Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04590


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Full Text

Anuo de lM.
Segunda Fcira S.G
-il ii or,u1.r.elPP,.d..n.a.]o,. 0. uu.ua" o eo.do.quendo foj.m a r.,ao de 80 rei. po,....... A. mante, deven. Mr dirl-
, ei lyp "' M Lruiei n_<4 ;, lir.-,fi., ,0 Independen,..-, I, ja de livr, sn (i 8
PAllflDA 1>0S C0RIIK10S TERHESTHES.
Gouiuu, e 1 Tbyb, segunde! mxi.i (.,,._ R0 Grande .1.. Norte, quinos fei.a, -
UbA. berinbMa. Jtie Komboo, Porto Cairo, M.ccvu e Alagos:', 1.= 11 ,. I
de cada uei Gir.nl.uni a Rpnilo iue -J4 de ea.l. mo. oa-viala e Flores 13
c 38 d.io.Udadedi \ ictoria, qniatai feira,._Olinda iodos c.s dm.
DAS DA SEMANA.
.. lorcaio Aud.doJ.de ti. da _'. v.
iroa s. I.esniro. Ral, iud. do de I) da 3. v
2j Quarli l'emponu Populo And do J. del), da 3 r,
;.l Quinta s. Hom.'io Aud.do .1. de I), da 2. v
1 Seal* Temporil 1. Adri-.o And. do .1. de D. i '-'. *.
.... Tenu.j Simplicio I'el. aud. do J. de 1). da 1. v.
{ Don '.-ila tiuarrsma 1 Urmtlerin.
4- ........ --
de Fcverciro
Anuo XX. V. W
Todo ijcort depende i sesmos; di goits | ude ca, e>odere o- r energa
lin wmoi 10' primfl, .... .,,.,!.' '
n^'-. eullas .!',..',.,, ... .1, assembli Geral du iraail^
-------------------------- --------
I i : i i i ; 11 ii.
r^vr '(;""1"'" *"'"'"'"'"'"" Oura-Moedade C.iO V. 17.
Paria .'. U >ia o f n ..
Lisboa US | ,t lU da premi
M i
i. J i Moedade .-..l r fi y,
dem de letra* '< boas I ra --. I l|'
MIASES DA l.l \ SO MEZ i' i FE\ EREHUL
La cVeia a 1 aa 8'.o 1 min, da m i La non a *IS as 0 boraa e 2-a aiin di m.
Miagaante a 1] al boi ,:i |0re i ", h. e }m, da manha
Preamar Primera ai 10 horas a .mo da uanM. Segn 11 urtt e iS minlo* de larde
.' .......
V
'.' I
Praia ; '' ''
le. re I .''' '
1,920
o
6
IXTEAOR.
Temos presentes jornaes franeczes, que elie-
gio a 13 de Janeiro e ingle/es at 8 dos
quaes extrartamos o seguinte :
Accidente acontecido :i S. VI., a rainha de
Inglaterra Eis-aqui urna exposii/ao mais cir-
cumstanciada du desastre que ia succodeinlo
S. M., do qual appareoco urna breve noticia
no Times de subbado (G de Janeiro); desastre ,
que occorreo- llie na sexta fcira do manhaa (o),
na immediata visinhanca da slda de Morln ,
periodo Ddtchet : mas que felizmente nao foi
seguido de alguna serio resultado A rainha, a-
companhada da marque-a do Douro ia ao en-
contr dos galgos de S. A. R., o principe Alber-
to (o que levo lugirna casa i!e Ilorton), n'um
phuolonte aborto, puxado por urna parelha de
potros, governados por um lioleeiro o qual,
(indo una volta inui curta 80 entrar na estrada
contigua aos Cinco-sinos (Five Bolla), Ulna das
rodas delraz da Corroagem, pelo mo estado do
niargem da estrada ( occasionodo pola ultima
geada e rpida Iigueaecao do caramello), ca-
liio no osso laucando a carruagein de en-
contr sebe enhindo n'elle pela mesma cau-
sa o cavallOa cin que ia montado/) boleeiro. S.
M., o a marquea friio promptamente tiradas
da perigosa pnsicao, em que se aehav;":o pelo
coronel Arbutbnot. que ia a cavallo, de ordens
rainha. Passando por alli n'aquella occasiiio
iima nenneno carruagein de potros, nortenren-
te a lir. Ilrdcrness, de Horton foi ella im-
:iiidiitamenteolTerecida S. M. pela senbora,
<|ue n'ella ia e benignamente acceita pela rai-
nha, que foi recondu'ida ao castello pelo coro-
nel Arbutbnot, acompanhada pela camarcira.
Sitando os caradores perto do sitio enviou-se
immediatamente um memageiro ao principe
\lherto o qual acompanbou 8. M., nasua
volta, cavallo. Os trabalhadoree, quoajuda-
rao a safara carruagem do fosso, fro liberal-
mente galardoados por orden, da rainha.
Urna carta de l'ariz ao Times refere, que
na sexta feira (5 de Janeiro) occorrCra urna 860-
na tiiui seria entre o rei dos 'rancezes eM
(.ui/ot. Ksto foi fallar ; S M. n'aquelle dia
para Ibo dar parte em norne dos seus collegas
do gabinete, de que tinho resolvido nao apre-
sentar ;is cmaras a proposta para a dotacao do
duque de Nemours. O ministro disserlhc, que
esta resolucao era fundoda no resultado das suas
conferencias pom os deputados. e das discos
-fies que accidentalmente se tinhao suscitado
esse respeito nns salas das commissoes 0
rei procurou indu/ir M. Guizot rellcctir de
ri-
fa'
OLHET
ADHMAU.C;
*."
Hortensia, do volta Parir em cornpanhia de
sua ti, e por ella incitada.enlrefiou-seaos pra-
zeres da grande cidade: os Uieatros, os bailes,
as pa.tidas, os passeios erad por ella frequenta-
dos assiduamente, o todos esses (vertimentos
nunca fallava o bara de Saintenae, esse ho-
mem, que pozera o seu amor em quarentena.at
que a Sra que llie nao merecer o sacrificio do
agastament dusua lia, poderse, esquecendo-se
dos seus deveres, retribuir-Ule sua criminosa af-
feicad. Emquanto Hortensia assim evpunha a
sua vlrtude e reputaija sob a pouca valiosa
guarda de sua lia suiente, Adhemar, triste, c
retirado, e estrcgsva a suas melancelicaf me
.oes.
i in dia, que su.i mulher passeava n > bosque
ili- l'.ni .i haem iiiii brilhantefarruagem, suo-
codeo, que, procurando alcancal-a o bar.io, quo
lirigla para o mesmo passeio.iiualniente ern
carruagem, d6se grande encontrad eoni o seu
carro de ll irlensia, de que, espantando-so,
VWe Diario ii. 40, 41, o 42.
novo na materia e que tratasse de persuadir
aos seus collegas a consentircm na apresentacao
de um projecto do dotaco ; mas M. Gaizot re-
plicou.quo era firme resolucao do gabinete nao
propr aquella medida durante a actual sessao.
0 rei mostrou-se ilesgosloso d'esta participaeao,
ecensurou os Ministros porterem produzido o
obstculo, e a difficuldade; edisse, quo se ellos
tivessem feito a diligencia, bem poderiao ter
redu/ido os deputados conservadores encarar
o negocio por urna (ac lavoravel. M. Guizol
diz. a carta, sentindo-so picado por estas obser-
vacoes, defendeo-se com calor, e aos seus col-
lejas econcluio, offerecendo a sua demissao
do cargo do ministro. O rei tratou de pacill-
cal-o mas o ministro ltimamente ausentou-se
sem retirar o offerecimento da sua demissao e
n'esle dia reunirao-se os ministros em consclho
para tomar urna decisao respeito.
lelerindo-se aos negocios da Hespanha diz
o correspondente do Times, que a rainha Chrls-
lina nao iria por ora para Madrid.
No dia 12 de Janeiro reunrao-sc os minis-
tros em ronselho.nas Tullierias, antes da sessao
das cmaras. Notou-SO, que M. Saint-Marc
(irardin relator da resposta falla do throno,
sabia das Tullierias no momento, em que alli
chegavo os ministros.
O duque do Memours havia departir den-
tro em poucos dias para lfuxellas, com o prin-
cipe, e a princeza de Joinville.
Annunciava-se na tarde d'aquelle mesmo
dia a chegada, a fariz, do novo embaixador do
Hespanha, Martnez de la Rosa.
Na vespera as 9 para as 10 horas dr
noute, chegou um ajudante de campo do rei a
toda pressa n'um cabrioletao ministerio dos ne-
gocios estranfieiros. Cinco minutos depois.met-
tia-se M. Guizot na gege o dirigia-se ao pala-
cio oado se demorou al as 11 horas da noute.
PORTUG4L.
EMIGRACAO PORT CUEZA.
Junta geral do districto du Angra.
SEMIORA !
Km cumprimento da circular de 7 do cor-
rente mez em que V. M. pela secretarte de
estado dos negocios do reino manda suhnii't-
ter ao conbecimento da jueta geral do districto
d'Angra do Herosmo os i quesitos. propostos
pelo digno par do reino visconde de Si da Ran-
deira para ella inlormar o govemo em consulta
especial que ha de ser presente na respectiva
cmara, na prxima sessao legislativa, a junc-
ia passa responder cada um dos referidos
quesitos:
i o ()ijjii s;) 2S Cfl liSHS que ci CSuiQis-
triclo tendem a promover emigracao ?
