Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04496


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Full Text
Anuo de 184?. Quarta Feira 23 de
Todo agora depende I, e no mesnioi ; da nosia prudencia, tnoderacao, eenerpia : con-
tinuemos como orini-ionmos, e seremos apontarlos coi admiraco entre as Nacoes mait
culiai. (i'rociamaco da Asaenblea Geral du Brasil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRISTRES.
Gniaana, Paraiba, eRioerande du Norle, ni eguiida eaexlafeira.
Bonito a araniions, a 10 e 24.
Cabo, Serinhaem, Rio Frmoio, Porto CaWo, Macei, e Alajoas uoi ii, e 21.
l'aje 13. Sanio Antao, quima feira, Olinda todoaos diaa.
'
DAS da semana.
21 StR. s. lenlo Chae. Aud. do Juii de Direilo da 2. Tara
22 Tere. s. Eiuenelgid-). Re. Aud. do do juitde Direilo da 1, Tara.
-3 Qnart. de Trevas. a. Feli. Chae. Aud. do juiz de dimite da 3. Tara.
24 Qninl. de ladoenoaa 'uarda-se do aneio dia al o rueio da seguinl
35 sexl. da FaxAo. S. Ireneo.
eguinle) a. Agapile
Marco.
Anuo XVIII. N. 65.
O Diario publi.ca-aa lodo o diaa que nao forero Santificado: o prero da asignatura he
detrea mil rea por quarlel pagoa adianladoa. O annuncios do ass:?nantes ajo inseridos
grana, eo dos que o nao fnrem i raaio de 80 res por Imita. A redaruacije derem sei
dirigidaB a rala iypograiia ra das Croie D. 3, u* n praca da independencia lojaa dawoa
K limeros 37 e 3S.
CAMBIOS no da 22 de Marco.
Cambio aohrc Londres 2$ d. p. 1U.
a Paria 320 re p. franco.
Lisboa 80 a 85 p. 100 de pr.
OHO-Moede de 0,400 V. 44,500 a 14.700
u N. 14.300 a 14,500
u de 4,000 8.100 a 8.200
PUTA I'afacoe 1,6d a 1 ,(58!)
1.(580
l.C.'.J
l.lfiO
PbaT- PeioaColuinnare 1,(560 i
Mexicano i ,640
u saluda 1,440*
Moeda de cobre 3 por 100 de iliseonto.
Diacom.i de bilh. da Alfand- 1 e i I"" t'U
ao mes.
dem, de letras de boas firmaa le ale {
26 sab. da Alleluia i. Lndugerio.
27 Dom. de Pascoa ltobcrt i.
'reamar do tita t de M.irct.
1." aa 2 hora e 0 tn. da nia'iibl.
2. as 2 horas e 30 m, da larde.
PHftSES DA I.CA NO MEZ UE MAR^.
Qoart, mu.-, a 3 a II horas e 4 m. da tarde.
La Not a 12-- A 4 Imrase 8 m. da manh.
Ouarl. creic. a 19-- a 8 horas e 2S m da tarde.
La ebefj a 26 -- A 11 horas a 30 m da tuauh.
aaaaaaaaaaaai i
IUAIS
I>E PlKraAMBUr.O.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA JVSTICA.
REGULAMENTO N. 122 DE 2 DE FEVEREI-
RO DE 1842.
Contem disposiges provisorias para a exe-
cucao da lei de 3 de dezembro de 1841.
Artigo 1. Logo que o regulamento nume-
ro centoe vinte de trinla c um de Janeiro
do correntr! anno para a execugo da lei do
tres de dezembro de mil oi tocen tos quarenta
e um for publicada na capital de qualquer
provincia em que nao se ten ha ainda apre-
sentado o chele de polica nomeado pelogo-
verno licar o desempenho das suas respec-
tivas attribuiges em toda -a provincia a
cargo do que actualmente servir na capital : e
na sua falta ou impedimento os presidentes
das mesmas provincias nomearo um magis-
trado que faca as suas vegas.
Artigo 2. Os ditos presidentes apenas re-
cebereui o citado regulamento numero eento
e vinte comecarn immediatamente a colher
todas as informaces necessarias para verificar
qcaes os termos da provincia que se acho
as circunstancias do artigo trintae doiis do
dito regulamento alim de anexa-los a ou-
tros e lieni assim para fiyur o numero dos
subdelegados e os districtos em que tem de
servir tendoem vista o disposto no artigo
stimo do mesmo regulamento.
Artigo 5. Do mesmo modo procedenlo pa-
ra marcar os districtos dos delegados nos
termos queestiverem as circunstancias do
artigo nono do mesmo regulamento.
Artigo 4. Na mesma occasio ordenaro aos
chefes de polieia, que havidas as mais es-
crupulosas informaces acerca de quem sejo,
nos diversos tormos da provincia, as pessoas,
as mais idneas para servirem de delegados,
subdelegados e suplentes dos mesmos os
proponho, procurando individuos que pe-
la sua probidade inlelligencia imparcia-
lidade e independencia possao administrar
boa justica.
Artigo 5. Os presidentes das provincias fi-
xaro provisoriamente o numero dos juizes
municipaes e de orphos que devor haver
nos municipios que se acharem as circuns-
tancias da segunda parte do artigo trinta e
um do regulamento numero cento o vinte ja
citado e dos artigos vinte e cento e dezesete
da lei de tres de dezembro de mil oitocen-
los quarenta e um.
Artigo 6. Outrosim tambem determinaro
provisoriamente qnaesas povoageso termos
em que deve haver juiz municipal separado
do de orphos, e quaes aquelles em que os
juises do civel devem accumular as funcees
de juiz de orphos.
Artigo 7. Feita a accumulaco dos termos
que deverem ser accumulados, designados os
districtos dos subdelegados, e havidas as pro-
postas e informaces precisas, passaro os
presidentes das provincias a nomear os dele-
gados subdelegados e promotores. E evi-
ta rao muito entregar esses cargos a pessoas
prepotentes, envolvidas cm malquerengas,.
e dominadas por odios.
Artigo 8. As prhneirasnomeaces de sub-
delegados, sero feitas sem que preceda au-
diencia dos delegados, e ao mesmo lempo
que asdestes sendo possivel.
Artigo 9. Os mesmos presidentes prove-
ro provisoriamente os lugares de juises mu-
nicipaes e de orphos uomeando da mesma
mancira os seus suplentes quando o gover-
Jo geral nao tciiha anda feito taes nomea-
.?es. Os nomeados enlraro logo em exer-
ccio.
Artigo 10. DarSo immodiatamentc conta
pela secretaria de estado dos negocios da jus-
tica das nomcaces que assim liouverem
feito, a lim de screm definitivamente nomsa-
dos os mesmos juizes ou em seo lugar ou-
tros segundo parecer mais Conveniente.
Artigo II. As participaces de que traa o
artigo antecedente de ve rao ser acompan'hadas
dos rejuerimentos dos nomeados (se os tive-
rem feito) o de lodos os documentos e infor-
maces que os posso abonar.
Artigo 12. Feita a nonvaco dos delega-
dos procedero ellos mmedialamenle
organisago de listas dos jurados do termo.
Artigo 13. Quando pola apuracSo e rc-
viso das ditas lisias, se vier a reeonliecer
que un termo nao tem o numero de cinep-
enla jurados exigido pela lei annexar- ha a outro (quando o nao tenha sido) e far-
se-ha nova nomeuco de juiz municipal. de
orphos e de delegado para os termos reuni-
dos, licando sem vigor as que havio sido
feitas p3ra cada um separadamente.
Artigo 14. Lo'o que para esse lim liouve-
rem oblido os csclarecimentos necesarios,
informaro os presidentes das provincias o
governo na forma do regulamento n. 120 ,
de 51 de Janeiro de 1811, sobre as gratilica-
ces e ordenados que con ven ha marcar eos
chefes de polieia juizes municipaes e promo-
tores, a fim de seren eslabelecidas pelo mes-
mo governo.
Artigo lo. Os escrives inspectores de
qmrtciroe olficiaes de justica que actual-
mente servem perante os juizes de paz, pas-
saro a servir perante os subdelegados e
cbnjunctamente perante aquelles nos nego-
cios que sao de sua competencia salvas as
disposices dos artigos 19, 42, 41 e f2 do
regulamento numero 120, de 51 de Janeiro
de 1841.
Artigo 16. Quando os districtos d.w sub-
delegados forem maiores do que os dos juizes
de paz e vier por tanto a haver nelles mais
de um escrivo de paz,sevir perante o sub-
delegado aquelle que elle escolher o qual
com tudo continuar a escrever peranlo o
juiz de paz com quem servia.
Artigo 17. Os escrives e tabelies do judi-
cial que servem perante os actuaos juizes mu-
nicipaes e de orphos, servirte perante a-
quelles de que trata a lei de 5 de dezembro de
1811.
Artigo 18. 0\ presidentes das provincias
nomearo provisoriamente os escrives pri-
vativos do jury podendo recahir a nomea-
co nos lugaros monos populosos, e onde
houver pouco expediente, em algum dos es-
crives existentes e principalmente no das
execuces.
Artigo 19. Os subdelegados apenas no
meados, ordenaro aos actuaos escrives de
paz que Ihes apresentem todos os processos
pendentes que exislirem nos seos carinos,
alim de proceder-se sua distribuigao pela
maneira seguidle :
Artigo 20. Hemettcro aos juizes munici-
paes as denuncias e autos de formaco de cul-
pa pelo crime de contrabando quer estejo
quernocom despacho d" pronuncia ou de
despronuncia, que ainda nao tenha passsa-
do em julgado a lim de proseguirem peran-
te elles seos devidos termos.
