Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04594


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Full Text
T*
Anno XXV111
,
f
'..

Sexta-feira 2
DE
de Janeiro re 1^52.
N. 1.
PEM4MBITC0.

i-meo ba lUBeniPoAo.
PiOMKMO ADUMTADO.
Por Irimostre............
Por semestre o ..........
Tur anno .............i
PiCO OENTIIO UUttlHIlTBI.
Poi quatel............."/'QO
4 lOTICIASDOlMFEnlO
Para..... 17 debrzbr. Minas. i6dcNovbr.
Maraohao ti de dito S.Paulo 10 de dito.
i i ni... dedilo. IR. del. I.'idc Dezbr.
Par.htbi. 2! e dilo Rabia... 20 de dllo.
Das DA aiMAH.
OOjiO Seg. S. Thomat are.
de Cant (Criado.)
30 Tere. 8. Sabino, (f.)
31 O'iirt. .S Silvestre
' Quiat, *+ Circu
cizab do Senhor.
2 Sen S. I .Lluro (P
3 Sab. S. Aprlgio. (K)
4 Dom. S. Tilo b. ; S.
Prisco.
AOXdiniClA.
JuisoV Orphao
2.eS. as 10 horas.
1. cara dn eivel.
3. e, ao meio-dia.
turnia.
3. e 6. as 10 horas.
2. vara do civil.
4. esbado* ao mclo-d.
Reluci.
Tercas e sbados.
inaiaui.
[Crescente i 2o, a 8 horas e 15 minutes da ni
I Chela a 7, a 3 horas e 48 minutas da m.
luingoanteni, a i hora e <8 minutos datn.
IRova l, as 7 boraa e 3+ minutos da ui,
raiiMiB BS boji
Primeira a i hora e 18 minutos da tarde.
Secunda I hora e 4? minutos da manhaa.
FAZVTJOAS DO OOBsaXlOI.
Golanna e Parahlba, s segundas e sexti
felras.
RIo-Ctande-do-Norte, todas as qulntaa-feirai
ao nielo dia.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e flores, 13 e 28.
Victoria, a quintas-feiras.
Ollnda, todos os das.
JTOT1CIAI llTUANCimA-.
Portugal. I6de Novbr Austria .. 2 da Movbr
llespanba, 8 de dita Suisna. .. 2 de dito.
Franca... 8 de dito Sueoia. 28 de Uulbr
8elgica... de dito (Inglaterra 8dcNoabr.
Italia.... 31 dellulbr K.-Uuidu.-J dcliulbr.
Alemania. deN"Vbr Mxico... 15 de dito,
Prussia... a de dito. California 12 de dito
ttnamarca'M de Outbr Chili. 8 de dito
sala... 28 de dilo i-uenos-A. 8 Je Novbr
Turqua. 18 de dilo Montevideo 21 de Outbr
CAMBIOS DE 31 DI BEIIMOBO.
Sobre Londres, a 28 d. p. 1/ Firme
Parla, 340 por fr.
Lisboa, 90 por cenlo.
KETACa.
Ouro.Oncas hespanholas.... a 28*00
Moedas de 6/400 velbas. lrUOOO a 16/200
. de 61400 novas. 16/000 a 16/20
. de 4/000....... 9/000 a 9/100
Prata.PatacOesbr.sileiro... 1/9*0 a l/9>0
Pelos columoarlos... 1/920 a 1/910
Ditos mexicanos..... 1/740 a 1/7S0
PARTE OFFICIAL.
GOVEKNODA l'RUVINCI. .
EXPEDIENTE Do DIA 23 DE DEZEMBRO DE ue a.'"B forliOca dejlia em di!ien todas
1851.
ao vosso eiame, ser-vos-hSo apreseulados (liba do grflo duque Leopoldo do Toscana, a-
A applicacSo conscienciosa dos noderas cnm-ie ltimamente ero. aples, e antes
que as leis existente poema sua disposi-1 da ua partida, quiz arriscar algumas ob-
eflo, o seutimealo da ordem e da legali la- sarvac<3es obre a marcha actual do goverop.
- O publico creo que lile ti n ha sido escutado
as classes da populeclo, dispensaran o go-
verno de.S. M-; durante o ttano que tero
decorndb depois do encerraineute de vossa
ultima sessfio, da necessida lo de faier uso
do direilo quo Ihe fui outorgadodo proce-
der por meio de decielos e de recorrer a
medidas'excapcionaes. O o'Camnnlo linan-
Cdiro para 1852, o qual ser submetlido
vossa decisSo constitucional, logo que fr
ossivel, aprsenla para o annu um aug-
mento exigido pela uocossidade.
>.) governo deS. M.. < qual sa reserva na-
(Jillcio Ao commando das armas, re-
metiendo por copia o aviso do ministerio d>
guerra di 5 do corrente, do qual consta,
que se concedeu passigem, para um dos
corpos do oxrcto em guarnido nesta pro-
vincia, a Vslentim Ferreira da Silva, cabo de
esquaJra do segundo balallio do o tildarla
|u'. Igual capia se remetteu a thosou-
raria de fazenda.
Dilo Ao meamo communicando, que
dote segundo sargo, lo do "B""*" de. ,rl'- eillu3 para satislaz-r eslo augmento de des- se a verdade e Lord Palmerslon pola msnei-
n.riaap, Laoraotiuo AntonioMorair.de 1U,S' uuo em giri, a iituaa0 primaria ra acerba comqueiul.rveioem favor de Car-
do Estado lio satisfactoria. A' Esposico
industria do
e deroaodou-se misino o rumor de que o
presidente do conselho, Justino Fortunato,
ia ser demetlido e que se amular desys-
tonia. Isio n&o era exacto, e as cousas man-
chara como no passado. O p.'.vo proprlamen-
le ditoheiiiailT-ireulu ou absolutista,as ideiis
lilieries .cliam-se na nobreza e ao coiniuor-
cio. O governo napolitano tal como esl
constituido boje, cont*m um principio que
faz exagerarea todas us circunstancias a
medidas repressivas. lio a polica quem
goverua o rei io de aules. Derma-
me sobre os condomnados polticos in-
formacas da miis escrupulosa verd ide-
Mr. i,i i i-i ni exnjerou em cortos poolos ,
porem exceatos estas certos pnutos,ello dis-
Cuvalbo. Remetteu-se copia do aviso de
qu" se trata A ttieiuura ia de fazunda.
Dilo Ao mesmo, remoliendo coph do
aviso eJo mimstario d< guerra dadocor-
teitlef do qu.l consta que (ora ioder-rido o
rcquerlmento, emque Jo3o imascono Pa-
checo pedia baixt do servido lo exercilo
pora eeu lillio, Simplicio Alv^s Pacheco.
Dilo Ao mesmo, commuoiem lo que ,
por deceto de 29 le noveinbru ultimo, se-
gundo constou do aviso, quo rem> lie por
copia do nnilislerio da guorra do 5 do cor-
ivnta, fra Horneado u lente coronel do
oslado maior da segundi class.>do nxercito,
Francisco Flix de Macado o Vasconcellos,
para commandante do presidio de Fernn-
do. Nei.te senlilo flzoram-se as"jmmu-
nicsr,des docslilj
Dito Ao mesmo, trausmillindp p.or co-
pia deviso da rcpartiQSo da guerra de 5 do
corrente. do qual consta que, por decreto
do 29 da novombro ultimo, maodou-sa pas-
car para a tarcoira compaiiliia do 12. bata-
lllo de infantina o capito do 10." da mes-
illa urna Domingos de Lima Vaigi. IgU'l
copia so retnelleu a tliesouraria de fazenda.
DitoAu msiieclor do arsenal dffknan-
grandiosa dos producios 4
lo los os povos que leve lugar em LonJres,
upara a qual ogovarnodeS.il. concorreu
com sollicitude, rcslabelecou do modo o
mais lisongeiro o alio grao de desenvolvi-
meulo ao qusl tem cliagado entre nos a a-
gricultura, o irabillio industrale as artes
em su is directos divers-is.
Fizeram-se eutre o guverno e os outros
Estados perrtnceitesao i )llwarein modifi-
cado s sobre a larifs commum das alfando-
gas, lenJo principalmente por objoclo li-
vrar as malcras primas das fabriess dos ti i -
rcilos que peiavam sobre ellas om sua mi-
Mortacio dos paizes eslrangeiros, e facililar
o commorcio de iraosiio. Au mesmo lem-
po foi co.icluida urna conveiii;3o tendonte
a i,'iu;,ii) reciproca das porlagens, c.nn os
govaruus da Bavlera, de Uadem do grao du-
cado Je llesse ede Nassau. O governo do
S. M. ppz em execu^ao os dous traclados,
na segura eX(ieclaliva de vosso assouli
,. l I WUW iii-ii < -|ii- USA iii-i-i- .i
Uem como estas medido, o Iractado con-, tem se tambara quo deplorar amorte'de
cluido pelo governo de U com o reino; ,:[ nabiuntes esmagados pola qu la
los Poerio tem mais depresa arruinado seus
negocios. Ha quaulo muilo urna explicafo
qu dar quil faracessar todas as duvidas a
respeito dasle infeliz. No lempo da forma^So
do ministerio de 6 de marcodo 18l8,sob aare-
-i l -ik'i i do duquo de Sorra Capriola, Cir-
ios Poerio leve a pasta da instruccSo publi-
ca. i..i iii.-,i logo em sua insl'lla^ao, isto lio
a II de marfo. Poerio banie os jezuit^s Jo
aples e fez fechar seu collegio: Eisaqoi
o verdtdairo motivo do odio que se Ihe tem
________________' (frene.)
Turqua .
O terremoto que dastruio Vallona a 12
de outubro pissado, faz-so igualmente sen-
tir en Juina de Albania e uos paizes visi-
nbos.
Em Jaoina o abalo foi fraco; porem nio
succedeu o musmo nos distados seplentnu-
ii i:, do pachado, onde elle causuu grandes
talaireo.
As cidados de Berat, Avlona e El-Bassart
estSo cm parte destruidas, e mailas aldoias
i&o sSo mais quo um monlSo do ruinas.
. ~S "TrZ do .? .1, mlniste u0 SaaJoiin. oio.cort UD influencia salu- J.V Ta
nli, remetiendo copia do aviso dom niste- ,>, ., Q iractado con- \Mi7***\
lio la marinha de 28 de novemhro ultimo,
alim de quo cumpra o que nelle se determi-
na rclalivamenle sos puntos dos artidees e
asuolas .ios materiae emprogadqs naso-
liras dos navios ia armada.
Dilo Ao mesmo, para que mande a-
l'i.un, lar com brovidade urna ancora, que
requisita o Exm. presidente do Paiahiha ,
^ara seguanla de urna das boias collocadas
na entrada dabirra daquella provincia, e
bem assim una corrjut" de 15 brabas para
o mesmo fim, remetiendo a respectiva conta
a qual lem de ser pega ua dita provincia.
DitoAo conliuBOdaiiln da fortaleza do
Urum para mandar dei osilar oa uu.vna for-
laluza a plvora existente a bordo uo bii-
gue escuna linda, durante o lempo cm
quo se limpar o purSo c piular-se interior
c t'Xtoriormente o dilo brigue, conforme
requisila o respectivo commandanteCom-
muiiicou-se ao comiuandanlo do dilo bri-
guc.
DoA lliosouraria da fazonda provin-
iisl-declarando que a junta de justiji po
seolenca do 18 do conenic proferida noi
tir, ao mesmo lempo que o tractado con- Ejs.aqu 0 qu8 se escreve de Janioa com
cluidoem7de sepiembro passado com o. daU U8 t t6 de oulubro. ao Journal ds
reino de llaoovre abre ao desonyolvimenio (j0,/a,i,n0n/e :
de todo o Zollwarein m futuro cneio de
esperante para todos os seus ramos de pro-
luccao e de coramercio.
O governo de S. M. vio com urna verda-
deira satisfago que as opiniOes as miis in-
l> Caimacn, governaJor da cidade de
Berat, expedio d'aqui para junto do gover-
nador geni um ollcio militar, em niiss-'o
extraordinaria para oar-lho a dolorosa no-
ticia deque um desastroso terremoto f
. I VI .^'" M1>|UV lili JIJ>JHJ ll.Mtliliau I (
fiuenlos no Norte, como no meloda da Al- selllll,0 na dita cidade, em 12 deste mez,
lemauhi recoubeceram o imponencia ua a urna hura da inanliSa, e cuja durago foi
tentativa feta pela Prussia no inleresse Jo u,n (.uirlu Qa hura mais. qu8 un,a
bem entandid, de lodasas parles inlercssa- p^.j., da rorla|cza |via de^imd,, Mpu|.
I i i. i i i *' ii i.
das.; e n.1u ha lugar para duvidar de que ltndo dei>a,xo de suas rulias a tropa qu.,
^S..P,roV'',?,S!olVb5"0-^*"!!B.l??.r^''n.'"Jno11" ost.va; qu. mais de trezontas Cas.s
linham sido abalidss e destruidas; qtM
urna igruja grega lambem desabra, o que
gado que aqulllo era mo, elle altcrou as votes
com o subdelegado, mas eu pedi a este q ue cou-
tiouisiemoa u camlnho para evitar algum des-
astre '. loco adianto estando o Sr. Caruelro M a-
teiro c o Sr. major Duarte, disse o tal Joo dos
Santos que nao fazia coota das autoridades e
que me havi.i de quebrar os queixoa com a> fa
ca, enlD o Sr. majar Duarte mandou chamar
o subdelegado, e eu recebi a ordem para ir
prende-lo ; fui ao quartel e achel o lilho do fal-
lecido fallando inulto das autoridades, eu abi
del-lhe voide prlsuo eeotreguei-o ao comman-
dante do destacamento, e toinel tres soldados
de guarda nacional para Ir prender otalJoo
dos Santos.
JMiar. Sl'ol por esse motivo que o subde-
legada mandou prendera case Jou dos bao tos?
Rea : -. Sim, senhur.
J'ii'/ : Recebeu ordem escripia para cllcc
tnar C9sa prlso ?
Aro : -- llecebl, slm, scnbm.
Jim:--Por quem estiva escripia eiu or-
dem ?
Uro : Felo mesmo subdelegado,
Juir : Cooserva em seu poder essaordem ?
Reo ; Nao, senbor.
Juis : Occupava nessetcinpo algum outro
cargo alcm do de Inspector de querleiro!
Reo : Nao, senhor.
ila i A essa diligencia acainpauhou algum
olllcial de juitica ?
Reo : No, senhor.
Juiz: Com quintas pessoas foi o senhor
fuer cssa priso ?
Reo : o'om tres soldados de guarda na-
cional.
Jais : -- Est'vam armados!
leo ; De bafonota smente.
Jais : -- Depois de.sa inorlc o senhor conscr-
vou-se sciiipre nesse lugar '
Juiz : Nao, seuhor.
Juis: Para onde se mudou '
Rea : .- para a Parahiba do Norte.
Jmix -. La he que l'oi preso f
leo : Nao, seulror aqu.
Juiz": Ou mo foi preso .'
Reo i No da i de seterubro deste anuo.
Juiz : Sabe escrever ?
leo ; Sim, senhor.
Lidas as pecas do processo c lindas as allc-
gaedes pro e coutra.
U Sr. PresUinle faz o relatorio di causa e
entrega ao couselho os quesitos, e a vista das
respostas dadas aos meamos coudemuou o reo
a 7 annos de priso simples, pena correspon-
dente, de couformidadecoui o art. 4'J do Cod,
Penal, aograu ininimo do art. 103 do uiesini
cdigo, ein qneo julgou incurso e encerroii a
sesso por se lerein concluido os processos,
sendo 8 horas da nolte.
RepartQu da Polica.
PAUTE DO DA 2 DE DEZEMI1RO
Foram presos : ordem do delegado do
primeiro distnclo daste termo, Muiool Joa-
quini da Cunha, por crime de fui lo, o es-
cravo Anastacio, para ser guardado; e a
do subdelegado da freguozi i di San Jos,
sar;ao jo Zolloicoreio couduzam a um re-
sultado saiisfaotorin e nos aproxiraom do
nni, i.-lo be da uni.iii das alfandegas de to-
dos os EstadosallomSes. Pnj cos sobre
lodos esles objeclos i o de ser aiibmettidos
a vossa oiscossilo e as vossaS dcIibera^Oo,
em virtude da conslituii;So.
A cuiivocmSo dasantigos dietas provin-
ciaes como represenlases provinciaes in-
~ t-rinas para a eleiclo das commissOos de
'dislrictos, tornadas necossarias pela loi so-
i^ co,.,i i bre a iulroduccio do um imposto sobre a
ennsollio criminal a que respondeu>"<>'; | ellJa u paii, ^recar su. ohrigaces cora-
do commanJ.nie da lerceira MWkU(muoaT otereceo ao mesmo lempo ao go-
COrpode polica Antonio Pare ra da Souza. occasiSo do pedir, sobre as
'.--------- a... _^.J.. ,ln .. I.. I,i i. isl.i ,
una a le municipal,
as quaes devem
i,ai.,miiiiudo a poitana, pm roia- lStiS^ pralicrifte'VVlasfref"
pelidapelo supremo tribunal de juslica, e fem
cxigindo que remella a sua respost a se- .^^ tJ(Jo iIlfc|jzmlMlt8 que deplorar em
j0 algumas paites da inonircbia urna m co-
onio Baplisla (..lirai.a, |uiz deJ i ello |hei o n d|frorenles represenlacOes que
ltraio.M I r Joao Paulo de M ra ida uix ful.am',|irl(,,as ao governo de S. M. foiam
de direilo do P.o-d-All.p, ao Or. Un ono eX(>rcssa^ 1Bta^eo usle respelto. O
caotmo Pinto, juiz de direilo da c. na ca eil|0 ju, ucvcr m d9 um lido
doHiu-rurnioso, e ao juiz de dirtito uo- l(jJa a usu -ai) sul)r0 |iuorjaj0do com-
iniegos Martios de Faria. murcio, o sobre o direito da propnedale, o
Dito-Ao director do collegio dos orpli. m C1)rn0 q'uer qut) este mel0 aUgenlo o mal
inleiraodo-p de baver, v^a- cm ve de diminu.-lo, clloomratm a espe-
lormacao. indefendo o n'quer.mento e J( a |l00fUadB dB CUlumBrcl0 da
que Hoza Mana desliis pedia pira le^e n nia parl,)C0S connec,mBOlus i?rlcu|os de
su. companhia desde o di. 24 de, corro.te yu inwl|i Minuto seu so.cor-
at 7 de Janeiro v.ndou-o seus dous j, ho [Q ,J ^ J(> s irdi.,B a
menores Juvencio o V.duardo, os quats se res eil0 deuutros prujeclogpira faHr coal.
acbamrecoUiidosaquelle colleg o. muillca 0cS no moajeJulo C1 que elles fo-
portar.a Nomeaudo, de conformidade aprVe3BllladuS.
as pessoas que cstavam ouvindo a miaaa
peroeei n. todas; que dous minaretos li-
nham sido igualmente derribados, e que o
numero lutal dos morios nesta cataslrophe
oleva-se a mais de 500 pessoas 1
iiizem que esta lenomolo proJuzra os
inesmos desastres em Avlona^e om.saus
arrabaldes. Fallam-nos presentemente in-
foroia(os mais clrcumstanciadas, por isso
que a cidade de Berat dista d'aqui tres
i das de viagem, o a cidade de Avlona qua-
Iro. O governador geral, sabeudo com
urna dolorosa itnpreesSo esle funesto acon-
lii-i nenio, enviou lioje para .a dita ci la le
lendas para abrigar as tropas regulares que
all se acbam e que formam o batalhSo da
guaruico. Logo que que recabermos in-
lormacdes mus ampias, dar-ine-hei pressa
em Irausmitli-Us a Vine.
(dem.)
wB^mammmmmmmBm&_________i
PERNAMBUCO
uosso soberano.
om a proposta do inspector da thesourana
4I.od...Jos a"-*Jgg: enc.r^ou:meA",udartcom espeei.lid.de,
i-x.'i niiiii lo-ine sua .lr por n3o poder sau-
1 iii -mis cao lmenle, de teslemunbai-vos
EXTERIOR.
lo para gualda da a
do.Commumcou-sc aodito inspector
DiU-No....-an io para servir o ce,.,,elho ; os[a
deinvesl.gaao.aquedevc ^^"''J1'- scl .rabalharo.s com vistas concordes c
to^MtoiAo*.^*'**^' |eaes na0ra da prosperiJade d0 pa|Z|0
,1o briKue escuna Lcgalidade os olbciavs ^ ^^ ^ ^^ |) ioguinlos : Monto monto das condi{es debaixo das quacs s-
. lara p"s 1nl ,i ...,_; ment o desenvolviinonlo forle c indepen-
O primeiro tcn.ntc Bernardo_ Antonio d0lllo da,.iuasi vlra u8er p0Ssiva|.
I.oureiro. Em virtudo da ordem real qua me foi da-
, T,1ff!i!. \r.ci ,la Silva d, decloro pois as cmarasabeitas*
'j segundo lenlo Kicardu Jos da Silva a/ do| D(6a( } .