A causa da emigracSo dos Acorianos para o
Brasil tcm sido desde tempos remotos, um
xiaa*.-^wj'':--.
parliraw os cavalloscom grande impeto, o quan-
do.arrebentadasas redeas,desbridados.e desvia-
dos do caminho, iao prestes levar a frgil car- neryia para augmentar meus soirrimcntos, nao
problema, quo so tem dado dilTerentcs solu-
coes; porm a juncta parece-lho, que as cau-
tas principaes, que tundem promo\er a emi-
gracao n'esle districto, se podem considerar as
seguintes :
1.* O genio vivo emprehendodor, e, para
assim dizer, volante dos povos, que habitu
as praiasdo mar : um navio, quo ai saindo
i vela levando seus prenles, amigos, o co-
ndecidos excita naturalmente n'ellei um de-
sejo ardentc de viajar, B correr o inundo; prin
eipalmente na mocidade que.seacha no fogo
ilas paixoes, e cuja vida busca dilatar-se. Des-
te genio enrgico tentador o voluvel sao com
particularidade dotados osTerceirenses, que,
encerrados n'um curto espaeo, todo cerca lo de
rna anbello por ver novas trras Kslo ns-
linclo natural junto outro igualmente na-
tural, de melhorar de sorte, aprimeira
causa da emigracao.
2.* O lerem muitos prenles, amigos, e
nonbecidos no Brasil que l estSo posando de
lula fortuna, eos convidao a quesigaooseu
i'xemplo ofTerecendo-lhes ajuda b proteccao
em um paiz povoailo. em grande parle.de gen-
te que foi d'estas .Ibas onde se falla a mes
ma lingua onde ha a mesma religiao con-
de as leis os usos e costumes sao quasi os
ni1 smos.
'.\.' A certeza de que, pennanecendo na trra
do seu nascimento a sua fortuna pouco pude
melhorar alm de um mesquinho jornal, que
mal pode dar para o seu sustento, e deque,
indo para o Brasil fiados na forca de seus
bracos bao do ter la melhores jornaes, com
a esperance eprobabilidade de melborfortu
na porhaver mais em que geempreguem e
de por meio de casamentes podnrem adquirir
urna sorte ventajosa que aqui ser difficil al-
cancar.
V Os reerutamentos, que anda nodei-
xrSo de ser tao frequontes. inuito principal-
mente depois de haver este districto dado mais
de 2 mil recrutas que frao no exercito li-
herlador, tambern urna das principaes causas
de muitos mancebos se ausentaren! da palria ;
cal aquellos,, quo o nao podem fa/er ou
nao querem ausentar-so recorran un pre
cipitado o intempestivo casamento para so
evdirem ao peso das armas abandonando
depois as mulheres, como muitas vetes tem
acontecido e fugindo para o Brasil.
5.' A pobreza que se acb.io reduzias as
lainilias, o....... (>, taras, w ..,......
causa da emigracao ; porque a maior parte
desta consta de mancebos bem educados que
nao teem em quo se empreguem de rapazes do
para quec preciso ter o espirito tranquillo... e
eu, entregue a urna triste melancola, so com e-
ruagem contra urna arvore. quo a esmigalharia ] existo mais.-arrato a vida, '"'ndo dos homens,
irremissivelmente, e quando Hortensia com sua
ta, transidas de terror, nem mais viao o peri-
go, a que estava expostas, sabio d'cntre urna
das arvores Adhemar, que, tomando as bridas
aos fogosos animaos, conseguio conlol-os anda
a lempo, apoiardeser por alguns instantes le-
vado de rojo. Tcndo acudido en tan o boiieiro,
e repostas as cousas em seu lutrar, Hortensia
insisti com seu marido para tomar um lugar
na carruagem, ao queso elle recusou, despedin-
se della, u desapparecendo, logo que vio appro-
qual paludo phantasma,sem poder fugirdemir:
mesmo.
Oh, meu irmo, quanto invejo teu genio jo-
vial ousado e leviano O mundo anda te nao
(ez padecer; ao sair das aulas, a guerra com
suas emocoes e triumphos inmediatamente te
oceupou; tu deves ter despendido nesses conti-
nuos perigos a tua actividade moral o phisica;
os sonhos, que te transportad para a Franca,se-
rn doces edourados; eres no futuro, porque
nao tcns passado, que le instruisse; teu coracao
xim
ar-s'e a carruagem do bara, cujos cavados nunca sentio um golpe, e o dedo gelado dodes-
tambem se havia espantado.
Desle mesmo proceder d'Ademar tomou M."""
Valteray motivo para accusal-o para com sua
mulher. attribuindo-o orgulho e desprezo, e
o acaso de haver em ta critica circumstancia
apuarecido, o prestado tao eminente servico 6
ejpionagem He suas aeces, em quedizia viver
elle eootrouamente, indispond" assim cadavez
mais o espirito de sua lobrlnha contra o man-
do. Entretanto Hortensia continuou em sua vi-
da do prazeres, e Ademar cadav.z mais descun-
solado escrevia assim seu irma.
.( Meu charo Arlhur.
a Bem lempo lentio deixado passar desde a
mirilla ultima carta. Becolher-se com sigo, ex-
primir os pensainentos por palavras. trabalho,
tino nunca tocou a tua fronte... Feliz mancebo !
a morte te sorprchonderia com um sorriso nos
labios...
Ponsa, pelo contrario, na minba sorte, e
nao me trates de egosta porque a minlia dr
me faz esquecer as tuas ladigas para de conti-
nuo queixar-n.e. Vi desleita a minha carreira...
Insensiv.d esta desgraca, satisleilo de urna
bem mesquinha renda, applicavn a minha in-
telligencia i traballios litlerarios. Briibava
meus oihos a corOa dos poetas, dos esenpto-
res... l'ma mulher me appareceo... Tu salios.
quanto me fascinou o seu aspecto, e que pedir e
obter a sua mao loi jiara iiuin urna necessidada,
nina condifao de existencia... labes, que meus
esforcos tiverao o desojado resultado; ludo islo
. immui
campo o doalgumas pessoas de maior dado ,
que 11 5o, confiados nassuas frcas, tentar for-
tuna.
E' de notar quo esses que assim aliando-
nao a patria ou porque l nao achilo fortu-
no ou porque a achSo o ja teem moios de
mais commodu subsistencia, lorno i ella,
pois mu poucos vao com intentos de l ficarem
de todo e para sem pre.
A" juncta p.irece-lhe haver respondido80 1."
quesito. I'lla passa agora a dizer o que enten-
de sobre o 2.'e .'} que sao os seguintes :
. 2 Oual a causa legislativa ou outra, quo
impede, que os terrenos suseeplivcis de cul-
tura, existentes orneada districto, sejao cultiva-
dos ?
:{.u Quaes sao as providencias legislativas, do
que se i rece pava que se promova eeflec-
tive a cultura dos mesmos terrenos?
A juncia considera csles'iquesitostaoligados,
que sobre ellos so tema dizer o seguinte : a
causa mais obvia, o j i por muitas vezes expen-
dida em pblico e na consulta quo om 10
de uulubro de 18:19 dirigi a \. M., seren
quasi todos os terrenos da Iba vinculados o
estarcm forado commercio e da susceptibili
dado das repelidas o continuadas divises o
subdivisoes por que passo os bens livros por
oecasiBo de inventarios : sendo corto quo
nem os administradores dos vnculos nem
quaesquer particulares que os aforassem, po-
dem SO por si correr com as enormes dospe/.as
da roteacao de tantos campos incultos. A ni-
ca causa legislativa pois, que so pode dar ao ro-
tardamento da cultura dos terrenos que della
sao snscoptiveis sem dvida a da conserva-
cao de tantos vnculos.
A me lida legislativa por ventura maispromp-
ta que se pedera dar para por em rnovimen-
toa cultura dos mesmos terrenos, sera tambern
a que por muitas vezes j tem sido lemhrada ,
o so propoz na rolerida consulta geral de o-
brigar os administradores de vnculos aloraran
esses campos incultos em lotes accommodados As
possibilidades dos loreirc.s obrigacao queso
deveria estender aos municipios e mais cor-
poracoes, que possuissem taes bens. Da van-
tagem d'esses aforamontos tem a junta um
exomplo as campias das Achadas perten-
centes casa do digno par do reino, visconde de
Hruges que depois de as haver alorado alli
so teem roteado esses campos e progresiva-
mente estendido a povoacao que em breve se-
ri urna nova parocbi nrj o uc j tcm urna
excellento igreja, mandada edificar por tao no-
bre digno o zoloso patriota.
Em quanto ao i." quesito a junta nao tem
^rgrnrw:j>3iwaaaaMaaBajnwina3ama:.gaaaaaaaaaiarnaapMaj
te escrevi; e escreva-o na vespera do meu casa-
mento; no dia seguinte era ou o mais desgrana-
do dos homens!... .
Dos me defenda de te pintar Hoi tonsia sob
cores odiosas, nao a aborrecas, nem a despre-
zes... Ella ignora a profundidade do mal, que
causn, nao salie, que a chaga incuravel ,
e que urna alma, corno a minha, quando re-
cebo urna ollensa, perdoa sem esquecer. Outro
quaiquer estara seus ps, teria assignado a
paz, humilhando-se, ou reduzindo-a pelo as-
cendente da forca ou da inllexibilidade; mos-
trar-lhevosto triste, coracao alllicto, isso nun-
ca!...
verdade, que ella mo desconhece: para
ella passo por um homem de genio caprichoso.
iosocavel, impertinente, incapaz de sentir amor
c inspiral-o. Sua opiniao meu respeito me foi
revelada pelo seu comportamenlo, pelas pala-
vras de sua lia; esdruxula pessoa, que rene
boasqualidades urna grande desconflanca,
um gosto decidido pela discordia. Hortensia nao
se deo ao trabalho de me juigar, coademnoa-
me. Meu titulo do esposo equivalo aodo tyran-
no, sou urna sombra importuna, que inspira
ciinstrangimento, que perturba as lestas, desar-
ranca a existencia, o deixa o tedio depois da a-
legria, o remorso depois do prazer.
