Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04595


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Full Text
-* '>*'
AnnoXXVlff
Sabbado 3
DIARIO DE
de .Jflno.ro de 185J.
M*
N.2.
i
PERMMBICO.
--------------*TT
mxgo da tracBrplo.
PlOAMKNTO ADUNTtnn.
Por trimestre............
Por semestre ..........
Por anuo..............
PiOO DERIVO DumlMISTBB.
Ptrr qairtel.............
NOTICIAS DO 1MPEIUO
.. i5de
Para.....17 dcDezbr.
Maranbao 21 de dito.
Cear... 44de dito.
Parshlbs. t e dito
Minas
S.Paulo. 10 de
K..I.-1. lude
Baha... 20 de
4./000
tyOOO
14/1)00
4/iOO
Novbr.
dito.
Dezbr.
dito.
DIAHDA IIKIK1.
20 Seg. S. Thomiz are.
de Cant. (Priado.)
3fl Tere. S. sabino, (F.)
.'Il Ouart. *S Silvestre
1 Qulnt. + +Glrcum-
olta do Senhor.
2 Snt S. Isidoro (F )
a Sab. S. Aprlgio. (K)
4 Doro. S. Tito b. ; S.
Prisco.
AUDIENCIAS.
luiodt Orpho
2. eb. s iU huras.
1. varadoeMI.
3. c6. ao melo-dia.
Fatenia.
3. e6. ai 10 hnr.is.
2. vara do rite/.
4. e sbados ao melo-d.
RelfSo.
Tercas e sbado.
irnHislDil.
Creicente i 20, a 8 horase 15 rolnutrs da m
Chela a 7, a 3 horas e 48 minutos da ni.
Mlngoantc 10, a i hora e *8 mininos da m.
Nova 21, as 7 horas e 34 minutos da m.
miBlB 91 HOJI
Primeira s J horas e6 minutos da tarde.
Segunda s ? horas e 3(1 minutos da manbaa.
VAB.TIDAI DOI COBBIIOI,
Goianna e Parahiba, s segundas e seitaa-
feiras.
ttio-Crande-do-Norte, todn as qulntao-feiras
ao meio da.
Garanhuns e Bonito, i 8 e 23.
Roa-Vista, e Flores, i3 e 28.
Victoria, s qulntas-fclras. -
Olioda, lodos os das.
WOTICIAS MTBANOSIBAl.
Portugal,
riespanha.
Franca ...
Uelgica...
llalla....
llni'ii i
.'l lis si.I ...
Dinamarca
Russla...
Turqua.
la de Novbr
8 de dita
8 de dito
4 de dito
31 deOutbr
? deW..br
de dito.
29deOutbr
28 de dito
iSdedilo
Austria.,' ? de Novbr
Sulssa. .. 2 de dito.
Sureia... S8 de utbr
lutrlalrrra 8de Nabr.
E.-Unidos ?6 Mxico... lfi dedllo,
i-aiifornia 12 de dito
Chlll. 8 de dito
"ueaos-A. 8 e Novbr
Montevideo ai de Outbr
CAMBIOIDE 2D J'NEIBO.
Sobre l.oadres, a 28 d. p. lf Firme
Pars, 34o por O.
Lisboa, 80 por cento.
TAIS.
Ooro.Oncas bespanholas....' a
Ifoedas de 6/400 velhas. 16/D00 a
. de 61400 novas. 16/000 a
de4/DC0....... 9/000 a
Prata.Patacoesbrasilelroi.. 1/9*0 a
Pesos columnarios... 1/920 a
Ditos meitoanos..... 1/740 a
28/600
.16/200
16/200
9/100
l/9<0
1/930
1/750
PARTE OFF.C1AL
GOVEKNDA PROVINCIA
EXPEDIENTE DO DA 2 DE DEZEMBftO DE
1851.
Dcos guarde a V. Eic, Hviua. Palacio do em ordem do da do qusrtel-gerjeral de
govrrno de I'crnaiiibuco, 24 de desembro de nojo datada foi considerado ausenta na
1851Ex.n. eRvm Sr. I) Joo da Purincacao forma da lei de 16 de maio de 1835 art. 3.',
ata_________II___Il _* I. .. ... i4>ala rl InnKra ~ a.
Marques PcrdlgSo, blspo destadlocese
\iclor de Otivetrq.
que otome na 3.-ciasse uo eiorci-ido, nasciinrnios e obilos, esp
to, llemeterio Jos Velloso da Silveira, p-, falsas, que apezar deludo quanto envolvem de
de contiDtiar no comliando, cm que so absurdo, e irrisorio, plcm, se nao convencer,
acli, do 3. batilhSo da guarda nacional ao menos prrvenire inquietar os nimos, inor-
de Iguarass t a reorganisacSo dp mesmu "'"'< as Pe"" pouco reflectidas, ousu,-
cotnroindante superior. 'ooulra a llberdade do, povos, e os obrlgue
DitoAo mrsmo, para que d as inTor- lvraaes c violencias aemprc que tenhain de
niacOes exigidas nu aviso, que remiti por jjaptlsar un filho, ou enterrar mu prenle,
copia, do ministerio da guerra de II do qnandoalisas bem entendidas dlsposictSes do
em vista do qual, e com o Un de evitar a
peni Imposla no art. I.' da mesma loi, de-
ve apresentar-se no profixo prazo de um
mez.
Quartel-general na cidade do Kccife, 2 de
Janeiro do 1851.
Candido Leal Verreira,
Ajudantc de ordens encanegado do detalbe.
desengan) final, e os Tactos darOo docu- icmn oltomezes de Influencia regervaodo-ia
ment da nossa sinceridad. I todava a faculdad de guerrear e calumniar
Se os remoraos sao os que os agitam, contra l'iovaioeate empregado, logo que Ibes aeja
Lisboa, dezombro 9 de 1851.
Acctisaf&o.
As guardas hoje forsm reforjadas. Illas*
daram provenir osquarteis, engalar a srli-
llnria, e pOr a cavallaria a pastos. O gover-
correnlc, relativsmenlo ao abono do von-inesmo dccrcio, ji regulando o reglsto dos mo espera as i-gies Ue Mario ou os exer-
cimentos do 2. sargento Jos Nicolao d'Oli- ; nasclmcntos das pessoas llvrcs e dos escravoa, i ellos de Xorxes ?
veira. P.S[e!'*?.l0_?.T*^.d?.A'J2??,,i!f5.?.,l Temos repetidas as sconas da enliga es-*
EXTERIOR.
esses ii.in os podemos tranquilizar. Tem ra>
ao : he natural que a todas as horas os espee
tros dos espoliados surjam diaute dos espolla-
dores. Teem razio : ouvrain de nos accusacde>
leyeras ; masso aioda mais severas as rjue bes
fio niiiiii'di i tauteo te enderezadas pelas sias
Tictlmas Intimldain-ns ellas, porque juncta-
ini*n ic com ella. Ibes falla o remorso.
Accusa-os a vluva. a quemelles ilraram o
lasado sacradsslmo de uina subsistencia mo-
dLMU.'
Accusa-os o orphao, defraudado por elles,
que, seiii forcas anda para o trabalho, herdra
dtxKaeus pala o fructo de outro trabalbo para
tefallmento e educaco al podergrangearpor
I Aiesiuu os inclus de vlver.
Accusa-os o anclao, laiubein espoliado, que,
ten-no omuinili) a eiistcncta para a^segurar o
amplio dosannos derradeiros, y levarem-lhe
n'um dia toda a sua cnnsolacoe toda a sua es-
perauca!
Accusa-os a rcclusa, que, separada do mun-
do, he por elles condeinnada a vir ao nml,:1
conveniente fate lo ou que possam dispensar o
seu concurso
Os juristas) queixatn-se
docu, das angustias da n r.i, Kosjurtstas nao
ru se nao con-
1-il'o -Ao mesmo, reeommendinlo a el- i tt^^SEffifflfriftgS: '"'"i... Este ministerio de exped ntes, ; T.dlgi de porta em pona!
pedicflo deslas ordens para quo o 2. ca-.ja(|e =jt. (,,111, e ,|0 pronrlcdade, ao passo' QOinJ" a opiniSo o carrega om frenti, faz Accsam-os as contrarias, que veni saorili-
di-le do.10.0 batalho de infanlnria, Inno- (lllc nreparame fac'lllaii!lostrabalhs c.talla- un1* contramarcha astuciosa sobro ama | cadas i sede regeneradora as ultimas vouia-
revolla imagiiiaris. NasniJo delli sonlia ic> do ,eus legaiarios!
conidia: he perf..itamonte natural Kes- Accusam-os todos os estabclecimenios pois
tes casos oxtremna o onnral la nu n n q saoobrlgados a entregar a voracidade do
o..r. 4. '. g'"9ral -J" paZ 6 governo as subsistencias dos seus dcsgrar,idos
general da guerra dlo-M as miloa para so Sepeddentes, subsistencias quo havia.,7 confia-
ampararem mutuamonle, Simulam-sa re- d..aoscontractoscsilpulados comaproprra na-
coios, ilesinvolvorso o appsraio bellico das cao!
grandes cnse<, multiplica n-s 1 as ordens, 1 Accusam-oa linalmeote todos os que icein
o as prevtincds, v-se cstendi lo por loJa .olos para ver, espirito para comparar, c co-
a parte o braco forte da governanca... S o r,t" para sentir/
Se estas sao as accusacOe de que perlendcm
que prepa
cenco Serfico de Asss Carvaltio, faca n ticos, de (jue tanto carece o paiz, que ncm co-
dcelaracSo exig la nn aviso, que remello uhece precisaineule o progresso de sua popu-
pcir copia, do ministerio da guerra do II latfu.julgo conveniente convidar para esteob-
do carrento, relalivaniniilo ao ejercicio Jeowsioaissjjrlallenlo de Vmo^oon psi-
que prefere,
praca do cad
Suba il 11 lo deum das cidriras do rollegjo
relalivaniRiilo ao ixe-cicio Jpc'o amis serla aiicifao ae vme. ramo pn-
visto seren incompaliveis a meiraaulrldadedesla comarca, afini de que
te enemorico do nrofosior Procurl" lo eonheccr exactamente tudo qnanto
It, e o i.mpn go ut, proiussnr |( rclacao do dito decreto, c
tima 1 Ut ex rirac ,1a r das artes, para quo
meado.
M
investigando a verdadelra orlgcn do procedi-
'" meiKo por ventura all estabelccido contra a
sua execucau, empregue lodos os meius suaso- i
agosto do dito anno, respon I ao ollici, bre mtlbo, lnodu -ac cohibir a prorogaco
Otn que arguella commandu pargunla 80 O do erro, c subre odover de processir os amo*
alf-ns do eslado-msior de 2* elasse, Luiz tinadores que otenliim propalado. E porque
tiomes Ferreira, obtuvo licenca para exer- conote outro siui, que alguns paroclusimagi-
CBr o lugar de ajudunle to gusrda-mr da nando, ou pliantasiaudo prrjultos, que dacie-
alfandega desla provincia.
DitoA
der cnmpri
te por copia ao ministerio na guerra ta II dcscricaoludagueVmc.se aigu
docorronle, solicitando informacoes ccr- inf.liineiuc teincssa noticia ; e d-inc de tu-
ca do rcqueiimento, que tambem remelle do as inais iiiiuuciosas mforniafes, tendo en
lio qual o Soldadu do asilo do invlidos, Vistao olfcio junto por copia, que tambem
Antonio Amaro, pidcliceuca para vir resi- este respcito dirig ao Exm, prelado dloce-
1 ir noslo provincia, faz-se preciso que 8an. .
Dos guarde a \ mc
do, a dispendiosa casi militar. l)ove-so las! ao lado dcllas, do centro deltas se levanta
confessar que o meio he engenhoso. Con ,a mesmo quexume Esscs soldados tain-
islo, e cim algumas doportigO'S violentas, bem sao portoguezrs : lorincui-os em liada
arbitrarias, injiistificav'is, est salva apa- dc Dlalha contra o decrepito, contra a crian-
tria. O Sr. Itodrigo extasia-sc, o Sr. Jcrvis t. "nlra.osax.ladoa, contra as recomidas,
? .. ., ,| cuiitra as inuaudades ; elles nao deixarao de
so, a ouvir os solucos, e ver as lagrimas de seus
al mi.. ...
o saibam lodos, O ma-
lla apona a sua espada
A Uevolu(3o lilil, i victoriosa aos pellos da turba inerme, que a
cuco do decreto "jes devem resultar, conseu-1 sobo um posto. O S
o mesmo, dzcndo qu para po- em se nao a,,provain cssa dispos.cao hosi:la familia vende ns inscripcO ^s. o marechal jriss, v
rir o disposto no avis que rcmet- X&\*'"n?2 maio osfre". m!os' Sr 'So de Fr.ocu. He justo porm que o
il. do ministerio d. guerra dol TSZtgg^f^ X^fi^ESS CW"J do jubilo, ao Sr. bario de Fr.t.. reda, duque de a.Jau
eos podesse cresce.-. A Kevohelo banlisa victoriosa aos pcitos <
os ministros do moderados, e o Patrila na dictadura reduzio miseria. Digno feilo de
que acliava perfeitamonle legaes os lumul- un "ldiao O ministerio do duque de Salda-
tos e as pedradas do largo do S. Carlos, e nh convoca os militares portuguezes, muitos
,i n.i...:..i.. .... B ,. dclles prenles das vicl mas.quc nao Firain pre-
dololounnho, que proicgia e deleodia as veuda's, teinpo, C0111I> a ^litado ministro.
aquello coa.mando diga a respctlo o quo se
1 lie olerecer.
DioA'lhoouraria de fazunda, rom-t-
tendo copias do aviso do ministerio da guer-
ra do 11 do crrente, eda tab lis, a que elle
so refere, do augmento do crdito aherto
para esta provincia un exorciCio do\l850 a
1831.Iguaes copias foram'- remettijbs ao
commando das armas.
Ditoa' mesma, traiismillind copiado
nviso du ministerio da ^ucn.i 'le 3 lo co>-
Palacto do governo dc
Pcruambucn, 21 dcdezeuibro dc 1851.Sr. juis
dc dirciloda comarca de. .
Vctor de Olieeira.
Sr. juiz'dc dircito da segunda vara critiie.
Censo piovinciiil.
Circulara lodosos directores muuieipiui.
Constando-me que borneas inexpertos
rente, declarando que 'a lic-nes once liria tomcomlseludo Oos vilenlos, e rodb-
pelo aviso de 21 de novemli.u iHlimo so ra,n c1!"l,r'' lul B,W l8 ''" Junh.u'.
alferes Aleundre Augusto l'.ias VMtar, He J"'' ''"h "
T)S da niesuia data.
es sunpneiii ser a de n.
i una, que innndnu executar
Dito-Ao coronel JW do B.ilo loglei.- ? aP"""?*n&S? 'l0S ""TT^
C bitos; e nfiO convindo que c intinuem a
proco lcr por este modo, venhti rogar a V.
Snb'e a materia de que V. S. Irats em o .seu
ollicio de 22 doslii mez, occone-mo dizer- ..
IHe, que pela leitura do que Ihoding, a M"empregue ludos os eSforcos en M-
irece-los, moslrandu-ilies que uo s a lei
mesma dais, acomtiauliadu do m 11 do ,
aviso, que'me refer, estar V. S Intel- nulo dc qu I ir ni extinrtis jmi ilmi ,
mililares, ruin,nudo que acerca do mais
tos otibilos n3o sSo altenlatoiias nos diroi-
Hos dos cidail.ios mas peio contrario coucor-
,"'e p7. .ro^dVo5ie.oT8:wM.;. "" r,de r*r t : '^r-sor"
lazenda, equom tambem transmit! copia
do referido aviso.
DitoAo inspector do arsenal de tnari-
nha, para que preste a informacHo quo se
exige no aviso, que remelle por copia, do
i......stei ni dj imporio de 12 do corrente,
acerca da quanlia cm que importar a
conslruccSo de um novo escaler pan o ser-
vido da reparlicBo da saudc deste porto.
DitoA' lliesouraria da fazenda provin-
cial, auloiisando-a a levar em conta so
director das obras publicas, nos termos do
seu olfcio ue iionlem a quaulia de 71/320
ris, que o niesoio director dispenJou com
os pequeos reparos, deque pri-cisavam os
muros da punlosinha ds l'assagem, o enm
a limpeza e cunenos da pcoin da Boa-Vis-
la.Inteirou-se ao dito director.
DitoA' mesma, Iransmiltindo o orca-
ii,culo e clausulas, que approvou, dos
coocertos a fazer-se na punte sobro o rio
l'na, na estrada da Victoiia, alim de que
mande por cm hssla publica os referidos
colicortos, sob a condiclo-de ser paga a
importancia da arrematicao depois que o
trabalho for d. unitivamente recebido.
Communcouse audiioctur das obras pu-
blic*s.
HiloAo administrador da m?si do con-
sulado, devolvendo os manifestos das car-
gas da polaca franceza tiugenc Jouny -
da linca frauceza < Ssphir, para que de
claro quaes os gene, os conli los nos saceos
de quo Iratan', os mesmos manifoslos
Dito A' Joaquim Cavalcanli de Hlbu-
querque, prevenindo-o de liaver designaiio
o lenentc-corouel l-noel Antonio nos Pas-
.os e Silva para o substituir no commando
superior do guarda nacional dos munici-
pios de Olindn e Iguarass, visto lor S. m.
dc Ir para a l'aianvba.Oiriciou-so ueste
sentido ao designado.
Portara Komcando, do CjnformiJade
cooi o quo expoi o comm ndante do corpu
dc polica, paia segundo cumman.lanto da
torceira compaiilna do mesmo corpo ao
terceiro commsnd'nle Manuol redro de
Souza, o para tetceiro commandsnte da
primeira compsnhia a francisco Velloso
da Silveira Tellos. Fizcran:-se nesle sen-
lido as convenientes communicaces.
eontestaveis, quj dessas leis r.isultam.
Muito coulo com a prudencia o perspica-
cia de V S., o espiro que conseguir vencer
a ropugtiaucia,quo possa haver cm submet-
t'.-re.n-so as supraciladas I >is.
Daus guarjo a V. S It'cifc, 2 de Janeiro
de 1851.
I)r. Joaqnim de Aqu no Tonseca, director
do censo provincial.
as das pracas, o vivono das ras, O para se libertarcm do sacrificio -convoca os
as acdamacOes a Pedro V, ada soberana- militares portugueses, dixemos, oontra.... con-
menlo reprehensivel que os juristas (adem ira os lamentos alllictivo dos Usados e quciio-
saquer em ir npresentar um reque'imento os. Digno feuodc uiua admloisiraco !
a suasoborana, usando do direito de poli- ,q ZZZ7Z ,,,.,..,.,,
iftrWKrs fuaj,"i"ui- Ans- Hm*ES5, vv^s&t^-
si trra he a Ierra dos prodigios, e os nos-'a, slluaeio, coolirma-o lile: ha um piano o
SOS adversarios, os lio neis das coheren- defesa, em favor do governo que se resume la-
cias. Uina pedrada he peifeitnnenle loital; niaia atroz perlidia, como lodos os ineos, em
u na supplica he absolutamente iululerawl. 'das as situaedes, empregidus coulra o nosso
Honeit yago', ro^ctire.nos sempr). partido, lisie plano consiste cm converter
Mas unle csl3o as formdaveis phalinzes P"ilca a indignado, gcralmente suscitad i pe-
da reaccao? Temoin que se abram dera-r!!.?'-r?i?WM*tof! d.P9W* !".^a.?ul
ponte as portas da J
co, para vomitaren) logiuus iranuaar no- supj._
eelao que os juristas apontc-n os papis dejcioePairloatiesiai^iTsTe^oU
crdito, convertidos em papis do descre-liando o accordo previo na unanimidad* do cx-
dilo, aos castos sios da regiuoiagao? Jul- pedlcnte. A Rcvolu(o denuncia a preseaea
gam vor as inscnpfOes o as notas metamor- Jealguus caracteres cmincnics do nosso partl-
pliosoadas em lincas o arcabuzes? S0O lc*a(los a reuuiao por um iuiercsse igual
baja susto. A gonle da situactio viga como Ia" uo q"eaquer outros: o Patriota atiribue a
lajunt.Tdo Crdito Pbl ?""'us os ""cr.ss.dos, e dcbcfal-o, div.din-
J Junta .10 Creilito udii ,dJ_B. A llegeucracao revellou houlem no seu
em leglOes armadas:' Wo- aupplemeulo a lucia desleconcert: a ll.volu-
Exm. c Bvm. Sr.Havendorasoes paracrer,
que pessoas mal idlcncionadas abusando da
credulidade da populacho menos sensata, espa-
lliam por alguns lugares do interior da provin-
cia, idefaa falsas c perlgosaa contra a execuc.ao
do decreto dc 18 dejunho desle anno, cojas dls-
posicOcs alias tena um liin todo benrlico e sa
(Jominano das armas.