.ovese Joaqun Itibeiro OuimarSes. ________________
.\,-sle se|ilidolizerom-so as convenientes APLES. -
oi..monio*coes. _________| Indepndanse belije extrahede urna car-
, ta que 1 lio loi dirigida de Liorno por passoa
que cana do percorrer a llalia. as parncu-
larida es qua so seguem sobro a situado
do i o uo de Naples.
a Acabo de chegar da aples, nao quiz
iscrever-vos duraiiie a ininlii estada na-
qoella cidade, porque a S'Veridade de qua
aliso usa para com os eslr.ngeiro*,qu.lquer
que seja a classe da socieJado a que perlen-
i; mi, be tSo grande que urna carta i o-ia no
corre.o o ua qual ou m>- ti vosso aventurado a
lanar sobre politice, me teriacxposlo a mil
embaalos quo nao quiz experimentar.
a A Iranquilidade material reina no paiz,
porem existe urna sorle de inquietaefloede
descouliaiica que im.cJe todas as relafSes
commereiaes. He, so assim me possa ex-
primir, una paralyma goral.
Ore. repelle loda consideracSo eapros-
sura a exocucao das medidas as mais s veras
logo que se Irata de fizer seus inimigos po-
lticos.
. Porque razSo, esle principe, que nao ti-
nli.i a reputa^ao de ser cruel, desenvolve ri-
gores 13o grandes i Isto foi-nie explicado
deste mudo. Elle sabe quo a Inglaterra quer
tiiar-lbe a Sicilia. A Hijo desta potencia
pesa sobio elle e o irrita tanto mais quanto
ollesa ve constrangido a ontreicr uaquella
JALLA COM OLE O MINISTUO Do UI.IM) A-
. BIliO A SESEADA DIETA PltUSSI\.N\ IM
NOME DO HEI .NO DlVa7DE NOVEMBllO
.)0 ANNO P. PA-SADO
Sua M.gestide, o rei, noiso bonevolissi-
) sober.no, e>ta impossibilitado, p>
.imprirneuto de um dever iflo chiroquan-
lo pertivel.de saudar-vos boje no comeco
do vossos impOilanles tr.balnos Assim
romo sua magestade o fallecido rei della-
i ovre se tirilla transportado a Berlim pa-a
insistir aos funeraes de nosso fallecido rei
i ..derico III, S. M., nosso prex. o sobera-
o, n3u quiz eximir-se de testemunbar pu-
blicamente por sua pres-nca pessoal as ul-
timas honras follas a um augusto alliado ao
qual lacos de amisade o proudism ha mui-
tos anuos; sua sincera veneracao s altas
virtudes deste monarch o a p.rte que lo-
ma no perda dolorosa que fere igualmeptb
a casa real de liouovree o paiz.
Por sua augusta oeci-flo. datada de 24 de
novembro deste anno, S. id. o rei encane
gou-me cuiiM'gui lilemente, da abrir em seu
nome, a sissao das esmarus, e ao mesmo
lempo de f.zer-vos algumas communira-
i;oi ,s relativas aos actos do governo de S.
M. e ss medidas quo vos sarao sub.ucllidas
inmediata mente.
es decretos publicados pelo governo de
S, M., oque ufio foram anda submeltidos
JURY D KECIPg.
6.' SESSA ORDINARIA, EM 13 DE DE
/.l-.MIlllii DE 185!
Presidencia do Sr. Dr. Ifeiva.
Promotor, o Sr. Dr. Abilio Jos Tarares da
Silva
Advogado.o Sr. Dr. Machado.
A ouze lloras, feita a chamada acbara-se
presentes 43 Srs. jurados.
O Sr. Prndenle abre aessio.
Sorteado o couselho que .lem de julgar ao
reo Custodio Ferrelra de Mello, accus.do pelo
crime dehomecidio.
O Sr. Prndenle laz ao red o seguintc
INTERROGATORIO.
Juix : Como se cliaiii. ?
Reo : Custodio Ferreir. de Mello.
Jui : Porque se ocii. processido .'
leo : Por um supposto crime de assasiina-
to, que me imputam.
J mi: Como se chaina o individuo que foi
assassinado ?
Reo Joo dos Santos de Aodrade, por al-
cuobo periquito.
Juii|; Mbe se elle foi assassinado ?
Reo : 3ltH| senbor.
Jui* : -- Sabe quem o assassinra ?
Reo : Dizem ler sido eu.
Juiz Nao ful iiiia i o senhor ?
Rio : Di. ni que fui cu. mas cu alirel-
lhc. porque cite procurou a uiorle.
Juis: Lembra-se do da cm que tere lu-
gar esse faci ?
II, i : No diaJi de julho de 18-7.
Juiz: Em que lugar?
Reo : Na Casa-Forte.
Juiz: Com que arma Ihc atirou /
Reo ; -- Com urna pisloila.
Juis : Porque atirou .'
Reo : -- Porque ful preude-lo, sendo eu ins-
pector de quarleiro, por ordem do suodclcga-
do, eelle resisti i priso armaudo-se de una
arma gr issa, e fazeodo-me poutaria pela ja-
nella, e nao o fea porque inulticr tirou-luc a
de Jusllca para o julgar, e nomeaco de um
novo general para o exercllo de Pars, sendo
este o genercl Oudlnot que se acbava na rcu-
nlao.
Mr. Bcrryer chegra v minia psrs ler ao
povo reunido da parle de fra as resolur,Oas
lomadas pelos seus representantes, quando
um regiment de tropas cercou a casa e
i ni-inoii a estes que se relir.ssem, o como
nBo qutzessnm qbedecer a eat. intimac,ao,
prondeo-os e levou-os todos para um quar
tel de rav,illaiia que cava proiimo. O
povo d ssrmado, esim ebefes quo o diri-
gisse, pais tolos csiavam presos, limituu-
sa a pioteslr contra o>t-s art-s clamando
om vozes altas: Viva a repblica !
Osupromo tribun.l do jusilla reunise
para mandar vir a sua prc ta d. repblica, mas a forr;a rmala o fez
separer-se. Pala vulto do meio dia Luiz
.N ipoli- i, temi ja pela manhla suspenso
lodos os peridicos que Ihe eram contra-
rios, eleito occuoar as typographies dos
meamos pelos seus soldados, sabio do Cli-
sen cavallo acumpauha lo do um brilhan-
le oslido-maior compqslo de genoraes, e
sendo procedido o segui lo de um corpo de
laiicei'0* o outro de courasseiros, percor-
reo diversas ras da cidade, mas o povu
om vez do rocebo-lo com gritos de viva Na-
poleilo, gritava, como quo uor insulto,
quando passaram: Viva a constituido, viva
a repblica. Os mesmos gritos eram dados
todas as vezes quo passava algum ollicial
do exercilo acouipanhado do tropa.
Assim so passou o dia 2sen que ncnbuai
conflicto tivesse lugar. No dia 3 urna por-
tfni da populacho instigadi pelos represen-
lanl ., monlanhezes furmaram diversas bar-
ricadas que defendern! com denodo, ma-.
a tropa estacionada cm Paiis em numero
de 100,000 pracas com 100 boceas de fogn,n3u
dando-Ibes lempo a que se forlificassom
baslanto,carrogou sobre elles o as barricadas
foram loma las e destruidas. N&o desacor-
ijoados por oslo resultado, aquelles que
i'iain inQuenciados pelos montanhezes, for-
marain novas barricadas no dia 4; a resis-
tencia lomou raaiores propor(0es, e foi
smente depois de mais de quatro horas
de um logo vivissimo, lauto do arlilharia
como do l'utilaria, que a tropa logrou to-
ma-las. Multas atrocidades foram commel-
li las, a maior parte dos individuos apa-
nhados com as armas as nios foram es
que dizem respeito a formac3o do conso
Ibo de estado :
Arl. 71. llavera um conselho de estado
ou q nil ser presidente o presidente da re-
publica.
Art. 7-2. Os membros deste conselho sSo
nnmeados oor ti annos pela assembla na-
cional. Itenov3o-se por metade nos pri-
moiros moes dcada legislatura em vota-
cao secreta e por maioria absoluta. SSo seiu-
pre reelegiveis.
Art. 73. Os membros do conseibo de es-
tado qu lenh3n sido eleitos d'eolre os da
ssambla nacional, serSo immedialamente
subsliiuidos na sua cadeira do representan-
tes do povo,
Art. 74. Os membros do conselho de es-
tado nal) podem ser demitti los senSo pela
assembla, c sob proposla do presidente da
repblica.
Sa revolucionario lio aquell que por tno -
do violento procura mudar a forma de go-
v- mu do seu paiz, e destruir as lais e-ul'd-
leci las, be claro que a mnguem mais quo
Luis Napoleao oste titulo be applicivel.
TSo gran le lie o resenlimnto dos ho-
meus distinctos da Franc contra* Luis Na-
polo&oque crosndo elle ultimameute por
um decreto seu nma eomms>ao consultiva
o mol mu. l.i pira a compr a varios destas
cidados, recebeo logo de um dalles, Mr.
Len Fauctier, nao ob.-tanle ler sido ja seu
inimsl'O a seguinte carta :
Sr. presidente. Ha com espanto misturado
de do.-que vejo meu oome inserto eutre os
dos membros de urna commissao adminis-
trativa que acabis do consumir. En nOo
pensava que vos tivesse dado o direilo de
fazer-ma urna tal injuria. Os servicos que
vos preslei creado que os prestava ao paiz,
auturi/ao-me tilvez a esperar de vos urna
'etribuicSo dilTeranie, meu carcter em to-
do o caso mpiocia mais res eito. Bem sa-
bis que em miuba carreira ja lo-iga, nao
loulio jamis mentido aos principios de II-
berda ie uem miaba dedieacao ordem.
Nunca concorri, nem directa, nem indirec-
tamente, para a violceo das leis, o recu-
sando a miss3o que me confers, lenho s-
mente quo lenibrar-mu da que recebi do
povo, aqual anda conservo.
Di-'iiai-vo-., Sr. presideulo do aceitar a
expross3o de meu respeito.
Dezembroa de 1851.
Lcon Faucbor.
O conde Mole dirigi tambara a seguinlo
piugardeados, familias inteiras forara mor-
as pelos soldados que Ibis invadiram as carta ao lournaldes Debis,
casis, sobo pretexto do qu i de suas janel- tPari* -2 de dezembro.
Us sa liuh. felo fogo sobro elles; final- Pormith-mequavos peca nsercaoda
manto avaha se em mais do800 as possoas, presoniecarta que envi lambem ao foni-
cujas vidas foram assim sacrilicadis fe- teur. Depois de ter sido esta matihSa ox-
rucidade do general S. Arnaud c ambi(3o pulso da resideueia de Mr. Darus vice-pre-
de Luiz Ni.ioleSo. jsident da assembla nacional, com todo o
Ainla n&o se suba fixaclamenta ,1o q0 resto do meus collogas que se linhio a
Saveriano Mo eir
Pcnna, por dasordem.
la 'IK'.'II Ol oll JUB0, rtlil'.J lldll oai. i:\,l. ih-iii i uu U'iu----------- -------- .. ,- -: m ***.! .i
apiola Ma,a, e Mana da modo ,,oc,de:3U os dep,,,,.,.,. ... Jia- ^^^^^T^lT^
arma, e .lm dis.o auppoiiho que eslava cm mannecer u u..., i"-i"J--J
mioc.tidoi depol. elcP..hioe velo em clin, tranquilla de '""'" P'"Ja"
de miu. armado de uro dardo e com un. com- .' madrug.d. lioha lido luga,.
paaso no cok d. seroula: cu eocostei-me ao
oito d. casa e ped soccorro patrulha e a
oulraa pessoas que aii eslavam, mas os solda-
dos nao me accudir.in, porque diii.m elles nao
ter armar para chegar Juuto do bomeiii i eu fui
aeinpre recuando ale que cheg.odo frente da
ca. elle v.i formando o dardo par. inc aUrar,
cnio eu lirel-lbe.
Jui: : Como se chain.v. o subdelegado .
Aeo :--Antonio Soares Velloso.
'm.: : Do distrlcto do mesmo, he que o se-
uhor era iuspector.
Reo : Sim, senhor.
Juir i Porque mandou o subdelegado pren-
der a esse Inmuno ?
lito ; Eu ui cliamido i subdeleg.ci. c de
liba um exercilo de pi-rto do tnula mil lio- 1; fu, conl 0 subdelegado .i esa do Sr. clicfe de
meus no momento om que Sen orc.amonto a- polcia para se combio.r uo modo de executar
cresenla um delicel u so quer l'azor econo- uaia priiao quando amos de tolla para o Po-
n,:as jo, cncoutramos o tal Joao dos Santos armado
i) conde do Tro pai, o qual desposou a de urna faca de pona c dlzeudo-lhc o snbdele-
DIARIO[0! PERIVAMBCO,_
RECIPE, 1." DE JANEIRO DE 1852.
Pelas cartas do nosso correspondente de Pa-
ria, publicadas cm o numero autrccdenlc I ta folba, tero msioos leilores quaes us impor-
tantes '.contecimentos que ullimaineolc li-
veraiu lugar na capital da repblica fran-
cesa.
Luis Napoleao vendo frustados todos os pro-
jecios que formara para mauter-se paciea-
iiitni no posto elevado que a ceguelra dos
rrancczei o bavi. exaltado, queremos diser,
vendo que nem a cooatituieo seria revista,
uem a lei de 31 de maio abrogada, dominado
pclaainbicao domando, resolveo sallar por ci-
ma de todas as coosideracdes, trabir a f tan-
las vezes jurada, e subjugar o pas por meio da
lorca niiluar, cuibora para laso lhc fosse preci-
so, como nao poda deixar de ser. derramar o
sanguede seu9 patrlcioa, e fazer um aeui nu-
mero de orphaua e viuvas .'
Oshomeus de boa t, julgando todos porai,
aao qnasi aempre vlclimaa da perdia dos mos.
Bem que houvesse ua assembla guein suspei-
tasse das malvola, intences de Luis Napoleao,
e por isso os questores propuzessem que esta
corpor.cao tivesse par. su. defesa um exercilo
sufficlenlc commaodado porpessoa deconlian-
(., tod.via a in.iori. nao ae podendo capacitar
que houvesse alguem iao arrojado que se at-
trevesse a tentar coutra a existencia do poder
legbl.livo do paiz, regeltou esta proposla, e
confiada na opiniao publica, contando com o
.polo d. n.n an, passou a discutir os meios de
fater etTectiva a responsabllidade do presiden-
te, no caso de violaco da consiituirao.
Luis Napoleao exasperado por isso, resolveu
diasolver .sseurbla violentamente, abolir a
coostllulcao que nao lhc permettia nianler-..
por man tetnpo no poder, e viog.r-se daqucl-
le. que nioie tlnbaui querido prestara cou-
correr para o seu engr.ndecimento com detri-
iin nio du paiz em que nasceram.
ii da 2 dezeinnro annivera.rio da batallia de
Ausicrlilz. n .nli i pelo lio, e eremos que tam-
beui da ooroa;o do mesmo ein 1804, foi o cs-
colbldo por Luis Napoleao para por em execu-
coscus uefaudos projectoa. Ein a nolle do da
i.u elle cscreveu um. caria aos seus ministros,
insiuuando-lbes que des>ein anas deiuissdes.
visto que pretenda obrar de modo diverso do
que al all linhalello, c como quer que estes
assim pralicassem, nomeou na inesuia noiu
ouiro iniuiaierio, que sem duvida lioha j
pruiupio, conservando do primeiro smeule o
ministro da guerra, o general Saint Aruand.
Nesta mesiua nolle 4 aub-prefeltos foram
deniitlidos, e substituidos por uutroi, os quaes
receberam ordem de partir imiuediataineule
para os lugares de seus destinos.
Pela madrugada do dia 2, quando todos alu-
da dcscojavaui em seu. leilos, foram presos
prfidamente cm suas casas os mais Ilustres ge-
neris do exercilo francez.Mr Cbangarnier, Mr
Cavalgnac, Hr. Lamuricrc. Mr Bcdeau, c va-
rios outros, e bem assim muitas outras pessoas
disilnctaa, bem como vir. Thlers, Us, sendo os
jn nina i -os levados logo par. a lortalesa de Han,
c os aeguudos para Mapas.
Ao manbeccr do di., a populacao sahindo
sabia do que
leu assom-
ina 11 as pr'cliunacdes de Lu Napoleao, o
operarios em ves de Irein para suas or&cinas,
de i xa rain-se lie.n as ras espera do resulta-
do que este drama teria. O presidente da as-
sembla, Mr. Duplo, e um gr.nde numero de
represcutantes, sabeudo cni.io do occorrido,
dirlgir.m-sc para o' palacio legislativo afim de
deliberaren! sobre o que eonvinba faer-se,
mas ene desde a madrugada que se .chava oc-
cupuio pela forc. .rm.da ; nao podendo reu-
nir-se ahi, Mr. Duplo convlduu seus coliegas a
ii em deliberar ein sua casa, mas quando abi
chegiram, acharam-n j lambem oceupad.
por umaforf. de linha: liualmeute depois de
alguos calreos 01 representantes, em numera
de mais de duzentos conseguirn! reonlr-.e,
va a ii'iticiii do guijo da estado dado por
Luiz \a,i >l -o tinlia produzi lo om quasi to-
dos gran lo jesconlenlamenlo. Os preicitos
receberam recommendacffo do ministro do
interior para proco lerum com a maior ener-
ga o vigor alim do provenir a explos3o do
resentimen>o nacional, o qua elles t'em
exccntalo liclmeule,- mas Isso n3o obstan-
te, leinava no povo grande excilamenlo; ein
Bayona o prefeito proclamou ao povo pira
continuar tranquillo assagurau lo que a re-
publici uo oorril pongo ; porm o conse-
lho municipal reunio-se imiucdi itam. ..:
para dclibcar, apesar da prohibcao do
prefeito, o fez urna proclaraac3o, na qual
depois do Iranscrever o artigo 68 da cons-
lituioffO) incilou o povo a desobedecor ao
prrsidonle, sob pena de cumohei lado com
olio. Acabava esta proclama'c3o de ser ar-
rojada ao povo pelas jauellas da casa da
cmara, quando a gaudarmaria o a Iropa
a cercou. Depois das intiinagOes do estylo,
quorondo um ollicial penetar uo cdluciu
achou a porta fechada, mandou chamar
um sorralhoiro para *a abrir, mas este re-
cusou-se a isso; eolio a porta foi arrodilla-
da pela tropa. Oscooselbeiros municipaes
sentados ao redor da mesa osperavam im-
passiveis ocumprimento das ame.cas que
Ibes n.viam sidafenas. A salla foi invadi-
da pelos geiidarm.'S e pela tropa. Um com-
missario de policia iiiloiou ao conselho em
Dome da lei qoe se soparatse. Pergunta-
ram-lha em no ne de qual iei fallava, uo
soubo reteonder. 0 piocurador da repo-
blica repeli as inliiuafes, ruJ.rguirani-
Iliecom a oicsiiia perguuta, e entrando elle
em considerares legaes, respouderam-lbe
cora outras. Eiii.lo osubprefoito ordenou
a loica ornada quo diiSJlvesso o conselho,
e esta assim o fez com violoncia. Au salu-
min os mombros da municipali lade, o po-
vo vieinr iiu-os .m vivas coaslituii;3o
0 ropubl.es.
On le esta pois a popularidalc do Luis
NapoleSo? om lodaapirto he a ii.ii. i ar-
mada, a fo'ca bruta o caga quo o sustenta,
. populado grito unisona : viva a repbli-
ca viva a couslituicSo pelo que lio claro
quo sou poder, anda qua elle o consiga por
agora cstabellecer,ilifinitivamcula,nao podo
dur.rmiiito. Nouhum horneo de saber o
sustenta, lodos o contrariara, e ello os nSo
lia de ter sempre presos : urna vez restitui-
dos a libe-dade, juntamente com os gene-
raos eocarcerados na fortaleza da llam, el-
les ti-abalharao para livr.r seu paiz du ju-
go vergonhoso que Luiz Napoleao Iba quar
iinpiir eo no soliriolio do grande .Napolen,
sem so lemhrar quo rolativamenle ao ca-
rcter pessoil, dista do to tanto quanto a
trra dista do Sol. Para que os lo,lores
possam julgar bom do carcter de l,uiz Na-
pola3o, o do procedimanto qui aca-
ba de ter, transcrevoromos aqu, olguns ar-
tigas da coustuuicjofrancoza quo ello ju-
rou observar e mmter.
Eis-aquioqui diz respeito a seguranza
la assembla :
Art. 68. Tola a medida pela qual o pre-
sidente do republico djssolver u assembla
Oacional, i prorogar, ou puzer obstculos
ao exercicio das suas fnnecoes, lio um cri-
mo de alta traigo. S por este facto o pre-
sidente lica destituido; os cidad3os esl3o
ubrigadosa oegar-lhaobodiencia ; o poder
ex-culivo passa de pleno direilo a assem-
bla nacional; os juizes do supremo tribu-
nal de justiQi reunlr-se-hflo immeliata-
mente sob pena do destituic3o ; convoca-
iurados para o lugar que designa-
violencia eoppressSo, icn.oi dobalde ajun-
lar-mu aos membros da assembli que so
reunirn! uo dcimo dislncto pois que uu-
mor.osasiroiiasiiieempolir.nl, bem como
a varios outros representantes, de chegar
a por la da casa da cmara ; por isso recor-
ro agora vossas columnas para declarar
que apjruvo e adopto plenamente como
meus a conducta e os actos de meus colle-
gas all reunidos na dita casa da cmara do
dcimo districlo, e que se tivesse dependido
le mnn, teria compart litado de sua sorle.
Rocebei, Sr.&.
4/o/<..
Eis squi como se acha organizado o novo
ministerio da Luis Napoleao :
Morny ministro do interior; Fauld, mi-
uistro da fazenda ; lluiiher, ministro da
justija ; Magne, ministro das obras publi-
cas ; Saint-Arnaud, ministro da guerra;
Duces, ministro da marinha; Turgut; mi-
nistro dos uegocios estratigeiros ; Lalevre-
Durull, ministro da agricultura e do cora-
mercio ; Forloul ministro da iaslrucc3o
publica o dos cultos.