Longe de mim aecusar a sua viitude; Hor-
tensia do Mane nao teip envergonhado o meu
norne: se ella me awasse, ainda poderia ensu-
berbeccr-nio de me pertencer... Mas ella nao p-


'Vic responder porque neste dist rielo nSo lia
ge ros oceupa os em officinas ou qual-
quer genero de trabalho ; apenas existen al-
ru s Inglezes applicados ao commercio e a-
n de 2 fabricas de chapeos, cujos proprieta-
nos b artificesso naturaes da illia nSo existe
inaisnenhama, alm le urna de louca de barro
i :. i.estaheleci Ij,1ii noaco, tiesta cidade por
1i 13 i natural Ja Iba da Madeira.
\ jui .finalisando esta consulta especial ,
sentir t muito, se nao tiver satisfeito os desejos
J V. M.,e prehenebido os fins, para que se d-
ligno par do reino, que prnpoi os que-
Beos guarde a \ M. por muito e dilatados
anrrus. Angra do Herosmo 2G de mllio de
mi
Jos Mara da Silva eCarvalbo presidente.
l)r. Nicolao (lietano de Bell.'ncourt Pilla.
Antonio Moniz Rarretto Curte Real.
Jos Augusto Cabra! de .Mello.
Francisco del emos Alvares.
() cu neg Manoel Correa de Avila.
Manoel Gomes de Sampaio.
Manoel Mondes Correa.
M itheus Coelho Din Ormonde.
Francisco Lucio Duario Res secretario.
[Pf'iiodico NOTICIAS DIVERSAS.
ArainhaChrstina. L-se no Espectador,
jornal de Madrid, queS. M.. a rainha Christina,
deve chegar brevemente Madrid. O Eco do
' di, que desuppor. que S. M.
ehegar a Madrid no da 18 do corrente. Pre
nos em muitos mil crusados ; nao lembra iiual
a os ve I h os !.'.'
Escrevem de Caleros em Io. de Janeiro o
seguinte :
Temos tido por estes sitios muitos fros e
uin nevoeiro dedia p noute continuado, que
durou 1 i dias, notando-se livre desle peque-
a distancia desviada do Douro margens do
rio prximo do Fojo e o que sao inteiramente
serras altas para onde muito povo foi estar ao
sol, eahi mesmo ensogar as roupas .' e no
terreno em que presistio o nevoeiro fez deposi-
to de sincelo as aores, sobrecarregando-as,
que muitas quebrro e maior impressaonas
oliveiras, derrotando grande quantidade dellas ,
caso este que nem ainda as pessoas mais ra-
lbas se recordo de tal acontecimento.
Escrevem da Rejn, em 3 oseguinte;
Estrago no Douro Os estragos, que houve
os das passados forao causados por urna espes-
sa nevoa que dur.iu 17 dias de meias ladeiras
1 para cima a qual produzio inmensa porcao do
sincelo, imtacio de nev, que pesou as
arvores de forma que muitas oliveiras pi-
nlieiro ecastanheiros fro inteiramente der-
rubados, e outros em parte, havendo quom
solTresse mais de 300? rs. de prejuizo. O pre-
uiio em geral e de muitos contos. No sitio,on-
de boato a nev, a hortalice ficou cozida, e per-
leramente inutilizada.
Sobre o mesmo objecto. Escrevem de Val-
Passos.no 1., o seguidle:
A catastrophee desventura que, ha 16 dias
socessivos, ha flagellado este paiz de um ne-
voeiro successivo, accompanhado de um gran-
de gelo, tern consumido todas as oliveiras, e
a melbor prodcelo deste clima ficando todas
parava-se pelo caminho tudo o que era neces-! fif1",6 lnutilisadM ^^^SS^SffS
san,, para receher S. M. con, a distinecao que I VMe lU*eUo Par0U **** s continuadas prc
Ibe devida, o capillo general das 3 provin-
cias de liyscala ira receber a S. M. na fronteira,
e na primeira villa de Castella. S M. sera re-
cebida por urna deputaco, composta de daos
ees, que o povo tem feito a Dos.
llka fluctuante. L'm engenheiro ame
ricano chamado Etzlar, propoz i urna reuniao
le sabios em Londres um projecto de ilhs Hue-
lo los os meios de impulso que bao de por a
ilba em movi ment, j) em calmara ja em
toda a casta de vento assim como as precau-
grandes de Bespanha dous generaos, dous tuante,que, a exeeutar-se, ser urna das grandes
gentis-homens. dous inten lentes de palacio de ; mararilbas da nossi poca. Este barco mons-
semana e doas pessoas de classe do sen ico truosu tari a furma de urna balcia achilada, po-
r* I dera conducir 5 mil pessoas e custar ao to-
(asam nto de Isabel 8 O Globo re- j io d m|b3ej de duros 0s. pormen0res do
ienr.do-se a cartas de >at) es. da como certo o I __. .a,...,
casamento da raioha Isabel 2.- con. s. a R.. o PI,,M 10fl *. mu,to "ciosoi conlei
conde de Aquila, irmio do ref de aples. Es-
teapoiado pela Austria, Franca, e Ingla-
teira e sancionado pela rainha Ctuistina : pa-
rce, que O Carlos annuio, assim como mui-, >" '" com as quies se hiio de evitar todos os
tos i heles Carlistas entre outros o general Za- i riscos da navegacao. dem.
riategui. que se oceupou desta negociafao em
Nap des.
/'-< hecimento. O Postdata afllrma, que
a rainha Isabel vai em breve ser reconhecida
pela Austria e mais potencias do norte.
Otosaga. Nasceo em Oyon, aldea de
laRioja, provincia de lava em 8 de junho
de 180S. Seguio a prolissao de advogado.
PERNAMBUCO.
Tribunal da Kelacao.
SESSAO DE 24 DEFEVEREIRO DE 1844.
Na appellacao civel da primeira vara desta
cidade ampollante Fcls Jos da Fonscca ap-
,. r, peliado Jos da Suva Moreira eScrivSo Jaco-
hv-reveni Jo Douro o seguinte : r r i .
, 4. '"o ; loi conlirmaJa a sentenca.
\ :m estivemcs 14 das sem ver o sol oor v- u i i j -j
, f Na appellacao civel do mizo dos residuos
tausa de nina nevoi esnessa que deseco sobre i j > '. n .
desta cidade, appellante Jos Francisco Pere-
- s. reem hat lo grandes estragos por
causa da nev, teem qoehra lo moitospinbeiros
com o pfiodella : o fisc mde de Canellas sol- i
ireo com 'sio grande prejuizo que dizein sa-
ra da Silva appellado o juizo escrivao Fer-
rera ; se mandou ouvir o Dr. curador geral,
promotor do jui/o e depois o desembargador
i. i procurador ua coroa.
biruns poucos de nlnadni tem taro- Na a ,! t.em arrunado muitas ohu-.ras. e ranas arto-Lidade /VppeMiote Antonio Maria Chtese
res. o rrieeexcessiro. u ,. ,, ., r ,
Mello, appellado Antonio Mara de Castro .
escrivao Ferreira : foi confirmada 3 sentenca
recorrida.
Na appellacao civel do juizo desta cidade ,
ei a cuja bumidadfl tem accumulado tan- appellante o juizo appellada D. Maria Theo-
tossincelosou pingas de wre sobre es arroras dora Ja Assumpcio, escriao Poslhumo ; loi
que tem quebrado inumeraveis pinheiros sentenca confirmada.
castanbeiros, e oliveiras: a se aralilo os dam- Na appellacao civel da villa de S. Matheos do
Escrevem d'Alij em 28 de outubro o se-
~ ^* til lv
Ha 11 das que estamos debaixo d'espessa
Cear appellante Manoel Bezcrra Galvo e
Mello appellado .Manoel Ignacio de Freitas ,
e mais herdeiros de Ignacio Miguel de Freitas ,
escrivao Jacomo ; se mandou com vista ao cu-
rador gerah
Os embargos de Vicente Jos de Brito con-
tra Gerlrudes do Paco na appellacao civel des-
ta cidade escrivao Ferreira ; forao despe-
zados.
Na appellacao civel da cidade da Parahba ,
appellanles Francisco Antonio Fernandes e
outro appellada a Fazenda publica escrivao
Rundeira ; foi a sentenca reformada.
No recurso crime da justica contra Maria
Domingas, escrivao Ferreira; foi reformado o
despacho, de que se reccorreo.
Os embargos de Vicente Jos de Carvalbo ,
contra Joao Rorges da Costa na appellacao ci-
vel da comarca de Flores escrivao Ferreira ;
forao desprezados.
Na appellacao civel da cidade do Goianna ,
appellante Silvano Jos de Brito appellada
Francisca das Cbagas Vilgueira escrivao Ja-
como ; foi confirmada a sentenca.
O aggravo de petico do Virissimo Y rancisco
Mindello, contra Antonio Jos Lopes de A|-
buquerque ; do juizo da primeira vara do civel
desta cidade; nao tere nrovimento.
Na appellacao civel da comarca de Alagas ,
appellantoa Fazenda pblica e appellado Joa-
qun! Jos das Cbagas escrivio Posthumo ;
se mandou ouvir o desrmbargador procurador
da (a enda.
Os embargos de Antonio Gomes \ llar, con-
tra Antonio da Silva & C." na appellacao civel
desta cidi.de escrivao Reg Rangei ; forao
desprezados.