Quarlel general na cidade do fecift, 25 de de
sembr de 1851.
oauEM do da ti. 491
Manda o Sr. marec.isl de campo gradua-
do Antonio Corroa Seara coaimandante das
irmas, Iranscrever na prsenle ordem do
dia oavisodo ministerio da guerra de 11
do corronto, que Ine f.i onderecado pelo
Exm. Sr. prosidonle da provincia em ofii-
cio d ilado do 21 tambem do corretito.
Copia. -Itio do Janeiro, Ministerio dos ne-
gocios da guerra, cm 11 do dezembro do
1851.
Illni. etxm. Sr. S M. o Imperador, a
quena liz presento 0 uilicio do V EXC. sob
n. 279 de 2* do novembro ultimo, cobrin-
do varios papis relativos ao lente da
larceira elasse do exeicilu llemeterio Jos
Vi'ilozo da Silveira, que soscha embregado
no i'niiiin.iM i., do tercalro batalliSo Ja guar-
da nacional do municipio de Iguarass
manda declarara V Exc. que o mesmo l-
enle i od'continuar no referido comman-
do al a rcorganisac.io do dito batalhSO : o
que comnunico a V. Ese. para s-ti conhe-
ciment em respo.sla ao citado ollieio
Dos guarde i V. ExcMandil Ptliiardo de
Souza i Mello.Sr, presidente da provincia de
Hcrnambiioo.-Cumpra se Palacio do gover-
no dc Pernambuco, 23 dc dezembro dc 1851.
Vctor de Vliveira.
Candido f.eal Ftrreira,
Ajudantc de ordens cucarregado do detalbe.
Quarlel general nn cidade do Reeife, 3l de dizim-
bro de iS.'h.
iikih m oo DIA n. 50.
i) Sr. marechal de canteo graduado An-
tonio Corroa Seara cominan 1 ante das ar-
mas, manda fazur pubiir.n para o tirn con-
veniente, quo o Sr. Joaqui o l'ereira Bas-
tos, mpregado da exiincta pagadura mili-
tar, addulo a lliesouraria d-sia provincia,
na munliaa do da 2 do Janeiro vindouro pas-
sar tevisla do mostra om seus respectivos
quarlms eos corpos do exorcitoaqui exis-
tanles segundo o dotalho que se segu
iuir'TVpoeVd^seV; or:r;. .rg'o.;.r'o. (> "'i ",, Je""71,"-*8 eh :r;-
dios lenham sido indiferentes a essa d.sposi- iCutas em deposito no quartel do hospicio
rao hostil ao mesmo decreto, quando com sua jas 6 o meta horas ; o no-io da mesma arma
palavra e coi os seus esfortoa Ibes cumprla as 7 ; a coillpantlia fixa do cavallaria as 7 o
coocurrer para desvanecer quaesquer inlunda-meia ; a tl< arltlieos as 8; eliualmonle o
dos preconceiios e malignas inilnuacca, que |balal.io n. t dearlilharia as 8 e meia.
por venturai se oppoiesscui ao liel cuuiprimcn- i Candido leal l'errcira,
1,'ir, i?rh?.i'.J, g c?!""firn,lV0Kn,i"r I Ajudante de ordens encarregado do delalhe.
para este oDjeclo toda a attciifan de V. fcc. dc .
cujo?elo espero as anal! promptas providen-
cias, afin de que lodos os paroclios da provin-
o dragSo das llesoerides. As baleras esto
ass-slaJas sobre a reuniAo tos juristas, e a
mo de ferro, que se abri para d'xar c.i-
liir o 1 > ii -la.- > decreto das cspoliactjns, po-
de:a fecliar-se para comprimir e triturar os
espoliados. Os seus quoixumes incommo-
dain. Depuis de esmagados n5o teem voz;
ti3o tendo voz, nao so queixatn. A rege-
nerarlo he generosa : tolera os cadveres,
porquo nflo a iin.uirliiii un.
tinosa -in-11,111 : A cada novo seto op-
pressivo do governo, contamos nos victimas
novis. Quiz introduzir as lileiras os ser-
v.dores da Junta? deportou c perseguio os
nossos. Publicou a ordonanija dos oAr/ei
de familia 1 deportou e perseguio. Quiz
fazer urna eleicSo em beneficio das coafai
injuitificaveisf deportou e perseguio. Quer
derramar o elixir do salvaterita oas nossas
enagas financeiras, dando luz o decreto
defraudante ? persegue e deporta. O Sr.
Itodrigo lem sempre na sua algibeira meia
ii'.i/.i i de conspiracOes promptas para estas
occorronciss graves: o mareen*! lem sem-
pre nulo no seu bolso oulras tintas ordans
de deportarlo para resolver t cnse i nosss
custa. O Sr. Ilodrigo, como hbil e amos-
trado que he uestes inventos conjuratonos,
prepara a materia prima : o marechal all'-.-i-
coa-a e pe-lhe a uia Depois fica a obra
perfeita o acabada. As imbecilidades ou
imprudencias do governo podem contar-se
pelas perseguices quo sofremos.
111 em tudo isto um problema difticil de
resolver. Ser3o estes apparatosos recelos
do gabinete, como tu lo nos induz a pensar,
abusOes criadas para des'iar a altenc9o do
ponto capital, e tornar deslomlo oeces-
-.iii.i a SUa r.ih.vi var'io .' OU .--i.'io CS10S
pluntasmas ameagadnres, nasciios nos re-
morsos, derivados da conscicncia da sua
origem? Tnmc olle vordadoiramonle mor-
rer como nasceu .*
Nesle ultimo caso, podemos desenga-
lo. N3o empregamos, nao empreg nos,
uSo empregaremos contra elle outras armas
quo n3o sejam as do raciocinio e da lgica.
A nos, como partido, a sua oxislencta p le-
ii i- materialmente incornmolar; mas nlo
nos alllige moralmenle : pelu cont'ario, con-
vem-nos a sua prolongac8o. Os seus o tos
lo-li'li'nn-lios ; fi la um ilOS SauS paSSOS
lio um degro na esc illa de nossos tium-
pbos. O partido carlista precisava lalvez
di ses revezes para se depurar das i-Isa-
couviccOcs, odas adnesOes tibias, para s
remir, sos olhos da nacSo, das iongas e
atrozes calumnias quo Ihe lem sido imputa-
das. A nossa llora, bem o sabemos, nSo
est cliegad, anda. Andem, e apresa-I*
tifio; mas para que an lem por onde andam
be nocessario que estejim onde esiSo. He
necessario que a turba dos nossos adversa-
rios, alliados entre si, soja toda experimen-
tada pelo paiz. Va cada um por sUa rez,
e encha cada qual a sua medida. O tribu-
nal da opiniflo he que Ibes ha de a justar as
contas, e nos tifio queremos outro. No da
do bataneo veremos qu mi he o devtdor,
peranto a patria commuro. He esta a nossa
doulnna, e he a doutiina do nosso partido.
J vem, pois, que pela nossa parle podem
dormir a so uno sollo. Se para alongarem
nina cxpresio de minora os clamores que lo-
dos os que asslsllram aquella rcuuio podem
duer se cratn ou uo geraes e unsonos. Esta
garla Infame p.le indignar-nos pela sua alcivo
sta ; mas alVoolamo-la, por que temos subre
ludo confiauca na evidencia dos factos e no
ti-.-t' ni iiiiini dos que os presenciarain
E couvii aqui faier una observadlo que de
ii 111 nao lera escapado ao bom scuso publico.
Se casa medida tivesse partido dc um governo
iioso, as esquinas cstariain j forradas dc pro-
clatuaces, os cafs povoados de excitadores,
os I n o ie. atacados de calilinarias. todas as
pbrases irritantes pareceran! frouxas e tibias
para fuuninar semelbanic alleutsdo. Todas ai
foriaulas coudemnat >rias seriain insufiicienles
para punir um arrojo de tal ordem. O dinheiro
do jrpho c da viuva seria enlu sacralissimo
Nao faltaran! exemplos para demonstrar qui
laesiacncios eram desnecessarios e improduc-
tivos, e que nao siguiOcavain senao a inaiima
imii oralulade, o supremo escndalo, una ly-
i iiii.i i ti-r.i/. e urna expoliafo de salteadores.
O decreto porm foi publicado pelos amigse
alisaos. Mudou tudo de aspecto. O* juristas
he que nao leem raso. Ue um sacrificio indis-
penaavel, e a Hevolucaolameula soque elle ss>
ja eitremameote favoravel aos possuidores dos
luulos consolidados, dando-lhcs pingues be-
neniios, se he que oo sao lucros enormes. Ad-
mira uuicamcnie que os amigos da revolueao
regriassem esses gaobos deslazeudo-se d'a
quedes fundos. Admira que a familia do mi-
nistro da fazenda nao quizesse para si negocio
de umanha vaulagein. Para os novos mode-
radas, a medida s lem a pecbadenoser com
pleu. escaucem. He provavel que os seus
conielbos sejam ouvidos. O reforco que buje
do ao governo talvex Ihe iul'unda brios eo
anime a proseguir na obra meritoria.
Sabis o que signilicain as justas queixas dos
un-se, por ni
da najaoI I
faxeui parle da nafo? oo sao elles que sol-
l'reui actualmente, mais do que nlnguem, es-
sas angustias? Oh.' bem desalmadoa devem
ser aqueltes juristas parano praiiteareiti, com
lagrimas dc saoguc, as angustias dos que os de-
fraudaran! para se locupletarem, pois que des-
tes he que boje Miman a oacao aovlssima. As
angustias da naeo Mas que lucra a naci
com o desvio das consignares da junta ? Pros-
pera o seu commerclo creice a sua industria ?
augmenta a sua marinha ? desenvolrein-seas
suas fui cas productivas? lera estradas? lera ca-
nses? lera lindas dc Ierro? ter inatructo?ler
o melhoramento dassuas barrase o cxgoianien-
lo dos seus pantanos? gndara em prospcrldade,
em escolas, cm salubridade? Nada disso. Os
li-abalhus das estradas pararam. As bases do
crdito tacana arruinadas, e, porcoosequencia
anulquilados tambem os ltelos do promover
tucioranienlns c crear novos recunos. Osa-
orlficlo lie in.apcnsavel, nicamente para acu-
dir s dcspeas correnl-s. isto he, para tratar
satisfeita una parte da nacuo t cusa exclusiva
de oulra pane, cm vea de repartir tmtiamente
o onus, se era necessario ou evita lo se era uis-
pcnsavel. Km que cessam pois as angustias
excluidos do seu gremio? quaes alo os que n*-l-
le coiiiuiungam ? E qnaa lo lie que se ellecma
essa escandalosa ratonan de um diohelru sa-
grado, cu bcnclicio de nina parte mnima ,y
Rundoos encargos anuuacs do estado sao ac-
eresccnlados em vcrlias importantissimas e cs-
cusadas. Ao cabo dc um anno, eses encargos
achar-se-bo excessivainentc augmentados, o
o sacrilicio, como j Raemos notar, na licar
iniuil. ou se tornar perpetuo, Diiirnueiu a.
anguillas da niro? |l'clo contrario, mulupll-
eani-sc, multi|ilicaudo os eiubaracose as ditll-
culdadcs do remedio. Fixeram-sc acaso rcdiio1
toes econmicas, |n.i legitimar a exigencia?
ro ao revea: iuipoeiu-sc a becatouibi de mi-
niares dc subsistencias,para satisfaaer enoiuies
acerrssiuios dc despeza, criados por esta silu.i-
cAo. ras vesperss dc se intimar o saciilicto,
eriavaiu-se novos encargos. Qucui he pois que
seniocoude das angustias da nacao ? Sao os
juristas sacrificados, ou o governo que os sa-
crifica em favor dos seus desperdicios ? Mas
ses patrilas nao se Inquietan! de to pouco.
Para elles nao ha seno urna uaco, recompos-
tados conservadores novos c de republicanos
velbos.
Os juristas quelxam-s", porque nao conhe-
clieccm o peni coinminun' E onde est esse
bem coinmuiu? cotnmum a quantos? com- ,ul" pelo mayor de Soulhanipton, M. Andrew,
mutua quaes? Knlao nao merecem o suppli- aique assislirain lord Dtidley Sluart e H. Cob-
cio do rquuleo, esscs juristas losenslveis, que uen, meinbros do parlamento, e M. Croskcy,
nlo vecui o bem coinmum nos estados inaio- cnsul americano de Soiithaiuplon.
res fausiuosos, nos viscoudados, ou no oonsc- eeitos ilill'crenles brindes i rainha, aoprinci-
llio ultraniarino? yuein desconhece o bem Pe Alberto, ao presidente dos Estados-Unidos,
cuiiiinuui ? os jnalas defraudados, ou a fa- ao sullo da Turquia e a inr. Luis Kossuth,
unlia doSr. Foules, que nao quli inais ser ju- levanlou-sc este e esbo;ou a historia da in-
risla para nao parlicipar desse bem commum'/ surrpiciio hngara no segulnle discurso :
t^lual lie a coinmunldadc de bem resultante da ^^ lentarc fazer um bom discurso: porm
medida? Aponicm-a, dilioam-a. dar-vos-licialgumns inform efies da verdadelra
Os juristas fiuatincnle queisam-sc, porque naluresa de nossas lucias passadas em a Uuu-
pdem a sua vontade cima do pusslvel I Nao lia "* 1>or espaco de mais de 800 anuos foi cons-
ilaglcio que seja baslaute para inartjrtsar as- lanleuianle a Hungra uionarctiia constiluclo-
les auda/.es jurlsiis. Pdr a sua voniadc tciuia ni,i o.i paia admirar, sendo cercada pela
'lopossivel! oh I sacrilegio! Pois era possivcl urquta, sempre dispoit? a ustirdar nao s na
pagar dividas sagradas de contianca publiea c Hungra, mas cm toda a Kuropa, pela Russla,
melhoraraentos. O que Intender o Sr. Sam-
palo por bancarota c crdito ?
OSr Sauijiaio. leudo-1hr j passado aquella
pa escandecenola contra os tribuios que Ihe
inllamiiiavaa phraae em 18i, nao quer que se
dlmlnua a somma dos impostos, quer mesmo
que se augmente o modo he que h un. tanto
coigmalico. O Sr. Sainpaio parece atlinglr al-
guinaa Ideas ; mas tem-aa lo prrfelus, que se
Ihe nota uina deploravel obscurldade no modo
de exprial-las.
' Vemos que or;a pela llberdade do comuier-
co inteino e pela regulariaco do Imposto.
aaoltlelas largas ; mas porque concorreu para
se raier urna revolueao contra a le de decima
de repartlcao, sabida do nosso gremio, nico
meio de realisar ambos os prnsamentoa, una
pelo ouiro ? As suas pratlcas dcsmenlr m as suas
Iheorias.
O Sr, Sampaio quer lambem que se licencie
parle d i exercilo para compor o pessoal acti-
vo das estradas. A. lembraiica nein be nova,
ncm he sua, Mas para termos viacio ser Uso
bastante ? Nao ser necessario levantar fuudos
para a construcc.o ? para a materia pruna? pa-
ra o acsresciiuu das graiilicacdcs c diltereiica
dos salarios na m.d'obra ? E onde val o Sr.
Sampaio buscar esses fundo, ? bancarota,
necessaria para fazer face s despeta corren-
te Os alvltres econmicos do Sr. Sampaio
leem odefeilodc llcarcm tambem inconpletos,
e deploravelinente Incomplelos.
No que o Sr. Sampaio he completo he na cen-
sura dos actos o ni iiila-).,, cabralislas.quede-
veai ser empalados como os juristas. A~ ilevo-
lucao, que cnxerga os bonstlesejos do governo, -
nao vio os esforcos empregados constantemente
can favor do crdito pelas .dmiiiistrcces car-
listas, esforfos cujus rllritos foram sempre
baldados pelas revoltas. He lyncc de um olho'
nc niyope do ouiro. Este aegredo de organis-
mo espaos ludo.
Foi com o odo de lyncc que descobrio nos
niiiiisu-oa, seus amigos, a bossa da moderaco,
que o paiz Ihe nega vcodo-os sahlrda urna cp-
leinbristai
Foi como olho myope que oo pude avistar
os TO.') conios de anlicipajrles diminuidos pela
administrado de 18 dcju'uho. Depois dislo de-
mos gracas aos Deoses. Pranos gerir econ-
micamente, como se v, temos o Sr. r'onics, a
Revolueao, e o Sr. Sampaio.
Bales be que vieram ao mundo para remir as
auguslias da naco O juristas, esses sao uns
barbaros, que uasccram para pagar Of enfeiles
c as generosidades da regcneracSo, c que por
isso devem ,cr lidos em horror por. esta socie-
de regenerada. Piquemos nsto !
___________(Do Lei. )
INGLATERRA
Em Winchester ful dado um almoco a Kos-
de respelo aus contratos, quando be necessa-
rio accredilar priuieiroas da regenerara? Se-
ra pussivel salisfazer juros quando be sobre lu-
do preciso, para o bcoa comtiium, para lazcr
cessar as angu.tiaa da naco, trazer em dia o
sold de iiiaacchat do Sr. duque! os dozc mil
cruzados auuuaes do comuiando cm chele para
o Sr. duque! a gralilicaco dc meuibro do su-
premo couseldo dejustiea militar para o Sr
duque! o oadenado de uiordoiiio-mr do Sr.
duque! a esportula de priineiro ajudante de
caiiapo para o Sr. duque! c liiialmeiiieas com-
plicadas gralilicaces, salarios e pagainentos
para os atildado, para a tribu de prenles, pa-
ra a i -i n,oi i dc adlierente-, para a ealsa mili-
tar c estado n,ii,i- do Sr. duque J se y que
nao era possivel. He pieciso que os juristas
nao teuhaiii coraco para antepor os modestos
rendliuentos dos seus capttacs depositados, a
eslas necessidades imprcscrpltvcis. He unpos-
si/el que os mimosos da regenerado deixem
de accumular os frutos da empresa, que lenta-
ram para nossa felicidade: oque be perfeila-
uicule possivel beque os juristas morraiu de
fome, ealeudidoa aporta deseussenliorcs.es-
perando que tiles se farlcm para Ibes dalla-
ren algumas migalhas. lie evidente que estes
juristas sao urna raca damuada, que fura muito
conveniente exterminar para nao iiiterroiupcr
o soniiio bealilico dos expoliadores mancom-
muuados. Por isso os prenles do Sr. minis-
tro da fazenda seuo quizciaui contundir com
estes reprobos.
A Revolueao ergue-sc como a pythonissa ir-
ritada, vibrando os ralos da sua virtuosa ludig-
naco contra os audaciosos, que nao agrad-
celo contractos o obsequio do toreadojejuiaa
que Ibes iinpeua. Pois que toleiau-lhes que
assistam reparico da tnica que Ihea des-
piram, e elles aluda se atrevein a qucixar-se '
Povo desagradecido!
Vejam, vejam como esse jornal se desvella
pelos coutruuintes. Os juristas pelos niados
uo sao contubuintes '
Vejam como aliaga os incmbros desse func-
cionaiismo, que d'autes Ibe era lo aulhipaii-
jurista,.' a" Revolueao vo-l o"/.. "nignilii:.iin co. Ksqueeeas-lha que us eoi|,i egad.is taiaibcui
que elles vivein da expoliayo! que nao sabeiu "o juristas, sem juros, gracas aos benelicios
enfrear a sua avidez! que se nao coudoem das palernaes desle governo benigno!
.ingnsii.n di nae.io! que nao conh-ccm o bem ( Fique ludo capitalista i mas nao veja nlo-
ciAinuui! que pocui sua vontade cima (lo!guemneui capital, ncm lucros. Os modernos
posuvel! A ine'ilda, se us coinuicilesae.inos o] Eaws acharam um uovo banco do Mtssissipi.
erra de publica-la, seria para ello a cpigra-.Ao Paulheon pela dcscobcrla. O Pantheon nao
ph de urna revolueao ; acaleotada nos seus fe fez para osquadrupedes I
bracos, apresenlada petos seus amigos, torna-1. Vejam mais como a dita Revolu;o procura
se cm assumpto de aecusf o contra as propuas
victimas d'ella. Euto, anda nao ficain des-
eii.: ni i-i ., da sinceridade desles seuhores?
