Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04550


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Full Text

l
*>
Anuo de 1844.
Terca Fcira
nds
. n tor<"' i" <*uus o mero Ha c nii,,
...., o. 0oqu nao forcm ., rao de SO rei, ,.....aba A, ,.,,,. % ,,,,......,
PARTIDV 1>0S CORKEIO TKKTiKNTIUS
CT;UV' i^rC?" V'" f-!-' G..... i Korie, quinta. fe..,_
<,1... s,r.l.a.., II,o tormos,. >t\,r., C.lrt, M.c..... Ai,s 1 e f| .,,,
,...,..,,,,-, -G'r.nlmn. lt,\ i,;, 4 ,:,,, _Ilua_fis|, eIWse j;)
e 5 ,!io. (.!., I,-, |, A, ciou.i, quinta, reir. Ondatodo. os di
DAS l>\ SEMANA.
S Seg... l.ii.iM-ncn Ju.tiuiano \u,l .!. .I de D. da '.'. ,-,
9 Ti-rra s .Inli.i,, Ral. aud. do de I) di ,] ,,
-10 QuaiU s Paulo. Au.l do .1 de D da .5 \
4 1 Quinta Ifrgino Aad.doJ.de l> ,la'_'. \
1-2 Sea i. Stiro Au,l do J de D da 2 t.
S &b. I Hilario Pe. .iu,l. ,l .1 ,1,. 11. ,1.-, I v.
I'i Huiu. nomcde Jcius <. l'clis,
de Janeiro
Anuo \V. IV. <>
'MI HaVH gt-r r--r.T -- -- --- ;.-i.ii.. .wt
I ti.lo a;.., 1 decide j *j%f linii?mji como prin 1
"- i-nltaa,
as 11 ig
maj i A I
.011
, VIII i"- Mj DI* S ni m 1 (vO.
Oura-Moeda de 6,400
Cnmliioaiohe Londrea ii
" ..Ir .11 iris |.0| I
1 I i-i". 1 lli por lli.i .1 preni
Moi'iI.t de cobre .' poi re rito
dem . ie i.lili '
Prata-Falai
, Peaoa colummnarea
, I ,] V icanos
notni ra 1
lii.ii' IG lil
'i ;. ; 400
9.11 11 I '.'-.! 1
1,90 '..'
I non V,9 I
rv,.-. V^.., ,02^-v.i*^^ WMM ...
I'l 1 V.SF.S I'\ l.l \ MI MI/. Hl. .1 \.\F.IIU).
La elieia a 5 a .'{ hurns c 13 min da urde 1 La nota a 19 ai 3 hor.a e 57 min dataros.
Miggaante a 13 as 7 buras e I.....in la lanlg I1 1 27 n iO h,{e 10 m. da manira.
1'mi mar de hoj.
'rirarir.n ai 8 horasc ;,! min da manla. I Segunda a.Shorai t-5 J minuto* da manlija,

aawii 1 111 11 "'
PERNAM
aaVannBaivpiB^wsftaw -jx*-*a*aa: -, ,... j. maaaBaimkmmaMmaaumaamsmmuaaammaBm i numauana--..-^-^--

U
iCTSif'! 9
Com mando das A rias.
EXPEDIENTE DO DI A l) 1)0 l>ASSADO.
Olliuio A o Exm. presidente, communican-
do-lhe, que suaordetn do 27 de novembro.coin
referencia a do governo imperial, (llera embar-
car no vapor Paquete-do-sul, o copitaS Pedro I-
vo Velloso da Silveira, e priiiieiro-tenente Pedro
ATonso Ferreira com destino a corte, eenvian-
do-lhe as guias, que pelo batalhad so passra
estes dous offlciaes.
DitoAo mesino Exm. Sr., imettendo-lh
a relacao das 11 pravas vindas do norte no va-
por Paquete-do-sul, que por doontes forao de-
sembarcad, is e nesta data recolhidas ao hospi-
tal renimental, fleando addidas ao balalbao de
artilharia.
Dito Ao Exm. commandantc das armas da
corto, enviando-Ule a uia que pela thesouraria
desta provincia sepassou ao alferosJoaquim Pe-
reira Xavier d'Oliveira, alim d'a transmittir ao
Exm. presidente de S. Paulo ondo consta exis-
tir o quarto balalbao de fuzileiros em quo ser-
ve o dito altores, ou onde elle estivesse.
Dito Ao Exm. presidente da provincia de
S. Paulo, scicntificando-o da romessa da guia
mencionada no ollicio cima, edisendo-lhe, que
um virtudedella estava o alteres Joaquim Pe-
reira Xavier d'Oliveira habilitado para receber
)S seus vencimentos por inteiro.e haver a indem-
nisaca dos que nao recebara em consequeneia
da consignaco que deixra a suo mulher nesta
cidade, cuja consignacao ella nao receban.
Dito Ao chefe de polica, fa/.endo-lhe re-
messa dos guardas nacionaes Silverio Marinho,
Manuel (juaresma, e Joao Francisco Pereira ,
presos por crimes civis, que acabavao de ser ex-
cluidos do batalha do guardas nacionaes des-
tacado, por occasiao de sua reduco.
Dito Ao cornmandante do balalhad do ar-
tilharia, exiginffb com urgencia as guias duci-
pita. Pedro Ivo Velloso da Silveira, e primei-
ro-teo-iile Pedro ATons Fcrreir.i. que seguiao
para a corte no vauor Paquelr-do-siil
Dito Ao mesmo, enviando-Ihe a guia per-
tencente ao primeiro caaoto Alfonso de Albu-
querque Maranho, que recolheo da corte.
Dito Ao mesmo, ordenando-lhe quo flzes-
se desembarcar do vapor' Paquete-do-sid, o cjlil-
dusirao hospital regimental,para serom conve-
iii-oiemente tratadas, onze pracas, cujos nomos
so Ihe indiou, us quaes devia ser considera-
das addidas ao balalbao nesta data com venci-
inento de sold, e etape.
Dito Ao mesmo, mandando que osse des-
ligado do balalbao, c passado coui seguranca
para bordo do vapor Paquete-do-sul, a ser en-
tregue ao capitao Canbal, o soldado vindo do
Cear Rayrolindo Peris unes do Brito, cuja
guia devia ser boje mesmo remettida a secreta-
ria militar.
Dito Ao eommandanle do batalha de in-
fanlaria de guardas nacionaes destacado, orde-
iiando-llie que levasse a cll'cito as evclusot-s
das pracas anteriormente ordenadas entregan-
do as pecas de faldamento se acaso estvessem
vencidas, ou recolhendo arrecadacao, se nao
cstivessem.
Portara".Mandando excluir e remetter
com seguranca ao chele de polica os guardas
nacionaes Mano*! QuereSa Joao FrancUco
l'ereira c Silverio Marinho la/endo-seaos
corpos, a quo elles pertencio, as competentes
communicacSes o bem assim que (cavia ex-
cluidos do batalha d'infantaria de guardas na-
cionaes destacado.
IRANIA.
Parts 23 de ouluhro.
Hontem pela votta do meio dia, entrou el
rei om Parr S. M. linha a seu lado o (la-
que de Nemours c o principo de Joinvillc .
o passou revista a cavallo na praca das Tulhe- \
ras, e ni praca do Corroaawl aos regimentos
ns. ] e 12 de linha o." de dragos 3. de
liussares dos bateras do i." de artilheria e
aos regimentos ns. 18 20 85 o 10 de linha,
0 a um corpo de engenheiros.
Bl-rei passou por entre as fileiras, o foi sau-
dado com enthusiasmo pelas tropas e pojo
povo.
Antes de desfilar a tropo S. M. distrihuio
aos officiaes, sargentos e sollados, que se distin-
guriio em Alrca, varias cru/.es da logiao de
honra.
Escrevem do Floronca que o conde de
Survilliers ( Jos Buena parte ) tem sorido va-
rios ataques de apoplexia e quo se acha em
perigo de vida.
As embarcacoes disponiveis, que estavao
em Toulon, receberao ordem dse dirigirem ao
norte de Alrica para recolherem alguns corpos
que devem ser rendidos. A corveta Egeria
parte para Senegal e Engenna com destaca-
mentos. ------------,------
coos superiores acerca dos estrangeiros, o espe-
cialmente dos Prussianos que residem neste
paiz.
Os estrangeiros.que nao tiverem mais do que
um passaporte temporario, poderi permanecer
indefinidamente na llussia, se causas particula-
res nao exiglrom a sua expulsao.
Quanto aos subdito Prussianos 6-lhes per-
m ittida a permanencia na Hussia alao 1. deja*
ne.'ro de ISii sol) condiccao de renovaren! li-
ceni'a de seu governo; faltando a islo deverio
sahii'do imperio sem demora.
(Diario do Governo.)
'
D ii
.i?
.:*,T3aBBi
Rendimentos de diversa provincias.
Di/iino do assucar
desta provincia... 13:161,924
Dito do algodSo do
dita...........
D^o do caf dita. ..
Dito do fumo dita. .
Taxa de 40 rs. por
sacra de algodSo.
de 1(10 rs.por ca-
xa de assucar. .
de 40 rs.por fecho
de dito.........
o de 20 rs. por bar-
rica, e sacca.....
2:655.313
11.536
37,500
80,720
380,160
2.360
479,120
16:808,633
Rendimeido total d'alfandeya em dezembro
de 1843. "
Rendimento total........... 127:236,801
R estituicoes................ 679,549
uRAM-BRETANIIA.
Londres, 26 de outubro.
Parece quo a rain ha Victoria man i fisin vi-
vos desejos d quo a legisla!ura termino em
jullio para eomecar mais codo as excursons nu-
ticas, a que tomou milito gosto. Em conse-
queneia dislo resolveo sir Robert Peol abrir as
cmaras em Janeiro e concorrer para que dos -
de logo se oceupem das quesloes de interesse.