Na appellacao crime desta cidade, appellante
a A'ricana Candida appellada D. Anna No-
bre de Almeida escrivao Jacomo ; se mandou
vista ao curador.
Na appellacao civel desta cidade appellante
Felis Jos da Fonseca appellado Jos da Silva
Moreira escrivao Jacomo ; foi a sentenca con-
tornada.
COMPANHA DO BEBIRIBE.
coxta do que se ha despendido com a empreza do
encanamento d'agua potavel para esta cida-
de, at 31 de Janeiro prximo /indo, a saber:
183.
ovemhro I.* Pela importan-
cia despendida at esta data
como consta do Diario de
Pernambuco n.* 243 de 10
de novemhro, documentos
de numero 1 numero 212 62:792,915
4 dem da feria de operarios
em 6 dias........213 531,120
6 dem de um mez de venc-
mentos ao administrador
S.eSousa........214 100.000
11 dem da feria de operarios 215 775,840
IV dem de impresso de esta-
tutos a Figueira. ..216 24,000
dem de dita de 2 livros ao
dito..........217 24.000
17 dem de 24 pas de ferro a
Pater Compaahia. ..218 55,000
19 dem de aluguel do es- .
crptorio 6 iiieze 180* i
de vencimentosdoesrrip- /
turario 6 me/es 1504 v 2ig g^ m
J J J .. M.-nn f .a *
de arnar-me; persuadida de que a requestei por eu nao amasse mais esta mulher, poderia pas-
sordido interesse, tem-me mostrado um des- .sar assim ao lado delta sem sentir a menor pul-
dem, que deve entil-o interiormente, ainda |sacao nocorafiio; sauJar-nos-hiamos, enada
|u i inostrassequerer diminuir-lbe es-|mais.
pressao. Fui columniado; ,, momento Porm amo-a com tanto mais vehemencia.
em que a terdade luzoa meus olhos, so aspi- quanlosou mais comprimido, equanto souubri-
rei a provar-lhe t< do o mi u des : ego n rlque- ado a cunter-me no olbar, as palavras. nos
sas. ijada do que perteme a Hortaneia dte iteatos ; pjr qualquer deslas cousa* posso tra-
pertencer-mc; seus prazeres, nao os partilho, hir-me, provar a minha raqueza, tornar-uie
sua carruagem nunca neila entro: sua meza ,, rediculo, quando nao sou senao odioso. Quan-
5 rezes me sent sella, quando neeessario tas retes a" encontrar Hortensia na escuda, ou
mostrar a cara de um marido pelo interease de u f-ar-ihe sobre os scus negocios, siotu o-
reputacafl de 11 rtensia. No mais sua ta brarem-se-me os oelhos, tur*ar-sc-mc avista,
quema acompanba a toda aparte, elhe serve de e espirar-mea voz Todo o mcu coraco se lan-
aia. Fu passo por urna especie de selvagem ; ca nesses moim-nlos para o ente, que nao sei a-
quo tem horror leciadade dos entes civilisa-i borrecer ; sua belleza me deslumhra, sua appa-
dos; nisso convenko .. ao menos a honra da j rente brandura me engaa : a voz como que re-
Hortensia est abrigada a s-ambradetodoo mal, vela um interesse por mim que nao pode deixar
pese P">ie pensar e dizer de mim. l'ma chus- de ser mentiroso, e quasi que exclamo :
ma Je fatuos cerca a oadetradn Hortensia, dis- Oueres tu enfim amar-me, mim que
putafi por urna palaxra sua, adiantaO-se solll- morro por ti d'amor.1 Maso sentimeato de
citar a sua man nos bailes, onde ella *ai bri-'miuha di^nidade me faz conter.. Ento
Ihar. eraquanto eu fleo no meu qoarto deserto; considero mais friamenle Hortensia, e torno a
"','1 \e-.i i na a minha poic3u Ja mais nia, c porte r. servado eceremonioso. E vendo-a
de ditos de servente 6
mezes.
de di
mezes......210
es.......60j \
ditos de G. livros 6 i
20 dem da feria de operarios 220 831,849
21 dem de vencimentos do
engenheiro Bowman. ..221 326 900
25 dem da leria de operarios222 89,Tn
Dezembro 1. dem de 3 me-
zes de vencimentos ao a-
pontador Peixoto.....223 150,000
2 dem de 2 mezes de ditos
aomesre Wilmer .224 200.000
dem da feria de operarios.225 846,280
4 dem de 1 mez de venci-
mentos ao administrador
SeSousa.......226 100,000
8 dem de 1 mez de ditos ao
engenheiro Bowman .227 326.900
9 dem da feria de operarios.228 712,860
10 dem de 116alqueires de
cal aM. A. Cavalcanti .229 51,040
dem de 51 Valq. de cal a
Quirino Leitao......230 22,660
dem de 128 alq. dito a Jo-
s Fernandes.....-.231 56,320
12 dem de 140 alq. dito a
Jo5o da Fonseca.....232 61,600
13 dem de 82 '/t alq. dito a
Jos Alves da Silva -.233 36,080
dem de 142 alq. dito a A.
da Cmara Albuquerque. .234 62,700
16 dem de 4 000 t jlos a J.
O. T. deSaldanha ..235 96,000
dem da feria de operarios.236 876,100
19 dem de carretto de 660
alq. deca a J. F. Sousa..237 66,000
20 dem de 4,220 lijlos a F.
Cezario de Mello.....238 101,280
Idemde4,017 ditos j Se-
verino do R. B......239 96,400
22 dem de concerlos, carre-
tas, c. ao administrador
SeSousa........240 104.420
23 dem de expediente deca-
nos allandega......241 178,500
pela importancia de taboas
aj. Correia da Silva. ..242 32,000
a dem de 4.000 lijlos a J.
F. do Reg Maia.....243 96.000
dem da feria de operarios. 244 945 900
30 dem da dita de ditos ..245 250,020
1844. Janeiro 4. dem de 1
me/, de vencimentos ao ad-
ministrador Sa eSousa. .246 100.000
5 dem da feria de operarios
de 1 5....... .247 652,830
11 dem del mez de venci-
mentos ao administrador
Peixoto.........248 50,000
dem de6000 lijlos a J.O.
T. deSaldanha......249 132.000
12 dem de 6,000 lijlos a
Joao Francisco de Sousa .250 132,000
13 dem da leria de operarios
de 8 a 13..... -.251 1:037.880
15 dem de4,316 lijlos a F.
Cezario de M......252 113,750
16 dem de 1 mez de venci-
mentos aoenaenbeiro Bow-
man...........253 326.920
19 dem de 143 alq. de cal a
Joaquina Vieira......254 62,920
20 dem da feria de operarios
de 15 a 20........255 970.100
dem de 54 B de cimento a
A. Wilmer.......256 648,000
dem de72caibros a J. F.
doR. Sis.......2m il>ww
dem de frttedecal aJ.F.
de Sousa........258 31,920
27 dem de 41 alq. de cala
acompanh '<"
K o i(Ui
horrivel, habitar a casa de Hortensia
en privilegio de |uc me ni >desi
io, oh n 11 se soul sem que eu aqu
stava? Nao basl .. que de-
uni- rr uesup-l im : il ella aio c.
P id ifes e:i: 5i i, esta lebre, que nSo tem
' itaromeu i uotario, int rmilteucia esta marljrio que sem fazer
que ve: ,......- lernlta o padecimeni Consasjri
- invenenad '-tas Queetisteocia! >c prazeres, Isloucurasda tua
tos de liberdade, que a guerra te deia ; e quar."
do entrares na socieiade pariziense, descenfia
dessas perisozas encantadoras cuja felicidade
consiste em perturbar-nos a razao, quaes sala-
mandras que atravessao 8S chammas sem quei-
mar-e.. Mas que mfo eu devia rasgar s des-
propsitos, qire acabo de escrever. E' bonito
que eu, teo irmo mais velho, to fraco me-j
mostr leus olhos. 1 al vez sorris, e lasti-
mas a minha aiienaco.. Eu mesmo na con-
demno, c me aecuso de cobarda. Ah que os
meus pezares augmento, eo meu amor nao
diminue !
n Adeos, meu charo Arthur ; queima esta car-
ta que |trahe um segredo, de que s tu o nico
depositario, o peosa algumas vetes em teu afec-
tuoso irmo Abbemar.
Ao mesmo.
Recebi tua resposta que me fez muito
bem___ Todava acbei-te um puuco injusto
para Hortensia ; tu a tratra semeompuivo ,
como verdadeiro homem de guerra, acostumado
a carrejar sobre o inimi.'i. Vio, meo here
Arthur, Hortensia nao merece tsses rtuVos epi-
thetos, esses assomos que te causa a ternura
fraterna!. Iiespeita nella a mulher que traz o
meu i.uiiie, que, estou eerto, nunca serd por
ella manchado. Se sou por sua causa des^ra-
, t .vez nao o pensa ella : a influencia da
tu mojificou a sua maneira de pensar, alter ti
a carcter: Hortensia no repara na carrel-
ra em que vai; riscou-me da sua vida, obede-
cendo nisto um pouco ao meu proprio desejo.
Eu me esquivava, ella me deizou livre ; no que
eu havia posto urna justa altivez, poz ella or-
gulho ; nao pompreher.dendo o motivo do meu
comportamento, interpretou-o mal. Que cul-
pa tem quem se engaa ? Ainda urna vez te di-
g, nao Hortensia que eu aecuso ; e
sua lia, a sorte, e subretudo sou eu quu
inspirar amor esse menina, cu;o corelo so
tem ir.clinacao para os praieres.. e lados bri-
Ihantes e facis da existencia
" Este estado de cousas nao pode durar. El-
le absurdo falso, impssfvet. SolTfo em
demasa, sou importuno... Pois bem! reti-
rar-me-hei. Basa espada que eu havia depos-
to, lancarel outra vez maodella; amanha pe-
direi urna audiencia ao ministro da guerra, e
espero que com algumas paseadas somanta con-
seguirei ser de novo admittidoao servifo activo.