Os Juristas quenam-se por que vivein da ex-
i, 11 i i! Pois nao he um aclo de horrorosa cx-
poliafo pedir cada qual o que be seu? o fruc-
lo legal dos capiucs que entregara, confiado
na t sacrosaula dos coulractos ? a alimeotaco,
a sebsisicucia, s vezes o simples pao quotidta-
no, das classes menos vlidas, como os orpdos
e as viuvas ? Nova eaduairavel theorial Quem
pratica a expoliaco uio be o banuido que des-
peja a bolsa ao viaudanie ; he o roubado que
Iba entrega dlante da escopeta que ibe apon-
t iii ao peito I
tii jnalas queixam-ae porque nao Saben
enfrear asuaavjdes! Pois nao he ser escanda-'
lusamente vido reclamar a propriedade ga-
rantida pelas leis, e solicitar o cuinprlineuto
das prumessas feuaa? A avidez esta nos que
cdoram por se vcreui despojados. Provavel-
levaular un clamor coulra outro clamor, nina
i n i contra outra l'orca, criacao ingendosa
desles mlnisierlaes disfarcados, aliui de para-
peilar a dictadura, sua serva, contra a repre-
senlace legal dos inicresscs tesados 1
que aoscontrarlo dos Intercsacs da humanidade
se Icol eugrandecldo prodigiosamenle ha secu-
lo c meio, c a linal pela Austria, nao a Austria
expresso nova, iras o governo da casa de Ha-
psburgo, que, ae a Misiona falla verdade, ja
m ii- p ,iiln/iu un s. i.i migo a llberdade poltica
exceptuando com ludo o imperador Jos ti.
O povo. que em lodos os estados deve ser
considerado como a base poderosa da grandesa
e da prospcrldade do paiz era na llungria ex-
cluido de todos os direilos polticos, c lodavia
a raca magyar, em meio de todas essss diffacul-
dades, durante oito seculos salvou a suacoos-
tituico e preservou a sua existencia. Na Hun-
gra os [iniii i-, nunca separaram a sua causa
da do povo, com o qual achavam-se sempre
ni im ou menos involvidos por amor da llbcr-
d-do hngara, que era poderosamente garan-
tida pelo parlamento nacioual e as Instilulcocs
munleipaes.
A ennjtitalclo hngara devia ser respeilada
pelo imperador d'AusIra, rei da hungria : pc-
raoic Dos, eterno e supremo, todo o rei Jura-
va manler essa coostituicao. Pois, treze rcis
da Hungra foram perjuros!
U ma voz: Que dizeis ?
Digo perjuros, c o termo proprio: chamo
as cousas pelo seu nome, tal i o ineu costume.
' Jpplausos). lio ni I i a casa de Hapsburgo reu-
ni sob o seu sceptro a Hungra com os outros
seus dominios, liel sua poltica de absolutis-
mo absnrveu a nossa constituico como havla
absorvido as dos outros estados. Comtudo, as
nossas Insiituicdes oppunbaan-se a ser regente
da llungria o que nao fosse palatino, c o abso-
lutismo eoconlrou nlsto uina barrelra que nao
poude galgar.
E sla resistencia Inesperada assombrou e irrl-
(.ni a casa de Hipsburgo, que para a superar
appellou para todos os meios, a violencia, a
inlrigi. Como viuha a ser impossivel defende-
rcma constituico 400 ou 5oO nobres hngaros
per si sos, resulvcram assoclar quinze milhes
da populaco dungara para a detesa commum:
o nosso priineiro peiisamento foi emancipar
o povo. (Applautor). Mas operamos essas re-
formas gradualmente. E' necessario empre-
gar lempo quando se trata de erigir um templo
da llberdade para um povo inlelrof Ippiauros.)
Tal a nossa siluac.o quando se reuniu a di-
eta em 1817, antes da revolueao franceza. Ve-
des assiin, que na Hungra nao fomentamos
revulucdes. Nos hngaros nao irabalbsmos
em conspiraces secretas i mas, em nussas i-c-
unides publicas pugnamos leal e francamen-
te pelos nossos dlreltos. repreaentantes de
IV,Ui em 1817 no parlamento da Hungra,
propuz una mensagem ao moiiarcha pedin-
do-lbe que restuuiaae as liberdades consiitu-
-a-.it i.-s as oulras partes de seus dominios, a
...(y .isa. .,..,.....i ...anu^a ..... .. ... ........ ......... .... _. ..- _, ,. ..
E ludo islu com que uooceiicU c canura fin de <|tie por esta mauelraa cesai*e o obs-
\ Itevulfv lemliruu a baucarola, he verda-
de mas nao tem cada cotn ella; anda nao be
i.i i completa como a i.uizera. e deleudc o
gorerno a todo o trance, mesmo dlzeudo ijue o
uo approva, be por simples e pura caridade
eraugellca. Ella, a revolufo nein embece os
mililitros. He verdade que passea no terrel-
ro do Paco pelo braco delles, be verdade que
entrou para o parlamento pelas suas listas, em
prejulzo doi coacorreuies operarios, que pas*
su .un para ella ao estado de mitbo ; uus imii
disto impede que teja, absoluiamente eslrauba
aos miuistros : julga que ba ministros por ter
ouvido Lili ir nelles.
.aculo opposto fruico dos direitos constitu-
ctonaesda llungria I esta medida foi adoptad*
pelo parlaiaeoto bungaro ; e por certo nin-
gn, me podei aecusar dc ter sido repub ica-
uo vermelbo ou de ter fomentado a revolueao;
ao coutrario, obrei como bnmem sincero, fiel
aos direitos da humanidade. (Apptatuo$)
Tal aecusacao nunca achara ecco nos cora-
coes dos generosos ingleses 1 f Applausot),
Quaodo ebegou a noticia da revolueao fruce-
Xi, equaudo rebentou a revolueao austraca,
confesso-o francuneote desejel n;i rastado pelos elementos, mais dornlna-loi, e
quiz apruveitar estas occasiao que Dos nos
iIit.i, inais que a Huugria nao promover.
CDITAL.
..^rri^dS^ nmavida-rtilicial, Ibes he necessario a,
erro, de que se lem apuderado crlos .Mnrlos l' anuas, se faz saber ao Sr. prtmeiro mentr-S9 de mais t-s-a nefanda calumnia tobjeclo da sua solicliude. ADaodonados dp
que cumiare esclarecer e gtiiar.como conscldo' lonciite da tereeira elasse do c\e cito Joflo coulra nos, oslamos resignados a sofrer jpata, que val abrlndo os olhos, be ahi que pro-
dos dignos ministros da rebgio. Msnnlio Oavalcaiilt de Albuquerque, que este novo martyrio. A experiencia trara o curararecrutara sua populandadc j no fio so
Um paiz em que se ouia dizer Isto itunte .
nentc o desinteresse c a abnegaco devem I de tactos to notorios, est perfeitamente deU- J( Apptamoi ) mt (leputaco, de que ful
achar-se nos que se vestean dos despojos em- nido. memoro, dirigido pelo archiduque palatino,
bolsaiido as gral-licardes contra le. sao avi- I K depois, corram, acerquem-se, venhain to-jpassou a Vieuua a pedir que o imperador c
dos os que licam r'eduzdos penuria: sao dos ouvir as prelececs econmicas do Sr. 1 rei saocciooaise as medidas dc reformas e de
magnnimos os que fazcm dos rditos da ex-I Sampaio. OSr. Sampaionoqur que seoflen-jiseoedes que o nosso parlamento havla votado,
pollaco o apaoaglo da sua nova e Brilhaue [daan os inleresses criados ; anas quer que se re-| Euto cu, modesto II1 ti o da Hungra, tl-
loriuiia. II inteiii esieudlam a mo sollicilan-duza o exercilo. Lomo cnucelia o Sr. sampaio 1 nha a existencia da casa dc Hapsburgo e to-
do c acceitando soccorros. hoje mandara seu- estas duas proposites ? tra o csscnclal : mallas suas cora nestas mo, c declare! que se
teoclar a avidez dos que nao acdain perl'eila- "be jumamente o que nos nao explica. Ifella juslica minlia patrie, darla apazca
ti Sr. sampaio qur lambona a aDolicao dosluanquillidadc a Venna, Oeu-se a saueco,
termos scaes cm proveito do lisco. O queafez-se juslica : em viulc e quatro huraa
ioieuder propriaineulc por lisco, o Sr. Sam-| restabaleci a.paz c a tranquillidade em Viau-
paiu ? | na, c a casa de II psbuigo deveu-me a sua
O Sr. Sampaio quer vias de cominunicacu : existencia,
mas exige a bancaruia completa, uattiralincute| Porem, cm qttaiito .a nossa causa era gauli-
coiuo baic dc levantar meios para cll'ectuar os Jumo ao rei n'uma sala, a archlduqueza S-
meme u iiur.il despirem as camisas para Ibes
agaluarem as fardas. Esse funecioualismo,
que era bontein a pedra de escndalo dos i il os -
tres e iutegerriuaos patriotas, toruou-se buje o
i
(?
!
.,


kae,
a.
phla, iiiSl do rci actual e Irma de Frcnci.oo
Jos trainava u'oulra sala o meio de se desem-
baracar desta aanccSo.
( Aqu o orador entra as parlicularldade das
luctasqucaiietiiiraiii, c iiliesjano a tratar dos
desastres da Hungra, .icbultaa-se rm lagrima.)
a Sem socorr/ de passoa alguina, nem por
isso deliei de resolvcr-uic luclar s pela II-
berdade europea, como oulrora a Hungra Ui
nba luctadosopel. chrlsiaudadc. Proclmela
iodepcndeDCla da Hungria, esperaudo que
Oeoa do> dara a victoria.... e nao teriamos
sumcciimblda, se no folsein oa enredos da
dlplomacU russlana, que soube inlroduiir a
tralca em noisia fileiras como se nao bastas
aejallgadc dala estados despticos contra
a ininlia miseranda Hungria, ( A vot do oradoi
be cortada de solucos.)
Todos vos conhecels o desenlace dacon-
leuda. A "esa de Hapaburgo. como dynastla,
nao existe, porque uma dynasli.scmb.se e
que s dura merco de teu amo, o czar, cujo
apoio mendiga, t' o czar que em noasoa diaa
ami'.ica toda a parte do mundo onJc ic elevam
a Dos omnipotente preces pela iberdade. Se
a Inglaterra oto quer que a Ruasla casque aoa
pos as naedes prostradas, bastar* una s pala-
vra, e o despotismo te ver forcado e renunciar
aiuaobra. (ilpulauoi).
Uesculpcin. seuliore, hav.r fatigado por
tanto tempo a vossa alinelo : mais, cu qulz
provar-vos que a mloha patria mereca todas
as vosas sjmpalhlas que asuaoausaera ju"3 e
que a sustentara eom inoderacJo e rectldSo,: e
que valerosamente combateupelasua existen-
cia nacional porque perdida urna ves a naclonali-
dade, nao ha resurrclciopossivel paraum povo
( Applauoi.)
Sou inulto feliz, senhores, por ter encon
irado no vosso mayor um amigo um protec-
tor, o irinlo do opprimldo, t llosa a noci que
possue taes corsces '
Ao mayor de Souihamplon ( ppluiiins
jnayor fes una saudc aos membros da c-
mara d.is eom.....us, e especialmente a lorrt Du
dley-Sluarle a Mr. Coi den.
l.oi.l Dudlcy-Stu.rt profcrlo algumas pala
vras de agradecimenlo, declarando que ludo
quando dissera Kosulh, desde a sua cliegad.
a Inglaterra era de naiureza propna a confun-
dir scus inlinlgos e conlirmar a adiuiracao dc-
scus amigos. ,
(Rtiolufao de 5)
IMtOCLAMACAO DOS REFUGIADOS FRNGE-
OS EM LONDRES AO POVO DA MA.NC,...
Queris sar avilta.lo' ? Querr-.S ser es-
cravisados ? Ouoiois vir a ser do hie por
diiote m objtelo de eterno desprozo e ri-
diculo para os povos opprimidos que espe-
ra va m de vossas m3os sua libertacSo ?
l.uiz Uonaparle acaba do commelter eu
poucas boras mais chines .lo que su teria
julgado possivel que em hooiem podesse
commelter em toda a sua vida.
Como un lad.Soollo apoderou-sc das n-
bcr.ludes di- seu paz por urna surpreza noc-
lurua, artificio vulgar que certa gentu lem
tido o arrojo de chamar coragem.
Elle viulou audaciosamenie a sanctidade
do lar domestico. .
Pelo moio da soldadesca e da polica sui-
l'ooou ludo a voz em Pars, fazer.do que so
a sua sejacuvida.
e um golpe lupprimio todos os peridi-
cos o lancou as ras de Pars sem pao
aquelles do scus irmSos a quem a imprensa
snsteutava. .
Ello ultrajou, derribon.e calcou debaixo
dos pos a represer.tapaj nacional, n3o so-
mente as pessoas de voseos inimigos, se-
n3o tambem pa do Greppo, o enrgico c leal
representante dos operarios de Ly3o, o na
de Nadaud o pedreiro, que tantas vozes o
tSo nobremento deffendeo vossos interesses
na tribuna.
Queris tor um senhor t E desojis qne
osle senhor seja Luiz Napoleao ? Bem vistes
o ar eom que elle alravessou as ras de Pa-
rs cercado de soldados, coberto pelo ca-
nho, e fazendo-se levar em iriumpho por
seu ciado maior, accrescentando ao mino
de alta tiaico a insolencia do utn conquis-
lador, o tratando a Franca como um paz
conquistado; elle cijsat>naes militares
dunada poJem blasonar excVjHojloopprobio
da expedicilo romana!
Que os membros da maioria estojan; ox-
piando o mal que lizeram, que a coirslitui-
ca que violaram om vos S"ja violada uelles.
ans camaradas de armas. Doscjaisser es-
cravisios? Destjaisser avHladoa Tal lie
o gi toque nos arranca uma ndignac^o im
possivel de sor conli Ja,, -usque em nosso
exilio podemos pelo menos fallar, fallamos:
ooim distemos 6 repblica miis do que a
falla nosso sangui pertenco-lhe : nos
abemos e nBu o esquocureiiios.
(Seguem-je as assignaturas.)
(i"mei J
A terrivel crio demaio de 1852 f anle-
ditsda.'c a Franca jaz prostrada diSnte de
um dispolismo militar l.uiz Napoleoaca-
buU com a sembles logislstiva, dissolveo
o supremo tribunal do ju'tica convocado
nos termos da constitiiic3o pelos membros
restantes tiesta assembla. e apoado sobre
baionot e canhOes ren supremo. A usur-
pacaoiiTiperislde 2 do dezembro de 180*
fui parodiada tela usurparlo presidencia'
de 3 de dezembro do i sil.
Suaf treieiididas propostas do nova eons-
lituicao e do mais s9o demasiadamente im-
piidi-nlcs mesmo para urna Una.
Elle apella para a nuc.lo para etlabello-
cer-se como dictador da Franca por espado
de 10 anuos. Elle orJona ao axercito que
dO oexempio aoscidadaos de como devam
votar, e as alternativas sobio as quaei a
soldadesca.he chamada a dar s -u voto nao
sSoQuem' deve |or o presiponto ? porm
Conseolis que Luiz NapoleJo seja dicta-
dor, sim ou uSo ? Com o carcter Iluso-
rio das medidas tmalas para assegurar o
segredu da voiiofloem Franca, Luiz Napo-
leo n3o lem a menor duviea da decisao
destes rli'il ins, arregimontados o corita
que os paisanos imitarSo servilmente auas
guardas prctorianas.
Tendo assiin proviJenciado acerca de seu
proprin reconhecimeiilo como chofe do es-
lado, elle trata depois de facr quo n3o na-
ja nenhum freo edieienle posto suavon-
tade absoluta. Devo havor urna legislatura
representativa, neutralsada por um sena-
do nomoa lo, o mesmo a assembl Jsgis-
latlva dove sor escolhula por urna supposta
eleic3o. NSo Jeve iaver escrutioio em ne-
nhum caso. As listas eloitoraes podan Mr
manipuladas o falsicadas pelos ollciaos
excculivosdas proiuclaes borneados pelo
presidente, 8 os votos dos eletores suspei-
tus podorao ser recusados sem que ellos te-
nli3o o direito de appellar contra a Injusta
decis3o.
nao no nem, urna repblica, nem urna
innnarchia constitucional quo Lu* Napo-
le3o osla tentando estabelecer om Franca,
porm um puro despotismo n3o mitigado
leo povo permanecer quieto e submisso,
elle lhe conceder ir pela formas da elei-
cao ; porm se nS i.-confia no exorciloe em
nas creatuias, com quem lem repartido
as funecos execulivas as provincias, so
elle forbem succedido, lulo havir para o
futuro so n'io una s vonlado e um so po-
der em Franca.
Esta nova revolucao for effeituada com
urna promplidio o com um complemento
que provavolmonle nunca serao excedidos.
Urna especie dohabilidade nao polo ser ne-
gada ao hommn quo medilou o oxecutou
um tal golpe de estado ; porcm he a hab
lidade da profunda dssmulac3o, a de urna
inteira desconsideradlo da verdade, dosen-
timento de honra e oe respeito s promes-
sas, ou 6 olirigac3o do um juramento. He
a habilidado n.lode um Mechiavel, mas do
descipulo degradailo dos mais bixos hbi-
tos de insidiosa e perversa in lulgencia. He
a hahili lade do lailrao nocturno que mar-
cha s escondidas para seu nefario fim ns
horas cm que os malfeitores vagueiam. s o
homom que est prompto para sacrificar
tu lo o todos ao seu interesso particular, e
quo podo mentir cum urna continencia im-
piirtubavel, he que he capaz de tal habili-
dado.
Por urna parte do primeiro da o soccesso
do l.hiz Napoleito parecco completo ; os
chele* polticos quo lhe oratn oppostos ti-
nham sido sorprezus c encarcerdos ; a sol-
dadesca em l'aris obedeca mpliciamentoj
o publico pareca apaluico ; as lojes esla-
wquencia* ponivei* do crime de Luii Na-1 ella dirigidos contra elle erin faltos com
polo3o. A Franea a a Europa devem ileso-1 as arma que a constiluioao oollooara em
larauooousdoaventureiro eja um feliz'suas mSo*, estavam dent'o dos limites da
'., Iai*l ,.l-,l,t dnlr.ilinln iii un fltaoun ri.nlra
cavalheiro.
Esta golpe de estado justifica as idai so-
nao a poltica da assembla legislativa. Que
a msnoira pela qula assembla se oppo-
nlia a Luiz NapolaBo era frequenlemeuts
imprudente ecalculada para rehaixa-la na
ostima publica, he urna verdade ; porm he
nnio evidente que as suspeitas que a assem-
bla linha sobre os designios do presi lento
era ni bem fundadas, oque os ataques por
legalidad?, entretanto que no ataque contra
ella dirigido, elle, violn todas as Iris. A
lula agora nao ouosisle ante Luiz NaroleSu
o os republicanos vermelhos de un parle,
e as intrigas reaccionarias dos Log i ti.instas
da outra, por entre Luiz Napoleao e todo o
francez que doseja ver seu paz no goso pa
ordem o do'governo das lois.
(Spcelator.)
PERNAMBUCO
CMARA. MUNICIPAL.
MAPPAdouionstrativo Ins luliummcd fcltus no ceiultcrlo publi-
co rtcgfu clrtatle lo recite, desde o l.'le marco ao ultimo de
dezembro de 1861.
c.-es.
Marco
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5I/U0U
6:12:i/OllO
Cmara municipal do Rccife, I. de Janeiro de 1852.
O procurador Jorg e fieior Ftrrtirt Lopes
COMMERCIO.
una esteiam solfrendo o castigo por essesuf-'vam alienas; carros de tolas as especies
Iragio que destruiram, que aquellos que h- -
zeram urna porc.lo da Franca passar debai-
xo do jugo no estado do silio sintam agora
sobre si meamos o pleno peso do estado do
sitio, quo aquelles que sanecionaram-o
transpoitedenossos irmSos em massa sem
julgamentosachooi agora forca onde procu-
raram justica, he urna lic3o dura sim mas
merecida ; lio a pena do lali3o que he Infli-
gida subre ellos e nSo devemosqueixar-nos.
Porm o que nos interossa saber agora lio
se oslis satisfeitos com urna mudanca de
lyranos.
Por ventura osle crime pertenco a essa
assemjilade que elle foi o inspirador eo
cumplico ?
NSo foi elle que por meio de sous minis-
tros, propoz e fez passar esta odiosa le do
simio, contra aqusl agora se levanta, por-
que a catididatura do Joinville lhe tem feto
uido P
Nao he sobre elle, aioda mais que sobre a
assembla, que pets a responsabilizado de
tor afTogado a repblica italiana no ssngue
dos Romanos misturado com o dos soldados
francezes?
Entre tantas medidas vorgonhosas e li-
berticidas apotltem-nos urna, urna s, para
circulav3o como da ordinario; depois de
urna hesitagSo momentnea os correspon-
dentes das gazetas estrangeiras tivoram
permissao de transmetlir pelo tel'grapho
electrieo a noticia do acontec monto.
