alugar um esersvo para
o servico ordinario de padaria, paga-se 12/
is. por mez e o sustento : na praca da Sania
Cruz, na padaria debaixo do sobrado n. 106;
ad verte-so que n3o entra em servido ordi-
nario, forno nem maceira.
Aula de primeiras letras.
Manuel de S iura Cordeiro Simr>s faz
scionle aos pais do seus alumnos que no da
7 do corrale Janeiro principioos Irahalhos
de sua aula particular delpnmoiras lolras,
na ra travessa dos Exposlos, por detraz do
quarl I d- Policia cas n. 16, i." an lar as-
sim cuino tambem ao respeitivel publico,
que continua a admitir alumno externse
internos, pensionistas e meios pendonistas,
assevoraiido os pais de lamillas, qu-; Ihe
confiarem a oducaclo de s ius lilhos, quo el-
los enconlrarSo um preceptor o amigo, que
com o mesmo amor, cuidado e indulgencia
paternal dezej* e busca com disvollo seus
adiaitamentus, esmerando-so sobro tudo
em bem pie.iaroi seus espritus, impriroin-
a entregar a Jos Joaquin da Sil-
va Maia, que ser recompensado.
Precisa-se alugar urna escra-
va, que seja boa cosinheira e com-
pra Icira, : quem a tiver dirija-se
a ra da Assumpc'o ou muro da
IVolii n. 16.
Compras.
-- Comora-si um diecionnrio Magnum
l.oxicum em bom estado, bem como um
Solela o urna Fbula latina : em Olinda
venda do Sr. Coelho, iunto ao ces do de-
sembarque.
- Compra-se para tuna encoaimeDdi,
urna escrava que entend do cosinhaear-
ranjos de umacasa, nSolendo volha nem vi-
ciosa, ou achacada : em lin la, venda do
Sr. Coelho, junto ao caes do desembarque.
-- Na ra da Cadeia doRecife n. 37, se-
gundo andar, rompra-se urna crcoula.no
mol..la, de 18 annos, mas que seja de boa
conclua e entenda de costura e engom-
mado.
-- Compram-snescravos n vendem-sede
commisslln, para dentro e fra da provin-
cia : na ruada Cacimba,sobrado n. 11, on-
de morou o Sr. vigario do Recite.________
Vendas.
i'fflaWFIf Tiif *
ncHy
D-ARORA
G &tarr 8: 'omnanhia,
II ."sp.'iio ni culo annuncian quo no su ox-
tenco rstabelocimenlo em S-ntn Amaro,
continu a fabricar, com a malor perfeico
o prompli ISo, tuda qualidado do machinis-
nio para o uso da agricultura, navegado n
manufactura, eque para maior coinmolo
do seus numorosos freguezes e do ulil.ro
em geral, tem abeno em um dos grandes
armazens do Sr. Mesqoita na ra du Urum,
atraz do arsenal de marinha, um
Deposito de machinas,
construidas no dito seu estabelecimento.
All achanto os nun ra.loros um comple-
to sortim^nto de moendas de canna, com
todos os melhoramentos (alguna del les no-
vos e originaos] de que a experiencia de
nimios anuos lom mostrado necessidade.
Machinas de vapor de baixa e alta pres-
sSo, tachas do todo tamanho, tanto batidas,
como fundidas, carros d hijo, e ditos para
conduzir formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, fornos
de ferro batido para farinha, arados de fer-
ro da mais anprovada conslrucco, fundos
para alambiques, crivos e portas para for-
nalhas o urna inliiiidado de obras do Ierro,
quo ser infa.lonho enumerar.
\.i ni sino deposito existe.urna prsso in-
telligonto e habilitada para rocebor todas as
encominendas, etc. etc quo os anuuncian-
tes, conimdo com a capacidado de suas of-
linas e machiiiisiiio, e pericia de sous olli-
ciaes, 'se compromillom a fazer exceular,
com a maior presteza, peifeicilo, e exacta
do-lhes tentin-ientos de san moral, civii e r conTorra Jaile com os modelos, ou dse-
religiosa. As malinas que coiislitue o en-1 n( c nstiuccf}t'S quo Iba forem forne-
sino de sua tola sao : leitura e escripia r|cjlla8-
Contar numero inteiros, qu lirados o den-
maes-Doutrina Christa Explicacso do
syslema mtrico o monetario do imperio -
(ranunatica da lingual nacional-e msica
vocal.
Zg" Sorvete as n horas.
Na ra estrella do llozario, na confeitaria,
chB-so sorvete todos os dias as 11 horas, e
anoitoje promette-se nSo liaver demora
sobro as 11 horas comu lem acontecido.
eXrf XttX"
Aviso ao commercio.
O abaixo assignado, rendeiro do
Trapiche denominado Cunha di-
rige-se pelo presente ao corpo do
commerciodesta praca, aos Srs. de
engenho e donos de barcacas, of-
fer.cendo Ibes o seu trapiche, me-
diante a vantagem de s pagarem a
despeza de oitenta reis por cada
sacco d'assucar, e d^ f ner-se gia-
tnii un-i,ti: a descarga da barcaca
que os conduzir. Cumpre, que as
essoas interessadas no trafico d a-
quelle genero, se nao deixeni Ilu-
dir sedendo a vantagens uiagina-
prias fin prejuizo das vsntigens
reaes. hscuzado he garantir aqnel-
lesSrs. que se dirigirem ho abaixo
,is-i:;n iiln, o zelo c promptido com
que ser5o cuinpridas ns respectivas
obrigacoex noque pertenecao bom
,n r.i n I o e aceiodos voluntes. Igual-
mente o abaixo assignado se ole-
rece aos negociantes d'esta praca
para embarcar cada sacco de assu-
BOWMAH & MC. CAM.tlM, engenhei-
ros mnchinistase fundidores de ferro mu
respetosamente annunciam aos Sennores
proprirtanos do ongenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peilavel publico, quo o seu estabelecimento
de ferro movidn por machina de vapor con-
tina em effectivo oxercicio, eseaclia com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confoc?5o
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados'para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
deseiam mais particularmente chamar a
attenclo publica para a sseguintes, por
erem dcllas grande sortimonto ja prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
compotir com as fabricadas em paiz es- f,,1.,rnta rain spndo o re-
trangeiro, tanto em preso como em qua- ca.r por quarenta leis, senuo o re
lidadeda materias primas e m3o d'obraj pe/o gratuito.
asaber: \____ Luiz AntOnio Barboza de Brito
Machinas de vapor da melborconstruccao
Moendas de canna para engenhos de lo-
doa os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa,moinhos de ven to eserraas
Manejos independentcs para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhues, bruuzesechumaceiras.
Cavilhflos e parafusos de todos os tama-
nhos.
Taixas,pares,crivos e boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogSoe frnos de farinha.
Canos do ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
a) c.issi i-ionio ci'M'.i vi- HoatceoriTHico ?
na io i.s \miii:i.s.
i
ti
Run Imperial O. I I 8 c l2o, e (lciinsito mi ra Nova n. 33.