Para junto de ti que eu quero ser enviudo, pa-
ra a frica !... Rocordas-te t da minha carta
Ha '. I >
l.iui ciu uunu pn o. ->
1, V-
cspcrar.v. Eu te convidava eniao a viics r.-
pousar no seio de tua nova familia. e esta
familia nos repeliio !
Espera-me, meu irmo ; agoerit-sae ah
meu nico amigo.. nos nao nos separaremos
mais. > Adhxeab di mease.
Conlinuar-se-


Joaquim Zacaras......259
dem dn feria de operarios
de 22 a 27.......2G0
31 dem de arete, ecarretlos
a A. F. de Moura.....2GI
dem de saque para Lon- \
dres cm favor de Foster i
& Irmao por conta das f -,
encommendas de canos,
L: Iv 1,000 ao c. de
25 V* pr 1* reii,
19,680
1:028,280
53,540
9:320,380
87:099,253
DescarregSo fio/e 2G
Barca James Sluart bacalho. r
Brigue Gipsy bacalho.
Brigue sueco Julia taboado.
Patacho Minerva azenda e fumo.
Brigue /{olla diversos eneros.
Brigue Armorique diversos gneros.
Brigue Cictly diversos eneros.
pa prLeira vara io termo ,h *%>, por | O aharxo .signado decan, que- nlo se
S U.I.U que Dos guarde, etc. responssbihsa pelo pagamento de dmda ...-
Faco saber os habitantes desto termo, em nhuma contrahida em seu nomo .
vlrtudode ordem, que paraJsso reeebi do Exm.
presidente da provincia, qi pela ordem do tri-
bunal do thesouro publico nacional de I!) do Ja-
neiro ultimo fol marcado opraso de seis mezes
para lindar a substituicod das notas de 5SO00,
lOjjOOO, 0 2080O rs. da primeira estampa, t
por documento
assign ido
por
Demonstra'cSo
Acces realisada al esta daiacom
4 por /()..:. 605 .
Coin G por > ... ;j0 .
ComlO por % 29 .
Incompletas. 904
Com 16por/o. 10.1G7
Emcttidas .11,071
Saldo adiantado pela caixa
Brigue Lxctly -d, versos eneros. terminado peas ordensd ti de marco de 18*0,
Escuna portugueza larujo Filhos diver 0 1;J ao feVereiro, e24dedesem'bro Jo 18*1, u
sos gneros ..... -,nnit """ '
Barca ingleta Fm.-Russei diversos ge-
sos gneros
inglesa II'm.-Russel
eros.
1:210.000
150,000
1:245,000
81:336,000
83:941.000
3:158,255
87:099.255
Pernambuco 31 do Janeiro de 1844.
#. J. Fernanda Barros.
- -> H
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-1?
- 3 g.
"y. ~*
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I
=:
-
I*:
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Recebemos o Periodico-dos-Pobres-no-Porto,
at 9 de Janeiro p. p. o qual comecou onovo
anno cm formaio maior; pofift iu adianto
cm noticias polticas de Portugal, e Hcspanha,
s que ltimamente tivemos pelas folhas de Lis-
boa que chegavao 15 do mesmomez.
rao frequentes, no Porto os attaques apo-
plticos do que haviao fallecido varias pessoas,
entre as quaes foi o Dr. lavares, medico Bra-
sileiro natural do Maranhao, de 31 annos de
idado em casa d'um seu tio quem curava
de aslhma-.o sobrinho suecumbio dentro d'uu.a
hora depois do attaque ; e o tio falleceo dahi a
tres dias de um lorio asfixiamento de asthma,
causado pela morle d'aquelle.
Diversas partes do Douro tinho permaneci-
da por muitos dias cobertas de espessa nevoa ,
que, depositando nos pinheiros, oliveiras, e
outras arvores frucliferas, grande quantidade de
nev, ihes quebrava os ramos; o que iiavia cau-
sado consideraveis estragos, que so avaliavao
ja em muitos mil cruzados.
O commandante do brigue de guerra Trez-
de-maio que sabio do Rio-de-janeiro a 6 do
correte o ebegou sabbado a este porto d5
a noticia de que s quntro pastas esta.o oceu-
padas no novo ministerio saber as do im-
perio estrangeiros fazenda e marinha ; as
trez primeiras pelos mesmos snrs. queja dis-
semos em nosso n. 44 ea uitima pelo snr.
Coelho. Ussnrs Ramiro e Manoei da l-on-
seu nao fa/iao parte do ministerio
COMMSECIO.
PRAfJA 00 RECIFE 23 DE FEYERE1R0 DE 1844.
Revista mercantil.
Cambio Contina a 25 v d. por 1,000 rs.
AlgodaoAs entradas forao mais vantajozas ,
que a semana pass >da o as vendas
regulares forao a 5:000 rs. por g ,
e algumas pequeas partidas a 4:950
res.
AssucarTem regulado de 1000 rs. por @> so-
bre o ferro do branco e 900 rs. do
mascavado tendo as entradas aug-
mentado.
CourosEslao em apathia sendo oflerecidos
de 4:160 a 4:200 rs. @.
Amcndoa-doccNao ha.
Azeite-doceYendeo-se a 1700 rs. o galao.
Bacalhao Chegarao quatro carrogamentos ,
dos quaes dous seguiro para o Sul ,
eenlrrao dous com 4:600 barricas ,
que forao vendidas a 10,500 e
10,700 rs. : o deposito de 5000
barricas, e as vendas a retalho de
ll,5O0all,GO0rs.
BatatasYendrao-sc a 1:200 rs. (g)
Cafedem de 3:400 a 3:600 rs ....
Carne-seccadem de 3:000 a 3:200 rs. a do
Rio grande e 2:300 a 2:400 rs. a
de Buenos Ayres; existem em depo-
sito 24 250O arrobas.
Farinbade trigoEntrn um carregamento de
1:000 barricas dos Estados-Unidos .
que por ser inferior foi vendido a
12:500 rs.
FeijoYendeo-se a 8000 rs. asacca.
Mantcigadem a 470 rs. a libra da ingleza ,
e 370 380 rs. a franceza.
Papeldem a 3100 o almaco azul 1." sorte ,
3000 rs. o da 2.1, e800 o de cm-
brulhar, marca pequea.
Pimentada Indiadem a 180 rs. a libra.
Paios de LisboaIdom a 3:200 a du/ia-
Yinho tinto do Lisboadem a 120,000 rs. a
pipa do P.RR.
Embaruacocs existentes no porto.
Austracas.........
Americanas.........
Brasileiras......
Dinamarquezas. ...
Francezas.........
Hospanholas........
Inglezas.........
Napolitana.........
Norueguense ........
Oriental.........
Oldemburgueza.......
Portnguezas........
Sardas ..........
Alfandcga.
Rendimento do dia 24..........
m'I i autorisad i
elle ursino. Antonio Marta Chrete nula.
Quem precisar de um rapaz Portuguez
para caixeiro drija-se ao largo Ja Solidado
sobrado n. --
Precira-se alugarum ou dous pretoi que
entendi alguma cousa de amassar mo ou
se aplica-
Madre do
qual dever expirar seis meses, depote que por I mes.no se... principia algum para
editaos da thesouraria d'esta provincia lr pu-4-rem nesse tralico : na travessa da
blicada esta determinacao, fleando as notas, que |)eog ( ,|e manlla at as'.) horas rasa n. 1 I ,
nao forem apresentadas ao troco at o iim del-, aonje (,,, padaria.
le, sugeitas d'abi em diante ao descont suecos- precga.gfl (|e alguns mocos que traba-
sivo de dez por cento em cada mez na formado |hom cm maceira o vendi pao cmprelos:
artigo 5. da le no mero 53 de 6 do outubrodc ^ travessa ja Madre de Dos n. Una padaria
1835 E para que chage a noticia de lds >( ^ ^ .^ lVlWtl.
mande, lavrar o presente, quesera Pilleado A,uj,o!se duM t,,s:is terreas urna na ra
e allxado nos lugares mais pu- *IU8." ... ,n.' limm,ll|ni
Hospicio n. l<) com nona commodo*
peta imprensa, e allixado nos lugares mais p-
dicos do termo. Dadoe passado nesta cidade
do Recile sobo mea signal esello desto juizo,
do
quintal
n.
cacimba
a outra na ra de S.
ou neciie siiu ii iiicu Mpiiui oreiiu uto j....., -i--------- .
ou valhasern sello ex-cauta 908 8 de fevereiro Goncallo com quintal na ra da LaUea-vema
du 1844. Eu Luiz Francisco Crrete de Brito, n. cu
' Na ruado Sebo .casa n. 22, lia para alu-
escriva o escrevi
I-'rannsco Rodrigues Sette.
eaMi
3
3
12
2
4
2
9
i
1
1
1
3
3
3
48
~ >
llovimenio uo rio
5:34^993
Navios entrados no dia 24.
Liverpool; 32 dias; barca ingleza Elisa Jo-
hnson, do 216 toneladas ; capito Peter le
tre; equipagem 26; carga fazendas : a
consignado de Jobnston Pater & Compa-
Po'r'to ; 43 dias; barca portugueza Espirito
onto de 254 toneladas ; capitn Rodrigo
Joaquim Correia ; equipagem 26; carga
diversos gneros; ao proprietano Iranc.sco
AlvesdaCunha: passageiros. 40, portu-
euczes.