Artigo 21. Outrosim Ihes remeltcro to-
dos os autos de formaco de culpa por outros
delictos ( excepto os de responsahidade )
que se acharem com despacho de pronuncia
ou de nao pronuncia que ainda nao passassem
em julgado a fim de serem sustentados ou
revogados esses despachos como for de di-
reilo, e seguirem-se os ltimos termos na
forma do regulamento numero 120, ja ci-
tado.
Artigo 22. Igualmente Ihes ramctteraQ to-
dos os autos e [tapis relativos formago de
culpa de juizes de direiloe commandantes
militares, na conformidade do ai ligo 155 do
coligo do procesan criminal, e 17, paragra-
pho 4. da lei de 5 de dezembro de 1841.
Artigo 25. D* misma serte procedm^ pe-
lo que respeita nos autos pendentes sobre
cauzas de almotaceria c;ijo valor exceder a
aleada dos juizes de paz.
Artigo 21 Ordenaro que prosigo peran-
te elles subdelegados todos aquellos nego-
cios policiaes, ou criminaes de sua compe-
tencia salvo aquellos que tambem o forem da
dos juizes de paz poi que proseguiro peran-
te estes.
Artigo 2j. Ilemettero ao Juiz municipal
lodos os processos que estiverem cm poder
dos juizes de paz da Gabeca dos termos para
serem apresenladosao jury exceptuados os
dos crimes de contrabando e de responsabili-
dade de em pregados nao privilegiados.
Artigo 2G. Remeterle aos juizes de direi-
to os requerimentos de queixas e denuncias,
e os autos de formaco de culpa por delictos
de rosponsabilidade de empregados pblicos
nao privilegiados, quer estejo quer nao pro-
nunciados e b.MU assim os processsos de
suspec&O dos juizes municipaes que estive-
rem pendentes.
ArtiKo 27. Igualmente os recursos c ap-
pellages, enjo conhecimento e deciso, pe-
la lei de 5 de dezembro de 1811, e respecti-
vo regulamento Oca pertencendo ao mesmo
juiz de direilo.
Artigo 28. Os escrives de paz que no'apre-
sentarem aos subdelegados os processos pen-
dentes nos seos carinos na forma do arligo
19, sero por elles punidos com a multa de
10\> -200i res. E quando nao obstante a
imposiefio dessa pena persilirem em nao
os apresentar (n<> os declarando deseneami-
nhados, caso em que se proceder "orno for
de direilo), ser-Ilies-ha imposta, pelos mes-
mos subdelegados a de priso porum a tres
mezes. Da imposico das ditas penas haver
recurso para o juiz de Direilo.
Artigo 29. As relaQes faro rometter aos
juizes de dircito respectivos aquellas appella-
cescujo conhecimento Ibes lica pertencendo
pela lui de 5 Je dezembro de 1841 e que a-
inda estiverem pendentes. *
Artigo 50. Todos os despachos de pronun-
cia uu nao pronuncia, que nao houverein pas-
sadoomjulgado,em que n:'io tiverem sido sus-
tentados ou revogados pelo primeiro conselho
do jury, o sero pelo juiz municipal, se-
guindo-se depois os termos marcados no re-
gulamento numero 120 de 51 de Janeiro de
18I. Fxceptua-se alera das pronunci-
as proferidas sobre os crimes de responsabi-
lidade ou contrabando as que o houverom
sido pelo jury, as quaes enlraro logo no con-
selho de aecusago sem dependencia da sus-
tenlago pelos juizes niunieipaes.
Artigo 51. Os processos por crime de con-
trabando que tiverem pronuncia seguirn os
termos marcados no capitulo 12. do repula-
nicnto numero 12ode51 de Janeiro de 1811,
doart. 589 por (liante.
Artigo 52. Todos os mais processos que por
virlude dos artigos antecedentes forem remet-
tidOS s authoridades boje competentes pela
leide 3 de dezembro de 1841 e respectivo
regulamento, proseguiro perante ellas igual-
mente na forma da mesma lei e reguiamen-
to, para o que determinaro as mesmas au-
toridades que lhc s'cjo conclusas, para or-
denar os seos tern-os.
Artigo 53. Os protestos por novo jura-
mento em novo jury que estiverem penden-
tes e nojulgados pelo jury para o qual
liouverem sido interpostos salvo o caso cm
que o protestante declare por termo nos au-
tos espontneamente ou em prazo (nunca
menor de 8 das) que com intimaco lite ae-
r asignado arequerimento da parte ou do
promotor, que prefere ser julgado pelo jury-
do mesmo lu^ar ou mais visinho nos termos
do artigo 87 da loi do 5 de dezembro de
ISII.
Art. 31. Os presidentes da provincia
reservarlo as dundas que < suscitaren na
execuc&O deste e do regulamento n. 12"
de Si de Janeiro de 1811, dando de ludo con
ta ao governo.
Artigo 53 OsJ^uzes de direitodas comarcas
darlo os juizes municipaes delegados, .iiio-
delegados e juizes de paz, as necessarias ns-
trueyes e esclarec mentas para soltar as d l-
vidas que Ihes occorreivm na execucao das
presentes instrueces relativas u ordem o
marcha dos processos.
Artigo 50. As authoridades ci minaos e po-
liciaes actualmente existentes, colinua-
raoem exercicio em quauto se nao etTeeiuar
a nova organisaco.
Artigo 57. A' medida que as novas auto-
ridades forem sendo uemeadas entraran em
exercicio, provendo os presidentes, quinto
for possivel, para que enlrem coniunclamen-
te todas as de um termo ou termos reuni-
dos.
Paulino Jos Soarcs de Souza, do meu con-
selho ministro e secretario de estado dos
negocios da justica; o tenha assim entendido
e faca execular. Palacio do Rio de Janeiro,
em 2 de fevereiro de 1812, vigessimo primei-
ro da independencia e do imperio. Com a ru-
brica de S. M. o Imperador. Paulino Jos
Soares de Souza.
GOVERNO DA PROVINCIA.
l'.il'l'.OIEMli O 1)1 V 15 DO CORREXTE.
(Continuado do n. antecedente. )
Oflicio Ao Inspector da Thesouraria da
Fasenda, remoliendo a conta da mobilia, que
secomprou Jos Moroira da Silva, para
guarnecer o Palacio da Presidencia na im-
portancia de 359000 reis alim de que a
mande satisfazer ao mencionado Moreira ; le-
vando ossa quanlia a conta do respectivo Mi-
nisterio.
Dito Ao Exm. c Rm. Director do [ajete ,
dizendo, que pode mandar comprar o Diccio-
nai o da Academia Franceza e a pedia que
se faz precisa para os Alumnos de Latim ,
conforme requisita em seu oflicio de 14 do coi-
rente ; de cuja despoza remetiera conta lega-
lisada ao Inspector da Thezouraria das Renda
Provinciaefl quem se passa a ordenar, que
a satisfaga.
DitoAo Inspector da Thes jurara das Ren-
das Provinciaes ordenando que satisfaga a
conta legalisa Ja que pelo Exm. Director do
Lyceo Ihe for remeltida de objectos compra-
dos para o mesmo Lyceo.
Dilo Ao Inspector do Arsenal de Marinha
auctorisando-o para mandar satisfai'xr o que
as requisicOes que se Ihe dovolvein, pede o
Commandante da Charra Amphitrite =
para forneciineiilo dos recrulas do Exercito .
que conduz para a Provincia do Para : di
qual despesa dever tirar conta para ser paga
pelo Ministerio da Guerra.
Oito-Ao mesmo Inspector do Arsenal de M*-
rinha =Inteirado do oflicio que Vm. di i-
gio boje acompanhando o do Commandan-
te do Transporte = Triumpho dalnvejass .
no qual recusa seguir |>ara Fernando com ot
rebeldes, qaetrouxe da Corle, pretexto de
nao ter assim conlractado devo responde!
Ihe que nao leudo o dito Cumraandanle a-
prcscntadooconlracli*, em que se funda >
sua recusa c tendo-so expedido ordem pe!<>
Ministerio da Guerra em Aviso de 20 de IV
vereiro passado quo ao dito Commandanli
ser pago o frele depois que elle verificar o
desembarque dos prisioneiros na llha de Fer-
nando he claro que nao pode deixar d"
seguir dita llha para evitar maiores incon-
venientes reservando-se para reclamara in-
deiitnisacio a que suppde-se com direilo ,
perante o E\m. .Ministro da Reparlico on-
de fez o contracto : podendo apenas o dito
Com mandan te concordar n'uin urbitramenlu.
Feito perante Vm., da riagem d'aqui dii
llha, para Ihe servir de base quando 1.'.6
I
I


t*^.**rmy**~<*
Iir?5BlfM*l*ii m atmlfu
saja attendida a reclamago quo pretendo.
Portana-rAo Director do Arsenal de Guerra
para fcrnVcer ao Inspector do Arsenal de Ma-
rjnha i 19 calis, U9camisas, 119 jaque tas,
de brim braneo 119 chapeos, e 114. pares
tlesapatos, iim de ser ludo destribuido pe-
los prisioneros rebeldes, viudos de Rio Gran-
de co Sul o que soguera para a Ma de Fer-
nando.