Respcitosamonleavisam ao publico, e particularmente aos Srs. do engenhos e des-
tiladores, etc., que este estabelecimento se acha completamente montado, comaspro-
porcoesn'cessarias, paradesnmpenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. 0- mesmos chamam a atlencflo para as soguintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competem com as fabricadas na F.uropa, na qualidade o mito de obra, o por me-
os ereCOi a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor francez erosne, as me-
Ilioros machinas, que para este lim at hojo tem apparecido.
AI.VMRIOUES de cobro do todas as dimenses.
TODOS OS CORRES necessarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para relliiic3o.
TAIXAS DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
IIOMIIAS DE COBftE de picote, de repucho, de roda c do pndulas.
ESCRIVAMNIIAS de lai.'ui dos melhores modellos.
DITAS DITO galvanisidas.
sinos de todos os lmannos.
OS APRECIAVEIS ionios de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito do m0o. .
PORTOES de ferro.
VARANDASdito.
GRADIAME.NTOS dito.
TAINAS dito.
CAI.DEIRAS dito.
BAMIEIROS de zinco ede folha, para banho de choque. ______
FOLUILSHAS PARA i85a.
Vendem-se folliinhas de porta ,
.Nao se fa.
Quem quizor pouiar, venhavere com-
prar, pois o ganln de quem vende lica na
, i -i jt prai uois (i iiii.i i .' .|.....i ,ci,uo .,.....-.
de padre, e de algibeira de tres dii- \ mao ,)oa compradores, o sempre ficao logra-
ferentes qtialidades,sendo urna del-' dos e mil servidos, seus amos o senhores;
i i -i i. ; i i .. em a ra da aurora n. 32, venda nova com a
las com o almanak da ctd,de e pro- ^ fr(,nl9 pintlda (le azu!( em 0 t?rro a, Boa
vincia: vendem-se nicamente na Vista n. 43, vende-so oseguinto: manteiga
j i i !_..; o a ingleza da mclhnr a 720 rs., dita francesa a
prafa da Independencia n. 6 e 8 000 dl'l0 m 1>920
-- Vendo-so um berso deJacaranda, muilo ,em 3 enlbrulhos chinezes a libra, cada um
moderno oiruito rico em gosto, por muito por 6t ra .|,|,8 deespermacete 6*0rs., di-
barilO preco as Cinco Puntas n. 62. | Jo carnaUi,a 280 rs., sevadn a 100 rs. se-
-- Na ra do Livramenlo n. '18, yonde-se ; vldIina 16 rs i tapioca a 80 rs. callo moi-
uma negra do meia idade, o urna dita do 13 Jo a .,0I) rs llil0 ,|e c,roco a 140 rs arroz
a 11 annos.
C^*Vendem-se bonitos esenvos
de ambos os sexos, mulitas, mula-
tos molecas moleques negri-
nhas, negras mocas e negros mo-
cos: na ra das Larangeiras o. i.'i,
segundo andar.
Vende o-se 8 moleqnes, de 14 a 18 an-
nos; um lindo miilaiolio de l annos, pro-
prio par i pagem ; 4 negros robustos ara
enchada; 1 negro de meia idade, por 300,001)
rs.; 2 mulatis com habilidades, e 3 ne-
pilalo a 80 rs., cirno do sertSo a 160 rs. as-
sucar refina.loa 100 e 80 rs ervilhas a 100
rs., bolaxinba a 0) rs., toucinho de santos
a 160 rs., azeito docea 480 rs., azeilooasa
210 rs milbo alpista a 800 rs. a ma, plin-
to a 560 rs.; o ludo o mais pertenconto
venda, de tudo se d amostras.
Vende-so urna das mull.i es tabernas da
ra Di'rcita n. 21, com os fun los a vontado
do comprador e tambem se faz nugocio s
com armario ou com urna pessoa que entre
de sociedade entrando com alguns fundos; a
tratar na ra de S. Rita n. 97.
Vende-secou'ode Anta, com umi unha
mondinliaesquer la, que servo para remedio
-- Vondomi se. 2 barcacas, bom construi-
das epromplas a so.'uir viageui, a dinheiro
ou a uraso, con firmas a contento : para
Inlar, na ra N va na loja de Jos l.uiz Pe-
rein, e para examinar no o r-, do Ramos.
Vonde-se urna preta da Costa, cozmhei-
ra, lava lo sabilo, faz renda, sab i fazer pSu
de l, e bolinhos de varias qualldades, ren-
de-se por motivos o q je so p le declarar ao
cumpla lor : na ra da Floroutii a n. 3 a
qualquer llura do dia.
Vende se urna escrava morj.i da Costa,
rom cria, lava eugomma, cose e cozinha
bom, troca-so tambem por outra de iguaes
habilidades, tambem mo(i e suin cria : na
Placa da Independencia loja de Clisado
n. 35.
Vende-se um sitio, com casa do vven-
la ecom bastant-sconmolos, copia,estri-
bada, boa cacimba, varios ps de larangei-
ras, cafezeiros, grande bananeiral, terreno
com mais de mil palmos de fundo, e da mui-
to boa producn e porto do rio: a tratar
com Nicolao Gadault, na ra do Apollo n.
Dcrimaopelo r. Sabina Olegario I.ud- 20, segundo andar, ou na praca da Boa Vis-
yero l'inho. ttr ta, na rasa que se osla edificando.
Ra doTiapiche Novo n. 15
(, To los os iuis ul.'isse daro cnsollas 4
|> e remedios de g'raca aos pobres.desie 0
f pela nauli.'i, ate as duas horas da lar- 0
9 de. As correspondencias e imforma- ir
i,, efiet poderflo ser dirigidas verbal- #j|
Aj) mente, ou por esenpto, deveudo o CJ
doente indicar primeiro : o nome, a
*.
I aHIlNUA DE BALT1H0RE,
muito nova e de superior qualida-
de : a tratar com Manoel da Silva
Santos, na ra do Amorim n
e
l o ii.iiii.', a *mr iiii
lade, estado, prolisso, e constitui- ai caes da Allandega
cSo ; ugundo : as molestias, que lom" (a) Vende-se urna loja de miudezas com
3,810 rs. a arroba : na ra do Bangui n. 35,
oudo so vende carne do porco : Di mesma
casa se vendo banha de porco derretida da
Ierra muilo superior a 400 rs libra.
; :'.: :V#^:W'K:m
IGantoia IJaitUet tSt Gompaahia.B
ft Continua-se a vender no deposito W
'' geral da ra da Cruz n. 52, o excel- |*
$ lntno bem concoitua.lo rape arela
al prela da fabrica de Canlois l'ailhrt &
Companbia da Italiii, em grandes o W
S pequetas porcOes pelo preco oslaue- :J
tlecido '''
- : ;"... -::.;,
Charutos de llavana
Dj superior qualidade : vendem-se no ar-
mazem de Kalkmann Irmaos, na ra da
Cruzn. 10. .....
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nanles, em
barris de 3 medidas.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
n. 58 avahado em
a
. 'm tillo, e os remedios tomados; lercei- fe poneos fundos, em urna das melhores ras
Bombas para cacimba e de repuebo, mo- ra g upoCadoipparecimento Ji mo- desta cidade, propria pira um rapaz pnn-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydraulicaa e de panfuso.
Ferrigeos para navios, carroseobras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grdese portoes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do milo e arados de ferros,
etc etc.
