Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04499


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Full Text
-3
Atino (Je 184*. Quarta eir.i 30 Todo ror. fare*rl r no. mimi ; 4. non. prudencia, n>e.l,<:3o, tnergii : r.m-
MMM co priMiiiiMM, aeieawa aparatado* coa admirado Mre > Niwu mm
mUm. _______ (ProClanMtfi* da Aeiblea C*xal da iriajl ;>
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRISTRES.
Goinn, l'araiba, e ltiofrande du Norte, na aeguad eaaxiifetra.
Botuto (iirjilninn. i 40e 24.
Cabo, Serinhiem, Rio Pormoro, Pnrlo Cairo, Marain.e Ala;oaa no 1 11, e 21.
Pajeii 13. Sania AiUu, amia feiri, Olmda tudoaoa da.
88 Se?. 1, oitara s. Alexandr
?! Tero. 2 oilara Bertlt.ldo.
39 Ijusri. a. Jea Glinuco.
31 O/uuit, i. bilbmi.
1 sext. S. Macario.
sib. s. Francisco de Paula.
8 llun. i. Riovde
das da semana.
M Anuo XVIII. JV. 6'8.
O Diario i'uhlin si li)dos oa illM >|u* nin fortm SantiKndos: o proco da assijnatura I.
drttcsnul teis Borquartel MOJ diintadua. 0 apnuiicioi do .isKruinles uto inserido
jratt, eos tlotqtie o n*io forem A raijo dr SO re,:s poj linria,., A reelatnaci'c derem ler
dirijida a <-ta 1 vpograBa ro da Ctuzrt ]) .3. ou a |>rtr J independencia luja de lixroi
Ktimeroi;') e 36.
CAMBIOS so di, 26 pr auen.
Cambio sobre Londres 2H d. y. II .
> 4 Pars 3*20 reia p. franco.
> Lisboa 80 i S j>. 100 da pr.
Ocao-Moedadt 6,400 V. 1,,i0a 14.700
- N. 14.300 a 4,500
de 4,000 S. 100 a S.200
PllT PilacM l,6u0a i,tltti
1 .rt
1,640 #
1.4 40
1,6Sfl
1,660
1.4(50
l'mll l'fiis I adurmaies
Mn anus
muirla
MetU de cobre 3 por 100 di disconlo.
Uuconluilc bilhtdaAirandfi 1 e por 10*
ao mea,
Mrn. J,- Iriras de hnaa firmal 1 I ale}.
Preamar do .a 38 de Marc:.
1.a i 7 horas e V> ,. da naniM.
2. as 8 bgris e C m, da larde.
PIMSES nA L0| MU MK'A UE MA-HOO.
Qoarl, min;. 3--s H horas e fc<^ris da larde.
Laa Noa a 12- 4 horas e SSn. da nuuh.
Quarl. eraac. a 19-- S horas t 2S m da tarda..
Lu cheia 21) -- tvs 11 koraa e 39 m. da tua.lt.
IftlAR
l>E PBRNAilRUr.O.
mm
PART^ flFFICI AL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 2i DO CORRENTE.
Officio- Ao Director to Collegio dos Orlaos,
auctorsando-o para conceder licenga a dous ,
ou trez educandos do mesme Collegio disci
pulos de Msica lim de aoompanharem o
respectivo Mestro S as Festas da sema-
na Santa, e actos da Paixo assiin como
nos dias solemnes.
DitoDo Secretario da Provincia ao 1. da
Assenibla Legislativa Provincial, remetien-
do para seren presentes a mesnia Assemblea,
as infbrmagOes que se podero obler acerca
do numero, eapuroveitamento das Alumnas
d'anla deobstectrcia.
Portara- Ao Cirurgio Ajudante, encarre-
gado da vacina para remetter com a possi-
vel brevidade Secretaria da Presidencia qua-
tro laminas de puz vaccinieo, a fim de se-
ren enviadas Provincia da Paraiba.
Dita Ao Commandante da Escuna Pri-
meiro de Abril ordenando, Commando da dita Escuna ao primeiro 'T-
ente Fernando Lzaro de Lima lugo que
elle se lhe apresentar.
Dito Ao primeiro Tenente Fernando L-
zaro de Lima, para quanto antes ir tomar
possse do Commandando da Escuna Primeiro
de Abril em observancia do Aviso nmero
71 de 4 de Fevereiro ultimo e dar guia de
desembarque ao primeiro Tenente Desiderio
Joilo da Silva, o seu criado, que tcm de reti-
rar-se para a Corte.
Dito Ao primeiro Tenente Fernando I^a-
saro de Lima Commandante da Escuna
Primeiro de Abril determinando, que aroa-
nh de a vela para o Rio Grande do Norte ,
depois de ter recibido do Inspector da The-
souraria os objeetos que tem de ser en-
viados para aquella Provincia.
Dito Do Secretario da Provincia ao pri-
meiro da Assemblea Legislativa Provincial ,
remetiendo para seren presentes mosma
Assemblea as iuformaQes que se podero
obler acerca do esla-lo actual da Aula de
Botnica da cidade Olinda:
dem do da 22.
Oflicio Ao Exm. e Rm. Director doLy-
ceo para que baja de informar quantos a-
lumnos de cadi urna das Aulas do inesmo
Lyceo Ibro examinados em o auno prximo
passado ;. lim de poder ser satisfeita a exi-
gencia, que a tal respoito fez a Assemblea Le-
gislativa Provincial.
Portara Ao Director do Arsenal de Guer-
ra, ordenando que receba e conserve em de-
posito duas pecas de bronze de calibre 24 o
I de ferro de 12, viudas de Pitimb, eque
Ih(3 sero enLr "lues por ordem do Comman-
dante das Armas : assim como os ulensis, que
forneceo para a conducQflo de ditas pecas nao
obstante se terem alguns deteriorado.
Oflicio Ao Commandante das Armas, com-
municando a expadigao da ordem antece-
dente.
Dito Ao Inspector da Thesoiiraria da Fa-
zenda ordenando que mande pagar os pr-Jts
do Destacamento da Guarda Nacional de Ga-
ranhuns dos mezes de Janeiro e Feverei-
ro, sem embargo da divida do Commssario
Fiscal da Repartc$o da Guerra por nao ser
essencial a falta de claresa em algumas das
observaQO.'A da relago de wostra, nem haver
erro na conlbilidade segundo intonna o
mesmo Inspector.
Dito Ao Commandante das Armas orde-
nando em consequencia de requisigo do
Inspector da Thesouraria da Fa&enda. que
niuinle urna relago dos destacamentos postos
"as Comarcas, e das Fortalezas existentes
na Provincia, com declarago da forga que
Im, e dos abonos que lhes compelen! para
agoa e luzem relaeo mesma torga Tim
de ser esclarecido o Commssario Fiscal da
RrparttgUO da Guerra na conferencia das fo-
Ibas dos prets, e'dos vencmentos dosofli-
ciaes.
Dito Ao Inspector da Thesouraria da Fa-
zenda partecipando a expedgo da ordem
supra.
Portara-Ao Director do Arsenal de Guer-
ra para entregar ao segundo Sargento Mano-
el Antonio Porto que lhe passar o compe-
Ferreira para a Comarca do Cabo Francisco'
Gongalves da Rocha para a Cu marca do Rio!
Formoso Francisco Joze Medeiros para al
Comarca doBonito Joze Quintiuo de Cas-
tro Leo para a Comarca de Flores Jozo Car-
doso de (Jueros Fonceca para a Comarcado I
Brejo Galdino Ferreira Gomes para Co-
marca de Garanhiins Ron lo Jure de Sonsa
para a Comarca de Nazareth Luiz Jo/e de |
Sampnio Jnior para a Comarca doPad'A-
Ibo Joao de Sonsa Res para a Comarca da
ton te recibo, o fardamento, e mais objcolos Boa-vista Antonio Joaquim de Figueredo
nercessarios (>ompanbia da Guarda Nacional S'nhin para a Comarca do Limoeiro.
destacada na Comarca de Goianna, e que em
seu oflicio desta data nssevera acbarem-se
promptos : eordenando-lhe que fete e pa-
gue a canoa ; que os deve conduzir.
Oflicio Ao Commandante las Armas,
Dita ordenando que se passem nomea-
ges de supplentes dos Juzes Muncipaos aos j
Ci'lados sciiiintPS.
Bacharel Vicente Pereira do Reg Dilo
Antonio da Silva Noves Doutor Antonio Vi- !
communicandoooonteudo na portara prece- ceri te do Nascirr.cnto Feitosa Bacbarel Joa-
dente.
Dito Ao Inspector interino da Thescu-
raria das Rendas Provineaes ordenando,
que mande pagar o pret do Corpo de Polica
de 10 20 do corrente e que faga o mesmo,
quando se vencer o segunte.
dem do da 2.
Portara Ao Almoxarfe Pagador da Ins-
quim Joze Rodrigues de S>usa Dito Joao
Kloripes Dias Dito Francisco Bernardo (k-
Carvalhe para a |. Vara do Recife.
Bacbarel Joze Franeisco de Paiva Dito Jo-
ze Antonio Pereira Ibiapina'. Dito Fran-
cisco Carlos Brandan Dilo Joao Antonio de
Sousa Beltrfio Araujo Pereira, Dito Joao Fe-
lis de Brito Macedo Dito lose Raimundo da
pocgiio das obras publicas ordenando que Costa Menezes para 2/ dita.
v recebar da Thesouraria das Rendas Pro-i Doutor Zacaras de Goes e Vasconcellos ,
vinoiaes a feria vencida a fitn de pagar ho- i Hachare! Umbelio Ferreira Catio Dilo An-
je mesmo aos respectivos trabajadores.