Otficio-o Inspector do Arsenal de Mari-
nha ordenando que mande receber do Di-
rector do Arsenal do Guerra os objectos men-
cionados na portara antecedente.
dem do da 16.
OfficioAo Cheto uterino da Logiaode0-
linda, determinando-lhe, que expega suasor-
lieos, pura que o 1. Batalho da Guarda
Nacional do sen interino Gominando se apr-
sente na frente da Igreja da Ordena Terceira
de S. Francisco d'aquella Cidade ena a noite
do dia 28 do enrente am de acompanhar
aProcissfio do enterro do Senhor que na
mesma noile pretende fazera referida Ordem.
Dito-Do Secretario da Provincia ao Ruveren-
do Guardiflo Commissario Visitador Minis-
tro c Definidores da Venoravel Ordem 3. de
S. Francisco do Olinda, participando a ex-
pedico da ordem supra.
DitoAo Inspector interino da Thcsouraria
das Rendas Provinciaes, com m un cando em
consequencia do que se determina no Imperi-
al Aviso de 10de Novembro ultimo expedi-
do pela Secretaria d'Estado dos Negocios da
Jostica que S. M. o Imperador Hotive por
bcra conceller ao Bacharel Jernimo Martini-
anno Figoeirade Mello Juiz de Direito do
Gime da Comarca ifo Orejo n'esla Provin-
cia seis meses de (cenca, con o vheimen-
todo respectivo ordenado, pie dever ser
pago pela referida Thcsouraria at o fin de
Dzembro ultimo para tractor de sua saude.
DitoAo Inspector da |Thesouraria da Fa-
senda, ordenando, em consequencia do deter-
minado no Imperial Aviso de 17 de Dzem-
bro do anuo passado, que man.le pagar ao
Bacharel Jernimo Martiniano Fgueira de
Mellos veneinientosde Juiz de Direito do
Crime da Comarca do Brejo, relativos ao tem-
po decorrido do dia em que elle por se'
Procurador lo.mu possed'aquellelugar ao,
em'que soenserrou a Assemblea Geral Le-
gislativa.
Le igual tlieor se dirigi ao Inspector inte-
rino da Thcsouraria das Rendas Provinciaes.
Portara-- Ordenando ao Com mandan le da
Charra as Amplntnte, (pie receba a seu bor-
do comluza para a Provincia do Para o
Soldado reformado de Artilheria de Marinho
Francisco Antonio da Silva o qual leva em
sua companhia sua mulher.
Oflicio-Ao Inspector do Arsenal .de Mari-
nha commlinicando em resnosla ao scu
officio da (tontera, o conloado na portara an-
tecedente
DitoAo mesrao dizohdo em resposta ao
seu officio de boje que pode contraclar com
o Consignatario do Patacho = quatro de Maio
a conduccAo dos caixes de faldamento, que
se destinan Provincia doCear pela quan-
tiodeoilo mil res de freto por cada um.
DitoDo Secretario da Provincia ao I. da
Assemblea Legislativa Provincia! transmit-
tindo o requerimento do Porleiro do Ensino
mutuo, Flix Manoel Nogn-ira TJU3 com
lf lio de \- do corren te Ihe veio enderessado
para ser ouvido o Exm. Director do Lyco,
fim de que faca scienle mesma Assemblea ,
que esto individuo falcceo em das do anuo
prximo passado.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE 00 Cu lino COBHBSTt.
OfficioAoF.xm. Presidente, disendo-luo
que era necessario faser-se alguns concertos
noquartel do Hospicio indispensaveis para o
bom alojainento da tropa e remellrndo-llie
o ornamento mandado faser pelo Teli. Coronel
Com. na importancia de 1:514*080, CUJos
concertos para que fossem com economa, e
brevidade feitos Y convinha Qcarem sob a ad-
miuistraco do mesmo Tenenle Coronel ,
fbmeeendo-lho o Arcenal do Guerra ou as
obras publicas os materiaes, e o dinhoiro
mareado no ornamento para pagamento dos
operarios e dispesas miudas ou toda a
quanla oreada, sendo elle ubrgado a faser as
compras e o* pagamentos dando depois de
concluida a obra a competente con! legali-
sada.
DitoAo'mesmo Exm. Sr. remeltendo-
lhe urna ielac,o de pracas consideradas inva-
lidas em consequencia de feridas recebdas
mpanha c molestias graves adqueri-
das no servicp, o propondo-as para reforma ao
Governb de S. i!, o I.
DitoAo mesmo Exm. Sr. ponderando -
Ihc que os offlciaes do o.Batalbo d'Artilheria;
assim como os de Cacadores chega os lti-
mamente da Corte vierto abonados de sold
e gratilicago addicional pela Tabella dol.
de Resembr do anuo passado; em quantoque
aquellos queseacbo na Provincia tem sido ,
e
do
DitoAo Prcfeto interino da Commarca
de Goianru disendo-lhe que f'oro receb-
dos os recrutas Feiippe Thomaz Manoel
Pereira Fernando Marques, Joaquim d'Atl-
drade Lima e Francisco Borges Cavalcantc ,
dos quaeso ultimo assentou praea o 2 o,
e i ficarao em custodia para provarem izernp-
terat agora recebdo oflioialmeiite a Le u
Tabellado 1. de Dssembro pareca mais
conveniente mandar pagar a toda a ofliciali-
dade por esta Tabella desde sua data ex-
pedindo suas ordens a este fim caso se con-
t rmasso com esta medida.
DitoAo Inspector da Thcsouraria, remet-
lendo-lhe os papis decontabilidadodo desta-
camento da Commarca do Bonito relativos
ao mez do Fevereiro cuja importancia devia
de ser entregue ao sargento Antonio Francis-
co da Silva, portador deste.
Dito -Ao Major Commandnntoda Forlile-
sado-Brum, eommunicando-lho que o 3.
Batalho liia desembarcar hoje a tarde o a-
quartelar-se na Portalesa, oceupando cada
duas compartas do 5. Batalho um quartel ,
arranjando-se o material do mesmo como fos-
sepossivel : que o Batalho (Icaria fasendoa Guerra.
c (cava em tractamento no Hospital Regimen-
ta".
PortaraAo Teen te Coronel Coroman-
dante do Batalho Provisorio mandando dar
baixa ao soldado da 2. companhia Manoel
Joaquim de Jess icceitando com praea em
seo lugar ao paisano por elle oT-Teeido Cos-
me Jjs Bibeiroda Fonceca que nao tinha
direito a gratificares c servia somonte o
tempoque faltava ao dito Manoel Joaquim.
DEM DO DI.V 10.
DitoAo Exm. Piesidente disendo-lhe
que tendo sido redusido o Deposito a una
companhia e sendo dispensaveis varios ob-
jectos constantes da relaeoque Ihe enviava ,
rogava-lho a expedieco de suas ordens a
fim de que fossem recebidos no Arcenal de
guarnirlo d'amanha em diante, devendo por
isso reverter a companhia d'Artifices o desta-
camento desla companhia que ahi se achava,
reunindo-seas suas respectlvascbmpanhias.as
pracas d'Artilheria de que taom bera se eom-
punlia o destacamento.
DitoAo Commandante da Companhia
d'Artifices eommunicando-lho a expedico
da ordem cima.
DitoAo Commandante interino do 5. Ba-
talho d'Artillera dando-lhe asconvinien-
te ordens para o desembarque 6 aquartela-
mento do Batalho na Fortalesa do Brum e
providenciando acerca da guarda que devia
ticar abordo da Barca Triumpho da Inveja ,
cm quanlo nella estivessem os prisioneiros.
DitoAo Tenenle Coronel do Batalho
Provisorio remettendo-lhe por copia os s-
sentamentos de praga do soldado Joo Sevc-
rino que a 9 do corrento passou a perten-
cer aodito Batalho Cojos ass-ntamenlos fo-
ro extrahidos da gua que Coi passada pelo
Commandante do Batalho 12.
DitoAo Prcfeto da Commarca do Bonito,
disendo-llo que fieavo com praea assente
os recrutas Manoel .Marques dos Santos, o
Jos Francisco de Miranda que acompanha-
ro o seo officio de 8 deste mez.
DitoAo Prcfeto interino da Commarca
do Recfe acensando o recebimento do seo
officiodesta data que acompanhou ao deser-
tor Jos Farncisco e ao soldado do Batall.o
Provisorio Antonio Jos da Silva o disendo-
lhe que o primero leve o competente destino,
o o segundo bu ser corrigdo como mereca.
dem do da 1 o.
DitoAo Exm. Presidente, cqviando-llie,
para que bouvesso de mandar satisfaser u-
ma r necessarias para o tractamento dos prisio-
DitoAo Exm. Presidente rcmettendo-
Ihe competentemente informado o requeri-
menlo do cirurgio mor Antonio Concia dos
Anjos que pedia se Ihe mandasse abonar
comedori.is de embarque o os sidos de
Fevereiru e Marco deste auno que nao ha-
va recebdo no Rio de Janeiro pela clori-
dade com que ombarcou no entretanto que
todos os offlciaes vi mos com elle forao abo-
nados de taes vencimentos.
DitoAo mesmo Exm. Sr.,signiilcando-lhe,
que de ordem sua se mandara apresentar ao
Enscnheiro Vauthier qnatro soldados Artfices
ntelligentes, queso deviao em pregar nos tra-
balhos graphicos acargo do mesmo Engenhei-
ro mas que elle os empregava em servgo
alheodesuas proffices como em rossagens
de matos carregamento de madeiras &c. se-
gundo vlnha de informar o Commandante da
Companhia d'Artifices sobre representaeo
que Ihe fiseroos meamos soldados ; no en-
tretanto que taes servjcos ero proprios de
paisanos engajados pelas obras publicas p
que o Arcenal perda com o des\ amento dos
artfices dos trabalhos, de suas respectivas of-
licinas.