Os fundos inglezes conservo-se bastante
firmes e teem-se eflectuadn algumas transac-
ces. Hontem ilepois do meio da receheo-se
na praca um aviso da Campan bis das Indias o-
ricnlaes, no qual se annunci.i qu*ds31 de ou-
tubro em diante o juro da divida fluctuante li-
ta redu/ido de 3 e meio a 3 por cont e que
lodosos banda do juro converlido ilever'i sur
sellados antes de setembro de \H'\, Isto d a
entender que o dinheiro metlico apegar de to-
das as niel horas quo possao occorrer no com-
mercio no encontrar com lacilidade durante
algum tempo e que em consequeneia os fun-
dos devorad experimentaralgunia subido.
i TV ;
Escrevem de Dublin ao Morning-Chro-
nicle : O'Connell resolveo defender-so da
aecusacao que Ihe sera feRa no tribuna! do
Queen's-fench. Mr Sheilum dos defenso-
res de O'Connell. Communicarrio-se a nir.
.Mahony procurador do indiciado todos os docu-
mentos do processo intentado contra o seu
cliente. Estes documentos sao mui volumosos.
126:557,252
Dizimo do assucar da
provincia das A-
lagoas......... 1:404,986
Dito do algodao da
provincia da Pa-
raiiiba......... 16,733
Cb ;0 p. c. a di-
nheiro.........
Dito' 50 p. c. em
ai-.ign.nl,i......
Plvora 50 p. a
dinheiro.......
Dita 50 p.u/o en as-
signados.......
168,210
0:781,320
9,075
303,750
6:949,530
402.825
1:451,710
69:446,199
l'ernambuco 4 do Janeiro de 1844.
O administrador,
Miguel Archanjo Monleiro d'Jndrade.
Variedades.
\ indos, u lquidos
espirituosos a sa-
ber :
48 /p. Sadin/" 2:348,80
48 V: dito em as-
signados....... 13:936,570
Di versas outras roer*
cadorias, a saber:
15 p. ,u a dinb.'0 17:143,371
16:285,374
15 dito em ussig-
nados
55:283,165 72:426,536
joias 5 |). */...............
Ariiiazenagem addic. 3 '/*P- */
Reexportacao do 2 p. >.......
Expediente do 1 V* !' 0/.......
(eneros nacionaes V p. "/.....
Premios dos assignados '.j p. /.
Ann.i/enagem de '/* p. /o.....
Emolumentos de certidoos.....
Sello dos despachos..........
Dito de 160 rs. por haralho do
cartas de jogar............
137,250
19.201,722
5,o)5
8:638.286
49,869
1:718,800
13,199
4,480
569,796
8,000
Rs...... 126:557,252
(contemos principaes captulos da acoUSOCSo end* gorai.. .. 107:355,5oU
comprehendidos no Warrant Mr. Pennlther ,,ita applicada.. 19:201,722
EXTERIOR.
ESTADOS-UNIDOS.
New-York, 4 de ouluhrn,
Um terrivel ftiracao devastou rande parte da
Florida. A Gazetla ie Port-teon U que essa ci-
(lani'ioi invoivia por tuna rnuTldacAo lormida-
vel que cheg \ a ter dei ps de proundidado.
Todos os armaseiis lirao destruidos, e quasi to-
dos os edificios (l,'>n,oronrao. As pordas sao in-
calculavei.s; e nao ha meio de 88 compensar.
O congroaso dos Estados-Unidos deve m
breveoceupar-se de garantir as dividas dos d-
rersos estados da federaefio.
ipreh
presidente'do tribunal de Queen's Benchcho-
gou a Dublin para instruir o summario.
BA VIERA.
Munich, 15 de outubro.
G ifiiiiuw Luis do Waiierslein parti hon-
tem para Londres encarregado de urna niiss3o
relativa aos assumptos da Grecia. Esta sahida
repentina attnbue-se a urna parte olflcial rece-
bida de Alhenas por via extraordinaria. Duvi-
da-seque o rei (Jthon possa continuar na (ire-
cia, pela direccao que leva os negocios d.;sse
paiz. fGnz. d'Arinsnurg.}
O escrivo d'alfandega ,
Mara Lumachi de Mello.
126:557,252
Jacorn Gerardo
SCECIA.
Storkholmo, 13 do outubro.
I.emnsern alcuns i inmai nriA nm dos nossns
rnoitAes mer, ynloe ff!'. WoerDKreP, er>inrn:i n-
dantedo brigue Pul descobrita no Ocano-pa-
cifico quatro libas de que tomou posseem nomo
d"el-rei de Stiecia. Esse capitao chegou com el-
leilo esta capital, e declara ter dado vista de
qualro ilhas nao marcadas as carias geogrfi-
cas; mas diz que nao pode desembarcar nellas,
e que por conseguinte rio tomou posse.
'iendimento total da meza do consulado desta
cidade no mez de dezembro findo, a saber:
Direilos de 7 p. c.. 41:342.545
Dito de'Ap. c..... 60,317
Dito de 2 p. c..... 96,000 41:498,862
\ ncoragem de 50 rs. 3:644,939 A
Dita do 30 rs...... 4916,896'/i
Dita do 10 rs...... 298.152 8:859,989
RISSIV.
S. Petersburgo, 12 de outubro.
Atablo de adoptar-se na Russia duas dlsposl-
Emolumentosdc cer-
tidOes..........
Depo/itos, que exce-
dern d'anno. ...
Papel de rjassogorte.
Siza de 5 p. c......
Sello de 1,10......
Dito de 1 20......
8,440
84,406
,300
125,000
57I.9S9
36,861 608,850
51:185,847
KSTRADAS, i: carros.
I) ja verdade trivial, que em nonhuma parle
civilisada da Europa se oncontrio peiores estra-
das que neste Portugal : taes como as es-
tradas sao os carros que se arrastao por ellas.
Arremedao os da Turqua o os da Calabria
mais inculta : parecem neniados da repblica
romana. Se oconliociuiento do mal c a primei-
ra condicao para o remedio algumas esperan-
cis jiodemos logo tii porque o governo, e em
geral Indas as pessoas Ilustradas, veem concor-
des nesta conlissao vcrgmhosa, mas inevitavcl ,
e ja a estas horas se haveria curado ao menos
em grande parte esta verdadeira molestia do
territorio, que tanto concorre para a sua debi-
lidadc, se nao estivesse por averiguar urna ques-
lao previa, cm ;uc andSo roparlidas as opi-
nir.es; a saber: se primeiro se bao de melho-
rar os carros para as estradas se as estradas
para os carros.
Como esta qoestSo nao a do ovo, e da ral-
linha podemos fcilmente resolvel-a.
Os carreiros teeni os seus carros pelas machi-
nas mais percitas e lano mais appreciavois
quanto mais cham sol. a carga. Os fanticos
do ramerrao qU0 nunca em espirito sahiro
d entre as suas quatro paredes, dizem, dei-
xai eslar os carros, como eslao; em (|uanto nao
11 verdes oulras estradas nao mechis nelles ;__
mas a gente de mais civiusado enlendimento
conheet, que para se fa/erem, e conservaren.es-
tradas boas, 6 necessario eomecar por nao met-
ter a ellas carros destes.
Perfe-seaosprimeiros a rasao do seu dito
cilrao-na toda d um redondo nao pode ser
.arros d'ouiru quaiidade dizem ellos n3o
podem resistir a caminhos to maos nem os
1)018 Imhao Coreas para os puchar por uns pisos
o descompostos, e bravios. Mas inquiridos
os segundos respondem-lhes muito bem :
l.'^ue um errado presupposto o cuidar-se
que nao se haveriao melhor com os caminhns'
ruina os carros hons, do que os mos, visto que
nos reinos estrangeiros especialmente nos pai-
M montanhosos, os carros, que sao bem fritos
IDlO tnnsrtio SO rutlaa Mfrarjaa !;rs~
radas, rbastambem pelas wdm'XiuiSmTt]
menos batidas, muitas das quaes podem apos-
tar r nerum' .^n>n ,1C mae '--
-..... ....... -iv-suiiica
dos caminhos de Portugal.
\
-. V'ue sem pruneirose emendar a construc-
Cfioidos carros, .(experiencia mosira sea boa
rasao o n.lo tivesse ja mostrado que as estra-
das se na,, podem faxer linas porque o que ho-
|eso tivesse .-mediado para transito asnanbaa
em por l tendo passado uiuiJestas bjsarmas
rusticas, appareceria mi.., dilacerado, perdido,



-.
A-
-j
A
>
Estas rodas lixns nocixo, dentis a mais del
galas, ferradas, e rom t,il plegaria como fo-
Cinhos de avali para revolver a trra corto-
na como as carretillias dos pastcleiros, ou cos
nheiros rotalbSo .1 massa para as empatias, ou
ttlhozes. Ponhio um carrinho (lestes carrcgado
a virar de repente que succede ? o (jue lo
dos os dias vemos : a roda, que descreve o cir-
culo externo lavra o slo como um arado* a
que fiea para dentro girando como pio cn-
rava-se no chao como sacalrapo capa* de
arrancar as podras mais firmes de urna calcada.
3." Que urna estrada nova frcqucntada por
taes carros nunca chegar por assim dizcr a
cnalhar ou solidificar-se por Ihe andarem a
desinquietar de continuo o seu cascalbo, donde
resulta, que se ha de andar sempre com a mao
na obra seni acabar nunca de concertar, viudo
por tanto a sabir exorbitante o dispendio, tanto
do primeiro fazimento, como das subsequentes,
e intenninnveis reparacoes do que boro teste-
inunoo podera dar os engenheiros constructo
res da estrada de Cintra.
Concluiremos logo afoitamente, que antes, n
primeiro de tirio, nos nos devenios irremessar
os carros e obrigal-os por lodos os modos ,
peta persuasn o pela forra a translormar-
68, e civilisar-se para interesse cominum dos
viandantes, e transportes ; e at para beneficio
los bois, de seus conductores, e de seus donos.