Dita Dcmiltudo do exercicio de insnec-
tor Geral das obras publicas ao CoronH Gra-
tonio Joze de Sousa Gomes, Dito Luiz Pau-
lino Cavaleanle.Velltrz de Guivara, Dito Fran-
cisco de Paula Vellez de Guivara Dilo Fran-
BicliarH .Manocl Vicente Rilviro deS)iisi,
Co-onel Joao Jo.qum .la Cunha Reg Bar-
ros Bidiarol Domingos Lourenco VazCura-
duado do Corpo de Engenheros Firmino cisco de Sales Alvcs^laci"! |>ara Olinda.
llerculano de Moraes Ancora ; e bem assim
de qual queroutra eoirmsso de que se ade
encarregado eordenando-lhe que entregue
a di recoso dos trabalhos seo cargo aoenge- d> Dito Joze Ignacio Ferreira Rabella ,
nbeiro Vauthier. |Clristovfto Peesda Vieira de Mello, Toncn-
Ollicios Ao Inspector da Thesouraria da te Coronel !\i.noel Paulino de Govea Moni/.
Fazenda ao das Rendas Provineaes. eao iFcijo para Goianna.
Commandante das Armas parteeipando a de- Bochare! Felis Gomes do Roso Joze
ni' TIF V- "
Bacbarel Gervasio Luiz de S Carneiro*
Dito Antonio Pereira Barroso de Moraes, Ad-
vocado .Vanofd da Mota Silveira Coronel Jo
7c Mara de Barros Brrelo Tenente Coro-
nel Joze Faneisco Lopes Lima Major Joze
Proliro d'Andrade Lima para .Nazarelh.
Bacho re Joo Francisco Coelho de Bitan-
court Tenente Coronel Lourenco CaValcan-
te de Albuqucrq- >, Major Francisco do Re-
to Albuquorque Bacbarel Joo Francisco
Cwatcavtede AllHlquerque Dilo Joao An-
tonio Cavaloante de Albiiqucrqiie Dilo Joze
Pereira da Silva para Pao d'Alho.
Coronel Manoel Ribeiro Granja Domieia-
no Pereira Rran.Jao Major Marlinboda Cos-
ta Agr, Joao Severiano Lima, Manoel Nuiles
de Barros Major Cornelio Carlos Pcixoto
d'Alencar para Roa-visla.
Raciiarel Joze Francisco da Cosa Comes ,
Tenente Corone! Jo.io de Moura Borba Di-
to Clnistovao das Merces Guncalves Guerra .
Major Jo/e l.eo Pereira de Mello Advoca-
do Antonio Joaquim Ferreira Prolbssor bo-
verino Alexaudre Vilarim para Limoeiro.
PREFEITFRA.
Parte do dia 2i do corrente.
Illm. o Exm. S.= Foi hontem pelas dez
borada noi te preso na Povoagao dos A (Toga-
dos pelo sub-prefeito d'esta Fregueza em
occasio em queandava iTcrutando ocreou-
lo Silveslre Jos Rodrigues por lhe ser ap-
prebendi urna faca de pona ; foi remet-
tido para a ndela lim de pausar a dispo-
sico da juslica.
NTER 10 H,
missio de qii" tracta a portara supra.
Dito Ao Engonbciro VauttHer, communi-
cando oconleudo na citada portara, a ord'-
Marlins Pereira Montero Tenente Coronel
Joze Pedro Velloso da Silveira Capito Mor
Manoel Tbom de Jess Capito Henrique
nando-lbe, que quanto antes passe tomar Marques da Kj|v;i. Advocado Homem Rom So-
conla da direogo dos trabalbos, que estavao ares de Mendonga para Santo Antao.
a cargo do demittido. Bacbarel Antonio Joaquim Aires doNas-
Portaria Nomeandoao primeiro Escrip- cimento, Capito Pedro Velho Brrelo, Di-
turario da RepartcAn das obras publicas. An- to Francisco -Paos Barrero Tenente Coronel
tonio Francisco d Moma para servir inte- | Agoslinhoi Bizerra da Silva Cavalcante Ma-
rinamente o lugar de Administrador Fiscal da oe| do Carmo Cana d'assiicar Major Joa-
mesma Repartigao.
Oflicio-Ao Inspector da Thesouraiia das
Rendas Provineaes,communicando a nomea-
gao supra.
Poetara Mandando passar ttulos de Ju-
zes Municinaes aos Baobareis Francisco Do-
mingos da Silva e Jos Nicolao Rigueira Cos-
ta para o Termo do Rooife Francisco Ro 'li-
gues Selle para o Termo de Olinda Manoel
Jos da Silva Neiva para o Termo de Goian-
na Jos Felippede Souza Leo para o Ter-
mo de .Santo AntAo Antonio Jcaquira de
Moraes e Silva para o Termo do Cabo Fer-
nando Allonso de Mello para o Tormo do Rio
Formoso Herculano Gongalves da Rocha pa-
rn o Termo do Bonito Lourengo Francisco
quim Pedro Patriota para o Cabo.
Bacbarel Pedro Gaudianno de Rales Silva,
Dilo l'.hrislovjio Xavier Lopes Tenente Coro-
nel Pedro UcHoa Cavalcante Dito Joo Rap-
tisla Accioli Lina Joo Manoel de Ranos
Vanderley Joze Eugenio da Silva Ramos pa-
ra Bio Formoso.
Major Andre Barbosa de Mello Tenente
Coronel Joze Moureira A Ivs da Silva Anto-
nio Teixeira de Carvalho Martinlio de Mel-
lo e Albuquerque Joze Joaquim do Olivei-
ia Calaaana Francisco Xavier de Lima para
Bonito.
Major Manoel Pereira da Silva Dito Ma-
noel Domiugnes d'Andrade Bacbarel Jo/o
Jernimo Cesar Loureiro. CapitjQ Manoel
d'Almeida Catanho para o Termo do Brejo irerreira Rabello Commandante Superior
Candido Autran da Malta e Albuquerque pa- Agostinbo Nogueira de Carvalbo lente
rao Termo de Garanhuns, Joaquim Hisinio Corone! I'rancisco Barbosa .Nogueira Paz para
da Molla Silveira para o Termo do Pao d'Allio, i I' lores.
Joaquim Joze da Fonceca Jnior para o Ter-! Bacbarel Joze Francisco Pereira Nianna ,
pgjj Ionio Francisco Cordeiro de Carvalbo para o
Dita -- Mandando passar nomeaeos de Pro- Brejo.
motores Pblicos aos Hachareis Joze Bernardo ; Radiare! Joo Nepomiicono Xavier de M-
Galvo Alcanforado para a Comarca do eei- dont, Tenente Coronel Antonio leixeira
fe, Antonio Hercnlano de Sousa Bandeira pa- de Macedo Bacbarel Francisco Machado Ib-
rao Termo de Olinda Francisco de Paula as Tenente Corone! Joze d'Albuquerque Ui-
RodrigiieadeAlmoidanaraaComarcadeGoi-.valcjite Coronel Uurengo Btzerra (,aval-
anna, Joaquim Jorge ,Ios Santa para a Go- te dAlbuquerque Raoliarel Lowenco
roarna de Sanio AntAo Fmnoiaco ATnn | Maceado Das par* .arjuhuw.
nio DE i&nBiHQ.
>'o anniversarip natalicio da serenissima
Princeza Imperial bouve osseguinles despa-
chos :
Ohiim daRo/i. -- Digpilario. 0 bia-
deiro Antunio Correia seara no Rio Grande
do sul. Ofliciaes Os coronis Vj^Qonda de
Caraam e Francisco Antonio de Bitaucourt,
e Manoel Joze de Albuquerque, inspector da
thesouraria do Cear.
OmiEM ni: AviZ. -- Comineudadores. O
brigadeiro graduado JozeMariu da silva Bi-
tancourt e o eommaiulanle do batali.ao n. 12,.
Francisco Joze da silva.
Ordi:m DE CimisTO. Commendadorcs. O
conselbeiro de estado Joze Carlos Pereira de
Almedfl Torres, odeseuibargador Manoel Ma-
chado Nunes e Joze Paulino de Albuqueiquc
sarment chefe de urna das legics da G. X.
da provincia das Alagoas. --- Cavalleiros.
Joze de Cupertino Ferreira, Joaquim Joze
Moreira Maja, Dr. Francisco Freir Allemo ,
Lourenco de Assz Pereira da Cunha Juveu-
cio da Rocha Maciel, Henildo de s Charem ,
Dr. Joao Antonio de saiupaio Vianna Jo/e
Rodririues Villares e Francisco Joze da Graga
sampaU).
Capella Imperial.^Conego bonorano.=u
vgario do Paty do Alleres Manoel relizanlo
Nogueira da Gavia.= Preg:idores.= O prior
presidente actual do mosteiro de s. Bu uto da
Babia e o prior documento do Carmo da
cidade do Pura. _
N. B. Foi despachado cirurgio de divisan
com a graduago de tenente coronel o ci-
rurgio merd'e brigada com a graduagaodc
major, na provincia do Rio Grande do sul .
Cbristovain Jos Vieira.
Foram tamben promovidos a alferes diver-
sos alumnos da Escola Militar,
Fa/iamos votos por nao ter devoltaraps
(> myAtWW** P negocios de. >. Paulo: v.mo,
to i-medadas lao contradictorias a^ noticias
qii davam os J:cnodi<.vs do goyw-no ed-lac-
go que Bul sabamos di^vnitr p verdade...