A commissSo consultiva acba-se dehoiti-
vamenlocompusta da m.neira soguute :
Arrigbi de Pa-ioue (da Coraega), Bonjean,
Caulaincoun (de calvados, Charelles !do
Rey-da Doma;, abeauxl do Alta Carona)
Escnawariauxt do Cnarenla inferior) Pau-
linGillonf da Mol.) Eruesl de Girardin (do
(lironla Goulhol de saint-Girmaiu (da
Mancha), gadaral IIussoo (do Aube), llelz do
Oissol, llorman, Lawastuie, general Labro-
ion (la Eura-et Lor; Lostiboulois (do Nor-
te), gauer.l Maguan, Maillard, Marchaod,
Malge, Mauoas, Mineiel (10 Sorl), La Mos-
kova, Paravey, Pariauf do Cantal), E. Pas-
cal (das Boceas do Rhodaoo), Perignon.
Raneo (da Algcria), general Vsst-Vimeux
do Clurenta inferior), Vairre (do NorleJdC
Ella sar presidida pelo presidente da re-
pblica, o qual em caso do ausencia sera
substituido por Mr Baroclie.
Quanto a appellac3o l'cila por elle ao povo
nSo polo escapara prespicac.a dos leito-
ros que he urna perfaila bu la. Com effeito
como he quo estando todo o paiz oceupado
mililarmente o debaixo do estado de sitio,
podara o povo votar livremente, mxime
tendo sido suspensos todos os peridicos o-
..osicionislas, conseiitmio-se sonante oa
publicacao daquelles que approvao e olo-
g3o o procodimento do presidente .
Pela nossa parta espera nos ja qua o va-
por que na docnegaraaui no 1 de de feverei-
ro p/seguinte.nos Irara a noticia da docisao
do povo em favor de Luiz Napoleao, mas
o quo hade acontecer depois so Dos o
sabe. ________
Por carta de 24 do passado da cidade do re-
ja da Arca, provnola da Parabyba, ""emos
que foram all coiidemoados fcly. tribuna do
iurv, pena de mane os reos Carila Luiia,
ald no uedes, c Amonio Jos dV"6i
a primeira como mandaiarla, e os 9"'""0
e.eculores da inorie do infeliz Dr. Trajano Ali-
phtda HolUoda Ch.con: e a pr.sao cgalez por
vtc annos Joaquina Jos dos Sanios Leal, c
Manoe! Jo.c dos Santos Leal, como cumplir
de'mesmo ..saasloato; appcllar.m para a rela-
co do disiricto. mas clamos convencido, que
nao inelhoram de seolenca: foi advogado da
ceusaco o Sr. Dr. Manoel de Soua. G.rclj,, o
d. defeza o Sr. Dr.Ar.gao.
RECIFE, 2 DE JANEIRO DE 1852.
Com este numero encela o Diario o novo
anno de 1852, vigsimo oitavo de sua exis-
tencia, c por tal occasiao dirigimos aos lei-
lores as mais sinceras felicitacGos, maai-
ram os ju.o omo-ja 5T Uores. a.sa daca r. ^r^S^^^i^
o dcimo disiricio,e.bideb.lxo da presiden-1 f0^ uuCa|.'rCiudos de desemponhar as5|a elle o maisdiloso o cuno ue venturas uc
d
ci.de
soluces.
presidente, aconvocafio do suprcm
uno osincio, e aui ,..*- ,jQ, cucarrciudos de ucsc
..^o,.%iBrcrer.^tt^^
^aconvocacSodo supremo tribunal Eis aqu agora os arligos da
quanlos hSovislo passar.
cotistituic3o( Sempre animados do desojo de tornar-
ILEGIVEL i
!

->.

'#


Q
moa nosso jornal o mais til que nnsfr
pnssivel, e reconheccndo sar.inegavel quo,
a falta decorreios para lodos o pollos do
interror d.i provincli, os quaes por su po
pulacflo tornam-se impurtanles a dignos le
participaren) dos benelic os da impranss pe-
ridica, constitu' una desmamis palpi-
tantes nocessidades, eatamoi reolvldoi
desdej a pruve-la, na proporc,So do auxi-
lio, que recbennos daquellos a quom a-
gora paitiriilarmenti! nos dirigimos, e silo
os nossos comprovincianos do contro, que
porsuas circumstencias puderem subscre-
ver o Diario.
Nestas vistas, pois," estabeleceremos cr-
relo para qualquer cida.le, villa, oa povoa-
;.1o do interior, que nos der un numero de
subscriptores sulcientea pira occorrer a
essa despeta sem exigirnos todava aug-
mento de paga, offuroceodo para a reiliss-
(3o de um tal flm a seguint* baze:
A cldade, villa ou povoacSo que nos der
50 assignantes, e cuja distancia no exceder
dn-iOlegoas, ter um crrelo semanal, c
damio (Hi, te-lo-ha duas vezes por semana:
a que exceder de SO a 40 legoa, e der 80
asaignsntns, tera igualmente um por sema-
na, o dando 150 lera dnus. Estes correios,
alm dos Diario eonduzirflo as correspon-
dencias dos subscriptores gratuitamente.
Como querque esta medida exija agentes
uosdlITerenlca logares do destino dos cor-
roios, nos acceitaremos aapropostis, que a
esse respeito nos quizerem fazer quaesquer
de seus habitantes, mediante a retribuirn,
que convencionarmos.
Quanlo as outns provincias ja lenios es-
tabelecido esses agentes as do norte, o na
de Alagoas, sendu ellos os seguintos senho-
res, que por sua bonignidade se quizeram
encarregar dessa tarefa :
Para -- o Sr. Justino Antonio Ramos.
Maranbo o Sr. Joaqulm Marques Ro-
drigues.
Cear --o Sr. Guillicrme Augusto de Mi-
randa.
Rio Grande do Norte o Sr. Joaquim Ig-
nacio Percira.
Parablba-- o Sr. Jos Rodrigos da Costa
Alagoes o Sr. Joaquim bernardo Men-
donc"._____________________________^^
Correspondencia.
!>r. redactor. Vacile! c devia ou nao res-
ponder correspondencia que ua Iinprcnsa n.
, ?77 vem estampada e firmada por Um anii -
' godos religiosos (enjo nada mala, ncm mc-
00 he, qun uin collega dilles: um religioso
de Sin Praii.-lsco licui ineii conhecido) e vaci-
lel porque ili vendo asa correspondencia icr-
vir le ceosla caposico succinla, ma ver-
dadeira, que lis eni seu jornal de 12 do cr-
reme sobre os motivos que occasionaraui a
Iraaladacao da ii mandarte do Divino Kspirito
Sanio, que actualmente prczldo, pelo con-
trario IM ella apenas um aponluado de injurias
c doeslos, contra inim c contra a innandade
que nada ton com as miohai accoe partcu-
la res.
(iianlo ao queme he positivamente dirigido,
I miiiha resposta deve ser, o desprezo que vol
a esses tcrinus, s dignos de quem os cotice-
beui. c traeou, devolvendo ao seu autor tudo
quanto neltcs ha de infamee deshonroso: quan-
to porciu innandade, corre-uic o dever de
delendc-la, justificando os seus actos, desma-
carando as caluinuias que se tbc tcm assacado,
c dcstruindo esses castelinhos de papel de lan-
terua ein que o tal religioso fez consistir
Srlncipal bazc da sua correspondencia. O pu-
lico que ha tomado parle oesteacootecimento
.tul- o ,i depois, e j pelo que val vendo, de que
lado est a raso c o sotl'rimenlo ou a m f, o
egoismo e a ambico.
Na exposico que lis por este jornal, nao foi
o nuil intento desconceituar a corporaco re-
ligiosa de San Francisco, menino porque ein al-
guos inembros della, sou eu o primeiro a re-
conheccr, mullas virtudes evanglicas que os
i cu quiz nicamente foi mostrar rasao que as-
sistla innandade para mudar-sc de urna casa,
aoudc paracalslir normis lempo, serla nc-
cessario comprar a dinheiro ou favores, os
caprichos desarraroados de seus donos, poi
quem ella ullimamenlc eslava sendo molesta-
da' o que eu quiz foi mostrar que a irinanda-
de foi provocada, c obrigada indirectamente
dar este passo porque quebrados todos os seus
coinpiouiissos, com confrarla, pela volitad-
soberana de um prelado, ella llcava tuerce
dessa vontade que de da em dia ira augmen-
tando exigencias, e provocando dilflculdades.
Podcr esse prelado negar que perlote uie
8a coujoucta que assistiiam trinta e tantos ir-
maos, declarou alto bom som que nao que-
ra cumplir o contrato celebrado pela Innanda-
de com o convento em 1838, e ncm outro qual-
quer que eaistlsse, smente porque noque-
iii! tuque nao sujcilatia a sua poderosa von-
tade, neiu uiesuio ao definilorio capitular da
Uahia, a quem nos queriamos recorrer para o
fazer entrar em seus deveres ?!
Era at onde podia subir o egoismo, ou.
11 > sel o que, desic prelado, o multo reveren-
do padre mestre Fr. Caetano de bao Francisco
de Assis.
As falsidades que >vanta o sublime e ta-
lentoso padre escriptor, sao tantas, quanlas sao
as proposiydes do seu escripto.
U Sr. Cruz foi ao convento ajusfar a cncom-
meudac.ao.deseu sobriuho, que nao era pobre
era pobrissimo mas a despcllo dss relle-
xcs 'iii'- apresentou, mostrando que tudo laiia
por esmola a seu preme, os senbores religio-
sos cugiraiu quantia supeilor aquella que o
Sr. Cruz tiuha vontade, (c nao obrigafo) de
gastar, c isso o resolveu a desistir dessa boa
aefao, entregando o cadver Innandade, a
qual conscia, como seuiprc, dos seus deveres
e diguidade, promoveii logo o enterro de con-
formidade com o seu regiment ; e coiiiquaulo
estivesse o corpo iuvolto, n'um dos hbitos das
tres ordens, recusarain os senbores religiosos
cncoiuincuda-lo, por nao ser esse habito com-
prado ao guardiao, uem a alguin frade ; con-
dicoseiu a qual, o habito nao podia ser habi-
to: a innandade que tudo queria ser sub-
suissa quiz logo ani pagar aos religiosos os &/
rs. valor de um habito dos seus, einboraelles
o nao dessein ; mas ento, eziglo-se mais ou-
tros j// rs. de cera, quando o dever c o que se
queria era eucouimendac.o solemne sim, mas
nao com cera por ser o iroaao pobre. O para-
grapbo 7." artigo lOdonosso coinpromissodiz
ser ajnortalbados ein hbitos franciscanos
comprados cusa da Innandade, tnorrendo
ou indigencia, e nao tendo parentea que qucl-
r a ni faier esta despeza. O artigo primeiro do
contracto feito com o convento iinpcrn tam-
licni a condieo de iiem os corpns involvidos
em hbitos de urna das tres ordens francisca-
nas ; mas nao lia nada que obrigue os Irmo,
a compra-Ios, ao convento. A innandade po-
rm, comprava-os la pordllfercncia; e occa-
aics houveran, que nao tebdo o convento ha-
baos de > rs. (>reyo estipulado} den M0 c 2n/
rs, a algum religioso cm particular, indicado
sempre pela Sr, prelado, quaudo fura do con-
vento se pediaiu obter por metdc, incsnio os
InTi/rs. Sci verdade islorcvcrendlssimo? Ma-
ja vista ao acontecido no cufciros dosogro
Jo Sr, Tilo, do primo do Sr Joao Jacintho, e
Ji uijli nutro inuao que lia pouco llveratu lu-
gar. Os chcarregadus desses eulerros que
fallem.
A historia Jo inuao ido para o ceniitcrioictn
i n:'iiuiiui'uil ic.io tambeiu esl mal contada,
meu bom padre. 0 Sr. guardeo lodo para o
Garmo com parte da comuiodidadc a outro en-
terro, i|uiz andar a dous carriuhes, e faltou as-
sim por mudo o Sr. Brando; sem se lembrar, de que priinei-
ro estavaao obrigaco do que a devoco, e as-
aim incsmo elle e a irmandade seposeram com
nula paciencia a espera do Sr. guardeo, mas
sendo jamis de tinco-horas, nao havendo mais
lempo de faier-se a encoinmeudaco, c chegar
o cadver ao cetniterio as seis horas, seguio
para la o fretro, sem a tal solcinnidade Jasta
por 20/rs. Alm de ser este facto presenciado
por inuila gente, cu tenho um docuincoto de
uin religioso da orden'i, que atresta o que levo
e que o Sr. guardeo dejxou ordem para
lie falso o que diz S. reverendsima reepei-
to de Fr. Nicolao do UomAin, com quem nun-
ca llvemos menor duvida, porque risa ex-
fuardeo coinprelicndla e sabia concillar me-
bor os interesses do convenio que Ihe foi con-
dado, com os da Innandade sua hospede, tan-
to assim que metteu no careen- um reverenda
quesubsllluloo resplandor do Divino Eiplrlto
Santo por dous vlntens xansan pregados com
cera. Informe-s melhor Sr. padre, porque a-
enis houvc uma converaa ou lembranca de
r. Nicolao, a qual ein nada ficou, como devia
ser. Appello para esse digno padre.
Nao foi um inez antes da feta que o prelado
poi a faca nos pellos da innandade para ella
dar-lhe o dobro da esmola marcada no contra-
to pela Testa; nlo seuhor: foi das antes, tan-
loque a innandade nlo pode mal retroceder
por j estar-tudo disposto. No entanlo alr-
inandade pagou o duplo dessa esmola, Isto he,
deusc qulr 120/rs e para a festa futura darla
o triplo, ou quadi upulo, por que farca se re-
petirla mu duvida.
lie falsisslino que os Irmaos da mesa dirlgls-
sem urna s chufa ao Sr. guardiao ou ao reli-
gioso asslstente; s se no diccionario desic Sr.
chufarhe discutir urna materia. A mesa c a
iiinaiiiladc toda do Divino Espirito Santo, sem-
pre respeltou e bem tralou aos senbores rojiglo-
sos, mcsino no correr dessas dlscussdes, em
que alguos nimos estavam escandecidos pelo
justo resscntimenlo de una negra Ingratido,
c m f da parte de SS. reverendissimas, ao
contrario foi o religioso que asslsllo essa ses-
soqucnos insultou, rctlrando-se bruscamen-
te da mesa, sem a ella vollar mais, e indo-nos
intrigar com a coimnunidade ioteira, invene-
uaudu tudo quanto se havia dito cm mesa. Foi
da parte desse religioso c do seu guardeo que
parti toda provocaco quedeu lugarao acer-
tado passo que demos. Quando depois de ef-
lectuado esse grosselro tralaiucnto e depois
tambem de eu saber das amca(as e bravatas
iue ii/u esso religioso, iniui e mesa, cm
nossa ausencia, eu cncontonlrci-o por acaso
ua ra do Crespo, cheguel-ine a elle, e Ihe ro-
guei que suslentasse parante mlin essas amea-
fas que elle com coragem do covarde bsla :
o animo porm faltou-lhe nessa occaslo, des-
dlsse-se e relratou-se de tudo: eu ento z-lhe
sentir ciiui enrgicas expressdes o proced
ment balso e grosseiro que com a mesa rege-
dora em sesso houvera tido, procedlmenlo
que nada honrava a corporajo emormente
ao seu prelado que tudo va Impasslvel. Nada
mas bouve padre mestre e ncm havera' que-
rendo Dos e os companhelros de V. reveren-
dissiina.
A irmandade do Espirito Santo sob a pro-
tuccfiu do seu divino padroeiro, suin, ro es-
leve, o anda usl em boa ordem, e harmo
nia ; sendo tSo real essa harmona o uniflo
du penssmeuto, que a sua retirada fui una-
niuioinenle adoptada. Ao menos V. Rvtna.,
ou outro sou companheiro viu, qu na ses-
s8o om que se tralou da mu lane.i, a irman-
dade represenlaaom meea geral por mais
de setenta irmSos, volou unnimemente
ossamudanca! unnimemente padre mes-
tre !l um s voto contra a nossa sabida do
convento uo appareceu, a despeito das ca-
lumnias que por aln se anda rain inventan-
do, e dos emponbos que se lizersm, para
que alguns inn;ios fossem votsr Contra as
suas cuiiscieucias. Sera verdade islo llvm. ?
i. a volado seria t.'io unnime, quanto sig-
uiciliva ? Porque no compareceram es-
ses irmaos dissidentes que V. liviua. allega,
ao menos para votarem ?
As grsrjas (so grabas foram) e favores im-
tiiensus feitos pelos religiosos a irmaodade,
erim senipre pur ella retribuidos em dobro;
eo melhor ser. nSo me forcjrem a desear
a esses miotlciusidades mesquinhas. A pio-
-i--.il iu.. i irmandade tevd dos religiosos
loisemprea mesk em todas as pocas, e
se nao Toase escuflhada, de fcilo so nfio
mudara ainda, soiiieria anda mais.
Apras-me ver por confissSo propria que a
nossa sabida, daino nenhum csusuu aos
interesses do convento: bem sabamos que
uAoeramos la precisos, mas comtudo cor-
tas lamunas so lizeram, alim do despertar
cumpaixlodns incantos.
Os religiosos ha rnuit) quo ostentam a
sua riquoza o abundancia, mais nunca a re-
partirn) com a irmandae, que se tem che-
-'iilo ao mximo explendor em que boje
esta, o deve a si inesma, aos seus recursos,
a ruigiosiilade o dedicaefio de muitos de
seus iiiombros.
Agora cumpre-me dizer ao Sr. religioso
amigo dos religiosos, que mo admira que
eu, nao leudo nunca iiilonc,ao de ser frade,
ignore inteiraoiente o latlm, quando entre
os seus dignos collegas os lia laes, que pe-
los ollicios modelos que tem dirigido a ir-
ii.io la i-, ve-suquo todas as lingoas sabe-
i iio, menos a sua propria, a portuguoza; e
olhe meu padic que a sua garalujada a que
su por meus peccados respondo, esta tam-
liem no uiesmo* caso.
Convenho quo o mou mestre de lgica
fosse pumr do que o do religioso escriptor,
mas assim mesino cu sempre argumento
melhor do que S. itvma., que para juslilicar
a nnu r.iiui.iiie dos seus costumes, e dos
de seus companhelros, *agarra-se a influen-
cia do seculo vicioso de que san rain para
os claustros, aos desmanchos da vida dos
seculares, e linalmenie Cuncluo mu logica-
uieule, que os iradas actuaes s3o, e podem
ser maos porque entre nos s3o multo fre-
quontes as quebras Trauduleulas, e denun-
cias Talsas!
Ore, meu rovefendo, esta nain de cabo d*e
esquadra ; t de padre mestre : V. Rvma.
aprendeu pelo Pr. Gerundio de Campassas?
I. pnrqu tratara V. Rvma. sude quebras e
denuncias, e nSo tambem de outros escn-
dalos mais como por cxeajiploo rapio de
douzellas com traicSo, o abuso de conTlan-
ca-o ingresso nos claustros de pessoas, a
quem esse ingresso sempre foi e deve ser
vedadoa fiequencia pelas casas de jogoe
proslluic,3o~os disfarceH, os pagodes ; a
infamia de alguns individuos que se soccor-
i .'ni de certa cadeira no desempenho de sua
mi-vio, e a transforman! em escabsllo de
sviiucgJo o perversdade?!! Estes, e outros
predicados devia o padre meatre trazer em
seu auxilio para provar os defeitos do s-
culo de que sabio par o claustro.
Poco ao Sr. religioso que declare quaes
os meus crimes para merecer o carcere.aliin
de que o publico comparando com os seus,
lendoem vista a differenca das nossa po-
sic.G6S, possa avahar qual de nos merece
mais, no s o carecre do convonto. com a
sua boa chave, mas at uma euxova e por
i.oi.i i ii'iui imiu : pego-lhe tambem que as-
signe o seu nomo quando escrever, porque
uma mascara,e tilo transparente, miu d-vo
caber a Uo exl'urea lo e erudito defensor;
islo lie, descubra-se para o publico, que
parimim nao lie preciso.
Para mais conhecer-se quanto silo razoa-
veisnsS's. religiosos, basta considerar i
oppusifSo formal, o caprichosa, que lio
leilo a sahda dos restos mortaes dos nos-
sos defunlos!
A ella delxaram-a sabir sem uma opposi-
(So positiva, mas nlo assim aos restos que
Tazcal parte della, o s a ella ou aos respec-
tivos parelos, perteucem; desobedecendo
ala despachos de autoridades competen-
tes, a quem a irmandade com toda a pru-
deucia lem recorrido; e nem valha para o
caso, o disposto no artigo primeiro do con-
tracto, porque, por elle apenas os Srs. re-
ligiosos se podern chamar a posse das nos
sis catacumbas e bemfoitoras, mas nunca,
e de forma alguma dos ossos, que s3o as
reliquas da innandade, e devom permane-
cer juuto a ella, oixemos ventilar esto
uo-ocio, e ou spres.-ntarei ao publico mais
esso esbulbo, que sem o menor furniamen-
Piiblicacoc-s a pedido.