Esta emenda dos carros deveria consistir em va-
rios pontos para ser cabal ; mas por agora bas-
tara grossura, que nao cedesse de tres pollegadas e
ineia, nern sobejasse de cinco. Parece forca de
desgraca, que se deixasse o governo allucinar
sobre cousa tao evidente c se encostasse para
a opkiiao dos carreiros nocontrato, celebrado
fO'ii De Clarangcs l.uccote, onde no artigo 23.
Se di/.: estabelecidas as estradas, o governo
obriga-se dar as providencias policas neces-
sarias, para que as rodas dos carros nao dam
nifiquom as estradas. 0
Depois das entradas estabelecidas pouco faro
taes providencias. Se as estradas se querem de-
veas deem-se as providencias ja, j, e ja. Pro
hiba-se pois aos carpinteiros o lazerem rodas de
grossura indevida c aos ferreiros chapas para
ellas de mais, ou menos largura, do que a da-
da ; e islo com boas multas municipaes para os
contraventores, bavendo similbantemente casti-
go na bolsa a todos os donos de carros, que se
encontraren! caminhano diversos que o pa-
drao estabelecido. E nao se imagine que se-
ja isto um grande vexamc para as pessoas que
ja teem carros porque muito fcil, o barato
emendaras rodas antigs.
Olhe-se por tanto para isto com seriedade e
deja urna vez un arrojo de deliberacao, fe de-
vras se querem as estradas, e todos os bens ,
quesem ellas se nao aleando. Marque-se por
editaesum prazofixoc peremptorio, dentro do
qual dever estar emendados todos os carros ,
desdo a orla martima do Algarve at ao ultimo
conflu do IYs-OS-Montes, e expirado elle,
as cmaras municipaes e administradores de
conselhs que sejo inexhoraveis em puniros
antiquarios corituuia/.es que ousarem sabir com
.i* m.is rodas de ;'.u!!as a martyrlsar os ca-
minhos que sao de todos e nao delles. Pas-
cando porm pelas estradas ovas, onde ja na-
ja barrenas, paguem tres vezes o diieiio del-
ta, e deixem-nos ir sua vontade. Nao tenhao
mdo que vao e voltem inuilas vezes.
Se talo iiuadia e ao quei u goveni \HG se
nao limite em sdar as primeiras ordens. Se-
ja depois rigoroso para com as cmaras munici-
paes, exiuindo-Ilies o cumprimento da obriga-
<;o (|ue Ihes impoz. Sem rigor, que desea do
governo aos Rscaes e dos Aseaos aos particula-
res, nada se vencera delles, nem anda pro-
mettendo-lhes premios. E exempl > tonho eu
ja, e nao pequeo com que o prove.
Mandou el-rei piometter a todos os carrei-
ros um premio de duas moeilas, e alm disso
200 res por cada caminbo de transporte de
materiaes para as obras do palacio da Pena ,
apresentando-secom rodas larcas de tres e mcia
at quatro pollegadas. Ja l vo tres annos ;
centenares de carreiros teem uuiidu/.idu mate-
riues para a Pena ; todos os annos se tem pu-
blicado e repetido esta promessa e neirlium al
agora lelo ainda com as rodas emendadas !
arilo d'Jichwege.
Nao pode ha ver dir. ida em que a conserva-
ci das estradas depende em grande parte ,
ila construccSo dos carros, concorrendo pode*
rosdmente as rodas de rasio estrello para a rui-
na dellas; porm cumpre notar que em algu-
mas, n em todas as provincias de Portugal ,
nao seria possivel alterar a construeco das ro-
das, sem que primeiro se niciiioiasseui osca-
minlios, por quanto acontece muiias vezes que
estes sao corlados em regos de tal modo pro-
nunciados tendo de largura apenas grossu-
ra das rodas, que se ellafosse augmentada ,!
segundo o arbitrio proposto, seguir-se-hia ir-j
remissivilineiite a niaior dilliculdade no transi-
to, ja pelo aperto das rodas, j pela desigual-
dad) do terreno que se apresentana mais irre-
gular aos no'vos vehculos. Demais, seria u-
111- violencia inaudita, obrigr desde j os* do-
nos dos transportes, que em geral pertencera u
dasse menos abastada da sociedade, a que al-
terassem o systema seguido at aqui na cons-
trueco de seus carros, em quanto se nao rea-
iisasse, por assim dizer, a compensago desse
onus a que sao obrigados, isto sem se Ibes
aprese.ilarem os caminhosem estado de inelho-
ramento ; e nao tenha recelo o Ilustre observa-
dor de quo nao bajo suficientes garantas
opportuna alteracao do systema at aqui segui-
do na construeco dos carros, vicioso porcerto
na sua origcm mas que de longo tempo era
reputado como urna necessidade, vivendo co-
mo identificado rom a ruindadedos caminhos.
Crea que para preservar as novas estradas de
multas injurias sollridas pelas estradas decrepi-
tas, existe um verddeiro nenhor no proprio
tributo decapitaco, a que pela le de 26 de
julho de18i3 sao todos obrigados, tributo, que,
importando o sacrificio de urna parte dos have-
res de todos os membros da familia portugueza,
salvas pequeas excepees, deve por certo des-
pertar em todos elles o natural sentimento de
pretenderen! conservar e zelar 0 fructo do seu
sacrificio; e nenbuma prova mais real e electi-
va disso podero seguramente dar os que pos-
suem carros do antigo rgimen do que amldal-
os logo ao mvlhoramento dos meios de commu-
nicaco que se Ihes proporcionarem. E por
outra parteo governo quando nocontasse ,
guarda municipal que'um gosto ouvil-a
ma< para livrar as minhas pobres ventas de um'
cherinho a cousa podre que se observa ha
lempos na tal igreja d C.raea. E eu a respoito
de nariz sou muito delicada ; se fosse cao mas-
culino ou femenino, e de caca, olhe, que me
nSoescapava coelho nem perdiz. E de que
esseclieiro podro minha ta ?
Eu Iho cont, mas antes disso deixe ver a sua
caia, que ha muito, que me hao obsequeia es-
tes dous hospedes: brava, bom bom rapsi-
nho; aposto, que foi presente ? S assim, que
em quanto ao que por ah so vende, olhe que
se n3o p'idesorver anao ser por penitencia!
pois os cigarros ? o meu gallego, e mais gal-
lego, j os nao pode fumar sao mesmo ester-
quinho Pois olhe, quando um gallego diz
mal delles, olhe que 6 preciso serem muito
mos 1 Porm desculpo o incidente e torne-
mos a atar o pavo da historia o ceso.
Na Graca os meninos orphos fazem um en-
terrnho muito bonitinho, e muito csntadinbo
por pouco dinheiro, e por isst nao teem maos a
medir e com rasSo cada um vai ao mais ha-
rato ; ora como o claustro pequeo, et atqui
as sepulturas s3o poucas, ergo nao chega a cott-
coinoconta, com esse espirito benfico eapre- apara tanto defunto ; e por isso dizem asmas
ciador das vantagens que devetn resu'tar ao paiz | linguas. que and5o sempre a mecher nos _<*ada-
com o estabelecimento de boas estradas, sabo-
ria cumprir de um modo conveniente a nobre
missao que Ihe est a cargo a bem do lodos
os seus administrados, com oque serio tam-
bem satisfeitos os louvaveis designios do filus-
tre obsers-ador. I), do Governo '
MEU HORA COM A TA MICIIAELA.
(3ra muito boas tardes, lia Michaela -As
mesmas Iho d Dos sr. mestre ; entilo por c
com este fri ? isso frc de negocio Temos
noticia telegraphica ? ou preciso que vamos
dando ao chnelo por esse mundo de Christo ?
Pois olhe, mestre, eu j agora cston muito pou
co para essas brincadeiras se tivermos bernar
da o que Dos tal nao permita hei de ma-
ml-a a pqudo metto-me em casa e sia
o quesahir j agora presa por mil presa por
mil e quinhentos.
(,)ual bernarda, ta Michaela, nem meia ber-
narda t^uem falla c em similhantn avantes-
rna Soregu, o nao tenha susto. verdade,
que essa ideia de bernarda ou cousa, que com
isso se parecesse andou por certas cabecinhas.
mas nao pode ser ; porque o governo lomou as
suas medidas a lempo, o a horas, e os homens
recolhrao-so ao vestuario. Demais era preciso
pecunia, 00 menos para o primeiro acto da co-
media ; e como os donativos Irazio poucas ci-
fras vio-80, que nao chegava para por a pro-
cisso na ra e por isso desta vez o sr. patrio-
tismo loi com licenca lomar ares.
Masento, mestre, que vem vmc. c fazer !
aposto, que vem ao cheiro das pequeas pois
olhe, que perde o lempo. O que venho c fa-
zer! ora essa boa, tia Michaela! venho vela,
gozar dasuacstimahilissima presenta; aposto que
duvida! Pois olhe, accredte, que, o queaqui me
traz, o desejo de saber da sua importante! Co-
mo vai is-o ? nnrcn-mo. que nao ha rasan de
queixa andou ha lempos algurn tanto malade,
mas agora vejo-a goidmia, e vividoura,A>sim,
assim, mestre, quando mal nunca maleilas. J
vou comendo melhor assim eu tivesse que ;
ilurmo como pedra em poco e ouco a minha
mssnha completa; digo completa, porque de-
pois, que S. Exc. o sr. hispo tomu conta do
rebanbo j temos missinhas redondas, o com
pausa j a gente nodo rezar o seu ro/ario de
fio a pavio que at all mal, que o padre dizia
Orate frates vinha logo o Dicta missa
est c (cava a gonte com o rosario no meio
do caminbo.