uJB4SEesSJ.
apngririBrignw.ni^'ggE:
lo fabuloso* Oque comprehendiamos per-
felamente era que em S. Paulo o partido da
desorden) nao lefia forga para um rompmon-
to contra a ordem publica, e que s o gover-
no poderia alear ulli -a rcvolla. Aiuda inais
nos conlirinavam nesla opiuio as carias qu
vamos da capital da provincia asquaes da-
vam o partido da ordem Cuino muito numero-
so e animado, e sobre tudo a din-ceo que to-
Hiava a faceo Cujos cheles nao recuariam
ante urna revolugo, se a pudessem fazer:
bem os conhecemos nos e applicamos-lhes
nesla occasio o rilao Gesteiro que fez um
cesto, fazumeento, leudo verga o tempo :--
Terga nao linham elles, e por isso nao /.e-
raro a revoluco porque lempo tiveram '
de sobra e mais Ibes daria o governo, seca-
recessem.....
Nao ha porem remedio : a declarado que
abaixo traiiscrevemos de varios depulados
urovinciaes de S. Paulo entre os quaes bri-
lliam os (( res pauislas publicada a pedido
( tolvez do snr. Limpo) no Jornal do Cotn-
gieroio', nos obriga u romper o silencio que
nos baviamos proscripto. Essa declaracao
Dfio nada menos do que a gravssima aecusa-
g.lo feita ao goveruo de ter mentido nac.ao ,
quando na circular aos presidentes das pro-
vincias noticiou que a de S. Paulo linhn
volado a SflU estado normal, eslava tranquil-
la e que os cheles do movimenlo haviam
prometlido que feriara que fossem ejecutadas
os leis contra as quaes representaran). Os
signatario* di declaracao protesta m con Ira as
as>erces do ministerio, negam a existencia
de tacs promessas, e afflrmam quefaraos
leis sanceionadas tanta quanta oppoigao
Ibes permitleni a consliluco e as leis.
De passagem diremos que, para nossain-
tolligencia cuita, nao sao comezinhas essas
Ultimas pa!avias : se nao expor-se ao ridi-
culo e zom baria dos praguontos dizerem 08
( reis pauislas que bao de fazer opposi-
cfto a leis sanceionadas na esphera da cons-
tituic&o, entao parlo da inais sublime me-
taphysica social pouco intelligivel para
o pobre vulgacho que nao entra nessas
cavallarias altas.
Deixemos porem a parte burlesca da decla-
rado para nos entretermos com a outra ,
em nossoconceilo essencialissima e que nos
deve dar a cravera para jolgarmos da morali-
dad;: o ministerio. A menlira em qualquer
individuo um vicio, mas sempre crime no
governo, que por esse modo so envilece e re-
Ijaixa na opiuio publica; e se com efleilo o
ministerio meotiuao paiz, nao sabemos como
uo deu sua demissao logo que a mentira foi
descabella corno aiuda fazem parte da admi-
nistraran como en Iran nos conselhos da co-
ra homens que se atreven) a escrever falsida-
des em actos ofllciaesde tal importancia co-
mo essa circular aos presidentes!.... Que o-
pinio se far da uagfio quesoflre (al ministe-
rio," que cor.ceito merecer o partido que o
sustenta!'!__ Compre examinar a aecusa-
gao e nao oond< mnar os ministros em causa
la o grave; semattender a todas as circuns-
tancias.
Releva dizer que desde 2 de marco te-
em sido mal considerados os negocios de S.
Paulo: a hesitagao e vacillaerio do ministerio
em demilliro sur. Raphael Tobas de Atildar.
agente e representante do gabinete-ccete,
trouxeram lodos esses resollados (ue boje de-
ploramos e devem incommodar os ministros ;
a nom.'/ieiio do snr. Alvim para presidente de
S. Paulo foi oulro erro nao menos tortil em
ms consequencias : o sur. Alvim nao era ho-
mem capaz de dar dircrg/io ao partido da or-
dem e menos anda poltica da provincia ;
foi, como se devia esperar, um presidente
psssivo, dominado de temor; e, querendo
conservar nao sabemos que posicao entre os
partidos, perdeu inteiramente a causa do go-
verne, j demasiado compromettida naquella
provincia "pela rontinuacftoda presidencia do
sur. Tobias. Igual erro se nao maior, eom-
metteu o ministerio nao habilitando o pre-
sidente actual com Torcas sullicientes, logo
que teve noticia da descomposU e celebrri-
ma mensogem e pretenden lomar a posicfto
que nica Ibe cumoria. Os desordeiros per-
suadiam-se que a chegada da me usa ge m a cor-
le precedera a demissao do ministerio so-
menle o lempo necessario para se lavrarcm os
decretos; nada haviam preparado nao t-
nhnm meio.s de fazer rcvoltar os povos: ora ,
se o ministerio manrihsse com a resposla que
deu depulacao, dous ou tres balalhoes,
coro mandados por ohlciaes de confianca co-
mo mandou os vasos de guerra pie inda con-
serva em Snelos, sedemittisse immedialameTi-
te todos os empregadoa pblicos alectos
desordem para que a fizessem com seus pro-
prios recursos c nao com os da autondado ,
odemos astsegurar qua os proteslos de obedi-
enca que fizeram os desorden os a titulo de ^^
neiii,,rfla nao seriam, como foram tomen- drigues de Lampos luil.
\H' -------I WUIHU"* .\\ **-*- *. --.......------ j ----- ---------- *--
duvida sero fataes ao imperio na prosonga de Constituicao e ordem publica.
. .. i....;.. / urna facefto que so agita e obra cbm audacia.
j Energa e vigor sao os pr'meipaes dotes de un
governo em pocas de perturbado e de des-
orden).
A PELICITACAO da assemblea fllminknse.
Foi approvado na assemblea provincial
do Rio de Janeiro um requerimento feliei-
uinle
conrilcn nao seram como lunin ,;;^Trjoao',(>vs"pinT,nno Sores.-tlde
tidos nem aconsejados pelo desojo de ga- Rangc 1 -Joao uryspiir .
nbar tempo e preparar meios de combater o fSL^ZS^tl^ W^
gyerno. p,nilPCeu-se de quem Eslar firme no proposito de fa/.er toda
en, sns perUd^s palcas M-j. *S^iSSZ r l -nocional polo
f^^Z^dl^V^ou^tmdo Brazil!....E quemis espera o govemo que
dessea >*"; de engaos eem- nao demitte o impvido Sr. Joaquim Joze
^SKSSW'qS*^^ r,sp,,clos Si,va'seu lhesU,e"'em
nbar o poder que nflo podem conquisUr pela Paulo?
intelligencia. .
A JeclaraCo a que nos Teferiamos no prin-
cipio deste artigo, por essas consideraos que
ltimamente tiz-mos nao nos merece o me-
nor crdito; nao duvidamos que o snr.. Baro
de MonlWlegre de carcter franco e Il.ano ,
naoexigisse documento algum dos cheles dos
faccioso*, e que estes, aconselhados pelo
perverso autor da metaohysiea social.. ne-
guem agora oque entre elles e o presidente
de S. Paulo se passou na oecasiio em que so
contavam perdiJos. Por outro iailo parece-
nos impossivel que o presidente ja por sua
posico, j pela gravidadedo negocio des-
parte ao goveir.o de fados que nao tiveram
logar e assim se comprometlesse a si e ao
govemo saliendo que os fados relatados em
sin correspondencia nao deixariam de ser pu-
blicados. E acredilavel que O govemo UI-
venlasse essa menlira ? Preciso e nao ter a
menor dse de bom sen so para o acreditar.
Demos que os ministros tenbam perdido todo
osentimei.to de moi.alidade ede pudor, que
nfto hesitassem em publicar ofiicialinente
urna menlira; peguntaremos: -- quelvne-
cio Ibes resultara d'alii ? Mas da menos
dia a verdade appareceiia os ministros l-
cariam como mentirosos e esse crime Ibes
apressara a queda : no caso em queslao a
verdade seria o nico meio de triumpbar:
que mal poderia d'ahi provr administra-
do? Todo o mal recahiria ao contrario s-
breos facciosos, que dariain mais una pro-
va naco de sua bypocrsia e m fe. O mi-
nisterio que quer plantar no paiz o governo
absoluto nao rab'uia em crin to grosseiro ,
em trajiassa tao inmoral, como essa de que
oaccusam os facciosos, seria urna esperte-
za de rato que nao poderia evitar a ra-
toeira.
Estas considerac-s que nos parecr-m de-
nunciar a falsid .de da declaracao sao pre-
sumpeocs muilo fortes em favor do ministe-
rio; mas nao as damos como provas conclu-
dentes em negocio de lanta ponderaQo: ne-
nbiimas relaces temos com o ministerio a-
guardamos por tanto suas explicagoes para
lirtnarmos nosso juizn parecia-nos mesmo
que ellas deviam acompanbar i declaracao no
' Jornal do Commeici '. que com tanta snf-
freguido quiz desacreditar o ministerio pu-
blicando-a h a rogo !...
Altenda o governo aos fados, e condua
dells o que tantas vcz.es havemos conclui-
do.' a poltica expectante a vacilad'" 'i a
Requeiro nue se peca por intermedio
do presidente da provincia dia e hora para
que umacommissaode 7 membros parparte
(l'esta assemblea provincial se dirija aos pos
do throo para protestar a sua adheso
pessoa augusta do Imperador e s instituicoes
juradas, e agradecer ao mesmo augusto se-
nhor e ao seu governo a energa com que lem
sabido sustentar a dignidade do Ibrono e os
esforcos que tem feilo para dotar o Brasil de
leis capazos de reprimir a audacia das faccoes
ede mantera seguranza etranquillidade pu-
blica. Em 12 de marco de i812.=F. J.
