Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04522


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Full Text
An? o de 1843,
Segunda Feira 27
du gura depend de mis mimas; da noni prudencia, noiieragao, e energa, con-
i- luciooa como principiamos, e icre ni os apom.dos coro tdaiiraio enlre aa Nagei mies
i,a( ( l'foclaiiiac.m da Aasetnbleia Oeral du Bbaul.)
PARTIDASDOS COHREJOS TERRESTRES,
tioianna e Parahybe, segundase eextae feiraa. Kio Grande do Norte, quimas feiraa.
HoniK. Gartnhuna, a 1' -4.
C,bu Serinh.iem. Rio Formse? '''rio Calvo, Maceio, e Al.-o.s no i H, 21.
u ..na Flores a l3 e 2?*. lano Anl.io quinta feiraa, Olinda todos os diaa.
"* 1AS A 5EMAJNA.
11 Hm s. Facundo M. And. do J de I), da 2. .
S lea Cwjtorio. P W. Aud.do J. de !.*!. .
29 Vuari. jejuro SaluminoM. M, Aud. do J. de D. da 3. i.
30 (lrf.nl, Anllr AF- Uoyanno B.
4 be*. a.Eloi B. Aud. do J de O. da 2. r. .
2 :>.. Bibiaanna V. M Re. Aod. do J. de D. da 1- t,
3 D"".. francisco Xavir Ap.
de Novembro Anno XIX. N. 257.
de,re. -il re", por quar-el ,e0. ...i.n.ado, O, .nnunc.o. do .ss^ao... .,
.lis eos dos que n..o loitaa I. r.sj.. de *0 re^s p..r linl.a. As rrc am.cuM """ g
SSa" a .... lip.! ... ^, Cru,e< .N. 3,, ou Pr.S. d. ndependenci. leja deUtroa R.

CAmuotfnu dia i de Notembro. oosapra
C^oaobreLondr..^.. O?o-Moed. d. 400 V. i6 Sj
Par. 7 J rea por franco. ',,.
Li.boaUOporlOOdepr.no. j .4,00
i ,900
1,900
1,900
renda.
17 000
16.800
9,400
1,920
1,920
1920
ww
, P.ATA-Patacas
Mll.j,j.cobI.2 por cenlo. i a Peros Coiaasnar.a
SC*fr.!r..d. boPa. ir-.. 1 1 I** dito. frri-J
P11ASES DA LA ^0 MEZ DE NOYFMBRO.
,. Cnei. 47, as 3 boras e 2 .. da ...ha I La. or. 11, .. 3 h,,r.,. 14 m d. .ardo.
QatrtI-"6. i0' m'nUlJS da '*"" I *"" f^' "' 6
'reamar de hoje,
1 -.9 hora. .IS-.d.-anbaa. | 2. a 9 boree. 42 .. da ...da;
s
sassico
^>-
INTER103.
rt/O /> JJNEIRO.
ASSEMBLEA GEKAL.
CMARA OOSSENIIORKS DEPl'TADOS.
Conlinuago da sessao de 3 di outubro.
Contina por tanlo discussao do projecto.
O Sr. Paulino (ministro dos negocio* cstran-
geiros):>>'a acompjnharei o nobre deputado
por Pornambuco em todas as observares que
fez, porque rom varias dolas concordo e sobre
alguns pont" s da materia ern discussao pensa-
mos da mesma mane-ira. Apenas me limito-
rei a faser breves reflexoes (porque o projecto
est em primeira discussao) corea do alftuns
deleilos o in.onvonienles que o nobre deputado
enxergou nelle.
Notou em primeiro lugar que fura mais con-
veniente que se recopilasso nesto projecto tudo
quantoelleai'ixa em vigor das leis orgnicas da
guarda nacional, de modo que Tosse urna com-
pilaco completa detudoquanto regi-sse sobre
tal objocto. Fra isto certamente tnui'o mais
conveniente-para a b>a ordem e elucidacao da
materia,' para laeilitar a intetHligenciada lei as
pessoas que tivessem du consuital-a, porem eu
obs!rvarei ao noore deputado que os corpos
legislativos nao sao proprios para lser com-
pilaces e que nunca foi essa a sua tare-
fa, ncm entro nos nem em outros paizes
mais antigos na curreira do goveino repre-
sentativo. As compilaccs pertencein aos re-
gulamentos do governo aos jurisc nsult
e quelles que podo comparar e coordenar
no silencio do gabinete. Umacompilaeo simi-
Jh^ntetomaria a chamar par.a a diKUSSSO uiui-
tos arilgos que nflo loni necessldade de ser iaJt-
rados e novamente discutidos. Quamio a legis-
larlo complicada sobre um assumpto, convem
s;m duvida que os reglamentos a l.icilitem, e
loi nessa conviecoque, na organisacao do ro-
gulameiito para a execucao da lei da reforma do
coio do processo, 'procure! chamar, quan-
lo era pissivel, para os lugares competentes as
disposivoes da legislaco anterior, u poucolem-
po porem que houvc para elaborar esso tiaba-
Iho nao consenlio que esse iim osso complola-
nieiito preenchido. Essa tarefa porem tomo a
repelil o, nao propria dos corpos 1 -gislativos.
O nobre deputadoentende que projecto Cdo-
fetuoso porque nao urna coinpilacao. Ist i ,
porque nao mais exienso, e nao comprehen-
de as disposices alteradas e as que cumpre
subsisti, e entretanto ha pouco foi o inesmn
projecto aqui censurado porque era mu longo,
disendo-se que soinente devia comprehender os
pontos capitaes.
Entende mais que o projecto tem urna lacu-
na na parle relativa qualiicayao, por isso que
so limita devolvers altribuices dos actuaos
conselhosde qualificacjio e dj ury do revista a
dous couselho formados de offlciaes da uarda-
nacional. Ora, eu cieio que essa medida, a vis-
ta da experiencia, bastante para melhorar e
por om boin p a qualilicacao da guarda-nacio-
nal. Ha multo quo estou convencido de que a
sortodasinslituicos nao depende somonte da
sua lottra, mas muito principalmente daquel-
les que esto encarregados de Ihesdnrexecucao.
preciso interessal-os nessa boa execuco. U
juu do paze oseleitores quocompo hojoocon-
selho de qualilicaya, alem deserem quasi sem-
pre estraohos uarda-nacional, nunhum ou-
tro interesse tetn na boa ordem e organisacao
dos corpos s nao aquelle interesseneral que tem
todo o bom cidado em que o sorvico publico se
faca bem. Que esse interesse vao e geral nao
basta, a experiencia o mostra. Os actuaos olli-
ciaes nao pouio tamben, tomar pela instituicao
o interesse que pelo projecto vir a ter. Os sous
postos nao lein estabil'.dadoalguma. Nomeados
hoje, podom amanhascr deuiitlidos o tornar
condico de soldados Sao odiciacs de corpos
que cada anno podein ser dissolvidos, por cou-
solhosdoqualilicava. Sao oihciaes nos luja-
ros, em que anida sao eleitos pelos soldados, in-
toiramonlo dependentes de seu suboruinados;
circunstancia que muta to.lj a idea de subordi-
nado e disciplina. Nao por isso de admirar,
que os consolos de disciplina pr pendessem
quasi sempre para a absolvicao. Esta iQ'tabi-
lidadedus pos os, esta versatilidado e incertesa
continua 6 urna das p incipaws causas porque
os inesinos puslos nao sao mais ambicionados,
or que muitos ollioiaes lein menos zelo no cuin-
iriruento dos seus deveros, e por tanto urna das
principaes armas da desordem e desorsanisaco
da guarda-nacional. Um odirial da guarda-na-
cional nao se cansa em por o seu corpo ou eom-
pnnhia em boa ordem, quando pode receiar ,
que outrem dahi a dias venha colher o fructo do
seu t'abalho. So porem houvesse alguma esta-
bilidade nos postos. romo as antigs milicias,
e a qualificoca dos guardas fosse, como quer
projecto, eita pelos offlciaes, o desojo que cada
um teria de que o seu corpo fosso composto da
mclhor gente, e aemulacaS, faria5 sem duvida
rom que a qualificacao fosse mullo melhor du
que enoje. Creio por tanto que, removido o de-
ft'ito capital que tem hoje a qualificacao, cessa-
ri os innmeros abusos que ntlla so apresen-
ta. E se a pratica demonstrar que alguns ata-
da restad, mais fcil ser acautelal-os.
Disse o nobre deputado a quem me leferi que
o projecto cria entidades inuteis, isto 6, os che-
fes do estado-maior. com as quaes nullifica os
commandantcs superiores. Esta id^a dos che-
fes do estado-maior nao originariamente mi-
nlia, de um militar Ilustrado a quem consul-
ten Direi mesmo que, se aluma gloria podes-
ge resultar desse proj oto, eu nao a rivindicaria
para mim por havel-o apresentado. Este pro-
jecto poiso resultado das reclamares e ob-
servaces feitas nos relatnos de muitos presi-
dentes de provincias, nos de varios ministros
da rcparticaC da justica, o da experiencia que
consignaras as suas Icis muitas assemblas
provinciacs. Este projecto 6 o resultado de ex-
peiiencias feitas por muitos.
A cmara sabe que a lei orgnica da guarda-
ra nonal foi volada em urna pocha revolucio-
naria, na qual dominava urna extraordinaria
eJbgeracaS de ideias. Foi copiada quasi palavra
por palavra da lei francesa Teita depois dos dias
de julho. A cmara sabe que as primeiras e-
leices que por essa lei so flzera homens nota-
veis pela sua posicao social o offliaes superio-
res no inleiro goso das honras dos seus postos
fora, como poracinte, nomeados cabos dees-
quadra. Isto 6 bastante para caracterisar o es-
pirito da epocha. Os effoitos dessa lei f iraotaes,
que no anno seguinto aodo sua publicacao foi
necessario relormal-a. Essa reforma attenuou
alguns graves inconvenintesjdeixou porem an-
da subsistir muitos, e deenta para e& nao se
tem passado uinanno no qual nao .o-sem recla-
madas ollicialmenle e pela opiniao geral novas
providencias. Do alto do throno, as occasioes
da abertura da asse-mblfci geral, tem ellas sido
por vezos rocommendadas.