Alm da superioridade das suis obras, j
geralmente reconhecida, Bowman
Callum garantem a maisexa
fjl lestia actual, e descnpcSo minuciosa, % cipiante, por estar muito afreguezada, tan-
m dos signaeaousymplouiasqoesofrrer fe to para o centro, como para a praca, a di-
*#aH**a##*4# #***?* nheiro ou a praso, o motivo porque se ven-
llpsamiirr-rpii no dia li de desedir io comprador: ni travesa do
iJesappareceu no oa 11 ae Rozarj0| |ojt de mudezis n. 18, que dir-
outubro passido, um negro creou- 8e-ha quom vende.
lo, de nome lvo representa aa'
annos de idade, he sapaleiro, tem ,, ... ____.
, j i Vende-se um cavillo.rosilho escuro, bom
, ,oa pes cambados, e um grande ca- ,n(lluor e est bem gordo, por preco rasua-
uuum garantem a m.is exacta conformillrofo, ou lobinho ao p de urna das vel : n. ru. do Queimado n. 8, leja defron-
dade com os moldes e dezenhos remettidos lore|has; foi do Brejo da Madre de t0_aVoode-ae. ou trocasso por outro iguil
es=aus.sss.tES|--, *.. U w-r :K'.;.ttr:5Kr=;
58, ^unoarmazemdoAinesno'-ooooo, em o qual tem parte
I-'j. i irmaa Joaquina Alves de Faiva na
importancia de io7,473 rs. quera
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann lrmos,ruada Cruzan, io.
PIANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann lrm5os, na ra da Cruz n.
o, ricos pianos de Jacaranda, com
que nilo pouparo esforrjos e diligencia
para continuaron] a merecer sua coulianca.
-- A pessoa que quizer consultar ou tn-
tar-se de molestias agudas ouehronicas, pode
..__. .eivii;os de casa, anda mesmo n3o .
saliendo cuzinhar eeugommar : na rui das '
Cinco Ponas n. 82. 4ou 5 do crrente, bilbeles dilotoriaque
- Pncisa-se de um feilor, para urna olo- mais prxima lica a correr, e desse dia em
ria perlo desta praca, quo entenda perfeita-' dimteestao exposlis i venda as suasciu-' dirigir-se ra larga do Rosario n. 30, son-
mente diquellelretlco, e que nSo seja mu- telas, qualquer que seja a loleria. 'de est reztdindo o CirugiSo Bernardo le-
lo descansado nos seus deveres: auomsej J- A. de Faria Barboza. [ reir do Carmo, que est prompto eexercer,
IChir nesl .s circumstincias
fu condula, dirija-se i roa
118, que achara coro qncm tr
para agradecerem aos seus numerosos ami-, no engenho Larangeiras em S.An- ^1* i
gos e freguezes a pro erencia com que teem a d lllm. Sr. Jos Cordeiro S. cipclla do Rozannho ; com casa de so-
stdopor e..e, bonredos, e assegur.m-.be. ^P ,.Jo enviscado ; estriar, par.
' r i ir 3 cavallos, coxeira grande, casa ue larinna
o remetter tornou a lugir de la com [0j08 o Seus pertences, senzaiia para
mesmo : roga-se, portanto, ato- pretos ecass parafeitor, Br"J ""*d0
,b-, r -.1 i para gado, cora um pedacodo mallo dentro,
das as autoridades, capttaes de ^uit,s qUaiida es de frutase omquantida-
eres : quemse7 A. ue rana naruoza. ririumnu,i(uoM piui..~- --------
e afiancando a No engenho Mallo Crossj, comarca do sua ficuldideem qualquer hora. Vara com que o pegar de Olevar ao llospi-
dos Quirleim. Cabo, precisa-se de um portuguez, para as possoas pobres so prestir grites, a pes- {- j g Viuva Cunha,
tir. ifeilorde campo, que teuha pralica econtie- soa que o queira consultar por oscripto de Clo,nosmu uaoiu. .ut v.u.uo,
campo e mesaio a qualquer pessoa de, e das melhores que ha : a tratar no mes-
mo litio.
Vende-ae n melhor cera de cirnauba do
Aracaty a 5,600: na ra do Trapicho n. 4,
excellentes vozes chegados ha
poueo tempo.
Livros em branco.
Vende-so em casa de Killcmann IrmSos ,
ni ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio..
Vende-se, traspassa-se, ou
faz-se qualquer outra transaccao ,
com a loja, que foi do fallecido Jo-
s Finto da Fonseca e Silva, anti-
ga loja de Guerra Silva fkCompa-
nhia, na ra Nova n. n, a fallar
com J. Keller & Companhia, na
ra da Cruz n. 55.


:?
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior ca nova em pedra,
cliegada ltimamente de Lisboa
Taixas para engenlio.
Na fundigo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de recober um completo sortlnroo-
to de taixss de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes acliam-se a yenda por prego com-
roodo, e com promptido embarcam-se.ou
carregam-se em carros sem dospezas ao
comprador.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra, etam-
hem de um s tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no cscripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
POTASSA DA RUSSIA.
No armazem de Jos Teixeira
Basto, na ra do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da Russia, chegada recen-
temente.
Viiiho de Champagne,
o superior qualidade : veode-se no arrr.a-
em Kalkmanu Irmos Rua da Cruz, n. 10
Q Vende-so um grande sino no lu- O
gardo Manguind, que tica defronte
n dos sitios dos Srs. Carnciros, com q
O grandecasa de vivenda, de quatro q
Q agoas, grande senzalla, cocheira, q
estribara, baixa de.cnpim que sus- q
SJ tonta 3 a 4 cavados, grande cacim-
J* ba, com bomba, e tanque cobcrlo jr
9 para banho bastantes arvoredos de g
O Crudo : na rui do Collegion. 16, se- g
O gundo andar. _. __
Q<$Q0 3?OQ0O0
Moinhos de vento
oom bombas do repudio para regar bortas
d bailas de capim : vendem-se na fundigo
de Bowman Me. Oallum, na ra do Brum
ns. 6.8e10.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do llecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunh & Amorim, vendem barriscom cal
em pedra, chegada ltimamente do Lisboa,
na barca Margarida, por monos preco do
que em outra qualqucr parte: na ra da Ca-
deia doKecifen. 50.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
BL'A DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
tnento de mocadas o meias moen-
da para cngcnlio, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, ra dito.
Agencia de lidwin 31aw.
Ka ra de Apollo n. 6, armaze.n de Me. Cal-
inontSt Companhia, acha-se conalantcnienlc
bons iorlimento de laixa de ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, moendas lu-
cir! todas de ferro para aniniaes, agoa, etc ,
ditas para armar em madeira de todos 01^ta-
manbos e iikscIcIIos o inais moderno, machina
horisontal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovcua para navios, ferro ingle
tanto em barras como em arcos folbas, e ludo
por barato preco.
~ Vendem-se velas de espermacote, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Kelleri Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Principios geraes de economa pu-
blica, e industrial.
Vonde-se este compendio, approvado para
as aulas do primeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, liviana n. 6 e8.
Lasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para foro della, para
o que se offerece muilas garantas
a seus donos : na roa da Cacimba
n. li, primeiro andar.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglcz : na ra
da Senzalla Nova n. \-x.
Arados de ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambo de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
firum ns. 6, 8 e io.