O povo eslava espantado e divorlia-se
viudo ao considerar a justica poelica que
tinlia sorprendido o ntriganlo mor Thiers ;
porm este ostado tranquillo de cousas foi
logo interrompido. As iusurreices na capi-
tal n.iii tem sido ainda mu formidaveis,
todava osangue tom jacoirilo.as priaes
so tom multiplicado e a publicado da
maior parta das gazetas acha-se suspensa ;
a propriacirculacao dos cirros pblicos foi
interdicta. Sabe-se quo a resistencia ao
presidente tem levantado a cabeca em al-
gumas provincias, a correm boatos de pr-
xima borrasca ; o novo governo vai-sa tor-
nando de ho'a em hora mais desconfiado o
mais tirannico e:n suas aeces.
O reinado de Luiz Napoleao, so durar,
deve nccessariaoionte ser um reinado de
terror. Taires que, essa 11S0 tenha sido a
intenc3o do usurpador, mas n3o padece du-
vida quo elle u3o poder mantera posicao
que lu tomado senao passamlo de um acto
do crueldade e oppresso para o .tro, e elle
aqual Luiz Bonaparto n3o obrasse de con-: ja oncetju esta carroira. A pns3o do al-
certo coui a assembla. guns dos mais distinclos e dos mais respei-
Logo que sua ambicao foi amoacaua pela I lavis homens pblicos da Franca foi etfec-
assembla, elle tornou-se inimigodesla cor- tnada de maoeira tal que por espaco de al-
poracSo ; porm 080 esquecaes que foi siu gum tempo suas familias licaram ignoran-
complioe em quaalo ella obrou para oppri- tus, o mesmo sem meios de saber qual a sua
iuir-vos. I sorte, nem qual o lugar em que estaySo de-
Elle vos diz agora que o povo he soberano: tidos. A ITiicco domestica do mais puo-
masao mesmo tompo ousa pedir-vos dez gonle genero foi infligida para assegurar o
ALFANDEGA.
Rendltaento do da 2. i.. 4:665,740
Descarregam hoie 3 de Janeiro.
Barca ingloza -Seword Fisk- mercadorias.
Barra ingleza Genevcoe dem.
Ilriguo inglez --CAarfoiA-- arintia echa.
Escuna nacional Son 'osa' -- sola.
CONSULADO GERAL.
Rondimonto do da 2 23.456
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimentodo da 2. ... ". 31,700
axiiortucao.
Mediterrneo, pataoho dlmmarquei Eiprcss,
de I81 toneladas, condiu oseguinle :
1,960 saceos com 9,800 arrobas de assucar.
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dis 2.......r56'
REND1MBNT0 DO HEZ DE DEZEMBRO.
A saber I
Foros do terrenos de marinoa. 7,818
Siza doshensderaiz 1:155,087
Decima addiclooal das corporajae
de 10 mi 1100 11. .
Direilos novos e velhos e do
chancellara
Dizima da dita
Caries doHiachafeis
Multa por infraccOes Jo regula-
memo
LegilimaQes
Sello flxu o proporcional
Premio dos depsitos pblicos
Impostos de conelor
Emolumentos de ceitidfles
Imposto sobre loja, e casas do
descontos
Dito sobre seges
Dito sobo barcos do interior
Taxa de escravos
Emolumentos da secretaria do
oslado da fazenda.
Meis siza do escravos
2:000,532
453,770
119,016
60,090
70,586
9,600
4:148,330
145,107
400,000
I, 20
3:214,360
201,240
57,600
822,700
697,500
3,250
A saber:
Pertencente ao exorcicio de 1851
a 1852
dem, de 1850 a 1851
13.610,416
12:182,930
11427,184
13:610,116
O escrlvSo,
Jfcmoff dnlonJo Smors do Amtrl.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 31.....1:034.122
dem dodia 2....... 527,037
RENDIMENTO NO MEZ DE DEZEMBRO
DE 1851.
Direitos de 3 por cenlo
Direilos de 5 porcenlo
Capautia de 320 ra. por eacca deal-
godo
Declina dos predios urbanos
Meia sisa de escravos
Sello de berancas e legados
Novos e velhos direitos
Cinco mil rs. por escravos despscha-
dos
Emolumentos de passaportca de po-
lica
Imposto de 3 por cento
Multas
Jnros
15:1)36,103
4i6tOJ)li
1:103.940
12:859,100
1:434,330
356,319
251,145
405,')00
4,100
120,100
20,i40
,J-24
anuos do poder ; isto he, a abdicagSo desta
soberana ,ordez anuos.
Ello apresenta-seoomoo liomeni da re-
publica, desla repblica que lie o governo
37:133,43
Mesa do consuladoprovinclal,3l de dezembro
de 1851.-0 eacrivso da primeira aecjao,
Joao' Ignacio do Higo.
Muvuneuio do poriQ.
ffawioj entrailot ao da 2.
Rio de Janeiro 18 das, brlgue dinamarqus
Delphi.o-, de 180 toneladas, capilSo U U-
Brauin,equlpagein-4>, carga lastro; a ordem.
cngranJiiciineiito de um 11011100.
A perspectiva da Franca he terrivel; nflo
ha 110 pas nenhuma le, nem autordade
legitima lente constituida. Nenhum ho-j
dolgasdade ; o o mesmo" lempo p"rope o I mem, nem mesmo esse que acabou com *]cSS!^^u^uS^SS'iM''S,
estabellociineulo da um senado, isto he, assembla legislativa e cora o supremo tri-, je2,1 toneladas, capiio P. Robb, equipa-
uma assembla de duques, condes, bares, bunal de justica, pode julgar-so seguro. O, ge,n, casita prata; ao capillo. Veio refres-
o marquezes. Vindc, appressemu-nos, bu- poder ho agarrado e sea conservado pelo car e tomar gente, segu para Llverpoole
milduse grosseiros como somos, apjrciso- mais forte. Seo povo francez se lubnelter luudeou no Lameiro.
mo-nos, cui villude do nossa soberana a vergonliosamonte ao impostor que pagou Rio de Janeiro -29 das, brlgue nacional Ani-
inslallar outra vez uma aristocracia depois esta alroz partida, se proclamara tambem MQ,frlW'_^f!^LSSS^Sk!Slr^
de lanas b.talli.s dadas e do Unto s.nguo incapaz de l.benlade e de s3o juizo moral : ^^tfiB Ar.5j.fp--
derramado para acabar para sempro com ello sera degradado aos olhos do mundo por iMefro Kranellna da Silva Colare.,
esta aiislocracia .' Iloohomemda republi- sua subinissaoa um homem que tom imi- xerra Nova 26 dias, brlgue Ingles Rosalle,
que nos convida. lado a usurparlo do tio sem ter por si a de j2d toneladas, capitio Thamas White,
Elle blasona do reslituir-vos o suirragio circumstancia allenuante que elle leve ( O equlpagcm i4, carga bacalho a Me. Cal-
universa.1, porm coui a conJicao de quo n3o uaver govarno no paiz ), sem ter os ti- moni&C.
seja posto em pratica para sua vaotagom lulos quelinhao lio a aloiiracao eoonOan-
n J_ i.^-iM m 1 ^
sentar desdeja seusreqU'rimenlos devida-
menlodocumuntidos para poderin ser adt-
melidos. Secretaria da tliesouraria da i'a-
zenJa 30 de dezembro de 1851.
Oofilcial msior interino.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Inslrucces para os concursos para o pro-
onchimenlo das vagas'do thesouru o the-
souraiias, a que se refere o edital supra.
Art. 1. Para se preenchercm as vagas dos
logaros do pratic8nles no lliesouro nscio-
11.1I, ou thesourarias do l.i/eu i-, far-so-hSo
aiinuncios por edilaes publicados nos jor-
naoso con snlecipa(3o de 30 dias, do que
for designado para fazer-so o exame deque
traa oarl. 3, convidando os preten lentes
a apresentarem seus requermenlus instrui-
dos con eortidao ou justifica(3o por onde
provem, quecompletaram ISannos de ida-
de e as habelitacdes, que tiverem para laos
lugares.
Art. 2. Ninguem ser practicante som
mostrar por va de ovante, que tem boa le-
tra e saho ao menos os principios da gram-
mlica Ja lingua nacional, as quatro espe-
cies, eatheoiia do quebrados e fracefles
docimaos, devendo ner preferidos os que
snuherem os principios geraos ileeacripta-
raQ3o por partidas dubradas* O exame ser
feito no thesouro, perante o director geral
da i- iniih lidade, e por um dos contadores
quo o minist o dosignar, e nas thesoura-
rias [eranteo inspector c pelo contador, ou
um dos chefes de seccSo nomeado pelo pre-
sdeme da provincia.
Art. 3. As provas deste oxamo serao da-
dos por escriplo, assignadas pelos preten-
dientes e rubricadas no thesouro pelo ilirec-!
tergeral da rontabelidade; e uasthesou-:
ranas pelo inspector, os quaes as Iransoiit-
tiro ao ministro da fazenda com auas ni-
furmacojs acorca da iloiieidade dos protn-!
denles acompanhadas doi requerimentos o.
ducu nentos por elles aprsseutados atlin de'
serom nomeidos os que melhores habeli-
tacos tivorem.
Art. 4. Ilaveu lo vagas de 5 escriptura-
rios no thesouru ou de 4 nas tlies iur.ii i.s de
primeira ordem, proceder so-ha para o pro-
oncliiinoulodellas aocjncusso ntreos pra-
ticantcs, nos termos do ait. 45 do decreto
ll. 736 de 20 de novembro de I850.
Todos os practicantes, quo tiverem dous
annos de pralica no thesouro sSo obrigados
a apresentarom-se em concurso, o os quo
forern reprovados duas vozes ser.lo derait-
lilos.
Art. 5. O concurso versar sobre as roa-!
terias designadas no art. 45 do referido de-
creto o ser feito com tola a publicidad em
uma das salas do mesmo thesouro, ou the-
sourarias, sob a presidencis, naquell-i do
director geral, quo o ministro designar, e
nestas do respectivo inspector.
Art. 6. O ministro da fasenda na corte e
os presidentes nas provincias nomearam
tres xh mi ai llores, um deescripti o gram-
ola tica da lingua nacional, outro do anthme-
tica e o Ierren o dos principios e practica da
escnpturac3o por partidas dobradas, de-
ven 10 ne.1,1 parte mostrar-se o pralicanlo
conhecedor das"formulas seguidas no the-
souro e thesouraria.
Art 7. A'hora aprasada ser3o admiltidos
todos os pralicantr-s, que puderem ser exa-
ii.iu.iiius no mesmo da e tomaram assento
em mu 1 meza frouteira dos examinado-
res.
Art. 8. Comecar o examo pela escripia
dictandoo examinador em voz alta, eescro-
vendo o candidato algoma passagem de
qualqucr obra classica.
O que o candilado assiin escrever sera
mmediatamenle apreseotado ao presidente
e depois ao examinador, que poder fazer
as necessaras pe'guuUs sobre as diversas
partos Art. 9. Do mesmo modo e em acto suc-
cessivo ser feto o exame das outras ma-
tariaes, devendo o candidato n3o s0 resol-
ver por cscripto os problamas de arithme-
tica e da escripturagao, que lhe forom da-
dos pelo examinador, como responder vor-
balmente s perguntas, que osle lhe tizar,
tanto sobre a tbeoria das oparaces, "que ,
houver pralioado como sobro os principios!
geraes dellas.
Art. 10. O examo do cala materia durara
o tempo quo ao examinador parocer neces-
dos, ou mais deum iguil approvaclo, sera ta dias uteis msroados par. o raoebimento
escolnido o que por outras circunstancias da decm. dos predios urbanos deata cid*,
parocer-preferivel. d. do primeiro sitwstro de 1851 UJ52, i.
Do mesmo modo se proecdor so fr mais finalizan} m It do corrento mez d 1 j.nei-
de um o lugar, que houver da proencher-; ro, e todps os proprietsrios que deiiarem
se, esuperlor ao 11. dolles o de candidatos de pagar nesse prazo, incorren na mulu
igualmente habelitados. : de 3 por 0|0 sobre o valor de seus debito,.
Art. 14. Aosextmes feitos no thesouro | --Por ordem do Srdlreetor tuierino fsco
assistirumofflcialda secretarla de estado publico que na oenformid.de doart. 13do
dos negocios da fazend, que o ministro de-' regulment de 12 de mam do annn p.fjndo
signar para lavrar em hvro proprio urna abrir-se-h. a matricula das aula, do l.yco
cu dos queso flzerem em cada dia, aqual no da 15 docorrente, eser encerrada no
contera a inlegra' dos pareceres dados pelo ultimo desle meamo me;, i excepeflo da de
presidente e examinadores e sera aasignada Latm. Lyceu 2 de Janeiro de 1852.o
por eles. Nas thesourarias sorvlr um of- amanuense.Hermeiiegildo Msrcellinode Mi-
ficial da secretaria designado pelo inspec- raodo.
l0r, Pela subdelegada de S Joso do Recite,
Art. 15. os concursos para o preenchi- se aonuncia a apprehencdo de um prctod
ment das vagas do 4 escrjpturarios nas | uome Julio. do nacSo flag por andar fugi-
thesourarias 00 primeira otdem poder3o do, o qual declarou ser escravo de um Mo-
fazer-se no thesouro qnando assim con-j roira ua passagam da Msgdleoa, sepdo quo
venha. I"'r seguranca fr. recolhido a cu lea de,ti
Art. 16. SSo applicavels a todos os con-icidade, para seu legitimo Sr. provar o do-
cursos, que so llzerem para preeocher as 1 minio e posse delle, o ser-lhe enlio eutre-
vjgas, que existirom no Ihcsouro e thesou- guo. Sub lelogacia de S. Jos do It-cifo :i |
ranas at quesejam preenenidos os quadros de dezembro de 1851. O subdelegado.
l'rancUco [tapala de Munida.
ELEMENTOS ~
DB
Homaopathia.
Sahioa luz a segunda parte desla obra
' coroposla pelo professor homceopatha Cus-
set Rimom. Recebem-se assignaturas para
a obra inteira 6,000 rs., no cousullorio
homcoopatincoda ra das Cruzes 11. 28. De-
pois da publicarlo daterceira parta, o pro-
toser elevado a 8,000 rs. para aquelles
que nao tiverem asignado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda ludo quanlo lio
necessario para o esludo e a pralica da ho-
iiur i|iUlna, orno seja: livros impressos
pira historias de doenies, rgimen' apro-
priados para a provincia de Pernanibucu, e
encarroga-so de mandar fornecer qualqucr
encommenda de medicamentos )>......>,
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como cm tinturas.
No prelo : Valhogene$ia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elemenlos de anatoma e phiiioloijia com es-
lampas, para os curiosos em homoeopathia.
Roga-se aos senhores assignanleso ob-.
sequo de mandar recebar seus esempla-
res no consultorio bomceopalhico da ra
das Cruzes n. 28.
TRATA MENT OfllEO-
PAT1CO.
DAS MOLESTIAS VENREAS,
e conselhos aos doenies para se curareun
si mesmo, sem precis.rem de medico;
telo professor homosopatha
Gosset-timont.
Siiiiiii a luz e aeha-sc a venda no consul-
torio hornosopathico da roa das Cruzes 11,
28, pelo preco do 1,000 rs.______
Avisos martimos.
tlTAES.
pii
VOs
do
bem oque Isto sig.....
eleicOes devein sorfeitas por meio do ro- ter. A nac3o tem sido inteiramente ullra-
gislros collocados nas secretarias dos marei. jada e insultada por esle usurpador; o uni-
A grande monarchia Illusiva que foi s pra- co meio quo resta #qs francezes de escapar -
ticada subi a Franca uma vez era sua bis- S sua degradante escravidao ho a guerra ci- Devendo procoder-se a concurso pe-
toria dever sor renovada. Pcnaeltireis; vil. Terrivel projic.meeto! ranle a thesouraria da fazenda des a p,0-
precisame.itanuaiido se pretende restaurar^ Um pouco mala remota tal vez, porm vinciapara preenchi .nento .lasyagas, que
o vosso diroito, que elle vos sej. usurpado.'i ainda em assusladora visinhanca est a rtella existom. na rorma do decreio do 20
Alom disso para exercor o direito, do, contingencia do uma guerra estraogelra. do novemoro do f48, e aas instruccoes
suffragio deveis ser livres. Comeo elle | Luiz Napoleao apoia-se sobreo exorcito, aba^xo transcripUS. <
pois rostituiodo a liberdade impreosa ;
abra a porla aos meelings populares ; deixe
que cada um exprima o seu pensauento e
conhc{a qual o dos outros. l'ara que e-i ,s
Im 11 uieui / Para que cates cmliO '-.' Res-
taurar o suffra^io mu vio .-.i| com o estado de
siiio ho accresceutar o escarneo falsidade.
Um povo proclamado soberano, ha o manto
da e.-era vi ii.l.i lancado sobre vossos hombros
inesiiin i-imioo cliefe brbaro no tempo do
baixo imperio laucava a purpura sobre os
imperadores romanos collocando-os entro
.*
Navio. 'nk^'nomemodtt-XKiohtt. ,Vo7qV.do nao seja prorog.do pelo pro-
______-.l.^i .,.,,1, ,,.1 milli'.r Ikllll'lil
elle n3o tem nonhuns anlecedontos de la- manda fazer publico que os examos ler3o
lento e do gloria para o deslumhrar, logo lugar da data deste a 00 das; a quo por tau-
deve comprar osle apoio empregando, pre- loas possoas, que so julgarem nabelitadas,
nuando, lisongeanJo sua vaidade. N3o ha e quiserem concorrer deyerSo apresenty
um paiz na Europa quo vendo arder a casa seus requerimontos instruidos de cerliaoos
deseu visinho n.lo trema com molo do quo de i lade, de estado, de folha corrida o de
as chamas seeSt-nJam o venham atacara outros quaesquor documentos quo julguem
sua a bom deauss pretoncOes, dentro do refon-
A marcha o a guerra civil em Franca.con- do 'preso, podando entretanto aquelles dos
fusao c guerra geral na Europa ; a guerra concurrentes, que desajarem adquirir apra-
doscossacos e dos republicanos, predicU elle, do servico da JhMou'aria, o assim ... "^ ODlerJo lu.
pelo exilado de S. Helena, Ues saoascou- queiramservir nella gratuiUmete, .pre-jueniesa um uiesuio B
dente, que poder tambem indicir outras
qaesloes, que devao ser propostas, ou mes- |
1110 propu-las,
O candidato dever datar o assignar a es- :
cripta e operaces, que tiver pratcado.
Art. II. Kindos os exames ficarSo os exa-'
minadores sos, o passaram a conferir en-
tre si sobre a approvacSo, ou desapprova-
c8o de cada um dos candidatos devendo dsr
por escriplo o seu parecer sobre a capacida-
de de ead. um delles, visti das provas
escripias o oraes, com as razos em que
fundarem o juizo, quo formarem e as notas
de aprovacSo ou raprovaoio que dorem.
A formula das notas aera a segunte:
Bom por Untos volos.- soffrvel por tan-
to votos; nflo salislez por tantos volos.
Arl. 12. Este parecer ser apresentado
cornos mais papis do oximo ao ministro
da fazenda devendo o piesidenta do con-
curso iul'orpor tambero o seu parocer por
escriplo.
Art. 13. Concorrendo diversos preten-
de seus respectivos empregados, as dispo-
sices destas inslrucces nosarts. 1, 4,5,
6,7,8,9. 10,11, 12, 13, 14.
Ait. 17. Os exapies e concursos, do que
traan! os arls. 2e 4, serSo foitos nos das
marcados n> corte pelo ministro da fazenda,
o nas provincias pelos inspectores das the
sourarias. Rio de Janeiro em 18 de dezem
brode 1850.
Joaquim Jos lloJrigues Torres.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em comprimenlo da or-
dem do Exm. Sr. presid-mle da provincis
manda fazer publico, que nos dias 13, 14 e
15 de Janeiro prximo vinJouro, ir a pra-
ca para ser arrematado, perante o tribunal
.1 inii.'i.traiiv 1 'da mesma thesouraria, a
quem por menos fizer aobra dosconceitos
da cadola velba da cidado deGoianna, ava-
liaila em 636,486 rs,
A arrematarlo ser fiita na forma dos ar-
igos21 e 27 da lei provincial 0. 286, de 17
de maio do corrento anno.
As pessoas que se prnpozorema esta arre
mac3o, comparecam na sala dassessOesdo
mesmo tribunal, nos dias cima menciona-
dos polo .i uiu dia competentemente habi-
litados.
E para constar so mandou alxar o pre-
sent e publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernamhuco, 23 de dezembro de
1851. O secretario,
Antonio l'orreira da Annuncia^ao.
Clausulas especiaos da arre.'nataco.