Rio de-janeiro ; 27 das; brigue noruMuen-
r.__ J-. OBI i,..,..!.I .-Minliio Ir.
Neilsen ; equipagem 10; carga lastro : a
consignacao de N. O. B.eber & Compa-
nhia : passageiros 3.
Navios sahidos no mesmo ata.
Rahia; hiato brasileiro (de guerra. Guiador;
commandante ocapilo lente Ernesto Al-
ves Rranco Muni/ Brrelo. -
Bahia; patacho brasileiro Paquete do-Rto;
capillo Jos GoncalvesMendello; cargad-
versos gneros: passageiros, a companh.a
Ravel, constante de pessoas.
Assu ; patacho brasileiro Lmum; capitn joa-
quim Goncalves Maia ; carga d.verso, ge-
eros. .
Edital.
Declara cao.
'= A administrador da mez de rendasa geraes
internas avisa aos dev.lJores dos impostos do
banco seges da dcima de mi morta o
taxa de escravos dos tres bairros de Santo Anto-
nio Boa-vista e A (Togados que venhao
pagar at o fim do corrente mez, o que deven.,
visto ja estar prompta a relacao para juizo. Re-
cebedoria 23 de fevereiro de 1844.
Francisco Xavier Cavalcanti de Ibuyuerque.
Avisos martimos.
= Para Trieste seguir a barca .austraca
Mary precisa de 200 saceos com assucar. e
500 couros a Frote ; quem os qui/.er dar, diri-
ja-se na ra do Trapiche-novo n. 16 escrip-
torio de Frederico Kobilliard.
Para o Maranhao pretende sabir no dia 1."
de marco o brigue-escuna Lauro recebe pas-
sageiros, c os senhores que quizaren ir de
passagem pdem fallar com o capitao todos os
dias na Praca-do-commercio.
__U brigue Feliz-dtslino pretende sabir pa-
ra o Rio-grande do-snl at o iim do corrento ,
e recebe escravos de passagem : a tratar com
Amorim & Imao na ra da Cadete do Recite.
= Para o Prtrto sal ir no dia 5 de marco a
barca portugueza Bella Pernambucana ; quem
quizercarregar, ou ir de passagem trato com
o capitao na Praea-do-commercio ou com o
consignatario l homaz de quino Fonseca na
ra do Yigario n. 1!'.
= Para o Cear sai nostes 8 dias, por ter a
maior parle da carga prompta, o hiato '. Jas
Fiordo Mar ; quem no mesmo quizercarre-
gar ou ir de passagem dirija-so a bordo do
mesmo hiato ou a ra da Cruz n. 26 venda
deS Araujo & Irmao
= Jamos Crabtree & C. tcem a frotar para
qualquor porto da Eun.pa os seguintes navios
todos da primeira classe, de superior construc-
clo e muito velleiros : o brigue ingloz Mary
Honntetl, de 184 toneladas ; o brigue ingle?
Jare de 170 toneladas ; a barca ingleza Ja-
mes Steicart de 214 toneladas.
Letes.
O Dr. Francisco Rodrigues Selle, juiz tnunici-
Russell Mellon & Companhia fro lei-
lao. por intervengo do correlor Oliveira de
multas la/endas inglezas avar.adas a outras
limpaa ; quarta feira 28 do corrente, as 10
horas da manhaa em ponto no seu armazem
na ra da Cadete.
TKalkmann & Rosemund farao leilao, por
intervenco do correlor Oliveira do variado
sor timen to de fazendas inglezas francezas, al-
lemaes e suissas de seda laa, linho e algo-
dao clgumas das quaes sero vendidas por
precs muito commodos : leaa feira 27 do
corrente. s 10 horas da manhaa. em seu ar-
mazem da ra da Cruz.
__ Terca feira. 27 do corrente, se lara leilao
de urna porcao de fumo por conta de quem
pertencer, no armazem de Fernando Jos Bra-
guez junto ao arco da Conceicao.
' __ Hoje 26 do corrente s 10 horas
do dia. se far leilo de duas excellentes carrosas
comca.xao, e com os pertences proprios para
vender agua na ra,estas carrocas cada una com
o seu competente cavallo.e estes muito bem en-
l- f_____a-
o i
I U ** -" f w |------------------- p
^ssio-pblico casa n. 12.
at'ww
r<*:?s^.'
'.
Avisos diversos.
__Arrenda-se o primoiro andaa da casa n.
18 da ra do Fogo : a tratar no sobrado n
44 da ra do (Jueimado.
,;ar urna piola de nacao.o na mesma casa lazem-
se todas as qualidades de doces para cncomen-
das, e tem j promptos quatro Larris de famo-
sos tamarindos, e alguns barrizinbos de vario*
doces.
__ Pede-so ao sur. fiscal do hairro de Santo
Antonio, que lance as guas istas para dua
moradas de casas que so estao fazendo nos
Atterro-dos-Affogados, que estas casas ja fo-
rao embargadas, a os donos esto continuando
com as obras sem lieenea.
Aluga-se um sitio no lugar de Bebiri be,
com casa o quarto trra sulliciente baixa
para capim e arvoredos de fruto; quem o qui-
zercomprar, ou alugar dirija-se a Rua-ve-
Iban. 113.
Aluga-se um sobrado de um andar, e so-
tio, com commodos para urna grande familia,
quintal, cacimba, terraco para (ora, e sabida
para a ra de tra/, sito em l'ra-de-portas, ra
do Pillar n. S2 ; na ra da Cruz, armazem de
trastes de Manoei Antonio Pinto da Silva.
Manoei Francisco do llego, subdito Por-
tuguez rerira se para a llha-de-S.-Miguel a
tratar do sua sade.
Perdeo-se desde o Monteiio at Pon-
te d'choa ( onde sedeo por falta ), um relo-
giosaboneto douro sendo urna das laces de
vidro, com mostrador e ponteiros d'ago o
tiiiha preza no ineimo relogio urna corrente
tamben douro : roga-so quem o tiver
adiado de levar, ou mandar Praca-da-in-
dependencia loja de livros ns. 6 c 8 quo
ser generosamente recompensado.
I'ABIUCV I)!-; RAPE
PfUNCEZA
GASSE fabricante c legitimo inventor do
bem acreditado rap priheeza do Rio-de-Ja-
neiro com seu deposito ge ral na ra da Cruz
do Recife n. 38 e outro na ra do Livramen-
ton. 13, avisa, que as muito boas qialidades,
que possuo o seu rap as quaes, pela grande
estima o crdito que progressivamete de dia
em dia tecm obtido n'esta c as mais partes ;
bem conbecido por um eonsideravcl numero do
tomantes, e nao consta ter mofado urna s li-
bra : poi isso faz publico, que todja equalquer
pessoa que quoira especular com o seu rap ,
attendendo as superiores qualidades elle fabri-
cante adverte, que se responsabilisa pelo seu
rap, por quaiquer forma ecom condiccoes,
que o mesmo comprador podo apresental-as.
=. Aluga-se urna casa terrea com commo-
dos para urna familia, na ra de S. Jos n. 20,
mesmo pegada ao muro da igreja a qual est
renovada toda ; a tratar na ra das Cruzes n.
13 terceiro andar das 6 as da manhaa ,
odas duas as 4 da tared.
= Joao Jos Ribeiro embarca para o Rio-
de-janeiro o seu moleque de rime Joao.
s Manoei Francisco do Reg, subdito Por-
tuguez retira se para a llha-de-S.-Miguel
a tratar de sua sade.
.= Matheus Austin & Companhia mudarao
o seu escriptorio para a ra da Alfandega velha
n. 36 onde ui o auiigo escriptorio do fal-
lecido Antonio \'arquesda Costa Soares.
= James D. Pennell retira se para fra da
provincia.
Jos Jacinto de Medeiros, subdito Por-
tuguez retira-se para a Ilba-de-S. Miguel
= Csar Kruger retira-se para a Europa.
= Joao Borges Carreiro retira se para fra
do imperio.
= l.uiz de Carvalho, subdito portuguez, reti-
ra-se para fra da provincia.
= lin engenheiro francez, recentemento
chegado de Franca, que foi de urna compa-
nhia brasileira do paquetes de vapor do Rio de-
janeiro offere.ee ao respeitavel publico seus
servicos para engenhos de todas as qualida-
des de vapor c outras obras, por preco com-
modo ; quem do mesmo engenheiro precisar ,
dirija-se ao hotel do beco da Linguete.


Aluga-se uro armazem com i portas na frita con a maior rapidez ; o por sso o thesou-
frcnle na ra do Apollo confronte ao tbeatri- reiro declara queas respectivos rodas ter
nho ; i tratar na ra Ja Madre de Dos con- < o seu respectivo andamento no dia 12 de mar-
fronte a igreja segundo andar, das 7 a> S co prximo futuro.
horas da manha e das 3 as 5 da tarde. | A pessoa (|ue se quizar cncarregar de
= O embralbo do dinheiro que se achou,' mandar vir urna porcao de madeira de mangue,
c se lem annunciado nao na toja n. 12 ejannuncio parase tratar do ajuste ; tambem se
4
.
Slffl ni de n. 2 pinto ao arco de S. Antonio.
Precisa so de um sacerdote para cusinar
meninos cm uro engenho distante desta cida-
111 10 leguas ; o tambom da uro rapa/, do
10 a 12 annos para caixeiro do um engenbo
distante desta cidade 1 \ leguas ; a tratar na ra
da Cadeia do Recife, loja n 37, ou no pri-
meiro andar da casa n. 51 da mesma ra.