Tem rasan, minha tia, vmc. falla com caboca,
certo, que os srs. padres agora esto mais mo-
derados ; ja usao a sua batina quando vo para
o altar, que al aqui io decasaco assim em ar
de sem ceremonia; parece-me, que S Exc. Ihes
vai fazendo o bco ao sacho e com ras3o ; ou
Ijem padre, ou bem secular. Porm diga-me,
onde que vai missa, que nunca a vi em i-
greja nenhuma ? Pois admira mestre? que
agora nao se d um arrolo na cidade, quo vmc.
naosaiba, e nao v logo publical-o! Olhe, que
mania! Ainda outro da a minha vizinha D.
veres; tira d'aqu pde para acola a fim de
dar lugar aos novos hospedes ; e este tira d aqui
para acola derrama um ar ptrido quo cheira
assim a cousa mora e que pode ser muito fa-
tal sade pblica. Eis-aqui mestre por-
que eu, ha tempos, deiici de l ir ao santo sacri-
ficio da missa ; oque bem me cusa porque
l que est enterrado o meu primeiro marido ,
Dos Ihe falle n alma e sempre me chupava o
seu Padre-nosso quando nao ia mais alguma
cousa.
Tem ras3o a tia Michaela ; se isso assim ,
pode causar grave prejuizo n5o aos defuntos ,
mas aos que anda nao gozo (Testa honra.
N5o sei como as senhoras autoridades incumbi-
das da hvgienne n3o tem tomado isso e'm con-
sideradlo NSo 6 costume mestre nao
costume enlre nos remediar-se o mal senao
depois do mal feito Nao vio V. m. que s de-
pois de ter um cavallo, acossado pelos caes, dado
um couce em um carpinleiro ao postigo do
sol, o qual morreo isto o carpinleiro
que a cmara so lemhrou de decretar urnas ves-
peras sicilianas ao animal cao A proposito
de cae, saliera V. m. meslrc, que ja mandei
comprar urna gravata de lalSo para por no pes-
coco do meo turco E j dei ordem ao meu
gallego para conduzir o meu turco polica ,
a fim de o inscrever no rol dos caes com modo
de vida.
Tia Michaela os caes nao teem rasa o de
queixa: a cmara deo- Ihes 15 das para arran-
jarem bilhete de seguridade ; os que forcm va-
dios depois desse praso osses s3o bem puni-
dos assim a cmara fizesse o mesmo a outros
animaes vadios que nao sao caes e que por
ahi andan incommodando as portas da gente e
mesmo as algiberas Tambem n3o seria mao
que a cmara oihasse para os talhos da cidade ,
oue urna vergonha Fra da porta dos ta-
lhos est pendurada urna grande perna de vac-
ca. vitella ou carneiro ; vai a gente pausan-
do, e l leva na casaca urna nodoa de gordu-
ra que Ihe tica mesmo a pintar !
E tambem nao seria mo mestre que
a cmara tomasse em consideracao a iuiia
de polica quo ha as ruas'da cidade. O
meio da ra para as bcslas com li-
cenca e para carros e gente carregada ; e
s passeios latentes, esses sao para a gente pas
sar. Ora vai a genio pelos passeios, e l est
um cavallo quando nao um burro mais
licenca : nao se incommde tia Michaela ,
va continuando atravessado no passvio l
a gente encontrada por homens e mulheres car-
regadas de maneira que s vezes leva a gente
cada encontrao de empanzinar Demais os
passeios nao teem limpeza ; eslSo sujos, echcios
de cascas e de lxo ; vai a gente escorrega e
traz fica no chao como o carrapato na lama
pelo menos, porque s vezes quciira urna per-
na torce um p ou desmancha este osso ,
salvo soja que vai pelas costas cima que Ihe
nao sei bem o nome. Entao (pie diz a islo ,
snr. mestre ? tenho raso ou nao tenho
commodar os meus bacorinbos; com sua licen-
ca est levantada a sess3o.
{Peridico dos pobres no Furto.)
rreatfca*!.-'
COMMERCi.
Pharmacopa, que engomma para fura, me dis- i raso ?
se: o seu amigo barbeiro sempre est urna r- Quem duvda disso ta Michaela? mas n3o
iba formidavel deo agora com as noticias lo- j se vai a Boma n'um dia ; d tempo ao lempo ,
caes,' que urna pouca vergonha n5o podo a e ver como o snr. fiscal d as providencias ;
gente morrer que elle nao venha logo com a I lalvez seja preciso que elle escorregue em algu-
iioicamorreo fulano, uu miaa! So mor-> ma casen teres US*. -CS ps que CB ou
reo seu proveilo. Assim como, assim por vir pos' que saje a casec em alguma perna de boi pen-
pobres ninguem Ihe reza mais um padre nosso! durada em algurn talho ; mas quer seja qu<>r
Que necessidade ha pois de esiai u iiioi.lui <. dOXC de ser esper-l>> s nr.^iilpncias O-
nossa sensibilidade Ihe mestro eu se o visse di/ia-lh'o, por-
i: lomelTeito, mestre a mirilla vizinha D. | que o snr. Jernimo Carneiro Ceraldes era
Pharmacopa tero rasao; j tenho ouvido ralbar d'antes muito meu amigo e vinba c por ttiH
disto a mais pessoas'Porm, em quanto missa, nbaeasa; mas ha muito que o nao vejo, nem
dir-lhe-bei : eu ia d antes a igre|a da firaga recebo a honra da sua visita mas diga-me ,
porrn ha lempos a esta parte, que vou a S. Be.n- que horas sao ? Sete e meia nos clrigos, tia
lodosfrades; nao s paia ouvir a msica da Michaela. Seto c meia j; sao horas de ac-
Aifandcga.
Kendimento do dia 8..........4:345{?i8l
Descarrego hoje 9.
IlarcaOtila Pernombucanu difTerentes g-
neros.
BrigueSlwartcin/a de carvo e ferro.
Dito Sojihia carvao.
DitoBaliuurcarvo.
DitoGabriella sal.
DitoIcenybacalho.
BrigueThomaz-Lu/c canos de ferro.
BarcaNavarra fazenda echa.
DitaManchesterbacalho, e batatas.
Dita Hcrrchelbarricas de farinha.
IMPOBTACA.
Iceny ; brigue inglez vindo deTerra-no-
va entrado no correte mez a consignacao de
Me. Calmonti C ; manifestou o seguinte :
2:06o barricas com bacalho.
JYovo-congrtsso ; patacho portuguez vin-
do de Lisboa entrado no correte mez a
consignacao de M. J. M. Malheiros ; mani-
festou o seguinte:
50 liarris com azeitonas, 29 ditos vinbo, um
embrulho rap 2 embrulbos retroz 6 caixas
chapos 1 dita forragens 2 barricas e 1
caixa drogas 14 barricas aduellas 3 caixas
frutas, 1 barril azeite de oliveira 12feixes
arcos 1 caixa doce 2 ditas impressos 8
pipas vinbo 7 ditas vinagre 25 gamellas do
cera, 1 caixa figos, 1 barril carnes, 6saccas
feijao 1 capoe'ra pombus C gaiolas passa-
ros, 330 pataces ; a ordm.
20 pipas e 15 harris vinho ; a Mendes & 0-
liveira.
10 harris azeite de oliveira 10 pipas vina-
gre 5 caixas rap ; a T. de A. Fonseca.
16 caixas ceblas ; a Manoel 00 Nascimeoto
Pereira.
46 pipi.s e 23 harris vinho 20 pipas vina-
gre 15 harris azeite, 10 barricas arieiros,
12 ditas sevada ; ao-onsignatario.
1 caixa broxas ; a Fonseca & Silva.
8 harris azeite 400 molhos de ceblas ; a
Manoel Joaquim Bernardes.
10 pipas vinho 50 molhos de arcos ; a Ma-
noel dos Santos Franco.
S pipas e 10 harris vinho 10 pipas vinagre,
15 harris azeile ; a Francisao Severiano Ba
bello.
Tarujo2.9; brigue portuguez vindo de
Lisboa, entrado no corrente mez. a consigna-
cao de .Mondes & Oliveira ; manifestou o se-
guinte :
1 caixa impressos; a Francisco Sevcrisno
Rabello.
1 barril carnes 1 caixa rap ; a Josjero-
niino lin,Irigues Chaves.
1 barril carnes, 1 gaioia pombos ; ao duu-
tor Joaquim de Aquino Fonseca.
1 barril carnes; a Antonio da Silva Gusmao.
4 caixas cha ; a Manoel Ferrcira Lima
13 ditas queijos, 5 pipas, e 25 harris vinho;
-i-
1. ni .1.
v____~
L UII9UVU.
60 pipas, e 25 barris vinho 10 pipas vina-
gre 300 molhos de cebollas; aos consig.
natarios
4 barricas drogas ; a Saisset & Compendia.
1 caixa broxas ; a Viuva Cunha.
1 dita ditas; a Victorino Ferreira dcCarvnlho.
1 (lila urna balanca e braco 1 lata queijos.
2 ditas amendoas 4 vasos flores 12 hcelas
doces, 1 cuita impressos 1 sacco dinheiro ;
a ordem.
30 pipas vinho 1 caixa obras de lalo 1
dita rap; aocapilao.
22 ancoretas azeitonas, 2 caixas calcado ; a
Jos Joaquim Pereira.
1 caixa penetras; a Francisco Ai ves u3 CuohS.
1 barril castanhas ; a Joao Jos da Cruz.
2 caixas fazendas ; a Jo3o Mara Scve.
3 gamellas de cera ; a Jos Pereira da
Cunha.
1 barril ferragens ; a Francisco Joaquim
Cardozo.
! saetas alpista ; a Antonio Carlos Ferreira
Silva.
Manchester, barca ingleza vinda de Ter-
ra-n"1", entrada no corrente mez a consigna-
cao de Latham & llibbert, manifestou o se-
guinte :
1.880 barricas com bacalho; aos consig-
natarios.