DitoAo mesmo Exm. Sr. entregando
Ihc o mappa em duplcala da foi\'a de Lnha
existente na Provincia pertencente ao mez
transacto ; assm como o da Guarda Nacional
destacada, a servico da polica as diversas
Com marcas.
Dito o Inspector da Thcsouraria, re-
mettendo-lhe a gua, que pela Pagadoria das
Tropas da Corte, f.ii passada aos offlciaes e
pravas de pret, que uliimamcnte licaro per-
tencendo ao Ratalho Provisorio menos o
Tenenle Andr Nunes Cardoso e o soldado
Antonio Mariano que nao verAo.
DitoAo Capito Commandante interino
doo. Batalho d'Artilheria ordenando-lhe,
neiros lebeldes do Rio Grande do Sul que1 que devia ter prompto a embarcar para a I ha
se chao abordo da aren Triumpho da Inv,-- de Fernando e gUardar os prisioneiros (lu-
ja com deslino a liba de Fernando de Noroitha, rante a viagem um d>slacamento composto
e commu.-.icando-llu: que a bordo estava um de I ollical I inferior algnns cabos c 15
dos prisioneiros de nomo Manoel Antones ,! soldados hnda pago do sold ate o m do
.lente de um tumor que tinha de soflrer a ; mez e d'etape al o da do embarque, liean-
do mais na intelligencia que o official tinha
de vollar da liba na mesma embarcarn.
DdoAoTen. Coronel com. do Ratalho
Provisorio, mandando considerar addidos com
vencimentode sold eetape e rccolher ao
Hospital Regmental a fim de serem tracla-
dos os ex-soldados vindos da Corte como
invlidos, Antonio Jos de Coulo Pnbeiro ,
Andr Corcino de Souza Eustacio Jos Ma-
noel Antonio, Marros Francisco da Silva ,
c Duarte Teixera de Carvalho devendo dar
parte a proporco que fossem dando alta do
Hospital afim de seren excluidos.
DitoAo mesmo remeltendo-lhe por Co-
pia a gua que pela Pagadoria das Tropas da
Corte foi passada ao capito Francisco Pinto
de S Tenenle Jos Texcira Campos Ma-
noel Cavalcantc da Silvera c c Alferes Do-
mingos Eustacio da Cnnha quo ultima-
mente ficaro pertencendo ao Bata bao do seo
commando devendo cm virluledi dita guia
ijustar-lhos con (as no fim do me/., bom como
as Iros pracas de pret que obtivero passa-
gern por Portara de 9 do coi rente.
DitoAo Capito Anacleto Lopes de Santa
Anua para que isesse hoje mesmo deslrbu-
ir pelos prisioneiros que se acho abordo do
Triumpho da Inveja a roupa a ellos perten-
operarjao a qual sendo foi la abordo o ci-
rurgiaonfto affianceva resultado feliz, sendo
por isso de mister passalo para o Hospital Re-
gmental so S. Ex. conviosso nesla remo-
go.
DitoAo Chefc interino da 1. Legiodes-
te Municipio enviundo-lhe um mappa do ar-
mamento c corrame foroccido pelo Ar/renal
de Guerra a mesma Legio em dilerentes
datas, para que houvesse de declarar-lht com
urgencia, aquecorposso tinha destribuido
dito armamento e corrame a data dadea-
tribuicao con. das pecas de um e nutro
genero afim de seconbecer no acto de ins-
pecgo o destino que taes corpos dero ao
armamento e corrame que recebeno.
Na mesma data se fes remessa aos chefes
da 2. e 3. Legtes deste Municipio do map-
pa do armamento e corrame que Ibes for-
nceo o Arcenal de Guerra, exigindo d'am-
bos as dedarac/tes mencionadas no precedente
olflcio.
Dito,\n Capito Anacleto Lopes de Santa
Anna Commandante interino do 5. Rata-
lho d'Arlillieria para que informasse, se
pelo Batalho lirou o quanlitativo marrado
para fardamento, ao 1. cadete Joo Carlos
Cavalcantc d'Albuquerqiic para se poder
com conticcimento ajustar-sc-lhoconta do far- ecnte vinda da corte.
reenviando-lhe os papis de contablidade do
destacamento perlencentes ao mez de Fe-
vereiro ultimo por conterem maior n. de
pracas do que aquello que foi marcado; isto
26 inclusive o official commandante pois
que nao podendo ser elevado o destacamento,
sem ordem positiva nenhuma despesa se le-
vara emeonta se excedesse ao n. de pravas
marcado.
DitoAo Prcfeto interino da commarca do
Recfe disendo-lhe que assentaro pracas os
recrutas Cosme Gomes c Zeferino Nunes,
que acompanharo o seo oflicio desta dala.
DitoAo Prefeito interino da commarca
do Limoeiro aecusando o recebimento de
um dezertor ao qual se dera conveniente
destino e agradeceiido-lhc os ciimprimeutos
que Ihe lisera.
DitoAo Prefeito interino da commarca do
Recfe, disendo-lhe, que oro postos em
custodia por allegarem izempc&o os recrutas
Jos Antonio Cidrim e Januano Francisco,
que esta dala remeltera. '
DitoAo Prefeito da commarca de Goian-
na enviando-lhe o requt-rimento e docu-
mentos do recruta Joaquim d'Andrade Lima ,
que pedia soltura por estar izempto dorecrula-
mentO a tim deque ouvisse ao official ra-
crulador e desse a respeito suas informa-
Qde.
PortaraAo Tenenle coronel comman-
dante do Batalho Provisorio mandando ex-
cluir do mesmo com guia de passagem para a
Companhia d'Artifices o cabo Izidono Bap-
tista dos Passos.
I) laAo Commandante da Companhia
d'Artifices, authorisando-o a receber com
guia de passagem o cabo mencionado na
precedente Portara.
DitaAo Capito Commandante do Deposi-
to mandando excluir do mesmo com guia
de passagem para o 5. Batalho d'Arlilharia
a p, o soldado Manoel do Nascimento.
DitaAo Capiiao Commandante interino
do 5. Batalho d'Arlilharia a pe, authorisan-
do-o a receber com guia de passagem o solda-
do mencionado na precedente Portara, inclu-
indo-o no n. das pravas que ora destaeo para
a liba de Fernando.
dem no da 17.
Officio Ao Exm. Presidente reinviando-
Ihe o requerimento e juslicaco de Tho-
maz Caetano da Luz, por que tal individuo
Ihe no tinha sido remelti.io at agora para
assenlar praea, ou ento havia mudado de
nome.
Dito Ao mesmo Exm. Sur. enderegan-
do-lbe o requerimento doMajorJ.C. de S.
Cosseiro, que pedia se Ihe mandasse abonar
a graiilicaco mensa! de 50ji pelo lempo
que commandou a liba visto lerem sido
como tal pagos o seu antecessor, e sucessor
uo dito commando.
Dito-Ao Tenenle commandante da Com-
panhia da Guarda Nacional destacada
na cidade de Goianna, ordenando-lhe que
flzesse alojar a Companhia, na parte do
conventados Carmelitas retormads, cedida
psra esse fim pelo reverendo Provincial res-
pectivo.
.lamento, que dizcslar-se-lhea dever.
DitoAo Prefeito da commarca do Bonito;
THESOURABJA DA FAZENDA.
EXPEDIENTE DO DIA lo.
Officio Ao Exm. Sr. Barao da Boavista ,
Presidente da Provincia informando o re-
querimento do Capataz c mais canoeiros do
porto das canoas do bairro do RccHo em que
pediraO de aforamento o terreno em que se
acha estabelecido aquello porto allegando te-
ten) o dominio c posse pelo aforamento feito
pelos seus antecessores a Cmara Municipal
da Cidade de Olinda.
Dito-- Ao Snr. Commandante das Armas
da Provincia devolvendo os papis do desta-
camento da Guarda Nacional da Villa do Bo-
nito que acompanharo o seu OlliciodeU
do corrente por conterem mais de 2o pia-
ras a fim de que se dignasse informar sobre
o motivo desta alleraco ou expedisse as suas
ordens para que fossem reformados
Dito -- Ao snr. Inspector da Alfandega ,
em resposta ao Oflicio de 22 de Fcvereiro pr-
ximo (indo em que partecipo ter sido mul-
tado Joze Maria da Cruz e Silva na quantia
de -L27\>l0rs. metade do valor das merca-
dorias que Ihe foro approhendidas em con-
formidade do artigo 203 do Rcgulamento das
Alfandegas c nao ser possivel eneontral-o
para haver-sc dita importancia remetiendo
o documento que acompanhou o mesmo Ofli-
cio para prova das deligencias que se tem
feito a este respeito c recommendando que
no caso de continuaren) as mesmas circuns-
cias o envi ao Procurador Fiscal da Fazen-
da, com todos os selarecimentos que ib-


iitaj > ^fe ^%**,_^ri** Wlw
rem necessarios, a fin des'.e proceder pelos
meios judiciaes.