Cerdoso.*
Bem fraca foi a disenssao deste requerimen-
lo, nem de outro modo devia acontecer pela
maneira porque foi redigido : nao ha o me*mo
vicio da represen taca o de s. Paulo; a assem-
blea nao leve de deliberar sobre vantagensou
desvantagens de leis geraes. de direcc/io po-
ltica ao pah sobre virtudes ou crime do mi-
nisterio. O snr. souza Franca que afdeem
desejos de manifestar sua adheso aos res de
s. Paulo leve de circunscrever sua opposigao
inulildade da felicita(;o, como sealguma
utilida le publica resultasse aos povos de feli-
citagoes; fl depois recorren aos aigumentos
ad hominem, ad verecundam; quiz por um
momento enoelar a discusso da le que re-
formou o cdigo do processo mas para logo
aabandonou. O Snr. Rodrigues Torres aca-
hou d- convencers COJlsiepcias. timoratas,
declarando em bello discurso : qua vola-
va pelo requerimento apesar de se ter pro-
nunciado na cmara dos depulados contra a
leido conseibo de estado.
Com effeilo a assemblea provincial do
Rio do Janeiro patenleou anda n'esta occa-
sio seii amor erespelo a constituigo e ao
actnaddi'ional e nao ullrapassou OS limi-
tes que Ibe impfleessas duas leis. A fe|ci-
toria as suas mos umadcpulagao inlera,
Armada do poder discriconario de eli.nnar
actas vera sempre Ilegalidades nos collegos
em que Inumphassem seus anti-religionar-
ose assim apurara s as daqueiles em que
o seu partido bouvesse alcanzado victoria.
Temos para nos que o coliego de S. Malhe-
os exorbilou tanto no augmento miracuioso
dos seus eleitores quanlo os demais collegos
da provincia em que venceram os Alencares
na preterigo de todas as solemnidades da lei;
mas a quem compete o conbecmento das il-
legalidades commetlidas por um e outro par-
tido a cmara temporaria c s a cmara tem-
poraria. A ella o eliminar as actas mons-
truosas elU ocorrigir os vicios deste ou
daqueile collegio ; a ella em suma dar o seu
juizo sobre a eleico em gerai confirmando-a,
ou mandando proceder a urna nova.
Nem se dig) que o augmento do coliego
muto escandaloso por quanlo o queconvem
mais que ludo salvar o prinepio nao esta-
magar-nos que este principio deve sempre
ter por diante lodc o partido que confiar no
seu futuro c nao quizer ober um triumpbo
enhemero.
Mas a opposicfio est dentro das raas do seu
plano de campan ha quando propala taes ideas.
A opposicao constiluiu-se a defensora tenaz
obstinada de tudo quanlo contraro a le.
Parece que nutre no fundo d'alma a convic-
io de que s pela anniquillago total do nos-
so systliema de governo pode alcancar o po-
der. Assim pois nao perde occasio de advo-
gar sempre todo o principio de que se podem
deduzir Mages subversivas da constituicao e
das leis. Anda ha pouco instava com a co-
ra para que violasse a constituicao no
exeeutando urna lei da assemblea geral e
agora advoga a causado urna cmara muni-
cipal que usurpando as attiibuics da cma-
ra temporaria teve o arrojo do nao apurar a
acta de um collegio !
Mas nao admira queassim procedam aquel-
los que cstao de continuo fazendo provocaces
revolta o nao acreditam na salvacao do paiz.
seno'dcpois qie S. Pedro se all'.ar a S. Pau-
lo isto depois que a causa da damagogia
for preferida causa da coiisltuiga' 8 do im-
perio. (Brazil.)
BAHA.
Quando nesta Citfade algucm assevcrou ,
que a Assemblea Ligslativa da Provincia da
Baha representara em sentido opposlo ao da
mensagem da de S. Paulo liouve um Snr.
Deputadoda Assemblea desta Provincia que
asseveou que tal noticia era falsa que era
um ardil do Governo para embabir incautos;
e de involta com estas ou sinilbantes asser-
coes lanc,ou-se contra o Governo quanlas aC-
cusag s oesorroro a quem arda em dese-
Priivinci.i como culpado
jos ile o a presen lar a Provincia como
." de todos ns pecados polticos e al do ncfai)-
laeo da assemblea fluminense nio nem um do da mentira. Eisaqu agora a resposta es-
protesto contra a da S. Paulo nem elogio a s:i impiilagao to chela de ollensa como baha
certas e determinadas leis mas smenle I de fundamento. A Assemblea Legislativa da
a manifeslacao de seu amor a monarebia l Babia represeolou como se dissera, e re-
Islonopassadeumabbceonhespanholada Ge ara mandado a cmara municipal da capi-
Os abaixos assignados membios da sembla legislativa da orovinca de S. Paulo, vercomprehendido na apurago existente a
declarain mui solemnemente que nunca
; protestaran) nem promeltoram ao preaiden-
te da provincia o Exm. Sr. Baro de Mont'-
Alegre que seria executada a reforma do c-
digo do processo e muilo menos que promo-
vera m a sua execueopoSs que sempre es-
tiveram e continan) a eslar no firme pro-
posito de Ibe fazer toda quanta opposgao fr
possivel dentro da rbita das leis ; sendo por
I conseguinle falso o que a esse respeito se \'
l na circular do ministro do imperio, de 17 de
(t'evereiro prximo passado. S. Paulo 4 al
margo de 1R2.Mari Un Francisco Ribeiro
de Andrade.Antonio Garlos Ribeiro de An-
drade Machado e Silva.Francisco de Paula
SoU7.Bapliael Tobas de Acuiar.Auto-
presen tou no sentido que si? alliiinara : si es-
ta documento em vez de Confirmar a noticia ,
cuja publicando nfto sabemos porque fbiattri-
biiida ao Governo fosse em abono da asser-
Em um artigo com pretenges de faceto i serc.ao do nobre depuliido aecusador como
combate o Maiorisla ohaver o presidente do nao desl'eie.'.ariam sobre o pobre acu:ado im-
( Senlinella. )
ELEl^Afi DE S. M.VTIIFA'S.
,ca de um collegio.
As possoas que tem a mais simples idea do
systema representativo domodo pralico de
se proceder as cleiges entro nos nao podem
deixarde louvar o procedmento do nobre pre-
sidente. Nnguem ignora que a apuiago das
cmaras municpaes nao passa de um trabalho
material de contar votos, albeoa toda especie
de decisAo acerca da legilimdade da elego. E'
a oulro poder, cmara respectiva que na ve-
riOcacaodos diplomas de cada um dos seus
membros compete combinar as actas com a
le, entrar no conbecimenlo los vicios da ele-
go e proceder em conformidade.
E Dos nos lvre que vogasse outro princi-
pio. As cmaras municpaes apuradoras se
.,llll/a.-----l\,li!l,l< I lilil.i.-. ,iv. j-1-.ni-.i ----ni"" c.....- --------
nio Clemente dos Snelos.Joaqnim Flori- tornaram os verdaderos arbitros da elego ,
anno de Toledo.Antonio Manoel de ('.am-j fariam e desfariam depulados coi a maior sem
pos Mello.)r. Joaqnim Antonio Pinlo Ju-! ceremonia. Basta va que Iheconstasse a pre-
nior.Jnfto da Silva Cario.Gabriel Jozej terigo de tal ou tal solcmnidade, o augmento
I Rodrigues dos Snelos.Francisco Joze de; deste ou daquellc numero de eleitores para que
Azevedo Jnior Joaqnim Ignacio Rama-1 deixasse de apurar algumas actas e assim lzes-
i)ho.Antonio Perera Pinto.Jacinlho Joze, se depulados a quem melbor Ibes parecesse.
Ferraz de Araujo.Joze Joaqnim de Facer- Destai te a victoria seria aicangada to somen-
ja.__Franc-sco Alvares Machado e Yasconcel- to na cmara municipal da provincia. Apenas ifis iotnpeiuieinente aecrcwu, |--
ios.Manuel Joaquim do Amara! Gurgel.' senhora dessa posgo a faego triumphantoi vem effefvamenta dimanar a consolida?*
pulagdes sobre imputacOes Mas ora que
est provado que si o Governo pubcou essa
noticia dissee publico'] o que era real e
verdadeiro que se pode responder no acusa-
dor ? ~ que o Snr. Deputado negou um fac-
i onde m f sabefido que elle exista o
confiado em que naquelle lempo nao so fie
poda provar a sua existencia ou por levi-
anda.le que nao pode ser relevada a quem do
tanto e to velho tempo se preparara pa-
ra combater osards .Jos absolutistas, as
malversagoes dos agentes do poder, lal-
vezacbeoSnr. Ucpntndo que odilemmabe
forte ; nao se moleste por tAo pouco, que
quanlo a nos a maior parte da latica dosop-
posicionislas procede das boas disposicoes que
elles lem para fazerem logo que poderem ,
aquillo mesmo deque elles acensan) os seus
adversarios: a experiencia al est, quemis
alto que nos falla ; e com ella pode-se dizer,
que isto he regia que nao lem excepgo.