14 ditas batatas; aocapilao.
PIUCA DORECIFB 5 DE JANEIRO DE 1844.
Hecista mercantil.
CambiosNao bouvcro tranzaedes durante a
semana.


s
t
AucarAs entradas foro diminutas, c nao'
copeta que liouvcsscm Tondas,
AlgoJSoN5o leeni havido entradas, e 6 me-
nos procurado tendoso vendido de
5:400 a 5:500 rs.
Couros salgadosSom alteracig da ultima re-
vista.
Agurdente de 28 graos-Nao lia.
A/cite-doceVendeo-so de 1830 a 1880 rs. o
ga!\> do de Portugal.
Ba.-alloCheg/rao tres carregamentos, dos
guaes dous com 3:915 birricas forao
vendidos de 10S500 a.10*600 rs. c
o terceiro seguio pira a Bahia ; o
deposito 6 de 0:300 barricas.
Bmoas vasias Vendeo-S? do 800 a 850 rs.
cada uma.
Carne-sccca Nao boaverSo entradas; o
consumo he limitado e o preco de
3:000 a 3:400 rs. da do Rio-grande .
cxistindo apenas 6000 ux no mercado.
Ch-hyssonVendeo-se de 1:900 a 2:100 rs.
a libra.
Chumbodem a 128 rs. o quintal, eal8S
rs. o de muuicao.
Farinha de trigoChegriiodous carregamentos
com 3:000 barricas e ambos segui-
rlo para o Sul ; o deposito de
10:000 barrica^., tendo-se vendido
de 14 a 188000 rs.
Garralas pretasVendrao-se de 98 a 9*500 a
groza.
Pimenta da India dem a 210 rs. a libra.
Potara americanadem de 220 a 230 rs. a
. libra.
Queijos flamencosdem de 700 a 1000 rs
cada inri.
Sabao amarellodem a 112rs a libra.
Sal eslrangeirodem de 850 a 900 rs. o al-
queire velho.
Velas desperniacetedem de 680 a 700 rs. a
libra.
Embaroacoes existentes no porto.
Austracas..........5
Americanas..........5
Brasileiras ..... ... 22
Belga .........
Dinamarquezas
Francesas .
Hollandeza
logiczas
Napolitana.
por nao terem apparecido licitantes V; obras
das pontos do val da Tacaruna n na estrada
SC :i< i i
o in- poder mgico com novar.
do Rio-formozo cujas clausulas s<
seridas nos Di tirios ns. 245, e 251 do an no brmacOes e fogos d'artilicio.
prximo lindo, i rao nbva monte i'i praca noMla Dfjribuifllo.
Fin'dar o espectculo pela pantomima com-' = Qeni qai/cr mandar ensinar aalgum es-
ca. intitulada, a trombcta encantadora, ou o cravo o offieio de fetfeiro com perfeirSo sol
Iccora
Cu s
de II
en-
D. Cassandro pro
Ferin.
icm
notario
neo
Arlequn Mr. Francisco Raja)I.
vin-1 Pierrot, criado de D. Cassandro -
prac
20 do corrento coi virlu le da ordem do esm.
sr. presidente da provincia de 19 de do/.embro
ultimo.
Secretaria da thczouraria das rendas prov
ciaes de Pernambuco 2 de Janeiro de 1S5 V. los Winther.
O secretario, O Monstro Mr. Lon Giavelly.
Luiz da CostaPorto-carreiro. O Mgico Mr Martin Giavelly.
n Charo (ilho de Pierrot O pequeo amor.
O.llm. snr. inspector da theaouraria das Colombna_ Madama MartinGarelly.
rendas provinciaes era cumpnmento da ordem | p- domonloa e criados &c. &c &c.
do exm. snr. presidente da provincia do 18
de dezembro do anno prximo lindo manda
fazer publico que nos das 26 27 e 29 do
corrente e conforme o regulamento de 20 de
julho de 1839, se arrematara a quem por
Oldemhurgucza
Portuguesas .
Sardas
Siciliana
Suecas .
3
2
1
8
1
1
5
i
8
68
lo\ melo do lorto
Navios entrados no dia 5.
Talmouth pela Madeira e Canarias; paque-
te inglez Ltcinet commandanto o tenento
Diekew.
Bicbmond ; 53 das, arca americana Hers-
chel de 244 toneladas capilo William
A. Adams ; equipagem 51 carga farinha do
trigo: a consignaco de Henry Korster
c
Navios sahidos no mesmo dia.
Lisboa ; brigue portuguez Triumphante ca-
;';j Silvisrio .Manoc! dos Reis: c-rrt2 ss-
sucar.
Babia ; brigue inglez TFihons capitao Tho-
maz Cambell : em lastro.
Navios entrados no dia 6.
Ncw-Carlish ; 45 dias, barca ingle/a Homely ,
de 251 toneladas, capihlo Mosis A. Gibaut ,
equipagem 13, carga hacalhao : a consig-
naco de Charlea Roope & C.
Rio-de-Janeiro ; 24 dial, barca sueca Hapa-
randa, de 412 toneladas capitao John W,
Vtterstrom equipagem 13 carga lastro :
a consignaco de I.e Rreton Schramm
&c.
Sahido no mesmo dia.
Babia ; barca ingiera Bomtly capitao Mosis
A Gibaut: carga assucar.
Navios entrados no da 7
llha-de-S.-Miguel; 30 dias. brigue portu-
guez Amelia do 152 toneladas, capitao
Joo Ignacio Mondes, equipagem 25, car-
ga pedrase varios gneros.
Cotinguiba ; 6dias, hiato brasileiro Esprei-
tador de 38 toneladas capitao Manoel
Jos Mauricio equipagem 6 carga assu- !
care couros.
Rio-de-janeiro } 24 das, brigue ingiez me-
lia-Hill, de 307 toneladas capitao Wil- |
liam Hill equipagem 14 carga lastro : |
a consignaco de Le Bretn -ciiramm <-v C.
menos li/er, a numeracao dos predios sugeitos
ao imposto da dcima no municipio deGoian-
na oreada na quantia de cont e dez mil
res.
Os licitantes (lvidamente habilitados com-
pareci nos indicados dias perante a thesoura-
ria.
12 para quechegue i noticia de todos man -
dou o mesmo snr. inspector aflixar o presente,
o publicar pela imprensa.
Secretaria da thesou^aria das rendas provin-
ciaes.de Pernambuco 2 de Janeiro de 1844.
O secretario ,
Luiz da Costa Porto-carrtxro
Deelaracoes.
A peca acabara pelo grande quadro aleg-
rico com fgo artificial o chammas de Ben-
galla.
Precos de nitrada.
traus-: favoraveis condioes. dirija-sc a casa
| riques Erde ra ra do Brum
rs Precisa-s alugar uma negra para ser-
Mr. !.. vico da casa d pasto da ra da Lingoeta n. 2 ;
' a tratar na mesma casa.
: Aluga-se um moleque muito inlelligen-
Mr. Car- le para o servio d uma '-isa de familia o quai
lem pratica de comprar na ra : quemo pre-
tender dirjase u ruda'Praia, I. andar do
sobrado n. 33.
Manoel Antonio Alves do Brito embarca
para fra da provincia a sua escrava do nomo
Joanna de naco Angola.
Manoel Antonio de* .leus Jnior retira-
do para fura da provincia, ft tratar de suasade:
quem tiver negocios a tratar com o mesmo,
I nodo entender-"!' < un sen na i Manoel An-
8,000 Ionio de Je/uso I ilho, na ra
n. 18.
arga do Rozario
Camarotes da 1." ordem, ns. 1 c 2 ,
reis; os seguintes 5 000 rs.
Camarotes da ordem nobro ns. 1 e 2, == Faz-so sciento a todos os snrs. que
12,000 rs. ; os seguintes 6,000 r< liverem lojas. arma/.ens, oju oulros quaesquer
Camarotesda3.* ordem, ns. 1 e 2. 4,000 rs; estabelecimentos. e que na quizerem ter, ou

i:ditic8.
" O illm. snr. inspector da thesourara das j
rendas provinciaes manda lazer publico, que,
= O administrador da meza da reeehedona
das rendas geraes internas avisa ios morado-
res dos ha i rros do Recife S. Antonio, Hoa-
vi-ta e \(logados, que a rolacio dos llovedo-
res da laxa de escravos, imposto do lianno se
ges. n carrnhot canoas c bens ele mio mor-
a j se ac.h.i prompta para ser remettida pa-
ra iii17.0 e por isso avisa pela ultima ve/. que
espera at 15 do corrente para virem pagar Re-
cebedoria 2 de Janeiro de 1844.
Francisco Xavier Cavalomli de Jlbuquerque.
= O primoiro escripturarioda me/a de ren-
das internas provinciaes desta cidade.abaixo as-
signado, tendo sido encarregado pelo sr. escri-
vao, o administrador de proceder ao lancamon-
to da decima dos predios urbanos do bairro do
Recife avisa aossrs. proprieiariu e mais pos-
soas interessadas em dito lancamento que d
principio no mesmo em 3 do prezente mez. Me-
za de rendas intornas provinci a es 2 de Janeiro
de 1844. Jos Guedes Salgueiro.
Oabaixo assignado, encarregado do lan-
camento da decima dos predios urbanos do ba-
irro de S. Antonio dosta cidade, avisa aos srs.
propietarios a a quem convier que no dia
3 do corrente principia o lancamento-da refe-
rida decima, assim como previne aosinquili-
nos das casas que tenhao promptos os recibos
do aluguer das mencionadas casas, Recife 2 de
Janeiro de 1844. O I escripturario ,
Joo Ignacio do fego.
r;,.i.;r;, i,i ,|r, miva di ran-
das internas provinciaes desta cidade, abaixo as
signado, tendo sido encarregado polosr. escri-
vo e administrador de proceder ao lancamen
to da decima dos prodios urbanos do bairro da
Boa-vista avi/a aos srs. proprietarios e mais
pessoas interessadas em dito lancamento, que
d principio ao mesmo em o dia 3 do corrente
mez. Meza do rendas internas provinciaes 2
de Janeiro de 1844.