Bombas de ierro.
Vendcm-sc bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e io,
fundicao de Ierro.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito da fabrica le Todos os
Santos na llaliia.
Vende-se.emcssa deN. O. Biaber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa de escravos, por preco com-
moju.
A09099C0A00C900>BA0
tj Vendem-se ealugam-se bichas, che- t
t gadas ultiniamentedflHamburgo, por 4
#j preco commodo: na ra de S. Amaro (>
t n. 28.
Ven1e-se superior, cal virgem de Lis-
boa vinda pelo brigus Novo Vencedor no
passeio publico loja de fizendas o.-ib, pre-
co muilo couimodo.
Mo.ii.Ils superiores.
Na fuodicSo de C. Sta'rr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-sei venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construceflo muito superior
Farinha 'ontana,
chegada ltimamente: em osa do J. J. Tas-
so Jnior, na tua do Amorim n. 35.
Vende-se em casa de A-
damson Howie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4* panno de
algodo para saceos de assucar,
muito superior e birato.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se, velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de sloiro da ra da
Cadeia do Recite n. 36.
Vende-se saccas com superior orilla,das
fabricas do Rio Crande do Sul, o a preco
commodo, no armazem, do Das I'erreira
ao pe da alfandega.
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovadopara
as aulas, em meia encadernago, a 500 rs.,
oada um : na livraria n. 6 o 8, da praca da
Independencia.
Vendem-soamarras do ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
Aossenhorcs de engenho e casas
particulares.
No armazem do Sr. Antonio Annos no caes
da ilandega, vende-se bacalho de Norue-
ga em tinas o mclhor que lem vindo a este
mercado suporior inglez por ser corado
com melhor sol, vende-si por 6,000 rs. a
lina.
Vendem-se por pceo corn-
mo,nisarmazen-i de Francisco Dias
Ferreira, c Antonio Annes no
cae da Alfandega os seguinles
gneros: Cariaba de mandioca mili-
to fina em saccas; fumo em follia
para charutos; cal virgem de Lis-
boa, rinda pelo brigue Novo Ven-
-- vende-se champagne da marca amigar
e bem corihecida, Comet, em casa de Dean \
Yule& companhia : Da ra da Cadeia.
Cartas finas para voltarete.
Vcndm-se carias francezas, muito flna.,
proprias para voltarete, pelo diminuto pre-
co do 600 rs. o haralho : na ra do Queima-
do, loja do miudezas, junto a loja do cera
n. 33.
Tintas para desenho.
Vpndcm-secaixinhas com tinta para de-
senho pelo diminuto prrgo do B40 rs. : na
tin il Queimado, loja do miurlozas junto a
de cera n. 33.
Rom e barato.
Vende-se bom papel almnco a 2 500 rs. a
resma; diloa do peso a t,800rs. ; finissimas
pennasdeagoa 240 rs. a duzia cartein-
nhas com chavo, fazenda muito superior,
ptimas para guardar dinbeiro a 1,800 rs. ;
correntes de ac para rologios a 400 rs. ; lo-
netas linas do dous vidros, com mola a 1,000
rs.; ditas de um vidro a 400 rs. ; finissimos
oculr.s de ririacBo de ac a 1,000 rs.; five-
linhas douradas, para calcas e colletcs n 200
rs.; ditas dcacoa40rs.: naruadoQuei-
mado, luja de miudezas, junto a loja de cera
n. 33.
Para quem passa a festa.
Lindas lanlcrnasdopapol decores, muito
proprias para passeios nos sitios, pelo preco
de 200 rs. cada urna: na ra do yueimado,
loja de miudezas junto a de cera n. 33.
Cumisas de meia.
Vendem-se camisas do meia, fazenda mui-
to suporior, pelo baralissimo preco do 1,200
___.____._ J_ A...;...ln l..i i .1.1 III i Milll' IL
^fs*D0J, Xaropc do Bosque.
O nico deposito contina a ser na botica
de los Mara Gonoalves Itamns, na ra dos
Quarleis n. 12, ao p do quartel de polica,
aondo so vendem a dinheiro vista, as gar-
rafas a 5,500 rs. e meias a 3,000 rs deixan-
do de seren agentes nesta provincia os Srs.
Novaos & Companhia : sendo falso o que se
vende em outras boticas.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
S. PAULO.
ConilipafSo.
Ku aba ixoassignado.morador no cura todo
Sr.lin: J.-sus .o Atuja,termo da villa deMogl
dasC-uzos, leudo eslado enfermo poresoa-
Co do 4 annos mais ou menos, com dores
por todo o corpo, e de maneira tal que che-
rs.:naruadoQuciniado, loja demiudezas g,va cahjr por torra e com immensos vo-
junto a loja de cera n. 33. ^j^, e len,|0 consultado a varios clrur-
1 '.i ti enancas. giOes, estes desenganavam-me que nflu era
Vendem-se louquinhas de soda preta, pe- possivcl curar-me de tal enfermidadr, quo
lo baralissimo prego do 320 rs.; maracaes de ailo conheciam, havendo gasto baslanto
melal, quo locam de varias maneiras, pelo dinheiro com imitis medicamentos. A II-
baratissimo prego d"e 200 e 100 rs.: na ra nal passando por ultimo ncslo Curato um
do Queimado,. loja do n,iu iczes junto a loja amigo meu, modisse queexperimentasse o
do cera n. 33. Xrope do Bosque que I-avia cm S. Paulo, o
Carachos baratos. 1ue ,0K" "z- man 'al11'" buscar umagaira-
t ':,. fa, e logo que comecei a tomar mosanli
\endem-se. ciipachos gran le, c mu to su- *nu a garraa do tal xarope,
. ''l<^P'ObWJP^idJW"-t (iquei perleitamentc bom. Portanto ftgo
na ra do Queimado, loja do nnude/as jun-, ^ doclgr .Q bem do publico.
lo a loja de cera n. 33.
Aos senbores cavalleiros.
Vendem-se superiores grvalas do mol, i
pretas e de cores, pelo diminuto prec.
na ra do Queimado, loja de miu-
cera n. 33.
Flores francezas.
Vendem-sfl ramos de flores francezas mui-
ja de cera n. 33.
Vendem-se selins e silboes
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. l\i.
Microscopios para ver sedulas,
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas junto a de cera n. 33*microsco-
pios p.ra ver sedulas, pelo diminuto prego
de l,5U0 rs.
cedor ; macella do l'orto muito
_. miudezas, juuto a loja de cera n.
nova: a tratar nos mesmos arma- bravatas de mol...
zens, ou com Novaes & Compa-
nhia, n3 riio do Trapiche n. .34-
-Vende-se, por preco commo- ^'.^
do farinhi de mandioca muito
superior, a bordo di patacho Ale-
gra, chegado de Santa ('athariua,
oqual se acha fundeado ao pe do
caes do Collegio: o tratar a bordo
di mesmo, ou com Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
A ellas antes que se ac bem.