Dito Ao snr. Contador da Thezouraria ,
participando para sua intelligencia. eiii vista
do Gtlicio do Exm. Snr. Baro da Boavista ,
Presidente da Provincia de 14 docorrente,
que S. M. o Imperador Houve por bem por
Decreto de 4 de Fevereiro ultimo Nomear
ao Desembargador Thomaz Antonio Maciel
Monteiro, Presidente da Relago desta Pro-
vincia, por mais trez annos, segundo lo i
communicado em Aviso de 17 do referido mez,
expedido pela Secretaria de Estado dos Ne-
gocios da Justiga.
J)ito Ao mesmo sur. Contador, envi-
ando por copia para sua intelligencia a Or-
dem do Tribunal d& Thezouro Publico Nacio-
nal N. 27 de 18 de Fevereiro ultimo.
Dito Ao mesmo ir. dem idem as de N-
meros 8 2o, e 20 do crrante anno.
Portara Ao snr. Thezoureiro dos Or-
denados mnJando guardar etn seu poder ,
as folhas de prels dos coi pos dos das 10, e
20de cada mez, como moeda para quando
se appresentar a do ultimo do mesmo mez ,
se lizer a conferencia pela relaces de mos-
tra julgadas conformes pelos Olficiaes da re-
vista serena entao notadas e lanzadas em
despeza.
Dita Ao snr. 2. Escripturaro da Con-
tadoria encarregado da contabilidade Mili-
tar, participando o contlieudo na precedente
Portarla.
dem do da 16.
Olficio Ao Exm. Snr. I Jaran da Boavis-
ta Presidente da Provincia informando o
requer ment de D. Mara Francisca de Car-
valbo Paes de Andrade sobre o Titulo de a-
Ibramcnlo do terreno alagado, que se Ihe
mandou passar.
Portara Ao snr. 2. Escripturario da
Contadoria encarregado da contabilidade
Militar, remetiendo por copia dous conheei-
menlos passados na Ilha de Fernando de No-
ron ha, pelos quaes consta terem reeebido do
Almoxarifado da dita Ilha o Boticario Braz
sejo verderrogadas essas leis que por sua
frouxeza e demasiada bonomia acorocoavo
os perversos e tinho arvorado entre nos o
estandarte da impunidade. Os Pernambuca-
nos j eonhecem que nao podem ser livres,
senosendo fiis executores' das leis.
Os argumentos, que apparecero agora
n'Assemblea Provincial para mostrar a sup-
posta nconstitucionalidade da lei das refor-
mas j foro produzidos no Senado e na
Cmara quatrienal, e todos completamente
debellados, e pulverisados. Entao nemhum
perigo liavia nessa importante discusso; por
que tratava-se de fazer, ou deixar de fazer a
lei : mas hoje; que esta se acha feta, sanc-
cionada, e promulgada para que he susci-
tar taes questes, so nao para a dcsconceitu-
ar, c tornar odiosa no espirito do povo? Tanto
mais quanto so disse, que,intil c inoportu-
no seria o representar contra ella.
Bem longo estamos do stippor que a lei
tuna de que ocrorresse a idea ao snr. Dr. The-
bergo e a sua digna Consorte e essa idea Coi
posta etn acgo apesar dos impecilhos que
de todos os lados surgirao baldados pela
Ibrca de urna vontade e perseverancia do
ferro.
Com tO pouca existencia por ter como-
gado no fim de Agosto ultimo j conta 13
educandas e das primeiras oadiantamento
he lo notavcl, que Madama Theberge pode
com seguranca lisongear-se que tanto so-
mente ella podeoblerv e ninguem mais do
que ella.
O eslabelecimento progrido prospero, o
exemplo convence os tibios e podemos avan-
zar que urna vez conliccido o resultado pe-
las pessoas que ainda o ignoro talvcz venha
a accontecer que Madama Theberge se veja
na precisao de recusar Meninas por dema-
siado numero nao obstante a casa poder hos-
pedar cem Meninas e esperar Madama The-
Fardos com fasendas de la 18 Caixas cofl
ditas de linho.
A Comber 1 Barrica ignorarse.
Gasto do navio = 2 Barricas com earne-
Fora do manifest.
Diversos cmbrulhos com amostras
D E C L A R V C A O.
das reformas venha sanar todos os nossos ma-| t^e mnis duas Mestrasda Europa &c.
les : nao ; que os bomens sao" os mesmos c
estes he (pie tem de a cumprir, e fazer eum-
prir ; mas com o Cdigo que tinhamos, iin-
possivel fura que o Brasil se nart abysmasse
na voragem d'anarctiia e da guerra civil.
A impunidade tiuha chegado ao ultimo es-
cndalo, e o Govern nafl possuia a forga pre-
cisa para obstar as scdigfles, e a revolta. Com
csse Cdigo apadrinbador dos crimes as re-
vohigfles crafl um dos ramos de especulacao
poltica para os mais ambiciosos c onsados.
E deveramos continuar nesse estado de osci-
lacafl o de desordem ? Naflcertamente. Po
nhamos poisem execacafl a nova lei e aex-
m Ceflegio no p um que se acha o Colle-
gio do Espirito Santo considerado como ca-
za de educac.io para as Meninas desta Provin-
cia he j um beneficio inestimavel, quanto
mais que elle o fe rece ainda outra npplieago ,
como casa de morarla provisoria de donzellas ,
enjos Pas lendo temporariamente de auseu-
lar-so da Provincia e nao tendo familia a
quem conliem a companhia de suas filhas ,
all as podem recolher com pequea despe-
za BOCegado na ausencia o espirito de cada
um relativamente ao bom tralo e aproveita-
menlodolas.
Abengoada pois soja Madama Theberge c
= O Arsenal de Guerra compra porco de
arrobas do colla da Baha c pos pretos ; as
pessoas que taes eneros liverein aprezente-se.
com a mostra na salla da Directora no dia 2."
do crrente as 10 horas da nianha.
que to consideravel maioria de nucaos vene-
randos e Ilustrados do Senado e da C-
mara dos Snrs. Deputados sejo todos escra-
vos que todos oonspirem para acabar com
as liberdades patrias ; c que so seja livre s
soja patritica una imperceptivel minora que
Marcellino do Sacramento, e o Escrivo An- se debate por haver perdido /.presa do
periencia nos ir mostrando as suas vanta- receba os mcus agradecimoiitos sinceros eo
gens e desvanlagons; e estas irafl sendo cor- j publico os parabens de termos em lim obtido.
rgidas e emendadas pelos Poderes Supre-
mos do Estado. Finalmente nao he crivcl ,
ionio Manoel Eslevo por conta dos scus
vencimenlos;- o primeiro a quantia de 000.
js., e o segundo a de 400* rs. a lim de por
as competentes verbas.
DIARIO DE PERMUTO.
Decidio-se finalmente a grande questo ,
que traza suspensos os nimos dos cidados
desta Capital. A Assembla Legislativa de
Pernambuco asssada c pendente rejeitou a
indcigaodo Sr. FelippeLopes Nelto. E que
proveto colhemos deSSa indicago e de urna
discusso to renhida to calorosa e por
occasio da qual nao faltro recriminagoos .
doestos e personalidades odiosas Nenhiim
poder, Obedegamos por tanto nova lei, e
dexemos vozear os descontentes 5 que estes
algum dia se chegar&o razo.
CORRESPONDENClA.
Snrs. Redactores.
Todo o homcm que pieza a llustrago da
Patria, de ve un sincero rocouliecimento -
quHle que para ella concurre quer nacio-
nal quer eslraiigoiro : quanto mais publica
for a ostentago desse reconheciinento tanto
maior sera o beneficio, qued'ahi provenha ,
porque nielhormente assim se paga a divida ;
mais bem acceita pelo que se tem prestado ;
assim ella faz nascer a emulago, o traba-
ldo o genio e suas produegos.
Serei sempre reconhecido para lodos quan-
oulro ha?eria, senodesconceituar, desacredi-
tar, desmoralisar em lim a Lei das reformas do tos lizercm servidos ao publico de qualquer
Cdigo, lei, que tem de se por em execu- j natureza mas ser mais profundo case W-
go, lei, con ira a qual se assentou nao se con heei ment a quem Ilustrar a mocidade ,
devera representar.
He inexplicavel, e absurda a ultima parte
do Parecer da {ilustre commisso de Poderes
porque se esta aliimou na primeira. que a lei
em questo con tem arligos em desharmonia
com a Constitualo do Imperio, como eon-
queni Ilustrar a Patria : porque da Ilustra-
gao derivo todas as virtudes sociaes.
Possuido destes sen limen toe, aleilurado
annuncio feito por Madama Theberge publi-
como nos era nocessano, um estabellecl-
mentr desta natureza e. to bom dirigido.
Concorro igualmente Snrs. Redactores pe-
la sua parte nxerimlo no seu Diario estes a-
gradecimentos do seu ltenlo venerador.
Felippe Menna Callado da Fonceca.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rondimcnlo do dia 22. 76*368
PKse.vRREGv BOJE 23 no connF.XTE.
farinha THKATRO.
l^r Novo Espectculo Gimnstico, Mu zica
e mmica que o Artista .los dos Res toma
honra de aprosontar aos [Ilustres Habitantes
desta Cidade torga feira 20 do Crrante:
Dar principio por urna armoniosa obertura
a presen tindo-se depois Madama Emilia Aman-
la cantara nova Cavatina da famosa opera
Anbal em Bitinia >> mu/.iea do grande Doni-
zeti : em seguida se cantar pola primeira voz
em esta Cidade a jocosa e nova Tonadilha Es-
panhola a Do que. tem por titulo os Sganos
zelosos ou a solitaria desempenbando o
[lapelde Sigana Madama Emilia e o de Sigano
Jos dos Res, o que se concluir com o diver-
tido baile, e seguid i Ihas Espanbolaa sendo
acompadas por os mesmos com pandeiro o
castanholas.