2
J2
que nao se tocassecoinuiuuidade uasua auieu-[tu so quor fazer a mu digna irmandade do
ciu, e como diz oS. escrevinhador que o guar-1 Divino Espirito Santo de que ma ufanee
leo vollra lempo ? I'arccc-inc que o Si. pa-|||0nro ser juil.Sou Sr. redactor, etc ,
drcmewec.crcveu.otmr.il, naopaer.ar) JoSo Alhan.zio Bolelho.
Ao Illm. Sr. lenmle Manoel Gtaudlno dt Oli-
vttra Crus, ix-cnmmandnle do deilooa-
mcnlo l linhd da eidade i NaiarelH.
ii volvis de Nailrltli
O Ilustre cqmmanaeBle
Coergleo militar
Fiel cidaJSo prestante.
Severo observador
Dis leis da moralidade,
Fomos ssiz garantidos
Na sua actualidade.
TSo curto espafo de lempo
Gozamos esta ventura:
O' praiores momentneos,
lncertos a creatora I
Siudozos lodos Acarnos
De vos militar honrado ;
Mas em nossos oorat;0es
Vosso nomo est gravado.
Minhas frazes slo grosseiris,
Mas despidas de impostura ;
Ingenuas, porm ornadla
De singelezi e f pura.
Robador das sympalbils
O nosso charo lente
Esse nome, essaamizide
Sempre nos ser presente.
Acceilai, cbaro senhor
Pdr sympathia amizade
Este rasgo pequenino
De uma peona j sem lino
De um velho desta eidade.
v *
Os abiixo assignidos, reunidos na aula
de in.'trucQi" elementar da Boa-Vista desta
eidade, dirigida pelo Sr. Jos Xavier Faus-
tino Ramos, cxaminaram em grammalica
portugueza ao Sr. Antonio Francisco Duar-
te, alomno da mesma aula, e eo resultido,
o approvaram plenamente oesla disciplina.
Recift, de dezembro de 1851tr. Lou-
renco Trigo de Loureiro, Jos Soares do
AzeveJo.
Iguaes attestidos foram conferido* aos
alumnos da mesma aula segoiotes:
OSr. Jos Soares Crrela Pinto Jnior, II-
Ilio de outro.
Sr Jos Legorio de Gouveia Moura, II-
lliodo Sr. Manoel Elias de Moura.
O Sr. Jo.lo Hezerra de Helio LeilSo, fllho
do finado Sr. Flix Bezerra de Mello Leltfio.
Os Srs. Pretxtalo lleraclio de Arsujo
Pernambuco, o Agnello Heraclio de Araujo
Pernambuco, lilhos do Sr. opiiu Antonio
Benedicto de Araujo Pernambuco.
VARIEDADE
UM CONSELII3.
I.
Senhor Doulor, eis-me aqu,
Como sempre ao seu dlspor,
I'.' o caso : o meu Hcltor,
Que um graude cabralista,
Anda-mc sempre na pista.
2.
Entreinente : com licenca,
Que nao posso estar de pe
as escadinbas da S
Outro da escorreguei,
I as costellas amolel.
3.
A minha pobre Mara,
Que nao quer licar viuva,
A pesar mesmo da chuva,
Ao Indireila rae guiou,
Que as costellas me en Jircitou.
i.
Eu lomel tre banhos quemes.
I. trinta fros na Fot.
Ivj meu compadre Queiroz;
Que foi sempre ao burrtnho
Que Ihe einprcstoii o padrlnho.
5.
Deus louvado Agora passo
Mais melhob senhor Doulor.
A penas sioto urna dor,
Que se me quia eucaixar
Aqu oeste calcaobar.
Viro folba, como diz
O meu visi o lio Penetra:
Tal slm senhor et cetra : -
Como Ihe eu hla dlzendo
Els aqu o caso horrendo
7.
A penas o solc nado,
Meapparece o meu Rcilor:
V, quer Ihe faca o favor
De passar-lh oitenta lisia.
Todas ellas cabralista!
8.
Tome deite, meu Doutor,
Olhe que mu bom tabaco!
Alivia moito o caco :
Torna a memoria feliz,
E faz purgar o nariz.
9-
Ca por inim estou por tudo,
Seja a cousa como for,
Mas o senbor regedor
Quer Ihe passe listas mil I
Sao do governo civil,
10.
Nao filca aqu o negocio I
O clrurgiio l da Ierra,
Que receita, mata, e berra,
Tamben me deu trinta listas,
Porem todas progresslstas.
II
A' vista disto preciso
O seu cooselho tomar.
Que dlabo hei-de arranjar I
Me leve a breca se eu sel
Como desta sablrel.
I?
O licuor, isso he verdade,
Promette mundos, e fundos,
Se ellt Uvera tre mundo,
Tres mundos seriam meus,
Triunfando o nomes sea.
13.
Prometlea-me trinta acAca
Nesaas grande componhla
F. outra mais Iguaria
Que razara bom paladar,
F oo s;io de despresar.
H.
Promettcu-me que eu erla
Din grande capitalista
Deiaodo a perder de vista
Eise que cuntam mllhes,
Como eu eontava fi-ijdcs.
15.
O regedor esse, disie
Que tinha as gra;as na mo
Que eu poda ser baro.
K peto menos, doutor,
Ser felto comincndador.
16.
A minha pobre Mara,
A palavra baronesa,
Deu dous putos, poz-se tesa
Fer-sc vermelha, tuclu,
E ao espelbo se orrlu.
IT.
Meu caro, senhor Doulor,
Desculpe a minha Mara,
A balda da lidalguia,
V.' molestia universal
Ca no nosso Portugal.
IS.
La na minha freguezla
Nao ha Mara sem dom!
Drzein que isto multo bom '
Nao, Doutor. em quauto a iiilui
Que nlo pesco este lailm.
I.
C segundo o meu toutico,
K' nobre quem obra bem
Quem de seu un torres tem
E quatro lora metida
No bahu, e bem cusidas.
20.
O clrurgiilo, mata gente,
Que procressUla nos ossos:
Comprou dez res de tremocos.
11,'u-mi a beber do maduro,
Eabriu uin grande futuro.
21.
J. de camlnhos de ferro.
J de estradas, de canaes,
Fallou na lei do lories.
Reformas, cconomiaa
E outras mais aympatbiaf.'
Dlsse, Expuc, senbor Doulor
O meu negocio' qual .
Agora lbe Juro a f
l) um bom lavrador honrado
Que me vrjoattapalhado.
23.
O nosso Doutor montando
As cangalha no nariz
Abre a caixa ; toma e diz
O seu easo aqu para dos
Nao deixa de ter seus nos
24.
Nao o II em Pegas, Pona .
Nem falta delle o Lobo.
Nem a le, a ordenaffio.
K' um caso lodo novo.
Coiu semelhanea d'um ovo.
26.
Uem velo que todos querem
Curar elc Portugal;
Isto Ihe faz inulto mal,
Quem multo mdicos chama,
Expira sempre na cama.
26.
Ha corruptos, corruptores
A pesar do tal programma
Asenhora le oa chaina,
Oucom riles trabalhar,
Ou delia-loa eamuar.
27.
Todos prometiera corrompem
Todos querem malorla.
Eu e por inim ni-.se dia
Se acaso Dos me ajudar.
Deceno me bel-de purgar.
78.
Voce hornera da favoura,
Tome um conselho de amigo.
Faca isto que Ihe digo,
Aproveltca occasio, .
E saiha tambem baro.
ti.
Portugal que se divlrta ;
Sem estroda, sem forae.
Deque Ihe aervein cauae
Baila que tenha barde,
Viscoudes, c iiiedclliues,
iVrzz luana.
*
L..._ ___________
'jaltcracio alguma na escala dos prfeo. Com-
iarandoas colaces de boje cOm as datexti-
elra passatra, esl demonstrado que o algode
da America leve uma apparenela mal baixs,
porm nao colado desta lorte, 0 qual aedeve
regular a I 10 d > inesiuo pdeappliear-se
aodeSurrate. Ul do llralil pelo contrario sen
do firmemente ustentado, t etn poucas maos,
eltao mais altos, especialmente o de Pernam-
buco e llahia, ae roeimas qualldades do ultimo
que aa venderam previamente de 5 3|4a5 7|8
d., agora regulamd. Os de Sea lsland e do
Egyplo csiao em boa procura, porm sem al-
terado em preco.
Os navios que no sorprebendem de da em
dia, com s prospectivas da safra confirman)
inlluramente os previos regiilamcntos que pro-
vaui ser uma safra abundante. A oplnlao ge-
ral asienta que a safra est calculada pouco
mais ou menoa ein 2,700,000 sacca porm al-
gn dlferein consideravelmenle un dos ou-
tros, os plantadores han de trazer o aeu algo-
dan ao mercado aos precos existentes. A com-
missao do correctores colloca o bom Uplan-
ds a 5 l|8 d., Moblle a a IiS d., e Orleans a i
l|I d. Foram tomadas para expeculaco 4,301
saccas da America, 3,700 de Surrate, 370 do
Egvplo, e 310 de Pernambuco; para eiportaco
77(1 sacca da America, 750 de Surrate, 30do
A vendas da semana
9
ED1TAES.
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Rendimento do dia 31. 11:301,608
Ihscarregam hoie 2 dt Janeiro.
Barc ingleza Seword Fitk mercaduras.
Barca ingleza Genevcve dem.
Escuna brasileira Adelaidt gneros do
BEM 11 MENT NO MEZ DE DEZEMBRO
DE 1851.
Rendimento total 283:301,995
Rcatituicdes 89,6)0
Ri 283:2(2,385
Direito de consumo
Dito de 1 por cento de reexporta-
cao para o porto estrangeiroa
Dito dito para os portos do imperio
Dito dito de baldeaclo
Expediente de 5 por cento dos ge-
nero com carta de gula
Dito de 1)2por cento doa gneros
do pan
Dito de 1 1/2 por cento do gene-
roa livres
IArmazenagem de I por ccnlo das
mercaduras
Dita dito da plvora
Premio de I/'i p. c. dos asslgnados
Multas calculadas nos despachos
Ditaa diversas
Dlreitos novo e velho
Sello filo
Patente dos despachantca geraea
Emolumentos de ccrliddcs
Rcposlfio
277:111,058
10,692
287,498
4,629
219,210
363,540
66,250
l:l..l.7lS
12.487
3:334,408
86.035
347,000
10.001)
30,000
100.000
17,680
283:212,385
25,000
Egypto e 30 da llahl
foram de 39,370 saccas.
He I al o rio de ti a 8 de dezembro.
No salili.nln o mercado esteve mui deanlma
do, os precos baixaram 1|8 d., por libra aos
583:237,385
Nasscgulniei especies.
Dinheiro H3:i79,4o5
Assignados 170:057,980
Depsitos.
Em bataneo no ultimo
de uovembro
Entrados no crreme
mea
Sabidos
27:29B,2i3
11:301,287
38:597,510
1:657,286
Existentes
fias seguales especies.
Dinheiro 472,800
Ultras 36:467,424
Res 36:940,224
Alfandega de Pernambuco. 31 de dezembro
de 1851. O escrivo inlerluo.'ranciieo it Ptula
liontaliiii d'iSitu.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1
dem do dia 31 .
30
42:830,917
1:06t,*23
43:895,310
RENDP'ENro DA MESA DO CONSULADO
DESTA CIDAE NO MEZ DE DEZEMBRO
DE 1851.
Consulado de 7 por cento 37:913,620
Dito de 2 por cento 33,708
Dito de i por oento
Dito de lfi por cento
Ancoragem para fra do
imperio
Dita para dentro de dito
Direitos de 15 por cento
Ditos de 5por cento
Espediente das ca pa taz la
Mullas
Seloa
Emolumento de certiddei
,550
------------ 37:947,974
3:551,060
479,248
376,500
86.IW
534,060
872!o2
46,240
5:947,366
4V895.340
Diversas provincias.
Dizimo do algodio do Rio
Grande do norte ,702
lino dito da Parahiba 904,337
Dito doaisucarda dita 525,434
Dito do dito da Alagoaa 1:114,034
Reslituiyo feita por esta reparlleo
como consta do L. respectivo 11. i
46:439,847
150,243
46:289,004

Deposito lahidoa
Ditos existentes
210,296
978,321
Uesa do consulado de Pernambuco, 3l de
dezembro de ISI.--U escrivo, JaeomiOerardo
atara turnar' dt Helia.
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimontodo dial a 30. .2:544,507
dem do dia 31.......
RECEBEUOItlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimonto do dia SI..... 819,160
NOTICIAS COHasEBCIAES.
Liverpool, 8 de dezembro de 1851.
Rehilarlo da ternaria finaos em 5 de desnutro.
Mercado doa'godo.
A desorden de Par, podlain definitiva-
mente deixar de produtic, pelo menos de algu-
ma maneira, o effeito sobire o noiso mercado
do algodio. Com tudo, fon ios com menos sen-
slbilidade levados debaixo de sua inlluencla
do que se deveria esperar. Uma frequentc re--
petleiodestas mudencas polticas lem de de al-
guma maneira disslpado a aula nulidade, e a ex-
periencia tem mostrado que Injuria que elle
uii'i ini;i-ui se limita consideravelmenle aosseus
nroprios autores. A recepfio desle roinpimen-
lo, as nossas Iransaccdes pr raui instantnea-
mente ; a expeculaco ficou eunpeoaa, eo com-
merclo nao compou seno o aeu uppnmen-
to uecessario, eos negociantes perguutvam ge-
ralinente um ao outro qual e.rla o resultado.
Fol-nos sufliclente nocurtoespaco de lempo,
de um a dous das de considera cao, pormo-uoi
de novamente a trabalhar como o'aute, nao
havendo seno uma pequea alberaco as opi-
nloes e na perspectiva para o fu turo, e apenas
Srecos de icxta-felra, as vendas orcaram em
500 saccas,laaquacs 500 de Surrate foram pa-
ra expeculaco. O mercado boje ficou firme aos
preco anteriores. Aa vendas foram de 4 a 5.00o
saccas. As vendas at hoje constavam de
i,90i,.vio saccas A importaco at esta dala
orcava em 1,650,402.
O deposito he estimado at 5 de detembro
em 373,700saccas.
O consumo est calculado desde o primeiro
de Janeiro at 5 ue desemkro ein 1,481,680. A
eiportaco desde o primeiro de Janeiro at 5
de deielnbro foi de J40.230. Em expeculaco
at esta mesma data 25i ,63o saccai. Os algodea
conservamos precos segulntes. Os de Pernam-
buoo e Parahiba 5, 7(8 a 6 l|2 d. Os do Aracatj
e Cear i, 3(4 a 6, l|8d. Os da Dahia e Macelo
5, 5|8 a 6l|4 d. iodo Maranbo6 i|2a 6 i| i d.
por libra.
Caf. O mercado czteve mu soccegado, por
falta de vendas publicas de Jamaica, nada de
importancia temos que noticiar, llmllando-se
as vendas a uma pequea porcao de barricas
aos limites anteriores. Nada se efTectuou no
da plantaco de Geyton, porm no do Nativo ae
devem mencionar 100 saccas a 40| No estran-
geiro oa houve de forma alguma procura ; as
rendas se liinii ir ani a uma pequana poreo de
Costa Rica a 45, e cerca de 50. saccas do Rio,
lavado a 45|6.
Assuear.O mercado durante esta sema-
na esteve firme, e posto que nffo se efTec-
luasse siimnia alguma consideravel de ne-
gocio, todavil os prego permanecen! firmes,
e paraalgumas descnpcOes das Indias Orien-
taos houve, primeiro que tudo mais procu-
ra. No da plantario das Indias Ocidentaes
britnicas nao sao seno insignificantes,
e effectuando-se rnente 50 barricas de Ja-
maica. 7,800 suecos de Bengala que foram
tomados; Benares de 39 para o bom, a 41
para o branco lino; Dates de 26 a 29/6 para
o mediano masca vado' ao bom eumeno; e
Khaur de 23 a 23/6. Al descripfOos do bai-
lo preco de Madras tiveram o effeito de
excitar os compradores a operarem livre-
mente; as vendas comprehendem 6,000 sa-
cos de 24/6 a 26 para o bom mascava io ao
baixosumeno. NodasMauricias 1,000 ces-
tos foram referidos a 33. Para o estran-
geiro a procura foi mui limitada. Na des-
cripglo do Brasil temos nicamente 20 cil-
xas de Mscei que mencionar a 15/6. No
do Porto-Rico cerca de 50 barricas de 31/6
a 32/6 e 50 ditas de Cuba mascavado a
38/6.
CaurosO morcado contina sem aninia-
cBo, e as nicas vendas mencionadas sSo de
1,800 seceos, salgados do Ceaa.a4l/4d ,
o 1,100 hmidos salgados a 2 1/8d., o460
curtidos a 6 8/8 d. por libra.
kmsterdam.
Caf.Fez-so pouca cousa neste genero,
exjcepto para o bom ordinario do Java, o
quhl ae saslentou em uma procura conti-
nuada.
Antuerpia.
As cartas commerciaes determinan) que
o mercado do caf estevo mui socegado du-
ra ti i o a semana passads, e o negucio elTeo-
tuado em algodSo foi pequenu, os piceos
dos couros no eslavam establecidos, po-
rm a tendencia fui considerada baixa eoi
prego.
Uamburgo.
Cafd.O mercado esteve desanimado, po-
rm os precos permanecern] mais firmes,
devido ao rigoroso gelo de alguns das pas-
sados que interromp-'o a nnvegacSo.
Assuear.0 mascavado esteve lambem
mais firme; o refinado firme.
krros.Em boa procura.
Rolhe'dam.
Cafi.NSo tem havido alteracito alguma
no mercado do cal, as Iransaccoes elTec-
tuadas no-te genero foram mui pequeas,
porm os possuidores permaneciri firmes.
Assuear. O mascavado permanece tam-
bem ni Itor.ivi-), porm o refinado para
as precisOes iiniii nliatas foi mais procu-
rado.
Arro;.Sem alleracflo.
Moviraento do porto.
nevemlo proCldcr se a concurso pe.
ranle Ihesotlrarla da fizenda desta pro-
vincia pira praenohl ment das vagas, que
orlla ellitom, 0a forma do decreto do io
de novemoro de 184H, e das instruccSes
abiix transcrlptss. O Illm. Sr. inspector
manda fazer publico que os eximes terio
lugar da dita desle a 60 das; o que portirj.
toas pissoas, que sn julgarem habeliladas,
e quiscrem concorrer devero apresantar
seus requerimentos instruidos de cerliddoi
de i.la.le, de estado, de folha corrida o de
oulros quaesqU'ir documentos quo julgueai
a bem de suas pretanp.fi ia, dentro do referi-
do praso, pudendo entretanto aquellos dos
concurrente, que desrjarem adquirir apra-
ctica do servico da loesourarla, e assim
queiramservir nella gratuilamonte, apre-
aentar desde j leus requerimentos devida-
mente documentados para poderm sor nii-
metidos. Secretaria da thesourarla da fa-
zenda 30 de dezembro de 1851.
O ofilcial miior interino.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
fTatn'o entrado no dia 31 do p. p.
Rio de Janeiro 16 dias, hiat > amoricano
Grand Tin'., do 198 tonelladas, capitSo E.
Cooper, nquipageui 8, em lastro; a llenry
Forster Si Companhia.
Navio sahido no mesmo da.
Dio de Janeiro e portos intermedios pa-
quete de vapor brasileiro lmperatriz,com-
mandaule o priwoiro tenente Joaquim
Saloma Ramos do Azevedo. Conduz a
sou bordo, JosFerreira de Menizes, JoSo
Peixotu .Miranda Veras o 1 escravo, Joa-
quim Jos Pacheco M. de Amorim Fil-
gueiras, Alfredo Welkinson, Dr. Ignacio
Teixelra da Cunha Lousada, 2ex-solda-
dos, 1 praca do exercito, 1 dlspenceiro da
armada e 1 escravo a entregar.
Navios entrados m> ifis 1 "
llalli inore-- 12 das brigue inglez Char-
lotte, de 238 tonelladas, capito R. Tilo-
mas, oquipsgem II, carga farlnha do tri-
go e che; a lloslron Rooker k Com-
panhia.
llacei -- 29 horas, galera ingleza Linda,
capilSo Daniel Groen. Tocou ueste porto
para recebar cartas e soguio para Li-
verpool.
Nova Zealanda--81 dias, galera ingleza E-
megrant pililo W. II. Kemp equipa-
geni 13, carga madeira. Veio a esto por-
to refrescare segu para Plemoulh.
Parahiba 3 das hiato brasileiro Espa-
darte do 27 tonelladas mosire Manoel
Sophio da Penha, equipagem 4, carga to-
ros; a Antonio Ferreira da Costa Estrel-
la. Passsgeiros, Manoel Medeiro de Car-
valbo e Jos Ignacio Pimeota.
Baha 12 dias, briguo brasileiro Mariana,
de 238 tonelladas, capitSo Jos da Cunda
Jnior, equipagem 18, csrga varios gene-
ros e lastro; a Manoel Ignacio deOlivei-
ra. Passsgeiros, JoSo BaptisU de Olivei-
ra o Joao Baptisla Cardozo.
Imti uct,'(es para os concursos para o pro-
encliimenio d9 vagas do thesouru e (lie-
souraiias, a que se refere oedital supra.
Ait. 1. Para se preencherem as vagas dos
lugares do praticantei no thesouro nicio-
nal, ou thesourarias de fazenls, far-se-h9o
anuuncios por editara publicados nos jor-
naosucoir. antccip.'t;.!'! de 30 dias, do quo
fordesignado para fazer-se o eximo deque
tnta oart. 3, convidando os pretendenles
a apresentaremseua requerimentos instrui-
dos com cortido ou justilicacilo por onde
provem, quecompletaram 18 anuos de ida-
de o as habelila(0es, que tiverem para tacs
lugares.