Quando as leis orgnicas da guarda-nacional
fora postas em execuco, nao lora acoinpa-
nhadasde reulamentos ou instrucc5es afu-
mas que facilitassem e dessem regularidade c
unif-rmidade a essa execuca, a qual foi na
maior parto dos lugares, sona em quasi todos,
confiada a homens inteiramente leigos. Aceres-
ce por tanto aos seus defeitos que loi muito mal
executaaa. Nasou de opima que militarise-
mos a guarda-nacional mas tambjn nao creio
qu'ella possa prestar servicos rea-:s ao paiz, sem
que a sua organisacao e disciplina se aproxi-
men) tanto quanlo 6 possivcl o o permiti a qua-
lida.l das pessoas alistadas nolla, a organisa-
cao o disciplina militar. A falta de pessoas en-
tendida na ordem do sorvico militar, as le-
gies ecommandos superiores quecncaminhas-
sein a execuca da lei o eslabolecesscm cortos
ostylos, corta pratica e uniformidade foi Mili
duvida urna das causas por que a lei foi tao
mal executadd.o por que as legios e corpos tem
quasi lodos estado em um estado de quasi com-
pleta dosorganisaca, da qual repulo impossivol
tiral-..s com a legislaca que ora temos. Nao
tem sido possivel. por exemplo na secretaria
da justica, formar um mappa da forca da guar-
da-nacional, nao diroi de todo o imperio, por-
que ha provincias das quaes nao tem sido pos-
sivel obter esclarecimonto algum sobre tal ob-
jocto, mas da maior parte das inesmas provin-
cias que tem mandado alguns mappas por is-
quo, alem de nao tercm uniformidade algma,
saremellidoscom muila Irregulartdade". As-
sim sao todas as inrormages que governo
procura obter sobre a organisacao, forca, arma-
mento o instruccada guarda-nacional das pro
vincias. Est ests ramo de servicoem um ver-
dudeiro chao, o isso devido principalmente
(alta as legues e corpos do individuos intel-
ligenles da marcha e ordem ds servico militar
Noto-so quo os coinmandantes superiores ,
chefes de lo^ia o mais oliiciaes da guarda-na-
cional, sao patiicuiaica dos iitQsC'pivS, que i superior,
vivemdocommercio, da lavotira. ou que se, do servico da divisao e por isso. o mesmo pe-
mumuiiw.iii.iu.v., -......-------. .
entregao a outras ocnupagoes para sua siids-
teocia e de suas familias, que nao ten) conhe-
cimtntos theoricos nem praticos da ordem. con-
tabilidade e economa do servico militar e que
nao podem exclusivamente entrenar-se a si.ni-
Ihantes assumptos. Nao 6 possivel nem justo
exigir que o faca. Dahi nasce a necessidade de
haver in cada commando superior um olucial
de linha que a certos respeitos sirva de centro e
auxilien commandantesuperior, o a quem in-
lumbaafiscalisacao sobre o armamento, cor-
reames o outros objectos fornecinos pela fasen-
da nacional, e sobre a escripturaca, contabi-
lidade e instruoca militar dos corpos. Ora, sao
estas, alom ie outras, as incumbencias do chele
do estado-maior, quo cria o projecto.
Mas esses cliefes do estado-maior, observou
o nobre deputado por Pernamliuco, tem grati
lie iCSeS pelo projecto, e o governo tem de mar-
cal-as o quanta despeza so nao fara nisso .
Permita o nobre deputado que Iho diga que O
projecto nesla parte traz economa. Ordinari
amonte cada commando superior comprehende
tres a qmtro legios Pola organisacao actual
cada legilo tem um instructor eral que vene
a gratificaco mensal de 408000 nicamente
para dar iiutrueco. O projecto extingue estes
instructores geraes, e incumbe a instrueco (](.
do ao chele do estado-maior. Temos um chefe
lo estiido-maior por tres ou quatro instructores
geraes a 408000 cada um por ru/.. Ora a
gralilkacao que poder ter o chefe do estado-
maior certamente sera muito inferior somma
das que voncem os tres ou quatro instructores
geraes quo actualmente devem oxislir.
Note o nobre deputado. que as altribuices
dos instructores geraes limitio-se nicamente
instrueco oque nenhuma ingerencia tem
nos outros ramos do servico da guarda nacional.
O mesmo acontece a cer.-a dos instructores par-
ciaes. Ora. a instrueco da-se aos corpos da
guarda-nacional somonte nos domingos, e por-
tan lo os instructores geraes o parciaes nehuma
occupacSo vom a ter nos seis dias da semana .
nos quaes pdenlo prestar muito til
aos corpos em objfctos do fiscalisacao
admi-
,a graduado que tem o mais habilitado pa-
ra substituir o commandante superior. Por ou-
tro lado as funeces do chefo do estado-maior
sao taes que muito prejudicial ser que o seu
exercicio soja interrompido. De mais, nao ha
quem o possa substituir bem. Como olicial de
linha smente tem por oceupaco precncher
as luncces do seu posto o por isso mais fa-
cilmenle do que outro qualquer, poder ac-
cumular sem quo por isso solra o servico.
O nobre deputado achou to m os os arligos
10, 11, 12. 13, e H do projecto que nelles
encentra raso sudiciente para o mover a volar
contra ludo. Anda que estes artigos lossem to
mos como o nobre deputado os figura essa
circunstancia nao seria bastante para ju -tifcar
um voto similliante ; porquanlo esses artigos,
na 2.*ou 3.a discussao podeno ser emenda-
dos. Domis, elle* noconstituem o essencial
do projecto: &3o artigos independerilemente dos
quaes o mesmo projecto poderia ser executado
o precncher seu (im Por isso nao pdem ellos
sorvir, nem se quer do pretexto para um voto
S mi I han te, quanto mais que nao encontr nel-
les os inconvenientes de quo o nobre deputado
os aecusa. A ideia consignada nestes artigos
foi tirada de um untigo decreto do cuja data a-
gora nao me record p pelo qual se determi-
nava que os oliiciaes de linha quo tizessom ser-
vico as milicias teriao direito a accesso. Ora ,
nao me consta que dahi livessein nascido gra-
ves inconvenientes. O oliiciaes de linha de
qualquer classe, empregados na guarda-nacio-
nal pdem lazer nella servicos de muita im-
portancia, e esses servicos devem sor attendidos.
Ccrtamcn.c que em circunstancias ordina-
rias o governo nao deve tirar oliiciaes da 1.*
classe e ainda da segunda do exercito para
empregal-os na guarda nacional. Casos po-
rem pdem occorrer em quo isso muito convo-
nha. Supponliainos que as nossas fronteiras sao
invadidas em una longa oxtenso, e que ha re-
ceio de invas o de inimigos externos, e que se-
necessario mobilisar a guarda nacional para
nislraco e contabilidade. .
extingue os instructores pnfciaes que deve ha-
ver em cada batalhao ou corpo e substitue-os
pelos ajudantes que.alin de instruircm os mea-
mos corpos. pdem concorrer muito para a me-
lhor ordem do servico.
Os nossos corpos do guarda-nacional nao
tem com rarissimas oxcepces, escriptura. ao
alguma, o essa una das principaes rasoes ,
por que o extravio dos objectos fornoci-
dos pela naco onorme. guando serv l-
timamente como ministro da justica consegu
que so organisasse um mappa do armamento
que se tem extraviado aqui no municipio da
corte Nao me record do numero de armas
do cada especie que foi extraviado no espaco de
iscal.sacao admi- defended as, pondo-a para isso em
Por isso o nroiecto' ,. r ,
."" '. ...,, ......um \l raso A inilKni>n,ivp miR
p de guerra. iNeste caso indispensavel que
os oliiciaes de linha que liverein de ser empre-
gados na guarda nacional sejo, alm de mui ha-
bis robustos e promptos para um servico mui
activo para o qual nao poder servir os da
terceira classe. ina commisso' destas urna
commisso importantsima o oTicial de linha
qui adesempenhar bem prestar um servico im-
portantissimo. O projecto nao tem por (im es-
tabelecer como regra que os oliiciaes da 1.clas-
se do exercito serio empregados na guarda-na-
cional teve s.monte em vista doixar mais lar-
gue/a ao gove no para laucar mo de um ou
outro quando circunstancias extraordinarias o
reclamassem como no caso cima ligurado e
ni outros muitos que pdem occorrer. A vas-
-v.-------~,------- rt rt llll OUirOS IIIUIll UUK (Juunii wiuniui. -
lempo do 10 annns ; por.n lombro-mt queo terrilr do imperio, o estado das nos-
... .,..u, a n seu valor e o do corrame e mais
extraviadas excede a 00:000^000. Ora, pre-
ciso reconheccr que o municipio da corte sem
duvida o lugar do imperio ondo a guarda-na-
cional est em melhor p c onde ha mais or-
dem e h'scahsacaco. Se isto acontece no mu-
nicipio da corte, o que ir por estas prowncias.
E nao ser econmico um projecto qao tende a
melhorar um similhanteestado de cousas?
O nobre deputado por Pernambuco tambem
enxergou inconveniente em que os cheles do es-
tado-maior, quando substiluissem os coinman-
dantes superiores, continassem todavia a ejer-
cer as funeces daquelle cargo ou posto. Disse
elle que, se o chefe do estado-maior pode exer-
cer oonjunctamentu as funeces de commandan-
te superior intil 6 aquella crcaco ; e que ,
so as nao pJo reunir sem prejui/o do servico a
rJispbscio do projecto 6 defeituosa. Ha porm
muita lill.-renca entre o servico que feito in-
terinamente e aqu.dle que o nao A intenni-
dade por isso que, em regra, de poiica du-
raco recabe quase sempre sobre individuos
enerados cOm oulro servido. O chefe do esla-
do-maior e aqueile que como commandante
sas linancas e outras circunstancias nao nos
nermittem ter um exercito sulciente para acu-
dir com tropa do linha a todos os pontos onde
ella se pode tornar precisa e por isso indis-
pensavel que o governo tenha sua disposico
lod'is os meios necessarios para por a guarda-
nacional em estado de poder supprir do melhor
modo possivel a deficiencia d'aquella forca.