AbrSo Crabtree, morador no sitio da Pas-
sagcm-da-Magdalena n. 17 d cem mil rs.
de gratificaciio a quem descobrir um roubo ,
instando de 3 garfos grandes de meza dous
ditos do sobre-meza, urna colber grande de
meza urna ditade sobre-meza, tudo de prata,
marca, urna inao segurando 1 punbal no cabo,
ero tola ella ; igualmente 230,000 rs. ero se-
dulas ; sendo nina de 100.000 rs. o 3 de
50,000 rs a p.aia leus (altado por diversas
ve/es a as sedulas foi om unidos dias da se-
mana passada.
= Dcsapparcceo, ha um moz, um pranchao
de louro de i costado; madeira inteirissa ,
com um buraco no ouco, a urna Tachadura ein
urna das caberas com a marca I. A. R. feta
de roela sobre a lettra A o qual desappareceo
da ra da Praia do boqueirao que fica por
detraz da casa, que foi do fallecido .Marroquim;
roga-so a posso que o tiraste por engao, ou
que dalle souber, a o quizar restituir, do di-
rigir-se a Praci-da-inJepcndencia n. 39, que
ser gratificado.
~ Acba-se ero praca o sitio que foi do
fallecido Jos francisco Xavier Lima, no lu-
gar de Apipucos para ser arrematado por ven-
da passadosos dias da le, pela priir.eira vara
do civel escrivao Reg a requerimento do
testamenteiro do mesmo fa lecido ; o terreno
loreiro ositiotem casa de laipa ceberta de
telbas, cuma armacu tambem de laipa no
fundo da dita que serve de estribara ten
varios arvoredos de fruto, e de espinhos ; o es-
cripto acba-se cm mando porteiro.
Roga-geaomr Francisco Alexandrino
\ asconcellos Calata de dirigirse a Ra nova
i. 07 a negocio de seu interesse.
Jacinto Ignacio de Almeida Jnior, ebe-
gado, bi pouco, do Rio-de-janeiro retira-se
para fra do imperio.
= ^uern precisar de um rapaz Brasileiro ,
de 17 annos para cjixeiro de armazem de as-
sucar, escriplorio, ou de cobrancas, annuncie.
offerece um sitio todo cercado com urna pe-
quena casa a quem quizer plantar do mcias.
= Ninguem compre a Antonio Clemente
Rsteves de Larras os escravos seguintes: Vicen-
te pardo com olicio de pedreiro Sancha,
cabra Jorge, da Costa canoeiro, Joan, An-
gola c Jacob, crioulo por pertencercm os-
ses escravos aos orphaos filhos do fallecido sar-
gento-mor Ignacio Joaquim Correira Gomes ,
de quem tutor o tnesmo Larras visto que ,
consta querer os ir vendendo.
FA DIUCA DE RAPE VILETE.
= Jernimo da Costa Gu i maraes c Silva
lisongeia-sedeapresentar ao publico o encl-
lente rap vilete, fabricado a moda de Fran-
ca cujo bello aroma nada d.-ixa a desejar o
estilar moderado sem que (ira os narizes e
o maior grao de duraran de que 6 capaz este
genero, sem que mofe ou seque, sao qua-
lidades, queotomao assis bello, e rceorn-
mendavel nao s para consumo desta provin-
cia como para reexportacao O fabricante se
obriga a satisfazer qualquer reclamadlo como
exprossamente se acha declarado nos botes.
O preco 6 fixo de 5 libras para cima, nos de-
psitos os quaef se vende a retalho, pelo preco
por q je os compradores de 5 libras podem ven-
der.
Deserip^ao dos botes.
Na frente un quadro que representa
um vasto campo de fumo do qual se ele-
va a figura da fama sustentando as maos
urna fita que s esvoaca pelo ar com a legen-
da Fabrica de rap vilete no fim v-se o
iioine do fabricante de outro lado a legenda
- Garantido pelo fabricante nos depsitos
seguintes ; Alterro-da-Boa-vista n. 37 Rut-
imperial n. 209 ra do Quemado n. 14, ra
da Cadeia do Recife n. 31 ; o'um dos cantos
as armas nacionaes n'outro a legenda Im-
perio do Brasil provincia de Pernambuco.
= F. J. d'Ariefl retira-se para fra do im-
perio
= Perdeo se um annelo de ouro com
diamantes e um botfio de abertura tambem
de ouro com diamante desde o Monteiro ate
o Pco-da-panolla ; quem achou alguma das
ditas obras, o qui/cr restituir, dirija-se a ra
do (^ueimado loja de ierragens n. 12, ou
no Monteiro casa, que fica alraz da igreja ,
que ser gratificado.
Quem precisar de um moco Portuguez ,
que sabe lar, e escrover, para caixeiro de um
engenbo perto da praca ou para outra qual-
quer arrumaran annuncie.
= Manoel Francisco loelho professor de
grammaiiea atina do Collegio-S.-Cruz, ensina
grarnmalica latina, e portuguesa um casas par-
ticulares ; quem se qui/.er uliiisarde seu pres-
(imo dirija-se a ra do Mondego n. 54.
= O snr. Francisco Jos Rodrigues, cirur-
*iao, queira ter n bondad* Je r concluir o ne-
gocio que nao ignora no pateo do Hospi-
tal do Paraiso indo para a ra da Florentina
n. 18.-
;= Aluga-sc o primeiro andar do sobrado
da Rua-direila n. 127 do lado da igreja ; a
tratar na mesma ra sobrado de um andar
n. 115.
Alugase urna ama para o servico interior
il umcasi; quem estiver nestas circumslan-
c-s dirija-se a Rua-nova n. 21.
a Aluga-se a casa terrea n. 3 da ra da
Mangueiro ( entre as ras das Gloria e Alegra)
com muito bons commodos ; na ra da Cadeia
do Recife n. 26
Pcrdeo-se des le a Rua-dijeita d'aula
publica do meninas at a ra da Pcnha, urna
medalba de ouro pequea a qual lem um
diamante cm um lado e urna crisolita n'ou-
tro lado; quema livor acbado leve-a a ra
la Penha sobrado n. 23, que ser recompen-
sado.
Loteria das memorias histricas
__ Achao se a venda, desde o dia 23 do cor-
rente, os bilhetes da segunda parle da nica lo-
teria concedida a favor da impressao das me-
morias histricas desta provincia, as scsnsss
;,,jds cm que sao rendido* os bilhetes da do
tbeatro.
A gqperioridade o plano da lotera das me-
morias e o grao de credibilidade, que adque-
,;,, pela extraccio da suu primeira parte, fazerr
Compras
= Compra-se eflectivamento nesta Typogra-
pha toda a qualidade de pannos cortados, ou
velhos de linlio, e algodao, toda a especie
de fibra linbe/.a algodao, de refugo om ra-
ma papel e papelao velho.
Compra se urna casa terrea que sirva
para negocio de venda, e sendo no Atterro-da-
Boa-vsta paga-se bem ; na ra do Camarao
h. 7.
Compra-se um compendio de historia
sagrada ou ecclesastica ; em Fra-de-por-
tas sobrado de um andar n. 114.
Compra se um compendio de historia sa-
grada de Souza ; na ra do Collegio loja
de livros n. 13.
Compra-se um sellim qne esteja em
bom uso com todos os shuj pertenecs ; na ra
de S. Rita nova n. 91 das 0 as 9 horas da
manbaa o das duas as S da tarde.
Vendas
Vendem-se duas pipas de agurdente de
22 graos ; no Forte-do-\laltos, armazem de
Leopoldo Jos do Costa Araujo.
- Vendo-se milho em saccas arroz do
casca cm alqueire e saccas arroz pilado ver-
melho o cha da melbor qualidade; na ra
larga do Rozario n. 39.
Vende-se lila branca fina propria para
capas dos (erceiros do Carmo e outras obras
cortes de lanzinha riquissimos chogados nes-
tes lias los brancosfinos de linbo
la hespanhola e cera de carnauba
sarja pre-
a ra do
convencer que a venda de seus bilhetes ser
Cabug n. 10, loja de Antonio Jos Peretra.
= Vende-se una casa de dous andaros e so-
tao rectificada do poned fempo c:n chaos
proprios sila na travessa da .Madre de Dos
n. 7 ; a tratar na ra da Cruz n. 50; tamben
vende-se com algum praso, convencionaade em
preco.
Vende-se cera de carnauba ca xas eom
velas de espermaeele ditas de sebo do seriao
tudo de boa qualidade; na venda de Joaquim
Jos Rahello na ra da Linguta n. 3.
= Veode-sc ou aluga-se um sitio no la-
gar da malriz dos Affogados com casa mo-
derna .nviuracada com duas aicovas, 4quar-
los sala na frente c nutra para jantar co-
zinha lora bastantes arvores de fruto com
banbo i0 fundo c chaos livres ; na ra do
Vigario n. 18.
Vende-se um refo novo e em conta :
na ra da Calcada n. 62.
Vendo-so a historia do filho de ininha
mulber, 3 volumes aventuras de Lazarilho
de Tormes, 1 v. ; Isabel ou os desterrados
da Siboria. 1 v. ; novo testamento de Jesus-
Christo em bom uso e outras muitas obras
por preco commodo ; na ra da Cruz n. 29 ,
primeiro andar, sendo a entrada pola ra dos
Tanoeiros.
Vende-so urna preta perfeila lavadoira ,
ecozinheira com urna filha mulatinha, mui-
to bonita figura o de 8 annos o motivo da
venda se dir ao comprador, e se alianc.a a
SU a conducta ; na ra das Trncheiras n 18.
ae Vende-so um escravo moco de bonita fi-
gura de nacao Angola proprio para o ser-
vico de campo
Viegas, na ra do Crespo.