Art. 2. Ninguem ser practicante snni
mostrar por va de ex a me, que tem boa le-
tra esabe ao menos os principios da gnm-
matica la lingus nacional, as quatro espe-
cies, e a theoria de quebrados o fraerjdes
decimaes, devendo ser preferidos os que
souberem os principiosgeraos deescriptu-
raco por partidas deliradas. O exame ser
feito nolhesouro, peranlo o director seral
da conlsbelidade, e por um dos contadores
quo o niiiii.-' o designar, e as thesoura-
rias peranle o inspector e pelo contador, ou
um dos cli fes de soeco nomeado pelo pre-
sidente da provincia.
Art. 3. As provas desle oxame sern da-
das por escripto, assignadas pelos pretn-
danles e rubricadas no thesouro pelo direc-
ter geral "da contabelidade; e as thesou-
rarias pelo inspector, os quaes as transoiit-
tirSo ao ministro da fazenda com suas in-
formit6ea acerca da iduneidade dos pretcii-
dentes acompanhndas dos requerimentos e
documentos por elles apresentados atim do
sorem nomesdos os que melnores habcli-
tiiccs tivorem.
Art. 4. Havendo vagas de 5 escriptun-
rios mi thesouro ou de 4 as thesourarias de
primeira ordem, proceder se-ha para o pre-
onchimento deilas ao concusso entro os pra-
licantes, nos termos do art. 45 do decreto
n. 736 de 20 de uovembro de 1850.
Todos os practicantes, que tiverem dous
annos de pratica no thesouro sSoobrigados
a apresenlarom-se em concurso, e os quo
forem roprovados duas vezes -criio demit-
lidos.
Art. 5. O concurso versar sobre as ma-
terias designadas no art. 45 do referido de-
creto o seta feito com toda a publicidade em
uma das salas do mesmo thesouro, ou the-
sourarias, sob a presidencii, niquelle do
director geral, que o ministro designar, o
nestas do respectivo inspector.
Art. 6. O ministro da faaenda na corte o
os presidentes as provincias nonioaram
tres examinadores, um de escripia o gram- '
malicada lingtia nacional, outro de arithmc-
tica e o terceuo ittft prinepios c practica da
escnpluraco por partidas dobradas, de-
vendo nesla parte mosirar-se o praticanlo
couhecedor das formulas seguidas no the-
souro e thesouraria.
Art. 7. A'hora apresada sor.li) adiniIIidos
lodos os praticantna, que puderem ser exa-
ii. Ionios no mesmo da tomaram essento
em uma meza frouteira dos examinado-
res.
Art. 8 Comecer o exame pela escripia
dictando o examinador em voz alta, eescre-
vendo o candidato alguma passagem do
qualquer obra classica.
O que o canditido assim escrever ser
i Hie.lulamente apresentado ao presidente
o depois ao examinador, que poder fazer
ai necessarias peguntas sobre as diversas
parles da grammalioa.
Art. 9. Do mesmo modo e em acto suc-
cessvo sera fuilo o exime das outras ma-
tenaes, devendo o candidsto no sO resol-
ver por escripto os problemas de arithme-
tica e do oscripturacSo, que llic forem da-
dos pelo examinador, como responder ver-
balmente s perguntas, que oslo lhelizor,
tanto sobre a Iheoria das operacOes, quo
tiouver pralicado como sobro os principios
geraes deilas.
Ait, 10. O exame do cada materia durar
o lempo que ao examinador parecer neces-
sano, quando no seja prorogado pelo pre-
sidente, que podera tambem indicar outras
queslOes, que devo ser propostas, ou mes- ,
uio propo-las.
O candidato dever datar o assignara es-
cripia e operarles, que tiver pralicado.
Art. 11. lidos os exames (icario os exa-
minadores sos, o pa asara ni a conferir en-
tre si sobre a approvacSo, ou dcsapprova-
(3o de cada um dos candidatos devendo dar
por escripto o sou parecer sobre a capacida-
de de eada um dalles, vista das provas
escripias e oraes, cum as raiOes em que
fundareis u juiziwjuo fuunaraa iluta?'
de aprovafSu ou reprovacao que derem.
A formuladas notas sera a seguinle i
Bom por lanos votos .- soffi ivel por tan-
to votos; no salisfez por tantos votos.
Art. 12. Este parecer ser apresentado
com os mais papis do examo ao ministro
da fazenda devendo o presidente do con-
curso iotorpor tambem o seu parecer por
escripto.
Art. 13. Concorrondo diversos preten-'
denles a um mesmo lugar, e obiendo to-
dos, ou mais de um iguil ipprovacao, ser
escolnido o quo por outras circumslancias
parecer proferivel.
Do mesmo mudse proceder se for mais
de um o lugar, que buuver de preeneber-
se, e superior ao n. delles o de candidatos
igualmente hibelitados.
Art. 14. Aos eximes feilos no thesouro
assistira umofficial da secretaria de estado
dos negocios da fazeuda, que o ministro de-
signar para lavrar em livro proprio uma
acia dos queso fizerem em cada dia, aqual
contar a integra dos pareceres dados pelo
presidente e examinadoies e sera asiignada
por iles. as thesourarias sorvir um of-
licial da secretaria designado pelo inspec-
tor.
Art. 15. os concursos para o preenclii-
mento das vagas de 4 escripturarios as
thesourarias ua primeira ordem po.icr.~io
fazer-se no thesouro qoaudo assim con-
venha.
Art. 16. SSo applicaveis a todos os con-
cursos, que se llzerem para preenchei as
Rio de Janeiro 28 das barca americana,
Rover, de 358 tonolladas, capildo II. Nel- vagas, que exlstirem no thesouro e tliesuu-
son, equipagoin 17, Carga caf o madeira ; ranas at que sejam precnenidos os quadros
locipit.io. Tocou misto porto parare- de seus respectivos empregados, as dispo-
frescar, e como nao tivesse carta de sa- sic,0es deslas inairuccOes nos arts. 1, 4, 5, ,
de, soguio logo o seu destino para New. 6, 7,8, 9, 10,11,12, 13,14. (
Yorjt, Art. 17. Os exames e concursos, de que |
Ci&i
y-


tfatamosarti.8e4, serio feltoi nos das
mircados os corl polo ministro da fazenda,
enss proTinciis pelos iospectores das the-
sou>-arias. Hio de Janeiro em 18 de dezein-
bro de t850.
Joaquim Jos Rodrigues Torres
O film. Sr. inspector da Itiaaouraria da
fazenda provincial, em cumprimenlo da or-
dem do Exa.. Sr. presidente da provincia,
manda faier publico, que nosdias 13, 14 e
15 de Janeiro prximo vindouro, ira a pra-
ca para ser arrematado, parante.o tribunal
adrainistralivo da meuna tliosourana, a
quem por menos Oztr a obra dos concertos
da cadela velha da cldade deCoianoa, ava-
llada em 636,486 rs.
A arreniatarao sera fflita na forma dos ar-
tigo* 21 e27da le provincial n. 286, de 17
do moio do corrente anno.
As pessoas que se prnpozerem a esta arre-
macHo, comparecam na sala das sossOes do
mesmo tribunal, nos das cima menciona-
dos polo aoio dia competentemente Habi-
litados.
Epara constar se mandou atlixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da Tazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 dodezombrode
1851, O secretario,
, Antonio Ferreira da Annunciar3o.
Clausulas especiaos da arremataQo.
l.'serDo feitas todas as obras necessa-
rias, para que este edificio fique em boni es-
tado e nello poder residir o destacamento ,
conforme o orcamento approvado pelo Exm
Sr. presdanlo da provincia na importancia
do 636,486 rs. ...
2. todas as obras sero principiadas no
praso Je um mez e concluidas no de 3 me-
zes, contados de conformidade com osar-
ligos 31 e 32 da lei provincial n. 286.
3." o pagamonto da importancia desta
obra sor feto em urna so prestado quando
ella eslver concluida e em estado ae ser re-
cebida ileflnitivamente.
4.'para ludo mais que no estivrr deter-
minado as prsenlos clausulas, seguir-se-
lia odisposto na referida le provincial n.
286. Conforme. O secretario,
Antonio Kerrcira da Aiinuuciac.lo.
torio bomoBopathico da roa das Cruzesn.
28, ri'ln prego de 1,000.
Avisos martimos.*
sua vlda.de sena trabalhos, de teui pensamen-
tos i aua intelllgencia desenvolve-sc do incio
das ineamaa condlcucs morara que a de aeu
coinpanhelro, rtor conseguate tem dfrello a
una edacacao lao desenvolvida quanto adaalr.
Mr. Pascal Hamo tratando da necessidade da
educacio daa inulheresexpilme-ae da manclra -- Para o llio de Janeiro sabe com exulta
egulate: brovilade por ter parlo do carregamento
lioje nao be mala permettldo encerrara engajado, o patacho nacional Margaritla, ca
imilher nos cuidados uiaterlaea do lar domea-1 pjigo Florencio F. Marques : quem no mes-
tico e crer que a caatidade e a vwlude er -I quizer cirregar, bir de passagem ou em-
sa poca coniistem. como no lempo de Lucre- bircar egcr,os para 0 qu0 tein commodos
'"a" S^'de'^."^;/.,; queTn.l.ir.,. a UBc.ele.. p6d/on..nd.r-.e co o rnesrno
cousoiencla linpoem malTe i capoia i5o lio ^apilSo ou com Luiz Jos de Si Araujo, na
severos quanto era outr'ora, cuinpre. reconhe.irua da Cruz n. 33.
ccr que o progresio doa tempoa tem eiercido | Para o Aracaly ou Ceara, biate S. Jooi
baatante influencia aobre aa qualldadea de aeu quom no mesmo quizor carregar, dirija-so a
espirito, sobre eaaa intclllgencia lio delicada c ra da Madre de Dos n. 34, ou o mestro a
tao aenilvel que he um doa altributos mala no-. bordo,
lvela de sua orianliacao. --Para o Aracoly, soguo em poucos dias,
nlcae^'K^
tas vetea exercldo nellas em largas proporcocs;,"?. quizer carr.igar, ou ir de passagem, di-
por ventura no mel de um circulo deboinens rija-sea rila do Vigario n. 5, ou com o mos-
diatlnctoa, de eapiritoa gravea e profundos, p- tre Antonio Jos Vianna, no trapiche do al-
de ella ignorar aa colisas que todo o inundo godo
sabe, e serconstranglda a guardarmalinelo! |i,n ,. |i i., I ,..,,;,.-,
ridiculo quando- M falla en. aua presenta del l aFa littcratura, de ai te, descienda? Porvenlural Segu com brovidaje a sumaca brssileira
pdda ella ignorar a historia de seu pala, e oa ele- S. Antonio,mullo nova e de superior marcha:
memos prlncipaea doa conbecimentoa bu- para carga, escravos a freto e passageiros,
nanos? I trata-so com os consignatarios Machado
3
-- 0 padre Jlo Jos da Costa Ribeiro,
substituto das oadelras do gratnmatica la-
tina, abre a sua aula particular no dia 15
dejanoirp.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado,
sito na ra do Amoiim n. 14 : quomopre-
lender, diiija-ae a ra das Cruzas n. 36, pri-
meiro andar. Na mesma casa da-se 250,000
rs a juros, aobre penhores deouro.
- Manool de Almeida Lopes, embarca pa-
ra o Hit de Janeiro, o seu escravo pardo,
do nomo llaymundo.
Preciaa-se de urna ama de leito, pre-
ferindo-se seru (libo : na ra da Cacimba
n. II.
(Jnbinete portuguez de leitura.
Areuniilo da assembla geral convocada
flca transfe-
D. Umbelina Wanderley Peixoto, pro-
fessora d'aula particular da ra da Cadeia
de Santo Antonio, no s 'gundo andar do so
brado n. 14, avisi ao respeilavel publico
que, no dia 7 de Janeiro principiara de novo
os trabalhos de seu magisterio. Os Srs.
pais de familia que quizerem matricular
suas (lillas, devem fallar com a annuncian-
to autesque preencba o numero de alum-
nas que pretende admitlir. Aceita pendo-
nistas, maias pendonistas, e externas. A
annuncianle acaba de dar a prora do apro-
veilamenlo de suas slumnas, tendo apre-
sentsdo no dia 20 de dezembro olio alum-
nas que foram examinadas em presanca de
seus paia, sondo todas approvadas plena-
mente," cinco premiadas en virtude do art.
40 dos estatutos. A annuncian'.e de novo
SMSasKMW ftt^JBXSSat
Declara ao.
Pola subdelegacia de S Jos do Recife,
se anhuncia a approhenc,o de um preto de
uome JuliSo. de nacflo nag por andar fgi-
do, o qual declarou ser escravo de um Mo-
reir oa passagem da Magdalena, sendo que
por seguranza fura recolliido a ca lea desta
cidade, para seu legitimo Sr. provar o do-
minio e posse delle, e ser-I lio entao entre-
gue. Subdelegada de S. Jos do Recife 31
de dezembro de 1851. O subdelegado.
francisco Baplula de \lmeida.
p-i. MMiaa^aWsaaJfcsaaatsi
Publicarles Iliterarias.
oTardu das damas
Peridico ae tnsirucedo e rtcreio
dedicado ao bello sexo.
PROSPECTO.
O humera, nio obstante aeu corpo too mara-
vilhosamentcorganisado, nSo obstante sua al-
Nna tao i ai c [ni. 1.11 de nubres faculdadea, he
um cute tao iiicompleloque a suprema sabedo-
ria achou que nao ca bomque vivesse s. A
cscriplura santa cnsina-nos que Dos, queren-
do remediar esle mal; enviara um suuino a
Adi c einquanlo elle dorma, lirou-lhe una
costella da qual formara Eva.
A' vista da mulbcr que Dos ihc aprsenla
por esposa, Ado exclama : Eis-aqui o osso
de mcus osaos, a oarne de ininha carne; por
isso o homcm drixar pal c mal e se unir sua
ninlti-1 ; ellca acro dous em urna mesma car-
ne." Dos os abenfoa c dia i Cresccl c inulil-
plirai c poroai a trra.
toi smente depoia que o homcinc a iiiullier
foram asslm unidos em malrimonio, que a hu-
maiiidade fui constituida c a obra da crcato
completada.
Para lomar ucceaaaria esla uniao entre dous
entes lao diversamente organisados c doladoa
de aptiddes tao diuTerentes, Dcos deu a um a
ioi i c ao oulro a belleaa,
Com elleilo o hornera cncan'ido da bellcia
da inulher, sent a necessidade de ama-la c de
ser por ella amado; entao querendo dciuous-
irar-lhe aeu amor e tainbein captar- Ibe a bene-
volencia, elle esforva-sc por trata-la comas
maiores aueiicea, por preslar-lhc os mais va-
liosos scrvicos(l); a inulher por sua parte gra-
ta a lamas ilcmonstraces de atcelo e tambera
conlieceudo que por sua fraquea precisa de
quem a proteja e defenda, paga de boa vontade
as iii. nuil, que llie sao prodigallsadas, oa ser-
vlfos que Ihc s.io preslados, concedendo por
premio seu precioso amorao cute forte a quem
seus encantos tem caplivado.
ilcsgracadamenle o homcm nao Icm sempre
inanlido a mulher na posico que Dos Ihe as-
aiguou; abusando de sua forca, elle a tem Ira-
lado inultaa vezes antes como escrava que co-
mo cuiupanhelra, mas cm castigo de seu delic-
io, aquelles qucasslin obram, possucn smen-
'le un corpo aemaliiia: pensamenlo, auior, de-
dicacao, nada he para ellea. Ua Urientaes reos
deslecrime, conhecendo ueiu que nao possueiu
oscora(es de suas inulheres, nao Ihcs pcrinit;
lera sabircm em publico, elles ternera expor
vista de ealranhos esse aornso de grapa que
Dos coliocou nos labios deslas creaturas aben*
(oadas, como aeu uiais puro raio; por isso con-
servam-uas e:n scus liarcns debaixo de chaves
e ferolnos soba guarda de euuucos. (2) A Gie-
ola e liorna foram mais coitezes para como
bello sexo, todavia no primeiro dcsles paiea
cria-sc que a alma da mulher nao era da mes-
ma ordem que a do boiuem ; toda a especie de
instrucfo ihe era recusada, sendo assim con-
.rmuaa pcrpciuaiuenic ignorancia ; no se-
gundo, ella eslava aujeita a urna lutella que
nunca se acabava. A roca era aos ollios do ro-
mano, a suprema virtude de aua companbelra;
quaudo a matrona romana tioha lindo todo o
dia, elle achava que tioha dado urna prova ina-
lavilhosade sua iulelligencia. Finiluienle em
Komi o tu 111 lu poda repudiar a mulher a von-
tade, lomar a loma-la, empresta-la ao amigo,
julga-la cm familia c al mata-la. Elle nao
usava sempre desta pcruiisso, mas alguiuas
E na familia nao he ella quem inprlme a Pinheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
lotelligencia de aeus filhos a prlineira impul- j a d c,mpOS Ma.
sao? K para dlrlg.-loa nos anuos da infancia, .' v r
nao coovin que aeja instruida, que sua intelli-. Bal"''"> "' '."' ... ,,.
gcncla lenha sido formada por urna educacol Pe" OlllOde Janeiro, val aahir at O
extensa, e que sua moradade lenha sido for- Um da prejonto somans, sem falla, O bngue
tallecida pelas luxes da rasSoe daf, naodeasa^rasileiro Rio Ave : para o resto da carga a
f supersticiosa e ignorante, mas dessa piedade escravos a frele : trata-sc na ra do Trapi-
esclarccida e sincera que BUca de miu ins- C:H, n.:ni i'diii .V.iv.i-s \ i;.',na srnlini,1-. i|'n'
truccio solida e que fortinca a virtude? embarcam escravos lonliam a bondade do
ii Tao aborrccivcl he a mulher pedante
nu
fe
uanto he esllmavel a mullier instruida sem af-
i'ii.H .10 ; ella he um lliesouro para aquelles
que a cominunicaiu, urna felicidade para as so
ciedades que frcquenla.
Mas, ditera mullos, a mulher he physica e
moralincnte predestinada para excrcer ua fa-
milia urna ni d. ni de funcedes oulra que o ho-
rnera. O hoinein, aclivo, robusto, obra no ex-
terior, trabalha ao sol; a mulher, delicada,
amorosa, cria o lho e administra a casa.
Concordamos com Isso, maa pedimos que
nosseja permittido perguotar com o cscriptor
que deixamos citado era primeiro lugar: Por-
ventura para criar aeu filho, para formar-lhe a
alma dia por dia, para darramar-lhe nao o lellc
do corpo, pois esse he nada, nua o lelle do es-
pirito, sea preciso mulher menos iulelligen-
cia do que ao marido fabricante ou mcrcador
para vigiar sua machina, para lser suas com-
pras e vendas, para regular suas contas ? Cre-
mos que uiugueiu ae allrcvera. a diicr que slin.
Kutretauloquai he a educacrio que entre na
se d s raparigas ? Em vea de se Ihcs enslnar
o que he ucceasario para a vocaco severa da
malernidade, ensina-sc-lhcs, quaudo multo, a
locar, a caular, a dansar, a deseuhar, finalmen-
te ensina-se-lbes smenle o que pode aeduzir,
eucantar e conseguinlcracnlc abreviar a dis-
tancia que as separa do mat/imonlo. Parece
que s isso se tem cm vista, como que se, con-
cluido esle acto, seu desliuo iieasse engolado,
sua vida acabada!
rio do Aguilar, secretario
No ongenho Mallo Crosso, comarca do
ligencia
suas alumnas : tratando-as com todas as
po ,te or *Sasatt s?n;s-s:q,
mandarom os sous conhecimentos com an-
tecedencia.
Para o Rio d Janeiro pertende seguir
viagem com umita brevldade, o patacho
nacional IHargatida, capitilo Florencio Fran-
cisco (arques: quem no mesmo quizer
carregar, uu bir de passagem e embarcar
-i-.cr.iv. s, pJe entender-ge com o consig-
natario Luiz Jos de Sa Araujo, na ra da
Cruz n. 33.
-- Para o Porto, segu com toda a brevl-
dade, a barca portugueza Espirito Sanlo.ca-
pilau Jd.1i, CarlosTeixeira ; quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagem dirija-se
ao escriptorio de Francisco Alves da Cunba
& Companhia) na ra do Vigario.
Para a Babia pretende seguir com mui-
ta brevidade o hiato brasileiro Exals(.1o,
Diestra, Antonio Manool Alfonso-: quem no
mesmo quizer ca regar ou ir de passagem,
pude cutonder-se com o mesmo mostr, no
trapiche do algodSo, ou com S Araujo, na
ra da Cruz u. 33.
Para o Rio de Janeiro, sahe no princi-
pi do Janeiro, a barca americana VV. II. I).
C. Wriglu, capilSo F. II. Worlhington : as!
pessoas que nella quizerem ir de passagem,
dirijam-se ao esenptorio dos consignata-
rios Dosne Youle & Companhia, na ra da
Um tal erro nao deve continuar; em vez de Cadeia do Recife, e sealguuia pessoa tiver
receber uina educaco, por assim dlzcr, de'glguma conta contra a dita barca, queira
passagem, que s corresponde na vida a um apresenta-la no dito escriptono at o ulti-
tniuulo, a mulher deve receber urna instruccao | m(J io me2i ian d(J s(r sat,sfeita.
que radie igualn.euie sobre todas as horas de ( Vendo-se a lancha denominada UniSo,
seu destino; ca deve Tonificar sua alma pelo'... ___,1 .,. ... a
esiudo, nao sopara saber livrar-sc dos latos do porto de 19 tonelladas.prompta do e-
que Ihe armam os mos, senao tambera para cessano para navegar, do boa construc?So e
poder convenientemente educar seus lilhos, melhorcs madeiras : quom a pretender, po-
aconselhar aeu marido nos caaos dilncels, con- dera mandar examina-la no ancoradouro
sola-lo nos adversos, c preparar de aniemo do Forte do Matto, epara ajustar na ra da
para ai propria una dignidade para a velbice. Cadeia u. 39, com Amor i ni Irmaos.