Depois subir a scena pola primeira vez em
Pantomima o novo Mclo-Drama em dois actos
queso intitula -Joc ou o Orangouhngo. A-
(lornado com todo o aparato, tragos, com [larga-
ria, vista de mar o ludo o mais anlogo ao sen
argumento este espectculo que tem sido a-
plaudidocom extremnos prinieiros Iheatros
da Europa apresenlar ao [Ilustrado Publico
Pernambucano um di ver ti ment inteiramen-
te extraordinario por a singular circumstn-
ca de ser a personagem principal da pega
um Macaco de especie conhecida com o nonio
de orangotango aos quaes ha dotado a nalure-
sa de urna prodigiosa destrosa em remedar e
1 imitar militas aceflesdo honiem e de una gran-
de sensiblidade. Dosempenhandoodilicil o ar-
riscado papel de |ocoArtista Joaquim Jos do
Reis que fugir do um tiro trepar ate as tor-
rinhas e correr por ellas por um incentivo
ila sua agilidade lindando assim O espectculo
histrico, embelesado com multas sconas no-
Barca Ingleza rt Fazcndas ,
trigo o man loica.
A arremaiago d'agoa Ingleza das garrafas I vas ao mesmo passo galantes, o insturctivas.
vasiasannunciada para 21 do crrante
licou transferida para boje 85.
1MP0RTACAO.
A Barca Ingleza Irt, viuda de Liverpool,
consignada a Latham & Hbbert nianifestou 0
seguinte.
A ordem =: 17 Fardos com fasendas d'al-
godo l2Caixascom chapeos di; sol, 2 di-
tas com fasendas d'algodu ti ditas com fa- I como devidoespera o Director (|iie orespei-
sendas de laa 2 Fardos de cobertores, ."! lavol Publico tonba a bondade de dissimular.
Principiar as horas do coslumc.
N. B. No fim do 1. acto necessitando de
algum repousoo protogonista da Pantomima
para bom desompenhar o 2. acto o Artista
Jos dos Res cantar urna nova e jocosa cau-
go Italiana que tem por titulo o reino enamo-
rado. Ou tro-si m devendo ser osdoisinter-
vallos que ha para a Pantomima um poueoniais
demorados por causa dse preparar a secna
Rogando-so tambem ao mvsmo tempo s
pessoas (pie OCUparem as lorrinhas que quan-
cando as lorias do seu bem eslabellccido Col- I sendas lo algoilo 200 Barricas com fari-
ditos ie ditos.
A Johnslon Paler Companhia = 17 Ca-
xas com fasendas d'algodao. \7> GgOS de lou- i do o Macaco passar de um lado para o oulio se-
ga Barricas com ferragem 2 Caixasdc j juro smente por asmaos, n<> estorvem
neni gritem nem cauzom com algum trans-
lorno qualipior incidente desagradavel.
ditos, 1 Embrulho de dito.
A Latham & Hbbert = 18 Caxas com fa-
legio, desperlou-me a obri^agao de Ihe dar ,
cluir que he inoportuno e intil representar | por mcio deste Diario, pblicos e llovidos a-
contra semelhanle lei? Que illaco deve de
taes principios deduzir o povo ? A lei das
reformas do cdigo ( dir elle ) oppoe-se
Constituico do Imperio : nos temos ouvido da
bocea de varios Deputados nossos, que essa
le hedesanguc que as nossas garantas es-
to anniquiladas que a cooatituico espirou,
que a liberdade vai a desapparecer do nosso
solo e ser substituida pelo mais feroz despo-
tismo : alem disto a Ilustre commisso, a
quem foi comettdo o exame de to importan- tem em Pernambuco a educago de nossas li-
te objecto diz-nos que intil sera represen-
tar, isto he j que o.corpo Legislativo de mos
dadas com o Poder Executivo tem-se tornado o
tyranno do Brasil logo o que nos resta fazer?
Curvaremos o col ao jugo ? entregaremos os
pulsos aos vergonhosos ferros, que nos-
lango ? Perderemos em fim a doce liber-
dade, que a costa de tantos sacrificios con-
quistamos ? Nao certamente : corramos as
armas : resistamos tyrannia c revendi-
quemos os nossos foros, a nossa honra a nos-
sa dignidade.
Assim procederio os Pernambucanos se o
Pernambuco de boje fosse o de 1822, 25,
84 t &C. : mas felizmente amestrados por
orna dolorosa experiencia os Pernambucanos
amo a paz querem a ordem e olho j
com indiflerenga para as manobras dos di lib-
ren les partidos. Os Pernambucanos sensa-
tos os cjdados honestos e abastados de-
gradeciuicntos pela boa dircego exemplo
ordem ensino e caricias com que educa us
Meninas entregues sua responsabilidade e
disvellos, e Jo que participa umademinhas
filhas.
Mm cu me congratullo com Madama The-
berge e com lodos os Pas que Ihe entre-
ga rao suas Meninas, pelo bom desempenho
das promessas desta Senhora verificadas a-
lem de nossas esperangas eque nos piomet-
nlia l Moia dita dita I Saco com assucar
redado 1 O'.iarlola eom agoa-ardonte 10
Fardos com fasendas do algodao.
A Me. Calmont & Companhia = Caxas
com fasendas de algodo, 14 Caxas com fa-
sendas de linho, 1 Fardo com panos, SO Far-
dos com panos.
Al>. I.asserrc ii Companhia = 21 Fardos
com fasendas d'algodao oOSaccas com sal
tro.
A W. E. Smith 5=6Caixflesjcom queijos ,
10 Presuntos.;
A Deane Vol & Companhia = 20 Caixas
Ibas mais completa, mais satisfactoria, do com fazcndas de algodo.
A (i. Johnslon & Companhia =1 Caixa
com chales d'algodao c soda 2 ditas com
suspensorios, 5ditas com chapeos deso,
1 Barril com conservas.
que se apartando-nos dellas as niandasse-
mos Europa atravez de tantos riscos.
Pernambuco tinha direitos pela sua popu-
lagio e considerago a um Collcgio de Meni-
nas accomodado laobem aos nossos costu-
mes, e que a par do tirocinio scientilico. | xas com panos 8 Fardos com dito. 2 ditos
fosse a escholla dos bous costumos e princ- com bacas 52 ditos com fazendas d'algodao,
pios religiosos, base fundamental da boa e- 38 Caixas com ditas ditas i"2 correles.
ducago ; porem a empieza era dillicil. e mais A Jones Patn & Companhia as 10 Fardos
dillicultoso ainda era de certo apparecor urna
pessoa com as qualidades precisas para to
S27" Sbado 0 Annivcrsario do Juramen-
to da Conslituigo do Imperio se reprsenla^
r a |)oca Nova O filho do Viga rio ol os
abrasadores em Pars: he esta talvcz a mais
excedente peca que s ha representado no
llicalro publico. Rematar o espetando com
iitu melo-drama critico e moral nova compo-
sioao de um Pernambucano-A morto de'judas
em que representaro dez actores, e quatro
damas. O fim (leste drama he a corrego
dos maus coslumes.
A VISO S I) I V E R S O S .
l~j~ Vai a praga por todo este mez at 10
de Abril prximo vindouro, de arrendamonto
trienal na Cidade da Parahiba do Norte o
A Jamos Cra hirco i\: Companhia = 2 Ca- |engen lio Santos Res, distante da mesma Ci-
dade 1 leguas famozo pela grande abundan-
cia d'agoa que o faz moer eopciro polas
umitas e fertilissimas vurzeasde cana que tem,
sitio com laranjal maltas extensas em ser-
com fazcndas de linho ras, ptimos cercados para boiadas e logra-
A G. Keriworthy iy Cnmpanhja = 18 Ca- j dores para soitas com extenco de. legos
ardua tarefa; urna pessoa em quem confias- xas com fazcndas de linho, 4 Fardos cun ditas i desde o local do engenho at as mumbabas
que tumi lima tunaiaiivia a iuu a ijiuva
mormente tendo de solfi-er as contrariedades" Tardos com fasendas de algodao 10 Caixas com escravus animaos, planta de cana, e
porque passo os primeiros esta belecimen tos com ditas dito, 170 [larris com manteiga. muito bom d'agoa : a tratar com o mesmo no
fundados em um paiz novo. Tivemos a for- A Alexandre Me. ky dt Companhia = 2 engenho Cordciro,


Sj1**gis
ayfcriiiT'* rxmmes mvty SSlm^ttSKe^r^^^S^-, .-tu j* >,
No da quatorzc do corrcntc fugio do
litio do morgado emS. Amaro, unu vitela
que anda mamava de cor branca edo pes-
ouco para a cahecade cor parda ja com as
ponas crescidaa, com urna corda amarrada
uopescogQ., alguma couza arisca; quern a
pegar leveaodito sitio, ou anuncieque ae-
ra gratificado.