Vende-se marin preto de superior qua-
lidade a 2400, 3200, e 3500 rs. ocovado. dito
decordio preto e verde muito fino a 3200
rs. chapeos prctos francezes chegados agora a
0300 e7000rs., ditos de sol. de seda do su-
perior qualidade a 6500 e 7000 rs ; na ra
do Queimado loja de Guilherme Seto n. 23.
Vendem-sc 4 moloques de 16 a 20 an-
nos ; um milito de 20 annos, ptimo para;
piigem ; 4 escravas com boas habilidades; urna1
moleca de 14 annos, muito linda figura. fl|
ptima para ser educada ; na ra larga do
Rozario sobrado n. 48.
Vondem-se, na fundicao de ferro da ra da
Aurora machinas de vapor da mais appro- '
vada construecao moendas do cana do va-
rias qualidades muito fornidas e com todos
aquellos melboramentos que a longa pratica
lem mostrado serem necessaros tudo feito na
mesma fabrica e garantido, taixas de ferro de
fundo chalo asmis approvadas em toda a
parte onde sao usadas carros de mio e ara-
dos do ferro, machinas de moer mandioca,
qncalm do pouco espaco, que oceupao, fazt-m
bom efleito ditas para espremer a massa de
nova invenran e muito compactas ; assim co-
mo muitos outros objectos da mesma naturezn.
= Vendem-se terrenos com 156 palmos de
fundo com ss frentes, que es compradores
quizerem na ra da Concordia e as tra-
vessas do Monteiro, e Caldeireiro os quae
sao do 60 palmos para onde ditos terrenos
tambem fazem frente em direccao ao rio Ca-
pibaribe : estes terrenos achao-se parte atter-
rados, e parte beneficiados, e tambem leem
alagados para a parte do rio, o todos oflere
cem grande commodidade para a sua edifica-
cao por proco commodo ; na ra dos Quar-
teis, boje larga do Ror.ario n. 18.
= Vendem-se 23 bestas de roda, todas no-
vas, e em boas carnes 11 bois mancos, gor-
dos dous carros um rodete de engenbo ,
dous atacadores de ferro e mais alguns uten-
cilios de engenbo ; em Goianna no engenho
Pitu-ass.
= Vendem-se ricos chales o mantas de se-
da matizadas sedas de todas as qualidades ,
s.u|a preta hespanhola dita preta e branca,
dita preta de loa cambraias adamascadas, sa-
patos de marroquim couro de lustro setim,
e borzeguins gaspeados para sonhora ditos
para hoinem luvas de seda preta curtas e
oompridas, mcias de seda de todas as corra m-
ra senliora lencos do grvala escocezes do ul-
timo gosto ditos de seda de diversas cores,
ditos protos do gorgurao com flores assilinadas,
ricas abotuaduras para rolletes ricas mantas
de setim maco matizadas, para gravata len-
cos de dito pasaos finos do todas as qualida-
des ; merino preto enfestado dito mais or-
dinario duraque preto, 13o dequadros, brins
de listras de muito bom gosto para calcas, cortes
de la e de chita para vestido, riscadinbos mui
finos e de coros (xas, chapeos pretos de mas-
sa Lo-Roy opodeldoc ebegado recente-
mente de Franca assim como diversas fazen-
das inglezas e um completo sortimento de
obras fcitas como sao casacas, aquetas, calcas ,
ecolletes de seda tudo da ultima moda por
preco commodo ; na Rua-nova n. 29 loja de
Diogo Jos da Costa.
= Vendem-se mcias de linho da Escocia ,
para sen hora a 1000 rs. ditas prclas de seda
para homema 1000 rs. lencos de seda supe-
riores a 800 rr ditos de la adamascados pa -
ra sonhora a 640 rs bicos pretos linos a 160
e 240.a vara chitas encarnadas a 180 rs o
covado, ditas de assentoescuro finas a 180 rs.,
cassas de listras de cores a 200 rs. o covado,
ditas dequadros a 180 rs. cortes de chitas fi-
nas com 13 covados a 3000 rs. chitas france-
zasaa200rs. e outras muitas fazendas por
preco commodo ; na ruado Cabug loja de
Antonio Rodrigues da Cruz.
= VendH-snim m* rS fa do flnnsel
i, o, a dinheiro ou a praso com firmas { a
tratar na mcMiia.
=- Vcndcm-sc arithnielicas, algebras, e geo-
metra de Lacroix para uso do Lyceo e do
Collegio das artes na ra da Cadeia do Re-
cito loja de livros de Cerdoso Ayres.
Vendem-sc espadas prateadas para ofiiciaes
Rua-nova loja de
do guarda nacional ; na
ferragens n. 16.
z= Vende-se um diccionario francez e por-
tuguez poro capitao .Manoel do Souza, cor-
recto o augmentado por Costa o S> v.
em foio bem encadernados ; na ra do Col-
legio v. 16.
= Vende-se doce de caj do calda por
preco cemmodo ; na ra por delraz do tbea-
tro n. 20 segundo andar.
*- Vendem-se duas casas terreas c uina
meia-agui.' sendo urna na ra da ConceicSo
da Boa-visi'a n. 15, e a outra na Camboa-do-
Carmo n. 40 c a meia-gua no fun lo desta ,
, n. 11 ; 8 trotar na ra estreita do Rozario, lio-
a tratar com Manoel Gomes tica de Joao k'ereira da Silveira.
= Venden, se meias barricas de farinha da
marca galego muito nova e superior em
qualidade; defronte da escadinha da alfande-
ga armazem de Dias Ferreira & Companbia.
Vendem-se 21 cadeiras com assento de
Ibinha ; na Rua-hella n. 26.
pal
Escravos fgidos.
- Fugio no dia 15 do correntc o preto Vi-
cente crioulo natural do Porlo-dos-touros,
provincia do Rio-grande-do-norto de 2o an-
1 nos alto, seceo, com todos os denles da fren-
te c junados, olbos avermeibados, um tan-
to carrancudo que parece ser falto de visto,
com urna costura do queimadura no pescocodo
lado e-.5<|uerdo bem fallante, e de boa pro-
nuncia; levou chapeo de. seda com 4 molas de
rame c..''ni'sa d madapolSo e calcas de al-
godao linio e ma's roupa que se nao sabe
da qual usara ,' qu('"> pegar, leve a seu snr.
Domingos da Si.'va Campos, na ra das Cru-
zes n 40 que Stra generosamente recom-
pensado.
= No dia 28 de jh "ciro do correntc anno
fugio o escravo Felippe crioulo de 20 an-
nos estatura regular, i 'Orto redondo com
bastantes pannos, dentcs al vos c limados na-
riz nao muito cbato ; quem Pe8ar levo a
ra do Quemado n. 4 ou na /regue/ia da es-
cada no engenho Campestre a Ignacio Jos
Wanderley de Mello quesera reco.mpensado.
= Fugio no dia 17 do torrente o escravo
Luiz crioulo olficial de sapateiro de 20
annos, baixo secco falta Ibe um. ou dous
denles da (rento cabello grande e embarace-
do levou camisa de madapolao su ja caltas
de merino preto usadas, e chopeo de seda tam-
bem usado ; quem o pegar leve a ra da Praia
a Joaquim Pereira de Mendonca ou na ra
larga do Rozario a Joao Manoel Rodrigues
Vallenca e na villa do Rio-formoso a seu sr.
o hachare! Fernando Alfonso de Mello que
cm qualquer das referidas partes ser bem
recompensado.
~ No dia 16 do corrente foro seduzidos,
on furtados por pessoas quo segundo as in-
formaces os levaran para as bandas ou do
engenbo Agua-fria ou Rio-formoso os es-
cravos seguintes; Emilia, de nacao Mina,
baixa rosto comprido de 25 a 27 annos, le-
vou diversos vestidos de chita brancos, e de
riscado c urna cria de 3 annos, barriga gran-
de penias linas e nao anda anda a negra
nao tem signal nenhum da nacao. Aurelio de
nacao iMina com riscos perpendiculares no
rosto muito barbado de 48 a 50 annos, ps
grsni.es e neiiuus para dentro ; levou ca-
misa, e calcas de algodao de Minas, ea camisa
j rota atraz ; quem os pegar leve a ra do
Amorim sobrado n 15 ou no sitio de seu sr.
Nuno Mara de Sexas quo recompensar o
protesta perseguiros ladres.jconhecidos, com
todo o rigor da le.
Fugio a 28 de Janeiro do corrente anno
o preto Jos de nacao Angola de 40 annos,
rosto largo e doscarnado olhos pequeos ,
cabellos compridos por detraz mcio calvo na
frente suissas ja pintando reforcado do cor-
po bocea lara beicos recolhidos qucixo
comprido, ventas rom has quando anda dei-
ta a caneca para traz, levou aqueta cor de ca-
f e calcas de briin escuro ; estt
dava vendendo agua em urna carroca.
cravo do coronel Joaquim Bernardo de Figuei-
do; quemo pegar levo a Praca-da-ndepen-
dencia loja de Henrique Jorge que sea ro-
compe.isado.
= D-se 30 rs. de gratificacao a quem pe-
gar, e levar a ra da Florentina n. ti o preto
Jos Pnchete de nacao Moeambique de 20
annos, altura mais quo regular, secco do cor-
po com dous denles de menos na frente da
psrtc supeiui msio redondo bastante re-
tinto quando falla gagueja alguma cousa ,
toYi de costume ter seropre fumo na bocea ;
levou camisa de riscado axul calcas de panno
preto ja velho ; este preto emjialbador de
obraS de uarcineiro ; lugio no dia '2% do p, p.
(MI IU UH-
o foi es-
Rkcipk sa jTtp. db M. F db Faru.18H.


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