Convencidos poia de que concorrendo para a -------
educajo de nossas bellas eamavels patiiclaa,
fariamos um nao pequeo servico .i sociedade;
brasilcira, propoeiuo-iios publicar um perio-j
dico ueste seulido, o qual, para conformar-uos
cora o preccilo de Horacio de ajuolar ao til o
agradavel, resolvem. s dividir era duas partes,
i> o ir instructiva c parte recreativa. JSa pri-
Avisos diversos.
Sentimento.
Ilollanda Cavalcante, morador no eogenho
Mangibura, comarra do Porlo Calvo, qun
caso sppareca por osles lugares, o escravo
pardo acabocolado, de nome Leandro, de
18 annos, pouco mais, ou menos, bsixodo
corpo e reforjado, cujo oscravo Vmc. o man-
dou vender nessa pra^a, e como tivesse f-
gido no dia 28 do desembro de 1851 : pede-
se o favor cima de manda-lo pegar, que se
pagar todas as despezas, que se fizorem;
assim como pede-se a qualquer pessoa do
povo que conhecor o dito escravo de pga-
lo, que ae pagar* todas as despejas, e lva-
lo a ma das Larangeirss n. 1f, segundo
andar.
l)I)r. Carolino F. de Lima Santos, mu-
dando so do Blerro da Boa-Vista, tem fixa-
do sua residencia no primoiro andar da ca-
sa n. 21 sita na ra Nova. Como mdico,
coiil'inm a olTerecer seu prestimo ao pu-
blico, esempre no sentido de seusannun-
cios.
-- Precisa-so de urna negra para o servi-
do de u xia casa de pouca familia e que saiba
cosinhar: na rita Nova n. 10.
-- Na noite de domingo 28 do corrente,
desencimiuhuu-se um .-chin inxlez e urna
manta de panno.desde a ponte de Uchda at
a* manguinho : quom o achou querendo
restituir, o p le lovar na ra do Queimado,
ioja do miudezas n, 25, que sor recompen-
sado.
-- P.ecisa-se do lugar urna prtta para
servido deeasa : atraz da matriz de Santo
Antonio n. 20, casa da esquina.
-- Precisa-se alugar urna preta que saiba
cosinhar hem o diario de urna casa : na ra
da Praia n. 34.
~ O ahaixo assignado deixa de sercai-
xeirodosSrs. J. R. Lasserro & Companhia
bastante penborado do hom Iratamenfo qus
dos mc-iinos senbores recebeu durante o
lempo que se oceupou no servido da sua
casa.Jom;Machado Pimentel.
OSr. Jo3o Virissimo, mestrede alfaiate
que morou na ra do Vigario,queira annun-
ciar sua morada ou dirijir-se a livrario n.
6 e 8 da praca da independencia.
Domingos Antonio Comes Cuimar&se
doclara a quem convior que sendo consi-
nhor dascasasn.15 e 12 dar ua do Crespo nSo
convu com quem quer queseja em seu aj-
rendamentosem que com ello ten mhdese
entender quanto a sua paite.
Precisa-se alugar urna prela, que saiba
vonlerbem frutas : na ra do Queimado n.
15, so dir quem precisa.
D. Cicilia Rosa da Cosa, viuva do fi-
nio, e deata forma tem conseguido o pro-
Senliinos summamente que a Sra D. Ma-j nac|o -Joiquirn JS |,ouren?o' da Cosa, faz
inclra iremos dando cm forma de dialogo e em noela Caetana Lucci, se retirasse do Pernam-. ....
artigos separados os conhecimentos que nina buco sem ao menos dizer um adeos aos por-
seubora deve ler para poder ducr-se instruida namhocanos,que tanto mostraram aamiza-
e bem educada; islo he, iremos aprescutando de e sympathia que Ihe tributivam ; paten-,
de modo proporcionado comprehenjo de (eando a-sim sua ingralidSo ou pouca con-
nossas lelloras, descnyolvlmenios raaia ou me- suerflcfio em quc tinlia aquelles de quem
nos exiensos sobre a hisiorla sagrada c profana, recebeu tantos favores o applausns que ge-
S&ZX7Z?^'S%^ ciumos, 3.ffeiS0MPS partida que
bre llitcratura, ele, ele. A segunda contera SO lia lera m e deenderam com inevitavel
poesas, iiiiiijii.i'i., dr.iunn-is, contal paraos constancia ; por ora lemilamn-nos smente
meninos, (d) auedoctaa, jogoi de prendas e re- a fazer-lho osla pequea censura,talvez mo i
cenas uteis c curiosaa. livos assas poderosos a obrigassem a tor ? m '. nlpmnii
Todos oa uuuieros deslc peridico, o qual sa- urn a| proced ment, o de relirar-se sem1 L
ra, de lindos rlicos de bordados e moldes de a,occasi5o para pedtrmos ao Sr. Cermano,
laojrintho e de pecas de msica, tudo viudo da que nao abra o theatro^de Santa-lzabel,sem
capital da Franca c dado pelos inellioreaperio- que primeramente te/iha pelo menos urna
dicosalli publicados para imlruc(o c recreio dama que revaltse com a Sra. D. Manoela,
das bellas Parisienses. (4; pois nos parece que Ihe he muito preciso
publico que liavundo fallecido no dia 29 do
corrente o seu procurador JoDo Antonio
Soarcs de Abrcu, tom por consequencia ces-
aado os. poderos da dita procurac3o ; no-
meando a anr-unciante desdo esla dacta a
seu lilho Joaquim Jos Lourenco da COsta
para sou bastante procurador, com especia-
lidad!) para receber os aiugueis de suas ca-
zas.
Perdeu-seum roplondor de prata pe-
Trincheiras ao patoo do
quem o tiver adiado e quizer res-
tituir, dirija-se atraz da matriz da Boa-Vis-
ta, na casa de D. Maria viuva do JoSo Can-
do, que recompensar cum o valor do
mesmo.
O TABAYRE'
peridico poltico e noticioso : no dia 5 de
janoiro saliir a luz o primeiro numero dis-
te peridico ; as-igna-se para ello a 2,000
Resia smente que o bello sexo brasileiro para distnlra prevenQao do publico que Por ">r MKff'JeV s^antniHa
proteja c anime urna empresa que Ihe be toda i .-i.a nnliiln nela retirada da nua no nal- botica do Sr. Jos Mana, em S. Antonio na
dedied. e que Ihe pode ier mu vanlajosa. ^ rQmbUCMO,mtMmmmS*A loJa da "vr09 uo Sr- Al,l0ni "** e
( prlmejro numero do Jardl.u das Damas, o ^ IS!"??!"' UQl09 Prazeres "V,, i na ra ds Cruzes n. 18, primeiro andar,
qual seacha J quasl lodo imprcaso, aahir quenes que a viam.
lusuaprimciradominga do anno prximo fu- E*lrn fgidos da fabrica de calderei-
turo 4 de Janeiro.) ro da ra do Brum n. 28, os dous escravos
seguintes : Felippe do nacflo Mofambique,
Historia universal resumida. reprsenla tor 35 annos de dado, estatura
Para uso das oselas dos Estados-Unidos da regular, cheio do corpo, e costuma embna-
Ainenca do Norte, por Pedro Porley, tradu- gar-se pertencento ao casal de Jos Mana
zida para uso das escolas do imperio do lira- de Jess Muuz, j e Alexandro de nacflo S
sil pelo desembargadorconselheiro JosRi- Paulo, de nlado 35 annos, alto, falla demo-i
beiro. Este excellenle resumo acha-se nos rda ; quo foi do Meliquer, francez raora-
prelos da capital do imperio, e brevemente dor no Rio-Doce, o ltimamente foi doSr.
sabir a luz : subscreve-se nesla cidade do Eduardo Bolli : ambos fugiram em oulro
Recife na livraria n. 6 e 8 da prsga da lude- m?t'vo mais do que vadiacSo e MMriO,0 Le"m".' n, ru, Moedi gobrado d uai
pendencia a 5,000 rs. por cada cxemplarcn- primeiro desde 25 do crranle, e o segundo: "em ru "" aourauu
caderoada. desde 26 ; roga-sa a quem os pegar de M ",' Fern,des Eira faz publico que
ELEMENTOS JJJ tt tabr.c. que ser. recompon-1 ^JJ Jffffg^^mtmt
Homaopathia. \ Desapareceram na noite do 28 do cor-
Sabio a luz a segunda parte desta obra rente mea de dezembro 7 oscravos, todos da
composta pelo professor homceopalha Gos- costa, dos engenhos S. JuSo, e Bom Jess
setBimonl. Recehem-se assignaturas para do Cabo, pertencentes ao r. Manoel Car-! donos dos estabelecimeolos, que so acham
a obra inteira a 5,000 rs., no cousultorio neiro Lins d'Abuquerque cornos nomes, e' areridos, e que por falta, de tempo nSo se
Precisa-se de urna preta escrava, ou
mesmo forra, para o servido de umi casa
de pouca familia, paga-se bem : na ra do
Hospicio n. 52.
O Sr. Miguel Mendes ; Sr. do engenho
do Salgadinbo,ou seu procurador nesla pra-
$a, queira entender-se com Jo5o Jos de
Carvallio Moraes, que Ihe dar noticias de
um escravo que se ach a em Piabi: o mes-
mo Moraes lera um escravo para vondor.bom
para lodo o servido.
-- Precisa-so alugar um moleque paga-se
andar
seu caixeiro desde o dia 29 do crrenle.
Attencao.
O arrematante das aferifOes, faz corlo aos
bomceopathicoda ra das Cruzes n. 28. De- signaes seguintes : llaymundo, baixo, ps p0,|8 entregaros bilhetes, quevenham bus-
pois da publicacflo da terceira parle, o pre- apalhelados, abrindo-os muito quando an-i ca.|os ,. p,ga, frma do costume.
.. coser elevado a 8,000 rs. para aquelles da, parecondo quasi uro defoito. Cayo, al-j Antonio Pereira da Costa e Cama, com
es niaudava acouta-la tao rudeinci.te por que nSo tiverem asnenado. No mesmo con- lura regular, com signa-s de sarnas as per- Venda no aterro da Boa Vista 0. 78, avisi ao
... .i .. a ______*a_ lv_ nata l"ani> Um nonti* olln'nim iUllli's ilf _______:(...._! .__LU.. .. ...... v, .,.,,,,-;,.. nnnt
sulloria, acha-se a venda tudo quanto he ns, Cesar, bem preto, alto.com signaes ae respeitavel publico, ou a quem convier, com
necessario para o esludo e a pralica da ho- bixo nos ps, e estes grossns c feios, urna particularidado a renarticSo do consulado
mojopathia, cumo seja : livros impressos f'rida om urna das canellas, Divid, um pou- provincial, que do 1 de Janeiro em dian-
para historias de doenles, regimens apro- co a,to> preto, com tignal deum fonmento tB( nflo vender maisem sua laverba agoar-
priados para a provincia de Pernambuco, e no llm do ospinhaco, Torquato, altura regu- ,|enlo, ou espiritos de produ?flo brssileira ,
eucarrega-se de mandar foriiecerqualquer.'*1' bem feito, feic(0es bunitas, pareca en- como tambero o annuncianle neste sentido
seus libertos que a deigracada moma disso.
\\Mr. Luiiniu Pelleiau, de quera cxlrabiiuus par-
^e do que ueste artigo espendemos, refere que
Ubegilla umi 11 ra assim por ordem de Uei odes
Attico.
i OEvangelho, diz o mesmo escriplor, velo ti-
Siatillih" "rai lmponoo.Vh?a^6"tide Iec'D.me"nd"a"de medicamVeluViiomceopa- S,?J,!?i *^ ;ra.mar'. be!?r,"_-! IW ." rePart lca du cousu-
J R. I.assorre & Companhir avisSo ao
publico que o Sr. Jos Machado Pinentel dei-
xa o sorvigo da sua casa por nSo Ihe convir
continuar. Os mesinos aproveitflo a occa-
8io|para Ihe agradecer o zelo e aplidflo com
'I o sempre o servio.
-- Aluga-se do dia 15 do Janeiro em dian-
te o sitio ao Sr. Queirz Fonsera, no lugar
dos Remedios, com casa para, grande fami-
lia, quartos independentes para escravos,
coxcira, estribara para cavallos, eum ex-
cellenle vi ven o de peixe : a tratar no mes-
mo sitio, ou na ra da Cruz n. 24.
Roga-se a pessoa que por esquecimenlo
deixou um brinco do ouro na toja de miu-
dezas: na ra do Queimado n. 59, de Ma-
noel Joaquim da Silva Ferraz, quo o mande
buscar dando lodos os signaes exatos.
Aluga-se o primeiro andar da casa n.
24, da ra da Cruz : a tratar na mesmo
casa.
AttcncSo.
l i muco quo cstudou, e tem alguns pre-
paratorios offerece-se para ensinar primai-
ras leiras.em algum lugar perto desta pracii,
de cujo onsino lom pralica, a prorootto no
mesmo todozello e promptiduo no desem-
penho de suas obrigaQOes; quom procisar
poder anuunciar sui morada para sor pro-
curado.
-- i.' n moco que se acha desoecupado, de-
zeja turnar para fazer, alguma escrituraeflo
atrazadi, de alguma casa de negocio, que
se acheatrazada na mesma ;o quu promette
fazer comacooioe promplidflo: na ra da
Cruz n. 43 so dir quom he.
Precisa-se do urna ama que saibi cosi-
nhar e fazer as Comoras necossarias ; para
una casa do pouca familia : na ra Direita
n. 53,
Precisa-se de um caixeiro, de 12 a 14
annos, com pratica, ou sem ella : no becco
do Peixe Frito n. 5.
Gabinete portuguez de leitura.
De ordem do lllm. Sr. presidente da as-
sembla geral desta sociedadersuo avisados
os senhores accionistas, para comparece-
rem no dia 2 de Janeiro do prximo anno ,
pelas 7 horas da noule, no primeiro andar
da casa n. 40, da ra da Cadeia do Recife,
para Ibes screm apresentadas as conlas o
relalorio da directoria, procoder-se elel-
fflo da nova directoria e conselho adminis-
trativo," seguir-se o mais que osestatutos
detorminam. Recifo, 23 de desembro de
1851. JoSo Quirino de Aguilar, secretario.
O Sr.Bernardo de Albucjuer-
que demandes Gama, queira man-
dar pagara subscricao deste Diario.
Procisa-sedo urna criada, smente pa-
ra o srivic.ii de cozinha e compras, para
urna casa do muito pouca familia: na ra
do Rozarlo da Boa-Vista, sobrado n. 32.
Manoel de Almeida Lopes, com casa
deconsignaeflo para comprar o vender es-
cravos, tanto para esla provincia, como pa-
ra fura dola, mudou a sua residencia da
ra da Cadeia do Recife, u. 51, para a ra
da Cacimba, n. II, aoude morou o finado
Exm. vigario. Brrelo, onde continua, nll'o-
recendo-se toda a seguranca precisa para os
mesinos e bom Iratamento.
Precisa-se alugar una prela escrava,
para servido de muito pouea familia: na
Ponte Velha n. 14.
estabelecimeoto com as seguintes pro-
porctVs :
B(jhare sorvete, aos domingos edias.san-
os tarde.
Sala mobiliada e independente, pira ai
familias, que indo a passeio quizerem des-
cansar.
Quartos preparados para dormida.
Espajosa e bem arejada sala dejaotar,
com espacidade de servir 40 pessoas.
Soiti para recreio e passeio.
Estribara earranjos paraca vallo.
Comida meusal o avulso, preparsm-se jan-
taros o prezuntos, aluga-se iouca, vidros ,
bandejas, etc. ele.
Tudo por preco muito rasoavcl, a acn-
tenles.
mm w iiMiB
M Precisa-se de um ama, que tenha M
a* muito bom loile, sendo Torra, e que frf
W seja 11 rapa para amamontar urna cri- &
t' anfa de 2 mezes, paga-se bern : quem VE
m so adiar uesta circumstmeia, dirija- ajfj
Si so a ra da Matriz da Boa-Vista n. >JJ
Vi 16, ou annuncie a sua morada, para 40
MI ser procurada. m
mmmmwmmmmmmmmwmmmm
O abano assignado, nflo he mais pro-
curador da extincta companhia de Pernam-
baco e Parahyba,e mora na ra do Apollo n.
20, onde pode ser procurado sobre negocios
de recebmento de assucar,agoardenle e ou-
trosquaesquer gneros de exportarlo que
Ihe forem consignados a commissfio; todos
os dias uteis das 8 horas da manhSa as 5 da
tarde, fra disto no porto velho da Capunga
junto ao portflo da Sra. viuva Lasserre.
Jos Antonio de Souza Machado.
Compras.
-- Compram-sn escravos e vendem-sede
commisaSo, para dentro e fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. 11, on-
de morou o Sr. vigario do Recife.
Compra-se urna creoula ou mulata al
18aunosde idade, de boa conduela, e qua
onten la bem de costura e eugommado: no
armazem do becco do Consalves se dir
quem compra.
Compra m-se escravos e escravss'para
urna oncommenda, nflo se duvidara pga-
los bem, em sen lo bonitas pesas : na ra
da Cruz n. 40, primeiro andar.
Compra-se um brag de balansas gran-
de o cooxas c mi peso-upu sem elles : quem
tiver annuncie,ou dirijmse a ra do Quei-
mado Ioja n. 3. %
- Compra- se urna DUsVHia do Jacaranda
com pouco uso, moderna e que tenho con-
sollos;
Na ra da Cadeia do Recife n. 37, se-
gundo andar, compra-se urna ciciiula, ou
molata, de 18 anuos, masque seja de boa
conduta e entenda de costura o engom-
mado.
Vendas.
Caligrafa
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
letra e por preco commodo.
-- Firmo Candido da Silveira Jnior, ex-
para o Rio de Janeiro.
porta o sou escravo cabra, dPnomo Flix,
lr7ta.n.7r.7.T^ em caixas, em de um pouco cabido efovciro, bocea um
.r '. I > > .....____.______ lillltii Inrla um ciifiiii iln nnniiHi n i'III lllll
lire a cabera a ineamaagoade rrgenerafo que!glbulos como en) tinluras
iln < a cabera de seu marido, appllcou-lhc o
beuelicio du sanguc derramado no (Calvario,
abrlo-lhc a porta da igreja, associou-aao mar-
lyiioedecreiou-lhe a apoiheose daescravido.
l.lla era excluida do banquete, elle a chamou
niea i\o prelo : Vathogcnesia dos modicamcit
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e phitiologia com es-
Umpas, paraos curiosos om bomccopaLhia.
Hoga-se aos seohores assignantcs o ob-
toda especie de direito i gloria, elle acoroou sequo de mandar receber seus exempla-
com a aureola. i res no consultorio bomceopalbico da ra
Presentemente a mulher tem recobrado na das Cruzes n, 28.
sociedade o lugar que a Biblia Ihc assigna, ella'
lie a cinpanheira do bo.nciu, ella participa de
(IJ Fallamos do verdadeiro homcm e nao do
bruto coin forma huniaua, pois sabemos que a
esle a vista da bcllea em vez de inspirar rea-
pello e amor, Inspira smeme os mais desorde-
nados apetites.
(2) Os F.gypcios ebegaram ao meiiuo fun sem
le servirem das grades de ferro dos harn
Ti&ATAMENTO 11031E0-
PATEUCO.
DAS MOLESTIAS VXaiaEAS,
e consclhos aos doenles para se curarem a
si mesmo, sem precisaren] de medico ;
polo professor homceopalha
Gotiet-bimont.
Sabio a luz e aclis-se a venda no consul-
clles decretaram que uenhuma mulher poderla '
sahir a ra sem ter os ps calcados c prohib- ^.
rain sob pena de prisio, aos sapateiros de faie- (3) A infancia he vida de coutos, por isso
rrm calcados para ellas, fosse de que qualida- querendo habilitar as india para sallsfaier esta,
defosse. por assim diier, necessidade de seus lilhos, re-
Os Chins procederam ainda de uielhor modo solvemos dar em nosso peridico conloa mo-
para cousegulreui o mesmo iu ; elles peralta- raes c instructivos approprtados a eata idado,
diram ssuas mulheiea que a pequcnbet do arlin de que ellas nao se vejain obrigadas a con-
fu he um dos elementos prlncipaea dabellea; lar-Ibes historias de cabra cabriola, de alaria
Por isso estas pobres creaturas cntregain con- borralbeira e outras, das quacs neuhuin pro-
ti mes suas filblnhas anda tenras para que Ihea veito tiram estas tenraa eamaveis creaturas.
srjan quebradoa os ps cm um torninho allin (4) O vapor inglez que parte de Southampton
de nao crescereui. Desta mancara ellas mes- a 9 de cada mz, tras-nos sempre os nmeros
mas preparam seu captlvelro, porquaulo nao de diferentes peridicos de modas e trabadlos
podendo ler-se in pe por inulto lempo, lam- de saohoras publicados em Pars al o da an-
uenj nao podein sabir a ra. tccedcale.
lanto torta, um signal do forimento em um
dos hombros, ou espadua, Appolonio, bai-
xo, pouco cneio do corpo, olhos pequeos,
feicOes muito regulares, e fulo da cor ; tain-
bem fugio do mesmo engenho a 5 de no-
vembro p. p. o escravo Valerio, alto, gros-
so, cara chata e muito curta, olhos peque-
nos, um tanto gago, pos chatos discarnados
e urna cicatriz no p esquerdo perto do de
do mnimo: offerece-se 35,090 rs. de re-
compensa por cada um que for lovado ao
dilo engenho, ou no Mondego em casa do
lllm. Sr. Comendador Luiz Comes Fe reir,
ou no engenho Fragoso ao lllm. Sr. I)r. ta-
noel Joaquim Carneiro da Cuiha.