1." ser.lo feitas todas as obra3 necessa-
ras, para quo esle edificio fique em bom es-
tado e nello poder residir o destacamento ,
conforme o orcamento approvado polo Exm.
Sr. presidento da provincia na importancia
de 636,486 rs.
2.a todas as obras sor* principiadas no
praso de um mez e concluidas no de 3 me
zes, contados de conformidjidc con osar*
tigos3I e 32 da lei provincial 11. 286.
3.a o pagamonto da importancii desla
obra ser feito em uma s prostac3o quando
ella ostiver concluida o em ostado do ser re-
cebida definitivamente.
4.a para ludo mais que n3oeslivcr deter-
minado nas presentes clausulas, seguir-se-
ha o disposto na referida lei provincial n.
286. Conformo. O secretario,
Antonio Ferroira da Ann'luciac.to.
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da"provincia de
23 do correte, mana fazer publico, que
nos dias 13, 14 e 15 dS'janoiro prximo vin-
douro, ira a praca para ser arrematado, pe-
rante o tribunal ailuunistralivo da mesma
thesouraria, a quem por menos fizer a obra
dos reparos da pome sobre o rio Una ua po-
vo 1 el. 1 de s mili Amaro Jaboatao, avaliada
em rs. 1:330, 230.
A arremti>c3o ser feita na forma dos
arts. 24 27 da lei provincial n. 286 de 17
do maio do corrento auno.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo, comparecam na sala das sesses
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio dia compelentomento ha-
bilitadas.
E para constar se mandou allixar o pr-
senlo o publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de red iiiiiiueo 30 de dezembro de
1851.O secretario,
Antonio Eerreira de Annunci.ic3o.
Clausulas esaeciaes da arremalac3o.
1." Osreparos da ponto sobre o rio Una
na povoacilo do Sanio Amaro JaboalSo, se-
ie.1 feilos pela forma, sob as condices, e
domlo in lira lo no in\-1 nenio approvado
pela directora em conselho, o apresentado
ao Exm. Sr. presidente da provincia pelo
proco do ris 1:330,230.
2 As obras priucipiarSo no praso de um
mez, o serS acabados no do cinco mezes,
ambos conCsdos da entrega do termo da ar-
romalecao.
3.' O pasamento da importancia desla
obra sera frito em uma s preslacSo quan-
do ella esliver concluida e em estado de ser
recebida difinilivamente.
4.a Para ludo o mais que n3o est deter-
minado nas presentes clausulas, soguir-se-
11 a o que dispa o rogulamento de 17 de
maio do 1851. Conforme.O socrelario,
Antonio Ferreira da Annunciacao,
0 Major Manoel Francisco do Souza LeSo,
j '11/ de paz presidente da junta qualilica-
dora da freguezia do Maranguape, em vir-
luJeda lei ele. etc.
Convoca, do conlormdade com o art. 25
da lei reguiamonlar das eleicOes, os eleto-
res e sopplcules desla paroebia, abaixo
ineo.-i.unidos.i'iirn n.i tere -um dominga(18)
de Janeiro prximo se reunirem na igreja
matriz, alim de procador-se a formacSo da
junta que lem de revera lista geral dos vo-
lantes.
Eleiloree.
Commandante superior Joaquim. Ca-
v le.uiii de Albuquerque, c.pitSu mor Joa-
quim Manoel Carneiro da Cunha, lenlo
Jos Lucio Teixeira Cavalcanli, Dr. Manuel
Joaquim Carneiro da Cunlia, J080 da Cruz
Fernandos Souza, Joaquim Pedro Brrelo
do Mullo Reg, Raymundo Jos Pereira Bel-
lo, Jos Joiquim Jorge, Jos Vello* de Gue-
vara.
Suppuntte.
Capitao Antonio Rufino de Arsujo Ca-
valcanli, Eduardo Daniel Cavalcanli Vellez
de Guevara, a lie Manuel Jos do Nascimen-
to,los Xavier Cavalcanli da Rocha Wander
ley, Antonio Seb.sliao do Mello Reg, Ale-
xa'n iiiini Ayres d. I'aixo, Francisco Rufino
do Araujo CavalCsnti, JoBo Bizarra de Mel-
lo, Manool Joaquim de Vasconcellos,n m.jor
Antonio de Souza Rolim. Os quaes deve-
1 ,"i" comparecer 110 da indicado pelas 9 ho-
ras da ni nilia [mpreterivelinente, licandu
sujeito a mulla conmnala no art. 127 ', 5,
n. 2 da citada lei os que doixirem do o
fazer som excusa legal. E para constar man-! de Janeiro.
dou fazero prsenle edital, que ser pu-J No ongenho Mallo rosso, comarcado
blic ido pola Imprenta, o afilado nos luga- Cabo preeisa-sa de um portugus I1'"1
res do costumo Eu Jo8u Baptista de Sou- j faitor de campo, que tenha pr.tca e conh6-
za, escriv3o o escrevi. Primeiro deslriclo cimento do tr.b.lho e seja de boa conduc-
da freguesia"de Maranguape 18 de desem- ti, gr.d.nlo sera bem recompensado,
bro do 1851. Manoel francisco de Houta \ oi)r. Caroliuo F. de Lima Santos, 0111-
Le'lo _____ ^^^^! dando se do aterro da Boa-Vista, tem flx-
a>*'as,"B^,.*"",,''",^a^a^**"l^,l^,^^j do sua residencia no primeiro andar da ca-
JjCclttl'UCilO. san. 21 sita na ra Nova. Como medico,
*- contina a ollrecer seu prestimo ao pu-
Annuncia-se pela segunda socc.lo da blico, esompre no sentido deseusannun-
nieza do consulado provincial, que os trin-1 cos.
Para o Rio de Janeiro segu
infalivelmente no dia 8 do curren
te o patacho brasileir*o Bella Anc-
la, recelie ainiin alguuia cai-o 1.
escravos a frete e passageiros para
o que tem excellentesoomtnodos
trata-se na ra da Cruz n, 4<>coiu
Manoel Alves Guerra Jnior, ou
com o capitao Manoel Jos de Sen-
na Martins, na praga do coininer-
cio.
Pata a Rabia.
S^guo com breviii-i le a bem conbecida
escuna nacional ALCAIDE quem o restan;.;
do seu carregamento quizor fazer, quei-
r3o dirlgir-se al o dia 7 do correlo : ua
ra da Cadcia .10 Recifo 11. 23, ou 56 A.
Para a Baha, deve sahir infalivolincn.
le at o dia 8 do correte o hiato Capricho o;
anda p le recebar alguma carga e psssa-
goiros, para o que lom bous arranjos : 1ra-
ta-se na praca do Corpo Santo u 2.
Para o Rio do Janeiro sabe con cviiti
h-evi imi' por ter parto do carregamento
engajado, o patacho nacional Margarida, ca-
pitao Florencio F. Marques : quem no mos-
quizer carregar, bir de passagem ou em-
barcar escravos, pira o quo te u comuiujo.
sufllcientes, pode cnten capitao ou com Luiz Jos de S Araujo, ua
ra da Cruz n. 33.
Para o Ar.caly ou Cear, hi.teS JoSo
quem no mesmo quizor carregar, diriji-sea
ra da Madrodo Dos n. 34, du ao mostr a
bordo.
-- Para o Aracaty, seguo em poucos dias,
o hiate brasileiro Capibaribe: quem no mes-
mo quizar carrear, ou ir da passagem, di-
rija-so a ra do Vigario n. 5, ou com o me -
t'o Antonio Jos Viauna, nu trapiche do al-
gOdSo
l'ara o Rio de Janeiro.
Segu com brovidaile a sumaca brasileira
S. Antonio,mullo nova e do superior marcha:
para carga, escravos a frete e passageiros,
trata-se com os consignatarios Machado
Pinheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
andar, ou com o cipiUo Jos de Campos Ma-
galhSes, na Praca.
P.ra o Porlo, sogue com toda a previ-
dado, a barca portugueza Espirito Santo.ca-
pitaii Jn.ni liarlosTeixeir. ; quem na mesma
quizar carregar.ou ir de passagem dirija-so
oescriptorio de Francisco Alves da Cunha
5t Compauhia, na ra do Vigario.
Vende-se. lancha denominada l'niao,
do porto do 19 tonellad.s, prompU do ne-
cessario para navegar, do boa conatruccSoe
melhoros madeiras : quem a pretender, po-
der, mandar examina-la no ancuradouro
do Forte do Mallo, e para ajuslar na ra ila
Cadeia 11. 39, com Ainorim lrm3os.
mmmmms_----------I
Avisos diversos.
Avisa-se a certo Sr.!.,. qu
na noute de domingo, 28 do pau-
sado, leve a esperteza de tirar tun
oculo de alcansc, da ra de Agoas
Verdes n. 8G, segundo andar, que
Iihj 1 de no praso de 3 dias o levar
ou ma id.-ir a mesma casa, e se o
nao llzer ver seu uonii por csteu-
so nesta folha, ese isto ainda o nao
determinar, terei de laucar mo
de outro meio mais efTicaz, pois he
o que os.......me rece.
O padre JoSo Jos da Costa Ribeiro,
substituto das eadeiras de gr.mmalic. la-
tina, abre a sua aula particular no da 15
Ksl


Precisa-se de urna negra para o servi-
(O de liara casa da pouoa familia oque aaiba
coiinhar: na ra Nova n. 10.
Na noite de domingo 28 do correte,
desencamiiihou-ae ura aalim ingle e urna
maDta de panno,destle a ponte de Uehoa al
ao mauguinho : quem o achou querendo
restituir, o p le levar na roa do Queimado,
ioj do miudezas n, 25, que ser recompen-
sado.
Pracisa-so o> alugar urna preta par
servico de casa : atraz da matriz de Santo
Antonio n. SO, casa da esquine.
-- Precisa-se alugar urna preta que saina
cosinhar bem o diario de urna casa: na ra
da Praia o. 31.
OSr. Joflo Virittimo, meslre de alfaiate
que morn na ra do Vigario,queira annun-
ciir sua morada ou dirijir-se a livraria n.
6 e 8 d praca da independencia.
Precisa-se alugar urna preta, quesaiba
vendar bem frutas : na ra do Quein.ado n.
15, se dir quem precias.
I). Cicilia Rusa da Costa, viuva do (1-
n i 'n Joiquim Jos Lourenco da Cosa, faz
publico que havondo fallecido no da 29 do
corrente o son procurador Joflo Anlonio
Soares de Abren, lem por consequencia ces-
sado os poderes da dita procurarlo; no-
meando a annunciante desde esta dada a
seu lilbo Joaqun) Jos Lmenlo da Costa
paro sou Instante procurador, com especia-
lidad para receber os alugueis de suas ca-
zas.
- Perdeu-soum losplendordo prata po-
queno, da ra das Tnndieiras ao paleo do
Carmo : quem o liver echado e quizer res-
liluir, dirija-se alraz da matriz da lloa-Vis-
11, na casa de D. Maris viuva de Joflo Can-
clo, quo rccompenssr com o valor do
iiiesmo.
-- Precisa se do urna preta escrava, ou
mesmo forra, para o servirlo do urna casa
companhia um criado de nome Bernardlno.
Francisco de Araujo.
O ahaiso assignado tendo prestado fl-
anea na forma da lei, para dividir lurteles
das loteras do Rio da Janeiro em cautelas ,
vem declarar ao publico que emvirmdoda
garanta dada se reaponsabelisa a pigarem
continento e sem descont algum logo
quo recober as listas, todos e qliaesquer
premios que porsorte sahir nss csutelas e
iiilheti's que vender com sua firma. As auas
cautelas e bilhetes serflo vendidos nn patoo
do Collegio, casa do livro azul e em inflo do
vendeilo>es, pelos seguintes preco* i
' Bilhetes 92,000
He i os 11,000
Quartos 5,500
Oitavos 3,800
Vigsimos 1,300
O abaixo assignado espera pelo vapor do
4 ou 5 do corrente, bilhetes da lotera que
i na i- prxima (lea a correr, e desse da em
dianteestSo expostas avena as suas cau-
telas, qualquer que seja a lotoria.
J. A. de Faria Barbozs.
llUBO.
Do segundo andar da casa da
ra do V gario n. 7 da residen-
cia do abaixo assignado, que se a-
chava fra da praca, com sua fa-
milia, foram roubadosda I. nli: de
31 de desembro' madrugad 1 de 1
de Janeiro corrente, o; seus livros
commerciaes, Itazao, Diario, Ca-
xa, Registro de lettras; copiado-
res de cartas contas correntes ,
de vendas e de facturas, tudo ea-
_ ______________-__________sea
n
-- Preclsa-ae de um fetor, para urna ole-
ra perto desta proca, que emenda perfeita-
mente dsquelle trafico, e que nilo seja mul-
to descansado nos seus deveres: quem se
echar nestascircumslanoas e afianzando a
aun conduta, dirija-se a ra dos Quarteisn.
18, que achara com que n tratar.
-- Na rus larga do llozario, n.28, por ci-
ma da luja de louca, no segundo andar, se
precisa urna ama que lenha bom leite, epa-
ga-sa bem.
D. Umbnlna Wanderley Peixolo, pro-
fessora d'auli particular da ra da Cadeia
de Sanio Antonio, no segundo andar do so-
brado n. 11, iivisi ao respoitavel publico
quo, no da 7 de Janeiro principiar de novo
os trabalhos de seu magisterio. Os Srs,
pas de familia que quizerem matricular
suas filnas, devoro fallar com a annunctan-
3
Canos de ferro, tornelras de ferro e da
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mflo, poranimaesou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydraulicus e de parafuso.
Forragena para navios, carroso obras pu-
blicas.
Columnas, verandas, grdese portos.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do mflo e arados de ferros
etc etc.
Alm do superoridado das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garanlejn a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezonhos remettidus
pelos senhores que se dignarem de fazero
ihesencommendas, aproveitandoa occasifle
para agradecerem aos seus numerosos ami-
to aules que preencha o numero de alum- gos o freguezes a preferencia com que teem
as que prolendo admitir. Aceita pendo-[sido por ellns honrados, e asseguram-lhes
nistas, meas pencionistas, o externas. A qUe nflo pouparfio esforcos e diligencia
annunciante acaba de dar a prova do apro- para continuaren) a merecer sua conlanca.
vi-1 lmenlo de suas alumnss, tendo apre-
sentado no da 20 de dezembro oito aliini-
le ponca familia, paga-se bem : na ra do'cripturado desde abtil de 1845
desembro de 18S1, bem comj al-
guna papis de pouca importan-
cia ; e assim muis roubiram ditas
meias doblas em ouro, cinco pata-
c5es, 38,000 rs. em sedulas, que
junto aos aiesmos livros estavam
sobre urna mesa de sala, naila mais
Hospicio n. 52.
I'recisa-se alugar um moleque paga-se
bom : na ra Moeda sobrado de um andar
11. 21.
Jos Fernandas Eira faz publico que
Herminio Jos da Cunha deixou de ser seu
seu caixeiro desde o da 29 do corrente.
Attenco.
(1 arrematante das aferifOes, faz rerlo aos
ilooos dos estabelrcimemos, que seacham
ufendos, e que por falta detmpo nflo se; tendo os ladres Ihe roubado, tal
pode entregar os bilhetes, que venham bus-I __ ___ j _
ea-iuso p.gnr na forma dcosiume. vez Por nao terem tempo de ar-
Aniouio Percira da Costa o Cima, com rombar as outras portas do inte
venda no aterro da Boa Vista n. 78, avisao1.: contentaniln-se romos oli-
respeitavel publico, ou a quera couvier, com! r,or conientamlo-se com os ou-
pariicularidadu a repartido do consulado'jectos referidos, que enconlraram
provincial, que do 1 de j.ne.ro em dian- j m5o j t 1
lo, i,flo vender mais em sua laverba agoar- ,' "
denle, ou espritus de pro lucilo brasileira licia tera#de gratme cao a quantia
como tambem o annunciante neste sentido Je aoo,000 rs., anual tambem se
jarequereu a 111 esma reparlicflo do consu-i .-7
lado provincial. tiara, a quem restituir os mesmos
o abaixo assignado faz vor ao respoita-i livros, e se promelte guardar in-
vel publico, quo atodsela de hoje nada| violaveUpor-pdo
deve.pois queja pagou aoSr. Joflo Manool viod vei egrxuo.
r rameisco Joo de Barros.
Cacemirodu Menezes, o a Joflo Figueira de
Menezes, a divida proveniente de urna
epotheca, e faz vor que de hora em ven-
to ninguem lie delle quantia de 5,000 rs
para'cima sem vale. O mesmo abaixo as-
signado pede a todos os seus devedores de
alugucis do casa o mas dividas, que quanto
antes venham pagar-lhe, do conmino usa-
ra .ios meios que a lei Ihe faculla. Francis-
co Xavier das Chagas Cieupira.
Para casas particulares,
vondom-se harrilitiiios com vinho de Cola-
res inuito superior de7em pipa no ces
d'Alfandega armazem de Das Ferreira.
C'atifica-se com 100,000 rs.,
a quem pegar u preto ciicnlo de nome Joflo
.M ri.-i 11 n, com os signaes seguintes: cor
fula, grossodo corpo, com urna brlide no
illmesquerdo, urna orelha turada, com eos
rtmcisco Joo
-- Dosej-so saber se est coletado o Sr.
Antonio Frade, morador no Monloiro.o qual
vende em sua casa toda a qualidade de mo-
Ihadosa retalho, assim como so lem pesos
e medidas afferid is. O Justiceiro.
Quem liver um oscravo cosinheiro, eo
queira alugar, dirija-se a ra do Trapicho
11. 28,.primeiro andar.
Precisa-se de um cosinheiro estrangei-
ro : no Minguinho, casa de Herculano Alves
da Silva.
-- Alga-se um segundo andarna ra do
Bangel : oa venia de^Domingos Ferreira
I.ima, na mesma ra
Jos Diiarte das Neves, embarc para o
Rio de Janeiro a sua escrava, parda, don-
me Mni 1
Precisa-se alugar om cscravo para
as que furam examinadas em presenta do
seus pas, sendo todas approvadas plena-
ineiil -,e cinco premiadas en virlude do art.
40 dos estatutos. A annunciante de novo
protesta continuar a empregar todos os es-
loicos para bom cultivar a iutelligencia de
suas alumnas: tratando-as com todas as
ailencoes de urbamda le e can lora, de que
,be sao credores penhores to ssgrados. A
annunciante, desprozando o amigo e br-
baro castigo de palmaloadas, obriga as me-
ninas pelo lado do amor proprio e do pudor
aspiraren) cerlas honras concedidas ao mo-
nto, e desta forma tom conseguido o pro-
gresso de suas alumnss.
Aluga-se do dia 15 do aneiro em dien-
te o amo ao Sr. Queirz Fooseca, no lugar
dos Remedios, com casa para, grande fami-
lia, quartos independentes para escravos
coxeira, estribara para cavallos, e um ex
cellento viveirodo peixe : a tratar no mes-
mo sitio, ou na ra da Cruz n. 24.
-Aluga-se o primeiro andar da osan.
24, da ra da Cruz : a tratar na mesmo
casa.
Attenco.
Un mogo quo estudou, e lem alguns pre-
paratorios ofTerece-se para ensinar primei-
ras le 1 .is.oin alsum lugar perto desta pra$a,
de cujo ensino lem pralica, o prometi no
nicMii'i tolozelloe proiuptidflo no desem-
penho do auasobrigafOes; quem procisar
poder annunciar sui morada para ser pro-
curado.
Precisa-so do urna ama que saibi cosi-
nhar c fazer as compras necessarias; para
urna casa de pouca familia : na ra Direita
n.53,
O Sr.Bernardo de Albtiqtier-
que FernandesGama, queira man-
dar pagara subscricao deste Diario.
Manuel de AlmeiJa Lopes, com casa
deconsignaeflo para comprar e vender es-
cravos, tanto para osla provincia, como pa-
ra fura dells, mudoj a sua residencia da
roa da Cadeia do Recito, n. 51, para a ra
da Cacimba, n. 11, aonde morn o finado
Exm. vigario, Barreto.onde continua, olTe-
recendo-se toda a seguranza precisa para os
mesmos e bom tralamento.
-- Precisa-se alugar urna prela escrava,
para servico de muito pouca familia : na
Ponto Velha n. 14.
Caligrafa
Na Ra do ragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer pape"
GCEQ
DARORA
C. Starr cv Companbia,
Rospeiiosamente annunciam que rio seu ex-
tenco estabelecimenlo em Santo Amaro,
continua a fabricar, com a rnalor perfeicSo
e prompti 13o, toda qualidade de machinis-
1110 para o uso da agricultura, navegado e
minuractura, e quo para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico
em geral, lem aberlo em um dos grandes
arraazens do Sr. Mesquila ni ra do Brum,
atnz do arsenal do marinha, um
Deposito de machinas,
construidas no dito seu eslabelerimento.