.*,. = Alugao-se os 5 andares e sotfio (tendo
o lerceiro somente trapviras para a na )da
rasan. 141, ra da moeda juirto ao Sr. Sanios
Braga, com bstanles cmodos para urna casa
de negocio ou grande familia quetn a per-
tender dirija-se ao Recife ra da Conceigo
luja n. 28 de Joo Maria Seve & Filho.
t&~ Nodia 18 do prximo mez de Abril
andarO fnlalivelmfBle as rodas da segunda
parte da primeira Lotera concedida a Irman-
dade do Rozario da Boa vista : os bilhetes
achao-se a venda na ra Nova loja do Snr.
ares do cos-
tsr Para o Rio de Janeiro segu imprete-|de-se por n&o querer servir a senliora :
rivelmenle no dia o de Abril a Barca Brasilei- ver em fura de portas n. 104 o a fallar ootn
ra Firmeza bum couhecida nao s pela velo-1 Joaquim Lopes de Almeida caixeiro de Joo
cidade de suas viagens como pelos suporio- Malheus ou no trapiche novo n. 12.
rescommodoso bom tralamento aos passa- S2T lima morada de casa de 2 andares com
geiros, ainda recebe alguna carga, passagei- soto o grande quintal, na rna estreiU i
para! quern o pegar leve a ra des Flores D. 12 que
O" >
ros eescravos ; assim como previue-se os
Srs. passageiros quetein fallado em passagens
o verelicarcm-so em lempo alim de tifio per-
derem os camarotes para o que Irala-se oom
Antonio Francisco dos Santos Braga, ra da
moeda n. 1 42 ou com o Capito da mesma
Narciso Joze de S. Ana.
tST Para o Ass com escala pelo Rio Gran-
de do Norte e Touros o Palhabote Brasi-
leiroVingador forrado e pregado de cobre,
de superior marcha ; quern quiser carregar,
ou ir de passagem dirija-se a Manoel Joaquim
Pedro da Costa na ra da Cadeia do Recife.
C7 Para Lisboa segu
com toda
Guerra e em lodos os outros luw
turne.
%ST Aluga-se urna caza emOlindanarua do
Amparo D. 51. Dirija-se no recife na ra
do Vigario N. 10.
S3r" A. de S. Flores
con la e de Francisco Manoel de Carvalho ,
omeio bilhetedal. parle, da nona Lotera
a favor do theatro publico N. 5451.
= Denuncia-se ao Illm. Sr. Prefeito que
no atterro dos Amigados, existe todos os
dias urna companhia de atravessadores de
farinha,que porali nodeixo passar ner.hu-
nia, a iim de s elles venderem na ribeira e
por um prego exorbitante, causando com isto
umgrande mala pobreza.
se Alugo-se moleques e negras, para
vender azeile por tarde, tambem aluga-se
por todo o dia : quern os tivur dirija-se a ra
das laranjeiras sobrado de duas varandas de
ferro lado direito.
tr Aluga-se um sitio na entrada da estra-
da de S. Amaro, caza depedra o cal, quatro
quartos, duas sallas, cozinha e poito na
bastantes
JooBap-
brevidade por ter a maior parte de seu carre-
gamenlo promplo o muilo vellero Patacho
Portuguez Novo Congresso forrado de co-
bre e de que he Capito Manoel Joze Rato ;
quetn quiser carregar ou ir de passagem diri-
comprou por sua ja-se ao seu consignatario Francisco Se vori-
auno Rabello ou ao Capito a bordo ou na
praca do comtnercio.
COMPRAS
Legitima
ti ver a n ii inicie.
herdeira do
tsy Atragedia da
Throno ; quern
ss^- O Semanario Panorama, perter.cen-
le ao mez de Agosto de 1841 : na ra da Ca-
deia velha n. 40 a fallar com Emygdio Jo-
ze Pereira Guerra.
Casaes de rolas de Hamburgo, por
na ra de Agoas verdes De-
VENDAS.
dita estrada boa agua de beber,
l'ructeiras : no mesnio a fallar com
lisia Claudio Tresse no seu silio.
Cy- Quetn precizar de urna ama de
caza
n qual cozinha, e engoma, dirija-se a ra
do livramento D. 11.
ey Quern quizer dar >00j reis, com hi-
poteca em 2 esc ra vos licando o servico de um
por os juros ou pagar-se-ha 2 por cento ao
mez a falle com Joao Consalves Lucas na
camhoa do ramio loja de marcin'uro.
\lj- Quern percizar de um caixeiro Por tu-
gue/, .
tica, e da conliecimenlo a sua conuula, -
rija-se a na estreila do rozario venda 1). 22.
s= Preciza-se de una pessoa que saiba fa-
bricar chunilos profesamente ; ^ na na da
praia armazem de Jos da Silva Campos.
ss O fabricante de velas de carnauba do
pateo do Hospital, sobrado N, 4 mulouj
sua rezideneia para a ruada penha, no 3.
andar, onde continua a vender de 0 e7 em
ty Bolaxa lina ja bem conhecida pela sua
qualidade a 3j320 rs. a arroba sorvindo es-
te preco de governd aos seus freguezes lan-
o da praca eotno de fora em razao dos por-
tadores nao comprarem por um preco e da-
rem por outro ; assim como biscoito doce ,
agoado e bolaxinlia superior por comino-
do prego : na ra Dircita D. 54 padarja do
Machado.
ny Vinhos engarrafados superiores da
madeira secca malvasia a 12j rs. a duzia ,
e de Bucellas velho a 8ji rs. dita : na ra do
Vigario n. 10.
MT- lina escrava de nago de 25 a 28
annos cozinha lava mui bem de sabo e
varrella cngoinma liso e propria para to-
para venda de qne tem bastante pra- j d0 o gervicG por ser muilo sadia o robusta:
na ra da Cadeia velha n. 5.
isr Taxas de ferro balido para engenho a
200 rs. coadas a 100 rs. a libra urna ma- rior qualidade
quina de vapor com a competente nioenda pa- burdado de prata
Rozario D. 24 : na loja de sapateiro junto a
mesma.
ssy Uma'moleca de 15 annos crela, e
mui hbil para todo o servico e um escravo
de nago ainda rapaz sendo este para fora
da provincial, ambos sem vicios nem acha-
ques : na.rua de S. Francisco D. 10 terceiro
andar.
ssr" Bichas pretas superiores a 100 rs. e
troco-se as flue nao pegarem : na ra do Ca-
bugn. 4.
commodo prego
cima 55.
iSF" Cera lavrada chapeos de palha do
Chile panno de linho nojao feira e tolo :
del'roiite do trapiche novo em casa de Joaquim
Jozode Ainorim.
-/ Um bonito escravo de 20 annos per-
fe i to carreiro e muilo bom trabalhador de ma-
chado e fouce um moleque e urna negrinha,
urna prela perfeilacozinheira e ensaboa, de
bonita figura ; urna linda mulata de 22 an-
uos sabendocom perfeigao engommar co-
ser ecozinhar : na ra do Fogo ao p do Ro-
zario D. 25.
ts" Potassa da Russia da primeira sorle ,
em barris pequeos por prego commodo : em
casa de Joo Rufino da Silva Ramos na Boa
vista ra do Hospicio sobrado defronte do Co-
ronel Brilo lnglez._
SST Cadeiras de palhinha Americanas, inar-
quezas de condur, canias de vento com arnia-
go e sem ella mui bem feitas a 4,500 reis
ditas de pinho a 5,>50 o mezas de jantar ,
assim como outros mu i tos trastes, e pinho
da uecia com 5 polegadas de grossura c
di lo serrado ; tudo por menos do que em
outra qualquer parle : na ra da Florentina
em casa J. Beranger.
i2T Os perlences de urna venda 6 barris
de 5 em pipa que foro de vinho branco, urna
porgo de barricas vasias que foro de farinha
de trigo duas ditas grandes que servem para
depo/ito de qualquer cousa e G caixes de
armago de venda ; na quina que volta para
S. Pe*dro.
tsr GrilhOes de ouro para senhora do
melhor goslo possivel chegados ltimamente
de Inglaterra por prego muilo rasoavel : no
bero largo do Recife loja de ourives de Miguel
Arcanjo deFigueiredo.
tsr Urna peca de nobreza preta de su pe-
lln vestido de veludo verde
um par de adragonas dou-
ra engenho a maquina he de um modelo : radas para tenante, urna capa de gorgnrao
ainda nao visto tiesta praca e oflerece mui-1 roso que serve para irmariiade um crescen-
tasvantagenspor causa da simplicidade do!
maqumismo, osuperior fabrico de lodosos
(llegada
na
Jerragens
ra. 4ja Madre de Dos
de Joliiiston l'aler &
seas perlences eseguranca da eaideira como
libra por 520 reis, tanto a relalho, como em ia,bem por gastar muilo menor quantidnoe
arrobas. de lenha que as que esto oidinariamente
as Tendo o abaixo assignado mandado om uzo Il0 I)ai/ i c {)0Q.e ,izt.r com segu-
em Dezemliro do anuo passado, para a Para-| ranaqUe em ohjeclos desla uatureza he a
hiha do Norte urna letra da quanliu de j mejnorqU8 ^e tero presentado igualmente
535*880 reis, para Antonio Moreira de Al- uma nioenda de ptima eonstrucco ultima-
ineida LU, Ihe por o aceite e tomar a reme-
tella ao mesmo abaixo assignado, sendo a
mesma letra passada a quatro mezes, e, a
vencerce em 17 ou 18 de Abril prximo vin-
douro, e tendo-se a mesma dezencaminhado
se faz publico para que ningueni a receba em
pagamento, ou faga tran/aco alguma, pois
que os herdeiros do dito Moreira j esto sien-
tes para S a paga re ni ao abaixo assignado.