Avisa-se a certo Sr !... que
na noute de domingo, 38 do pau-
sado, teve a esperteza de tirar um
oculo de alc.ni.se, da ra -de rigoas
Verdes n. 86, segundo andar, que
luij 1 de no praso de 3 das o levar
ou mandar a mesma casa, e se o
nao izer ver seu uome por esten-
so nesta folba, e se isto ainda o nao
determinar, terei de lancar mi
de outro meio mais elTicaz, pois he
o que os.......merecem.
lado provincial.
Precija-se alugar urna prela, para ca-
sa de pouca familia: na ra do Pilar em Fu-
ra de Portas n. 116.
Precisa-se de um amassador, para urna
padaria nosApipucos: a tratar na ra Di-
reita n. 69.
Precisa-se alugar urna escrava, para
alguns servicos do casa, anda mesmo uo
sabendo coznhar e engommar : na ra das
Cinco Ponas n. 82.
O abaixo assignado, com venda na ra
Diroila 11. 74, deixa de vender agoirdente o
bebidas espirituosas de producto brssileira,
por ser colletado em urna quanlia quo nSo
he possivel vender, desde o 1. de Janeiro de
1852. Manoel Martins Lopes.
-- Precisa-se de um feiter, para urna ole-
ra perto desta prar;a, que entenda perfeita-
mente daquelle trauco, e que nlo seja mul-
to descansado nos seus deveres : quem se
acbarnestiscircumstancias e afianzando a
sua conduta, dirija-se a ra dos Quarteisn.
18, que achara com quem Iratar.
.. Na ra larga do Rozario, n. 28, por ci-
ma da Ioja de louija, no segundo andar, se
precisa urna ama que tenha bom leite, e pa-
ga-se bem.
Em Fra de Portas n, 86, precisa-se de
um caixeiro que tenba pratica de venda, e
d6 fiador a sua conduela.
Joseph Lalham, subdito ingloz embarca
para a Babia a negocio de seu interosse.
-- JoSo Jos da Costa e Lomos, subdito
portuguez, retira-se para fra da provincia
-- Quom quizer arroz do leite de forno
com ovos, ou sem elles, bolo inglez, dito
de mandioca, o de todas as qualidades, tudo
feito no ultimo grao de perfeic3o : procure
na ra Novr sobrado n. 63,
- Eugenio Tiset cidado francez vai fa-
zer viagem ao Norte do imperio.
I1.1 neo de Pernambuco.
A direccjlo do Banco de Pernambuco con-
tina a receber assignaturas para o mesmo,
as pessoas que quizerem assignar o devem
fazer quanto antes alim de gozarem da van-
tagem de entrarem com o importe do suas
assignaturas Das prestarles que prescrevem
os estatutos, cortos deque em principiando
o mesmo as suas operaces, dahi em dianle
aquelles quo quizerem assignar, havendo
ainda lugar, s o podero fazer, entrando
com o importe de suas acetres em dinhoiro
a vis'a. Contina a estar patente a assigna-
tura noescriptorio do Sr. Manoel Gongalves
da Silva : na ra da Cadeia n. 36, todos os
dias uteis at meio da. M. J. de oliven a ,
secretario.
-- Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minha) para vendar, nos armazens de lici-
n I mil.' ti Companhia, no becco de Gon-
calves.
-- Preciza-se de um portuguez quo seja
perito em plantajes de sitio, e saiba ti-
rar formigas, quem estiver nestas circuns-
tancias e quizer trabalhar no sillo na traves-
sa do flemedio n. 21 onlenda-s e com sen
proprietano, o Porteiro da Alfandega desta
cidade, na mesma repartirlo que a vista da
prova quo dor de saber o que cima se desa-
ja, e da sua boa conducta *. &. tratar-se-be
do ajuste.
*>***;###!
' Paulo Gnfirnoux, dentlst *
B francez 1 offerece seu prest- V
1110 110 publico para todos os #
** mlsteres de sua prossao 1
podo ser procurado a ntial-
qnor hora eui sua cusa, na 19
V ra larga do Rozario, 11. 6, ,*
^ segriiiido andar. 9
Hotel no Montciro.
Domiogo, 16 do passado, abrio-so este
FOLHiNIlAS PARA i85a.
Vendem-se folbiuhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
ferentcs qualidades,sendo urna del-
tas com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:0011,1101) e 10:000,000 ders.
O cuitelista Salustiano de A qui-
no Ferreira, avisa ao respeitavel
publico, que no dia 3 a 4 deste
mez, deve clicgar do Sul o' vapor
da companhia brasileira, conduc-
tor das listas da i5. lotera das m,i-
trizes da provincia, que correu no
dia a3 de desembro do anno pas-
sado, c paga inmediatamente lo-
go que receber as listas, sem des-
cont algum, todos e quaesquer
premios que saliirem nos bilhetes,
meios, quartos oilavos e vigsi-
mos, vendidos na praca la Inde-
pendencia n. i.'l 1: 13, Ioja de cal-
cado do Arantes, e na ra da Ca-
deia do Recife n. ,'i, Ioja de miu-
dezas. Ainda ha por vender um
resto (Je bilhetes c cautelas; a elles
que esto se acabando.
Rilhetes 33,000
Meios Quartos itavos 11,000 5,5oo 3,800
Vigsimos 1,30o
- A bordo do patacho nacional Eulerpo,
ha superior ftrinha deS. Camarina, chega-
da ltimamente : trala-se a bordo do mes-
mo patacho fundiado defronte do trapiche
da algodSo, ou na ruado Apollo armazem
n. 15, e na ra da Cruz n. 33, armazem de
S Araujo.
Lotera do Rio de Janeiro aos
30:000,000 rs., para espermen-
lar a boa sorte do novo anao na
casa feliz
dos quatro cantos da ra do Queimado n.
20, vondem-so os muito afortunados bilhe-
tes, meios, quartos, oilavos, vigsimos, da
15'lotera das matrizes da provincia, cuja
lista ebega al o da 4, a elles que esto no
resto.
No sitio da viuva Amorim, na ponte de
Ucba, ha par* vender um garrote tourino,
do excellenle qualidade, proprio para tirar
ruca : quem o pretender dirija-se ao mes-
mo sitio 011 aoescriptorio da mesma viuva,
na ra da Cruz casa n. 45.
A CIDADE I> PARS.
YaV)T^ C\\m\ i\t WV,
mu do Coltcirlo n. 4.
Novo sorlimento do chapeos de sol, para
homom e senbnra, a saber -chapeos de
sol de seda, armaciio de balea, de 4,500rs.
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos de panno lino, de ar-
rna<;.io do baleia e de ferro, de 1,600 a 8,900
rs.; ditos ditos de armicfio de junco, de
1,200 a 1,800 rs., lodos limpos : grande sor-
limenlo de sedas e pannos, em pecas para
cubrir os mesmos, lialeias para vestidos o
espartllbos desenboras. Concertam-se to-
das as qualidades de chapeos deso, tudo
coni perfcicSn e por monos prefo do .que cm
mitra qualquer parte.
i. -r
*L_



Yinho de Champagne,
e superior qu&ndade : vende-so no arroa-
em Kalkmaoa Ir'aiSos Rus da Cruz, n. 10
O Vende-seum grande sino no lu- O
O gardo Hinguinho, que tica defronte *
O dos sitios dosSrs. Carueiro.com
5 grandecasa de vivends, de quatro
~ agois,' grindo senxtHa. cocbeira,
** estriban, jpi de capim que 8u- ~
X tenia S a cavallos, grande eacim- _
* ba, con bomba tanque eoberto g
para banho bailante arvorodos de J:
fructo : na ru do CoUegion. 16, se- g
O gundo andar. _.._
OQOOOOP09009009909
Moinhos de vento
eom bombas de repucbo para regar bortas
d bailas de capim : yendem-se na rundigao
de Bov man & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6. 8c 10. -jl
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
milito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Taixas parii engenlio.
Na fundido de ferro da ra do Brum,
acaba-so de receber um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, a
quaes acham-se a venda por prego com-
modo, e con promptidflo embarcam-se.ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Vendem-se cera ein velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra, etam-
bem de um s tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte trata-se no escripto-
rio de Alachado & Pinheiro, na
ra do Yigario n. 19, segundo
andar.
POTASSA DA MJSSIA.
No armatem de Jos Teixeira
Hasto, na ra do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da llussia, chegada recen-
temente.
-- Vendcni-so velas d ospe mcete, em
caixas, de superior qualidade: ero casa de
J. Keller & Companliia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seestecompeudio, approvado para
asaulasdeprimeiras letras, a 480rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Lasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
aseusdonos : narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar-
DcpositO de cal e potassa.
No armazem da ra da Gadeia
doRecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa ebegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, vendom barra com cal
cm pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos preco do
queem outra qualquer parle: na ra da Ca-
Ueia do Kecifen. 50.
AGENCIA
da fundico Low-Aloor.
HUA DA SENZALU NOVA N. 2.
Neste estabeleeimento conti-
na ahaverum completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Agencia de Ldwin Alaw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem deaic. Cal-
raoniSi Companhla, acha-ae consianlcmenlc
bons lortimentos de taia de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiras toda de ferro para animaes, agoa, ele,
ditas para armar cm madeira de todo os l-
mannos e nucidlos o mais moderno, machina
horlsonlal para vapor, com forja de i caval-
loi, coucos, paasadairas de ferro catanhado
para caaa de pulgar, por menos preco que 01
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
anu> rin barras como cm arcos folbas, c ludo
por barato preco.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla INova n. V-!-
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com camliao de sicupira e bracos
da ferro : na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundico de (erro.
Arados de ferro.
Na fundigio da Aurora, om S. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos mo-
delos.
familia de mandioca.
A mais nova e irais barata farinha de
mandioca que lia no morcado, vende-se na
ra da Cruz do Recife, armazem n.i.i, de
J0S0 Carlos Augusto da Silva.
Deposito da lubrica de Todos os
Santos na Balila.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assacar e roupa do escravos. por prego com
nodo.
Nr ra do Queimado, loja
de ferragtns n. 37 A junto ao
becco da Congregacao, vendem-
se bilhetes e meios ditos da lote-
ra do Kiode Janeiro, cojos precos
sSo os mais baratos que se lem Vis-
to ; elles que sio afortunados.
Bilhetes aa.ooo
Meios bilhetes 11,000
Vende-se um carro da qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
dous eavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Hoendus superiores.
N fundigo de C. Starr & Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, ludas de Ierro, de um modelo e
construego muito superior
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: om casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se cm casa de A-
damson llowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. t\i panno de
algodao para saceos de assucar ,
muito superior e barato.
Velas de carnauba em libras.
Vcndem-se velas do carnauba imitando
espermacete : na loja de sleiro da ra da
Cadeia do llecile n. 36.
~ Vende-se saccas com superior colls,das
fabricas do Rio Crande do Sul, e a prego
commodo, no armazem, du Dias Feneira
ao pe da alfandega. ...
DEVERES DOS HOHBNS,
a 5oo rs.
Vende-se este compondio aprovado para
as aulas, em meia encadernagao, a 500 rs.,
cada um: na livraria n. 6 e8, da praga da
Independencia.
Vende-se vinho de champa*
nhe legitimo e de superior quali-
dade : cm casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
vende-se champagne da marca anga
o bem conhecida, Comet, em casa do Deauo
Yule& t-ompanhia : na ra da Cadeia.
Vende-se, traspassa-pe, ou
ag Vendem-se e alugam-se bichas, che-
a) gadas ltimamente de llamburgo, por ;
t> prego commodo: na ra de S. Amaro
m D. 38.
Vendem-se selins e sillioes
inglezcs, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson llowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 42
ga loja de Guerra Silva & Compa-
nhia, na ra Novan. II, a fallar
com J. Keller & Companhia, na
ra da Cruz n 55.
Vendem-se amarras de ferro! iy ra
da Senzalla nova n. 42.
Vende-se oleo de linhaca em
botijas : a tratar com Manoel da
Silua Santos, no caes da Alfande-
ga, armazem do Anes.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
l.ianco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Aos senhores de engenho e casas
particulares.
No armazem do Sr. Anlonio Annes no caes
da lUandega, vende-se bacalhso e Norue-
ga em tinas o mellior que lem vindo a este
mercado superior inglez por ser corado
com mellior sal, vende-se por 6,000 rs. a
lina.
Vende-se chaiios de palha americana
mui superiores, e relogios americanos para
cima de meza, bons reguladores : na ra do
Trapiche n. 8.
AVIZO IMPORTANTE.
Chcgarani om fin as dezejadas niassas de
Genova, i.assas, uvas, figos, azoilonas, e a-
mendoas ; lulo de superior qualidade, o
I urna puMjo de caixmhrs do passas muito
enfeiadus, parasefazer algum presente;
esles gneros desomb sequizer fornecer destes gneros, dilija se
a taboroa da Madre de Dos n. 9, armazem
do Pinheiro & Cordeiro.
Narua Nova loja n. 8,
Vende-se chapos de castor 1 1 nuco polo
baralissimo pro$o de 7,b00 ditos de csslor
branco sem pello por 5,000 rs. bonetes da
palha da Italia para homem por2,500,ricas
mantinhas de nobreza, proprias para senbo-
ras e meninas a 4,000 lindos capolinhose
manteletes de grosilnapoles prcio o furta-
cores chehados pelo ultimo navio, luvas de
poiica, e sein de todas as qualidades para
homens e seakuras, bellos lencos de setim
de cores para^avatas, litas de chamalote de
todas as cores para sinlas e chapeos, chapeos
francezes para homem ultima moda a 7,000,
e outras muitas fazendas que na mesma loja
se vendem por precos nunca vistos.
Vendem-se por preco com-
mo,nos armazens de Francisco Dias
Ferreira, e Antonio Annes no
caes da Alfandega os seguintes
gneros: farinha de mandioca mui-
to fina em saccas; fumo cm folha
para charutos; cal virgem de Lis-
boa, vinda pelo brigue Novo Ven-
cedor ; macella do l'orto muito
nova: a tratar nos mesmos arma-
zens, ou com "ISovaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 34-
Vendem-se escravas mocas,
de bonitas figuras, engommam
bem, cozinham e cosem cham ; a
mulata com as mesmas habilida-
des; 1 lindo molecotc, e a escra-
vos de todo servio : na ra Direi-
ta n. 3.
Vendem-se 2 escravos fortes e robustos,
proprio para todo o serviO : na ra da Ca-
deia do Recifo n. 49.
Vende-se um jogo de gamSo em labu-
los de marfim, um ornamento de damasco
encarnado e dois roquetos, duas capas e u-
ma simarra : na ra da Cadeia do Recife.
n. 49. ,
Vende-se no deposito da travessa da ra
do Rozario n. 2, quem vem da ra do Quei-
mado bolaxa demilho pelo diminuto prego
de 1,920 a arroba olliem que he pechincha
esta-se acabando.
~ Vondem-s
ultimo porta
Bispo, 2 apparelhos
para meza
guarda livros
dilo.arrcios 1
Jo cabriole!, 2
porcelana dou
ras do balan;
pesi*!.
Cartas finas para voltarete.
*ond"m-se carias franefizas, mullo final,
proprias para voltarete, pelo diminuto pre-
co de 600 rs. o baralho : na ra dq.Quema-
do, loja do miiidezas, junto a loja de cera
n. 33.
Tintas para desenlio.
Vendem-se caixinhas com tinta para de-
senhopelo diminuto prego de 240 rs.: na
ruado Queimado, loja de mludeas junto a
de cera n. 33.
Bom c barato.
Vende-se bom papel almago a 2 500 rs. a
resma; dilos de peso a 1,800 rs. ; finissimas
pennasdeagoa 240 rs. a duzia ; cartein-
nhas com chaves, fazenda muito superior,
ptimas para gurdar dinheiro a 1,800 rs. ;
crrenles deaco para relogios a 400 rs.; lo-
nelas linas Je dous vidros, cot mola a 1,000
rs.i ditaa de um vidro a 400 rs. ; litnssinos
oculos de armado deaco a 1,000 rs.; five-
linhas douradas, para caigas ecolleles a 200
rs.; ditas de ac a 40 rs.: na ra do Quei-
mado, loja de miudezas, junto a loja de cera
n. 33.
Para quem passa a festa.
Lindas laolernasdo papel de cores, muito
proprias para passeios nos silios, pelo prego
de 200 rs. cada urna : na ra do Queimado,
loja de miudezas junto a do cera n. 33.
Cambas de meia.
Vendem-se camisas de meia, fazenda mui-
to superior, pelo baratissimo prego de 1,800
rs.: na ra do Queimado, loja de miudezas
junto a loja de cera n. 33.
Para criancas.
Vendem-se touquinhas de soda preta, pe-
lo baralissimo prego do 320rs.; maracaes de
metal, que tocam do varias maneiras, pelo
baralissimo prego de 200 e 100 rs.: na ra
do Queimado, loja do niiu lezas junio a loja
do cera n. 33.
Capachos baratos
4
Vende-se, por precocommo-j
do farinha de mandioc muito 1
superior, a bordo do patacho Ale-
gra, chegado de Santa Cathariua,
oqu-il se acha tundeado so p do
caes do Collegio: a tratar a bordo,
d > mesmo, ou com Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
Vende-se marmelada mullo nova e
fresca, vid la de Lisboa om laliuhas de 2 li-
bras, assim como doce em calda, de pesse-
go, marmelllo, o ginji em frascos de 6 li-
bras, ludo pelo baixo prego de 420 rs. li-
bra : ni ra larga do Rozario n. 22, praga
da Independencia n 4, e ra do CMIegio lo-
ja n. 3.
Sebolas.
Na travessa daMadrode Deo, armasen Xnrnnr iln Hosnue.
ne 19 vendem-se muito boas sebo.as a 320 o ( Q ^^ ^S na botica
, ...i___ de Jos Maria Congalves Ramos, na ra dos
A ellas antes que se acanem QUarlejg n. 12, ao p do quartei de polica,
Na loja da ra do Crespo n. 10,vendem-se aoni|e 9e vendem a dinheiro vista, as gar-
pelo diminuto prego as seguintes fazendas rafa9 a 5)500 r8, ,. meias a 3,000 rs., deixan-
iengos inteiros de seda para pescogo a 2,200 j0 lle serem agentes nesta provincia os Srs.
ditos a 1,500, gravatmbas de sedo para ho- sovaes& Companhia : sendo falso o que se
mem a 800 rs., seda furta-cores pra vest- vende em nutras.boticas,
do a 1,300 o covado, brim de linho msela- IMPORTANTE PARA O PUBLICO,
do a 320 rs. o covado, lencos de cambraia s M0LO.
de In.iiii para homem a 320 rs palito de | Comlipafio.
brim a 5,000 rs. cazacas a 6,000 rs chitas Euabaixoassigiiado.moradornocuralodo
francezss a 240 rs. o covado, corles de casi- gr. Bo^n Jess'lo Aruja,termo da villa de Mogi
miras a *,800, e 5,000 rs., chales de seda a jas Gruas, tendo estado enfermo por esna-
14,500, e 6,000 rs., pegas de madapolSo com ?0 fennos mais ou menos, com dores
20 varas a 2,000 rs., alpaca de linho para pol. l0j0 0corpo, ede maneira tal que che-
jaquelae vestidos a 260 rs., o covado, cagas glva a cahir por trra o com immensos vo-
fraocezasde excellentes padrOos a800 rs. a Ml|t,,s ,, tundo consultado a varios cirur-
vara,meluzinas com lista na frcnle para ves- gi(jBSl osles desenganavam-me que n9o era
tido a 700 rs. a vara, engasada para vestido p0Ssivel curar-me de tal cnfermilad, que
a 700 rs. o covado, risuido largo azul para a Dg conheciam, haven 'o gasto bstanle
roupa do pretos a 120 rs. o covado, riscado dinheiro com inuteis medicamentos. Afi-
pera jaqueta a 160 rs. o covado, chapeos a| pasando por ultimo neste Curato um
brunos castores a 8,500, ditos pretos a 6,800 alDg0 meUi djsse que experimentasse
Vendem-se capachos gran tes c muito su- rs., e outras muitas fazendas por monos \sropo do Bosque que Pava em S Paulo, o
periores, pelo baratissimo prego de 700 rs.
na ra do Queimado, loja do miudeas jun-
to a loja de cera n. 33.
Aos senhores cavalleiros.
Vonlem-se chirotes superiores, pelo bara-
lissimo prego de 500 rs ; luvas do fio da Es- \ 4,000 rs. o estojo com 2 navalhas:
cocia, do varias cores, fazenda muilosupo-
rior a 300 rs. i na ra do Queimado, loja de
miudezas, junto a loja de cera 11. 33.