Pensa o nobre deputado que se a guarda-
nacional tivosse urna b >a organisacao tea-
mos encontrado tantas dilTiculdades e tea-
mos feito to enormes despesas para sulocar as
re lellies que tem affligido o imperio? A guar-
da-nacional muito cono 'rreo para as debellar ,
mas nao foi ( salvo casos raros ) a guarda na-
cional organisada. Os guar las-nacionaes da
provincia do Rio-de-Janeiro lizeraoservic<>sim-
portantes na ultima rebellio masnao o ize-
roem grande parle com a organisacao que t-
nho na guarda-na. ional deo-se-lhes na oc-
casiao outra no\a [apiados) p/-se de parte
a organisacao quo tinhao na gualda nacional ,
que era nenhuma lormarao-se prensa outras
companhias e corpos e essas organisacoes foi
' aqueiie que comu .>,........--...........r- >.
.jveesir.i inteirado do estado e tas de improviso nao podiao dentar de trazer
i

MUTILADO


-UJJ-'P
graneles inconvenientes, As distrhuicoes do
armamento queenlo se Ozono nao pud ro dei-
xar de ser leitas em mu i tos lugares sein ordem.e
extraviou-se muito armamento. Os (ornecimen-
tos Uinbem naj podiao ser feitos com a ordom
queteriose oscorpos e companhias tivessem
urna organisaco regular. D.ihi muito extra-
vio mu i la desordem o muita despeza.
0 artigo* i|ue o nubre deputido trensura tao
acremente, chegando ao ponto de querer volar
contra todo o proj'cto, porqo*o os conten, pro-
\) i i iio ao governo m s uin meio de acaule-
lar de antemo os inconvenientes quetenho pon-
derado.
I", se um offcial de linha prestar na guarda-
nacional servicos importantes, porque o nao
hilo de habilitar para uin accesso se o dever ter ?
Nao devera ser considerados esses servicos dos
quaos o paz tirou ulilidade smente porque
forao feitos na guarda-nacional ? Nao pode
acontecer que pelas circunstancias un oUcial
de linha empregado na guarda- nacin! prole
nella S'Tvicos maisvaliosiis do que poileria pros
lar oo exercito ? A importancia desses servicos
depende da utilidade que del les lira o p *h, de-
pende dos seus resultados e das circunstancias ,
e nao de serem prestados neste ou naquelt'e cor-
po nusteou naquelle lugar e a respeito delles
nao se pode estabelecer urna regra nica e M-
fallivel indopedente das circunstancias.
O nohre deputado a quem me rofiro pareteo
conformar-se com os rticos que sao relativos "
nomeacao dos olTiciaes da guarda-nacional o
sobre este ponto apenas le/, urna observaco.
Entende elle que esses oliciaes smente deve-
rio entrar no exercicio de seus postos depois
de confirmados pelo governo imperial por-
que litase elle esses oftlcaes nomeados pelos
presidentes podem por varias rasos que enu-
nierou e que eu nao repelirei deixar de ser
confirmados e tendo usado dos seus postos p
insignias ha grande desar cin que os dcixem
depois de as h ivorem traziJu. A opiniao do no-
bre deputado procedera se nao occoi ressem todos
os das as provincias a urgente necessidado de
i" precnchendo as vagas que frequentemente
apparecem e cujo preenchimento nao pode
ter demora sem grande prejuizo para o servico.
, (Conttnuar-se-ha.)
e Aguiar os sidos atrazados constantes do titu- obstinada eu i suas rivalidades nao era possive!
lo abaixo transcripto eajuntou-llie as suas re- dar cabida o m seus jornaes a idias, que tanto
lloxo s dignas por certo dos conhecidos escrip- molestio sua virginal sensibihdade: ao as -
lores daquella folha. Nisto andrao elles seu trolofa era indiferente que fosse seu orgao es-
caminho; porque o seu fim 6 timar calumni- ta ou aquella imprensa, nenhuma dosbotava
Tribunal da Helacao.
sessa ni 23 ns novembro de 1843.
Na appellacio civel desta cidade appullanle
Francisco Antonio Puntual, appellados a viuva
e lilhosde Antonio Joo l'Vij escrivao Ker-
reira; se mandou ouviro Dr. curador geral dos
orfos.
Na appellaeao civel desta cidade appellante
Vicente Jos de Brito appellada Gertrudcs do
Passo esirivao Ferreira; se mandou vista ao
desemhargador procurador da corda.
Na aopellacao civel do julio dos (ellos da fa-
zenda desta cidade appell.inie o juico, appel-
lado Luiz Ilcrsling, escrivao Ferreira. se man-
dou ouvir odesembargador procurador da corda.
Os embargos de Francisco JosSlveira, 'on-
tra Manoel Kbasde Moura na appellaeao ci-
vel desta cidade, escrivao Ferreira; loraodes-
prezados.
Na appellaeao civel de Francisco Antonio Ma-
cota contra Luzia da Costa do Ro/ario, escri-
vao Reg Rangel; se mandou ouvir o Dr. cu-
rador geral.
Na appellaeao civel desla cidade appellante
Francisco da Silva, appellado Manoel LuGon-
calves, escrivao Jacomo; se julgou por senten-
ca a habilitacao.
Na appellaeao rime desta cidade. appellan-
te o juizo, appellado Luiz. escravo de Jos Bo-
arquede Macdo escrivao Reg Rangel ; se
julgou procedente o recurso.
Na appellaeao crnne ilesla cidade appellan-
te o jui.'o appellado Anselmo Teixeira Silva .
escrivao Randeira; mandou-se submettvr a no-
vo julgamento.
Na appellaeao crimo da comarca do Rrejo da
Madre-de-Deos, appellante o alzo appella-
do Miguel Bi/ena Torres Gal indo escrivao
Bandeira ; foi confirmada a senlem-a.
Na appellaeao crime da comarca de Gara-
nhuns appellante Manoel Ferreira da Iva ,
appellado o jui/o escrivao Poslhumo ; se jul-
gou procedente o recurso.
Comar n icario.
O Diar,io-noco seprc sollicito em publicar
aquelles actos do governo imperial nos quaes
a sua m vontade e peior le possao bruxulear
algum dezar ao cxm. presidente ou torcer
qualquer exprosso, ou emlim tiraras suas lor-
cadan eonsequencias, publicou no seu numero
Je 25 do correnle a nrovisao ilo conselb" su-
ando aquelles que tum a honra de nao resa-
rem pela sua cartilha ernbora sejao desmenti-
dos com a maior clareza ernbora sejao con-
vencidos de calumniadores e fementidos, isto
para elles 6 mola
Quer o Diario-novo pois fazer crer que a-
quelle major rcreheo esses sidos, e d'aqui de-
duz as suas tamurias pelo tardo pagamento c
por meio de descontos pela 5 parte do sold:
descancem pormos zelozos da fazenda publica,
que'nao llavera nada disso ; os que ministra-
rao a copia da proviso ao Diario-novo deviao
ter-lhe informad" pois que sem duvida osa-
bein que o maijor Joao Pedro nao ton de
entrar com cousa alguma para a lliesouraria por'
essa quantia de que trata a proviso referida ,
porque anda esta em ser o titulo que se lio
passou pela contadura e que, como ja disse -
mos abaixo transcrevemos.
O caso do pagamento desses sidos ao re fe-
rido major nao era novo ; nesta provincia ,
e em todo o Brasil ha minios excmplos em
alguns dos quaes ressumbra patronato as v ezes
be ni escandaloso, c se quizessemos fall .r no
nomo de alguem apontariamos alguns que
recebro os seus sidos al do lempo em que
com armas fratricidas serviao contra o Brasil.
entretanto que ninguem nuiles falla -ou por
esquecimento ou porsimpalbias.
O major abandonou a sua patria ero um;<
noca cujas circunstancias o deviao levo.r a isso;
seus prin> ripios bons ou mos ; alm de que um
astrlogo deve evitar essas consideraces mio-
pes, qa j ofuscao a vista e nos fazem ver co-
mo inir ligos, mos, perversos, e at leios to-
dos aq' jelles que nao penso como nos; erro
grossei ro, e o maior defeito dos partidos poli-
ticos, segundo Madm d'Hstael, erro tanto mais
gross jiro, quanto parece presumir inallibili-
dade do nosso juiso !!
O astrlogo olha para todos os escriptores
con i os seus oculos azs, e ernbora sympathise
m is com os principios adoptados por um, ou
o ,iro, em todos presume boa a todos con-
s> dera um elemento do systema constitucional,
r i qual se anniquilara no momento em que to-
das as opinioes se reduzissem urna s; impos-
sivel phizico, menos que se nao extinga o ulti-
mo typo Les princes se croient seuls quandils
ne sont pas dans la presse.
Cuida o astrlogo que, apegar das pragas do
D. n. se salvai muito bem o D. v., e ir di-
reileitinho para o co, se nao tiver outro per-
cano alm do de imprimir o art. do astrlo-
go ; assim faca elle boas obras de caridade c
lenha verdadeiro arrependimonto na hora da
morte. Aincm. Nem sabimos que parentesco
lenha com estas cousas os senhores ejusdcm
furfuris, satlites 'c., que por esta occasio
t ouce a baila o D. n. Nos pensamos que o es-
criptor publico deve acceitar, e imprimir tudo
quanto nao seja vedado pelas luis, ou contrario
amoral publica; podendo ajuntar reflexes,
ibservacocs, e refutaedes, segundo seus prin-
cipios e eis um vasto campo para o esclarec-
ment daverdade, eum meio fcil desairda
p(.rque antes quiz abandonar o ninho em que. ^terilidade de se cncherem tantas paginas de
nascOra do que nelle tomar parte nos desas-
trosos acontccimcnlos que o enebrao deludo
esangue : nao sendo capitalista lomou a reso-
lucao do exercitar a sua industria; era soldado ,
.ilistou-se onde Ibe acceitaro os seus servicos ,
mas empenbou-os em tima causa constitucio-
nal em delesa do thronodj Senhora D. Ma-
,*ia em um exercito que era capitaneado por
Acuelle Principe que fizra a independencia do
seu paiz c pelo qual conservara omesmoa-
mor <|ue sempre Ibe consagrara mullo mais
desinl eressado quando o via na adversidade.