Na loja da ra do Crespo n. 10,vendem-se
polo diminuto prego as seguinles faxendas,
lengos Intairos do seda para pescogo a 2,200
ditos a 1.500, gravatinlias do sedopara ho-
rneo! a 80l> rs seda furta-cores pira vosti-
do a 1,303 o covado, hrim de liulio mescla-
do a 320 rs. o covado, lengos de cambraia
do liabo pira hoinim a 320 rs., palito do
hrim a 5,000 rs. cazacis a 6,000 rs chitas
francezas a 210 rs. o covado, cortes de casi-
miras a 4,800, o 5,000 rs., chales de seda a
4,500, e 6,000 rs., icgas do madapol.lu com
20 varas a 2,000 rs., alpaca do linho para
jaqueta c vestidos a 260 rs., o covado, cagas
francezas de excellentos padrOes a 800 rs. i
vara.nieluzinas com lista na frente para ves
tido a 700 rs. a vara, caga seda para vestido
a 700 rs. o covado, nscado largo azul para
roupa de pretos a 120 rs. o covado, nscado
pera jaqueta a 160 rs. o covudu, chapeos
brancos castores a 8,500, ditos pretos a 6,800
rs., e outras muitas faxendas por menos
prego do que em outra qualquer parle.
Trocam-se as imagens seguiutes :
Santo Amonio 4\000.rs., S. Luiz rei da
Frang 4,000 rs S. Benedicto 3,000 rs S.
Manoel da Paciencia 3,000 rs., S. Krancisco
4,000 rs 8. Paulo 4,000 rs., Santa Barbara
3,000 rs., N. S. da Soledade 3,000 rs., S. JoSo
Baptista 2 e 3,000 rs., Santa Apolonia 3,000r|
na ra do Queimado, loja de miudezas jun-
to a de cera n. 33.
A bordo do patacho nacional Euterpe,
ha superior Urinha do S. Calharina, chega-
da ltimamente : trata-se a bordo do mes-
mo patacho fundiado defronte do trapicho
d3 algodo, ou na ruado Apollo armazem
n. 15, e na ra da Cruz n 33, armazem de
S Araujo.
Lotera do Rio de Janeiro aos
ao:ooo,ooors., para esperimen-
tara boa sorte (lo novo auno na
casa feliz
dos quatro cantos da ra do Queimado n.
20, vendem-se os muilo afortunados bilhe-
tes, meios, quartos, oitivos, vigsimos, da
15'loleiia das inalrizes da provincia, cuja
lista chega ato o da 4, a elles quo cstao no
resto.
Lindos aneis de cornalina verda-
deiro, a 1,000 rs.
Na ra do Queimado n. 16, loja de miu-
dezas, vendem-se lindos aneis de cornalina,
a 1,000 rs., tanto para homem, como para
aenhora.
Vendem-so 6 oscravos, sendo 1 mulata
do idadodo26 annos, que sabe cosinhar, la-
! var, e perfeita engommadeira:faz doces.re-
fioa assucar e coze alguma cousa ; outra que
lamhem sabe o mesmo o he mais robusta do
28a 30 annos de idade; outra propria para
o servico de campo; 1 mulalinho de 12 an-
! nos de dado proprio para pagem; 1 cabra de
bonita figura o muilo hbil para todoservi-
Co; 1 negro muilo passante oropfo para en-
chada. Quem os pret- nder dirija-se a ra do
Queimado n. 14, que achara seu dono qutv
os trouxa do serillo para vender.
Para casas parliculares,
vendem-se barrllinhoi com vinho de Coja-
res muito superior de 7 em pipa no caes
d'Alfandega armazem de Dias Forroira.
Maravilba !
Ainda se vende o resumo da historia do
Brazil pelo deminuto preco de 1,000 rs.,
chageto antes que se acabe : na ra do
Crespo loja n. 16.
Aviso aos apaixonados de llores
Na travessa da Madre de Dos n. 9, arma-
zem de pinheiro&Cordelro.exiate urna por-
gdo de vasos para llores, muilo bonitos e
por prego commodo; os quaes sa venderfio
por junto ou a retal lio, assim como ha pa-
pel almago aparado, dito florete branco,
mages novos.jiva, ligos, ameixas, nozes,
amen loas, azeilonag de Sevllha.caixas com
cnxofre, ditas com ago, qunolas c bsrris
com vinagre branco, ludo chegado neste
ultimo navio, vindo do Conova por Malaga;
outrosmuiosgene-os quoaqui no se fez
Antonio Joaquim do Moraes.
Curato de Aruj, 10 de maiode 1850.
Vendem-se chicotes superiores, pelo liara-' Iteconhego ser a verdadeira firma de An-
tissimo prego de 6C0 rs. ; luvas diillodaEs- tnnio Joaquim de Mones. Curato do Aruj ,
cucia.de varias cores, raz-nda muilo supe- 10 de mam de 1850. E eu Manool da Silva
rior a 300 rs. : na ra do Queimado, loja de Braga, escrivSo interino do juiz do paz, que
33. ; o escrevi.
-- No sitio da viuva Amorim, na ponte de
Ucha, ha para ven ler um garrote tourino.
lu'l' da encllente qualidade, proprio para tirar
' raga : quem o pretender dirija-se ao mes-
mo sitio ou ao escriptorio da mesma viuva,
na ra da Cruz casa n. 45.
I'.icas estampas de Santos.
N. S. da l'enha, Santa Luzia, S. Jlo Bap-
to superiores pnlo baralissimo prego de 320. m s AlnbrozJO SanU Marta. S. Domin-
500, 600, 800, 1,000 rs na ra do Queimado s.lnnocencio, Santa Tilla, image mila-
loja de miudezas luntoa loja de cera n. 33. gr0S8>s,nta Kelicidade, N. 8. do liozario ,
Para senboras, (Santa Amelia, S. Marcos, Santa Victoria ,
Vendem-se enrteirinhas com agulhas de Nacimento de Menino Dos, S. Rodrigues,
todas as qualidades a 300 rs.,caixmhas com ; N. S. do Pilar, Sania Filomina, S. Roque,
6 papis de agulhns francezas a 210 rs. ngu-, S. Hilario, S. Lucas, N. S. do Bom Socoiro,
Ihas cantoas a 40 rs. o papel, c irritis de i S. Guilherme, Santa Adelia.S Martinho, N.
liohasde 200 jardas a 60 rs., linlias de pezo S. da Saude, o Sagrado CoracSo do Mara ,
finase grecas a 60 rs. a mia-!iiina, lezouri- S Chrislovilo, S. Antonio dePadua, Santa
nhas muito finas pora costura a 21') rs., tran- Clemcnlina, Assumiglo de N. Sennora, N.
clnha de lila do todas as cores a 60 rs., a S. da Lapa, Santa Pucoliana, S. B 'nto, Sin-
pecinha, buhado aberlo de linho a 8'), 120, ta ICufrazia, Santa Emilia. Santa Virgem e
160 rs. avara, ditos b triados a 200 rs. a Jess, S. Vctor, S. Lzaro Santas Chagas
vara, ligas de seda para senhora a 200 rs. o doChiisto, S. Christina.S. Sebastilo, S. Pe-
par, pontos abortos d" bsleia para Cuc, fa- dro, N. S. da Cloria, S. Paulo, S. Angelo,
zcinlii muilo superior a 300 rs., caixinhas N. S. doCarmo, S. Joaquim, S. Callos, Sa-
de metal com grampas a 100rs., que s a grada Familia, Sania Juliana: estas islam-
caixinha vil o dinheiro, lezourinlias ingle- pas silo clorldaa o muito finas, o vendem-se
zas as miis lillas que podo haver para unhas pelo muilo diminuto prego de 240 e 320 rs
610 o 800 rs ricos agulheiros de vidro a cada urna : na ra do Queimado, loja de
200 rs.. linissimas meias broncas pj.ro Se- miudezas, unto a loja do cera n. 33.