Francisco de Paula e Silva.
THEATR'PBLICO.
Hoj0 9 do corrente 3 representa! ao da
companhia favel.
Principiar o espectculo as 8 horas em pon-
jo, por uma grande overtura.
Primeira parte.
Dansas de corda que serSo inteiramente
variadas.
j Pssja trtaro nnr Mr. Francisco Ravel.
2. O celebre gracioso, Mr Lon Giavelly ,
ejecutar um passo rustico com cestos atados
aos ps.
3 Bolero hespanhol por Madama Martin
Giavelly primeira dansarina de corda do
mundo.
4. Seena guerreira pelo pequeo amor de 5
annose meio de idade.
5. O celebre Mr. Carlos Winlher concluir
as dansas de corda com mitos exercicios no-
vos: e dar o pengoso saiio iiioria para trai
de ps em ps. '
Os exercicios humanos pelo celebre Mr. Jo-
seph Mircetti.denominaiioohomeiu prodigioso.
A smolenska dama russiann pela gentil
madama Len Giavelly.
Intervallo de 15 minutos.
Segunda parte.
Grande overtura pela orchestra.
los seguintes3,000 rs.
Prestas 1,500rs. ; platoia 1,000rs.; casuo-
la 500 rs.
Avisos martimos.
=Para Lisboa vai sabir coma maior rapidez,
por ter grande parte de sua carga prompta o
lirigue-escuna Tarujo 2. capitao Manoel de
Oliveira Faneco ; de primeira marcha e de
boas commodidades ; quem no mesmo quizer
carrejar ou ir de passagem procure ao dito
capitao, oii a Mendos & Oliveira na ra do
Vigario n. 21.
Para a llha-de-S.-Miguel segu o pata-
to Alberto forrado e pregado de cobre de
1 'marcha, e oxcellentos commodos pora ps-
sageiros pretende sabir at-; no lim de Janeiro
por ter a maior parte da carga prompta ; quem
no mesmoqnizer carregat ou ir dopassagem,
dirija-SO a Jos Pereira Lagos na ra larga
do Rozario n. 26, ou a Germano Serriio Ai -
naul na Praca do-commercio.
Paraflamburgo pretendesahir rom a maior
brevida le possivel o veleiro brigue nale/. Sreny.
do primeira classe A. 1. de loto de 180
toneladas; quem quizer carresrar n'elle, di-
rija-se aos consignatarios Me. Calmont & C.
= A barca france/a Camelia deve sabir para
o Havre no dia 20 do corrente recebe carga
e passageiros, pira o que tem excellentos coin-
modos: fallem com os consignatarios Bolli &
Chvanos
- O brigue Triumpho-americano seguo
viagom com a maior brevidado possiv I para
Lisboa com escala pela llha-de-S.-Miguel:
ainda recebe alguma carga e passagoiros e
por menor frete do que oulro qualquer : a
quem convier dirija-sc a Jos Antonio (ornes
Jnior no Recife ra da Cauz n. 23 ou ao
capitao do mesmo na Praca-do-commercio.
Avisos diversos.
servco il uma casa de pouca ami
LO-iEtliA. ll iiiLi/imvj.
N8o tendo sido possivel effectuar o andamen-
to das rodas da 2." parte da 15.* lotera nos, ,)fl comprar
dias, que forao annunciados, em rasao de r- j se_|b0 0 sustento ,
tar ainda por vender um avultado numero de
hilhetes, cujo valor montava a ;:000S e ross ,
orcoso foi espassar o dito andamento para o
prezente mez na esperance de que os amado-
res deste jogo concorreriao a comprar esse res-
tode hilhetes e como felizmente sto se vai
realisando julga-se o respectivo thesoureiro
habilitado para declarar que as mencionadas
rodas terao impreterivelmente o seu andamento
no dia 30 do corrente me/.
__ Prelende-se abrir urna nula de primeiras
lettras, na Kua-imperial-do-atterro; as pessoas
que quizerem-se ulilisar deste commodo, diri-
ja-se delronte do viveiro do Muniz n.55.
Na ra de santa Rita casa n. 83, lava-se
cengomma-se roupa com toda a perfoico o
cuidado, e por muito commodo preco.
nao lerilio caixeiro de ra, que ha um houiem
cazado e que d fiador a sua conducta, que se
ftfferoco a fazer os cobrancas, ou oulro qual-
quer Servico por preco muito commodo ; o
qual nao exige coiuedoria neni dormida e so
sim o que se convencionar: quem do sen prest-
mo se quizer utilisar annuncie.
=s Perdoo-se no dia 3 do coirente uma car-
teira de cor verde com 1368000 rs. em sedulas
desde ra da Cruz al a allandeg e dalli
para a ra da Senzalla-velha at o p.irto das
canoas, aonde se leo por falta da dita carteira :
adverte -se que dos erao de vin1"mil rs. ,
urna de cor encarnada e a outra branca ; u-
m de 108000 rs. e as mais de5Se2j rs. :
roga-se qualquer pessoa que dita caiteira a-
char queira por ob/oquio restituil a por
pertcncer a um pobre rapaz que com um as-
siduo trabalho, durante muito lompo, obavia a
ajuntado : il-se pois uma generosa recom-
pensa quem a levar em Fra de -Portas, em
casa de A. <'. Itemhurg n. 109.
Precisa se fallar com a senhora Quiteria
Mara da ConceicSo Lobo ou a quem assoas
ve/es faca natural do Maranhao lilha legiti-
ma le Luiz Lobo de Mello o viuva de Simio
Jos BorgeS de Araujo, natural da llha-tercei-
ra lugar da villa da praia para negocio do
seu nteresse ou annuncie sua morada ou
procure na ra do lio/ario da Boa-vista n. 2.
Jernimo Jos Rustorl faz scienic ....
respeitavel publico, que m'udou a sua oflicina
de serralheiros para o areial do forte das cinco
ponas onde se fazem varandas grades de
jaiicllas portos o gradaras de todas asquali-
dades do risco e dezenho modernos ; assm co-
mo lodas as qualdades de obras de serralhei-
ros e espinganleiros ; o prometi servir bem
e com presteza a todos as pessoas queso qui-
zerem utilisar dos seus trabaIbos.
Jos Valentim da Silva avisa aossenbores
pais de familias, que bouverem de Ihc confiar
seus lilbos, que elle abro a aula do grammati-
ca latina no dia 15 do corrente na ruada
Alegra no bairro da Roa-vista casa envi-
dracada n. 42.
Precisa-so alugar urna escrava para o
~ica familia que sai-
nhar e ensaboar dando-
e 108000 rs. inensaes : na
Solidado, indo pela Trompe casa nova nu-
mero 42.
r Jos Forroira Trindade retira-se para a
Rabia.
Quem precisar de roupa lavada com
promptidao ; dirija-se a loja de alfaate junto
a da viuva de Burgos,
. FABRICA DE RAP
PR1NCEZA.
IASSK fabricante e legitimo inventor do
bem acreditado rap primeza do Rio-de-Ja-
neiro com seu deposito gcral na na da Cruz
do Recife ti. 38 e oulro na la do Livramen-
to n. 13, avisa, que as muito boas qualdades,
mu.mi.', <- |>. ------............... I -- j
__Precisa-so de um menino l'ortuguezde 11 que posBUO o sen rape a> quacs pea graouc
a 12 annos pan caixeiro ; mas quer-se d'cs- '
tes chogados nos ltimos navios; na ra da Pe-
nha n. 4 das 6 as 8 horas da manha.
= No dia 8 ilo corrente,tomando o abaixo as-
signado um hanho as 6 horas da manhaa no In
gardo('aldereiro.dosappareceo-lhe uma carteira
do algibeira contendo nove mil res em sedulas ,
o duas lettras uma de 200*000 acceita pelo
snr. coronel Francisco de Braderode de An-
ira de 1608000 passada polo sor. Miguel Jos
Toiieira e com o pague-so ao abaixo assigna-
do ...isalun; papis de pouca monta; a
1 I ----- -----1 i i
eslima O crdito que progresivamente de dia
em dia teem oblido n'esta c as mais parles ;
hemeonhecido por um consideravel numero de
tomantes e nao consta ter mofado uma so li-
bra : por isso faz publico, que toda o qualquer
pessoa que queira especular com o seu rap ,
attendendo as superiores qualidades elle fabri-
cante adverte, que se responsabilisa pelo seu
rap por qualquer forma e com condiccen,
one n mesmo romnr.idor ni'ide auresental-as.
Trocao-so duas imagens vindas da Ba-
hia sendo urna da Conceico ea outra de S.
Domingos d< jaspe C por preco commodo ;
pessoa,em cujo poder se acba, queira ter a bon- assim como se faz doces de lodosas qualdades ;
dade de mandar entregar na ru i do l.ivramen- na ra do Sebo n. 22. ;
ton. 26, primoiro andar podendo ficar oom Aluga-so^o primeiro andar do sobrado da
o dioheroque existia
Domingo Jo.<-: Marques.
ra estreita do Rozario n.
Rundo amlar do mesmo,
21 ; a trotar no se-
/


T
4
- Antonio Metra subdito Ilcspanhol ,
rclira-se para (ora do imperio.
= Js Martina dos Santos rctira-se para
fra do imperio.
= Quein precisar de um caixeiro para toja ,
ou ra com 10 annos do idade, dirija-so as
Ginco-pontas n. 60.
i Precisa-sede 600, rs. a premio de um
e meio por cont ao me. com bypotheca etn
urna casa terrea no bairro de S. Antonio pa-
gando-seos juros todos os mezes; quem qui-
zer dar annuncie..