As amnistas nunca tem sido comprenendi-
dascom ijualdade e justica ; e para prova dis-
to e no caso vertente basta di/.er-se que ainda
em Portug ol existe um tenente-coronel do exer
cito do Brasil, que alli emnregad o civil
desde 1834 quo nao s tem receido os sol-
Jos atra/ados\ como que contina a recbel-
os por procura cao. Alas enilim nestas decisoes
lia sempre mais rigor para os Brasileiros natos:
talvcz assim deva ser h pelas ideias da gente do
Diario novo para quem o que vale ser da
surja : ao menos a major Joao Pedro nao ba de
mudar de credo por isto.
A fazenda publica desla provincia est de-
vendo a Joao Pedro d Araujo e Aguiar capi-
taoe commandante dacompanhia de artfices
desta cidade a quanl-ia de dous conl os seis
centos c dez mil reis, importancia de seus si-
dos que deixou de rece.ber desde o primeirode
abril de mil oitocentos e Irinta e dous, at trin-
ta de junho de mil oitocentos e Irinta e nove ,
perleneendo aos annos flnanceiros de mil oito-
centose Irinta eum mil oitocentose trinta edous
noventa mil reis o de mil oitocentos e trinta e
dous mil oitocentos e trinta e nove dous con-'
tosquinhenios e yinte mil reis, a Iresentos e
annuncios salprczos.
D'esta maneira tem o astrlogo respondido s
increpaces do D. n. ao D. v., e ao prembulo
desie; restando-lhe o pezar do nao merecer sua
opiniao a complacencia dos Ilustres redac-
tores.
U astrlogo, apezar de reconhecer sua fra-
queza procura sempre sustentar seus p inci-
pios, mas est prnmpto ceder quando con-
vencido de erro; porm nao so dar ao traba-
Iho de replicar quando o chamarem ao lama-
cal das odiosidades, sarcasmos, insultos &c.;
os miasmas desse campo constipad o astrlogo ,
que anda um povo defluxado. J v o I). n.
que quem assim falla noquer Iludir boa f
d'aljucm, nem sci que proposito veiosimif
Ihante proposico tao odiosa, quando nada
mais fez o astrlogo do que enunciar suas o/
piniCes quanto a poltica seguida e apregoada
c un tanto afn pelo D. n. Se o D. n. julga que
a poltica da astrlogo acarrla odiosidade op-
posico, condeiniia a sua propria poltica, e
implcitamente Ibe tributa homenagem ; d'ou-
Ira maneira se nao pode comprehender essa odi-
osidade ou se nao pode deduzir do art., que
nos leferimos.
livre cada um exprimir decentemente seu
pensament e nos di/. Say la presse est l'ar
tillerie de la pense : combatamos pois com
calma as ideias, que nos parerem contrarias
boa razao e obturemos o nico fim que (leve
mirar o escriptor publico a bem da sociedade ;
mas nao estiginati/einos tudo quanto nao qui-
zer echoar com nosco. verdade, que o astro-
logo deve lsongear-se de ter merecido urna res-
posta do redactor do D. n. tao avaro de suas
luzes, que rara vez se digna de descer arena ;
mas nao pode saborear essa honra virando a
raiva com que s. s. se a tirou sobre o redactor
do D. v. pelo crime reservado de publicar nosso
artigo : valha-nos S. Barbara.
Insiste ainda o D. n. om suas proposices, mo-
dificando algumas, e repetindo outras: n'
sessenla mil res por anno, e que por despacho julgando refutadas as nossas, nos julgamos
do illustrissimo inspector com data de vinte e
dous do correte mez se mandou lancar no li-
vro respectivo para ter effeito o pagamento, lo-
so que se marque quota applicada aodito pa
gamento, cujo despacho tica neste archivo.
Contadura trinta de junho de mil oitocentos
quar*nta e dous. Francisco /udgero da Paz.
______....... mmmmmmmmtmmm
Correspondencia.
Srs. Iledar. lores.
Aburrido da versatibilidade dos homens protn-
dco o astrlogo abandonar a mosqiiinha intriga
pessoal, que entre nos subsliiuio aos principios'
polticos, que nos levra calhogoria dena-
ca livre, e nos agourrao um venluioso por-
vir: mas, nao podendo sua rasad vencer os im-
pulsos de seu coraca, urna ou nutra vez tem si- j
do forcado emitlir seu pensamento.
dispensados de contestar os mosmos argumen-
tos repioduzidcs, e fugiromos especialmente
das laes com para coes possoaes, que, alm de
mu odiosas, om nada alteriao as verdades,
que dissemos ; e prescindimos ainda dessa t-
rela para lugir massada ; cortamente nias-
sada ouvir todos os das a mesma cousa, as
mosmas palavras contra certa personagem: nao
queremos dar thema para osermao. Se s. s. ao
menos urna vez viesse quoslo sem afinar a
sua rabeca aos que como s. s. nao penso diria-
mos ainda duas palavras em rosposta s suas per-
guntas : vamos arriscar-nos. Iiiz s. s. que
vantagens ofierecia o proponente? urna ou duas
dentissoes, c ludo o mais permanecera no
mesmo estado! ebegavo aseleicocs, o novo
adiado (aria urna chapa de mostrar &c. &c. e
perguntaseria isso ou nao realisavel? res-
ponda o mesmo que quer guerrear o governo
de quem delegado !
Ora deven os confessar que somos pouco ha-
Assim vendo apregoada por si mesma a con- i ..,:*" "" H "" i"^ -
ida da opposicao dospoilo dos seus pro- i n,l,tado Para argumentar assim: j no 1." art.go
ios inleresses, (dada a boa fj nao pode o as- \ dissemos nossa opiniao respeito de demissoes.
dur
prios
trologo deixar desapercibido um principio po-
ltico seu ver demasiado errneo, e lundado,
reiteramol-a e accrescentamos que nao se-
guimos latamente o principio das confianeas,
segundo suas proprias declaracos, em motivos o qual para nsda familia de casosconsumma
s particulares: o astrlogo linha livre o espi- dos e outras banalidades, que se invoc&O pa
rito. Julgou preocupada a opposicao desses re- ra tudo : conlava pois o /). n. com urna o
pois o //. n. com urna ou
scnlimontos; por isso nao duvidou arriscar seu duM (jL.rnss5es achva Q nossa ,.
pensamento lombrando-se da mxima de I ylha- ^ ^ exigia uma ^ Quonto ^ ^.^ ^
nao duvidou arriscar seu
'-se da mxima de l'ylha-
isle Coeur ril dans le prrsrnl, l'rsprit
jorasIC coeui ni iram ir iin>rm, h-j/h .....
flllm ravenir: de I vientrlltlls sont si peudac Plii argumentar com as posibilidades ;
. ) nosso caso llovamos oslar om oracao monta no-
premo militar pe'aqual se declarpu que nao I Nao procurou o astrlogo a impronsa da op- l^> posibilidada de morrennos amanbaa : qual
vpiio competir ao major Joao Pedro d'Araujo posicuo para essa simples pubiicacao; porque ser o negocio de vantagem sem risco ? ao es-
!
peculador perfence prejvcnir prudentemente s
sinistros; e nao podem ,os altribuir opposicao
tanta inepcia que lailgasse os pannos sua
nao sem estar segura do leme. Agora per-
guntaremos que espertlinfas por esse lado lera
a opposicSo? de que mjeios facis e seguros
lancar mao para um triu mpho eleitoral ? creio
que nao nos responderj i: logo segundo nosso
lUto e segundo a nossa brta f o risco pre-
sente ponde mais para o azar o aquella pen-
der para a sorte.
Quanto rigidez de pn ncipios que ostenta o
D. n. nao querendo adn liltir em seu seo ho-
mens pouco liis seus al liados, um eatho-
nismo tao nobre que me faz recordar o extra-
ordinario Romano Bruto, > por isso mesmo me
permittir o D. n. de exclai nar com esse grande
homem repetindo seus ver. ms _
Ri.ine sail quel P'nl "* llber, m esl chre :
Mnis, ptein Dos N. Se'nhor fortifique o redactor do D. n.
nesses inhabalaveis pincipi os de honra e |r-
ineza mas tal vez osso n se ponto de duvidar da pi.obidade de todo o
mundo e menos dVqm-'lle.s que tem prestado
relevantes servicos st'us correligionarios fora-
gidos, ao menos para quo se nao lembre al-
guem de o laxar da pocha de ingratdo. Tam-
bem o astrlogo se juga i'om di eito um po-
caxnho de boa l e pai a spstental-a nao re-
cela apresentarse em co.^po e alma cornos
seus principios, que nunca <; suhordinou abso-
lutamente aos caprichos do p odc ou do pvo,
e smente razao.
O astrlogo procura desviarle de conside-
races possoaes, e al tundo m uit o ao ponto de
observaco : querendo sondar a situaran do
Brasil, indaga primeiro o estado- de suas finan-
cas ; se Iho responderem que os colresesto
abundantes, e nada se deve ; sai. I tara de con-
tente o astrlogo e dir o n osso piiz est
feliz, a abastanca e riqueza i *ao infallivel
consequencia da fortuna geral, dt i sua paz e
Iranquillidade ; e assim vice--versa Queren-
do entrar n'analise da legisl aoo c ^o pai/., de
suas reformas, e dos melhor.iment os operadas
pela presente assembla geral | ergu ilar que
le*, que medidas se tomarn pai a meiliora-
mento da sociedade ? Supponl lamo s, que nos
dizem pouco bem se fez e foi elle devdo
aos dopntados da opposicao ; po rque estos fize-
ro conhecer ao governo e aaco verdades
fascinadas pelo orgulho e ambica o, llzeraoso-
br'estar em medidas que precipi tarlo o go-
"vrno... fizorao-no convencer d'i nuliiidadeuV}
cortos tributos que s accarretari. o odio sobre
o governo e embaracosa industi "ia ; e llnal-
monte slvro a nacao de cortos Iri bulos vexa-
torios c provrao ao Brasil que a si ia liberda-
de no uma chimra ; nesse caso | >erguntar
ainda o astrlogo quem forao esst deputa-
dos ? supponhamos que nos dizem a exrep-
eao de um de S. Paulo o oulro de S "rgippe ,
lArao quase lodos os da Babia e Por nambu-
eo : ento dir o astrlogo viva a Ba hia e^
Pornambuco onde a serio eleitoral i oi res-
peitada polos respectivos governos como> prova
o resultado ; e senio olhemos para as o ulras.