Alli acharilo os comeradorn um comple-
to sortimento do mondas de carina, com
todos os melhoramentos (alguns delles no-
vos e originaos) de que a experiencia de
muitos anuos lem mostrado necessidade.
Machinas do vapor do biixa o altaprcs-
sflo, tachas de toJo tamanho, tanto batidas,
como fundidas, carros d mflo, e dilos para
cnuduzr formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, fornos
de ferro bati lo para 111 inha, arados de fer-
rodamais aciprovada construc^flo, fundos
para alimbiques. crivos o portas para for-
nalhas, o urna inlinidade do obras de ferro,
quesera infailonhoenumerar.
Nt m-smo deposito existo urna pessoa in-
telligente o haliililada para recebor todas as
encommendos, etc. etc., que os annuncian-
tes, coiitiiido com scapacidado do suas of-
Rua Imperial n. 1 I s 1 12o, e deposito na na Nova 11, 33.
Itespeitosamonteavisam ao publico, e particularmente aos Sra. de engenhos e des-
tiladores, ote, que este estabelecimenlo so acha completamente montado, com as pro-
porches n e --sirias, para desempenhar quslquer machina, ou obra concernento ao mes-
mo. 0< mosmos cbamam a atteneflo para as seguintes obras, as quaos construidas om sua
fabrica eompetem com as fabricadas na Eafupa, na qualidade e mflu de obra, o por me-
nos oreen, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor francoz Uerosno, ai tno-
Ihores machinas, quo para este fim at hoje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimeoiOes.
TODOS OS COBRES necessarios para o fsbrico do assucar.
TAIXOS DE COBRE para refinado.
TAIXA.S DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE do piclo, de repudio, de roda o de pndula.
ESCRIVA.MNIIAS de laiflo dos molhores raodellos.
DITAS DITO galvauisadss.
SINOS de todos os tamaitos.
OS APRECIAVEIS fogOes de forro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CAIinoSdito do mflo.
POItTOES de ferro.
VARANDASdilo.'
CliADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
BAMIEIROS do zinco o de folha, para banlio de chnquo.
SALSA PARJILHA DEBRISTOL
SM PsETlTsArlE
A salsa parrilha deUristol data desde 1832, lem constantemente mentido sua repula-
linas e niacniiismo, e pericia do ses olli- pjn sem necessidadu do recorrer a pomposos annuncios" de quo as prepararles do me-
ciaes, se comprometlem a fazer execular, ',0' 0dem despf
spensar-se. Osucesso do Dr. Bristol tem provocado infinitas invejas, e
entre outras, as dos Srs. A. K D. Sands, de New-York, preparadores o proprietarios da
salsa parrilha condecida pelo nomo de Sauds.
Estessenhoressolicitrfloem 1812 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nflo
o pudessem obter, fabricarflo urna imitaeflo de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
em muito boa
turas no pescii(d d'alporcas, representa ter 0 servico ordinario de padaria, paga-se 12/- letra e por preco commodo.
JO a irnos, levou camisa o calca de al-] rs. por'mez e o sustento : na pra?a da santa
god.iosinho azul, fugio no dia 4 de de- Cruz, na padaria debauo do sobrado n. 1C6;
zombro p. passado, da padrria n. 40, da! adverto-se que nflo entra om servico ordi-
rua das 5 Ponas : aonde p le ser entregue, j nario, forno nem marcira.
rog.indo-se por isso a todas s auloidados
policiaes o capltfles de campo, de o pega-
rem e ahi o conduzirem, que serflo reli-
giosamente gratificados 00 n a sobro-dita
quantia a cima de 100,000 rs., tendo muito
om altencflo o elle ser muito ladino, e inti-
tular-se forro, e constar ao S'U Sr. ter elle
andado as guerrilhas dos revolioses como
tal, as bandus ue Sennhflem, e outras
partes.
31aravilha !
Ainda se vende o resumo da historia do
|>erdeu-se no dia primeiro do corrente
um alfiueite do peilo de senhora de diaman-
tes, sendo'o p re tirar e com encaixe para
servir de pulceia ; roga-se a pessoa que o
achou, ou a quem fr ollerecido, manda-lo
entregir no largo do Livramento n. 36, se-
gundo andar, que ser recompensado com
gonerosidade.
Aula de primeiras letras.
Manoel de Soura Cordeiro SimOes faz
scienle aos pais de seus alumnos que no dia
7 do correle Janeiro prhiciviflo os trabalhos
do
Brazil pelo deminulo preco de 1,000 rs.,' de sua aula paiticular dc^pnmeiras letras,
na ra travessa dos Exposlos, por detraz do
quartel d- Policia casa n. 16, 2." anlar; as-
sim como 1 muln-111 ao respeitavel publico,
que continua a admitir alumno* externos e
internos, pensionistas e meios pencionistas,
asseverando aos pais.de lamillas, qui Ihe
clicguem antes que se acabo : na ra
Crespo loja n. 16.
-- Quem e nenio nn iilni mergulhos de
pirroira na ra do Rosario da Boa-Vistan.
2, baja do os ir buscar, do contrario se
vender a quem primeiro apparecer.
Joflo Pires Soares, faz sciento ao res-1 confiarem a oducaQo de seus lilhos, queel-
pcilavel publico, que desde 24 do passado! les enconlrarflo um preceptor e amigo, que
deixou de ser socio d'Antonio Fernandas co|n o mesmo amor, cuidado e indulgencia
Duarto, na loja da ttnoeiro cita na ruada paternal dezeja e busca coai disvello seus
Madre-de-Di'OS armazem 11. 6, a qual girava adiantamentos, esmerando-se sobrrt tudo
debaixoda firma social de Duarte & Soares,' en> em preparerseus espiritos,- imprimin-
lirandoosucio Duarle obngaJo a liquida-j do-lhes sontimontos de san moral, civil e
Cflu do dita firma como nico responsavel, religiosa. As materias que consliluo o "n-
v em poder de quem se acham todos os li-j si do sua aula sflo : leitura e escripta -
viose papis perteucentes a mesma socio-i Contar nmeros inteiros, quebrados edori-
dade. raesDoutrina Christfl Explicacflo do
Os crodores da firma Pnnciano c Sal-! syslema melnco o monetario do imperio -
gado, queiram no prazo de 8 dias apresen- i Crammatica da lingua nacionale musir
tarsunsconlas.para serem mmediatamenle! voc*'-
pagos: na rasa de sua residencia, da ra "" Napoleflo Gabriel Bez embarca para o
estrella do Rosario o. 13. Rio de Janeiro seus escravos de uomesPio
Fernando Jos da Rocha Pinto mbar- cnoulo, Valentino pardo Mari a parda.
1.1 para o Rio da Janeiro, o seu escravo Ca-| -Antonio Jos Ribciro Basto embarca para
nulo. o Rio de Janeiro o seu escravo de nome
Oescrivo de paz da freguesia de S.| Francisco pardo.
Fre Pedro Coi.c-lves, tem establecido o! Na Padaria Nova do Manguinho precisa-
seu escriplorio 110 ptimeiro andar do sj- ^e um forneiro.
brado n. 62 da ra da Cruz, aonde deve sor No dia 31 de dozembro p. p. desappare-
procurado. ceu o escravo ei ionio denomo Severino,ida-
Aluga-se ums mulata, que ciigomma e de 20 annos pouco mais ou menos, cor fula
faz lodo o servir.1 de urna casa : na ra de estatura regular,denles limado o emperfei
Queimado n. m.
Precisa se de um feitor para otaria, q
quo lenha pralica dcste servigo : na ra di
Aurora u, 44.
Jos de Mello Costa Oliveira, previne a
lodos os devedores doLuiz Jos Forreir ,
que Ihe nflo puguem mais quantia alguma,
pois.que deixou do ser seu caixeiro, desde
31 de desembro de 1851, e roga ao mesmo
lempo aos ditos senhores,que venham quan-
to mes solver seus dbitos: na ra da Praia,
armazem n. 18.
Offerece-se um rapaz brasi-
Iciro para cobrar dividas dentro
da praca, tanto amigavclmente ,
como por ju-tica o qual tem as
babilitacSes necessarias : quem
precisar annuncie por esta folha ,
ou dirija-se a praca da Indepen-
dencia n. 3a,
Troca-se urna imagem da Conceico da
pedra, do um palmo palmo o meio : quem
tivere quizer trocar, dirija-se ao pateo do
Terco 11. 30.
-- Precisa-se de um moco brasileiro. ou
uslrangeiro, para caixeiro de urna padaria,
lami j experiencia de negocio, e prestan-
do fiador : a tratar na roa larga do Rozario,
padaria n. 48.
O abaixo assignado retira-se desta pro-
vincia, para a do Maraoliao, levando em sua
Quem quizer arroz de leite do forno
com ovos, ou si ni ellos, bolo inglez, dito
de mandioca, o do todas as qualidad-'S, ludo
feito no ullimogro do parfeicflo procure
no ra Novr sobrado n. 63.
Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minha) para vender, nos armazons de Dea-
ne lo .1 & Com anhia, no becco de Con-
exivos.
f% 8*a*af *
Pasiio alsrnoux, dentlst *
franceza vaTercce sen prest-
3 1110 ao publico para todos os V
ni i i.ies de sna protlssao :
* pode ser procurado a qual- w
qiicr hora cm sua casa, na (9
4t rua larga lo Rozario, n. 86, .
9 segiiiiilo andar* 9
tlotel no Alonteiro.
Domingo, 16 do passado, abrio-se este
estabelecimenlo com as seguinles pro-
porefles :
Bilhar o sorvete, aos domingos e dias san-
os a tarde.
Sala mobiliada e independente, para as
familias, que iodo a passeio quizerem dos-
cancar.
Quartos preparados para dormida.
Espacosa e bem arejada sala de jantar ,
com capacidade de servir n 40 pessoas.
Soiti para recreio e passeio.
Estribara o arranjos para cavallo. .
Comida mensal eavulso,preparam-sejan-
tares e prezuntos, aluga-se lougs, vidros ,
bandejas, etc. etc.
Tudo por preco muito rasoavel, e acon-
tentes.

to, sem barba algurra e com espinhas no
rosto, levou de camisa e calca de Ifla
escura com lista formando quatro. Roga-se
ai autoridades policiaes ecapilfles de campo
de deligenclar a ciptura do referido escravo
conduzi-lo a roa laarga do Rozario padaria
n. 18,que se gratificara com geoerosidade a
pessoa que o aprehender.
-- Quem tiver um moleque de 16 a 18 an-
nos o querendo alugar pun urna casa de
pouca familia .mu icio para ser procurado
ou fall na rua Nova n. 36,| loja de cuti-
leiro.
--Offerece-se um caixeiro portuguoz de
idade 16 a 17 anuos, cujo caixeiro tem algu-
ma pralica de loja de fazendas.e tambem para
escriplorio servir, o njnr Isso quem o pre-
tender dirija-se ao beco Largo loja de Pin-
tor.
Precisa-se alugar urna prela, para ca-
sa de pouca familia: na rua do Pilar em F-
ra de Portas n. IU.
Precisa-se de im amassador, para 'urna
padaria nos Apipucos : a tratar na rua Di-
reita n. 69.
Precisa-se alugar urna escrava, para
alguns servicos de caAa, anda mesmo nflo
sabendo coziuhsr o eagommar : na rua das
Cinco Ponas o. 8i.
Um moco quieseachadesoccupalo, de-
zeja lomar para fazer, alguma escriturado
atrazada, de aiguma casa de negocio, que
se acheatrazada na mesma o que prometi
fazer corri ooceio e promplidUo: na rua da ; por animaes, o prensas para a dita.
Cruzn. 43 e dir quem he. i Chapas de fogfloe frnos de farinha.
BOWMAN MC. CALLUM, engenh ei
ros machihstas e fundidores de ferro mu
respeitosamente snnunciam aos Senhores
proprietarios de engenhos, fazendeiros, mi-
neros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu estabelecimenlo
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo exerciclo, ese acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meara qualidade para a perfeita confeceflo
das minores pecas de machinismo.
Habilitados para empreliender quaesquer
obras da sua arle, Bowman c Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
altencflo publica para a sseguintes, por
erem dellas grande sortimento j prompta,
as quses construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangoiro. Unto em preco como em qua-
lidade da materias primas e mflo d'obra
asaber :
Machinas de vapor da melhorconsfruccao
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa.moinhos de vento eserraas
Manejos independemos para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilbOes, bronzes ecbumaceiras.
CavilhOes o parafusos de todos os tama-
itos.
Taixas,paros,cri vos e boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mflo ou
com a m 'iiii- presteza, perfeicfl 1, e exact
conformidado com os mol' los, ou dese-
nlies, e instrueces quo Ihe forem forne-
cidas.
A pessoa que quizer consultar ou tra-
tar-se do molestias agudas ouehronicas, pode Je"l8i27 e quo se cha em nosso poder:
dirigir-se rua larga do Rosario n. 30, aou- r. Dr. C. C. Bristol.
deesl rezdindo o Cirugiflo Bernardo Pe- Bfalo, ele.
reir do Carmo, que est promplo e exercer Nosso apreciavcl s^nhor.
sua faculdadoem qualquer hora. Para com f,q) todo o nono passado temos vendido quantidade3 coisideraveis do extracto do
as pessoas pobres se prestar grates, a pes- salsaparrilhade-vin. e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes quelles quo a tem usa-
soa que o queira consultar por escriplo de jnj j|ganios que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
qualquer uso a que pertenca, devera em ter- fazer um convenio comnosco eremos que nos resultarla muita vantngem, tanto a nos
mos claros e precisos declararas seguintes como vm. Temos muito prazer que Vm. nos resoonda sobre esto assumpto, e se Vm.
principaes circomstancias.--Primeiro sua ypr n osla cdade daqui a um moz, ou causa semelliantc, teamos muito prazer orno
(Assignados) A. R, D. Sands.
OOITCLUSAb-
idade, temperamento, constituidlo, dobil ou Vl,r ,,, nossa botica, rua do Fulton 11. 79.
valetudinaria,so vigorosa ou sadia, hbitos, |rlc-i0 s ordensdo Vm. seus seguros servidores,
oceupaeflo, accrescendo, so fr de sexo fe-
miiiioo, a declaracilo do estado de suas re-
gras, humero de lilhos que tiver tido, se Ibes
llera do mamar ; iucoinmodos mais nota-
veis nos seus partos; se grvida, de quin-
tos luezes. qual o padccimentooii mal que
mais a aflligia por semelhanle motivo. Se-1 |. a antiguidado da salsa panilha de Bristol, lio claramenlo provada, pois'queella
gundo o lugar de sua babitaeflo, so hmido, dala desde 1832, o que n De Sands s appaieceu em 1812, poca na qual este droguis-
seceo,areado ou ventoso, gujeilo a febres ou |8 nflo p lo nbler n agencia do Dr. Bristol.
outra inlennidade. Terceiro so na familia 2, \ superioridade da salsa pairillia de Bristol he incontestavol, poisquo nSoobs-
tem apparecido casos de molestias por des- tantea concurrencia da de Sands, e do uinu poreflodo oulras preparares, ella tem man-
po-.ic.lu hereditaria ou adquenda. Quarto tido a sua reputacao em quasi lola a America.
sedoenle desyphilis pela primeira, segn- As numerosas experiencias feilas com o uso da salsa parilha em todas as infermida-
da ou mais vezes, emquetompoo foi pela dos originadas pela impuroza do sangue.e o bom xito oblido nesta corlo pelo 1 Um. Sr.
primeira vez, o lempo ou intorvallo que me- Dr. Sigaud, presidente da academia impeiial de modicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
dlou no miiIi linelo de urna s outras, tonio Jos Peixolo 0111 sua clnica, e em sua afamadn casa desaude na Cambo,pelo lllm.
quaesos principaes symptomas que entilo Sr. Dr. Salurniuo de Oliveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
experimentara, remedios &. da que usu, nultom hoje de proclamar altamente as virtudes ellicazes da salsa parrilha de Bristol.
nfleitosde irritaeflo ou ncommodo do uso I Vendo-sn a 5,000 rs. ovidro; na botica de Sr. Jos Maria Concalves Ramos, rua
de mercurio, ou outio qualquer remedio, I dos Quarteis pegado ao Quartel de Policia.
de quo so tambre Iho fra subministrado, e
em que dose. Quinto so o mal do que pro-
cedentemente se trilla, fr precedido, acom-
panhadoou seguido de algum outro aeci-
vente ou enfermidade, quer de origein di-
-ersa, quer precedente da mesma syphilis.
Sexlo em lim, quaes os symptomas quer
ne eil'i livo padeeimentode mal venreo ou
outro qualquer desappareceram, modelica-
ram-so ou existem sem alteradlo apreciavel,
e quo aua meiios importa quo a declara-
c.mi do lempo da molestia, sua especie ou
quali la I-, e.curso al o memeulo da c.iusul-
ta,co;nplicacos sobro viudas o meios de
de uue so tem feito uso.
4 CONSULTORIO CENTRAL H0MO3 0P1THIC0 ^)
v. w: i'iniMMii ..-. Sr
0 Dcrigiao pelo r. Sabino Olegario l.ud- cj
m Jiro /'iAo. #
t Rua do Trapiche Novo n. 15
^ Tollosos diasuteissedarflo consultas #
_ o remedios de grac< aos pobres,desde S
pela manhfl, at as duas horas da lar- 9
i.- de. As correspondencias e imforma- (
a>Ji cea poderflo ser dirigidas verbal- *-.
.i ment, ou por escriplo, devendo o ti
^ doenle indicar primeiro: o nome, a 10
^ idade, estado, prolissflo, e constitui-
1 co ; leguudo : as tnoleslias, que tem
,. tido, e os remedios lomados; lercei- t)
lj roa poca do apperecimenlo Ja mo- 9
o leslia actual, e de.-ci ipefl.i minuciosa, %
i, dos signaos ou symptomas que sofTrer fe
1'ULHlMlAS l'AR \ l85a. I Vondo-seurna prela da costa cosinhei-
_ ii.. 1 1 1 ;ra, lavadoira de sabflo, e faz renda, sabd fa-
Vendem-se folhinhas ile porta |zer pg0.da-l, e bolinhos, de varias quali-
de paaVe, e de alcibeira de tres dif- i dades, vende-se por motivos, o que se pJo
r a-1 a ___.j.____j.i I declarar ao cjmprador : na rua da Florea-
ferentes quaIidades,sendo urna del- ,na n 3_ a qu,uar )lora do dj,(
las com o almanak da cidude e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
-1- Vende se cera para limas de
cheiro, a 1,000 a libra: na ru dp
Hangel, sobrado n. 5a.
.. Vende-se urna linda moleca crioula de
ti annos de idade : na rua di Praia n. 13,
primeiro andar.
Vendem-so 6oscravoJ, sendo 1 mulata
de idade de 26 annos, que sabe cosinhar, la-
var, e perfeita engommadeira;faz doces,re-
fina assuca e cozo alguma cousa ; outra que
tambem abe o mesmo e he mais robusta de
28a 30 annos de idade; outra propria para
o servico de cimpo; 1 mulatinho de 12 an-
nos de idido proprio para pagem; I cabra do
bonita figura e muito hbil para todoservi-
Co; 1 negro muito passanle proprio para an-
chada. Quem os pretender dirija-se a rua do
Queimado n. 14, que achara seu dono que
os trouxe do sertao para vender.
Gomma de engommar,
Vendem-se saccas grandes com gomma
Vende-se urna preta sem defeilos ou
achaques, quecosinba, cose, lava eengom-
ma: na rua do collegio n. 6; e saccas de ar-
roz pilado na mesna casa a cima.
Vende-so urna mulata de bonita figura:
na rua da Cruz n. 43.
Vende-se urna duzia de cadeiras, 1 so-
f, 1 par de bancas, 1 meza de meio de sala,
tudo de jacarani em bom estado, e lam-
bem se vende qualquer pessa separada ; tu-
do por preco commodo : na ruado Rangel
n. 36, primeiro andar.
AC1DABEDEPARI.S.
Rita do Collegio n. 4.
Novo sortimento de crapVos de sol, para
senhora, asaber :-chapeos do
liOinpras.
-- Compram-se escravos e jendem-sede
commissflo, para dentro e fora da provin-
cia : na rua da Cacimba, sobrado n. 11, on-
de morou o Sr. vigario do Itecife.
-- Compram-se escravos e escravasjjpara
urna encommenda, nflo se duvidar pga-
los bom, em sen lo bonitas pecas: na rua
da Cruz 11. 40, primeiro andar.
--Compra-se um braco de bataneas gran-
de e conxas com pesos ou sem ellos : quem
tiver annuncie.ou dirija-se a rua do Quei-
mado loja n. 3.