Manoel da Silva, subdito portuguez, reli-
ra-se para o Rio-de-janciro a tratar deseo ne-
gocio.
= Aluga-se o solio da casa da ra de Apol-
lo n. 19, com ;j quartos e janeHas para a
ra ; a tratar no terceiro andar da mesma casa
= O snr. doulor Felippe Carneiro de Olin-
da Campillo queira mandar receber na ra
estreita do Ro/iario n. 27 urna carta o una
camnba de flandres que llic viorao da corte
o mez passado.
= Precisa-se de um rapaz Brasilciro que
rio tenha familia, e ':aiba ler, escrever e
contar bem para caixeiro do um engenho *
ensinar a dous meninos primeiras letlras; na
ra de S. Rita-nova n. 91 de manbaa at as
9 horas e a tarde das duas as 4.
Precisa-se d'alugar um moloque para
condu/.ir almocos e jantares, para lora no bo-
tequim da ra das Cruzes : quem tvef.dirija-
se ao dito botequim a tratar do ajuste.
= O segundo andar da casa da ra do Apollo
ti. 20 indaseacha por arrendar; as pessoas
que o pretenderern dirija-oso ao 3. andar do
mesrno a tratar com Jos Antonio deSousaMa-
cbado.
= Arrenda se um sitio junto a povoacao de
Bebiribe com urna casa grande de vivenda ,
com ruuitos arvoredos de rutas, lugar para
capim e mais lavouras o rio no fundo do
sitio e outras commonidades que com a vista
se verao; quemo pretenderdirijn-seao mesmo
lugar a fallar com Francisco Justiniano ou eoi
Olinda a Pereira Monteiro ra da B. de >. P.
asa Claudino Salvador Pereira Braga cidadao
brasileiro retira-se para lora da provincia ,
e leva em sua companbia um escravo por nome
Goncalo.
Quem precisar fa?.er algum alterro. por
braca ou de empreitada e tiver algum
viveiro novo a abrir, ou precisar de o rebai-
xar dirija-se a ra da Cruz n. 37.
= Aluga-aeo primeiro andar do sobrado
da ra estreita do Ro/ario n. 2! ; a tratar no
segundo andar do mesmo.
O abaixo assignado fa'. sciente, que
Manoel Germano Gucdes deixou de ser seu
caixeiro desde o da 4 do correte sahin-
do sem nota alguma pelo que o mesmo
abaixo assignado I he agradece os bons servicos.
que prestou em sua toja de f.izendas durante
o tempo decorrido pois que sempre o cumpri
exactamentHcom suas obrigaces. Jos An-
tonio de Uliveira.
Aluga-se urna casa de dous andares, na
Praca-da-Boa-vista n. 6 ; a fallar com Igna-
cio Jos de Cuuo na botica da mesma casa.
No novo deposito do pateo do Hospital
do Paraso ind.o para a Florentina !oja do
sobrado n. 18 coninia a haver muito boas, e
das melboras qualidades de farinha e rrulho a
retalbo, arroz com casca, e mais alguma
cousa tudo por mais barato proco ; na mesma
casa compra se um banco para carpinleiro, ain-
- SCuO |it-(|lieilO.
A prolesscra particular com aula de me-
ninas na Rua-direita n. 3b' primeiro andar ,
faz sciente aos pais do suas alumnas, e a quem
convicr que as ferias de sua aula findao no
dia 13 do torrente e que desse dia em dian-
te contina a receber discipulas.
As pessoas que subscreveriio para a im-
presso da traduro do Cousim e ainda nao
recebero o primeiro exemplar, o podem man-
dar receber na livraria ns. 6, e 8 na Praca-da-
independencia.
to bom leite queseja forra e sem filho; na
ra das Cruzes sobrado da esquina, quevol-
ta para o Paraso n. 20 terceiro andar.
I)a-se 150S rs. a juros sobre penhores
de ouro ; no pateo do Carmo venda n. 2 da
esquina da ra dasTrincheiras.
Bernardino Francisco de Azevedo Cam-
pos deseja fallar a Joaquim Duarte dos Santos ;
queira annunciar sua morada.
Precisa-se de um feiior de idade sem
familia para um sitio ; na ra do I .ivrarnen-
ton 2.
O abaixo issignado participa ao publico ,
e especialmente aos pais de seus alumnos, que
no dia 10 do correte pretende abrir suas au-
tos de primeiras letlras, tanto de meninos ,
como de meninas em casa de sua residencia, na
ra da Coneeicao da Boa-vista sobrado n, 8 ,
com toda a decencia e assiduidado conforme
tem praticado ; o annunciante propoe-se a re-
ceber em sua casa at o numero de 4 pensionis-
tas ou meios-pensonistas com a mesma de-
cencia tratamento e menor estipendio, que
em qualquer collcgio. = Polirarpo Nunes
Correia.
= Manoel do Nascimcnto Pereira participa
ao publico quedo primeiro do corren te mez,
e anno em diante a sua casa de commercio gi-
rar debaixo da firma de Nascimento Scbaeffr
& C. cuja firma fica obrigada a todas as tran-
saeces, contrabidas at ento com o seu nico
nome.
A senhora Francisca Alaria de Jess
queira ir ou mandar a loja do Manoel Luiz
Goncalves tratar de negocio de seu interesse
Roga-seao snr. que tirou do correio
urnas carias viudas de Franca pela Camelia
para Antonio Machado Dias ausente deslu
cidade que querendo rcstituil-as dirijass
a ra da Penha n. 5 onde achara a pessoa por
elle encarregada dessa recepcao.
Precisa-se alugar urna casa de urna an-
dar com bastantes commodos sotao quin-
tal, o cacimba, ern qualquer das ras do bair-
ro de S. Antonio; annuncie.
se Mo dia 26 do p. p. furlarao da casa de
Pedro de Alcntara na ra da Assumpco n.
4 as pecas seguintes ; um cordSo de ouro com
vara e meia e com algumas emendas urna
medalha com diamante egrisoiita com mais
de duas oilavas e mcias do ouro de lei, um par
de rosetas de filagraa um dito muito peque-
no com os Aros bastante grossos e com dia-
mantes duas moedas de ouro do 1 rs. e
meia pataca lisa tudo eslava em urna boce-
inlid qm ucscobrir as moncionadas pecas
lera meUde de seu valor.
cionario de economa poltica do Ganilh 1 v.;
curso de econ. poli. de Snior 1 v. ; llico-
ria das riquezas sociacs de Sckarbec ; econo-
ma poltica por Scbmalz 2 v. ; curso de
economa poltica de Ricardo trad. franc. de
Constancio; riquezas ndividuaes, deSay (Luiz)
curso completo e cathecismo de economa
poltica de Say ; consideracs sobre a indus-
tria dem ; philosopha de ecpnomia politi-
l-ca por Dutens 3 v. ; curso de economa po-
ltica de Rossi; insltuces de economa pol-
tica de Ferreira Borges ; na livraria da ra do
Collegio n. 20.
Vende-se a obra escolha das melhores
novel la? em 8 volumes, por 6 rs. ; na Pra-
ca da-independencia n. 36.
Vende-se urna machina para fabricar a-
rinba de mandioca composta de 3 pecas dis-
tinctas urna raspa, urna prensa c um engo-
nho de forra de um cavado a qual posta em
nos propno paia pagem por ler bonita fi .
gura ; na ra do Rango! n. 5.
= Vende-se urna preta do 23 annos boa
para criar, por ter muito born leite, e habi-
lidades necessarias para o servico interno de
urna casa com djias crias mulatnhas sendo
urna de 3 aflnos, e a outra do 10 mezes; na
Ra nova loja franceza n. 9.
Vende-se urna garganlilha de ouro Su-
perior com laco do diamantes um relogio
saboneta do ouro um dito de prata urna
correntinha e transelm de ouro para relogio
brincos e anneloes de difierentes modelos, ligas'
vernicas, enfeites e argolinhas para me-
ninas duas voltas do cordao urna caixa do
msica urna apparelho de porcelana para cha,
urna colhcr de tirar soupa urna du/a para
dita outra dita para cha um titulo de prata
para crucifixo um par de fivelas de suspenso-
rios um dito para sapatos urna faquinba
apparelbada de prata e um par de castiyaes
movimenlo produz duas mil libras de farinha ,
sendo e-to engenho de ferro; tem mais urna j modernos ; as Cinco-pontas n. 45.
grade de ferro de 150 palmes de comprimento i = Vendem-se 9 bos mancos, 4 vacos lei-
com algum uso ; na ra da Cruz deposito do teiras ; urna cscrava moca propria para o ser-
areia preta de Meuron & Companhia n. 24. | vico de campo e dous curros; no cnenho
Vende-se urna canoa aberta usada de Pimcnta a fallar com Manoel Antnoio de Fi-
carga de 500 lijlos; noestaleiro defroote do
convento de S. Francisco.
=Vende-9e um sortimento de toalhas de
gueiredo.
= Vende-se urna propredade de dous nda-
les, e dous grandes sotaos, com chaos pro-
IInbo adamascadas, comguardanapos de qua- prios, com vista para o marem lodos os anda-
lidade superior panno de linho em pecas de res, sita na ra da Moeda n. 9 ; a tratar na
18 varas velas de espermacete em caixas do ra da Cadeia do Recife loja n. 57.
25 libras; e farello novo chegado de Hambur- = Vende-se urna venda na ra do Rangel
go, em saccas de arrobas; em casa de H. n. 5 ( por circunstancias, queso diraocom-
Mehrtens na ra da Cruz n. 46.
Vendem-se 100 barricas vasias
Compras
Compra-se para fra da provincia es-
cravos de ambos ossoxos, de 12 a 24 annos ;
no armazem de cabos defronte do Corpo Santo
Compro-so 4 a 5 portas usadas mas
que estejo em bom oslado; quem tiver, annun-
cie.