Julga o astrlogo dizer a verdade dl/emdo o
que sent, pode estar em erro paciencia.
On peni luer celui qui a dit la verit, mais on
ne peut la tuer elle meme.
O astrlogo.
C0MMEBC10,,~,
Alfandcga.
Rendimento do dia 25 ........11:0578902
esearrego hoje 26.
BarcaCreamorebaca I bao.
BarcaGlohefarinha e bolaxinha.
BrigueJosephinapodras.
BrigueNapoleaoviobo e diversas merca-
dorias.
Polaca sarda Catharina massas passas,
frutas albos e papel de enibru-
Ibo.
BrigueJosephina e Emiliavinho, o azeite.
BarcaAn tmetesal.
linguellellenataboas.
Barca(hnbienbiatlarinha de trigo.
UilaPriscitlaIerro e sabao.
PRAQA DO RECIPE 25 DE NOVEMBRO DE 18U-
Revista mercantil.
CambiosPelos navios sahidos na semana lin-
da hoje houvero transaces avulta-
dasa26d. por IS.
AlgodaoAl entradas forao pequeas e tem
sido procurado a 5:600 pori.
AssucarNao tem entrado em caixas por cau-
sa dos ventos contrarios ; em curgss
forao regulares as entradas.
Couros Forao bastante procurados; os da
Ierra forao vendidos a 4:160 c
os do Arsca!* det?2fl a -.OO a
dita.
BacalhoEntraro dous carregamentos com


4:680 barricas ; o primeiro obteve
10:100, o o segundo sendo do qua-
lidade uperior 10:700: oconsummo
tem sido consideravel.
BolaxinhaVendeo-se a 4:250 a barrica.
Carno-soccaNao houverao entradas estase-
mana ; o deposito 6 de 18:000 ar-
robas o consumo Ib i regular e as
vendas da do Rio-grande de 2600 a
3200 o de Buenos-Ayresde 2:100
a 2W0.
Ch-hyson Vendeo-se a 2000 a libra.
Cabos de nhosde patente venderao-so a
148 oq<|.
Farinha do trigo Entrou um carregamento
de Philadelfia com 175 barricas,
com o qual o deposito 6 de 8000 bar-
ricas continuando a vender-sede
16S000 a 19^000 segundo a quali-
dade.
Manteiga ingle/aVendeo-so a 416 rs a libra,
200 barril chufados ltimamente.
Pj da Sueciadem a 12$ o barril.
Sal cstrangeiroVendeo-se de 820 a 900 o
ali|ueire da medida vclha.
VinhodaFigueiradem a 1K,>000 a pipa.
do Mediterrneodem a 85S000 a
dita.
Embabucos existentes no porto.
Austracas..........5
Americanas..........2
Brazileiras...... ... 30
Dinamarquczas.........3
Francozas..........2
Hamburguesas.........2
Hollandeza.........1
Ingle/as....... .' 11
Portuguczas........ 6
Sardas ........... 6
Suecas...........2
Seciliana....... 1
71
Declaracoes
Mov ment do Porto.
No da 21 do corrento sabio e fundeou no la-
meirio para acabar do carregar a barca ingle-
za ISeghlingale
Naci sahido no dia 25.
Liverpool; brigue ingles Sen-Ern capitao
Wilam Boult, caga algodo e a'
Entrado no mesmo di'
Genova : 37 das .' polaca sarda Cat,ta>tna ,
de 192 toneladas, capitao Francisco :\los-
sone equipagem 12 caigairinho, e mais
geni ros : a consignado de Manoel Joaquim
Ramos c Silva.
Editaos.
O illm. sr. inspector da thesouraria das
rendas provincias cm cumprimento doolTicio
do exm. sr. presidente da provincia de 3 do
crrente manda fazer publico que tozando
o regulamento para as arrematares das obras
publicas de 11 do jullio deste anno o son a-
clausulas especiaos abaixo transcriptas se ar-
rematar, a quem por menos (izer, no dia 6 de
dezembro prximo vindouro ao meio dia pc-
rante a mesma thesouraria as obras da
ponte no val da Tacaruna oreada na quan-
tia de 20:000S rs.
E para quechegue noticia de todos mandn
o mesmo illm. sr. inspector aflixar o presente,
e publicar pela imprensa.
Secretaria da thesouraria das rendas provin-
ciaes do Pernambuco 16 de novembro de 1843.
O secretario ,
Luiz da Costa Porto-can eiro.
Clasula especiaes.
1 Os trabalbos o obras da ponto do val da
Tacaruna sero feitos pela forma sob as
condicoes e modo indicados no orcamento e
seu accrescimo as plantas genes e particula-
res, apresentadosa approvacaodo exm. sr. pre-
sidente da provincia om 31 deoutubro de 1843,
pelo proco de vinte contos de reis
2'. O arrematante comecar as obras no
pra/.o de 2 mezes contados em conformidade do
art. 10do regulamento para as arremataces
dol do judio de 1843.
3. As obras deverao ser concluidas no pra-
7.0 de um anno contado na mesma poca do
que a precedente.
4.a pagamento da arrematarlo realisar-
sc-ha em quatro prestacoes do modo e as
pochas determinadas no artigo 15 do dito re-
gulamento.
5.* Para ludo o mais que nao est;'t determi-
nado pelas presentes clasulas seguir-so-ha
inteiramonte oque dispde o regulamento cita-
do. llepirticao d >s obras publicas 31 doou-
tul.ro de 1843 Oengenheiro em chele L.
L \ aulhier Appiovo. -Palacio de Pernam-
I.....A 1 <---------1. -J~ lOl __RnrUniln-lloa-
im UV 1V 1 -
vista.
O thezcureiro das rendas provinciaes paga
nos dias 27 28 o 29 do correte os orde-
nados vencidos at o me/, le solembro aos em-
pregados que vencem emolumentos. 1 hesou-
raria25de novembro de 1843. -Joao Manoel
Mendes da Cunha Azevedo thesoureiro.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
Havendo-se deliberado em assembla ge-ral
dos accionistas da companhia a plena execuco
do art. 9." dos estatutos concedendo-se toda-
va o praso improrogavol de 30 dias para dentro
d'elle serem realisadas as prestacoes at agora
exigida; sao convidados os srs. accionistas, que
feira 27 do corrente as 11 horas da manha
no arinazcm da ra de Apollo n. 8.
Avisos diversos.
lotera da matriz da
boa-vista.
I estas propriedades que produzom seu efleito
i sem dores ou encommodo algum nao se faz;
preciso di'ta alguma e pode-se tratar dos
sens negocios nos mesmos dias, em que se to-
i mar#
Vendc-se aqu cm casa do nico agente
| Joo Keller ra da Cruz n. 11 e para maior
commodidado dos compradores na ra daCa-
deia emeasa de Joao Cardozo A y res ra Nova
atierro da Boa-vista Salles
^* Um pequeo resto de Guerra silva & c.
bilhetes (esta lotera (cujas ^^EGio-DO-ESPiRiro-sAiTO.
rodas anao a 27 do orren-
(Quinta era, 30 do corrente, ter lugar no
te) aeiiaO-SC a venca lias 10-jCollegio-do-Espirilo-Santooexamc dasedu-
".ve Ana eni>8 Vpira f.{*.. candas do mesmo pela orde-m seguinte :
Jcls UUS 5111. vicua, ^ \M*. As nove llrasela man hila eomecaro os exa-
ainda nao completaro a entrada do 16porcen- i cambstaS nO ReCtfe J mes dasalumnas daaulade primoirat
to, para que hajao de o fazer imprctenvelmen- (jas da aula media sobre as niterias 1
ras letras e
te at o dia 17 de dezembro prximo, certos do
que nao o laendo at esse dia perdero em be-
nificio da companhia ascontribuices quoti-
verom loito., sem que tenhao direito de as re-
clamar em tempo algum. Escriptorio da com-
panhia 16 de novembro de 1843.
O secretario ,
Z?. J. Fernandes Barros.
HelacHo dos devedores do imposto ao banco do
bairro do /iecife retalien ao corrente anno
/nanceiro de 1843 1844.
Fernando de Lima 128500
ilvestre Goncalves dos Santos 348000
Jos Alves Xavier 20S000
Jos Francisco Marnho 88000
Miguel Areanjo de Figueiredo 158000
Francisco Goncalves dos Santos 168000
.los Rodrgaos Pereira e Cunha 168000
Francisco Dias Ferreira 1458000
Antonio Annes Jacome Pires 308000
Mano.d Goncalves dos Santos 88000
lenoir Puget & Companhia 408000
Vicente Lasserre 408000
La mam & Companhia 16S000
Eloe& Companhia 208000
Viuva de Durao 58400
Francisco Xavier da Fonceca Coutinho 368600
Antonio Dcrmingues Pinto 208000
.lohes M. Donelly 108000
Bernardino Alves Pnheiro 128000
Felis Francisco da Paz 108000
Jos Joaquim Lopes Moreira 128000
Domingos Alves da Costa 258000
[Continuarse-ha.)
rl visos mar i timos.
Para Lisboa sabiri no lia 5 do dezembro
prximo o muito veleiro e acreditado brigue
portugue/. Conceifo de-Waria; quem qui
zor irde passagem para o que tem exceden-
tes easceiados commodos, dri|a-se Francisco
Severiano Rabello oq ao capitao Manoel da
Cota Noves na Praca-do-commercio, ou a
bordo.