Compra-se urna mobilia do Jacaranda
com pouco uso, moderna e que tenbo con-
sollos ;
Na rua da Cadeia do llecife n. 37, se-
gundo andar, compra-se urna crooula, ou
iiinl.il 1, de 18 anuos, mas que seja de boa
conduta o eutenda de costura o engom-
inado.
-- Compra-se o Diario n. 63, de 1851 : na
livraria a. 6 e 8. da praca da Independen-
cia.____
Vendas.
Ven le-se peras e marmelada em Utas
chegadas ltimamente pelo brigue Doa-Via-
gem : quem prelenJor dirija-so ao arma-
zem o- 4 da rua da Cruz.
ruon'u Par" DSmm" FU' d QU8' soZTseV, ar
-- Vende-se manteiga ingleza a 500 rs. a
libra, franceaa560rs., firinha do tapioca
a 800 rs. a libra no paleo do Carmo, prin-
cipio da rua de llortas, casa terrea.
-- No alano da Boa-Vista, lo|a n. 18, da-
fronle do tribunal do commercio, vendem-
se caixas com 20 libras de linhas de nve-
los de n. 20 al 100 pelo diminuto preco do
1,000 rs. cada urna libra, cortes de cam-
braias de ptimos goslos a 1,920 rs-, mada-
poles muito linos e largos a 4,000 rs., e
ainda restam algumas pecas dos nscados He
100 rs. o covado, ptima fazenda par roa-
pal de escravos e mesmo para fazer colxes
por ter algumas pecas de lislras largas.
Vende-'se urna armacfl') de loja de cal-
cado com pequeos fundoa por barato pre-
co : quem preteuder diiiji-se a rua Direita
n. 33, que se far todo negocio.
-- Vonde-se urna prela creoula, boa co-
sinheira e eogommadeirs, doceira e oostu-
roira, tem todas estas habilidades com
perfeicflo.: no Caes do Ramos, armazem
**' Vende-se para fra da provincia um
moleque alfaiate de bonita figura, multo
moco, e bastante intelligente : a tratar na
rua do Collegio n 21 primeiro andar.
Vende-se milito muito novo a 2,560 o
alqueire : no trapiche lo Cunha no finida
rua da Moeda, ou na rua do Crespo loja
n. 23.
para cima; ditos dilos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos do panno tino, de ar-
macAo de baleia o de ferro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos de armagflo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., todos limpos : grande sor-
timento de sedas e pannos, em pecas para
cubrir os mesmos, baleas para vestidos e
espartllhos de senhoras. Concertam-sa to-
das as qualidades de chapeos de sol, tudo
com perfeicflo o por menos preco do que em
outra qualquer parte.
Sobrado em Goianna.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avallado em
3:000/000, em o qual tem parte
rsula Alaria das Yirgens e sua
irnia Joaquina Alves de i'aiva aa
importancia de 107,47 i rs- Q.uein
pretender dirija se a caza de Ral-
luna nn 1 raos, rua da Cruz;
a. 10.
Espellio de purede
com ricas moldurus : van icm-so no arma-
zem do Klkmann li mflos, rua da Cruz n. lo



Antigo depsito de cal ,
virgem.
Na ra db Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Tal xa para engenho.
Na fandiclio de ferro da roa do Brum,
acaba-se de recoher utn completo sortimon-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea,- as
quaoa acham-se a venda por proco com-
modo, o com promptidflo embarcam-sc.ou
carregam-so em carros sem despezaa ao
comprador.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra, e tam-
hem de om s tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escrito-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
POTASSA DA RUSS1A.
No armaiem de Jos Teixeira
Basto, na rus do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da Hussia, chegada recen-
temente.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade: vende-se no arma-
em Kalkmann IrmSos Ra da Cruz, n. 10 v
OOOOOOO^OOOOOO^g ao po t. alfandega.
Na ra do Queimado, loja_
de ferragens n. 37 A junto ao
becco da Cohgregacao, vendem-
se bilhetes e meios ditos da lote-
ra do Rio de Janeiro, cojos precos
sSo os mais baratos que se tem vis-
to ; elles que s5o afortunados.
Bilhetes aa,ooo
Meios bilhetes 11,000
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para um 011
dous cavallos: na oacheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista,
Moendua superiores.
Na fundico de C. Starr & Companh a,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas do ferro, de um modelo e
conslruccSo muito superior
lamilla Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amonio n. 35.
Vnde-se em casa de A-
damsoa llowic ck Companhia, na
ra do Trapiche n. 4* panno de
_____ 4,-' .
Lotera do Rio de Janeiro. Cartas finas pwa voltarele. j
Aoa aorooo.ooo o 10:000,000 de rs. Vendm-se carta franCM, muito tinas,
,. i. c 1 1 proprias para voltarete, palo di minuto pre-
() Ci.utell8ta SalUStiano (le flqui co je 6l,n IS. 0 barIho : na roa do Oueima-
no Ferreira, avisa ao respeitavel do, lojt de miudezas, junto a loja-do cera
publico, que no dia 3 a 4 deste
mez, deve chegar do Sul o vapor
^.flSDO*%
D. 33.
Tintas para desenho.
Vendem-se caixinhas com tinta para do-
da companhia brasiletra, conduc- senhopelodifjltnuto preco do 240 rs.: a!
tor da.s listas .la 15. lo-eria das ma- ZnVnl'A0' '0J* "e D1U'"M1 j""l I
algodao para saceos deassucar
muito superior e barato.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnaulia imitando
espermacete : na loja de ssleiro da ra da
Cadeia do Recife n. 36.
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do rtio Crande do Sul, e a preco
commodo, 110 armazem, do Das Ferrein
trizes da provincia, que correu no
dia a3 de desembro do anno pas-
cado, c paga mmediatamente lo-
go que receber as listas, sem des-
cont alinim, lados e quaesquer
III uunclllfB ui:ic.i pala [ii(i;ni. n tvu 13. ( 1
premios que sahircm nos lullietes, notas finas de dous vidros.com mola a i,o
meios, quartos oitavos e vicesi- rs.; ditas de um vidro a 400 rs. ; linissim
mos,
n.aa.
Boin e barato.
Vende-se hmii papel almaco a 2 500 rs. a
resma; dilos de peso a t,800rg. ; finissimas
pennas iloaco a 2(0 rs. a duzia ; cartein-
ntjas rom chave*, fazenda muito superior,
ptimas para gu'rdnr dinhoiro 1,800 rs. ;
frrenles de ac para relogios a 400 rs. ; 0-
,000
os
oculos do armacto do ac a 1,000 rs. five-
vendidos na praca da Indc-
Xarope do Bosque.
liuhis douradas, para calcas ocolletes a 200 0 unic0 dep09to contina a ser na botica
pendencia n. 10 C ID, loja deca- rs.; ditas deacoa40rs.: na ruado uei-|de|l)se Mara Goncalves llamos, na ra dos
ado do Arantes, e ua ra da Ca- ""'. M de miudezas, junto a loja do cera Quarlejsn. 12> B0 p doqimte, do po|icfa.
y, o ., ir l '.lo aonde se vendem a dinheiro vista, as gr-
uea o.Kecile n. ql>, loja ue mu- para quem passa a lesta. rafas a 5,5nors. e meias a 3,ooo rs deian-
dezas. Anda ha por vender um Linda lanternas de papol decores, mulo! do de serem agentes nesta provincia os Srg.
r.sto de bilhetes e cautelas; a elles Propriaspara passeios nos sitios, pelo prego Nov.es* Companhia : sendo falso o que se
que eatao se acabando.
Bilhetes 25,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimos i,3oo
de 200 rs. cada urna: na ra do Queimado,,
loja de miudezas junto a de cera n. 33
Camisas de meia.
Vendem-so camisas d? meia, fazen la mui-'
O Vende-se um grande sitio no lu- O
O gardo Manguinho, que lica defronte 3>
dos sillos dosSrs. Carneiros.com q
O grande casa de vivenda, de quatro q
q agoas, grande scnzalla, cocheira, q
S estribara, baixa de capim quo sua- q
lenta 3 a 4 cavallos, grande cncim- g
% ba, com bomba e tanque coberlo
9 para banho bastantes arvoredos de
Ovciiiu o a unoii"a, B,u..- ^..-.... m
ba, com bomba e tanque coberlo JS
para banho bastantes arvoredos de ,
9 fructo : na ra do Collegion. 16,se- g
G gundo andar. .-...
Moinhos om bombas de repucho para regar borlas
DEVEBES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vendo-se esle compendio aprovaJo para
as aulas, em meia encadernagSo, a 500 rs.,
cada um: na livraria n. 0 c8, da praca da
Independencia.
-- Vendc-se champagne Ja marca amiga
e bem conhecida, Comet, em cusa de Deauo
Vule& UompiBDIl : na ra da Cadeia.
Vende-se, traspassa-se, ou
faz-se qualquer outra transaccao ,
com a loja, que l'oi do fallecido Jo-
d baixasdocapim':vendom-sena fundicSo s lnto Ja Eonscca e Silva, anti-
de llowman & Me. Callum, na ra do Brum ^ ^ de cuerra Silva Isl Comp -
Deposito de cal e ptassaJ^ie, na ra Nova n. II,
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
sim como potassa chegada ultima- Aossenhorcs de engenho c
mente, a precos muito rasoaveis..
Deposito de cal virgem.
Cunha & Airorlm, vendem barriscom cal
om pedra, chegada ltimamente de Liiboa,
-IN"*V^mMMm* com moihor'sal, venderse por 6,000 rs. a
que em outra qualquer parte: na ra da ca- ^^
doia do llecifo 11. 50. _' Vcndc-sa chapeos do palha americana
AIjENLIA rrfbi supciiores, crelogios americanos para
da fundicao Low-Moor. cima de meza, bons reguladores : na ra do
IlUA DA SENZALUA KOVA M. 42. Trapiche n. 8.
Neste estabeleeimenlo conli- Vendem-se por p.cco com-
na'ahaverum completo sorti- m,wmm*um de Francisco Dm
ment de moendas o meias moen- FerreM, e Antonio Annes
A bordo do patacho nacional Euttrpe,
h superior l.rinha deS. Calharina, draga-
da ltimamente : trats-se a bordo do raos-
mo patacho Aindiado defionledo trapiche
do algodo, ou na ra do Apollo armazem
n. 15, e na ra da Cruz n. 33, armazem de
Sa Araujo.
Lotera do llio de Janeiro os
20:000,000ra.> para esperimen-
lar a boa sorte do novo anno na
casa feliz
los quatro cantos da ra do Queimado n.
a allar
comJ. Keller rA Companhia, ca
ruada Crnz n 55.
Vendem-so amarras do ferro: na ra
da Senzalla nova 11. 42.
casas
particulares.
No armn/enfdo Sr. Antonio Annes no caes
dailfandega, vendo-se bacalhoo do Norue-
ga en tinas o mclhor quo tem vinloaeslo
lercado superior Inglcz por sor cora-'"
das para engenho, macliinas de cae
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Ka ra de Apollo -n. ti, armazem de Me. Cal-
man!* Companhia, acha-sc consunlemcnlc
boas ortimenlos de taixa de ferro coado c
balido, laulo rasa como fundas, moendas in-
da Alfinlcga
Antonio Annes no
os seguinlcs
genero.s: familia de mandioca mni
to fina em saccas; fumo, cm folha
para charutos; cal virgem de Lis-
boa, viuda pelo brigue Novo Ven-
cedor ; tnacella do Porto muito
nova: a tratar nos meamos arnia-
zens, ou com Novaes rk Compa
Ciras lodas de ferro para ammac, agoa, ele, .,.,. ,|n 'l'r.in che n. 34.
dilasnara armar em madeira de lodos os la- nhia,113 1118 110 liapiClie 11. J^.
inanhos e madcllos o mals moderno, machina Vende-se um jogo do gamao om labu-
horisontal para vapor, com forca de 't caval- |os jc u.;n im, um ornamento de damasco
los, coucos, pass.ideiras de ferro rsianhado encarnado o dois roquetes, duas capas e u-
para casa de pulgar, por menos preco que os
de oobre, escovens para narios, ferro inglcz
laulo r 111 barras como cm arcos folhas, c ludo
por baralo preco.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
. Keller & Companhia: na rus da Cruz nu-
mero 55.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-soostocompendio, approvado para
ma siniarra : na ra da Cadeia do Rocifo.
n. 49.
Vende-se no deposito da trsvessa da ra
do Itczario n 2, quem vem da ra do Quei-
mado bolaia do milho pelo diminuto preco
de 1,920 a arroba olhem que ho pechincha
csta-se acabando.
. Vende-se, por preco commo-
do arinhi de mandioc muito
supeiior, a bordo do patacho Ale-
mositioouaoC'Criplo'iida alosma viura,
na iua da Croz casa n. 45.
: ,, v'..v J .-vv v 'Vy 2
* Deposito de tecidosda I abr- ^
* ca de Todowt Santos,
na .Baha. <
Vende -se em casa de Domingos Al-
SALSA PMILII1
DE
vende em nutras boticas.
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
S. PAULO.
Conitipafio
ICuabaixoassignailo.moradornocuralodo
to super.or, pelo heralissimo preco de ,200 !Sr.Bm Jesusdo Aruj..termo d. villa deMogi
ra. na i-ua do Queimado, loja de miudezas das c,,Jze (cnJo etadn enfarmo por eso,B.
junto a loja de cera n. 33. co de 4ennos ma9 ou meno5i cm dores
tara crianfas. (por todo ocorpo, edemaneira tal que che-
Vendem-se louquinhas de soda preta, pe-'gava a cahir por torra e com immensos vo-
l baratissimo preco de 320rs.; maracaes de mitos ; e tondo consultado a varios cirur-
metal, que locam de varias maneiras, pelo giOcs, estes desenganavam-me que no era
baratissimo prego de 200 e 100 rs. na ra possivel curar-me de tal enfermidad-, que
do Queimado, loja demiu leill junto a loja 'anSo conheciam, haven lo gasto bastante
do cera n. 33. dinheiro com imitis medicamentos. Afl-
Japachos buratos. nal pasando por ultimo neste Curato um
,, ,,. _..___ amigo meu, me disse que oxperimentasse o
Ven'!ei.-se capachos gran !cs emloil- Xaropedoliosque que f.vi. em S Paulo, o
per.ores pelo harafiss mo preco de "0 n. : fi mandando batear urna gaira-
naru.doQue.malo loj, do.iuiude/asjun-^ |(f ifl C()mccei a tomar ,,
to aloja de cera n. 33. melhorje acabando a garrafa do tal wrope,
Aos SCnhores cavalleirOS. ;fiquei perfeitamente bom. Portanto fajo
Ven lem-so chicotes superiores, polo liara.! esta doclareclo para bem do publico.
20,\endom-7oosViu"ito afortuna los bilhe- tissimo preco de 5C0 rs ; luvas do lio da Es-, Antonio Joaquim do Morae.
les meios auartos oitivoi, vigsimos, da cocia, do varias cores, fazenda muito supe-, Curato de Aruja, 10 de maiode 1850.
15''loterii'das miil'rizos da provincia cuja or a 300 rs. I na ra do Queimado. loja do Reeonheco ser a verdadeira Inma de An-
lista chega at o da 4, a ellos quo eslSo no miudezas, junto a loja de cera n. 33. tonioJoaquim de Mones. Curato do Aruja ,
resto. Cravatas de mol. |10domaio de 1850. Eou Manoel dabilva
i .::. a. i.i.i.f, 4 mArlni na t nnlo Hn 1____a. Draga, escrivSo interino do juiz do paz, que
-- No sitio da viuva Amorim, na ionio ae Vendem-se superiores grvate 1*0 moh, nn7,rJ,vl r ,H
Lcba, ha para vender un grroti tourino, I prcllg decores, pelo diminuto pr.code ,
doexcellontequalida-lc, pruprio para Ur.ir 2,000rs.: na 111.1 do Queimado, loja de miu-l
rae : quem o pretender dmJ;S0 "o^mes- dczjs jl)|lto ui u ccra 33 1
Flores francesas.
Vendem-se ramos de llores francozas mui-1
to suoeriorcs P"|o baratissiu^o : i'e.; lo 3-0
500, CO, 800, 1,000 rs. na ra do Quci iiado
loja e miudezas |untoa loja de cera n. 33. | As" numoro-as experiencias feitas com u
Par ipnlinraa us0 J* salsa parrilha em todas as enfermi-
aaiaac moras, dadas, originadas pela impureza do sanguo,
Vendem-se carteirinhas com agulhas de e 0 bom exilo oblj na cor|( ,,0,0|m.
ves Malheul, na ra da Cruz do lie- todas as qualidades a 300 rs.,caixinhas com gr |>f sjgau,, prosdento da academia im-
a> cifcn.52, primeiro andar, algodSo <\ 6 papeisde agulhos Trancezas a 240 rs. agu- ja| g meiicin, pc|0 |||uftrado Sr. Dr.
* transadodaquellafabrica,niuitopro-<| Ibas ciMof.aa *
S" prio para saceos o roupa ele cscra- ^
* vos, assim como lio nroprio para re- J finase grocas a 60 rs. a UdiBht, tezoun-
2 des de pescar o pavios para veilas, 43 nliasniuilo linas para costura a 240 rs., irn-
% por preco muito commodo. a \ *a >, f. -a i a ,\ a hafcaVAai peclnha, babado ab rt<> de inha a no, ISO,
AftM*M*A9*A**! J60 rs. vara> dil08 bor,|ads, aoo rs. a
l'icas estampas de Santos. [ vara, ligas de seda para senhora a 200 rs. o
N. S. da Peoha, Smta Luzia, S. lo0 Bap-' par, pentos abertos de balis paa coco, fa-
usta, S. Ambrozio, Santa Marta. S. Domm- zenda muito superior a 300 rs., caixinhas
gns, S.lnnocencio, Santa Tilla, image mila- de metal com grampas a 100 rs., que s a
gros, Santa Felici la lo, N. S. do Kozario caixinha val o dinheiro, tezounnhas ingle- | de ijqUj,i0i 0 asa|sa pRrrillia de Brisiol he
Santa Amelia. S. Marcos, Santa Victoria zas ts mais linas que podo haver para unlias ^granuda, puramoirlfe vegetal sem mercu-
Nanimenl do Menino lieos, S. II'drigues, a OJO o 800 rs ricos agulheiros de vi Iro a no, iodo, potassiu-n.
N S. lo Pilar, San a Filumiin, 8 Roque, 200 rs.. linissimas rucias bnmeas para Se- Vende-se a 5^000 rs. o viilro na botica do
S. Hilario, S. Lucas, N. S. do Rom Socorro, nliora a 500 rs o par, crep amarelo perfei- Sr os Mariil (oncalvos Ramos : ra dos
S.GuilliermJ, Sania Adelia.S Marti nho, N., tamenle bom a 400 rs. o covado, escovmhas Quartois pegada ao quarlel do oolicia.
S daSaudo, o Sagrado CoracSo de alaria ,. para denles a 120 rs. bicos finos laigus o, o.. s, ,, > 11 r\i?
S ChrislovSo, S. Antonio dePadua, Santa'cstreitos, lilis linas lavralas o minios bous anuan J ,
Clemrnlina. Assumiclo de N. Simhora, N. 'gostos hrinqiiedos para meninos, froco de S^INDS.
S. da l.apn, Santa Pucoliana, S. R -nlo, San-' toda* as cores a 160 rs. vara :n nutras mui- Esto escellente rornedio cura todas as en-
la Eulrazi, Santa Emilia, Santa Virgem e ; tas miudozas, quo se vendem por proco quo rermidaies as quaes alo originadas pe
Jess, S. Vctor, S. Lzaro Santas Chugas cauza admiraeflo : na ra do Queimado, na mpuresa do sangue ou do systema ; a Ba-
da Chiislo, S. Chrislina.S. Sebastiilo, S. I'e-' bom conheci la loja do miudezas junio a lo- B8r ofcrfulas, rheumatlstno, erupcOes
dro, N. S. daCloria, S. Paulo, S. Angelo,}ja de cera n. 33. 'cutneas, b ebullias na cara, almoroidas.
N.S. do Carino, S. Jouquhn, S. Cailns, Sa-, --Vcndom-se2 esc-avos fortes e robustos, doencas chronicas, brohulhas, bortoij,
grada Familia, Santa Juliana: estas eslam- proprio para todo o servico : na ra da Ca- tan las. encnac,Ocs, e dores nos ossos, e j->n-
pas sito cloridas o muito finas, e ven lem so 'deia do Recif.; 11. 49. as, ulcir, iloniifas vonorias, citica, enf ir-
pelo rnuilo diminuto prejo de 240 c 320 rs. Vendem se barrilinhos com docodccBl-
*
*.0r*- opapfl.carriteido Antonio Jos Peixto om sua clnica, ee
linhasde 200jardas a 60 rs., Iinhas de pezo 9u,af,mada casadesaude na Cmboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do oxercilo o por varios outros mdi-
cos, permiliem boje de proclamar altamente
as virtudes ctlieazes da
SALSA PARRJLHA
nE
Noti. Cada garrafa conlom duas libras
cada urna : na ra do Queimado, loja
miudezas, junto a loja do cera n. 33.