Vendas.
Aluga-se urna grande casa terrea com
grande quintal que tem capim para um ca-
vallo sita na ra da S. Cruz. a tratar na
Ra-RQva o. 3
= Aluga-se o primeiro andar da casa n.
37, na ra do (v)ueimado ; a tratar na mesma
ra na loja de Antonio da Silva Gusmo.
A pessoa que annunciou ensinar pri-
meiras letlras com muita perleicao em ca-
sas particulares dirija-se a ra da Gloria n.
67, segundo andar.
Precisa-se de 1008 rs. a juros de dous
por cento ao mez, por tempo de um anno.
dando fiador : nnm
i*
wat clll-
. Rafael Lucci dirija-se a Rua-bel-
Acho-se a venda na livraria da praca da
Independencia ns. G, e 8 ; ra do Cahug lo-
ja do Bandeira ; defronte da matriz da Boa-vis-
ta botica do .Moieira; no Recife ra da Ca-
deia loja dn forrage.is k 48; i Giieda, ra
do Amparo, botica do R apozo ; e nos Qua-
tro cantos loja do Domingos: as cxoellentes
folbinbas impressas nesla Typographia com-
poslas pela primeira pessoa, que as fez nesla pro-
vincia e que tantocrodito ten: merecido; conten-
do as de algibeira ptimas chcaras, e a disputa
entre urna pulga, e um piolhosobre a fidalguia;
outras contendo a confisso do marujo ; ou-
tras com a linguagem das flores, ou novo dic-
cionario para a correspondencia amatoria ; ou-
tras com o almanafa dos empregados pblicos ,
e finalmente (eclesisticas para o ofTicio divino.
Vendem-se bichas de Hamburgo; na
ra das Cruzes n. 39.
Vendem-se os seguintes livrn *m Utim
Selecta, Pbedro, Cornelo, em francez; com-
pendio da historia romana ; e em inglez Ro-
berto Burn escripia em prosa e verso ; na
ra estreita do Rozario loja de cera n. 3.
A ende se um moleque de 16 annos, com
principios de cozmba e do servico de casa; na
travessa do arsenal de guerra armazem n 5.
= Vendem-se dous escravos de nacao um
bom canoeiro e pescador ; urna negrinha de
15 annos de naco Angico cose e reco-
.i.i,. ; .iiacAuava quilar.deirn aysuuini ;
na Kua-direita n. 3.
Vende-se urna feichadura de porta, nro-
prid fiara aigum cscriplono
rao de farinha de trigo muilo novas por
preco de 800 rs. cada urna ; c urna farda para
guarda nacional ; atraz da matriz da Boa-vista
n. 22. (
= Vende-se urna escrava de 22 annos, co-
se cozinha lava e faz renda ; na ra es-
treita do Rozario n. 21.
Vende-se urna negra de nacjio, de 30
annos, cozinha lava e quitandeira ou
troca-so por um negro de meia idade; na ra
do Rozario da Boa-vista n. 2.
= Vende-se toucnho de Santos a 120 rs. ,
manteiga ingleza a 720 rs. dita franceza a
V80 rs. macarrao a 200 rs. banha de por-
co a 360 o 240 rs. talharma 200 rs. aze-
le doce a 400 rs. a garrafa dito de carra-
pato a 160 rs letria a 200 rs. amendoas a
a 140 rs. com'nhos a 200 rs.; e todos os mais
gneros por preco comrr.cdo; na venda da
esquina que vae para Beilem no Corredor-
Jo-pispo.
Vende-se urna escrava de 20 annos co-
se, engomma, e cozinha; na Rua-velha n. 111
Vende-se tamarindos por barato preco ;
na estrada de JoBo de Barros, defronte do exm.
Visconde de Goianna sitio pegado a Cruz.
Vendem-se relogios patentes inglezes, de
ouro e prata ditos francezes com 10 dia-
mantes ditos horit-ontaes com 4 diamantes,
ditos de parede por preco commodo ; na loja
de relojoeiro junto ao arco de S. Antonio.
= Vendem-se saccas com milho e rodas
de arcos de castanbo para barricas ; na ra do
Vigarioi. 7.
n uncie.
O
la n. 37 primeiro sodar, qui
(aliar a negocio de seu interesse no praso de gredos: na ra do Brum Fra de portas ca-
3 dial 8 para se nao chamar a ignorancia faz- sa d', Henriquo Alleinao n. 2.
se V presente avi>o. Vende-se o curso de economa poltica',
Precisa se de urna ama, que tenba mui- traduccao franceza de Constancio, 2 v. ; di
= Vendem-se canarios de imperio em vi-
veiro, e ja separados em gaiolas, bo'dxinia in-
gleza a i lio rs. chocolate da Baha a 100 rs.
o pao galinhas de quintal muito gordas ca-
pes e franges ceblas do Pnrin em per
So e a retalbo ; na ra estreita do Rozario ,
venda n. 8.
= Vendcse urna porcSo do rodas de ar-
cos de pipas do Porto, vanas pecas de ferra-
menta de tanueiro e urna duzia de assoalho
de louro ; na ra do Amorim n. 34.
= Vende-so um elegante carro de duas ro-
das para um cavallo com os arreios com-
petentes de solida construccio, e boas molas;
no Allcrro-da-Boa-visia em casa do 6ogeiro
Miguel : tambem se vende um cavallo do mes-
mo carro.
= Vende-se em casa de Fernando do Lucca,
na ra da Cadnia do Recife n. 16 queijos de
Londres, muito frescaes, presuntos, vinho de
'-herry cm Citpara urna duzia, cegados pe-
lo ultimo navio de Inglaterra.
= Vendem-se charutos da Havana a 30
rs. cada urna e de outras qualidades dos
melhores fabricantes da Babia ; na ra do Ca-
bug loja de Bandeira e Mello.
Vende-se por precisfo urna escrava de na
c5o Benguela de 20 annos boa quitandei-
ra e muito diligente; no pateo do Carmo
n. 24.
- Venda-* na crayo, propria ara o\
servico de campo, na Rua-nova loja n. 52.
= Vende-se a armacao da ven la da ra da
KnHa n |5 j ?.-jjj,- u- -amia das Cruzes
por ter varios se-' n. 8.
as Vende-se rap de Lisboa, chegado l-
timamente a 2560 rs. em caixa de 100 libras;
na ruado Vigarion. 19.
Vende-se um escravo criouJo da 16 an-
, prador ) a dinheiro ou a prasocom boas ur-
que fo-' mas ; na ra da Cadeia-velha n. 35.
=Vendem-se terrenos com 156 palmos de
fundo com as frentes, que os compradores
quizerom na ra da Concordia e as tra-
vessas do Monteiro e Caldeireiro as quaes
sao do 60 palmos, para onde ditos terrenos
tambom fazem frente em direegao ao ro Ca-
pibaribe :-estes terrenos achao-sc parte atler-
rados, e parte beneficiados, o lambem lem
alagados para a parte do rio e todos oflere-
cem grande commodidade para a sua edfica-
rSo por preco commodo ; na ra dos Quar-
leis, boje larga do Rozario n. 18.
= Fox Brothers tem para vender urna por-
cao de superior Champanhe chegado pelo ul-
timo navio; os pretendentes dirfo-se a ra da
Cadeia.
=s Vende-se a armacao, o perlences da
venda da ra da Roda n. 45; a tratar na traves-
sa das Cruzes n. 8. y
ss Vende-se cera de carnauba em pequeas
e grandes porgoes ; na ra da Madre de Dos
n. 1.
Vende-se, ou alu a-se a padara da ra
das Cinco-pontas n. 154, com todos os seus
perlences; e vendem-se 2 caixes envidraca-
dos e modernos, quoservem para amostras
do venda um cavallo preto carregador, e
muito novo 10 ineios do sola do serto tu-
do por barato prego ; na Rua-imperial n. 2.
as Vendem-se uns terrenos em Fi.ra-de-
porlas da parte da mpr pequea, promplos
para se edificar ; na na do Pillar n. 122.
= Vendem-se 4 escravos sendo um pardo
de 20 annos ; urna preta de nac'io do 20 an-
nos propria para o servico de canino e dous
moieques de 14 annos ; no pateo' do Corpo
Santo a fallar com Antonio Rodrigues Lima.
Escravos fuguins
= Fugio no da 24 do p. p. o parto Jos
Pnchete de nacao Mozambique de 20 an-
nos altura mais que regular, secco do cor-
po, com dous denles de menos na frenle da
parte superior, cara redonda bastante retin-
to, quando falla gagueja alguma cousa ca-
misa de riscado azul, calcas de panno preto ja
velho ; quem o pegar leve a ra da loren-
tinan 4, quo ser recompensado.
== Na madrugada de 24 do p. p. sabio da-
qui para o engenho Antas da ribeira de Ssri-
nbaem o escravo Jos, de nacao Angola, o
qual levou um sacco coro roupa sitia nwtiM.
a oiiiuriagar-se c fica como doudo; este pre-
lo no fim do mez ainda all nao bavia chegado
pelo que dcsconfia-se ter fgido ; quem o*
pegar leve a loja de Joaquim Gongalves Cas-
co que ser gratificado.
O abaixo assignado declara quo proce-
de com o rigor da lei contra qualquer pessoa ,
que occult8 tenha sua escrava crioula de no-
me Joaquina fgida no dia 2 do p. p. de
24 annos estatura regular secca do corro .
rosto mnr.j0 f C!,cVii puchada para tr'az ,
com dous dedos da mao direita alejados cons
la estar oceulta ern casa de urna prostituta por
ter sido >i>ia c encontrada comprando na ri-
beira quem a pegar leve ao sitio do inspec-
tor dequarteirSo na estrada de Joo de Barros.
Joo \epomuceno Ferreira de Mello.
Recipb: na Ttf. di II F db Faba "=1844,


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