Gravutas de mola.
prego doqueem outra qualquer parle. que 0g0 |z, man lando buscar urna garra-
Finissimas navalhas. fa, elogo que comecei a tomar mosenli
Vondom-se navalhas com cabos de mar- mellior; e acabando a garrafa do tal xarope,
fim, os mais superiores que se pode encon- Aquel perfeilameute bom. Portanlo fago
trar om navalhas, pelo ridiculo prego do esla declaregao para bem do publico.
4,000 rs. o estojo com 2 navalhas : narua Antonio Joaqumi Je Moraes.
do Queimado, loja de miudezas junto a do Cralo de Aruja, 10 de roaiode 1850.
cera n. 33. I Reconhego ser a verdadeira firma da An-
tonio Joaquim de Moraes. Curato Jo Aruj ,
10 de maio de 1850. Eou Manoel da Silva
Microscopios para ver sedulas,
YiMidein-si! na ra do Queimado, loja de
Vondem-se superiores grvalas do mola, 1 miudezas junto a de cera n. 33, mierosco-
pretas o de cores, pelo diminuto prego de pios para ver sedulas, pelo diminuto prego
2,000 rs.: na rus do Queimado, loja de nuu-1 de 1,500 rs.
dezas junto a loja de cera n. 33.
Flores france/as.
Vendem-so ramos de llores franeczas mui-
to superiores pelo baratissimo prego de 320
500, 600, 800, 1,000 rs na ra do Queimado
loja Ue miudezas |unto a loja do cera n. 33.
Parasenhoras,
Vendem-se carteirinhas com agulhas de
lodas as qualidaJes a 300 rs.,caixinhas com
6 papis de agulhos fraocezas a 210 rs. agu-
lhas cantofas a 40 rs. o papel, erriteis de
liiihasdc 200 jardas a 60 rs., linbas de pezo
finas e grojas a 60 rs. a mia Jinna, lezouri-
nbas muito finas para c istura a 240 rs., Irn-
ciuha de 18a de todas as cures a 60 rs., a
pecioha, babado aberlo de linho a 80, 120,
160 rs. a vara, ditos bordados a 200 rs. a
-- Vonde-se superior cal virgem do Lis-
boa viuda pelo brigue Novo Vencedor no
passeio publico loja do fazendas n. 15, pre-
go muito commodo.
Trocam-se as imagens seguintes :
Santo Antonio 4,000 rs., S. Luiz reida
Kranga 4,000 rs S. Benedicto 3,000 rs,S.
Manoel da Paciencia 3,000 rs., S. Krancisco
4.000 rs S. Paulo *.000 rs., Santa Barbara tas, ulcar, doengas venenas, citica, eur-ir-
3 000rs.,N S. da Soledade 3,000 rs.,S.JoSo midades que attagfio pelo grandi uso do
Baptista 2 e 3,000 rs., Sauta Apolonia 3,000: mercurio, hidropesa, expostosa urna vi la
na ra do Queimado, loja de miuJozas jun-1 ^*JJt^ AfS,m como- ehromess de-
to a.decera n. 33.
Braga, escrivSo interino do juiz de paz, que
o escrovi.
salsa pahrilha de
S.4NDS.
liste excellente remedio cura todas as en-
fermidafies as quaes sSo originadas pela
impuresa do sanguo ou dosystema ; a sa-
ber : escrfulas, rhaumatisino. erupges
cutneas, biebutbas na cara, almoroidas.
doengas chronicas, brebulhas, bortoeija,
tinha, encnagOes, e dores nos ossos, e j"n-
Kicas estampas de Santos.
N. S. da Peuha, Santa Luzia, S. JuSo Bap-
tista, S. Ambrozio, Santa Marta, S. Domui-| proseguidos pe(
gos, S.lnnoreneio, Santa Tilla, imago mila- nassuasOperac0
U-.,t I.".,1,1,1 (, I,. \ V iln Itn.viu LI t
vara, ligas de seda para senhora a 200 rs. o grosa, Santa Felicidade, N. S. Jo Itozario,
par, peotes abertos de lu ii paia cocii, fa-j Santa Amelia, S. Marcos, Santa Victoria,
zenda muito superior a 300 rs., caixinhas Nacimeulo de Menino Dos, S. Rodrigues,
de metal com grampas a 100 rs., que s a'N. S. do Pilar, Sania Filomina, S Roque,
caixinha val o dinheiro, tezourinhas ingle-|S. Hilario, S. Lucas, N. S. do Bom Socorro,
zas as mais finas que pode haver para unhas S. Guilhcrme, Santa Adulia, S Martmho, N.
a 610 o 800 rs ricos agulheiros de vidro a !S. da Saude, o Sagrado CoragSo de Maria
sordens da constituicSo, serilo curadas por
esta i.'io til, e approvaJa medicina.
A administragSo deste belo remedio, nos
ataques maisestraordininos tera sido sem-
'os mais felices resultados
s; porm, o seu principal
objecto he de purificar o sangue, e limear o
sy-lema do qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus operantli, he directa-
mente como um remeuio alterativo, anda
que, indirectamente serve ao systema como
um verdadoiro tnico. Doengas nos ossos
c no systema grandular; a9Sim como as
200 rs.. linissimas meias brancas para Se- ,S. ChristovSo, S. Antonio de Padua, Santa junta.<, e ligamontos, silo intoiamenle cu-
uliora a 500 rs o par, crep amarelo perfei- Clementina, AssumpcJo de N. Sendera, N. radas pelo uso deslo remedio, sem que o
lamente bom a 400 rs. o covado, .iscovinlias S. da Lapa, Santa Puceliana, S. BSOtO, 810- doente faga resguardo algum, quando usar
para denles a 120 rs. bicos fluos aigos o' la Eulrazia, Sania Emilia, Santa \irgeme esle remedio. A oppersgSo deste remedio
eslreitos, fitas Unas lavradas e mullos bous > Jess, S. Vctor, S. Lzaro Sanias Cliagas consiste em remover a desordem do syste-
gostos brinquedos para meninos, froco de de Chnsto, S. Christina.S. Sebastnlo, S. Pe- ma, e em brove tempo o doente ganhar a
todas as cores a 160 is. vara : o outras mui-I dro, N. S. da Gloria, S. Paulo, S. Angelo, suasaud0.
tas miudezas, que se vendem por prego que | N. S. do (armo, S. Joaquim, S. Csrlos, Sa- A Sa(sa parn,a tem ga,,ha lo por muilos
cauza admirag5o : narua do Queimado, na orada Familia, Santa Juliana: eslas islam- annog Ul|,a alta rerulagao, de ter curado
beai conhecida loja de miudezas junio a lo-1 pas silo cloridas e muito finas, e venlem-se doengas mu dificultosas, que nonhum ou-
ja de cera n. 33.
Vendo-se urna armagSo propria para
qnalquoroslabelccimenlo no atierro da Boa
Vista n. 76.
VenJem-se barrilinhos com doce de cal-
da, ie lodas as qualidades por muito com-
modo prego : na venda da ra larga do Ro-
zarlo esquina do becco do l'cisi frito,
n. 9.
Franjas para cortinados.
Vendem-se pegas de franjas com 15 varas,
fazenda muito superior pelo baratissimo
prego de 3,000, 3,500, 4,000 rs. : na ra do
Queimado loja de miudezas, junto a loja de
cesa n. 33.
Aleias baratas para homem.
Vendem-se meias cruas para homem a 160
rs., ditas pintadas e azuesa 160 rs., ditas
I rau mn a 160 rs., dittas brancas muito finas
a 240 e 280 1 s. : i.a ra do Queimado loja de
miudezas junto aloja de cera n. 33.
O Cdigo do processo.
S1I1111 a luz a importante obra intitulada
ObservacOes sobre varios artigos do cdi-
go do processo criminal, e da le de 3 do de-
zembro de 1841 pelo Dr. Manoel Mendos da
Cunha Azevedo. Nesta obra indica o Autor,
interpondo a sua opiniSo, as duvdss que
se podem agitar sobre a intelligencia prali-
ca de muilos artigos,as numesosas antino-
mias que rcsultam de certas disposigOes
pelo muilo diminuto prego do 240 6 320 rs. tro ar'tigo de valor em materia medica tem
: na ra do_ Queimado, loja de cur,Uo, He de saber que a Salsa Panilla he
,um dos mais valerosas remo lios que os
it u'lai'... "i 11 i. ni Inda n ii 11 l.i 1I11 iiiiiiiiin *
miudezas, junto a loja de cera n. 33.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
SALSA PARRILUA
DE
As nuu.orosaa experiencias feiUa cuino
uso da salsa parrilha em lodas as enfermi-
dados, originadas pela impipoza do sanare
e o bom xito obli lo na corte pelo liim'
Sr. Dr. Sigaui, presidente da ac lemia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr,
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eera
sua afamada casa do saude na Gamboa, pe.
lo Ulan. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercilo o por varios orteos meiij.
coa, permittom hoje de proclamar altamente
as virtudes cfilcaies da
SALSA PARRILUA
DE
Tajr-Msr ''r<^s?r'W*^"aT*'W
Nota.Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha do Brislolhe
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, polassium.
Vendc-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Maria Gongalvea Ramos : ra dos
Quarlois pegada ao auarlel de polica.
PIANOS.
Vendem-se em casa de Jalk-
mann Irniiios, na ra da Cruz n.
o, ric"c\niani)s de Jacaranda, com
excellentes vozes chegados ha
pouco tempo.
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na ra di
Cruz n. 10.
a

Escravos rugidos.
S/J Fugio no dia 28 do crente um rao-
lato acabocolado de nome Leandro,de idade
18 annos, sem barba bastante baixo,
e grosso.com dois denles na fronte docim
tirados; levou carniza de brim e cilga pr ti,
pode ser que tnnha algumascontuses pelo
orpo, ou desmenlidurs em alguma perua,
ou p, em razSo de ter-se atirado de um
terceiro andar em cima de urna casi ter-
rea : quem o pegar leve-o a ra das Laran-
geiras, n. 14, que se recompensar o tra-
balho.
Desappareceu do engenho moribequi-
nha no da 26 do corrente,um escravo de
nome Feliciano,crioulo cornos signaesse-
guintes bastante alio rel'orgido do cjrpo 1
cara um pouco comprida espaduado, lern as
costas sicatrizadas de chicote eo braco di-
reilo com sicatriz b >stante grande, cujo ei-
eravo foi comprado no anno passado ao Si.
Pedro de Muraes Ca-neiro, norador na torre,
roga-se purtanto a todig as autoridades se-
vis policiaes oaoscapilSes de campo que
o faga prender e conduzirem ao mesmo en-
genho ou n-'Mi praga em casa do capilo
Manoel Eleuterio do Reg Barros: na ro
Jas Aoas-Verdes n, 78, quesero bem re-
compensados.
Desappareceu no dia 11 de
outubro passado, um negro creou-
lo, de nome Ivo representa 2}
annos de ida Je, he sapateiro, tem
os ps cambados, e um grande c,i-
roco, ou lobinho ao p de urna das
orelhas; foi do Brejo da Madre de
Dos, depois que tugo appareceu
no engenho Laraugeiras em S. A li-
lao do lllm. Sf. Jos Cordeiro
Leite, e estando este Sr. para me
o remetter tornou a fugir de l
mesmo : roga-sc, portanlo, a to-
das as autoridades, capites de
campo e mesmo a qualquer pessoa
que o licuar de o levar ao Hospi-
cio, no sitio da Sra. Viuva Cunlia,
a entregar a Jos Joaquim da Sil-
doctores ,s1o em toda a parte do mundo1; va ajaia que ser recompensado.
com vistas de g miiare n a cura pelo uso de
[tal remedio vegetal,
lem todas a
remedio,
Porm, deve-se de
Na loja da praca da Independen- notar, que nem todas as pessoaa sabem pre-
/ j1 1 -ii -i-, :_: parar esle re
nssim como esco-
Desappareceu na noite de 24 do cor-
rente a esersva Maria de nag3o angola, ida-
de que representa *0 annos, cor fulla, des-
dan. 4, vendem-se UlIlietCS intei- [harems molliorparlequese doveusarem carnada do rosto, bastante lia e seca do
ros, meios, quartos, oitavos e vi- tal prcparagSo. Um celebro Medro escrip- corpo, bem fallante, tem na mSo direila 2
.:, iJneiir-in da l5 lotera '<" que residi por muilos annos no lugar dedos aleijados que nSo os movo, quem a
gesnnos, a weneucio ud ij. iuiciio aool)enaa mellior produegao da Salsa Pa- aprehender leve a ra direila venda n. 93,
das matrizes, que corre no dia s3 rilla disso Seis ou ...... especies destas da esquina do becco do Singado, ou a rui
.l,> 1|pKoinl.r p (xnorn.op alista raizes que crescom nestes bosques', admira- do Queimado n. 40, segundo andar, que s;-
ae aesemoro, e capera se a usa me que no podesse gcflar> se |0 um8i r bem recompensado.
no primeiro vapor. com o gosto, e propriedade da verdadeira Desappareceu natardedo dia 13do pas-
Conlinua-se com o deposito de bolachi- Salsa Perilla, quo so iossa recommendar saJo um escravo por nome Joaquim tem os
unas doces americanas em una ven la : na para medicina ; poisas mais eram insipi- signaes seguintes: boa estatura, reprsenla
mesma ruada padaria do Recifo, Senzalla das e inertes. Porm, como oi mdicos ter 35 annos de idade, falla desembaragadi,
Nova n. 39, o na mesma tem para sevcnler nSo se dSo ao trabalho- de fazerem as ps grandes, tem lodosos denles da frente,
um Carro para prot'ostrabaliiar. suas proprias medicinas, mas sim confiam nariz chato, quando anda estalaas juntas dos
i.- vil I MI \ hRS riATHAKINA nos seushabis boticarios, paraa prepara- joelhos, levou camisa de algodSosiuho braii-
11 / 1. jI J- rem, e comporem differentes drogas. Po- co, caiga do dito azul, esle oscravo foi do
A mellior I irinha de miildioca rom e todas as preparagOes de Salsa Pari- mato: quem o pegar leve-o a typograpbia
e mais recentemente chegada ao Iha devia de ser da genuuia, para que o fa- imparcial a fallar com a viuva Roma que se-
, cultalivo e o publico licassem bem fiados r recompensado,
mercado, vende-se por preco mus n8g preparag0es de Salsa Parrilha a ser da BOA GUATIF1CACAO'.
commodo doqueem outra qual-,melborqualidado. Pois he esl* o genuino A1,,-ni0,1_e na noitp* dr- 1n dr
1 ,ln.JJnl,.im,.ll 1 vegeslavel, que se offerece ao publico ; ns- Aliseniou-Se na noile de f] UC
quer parte, a bordo do brigue Al- tesevcomuiliados0vMecumdttke'; puis outubro passado o mulato Clc-
111 ira rite
caes do
' U 1 1 imiiiiiii.iiiii.-, u lilil' ( "I ''l c (luis UUIUUIV IlllHimil v luuimu uil-
, fundeado confronte ao'em infinitos casos em quo O doente espe- mpniino AP aniKis il.-iit-ul,'
llamos- trata-se a bordo 'angas algumas linlia uo viver.e grandes ""> ae ao annos Idade ,
1 """ ,a,a "" ". quantidades de remedios experimentados, pouco mais OU menos, magro, al-
comparadasenlresi,ocomoulrasdaleide3 A0 dito brigue, Ou no escnptoriO, mas som resultados de melhoras ; mascoin nra rpmilar tem miiiln np
de dezeml.ro de 1841,-os e felos ord.na- con,;.?atar;0. Machado &C Fi- 8sta 'ura sls l'arilha, suas cur.'s tem sido r.e6U,af tem multo pe
riosde alguns ait.gos desta le e do regu- dos consignatarios lliachaao oc n nfa)lveiS( po|s os cer\incalusqu0 lcm0s buco de barba e falla muito n
queno
mansa,
nheiro, na ra do Vigario n. i9recebido'd'e pessoas que tem usado deste quando anda parece que no pisa
Na padaria da praga da Santa Cruz do-'puro remedio, airmam da sua. boa elllca- '1 1 ,.,.,
baixo do sobrado n. 106, tem para vender ca ; esles certificados temos a hoora de nem com os caicannares, cosiunia
10 mergulhos Jo parreiras mo lamente respectivo em daino dajustigae
da humanidade,a nucessidsde do alguns
esclarecimentos, edeclsragiJos interpretati-
vas, quo incumbe ao legislador brasiloiro,
para dar a nossa Iqgislago represiiva umj mul0 arossos e cimpridos,om caixes para' que iquem cerlos, o quo cima se z,r he J,.
systenw'de uoiformidade como direitopu-,- poder S-r cond uzidos para onde convier. vordadeiro. Os propnetarios desle reme- vuu ul"d "oc"1' ue sua roupa, 111-
1.1: -.1.. ..ftn ha ni. .... .i.,.1. ..ii.l i>fvmr>,-ii_ !.... .* -
blico da nagSo, 00 plano anda mal eompre-
iirii 11 di de nossas insliluigOes judicia-
rias,os abusos enormes, que a ignorancia,
ea m fe de alguns juizes tem fetodeauas
melhores theorias uo jalgamenlo dos cri-
mes polticos. O autor demonstra as suas
assergOes com argumentos tirados dos mes-
mos textos da le, dos principios da juris-
prudencia commum, e autoridade dos es-
cnptores que mais se tem oceupado e dis-
tinguido na scicncia do direito punitivo. O
mrito desta obra, exclusivamente deduzi-
do de sua materia, consiste no inleresse uo
animar os jovens estudiosos, o os amigos
sinceros da verdade uma investigado re-
fleclida das queslOes, que nella sao discu-
tidas, n < 11 lu ma outra obra deste genero nos
consla at hoje quetenba appareci 10 desde
a puDlicagSo de uossos cdigos criminaos.
i-.sio motivo, ainda quefosse o nico, nSo
seriam menos lisongeiro para seu autor,
nem menos til aos que o quizerem Imitar,
ou julgar o mrito do suas observagQas.
Vonde-se cada obra por 6,000 rs., no pateo
do Collegio, casa do iivro azul.
Vendem-se 6 vaccas paridas, boas loi-
teiras, follas ao pasto, por prego commodo :
que ci as pretenderdirija-se a ra das Aguas
Lindos
aneis de cornalina verda-'^'o tem pormuitosannos empregado todos clusive calca c aqueta de panno
ios meios parn prepararem oste 13o mil, e i;.,,, -,,,.| Ql'',, .1,. ,,;.. -1..,,,,,
deiro, a l.OOO rs. !essencil remedii da r.iz d. Salsa Panla, ,,n, *ZUl' e emdo UMIB algum
Narua do Queimado n. 16, loja do miu- qne por flm, conseguiram as suas vistas, em calcado, um par de borzegnins par-
dezas, vendem-se lindos aneis de cornalina, prepararem um 13o valuoso reme lio, e seus Jos, com lio toes de m idreoerolj
a 1,000 rs., tanto para homem, como para tao lindos resultados tem enchido os pro- ,"
prieuriosde gloria, e triumpho de terem brancos, e consta que levara um
senhora.
._,itWWW&WNiWl'-WIBWWIWi&W&t preparado urna linda composigJo contra cavado, que naquelia occasiao a-
Jtiantois Failhet & Companhia.! doengas, que o seu fim ho dealruir o corpo i -...1 ,_m ,:, sf._
Continua-se a vender no deposito | humano. Esta compos.cSo he qu>mic. e 'S, O qual tem OS Signaes se
it coral da ra da Cruz n 52 o excel-* nova, bsta Salsa Panilla lie combinada com guintcs ; castanlio, barrigudo,
S inin i,.m nnna.oii.miin r' n arpia M outrosengredieutes que lodos elles perten- r|LJO .,. .j m ...
Iintee bem conceituado rap areia
preta da fabrica de anlois Pailbot &
Companhia da Baha, em grandes e
'i pequetasporgOos polo prego oslabe- -s
* lecdo. j
mmm xmm:wwwwwttmm*
Cobrado em Goiunuu.
Vende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na ra
do Meio, n. 58 avaliado em
3:000/000, em o qual tem parte
rsula Hara das Yirgens e sua
igredieutes que lodos elles perten- r|nnr_., anrAn ipm ,.m ..
cem classe vegetal, e todos com o poder c'lnas Prel8S> gordo e lem um la
de purilicaroiii o sangue. Odoaniequeusar Iho em urna anca; he provavel que
dest cornposigso podo contar quo tem o quera passar por forro, he boliei-
mais ellicaz remedio, para a sua enteran- Jil7 c
dadeusa. o umeo agente oesta cidade he ''o e escravo de Luiz Antonio 01-
Vicenie Jos de Briio, na ra da Cadeia do queira : quem o pegar leve-o a ra
Rocifo botica n. 61. 1 ., .n ,, "fi
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmann IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
MUBILUS PEUHO.
Vendem-se ricas mobiliasde fer-
da Cadeia do Kecife n. 31, que se-
r recompensado.
30,000 rs., de graliucagSo.
Desappareceu no dia 15 de julho do cor-
rele anno um muleque crioulo de nome
Paulino de idade de 10 annos pouco mais
ou menos,cor amarelada por ter vicio de co-
irniaa Joaquina A Ivs de l'aiva na ro, como canaps, mesas, cadeiras mer trra,naris chato efeio levou camisa do
i I I (mal Tfio ti hn 111K 11 n n I n Hit rii'ii'i.lii .i'U
zem ile Klkiii.uin lnnos, ra da Cruz n. 10 zem de kallkmann Iruios.ruada Cruz n' 10.
'V \'nTv I1 W ^1 ]'. nr \i'
. ._
IW


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