nhora-a 500 rs o par, crep amarelo perfei- Sebolas.
lamente bom a 400 rs. o covado, cscovinlias Sa tr,,V(,ssa da Mdro do Dcos, armasem
para denles a 120 rs. biCOS finos largos o n. 19 ven Jem-sc muito boas sebolas a 320 o
eslreitos, filas linas lavradas o muitos bous cen[0
gostos brinquedos pars meninos, froco de p i vil l\D a ( \TH \ *!l\ A
todas as coresa 160 rs. vara :o nutras mui- **! HA VU O. L.AIIia.Ul.a.
tasmiudezas, que se vendem por prego que I A melbor firinba de mandioca
cauza admiragao : na ra do Queimado, na .pr,,|p,npn|p /.l.p.,,!,],, an
bem conhec.da loja de miudezas junto a lo- ,e mais ecenteinente thegad.i ao
mercado, vende-se por prreo m lis
SALSA PAI.MLFIA DE .
SANDS.
Esto escolente remedio cura todas as en-
fermidailes as quaes silo oritinad s pI
jmpuresa do sangue ou do systcma ; a sa-
ber : escrfulas, rheumalismo. erupcOes
cutneas, brebuthas na en, almoroidai.
dncng.is chronicis, breliulhas, bortoeija,
tinh, encnagOes, e dores nos ossos, o jun-
tas, ulcar, doengas vonnrias, citica, enf^r-
midades quo attagilo pelo grande uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa urna vida
extravagante. A*sim como, chronicas de-
sordens da constituido, ser.lo curadas por
esta 13o til, e approvaiia medicina,
A iidiiiinlstragSo dcste helo remedio, nos
ataquos mais.rstraordinarius tem sido sem-
pro seguidos pelos mais felicos resultados
as miis operagO* s ; porcm, o seu principal
Obji'Clo ho de purificar o sangue, o limpar o
syalema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus oprrandi, ho directa-
mente como um remcuio allerativo, ainda
que, indirectamenle serve'ao syslema como
um venladeiro Inico. Doongas nos ossos
SALSA IMIIIIIUI.I
DE
As nua.orosas experiencias/eilas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dsdes, originadas pela impuiezi dosanzue,
e o bom xito obtilo na corte pelo lllm.
Sr. Dr. Sigau i, presidente da academia im-
perial do medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
su i afamada casa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveirs, me-
dico do exercito e por varios oulrns mdi-
cos, permit oin boje de proclamar sitamente
as virtudos ellira.es da
SALSA PARRILHA
DE *
'lili iriuouOIIU tw""w. '' 1--.i ((ua uuowtf -
cno systema grsndular; assim como as ri. I0'loi f01??'"'
Nott. Qada garrafa conten duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Brislol be
garantida, puramente vegetal sem mercu-
juntas, e ligamentos, sito inleiramenle cu-
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
radas clo uso .leste remedio, sem que olSr. Jos Maris Congalvos Ramos : ra dos
doenlo faga resguardo algum, quando usar Quarleis pegada ao uua. tel do milicia.___
ACIDADKDEPARI5.
este remedio. A opperago deste remedio
consiste em remover a desorden! do syste-
ma, e em breve tempo o doento ganhar a
sui saude.
A Salsa Parilha tem ginhado por mnitos
nnos una alta reputag3o, de ter curado
doengas mui dihlcultosas, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia mdica tem
curado. He de sabor que a Salsa Parilha he
um dos mais valerosas rema los quo os
doctores nslio cin toda a parte do mundo ;
com vislas de gaiihareii a eura pelo uso de
tal remedio vegetal. I'orcm, deve-se de
notar, qun nem todas as i essoas sabom pre-
parar esto remedio, assim como esco-
Iherema melhor parte quese deve usar cm homem e sonhors, a saber :-chapeos de
tal preparagSo. Um celeb'e tled co iscrip-;sol do seda, armago do biloia, de4,500r;.
tur, quo residi por mullos annos no lugar \ para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
aondo han melhor produego da Salsa Pa- rs para cima ; ditos do panno lino, doar-
,K
i'.n.t Novo surlimonto do chapeos de sol, para
producgl
rula disso : Soisou. oito especies deslas
raizesquo crescom uestes bosques, admra-
me que nlo podessu adiar, se nSo urna,
niag.lo de balis e de ferro, de 1,600 a 3,2U0
rs. ; ditos ditos de srmag3o de junco, do
1,200 a 1,800 rs., tolos limpos : grande sor-
com o gOtO, e propriedodo da verdadeira : timonto de sodas e pannos, em pegas para
Salsa Perilla, quo se tossa recommendar'Cubrir os mesmos, balens para vestidose
para medicina; poisas mais eram insipi-esparlilhos le senhoras. Concertam-so lo-
das e inerlos. I'orcm, como os mdicos das as qiialidudes de chapeos
Coiiccrliiui-sa to-
de sol, ludo
com perfeigSo e por menos prego do quo cm
outra qualquer parte.
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; noar-
IrmSos, ni ra da
100 se (io ao t.rahalh.1 de fazerem as
suss proprias medicinas, mas sin conrlam
nos sous habis boticarios, para a prepara-
ren), o comporem difforentes drogas. I'o-
rcm ue todas as preparagOes de Salsa l'ari-. mazom je Kalkmaun
Ihadeviadc ser da genuina, para quoofa-, Cruz jo_
cultatlvo e o publico ficassem bem fiados
ni- preparagOes de Salsa Parrilha a ser da
melhor qualidade. Pois he este o genuino
vegeslavel, que se ofjereco ao publico; nes-
te se v combinados o lile cum dulce ; pois
em infinitos casos em quo o doente espe-
ranzas algumas tinha de viver, o grandes
quanlidadcs de remedios experimentados,
mas sem resultados de melhoras; mas com
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem siJo
infaliveis, pois os cerlificalos que lomos
recebido do pessons que tem usado deste
puro remedio, sffirmam da sua boa efilca-
cia ; estes cerlilicidos temos a honra de
Vende-se vinho de champu-
nhe legitimo e de superior quali-
dade em casa de J. Reller &
Comp uiliia, na ra da Cruz n. 5j.
Escravos fuidos.
,i, i___i >w ves HSineQSi m ra oa urna ou ue- -
Fra'WajLpara cortinados. caes do Hamos : trata-se a boido g cjfen.52i primoiro ,nd.r algodo
Vendem so pegas de franjas com 15 varas, do dito brigue, OU no escriptorio
izenda muilo suporior pelo baralissimo dos consignatarios Machado &C l'i- jg
Vendem-so pegas ac iranjns cun io varas, ~..g.v, vu .. .,..------^
fazenda muito suporior pelo b.ratissimo dos consignatarios Machado & l'i- S P ffJiEiSSSrtoMrii
^WStiZ A '-iro, l ra do Vigario n. ,9. ^"^St^"' I
Finissimas navalhas. > por prego muito commodo. m
Vendem-se navalhas com cabos de mar- AAfi)**i***ftAAA********
(im, os mais superiores que se podo encon-
trar om navalhas, pelo ridiculo prego de
4,000 rs. o estojo com 2 navalhas : na ra
doUueimado, loja de miudezas junto a de
cera n. 33.
cesa n. 33.