Para o Porto sabira no dia 3 de dezembro
o brigue portuguez Maria-Feliz capitao An-
tonio Luiz Gomes ; quem nelle quizer ir de
passagem para o que tem bons commodos ,
trate com o dito capitao na Praca-do-com-
mercio ou com Antonio Joaquim de Suuza
Bibeiro.
Freta-se urna barcaca, que pega em tre-
/entascaixas deassucar, deste porto para o do
Ass; quem pretender dirija-sc a ra do Ouei-
mado loja n. 44.
se Para o Cetra pr?tende sahir em 10 de de-
zembro a sumaca Estrella -do-Cabo para car-
ga e passageiros, trata-se com Manoel Joaquim
Pedro da Costa.
= Para o Aass e Touro n bem conherido
hiato alinda sao no dia 30 do corrente ,
para carga trata-se com o propietario Manoel
Joaquim Pedro da Costa.
de seu cn-
sino ; a saber doutrina i hristaa leilura es-
cripta, taimada, principios d'arithmetica o
grammatica portugueza.
Ao meio dia suspender se-ba o neto, e con-
tinuar se-ha das tres is selle horas da tarde .
pelo exame das oducandas da aula superior, que
respondera sobre toda a doutrina christa ,
grammatica portugueza, e franceza analises
grammaticaes e lgicas leitura e recitas em
ambas as linguas ; tradueces de portuguez pa-
ra francez e vico versa; toda a geographii- phy-
sica poltica e matheinatica, elementos d'his-
toria arilhmetica elementar platicando as 4
especies, os quebrados, as razos e proporcoes ,
a regra de tres de juros e de companhia sim-
ples e composlas.
assette horas em vante as meninas apre-
sent. rao um caderno de suas eseriptus, qu<> p-
dela comparar-se com a primeira que fi/ero no
Collegio as suas costuras, bordados, dcsenbos
c outrus obras de delicadeza.
Em soguilla tocaro algumas pecas demusica,
e executarocantorins c euros extrahidos deo-
peras.
Terminar o acto das provas pela execufo do
quadrilhas e d.msas de carcter.
No dia 1 ude dezembro 6s tres horas da tar-
de so darS as lorias, c cada urna das educan-
das poder. retirar-se para a casa de seuspaes.
A directora tiuha tem.ao e muito deseja-
va dirigir um convite especial aos illuslrissimos
paes e correspondentes de suas alumnas, bem
como as pessoas de sua amisade mas porque
leve de anticipar o dia dos exames ao que ha-
. via destinado, para se nao encontrar rom os dos
co que se exige do mesmo e maneiro e se .7 \ .
' .. _______ j^ ,.,.. litros Lo egios, espera ser uesculoada por ap-
presta toda a garanda para seguranca do trato ; i i i
r ,. .i______ .. mn nrovcitar esta occaziao de rogar a todos o olizc-
quem tivere quizer alugar annuncio a sua mo e-,
Menez s, Sanios Neves, Luiz
Antonio Pereira &C.\ e Mo-
reira Marques, em Santo Vn-
tonio; e Saraiva, na Boa*
vista.
= Aluga-seum sobradinho do um andar e
solo para pequea familia o qual tem arma
sefli que serve para carne s cea, na ra da Praia
n 66, tlefronte de Francisco Jos Rapo/o ; a
tratar na praca da Independencia loja n. 2
- Aluga-se um 2o. andar de um sobrado na
ra larga do Rozario n. 40 ; quem o quizer
dirija-so a ra do Crespo n. 14.
\luga-se urna prela cosinheira e lavadeira
do sabao e que faz todo o servico de urna ca-
sa ; na ra do Fogo n 10. na esquina que vi-
ra para o pateo ilo S. Pedro 2. andar.
rs Procisao-se do officiaes, c serventes de
pedreiro para trahalharem na Capunga o no
Monteiro ; no Allerro-dadoa-vista n. 6 a
tratar com o engenheiro Boycr.
= Aluga-so pelo tempo de esta urna gran-
de casa feda a moderna sita na ra de Ma-
thias Ferreira pouco distante do mar e rio,
com \ salas 6 quartos coznha lora, quin-
tal grande (cando no fundo o poco du Con-
selho ; assimeomo outra pequea juntoa mes-
ma ; a tratar na ra larga do Ro/.ario botica
n. 42 de Manoel Felippe da Fonseca Cande.
Procisa-se tomar poraluguel mensal ou
diario um preto para todo o servico do urna ca
sa de pequea lamida ; adverte-se que o servi-
Lciloes.
= Ocorretor Oliveira far leilao francote
sem limites de um completo variado sorti
ment de fazendas inglesas e rancc/.as que
forcosatnente se bao de vender para liquida-
cao de contas o por isso de avultada pechinxa
para os seus freguezes a quem pedo hajao de
concorrer ao primeiro andar da sua casa na
terca-feira 28 do corrente as 10 horas da ma-
nha em ponto.
Sogunda-feira 27 do corrento haver leilao
de queijos no caes da alandega defronte da
eseidinha ; assim corno de fumo e feijao, por
conta de quem perlencer.
= O capitao J. Foster far leilao por con-
ta e risco de quem pertencor, e por interven-
cao do corretor Oliveira, de urna porcao de
salitre ou nitro de soda para suppri nenio
ilas id-spezas com o reparo da barca ingle/a
Laurence arribada a este porto com agua a-
hnrtn na sin recente viasem que Casia de
lquiquc e Mojellones a Liverpool : segunda-
rada.
- Osr. Joaquim do Jess Pinto queira com-
parecer na ra da Cadeia-velha n. 35 pois
se I he desoja fallar.
= Francisco Joaquim Cardozo embarca pa-
ra o Rio-Grande-do-Sul, por conta e prdem do
sr. padre Joao Nepomuceno do Ifrito da ciclado
do Ico, um mulato do nomo Francisco osera-
vo do dito sr
= Da-so de quinhentos a um cont de reis
a premio, sobre predios; quem os quizer, diri-
jase a ra dos Copiares n.25.
= No dia 1. de dezembro pelas 4 horas da
tardo ser o cnceri amento do collegio santo
antoxio : e para que este acto se torne mais
lusid), o Director convida aos illm-." pnese
correspondentes dosallumnosque ofrequentao;
assim como a todas as pessoas que com sua pre-
senca queirao honrar este eslabelecimenio. O
Director aproveita tambem esta occasiao para
convidar aos seus amigos ; esperando que todos
o dispenscm d'o fazer especialmente. Collegio
Santo Antonio 18 de novembro de 1843.
Bernardino Freir de Figuededoe Casltro
= Aluga-se urna casa)terrea noAtlerro-dos-
affogados por 108 rs. mensaes, tendo urna
sala ealcova na frente corredor 8o lado,
sala atraz urna camarinh'i coznha, e quin-
tal com cacimba ; na ra da Aurora casa de
Angelo Francisco Carneiro.
= Oferece-se um portuguez do 26 annos ,
para criado ou outro qualquer servico ; quem
de seu presumo se quizer utilisar dirija se a
ra de Hortas n. 18.
Em um clima laoquente como o do Rrazil.
onde as molestias terminao fatalmente as ve-
tea no espaco de poucas horas he mister ha-
ver um remedio que possa servir ao mesmo
lempo como preventivo e curador. A e-
decina Popular Americana tem essa propriedn-
de tonada asvezesem quanto ella impede a
accumulacaodos humores, conserva o sanyue
puro o conseguintementc para as pessoas menor
sii|cilasa apanharem qualquer molestia, seja
ella contagiosa, ou nao.
Hecnmmoiida-se porlanto ao publico em ge-
ral de ensaiar este excedente remedio que
iiio de honrarem com sua assistencia- este acto
lao interessante, a fm de que nielbor possao a-
valiar o adiantamento de suas educandas e
osesforcos que ella tem envidado para quedo
Collegio,que dirije.se tirasse a devidautilidade.
A directora nao limita o seu convite s pes-
soas mencionadas ; pois estimara que os paes de
familia e pessoas interessadas na educado ve-
nhSo tornar este acto mais brilhanto. Recife
24 do novembro de 1843.
A directora E." Theberge.
= Nicollc tem a honra de participar ao
respeitavel publico, que mudou o seu esta he-
lecimento da ra do Passeiopublico, para
a d'alfandega velha n. 38, aonde os seus
amigos do bom o barato acharo um sortimen-
to completo de adultos e preparos para meza ;
certilicando d'antcmo aos snrs. que o qui/e-
rem honrar com a sua presenca que al ni do
bom agrado c promplidao sero semprc ser-
vidos de efleitos da primeira qualidade. En-
tre outras muilas cousas achar-se-ha sempre
em sua casa c por preeps mais (avuraveis do
que em outra qualquer parte.; vinhos de Bor-
deaux tanlo cm quartolas como encaixotados;
garrafas; vinbo n uscatel; ditobranco ; San-
terne em caixas c garrafas; Porto, l.1 quali-
dade de <'.liampague ; licores de ani/ette de Bor-
dea ux ; amor perfeilo ; coiaco de llollanda ;
hortelo ; cassis ; cidro e tambem um sor-
timento de decires ordinarios ; genebra da Hol-
landa em botijas ; cognac em querloias e par-
ralas ele di Her en les qiiHliiiade.s*, absinte Suis-
S.0 ; champes para le frescos de muilas qualida-
des; a/eile ilce primeira qualidade tanto
em gigos como em garrafas; agua de flores de
laranja musanla franceza; sal redondo;
conservas de todas as qualidades ; lupinos; pe-
pinos; a/eilorias ; ene horas; ervilhas; S'*d-
iilias; linguicas ; serpas preparadas; ganso cm
trufas ou cnslanlias; trufas; vilella a>sada ;
leite ; cercefo &c. &c. Acaba igualmente de
receber um grende sortimento de salames mui-
to novos, e de ptima qualidade, e vendem-se
por prococommodo.
= OeserivAo dos protestos laz publico, que
modou a sua residencia e Chrlono para a ra
pelo lado econmico be rrelerivel a qualquer da Cadeia de S. Antonio sobrado do um an-
outra medecina de similhantc natureza tendo
os caixinhas maior numero do purgantes e por
menos proco.