Senhor.A assemblea legislativa da pro-
vincia da Baha intima mente convenciila de
que da independencia e livre exercicio dos po-
deres polticos reconhecidos pela constituigao.
e da inleira observancia, e fiel execugo das
leis competentemente decretadas quede-


--- ^ ..,^.:. -.. ., --
das instituiQes juradas, a conservado da
inonarcbia constitucional representativa ea
prosperdadeda patria, julgade seu imperioso
dever, as actuaos circumstancias do impe-
rio levar ante o throno de V. M. I. seus
-puros sentimentos'de lealdade e adhesAo e
os solemnes protestos da mais decidida coope-
rarlo na mantitencao desle salutar principio ,
a"*y*rJ*i
i
data foi declarado que a antiguidade las car-
consignado no pacto fundamental do es- tas de titulo do consellio se deve contar da
t*do. (data doconhecimento em totea pelo qual
Sim Scnhor a assemblea legislativa da os agraciados mostrem havereno satisfeilo no
O Governo Imperial por Decreto do 19 de i constantemente sido frequenlada de um <;ran-
Fevereiro restabeleceu o lu^ar de director ge- de numero de alumnos, c em fin elle tem
ral dos correios : por Decreto de ti" do mes-' bulros muilos couhecmentos alem dos de
moconcedeu privilegio exclusivo por 15 anuos | luigoa latina o (pie a meu ver, deve ser
fabrica de vidrosdo Uio de Janeiro. Pelo! atlendido ; pois o mestre de Latim nunca o
de 26 reformon a Secretaria d'Esla lo dos ne- poder ser bom se tamsomente souber o seu
ocios eslrangeiros. Vor outro da mesnia] qui quoe, quod, e consultar alguns des-
thesouro os competentes direitos. l'elo
de 2 do corrente aboli o lugar de Juiz de l)i-
reito do Civel de Coianna. Pelo de 5 regu-
Rahia reconhecendo como to los os habi-
tantes da provincia de que ora inlerprete ,
que V. M. 1. attendendo aos votos da na-
gAo brazileira tem empregado a maior soli-
cilude em firmar as bises da ordem pul)lica e
da liberdadedos povos mediante oconcur-
soda vontade nacional manifestada pelo or- os novos estatutos da escola militar. Tamben
go de seus legtimos representantes, uo j deu nova organisaco pagadoria das Tropas
pode deixar de aflmente pronunciar sua pie- da Corte, eao Museo Nacional,
na reprovagAoa qnalqunr acto tendente a trastar a acg.Ao dos poderes constituidos,quan-1 pachos que houvernm por occasiAodo anh-
ses livrosvelhos a que os Jezuitas dero o
nome de, Ordo verborum, o c os nossos
estiidanles lhes do o de a Burro. Ja em at-
tncAoaos mritos do Padre J. Rafael o Exm.
Sr. Presidente par murta do Padre Francis-
co llie mandn oll'erecer a cadena do Lyceo,
a que o dito Padre nao assentio porIhe ser
julgamento da suspecao no caso da Orde-
naco liv. 5. til. 21 c Pelo de l aprovou
do por parte de alguma fracgAo do povo
brazileiro haja, de apresentar-se lio des-
corr munal pretendo.
versaro natalicio de S. A. I. a Senhora Prin-
ceza D. Januaria.
OConselho d'Estado encetou os 9CU9 lr-
SAo osles os votos da assemblea da provin-i balitas e est ainda composto soinente de
cia da Bahia quoV. M. I. se dignar de I doze conseltieiros ordinarios e extraordinn-
acceitar com os de |iomena>;em amor e ll-j rios : parece que o Governo Imperial nao
delidade que consagran unsonos e constantes
todos os Habanos sagrada pessoa deV. M.
pertende [ior ora fazer novas nomeaces.
Na Corte e na Provincia do Rio de Jane-
I. a quem Dess guardo por dilatados a ti nos, ro estAo cm exeeucao as dispusieras da refor-
como bavemos iiimci-. ma judioiaria e ja os povos viio collieudoos
Paco da assemblea legislativa da provincia j beneficios dessa salvadora le que suas n -
da Babia, 7 de marco de 1842, vigsimo I cesaidudes reclamavam e que por sistema
primeiro da independencia e do imperio. 'se tem feito urr.a opposigao que nenhiint u-
Thomaz Xaxier Garca de Almeida --Joo poio tem na maioria da Nacao.
Mauricio Wunderlev 1. secretario.Ange-
lo Muniz da Silva Ferraz 2. secretario.
Ouvimos fallar da apprehensSo que o Sr.
juz de paz da freguezia da ra do Passo lze-
ra, no da 27 de fe ve re i ro de orna porgao
de proclamagescujo numero excede a 5,000,
diz-se em urna casa na mesma freguezia .
por denuncia dada ao governo da provincia ;
e como nao falle porabi gente bem intencio-
nada que tenha-se aproveilado df.ssa oceur-
reucia para incidir terror na popuIagAo com
prognosticos de breve rusga devenios algu-
mas informages sobro esse facto para que
nao produza nos nimos timoratos o ellei-
lo desfijado por esse especuladores. As pro-
clamages apprehendidas concilavao sem du
vida o povo rusga ; mas na falla de ele-
mentos polticos que exacerben! e disponhao
os nimos pois que o tal palanfrorio das li-
berdades publicas e dos direitos do cidado ,
<5c. ja poucos sectarios allrabe ao seu pen-
dan ; nAo sendo possivel urna boa rusga poli-
tica laia da de novemhro do 1857 projee-
tou-so urna rusgazinha religiosa assim por
modo de urna que em 1850 appareceu em
campo de opa o balandro e cujea c Iludios
ainda boje se podem contemplar no eeniite-
rio que actualmente faz reconstruir a casa da
Misericordia. K pois era o Ibema das pro-
clamages que, tend o Snior Rom Jess
lou a maneira por que se dever proceder no; mais convenierite exercer o seu magisterio na
freguesia de S. Fr. Pedro Gonsalves.
Mas (pie o Professor da Boa-vista quizosse
imitar ao.lito Padre Rafael nao era de espe-
rar. Qitealega esse Professor, qna ainda
naoconla um annodc serYigo ? O ser substi-
tuto cadeira no impedimento de seu ante-
cessor ? Ja Ihe aproveilarAo estes servigos pa-
ra ser prvido na cadeira-, pois, se, elles nAo fos-
sem o F,x-Presidente a '.aria cerlamente ao
outro oppositor. Que grao deoomparacao se
encentre entre a cadeira de Latim do Liceo e
a da Boa-vista ? A do Lyceo con la 121 alum-
nos a rf a Boa-vista 55 ; o Professor do Ly-
ceo tem a seu cargo o ensiar a Grammalica
Purtugueza ea Latina, o da Boa-vista s a
Latina; o do Lyceo, logo que o plano da refor-
ma esliver de lodo em exeeugAo ter de dar
aula duas vezes no da oda Boa-vista urna
S vez ; o do Lyceo est SU jeito a urna campa,
que Ihe loe a hora em que deve principiar
us-seus l'rabalhose a em que fihalsar, est
su jeito a um Bedel, que Ihe marca os [ionios,
e a immediata inspeegAo de um Director, eo
da Boa-vista elle mesmo a campa o Bedel e
o Director ; o do Lyceo sujeito a coriselbos
ordinarios e extraordinarios o aos trabalbos,
que o mesmo Coiiselho Ihe incumbir, sirva
destemplo a reforma dos exames de Primei-
I ras letras e de Latim feila pelo actual Pro-
fessor e o da Boa-vista a nenbum desses tra-
badlosest suj'lo ; o do Lyceo finalmente se
percebe de ordenado 1:200* rs. nenbuma oi-
No Rio Grande riada temjoreorrido depos
do combate de Camacuan. Os jornaes do Rio
tralo de um convenio entro Fructo Rivera e
Benlo Goncalves no nosso primeiro N. da-
remos alguns artigos dos ditos jornaes a este
respeilo.
dozava a Provincia de Minas de perfeita
tranquillidade no I. do coi rente : consta por
parle offieial. Sao inmimeraveis as represen-
lacoesquc desU Provincia se tem dirigido ao ; tra gralieacao tem eoda Boa-vista pdc
Throno apresentado o voto de submisso c
respeilo que consagram os habitantes;as leis
das reformas e do conselbo d'eslado sabia-
mente promulgadas por S. M. I. e protes-
tando contra a frentica opposigao que ous
propalar principios subversores da ordem e
ollensivos s preroRalivas da coroa.
Eis-aqui o resumo das elecflQS pira sena-
dor em 4 collcgios daquella Proviuca 160
eleitores.
Antonio P. Limpo d'Abrou ... 81
Antonio da Costa Pinto .... 80
Jos Feliciano Pinto Coelho da Costa 78
Honorio llermeio Carneiro LeO 72
Jos Cesario de Miranda Iiibeiro 71
Bernardo Belisario Soares de Sou/.a 06
S. Paulo se acbava tranquillo at 5 do cor-
rente, como Sideduzda comniunicagaodoPre-
dos Passos desde lempo inimemorial assis-1 sidente. Algumas represen lardes de diver-
tido no convento d<< Carino, fora esbiilliado! sos lugares desta Provincia tambem se loni
desse direito ba poneos anuos quando por i dirigido ao Governo de S. M. I. contra a
influencia do irmao maior tora trasladado| mensagem da Assemblea Provincial. Deixa-
para a greja de N. S. d'Ajuda ; e com a [tnos transcripta a declaragfto da maioria dos
mais imperturbavel seguridade, afflrma nldeputados desta assemhla, com al i? urnas
ozar da que Ibe concede a Ia>\ de 10 de Ju-
nbo de 1857 cap. 8.art. 5." se tiver mais
de cincoenle alumnos.
Mas Srs. Redactores para que tomnr-lbes
o lempo com publicar estas e outras relWoes,
e dar ao publico o trabalbo de lel-as ? Peca o
Professor qnanto quizer c conceda-lbe a As-
semblea quanio torda justica porque assim
Irao as cousas como devem ir.
Seu Constante Leitor.