Meias baratas para homem.
Vendem-se meias croas para homem a 160
rs., dilas pintadas e azuesa 160 rs., ditas
brancas a 160 rs., dilles brancas muilo finas
a 240e 280 is. : f.a ra do Queimado loj de
miudezasjunto a loja de cera n. 33.
O Cdigo do processo.
Sahiu aluza importante obra intitulada
Observag0s sobro varios aitigos do cdi-
go do processo criminal, o da le de. 3 do de-
zembro do 1811 pelo Dr. Manoel Mendes da
Cunha AzevcJo. Nesta obra indica o Autor,
intorpondo a sua opiniao, as di.vulas qu
so podemagilar sobre a inlelligcneia prali-
ca do muilos arligos,ns numesosas antino-
mias que resullam de cortas disposigOes
comparadas entre si, O com outras da le de 3
de dezembro de 1841, ps erfeilos ordina-
rios de alguns ortigos desla lei c do regu-
lmento respectivo em damno dajustigac
da humanidade,a necessdude de Hlguns
esclarecmontos, odeclragO"s iotorpietali-
vas, quo incumbe ao legislador hrasileiro,
para dar a nossa legislagSo represiva um
systema de uniformidade com o diieito pu-
blico da liaran, en plano ainda mal compra-
hendido de nossas lnslituigOos judicia-
rias, -os abusos enormes, quo a ignorancia,
o m fe de alguns juizos tem felo do suas
mclbores theonas no julgamenlo dos cri-
mes polticos. O autor demonstra as suas
assergOes com argumentos tirados dos mes-
mos textos da le, dos principios da juris-
prudencia commum, o autordade dos es-
crjptres que mais se tem oceupado e dis-
tinguido na sciencia do direito punitivo. O
memo destaobra, exclusivamente deduzi-
do de sua materia, consiste no interesse de
animar os jovens estudiosos, e os amigos
sinceros da verdade urna investigagflo ro-
llerinl.i das quostOes, que nella sao discu-
tidas. Nenhuma outra obra desto genero nos
consta at hoje que tenha apparecido desde
a publicagflo de nossos cdigos criminaos,
tste motivo, ainda que fosse o nico, nSo
seriam menos lisongeiro para seu autor,
nom monos til aos que o quizerem imitar,
ou julgar o mrito de suas ohservagiV-s.
Vende-se cada obra por 6,000 rs., no pateo
do Collegio, casa do livro azul.
.- Vendem-se 6 vaccas paridas, boas lei-
leiras, foitas ao pasto, por prego commodo :
quooias pretend'ir dirija-se a ra das Aguas
Verdes n. 48, taverna quo dir o vendedor.
Papel paquete muito lino
no corpo e na qualidade, proprio
para escrever pelos vapores ingle
Nodia 21 de dezembro do passalo
anno desappsreceu do engenho Ros-Vista,
freguezia da Escada, urna escrava mulata,
cabellos enroscados, mugues do rosto altas,
olhos covos e grandes, nariz ordinario car-
aprensentar ao respeitavel publico, para I rehilado, bocea grande, seca do corpo, alia,
quo fiquem cortos, o quo cima so diz, he e ps um tanto grandes, lem urna iiuiianr-
vordadeiro. Os proprietnrios desle reme-. raneada no dedo grande de um dos ps e em
dio tem por muitos annos empregado todos. um dedo polegar da m8o esquerda ou direi-
os mciosparn prepararon osle 13o til, e ta, umdefeilo encosta lo a unha, que paro-
essencial remediu da raz da Salsa Parilla, [ce ter sido golpe de faca, e pelas costas lem
qne por flm, conseguirom os suas vistas, em marcas, a qual escrava chama-so Uenedic-
proparareni um lu valuoso remodio, e seus | ta, e emendo bastante de cosinha; saino
13o lindos resultados tom enebido os pro- com saia de algod.1o azul e camisa de im-
prietarios de gloria, e triumpho de tercm idapolSo, urna coberta osada embrulliada:
preparado urna linda conipusiclo contra'quem a pegar lovo ao referido engenho ou
doengas, que o seu fim ho destruir o corpo' no Recife, na ra do Queimado n. 6, que se-
humano. Esta composigo ho qumica o ir* muito bem recompensado,
nova. Esta Salsa Parilha he combinada com ; Estam lugidos da fabrica de olderci-
outrosengrcdienles que lodos elles perten-jro da ra do Brum n. 28, os doos escravos
cem classo vegetal, e todos com o poder'seguinles : Felippo do nagSo Uogambique,
de purillcarein o sangue. O do inte qui usar I representa ter 35 annos de idade, estatura
desla composigo, pode contar quo lem o .regular, cheio do corpo, e costuma embiii-
mais e(Iicaz remedio, para a sua onferm-Igar-se pertencenlo ao casal de Jos Mara
dadeusa. O nico agento nosta cidade he i de Jess Muniz, ; e Alexandro de inr.ii S.
Vicente Jos de Drito, na ra da Cadeia do Paulo, de idndo 35 annos, alto, falla demo-
rada ; que foi do Jleliquer, francez mora-
dor no Rio-Doce, e ltimamente foi doSr,
Eduardo Bolli : ambos fugiramsem outro
motivo mais do que vadiagSo e sahiram.o
* primeiro desde 25 do corrente, e o segundo
desde 26 ; roga-se a quem os pegar de os
levar na dita fabrica quesera recompensado.
Gratifica-se com 100,000 rs.,
a quem pegar u preto crenlo de nome Joo
Marianno, com os signaes seguinles: cor
fula, grosso do corpo, com uma'belide no
olho esquerdo, urna orelha furada, com cos-
turas no pescogo d'alporcas, ropresenla ter
30 annos, levou camisa e caiga de al-
(odosinho azul, fugio no da 4 de de-
zembro p. passado, da padrria n. 40, da
llecifn botica n. 61.
Deposito de tecidos da fabri- Jj
cade 'rj" ----
Todos os Santos,
na Baha.
Vcnde-se em casa de Domingos Al-
ves Matheus, na ra da Cruz do Ite-
cifen.52, primeiro andar, algodS.
" transadodaquellafabrica.muilupro- 1
Vendem-se oplimas laranjas deem^bigojruadas 5 Ponas : aondo pode ser entrego"
rogando-se por issoa todas as autoridide
poliei.ies e capitaes de campo, de o pega-
a 4S0 rs.o cont : na ra do Mundo Novo
n. 30.
Vendo-se un bom preto, olllcial de
marcinciro, que representa ter 25 a 30 an-
'"-"tK'di^^d^^i.h^Smericana zes, porque paga pouco porte: ven-
oui superiores, o rologios americanos para: de-ge no pateo do LiiiJIeglO, casa do
ima de meza, bons reguladores : na ra do .. .
Trapichen. 8.