O publico achara na Medecina Popular A-
dar n. 2.
= Aluga-se urna casa na ra da Alegra ,
bem construida com bons commodos para
grande familia por prego muito mdico ; na
mericana as pilulas vegetaes do Dr. Brandrelh | Rua-direita armazem n. U.

MUTILADO


4
I1

WEITCB BRAVO &C-
vinde>n na sua botica e armazem de drogas ,
na ra da Madre de Dos n 1.
A preparaco seguinte por preco muito com
nodo e de superior qualidade.
Colirio 'tnte-opkthalmico.
Este medicamento tem as mais enrgicas vir-
tudes para destruir com os bons e lelizes re-
sultados que a longa experiencia tem mostra-
do tuJo quantosao nevoas belidas infla-
maces c outras dooncas d'ollios em que nao
he preciso para seu curativo radical usar dos
meios operatorios que a arte nih taes casos
indica, e a que o doente necessariamente re-
corre. Um som numero de pessoas podem at-
fostarcom verdade os salutares efleitos d'appli-
cacao deste remedio prodigioso ; tanto em dif-
ferontes partes do Imperio donde tem sid pro-
curado como em algumas partes da Europa
onde scu uso he ha mais lempo conhecido.
Na mesma casa tambem se venJem tintas .
e todos os oiltros ohjectos de pintura ; verni/c
de superior qualidade entre elles um perfei-
tamente branco e que se porte applicar so-
bre a pintura mais delicada sem que produ-
1 za aiteracao alguma em sua cor primitiva. Ar-
row-Root de UermudaSag Sabonetes -
Sabo de WindsorAgua dcSeidlitz. Agua
de SodaAgua de Seltz Limonada gasoza .
Tinta superior para escrever Tinta para
marcar roupa Perfumaras ingle/.a Fun
das elsticas de patente Escovas e pos para
denles Paslilhas de muriato de moiphina .
e ipecacuanha Pastilhas finissimas de hor
tel-pimenta Pastilhas de bi-carbonato dV
soda egingibre. As verdadeiras Dilulas ve-
gotaes universaes do D.r Rrandreih viudas
deseu author nos Estados-Unidos, tic &u.
= Manoel Antonio da Costa retira-sc pa-
ra as Alagoas.
Perdeo-seuma fivela de ouro na pro
cisso de Corpus Christi ; quem a achou que-
rendo restituir dirija-se a ra de Aguas-ver-
dos n. 103.
= Precisa-se de um olcial de chapeieiro ,
que sailia o officio ; na ra da Coneeico da
Boa-vista n. 17; na mesma casa da-se 2008
rs. juros sobre penhores de ouro.
Perdeo se nodia 23 do corrente as se-
guinles letras sacadas por Deane V ule tk Com-
panbia sol.re os snrs Silvestre Goncalves dos
Santos & Filos por 158.841, Manoel Flo-
rencio Alves de Moraes por 2:192,637 rs. <
Antonio Duarto de Oliveira Reg por 220.000
rs.; quem as adiar leve" a casa de Deane
Youle & Comp&nhia ra do Torres n. 4.
= Alugo-se por preco commodo varias ca-
sas terreas de pedra e cal na Copunga na es-
trada que vae para o rio caiadas e pintadas
de novo, temi cada urna duas salas. quatro
quartos coziuha f>ra. quintal pequeo e mu-
rado quarto para pretos e estribara para 2
cavallos, com um bom banbt'iro onde se pode
tomar banbo a qualquer hora ; a tratar no
mesmo lugar na ultima das meninas casas ou
na ra da Senz.alla-velha n. 138.
= Na loja de Joan Loubet derontedo Pas-
seio-publico ha um novo sortimentu de se-
das e outras (azendas novas proprias pa-
ra cubrir chapeos de sol ludo superior e
de diferentes cores ; tambem se concertao e
azern-se chapeos de sol, por preco commodo ,
ecom brevidade.
= Precisa-se alugar um preta escrava que
tenha leite para criar ; no principio do Atter-
ro-dos-aflgados n. 9.
= Urna parda capaz e de bons coslumes
prope-se a ser ama de urna casa tanto no
mallo como na praca pois muito dili-
gente ; quem de seu prestimo se quiz.er utili
sar dirija se ao principio do Atierro-dos-af-
logados n. 9.
Alua-se urna casa de sobrado por tres,
ou dous mezes para se passar a festa, com
com modos e muilo fresco boa vista para o
mar quintal murado com cacimba tanque
para banho e boa agoa para lavar roupa ; a
tralur no mesmo sobrado ao sobir de ladeira da
S em Olmda.
Na estampara da viuva de Jos Lino Al-
ves Coelhocontinua-sc a estampar roaistos de
todas as qualidades dos Santos, que sao mais
festejados na provincia e toda e qualquer
obra de estampara com toda promptidao e
aceio e por preco commodo dvcrle-se, que
tem muito boas chapas viuda-, do Rio-de-Ja-
neiro ; na ra estreita do Rozario n. 12 e na
mesma casa tambem se fa/.em bolinhos de to-
das as qualidades.
Aluga-se melado do urna casa a pessoa
capaz com pouea familia no pateo do Car-
ino n. 24 ; na mesma casa vende-se urna negra
de m>iito bonita figura de nacao Boniruolla ,
de 20 anuos boa vendedeira compradeira, e
lavadeira.
Alberto Lavenore tem a honra deannun-
ciar ao respi'itavel publico que elle contina
a dar lices da lngtia Iranceza ; elle espera .
i||Mwaa que uesejao aprender a ita iiuKud,
'he dar a preferencia para que ello possa
cumprir como deve com seus deveres ; os pre-
endentes dirijao-se a casa do annunciante.
= abaixo assignado convida a tolos os
crodores do fallido .Vlanoel Pureira Guima-
rrtoi & Companhia para verem no cartorio do
abelliflo publico Mjnool Antonio Coelho de
)liveira a e-criptura de hypotbeca que o de-
udor sua sogra e os que tem direito a he-
"nca desla fi/.erao lavrar para seguranca e
'Irmeza dos pagamentos novamente contratados
om 20 e tantos dos ditos credores e estes fir-
maren o termo de acceite ; como pois a dita
oscriplura declara que s valida para aquel-
los que assignarem o termo, e nao para os
lescidentes, motivo pelo qual se faz este annun-
sq afim dos nao concordados firraarem o di-
to termo al o da 20 de Janeiro prximo futu-
ro, e em tempo se nao queixarem do ignoran-
cia. Da mesma escriplura se observa ter finda-
lo a adminstralo da casa fallida e ella na
iosse de Guimares com quem se deve enten-
der, os que tiverem negocios Os snrs., que
icceitarem a hypotbeca, podem sacar as lettras,
luesero pelo annunciante remettidas a Gui-
nares e quando acceitas resgatar os ttu-
los antigos, que bao de ser pagos novamente pe-
lo annunciante. Jos Antonio Pinto.
Precisa-se de 600g rs. a premio de dous
por cento ao mez, com hypotbeca oin um sitio;
quem quizer dar annuncie.
Da-so entulho de calica, e grande quan-
lidade de pedatosde lijlos ; na Camboa-do-
Carmo n. 19.
Aluga-se um sobradinho de um andar,
isoto para pequea familia, com armazem,
|ue serve pura carne secca na ra da Praia
i. 66 dolronte de Francisco Jos Ka pozo ; .
tratar na praca da Independencia loja n. 2.
Vendem-se 6 volumes do Panorama e' e urna barretina de guarda nacional, quase no-
Cornelii Nepotes ; na ra estreita do Ro/.ario, va ; na praca do Coiiiniercio botequim do
loja de encuadernador n. 10. Alenla.
Vendem-se os verdadeiros cortos de chal as Vende-se um bom cavallo de bonita figu,
para vestido, de gostos os mais modernos, e ra muito gordo anda de baixo a meio
lindos, que tem vindo a este mrcalo e ri- e muito liberal; na Rua-nova, aimazrm n 67*
quissimos cortes de colletes de gorgurao de soda = Vende-se una corrente moderna cot
a4000rs. ; na ra do Crespo loja n. 11 de 35 oitavas urna gargnntilba de muito |,om
Rento Jos da Silva Maga I bies. gosto dous pares de rasticaes de prata de
Vende-se um rico transelim de ouro por moeda compratoe thesoura dous plitei
IOOji rs. ; na praca da Independencia loja ros de prala de muito bom gosto e um ca-
n. 39.
aas Vendem-se as obras completas de Voltai-
re ultima edico em 7 volu ues em quarto ,
encadernados e com estampas por 158 rs.;
xorro de filia ; na ra das Trincheiras n. 1$
na mesma casa compra-se a obra de philoso-1
pbia por Damiron.
= Vende-se um moleque de 16 annos; urna
na ra da Cadeia do Recfe n. 37, primeiro escrava de nacao Cacange cozinha, cose, en-
andar.
Vendem-se nos Arrombados travs de 32
a 3 i- palmos de comprido e palmo e coito,
ditas de 40, de palmo em quadro, ditas de
25 de 7 polegadas em quadro enchams de
20, 25, 30, o 36 palmos, mos travessas de
30 palmos re toreados caihros ptimos para
coberta estaca de 20, 25, e 30 palmos de
comprido e 3, o meio de roda de imbiriba,
e de outras qualidades tudo por preco mais
barato do que em outra qualquer parte.
= Vende-se espirito do vinho a 1440 rs. a
caada e a garrafa a 200 rs. ; na Rua-bella
n. 38.
Vende-se um sof de Jacaranda urna
mesa pequea 6 quadros, um par de casli-
caes de vidro tudo em muito bom estado e
quase novo ; na ra do Livramento venda
n. 24.
Vende-so urna toalha de esguio nova ,
toda aborta de lavarinto de bom gosto ; na ru
do Nogueira n. 13.
Vendem-se bonitos chales e mantas de
Desoja-se fallar como snr. Joao Eslu- soda por barato preco ; na Rua-nova loja de
re Rerburena a negocio de seu nteresse ; Bonifacio Maximianno de Mallos, n 52
na ra do Crespo n. 2 ao p do arco de S.
\ntonio.