Snrs. Redactores =Permtlam quo pelo
sen eslimavel Diario cu diga alguma cotiza
sobre a impresso das Memorias Histricas
que compuz.
Quando aiinuncic a impresso das menci-
onadas Memorias, coniprometti-me com o
respeitavel publico de apresenlar-lbi; o pri-
meito volumeem Abril de IKU), entregando
para esse lim o aulbografo na ollcina em
Dezembro de 1850 ; mas.oecorrendo s mo-
les'ia do coni|iosilor, que en Un lia escolludo ,
demoroii-se a impresso lano, que para eu
cumplir o que tinha prometlido, o assim
mesmo j.'i fora de tempo, foi preciso compor,
proclamacAo, a esta mudanca que se deve \ 'refiexocs da Seutinella a respeilo: com pian- ,! *mt)i;imir com tanta celleridade que a obra
attribuira grande secca que nos ha flagellado! to nAo estejamos sempre de otrordo com os
ltimamente pois que emquanlo a sagrada principios desse jornal, nesteeem siinilbantes
irnagim habiluva o Carme a farinlia dava- | casos preferimos as sitas noticias por que o
se, nao se venda e o mais em proporgo : carcter desse peridico deve convencer mais
neates termos, convida va o caridoso precia- fcilmente os bomens desconfiados, ainda
mador o povo para que lizesse justiga por sil- | que de boa f.
asmaos, oque na prxima procissao de
penitencia ordenada pelo Exm. arcebispo ,
restituisse ao convento do Carmo a sua sa-
grada imagem de cuja posse est privado
ha anuos. F.isem resumo a historia da pro-
clamagao ; e bom foi que a authoridadu pu-
blica tivesse disso conbecinicnto alim de
prevenir que na occasio da procissao nao
vamos nos os Rahianos dar mais um ou-
tro triste e miseravel espectculo de nossa
pouca rcligio, pouca moralidade publica e
nenhiim respeilo s leis como em outra -
poca j fomos o ludribrio dos eslrangeiros e
das mais provincias do imperio nessa escan-
dalosa scenu de 26 de oulubro de 1856.
( Correio Mercantil )
Levamos copia los 2artigosdos jornaes da
Rabia, que se acha cm socego e t rabal bando
na execugao da le das reformas. Chamamos
a attengao dos nossos leilores sobre o 1. des-
ses dous artigos.
Algumas noticias sobre o Rio da Prala se-
ro publicadas amatiliA oque nAo lizemos
ne.-.''! mesmo numero por nos nao parece-
rem de traiiscendenlo interesse.
sabio imperl'eitissiii.a, e com um numero tal
de crios queem um volunie de300 paginas
foi preciso (em erratas) corregir l50erros no-
laveis, (Cando ainda assim o duplo ou tri-
plo incorrecto Alem disto ccorreo ainda
OUlra cireunslancia', que lornon tambem ao-
bia mui imperl'eila na parte material. O
Sur. proprietario da ollicina, (piando aceilou
a obra tinha o necesario papel para os volu-
ntes que ajustamos, sem Ihe pnsar pelo sen-
tido que esse papel lite havia altar na oc-
casio mais precisa. Com elTcilo, o naufragio
de nm navio, que conduzia a reme&sa ordi-
naria de papel para o Diario poz o mesmo Sr. broda grande familia de (pie somos todos ir-
grands porcio de papel impresso fosse em ea
sa do Sur. Padre Lentos (liv.rero) o pasto e
iiinho de tragas. E neste caso que fazer?
Kntregal-o as chamas sem utihdade alguma .
Permelli pois por isso.e ainda mais pela raso
que adianto direi, que se vendesse para em-
botino aquella porgo de pape! impresso, qua
eu uo quera mais para livro, licando-me a
penas um exemplar queja est correcto, evai
ser reimpresso. E note-se bem que permti-
ti esta Venda depiis de ler a Assemblea Pro-
vincial comegado as suas sessOes esle anno, a
no mesmissimodi. em que pedi a lotera, que
he o mesmo que dizer-lheeu n:o posso deixar
de reimprimir o primeiro volunie, por que ja
nlo tenho quete imprimii.
Ora deste laclo Innocente e publico, cuja
cauza eu tenho dito a quanlos sobre islo fal-
lo, nunca me persuad que alguem lirasse ar-
gumanto contra a obra ; mas enganei-me Os
ineus mui e mui gratuitos desafectos querem
daliitrar argumento dizendo : o mesmo au-
tbor da obra a acha tfto ma que entregou ao
despreso.
Estao meos senliores engaados .- esperan-
do ser auxiliado nesta empresa pelos snrs.
legisladores Provinciaes eu aprecci-me em
publicamente niitilisar toda a impresso m-
perfeila do primeiro volunie das memorias ,
para dar um teslemunho publico aosmesmoS
snrs. Legisladores de que esloi: rorregindo
a obra, que vdii reimprimir o que est mal
impresso, eque son incapaz de, para pon-
par as despezas da reimpressao de ulili-
zar-mo do quo tao mal, e impe ledamente
foi impresso.
O anuo passado quando pedi a nossa As-
semblea um auxilio pecuniario, para a im-
presso das minhas Memorias ; exclamaram :
Ha-se de dar dinheiro para urna obra com
lanos erres, e tAo mal impressa, que at
tem paginas que ciista ler ? Agora qua eo i-
niitiliso isso que est mal impresso (|ue.
don a possivel publcidade a esse .ido para
provar que quero e vou npresentir una no-
va ,e correla impressio ; declamam : a obra
he Uto m, que o mismo seu anlhor a desli-
na para emhrulho Quem poder ser Juiz
com taes Mordemos? Bem dice Stacio : Male
cumia mnistrat mpetus.
Agora caberia dizer alguma cousa sobr'essa,
tal, ou pial utilidade publica da obra e o di-
ra si bastante nAo fora o jui/.o que della l'a-
zem em seus ofilcioa o Exm Barflo da Boa-
vista, Presidente desta provincia, e o Insti.-
lulo Histrico Brasileiro, ollicios estes que o
anno passado puhliqiei por este Diario, e
eujosoriginaos se achAo junios pelico que
fiz a Assemblea provincial pedindo urna lote-
ra a beneficio da impresito das minhas Me-
morias, cuja ptlblicagAo mui lome (me pire-
ce) de prejudicar a ven la de ouira obra desle
genero, que por ventura apvreca ; pelo con-
trario a facilitar, porque desaliar a curio-
sidade dos que qusercm comparar, c exami-
nar os lacios.
.Mais obrigado Ihesficar, snrs. Redacto-
res, pela publicacodeslas ludias o
Smi leitor, milito venerador
Jos Bernardo Fernandos fiama.
A' PEDIDO.
KBCnOLOOlA.
Tudo nns est dizendo que esta vida he
urna mera peregrinacao una jornada que
a Providencia nos ordeitou que lizessemos ,
e no cabo da qual devenio-nos acharcm nos-
sa .verdadeira Patria.
Traduzido de Lckartshausen.
Ja nao existe o Ilustre Acadmico Joze
Gomes de Snuzn A uexhoravel Atropes
Ihe cortn olio divida! Si o falleeimeiito
de qualqner individuo que outras n lagdcns
uo tenha cm nosco simio as de honiem ,
nAo nos deve ser absolutamente indiuerente,
porque com a sua perda perde-se um ment-
DIARIO DE PEIIM1HIIC0.
C O R R E S P O N D E N C I A.
Pelo Vapor S. Sebastin rhegado 80 nosso
porto cm 28 do corrente tivemos jornaes do
Rio o das Provincias do Sul os da capital
Chego a 16 do corrente os da Rabia 2i ,
e os ou tros sao mais ou menos atrasados con-
forme as distancias dos lugares.
Snrs. Redactores. = Com pasmo e admira-
gAo li o Diario de Quinta feira (24) no (pial
vi, que o professor de Latim da Boa-vista .
a exemplodo Padre Joaqum Rafael, reque-
reo Assemblea Provincial que Ihe conce-
desse o mesmo ordenado, de que 2o/.a o Pid-
fessor de (rammatica Purtugueza e Latina du
Lyceo.
*C.ue o Padre J. Rafael assim o requeresse ,
justo foi ; elle tem muilos anuos de servico ,
tem sido muito til mocidadu sua aula tem
proprelarioda ollicina nacolisaode pararon
com a obra, ou com o Diario por falla de pa-
pel. Neste caso convim eii cm que as Memo-
rias se con'.iiiuassem a imprimir em oulro pa-
pel que pareca semelhante ao primeiro antes
de enquadernar.
E qual foi o resultado de todos estes incon-
venientes, que nao previmos, e que nAo
podamos prever ? Satura obr. tAo imperfei-
taj pelas diferentes qualidades d papel, e
j pelos crios Tipogralieos que deliberei-me
reimprimir esse primeiro volunte j i impres-
so, iiegando-me depois dla deliberag.lo a
veudel-o a muilos que assim mesmo o quer-
an), como alem de nutres, foram o Sur.
Doulor IVixoto ex Juzde Direito do Rio For-
inozo, eo snr. Antonio Brasilinode Hollanda
Cavlcanle.
Mas esta deliberadlo nAo privara que urna
maos, quamscnsivcl nodeyc ser aoCorpo
Acadmico a prematura mrte do digno Col-
loga que boje choramos, e que por lautos t-
tulos he credor das nosss lagrimas dos nos-
sos ais, e das nossas ternas Saudades?!!!.
O bosquejo fnebre que vou tragar da sua
ephemera vida, e da sua cruel inorlc justifi-
car o nosso pian (o e a nossa acerba dor!