Vcnde-se urna preta sem defectos ou nos : quem o pretender dirija-so a Soleda-
achaques, que cosinha, coso, lava e engom- de, ra de JjSo Fernandos Vieira,sitio dos *
ma: na ru do collegio n. 6je saccasdo ar- IcOes, que ah achara pesso autonsada pa-
roz pilado na mesma casa a cima. ra esse lim.
No atorro da Boa-Vista, loja n. 18, de- lidies pntalas,
fronte do tribunal do commorcio, vendem- Vendom-se redes pintadas, o priis para
se caixas com 20 libras de linhas de nove- tipoa, e para tomar fresco debaixo de ar-
los de n. 20 al 100 pelo diminuto prego de vores rU3 j0 Qjeima lo, loja n. II.
1,000 rs. cada urna libra, cortes de cam- ~ Vendes i por prego bastante com n)do,
braias de oplimos gostos a 1,920 rs., mada- na estrada nova da Magdalena, defronte do
polOes muito finos e largos a 4,000 rs., e mJj0r Villas"ca,um sitio eom nrvoredns no-
ainda rostam algumas pegas dos riscadus.de V0S,Casa do tiiea e alguns nrleriaes : quem
100 rs. o covado, ptima fazenda para rou- 0 pretendor dirija-so ao mesmo, que achara
pas de escravos e mesmo para fazer colxOes conj quem Iralar
por ter algumas pegas de listrss largas. Vendem-se 3 escravas moga de boni-
Vende-se urna armagao do loja do cal- lat, figura, com varias habilidades, 2 mula-
gado com pequeos fundus por barato pro- tinhos de idade 16 auno', 2 escravos de ser-
go :quom pretender duiji-se a ra Direita yicu decampo, urna negra de meia idade:
n. 33, quo se far todo no/ocio. nl rua Direita n. 3.
Vende-s urna prota creoula, boa co- .. vende-so a loja dochapeosda p aga da
sinheira e engommadeira, doceira e ooslu- indepeodoncii n. li livro o desembaragada:
reir, tem lodas estas habilidades com a ir8tar na mesma.
perfeigo. : no Caes dolamos, armazem Jos Liiz Pereira, vende a sua^ loja de
" + ferrages da rua Nova n. 16, a prazos com fir-
Vende-se milho muito novo a 2,560 o mas a contento, e em quanto n3o effectuar,
alqucire : no trapiche io Cunta no fim da vende qualquer porgo Je ferragas *u miu-
rua da Moeda, ou na rua do Crespo loja dezas pelo prego que Ihe custaram, lembra
n. 23. pela ultima vez a sous llovedores, principal-
Gomma de engommar. mente aquellos que seus dbitos pssam de
Vendem-so saccas grandes com gomma anno, quo se at o dia 15 do correte n3o
muilo alva para engommar.-na ruidoQuei- saptisrizerom, uzar dooutros meios.
iii,i,l(in. I i. Vendem-so na rua do Collegio n. 5,
- Vende-se manleiga ingleza a 500 rs. a cebollas muito novas o escolhidasa 320 is.
libra, franceza a560rs., farinha de tapioca o cenlo, ena mesma liberna se dir quem
a 800 rs. a libra : no paleo do Carmo, prin- vende deis embonos de sedro e II travs de
cipiodarua de Horlas, casa terrea. quahdades, ludo por commodo prego.
Vende-se urna lila moleca crioula do MOBILlAS UE FLlUiO.
|4 annos de idade : na rua di Praia n. 43,
primeiro andar.
No aten o da Boa-Vista, loja n.
18, defronte do tribunal do
commercio,
vendem-so brins cor de ganga de puro
liuho, ptimos para caigas e palitos, grava- Cruz n. IO.
lis de seda encarnada, algodo trancado da ,.,.
Baha, etiapeos desold armagode balis, I llltcl Glll (llt'O
tudo muito baratissoto, que os mesmos hranca everdo: vndese no armazem
compradores ouin lo o p-ego se admira- Kalkmann IrmSos, rua da Crnz n. 10.
2- Trinta latas de resto, na rua ^PlIU) de parale
c-licita do Bozario n. !\?>.
Nio parece duvida, quo be baralissimo,
latas com marmelada peiloral com o peso
de 3 libras por 300 rs., pois s existemo de todas os larguras : vendem-so no arma-!
numero cima de lats. A ellas rapaziada. zem de Kallkmann Irmos,ruada Cruz n' lo.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como cinaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muilos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de K.alkmann Irmaos, na rua
le
ram e ah o conduzrem, que sero reli-
giosamente gratificados com a subro-dito
quantia o cima de 100,000 rs., lendo mu la
emaltengo o olle ser muito ladino, e inti-
tular-se forro, e constar ao seu Sr. ter elle
andado na- guerrilhas dos revoltusos, como
tal, as bandas de SerinhBem, o out'as
parles.
--Nodia 31 de dazembro p. p. desapparc-
cau o escravo crioulo denomo 8everlno,id-
do 20 annos pouco mais ou menus, cor fula
estatura regular, lentes limado e omperfei-
to, sem b"rba algurra e com espinhas 'o
rosto, lavou do camisi o caiga de lt
escura com lista formando qustru. Roga-se
ai autoridades policiaese capules de campo
dedeligenciar a captura do referido escravo
conduzi-lo a rua '.arga do Rozarlo padaria
n. 18, que so gratificar com genorosida le a
pessoa que o aprehender.
Do engenho Cucal, freguesia de Una,
fugiram nis vesporas de festa, os escravos
seguinles : Aloxandre mulatinho, do dado
de 15 a 16 annos. com os signaes seguinles:
cara larga, nariz grosso, olhos grandes o
bastante espertos ; este molstloho foi core-
prado em abril p. passido, havendo silo
do Sr. Dr. Alcanforado. Valenlim, crioulo
fula com iilli-io de sapateiro, boa estatura,
ps aptlhetadus, secco do corpo, olbus
brancos, o com idade pouco mais ou menos
do 28 annos ; vSle preto foi comprado igual-
mente com o do cimaaoSr. Salgueiro da
cidn le de (Huida. Foram encontrados na
mesma cidade, e muito se presume terem
turnado as estradas dessa cidade, as de cisi
Forto, Pogo, a'. aoMonteiro: roga-so pois
as autoridades policiaes e capilfies do cam-
po, a cipturados referidos escravos, poden-
do conduzl-los so mencionado engenho,
eulregar ao Sr. dos mesmos, Paulo de Amo-
rim Salgado, ou nesta praga a Verissim
Antonio da CruzSoarea que est^promploa
saplisfazer toda a deSpeza quo houver de so
fazer.
30,000 rs., do gralicagao.
Desappareceu nodia 13de julho do cor-
rele anno um muleque crioulo de nomo
Paulino de idade de 10annos pouco mais
ou monos,enr amarelada por ter vicio de co-
mer trra,naris chato e feio levoa camisa do
algodosinho suja e caiga de riscado, sem
i chapen, este ascravo pertence ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Una ; quem o p-
com ricas molduws: vendom-se"nosrma-||gr ve-o a rua da Cacimba n. II ou a
zem ilo Klkmann Irmos, rua da Cruz o. 10/ruado Uvramento n. 26 segundo andar que
MmIiIiipu lrtiirii.liv receberagratificagoa cima, ese protesta
contra quem o tiver oculto.
" 'V \vTvr ': VI Y nr F\-< '


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