Bilhetes do Ro de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
, midades
preparado urna linda composicJo eonir,
doencas, que o seo fim he destruir o coran
humano. Esta eempnsicto he quimica
nova. Esla Salsa Parilha ho comhinada com
outroiengredienles que todos elles pertan
cem k classe vetetal," a todo com o poj.
de purillcaremo sangue. O donnteqU,u,
deata composicffo, pode contar que lev 0
mais efllcaz remedio, para a sua onretvn,.
dadeusa. O nico agente nota ci Vicenie Jos de Brito, na ra daC'aleiij,
Recife botica n. 61.
Livros em branco.
Vende-so em casa de Kalkmann IrmJos
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che'.
gados pelo iillimn navi'.'_______
Escravos fgidos.
Desappareceu do engenho morihqu.
nha no dia 26 do corrente.uoi escravo de
nome Feliciano, crioulo cornos signaesst-
guintes bastante alio reforcado docjrpoi
cara um pouco comprida e cosas sicatrizailas de chicolee o brar;u di.
reilo com sicatriz bastante grande, cujo et-
cravo foi comprado no anno pastado ao ir.
Peilrode Moraea Ca'noiro, norador na torre
roga-se perianto a todas as autoridades se-
vis apoliciaes eaoscapitSes da campo que
o faca prender e conduzirem ao mesmn en-
genho ou nesta praca em casa do oapiSo
Manoel Eleuterio do Reg Barros : na rui
das Agoi-Vordea o, 78, queserSo bem re-
compensados.
Desappareceu no dia 11 de
outubro pa.ss ido, um negro creou-
lo, de nome Ivo representa aj
anuos de idarie, he sapateiro, lera
os ps cambados, e um grande ca-
roro, ou lobinho ao p de urna d 1.
orelhas; foi do Brejo da Madre de
Dos, depois que fugio appareceu
no engenho Lirangeiras em S. An-
lo do lllm. Sr. Jos Cordeiro
Leite, e estando este Sr. para me
o remetter tornou a fugir de U
mesmo : roga-se, portanto, a to-
das as autoridades, capiles de
campo e mesmo a qualquer pessoa
que o penar de o levar ao Hospi-
cio, no sitio da Sra. Viuva Cunlii,
a entregar a Jos Joaquim da Sil-
va Maia, que er recompensado.
Desappareceu na tarde do dia 13 do pas-
sa lo um escravo por nome Joaquim tem ni
signaes seguinles : boa estatura, represenli
ter :i."i anuos de idade, falla desembaracadi,
ps grandes, tem lodosos denles da frente,
nariz chato, quando anda estala as juntas dos
joaUjo9, |evou camisa de algod3osinho bran-
co, caifa do dito azul, esle escravo foi do
malo: quem o pegar leve-o a typograpbia
imparcial a fallar com a viuva Roma que ta-
ra recompensado.
BOA GKATIF1GAGA0'.
Aiisentou-se na noite de 27 de
outubro passado o mulato Ce*
mentino, de 30 annos de idade ,
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeo
buco de barba e falla muito min-i,
quando anda parece que nao pisa
bem com os calcanhares, costutm
andar calcado c bem vestido, le-
vou tuna trocha de sua roupa, in-
clusive calca e jaqueta de panno
fino azul, e alm do mais algura
calcado, um par de borzeguins par-
dos, com botoes de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquelU occasiao a-
lugra, o qual tem os signaes .se-
guinles ; castanho, barrigudo,
dinas pretas, gordo e tem um U-
Iho em urna anca; he provavcl que
. ,,m-..m,. quo sitadlo polo grandi USO do
de'da, 'le todas as qualidndes por muilo coii- morcurio, hidrope.>ia, exposiosa urna vida
' modo preco : na venda da ra larga do Ro- extravagante. A>sim como, chronicas de-
zario, esquina do becco do PeiX) frito, ;Sordens da constiluicilo, serHo curadas por
[ n. 9. esta 13o til, o approvala medicina.
Franjas para cortinados.
Na loja da praca da Independen-- vendem soperas de franjas com 15 varas, itaqu- -
ran i vendem-se bilhetes intei- fazenda muito superior pelo biratissimo I pr seguidos pelos mais felices resultados queira : quem o pegar Icve-o a ra
7? "" ,0 ,..,nc -,.i I Preco do 3,000,3,500,4,000 rs : na ra do njssu.s operacd s ; porem, o seu principal d Cadeia do Itecife n.ai, quese-
ros, meios, quartos, Oitavos e VI-'Quimt |0ja d0 miudezas, junto a loja do objeclohedapiinlicarosangue.elimi.aro "? vjauc' ,'"I~.
queira passarpor forro, he boliei-
A admiiiislracSo doste helo romo lio, nos *____*____ 5_ 1 ... ,_.._ '
ataques mais estraordin.r.os tem silo sem- ro e escravo de LuiZ Antonio Sl-
a bordo dn patacho
as aulas de primeira's letras, a 480rs.: na _;- cliecado de Santa (alhariua, i 1 ."*"
nraca da Independencia, livraria n. 6 e 8. b p ae nes
Lasa de cmmisso de escrav.-s. oqual se acha fondeado ao pe do L0 jf_
Vendem-se escravos e recebem- caes do Lolleg.o: o tratar a bordo JFaULNiIa DB S.
de commissao, tanto para a pro- do mesmo, ou com Novaes & C om- A mc,|ior farn
boinem.
syslouia do qualquer influencia de mercu- ra recompensado.
r>i(\ TV! > l 1111 lili ./". ni'., i- ../i' lin 1 riiihi I' 1 ( .>liu .la
[ro. No seu modus oprrandi, ho directa- Estamlogidoa da fabrica de caldera-
vincia como para fra della, para pah.a, na ra do IVapiche n.34.
., V. Vende-so marmelsda mullo nova e
o que se ollerecc mullas garantas frear.8( v,ndo do Lisboa om latinhas de 2 li-
a seus donos : na ra da Cacimba bras, assim como doce em calda, de pesse-
.., ao, marmelllo, c ginja cm frascos de 6 li-
n. 11, primeiro andar. ^ ,udo De|o' ba6x prec de m rj, a .
Vendem-se relogios de OU- bra 1 na ru larga do Kozario n. 22, praca
ro e prata, patente inglcz : na ra ^pendencia 4, e ru. do Colleg.o lo-
gemimos, a beneficio da i5. lotera!cesa n. 33.
das matrizes, que corre no dia a31 Meias baratas para iiomem. I mente como um remedio alterativo, anda roda ra do Urumn. 28, os dous escravos
embro c espera-se a lista I Vendem-se meias cruas para homem a 160 que, indirectamente serve ao systema como seguinles : Felippe do narjao Mocamlujue,
rs., ditas pintadas o azuesa 160 rs., ditas um verdadoiro Inico: oenijas nos ossos representa ter 35 annos de idade, estatura
brancas a 160 rs., diltas brancas muito linas c no systema granlular; assim como as regular, cheio docorpo, o eostuma embrii-
a 240 e 280 is. : i.a ra do Queimado loj de Juntas, e ligamentos, silo monamente cu- gar-se pertencente ao casal de Jos Man
miudezas junto a loja de cera n. 33. radas pelo uso deste remedio, sem que o de Jess Muuiz,; e Alexandro de naci 5.
O Cdigo do processo. | doente faca reguardo algum,^_ quando usar Paulo, de idade 35 annos, alto, falla demo-
da Senzalla Nova n. 4a-
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
ja n. 3.
Sa bolas.
Na travessa da Madre de Dos, ermasem
n. 19 vendem-se muito boas sebolas a 320 o
canto,
modelos, assim como americanos _^ A ei|as antes que se acabem
com cambao de sicupira e bracos j,-a |0ja da ra do Crespo n. io,vendem-se
da ferro: na fundicao da ma do polo diminuto preco as seguintesfazondas,
lencos intonos de seda para pescoco a 2,200
ditosa 1,500, gravatinhas de sedo para ho-
mem a 800 rs seda furla-cors para vosti-
Brum us. 6, 8 e 10.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 co,
fundicao de Ierro.
Arados de ferro.
.Nafundico da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Familia de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ha no mercad, vende-so na
ra da Cruz do Rocife, armazem n.13, de
Joao Carlos Augusto da Silva.
!)rlo-iio Santos na lialiia.
Vendo-se, em casa deN. Uieber&C.,
na ra da Crnz n. 4, algodo transado da-
quellarabrica, muito proprio para saceos de
assacar o roupa de escravos, por preco com-
modo.
Vendem-se o alugtm-se bichas, che- t9
' gada ultiamentedallamburgo, por #
l>; preco commodo: na ra de S. Amaro (
t, 11. 28. Q
Vendem-se selins esitlides
inglezes, de couro de porco, da
primeira qualidade: cm casa de A-
danison llovvie 6i Companhia, na
ra do Trapiche n. /12.
do a 1,300 o covado, hrim do Imito niescla-
do a 320 rs. o covado, lencos de cambraia
de liaho para homem a 320 rs palito do
brim a 5,000 rs. cuzacas a 6,000 rs chitas
francezas a 240 rs. o covado, cortes do casi-
miras a 4,800, e 5,000 rs., chales do seda a
4,500, e 6,000 rs., pocas de madapolao com
20 varas a 9,000 rs., alpaca de linbo para
jaqueta e vestidos a 260 rs., o covado, cacas
francezas de cxcellenles padrOos a 800 rs. a
vara,meluzinas com lista na frenlo para ves-
tido a 700 rs. a vara, caca seda para vestido
a 700 rs. o covado, nscado largo azul para
roupa de prctos a 120 rs. o covado, nscado
pera jaqueta a 160 rs o covado, chapeos
brancos castores a 8,500, ditos prctos a 6,800
rs., e outras muitas fazenda por menos
reco do que em outra qualquer parte,
'rocam-se as imagens seguiutes :
Santo Antonio 4,000 rs., S. I.uiz rei da
Franca 4,000 rs S. Ilenedicto 3,000 rs S.
Manoal da Paciencia 3,000 rs., S. Krancisco
4,000 rs., S. Paulo 4,000 rs., Santa Barbara
3,000 rs., N. S. da Soledado 3,000 rs.,S. J080
Baptista 2 e 3,000 rg., Santa Apolonia 3,000:
na ra do Queimado, loja de miudezas jun-
to a de cera n. 33.
Microscopios para ver sedulas,
Vendem-se na ra do Queimado, loja de
miudezas junto a de cora n. 33, microsco-
pios para ver sedulas, pelo diminuto preco
de 1,500 rs.
-- Vende-se superior cal virgem do Lis-
boa vinda polo brigue Novo Venc-.idor no
passeio publico loja do fazoiidasn. 15,pre-
Co muilo commodo.
meiro vapor.
CAT11A1NA.
nha de mandioca
e mais recentemente chegada ao
mercado, vende-se por preco miis
commodo do que em outra qual-
quer parte, a bordo do brigue Al-
mirante fondeado confronte ao
caes do llamos : trata-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptorio
dos consignatarios Machado &c l'i-
nheiro, na ra do Vigario n. 19
Lindos aneis de cornalina verda-
deiro, a 1,000 rs.
* Na ra do Queimado n. 16, loja de miu-
dezas, vendem-se liados aneis de cornalina,
a 1,000 rs., tanto para homcm, como para
senhora.
Tinta em oleo
branca o verdo: vendse no armazem de
Kalkmann Irmlos, ra da Crnz n. 10,
Charutos de llavana
De superior qualidade : vendem-se no ar-
mazem de Kalkmann Irmiios, na ra da
Cruz n. 10.
Nirua Nova loja n. 8,
Vendo-se chapos de castor branco pelo
baratissimo proco de 7,500 dilos de castor
branco sem pello por 5,000 rs. bonetes d 1
palha da Italia para bou no por2,500,ricas
mantinlias do nobreza, proprias para seuho-
rase meninas a 4,000 lindos cipotinhos e
manteletes de grosdnapoles preto o furta-
cores chehados pelo ultimo navio, luvas de
pelica, c seda de todas as qualidades para
homens e senhoras, bellos lencos de selim
de cores para grvalas, lilas de cliamalole do
lodas as cores para sintas o chapeos, chapeos
francezes para homem ultima moda a 7,000,
e outras muitns fazendasque na mesma loja
se vendem por precos nunca vistos.
Finissimas navalhas.
Vendom-sc navalhas com cabos de mar-
lim, os mais superiores que se pode encon-
trar om navalhas, pelo ridiculo preco re
4,000 rs. o estojo com 2 navalhas: na ra
duUueimado, loja de miudozas junto a de
cora n. 33.
Cadciras.
Vondom-secadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na ra da
Cruz n. 10.
Sabia a luz a importante obra intitulada ',esle r-nedio. A opper.cSo desto remedio rada ; que foi do Meliquer, fonen
-Observac'ssobrnvariosarligosdocodi-con8ist go do procasso criminal, e da le de 3 de de- ,n*a e om breve temP doento Buhar Eduardo Bolli : ambos fugiram sem outro
zembru de 1811 pelo lr. Manoel Mandes da
su 1 saude.
motivo mais do que vadiacJo o sahiram.o
interpondo* a sua opiniSo, as dundas quo
so podom agitar sobre a intelligencia prati-
ca de minios artigos,asnumesosas animo
Cunha Azevedo. Nest obra indica o Autor, A Sals Par''ha lem 8a"1' -,0 P01- mni-s primeiro desde 25 do corrento, e o segundo
i.!...^..., .... nniniBn ae ,i,,v.H. n..o al>no una alta rofulacSo, de tor curado desde 26 ; roga-se a quem os pegar de os
doencas mui dilllcullosas, que nenhum ou- levar na dita fabrica que ser recompen-
tro artigo de valor em materia medica tem sado.
mias 'o'eTesuium' dc"cerra'rTspsicOB curado. He de saber que a Salsa Parilha he Desaparecern) na noita do 28 do cor-
comparadasentre8i,ocomoutrasdaleide3.lm,o mals valerosas remoli que os rente mea de dozembro 7 escravos, todos da
de dozombro de 1841,-os erfeilos ordiiia-[uoctorcs "sn, em toda a parte do mundo ; costa, dos ongenhos S. JoSo, eBim Jess
rio de alguns arligos desta lci e do regu- c,,,m vistas de ganharen a cura pelo uso de do Csbo, pertencontes ao Dr. Manoel Car-
lmento respectivo em damno da justiga e "' "medio vegetal. I'orcm, deve-so de neiro Lins d'Abuquerque com os nomos, t
da humanilade,-a necessiJade de alguns notar, que nem lodas as cssoas sabem pre- signaes f"
esclarecimentos, cdeclaracOes interpretati-
vas, quo incumbe ao legislidor brsiloiro,
para dar a nossa lo i.slac"io repressiva um
systema de uniformidado com o direito pu-
pre- signaes seguinles : Raymunlo, I>.iix >, ps
parar oslo remedio, assim como oseo- apalhetados, abrlndo-os muito quando n-
Iherem a melhor parte que se'deve usar cm da, parecendo quasi um deleito, Cuyo, al-
tal |iro i.o-i.i;."io. Um celebre Med co escrip- tura regular, com signaes de sarnas as per-
tor, que residi por muitos annos no lugar na, Cesar, bem prcU, alto, com signaes do
bicod c^o eTpTn; .inda Val compTe- '-dcliaa mclhor produjo da Salsa Pa- bixo nos ps, stes grossos e feius, ua.
hendido di ossos inst.tuicOna juJicia-'r,lla <"*<: Seis ou o.lo especies destas f-rida em urna das canallas D,vid, um poii-
rias,-i.s abusos enormes, quo a ignorancia, ra'zes quo crescem uestes bosques, admira- co alto, preto, com signal de um foritneule
e.m fu do alguns juizes lem fefto desuna me 1ue nf ("dessa acnar, se no urna, no fim doosp.nhaco Torqualo, allu.a reS,-
malhni-aM Urnaulu .1.1 iiileamenlo dos cri-lcom K05l"> e P>"0Pr'edade da verdadeira lar, bem felo, fecces bouitas, parecan-
me pohtics "."Sr'denon.? .u".|S' P". 1" .*> '"* recommendar oulo, Paulo, alto, cara magra, beico gran-
assercoes com argumentos lira lo dos mes-1 para medien pon as mais eram ms.pi- de um pouco Cahidoefove.ro, bocea um
mn. leiin dn le ,dn< nrinrioios da iuris-'das e llierles- Porm, como os mdicos tanto torta, um signal de fenmento em um
p^dencEcom^ se d5 ,0'"b"1110 de fazerem. as dos hombros, ou espadua, A .po.onio, bai-
criptores que mais a tem oceupado e dis- lsuas P>P"" medicina, mas s.m conham xo pouco ceio docorpo o ho pequeos,
o direito punitivo. oinossoushal,eis boticarios, para a prepara- loigOes muito regulares, e fulo da cor; tara-
rom, e comporem diferentes droga. I'o- bem fugio do mesmo engenho a 5 da 110-
Pari- vembro p. p. o escravo Valerio, alto, gros-
tinguido na sciencia d
mrito dosta obra, exclusivamente deduzi-.
do di su materia, consista no inleresse de f*m ue tudas as praparacOei de S.ls.
animar n oven* e-,1 lidiosos o os aminos Ilha Uevla de ser ,la Benuina, para que o fa- so, cara chata e multo curta, olhos peque-
Ture- cultalivoe o publico ficasseu. bem li.dos nos, um tanto gago, ps Chalos diJarna Jos,
na preparacOos de Salsa Parriltra a ser da e urna cicatriz no p esquerdo perto do de-
mclhor qualidado. I'ois he esto n genuino do mnimo: oll'ei eco-so 25.0JO rs. de re-
vegestavel, que se offereceao publico Das- cumpensa

sinceros da verdade a urna invesligacil
floctida das quoslOos, que nella sao discu-
tidas. Nenhuma outra obra deste genero nos
consta at boje que tenha apparecilo desde
a puiilir-ir.i 1 do uossns cdigos criminaos,
tslo motivo, anda que fosse o nico, no
seriam menos lisongeiro para seu autor,
iiein menos til aos que o quizerem in.itar,
ou julgar o mrito de su.s observacflus.
Vondc-se cada obra por 6,000 rs., no pateo
do CoUegio, casa do livro azul.
-- Vendem-se 6 vaccas paridas, boas loi-
teiras, follas ao pasto, por preco commodo :
quem as pretender dirija-so a ra das Aguas
Vordes 11. 48, taverna quo dir o vondedor.
- Fapcl paquete muito lino
no corpo e na qualidade, proprio
para escrever pelos vapores ingle-
zes, porque paga pouco porte: ven-
de-se no pateo do Collegio, casi do
livro azul.
por cada um que fr lavado 00
to se v combinados o u em infinitos casos em que o duente eape- lllm Sr. Comendador Luiz Gomes Fe reir,
raneas algumas tioha uo viver, e grandes ou no engenho Fragoso ao lllm. Sr. Dr. Mi-
quasilidades de remedios experimentados, noel Joaquim Carneiro da Cu'iba.
mas sem resultados de melboras ; mas com 30,000 rs., de gralilicacuo.
esta .un Salga Parilha, suas curas tem sido Desappareceu no dia 15 de j u I lio do cor-
infaliveis, pois os certifica lo quo temos rento anno um muleque crioulo de norna
recebido de pessnas que teai usado desta paulino da idade de 10aortos pouco mus
puro remedio, aflirmam d sua boa eflica- oumenos.coramarelada por ter vicio de co-
cia ; estes cerlilicados temos a honra de mor Ierra,naris chato e feio levou camisa do
aprensenlar ao ep/itavel publico, para algodSosinho suja e caifa da riscado, sem
que llquein cortos, o que cima so diz, he chapeo, esle escravo perlence ao Sr. Anio-
vor.i.i 1 or.1. 0proprietarios deale reme- nio Jacinto da Silveira de Una quemo po-
dio lem por muitos aniios\emprogado lodos gar I ve-11 a ra da Cacimba n. II ou a
03 meios para prepararen) este i3u til, e ra do Livramento n. 26 segundo andar que
essencial remedio da raz'Ja Salsa Parilla, recebar a gratificado a cima, ese protesta
qne por fin, conseguirn as suus vistas, em contra quem o ti ver oculto,
propararem um 13o valuoso remo lio, a seus
15o lindos resultados tem enchilo os pro-
prietanos do gloria,e triumpho de terem
V v^Tvi'.oi: ^I.V.nr F\r.
PV


Full Text
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