Nascido na Provincia do Maranham de Paes
[Ilustres e abastados, ao quebrarem-se os
primeiro crepsculos da sua razAo, Jozo
Cuines de Sou/a manifesloii os mais sincuros
desejos de seguir a honrosa carreirA lltterarii
para a qual a natureza o formara de geito. A
propenso do lilho, estimulos vonlade dos
paes que desd cntAo nao pouparo esfor-
gos e nem despesas para qw elle rccebessft
a mais perfeita educado. Coiladosque mal,
sabio que no livro do deslino eslava escripia


faML.ltt6M*3g!g 'wf*Sg
ff^jjjffliMaijpi^ag^-^gai

u


nec bmhwjsh planU que aoUieitw eMJvvtto j
Imhu de er collada em oi I
fcvr**b >(*ihn educaeau primaria B su* Pi-
tia Natal all come-t-u Vi ostudoti preparaiO*
ri>B liw> entenderlo Sfiis pues que ek l'v
lia h.hs rpidos e m a orea pregressoS sejossb
oncbur a seus trabalne* literarios Ha Euro
pe dere mina rae mndalo pura a Inglaterra,
pam onde cun elTeito parti com oordiai pra-
I0r i tocando no Uio do Janeiro onda se de-
uiorou mais de un nao e em Lisboa pouoo
lempo, (fregado. Loodres alti freq*elou
um Colirio o t'oi premiado wm primazin
m (ieomotria. Desla Capital por motivos
qih' ignoro passou-so para Paris onde coia-
plclii os seus estudr-s preparatorios e obleM)
caria de Formalina em bellas letras. Fallan-
do perfbifamento assim o Inglez como o Fraiir
e de rom o> Nacionaos de alta hy.irarqma e com
Notabilidades de. lela a espene sendo d'isso
parle alem das anas excollenle e seducr
toras qualidades a alta estima, e conside-
raco em que era tido pelos Diplmalas seus
Compatriotas.
Saudoso de sua Patria da qual eslava au-
eule havio lautos anuos o sobro todo flii-
tio-o por ver o beijar as uios aos seos que-
ridos pais voltou da Europa, mas nao deso-
jando perder lempo e interrumpe!1 os eos
istudos ve.io directamente a osla cidade, an-
do matriculan do-so no primeiro anno do
Curso Jurdico deu lo^o uxostras toda a
Academia o principalmente aos seos con-
discpulos de. ser um mogo talentos.) e de
esperanzas confirmando assim o avanlajado
uincaitu que dolle formara o Collogo de Lon-
dves. Dotado do um coraeo generoso, franco,
f compassivo possuindo maneiras joviaes e
iusimwnles, gra::gcou tal -sUma o conside-
raco dos seos collejas que effl todas as suus
reunios quor serias, quer feslivaes llie cunee
diao o primeiro lugar, onde deo sempre provas
da rimoroza oducaco qu receben!. Ten- Rsudimenlo
do vencido o primeiro anuo Jurdico, ardendo
01 desejo do veros queridos Autores dos seos
das, corre presuroso a cara Patria, e a!ii be
recvhido por toda a sua extremosa familia edm
aquella eordialidade e alvoroco de que elle em
digno. Apenas quatro mozos depms de lao
Jonga auzencta esleve com os sous Tinha de
voltar a Olinda para freqneniar o segunda
anuo, foi pois forfiosp baver noVa separado ,
a (proh dolor ) separado eterna quo seos
naes 'stuvao boro longo de prever! !
Voltoa pois para esta cidade trazendo em
ua couipanliia um iruiozinho seo, para edil-'
or ou ante* pal'* ser to.->teinun.ha da sua
marte !
Ultimado o segundo anno e proparado para
matnciilar-so no teroeiro sobre\eio-llie urna
COMMERCIO.
85W
CABI0S DO DA tO D AftC/J.
Presos na ultima liora da praga.
Cambios sobre Londres. 281|8
Paris........ 550
Hamburpo...... ^10
mhtaes. abhes heapenhoes. 28a(W()
da patria.
1(3os lies pan hoes.....1 *750
da potrifl......4*706
Pecas de 6>4Q, velhas. 42*000
rfe novas. 14*400 a 14*500
Moeilasde 4.>0. .8*000 a 6*100
Prata........ 79
ApWicca dt H por rento.
EXPOBTAQA.
Arroz.......10*000
Cafe superior...... 3*6(>0
\* boa ... 5*200
|. ordinaria 2*900
2.' Boa ... 2*700
2." ordinaria 2*300
? eseolha...... 1*600
Harno secea do Rio Grande. l^OOO
Farinba do mandioca fina. 4*400
0 grpssa. 3*200
Feijopreto.....I0OOO
Jacaranda em cugoeir. 1.
quaiidadv. ... 130*000 175*000
2." dita. 80*000 100*000
S3T" 0 Tlicsoaceiro da Lotera do Theatro
Pubfico, paga os premiosobtidos pela strac-
efio da prioieira parte da nona Lotera nos ili*
as 30o 31 do coneiUe maz e 1." do prxi-
mo futuro em seu escriptorio das 10 horas da
maulla urna da tarde, e deste ultimo dia em
diante as quarlas e sabbados de todas as se-
manas.
Os bilUetes da segunda parte da referida
lotera cujas rodas andao impreterirelnieiite
no dia 28 de Abril prximo futuro acho-se
. 27*000 a 28*0( ) desde ja a venda nos lugares do eostume.
tsr Adverte-se ao Snr. B. B. P. de M. ,
11.I1 va a devertimentos particulares quando
nao estiver de bom huma como na noute
de 27 do corren te parn evitar que aconteca
mais o que S. S fez no Tbeatrinho da So-
ciedade Rocreio Instrueco ; visto que nem
i sempre S. S. adiar pessoas prudentes, e bem
educadas que sofrAoos seus insultos, e como
nessa oecasio e isto llie avisa
Um Prudente.
S?S~ O Sur. Angelo Custodio de Olireira ,
qneira fazer o favor annunciar a sua morada ,
da lingoeta venda de
10*500
3*65Q
3*400
5*100
3*000 im "irigir-se ao beco
2*600
1*700
*800
5*000
3*380
11*000
Milbo....... 2*000
Sebo....... 3*200
Tabaco Maependim. 4*000
Piedade. ; 2*800
ouciho. 2*600
2*500
4*500
5*000
5*200
4*400
PERNAMBUCO.
ALFANDCGA.
do dia 23. 013*354
DESCARRECi U0JP 50 DO CRREME,
liarca Ingleza Irt Fa?endas barricas
cem fiMragem ,
ca cei letreiro.
gigos urna barri-

DECL A RALBES.
im- O Vapor S. SebastiSo recebe smalas
para o Cear Mnranhao e Fan^hoje 30 do
eorrerite asduas horas da tai de.
S3*"(abinete Literario desla Cidade=?= Sen-
do conveniente tomarem-se medidas para le-
var a efleio urna proposla, que tende a pros-
peridade doeslabelecimonto ; o Exm. Sr. Di-
rector manda convidar os Srs. Socios a se reu-
nirem etn sessAo no dia quinta feira 31 do
correnteas4 llorase meia da tarde, espe-
lencJa as 5 horas, e !1 minutos da tarde do
minguado da 16 d Marco de 8t2, to.iuJo
apenas entrado no vigessimo te.ceiio auno da
sua idade! I
Foi desta arte que ainda na primavera da
vida este distinelo Acadmico desceu a fra
liabilaco dos morios! Com o seu trespasso
jKjrdeu a patria um moco das mclhores espe-
ranzas
A V 1 S 0 S D 1 V E R S O S
O bom dezempenho do Drama -r-Le-
gitima Herdeira do Throno representado
por particulares no Tbeatrinho Recreio &
Instrii'jcao merece bastantes e devidos ello-
glOfl e todos os aplausos dados n'essa occasiao (\aT-
por a Platea forio anda mui poucos aos justa-
a Academia um alumno que a honra- ) menle merecidos 5 as partes de Azor ,' Mus-
oaquim Joze Rebello que se lhe deseja fallar.
WT I recisa-se de una lavadeira que d
conhecimento de si ou abonador pela rou-
pa que se Ihe entregar : no primeiro sobrado
a direita depois de paseara ponte da Magda-
lena.
isy Perdeo-se na tarde de Sexta Feira Sn-
ela no ConveBtodoCarmo urna carteira roxa
ja uzada com alguns papis, entre elles
urna obrigaefid que nao serve seno ao an-
nunciante porisso roga-se a pessoa que
a achou querendo restituir de annunciar para
ser procurada do que se ficar sumamente
obrigado.
W Christouo Veira de Mello Pessoa, Sr.
do Engenho Varzea Grande partceipa aoSr.
Alferes Jo Alves Pragana que deo ordem
em principio de Dezembro do an'no findo ao
seu correspondente na pracade Pernambuco,
Joze Antonio Ive-, da Silva bem conhecido
desteSnr. para satrsfazer-Ihe a letra que
bavia vencer-se no miado do mesmo mez de
Dezembro urna vez que o dito Snr. Praga na
exigase a sua importancia e como nSo fizes-
se no dia do sea vencimeBto e nem procu-
rafse a elle Christovfto para reeeber a impor-
tancia da referida letra ; previne ao dito Snr:
Pragana ou a quem tiversido traspassada a
dita letra que pagar nicamente a sua im-
portancia sem juros, que a mesma indigita
vencer ha vendo faltarle pagamento logo que
seja a presen tada ao dito seu correspondente,
ou a elle aeccitanto pois que aquella omrs-
so he nascida do Sr. Pragana ou de quem a
estiver possuindo nao ter procurado o seu em-
bolco bmo era de seu dever e nao da par-
te do acceitante.