Aluga-se por preco commodo um
bom
otiio ; na ruado Nogueira ; quem o preten-
der annuncie.
Quem livor para alugar urna escrava co-
inhoira annuncie.
Alugo-se escravos, que sejo desem-
barassados para todo oservico, principiando das
7 horas da manhiia as 6 da tarde a vista se
justar o jornal, pagando-se bem ; na ra da
Cacimba no primeiro andar do sobrado do
recanto, at as_9 horas
Precisa-se de urna preta forra ou capti-
va o mesmo um moleque, que saiba cozinhar.
para o servico interno e externo de urna casa
de familia ; no quartel de polica a fallar com
o enfermero ou na travessa da Concordia ,
sobrado nico.
Aluga-se urna negra de meia idade, que
saiba vender na ra ; no armazem de cabos ao
lado do Corpo Santo n. 25.
Manuel Jos Pacheco de Mello faz sciente a
quem eonvier, que pretende dardinheiro sobre
bypotheca na casa n. 7 na ra dos Pescadores ,
a quem este negocio for prejudicial baja decla-
rar por esta folha no praso de tres das.
Compras
= CompraS-se 6 bracas de rede de pescar,
de mala anuda pata carnario anda mesmo
usada ; na ra do Rozario venda da e>quina
do beco do Peixe-frito n. 9.
= Compru-se as seguintes pecas dramti-
cas ; Gomes Freir o Hachador de lenha o
Sino dos duas horas, os Selle infantes de Lara ,
Entrada de Napoleao no Egiplo, o S)gano D.
ilodrigo, a Legitima herdeira do tbrono, inda
mesmo usados; quem tiver annuncie.
= Compra-se um preto bom oficial de pe-
dreiro ; na ra estreita do Rozario n 10, ter-
ceiro andar.
= Compra-se urna preta moca aue seiba
coser, engommor e com mais algumas hab
lidades ; na Rua-velba n. 57.
= Compra-se um missal em meio uso e
um ritual ; na ra do Queimado n 21.
= Compra se urna escrava de 16 a 20 an-
nos : na la dos Copiares n. 25.
Coinpra-se el lectiva mente para fora da
provincia mulatinhas crioulas e mais escra-
vos. de 13 a 20 annos, pagio-se bem, sendo bo-
nitos ; na ra large do Rozario n. 30, pri-
meiro andar.
Compra-se urna negrinha de 10 a 12
annos ; na ra estreita do Rozario n. 28 pri-
meiro andar.
leudas.
Vende-se farinha de mandioca de supe-
rior aualidade a 2800 rs. a sacca, e a 2i00
rs. oalqueire, por so querer acabar com o
carregament ; a bordo da escuna Ave-Maa
fundeada defronte do Passeio.
Vende-se um cavallo cardo muito
novo e bom carregador baixo at meio ; na
ra da Solidado venda n. 20.
- Vende-se urna toalha de lavarinto o
mais rica possivel e por preco commodo ; na
ra do Cahug loja nova franco -a n. 6
= Vende-se urna parda de 19 annos, co-
s" : e9o'?r!2 coiir.ha c wHiidn -, um
moleque de 16 annos opt mo para qualquer
officio ; duas cscravas do nacao quitandeiras,
o lavadoiras ; na Rua-direita n. 3.
= Vendem-se saccas com alqueirc da me-
dida velha de boa farinha de mandioca e di-
tas com gomma de engommar vindas de pr-
ximo do Cear por proco commodo ; ao p
do arco da Coneeico armazem do Rraguez ;
assim como tres bairis de carne salgada em sal-
moura por proco commodo.
as Vendern-se 200, e tantas caadas de azei
to decarrapato em barris, ou em pequeas
porcoes ; na ra do Vigario armazem n. 18.
=: Vende-se um diccionario de Montargon
por20Srs. obra mui interessante para pes-
soa que se dedica ao estudo de thevdogia e
principalmente para os parochos ; na ra da
Se riza Ha-vol ha n. 106.
- Vendem-se dous caixocs envidracados,
para amostra de vendas urna porcao de caixas
vasiasdo PSrto urna canoa com mais de 60
palmos de comprido fechada e dous vestua-
rios de couro que serve para qualquer pessoa;
na Rua-imperial n. 2.
Vende-se bolaxinha em latas de supe-
rior qualidade, chegada ltimamente de Ham-
biirgo ; na ra da Cruz n. 48 primeiro an-
dar.
Vende-se um pian no horisontal de cx-
cellentesvozes o de constiuccao ingleza ; na
ra da Cruz n. 48 primeiro andar
ss Vendem-se por proco commodo duas ca-
noas de milheiro de tijolos muito fortes e
concertadas de novo; na ra da Concordia,
armazem de madeiras a fallar com Jos An-
tonio de Moraes.
Vende-se urna escrava de 16 annos re-
colhida engomma cozinha e cose ; urna
dita ama de leite en ommadeira, cozinboira,
e eos tu re ira ; duas negrinhas, e urna mulati-
nha de 12 annos propria para mucamba ;
urna parda de 20 annos engommadeira e
costureira ; o um preto perfeito pedreiro ; na
rna do Fogo ao p do Rozario n. 8.
Vendem-se queijos do serWo inteiros,
a220rs. a libra e partidos a 210 rs. man-
teia ingleza a 640, e 720 rs. nevada a 80 rs.,
ler cascomalqueirede faiellosa 3500rs. gom-
ma do aranhoa 160rs.
gomma, e quitandeira; na Rua-direita n. 3
= Em casa de B. Lasserre & Companhia
ra da Senzalla-velha n. 138, acha-sca ven-
da farellode muito boa qualidade, em saccas
de 3 arrobas; assim como vinho de Bordeaux
em caixas de duzia por preco commodo.
Vendem-se pontos de tartaruga da moda
abertos, e lisos, tambem se concerta toda obra
de tartaruga ; no pateo do Carmo na loja do
sobrado da esquina que volta para a ra das
Trinrheiras n. 2.
Vende-se um caixilho todo envidracado ,
proprio para vender fazendas pelas ras; na
Rua-nova n. 55.
Vendem-se botins de bezerro francez,
borzeguins de duraque gaspeados, e de rsca-
dos do punta de lustro sapatos de palla de
couro de lustro para homom e menino bor-
zeguins sapatosde marVoquim, duraque.se-
tim e couro de lustro ; na ra do Livramen-
to n. 35.
= Vende-se urna venda com poufos fun-
dos u dinheiro ou a praso com boas firmas;
na ruado Forte nos Rairros-baixos n 4; a
tratar as Cinco-pontas n. 32.
= Vende-se assucar refinado de prmeira
i|ualidade dito mascavado e caf moida lu-
do por preco commodo ; na Ra direita rc-
li nacao n 10.
= Vende-se muito boa bolaxa de prmeira ,
o segunda uualidade > 9, 10, II, e 12 pata-
cas por i rroba farinha ptima para bolina por
13 o 148 rs. : assim como o bem coneci-
do lijlo de alvenaria tanto pela sua qualida-
de como em tamaito tendo de mais a van-
tdgem de se mandar desear regar naquellasobras,.
que tiverem poucos serventes; na ra dos Quar-
"'.2 ::. S .c .Manuel Amonio e Jesu>.
Escravos fgidos
imano arannaoa ours. e oulros mais ge-
=-- > ende-se um escravo de 22 annos cou-' eros de venda por preco commodo ; no pateo
rus de cabra, sola eseolhida cera amarella [da S. Cruz venda pegada a padara de urna
e oe carnauba pon as de eme. e bezorr<-s tu- s porta.
do de superior qualidade; na ra da Cruz j = Vendem se as memorias da camnanha do
"""*" "' 6L Snr- D- Pedro de Alcntara em dous tomos; Rgcire: na Ttp. db U. F. db Fabia=1843.
No dia 23 do corrente desapparece o
preto Antonio de 50 o tantos annos baixo ,
pernas arqueadas calvo, barbado grosso do
corpo; quem o pegar, leve a ra de Aguas-
verdes n. 44 que ser gratificado
= Contina a estar ausente a preta Calha-
rina de naco Angola de 20 annos, cor
preta, secca do corpo e peitos altura legu-
lar tem fulla de quase todos os denles da par-
te superior; levou vestido de chita, e panno
da Costa tem sido vista de panno preto e
vestido de chita noo para as paites da Rua-
direita na rineira e S. Jos ha todas as
desconfianzas de ter sido seduzida e estar uc-
culta ; quem a pegar, leve a Rua-nova n. 33,
que ser gratificado.
=r Fugionodia 13 do corrente do enpenho
Coneeico freguezia da Escada o preto Ama-
ro crioulo alto grosso do corpo de mais
de 30 annos, foi comprado a pouco a urna pes-
soa do Carery de nome Aleixo e de suppor-
sc que viera para esla praca aonde esleve
em o ultimo mez de setembro com o ex-snr. ,
ou que fosse para o serto ; quem o pegar le-
ve ao dito engenbo a seu sur Antonio Goncal-
ves da Silva ou na ra da Cadeia-velha ; lo-
ja n 50, que ser gratificado
= Desapparece na nouto do dia 24 do cor-
rente a negra Thereza de nacao Luanda de
35 annos ; levou vestido branco saia prela ,
e panno da Cola um taboleiro pequeo com
diflerentes perfumaras, mais duas caixinhasde
folha em cima com miudezas, que andava
vendendo ; de estatura alta bem preta, falla
alguma cousa atravossada denles aberlos, as
costas cheias de costuras levantadas, e tem o
dedo mnimo de urna das mos alejado ; quem
a pegar, leve a Rua-nova sobrado n. 65, que
ser gratificado.
= Fugio pela segunda vez na noute do oa
21 do corrente de bu do do brigue Marceal
um escravo marujo de nome Antonio, de na-
cao Mina alto, magro, rosto escarnadu, pou-
ea barba, representa 40 annos, tem urna forda
no p esquerdo sole o lornozclo, l< vou camisa
escura, e calcas de brim; quem o pegar, leve a
bordo do dito navio ou a os consignatarios
\iiiorim Irmos na ra da Cadeia que se-
r gratificado.


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