Jos Joaquim da Silva Maia.
= Aluga-se uma caza tenia no mondego ,
c preciza de alguns concert*, sobre os quaes
se fara ajuste 5 a falar na venda que tem na
ra do Hospicio.
as Quern precisar de um rapa-/ para cai-
xeiro de ra ou venda de que tem pratica e
d fiador a sua condula dirjate a ra do
rangel loja de cera D. 57.
= Quern precizar de 500,y reis a juro-
com seguranga em pegas de ouro, ou piala ,
annuncie.
tsr Quern precizar de uma ama para to-
mar couta de urna caza de homem solteiro ,
i qual he muilo fiel, e de bons costumes, sa-
be cozinhar, cozer, e engomar dirija-se
a solidade indo pela trompe lado direito an-
tes de chegar a Igreja N. 17.
mente
armazem de
Companhia.
S2F* Sacas com alqueire de farinha de man-
dioca muilo lina e alva feita na Moribeca :
na ra da Cruz D. 12 cbcriptorio de Joze An-
tonio Gomes Jnior.
SS7" Vende-se ou troca-se um pequeo sitio
todo cercado de linio com bastantes ps de
I larangeiras coqueiros, mangueiras limei-
1 ras limo doce, goiab;'iras brancas, ca-
i fezeros e out.as fructeiraa, Ierras libas de
i plautages com uma boa casa de moradia .
I que tem duas salas 4 quartos cozinha fora,
! quarlo para pretos estribara para dous ca-
i vallos um grande tellieiro novo um jrdiin
! com diversidude de llores e perlo do rio ca-
pbaribe, por urna casa na Boa visla al o
J Manguind ; os pretenden les dirijo-se ao
sitio do Dezembargador Maciel Monleiro nu
lugar do Hospicio.
tsr Urna porco de cera amarela na ra
estreila do Rozario venda D. 22.
l^T Salitre refinado, baris de carne de
poico barris pequeos abatidos fumo de
transa uma cxeellente artnrgo para loja .
canoeiro: na praca da Independencia n. 11
loja de Antonio Felippe da Silva.
cy Urna venda com poucos fundos e com-
modos para familia na praga da Boa visla
D. 0 : a tratar na mesma.
tsr Lina cama de angico muito bem feita
e segura um canap de oleo, tudo por prego
commodo: na ra estrella do Rozario U. 20
loja de marcineiro.
ser gratificado.
Joze Antonio Corroa Jnior.
ssr Em Jullio de 1859 fugio desta Cidade
um prelo crelo de nome Bento estatura
baixa grosso do corpo zamliro com panos
no rosto natural do Aracaty o qual veio do
C^ar na Sumaca Emilia remeltido por Ma-
noel Caetano de Gouveia a casa da Yuva
Costa & Filhos e foi vendido por estes em
28 de Maio do sobredito anno, a Joze Martina
Ferrera do Ass : quern o entregar na ra
da Cadeia do Recife n. 46 ser recompen-
sado com 50 res.
uy- Nodia 19 do correte desaparece do
sitio Parnanieirim ao p de S. Anna um
mnlecote alto bem fornido de nome Fabio,
de naco cassange mui prelo levou cami-
sa de algodo da trra arremendada as cos-
tas ceroulas curias do mesmo panno e
chapeo de palha envernisado de tinta escura:
quern o pegar leve ao dito sitio de propriedade
do Dr. Francisco Muniz lavares, ou as 5
ponas loja D. 22 que ser recompensado.
ES" Da-sel00.jirs.de gralificugo a quern
apprehender os escravos abaixo notados : Joze
mulato bastante gago cbelo nao muito
pichaim de 22 a 24 annos levou caigas
azues e camisa de rscado amarelo altura re-
gular secco do corpo, e (leve ler alguns si-
gnaes de alcatro por ler andado embarcado.
Joaquim cabra do Serto reforgado, peitos
ou ps largas de 22 a 24 annos bem ale-
gre e desembarassado, tambem deve ter signa-
es de alcalrao por andar embarcado levou
camisa rfe chila e caigas de brim branco : su-
poe-se sigo ambos a fuga a qual deve ser
ou pela estrada do Ass d'onde o cabra he fi-
lho ou o molato para a do Porto Calvo en-
genho de Pracinha. Estes escravos levavao
dtiheiro por lerem furtado na occasio da
fuga 95j rs. : os aprehendedores dirijo-so
a Cidade de Pernambuco ruada Moeda D.
141 a Firmino Joze Felis da Roza : o escravo
Joaquim foi no Ass do Sr. Manoel Joze Fer-
uandes e o mulato do Sr. do engenho Pra-
cinha-
V37- A 0 do corrente auzentou-se o escra-
vo J.oao Congo de 28 a 50 annos alio ,
secco, um pouco fulo com camisa de ma-
dapolao caigas de brim branco de listras ,
jaquela de riscadhiho azul, chapeo de seda
prela e bengala envemisada de encarnado :
quein o aprehender leve-o a ra Nova D. 22
loja de Ferrera e Rraga que recompensarn.
tsy Fugio em Janeiro de 1840 o escravo
Antonio por alcunha capiba muito conde-
cido no serlo onde foi escravo de um Sr. da
familia dos Cabrees; he foaixo espadaudo, de
40 annos olhos vivos feicoes niiudas, mui-
lo experto ps c mos nao grandes com
umtalhocm um dos dedos da ma signaes
de chicote as cosase as nadegas pernas
finas : quern o pegar leve a casa do Dt. Joze
Antonio Pereira lhiapina, e na Paradina no
engenho Tibiri, quesera generosamente re-
cotnpensapo.
CS* No dia 10 do correnle fugio a preta de
naga congo com vestido de chila trancada,
pao da costa lislrado de azul e branco com
argolas de ouro francez as orelhas, alta* bem
magra e faz-se nova : quern a pegar leve a
ra dos'Quarteis loja D. 2 que ser bem re-
compensado.
AVISOS MARTIMOS
5 Para o Porto o B:igue Leo derer sa-
bir at ludo seguate mez de Abril-; quen,
no mesmo quiser carregar ou ir de passagem
cnte'da-sc com o Ca|iito Ricardo Xavier da
Cunda tai com Joaquim Jos de Amorim.
ESCRAVOS FGIDOS.
SZW No da tarde desapareceo um mulatinho de nome
Jaco, que representa ter 12 a 15 annos, le-
vou vestido caigas de brim de algodo com
listras amarellas, ja tizada e desbotada ca-
misa de madapolo chapeo de massa de for-
ma pequea lambem tizado, talvez se quei-
ra intitular por forro por assim ja ter feilo de
oulras ve/es que tem fgido: quern o pegar
leve as 5 puntas D. 12 que ser recompensa-
do ou no engenho da liba ao Snr. Estevo
Joze Paes Brrelo que lie Sr. do dito.
$zr No dia 17 do corrente desapareceo uma
preta de nome Roza de nagao Rebolo de
40 annos altura regular rosto comprido e
descamado denluca secca do corpo tem
urna das maos os dedos curvadas ps apa-
Ihetados e uma coroa ; levou um taboleiro
com fazendas e miudezas ajuisa-ss ter si-
do furlada ou assassinada porisso que nunca
MOV1MENTO DO PORTO
fugio ; quern a pegar ou del la der noficias di-
rija-se a ra do Amorim no Recife D. 57 que
ludo por prego commodo para fechar contas : 'ser gratificado.
em casa de L. G. Ferrera & C. ss?" No dia 12 do corrente desapareceo do
ssr Urna negrinha de 1 i annos rerolhi- 'siliodo abaixo assignado no lugar do Arraial.
la, com principios de costura e lavarinto um seu escravo de nome Joaquim de naco
nao tem vicios nem achaques : na ra da sen- angola representa 10 annos levou vestido
'.ala velha n. 41 no segundo andar. camisa e ceroulas de estopa grossa a camisa
ssy* Lina negra de nago que engomma, lie de mangas curtas tem uma cicatriz em
cozinha cose lava de sabo e varrella um dos ps proveniente de urna ferida que te- ~ __
e excellonte para urna casa d familia ven- ve outra cm um dos dedos da mao dircita .KECH'E NA TYP; DE M. 1'. Lt t'.
NVMOS ENTRADOS NO DIA 20.
Liverpool ; 50 dias*, Barca Ingleza Irt de
215tonel. Cap. J. Fletcher equip. 15 ,
carga fazendas : a Lalbam & llibberl.
Ass; Odias, Hiato Brasiieiro Vingador de
f>2 tonel. Cap. Domingos Antonio de
Azevedo eqtiip. 0 ca-ga sal : ao Capi-
to.
Acareen 20 das, Palacto Brasiieiro Au-
rora de 128 tonel. Cap. Francisco Car-
dias da Fonscca equip. 9, carga sal: a
Francisco Marques Rodrigues & Irmos.
SAIIII'OS NO MKSMO DIA.
Lisboa ; Escuna Brasileira Liberal, Cap. Ber-
na rdino Antonio Gomes, carga assucar.
ENTRADOS NO DIA 21.
Pdiladelpliia ; 55 dias, Escuna Americana
General Warren de 129 tonel. Cap. Char-
les Ogle equip. 7 carra farinha de tri-
go c mais gneros : a A Schramm.
SAHID0S NO MESMO DIA.
Baha i Escuna Americana General W'arren .
Cap. Charles Ogle carga a mesma que
trouxede Philadclphia.


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