C7" Aluga-seum sobrado de um andar e
sotan arma'/em e quintal murado cito na
ra da senzala velha : na ra da Cadeia ve-
Iha n. 46 primeiro andar.
S3ST Aln,a-se o ouarto andar e sotSo da
casa cita na ra Nova D. 11 : na loja da
mesma.
W Faz-se vestidos de senhora e meninas,
e roupSozinbosde meninos, com perfeicSo ,
'f asseio : na ra Direita D. 53 primeiro an-
tos Braga ra da moeda n. 142-, ou com o
Capito da mesma Narciso Joze de Snela
Anua.
va e os pais um filho obediente que os ve-
nerara durante o tongo pergo da sua cru-
el enfermidade ( apesar de passar pelo
mais doloroso Iradamente nunca deu o me-
nor signal de impaciencia ou de temor c'a
inoi te, cujo respoito clizia militas vezos -
Fu nao temo ii morte,ruio: nunca cometti ori-
i.i.'s ; parcce-mci ue nao ten lio grandes pec-
ca.dps : faltas proprias da minha idade he so
o de que me acuso e deslas mesmas tenho
eincero arropendimento: tenho religio a-
ciedito cm urna vida futura e porisso estou
convencido que nao acabarei com a morle ;
e que mediante a misericordia de nosso Se-
nhor Jezus Christo me salvarei. Nao temo
pt)isamorle> ssinto, se islo acontecer,
comosupponho morrer lo longe de meos
ohros pais. Em todo o decurso da sua mo-
Jas'.ia esleve constantemente rodeado dos seos
amigos, e assisttido de seo terno irmaoznho
que porfa liberalisavo-lhe os ltimos ser-
vicos-, elle porem nao se poda salisazer des-
la compartida alias lo consoladora, e apete-
ca a que Jhe faftava, que era a dos seos do-j
latrados pais cujos nomos sagrados articulou
ule o t'ulal momento em que rendeo a alma ao ra das Cruzes D. 0.
tul", eZoraida, sobre sahiro ainda alem ue
todasas mais, quetambem na verdade na !a
deicharao a dezejar: louvores sejo dados aos
dignos Socios inOuenles da Sociedade Thea-
tral Recreio & InslruccSlo pelo aprazi-
vel drvertimento que fizero expor a urna par-
le dos habitantes na noilede27do corren te;
possoelles apezar de saorificios e esforcos a-
presx'iitar sempre Dramas lo bous e tio
bem dezempen liados.
Um Espectador.
r- 01." Secretario da Sociedade Natalen-
C avisaaos 6nrs. socios que hoje 30 do cor-
rente ha seaso parase eJeger a nova Com-
missao : na casa do eoslume pelas 7 horas da
noute.
C9*- 0 abaixo saignado faz sriente ao pu-
blico que Franoisoo Antonio Veira de Mello ,
dcixou de ser seu caxeiro desde o dia 24 do
corrente e que por cujo fim nao leva em
conta qualquer tatitsaeao feila ou recibo pas-
sado pelo dito.
Manoel Pinto Lima.
tsr A pessoa uneannunciou querer com-
prar a historia de Caries Magno, dinja-o a
= AlugAo-se moleques e negras, para
vender azeite por tarde, tambem aluga-se
por todo o dia : quem os tiver drija-se a ra
das laranjeiras sobrado de duas varandas de
Ierro ladodireito.
tST Traspnssc-se urna venda com todos os
fundos na ra do Vjgario n. 25 cm conse-
cuencia de seus donos relirarem-se desta pro-
vincia : a tratar na mesma.
ESf Francisco Pinto da Cosa Bemviver ,
alfaiate ohegado ltimamente do 'Porto faz sci-
enteao respeitavel publico que elle se acha
estabelecido no primeiro andar do sobrado
por cima da fabrica do Sr. Mesquita na ra
da Cruz largo da cacimba D. 48 aonde o
acharao prompto para servir a todas aquellas
pessoas que de seu prestimo se quiserem Uti-
lisar fieando certosfque elle far todos os
impnssivcis a bem de executar qualquer obra
que Ihe for confiada.
AVISOS MARTIMOS.
seo creador.
Seja-Ihe a tena leve !
Mal suis cui que dies.
-Prk> Acadmico
M..
C?" Darse u premioeom hjpotheca om bens
de raiz 700* rs. ; quom pn^eader dirija-se
a ra Novan. 11 teroeiro andar; na mesma
compm-se um escravucozinheirae engomma-
deira, sadiae sem vicios, ten do estas qu-di-
dade nfto se especula proco-
LEILAO
ES"
J.'O.lsi
ster faz Ieilo por iiitervenco
doCorretor Oliveira ( om continuado do co-
messadoem 16 do corrente) Quinla feira 31
do corren le as 10 horas da manh em ponto ,
no seu armazem ra do Vigario dos seguin-
les artigos : pistolas espoletas, limas, com-
pasaos thesouras, caivetes, bridas estanha-
das estribos dito tiuteiros e arieiros de
chumbo botOes dourados e de seda, ditos
de osso missangas, dedaes espelhos de to-
das as qualidades cauulilho papel de peso,
selins cem seus pertences pentes de prender
cbelo caixas de buxo bicos, filas de al-
godo e de diversas qualidades sapatos de
selm para senhora caetas para pennas de
ac bocetas de faia pintadas e brancas, agu-
lheiros de pu e de ooso oados e varios ou-
tros objeclos.
COMPRAS.
*^" Tinta de marcar roupa quem ti ver
annuncie.
"vendas.
_-------------__,---->-----. "V''~
cr l'ni negro de 28 anuos de bonita fi-
gura e he bom canoeiro : na ra do Coto-
velo casa de 5 portas.
E*?~ Urna porco de ponas de boi : na ra
da S. Cruz D. 27 defronte da ribeira.
t^- Bolaxa da marca grande e pequea a
1 *920 rs. a arroba, e um caxorro de fila pro-
prio para sitio na ra Direita D. 6e 7.
tSF" Sinetis projuios para marcar roupa ,
com a sua competente caixa de linta o que
se poder ver : na ra da Cadeia n. 7.
tZF Azeite de coco a caada a 2*880 rs. e
a garrafa a 100 rs. lingoicas a 360 rs. a li-
bra, charutos a (>40 rs. o cento, quejos, mas-
sas papel de peso almasso e de etnbru-
llio vibo do Porto e da Figueira e roais
geaeros; ludo por proco conimodo : no pateo
do Terco venda D. 4.
SS" Rap areia prela de Meuron & Com-
panhia as oilavas as meias libras a 520 rs.
e as libras a 1*040 rs. ; na ra nova loja de
livros D. 17
tsw Urna cama de angico em bom uzo, e
6 cadeiras americanas com asenlo de pu: un
ra do Arago tenda de marcineiro com a
frente caiada de amarello D. 25.
asy Urna negra e dous moldete, proprios
para qualquer servido : na ruada Cadeia do
Recite D. 5S.
ssy Urna mulata de 21 anuos sem vicios
nem achaques engomma, cose alguma coli-
sa e cozinba o ordinario compra na ra e
he booeteira ; vende-se por seu senhor reti-
rar-se para forada provincia; na ra do Que-
mado 1). 10 segundo andar.
lr- Um boa escrava com todas as habili-
dades para o servico de urna easa de familia :
na ra de Apolo primeiro andar do terceiro
sobrado ao entrar da ra a direita.
Sf Cera aniarela em porco e a retalho :
no beco da iingoela venda de Joaquim Joze
IJebello.
tSSf Um mulato de 19 annos meio officiat
de sapateiro ptimo paru pagem : na ra da
Conceico da Boa vista D. 44.
E^" Urna duzia de cadeiras um canap ,
um jogo de banquinbas 2 tremes grandes ,
demadeira fingindo mogno una mesa de
meio de 6ala de Jacaranda, urna cadeira de
2 bracos propria para advogado e 3 lanter-
nasdesirmanadas ; tudo em bom oslado e por
preco com modo : na ra do Fagundes D. 18
Jado do 1 ocote.
ESCRAVOS FGIDOS.
Para o Rio de Janeiro segu imprete-
rivelmente no dia 3 de Abril a Barca Urasilei-
ra Firmeza bem conhecida nao s pela veloci-
dade de suas viagens como pelos superiores
commodos, e bom tratamento aos passageiros,
ainda recebe algnma carga miuda e tem lu-
gar para 2 passageiros e es'cravos assim
como previne aos Snrs. passageiros que tem
fallado em pnssagens as verificarem em lempo
afitn de nSo perdrem os camarotes, para o
jut trata-wwm Aatonio Francisco dosSan-
tSF" Fugto na noute do dia 15 para 14 d
eorrente de bordo do Patacho S. Joze um
negro marieiro de nome Antonio de naco
angola de 25 annos ; levuu vestido camisa
e calcas de estopa e chapeo de pal ha cheio
do eorpo boca grande heicos cahidos an-
da sempre bebado foi visto na lerca feira da
semana passada as 5 ponas : quem o pegar
levea ra da Cauzn. 57 que ser recompen-
sado.
Sgr No dia 25 do corrente desapareceo um
prelo angola de nome Jofto de 25 annos,
pouca barba alto, he bastante atravessado
no Tallar ; levou vestido calcas de brim c ca-
misa de algodo dguma couza suja : queui o
pegar leve a ra do Amorim venda n. 103 que
tem fabricado cafdeAntonio Vas de Oliveira
que recompensar.
REO FE NA TW. DE M. F. DE F. = 1W2


Full Text
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